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Apple rebate acusações de que está boicotando Spotify  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

Nesta semana, o Spotify acusou a Apple de dificultar a liberação de atualizações de seu aplicativo na App Store. Segundo o serviço, a fabricante estaria fazendo isso para privilegiar o Apple Music, seu próprio serviço de streaming.

O Spotify enviou uma carta a Bruce Sewell, conselheiro geral da Apple, onde declara que a fabricante alega que o app desobedece “regras do modelo de negócio”, acrescentando que o Spotify deve usar seu sistema de faturamento no aplicativo.

Um porta-voz da Apple rebateu as acusações e afirmou que a companhia está “decepcionada com os ataques públicos” feitos pelo Spotify.

“Achamos preocupante que vocês estejam pedindo isenções às regras que se aplicam a todos os desenvolvedores e estarem espalhando publicamente rumores e meias-verdades sobre o nosso serviço”, afirma Segwell em uma carta de resposta.

“Pouco depois que o Spotify apresentou o seu app em 26 de maio, a nossa equipe identificou uma série de questões, incluindo a de que o recurso de compra dentro do app foi removido e substituído por um recurso de inscrição na conta, claramente destinada a contornar as regras de compra no aplicativo da Apple. Essa característica existe apenas para evitar ter que pagar para a Apple pelo uso da App Store.Uma clara violação dos termos qualquer outro desenvolvedor”, afirma o conselheiro.

“Não há nada na conduta da Apple que equivale a uma violação das leis antitruste​”, escreveu Sewell.

Via BusinessInsider

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3 truques do seu iPhone que você talvez não conheça

Hoje em dia, os smartphones desempenham funções de diversos dispositivos: além do tradicional telefone, eles fazem as vezes de calendários, câmeras fotográficas, reprodutores de músicas, entre outros. Mas os iPhones podem fazer muito mais do que você imagina. Listamos 4 truques do aparelho que você pode não conhecer. Confira:

1. Compartilhe sua localização pelo iMessage

Ao enviar uma mensagem, clique em Detalhes, que fica no canto superior direito, e selecione “Compartilhar minha localização atual”. É possível também compartilhar uma localização específica, pelo mesmo modo.

2. Verifique seus e-mails enquanto escreve uma mensagem

Ao escrever uma mensagem de e-mail, é possível navegar pelo aplicativo. Para isso, clique e segure na parte superior da tela e puxe-a para baixo. Em seguida, navegue pelos e-mails. Para voltar à tela da  mensagem, clique novamente nela.

3. Faça com que a Siri leia tudo para você

Vá em Ajustes, Geral e Acessibilidade. Lá, clique em Fala. Ative a s opções Falar Seleção e Falar Conteúdo da Tela. É possível selecionar entre “Raquel” (português brasileiro) e Joana (português de Portugal).

Use dois dedos na parte superior da tela para ativar a leitura da página.

 

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Após primeira morte causada por carro autônomo, Tesla será investigada  

Olhar Digital

No mês passado, o norte-americano Joshua Brown, de 40 anos, faleceu após o seu carro, um Tesla Model S, bater em um trailer. Agora, a Administração Nacional de Segurança de Tráfego nas Estradas nos Estados Unidos abriu uma “avaliação preliminar” da função de piloto automático da montadora.

Segundo laudos da perícia, o piloto automático, que se assemelha muito com um carro de auto condução, estava ativado no momento do acidente. O veículo não acionou os freios após o trailer ter entrado na sua frente.

De acordo com a Tesla, os sensores do carro não perceberam a parte que estava sendo rebocada por conta do sol, que pode ter atrapalhado, e porque o trailer entrou na faixa na perpendicular. Ainda assim, a companhia afirma que orienta os motoristas manterem as mãos no volante mesmo estando com o piloto automático ativado, para caso aconteça algum imprevisto.

O acidente vai colocar um holofote sobre impulso da indústria automobilística em criar carros autônomos, algo que os defensores disseram que provavelmente vai reduzir acidentes no trânsito, uma vez que a maioria dos acidentes são causados por erro humano.

Ao contrário da Tesla, a maioria dos outros fabricantes de automóveis e empresas de tecnologia de testes de capacidades autônomas estão fazendo teste em programas limitados.

Via Forbes e The Wall Street Journal

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EUA têm primeiro acidente fatal em carro com sistema semiautônomo

Do G1, em São Paulo

Tesla S (Foto: Divulgação)
Tesla S (Foto: Divulgação)

Um motorista morreu quando o carro em que estava, um Tesla Model S, colidiu com um caminhão na Flórida, nos Estados Unidos. O veículo estava no modo semiautônomo ou “Autopilot”, em que o carro dirige sozinho dentro de algumas restrições.

Este é o primeiro acidente fatal com o uso desse tipo de recurso, disse a Tesla, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (30).

O caso aconteceu em maio passado, mas só foi divulgado com a abertura de uma investigação pela agência de segurança de transporte do país (NHTSA) e a nota da Tesla. A fabricante disse que só soube do ocorrido na última quarta (29).

O que é semiautônomo
Apesar de diversas montadoras testarem veículos totalmente autônomos, inclusive nas ruas, nenhum país vende carros que dispensam motorista completamente.

Mas alguns modelos, como o elétrico Model S, permitem esse tipo de condução sob certos limites, de tempo e velocidade, por exemplo, e regras, como a de que o motorista mantenha as mãos aos volante, para reassumir o controle a qualquer momento.

Vítima tinha elogiado sistema
O site “The Verge” publicou que, em abril último, o motorista Joshua Brown, que morreu no acidente, tinha postado um vídeo no YouTube (assista aqui) em que dizia que o “Autopilot” o salvou da batida em outro caminhão que tentou pegar a mesma pista em que o carro dele estava.

Ele gravou o momento em que o veículo se aproxima pela esquerda e o Tesla subitamente desvia para o lado, evitando a colisão.

Um mês antes de acidente fatal, motorista postou vídeo elogiando o sistema Autopilot, da Tesla (Foto: Reprodução/YouTube)
Um mês antes de acidente fatal, motorista postou vídeo elogiando o sistema Autopilot, da Tesla
(Foto: Reprodução/YouTube)

“Eu não estava olhando naquela direção (de onde vinha o caminhão) e a Tessy (nome que dou para o meu carro) estava no comando, com o Autopilot ativo. Percebi o perigo quando a Tessy me alertou com um alerta para ‘assumir o comando imediatamente’ e com o carro desviando para a direita para evitar a batida lateral”, descreveu Brown.

“Você pode ver (no vídeo) quando eu retomei o controle (do carro), há um leve som no volante. A Tessy já tinha movido o carro para evitar a colisão”, completou.

O vídeo tinha mais de 1,7 milhão de visualizações até a noite desta terça.

Como foi o acidente
O acidente com o Model S aconteceu em uma rodovia de in Williston e os sensores do carro não perceberam que uma carreta fez uma curva para a esquerda à sua frente, em um cruzamento.

O Tesla acabou entrando embaixo o caminhão e o teto foi arrancado, segundo descreveu o jornal local “The Levy Count”. O carro continuou se arrastando até sair da pista e bater em uma cerca.

Brown, de 45 anos, morreu na hora. O condutor do caminhão não se machucou.

“Foi o primeiro acidente fatal em 130 milhões de milhas percorridas com o Autopilot. Entre todos os veículos nos Estados Unidos, há, em média, um acidente fatal a cada 94 milhões de milhas. No mundo, a cada 60 milhões de milhas, aproximadamente”, disse a Tesla, na nota. “É importante enfatizar que a ação da NHTSA é simplesmente uma avaliação premilinar para determinar se o sistema funcionou conforme o esperado.”

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Buraco na camada de ozônio sobre a Antártida está diminuindo, diz estudo

Da AFP

Descoberta é de cientistas da Universidade de Leeds, liderados pelo professor Susan Solomon, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (Foto: Nasa)
Descoberta é de cientistas da Universidade de Leeds, liderados pelo professor Susan Solomon, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (Foto: Nasa)

O buraco na camada de ozônio sobre a Antártida está diminuindo, disseram pesquisadores nesta quinta-feira (30). Um estudo revelou que o tamanho foi reduzido em cerca de quatro milhões de quilômetros quadrados – uma área do tamanho da Índia – desde 2000.

Essa é uma boa notícia para o meio ambiente, quase 30 anos após o Protocolo de Montreal ser assinado para eliminar progressivamente a emissão de certos poluentes (CFCs), como retificaram os mesmos cientistas.

“É uma grande surpresa”, disse a autora principal, Susan Solomon, uma química atmosférica no Massachusetts Institute of Technology (MIT), em uma entrevista à revista científica americana “Science”. “Eu não achei que isso iria acontecer tão cedo”, acrescentou.

O estudo atribuiu a recuperação da camada de ozônio ao “declínio contínuo do cloro atmosférico proveniente de clorofluorcarbonetos (CFCs)”, ou componentes químicos que eram emitidos por limpeza a seco, geladeiras, spray de cabelos e outros aerossóis.

“Agora, podemos estar confiantes de que as coisas que fizemos colocaram o planeta no caminho para a recuperação”, disse Solomon.

A coautora Anja Schmidt, pesquisadora em impactos vulcânicos na Universidade de Leeds, concordou e descreveu o Protocolo de Montreal como “uma verdadeira história de sucesso que proporcionou uma solução para um problema ambiental global”.

Atividade vulcânica
O buraco na camada de ozônio foi descoberto na década de 1950, e alcançou um tamanho recorde em outubro de 2015. Solomon e seus colegas afirmam que o episódio aconteceu devido à erupção do vulcão chileno Calbuco naquele mesmo ano.

O vulcão atrasou ligeiramente a recuperação do ozônio, que é sensível ao cloro, à temperatura e à luz do sol. “Injeções vulcânicas de partículas causam uma destruição maior que o normal no ozônio”, disse Schmidt.

“Essas erupções são uma fonte esporádica de minúsculas partículas no ar que fornecem as condições químicas necessárias para que o cloro dos CFCs introduzido na atmosfera reaja eficientemente com o ozônio na atmosfera sobre a Antártida”, completou.

O ozônio passa por um ciclo regular a cada ano, com sua redução começando em agosto, no final do inverno escuro da Antártida. O buraco normalmente atinge seu tamanho máximo em outubro.

A tendência geral em direção à recuperação se tornou evidente quando os cientistas estudaram as medições feitas por satélites, instrumentos terrestres e balões meteorológicos no mês de setembro, em vez de outubro.

“Eu acho que as pessoas, eu inclusive, estiveram focadas demais em outubro, porque é quando o buraco de ozônio é enorme”, disse Solomon, ressaltando que o mês está, porém, sujeito a outras variáveis, como pequenas alterações meteorológicas.

O coautor Ryan Neely, professor de ciência atmosférica em Leeds, disse que o escopo do estudo permitiu à equipe “quantificar os impactos separados de poluentes emitidos pelo homem, de mudanças na temperatura e nos ventos, e de vulcões no tamanho e na magnitude do buraco de ozônio da Antártida”.

“Observações e modelos de computador concordam. A cura do ozônio da Antártida começou”, completou.

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Sonda espacial concluirá missão de 12 anos com pouso em cometa

Da AFP

 Ilustração da Sonda Rosetta se aproximando do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko (Foto:  Spacecraft: ESA/ATG medialab; Comet image: ESA/Rosetta/NavCam – CC BY-SA IGO 3.0)
Ilustração da Sonda Rosetta se aproximando do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko (Foto: Spacecraft: ESA/ATG medialab; Comet image: ESA/Rosetta/NavCam – CC BY-SA IGO 3.0)

A sonda europeia Rosetta terminará sua missão no dia 30 de setembro pousando no cometa 67P, ao término de 12 anos de uma viagem espacial que permitiu avanços no conhecimento destes corpos celestes, anunciou nesta quinta-feira (30) a Agência Espacial Europeia (ESA).

A Rosetta pousará no cometa onde já se encontra seu robô Philae, inativo desde o ano passado por falta de energia.

“Para ambos será o fim da missão mais bela que se pode imaginar, com a possibilidade de realizar novas medições e imagens o mais próximo possível do cometa, fornecendo novos dados para a comunidade científica”, disse Jean-Yves Le Gall, presidente do programa espacial francês CNES.

Os dados obtidos através da Rosetta e do Philae continuarão a ser analisados durante os próximos anos, oferecendo possíveis novas descobertas.

Após 12 anos de viagem interplanetária, incluindo os dois últimos no entorno imediato do cometa, a Rosetta tentará concluir sua missão “de maneira magistral”, indicou a ESA.

O cometa atualmente está se afastando do Sol, e seguirá nesta rota até alcançar 850 milhões de quilômetros de distância.

A partir dos 600 milhões de quilômetros, a Rosetta, que acompanha o cometa em seu périplo ao redor do Sol, perderá a capacidade de armazenar energia suficiente para continuar operando seus instrumentos de observação e transmissão de dados para a Terra por ondas de rádio.

Por isso, a ESA decidiu concluir sua missão.

Robô dorminhoco
Em 12 de novembro de 2014, a Rosetta aterrizou o Philae, de 100 quilos e carregado com 11 instrumentos de observação, na superfície do cometa.

Pouso no cometa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Pouso no cometa (Foto: Editoria de Arte/G1)

O pouso acabou sendo abrupto demais, o que fez o robô ricochetear duas vezes, antes de ficar imobilizado sobre o cometa de formato irregular e quatro quilômetros de diâmetro.

Devido ao imprevisto, o Philae ficou pousado em uma zona de relevo acidentado e escassa exposição à luz solar. Após gastar o que restava das suas baterias enviando o resultado de 60 horas de observação para a Rosetta, o robô ‘adormeceu’.

Conforme o 67P se aproximou do Sol, o Philae voltou a despertar em junho de 2015, e mandou uma mensagem de dois minutos através da Rosetta, gerando expectativas na Terra.

Mas em julho de 2015, após oito comunicações intermitentes, o robô deixou de dar sinal de vida.

No caso da Rosetta, a aproximação será realizada a 50 centímetros por segundo, uma velocidade duas vezes menor que a do Philae.

Oportunidade única
Durante o trajeto, a sonda registrará imagens de alta resolução em tempo real e fará medições científicas “totalmente inéditas”, disse a ESA. Os cientistas na Terra terão a oportunidade de recolher dados que só podem ser oferecidos por um encontro próximo.

Uma vez em contato com a superfície do cometa, as comunicações e as operações da Rosetta serão interrompidas.

Em agosto, serão feitos ajustes da trajetória de navegação da sonda que orbita o cometa, levando-a progressivamente para mais perto da sua superfície. Ainda não foi decidido em que lugar do corpo celeste a Rosetta aterrizará.

O pouso vai colocar um fim a uma aventura sem precedentes na história da conquista espacial, que ofereceu dados capazes de aumentar nossos conhecimentos sobre o aparecimento da vida na Terra.

Projetada há mais de 20 anos, a missão histórica busca compreender melhor o Sistema Solar desde seu nascimento, já que se considera que os cometas são vestígios da sua matéria primitiva.

A Rosetta registrou imagens inéditas do cometa, analisou gases que saem da sua superfície e examinou seu interior. Com a missão, aprendemos que os cometas contêm moléculas orgânicas, que são a base da vida.

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Justiça bloqueia R$ 19,5 milhões após WhatsApp negar liberação de dados

Luciane Cordeiro e Wilson Kirsche

Do G1 PR e da RPC

A Justiça Federal em Londrina, no norte do Paraná, mandou bloquear R$ 19,5 milhões das contas do Facebook, que é dono do aplicativo eletrônico de mensagens WhatsApp, por multas aplicadas em decorrência do descumprimento de uma decisão judicial. Conforme a decisão, a empresa se recusou a liberar dados do aplicativo de mensagens de traficantes investigados pela Polícia Federal na operação Quijarro. A operação foi deflagrada na quarta-feira (29) em três estados e prendeu uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas.

A determinação apenas bloqueou as contas bancárias do Facebook, não suspendeu o serviço para os usuários. A empresa informou que não vai comentar o caso.

Segundo o delegado da Polícia Federal Elvis Secco, a decisão do bloqueio recai sobre o Facebook porque o aplicativo WhatsApp não tem conta bancária no Brasil.

O valor se refere a multas acumuladas durante os últimos cinco meses. A cada notificação quinzenal o valor foi triplicando e alcançou, em junho, o valor bloqueado. A decisão determinando o bloqueio de contas da empresa é do dia 24 de junho.

A operação Quijarro foi deflagrada no Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva, 17 de busca e apreensão em imóveis, 43 de busca e apreensão de veículos e 7 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento. Duas pessoas não foram localizadas e são consideradas foragidas.

A investigação começou em janeiro do ano passado e identificou que um dos grupos responsáveis pelo transporte de cocaína estava instalado em Londrina, no norte do Paraná. Eles distribuíam o entorpecente para o Brasil, Bolívia, Colômbia e Espanha. Um casal boliviano, responsável pelo envio de cerca de duas toneladas de cocaína por mês ao Brasil, foi preso no decorrer das investigações.

Sem acesso às mensagens do aplicativo, não conseguimos descobrir o núcleo comprador da droga na Espanha e no Brasil”
Elvis Secco, delegado

De acordo com a PF, o transporte da cocaína era feito em caminhões e carretas com fundos falsos, que normalmente levavam cargas lícitas na tentativa de driblar a fiscalização. Os motoristas que faziam as viagens sabiam da irregularidade.

O delegado Elvis Secco, responsável pela operação, considerou que o WhatsApp atrapalhou as investigações ao não repassar mensagens trocadas pelos traficantes no aplicativo. Para Secco, se a determinação tivesse sido cumprida, o resultado da operação teria sido diferente.

“Hoje em dia, os criminosos só conversam por mensagens eletrônicas. O pedido, que é o mesmo da interceptação telefônica, é garantido pela Legislação Brasileira. A recusa da empresa em cumprir a ordem judicial atrapalhou tudo. Sem acesso às mensagens do aplicativo, não conseguimos descobrir o núcleo comprador da droga na Espanha e no Brasil, e também não conseguimos apreender mais cargas e revelar outros membros da organização”, afirmou o delegado.

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Homem se casa com seu smartphone em Las Vegas  

“Eu vos declaro marido e smartphone”. Com essas palavras, um padre da Little Vegas Chapel casou o estadunidense Aaron Chervenak com o seu smartphone no mês passado. Segundo Chervenak, o objetivo era “mostrar como os celulares estão se tornando importantes em nossas vidas dárias”.

Aaron não chegou a confirmar qual era o modelo do dispositivo, embora seja possível ver no vídeo da cerimônia (realizado pela KTNV-TV) que o aparelho se assemelha, ao menos, a um iPhone 6 ou 6s. O noivo vestiu um smoking para a cerimônia, enquanto o dispositivo foi equipado com uma capinha branca com um anel na parte traseira para que ele encaixasse seu dedo anelar.

O vídeo do casamento pode ser visto abaixo:

“Nós nos conectamos com nossos celulares em tantos níveis emocionais. Nós nos voltamos a eles em busca de conforto, para nos acalmar, para nos ajudar a dormir, para tranquilizar nossas mentes”, e para mim, isso também é o cerne de um relacionamento amoroso” disse Chervenak, embora ao menos um estudo relacione depressão com maior uso de smartphones. “Por isso eu decidi ver como seria casar com um celular”, completou.

Casamento 

Michael Kelly, o dono da Little Vegas Chapel, chegou a admitir que “primeiro foi tipo ‘o quê?’, mas depois foi tipo… ‘tá bom, vamos nessa'”. Segundo Aaron, a capela lhe pareceu “não apenas aberta à ideia, mas realmente animada com essa possibilidade”.

Durante a cerimônia, o noivo prometeu “amá-la, honrá-la, confortá-a, resguardá-la e ser fiel a ela” (“ela”, no caso, referindo-se ao aparelho). Em seguida, ele colocou seu dedo anelar no espaço reservado para isso na traseira da capinha nupcial e renovou sua promessa para “todos os dias de minha vida”. Não houve beijo no final da cerimônia.

Embora a cerimônia tenha sido realizada normalmente, o casamento não é legalmente reconhecido pelo estadom de Nevada. “Ainda não é legal se casar com smartphones, mas o que eu espero é que o meu casamento aja como um ato simbólico”, disse Chervenak.

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Empresa leva histórias da Bíblia a óculos de realidade virtual  

Do Olhar Digital

Uma empresa chamada Bible-VR anunciou, na última quarta-feira, 29, que está desenvolvendo um aplicativo que leva passagens da Bíblia a dispositivos de realidade virtual como Oculus Rift e Google Cardboard.

O app, que será lançado em 12 de julho nos Estados Unidos, contará com histórias curtas e imagens tridimensionais que levam o usuário aos locais retratados no livro. Além disso, também será possível participar de “salas de reza”.

As filmagens do material que gerará tudo isso estão sendo realizadas no Marrocos e em Israel. As imagens serão usadas para montar cenários que retratem, por exemplo, a divisão do Mar Vermelho e o nascimento de Jesus.

A empresa diz que a ideia é tornar a Bíblia acessível em uma linguagem mais aceita pelas novas gerações. E a Bible-VR não é a única se esforçando nesse sentido, já que recentemente um anônimo começou a traduzir o livro em emojis (relembre).

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Amazon vende smartphones mais barato, mas há uma pegadinha  

Do Olhar Digital

A Amazon, maior empresa de comércio online do mundo, criou um novo método de venda de celulares que permite oferecer descontos significativos nos Estados Unidos. Mas há uma pegadinha: o usuário deve ver anúncios na tela de bloqueio do smartphone.

A novidade foi anunciada nesta quarta-feira para os assinantes Prime. Eles poderão comprar o novo Moto G com um descontão: de US$ 200, o aparelho poderá ser adquirido por US$ 125 (37,5% de desconto). O aparelho Blu R1 HD também está com preço reduzido, custando apenas US$ 50. A empresa ainda não revelou se oferecerá outros smartphones como parte do programa.

Os aparelhos são vendidos com uma customização da Amazon. A tela de bloqueio mostrará anúncios; ao tocar neles, serão exibidas mais informações sobre o produto em questão. Para dispensar o anúncio, só é preciso desbloquear a tela. Além disso, a empresa irá pré-instalar seus próprios aplicativos nos celulares vendidos desta forma.

Os anúncios podem ser razoavelmente discretos ou bastante invasivos. Caso não haja nenhuma notificação na tela de bloqueio, a publicidade pode tomar a tela inteira. Se, ao contrário, houver um alerta, o anúncio será exibido de uma forma mais discreta, como se fosse uma notificação.

Reprodução

A ideia é um pouco estranha, e traz benefícios e problemas. A ideia de ver um anúncio toda vez que você ativa a tela do celular pode ser desagradável, mas adquirir um celular mais barato pode ser uma boa vantagem. E para você: seria uma boa adquirir um smartphone mais barato se isso significasse ver publicidade toda vez que você liga a tela do aparelho?

Via Time

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