Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

Google lança assistente doméstico controlado por voz

Da France Presse

O Google, da Alphabet, apresentou nesta quarta-feira (18) o primeiro protótipo de um aparelho que pretende se converter em uma plataforma inteligente para o lar, que funcionará como um assistente virtual por comando de voz e será lançado até o final do ano.

O Google Home pretende se converter em “um centro de controle de toda a sua casa”, e “um telecomando para o mundo real sempre que necessário”, afirmou Mario Queiroz, vice-presidente do Google, na apresentação do aparelho durante a conferência anual I/O, organizada para desenvolvedores da empresa em Mountain View, Califórnia.

Por comandos de voz, é possível pedir para uma música ser tocada, um alarme ser configurado, checar o horário de um voo ou ligar e desligar as luzes.

O Google Home se posiciona, assim, como um concorrente direto do dispositivo inteligente Echo, lançado pela Amazon em 2014, que combina um alto-falante com um assistente pessoal acionado por comando de voz, capaz de responder perguntas sobre previsões meteorológicas ou informar sobre as últimas notícias, assim como controlar objetos conectados na casa.

Google Home, assistente doméstico para controlar aparelhos conectados dentro de casa. (Foto: Divulgação/Google)
Google Home, assistente doméstico para controlar aparelhos conectados dentro de casa. (Foto: Divulgação/Google)

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Pesquisadores desenvolvem material eletrônico que se “cura” sozinho

Do Olhar Digital

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Microsoft anuncia um ‘Service Pack 2’ para o Windows 7

A Microsoft anunciou uma novidade que deve agradar bastante os usuários do Windows 7 que não pretendem migrar para novas versões do sistema operacional. A empresa anunciou uma mudança que, na prática, funciona como um Service Pack 2 para o Windows 7, o que deve ser um alívio enorme na hora de reinstalar o sistema operacional.

A novidade reúne todas as atualizações liberadas para o sistema operacional lançadas desde o Service Pack 1, de 2011, até abril de 2016. Ou seja: em vez de baixar duzentos pacotes pequenos de updates, é possível baixar tudo apenas um bloco e instalá-lo de uma vez.

Quem já tentou instalar o Windows 7 nos últimos anos sabe a chateação que é atualizar o sistema. O processo de download de vários pacotes de updates é lento, além do fato de que durante a instalação o sistema acaba sendo reiniciado várias vezes, fazendo com que o software só esteja pronto para uso várias horas depois da instalação.

A Microsoft, no entanto, não chama o pacote de Service Pack 2, mas sim de um “pacote de conveniência”. A diferença é que mesmo depois da instalação, o sistema ainda indicará ser o SP1, e o pacote ainda precisa da instalação do SP1 para funcionar. Para fins práticos, a diferença é quase nula.

A mudança deve ajudar profissionais de TI, já que a Microsoft também permitirá que este pacote de conveniência seja embutido em imagens do sistema e mídias de instalação, poupando um bom tempo na instalação de updates.

Só há um problema: este pacote de conveniência não será distribuído por meio do Windows Update, como acontece com o Service Pack 1. O sistema convencional de atualizações do Windows continuará baixando e instalando inúmeros pacotes diferentes. Para acessar o “SP2”, é necessário baixá-lo diretamente no site da empresa e instalá-lo por conta própria.

Via Ars Technica

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Venda de TVs UHD no Brasil cresce 167% em um ano

De acordo com dados da empresa de pesquisa de mercado GfK, a venda de televisões UHD (que possuem tela co resolução 4K) cresceu 167% em unidades entre o primeiro trimestre de 2015 e o de 2016. Em faturamento, o crescimento foi de 118%.

Apesar de seu crescimento considerável, TVs desse tipo ainda respondem por apenas 6% das unidades vendidas e 13% do faturamento do mercado de televisores. O mercado de smartTVs sem essa tecnologia, por outro lado, já respondem por 50% das ventas nacionais de TVs. Elas também tiveram um crescimento de 6,4% em volume e 24% em faturamento na comparação com o primeiro trimestre de 2015.

O mercado de televisores de tela fina sem nenhuma dessas duas características, por outro lado, viu uma queda de 28% em unidades vendidas e de 5,4% em faturamento com relação aos três primeiros meses do ano anterior. Mesmo nesse segmento, no entanto, dois grupos de televisores se destacaram: as TVs com telas de 32 polegadas passaram de 32% para 37% do mercado total, e as com tela de tamanho igual ou superior a 55 polegadas, que tiveram um crescimento de 7% em vendas absolutas.

Em todos os segmentos, é possível perceber que houve um aumento no preço médio por unidade vendida. Isso porque a queda percentual do faturamento foi, em todos os casos, menor do que a queda no número de unidades vendidas.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Com Smart TVs em alta, mercado registra queda nas vendas de TVs de tela fina

O momento econômico delicado do Brasil impacta também a venda de eletrônicos no país. Um levantamento da empresa de monitoramento econômico GfK mostra, por exemplo, que as vendas de TVs finas recuaram 28% no primeiro trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2015. Na contramão da crise, as Smart TVs tiveram alta de 6,5% no volume de vendas.

As Smart TVs se caracterizam por serem equipamentos televisivos que permitem o acesso à internet. Dessa forma, o telespectador ganha novas opções de entretenimento com o produto, como a possibilidade de assistir vídeos no YouTube e na Netflix, por exemplo.

Assim, esse tipo de equipamento está preterindo o as TVs, aparelhos comuns que não contam com essa tecnologia. Segundo o levantamento, o setor de Smart TVs já responde por 50% das vendas nacionais da categoria.

Além do aumento nas vendas, os produtos também registraram alta de 24% no faturamento obtido no período.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Estado Islâmico usa sites de namoro para recrutar membros

O Estado Islâmico está usando diversas ferramentas tecnológicas para realizar suas missões, garantir a comunicação entre seus membros e até recrutar novas pessoas. De acordo com a agência de inteligência da Jordânia, além do Twitter e do Telegram, os terroristas estão utilizando os sites de namoro para procurar novos adeptos.

“No final do ano passado, fomos abordados por uma família que vive perto de Zarqa [segunda maior cidade da Jordânia] que acreditava que sua filha estava falando com pessoas perigosas on-line”, afirmou um oficial da agência. “Eu disse a eles, ‘Encerrem o Twitter e o Telegram dela’, mas eles disseram: ‘Não, é no site de namoro que ela está contectada'”,explicou.

O site a que os pais se referiam não era o Tinder ou o OkCupid, mas um site de encontros para muçulmanos devotos. Segundo os pais da jovem, um homem tentou convencê-la a ir até Raqqa, um reduto do Estado Isâmico. “Ele disse a ela que ela teria uma casa grande e muitos servos. Seu marido seria um lutador bonito…Ele até mandou fotos de joias que iria comprar a ela”, conta o oficial. A garota não aceitou.
“Esse caso mostra que mesmo em sites de namoro o Estado Islâmico está recrutando”, disse o funcionário.

Via BusinessInsider

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

NASA mostra dia dos astronautas em aba especial do Snapchat

Em comemoração à órbita de número 100.000 da estação espacial internacional em torno da Terra, a NASA fechou uma parceria com o Snapchat para mostrar como é o dia da tripulação. Os vídeos estão disponíveis na aba “Live Stories” do aplicativo e mostram como os astronautas comem, dormem, escovam os dentes e até se divertem.

Reprodução

Quem comanda o “passeio” é Tim Kopra, comandante da Estação Espacial. Quem gostar dos vídeos pode adicionar a agência espacial americana e acompanhar diariamente suas aventuras.

 

Via Engadget

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Cientistas agora podem criar animais com desenhos personalizados no pelo

No futuro, pessoas que compram animais domésticos talvez possam escolher qual padrão de cor seus bichos terão. Seria possível, por exemplo, ter em casa um dálmata com corações desenhados no pelo, em vez de pintas.

Uma startup americana focada em genética levantou US$ 5 milhões em um site de financiamento colaborativo focado agricultura porque conseguiu comprovar que a ideia é mais do que teoria. Chamada AgGenetics, a empresa pretende modificar uma espécie de vaca para fazer com que ela consiga viver em mais lugares pelo mundo, mas as aplicações desse tipo de tecnologia vão além.

Tudo isso partiu da cabeça de James West, fundador da AgGenetics. Um dia, ele mostrou uma foto editada de uma vaca com código de barras a Warren Gill, então chairman na Middle Tennessee State University, onde há um grande rebanho de gado bovino. Gill disse que ninguém se interessaria por algo semelhante, mas deu a ideia: se fosse possível pintar listras brancas numa vaca, daria para pintar a vaca inteira?

West partiu com isso na cabeça, porque a sugestão não só é possível, como mais fácil do que desenhar um código de barras. Agora ele quer criar uma nova espécie de Angus, uma das vacas mais valiosas no mercado de consumo. Como ela tem pelagem naturalmente escura, é difícil criá-la em locais tropicais, então a AgGenetics pretende fazer nascer uma Angus branca e com pelo mais curto para que ela possa ser criada em países como Brasil.

E os dálmatas?

Chefe de um laboratório de 20 pessoas na Vanderbilt University, West é expert em criar ratos geneticamente modificados para fazer experimentos relacionados a doenças humanas. Num momento de procrastinação, ele decidiu fazer um rato cuja cor dos pelos pudesse ser mudada permanentemente com uma ferramenta de engenharia genética chamada Cre-Lox. Desenvolvida pela DuPont, a técnica adiciona um gene ao DNA do animal, mas o mantém em uma espécie de cofre e ele só é ativado quando entra em contato com uma enzima especial (chamada Cre).

Cre-Lox é algo muito usado em ratos de laboratório para “ligar” e “desligar” genes em tecidos ou órgãos específicos, mas West adotou o sistema para tornar o pelo preto. Ele raspou uma parte do pelo do rato e, com uma agulha, inseriu a enzima Cre nos folículos dos pelos, criando um padrão único que permaneceria ali enquanto o animal vivesse.

É possível aplicar a técnica usando todas as cores presentes naturalmente nos mamíferos: branco, vermelho, amarelo e preto. Os animais precisam nascer já com a modificação genética para que a técnica dê certo, e West já tem em mente uso em cachorros, gatos, cavalos, chinchilas, doninhas, entre outras espécies domésticas.

Via: MIT Tech Review

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

O que está sendo feito para melhorar a internet brasileira?  

Olhar Digital

A polêmica do corte da banda larga fixa inflamou os brasileiros com acesso à internet, mas a insatisfação com a qualidade do serviço é antiga e uma das principais críticas diz respeito à lentidão da conexão. Segundo a empresa Akamai, o Brasil ocupa somente a 88ª colocação no ranking global de velocidade da internet banda larga com conexão média em 4,1 Mbps. Na liderança está a Coreia do Sul, país que tem velocidade média de conexão de 26,7 Mbps. Ficamos devendo até para a média global: 5,6 Mbps.

Desde sua chegada ao Brasil em 1995, a internet nacional avançou bastante, mas ainda há muito o que se fazer em termos de infraestrutura. A instalação de fibra óptica é um exemplo do desafio operacional. O processo é lento e está disponível somente nas grandes cidades, atendendo a uma pequena parte da população, enquanto regiões como Norte e Nordeste sofrem os danos causados por uma conexão precária.

Como os equipamentos são caros e, muitas vezes, precisam ser importados, não há investimento suficiente na implementação da infraestrutura em regiões menos urbanizadas, o que contribui com a desigualdade de acesso à rede que existem entre as regiões do país.

A infraestrutura é fundamental para garantir internet de qualidade e a preços acessíveis. Na Coreia do Sul, que lidera o ranking de velocidade de acesso, o governo deu início em 1995 a um amplo projeto visando o investimento massivo no país inteiro. O resultado mostra que a estratégia deu certo: vinte e um anos depois, 84% da população é conectada, sendo 80% através da banda larga.

O governo coreano também facilitou a entrada de empresas que desejavam investir neste setor, criando um ambiente de negócios com competição acirrada que beneficiou o desenvolvimento da rede no país. Ainda hoje existem políticas de incentivo fiscal para que o preço dos planos seja reduzido, uma realidade diferente da praticada no mercado brasileiro.

De volta ao Brasil
Outro desafio enfrentado pela internet brasileira é a atualização de padrões de endereços. Boa parte dos dispositivos ainda funciona no padrão IPv4, que permite um total de 4 bilhões de endereços diferentes. Como a quantidade de aparelhos com acesso à internet aumentou – graças aos smartphones, tablets e smart TVs, e tende a aumentar mais ainda com a Internet das Coisas – é preciso atualizar para um novo padrão, no caso o IPv6. Dispositivos mais novos já funcionam apenas com IPv6, enquanto outros, mais antigos, ainda têm só IPv4.

A boa notícia é que tanto o governo quanto as empresas privadas demonstram interesse em prover melhorias para a internet. Apesar de ser muito criticado, principalmente no que se diz respeito a neutralidade, privacidade e responsabilidade na rede, o Marco Civil da Internet, em vigor a partir de junho, é uma tentativa de trazer avanços importantes para o ambiente online nacional, estabelecendo direitos e garantias dos usuários.

Entre as suas propostas, o Marco Civil prega que a qualidade da conexão esteja alinhada com o que foi contratado junto às operadoras e que elas estejam proibidas de vender pacotes de internet pelo tipo de uso. Além disso, o documento cita que nenhuma empresa poderá criar barreiras para algum tipo de conteúdo com qualquer tipo de interesse financeiro. Outra proposição do Marco Civil da Internet é a simplificação e o esclarecimento dos contratos das operadoras, de forma que elas informassem aos internautas como funciona a coleta e armazenamento de dados, registros de conexão e acesso.

Projetos e mais projetos
Mais recentemente, o Ministério das Comunicações anunciou o plano Brasil Inteligente, que pretende interligar 70% dos municípios com fibra óptica, além de elevar a velocidade de conexão das escolas. A expectativa é que os novos cabos submarinos capazes de conectar o Brasil aos Estados Unidos, Europa e África reduzam os custos de conexões em 20%. Além disso, entre o final deste ano e início do ano que vem, deve ser lançado o satélite brasileiro Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas – ele irá cobrir todo o território brasileiro e conseguirá oferecer internet para os pontos mais afastados.

No setor privado, os investimentos são principalmente voltados para pesquisas. Claro e a Ericsson firmaram parceria, junto com a Universidade Federal do Ceará, para iniciar pesquisas e testes da conexão 5G no país, de olho na próxima geração da internet móvel, que deverá mudar radicalmente a experiência do usuário, com mais velocidade e qualidade no acesso. Mas é preciso paciência, pois os primeiros celulares equipados para a tecnologia deverão surgir apenas em 2020.

Paralelamente aos esforços do governo e das empresas, o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), responsável pelo Registro.br, que cuida da distribuição dos domínios “.com.br”, afirma reinvestir o dinheiro obtido com taxas de registros em inciativas como a operação dos pontos de troca de tráfego, os estudos sobre o uso da Internet no Brasil do CETIC.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), as ações de segurança e as cartilhas do CERT (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), e os cursos de IPv6. O grupo ainda distribui o Simet Box, um equipamento que analisa a qualidade da Internet.

Apesar dos projetos, o setor de Telecom e o governo precisam entrar em um acordo para conseguir oferecer melhores serviços e preços para os consumidores brasileiros. Não só por questões de consumo do dia a dia, mas também para incentivar o avanço tecnológico do país.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Velocidade da internet brasileira come poeira da líder mundial  

Não há muito o que se comemorar no Dia da Internet quando o assunto é a velocidade da conexão brasileira. Em relatório produzido pela consultoria norte-americana Akamai, o Brasil ocupa somente a 88ª colocação no ranking global de velocidade da internet banda larga com conexão média em 4,1 Mbps. Na liderança está a Coreia do Sul, país que tem velocidade média de conexão de 26,7 Mbps.

Para efeito de comparação, a média global está fixada em 5,1 Mbps, valor também acima do índice brasileiro. Já os Estados Unidos tem média de 14,2 Mbps, a França tem velocidade de conexão avaliada em 8,9 Mbps, Portugal tem 12,1 Mbps de média e Austrália registra conexão média de 8,1 Mbps.

Mas se a comparação com o país asiático e com outras nações de primeiro mundo pode parecer injusta, já que esses países recebem grandes investimentos para fortalecer o avanço tecnológico, é possível comparar o índice nacional com o de vizinhos sul-americanos. O resultado novamente não é nada positivo para o Brasil.

Para se ter noção da gravidade do problema, o Brasil fica atrás até de nações como Sri Lanka e Malásia, que têm médias de velocidade de internet em 4,8 e 5,2 Mbps.

Reprodução

O país é apenas o sétimo colocado na lista que avalia a velocidade média de internet na América do Sul. O líder Uruguai é quem tem a melhor conexão da região (6,2 Mbps). Os outros países na frente do Brasil são: Chile (6,1 Mbps), Argentina (4,7 Mbps), Peru (4,5 Mbps), Colômbia (4,5 Mbps) e Equador (4,4 Mbps). Estamos à frente apenas da Bolívia, que apresenta velocidade de 2 Mbps e da Venezuela e do Paraguai que têm média de apenas 1,6 Mbps.

Por que é tão lenta?

O Olhar Digital entrou em contato com especialistas no assunto ainda em 2015 e descobriu que a grande vilã é a infraestrutura precária do Brasil. Segundo o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, a maioria das capitais ainda está sendo cabeada por fibra óptica, processo que é lento e custa caro.

A reportagem abaixo, exibida no ano passado e que conta com dados da Akamai de estudos anteriores ao exibido no início deste texto, mostra algumas razões que fazem a internet brasileira estar muito atrás das líderes mundiais.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.