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Start-up cria tampão de ouvido para dormir que filtra ‘sons importantes’

Da Folhapress

Acessório se conecta via Bluetooth ao smartphone e permite ao usuário ouvir certas notificações, como um alarme / Foto: DivulgaçãoAcessório se conecta via Bluetooth ao smartphone e permite ao usuário ouvir certas notificações, como um alarmeFoto: Divulgação

Uma equipe de três engenheiros de San Diego (EUA) desenvolveu um tampão de ouvido, que permite que apenas sons importantes incomodem o sono do usuário. O projeto busca financiamento via Kickstarter. O Hush tem cancelador de ruídos, como outros fones disponíveis no mercado, e pode ser útil para viajantes de avião ou para quem tem parceiros que roncam alto.

A diferença é que ele pode ser programado para que o som do despertador seja escutado, um perigo para quem decide fechar os ouvidos. O acessório se conecta via Bluetooth ao smartphone e permite ao usuário ouvir certas notificações. Além do alarme, dá para escutar quando chega um e-mail ou uma ligação importante.

O tampão também transmite sons de relaxamento, que, segundo os engenheiros, ajudam a cair no sono. Todos os recursos são comandados por um app disponível para Android e iOS. A duração da bateria, promete a equipe, é de mais de dez horas. A meta da campanha de US$ 100 mil já foi ultrapassada ­-até a última sexta-feira (5) tinha ultrapassado US$ 400 mil. A data de entrega está marcada para junho de 2015.

 

 

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Apple registra sistema que protege tela do iPhone antes de cair no chão

(Foto: Reprodução/Youtube)

A Apple patenteou a tecnologia chamada de “Mecanismo de Proteção para Dispositivos Eletrônicos”, que previne que os iPhones caiam no chão com a tela virada para baixo. O sistema é capaz de detectar quando o celular está caindo e movê-lo, por meio de vibração, evitando, assim, a quebra de sua tela.

A tecnologia funcionará com componentes que já existem nos iPhones, que são o GPS, o acelerômetro e o giroscópio. A empresa diz que é possível que o sistema funcione com os aparelhos existentes, mas antes é preciso que sejam feitas modificações nos sensores de vibração.

Ainda não há previsão para que o mecanismo comece a ser implantado pela Apple.

 

MundoBit

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Positivo supera Lenovo e volta a ser líder em computadores no Brasil

Linha de montagem da fabricante brasileira Positivo Informática, líder em computadores no Brasil. (Foto: Divulgação/Positivo)

Linha de montagem da fabricante brasileira Positivo Informática, líder em computadores no Brasil. (Foto: Divulgação/Positivo)

 

A Positivo Informática voltou a ser líder no segmento brasileiro de computadores no terceiro trimestre de 2014 após amargar seis meses atrás da chinesa Lenovo. Segundo a consultoria IDC, a companhia é a única fabricante local e focada no mercado nacional de um dos maiores mercados de PCs a desbancar multinacionais.

À frente nas vendas dentro do Brasil, a brasileira enfrenta forte competição da asiática, que entrou no Brasil em 2013, após comprar a fabricante local CCE. A estratégia de preços baixos associada ao foco em micro e pequenos negócios rendeu frutos. Esteve à frente da Positivo durante nove dos últimos 15 meses encerrados neste terceiro trimestre. Antes disso, a brasileira que domina as vendas no Brasil há dez anos desde que começou a fabricar PCs só havia perdido a dianteira entre janeiro e março de 2011 para a HP.

“A gente depende muito do Brasil, diferente de multinacionais que podem dar passos mais agressivos rumo à conquista de liderança e que tentaram ao longo do tempo”, afirmou ao G1 o presidente da Positivo, Hélio Rotenberg. A fabricante vendeu 554,4 mil computadores e 111,2 mil tablets entre julho e setembro deste ano. Nesse período, foi responsável por 16,6% das vendas do país (17,1% de todos os desktops comercializados e 15,6% dos notebooks).

Desejo brasileiro
“A gente entende profundamente o consumidor brasileiro”, diz o executivo. “Continuamos fazendo o que a gente sempre fez. Talvez os nossos concorrentes tenham recuado um pouco porque não conseguem sustentar a operação sem lucro durante muito tempo”, diz Rotenberg, explica a retomada da liderança e provocando a rival chinesa. Contatada pelo G1, a Lenovo informou que não comentaria as declarações.

A indústria da informática recebe benefícios fiscais para produzir no país. “Assim como a indústria automobilística, você só é competitivo se você produz no Brasil, mas você não tem um incentivo maior por ser brasileiro do que por ser multinacional”, diz, acrescentando que “no caso dos computadores, a líder é uma brasileira, mas todas as outras produzem no brasil: Lenovo, HP, Dell, Acer, Asus, Samsung. Mas não desenvolvendo computador no Brasil. Nós projetamos, desenvolvemos e produzindo computador no Brasi”.

Como exemplos desse esforço de atingir em cheio o desejo do brasileiro, Rotenberg cita o lançamento do PCTV, em 2005. “Quando a gente lançou o PCTV há alguns anos a gente mostra que as famílias que compram o primeiro computador também querem comprar a segunda televisão.” A retomada da liderança ocorre em um momento controverso. Apesar de registrar lucro de R$ 13,5 milhões no terceiro trimestre, a companhia viu as vendas de computadores caírem 3%. O ambiente ruim é compartilhado com os outros fabricantes, já que a indústria enfrenta em 2014 um de seus piores anos. De julho a agosto, a venda desabou 31%, segundo a IDC.

Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, fabricante brasileira de computadores. (Foto: Divulgação/Positivo)
Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, fabricante brasileira de computadores. (Foto: Divulgação/Positivo)

Internacional
Para ampliar seus horizontes, a Positivo aposta na internacionalização. Depois de chegar a Argentina e Uruguai há três anos e meio, anunciou na semana passada a entrada na África, onde instalará uma fábrica em Ruanda. Já vendeu ao governo desse país 750 mil tablets e PCs que serão entregues dentro de cinco anos. De acordo com Rotenberg, a expansão rumo à África também servirá para ampliar o foco da empresa na diversificação de produtos já que a planta local fabricará tablets também. No sentido de diminuir a dependência dos computadores, a Positivo amplia sua atuação entre os smartphones junto às operadoras –TIM e Oi passam a vender os aparelhos. Entre os tablets, a companhia já é a quinta, o que a coloca, por exemplo, à frente da Apple no país.

O último lançamento da empresa vai nessa toada. O Positivo Duo é computador cuja tela se destaca do teclado para ser usada como tablet. “Deixamos de ser uma empresa de computador, para ser uma empresa de dispositivo”, resume o presidente da Positivo.

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Falha no Whatsapp pode travar app de celulares com Android

(Foto: Mayra Cavalcanti/NE10)

(Foto: Mayra Cavalcanti/NE10)

Dois jovens indianos de 17 anos de idade descobriram uma falha no Whatsapp, de smartphones com sistema operacional Android, que pode travar o aplicativo. A dupla demonstrou o erro através de um vídeo. O bug acontece quando a pessoa recebe uma mensagem com uma sequência de caracteres especiais.

Após o erro, para que o app volte a funcionar, é preciso que a pessoa o reinicie e apague o histórico de conversa com a pessoa que enviou a mensagem. A falha foi detectada apenas em celulares com Android, incluindo o Kitkat e versões anteriores. Já nos smartphones com iOS e Windows Phone, nada foi registrado.

Anteriormente, já havia sido registrado um erro em que mensagens maiores que 7 MB poderiam afetar o funcionamento do Whatsapp em celulares com Android. A empresa não se pronunciou em relação à falha.

 

MundoBit

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Grandes distribuidoras da Austrália retiram videogame da venda

Da AFP

Decisão foi tomada após uma petição lançada por ex-prostitutas que recolheu 40.000 adesões / Foto: Reprodução 

Decisão foi tomada após uma petição lançada por ex-prostitutas que recolheu 40.000 adesõesFoto: Reprodução

Os gigantes australianos da grande distribuição Target e Kmart anunciaram nesta quinta-feira que retiraram de suas prateleiras Grand Theft Auto V – videogame de renome mundial no qual é preciso matar e trapacear para vencer – porque fomenta a violência contra as mulheres.

Target e Kmart, integrantes do holding Wesfarmers, tomaram a decisão de não vender a quinta versão do GTA após uma petição lançada por ex-prostitutas que recolheu 40.000 adesões.

“Jogos como esse preparam mais uma vez uma nova geração de meninos a tolerar a violência contra as mulheres”, afirma o texto da petição.

“Fomenta a epidemia de violência sofrida por tantas meninas e mulheres na Austrália e em todo o mundo”, acrescenta o documento, que fala de um jogo “repugnante”.

A Target, com 300 lojas na Austrália, afirmou que o grupo deseja levar em consideração as inquietações da sociedade australiana. No entanto, continuará vendendo outros videogames proibidos para menores de 18 anos.

O GTA, lançado em 1997 em uma versão que provocou polêmica desde o início, e que tem legiões de fãs em todo o mundo, coloca em cena um trio muito particular que atua em uma cidade chamada Los Santos, em uma referência a Los Angeles.

As novas aventuras do trio não ajudam a aliviar o debate, já que há diversas cenas de relações sexuais com prostitutas, de condução de veículos em estado de embriaguez ou assassinatos.

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Apple lança novo iPad com leitor de impressões digitais no Brasil

(Foto: Divulgação)

A Apple começou a vender no Brasil nessa terça o iPad Air 2 e o iPad mini 3, nova geração de seus tablets, por preços a partir de R$ 2.049 e de R$ 1.729, respectivamente.

Os novos dispositivos têm como principal novidade o leitor de impressões digitais. O novo iPad Air (versão maior) ganhou também um novo processador, mais potente, e ficou mais fino e leve que seu antecessor.

O iPad mini 3 tem praticamente nenhuma mudança, salvo o identificador de digital. Os aparelhos foram apresentados no dia 16 de outubro. Esses preços são para as versões básicas dos aparelhos, com 16 Gbytes e sem entrada para chip celular.

Os modelos anteriores iPad Air, iPad mini 2 e iPad mini continuam sendo vendidos, respectivamente por a partir de R$ 1.599, R$ 1.399 e R$ 1.249. O preço de lançamento do iPad Air foi de R$ 1.749, e, o do iPad mini 2, de R$ 1.499 (versões com 16 Gbytes). [Da Folhapress]

 

 

Mundo Bit

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Twitter vai tomar medidas para evitar mensagens abusivas ou violentas

Foto: Divulgação.

O Twitter anunciou que reforçará as medidas de precaução para evitar que a rede social seja usada com fins de perseguição ou sirva para a publicação de mensagens abusivas ou violentas.

O serviço de mensagens instantâneas destacou que está melhorando os procedimentos que permitirão denunciar este tipo de comportamento com um telefone celular.

“E, para permitir reações mais rápidas, realizamos várias melhorias nas ferramentas e procedimentos que permitem verificar os tuítes e as contas”, escreveu em um blog Shreyas Doshi, diretor de gestão de produtos de segurança de usuários.

As atualizações estão disponíveis para uma quantidade reduzida de usuários no momento, mas ficarão para todos os usuários nas próximas semanas.

“Estamos longe de ter terminado com este tipo de mudanças. Nos próximos meses, poderá encontrar mais parâmetros de uso, outras melhorias no procedimento de denúncia e novas medidas contra as contas de usuários que cometem abusos”, acrescentou Doshi. [Da AFP]

– See more at: http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2014/12/03/twitter-vai-tomar-medidas-para-evitar-mensagens-abusivas-ou-violentas/#sthash.1cOyS9Ay.dpuf

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Mozilla vai levar Firefox para iPhones e iPads apesar de restrições da Apple

Firefox, navegador da Mozilla. (Foto: Divulgação/Mozilla)

Firefox, navegador da Mozilla. (Foto: Divulgação/ Mozilla)

A Fundação Mozilla irá lançar uma versão de seu navegador Firefox para o iOS, sistema operacional da Apple, e vai engrossar a briga com Chrome, do Google, e com o Opera pela preferência dos usuários na hora de navegar na internet em iPhones e iPads.

“Nós precisamos estar onde os usuários estão. Por isso nós vamos levar o Firefox para o iOS”, escreveu Lukas Blakk, diretor de pesquisas da Mozilla, em sua conta no Twitter, nesta terça-feira (2).

Apesar de a fundação não ter feito um pronunciamento oficial, diversos colaboradores revelarem a novidade que foi anunciada a todos durante um evento da entidade em Portland, nos Estados Unidos, nesta terça.

“Firefox para iOS!!! Vamos fazer isso!!!”, tuitou no mesmo dia Matthew Ruttey, outro engenheiro da Mozilla.

Levar o Firefox ao sistema para dispositivos móveis da Apple sinaliza uma mudança de postura da Mozilla.

A fundação se recusava a criar uma versão para iOS porque a dona dos iPhones e iPads restringe que navegadores rodem em seu sistema ferramentas próprias para web, como o empregado pelo Firefox.

A Apple possui seu próprio browser, o Safari, e os desenvolvidos por terceiros, como Chrome e Opera, utilizam alternativas para se adaptar às exigências da empresa.

 

Do G1, em São Paulo

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Stephen Hawking diz que inteligência artificial pode acabar com humanidade

Da AFP

Hawking é considerado um dos cientistas vivos mais brilhantes / Foto: AFPHawking é considerado um dos cientistas vivos mais brilhantesFoto: AFP

O físico teórico britânico Stephen Hawking acredita que o desenvolvimento da inteligência artificial pode significar o fim da humanidade. Em uma entrevista à BBC, o cientista disse que esta tecnologia pode evoluir rapidamente e superar a humanidade, um cenário citado em filmes de ficção científica como “O Exterminador do Futuro” e “Blade Runner”.

“As formas primitivas da inteligência artificial que já temos demonstraram ser muito úteis. Mas acredito que o completo desenvolvimento da inteligência artificial pode significar o fim da raça humana”, disse o professor em uma entrevista à BBC transmitida na terça-feira (2). “Quando os seres humanos desenvolverem completamente a inteligência artificial, ela pode progredir por si mesma, e se redesenhar a um ritmo cada vez maior”, explicou.

“Os seres humanos, que estão limitados pela lenta evolução biológica, não poderão competir e serão substituídos”, disse Hawking, considerado um dos cientistas vivos mais brilhantes. Isso não impede que Hawking, que está em uma cadeira de rodas por culpa de uma esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa, e que fala com a ajuda de um sintetizador de voz, seja um entusiasta das modernas tecnologias de comunicação.

Hawking lembrou que foi uma das primeiras pessoas a se conectar à internet e disse que ela forneceu benefícios, mas também prejuízos, citando a advertência do novo chefe da agência de espionagem eletrônica britânica de que a rede havia se convertido em um centro de comando para criminosos e terroristas. “As empresas de internet têm que fazer mais para contrabalançar a ameaça, mas a dificuldade é fazer isso sem sacrificar a liberdade e a privacidade”, disse Hawking, de 72 anos.

Hawking testou na terça-feira um novo programa desenvolvido pela Intel que incorpora um texto previsível que lhe permitirá escrever mais rápido. Ele estará disponível on-line para ajudar as pessoas com doenças motoras. Embora tenha recebido com satisfação as melhorias, o cientista disse que havia decidido não mudar sua voz robótica.

“Converteu-se em minha marca e não a mudaria por uma voz mais natural com um sotaque britânico”, disse à BBC. “Disseram-me que as crianças que precisam de uma voz de computador querem uma como a minha”, afirmou.

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Política de privacidade do Facebook vai valer em 2015; veja o que muda

Sessão interativa da política de privacidade do Facebook destinada a esclarecer uso de dados pessoais dos usuários. (Foto: Divulgação/Facebook)

Sessão interativa da política de privacidade do Facebook destinada a esclarecer uso de dados pessoais dos usuários. (Foto: Divulgação/Facebook).

A partir de 1º de janeiro de 2015, passa a valer a nova política de privacidade para os usuários do Facebook. A rede social começou na última semana a informar seus membros sobre as mudanças, que passam pela simplificação do texto e pelo detalhamento sobre o uso de dados pessoais em novos serviços, como os baseados na geolocalização. O G1 lista as principais alterações.

Após a rede social começar a notificar seus usuários, uma mensagem começou a circular no próprio Facebook avisando da existência de um suposto software da empresa que rouba informações pessoais para vendê-las aos usuários. Tal programa não existe, informa o Facebook. A rede social, porém, capta, sim, dados pessoais de seus usuários para direcionar melhor os anúncios de empresas. O anunciantes, no entanto, não compram informações.

Mensagem que circula no Facebook em que usuário desautoriza rede social de utilizar seus dados; empresa diz que prática não tem efeito. (Foto: Reprodução/Facebook.com)

Mensagem que circula no Facebook em que usuário desautoriza rede social de utilizar seus dados; empresa diz que prática não tem efeito. (Foto: Reprodução/Facebook.com)

Um dos papéis da política de privacidade é discriminar como as informações pessoais são coletadas e de que forma são usadas por aplicativos e para moldar o negócio de publicidade do Facebook.

A mensagem falsa afirma ainda que o Facebook precisa do consentimento de seus usuários para utilizar as informações deles. E que, caso contrário, a empresa é impedida de ter acesso a essas informações. Isso provocou uma onda de publicações de pessoas desautorizando o uso de seus dados. O Facebook informa, no entanto, que, a partir do cadastro, o usuário concorda com os termos de uso estabelecidos. Diz ainda que aqueles que mantiverem seus perfis a partir de 1º de janeiro concordam com os novos termos. Veja abaixo o que muda:

Por perto e comprando
Os termos passarão a detalhar como as informações de localização serão usadas nos novos recursos do Facebook, como o “Nearby Friends”, que avisa quais amigos estão por perto. Estão por vir outros serviços baseados na posição geográfica das pessoas, como a indicação de restaurantes próximos ou a exibição de atualizações limitadas a amigos na mesma região. O Facebook passa a informar também como obtém e utiliza dados das pessoas que recorrem aobotão “Comprar”. Ainda em fase de teste em alguns países, ele permite adquirir produtos sem sair da rede social.

Dentro de casa
O Facebook passa a esclarecer quais são as empresas e serviços dos quais é dono, bem como de que forma ocorrem as interações entre as aplicações. Um dos exemplos citados é a possibilidade de uma pessoa usar o login do Facebook para acessar sua conta no Instagram, caso esqueça a senha no app de fotos. Ainda que a relação entre essas ferramentas passe a figurar nos termos, as políticas de privacidade tanto do Instagram quanto do WhatsApp, por exemplo, não foram alteradas.

Dados pessoais
Como já informava de que forma os dados pessoais dos usuários eram compartilhados com anunciantes, o Facebook não mudou essa área dos termos. “Nós ajudamos os anunciantes a alcançarem as pessoas com anúncios relevantes sem dizer para eles quem é você”, informa a rede. É possível, porém, alterar quais anúncios são enviados. Basta clicar no “x” de posts publicitários exibidos na rede, depois em “Por que estou vendo isso?” e então em “Gerenciar suas preferências de anúncios”. Aí o usuário pode ver de quais “públicos” faz parte e pedir a exclusão de um ou mais. As propagandas destinadas aos grupos dos quais se retiraram deixarão de ser mostradas. O Facebook ainda assim manterá o número de anúncios enviados. Se restarem dúvidas sobre o tratamento de informações pessoais, é possível consultar dicas e sugestões, movidas nessa atualização para as “Noções Básicas de Privacidade”. São resposta a perguntas simples como “O que outras pessoas veem sobre você” e “O que você vê”.

Controle de anúncios ampliado
Em paralelo à atualização que passa a valer em 2015, o Facebook amplia também o controle de anúncios. Os usuários de Austrália, Canadá, França, Alemanha, Irlanda e Reino Unido contarão com a ferramenta “Preferências de Anúncios”, que permite levar as escolhas sobre o tipo de propaganda exibida para todos os aparelhos em que o acesso à rede é feito. Ou seja: uma configuração feita no computador é adotada automaticamente nas versões da rede social para tablets e smartphones. O Brasil ainda não aparece na lista de países beneficiados.

 

Do G1, em São Paulo

 

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