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Seu carro autônomo pode escolher te matar; entenda por quê  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

Apesar de terem como um dos objetivos principais evitar acidentes e, consequentemente, mortes no trânsito, os veículos autônomos podem acabar se envolvendo nesse tipo de situação. Um estudo recente, batizado de “O dilema moral dos veículos autônomos”, entrevistou uma série de pessoas para entender o que os usuários esperam dos carros em casos como esse: matar outras pessoas e manter o motorista e seus passageiros vivos ou realizar o procedimento contrário?

A maior parte dos participantes apontou como solução aquela que resulte no menor número de mortes possível, mesmo que para isso seja necessário acabar com a vida do motorista. No entanto, na hora de avaliar qual carro comprariam, as pessoas preferiram aquele que valoriza a vida do passageiro no lugar dos transeuntes nas ruas.

“A maioria das pessoas quer viver em um mundo onde os carros vão minimizar as mortes. Mas todo mundo quer o seu próprio carro para protegê-los a todo custo”, explica Iyad Rahwan, professor do MIT e co-autor do estudo.

“É a primeira vez que podemos vir a interagir diariamente com um objeto que está programado para nos matar em circunstâncias específicas. […] Podemos ter medo de acidentes de aviões, mas sabemos que eles são fruto de erros ou más intenções. Em outras palavras, estamos habituados que a autodestruição seja um erro, não uma funcionalidade”, afirma John Bonnefon, outro autor da pesquisa.

Quem está preocupado com a possibilidade pode ficar tranquilo: mesmo estando programados para matar o motorista em casos extremos, é improvável que os carros autônomos o façam. Os acidentes envolvendo esses veículos são raros e, com o aprimoramento da tecnologia, é possível que se tornem ainda menos comuns.

Via TheNextWeb

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Facebook anuncia novidades para transmissões ao vivo; veja o que muda  

Do Olhar Digital

O Facebook Live, ferramenta de transmissão de vídeo ao vivo da maior rede social do planeta, está ficando mais robusto. A empresa anunciou na VidCon uma série de atualizações para o serviço que serão incorporadas em breve para os usuários.

As novidades são três, incluindo a possibilidade de realizar transmissões em duplas, agendar uma transmissão e criar uma sala de espera para o público e incluir filtros de vídeo que colocam máscaras na cara das pessoas com o MSQRD, serviço comprado há pouco tempo pelo Facebook.

Transmissões com um amigo

A ferramenta permite que duas pessoas em lugares diferentes participem da mesma transmissão, o que abre espaço para entrevistas, por exemplo, ou simplesmente discussões em dupla. Você pode convidar um amigo para se juntar à sua transmissão.

O recurso começará a ser distribuído no terceiro trimestre deste ano, começando pelas páginas verificadas, e depois será liberado para usuários comuns.

Salas de espera e transmissões agendadas

O recurso permite que você determine um horário para que a transmissão comece, e já deixe a transmissão preparada. Com salas de espera, os usuários podem receber uma notificação pouco antes de o vídeo começar, o que deve resolver o problema de iniciar transmissões de surpresa.

Atualmente, há um problema no Facebook Live: as pessoas não começam de fato o vídeo antes de haver um número bom de espectadores, mas aqueles que se juntaram antes acabam saindo porque ficam entediados com nada acontecendo na tela. O recurso deve resolver esta questão.

Máscaras

O MSQRD, comprado há pouco tempo pelo Facebook, ganhou uma função especial no Live. O aplicativo de filtros de vídeos permite que as pessoas coloquem máscaras virtuais sobre seus rostos, e é possível testar várias opções ao vivo enquanto as imagens são transmitidas aos amigos.

Reprodução

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Tecnologia supera outros benefícios na felicidade do trabalhador, diz pesquisa  

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Criador do Orkut escreve carta aos fãs e explica sua nova rede social  

Do Olhar Digital

O novo Orkut, agora refundado, remodelado, e rebatizado de Hello, está chegando ao Brasil. Para celebrar o avanço no projeto, iniciado há pelo menos dois anos, Orkut Buyukkokten, fundador da antiga rede social que carregava seu nome, e da nova, escreveu uma carta contando um pouco mais de sua trajetória.

O texto foi disponibilizado em português, visto que Buyukkokten sabe o peso que seu nome carrega entre os internautas brasileiros. Ele fala sobre sua visão do que uma rede social deve ser, do que foi o Orkut na sua vida e o que a Hello deve proporcionar aos seus usuários.

Eis o texto, disponibilizado neste link.

“Olá,

Eu sou Orkut.

Talvez você não me conheça, mas há 12 anos eu comecei uma rede social chamada orkut.com enquanto eu trabalhava como engenheiro na Google. Eu sou o cara no qual orkut.com foi dado o nome. Em 2014 quando a Google anunciou que estava fechando orkut, foi um momento triste para nós. Orkut tinha se tornado uma comunidade com mais de 300 milhões de pessoas e foi uma incrível aventura para todos nós. Ninguém queria que perdêssemos o que tínhamos criado juntos. Nós conhecemos novas pessoas extraordinárias. Paqueramos. Encontramos novas oportunidades de trabalho. Até casamos e tivemos filhos por causa do orkut. Fizemos tudo isso acontecer, juntos.

O mundo é um lugar melhor quando nós conhecemos uns aos outros, quando somos um pouco menos desconhecidos. Eu já me senti como um estranho no ninho às vezes: Eu nasci na Turquia e fui criado na Alemanha, onde eu era um menino nerd muçulmano em uma classe cheia de loiros. Quando voltei a Turquia, estudando primeiro grau, eu era o menino esquisito com sotaque alemão. Toda a minha vida, eu sempre me senti meio afora: Eu era programador, eu era gay, ou eu era baixinho e por cima tinha um sotaque estrangeiro. Eu quase nunca tive uma jornada fácil. Mas na verdade, eu nunca tive problemas em fazer amigos, porque eu amo as pessoas.

Eu acho que todos nós deveríamos ser um pouquinho mais amigáveis. O mundo precisa disso. Estamos vivendo numa época estranha. Nós nos escondemos atrás de nossos aparelhos, ignorando as pessoas ao nosso redor. Nós ficamos com os habitantes locais quando viajamos ao exterior, mas nós nem sequer sabemos quem são os nossos vizinhos em casa. Nós seguimos o feed de notícias de nossos amigos debaixo de nossos cobertores, no escuro. Nossas vidas são meros pedaços de anonimato e isolamento. Muitas vezes, estamos sozinhos. Muitas vezes, temos medo do que não sabemos. Muitas vezes, temos ódio das coisas que não entendemos.

Mas eu tenho esperança sobre esse nosso mundo. Eu tenho certeza que quanto mais nos conectarmos, mais bonito ele se tornará. Eu criei o orkut com isso em mente. O mesmo motivo pelo qual eu criei a primeira rede social do mundo, quando eu ainda era um estudante de mestrado na Universidade de Stanford, e é por isso que eu dediquei a minha vida inteira a ajudar as pessoas a conectarem-se umas com as outras.

Por tudo isso meus amigos, obrigado por fazer orkut uma comunidade tão amorosa. Eu sou tão abençoado por compartilhar este mundo com vocês. Como sinal de gratidão, eu estou fazendo uma nova rede social apenas para vocês. Eu não sou tão bom de despedidas, então eu estou a chamando de “hello”. Hello é a próxima geração do orkut.

O que é a hello?

Hello é a primeira rede social construída através de amizades profundas, não “Gostos”. Eu inventei a hello para ajudá-lo a conectar-se com pessoas que compartilham das suas paixões.

Hello conecta a todos nós. Pense nisso: você pode dizer “hello” em qualquer língua e as pessoas vão entender. “Hello” é provavelmente a palavra mais falada no mundo, depois de “Ok”. Olá, Oi, alô, holá, Aló, halo, āllo, hallo, alló, hello. Medo e ódio não tem lugar quando você faz esse simples e amigável gesto para uma outra pessoa. Então venha comigo participar e fazer novos amigos. Diga hello e ame seu mundo.

Continue sendo quem você é,
– Orkut”

Orkut também publicou este vídeo abaixo no canal do YouTube da Hello Network, falando sobre o seu novo projeto. Infelizmente, o vídeo está disponível apenas em inglês, sem legendas em português:

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Idec quer que Anatel atue no caso da Oi para proteger consumidores  

Do Olhar Digital

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) quer que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atue no caso da Oi para proteger possíveis consumidores afetados pela decisão da empresa de entrar com um pedido de recuperação judicial para evitar falência.

O ofício encaminhado pela Oi deu-se por conta da dívida de R$ 65,4 bilhões da operadora de telefonia. A intenção do Idec é fazer com que a agência que regula o setor atue de forma mais efetiva no caso, como prevê a Lei Geral de Telecomunicações (LGT). Se isso acontecer, o instituto acredita que teria uma garantia de que eventuais falhas na recuperação judicial possam ser detectadas a tempo.

“Estamos diante de um caso de proporções inéditas e que não pode ser tratado como qualquer processo de recuperação judicial, pois envolve responsabilidades de uma agência federal e de um ministério”, explica Elici Bueno, coordenadora-executiva do Idec.

O Idec ainda informar que a empresa deve manter os contratos firmados. O consumidor, por sua vez, não deve deixar de realizar os pagamentos devidos. Se fizer isso poderá ver seu nome incluso em serviços de proteção ao crédito.

Para os usuários que tiveram problemas relacionados à suspensão dos serviços, o órgão recomenda entrar em contato com a operadora e, caso o problema persista, procurar órgãos responsáveis como o Procon e o Consumidor.gov.br. Em último caso é válido entrar com uma ação judicial pedindo ressarcimento dos valores pagos e eventuais danos sofridos.

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Google cria 5 regras para garantir que a inteligência artificial seja segura  

Do Olhar Digital

Sistemas de inteligência artificial estão se espalhando com rapidez e, sendo dono de um dos robôs que mais chamaram atenção recentemente (aquele que venceu um campeonato de Go), o Google quer deixar claro que está levando em consideração a possibilidade de que as máquinas fiquem espertas demais.

Em comunicado divulgado nessa quarta-feira, 22, a companhia afirma que embora os riscos relacionados a inteligência artificial venham recebendo muita atenção pública, a maior parte da discussão tem girado em torno de hipóteses e especulações.

Por isso o Google fechou parcerias com pesquisadores de Stanford, Berkeley e da OpenAI para desenvolver um estudo técnico que mergulha fundo na questão. “Nós listamos cinco problemas que achamos que serão muito importantes à medida que aplicamos IA em mais circunstâncias gerais”, explica a companhia.

Os cinco tópicos são:

  • Evitar efeitos colaterais negativos: como podemos assegurar que um sistema de IA não causará distúrbios em seu ambiente de forma negativa enquanto persegue seus objetivos, por exemplo, um robô de limpeza que derruba um vaso porque ele pode limpar mais rapidamente se fizer isso?
  • Evitar prêmios por trapaças: como podemos evitar o jogo da função por recompensas? Por exemplo, não queremos este robô de limpeza simplesmente cobrindo sujeira com materiais através dos quais ele não consegue ver.
  • Supervisão escalonável: como podemos assegurar eficientemente que um sistema de IA respeite os aspectos do objetivo que são muito caros para serem frequentemente avaliados durante o treinamento? Por exemplo, se um sistema de IA recebe avaliação enquanto realiza uma tarefa, ele precisa usar essa avaliação eficientemente, porque pedir com muita frequência seria irritante.
  • Exploração segura: como asseguramos que um sistema de IA não faça movimentos exploratórios com repercussões muito negativas? Por exemplo, talvez um robô de limpeza devesse fazer experimentos com estratégias envolvendo esfregão, mas ele claramente não deveria tentar colocar um esfregão molhado numa tomada.
  • Robustez em mudanças de turnos: como asseguramos que um sistema de IA reconheça e se comporte com robustez quando ele estiver em um ambiente muito diferente do seu ambiente de treinamento? Por exemplo, aprendizados heurísticos de um chão de fábrica talvez não sejam seguros o bastante para um escritório.

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Japão está desenvolvendo robôs para construir vilas na Lua e em Marte

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Parlamento Europeu quer classificar robôs como ‘pessoas eletrônicas’  

Do Olhar Digtal

LEONARDO PEREIRA

O Parlamento Europeu teve uma ideia curiosa sobre como os robôs trabalhadores devem ser tratados no continente. O rascunho de uma moção apresentada em 31 de maio propõe que essas máquinas sejam consideradas “pessoas eletrônicas”.

A classificação serviria para aplicar direitos e obrigações aos robôs, num momento em que aumenta a preocupação de que a força de trabalho robótica esteja causando aumento do desemprego.

O documento pede que a Comissão Europeia considere “que ao menos os robôs autônomos mais sofisticados poderiam ser estabelecidos tendo o status de pessoas eletrônicas, com direitos e obrigações específicas”.

Cada máquina também deveria ser registrada num sistema único, o que ajudaria os governos a fazer um controle sobre a aplicação das regras.

Tudo isso devido à ideia de que a substituição de trabalhadores humanos por robôs cause uma desestruturação nos programas de seguridade social. Até por isso a moção pede que organizações declarem quanto estão economizando com a troca em termos de taxação empregatícia.

O Parlamento, entretanto, precisa convencer os políticos do bloco a apoiar a causa e levá-la a outro tipo de aplicação, porque – como explica a Reuters – o órgão não tem autonomia para propor leis.

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Zuckerberg usa fita adesiva para impedir ação de hackers  

Do Olhar Digital

RENATO SANTINO

Há algumas semanas, Mark Zuckerberg deu ao mundo uma lição de como NÃO se proteger na internet ao (ao que tudo indica) repetir uma senha fraquíssima (“dadada”) para seus perfis em redes sociais. Agora, ele se tornou um exemplo positivo para quem quer proteger sua privacidade.

Zuckerberg é um homem rico, um dos mais poderosos do mundo. Como tal, ele atrai a atenção do cibercrime e da ciberespionagem. Por isso, algumas precauções básicas são necessárias, e ele as está tomando, como você pode ver nessa foto abaixo.

Reprodução

Não percebeu? Olhe de novo no zoom.

Reprodução

Sim, Mark Zuckerberg cobre a webcam de seu Macbook com fita adesiva, como observou o Gizmodo. A medida é recomendada para qualquer um que tenha um pouco de consciência e preocupação com a sua privacidade. Hackers podem invadir um laptop e ativar a câmera sem o consentimento do usuário, mas se a imagem estiver fisicamente bloqueada, não há nada que o cibercriminoso possa fazer.

Para quem ficou em dúvida, esta é, de fato, a mesa de trabalho de Zuckerberg no Facebook, que ele chegou a apresentar durante a primeira transmissão ao vivo na nova sede da empresa.

Via Gizmodo

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Google Brasil é condenado por não retirar site falso do ar  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

O Google Brasil foi condenado nesta terça-feira, 21, a pagar uma indenização a uma empresa que teve um falso site criado em seu nome. Uma notificação extrajudicial já havia solicitado que a gigante de buscas retirasse a página do ar. A multa, por danos morais, foi fixada em R$ 30 mil.

Segundo os documentos, a empresa, que trabalha com o comércio de materiais de construção, descobriu o site depois de diversas reclamações de clientes. O endereço usava o nome e endereço da loja, sem consentimento, para vender os produtos pela internet. Depois de comprarem e não receberem os produtos, os consumidores chegaram até a entrar com um processo contra a loja.

Diante da solicitação extrajudicial para que retirasse a página do ar, o Google afirmou que não tomaria nenhuma medida e que os problemas deveriam ser resolvidas diretamente com o proprietário do endereço.

O desembargador Francisco Loureiro, relator do recurso, afirma que mesmo que o Google não tenha criado o site falso, ele é responsável pelo seu conteúdo ilícito, conforme afirma o Marco Civil da Internet em seção específica sobre a responsabilidade dos provedores por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros.

“O aludido site foi mantido na internet mesmo após o réu ter sido notificado pela demandante para que excluísse seu link do site de buscas. Diante desse quadro, parece evidente que deve ser responsabilizado pelos danos extrapatrimoniais ocorridos, resultantes da violação da honra objetiva da empresa autora perante seus clientes”, explica o desembargador.

Via Tribunal de Justiça de SP

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