Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

Twittter proíbe que autoridades usem programa de análise de mensagens

Da France Presse

O Twitter decidiu impedir as autoridades americanas de utilizar um programa de análise de mensagens publicadas em seu site, que poderia ser empregado na luta contra o terrorismo, informa o Wall Street Journal.

Ao citar fontes próximas ao caso, o WSJ afirma que o Twitter é contrário à possibilidade de que as autoridades recorram ao Dataminr, um programa criado por uma empresa na qual o Twitter tem uma participação de 5%.

O jornal menciona para reforçar a informação, que não foi anunciada pela empresa, depoimentos de altos funcionários dos serviços de inteligência dos Estados Unidos.

A Dataminr é a única empresa que o Twitter autoriza a ter acesso ao conjunto das mensagens publicadas em seu site, que seu programa analisa posteriormente.

O programa é utilizado por meios de comunicação e outros clientes.

Segundo o jornal, o Twitter pediu expressamente que o programa não seja disponibilizado aos serviços de inteligência.

O recurso ao Dataminr teria permitido aos serviços de inteligência identificar o risco de ataques em Paris em novembro, pouco antes dos atentados na capital francesa, afirma o WSJ. Também informou aos clientes sobre os ataques de Bruxelas antes da divulgação pelos meios de comunicação, completa o jornal.

Uma disputa opõe as empresas de alta tecnologia com as autoridades americanas. A Apple se negou recentemente a comunicar ao FBI uma senha que teria permitido à polícia federal dos Estados Unidos acesso ao conteúdo do telefone celular utilizado pelo autor do ataque de San Bernardino (Califórnia) em dezembro.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Decolagem é suspensa por causa de equação ‘suspeita’ e homem é interrogado nos EUA

Da BBC

Economista chamou a atenção de uma passageiro ao resolver uma equação matemática durante um voo (Foto: iStock/ BBC)
Economista chamou a atenção de uma passageiro ao resolver uma equação matemática durante um voo (Foto: iStock/ BBC)

Sem querer, um economista italiano acabou fazendo com que a decolagem de um voo fosse suspensa depois que outra passageira na mesma aeronave o viu trabalhando em uma equação matemática e preocupada, alertou a tripulação.

Guido Menzio foi retirado do avião e interrogado por agentes que não se identificaram, depois da mulher ao seu lado dizer que sentia-se mal.

Ele mostrou a eles a equação diferencial que estava escrevendo, e o voo acabou decolando, com mais de duas horas de atraso.

Menzio disse ao jornal The Washington Post que o pilotou demonstrou ter ficado envergonhado por toda a situação.

Ele é professor da Universidade da Pensilvânia e embarcou no voo na útima quinta-feira para ir de Syracuse, no Estado da Filadélfia, para Ontario, no Canadá, onde daria uma palestra.

Antes do voo decolar, uma mulher sentada ao seu lado entregou um bilhete a um membro da tripulação. A princípio, ela disse que estava se sentido mal, mas depois disse suspeitar do que Manzio estava escrevendo.

“É um tanto ou quanto engraçado, porém um pouco preocupante”, disse Menzio. “A mulher olhou para mim, me viu escrevendo uma fórmula misteriosa e concluiu que eu tinha más intenções. Por causa disso, um voo inteiro atrasou.”

Ele disse à agência AP que a tripulação deveria ter feito checagens adicionais antes de decidir por suspender a decolagem. “Se decidirmos não investigar um pouco mais um alerta de ‘atividade suspeita’ iremos criar muitos problemas, especialmente se considerarmos que estão surgindo cada vez mais atitudes xenófobas.”

A American Airline, cuja parceira regional, a Air Wisconsin, estava operando o voo em questão, disse que a tripulação obedeceu as normas protocolares ao cuidar de um passageiro doente e, então, investigar suas alegações. Foi concluído que elas não tinham fundamento.

A mulher foi transferida para um voo que decolaria mais tarde naquela mesma noite.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Nasa apresenta robô humanoide ‘astronauta’

Da BBC

Especialistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, estão desenvolvendo para a Nasa um robô mais “humano”. Assista ao vídeo.

Robô Valkyrie mede 1,8 metro e pesa 125 quilos. (Foto: Nasa)
Robô Valkyrie mede 1,8 metro e pesa 125 quilos. (Foto: Nasa)

O humanoide foi batizado como Valkyrie, mede 1,8 metro e pesa 125 quilos.

A máquina já consegue andar em duas pernas e fazer movimentos básicos, mas a equipe quer desenvolver novas habilidades.

A intenção é que as melhorias façam com quem o robô possa trabalhar lado a lado com astronautas no espaço.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Bug da Qualcomm deixa milhões de dispositivos Android vulneráveis

A empresa de segurança FireEye publicou ontem um relatório detalhando um bug de um cógido aberto da Qualcomm que afeta milhões de dispositivos Android. O bug provoca uma falha de segurança que permite que hackers visualizem o histórico de chamadas, leiam mensagens SMS e mudem as configurações do sistema das vítimas.

Trata-se de um problema com algumas APIs da Qualcomm introduzidas como parte do serviço de sistema “network_manager”. Por ser um problema da Qualcomm, mesmo alguns dispositivos que rodam Cyanogen (uma versão modificada do Android) podem estar vulneráveis.

Segundo o ArsTechnica, os usuários mais vulneráveis são aqueles que utilizam as versões 4.3 ou mais antigas do sistema operacional do Google. Isso porque essas versões ainda não têm uma medida de segurança que foi introduzida na versão 4.4. No entanto, mesmo dispositivos com a última versão do Android podem ser afetados.

Embora a falha permita apenas acesso limitado ao dispositivo, seu maior problema, de acordo com a FireEye, é que ela dificilmente é detectada pelas medidas de segurança do Google. “A Google Play não a apontou como maliciosa”, e “É difícil acreditar que qualquer antivírus detectaria essa ameaça”, disse a empresa. “A permissão necessária para se realizar [esse ataque] é solicitada por milhões de aplicativos, então isso não indicaria ao usuário que algo está errado”, continua a empresa.

Solução

O The Next Web informa que a FireEye notificou o Google e a Qualcomm sobre o problema, e ambas as empresas tomaram medidas para solucioná-lo. O Google incluiu o bug em seu relatório de segurança mensal, e a Qualcomm soltou uma atualização para corrigir a falha.

No entanto, segundo a FireEye, trata-se de um problema muito difícil de se resolver. Isso porque o bug se encontra em um pedaço de código aberto atualmente ativo. Por esse motivo, a empresa considera que seja “particularmente difícil de se corrigir todos os aparelhos afetados, se não impossível”.

A empresa ainda informou, porém, que não há evidência, por ora, de que a falha de segurança resultante do bug esteja sendo explorada por hackers. Como o Android possui mais de 1,4 bilhão de dispositivos ativos – a grande maioria dos quais usa versões desatualizadas do sistema operacional – o risco continua existindo.

 

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Empresas de tecnologia pedem ao próximo presidente dos EUA apoie a criptografia

Grandes empresas de tecnologia, como o Facebook, a Apple e a Amazon devem divulgar na próxima quarta-feira uma carta aberta endereçada ao próximo presidente dos Estados Unidos algumas recomendações, incluindo uma posição mais clara a respeito do acessso do governo aos dados dos usuários e o reconhecimento da criptografia como uma ferramenta de segurança crítica.

A carta, assinada por uma série de entidades comerciais que representam empresas de tecnologia, não se alinha a nenhum dos candidatos, mas demarca claramente interesses do setor. O documento também pede que o próximo presidente evite a censura online, apoie a economia de compartilhamento, desenvolva um código tributário atualizado e simplificado e apoie a parceria Trans-Pacífico, um acordo de comércio que tem como objetivo simplificar a contratação de estrangeiros nos setores de alta tecnologia.

A última solicitação, o apoio à TPP, contraria a política dos dois presidenciáveis. Recentemente, o candidato republicano Donald Trump fez críticas aos acordos comerciais internacionais e indicou que pretende endurecer as políticas de imigração. Hillary Clinton afirmou que pretende suavizar a política, “porque precisamos de pessoas talentosas no país”.

Trump também chegou a pedir a volta da coleta de dados de usuários da Agência Nacional de Segurança dos EUA, a NSA, e pediu um boicote à Apple durante o confronto da empresa com o FBI.

Via TheGuardian

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Vídeo mostra como driblar sistema de segurança do Android

Olhar Digital

LEONARDO PEREIRA

Até cerca de um ano atrás, quando um aparelho com Android se perdia do dono, outra pessoa poderia simplesmente segurar os botões de ligar/desligar e de baixar o volume, forçando um reset e reconfigurando o dispositivo para se tornar o novo dono.

Isso mudou quando o Google incrementou a segurança do sistema com um recurso chamado Factory Reset Protection. Ele mantém o dispositivo preso à conta do seu dono mesmo após um reset, caso a pessoa não tenha se deslogado. Entretanto, existe ao menos uma forma comprovada de passar por cima desse sistema.

O youtuber Tom S., do canal Rootjunky, divulgou um vídeo de 11 minutos mostrando como é fácil driblar a Factory Reset Protection. São vários passos, mas dá para notar que eles são simples, não há a necessidade de mexer com códigos ou anexar outros dispositivos para realizar o desbloqueio.

De acordo com Tom, o Google foi alertado sobre a brecha, mas respondeu que não a considerava um problema de segurança, então ele resolveu divulgar um vídeo para deixar que a internet decida se a gigante de buscas está certa.

O vídeo está em inglês, mas como Tom filmou o passo a passo na tela é fácil entender o que está acontecendo. Confira:

Via Phonearena

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

WhatsApp pode voltar a ser bloqueado no Brasil

Ainda não acabou a briga entre o WhatsApp e a Justiça brasileira. Embora o aplicativo tenha sido liberado para operar no país após um bloqueio que durou mais de um dia, o serviço ainda corre o risco de enfrentar outro período de inatividade.

O UOL conversou com juristas e eles lembraram que, como o caso ainda está correndo em segunda instância, no Tribunal de Justiça de Sergipe, há a possibilidade de que a briga continue uma esfera acima.

Caso os autores da ação contra o WhatsApp insistam, o caso deve parar nas mãos do Superior Tribunal de Justiça. Lá, se o pedido do juiz Marcel Montalvão for acatado integralmente, a decisão de bloquear o serviço.

Conforme explica a reportagem, a Justiça de Lagarto (SE) já usou todas as sanções previstas em lei para forçar o WhatsApp a fornecer dados de pessoas envolvidas com uma investigação de tráfico de drogas. Depois de passar por multas, a prisão de um diretor do Facebook (dono do WhatsApp) e suspensão das atividades da empresa, resta deixar as sanções mais rigorosas, aumentando o valor das multas, por exemplo.

Outro detalhe é que a intervenção do desembargador que contrariou o juiz Montalvão, liberando o aplicativo, também precisa passar pela avaliação do colegiado do TJ-SE. Isso deve acontecer em até um mês e, dependendo do resultado, o serviço pode voltar às escuras.

Especialistas explicaram que toda a questão talvez fosse evitada se o próprio WhatsApp apresentasse um laudo técnico comprovando que não tem como fornecer os dados requeridos pela Justiça. ”Há discussões técnicas baseadas no princípio da informática que debatem a viabilidade de o WhatsApp reverter seu sistema de criptografia e entregar à Justiça brasileira os dados solicitados”, diz o advogado Renato Opice Blum; para ele, talvez a empresa ainda não tenha se mexido por saber que tal reversão é possível.

A advogada Gisele Truzzi acredita que a obtenção do laudo pode gerar outro processo judicial. Em vez de focar na entrega dos dados, este teria intenção de forçar a quebra da criptografia do aplicativo. “Entendo que seria cabível. É uma situação muito nova, só vendo caso a caso para ver o que iria acontecer.”

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

YouTube prepara plataforma de TV

AFP

O YouTube planeja lançar uma plataforma para oferecer acesso direto a diversos canais de televisão / Foto: Acervo

O YouTube planeja lançar uma plataforma para oferecer acesso direto a diversos canais de televisãoFoto: Acervo

O YouTube, filial do Google/Alphabet, planeja lançar no próximo ano uma plataforma para oferecer acesso direto a diversos canais de televisão, informou nesta quarta-feira a agência Bloomberg.
Segundo a Bloomberg, o YouTube já adaptou sua infraestrutura técnica e manteve negociações com a maioria dos grandes grupos de televisão, incluindo NBC Universal, Viacom, 21st Fox e CBS.
Mas o Youtube ainda não teria conseguido os direitos de retransmissão para a nova plataforma, que se chamará “Unplugged”.
Consultado pela AFP, um porta-voz do YouTube não comentou a notícia.
Desde o ano passado, o YouTube já oferece uma opção paga chamada “Red”, que permite ver seu conteúdo sem publicidade.
Diante do crescimento dos vídeos em “streaming”, várias empresas oferecem ou planejam oferecer nos Estados Unidos serviços de televisão on-line com uma programação mais restrita e mais barata em relação às tradicionais TVs por assinatura, que disponibilizam centenas de canais.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Cientistas conseguem cultivar embriões humanos ‘in vitro’ por período recorde

AFP

Por causa da norma, vigente em muitos países, os cientistas destruíram os embriões no 13º dia de cultivo / Foto: Reprodução

Por causa da norma, vigente em muitos países, os cientistas destruíram os embriões no 13º dia de cultivoFoto: Reprodução

Uma equipe internacional de cientistas conseguiu manter vivos embriões humanos cultivados em laboratório por 13 dias, um recorde que promete avanços na reprodução assistida, nas terapias com células-tronco e no conhecimento básico de como os seres humanos se formam.

Os resultados da pesquisa foram publicados nas revistas científicas Nature e Nature Cell Biology nesta quarta-feira (4).

“Surpreendentemente, ao menos até os primeiros 12 dias, o desenvolvimento ocorreu normalmente na ausência completa de entrada materna”, disse em um comunicado Ali Brivanlou, professor da Universidade Rockefeller, em Nova York, e um dos principais autores do estudo.

Além de abrirem uma porta para os primeiros passos na criação de indivíduos, os resultados podem ajudar a explicar os abortos precoces e o motivo da fertilização in vitro ter uma taxa tão alta de insucesso.

Apesar dos resultados terem sido aclamados pela comunidade científica, eles colocam a ciência em rota de colisão com a legislação de muitos países e levanta questões éticas, alertaram os especialistas.

O limite legal de 14 dias para o cultivo de embriões humanos in vitro nunca tinha sido desafiado, já que, até agora, acreditava-se que era impossível que eles pudessem resistir e amadurecer fora do útero por tanto tempo.

Por causa da norma, vigente em muitos países, os cientistas destruíram os embriões no 13º dia de cultivo.

Os cientistas sabem muito pouco sobre como o pequeno pacote oco de células chamado de blastocisto – que emerge de um óvulo fertilizado – se prende ao útero, permitindo que um embrião comece a tomar forma.

“Esta parte do desenvolvimento humano” – chamada implantação – “era uma caixa-preta”, disse Brivanlou.

“Conseguimos criar um sistema que recapitula adequadamente o que acontece durante a implantação humana”, disse a cientista da Rockefeller e autora principal do estudo, Alessia Deglincerti.

Como esperado, o blastocisto cresceu e começou a se dividir em diferentes tipos de células que eventualmente dão origem a um feto e sua placenta.

Diferentemente de experiências anteriores, nas que o crescimento raramente ultrapassava sete dias, os embriões mostraram uma inesperada capacidade de se auto-organizarem fora do útero.

“Até agora, tinha sido impossível estudar a implantação de embriões humanos”, disse Magdalena Zernicka-Goetz, professora na Universidade de Cambridge e responsável pela parte do estudo realizada no Reino Unido.

Problemas éticos

“Esta nova técnica nos dá uma oportunidade única de compreender melhor nosso próprio desenvolvimento durante esses estágios cruciais (os primeiros dias de vida) e o que acontece, por exemplo, durante os abortos espontâneos”, disse Zernicka-Goetz.

O avanço também deve estimular a realização de pesquisas sobre o uso de células-tronco embriônicas para tratar certas doenças.

“Com esse conhecimento das células humanas, podemos controlar a sua capacidade de se tornarem tipos de células úteis para exames toxicológicos ou transplantes”, disse Gist Croft, também da Universidade Rockefeller.

Cientistas que não participaram da pesquisa saudaram os resultados como um marco importante.

“O estudo demonstrou claramente a incrível capacidade intrínseca do embrião de se auto-organizar quando ele começa a criar o plano do corpo – mesmo na ausência de uma mãe”, afirmou Harry Moore, professor de biologia reprodutiva da Universidade de Sheffield, na Inglaterra.

Allan Pacey, também de Sheffield, disse que os estudos poderiam “revolucionar a nossa compreensão sobre os eventos iniciais do desenvolvimento embrionário humano”.

Assim como outros especialistas que comentaram os resultados, Pacey disse que as preocupações éticas são provavelmente exageradas.

“Ele não vai abrir a porta para casais poderem cultivar bebês em laboratório. Isso não cria um cenário do Admirável Mundo Novo”, disse.

Mas a comunidade científica e os reguladores ainda terão que decidir se suspender ou estender a regra dos 14 dias, que é lei em uma dúzia de países, e uma prática aceita em outros cinco, incluindo os Estados Unidos e a China.

A maioria dos cientistas defendem uma flexibilização dos regulamentos.

“Tendo em conta os benefícios potenciais de novas pesquisas sobre infertilidade, como a melhora dos métodos de reprodução assistida, pode ser que haja uma conjetura no futuro para reconsiderar isso”, disse Daniel Brison, chefe do departamento de medicina reprodutiva na Universidade de Manchester.

Para outros especialistas, a questão não é tão simples.

“Se não usarmos a regra de 14 dias, que limite usaremos?” perguntou Henry Greely, diretor do Centro para Lei e Biociências da Escola de Medicina de Stanford, na Califórnia.

“Doze semanas, como em muitas leis europeias sobre o aborto? A viabilidade, de cerca de 23 semanas, como na lei do aborto americana?”

“O desenvolvimento humano é um processo contínuo”, acrescentou. “Mas, no fim das contas é necessário estabelecer limites”.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Mães argentinas popularizam ‘manual’ para WhatsApp escolar

AFP

Um grupo de mães de uma escola de Buenos Aires criou um manual de para evitar fofocas e discussões / Foto: DivulgaçãoUm grupo de mães de uma escola de Buenos Aires criou um manual de para evitar fofocas e discussõesFoto: Divulgação

Como evitar um debate sobre leite de amêndoa, remédios orgânicos ou maneiras de acabar com os piolhos em grupos de pais no WhatsApp? Algumas mães na Argentina criaram um “manual”, cujo impacto mostra que os grupos escolares são o pesadelo de muitos.

Um grupo de mães de uma escola de Buenos Aires criou um manual de recomendações para evitar a todo custo fofocas, discussões e mensagens sem sentido que ressoam nos telefones celulares, segundo o jornal Clarín.

“Informações sim, fofocas não”, começa a mensagem divulgada pelo Colégio Beth de Palermo, que viralizou rapidamente após a sua divulgação nas redes sociais, chegando ao noticiário.

“Responda somente se contribuir com algo”, “pense duas vezes antes de escrever” e “não exagere nos emoticons” são algumas das dicas que geraram reações hilariantes entre os internautas.

O “manual” foi o resultado de um exercício entre pais e a direção da escola para parar estes respondedores compulsivos e em série que fazem vibrar sem cessar o telefone enviando mensagens constantemente.

Entre as regras a seguir, aconselha-se “não criticar um professor no grupo”.

Alejandra Mizrahi, diretora da escola, explicou que existe no campus “um grupo de ‘Mães conectadas'”, que se reúne uma vez por mês com a administração para trabalhar questões diferentes.

“No mês passado, o problema foi o uso de WhatsApp e qual o impacto que tem na sala de aula”, indicou.

Depois de uma discussão, foi acordada a criação do manual com o objetivo de acabar com discussões indesejadas.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.