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Justiça do RJ suspende ações de execução contra a Oi

Do G1, em São Paulo

Uma decisão liminar concedida na noite da terça-feira (21) pela Justiça do Rio de Janeiro suspendeu, por 180 dias, todas as ações e execuções contra as empresas do grupo Oi. De acordo com a decisão, o objetivo é evitar que novas ações judiciais sejam realizadas entre o pedido de recuperação judicial e eventual aceitação por parte do juízo.

A decisão foi tomada pelo juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio, e vale para as todas as empresas do grupo – Oi, Telemar Norte Leste, Oi Móvel, Copart 4 e 5 Participações, Portugal Telecom e Oi Brasil.

Na mesma decisão, o magistrado determinou a dispensa, em qualquer circunstância, de apresentações de certidões negativas relacionadas às empresas, inclusive para que exerçam suas atividades, como certidões negativas de débitos referentes às receitas administradas pela Agência Nacional de Telecomunicações e certidões negativas de distribuição de pedidos de falência e recuperação judicial.

Nos próximos dias o juiz deverá decidir se aceita ou não o pedido de recuperação judicial apresentado pela Oi.

Pedido de recuperação
A Oi anunciou nesta segunda-feira (20), em fato relevante, que entrou com pedido de recuperação judicial no Rio de Janeiro, incluindo no processo um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas.  A Oi é a maior operadora em telefonia fixa do país e a quarta em telefonia móvel, com cerca de 70 milhões de clientes.

“Considerando os desafios decorrentes da situação econômico-financeira das empresas Oi à luz do cronograma de vencimento de suas dívidas financeiras, ameaças ao caixa das empresas Oi representadas por iminentes penhoras ou bloqueios em processos judiciais, e tendo em vista a urgência na adoção de medidas de proteção das empresas Oi, a companhia julgou que a apresentação do pedido de recuperação judicial seria a medida mais adequada,  neste momento”, informou a operadora, em comunicado.

O pedido vem após a Oi ter anunciado na última sexta-feira (17) que ainda não havia obtido acordo com credores para tentar reeestruturar sua dívida, considerada impagável.

Segundo a empresa, 60% de seus recebíveis (valores que a empresa tem a receber de clientes decorrente de vendas a prazo) estavam penhorados a bancos brasileiros.

Em comunicado, a maior concessionária de telecomunicações do Brasil afirmou que a medida visa, entre outros objetivos, proteger o caixa das empresas do grupo e garantir a preservação da continuidade da oferta de serviços aos clientes.

Segundo a Oi, “o total dos créditos com pessoas não controladas pela Oi listados nos documentos protocolados com o pedido de recuperação judicial soma, nesta data, aproximadamente R$ 65,4 bilhões”.

Trata-se do maior pedido de recuperação judicial da história do Brasil. té então, o maior era o da Sete Brasil (empresa de sondas de águas ultraprofundas), que envolveu R$ 19,3 bilhões.

O pedido será deliberado em assembleia geral de acionistas. A empresa não informou para quando elas estão previstas.

A empresa também informou, por fato relevante, que não prevê fazer mudanças no quadro de funcionários ou de gestão das empresas Oi em razão da recuperação judicial. “Todas as obrigações trabalhistas da companhia e benefícios atuais serão mantidos  normalmente”, disse a empresa.

Além disso, o foco em investimentos para melhora de qualidade dos serviços será mantido, assim como as metas operacionais para 2016, informou a Oi no comunicado.

Veja a participação da Oi no mercado financeiro (Foto: G1)

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações publicou uma nota informando que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já adotou as medidas para garantir o direito dos consumidores após o pedido de recuperação da Oi, mas não explicou quais são essas medidas.

O que é recuperação judicial
A recuperação judicial é o mecanismo através do qual as empresas em dificuldade financeira tentam reestruturar a dívida com credores. A lei 11.101, sancionada em 9 de fevereiro de 2005 pelo Presidência da República, regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade.

A lei de 2005 acabou com o instrumento da “concordata” no Brasil e permite que a empresa endividada apresente a sua própriaproposta para os credores.

A legislação fixa um prazo de 6 meses para a negociação entre as partes, que é intermediada por um administrador judicial nomeado pela Justiça. No caso de não haver acordo entre credores e devedores sobre o plano de recuperação, é decretada a falência.

O pedido da Oi envolve também suas subsidiárias integrais, diretas e indiretas: Oi Móvel, Telemar Norte Leste, Copart 4 Participações, Copart 5 Participações, Portugal Telecom International  Finance BV e Oi Brasil Holdings Coöperatief U.A.

Ações em queda
As ações da Oi fecharam nesta segunda em queda de 5,97% nas ordinárias e 10% nas preferenciais, em meio a notícia de que o endividado grupo de telecomunicações assinou acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para suspender obrigações financeiras por 180 dias, segundo noticiou a Reuters.

Dívida e prejuízos
Endividada, Oi fechou 2015 com prejuízo de R$ 5,3 bilhões. No primeiro trimestre de 2016, a Oiregistrou prejuízo de R$ 1,64 bilhão e encerrou março com dívida líquida de R$ 40,8 bilhões.

Na última sexta-feira (17), a agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou a nota de crédito da Oi, de “CCC” para “C” (último nível antes do default), considerando insustentável a atual estrutura de capital da operadora.

No último dia 10, o então presidente da Oi, Bayard De Paoli Gontijo, renunciou ao cargo em meio à crise e discordâncias com sócios portugueses do grupo sobre a forma de reestruturação financeira da companhia.

Participação de mercado
A Oi é considerada a maior concessionária de telecomunicações do Brasil. Segundo dados da Anatel de abril, a Oi detém 18,6% de participação de mercado em telefonia móvel, atrás de Vivo (28,57%), Tim (25,88%) e Claro (25,28%).

Em telefonia fixa, a Oi divide a liderança com a Telefonica (ambas com 34,42% de acessos em serviço), segundo dados de março da Anatel.

Em abril de 2016, a Oi era a quarta empresa com mais linhas ativas na telefonia móvel, segundo a Anatel. Eram 47,6 milhões, o equivalente a 18,6% do mercado de telefonia móvel, segundo a Anatel. Ficou atrás de de Vivo (28,57), Tim (25,88%) e Claro (25,28%).

Na telefonia fixa, a Oi obteve o primeiro lugar em março junto com a Telefónica, com 14,8 milhões de linhas ou 34,4% do mercado, também de acordo com a Anatel. Em terceiro ficou a Telecom Americas, com 26,48%.

Histórico da empresa
A Oi nasceu da reestruturação da antiga Telemar, em março de 2007, quando assumiu o mercado na região Sudeste (exceto São Paulo), Nordeste e demais estados do Norte.

Desde 1997, a telefonia fixa no Brasil estava dividida em três áreas pela provatização do setor de telecomunicações, com a pulverização da Telebrás. A Brasil Telecom ficou com os estados do Sul, do Centro-Oeste e com os estados do Acre, Rondônia e Tocantins e a espanhola Telefônica ficou com o mercado paulista.

Em 2008, a Oi uniu-se à Brasil Telecom para criar uma “supertele verde e amarela”, operadora de atuação quase nacional, com sócios majoritários brasileiros. A mudança afetou mais de 20 milhões de clientes das duas companhias, em um negócio de R$ 5,86 bilhões, acima das expectativas de mercado.

Problemas com a Portugal Telecom
Em 2013, a empresa anunciou com a Portugal Telecom (PT) um processo de fusão para criar uma empresa chamada CorpCo, que previa um aumento de capital de pelo menos R$ 13,1 bilhões na operadora brasileira. O negócio surgiria para ajudar a controlar a dívida crescente da empresa.

Mas no ano seguinte, a empresa portuguesa pediu para reformular sua fusão com a Oi ao assumir que teria dificuldades em recuperar os € 900 milhões investidos em títulos da holding Rioforte, do colapsado Grupo Espírito Santo (GES), um dos acionistas da PT.

O objetivo era amortecer o impacto que da falta de pagamento no projeto de ambas empresas. Afundada em seus próprios problemas financeiros, a Portugal Telecom teve sua participação na Oi reduzida para 25,6% desde então.

Em 2014, a Oi contratou o BTG Pactual para tentar fazer uma oferta pela TIM Participações, num esforço para não ficar à margem na consolidação em curso no setor de telecomunicações no Brasil, mas o negócio não vingou. A LetterOne, empresa de investimento do bilionário russo Mikhail Fridman, desistiu do negócio após ter proposto investir até US$ 4 bilhões no negócio.

Depois do fracasso da fusão com a TIM, veio a tentativa de reestruturar a dívida da Oi. No final de maio, a Anatel aprovou a troca de multas não pagas pela Oi por um programa de investimentos ao longo de quatro anos estimado em R$ 3,2 bilhões

Renúncia do presidente
No começo deste mês, o diretor-presidente, Bayard De Paoli Gontijo, renunciou ao cargo após 14 anos no quadro de colaboradores da empresa. Ele foi substituído por Marco Norci Schroeder, eleito pelo conselho de administração da companhia.


Veja abaixo nota do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações:

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações informa que as medidas necessárias para garantir o pleno funcionamento do sistema de telecomunicação e o direito dos consumidores já foram adotadas pela Anatel, que acompanhará a tramitação do pedido de recuperação judicial e a execução do plano de reestruturação econômica e financeira da Oi.
Embora a competência seja da Anatel, conforme artigo 19, VI, da Lei Geral de Telecomunicações, o MCTIC acompanhará diretamente o desenvolvimento e será intransigente em suas responsabilidades:  manutenção dos serviços com qualidade, direitos dos consumidores, preservação dos empregos e direitos dos investidores.

Desde 2014, a Anatel vem acompanhando a situação econômica e financeira das concessionárias, realizando aprofundados estudos sobre a sustentabilidade da concessão e procedendo à investigação de soluções regulatórias possíveis para preservar a continuidade do serviço e com qualidade.

O setor de telecomunicações no Brasil é robusto e vibrante, competitivo e diversificado, e a confiança dos mercados não será afetada por um pedido de recuperação judicial pontual. O pedido de recuperação judicial, respaldado pela Lei nº 11.101/2005, tem a função de preservar a função social da empresa, a continuidade de seus serviços e a manutenção de postos de trabalho.

De toda forma, o pedido de recuperação judicial precipita as discussões técnicas e políticas levadas a efeito no âmbito dos Poderes Executivo e Legislativo, e que têm como objetivo final aprimorar o marco regulatório a fim de garantir que a evolução das regulamentações caminhe passo a passo com o progresso tecnológico.

O MCTIC reforça o  seu compromisso com os usuários, sem deixar considerar a preservação dos empregos, a aplicação de recursos de instituições estatais envolvidas e o interesse de credores privados, necessários ao investimento sustentável.

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Avião movido a energia solar sobrevoa Oceano Atlântico

Da AFP

Solar Impulse 2 voltou a 'se carregar' com a energia solar na manhã desta terça (Foto: Handout / Solar Impulse 2 / AFP)
Solar Impulse 2 voltou a “se carregar” com a energia solar na manhã desta terça (Foto: Handout / Solar Impulse 2 / AFP)

O avião Solar Impulse 2 sobrevoou o Atlântico nesta terça-feira (21), com sol e céu azul, rumo à Espanha, após ter decolado na véspera em Nova York. Esta é uma das etapas mais difíceis de uma volta ao mundo inédita usando energia solar como único combustível.

“Acabo de acordar da sesta, um pouco cansado ainda, mas contente de ver o amanhecer sentado no meu pequeno #si2”, escreveu nesta terça-feira no Twitter o piloto suíço Bertrand Piccard, que realiza este voo para promover as energias renováveis.

O Solar Impulse 2 iniciou o voo na segunda-feira (20) no aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, e demorará entre 90 e 110 horas para chegar ao destino desta 15ª etapa, o aeroporto deSevilha, na Espanha.

Ao amanhecer, as baterias do avião voltaram a se recarregar, após uma noite de voo alimentada pela energia gerada nas suas 17.000 células fotovoltaicas.

“Não vão acreditar em mim, mas à minha direita vejo um iceberg no oceano Atlântico. Olhem!”, relatou Piccard no blog que compartilha com o outro piloto do Solar Impulse 2, André Borschberg.

Em sua primeira jornada sobre o Atlântico, Piccard viu baleias saltando sobre a água e uma maravilhosa lua cheia durante a noite.

Às 10h30 desta terça (horário de Brasília), o avião completou mais de um terço do trajeto – 2.500 km em um dia e cinco horas, informou o Solar Impulse.

Com o peso de um carro e uma envergadura de 72 metros, a aeronave voa a uma velocidade que geralmente não passa de 50 km/h, mas que pode dobrar com uma exposição direta ao sol.

Por ser leve (1,5 toneladas), o Solar Impulse 2 é muito sensível às turbulências.

O Solar Impulse 2 realiza sua volta ao mundo de 35.400 km em etapas, nas quais Piccard e Borschberg se revezam para pilotar este avião de quatro hélices.

Em sua etapa mais longa, o Solar Impulse 2 voou 118 horas de Nagoya (Japão) até a ilha americana do Havaí.

O piloto André Borschberg foi o responsável por conduzir a aeronave durante essa longa etapa, de 6.437 quilômetros, sobre o Pacífico ocidental, na qual foi batido o recorde de voo ininterrupto mais longo da história.

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Toyota desenvolve robô que pode cuidar de pessoas idosas  

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Estudo confirma: usuários tendem a compartilhar notícias na internet sem ler  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

Em tempos de redes sociais e do acesso quase ilimitado a conteúdo, há quem diga que muitas pessoas compartilham notícias, reportagens e artigos na internet sem tê-los lido ainda. Essa “crença popular” da era digital acaba de ser confirmada por um estudo da Universidade de Columbia, nos EUA.

Os pesquisadores monitoraram URLs de alguns dos veículos de imprensa mais populares do país – BBC, CNN, Fox News, The New York Times e The Huffington Post -, compartilhados no Twitter durante um mês. Cruzando dados de audiência, foi possível constatar que 59% desses links jamais foram abertos, mesmo que tenham sido compartilhados algumas milhares de vezes.

“As pessoas estão mais dispostas a compartilhar um artigo do que lê-lo”, diz Arnaud Legout, um dos responsáveis pelo estudo. “Isso é típico da maneira moderna de se consumir informação. As pessoas formam uma opinião com base em um resumo, ou um resumo do resumo, sem fazer um grande esforço para se aprofundar no assunto.”

Via The Washington Post

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O carrinho de compras do futuro pode te seguir e sugerir o que comprar  

Do Ohar Digital

Os sites de comércio eletrônico fazem uso das informações que têm sobre o que colocamos nos nossos carrinhos de compras virtuais para sugerir outros produtos que possam ser do seu interesse. Se um projeto do Walmart vingar, não vai demorar muito para os carrinhos físicos também fazerem o mesmo.

A companhia está trabalhando em parceria com a empresa de robótica Five Elements para tirar do papel esta ideia, que ajudaria os usuários a encontrar os itens na sua lista de compras. O projeto também faria com que o carrinho fosse capaz de seguir a pessoa de forma autônoma, para aliviar o peso de empurrá-lo.

A informação partiu do CEO da Five Robotics durante a Bloomberg Technology Conference, pouco tempo depois de outra informação de que a rede de supermercados também está procurando serviços como os da Uber para realizar entregar a domicílio para os clientes.

As ideias mostram um pouco de como as lojas físicas e mercados estão se preparando para enfrentar o avanço do digital e da internet, também usando a tecnologia a seu favor. Ações como as propostas pelo Walmart mostram um início desse caminho.

Via The Next Web

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Seu passado te condena? Saiba como apagar todos os seus tweets de uma só vez  

Do Olhar igital

Se assim como eu você não se orgulha dos seus tweets publicados lá em 2009, saiba que há uma forma mais efetiva de dar um fim a eles do que deletando um por um pelo site. Com este método, o processo leva apenas alguns minutos e apaga quantas postagens você desejar de uma só vez.

1 – Acesse o site TweetEraser e faça o login de sua conta do Twitter.

Reprodução

2 – Agora escolha se você quer apagar seus tweets ou suas direct messages. Depois disso, escolha o período desejado. Também é possível fazer uma filtragem por hashtag. Depois de tudo, aguarde algum tempo para que o site exiba todos os seus tweets.

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3 – Agora pressione o botão em destaque na imagem abaixo para marcar todos os itens e depois aperte o botão vermelho que irá aparecer com a inscrição “Delete selected items”.

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4 – Agora, se estiver decidido a apagar todo os tweets, pressione o botão “Delete permanently!” para concluir a operação. O processo pode demorar alguns minutos de acordo com a quantidade de publicações. Então não se assuste de acessar o site e ver que muitas publicações ainda estão por lá.

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Após pedido da Oi, Anatel diz que vai proteger consumidores

Laís Alegretti

Do G1, em Brasília

Depois de a Oi ter anunciado pedido de recuperação judicial, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que vai adotar ações para garantir as condições operacionais e a proteção dos consumidores.

O pedido de recuperação judicial foi comunicado pela Oi nesta segunda (20), por meio de fato relevante. A empresa é a maior operadora em telefonia fixa do país e a quarta em telefonia móvel, com cerca de 70 milhões de clientes.

Em nota, a Anatel informou que o conselho diretor da agência decidiu suspender, de forma cautelar, alienação ou oneração de bens das concessionárias sem aprovação prévia pelo órgão. A regra também vale para as controladoras, controladas e coligadas da empresa.

A agência reguladora também informou que vai adotar “ações específicas de fiscalização” para assegurar a manutenção das condições operacionais das empresas e a proteção dos usuários. A Anatel não detalhou, no entanto, quais são essas medidas.

A Anatel também informou que decidiu não intervir na condução dos executivos do Grupo Oi “por acreditar na possibilidade de um desfecho que signifique a efetiva recuperação do equilíbrio econômico-financeiro das prestadoras”. Apesar disso, a agência disse que acompanha com atenção os acontecimentos ligado às empresas da Oi.

“A Agência confia no comprometimento dos agentes envolvidos e na capacidade do Poder Judiciário em encontrar a melhor solução para os problemas que motivaram o pedido de recuperação judicial e, na sua esfera de competência, contribuirá ativamente para o seu êxito”, informa a nota.

Outras medidas podem ser tomadas, “caso se faça necessário”, segundo a Anatel, para proteger o interesse público e o direito dos consumidores, além da estabilidade sistêmica do setor de telecomunicações.

Pedido
O pedido vem após a Oi ter anunciado na última sexta-feira (17) que ainda não havia obtido acordo com credores para tentar reestruturar sua dívida, considerada impagável. O processo envolve aproximadamente R$ 65,4 bilhões.

Segundo a empresa, 60% de seus recebíveis (valores que a empresa tem a receber de clientes decorrente de vendas a prazo) estavam penhorados a bancos brasileiros.

Em comunicado, a maior concessionária de telecomunicações do Brasil afirmou que a medida visa, entre outros objetivos, proteger o caixa das empresas do grupo e garantir a preservação da continuidade da oferta de serviços aos clientes.

O pedido de recuperação judicial será deliberado em assembleia geral de acionistas. A empresa não informou para quando elas estão previstas.

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Endividada, Oi pede recuperação judicial de R$ 65,4 bilhões  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

A operadora de telefonia Oi entrou na segunda-feira com um pedido de recuperação judicial na ordem de R$ 65,4 bilhões, o maior da história no país superando o de Eike Batista, da OGX, de R$ 11,2 bilhões em 2013. O processo judicial é uma medida para evitar a falência da empresa.

O Olhar Digital já havia mencionado a operadora em uma reportagem que exibe as dívidas das empresas do ramo. Na época, a dívida bruta da empresa estava na casa dos R$ 55 bilhões e a maior parte, cerca de R$ 38 bilhões, era devida para o mercado de capitais internacional.

Em nota, a operadora diz que “considerando os desafios decorrentes da situação econômico-financeira das empresas Oi à luz do cronograma de  vencimento  de  suas  dívidas  financeiras , ameaças ao  caixa  das  Empresas  Oi  representadas  por  iminentes  penhoras ou  bloqueios em processos judiciais, e tendo em vista a urgência na adoção de medidas de  proteção das Empresas Oi, a Companhia julgou que a apresentação do pedido de recuperação judicial seria a medida mais  adequada,  neste  momento”.

Ainda não se sabe se a Oi terá sucesso em seu pedido de recuperação judicial. Por enquanto, pelo menos, a empresa conseguiu, com acordo assinado em maio e divulgado apenas recentemente, mais 180 dias para renegociar dívidas com credores do BNDES.

A crise da empresa está afetando a própria cadeia de comando da companhia. No último dia 10, por exemplo, o então diretor-presidente da Oi, Bayard Bontijo, renunciou ao cargo.

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Pesquisadores criam microchip com 1.000 processadores  

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Grupo que hackeou Zuckerberg ataca ex-CEO do Twitter  

Do Olhar Digital

Quem segue Dick Costolo no Twitter deve ter estranhado uma sequência de mensagens estranhas postadas pelo ex-CEO da rede nesse domingo, 19.

Um grupo autodenominado OurMine obteve acesso a uma conta de Costolo – aparentemente do Pinterest – e conseguiu publicar mensagens no seu perfil do Twitter devido a uma provável ligação entre os dois serviços.

Costolo não confirmou que se tratava do Pinterest quando tocou no assunto, dizendo apenas que “uma conta antiga de um outro serviço que postava no Twitter foi comprometida”. Entretanto, como notou o Recode, um dos tweets do OurMine faz link à conta de Costolo no Pinterest.

O grupo fez questão de ressaltar que estava “apenas testando” os níveis de segurança do executivo e que ele não deveria se preocupar. Eles fizeram o mesmo recentemente com Mark Zuckerberg, postando esse tipo de mensagem nas contas do criador do Facebook no Twitter e no Pinterest.

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