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Marco Civil será votado apenas na semana que vem, ainda envolta em polêmica

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), relator da proposta do Marco Civil da Internet (PL 2126/11), disse que o governo apoia integralmente a nova versão do substitutivo ao projeto, apresentada em dezembro. O ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, compareceu à reunião de líderes da base e reiterou o apoio do governo.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse que pretendia colocar a pauta em votação na sessão plenária desta terça-feira (11). Porém, o líder do governo, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), ao deixar a reunião da base aliada, disse que o projeto do Marco Civil da Internet deve ser votado apenas na semana que vem.

Ao sair da reunião da bancada do PT, Molon destacou que a proposta tem também amplo apoio, na Câmara, de partidos da base e da oposição. A exceção ficaria por conta do PMDB, que diverge do artigo referente à neutralidade de rede.

Alguns parlamentares também discordam, conforme Molon, da obrigatoriedade de empresas de internet manterem data centers no Brasil para a guarda de dados de internautas brasileiros. De acordo com o relator, esse ponto deverá ser votado em separado, durante a sessão prevista para esta tarde.

Guarda dos dados é polêmica

Molon disse ainda que o texto tem apoio de quase todos os setores da sociedade. Segundo ele, até mesmo as divergências das empresas telefônicas teriam abrandado, com a garantia, inserida no texto, de liberdade para os modelos de negócios das empresas.

“Este texto extirpou dúvidas, que havia, sobre a possibilidade de vendas, pelas telefônicas, de pacotes de internet com velocidade diferente; essa possibilidade está garantida”, ressaltou.

Porém, entidades da sociedade civil, que antes apoiavam a proposta, divulgaram carta contrária à ultima versão do texto. As entidades criticam, por exemplo, a obrigatoriedade de provedores de conteúdo guardarem os dados de acesso de internautas a aplicações de internet. Para as entidades, isso pode ferir a privacidade dos usuários.

Na reunião da bancada, o líder do PT, deputado Vicentinho (SP), garantiu que a proposta é consensual na bancada.

 

Da Agência Câmara

Mundo Bit

 

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Empresa lança pendrive para smartphones e tablets Android

Ter mais espaço de armazenamento em tablets e smartphones ou conseguir usar arquivos que estão em pendrives são algumas das dificuldades de usuários de dispositivos móveis. Para conseguir transferir estes arquivos com maior facilidade, a fabricante SanDisk apresentou nesta terça-feira (11) o pendrive “Ultra Dual USB Drive”, com entradas USB – para conectar no PC, e uma micro-USB, que é conectada na entrada presente em celulares e tablets.

De acordo com a empresa, o pendrive permite guardar e fazer backup de dados, além de liberar mais espaço ou simplesmente transferir dados multimídia entre smartphones, tablets e computadores. O dispositivo tem até 64 GB de espaço de armazenamento e as duas portas possuem proteção retrátil, sem capinhas para perder, mas mantendo as conexões seguras.

Um aplicativo chamado “Memory Zone”, disponível para download na loja Google Play, permite o gerenciamento do conteúdo no pendrive, organizando rquivos armazenados na memória interna e externa do telefone, para gerenciamento, visualização, cópia e backup.

O SanDisk Ultra Dual USB Drive está disponível no Brasil em capacidades de 16GB a 64 GB com preços sugeridos de R$ 80 a R$ 250.

Um lado do pendrive Ultra Dual USB Drive é conectado em smartphones ou tablets Android (Foto: Divulgação/SanDisk)
Um lado do pendrive Ultra Dual USB Drive é conectado em smartphones
ou tablets Android (Foto: Divulgação/SanDisk)
Do G1, em São Paulo
Foto: Divulgação/SanDisk

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Nova substância pode tornar baterias de lítio mais seguras

Cientistas americanos descobriram uma substância que pode evitar que as baterias de lítio peguem fogo, segundo pesquisa publicada nessa segunda-feira.

Os pesquisadores identificaram o potencial da substância, enquanto estudavam um material para impedir que os mariscos grudem nos cascos dos navios. Eles constataram, desta forma, que o material pode funcionar como um eletrolito, substância condutora de eletricidade, para baterias de íons de lítio.

Atualmente, estas baterias representam risco de incêndio espontâneo, como se viu recentemente no Boeing 787 Dreamliner ou em modelos de carros elétricos americanos Tesla.

“Há uma forte demanda destas baterias e também para que sejam mais seguras”, disse Joseph DeSimone, da Universidade da Carolina do Norte, que chefiou a pesquisa publicada nas Atas da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

“Os cientistas têm procurado há anos substituir este eletrolito, mas sem sucesso, e ninguém tinha pensado anteriormente nesta substância chamada perfluoropoliéter (PFPE), como eletrolito em baterias de íons de lítio”, disse William Kenan, da Universidade da Carolina do Norte, um dos co-autores do estudo.

Atualmente, as baterias de lítio são utilizadas em diversos dispositivos, tais como computadores portáteis, telefones celulares, aviões e carros elétricos, mas um líquido inflamável é usado como eletrolito, explicaram os pesquisadores.

Quando as baterias estão carregadas demais, este eletrolito pode pegar fogo, incendiando espontaneamente a bateria, o que pode ter consequências catastróficas, prosseguiram.

Estes cientistas se deram conta do potencial do PFPE para as baterias de lítio quando viram que tinha a mesma estrutura química de um eletrolito de polímero que já era objeto de estudos para este tipo de bateria.

O PFPE é um polímero bem conhecido e usado há muito tempo como lubrificante para máquinas industriais.

Mas, “quando descobrimos que podíamos dissolver o sal de lítio no polímero, tudo mudou”, disse Dominica Wong, um dos pesquisadores da equipe de DeSimone.

“A maioria dos polímeros não se mistura aos sais, com exceção do PFPE que, além disso, não é inflamável, o que foi inesperado”, acrescentou.

No passado, os cientistas tinham identificado outros eletrolitos não inflamáveis para baterias de íons de lítio, mas eles comprometiam as propriedades da bateria.

Agora, a equipe de pesquisadores se concentrará em como otimizar a condutividade deste eletrolito e melhorar os ciclos de recarga da bateria e os passos necessários antes de sua comercialização, afirmaram os autores desta descoberta.

 

 

Fonte: AFP

Foto: internet

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Google conquista segundo maior valor de mercado mundial depois da Apple

O gigante da internet Google conseguiu o segundo maior valor de mercado do mundo, atrás da Apple, e superou o grupo petroleiro Exxonmobile.

O Google fechou a sessão de segunda-feira na bolsa de Nova York com uma capitalização de cerca de 394 bilhões de dólares, superando assim, pela primeira vez, a do fechamento da Exxonmobile (388 bilhões de dólares). A Apple continua muito na frente, com um valor de mercado de cerca de 472 bilhões de dólares.

O título do Google está em ascensão nos últimos anos: duplicou seu valor desde meados de julho de 2012. Inclusive com uma queda de 0,38% a 1.172,93 dólares na segunda-feira, evolui atualmente em seus níveis mais altos históricos.

O Google, já número um mundial nos mercados de busca e publicidade na internet, também se fez onipresente nos últimos anos no setor da telefonia móvel: seu sistema Android, utilizado por inúmeros fabricantes, começando pelo sul-coreano Samsung, está em cerca de três quartos dos novos smartphones vendidos no mundo.

O Google explora também outros setores de atividades considerados promissores, como as tecnologias “prêt-à-porter” como os óculos interativos ou objetos conectados com a recente compra do fabricante de alarmes e termostatos inteligentes Nest Labs.

 

 

Fonte: AFP

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Japoneses criam sensor orgânico que avisa hora de trocar fralda

Um invento japonês promete facilitar a vida dos pais de bebês e crianças pequenas. Cientistas apresentaram nesta segunda-feira (10) um sensor descartável que pode ser inserido em uma fralda e avisar o momento da troca.

O circuito flexível integrado, impresso em filme plástico simples, transmite informações e recebe energia sem fio, podendo ser fabricado ao custo de alguns ienes, afirmaram os desenvolvedores à AFP. Cada iene, equivale a 2 centavos de real.

O sistema, que usa materiais orgânicos, foi desenvolvido por uma equipe de cientistas liderada pelos professores Takayasu Sakurai e Takao Someya, da Universidade de Tóquio. Além do uso em fraldas infantis, a tecnologia pode ser aplicada também em fraldas geriátricas, campeãs de venda no Japão, país com uma grande população de idosos.

As fraldas comuns mudam de cor para indicar quando estão molhadas, mas ainda exigem tirar a roupa do usuário para se checar a necessidade de troca. “Se a percepção for eletrônica, será possível ver a necessidade de troca simplesmente aproximando-se do usuário, sem precisar despi-lo”, explicou Someya.

Outras aplicações
Além disso, afirmou, a tecnologia poderia ser aplicada diretamente sobre a pele como um emplastro, no lugar dos costumeiros dispositivos em formato de anel, utilizados em hospitais para monitorar o pulso e os níveis de oxigênio do sangue.

Os sensores de cuidados com a saúde costumam usar silicone e outros materiais relativamente rígidos que podem causar desconforto aos usuários.

A flexibilidade de uma camada única de filme plástico reduz o desconforto dos usuários, o que significa que pode ser aplicada em um número maior de lugares, oferecendo grande potencial a médicos e cuidadores de monitorar o bem-estar de crianças, idosos e doentes.

O protótipo do sistema desenvolvido é capaz de monitorar umidade, pressão, temperatura e outros fenômenos capazes de alterar a resistência elétrica, prosseguiu Someya. Mas os cientistas querem refiná-lo para reduzir o consumo de energia antes de disseminar seu uso.

Atualmente, o dispositivo de leitura de dados exige que o cuidador esteja a alguns centímetros do sensor, mas Someya afirmou que a equipe está estudando se consegue aumentar a distância, aumentando a praticidade do invento.

 

 

Da AFP

Foto: AFP Photo/Yoshikazu Tsuno

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Sony vai parar de fabricar PCs e anuncia demissão de 5 mil

A empresa japonesa Sony anunciou nesta quinta-feira a demissão de 5 mil trabalhadores, como parte de um plano de reestruturação que inclui o fim da fabricação de computadores pessoais (PC), e ante à previsão de um péssimo resultado para o ano fiscal.

A fabricante nipônica reduziu brutalmente as previsões para o ano fiscal em curso, que termina em 31 de março. Ao invés de registrar lucro de 30 bilhões de ienes, a empresa projeta agora um prejuízo de 110 bilhões (1,08 bilhão de dólares).

Nos primeiros nove meses do exercício, de 1 de abril a 31 de dezembro, o grupo lucrou 11,17 bilhões de ienes, quase 110 milhões de dólares.

A empresa atribuiu às perspectivas ruins a um negócio em queda geral, assim como às perdas no setor de jogos eletrônicos, que não foram incluídas na previsão anterior.

Como parte de uma ambiciosa reestruturação, a Sony anunciou que venderá a atividade de fabricação de computadores pessoais (PC), reunida sob o selo “Vaio”, ao fundo de investimentos Japan Industrial Partners (JIP).

O grupo não revelou detalhes financeiros, mas a imprensa afirma que o negócio renderá entre 40 e 50 bilhões de ienes.

Ao citar “mudanças drásticas” no setor de produção de PCs em todo o mundo, a Sony anunciou que decidiu concentrar as atividades nos ‘smartphones’ e tablets e parar de “elaborar e desenvolver produtos de PC”.

A Sony começou a vender computadores pessoais em 1996 e registrou o melhor momento há alguns anos, quando venceu quase nove milhões de unidades em um ano.

Mas para o ano fiscal em curso, a empresa prevê a venda de apenas 5,8 milhões e uma atividade deficitária.

A reestruturação, que também afetará a atividade de televisão, provocará a eliminação de 5 mil empregos até março 2015, sendo 3.500 no exterior e o restante no Japão.

Com o corte, a empresa espera economizar mais de um bilhão de dólares por ano.

 

Fonte: AFP

Foto: AFP

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Maioria dos internautas brasileiros compartilha conteúdo íntimo e bisbilhota o parceiro

A maioria dos adultos entre 18 e 24 anos no Brasil compartilham conteúdo íntimo, como fotos nuas e vídeos eróticos. E 43% compartilham senhas com o parceiro. É isso que mostra uma nova pesquisa divulgada nessa terça (4) pela McAfee, que analisa o comportamento sexual-cibernético dos brasileiros.

A pesquisa “Amor, Relacionamentos e Tecnologia” analisou respostas de 500 consumidores brasileiros que estão compartilhando e armazenando dados íntimos em seus dispositivos móveis, especialmente com seus parceiros atuais ou “ex”. A McAfee, especializada em segurança, alerta que esse compartilhamento podem levar ao cyberstalking, que é o uso de ferramentas para perseguir ou assediar uma pessoa.

54% dos entrevistados entre 18-24 anos de idade recebem conteúdo sexualmente sugestivo de alguém, a maior porcentagem de todas as faixas etárias. Mais mulheres estão propensas a usar seu dispositivo móvel para enviar e receber conteúdo semelhante (66% mulheres contra 58% das homens).

Zero proteção

A pesquisa mostrou que 43% dos adultos brasileiros compartilham suas senhas com seu parceiro, enquanto 49% usam a mesma senha em vários dispositivos, aumentando a probabilidade destes dispositivos móveis serem hackeados.

“Com todas as histórias que ouvimos sobre fotos íntimas sendo vazadas, é difícil acreditar que as pessoas ainda estão compartilhando suas senhas”, diz Gary Davis, vice-presidente de negócios de consumo da McAfee, em comunicado por email.

O velho problema do ex

A pesquisa da McAfee mostrou que 91% dos adultos brasileiros entrevistados confiam que seus parceiros não enviarão conteúdo íntimo ou informações privadas; e 75% pede para o parceiro apagar as informações quando terminam o relacionamento.

Além de senhas compartilhadas, 60% compartilha o conteúdo do telefone móvel e 63% compartilha contas de e-mail. No entanto, 79% dos entrevistados olharam o dispositivo móvel do seu parceiro para ver o conteúdo armazenado nele, incluindo mensagens e fotos. Já 27% das pessoas são suscetíveis a entrar na conta do Facebook de seu parceiro pelo menos uma vez por dia, e apenas 39% dos entrevistados admitiram bisbilhotar o ex nas redes sociais – a faixa etária entre 18 a 24 anos são os mais propensos a isso.

A empresa disse que foram 500 entrevistas com pessoas entre 18 e 54 anos. O número pode parecer pequeno, mas segundo a McAfee, a amostragem alcançou distribuição geográfica de acordo com o último censo oficial. De toda maneira, dá para realizar o modo como os brasileiros não conseguem trabalhar bem a trinca segurança-intimidade-privacidade.

 

 

 

Mundo Bit

Ilustração: Bruno de Carvalho/NE10.

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Serviço de e-mails do Yahoo sofre ataque de hacker

O grupo de Internet Yahoo! anunciou nesta quinta-feira (30) ter identificado “um esforço coordenado para acessar de maneira não autorizada” contas de seu sistema de e-mails, Yahoo Mail.

A lista dos nomes de usuários e de suas senhas de acesso para esse ataque foram obtidas, provavelmente, por intermédio de um terceiro, acrescentou o grupo em sua página, ressaltando que “não tinha provas de que tenham sido obtidas diretamente” em seus próprios sistemas.

O Yahoo! garantiu ter tomado medidas imediatas para proteger os usuários, além de pedir que troquem suas senhas de acesso nas contas afetadas.

 

 

Fonte: AFP

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Google vende Motorola para a Lenovo por US$ 2,9 bilhões

O Google vendeu a sua divisão de celulares, a Motorola Mobility, para a gigante chinesa Lenovo, mais conhecida pela fabricação de notebooks e PCs. O valor negociado foi de 2,91 bilhões de dólares.

A transação acontece menos de três anos depois da Motorola vender ao Google sua divisão mobile por US$ 12,5 bilhões. Com essa venda para a Lenovo, a gigante de busca amarga prejuízo ao cobrar um valor bem abaixo do que pagou.

O anúncio foi feito na noite dessa quarta (29) (manhã de quinta na China), com a presença do presidente e CEO da Lenovo, Yang Yuanqing. Segundo dados divulgados pelo New York Times, a Motorola sempre deu prejuízos desde que passou para as mãos do Google. No último ano o prejuízo foi de US$ 248 milhões.

“Adquirimos a Motorola em 2012 para ajudar o ecossistema do Android criando um forte portfolio de patentes para o Google e dessa forma ajudar a fazer ótimos smartphones para usuários”, disse Larry Page, um dos fundadores do Google, em um post no blog da marca.

De fato, os dois celulares lançados pela Motorola na era Google eram muito bons. O Moto X e o Moto G receberam boas críticas e surgiram como os mais customizáveis aparelhos já vistos no mercado. Resta saber qual será o futuro desses produtos junto à Lenovo.

A companhia chinesa é uma das mais poderosas no mundo no setor de hardware. Como o setor de PCs teve uma retração de 10% no ano passado segundo a IDC, a Lenovo pode estar apostando em novos mercados, como aparelhos móveis.

 

 

MundoBit

Foto: Reprodução/AndroidHeadlines

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Campus Party tem eletrônicos controlados com ‘poder da mente’

Esqueça controles, botões e teclados. Já é possível ligar e desligar televisores, controlar cadeiras de rodas elétricas e até dirigir carros com o “poder da mente”. Durante uma palestra realizada nesta terça-feira (28) na Campus Party 2014, em São Paulo, o pesquisador Alessandro Faria apresentou aparelhos que transformam a atividade cerebral em comandos de eletroeletrônicos.

“Quando eu abro e fecho minha mão, meus nervos são estimulados por impulsos nervosos, ou seja, eletricidade gerada pelo cérebro. Uma vez que eu tenha um equipamento que consegue medir essa atividade cerebral, fica fácil transformar isso em ação”, explicou.
Faria subiu ao palco da Campus usando uma tiara capaz de medir esse tipo de atividade cerebral. Chamado Emotiv Epoc, o dispositivo possui 14 sensores em forma de eletrodos, como os usados em encefalogramas, que captam os impulsos nervosos.

Depois, a tiara transmite ondas cerebrais produzidas a partir de um pensamento abstrato (como direita, esquerda, cima, baixo) para o computador, encarregado de “traduzir” essa informação em ações que o eletrônico conectado deverá executar. O trabalho de “tradução” é feito por um algoritmo instalado no PC.

Durante a apresentação, Faria exibiu vídeos de como a tiara conectada pode “traduzir” sua atividade cerebral em ações cotidianas. É possível ligar e desligar TVs, bem como mudar de um canal para outro. Em um segundo vídeo, um jovem dirige um carro sem tocar o volante.
Antes de começar a controlar eletrônicos, porém, os usuários têm de fazer um teste, em que relacionam certos tipos de pensamentos a determinadas ações. Por exemplo, ao pensar para a direita, o sensor entenderá que o volante do carro deverá ser virado para a direita.

Esse campo de estudo é chamado de interação homem-máquina. “Pela primeira vez conseguir gerar ‘log’ dos nossos cérebros”, descreveu. “Log” é a forma como são chamados o registro dos acessos à internet e podem conter informações adicionais como o tipo de dispositivo que se conecta à rede.

A tiara Emotiv Epoc usada por Faria custa US$ 300. Para fazer as configurações, no entanto, é preciso ainda dispor de um kit para desenvolvedores. O preço de um SDK flutua entre US$ 500 e US$ 7,5 mil. A variação ocorre conforme o uso que será feito do sistema: se será usado por mais de um desenvolvedor, se será usado somente para pesquisa e para fins acadêmicos ou com motivação comercial.

Além dele, existem outros softwares que podem ser utilizados para fazer a conversão da atividade cerebral em ação, como NeuroSky, PLXWave e OpenBCI.

Faria contou que há alguns dos incômodos. “Não é comum sair com um capacete desses na rua e a quantidade capilar não pode ser desprezada”. Isso porque, para que os sensores funcionem, é necessário usar uma solução de gel condutor ou salina para facilitar a condução de sinais nos pontos de contato do aparelho com o corpo humano. No caso da tiara, a cabeça. Careca, Faria disse que esse detalhe não chega a incomodar tanto.

Segundo ele, uma atualização do Emotiv excluirá essa exigência, pois terá um biosensor “seco”.

Além de manipular eletrônicos à distância, Faria afirma que esse tipo de interação homem-máquina poderia ser utilizada para outros propósitos, como, por exemplo, para investigações criminais, pois o cérebro emite um determinado tipo de onda quando é exposto a informações verdadeiras que tenta omitir.

Além disso, caminhoneiros sonolentos que estivessem quase dormindo poderiam ter os caminhões colocados em um piloto automático, pois o sistema captaria ondas de relaxamento emitidas pelos cérebros deles.

 

Do G1, em São Paulo

Foto: Helton Gomes/G1

 

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