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Brasil e China fazem últimos ajustes para lançamento do satélite Cbers-4

Cbers 4 - testes (Foto: Divulgação/Inpe)

Satélite passará pelo último teste neste domingo (30) na China (Foto: Divulgação/Inpe)

 

Um ano após a tentativa frustrada para lançamento do satélite Cbers-3, equipamento Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres feito em parceria entre Brasil e China, os dois países entram na reta final para o lançamento do sucessor do modelo, o Cbers-4. O satélite será enviado ao espaço no dia 7 de dezembro e um dos principais objetivos é evitar que novas falhas aconteçam colocando em risco o projeto entre os países que teve início em 2002.

Com produção iniciada em dezembro no ano passado, após a falha com seu antecessor, o Cbers-4 passa por testes na China desde outubro. Nesta sexta-feira (28), o equipamento foi integrado ao lançador e, a partir de domingo (30), passará pelo último teste antes de ir ao espaço.

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), durante o ano foram empenhados esforços para identificar as falhas no modelo anterior e fazer os reparos  necessários no quinto satélite produzido pela parceria. Além de toda revisão do equipamento,  foram feitos ajustes específicos para evitar uma contaminação no combustível do foguete lançador, principal fator que provocou a falha com o Cbers-3.

“Foi feito um estudo, detectado o problema e houve um diagnóstico. Fizemos as correções necessárias e qualificamos o sistema para que ele esteja robusto. A segurança é suficiente para retomarmos o lançamento”, afirmou o diretor do Inpe, Leonel Perondi.

Apesar da falha anterior, a base para lançamento do Cbers-4 será a mesma, utilizando o foguete chinês Longa-Marcha-4, a partir da base do Taiyuan Satellite Launch Center, na China. “O risco maior era não cumprir o prazo proposto, mas nós vencemos todos os desafios, alguns deles bem peculiares. Cumprimos o cronograma de forma intensa e integrada”, diz Perondi.

O novo modelo tem exatamente as mesmas especificações técnicas do satélite anterior com custo estimado de R$ 160 milhões. A participação na construção permanece dividida em 50% para a China e 50% para o Brasil.

Na estrutura do equipamento estão quatro câmeras de alta resolução – com mais de 100 kg – que vão auxiliar no monitoramento dos setores agrícolas, florestal e no controle do meio ambiente. Ao todo, o Cbers-4 pesa pouco mais de duas toneladas e tem vida útil de três anos. Toda a estrutura para lançamento, incluindo foguete e combustível, pesa mais de 250 toneladas.

Missão
O novo satélite carrega a missão de preencher um vácuo deixado pelo Cbers-2b, que encerrou suas atividades em 2010, e que seria preenchido pelo Cbers-3. Atualmente, o monitoramento é feito por imagens adquiridas por satélites dos Estados Unidos e Índia. Em órbita, o Cbers-4 vai margear o Brasil, China e países da América do Sul, mas também poderá fazer registros de outras regiões do planeta. Entre suas principais atribuições está o monitoramento do desmatamento na Amazônia.

Cbers-4A
Após o lançamento do Cbers-4, o Brasil pretende dar continuidade a parceria com a China e já articula a produção do satélite Cbers-4A, feito com recursos sobressalentes dos dois antecessores. Os dois países também articulam a construção dos modelos 5 e 6 do Cbers.

Para o diretor do Inpe, após a conclusão do modelo atual, a intenção é que o Brasil ofereça capacidade em todas as etapas para a produção de satélites. “Se quisermos ter capacidade, tem que fazer experimentos como estamos fazendo. Estamos prontos para fazer o primeiro satélite fabricado, integrado e totalmente feito no Brasil. Temos capacidade para produzir todo ciclo”, destacou.

Cbers-4 (Foto: Divulgação/Inpe)
Equipamento passa por últimos testes de integração desde outubro na China (Foto: Divulgação/Inpe)
Do G1 Vale do Paraíba e Região

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Colher para pacientes com Parkinson começa a ser vendido pelo Google

Foto: Divulgação.

A colher voltada para pacientes com Mal de Parkinson está mais perto de ser levado ao público É que o Google comprou a startup Lift Labs e a incluiu dentro de seu laboratório de produtos e soluções inovadores, o Google X.

A colher, chamada de “liftware spoon”, é uma colher com uma adaptador que permite às pessoas com doenças como o Mal de Parkinson comam sem derramar a comida. Ele possui um sensor que aciona um sistema estabilizador para dar mais conforto na hora de comer.

Pacientes com Parkinson possuem dificuldades em comer por causa dos tremores causados pela doença. O Google diz que a colher melhora em até 76% a queda de comida.

O produto já tinha sido apresentado ao público ainda em 2013, mas agora começou a ser vendido no site da empresa. Nos EUA sai por 295 dólares.

 

 

MundoBit

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Tim lança plano em parceria com o WhatsApp

Usuários poderão usar o app sem descontar da franquia. (Divulgação).

A Tim lançou um novo plano em parceria com o WhatsApp. Agora os clientes Controle da operadora podem usar o aplicativo sem precisar consumir a franquia de dados.

A novidade é fruto de uma parceria da operadora com o serviço de mensagens instantâneas. O novo modelo de oferta permite enviar sem limites mensagens de texto e voz, fotos e vídeos através do aplicativo, sem desconto na franquia de internet do usuário. O acesso ao WhatsApp continua liberado mesmo que o cliente atinja o limite da sua franquia de dados e sem redução de velocidade.

Voltado para clientes que consomem prioritariamente dados, o Controle WhatsApp tem assinatura mensal de R$ 29,90 e traz os seguintes benefícios, além do uso do aplicativo de forma ilimitada: 300 MB de internet, torpedos ilimitados para qualquer operadora e R$ 10 em créditos para o cliente usar como quiser, inclusive com ligações. É o primeiro plano Controle de uma operadora que dispensa a contratação de pacote de voz.

Os clientes ainda poderão realizar chamadas para números TIM de forma ilimitada e pagando apenas no dia que usar. Nesse caso, o valor é retirado do crédito de R$ 10 disponibilizado na franquia do plano. Mas há ainda a opção de acrescentar R$ 12 por mês para ligar à vontade para qualquer TIM do país. Os valores podem ser debitados diretamente no cartão de crédito ou na fatura.

O WhatsApp tem uma presença sólida no Brasil hoje. O país é o segundo no mundo em número de usuários. Globalmente o aplicativo contabiliza 600 milhões de usuários.

 

 

MundoBit

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Procon lista sites que devem ser evitados na Black Friday

Foto: Reprodução.

Mais de 400 lojas foram listadas como ruins pelo . (Foto: Reprodução).

 

Poucos dias antes da esperada megaliquidação Black Friday, o Procon-SP atualizou sua lista de lojas online que os consumidores devem evitar. São 449 lojas de comércio eletrônico que tiveram reclamações registradas nesse órgão de defesa do consumidor, foram notificadas e não responderam de forma satisfatória.

A lista existe desde 2011 e vem crescendo a cada nova atualização. Nos últimos três meses, foram acrescentadas 42 lojas a ela. Muitos dos sites listados não estão mais ativos. Na tabela abaixo, a coluna Inclusão informa se o site estava no ar quando foi incluído na lista.

Durante a Black Friday, o Procon-SP terá um plantão de 24 horas para receber reclamações dos consumidores. Confira a lista de sites dos quais você deve fugir.

Abaixo uma lista oficial do órgão para o consumidor não ser lesado na Black Friday. Aqui estão as dicas do IDEC, o Instituto de Defesa do Consumidor.

Pesquise sobre a loja

Antes de fazer uma compra em um site que você não conhece, procure saber o máximo possível sobre a empresa: é importante verificar se há reclamações sobre a loja em redes sociais e sites especializados. Outra dica é conferir a lista que o Procon-SP mantém atualizada com as lojas virtuais para serem evitadas por já terem apresentado problemas. Também procure se informar sobre as políticas de entrega e de troca da loja. Note que essas regras podem mudar em períodos de promoção, como a Black Friday.

Observe todos os detalhes da página

É importante ficar atento até mesmo a detalhes na própria página da loja, como se em algum lugar consta endereço, telefone e outras formas de contato além do email. Também vale observar a existência de alguns “selos” ou “badges” conquistados pela empresa a partir da avaliação por sistemas como o e-bit, que é baseado em pesquisas com os consumidores sobre a qualidade do site durante o processo de compra, pagamento e também depois da entrega do produto.

Desconfie do que estiver barato demais

Desconfie de ofertas muito absurdas, até mesmo para uma Black Friday, e de sites que exigem pagamento por depósito em conta bancária. Procure sites com sistemas de pagamento seguro e criptografia de dados ��” verifique na barra de endereços na página de pagamento se aparece https://. em vez de http, pois o https significa que se trata de um ambiente seguro, e isso implica dados criptografados.

Fique esperto

Ao criar seu cadastro na loja virtual, é muito importante não utilizar a mesma senha do seu email, de banco, cartões etc. Essa é uma dica óbvia, mas que sempre vale a pena reforçar, pois a reutilização de senhas é um hábito que parece cômodo e bastante prático, porém é extremamente perigoso e muitas pessoas ainda mantêm esse costume.

 

MundoBit

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O mercado para profissionais de segurança da informação

Para muita gente, histórias de hackers e ameaças de invasão a grandes sites podem parecer realidades distantes ou restritas aos noticiários . Mas, para os profissionais de segurança da informação, essas tramas nada mais são que a rotina de trabalho. Com a expansão das empresas da área de tecnologia e a necessidade de todas as instituições estarem presentes no ambiente online – independente do setor – faz com que esses profissionais sejam cada vez mais requisitados. E, consequentemente, também se torna mais promissora.

Estudante do quarto período do quarto período do curso técnico de segurança da informação da Faculdade Guararapes (FG), Arthur Paixão, 24 anos, já começou a trabalhar desde o início do curso. “Me formei em desenvolvimento de sistemas, mas quis ficar mais especializado. Sempre soube que queria trabalhar com informática, mas agora sei exatamente onde quero chegar”, diz.

Explicando de forma mais simplificada, um profissional da segurança da informação trabalha para proteger os dados de um sistema. Eles defendem essas informações de ataques de hackers – muito mais comuns do que as pessoas podem imaginar – e desenvolvem tecnologias para garantir mais eficiência na proteção desses dados. “A preocupação desses profissionais é voltada para a disponibilidade, autenticidade e integridade da informação”, esclarece Manuel Rodolfo, coordenador do curso na FG.

Segundo ele, a demanda por profissionais com a formação está crescendo, principalmente no Recife, com a expansão de empresas na área de tecnologia. O mercado para essas pessoas inclui ainda o serviço de consultoria para instituições em geral osórgãos públicos, com a necessidade da prestação de contas e informatização de sistemas.

Há, ainda, o setor investigativo – o objetivo mencionado pelo estudante Arthur Paixão -, mais próximo das tramas que ocupam o imaginário relacionado à profissão. O aumento do número de crimes no mundo cibernético e até mesmo as perícias feitas em computadores ao longo de investigações de crimes comuns.

 

NE10

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Google Street View mapeia as belezas naturais de Fernando de Noronha

Foto: Divulgação/Google.

Fernando de Noronha será mapeado dentro do Street View, o serviço de mapeamento em 360 graus do Google. O arquipélago pernambucano é um dos mais famosos cartões postais do país e possui um estrito controle ambiental. As imagens estão sendo digitalizadas e serão disponibilizadas ao público em 2015.

De acordo com o administrador da ilha, Reginaldo Valença Jr., o limite ao acesso é importante para manter a preservação. “É necessário conscientizar as pessoas da importância de conservar este paraíso”, afirma Reginaldo. Por este motivo, uma parceria firmada entre o a Administração da Ilha, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade e o Google vai criar uma versão on-line da Ilha no serviço Street View. Regiões submarinas também foram registradas.

A iniciativa faz parte de dois braços do Street View do Google dedicados à digitalização de reservas e parques naturais: o Parks (que abrange áreas continentais) e o Oceans (de submarinas). Com Noronha e Atol das Rocas, já são treze regiões do tipo grava das pelas câmeras. Na lista, há Galápagos, no Equador, e a Grande Barreira de Corais da Austrália. No Brasil a empresa pretende expandir o mapeamento para todos os parques Nacionais, incluindo Amazônia.

O projeto de Noronha é pioneiro em três aspectos. Além de ser o primeiro território brasileiro da lista, nunca foi feito um mapa subaquático do arquipélago e também é a primeira vez que o Google usa bugues (única forma de trafegar por parte do terreno).

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Como foi feito

O google adotou duas táticas para digitalizar a Ilha, com a utilização de dois equipamentos: uma para terra e outro para o mar. O equipamento usado em terra pesa 20 quilos, e foram digitalizados 50 quilômetros da Ilha. O aparelho tem 15 câmeras, que tiram fotos em alta resolução, ao ritmo de uma a cada 2 segundos e meio (dando a sensação de 360 graus das imagens).

Com o GPS embutido, captam-se as coordenadas de cada clique, para formar o mapa de navegação no site do Google. Um acelerômetro – dispositivo que ajuda a estabilizar as imagens – elimina a influência das vibrações do carro, do bugue, do barco ou tropeços do cameraman. O fotógrafo controla o aparelho com um smartphone. Após serem armazenadas nos servidores do Google, as imagens passam por um software que elimina das fotos a presença do fotógrafo e dos veículos de transporte, além de borrar o rosto de pessoas e as placas de carros.

Embaixo da água, o equipamento utilizado pesava 65 quilos, e foram digitalizados 6 quilômetros. No aparelho, 3 câmeras foram acopladas, todas com lentes de grande ângulo de visão, que tiram fotos a cada 3 segundos, em grande resolução. O GPS da câmera registra as coordenadas. Em um tablet, o também à prova d’água, o mergulhador ajusta as câmeras e confere as imagens capturadas.

Veja mais imagens:

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Este robô que limpa com raios ultravioletas é nova arma contra o ebola

Foto: Divulgação.

O exército americano alistou uma nova arma assassina de micróbios no combate ao vírus Ebola: um robô com quatro rodas capaz de desinfectar um quarto em questão de minutos, emitindo raios ultravioletas.

Mais alto e fino que o famoso R2D2, da série “Guerra nas Estrelas”, o robô Xenex é usado em três centros médicos militares, assim como em 250 hospitais americanos, para destruir agentes patogênicos.

Emitindo 1,5 pulsação por segundo em um perímetro de três metros, o robô usa um gás não tóxico, o xênon, para produzir raios ultravioletas que erradicam micróbios mais rápida e eficazmente do que uma equipe humana de limpeza, segundo médicos e especialistas.

“O robô atualmente faz parte da nossa estratégia para combater o Ebola, mas poderá ser usado nos hospitais para combater outros agentes patogênicos causadores de infecções” nestes recintos, informou Alton Dunham, porta-voz da base militar de Langley, que adquiriu um destes robôs.

A luz ultravioleta é usada há várias décadas como uma opção de limpeza, mas estes novos robôs funcionam com o mineral xênon, mais ecológico do que as bombas a vapor de mercúrio, que têm uma ação mais lenta e são tóxicas, segundo o Xenex Disinfection Service, que fabrica estes aparelhos de nova geração.

Transporte de dejetos contaminados

Os investigadores destacam que estes robôs limpadores são um exemplo das máquinas autônomas que poderiam ter um papel no combate à epidemia de Ebola, que deixou 5.459 mortos desde o início do ano com 15.351 infectados, segundo o último informe da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado na sexta-feira.

Em uma conferência acadêmica organizada em novembro pela Casa Branca, cientistas e trabalhadores humanitários explicaram que estes robôs podem retirar dejetos contaminados ou permitir ao pessoal médico tratar pacientes à distância.

O General dynamics land systems MUTT, um robô 4×4 usado para transportar mercadorias, pode ser enviado aos países mais afetados pelo vírus da febre hemorrágica, disse Robin Murphy, professor de informática e engenharia na Texas A&M University.

Os países mais afetados pelo vírus Ebola são Libéria, Guiné e Serra Leoa, na África ocidental. “A principal lição é que estes robôs existem e poderiam ser imediatamente destinados para proteger o pessoal de saúde que trata do Ebola”, acrescentou a funcionária em um informe.

O Ebola é transmitido por contato direto com fluidos corporais de um doente, razão pela qual se requer equipamentos de proteção específicos e cumprir procedimentos estritos para proteger médicos e enfermeiras.

Pelo menos 337 trabalhadores sanitários morreram contaminados pelo vírus de um total de 588 infectados. “Os robôs poderiam reduzir o número de manipulações humanas de dejetos contaminados” e permitir aos pacientes ser limpos e monitorados à distância, limitando assim o contato com o pessoal médico, disse Murphy.

Mas os centros de saúde de Libéria e Serra Leoa estão longe do ideal para estes robôs, projetados para ambientes com internet sem fio, eletricidade à vontade, baterias e solos planos.

Infecções hospitalares

A expedição do robô Xenex na África não está prevista para breve, mas a epidemia de Ebola chamou a atenção para um problema mais amplo sobre as infecções hospitalares. Centenas de pacientes morrem todo ano de doenças contraídas durante uma internação hospitalar, particularmente por causa da bactéria “Staphylococcus aureus”.

Dezenas de hospitais que utilizaram o robô Xenex constataram uma redução das infecções nos hospitais, segundo Melinda Hart, porta-voz do fabricante do robô. Seus raios ultravioleta podem desinfectar superfícies e esquinas de difícil acesso, destacou Hart. Além disso, prosseguiu, “o robô é capaz de eliminar o risco de erro humano”.

O coronel Wayne Pritt, comandante do hospital da base aérea de Langley, indicou que o robô “adiciona um nível de segurança no processo de desinfecção que antes não era possível”. “No caso do Ebola, isto se traduziria em uma maior confiança dos pacientes e do pessoal” médico, afirmou o encarregado.

 

 

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ONU constata que 4,3 bilhões de pessoas não acessam a internet

Da Agência Brasil

Excluídos estão principalmente em zonas rurais de países em desenvolvimento, mesmo tratando-se de zonas que nos últimos cinco anos duplicaram o número de usuários / Foto: ReproduçãoExcluídos estão principalmente em zonas rurais de países em desenvolvimento, mesmo tratando-se de zonas que nos últimos cinco anos duplicaram o número de usuáriosFoto: Reprodução

Cerca de 4,3 bilhões de pessoas não têm acesso à Internet, mais do que os 3 bilhões que utilizam regularmente a rede mundial, segundo relatório de uma agência das Nações Unidas (ONU) divulgado nesta segunda-feira (24). Apesar do claro aumento da utilização da Internet, estimado em 6,6% para este ano em todo o mundo, as tecnologias de informação não chegam à maior parte da população mundial, 90% dos quais vivem em países em desenvolvimento, segundo o relatório anual da União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Os excluídos estão principalmente em zonas rurais de países em desenvolvimento, mesmo tratando-se de zonas que nos últimos cinco anos duplicaram o número de usuários. Em 2014, segundo o documento, 44% dos lares do mundo tinham acesso à internet, acima dos 40% registados em 2013 e dos 30% em 2010.

Mas a distribuição é desigual. Nos países desenvolvidos, 78% dos lares têm acesso à rede. Nos países de rendimentos médios e baixos são apenas 31% e nos países mais pobres 5%. “É errado pensar que todo o mundo está conectado”, escrevem no relatório os analistas da UIT.

O relatório aponta, por outro lado, o aumento do fosso de conectividade entre zonas urbanas e rurais, não apenas nos países em desenvolvimento, como também em alguns dos países mais ricos. Em países como Japão e Coreia do Sul, a diferença de penetração da internet nos lares urbanos é 4% superior à das áreas rurais, uma diferença que pode chegar aos 35% em países como Colômbia ou Marrocos.

Segundo o ranking da UIT, a Dinamarca é o país com mais alto nível de desenvolvimento de tecnologias de informação, em termos de acesso, utilização e conhecimento, seguida, pela ordem, da Coreia do Sul, Suécia, Islândia, do Reino Unido, da Noruega, Holanda, Finlândia, de Hong Kong e Luxemburgo.

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Câmeras Go Pro ficam até 30% mais baratas no Brasil

Foto: Divulgação.

A Go Pro, uma das câmeras mais cultuadas dos últimos anos, sofrerá uma redução de preço no Brasil. É que a empresa passou a fabricar os equipamentos no País. A expectativa é que os valores cobrados sejam até 30% mais baratos.

A partir desta semana os produtos já chegam mais baratos nas redes de varejo Fnac, Ponto Frio, Walmart e Fast Shop através de uma parceria com a marca. O modelo Hero 3 + Black Edition, o topo de linha, sairá por R$ 1.700. A versão importada saía por cerca de R$ 2.300.

A Go Pro ficou conhecida por suas câmeras digitais voltadas para filmagens de esportes radicais e ação. Existem diversos acessórios no mercado para proporcionar filmagens nas mais diversas condições.

 

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Black Friday no Brasil espera atingir R$ 1,2 bi de vendas, 50% mais que o ano passado

Foto: Reprodução.

Diante do enfraquecimento das vendas, varejistas do comércio eletrônico e também de lojas físicas apostam na Black Friday, a megaliquidação que copia o evento do varejo americano, para antecipar a receita do Natal. A expectativa é de que na 4.ª edição do evento, marcada para sexta-feira, a receita de vendas só das lojas online atinja R$ 1,2 bilhão em um único dia, segundo a E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico.

Se a projeção se confirmar, o resultado será 56% maior em relação ao da megaliquidação de 2013. O que deve impulsionar o faturamento é o maior número de ofertas porque o enfraquecimento das vendas elevou estoques no varejo. As lojas da rede de supermercados Walmart, por exemplo, ampliaram o sortimento de produtos para a Black Friday em quantidade e variedade, conta a vice-presidente comercial, Patricia Alves Nina. A rede incluiu até alimentos no rol de itens em oferta.

“As empresas vão aproveitar para rifar os estoques. O consumidor vai ter boas surpresas”, prevê Pedro Eugênio, fundador do site Busca Descontos, que trouxe a Black Friday para o País. Segundo ele, o desconto médio nos preços no evento de 2013 variou entre 20% e 30% e, em alguns itens, chegou a 60%.

Além do maior número de produtos em oferta, é esperado para este ano um aumento na quantidades de lojas participantes, tanto no varejo físico quanto no virtual. No comércio eletrônico, a estimativa é que mais de 20 mil estabelecimentos participem da Black Friday, segundo o presidente do conselho de e-commerce da Fecomércio/SP, Pedro Guasti.

Entre as empresas estreantes este ano está a Kalunga, rede especializada materiais de escritório e informática. “Decidimos participar porque no ano passado tivemos um aumento do movimento no dia sem estarmos na Black Friday”, conta o gerente de e-commerce da rede, Felipe Algazi. A Kalunga vai colocar itens com promoções idênticas no site e nas lojas físicas. Também criou uma ferramenta no site que mostra a evolução dos preços desses itens para comprovar que o desconto é real.

Um ponto que chama atenção na megaliquidação deste ano é o fato de as empresas participantes tentarem antecipar a própria Black Friday, que já é um evento de antecipação de vendas do Natal. “A Black Friday esvazia parte das vendas do Natal”, diz o consultor Marcos Gouvêa de Souza, sócio da GS&MD. Nas contas da consultoria, o evento pode trazer para novembro quase 5% da receita do Natal e das liquidações pós-natal. [Da Agência Estado]

 

MundoBit

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