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Dilma anuncia parceria com Facebook para população de baixa renda

Foto: reprodução Facebook de Dilma.

Da FolhaPress

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta sexta (10) uma parceria com o Facebook para oferecer serviços de internet para a população de baixa renda, a custos baixos.

“Este acordo entre o Facebook e o governo brasileiro vai garantir acesso à internet e a todos os produtos que hoje a internet pode tornar disponíveis, mesmo em áreas de difícil acesso, como a Amazônia”, disse Dilma no Panamá, ao lado do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, a quem chamou de “grande parceiro”. Zuckerberg viajará em junho ao Brasil para anunciar oficialmente a parceria.

Não foram revelados muitos detalhes sobre a “bolsa internet”, mas deve ser uma iniciativa um pouco diferente da internet.org, projeto que o Facebook está implementando em países como Colômbia, Gana e Tanzânia.

No internet.org, o Facebook, em parceria com operadoras locais, oferece um acesso limitado à internet via celular, com acesso ao Facebook e a sites de serviços públicos (saúde e outros) oferecidos pelo governo. Segundo Esteban Israel, chefe de comunicações do Facebook para a América Latina, no projeto brasileiro, o modelo será o projeto do Facebook na favela de Heliópolis, em São Paulo.

Em Heliópolis, o Facebook mantém, desde o fim do ano passado, um programa de empreendedorismo que inclui a construção de um laboratório com 15 computadores onde serão ministrados cursos de internet e de gestão empresarial para moradores da comunidade.

Trata-se de um laboratório de inovação para jovens empreendedores, com cursos que ensinarão desde como usar o Facebook até estratégias de marketing na rede social.

“Estamos muito animados com essa parceria, diferente das que vínhamos firmando ao redor do mundo com a internet.org. No Brasil, vamos trabalhar com o governo e com a iniciativa privada para proporcionar conectividade, envolvendo tecnologia física, como fizemos em Heliópolis. Acreditamos que será possível fazer isso em vários lugares do país e do mundo”, afirmou Zuckerberg.

“Vamos desenhar um projeto comum cujo objetivo fundamental é a inclusão digital; o Facebook é um dos grandes produtos que geraram essa revolução, similar à introdução da energia elétrica. Na época, o mundo foi iluminado, agora, o mundo também é iluminado pelo acesso ao conhecimento”, disse Dilma.

No programa brasileiro, o acesso por celular à internet também será limitado, mas a ideia seria não depender totalmente das operadoras -inclusive porque o Facebook tem atritos com essas empresas. O Facebook tira receita das operadoras com aplicativos como o Whatsapp, que faz ligações.

No Panamá, Dilma se reuniu com Zuckerberg por mais de uma hora e tirou foto vestida com um agasalho cinza do Facebook que tinha uma bandeira do Brasil bordada.

 

Blog de Jamildo

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Comércio eletrônico ainda é menor que a média mundial, diz estudo

Foto: Freeimages/Divulgação.

O Brasil ainda possui um nível de compra online abaixo da média mundial, apesar dos avanços no mercado brasileiro de e-commerce. O relatório Connected Life constatou que no Brasil o nível de compra online varia entre 24% a 48% enquanto em outras nações como EUA, Europa e Rússia sobe para 49% a 59%.

Desenvolvido pela consultoria TNS, o relatório é realizado mundialmente, em mais de 52 países com 56 mil entrevistas para analisar o comportamento dos consumidores no ambiente digital. No Brasil foram entrevistadas 956 pessoas.

Na prática, o consumidor brasileiro prefere as lojas físicas e considera aspectos como segurança, garantia de qualidade e autenticidade como barreiras para compras online. 76% de consumidores pesquisam antes de comprar. Já indicações boca a boca e verificação de preços na loja são os principais pontos de contato utilizados tanto antes quanto depois da compra. Deste total, 18% compram online.

Na categoria cuidados pessoais, 52% dos brasileiros fizeram pesquisa antes de comprar. Boca a boca e ponto de venda foram as fontes utilizadas para a tomada de decisão. Já em serviços financeiros, 72% pesquisam antes de decidir e 15% compram online, mas a busca é essencialmente off line. Ir à agencia ou falar com amigos e família antes de decidir é o comportamento mais frequente.

O estudo também comprovou que os brasileiros preferem ir ao supermercado a escolher produtos online: apenas 5% afirmaram utilizar os dispositivos móveis para ir às compras e o volume não é maior online porque preferem receber os produtos na hora.

A categoria higiene pessoal é a mais desafiadora: apenas 2% pesquisam antes de comprar seja online e off-line e o ponto de contato mais importante apontado pelos pesquisados é o boca a boca, propaganda ou preço. “Para desenvolver o e-commerce no País é necessário ajustar a estratégia de negócio e a logística a aspectos comportamentais do brasileiro, lembrando que nem todas as faixas etárias e públicos possuem o mesmo acesso e conectividade ao meio online”, disse Juliana Honda, diretora de experiência do consumidor e responsável pela análise dos dados da TNS.

 

 

MundoBit

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Nova atualização do Windows está sendo chamada de Redstone e chega em 2016

Divulgação.

O Windows 10 ainda nem foi lançado ao público, mas seu sucessor já tem nome: Redstone. A previsão de lançamento é 2016, segundo o site Neowin.

O apelido Redstone faz referência a um item popular do jogo “Minecraft”, recentemente comprado pela Microsoft. A empresa vem popularizando os codinomes das versões de seu sistema operacional.

O Windows 10, que deve chegar este ano aos usuários, foi chamado de Threshold até o seu anúncio oficial. A referência aqui foi o jogo “Halo”.

Ainda não sabemos se a versão final do Redstone dará origem ao Windows 11 ou a uma atualização como Windows 10.1. Pela proximidade entre os dois lançamentos é provável que seja algo relacionado ao 10, que ainda estará em seus primeiros momentos.

O novo Windows 10 chegará ao público neste ano em uma atualização gratuita.

 

MundoBit

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Facebook lança versão do Messenger diretamente para desktops

Divulgação.

O Facebook divulgou nesta terça (9) a versão para computador do aplicativo Messenger, que agora funciona independentemente do Facebook. Para fazer o download basta acessar a página do app e se logar com sua conta no Facebook.

Por enquanto as mensagens ainda podem ser visualizadas pela aba de mensagens do Facebook. No futuro será necessário ter o app instalado nos dispositivos mobile ou no desktop para ter acesso aos serviços.

A grande mudança é que o app para desktop traz um visual mais limpo e melhor desempenho. Recentemente o Facebook anunciou que já é possível criar aplicativos e soluções para o Messenger, que funciona como uma plataforma independente.

 

MundoBit

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Museu do Videogame chega ao Recife com 200 consoles e 42 anos de história

Evento será gratuito. (Divulgação).

Chega neste final de semana ao Recife o aguardado Museu do Videogame, um projeto itinerante que traz mais 200 consoles e jogos clássicos. São 42 anos de evolução que poderão ser experimentados pelos visitantes. A abertura será sábado (11) no Shopping Recife e fica até dia 26 de abril. A entrada é gratuita.

O Museu ficará na área de eventos do shopping. Além disso, dezenas de consoles estarão espalhadas pelos corredores, contando um pouco da história de cada equipamento.

Entre as relíquias que serão encontradas estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; o Atari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; Fairchild Channel F, de 1976 (primeiro a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro videogame fabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (“portátil” de mesa com tecnologia 3D); o Vectrex, de 1982 (com jogos vetoriais que trazia monitor embutido); o Microvision (primeiro portátil a usar cartucho), de 1979 e o R.O.B (robozinho lançado juntamente com o Nintendo 8 bits, em 1985).

museu

O visitante também poderá experimentar os jogos River Raid, Enduro, Pac-Man, Super Mario Bros, The Legend of Zelda, Donkey Kong, Sonic, Alex Kid, Top Gear, Street Fighter, Mortal Kombat, entre muitos outros. Além disso, o espaço contará com concursos de cosplays, lançamentos de jogos e oficinas de escultura com a Escola de Computação Gráfica, Saga. Haverá, ainda, um estande da Nagem para demonstração e comercialização de games.

“Um dos grandes diferencias dessa exposição é que há itens realmente desconhecidos até mesmo para quem é colecionador, como o Coleco Telstar Arcade, de 1977”, destaca o curador do Museu do Videogame, Cleidson Lima. Seguindo a linha dos consoles triangulares, onde cada um dos seus lados tinha um controle diferente, o Museu traz ainda o Coleco Telstar Combat, de 1977, que tinha como foco o público que gostava de tanques de guerra. Outro videogame do acervo, o Action Max, de 1987, trazia jogos de tiro em fitas de videocassete. Os curiosos também podem curtir o Bandai Pip Pin Atmark, o único videogame criado pela Apple, em 1995. Todos os itens trazem informações com nome, data de lançamento e detalhes técnicos dos videogames. Alguns consoles antigos trazem também vídeos com comerciais de época e detalhes de como funcionavam.

“Queremos causar surpresa nas pessoas que trafegam pelo lugar. Aquele pai pode resgatar a memória de seu primeiro Atari quando tinha 12 ou 13 anos. É algo para toda a família”, disse Cleidson ao NE10. “Muitos jovens de hoje que são usuários de consoles modernos em Full HD e outros recursos incríveis não sabem que o mercado precisou errar bastante para chegar até aqui”.

O Museu do Videogame é o único do gênero no Brasil segundo a Associação Brasileira de Museus. E tudo começou com o próprio Cleidson. “Meu primeiro console foi o Super Game CCE, um clone do Atari, feito no Brasil em 1985. Desde então me tornei um colecionador e quando me dei conta já tinha vinte videogames”, explica. Além de Recife recebem o evento Londrina, Pelotas, Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba – See more at: http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2015/01/07/museu-videogame-chega-ao-recife-em-abril-com-200-consoles-historicos/#sthash.Gh8ypb5i.dpuf

 

Mundo Bit

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Pesquisadores criam bateria dobrável que carrega celular em um minuto

Nova bateria também pode ser recarregada mais vezes sem perder capacidade (Foto: Mark Shwartz/Universidade Stanford/BBC)

Nova bateria também pode ser recarregada mais vezes sem perder capacidade (Foto: Mark Shwartz/Universidade Stanford/BBC)

Cientistas americanos construíram uma bateria flexível de alumínio que, segundo eles, pode se transformar na alternativa barata, segura e muito rápida aos modelos existentes. Além disso, ela pode ser totalmente recarregada em menos de um minuto.

O protótipo de bateria é uma pequena bolsa contendo alumínio para um eletrodo e espuma de grafite para outro eletrodo, tudo cercado por um sal líquido especial.

Além da rapidez no recarregamento, os cientistas afirmam que ela é muito mais segura e duradoura que as atuais baterias de lítio, comuns em dispositivos eletrônicos como smartphones. A bateria também dura mais do que as pilhas alcalinas.

“Desenvolvemos uma bateria recarregável de alumínio que pode substituir os dispositivos atuais que, ocasionalmente, pegam fogo”, disse o autor da pesquisa Hongjie Dai, da Universidade de Stanford, na Califórnia.

“Nossa nova bateria não vai pegar fogo nem se você perfurá-la”, acrescentou. E um vídeo feito pelos pesquisadores mostra que a bateria até continua funcionando por um período curto depois de ser perfurada.

Os cientistas divulgaram os resultados obtidos com a nova bateria na revista especializada “Nature”.

Leve e barato
Por ser um material leve e barato, o alumínio vem atraindo o interesse de muitos setores nos últimos anos, mas isto nunca resultou em um produto viável até o momento.

Mas, a chave para esta nova bateria foi a escolha do material para o eletrodo positivo (o cátodo) que vai com o alumínio do eletrodo negativo (ou ânodo). O grafite, uma forma de carbono na qual os átomos formam folhas finas e planas, tem uma performance muito boa e também é leve, barato e disponível.

Para conectar os dois eletrodos, a bolsa é preenchida com líquido.

“O eletrólito é, basicamente, um sal que é líquido e está na temperatura ambiente, então é muito seguro”, disse o estudante Ming Gong, outro autor do projeto.

Outro ponto crucial é que a bateria pode completar mais de 7,5 mil ciclos (recargas) sem perder nada de sua capacidade, muito mais do que a maioria das baterias de íons de lítio e centenas de vezes melhor do que as baterias experimentais que também usam alumínio.

O dispositivo também é capaz de gerar dois volts, o mais alto que uma bateria de alumínio já chegou. E também uma capacidade maior do que o 1,5 volt gerado por pilhas alcalinas.

No entanto, ela fica atrás da geração de energia das baterias de íons de lítio usadas em smartphones e laptops.

“Nossa bateria produz cerca de metade da voltagem de uma bateria de lítio. Mas melhorando o material do cátodo, poderemos, no futuro, aumentar a voltagem e a densidade da energia”, disse o professor Dai.

Mesmo com a baixa voltagem em relação às baterias usadas hoje, a equipe já conseguiu juntar duas destas baterias experimentais, conectar a um adaptador e carregar um smartphone em um minuto.

Além disso, os cientistas sugerem que este tipo de bateria será muito útil para dispositivos com telas flexíveis, uma das propostas para a próxima geração de dispositivos eletrônicos.

“Nossa bateria tem tudo o que você sonha que uma bateria deveria ter: eletrodos baratos, segurança, carregamento em alta velocidade, flexibilidade e longo ciclo de vida. Acho que são os primeiros dias de uma nova bateria. É muito animador”, disse Dai.

Desafio
Para Clare Grey, especialista em química de materiais da Universidade de Cambridge, a nova bateria pode ser uma grande mudança e o “método de armazenar as cargas dentro do grafite”, desenvolvido pelos cientistas de Stanford, “é bem esperto”.

Mas, ela acredita que transformar este protótipo em um produto para ser comercializado em larga escala será um desafio. Um dos problemas, para Clare, é que colocar íons entre as folhas do grafite pode acabar fazendo com que o material fique se contraindo e expandindo, o que “é ruim para a bateria”.

“E também, quanto maior forem as folhas de grafite, mais os íons terão que ficar difusos, então eles ficarão mais lentos. Então, parte da razão pela qual as taxas (apresentadas pela bateria) ainda são altas é que usa plaquetas muito pequenas de grafite”, explicou.

Mesmo com estes problemas, a pesquisadora ainda tem muito interesse nesta nova bateria.

“Acho muito animador e nos mostra novos caminhos sobre como poderíamos fazer este tipo de química funcionar.”

 

Repórter de ciência da BBC News

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Desligamento da TV analógica no Brasil começa em novembro

(Foto: Wikimedia Commons)

O desligamento da analógica e início da transmissão exclusiva dos canais de TV no modelo digital começa a ocorrer a partir de novembro deste ano na cidade escolhida como piloto, Rio Verde, no interior de Goiás. O processo no Brasil ocorrerá gradualmente em todo país até 2018.

Brasília, cidades do Distrito Federal e outras 11 cidades de Goiás e Minas Gerais serão as próximas a passar pela adaptação. Para elas, o desligamento ocorre em pouco menos de um ano, em três de abril de 2016. De acordo com informações divulgadas nesta terça-feira (7) pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a partir de amanhã (8) os moradores dessas regiões já começarão a ser avisados sobre a mudança, em uma espécie de contagem regressiva para o fim da transmissão analógica.
O aviso ocorrerá durante a transmissão da programação da TV.

Uma letra “A” aparecerá na tela quando aquele canal estiver sendo transmitido com a tecnologia analógica. Na parte inferior do televisor um texto dirá que aquela programação estará disponível, para essas regiões, em formato digital, apenas, a partir de 3 de abril.

Segundo as regras estabelecidas pela própria agência reguladora, para que ocorra a troca do modelo é necessário que mais de 93% das residências de cada município tenham condições de captar a nova tecnologia. Para isso, os televisores terão de ser ligados a um conversor digital, no caso dos aparelhos mais antigos, ou serem substituídos por modelos mais modernos, que venham com essa tecnologia já instalada.

“A palavra de ordem é inclusão. Vamos trabalhar para que não haja exclusão de nenhum domicílio. Claro que há complexidades nesse processo, mas vamos fazer pesquisas para identificar se há regiões que precisam de politicas específicas [para adaptação da população] a serem definidas no momento oportuno”, disse o ministro Ricardo Berzoini (Comunicações).O governo já delegou para as operadoras de telefonia do setor a responsabilidade de comprar e distribuir o conversor digital para a população cadastrada pelo programa Bolsa Família. A exigência fez parte do edital do segundo leilão de internet 4G, realizado ano passado.

O ministro também afirmou que, caso haja algum tipo de dificuldade em atingir o percentual mínimo de 93% de domicílios adaptados no município, o calendário fixado para desligamento da TV analógica pode sofrer alterações. “Temos um calendário a ser cumprido, mas temos de olhar interesse do povo brasileiro. A meta percentual é de 93%, mas queremos atingir 100% dos domicílios. Vamos olhar, porque está em jogo o acesso do cidadão que tem acesso hoje”, afirmou.

Os custos

Informações da Anatel são de que 30 milhões de brasileiros fazem uso de TV aberta –sem antenas parabólicas ou assinatura de TV a cabo, tecnologias que não serão afetadas em sua recepção. O conselheiro da agência, Marcelo Zerbone, disse que já existem no mercado opções de televisores simples por cerca de R$ 300 com conversor digital. Além disso, o aparelho para adaptação de TVs antigas, vendido separadamente, custaria cerca de R$ 100.

De acordo com o presidente da agência, João Rezende, a Anatel trabalha hoje com estimativas de: 66 milhões de domicílios no Brasil; 3 milhões que não possuem TV em casa; 10 a 12 milhões fazem uso de antenas parabólicas e 20 milhões possuem contrato de TV por assinatura. Restando assim 30 milhões de brasileiros, que serão alvo da campanha. “Dentro desse número há ainda pessoas que já possuem a TV digital”, frisou o presidente.

As pesquisas do governo para identificar quantos domicílios em cada município estão adaptados serão feitas apenas pouco antes da data de desligamento. A justificativa é de que a experiência internacional mostra que a adesão das famílias geralmente ocorre no fim do prazo. [Da Folhapress]

 

 

MundoBit

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App 99Taxis é atualizado com opção de ocultar telefone dos passageiros

Telas da versão de Android do 99taxis que irá permitir ocultar do taxista o número de telefone (Foto: Divulgação/99taxis)
Aplicativo do 99Taxis agora permite ocultar do taxista o número de telefone do passageiro (Foto: Divulgação/99taxis)

O aplicativo 99Taxis foi atualizado nesta segunda-feira (6) para incluir a opção de ocultar dos taxistas o número de telefone dos passageiros. Disponível nas versões do app para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui), a novidade foi implementada após um abaixo-assinado circular a internet pedindo por medidas contra o assédio a mulheres.

“Esses casos representam um percentual mínimo das corridas, mas têm que ser coibidos, pois são inadmissíveis. Repudiamos qualquer tipo de assédio, tanto às passageiras e passageiros, quanto às milhares de motoristas do sexo feminino”, diz Paulo Veras, CEO do 99Taxis, em comunicado.

A petição que desencadeou a mudança foi criada em março pela analista de sustentabilidade Ana Clara Leite, 22 anos, moradora de São Paulo (SP). Ao G1, ela conta que já sofreu assédio de taxistas e que resolveu tomar uma atitude depois de saber de casos de mulheres que foram assediadas, via mensagem ou ligação telefônica, por pessoas que tiveram acesso a seus números de telefone a partir de apps de táxi.

“Uma menina me contou que pediu um táxi pelo app e estava bem vestida, porque era aeromoça. E depois o cara mandou mensagem falando que ela era linda, que adorava aeromoças, que teria desconto no táxi”, diz.

Até o abaixo-assinado, taxistas que usassem aplicativos como o 99Taxis tinham acesso ao nome dos usuários, ao endereço em que eles se encontravam antes da corrida e aos seus números de telefone.

A Easy Taxi, empresa de outro grande aplicativo do tipo, disse na época que também está trabalhando em uma solução definitiva para esse tipo de problema. A função deve ser lançada dentro de alguns meses e usa a tecnologia VOIP, vista em programas como o Skype, para conectar taxista e passageiro e dispensar os números de telefone.

“O uso será bem simples: ao clicar no botão ‘ligar para taxista’, o passageiro será conectado ao profissional por uma plataforma que mantém o número de ambos oculto”, disse a Easy Taxi em comunicado.

Enquanto a função não vai ao ar, o app oferece uma solução temporária. Os usuários que desejarem omitir o próprio número de telefone podem mandar um e-mail para o aplicativo e solicitar a retirada.

 

Do G1, em São Paulo

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Robô vai examinar interior do reator 1 da usina de Fukushima

Trabalhadores vestem roupas especiais para trabalhar na usina de Fukushima. (Foto: Tomohiro Ohsumi / Pool / Arquivo / Reuters)

Trabalhadores vestem roupas especiais para trabalhar na usina de Fukushima. (Foto: Tomohiro Ohsumi / Arquivo / Reuters)

Um robô comandado por controle remoto examinará, pela primeira vez, o interior do reator 1 da usina nuclear de Fukushima, um dos mais afetados após o tsunami e o potente terremoto que atingiram o Japão em março de 2011.

A Tokyo Electric Power (Tepco) usará o equipamento para inspecionar a unidade entre os dias 10 e 13 de abril. Ele medirá os níveis de radiação, a temperatura e registrará imagens do interior do reator, informou a companhia nesta terça-feira (7).

A Tepco, responsável pela operação em Fukushima, acredita que o combustível dos reatores 1, 2 e 3 da usina se fundiu através dos vasos de pressão. No entanto, pouco se sabe sobre o que de fato ocorreu quatro anos depois da crise nuclear por causa dos altos níveis de radiação.

Atualmente não é possível realizar a análise da parte inferior do vaso de contenção, onde a Tepco acha que estão acumulados os restos do combustível. O robô também não poderá chegar ao local porque não poderá entrar na água usada no processo de resfriamento da usina e que se tornou radioativa após o acidente.

Em outubro de 2012, operários de Fukushima conseguiram medir os níveis de radiação no interior do vaso de contenção ao descerem um dosímetro até o local. O equipamento registrou 11 microsievert por hora (mSv/h), muito acima do limite recomendado de 0,11 mSv/h, conforme a agência japonesa “Kyodo”.

 

 

Da EFE

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Escola no Recife completa 10 anos com ensino médio integrado a games e TI

Foto: Divulgação.

Há 10 anos, uma escola do Recife se dedica a ensinar tecnologia da informação e audiovisual integrado às disciplinas do ensino médio. É a proposta da Escola Técnica Estadual Cícero Dias, em Boa Viagem, que comemora primeira década de sucesso em preparar alunos para o mercado tecnológico-digital de Pernambuco.

Fruto de uma parceria da Oi Futuro, Cesar (Centro de Estudos Avançados do Recife) e Governo do Estado, a Nave – Núcleo Avançado em Educação é um projeto inovador no ensino no Brasil. Recentemente, a instituição também fechou parceria com a Microsoft com o recebimento do título de “escola mentora”. O objetivo foi formar alunos para atuar na área de games, conteúdos digitais e aplicativos. A grade traz matérias do ensino médio e atividades profissionalizantes. Ao final do curso, o aluno participa de um “meeting”, onde apresentam seus projetos de aplicativos e outros produtos digitais a empresas.

Escola tem ensino integral. (Divulgação).

A escola, localizada em Boa Viagem, traz laboratórios de audiovisual e salas de ensino de programação. O projeto deu certo e ganhou uma segunda unidade no Rio de Janeiro. A formação dura três anos e conta atualmente com 900 estudantes e 100 educadores nos dois centros.

No Recife, até o ano de 2014, foram 1.715 alunos formados.

A ideia do Nave nasceu junto com a consolidação do Recife como um dos polos de inovação tecnológica no Brasil, sobretudo com a criação do Porto Digital. “Nosso objetivo é abrir possibilidades e oportunidades para esses jovens e apresentar às empresas uma nova geração de profissionais que podem contribuir para o desenvolvimento da área”, disse Fábio Campos, gestor de Educação do Oi Futuro. “Queremos agora mostrar que nossa experiência aqui pode ser aplicada em outras unidades de ensino, que tem escalabilidade”, disse.

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O Nave também comemora o bom desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Isso comprovou que é possível aliar uma ensino inovador com uso da tecnologia e audiovisual e ainda obter boas notas para o Enem e o ingresso na universidade”.

Um dos casos mais interessantes é do Studio Fortim, empresa dedicada a usar o design como forma de diminuir a desigualdade social. A equipe se dedica a projetos em comunidades. Philipe Camarão, um dos sócios, que também foi aluno do Oi Kabum no Recife, reconhece a importância de iniciativas de inclusão da comunidade no uso da tecnologia. “Nosso desafio é criar soluções para comunidades em geral negligenciadas do processo de inovação e no uso do design”, conta. Porto Digital, 6D, Joy Street, Escribo, Pitang e Thoughtworks também estiveram presentes este ano.

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