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Facebook cria aparelho que permite a qualquer um montar uma rede celular  

Do Olhar Digital

A missão número 1 do Facebook é conectar o mundo. Para isso, é necessário levar internet para quem ainda não tem, e por isso a empresa investe em diversos projetos que incluem drones movidos a energia solar disparando lasers de internet para o solo. A nova iniciativa da empresa se chama OpenCellular, uma plataforma open-source de hardware e software que se propõe a distribuir internet móvel e barata para áreas remotas.

“A infraestrutura celular tradicional pode ser bem cara, tornando difícil para os operadores disponibilizá-las em todos os lugares e para pequenas organizações e indivíduos resolver os desafios da conectividade hiperlocalizada”, explica o engenheiro Kashif Ali, do Facebook. Ele criou a Endaga, empresa que já tinha este propósito e foi comprada pela rede social de Zuckerberg no ano passado.

A ideia é que o OpenCellular possa ser um substituto para as caras antenas de telefonia necessárias para manter uma rede celular. O dispositivo, de pequeno porte, pode ser acoplado em árvores ou postes de luz para “suportar uma gama de opções de comunicação, desde uma rede em uma caixa a um ponto de acesso Wi-Fi, suportando tudo desde o 2G até o LTE”, explica a empresa.

Reprodução

A empresa também diz que o design (que, novamente, é open-source, o que significa que qualquer pessoa ou empresa tem acesso liberado para usá-lo) foi criado para ser o mais simples possível, para encorajar pessoas a criar suas próprias redes celulares. “Muitas pessoas não percebem que criar sua própria rede celular não só é possível, mas também não requer expertise técnica substancial”, diz Ali.

Em publicação em seu perfil, Mark Zuckerberg explica que o sistema foi projetado para estar aberto a todos, desde operadoras de telecomunicações, passando por pesquisadores e chegando até nos empreendedores. A ideia é que um dispositivo possa suportar até 1,5 mil pessoas em até 10 quilômetros de distância.

A companhia afirma que já testou o sistema em seus laboratórios, onde já é possível enviar mensagens SMS, fazer chamadas de voz e usar internet básica 2G por meio da plataforma.

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Oi tem dívidas de R$ 0,02 a R$ 18 bilhões em lista de credores

Cristiane Caoli

Do G1, no Rio

Operadora Oi pede recuperação judicial de R$ 65 bilhões/GNews (Foto: Reprodução GloboNews)
Operadora Oi pede recuperação judicial de R$ 65,4 bilhões/GNews (Foto: Reprodução GloboNews)

Na lista de credores da OI de cerca de 400 páginas, anexada ao pedido de recuperação judicial enviado à Justiça do Rio de Janeiro – do qual o G1 teve acesso -, há débitos que vão de R$ 0,02 a R$ 18 bilhões, em cerca de 13 mil empresas públicas, privadas e pessoas físicas. Somadas, as dívidas chegam a R$ 65,4 bilhões.

A lista de credores – que foi dividida em quatro classes: “Credores Quirográficos”, “Credores com Garantia Real”, “Credores Trabalhistas” e “Credores Microempresas e Empresas de Pequeno Porte” – não informa, porém, que serviços ou produtos os credores teriam fornecido à empresa.

No topo da listagem com o maior valor a dever está o The Bank of New York Mellon, com R$ 18,1 bilhões. Já o menor valor que consta no documento, R$ 0,02, é devido a seis pessoas físicas: cinco moradoras de Curitiba, no Paraná, e outra moradora de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul.

Na noite de quarta-feira (29), o juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio, deferiu o pedido de recuperação judicial do Grupo Oi, formado pelas empresas Oi, Telemar Norte Leste, Oi Móvel, Copart 4 e 5 Participações, Portugal Telecom e Oi Brasil.

Na decisão, o magistrado disse que considerou o fato de a empresa ser uma das maiores do setor de telecomunicação no mundo e o impacto na economia brasileira.

Maior pedido de recuperação judicial do país
A empresa anunciou na segunda-feira (20) o pedido de recuperação, incluindo no processo um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas. A empresa é a maior operadora em telefonia fixa do país e a quarta em telefonia móvel, com cerca de 70 milhões de clientes.

O pedido veio após a Oi ter anunciado no dia 17 que ainda não havia obtido acordo com credores para tentar reeestruturar sua dívida, considerada impagável.

Este é o maior pedido de recuperação judicial da história do Brasil. Até então, o maior era o da Sete Brasil (empresa de sondas de águas ultraprofundas), que envolveu R$ 19,3 bilhões.

Como a Justiça aceitou o pedido, a empresa terá agora 60 dias para elaborar plano de recuperação e, em seguida, buscar um acordo com os credores. Em nota, a Oi informou que o objetivo do plano de recuperação judicial “é manter a prestação do serviço com qualidade aos clientes e equacionar o endividamento”.

No mesmo comunicado, a empresa afirmou que “todas as nossas atividades de atendimento, vendas, instalação e manutenção estão sendo desempenhadas normalmente”, e ressaltou que “tudo será mantido exatamente como está combinado, inclusive nas contas dos clientes e os preços praticados pela Oi, agora sob proteção da Justiça”.

Menores valores
Entre os destaques entre os credores com menores valores que constam na lista há pessoas físicas com valores entre R$ 0,17 e R$ 0,46.

À Casa de Saúde São José, em Pinhal Grande, no Rio Grande do Sul, Mitra Diocesana de Santa Cruz do Sul, no mesmo estado, e outras cinco pessoas, o valor devido é de apenas R$ 0,86.

Constam ainda uma empresa de transporte de móveis em São Bento do Sul, em Santa Catarina, com valor de R$ 1,95, uma empresa de serviços de telecomunicações no Recife, Pernambuco, com R$ 2,69, e construções metálicas no Rio Grande do Sul, valor de R$ 2,72.

A lista mostra também débitos de R$ 7,45 a uma empresa de compensados em Santa Catarina, e R$ 8,43 à outra empresa privada que atua na área de banca de revista em Caxias do Sul.

A uma empresa de atacado do ramo de doces, em Ibirama, Santa Catarina, o débito é de R$ 9,60, enquanto para outra do ramo de peças e acessórios para automóveis, em Capivari Baixo, no mesmo estado, o valor é de R$ 15,93.

O documento apresenta também credores do ramo de confeitaria, em Santa Maria (R$ 35,06), Floricultura, em Santo Augusto (R$ (38,56), ambos no Rio Grande do Sul, Livraria e bazar (R$ 20,31), oficina agrícola (R$ 20,31), sociedade aquática (R$ 18,03), vidraçaria (R$ 35,06), entre outras empresas privadas.

Grupos financeiros são maiores débitos
Somados, os grupos financeiros The Bank of New York Mellon, dos Estados Unidos, e Citicorp Trustee Company Ltd, do Reino Unido, representam cerca de 50% do total de dívida. O valor devido à instituição londrina é de R$ 15,7 bilhões.

Na lista constam ainda a instituição Nordic Investment Bank, da Finlância, com R$ 106 milhões, o China Development Bank, com R$ 2,4 bilhões, o Citibank N.A., no Reino Unido, valor de R$ 28 mil, o Credit Agricole Corporate and Investment Bank S.A., R$ 802 mil, e o KFW IPEX-Bank, R$ 425 mil.

Já as instituições financeiras brasileiras representam cerca de 22% do total da dívida da OI. Ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – única que consta na lista de “Credores com Garantia Real”, a empresa deve R$ 3,3 bilhões, enquanto à Caixa Econômica, R$ 1,9 bilhões, e ao Banco do Brasil, R$ 4,3 bilhões.

A lista consta ainda outros bancos estatais como o Banco da Amazônia, R$ 79 milhões, Banco de Brasília, R$ 53 milhões, Banco do Estado do Rio Grande (Banrisul), R$ 225 mil, e Banco do Nordeste, R$ 127 milhões.

Ao Banco Itaú, única instituição financeira privada da lista, o valor chega a R$ 1,5 bilhão. Os bancos citados fazem parte da lista denominada “Credores Quirografários” ou credor que “será pago em rateio do saldo que houver”, segundo o dicionário jurídico.

Jurídico
Constam ainda na lista de credores da empresa o Ministério Público Federal de Macapá, no valor de R$ 1 milhão, e os ministérios públicos estaduais: São Paulo, R$ 286 mil; Minas Gerais, R$ 183 milhões; Santa Catarina, R$ 1,6 milhão.

Às empresas de assessorias jurídicas, somadas, a OI deve cerca de R$ 31 milhões.

Telefonia
A OI tem ainda em sua lista de principais credores a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com R$ 10 bilhões.

À Portugal Telecom Inovação Bras, o valor chega a R$ 12 milhões, enquanto à Portugal Telecom Internacional Finance, da Holanda, R$ 15,3 bilhões. À Portugal Telecom Participações SGPS, o valor chega a R$ 480 milhões.

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Nova falha em aparelhos Android pode ser a deixa para trocar de celular  

Do Olhar Digital

Uma nova falha em aparelhos Android pode forçar os usuários mais preocupados com a segurança de suas informações a trocar de celular. A vulnerabilidade permite quebrar a criptografia de disco do sistema com ataques de força bruta e não pode ser simplesmente resolvida com uma atualização de software.

O ataque, descoberto pelo especialista em segurança Gal Benjamini, permite driblar a criptografia RSA de 2048 bits por meio de um ataque de força bruta. Isso significa usar um software que usa várias combinações diferentes de senha até encontrar a correta para quebrar a segurança de um sistema.

Normalmente, um sistema RSA de 2048 bits seria altamente seguro e tornaria este tipo de ataque praticamente inútil por ser necessário um número tão grande de tentativas que o tempo necessário tornaria a tática inviável. No entanto, uma brecha em sistemas de segurança nos chips da Qualcomm, misturada com problemas no núcleo do Android, permite a extração das chaves.

O que isso significa na prática? A criptografia de disco do Android é uma garantia de que os dados no sistema sejam acessíveis apenas pelo usuário. Se uma outra pessoa tiver acesso físico ao celular criptografado (seja roubando ou achando perdido em algum lugar), seria muito difícil ter acesso aos dados guardados ali dentro, o que pode incluir contatos, fotos, senhas, informações bancárias e todo tipo de informação sensível. Pelo menos na teoria. Com essa brecha, fica muito mais fácil ter acesso a esses dados.

A ferramenta de criptografia de disco é um recurso do Android há muito tempo. No entanto, o Google decidiu transformá-la em padrão a partir do Android 5.0 (Lollipop), indicando que cerca de 45% da base de usuários pode ter essa proteção ativada como padrão quebrada (os outros 55%, em sua maioria, não deve tê-la ativada, o que significa que também estão desprotegidos).

O pesquisador já está trabalhando com o Google e com a Qualcomm para tentar resolver os problemas, mas faz a ressalva de que uma parte dos reparos só seria possível com uma troca de hardware, o que não é algo factível em smartphones.

Se há algum ponto positivo nesta história, é o fato de que apenas especialistas sabem como operar o ataque, e é necessário ter o aparelho em mãos para realizá-lo. No entanto, isso mostra que a criptografia de disco no Android talvez não seja a panaceia da segurança que o Google alardeou.

Mesmo no iOS, a criptografia de disco tem problemas; recentemente, a quebra desta segurança na plataforma da Apple tornou-se um caso de comoção mundial sobre o dever da empresa em quebrar ou não a segurança de seu próprio sistema para ajudar o FBI em um caso de terrorismo. No fim das contas, o FBI pagou para hackers destravarem o aparelho, e a segurança foi quebrada com sucesso.

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7 práticas de RH que toda empresa de TI deveria adotar  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

Nem só de salário vivem os profissionais. Além de uma boa remuneração e benefícios, algumas práticas podem ajudar a aumentar o contentamento dos empregados. A empresa de serviços em TI Tata Consultancy Services listou algumas dicas de práticas que podem ser úteis em empresas de tecnologia da informação que desejam motivar seus profissionais e atrair novos talentos. Confira:

1. Plataformas de aprendizado
Plataformas de aprendizado online podem ajudar os profissionais a se manterem sempre atualizados. Os cursos podem oferecer certificações e ampliam os conhecimentos das pessoas.

2. Período sabático
Algumas empresas de tecnologia agora fornecem períodos sabáticos para seus funcionários com a finalidade de que eles usem esse tempo para viajar, estudar e conhecer uma nova cultura. Com essas licenças, os profissionais ficam de 3 a 6 meses afastados do trabalho e continuam recebendo suas remunerações.

3. Estudo de línguas estrangeiras
O inglês e outros idiomas são indispensáveis no setor de tecnologia da informação. É importante ter profissionais que falem uma ou mais línguas. Assim, fechar parcerias com escolas de idiomas ou interpretar uma plataforma de estudo online pode ajudar a motivar os empregados.

4. Qualificação
A qualificação é um investimento que pode trazer bons resultados para a empresa. Algumas companhias fornecem cursos totalmente subsidiados ou, então, com no mínimo 50% pagos. Assim o profissional se sente motivado a estudar, agregando valor para ambos.

5. Indicação de profissionais
Pode ser difícil encontrar profissionais qualificados e com boas recomendações. Assim, uma boa ideia pode ser a indicação de amigos e ex-colegas de trabalho. Em algumas empresas, práticas como essa resultam em bonificação, caso o indicado seja contratado e passe do período de experiência.

6. Programas voluntários
Tirar o profissional do ambiente de trabalho pode ser uma ótima ideia de expandir seus conhecimentos. Projetos voluntários trazem sempre um retorno positivo, já que obrigam as pessoas a “pensar fora da caixa”.

7. Qualidade de vida
É importante pensar na qualidade de vida dos profissionais e promover atividades que estimulam a saúde. Pessoas que praticam atividade física conseguem trazer novas ideias, geram valor e motivam todos à sua volta. Assim, organizar atividades como corridas e caminhadas, orientações médicas por meio de exames e palestras pode deixar os colaboradores mais satisfeitos e saudáveis.

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Hackers ganham quase R$ 1 milhão por mês com vírus para Android  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

O instituto de pesquisa em segurança Check Point revelou nesta terça-feira, 5, uma análise completa de um perigoso vírus para Android que já atingiu mais de 85 milhões de dispositivos em todo o mundo. Só com propagandas em aplicativos maliciosos, os criadores do malware ganham mais de US$ 300 mil por mês – equivalente a quase R$ 1 milhão em conversão direta.

O vírus se chama HummingBad e funciona com o chamado “ataque drive-by”: o usuário é infectado apenas por acessar uma página da web pelo celular, normalmente em sites de conteúdo adulto. Uma vez que o ataque começa, o malware tenta dominar o dispositivo por dois métodos diferentes.

O primeiro é o de tentar realizar um root – isto é, desbloquear o smartphone – através de um rootkit, o que pode colocar nas mãos dos criminosos todos os dados da vítima. Se esse método não funcionar, o malware envia uma notificação falsa que induz o usuário a lhe dar acesso ao sistema voluntariamente (sem saber).

O Check Point diz que, desses 85 milhões de dispositivos que têm o HummingBad instalado, apenas 10 milhões têm o vírus ativo no momento. A maioria das vítimas está em países como China, Índia e Indonésia.

Via CNET e ZDNet

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Falha em computadores Lenovo permite driblar proteções do Windows  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

A Lenovo reconheceu uma falha em seus laptops ThinkPad, que oferecem uma brecha grave para o cibercrime. O ataque pode desabilitar a proteção contra gravação de dados no firmware UEFI por meio de um driver, o que abre uma vulnerabilidade gigante para que alguém com más intenções ganhe privilégios indevidos sobre um computador.

Em nota divulgada pela Lenovo, a empresa se exime de culpa, informando que a falha foi dada devido a um complemento externo à marca. Como a empresa informou que a vulnerabilidade partiu de uma fabricante de componentes, ela pode também atingir outras marcas. Isso significa que outras fabricantes, como a HP, também podem contar com uma vulnerabilidade séria em seus produtos.

A vulnerabilidade foi encontrada por Dmytro Oleksiuk, que mostrou que a falha conseguia driblar um recurso de segurança do Windows chamado de ‘Secure Boot’. O recurso funciona garantindo que o PC inicialize de forma segura, mas ele depende que os níveis mais baixos de software, como o UEFI, também estejam seguros

No ano passado, a Lenovo também teve problemas com segurança, quando alguns usuários tiveram dados roubados. A Lenovo informou que está trabalhando juntamente com os fornecedores de BIOS e com a Intel para investigar a falha.

 

Via Github, ComputerWorld e Lenovo.  

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Exclusivo: Anonymous revela como atacou a Anatel e o Ministério Público

Do Olhar Digtal

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Após viagem de 5 anos, Nasa põe uma sonda na órbita de Júpiter

Do Olhar Digital

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Análise inteligente de vídeo a seu alcance

Um sistema de vigilância por vídeo que trabalha por você. Literalmente. O novo recurso de análise inteligente da Intelbras faz com que as câmeras de vídeo sejam capazes de identificar e reportar atividades de forma autônoma. São basicamente 4 funções que em breve serão incorporadas ao modelo VIP E3250 Z de câmeras de vigilância IP: linha virtual, cerca virtual, retirada ou abandono de objetos.

Linhas virtuais

A partir da simples atualização do software que controla as câmeras, passa a ser possível configurar linhas virtuais que servem para detectar movimento. Toda vez que um objeto ultrapassa uma dessas linhas, a câmera dispara o alarme. Dá até para determinar o sentido do movimento: é possível escolher se o alarme será disparado caso o objeto ultrapasse a linha apenas em um sentido ou em todos os sentidos.

Cerca virtual

Outra possibilidade é criar uma cerca virtual na imagem. Semelhante ao recurso das linhas virtuais, com a cerca virtual você estabelece uma área delimitada na imagem. Toda vez que um objeto entra ou sai dessa área, o alarme é disparado.

Retirada ou abandono de objetos

Uma das funções mais interessantes da análise inteligente de vídeo é a que permite detectar a remoção ou a inclusão de objetos na região monitorada. O novo sistema é capaz de “reconhecer” objetos e, a partir daí, monitorar caso eles sejam retirados do ambiente. Dá para fazer o contrário também, programando a câmera para disparar o alarme caso um objeto estranho seja colocado na área.

Região de interesse

Finalmente, as câmeras passam a ser capazes de eleger áreas da imagem em que a definição pode ser full HD e o restante com resolução menor. Ou seja, é possível escolher uma determinada região da área monitorada e garantir que a definição do vídeo seja máxima, aumentando a precisão dos registros – essa é uma função especialmente útil no caso de monitoramento com muitas câmeras, pois essa funcionalidade diminui o trafego de dados na rede e o tamanho da solução de armazenamento.

As novas câmeras IP modelo VIP E3250 Z sairão de fábrica com os novos recursos. Mas, mesmo quem já comprou uma pode fazer a atualização do software e passar a contar com a análise inteligente de vídeo.

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Após fusão com a Vivo, velocidade média da internet dos clientes GVT cai

Nesta segunda-feira, 4, o Olhar Digital publicou o último ranking Netflix com as velocidades médias de transferência das operadoras de internet fixa no país. A Live TIM continua na ponta depois de algum tempo, mas o dado interessante, observado pelos leitores, está no terceiro lugar: a GVT.

A empresa, tecnicamente, não existe mais, mas seus clientes ainda figuram no ranking da Netflix. Separadamente, a lista da empresa também contabiliza os acessos da Vivo, como se fossem duas empresas distintas.

Ao observar o gráfico dos últimos dois anos, é possível perceber que janeiro de 2016 viu o início de uma curva descendente das velocidades da GVT. Ao mesmo tempo, a Vivo deu um salto enorme nas suas velocidades médias.

Reprodução

No início do ano, a velocidade média registrada pela Netflix de usuários GVT eram de 3,24 megabits por segundo, um resultado quase empatado com o da vice-líder NET, que contabilizava médias de 3,25 Mbps. Alguns meses depois, no ranking referente a maio de 2016, as velocidades médias da GVT caíram subitamente para 2,92 Mbps. Para comparação, as velocidades da vice-líder NET também caíram, mas não tanto, e se mantiveram em 3,07 Mbps.

Simultaneamente, foi possível observar que os usuários da Vivo viram um aumento das velocidades de conexão de acordo com o ranking Netflix. A empresa começou o ano como a pior média com folga, com 1,44 Mbps, mas em maio este número já era de 1,88 Mbps (em abril, ele chegou a 1,96 Mbps).

Uma possível conclusão simples para este caso é que talvez os usuários antigos da Vivo estejam se beneficiando da estrutura adquirida com a compra da GVT. Ao mesmo tempo, os antigos usuários da GVT podem estar perdendo velocidade com o influxo de novos usuários.

Para referência, o negócio foi fechado em setembro de 2014 e todos os trâmites burocráticos referentes à fusão concluídos em fevereiro deste ano. Foi a partir de abril que as duas marcas foram unificadas.

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