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AMD lança nova placa gráfica preparada para a realidade virtual  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

A norte-americana AMD revelou nesta quarta-feira, 29, sua nova placa gráfica. Trata-se da Radeon RX 480, um modelo desenvolvido para suportar as pesadas imagens de games e experiências em realidade virtual no Oculus Rift.

Segundo a AMD, a Radeon RX 480 tem versões com memória VRAM de 4 e 8 GB, além de GPU Polaris 10. A unidade de processamento roda a 1.266 MHz, com 2.304 processadores stream, 36 unidades computacionais e uma linha de comunicação entre memória e GPU que pode atingir 256 GB/s.

O modelo sai nos Estados Unidos custando US$ 200 na versão de 4GB (cerca de R$ 647 na cotação atual da moeda) e US$ 240 (R$ 775) na versão com 8GB. A ideia, segundo a fabricante, é “democratizar” o acesso à realidade virtyal com uma placa gráfica de alta performance e custo baixo para os padrões do mercado norte-americano.

Há também suporte a games em HDR e definição 4K. Não há, por enquanto, dara para o modelo chegar ao Brasil.

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Homem diz ter criado iPhone em 1992 e abre processo bilionário contra Apple  

Do Olhar Digital

Um homem está processando a Apple por acreditar que Steve Jobs roubou sua ideia ao conceber o iPhone, nove anos atrás. Como compensação, Thomas S Ross pede que a empresa lhe pague US$ 10 bilhões (algo em torno de R$ 33 bilhões), além de royalties de 1,5% referentes às vendas futuras da Apple que poderiam chegar aos US$ 3,5 bilhões (R$ 11,5 bi) ao ano.

Reprodução

A história é a seguinte: em 1992 Ross pediu a patente de um “dispositivo eletrônico de leitura”, basicamente um aparelho com tela plana que caberia na mão e poderia ser usado para consumo de mídia. Em seu processo, ele afirma ter sido o primeiro a registrar a ideia de combinar mídia e ferramentas de comunicação, e que suas criações foram usadas em produtos como iPhones, iPod, iPads, entre outros.

Reprodução

O problema, como relata o The Telegraph, é que as patentes nunca foram aprovadas porque Ross não pagou as taxas necessárias, assim seu pedido foi dado como abandonado em 1995. Mesmo assim, ele acusa a Apple de ter se apropriado das suas patentes e chegou a lembrar uma fala de Jobs, que certa vez disse não ter vergonha de roubar grande ideias.

Ele acrescentou seus desenhos originais no processo para comprovar sua tese, e quer que seja realizado um julgamento com júri na Flórida para a análise do caso.

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Justiça do Rio aceita pedido de recuperação judicial da Oi

Do G1 Rio

O juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio, deferiu na noite desta quarta-feira (29) o pedido de recuperação judicial do Grupo Oi, formado pelas empresas Oi, Telemar Norte Leste, Oi Móvel, Copart 4 e 5 Participações, Portugal Telecom e Oi Brasil.

A Oi anunciou na segunda-feira (20) o pedido de recuperação, incluindo no processo um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas. A empresa é a maior operadora em telefonia fixa do país e a quarta em telefonia móvel, com cerca de 70 milhões de clientes.

O juiz determinou também que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresente, no prazo de cinco dias, uma relação de até cinco empresas, com “idoneidade e expertise sobre a matéria”, que será avaliada pela Justiça para nomeação do administrador judicial.

Na decisão, o magistrado disse que considerou o fato de a empresa ser uma das maiores do setor de telecomunicação no mundo e o impacto na economia brasileira.

“Há de se reconhecer que o presente pedido de proteção judicial é formulado por uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, que impacta fortemente a economia brasileira, já que alcança um universo colossal de 70 milhões de clientes, empregando mais de 140 mil brasileiros, com milhares de fornecedores, e ainda gera recolhimento de volume bilionário de impostos aos cofres públicos”, escreveu o magistrado em sua decisão.

Trata-se do maior pedido de recuperação judicial da história do Brasil. Até então, o maior era o da Sete Brasil (empresa de sondas de águas ultraprofundas), que envolveu R$ 19,3 bilhões.

Como a Justiça aceitou o pedido, a empresa terá agora 60 dias para elaborar plano de recuperação e, em seguida, buscar um acordo com os credores.

Em nota, a Oi informou que o objetivo do plano de recuperação judicial “é manter a prestação do serviço com qualidade aos clientes e equacionar o endividamento”.

No mesmo comunicado, a empresa afirmou que “todas as nossas atividades de atendimento, vendas, instalação e manutenção estão sendo desempenhadas normalmente”, e ressaltou que “tudo será mantido exatamente como está combinado, inclusive nas contas dos clientes e os preços praticados pela Oi, agora sob proteção da Justiça”.

Investimentos mantidos, diz diretor
Também nesta quarta, o diretor de varejo da Oi, Bernardo Winik, afirmou que, mesmo com o pedido de recuperação judicial, os investimentos programados para 2016 “estão mantidos”.

“A vida operacionalmente continua absolutamente normal. A gente está com foco total na operação, as vendas não diminuíram por conta disso, a recarga não diminuiu por conta disso”, afirmou.

Veja a participação da Oi no mercado financeiro (Foto: G1)

A empresa apresentou também resultados dos serviços. Segundo a Oi, o número de assinantes do serviço que integra telefone móvel, banda larga e TV por assinatura chegou a 320 mil, com cerca de 80 mil instalações mensais. “A despeito de todo o problema macroeconômico, a gente é a única operadora que cresce no Brasil”, afirmou o executivo.

Anatel: ‘Vamos entrar como parte no processo’
Antes de a Justiça deferir a recuperação, o presidente da Anatel, João Rezende, disse que a agência será parte no processo de recuperação judicial da Oi . Segundo ele, a agência está tomando medidas reservadas sobre o caso, que ainda não podem ser anunciadas. “Estamos trabalhando para fazer com que o usuário tenha garantida a continuidade do trabalho da Oi, principalmente no campo operacional”, disse.o presidente da Anatel.

O que é recuperação judicial
A recuperação judicial é o mecanismo através do qual as empresas em dificuldade financeira tentam reestruturar a dívida com credores. A lei 11.101, sancionada em 9 de fevereiro de 2005 pelo Presidência da República, regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade.

A lei de 2005 acabou com o instrumento da “concordata” no Brasil e permite que a empresa endividada apresente a sua própria proposta para os credores.

A legislação fixa um prazo de 6 meses para a negociação entre as partes, que é intermediada por um administrador judicial nomeado pela Justiça. No caso de não haver acordo entre credores e devedores sobre o plano de recuperação, é decretada a falência.

Ao apresentar o pedido de recuperação judicial, a Oi disse que a medida visa, entre outros objetivos, proteger o caixa das empresas do grupo e garantir a preservação da continuidade da oferta de serviços aos clientes.

Dívida e prejuízos
Endividada, Oi fechou 2015 com prejuízo de R$ 5,3 bilhões. No primeiro trimestre de 2016, a Oiregistrou prejuízo de R$ 1,64 bilhão e encerrou março com dívida líquida de R$ 40,8 bilhões.

No dia 17 de junho, a agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou a nota de crédito da Oi, de “CCC” para “C” (último nível antes do default), considerando insustentável a atual estrutura de capital da operadora.

No último dia 10, o então presidente da Oi, Bayard De Paoli Gontijo, renunciou ao cargo em meio à crise e discordâncias com sócios portugueses do grupo sobre a forma de reestruturação financeira da companhia.

Participação de mercado
A Oi é considerada a maior concessionária de telecomunicações do Brasil. Segundo dados da Anatel de abril, a Oi detém 18,6% de participação de mercado em telefonia móvel, atrás de Vivo (28,57%), Tim (25,88%) e Claro (25,28%).

Em telefonia fixa, a Oi divide a liderança com a Telefonica (ambas com 34,42% de acessos em serviço), segundo dados de março da Anatel.

Em abril de 2016, a Oi era a quarta empresa com mais linhas ativas na telefonia móvel, segundo a Anatel. Eram 47,6 milhões, o equivalente a 18,6% do mercado de telefonia móvel, segundo a Anatel. Ficou atrás de de Vivo (28,57), Tim (25,88%) e Claro (25,28%).

Na telefonia fixa, a Oi obteve o primeiro lugar em março junto com a Telefónica, com 14,8 milhões de linhas ou 34,4% do mercado, também de acordo com a Anatel. Em terceiro ficou a Telecom Americas, com 26,48%.

Histórico da empresa
A Oi nasceu da reestruturação da antiga Telemar, em março de 2007, quando assumiu o mercado na região Sudeste (exceto São Paulo), Nordeste e demais estados do Norte.

Desde 1997, a telefonia fixa no Brasil estava dividida em três áreas pela provatização do setor de telecomunicações, com a pulverização da Telebrás. A Brasil Telecom ficou com os estados do Sul, do Centro-Oeste e com os estados do Acre, Rondônia e Tocantins e a espanhola Telefônica ficou com o mercado paulista.

Em 2008, a Oi uniu-se à Brasil Telecom para criar uma “supertele verde e amarela”, operadora de atuação quase nacional, com sócios majoritários brasileiros. A mudança afetou mais de 20 milhões de clientes das duas companhias, em um negócio de R$ 5,86 bilhões, acima das expectativas de mercado.

Problemas com a Portugal Telecom
Em 2013, a empresa anunciou com a Portugal Telecom (PT) um processo de fusão para criar uma empresa chamada CorpCo, que previa um aumento de capital de pelo menos R$ 13,1 bilhões na operadora brasileira. O negócio surgiria para ajudar a controlar a dívida crescente da empresa.

Mas no ano seguinte, a empresa portuguesa pediu para reformular sua fusão com a Oi ao assumir que teria dificuldades em recuperar os € 900 milhões investidos em títulos da holding Rioforte, do colapsado Grupo Espírito Santo (GES), um dos acionistas da PT.

O objetivo era amortecer o impacto que da falta de pagamento no projeto de ambas empresas. Afundada em seus próprios problemas financeiros, a Portugal Telecom teve sua participação na Oi reduzida para 25,6% desde então.

Em 2014, a Oi contratou o BTG Pactual para tentar fazer uma oferta pela TIM Participações, num esforço para não ficar à margem na consolidação em curso no setor de telecomunicações no Brasil, mas o negócio não vingou. A LetterOne, empresa de investimento do bilionário russo Mikhail Fridman, desistiu do negócio após ter proposto investir até US$ 4 bilhões no negócio.

Depois do fracasso da fusão com a TIM, veio a tentativa de reestruturar a dívida da Oi. No final de maio, a Anatel aprovou a troca de multas não pagas pela Oi por um programa de investimentos ao longo de quatro anos estimado em R$ 3,2 bilhões

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Caiu café no notebook? Saiba o que fazer  

Do Olhar Digital

Trabalhar, estudar ou apenas usar o notebook enquanto bebe alguma coisa exige atenção por parte do usuário. Apesar dos cuidados, vez ou outra um acidente pode acontecer, molhando o dispositivo. Saiba o que fazer nesses casos e garanta que seu eletrônico continua funcionando. Mas lembre-se: é preciso ser rápido.

Se o produto estiver na garantia, a melhor saída é procurar uma assistência técnica autorizada.

1. Desligue da tomada
O primeiro passo é interromper o fornecimento de energia. Desconecte também os cabos e qualquer periférico que esteja encaixado no computador – HD, mouse, fones de ouvidos e qualquer outro item semelhante.

2. Vire o notebook
Isso vai evitar que o líquido entre mais e possa causar danos maiores. Seque o excesso de bebida do dispositivo.

3. Retire as peças
Atenção: retire apenas as peças que você possa e saiba retirar, como a bateria. Não force a saída de nenhuma peça. Para isso, siga as instruções do manual.

4. Limpe o computador
Pegue um algodão úmido e remova os restos pegajosos do líquido. A próxima etapa é a secagem do dispositivo.

5. Deixe o notebook secar
Espere que ele segue naturalmente por um período de 24 a 48 horas. Com a tela levantada, é claro, para que o ar consiga circular. O ideal é deixar o aparelho em um lugar quente e seco.
Caso isso não seja possível, seque o aparelho com ar morno, usando um equipamento desumificador. Não use o secador de cabelos.

6. Recoloque as peças
Depois de seco, recoloque as peças retiradas e ligue o computador.

Bebidas
Derrubar um líquido no PC é sempre ruim, mas as bebidas açucaradas e o café são piores ainda.
Jamais use acetona para limpar o resultado do acidente. Ela pode danificar os componentes plásticos.

Arroz
Se as peças não podem ser retiradas, coloque o dispositivo no arroz cru. O truque, usado por donos de smartphones, consegue absorver a umidade.

Via BBC

 

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Após perder processo, Microsoft facilita rejeição a Windows 10

Do Olhar Digital

Depois de sofrer e perder um processo de US$ 10 mil por uma instalação não autorizada do Windows 10, a Microsoft decidiu ser mais clara e menos agressiva no que tange às janelinhas pop-up com a oferta de atualização grátis. Agora a empresa vai exibir uma opção clara de rejeitar o update.

A nova janela exibirá três opções: “Atualizar agora”; “Escolher horário” e “Rejeitar oferta grátis”; a última opção irá eliminar a atualização de uma vez por todas, como observou a jornalista Mary Jo Foley.

Reprodução

Outra mudança importante: o botão “X” no canto superior direito da janelinha fará a função que deveria fazer desde o princípio. Ele irá fechar a janela sem dar início automático ao processo de atualização como vinha acontecendo anteriormente. O usuário ainda receberá notificações para atualizar depois de algum tempo, no entanto.

A alteração é importante, porque a empresa havia recorrido a uma técnica eticamente condenável. O update era baixado e pré-agendado, e o usuário apenas notificado. Ao clicar no “X”, a empresa entendia que a pessoa estava concordando e aceitando a atualização e dava início ao processo. Para cancelar, era preciso pressionar um botão que não tinha tanto destaque quanto os outros.

“Desde que introduzimos uma nova experiência para o Windows 10, recebemos comentários que alguns de nossos valiosos clientes a consideraram confusa. Trabalhamos baseado em suas reações e, nesta semana, lançaremos uma nova experiência de upgrade com opções claras para atualizar agora, agendar um horário ou rejeitar a oferta grátis. O “X vermelho” no canto superior da caixa de diálogo irá dispensar o lembrete e não iniciará a atualização”, diz a empresa que promete “continuar sendo guiada pelas opiniões do usuário para sempre merecer e manter sua confiança”.

A nova janela deve evitar novas ações judiciais contra a empresa, mas ela vem em um momento em que seu impacto deve ser pequeno. A oferta de atualização grátis para o Windows 10 vale apenas até 29 de julho, o que significa que falta apenas um mês para o fim.

Via Ars Technica

 

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4 dicas para não ser espionado através da sua webcam

Mark Zuckerberg não é o único a desconfiar das webcams. Uma pesquisa realizada pela Kaspersky mostra que 49% dos usuários não sentem segurança nas câmeras pois acrediram que elas são usadas para espionar o dono do computador.

O estudo concluiu que 39% dos entrevistados usam algum tipo de bloqueio físico para impedir a gravação; 17% recorrem ao Post-It ou ao Band-Aid e apenas 4,8% optam, como o CEO do Facebook, por uma fita adesiva.

Reprodução

A paranoia tem sentido

Especialistas da Kaspersky Lab no Brasil afirmam que este tipo de ataque – que toma o controle da webcam do PC – é comum no mundo todo. Nos últimos 12 meses, foram identificadas aqui no país mais de 3,8 mil ameaças.

Além dos malwares, senhas fracas também podem facilitar o ataque de pessoas mal intencionadas. Há 2 anos, um site virou notícia mundial por transmitir ao vivo os vídeos de webcams de mais de 250 países. O problema é que os usuários não mudaram a senha de fábrica do aparelho, que era uma sequência fraca (algo como 12345).

Confira 4 dicas para impedir que pessoas espiem você através de sua webcam:

1. Baixe softwares apenas da página do fabricante

Links de terceiros podem conter maware junto com o programa que você deseja baixar

2. Nunca desative as configurações de segurança e proteção

Alguns antivirus possuem funções de bloqueio do microfone e da webcam que podem ajudar em caso de tentativas de invasão.

3. Mude a senha padrão do roteador e da webcam

Pode parecer óbvio, mas muita gente acaba esquecendo. Existem sites legítimos com o mapa de endereços IPs de dispositivos conectados. Esse recurso pode ser usado por pessoas mal intencionadas para invadir o PC ou a rede.

4. Crie senhas fortes

Não reutilize senhas. Na hora de criar uma nova palavra-chave, opte por aquelas que contenham letras, números e símbolos.

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Sony trabalha em robô que pode criar laços afetivos com humanos

A Sony revelou que está desenvolvendo um robô capaz de formar laços afetivos com seus donos, numa relação em que a máquina seria capaz de cultivar a inspiração de “amor e afeição”.

De acordo com a companhia, em abril deste ano foi formada uma nova organização interna que trabalha para trazer a ideia à luz da realidade.

“A Sony quer propor novos modelos de negócio que integrem hardware e serviços para promover experiências emocionalmente convincentes”, diz a empresa, em nota divulgada a investidores.

Não há qualquer previsão de lançamento, preço e mercados a receberem a novidade. A Sony, aliás, não divulgou detalhes sobre o projeto, só revelou estar trabalhando nele.

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Google cria ferramenta que testa velocidade da internet pelo buscador  

Do Olhar Digital

Seguindo o exemplo da Netflix, o Google começou a testar uma plataforma que mede a velocidade da internet. Só que a ferramenta aparece no buscador, e não em um site separado, como é o caso da locadora online.

O recurso aparece para alguns internautas quando digitam “check internet speed” e foi flagrado por um usuário do Twitter.

Uma captura de tela revela que o teste não é feito automaticamente, já que é preciso clicar num botão que aparece nos resultados de busca.

Isso talvez seja uma medida para economizar a internet do usuário, porque o Google avisa que o teste “tipicamente transfere menos de 40 MB de dados”, mas que isso pode subir em conexões mais rápidas.

A empresa ainda não se pronunciou a respeito.

Via: The Next Web

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Primeiro navio cargueiro autônomo pode ser inaugurado em 2020

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Projeto de financiamento coletivo milionário é hackeado e perde US$ 50 milhões  

Do Olhar Digital

No final de maio, o Olhar Digital explicou que o The DAO era uma ideia ambiciosa que queria mudar o mundo usando a internet. No entanto, o maior projeto de financiamento coletivo da história, com mais de US$ 160 milhões arrecadados, foi hackeado e teve cerca de US$ 50 milhões roubados por um hacker. Agora ele vive dias de crise.

Se você não está familiarizado com essa iniciativa que prometia uma verdadeira revolução, não se preocupe. Ela é relativamente nova. DAO é a sigla para “Organização Autônoma Descentralizada (Descentralized Autonomous Organization)” e destina-se a empresas que se administram automaticamente por meio de instruções pré-programadas e sem qualquer intervenção humana.

O objetivo aqui era criar diversas empresas que pudessem realizar vários serviços sem a atuação humana. Isso diminuiria os gastos e, ironicamente, poderia acabar com a corrupção. Os lucros gerados por essas empresas seriam compartilhados entre todos os “acionistas” que investiram na ideia.

Outro detalhe é que os serviços jamais poderiam cessar de existir por conta de influências externas. Para acabar com uma empresa digital, seria necessário desligar a internet.

Mas o que essa organização produz? Nada e tudo. DAO não é uma empresa, ela é uma plataforma de investimentos que engloba projetos criados por pessoas do mundo inteiro. Funciona como uma página de crowdfunding, mas com uma estrutura totalmente descentralizada onde é a comunidade de investidores que decide por votos qual projeto irá receber recursos financeiros para sair do papel.

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Entretanto, os organizadores da ideia talvez não esperassem que a ganância humana fosse mais forte do que muitos mecanismos de segurança. Assim, um hacker conseguiu desviar US$ 50 milhões dos fundos. Para isso, ele usou as regras do próprio sistema e fez com que o dinheiro arrecadado fosse direcionado para divisões e subdivisões que ele próprio criou. Seria como uma empresa com diversos “setores fantasmas” que recebem verba.

O roubo de aproximadamente um terço de todo o dinheiro investido seria o suficiente para que o The DAO fosse considerado um fracasso histórico. Contudo, essa história parece ainda não ter chegado ao fim e ganha novos contornos.

Isso pelo fato de que alguns membros da comunidade de investidores resolveram bancar os investigadores buscando e tentando banir os responsáveis pelo ataque cibernético. De outro lado, um grupo propõe que o sistema se dissolva e devolva o valor investido para quem apostou na ideia e agora se vê prejudicado por questões técnicas. Essa ação colocaria fim em todo o projeto.

Se você acha que isso já seria o suficiente para uma história no mínimo interessante, saiba que ela ainda não chegou ao fim. O clímax se dá quando um novo grupo, este autodenominado “Robin Hood”, busca vingança contra o hacker.

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O brasileiro Alex Van De Sande faz parte desse grupo de vingadores e o objetivo deles é tomar de volta os recursos que foram desviados pelo criminoso digital usando o mesmo método fazendo-o provar do próprio veneno. Seria um efeito cascata. Ou seja, criar mais subdivisões e permitir que o dinheiro seja redirecionado para essas partições e, então, realocado como investimento no The DAO.

Parece um pouco complicado de entender, mas a estratégia do contra-ataque tem dado certo. Não há uma indicação, porém, do quanto já foi recuperado. O que se sabe é que a batalha para garantir a vida de uma ideia que poderia o mudar o mundo em que vivemos segue viva.

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