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Facebook investirá em ‘drones’ para ampliar acesso à Internet

O Facebook negocia a compra da Titan Aerospace, um fabricante de aviões não tripulados (“drones”), que serão usados para criar redes de Internet em regiões sem acesso à rede, afirma o site especializado no setor tecnológico TechCrunch.

A rede social de Mark Zuckerberg teria oferecido US$ 60 milhões pela Titan Aerospace, empresa fundada em 2012, que não cota na Bolsa.

Os “drones” da Titan funcionam com energia solar, que pode ser armazenada para manter esses equipamentos a 20 km de altitude por cinco anos. De acordo com o TechCrunch, esses “drones” conseguem cumprir a maioria das tarefas dos satélites geoestacionários, mas são mais baratos. [Da AFP com TechCrunch].

 

Mundo Bit

Foto: AFP

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Antiga líder de compra e venda de bitcoins ‘some’ da internet

A Mt. Gox, empresa japonesa especializada em câmbio de bitcoin e antiga líder de mercado, “sumiu” da internet. Na segunda-feira (24), todas as publicações da companhia em seu perfil no Twitter, que tem 28,3 mil seguidores, foram apagadas. Já nesta terça-feira (25), o site principal apresentava uma página em branco, enquanto o endereço de suporte técnico estava fora do ar. Às 10h desta terça, o site Bitcoin Charts não registrava transações da Mt. Gox há 11 horas.

Os problemas enfrentados pela Mt. Gox causaram um grande fluxo de saques no site. Usuários que ainda precisam retirar bitcoins agora não podem mais fazê-lo. Na última atualização, o site prometia que a função seria reestabelecida.

Ainda é possível acessar o endereço alternativo do site para suporte. A página, porém, foi atualizada pela última vez na quinta-feira (20). Como o Twitter da empresa está vazio, não há nenhuma informação sobre o motivo de o site principal estar fora do ar. No Facebook, a última postagem é de dezembro.

Uma atualização mais recente sobre a Mt. Gox foi publicada no domingo (23) pela Bitcoin Foundation (Fundação Bitcoin, em tradução), anunciando o desligamento da Mt. Gox da diretoria da fundação. Segundo o comunicado, a própria Mt. Gox teria solicitado o afastamento.

Outro comunicado, assinado por seis empresas do ramo do bitcoin e publicado na segunda-feira (24), diz que a Mt. Gox teria informado sobre suas dificuldades em “discussões privadas com outros membros da comunidade bitcoin”. A mensagem foi publicada no site da Coinbase. “Como em qualquer indústria nova, os atores ruins precisam ser eliminados. É o que estamos vendo hoje”, diz o comunicado.

O texto, que teve assinatura de empresas de câmbio como a BTC China e a Bitstamp, diz que os problemas enfrentados pela Mt. Gox são específicos dela e não do bitcoin como um todo. O comunicado afirmava ainda que, entre outras práticas, a Mt. Gox não tinha fundo de reservas para ressarcir clientes no caso de problemas, mas o trecho foi removido. Agora, o comunicado diz apenas que medidas de segurança como essa são essenciais para empresas que trabalham com bitcoin.

A última série de problemas da Mt. Gox começou devido a uma característica do bitcoin chamada de “maleabilidade de transação”. Softwares que realizam depósitos e saques automáticos em bitcoin precisam identificar se uma transação teve sucesso ou não sem confiar apenas no que se chama de “identificador de transação”.

Porém, era isso que acontecia com o sistema da Mt. Gox, o que abria possibilidade de fraude. A empresa começou a bloquear saques de bitcoin, o que fez o preço da moeda virtual despencar para US$ 100 (cerca de R$ 230), enquanto em outros locais o valor do bitcoin girava em torno de US$ 500 (aproximadamente R$ 1,1 mil).

Na quarta-feira (19), a Mt. Gox comunicou uma mudança de endereço devido a “problemas de segurança” que não foram especificados. Em 2011, a Mt. Gox sofreu uma invasão que fez o valor do Bitcoin despencar para US$ 0,01.

 

 

 

Altieres Rohr

Especial para o G1

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Samsung anuncia Galaxy S5 com leitor biométrico e resistência à água

A Samsung anunciou nesta segunda (24) o seu novo smartphone topo de linha, o Galaxy S5. As grandes mudanças neste modelo é que ele terá 16 megapixels na câmera traseira (o anterior eram 13), um leitor biométrico e será à prova de água e poeiro, assim como o Galaxy S4 Active.

A apresentação aconteceu no Mobile World Congress, em Barcelona. O aparelho tem tela de 5,1 polegadas, processador quad-core de 2,5 GHz, bateria com 2.800 mAh, tecnologia NFC (de transmissão de dados por contato) e vem com Android Kit Kat 4.4.2. Com apenas 145 gramas, o celular mede 14,2 x 7,25 x 0,8 cm.

A Samsung disse que a câmera traz mais recursos, como o autofoco de 0,3 segundos, foco manual e HDR, que melhora as cores da imagem. A câmera de 16 megapixels filma em 4K (ultradefinição). Já a dianteira tem 2,1 megapixels de qualidade.

Mais resistente

A empresa decidiu incorporar uma das características mais elogiadas do Galaxy Active, que é a super-resistência à queda e poeira. Com isso, o aparelho sai na frente de diversos outros modelos topo de linha, como o iPhone 5S.

Mas, antes de sair mergulhando com o aparelho, a Samsung alertou usuários na apresentação dizendo que a tecnologia empregada protege apenas incidência de água e poeira na superfície, como em uma chuva, por exemplo.

Da Apple, a Samsung incluiu o recurso de leitura biométrica. No entanto, ao contrário do iPhone 5S, o botão não será físico, mas estará localizado na página inicial, no botão “home” do Android.

Preço ainda é mistério

O novo Galaxy S5 chegará às lojas no dia 11 de abril, em 150 países. O preço ainda não foi definido. Não se sabe ainda se o aparelho chegará ao Brasil nesta mesma data.

 

 

Foto: AFP.

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Vazam supostas fotos da nova geração do iPhone: ainda mais fino e tela maior

Supostas imagens do  6 chegaram à internet nesta quinta (13). Quem vazou foi o blogueiro Sonny Dickison, que tem um bom histórico de acertos em relação a rumores relacionados à .

O corpo do aparelho parece mais fino que o atual iPhone 5S e também mostra uma tela maior. Ele também parece ter bordas arredondadas, semelhantes aos novos iPad.

Dickson acredita que a nova geração de iPhone será uma mistura de iPad Air com o iPod Touch. Hoje uma conta anônima no Twitter divulgou mais imagens do suposto novo iPhone, com bastante semelhança da foto divulgada pro Dickson.

A Apple, claro, não comenta rumores. Ainda não há data de chegada do novo smartphone chegar às lojas, mas pelos rumores apontados até aqui, a empresa está empenhada em bater seu maior rival, o Galaxy S4 da Samsung.

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Mundo Bit

Foto: Reprodução/SonnyDickison.

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Marco Civil será votado apenas na semana que vem, ainda envolta em polêmica

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), relator da proposta do Marco Civil da Internet (PL 2126/11), disse que o governo apoia integralmente a nova versão do substitutivo ao projeto, apresentada em dezembro. O ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, compareceu à reunião de líderes da base e reiterou o apoio do governo.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse que pretendia colocar a pauta em votação na sessão plenária desta terça-feira (11). Porém, o líder do governo, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), ao deixar a reunião da base aliada, disse que o projeto do Marco Civil da Internet deve ser votado apenas na semana que vem.

Ao sair da reunião da bancada do PT, Molon destacou que a proposta tem também amplo apoio, na Câmara, de partidos da base e da oposição. A exceção ficaria por conta do PMDB, que diverge do artigo referente à neutralidade de rede.

Alguns parlamentares também discordam, conforme Molon, da obrigatoriedade de empresas de internet manterem data centers no Brasil para a guarda de dados de internautas brasileiros. De acordo com o relator, esse ponto deverá ser votado em separado, durante a sessão prevista para esta tarde.

Guarda dos dados é polêmica

Molon disse ainda que o texto tem apoio de quase todos os setores da sociedade. Segundo ele, até mesmo as divergências das empresas telefônicas teriam abrandado, com a garantia, inserida no texto, de liberdade para os modelos de negócios das empresas.

“Este texto extirpou dúvidas, que havia, sobre a possibilidade de vendas, pelas telefônicas, de pacotes de internet com velocidade diferente; essa possibilidade está garantida”, ressaltou.

Porém, entidades da sociedade civil, que antes apoiavam a proposta, divulgaram carta contrária à ultima versão do texto. As entidades criticam, por exemplo, a obrigatoriedade de provedores de conteúdo guardarem os dados de acesso de internautas a aplicações de internet. Para as entidades, isso pode ferir a privacidade dos usuários.

Na reunião da bancada, o líder do PT, deputado Vicentinho (SP), garantiu que a proposta é consensual na bancada.

 

Da Agência Câmara

Mundo Bit

 

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Empresa lança pendrive para smartphones e tablets Android

Ter mais espaço de armazenamento em tablets e smartphones ou conseguir usar arquivos que estão em pendrives são algumas das dificuldades de usuários de dispositivos móveis. Para conseguir transferir estes arquivos com maior facilidade, a fabricante SanDisk apresentou nesta terça-feira (11) o pendrive “Ultra Dual USB Drive”, com entradas USB – para conectar no PC, e uma micro-USB, que é conectada na entrada presente em celulares e tablets.

De acordo com a empresa, o pendrive permite guardar e fazer backup de dados, além de liberar mais espaço ou simplesmente transferir dados multimídia entre smartphones, tablets e computadores. O dispositivo tem até 64 GB de espaço de armazenamento e as duas portas possuem proteção retrátil, sem capinhas para perder, mas mantendo as conexões seguras.

Um aplicativo chamado “Memory Zone”, disponível para download na loja Google Play, permite o gerenciamento do conteúdo no pendrive, organizando rquivos armazenados na memória interna e externa do telefone, para gerenciamento, visualização, cópia e backup.

O SanDisk Ultra Dual USB Drive está disponível no Brasil em capacidades de 16GB a 64 GB com preços sugeridos de R$ 80 a R$ 250.

Um lado do pendrive Ultra Dual USB Drive é conectado em smartphones ou tablets Android (Foto: Divulgação/SanDisk)
Um lado do pendrive Ultra Dual USB Drive é conectado em smartphones
ou tablets Android (Foto: Divulgação/SanDisk)
Do G1, em São Paulo
Foto: Divulgação/SanDisk

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Nova substância pode tornar baterias de lítio mais seguras

Cientistas americanos descobriram uma substância que pode evitar que as baterias de lítio peguem fogo, segundo pesquisa publicada nessa segunda-feira.

Os pesquisadores identificaram o potencial da substância, enquanto estudavam um material para impedir que os mariscos grudem nos cascos dos navios. Eles constataram, desta forma, que o material pode funcionar como um eletrolito, substância condutora de eletricidade, para baterias de íons de lítio.

Atualmente, estas baterias representam risco de incêndio espontâneo, como se viu recentemente no Boeing 787 Dreamliner ou em modelos de carros elétricos americanos Tesla.

“Há uma forte demanda destas baterias e também para que sejam mais seguras”, disse Joseph DeSimone, da Universidade da Carolina do Norte, que chefiou a pesquisa publicada nas Atas da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

“Os cientistas têm procurado há anos substituir este eletrolito, mas sem sucesso, e ninguém tinha pensado anteriormente nesta substância chamada perfluoropoliéter (PFPE), como eletrolito em baterias de íons de lítio”, disse William Kenan, da Universidade da Carolina do Norte, um dos co-autores do estudo.

Atualmente, as baterias de lítio são utilizadas em diversos dispositivos, tais como computadores portáteis, telefones celulares, aviões e carros elétricos, mas um líquido inflamável é usado como eletrolito, explicaram os pesquisadores.

Quando as baterias estão carregadas demais, este eletrolito pode pegar fogo, incendiando espontaneamente a bateria, o que pode ter consequências catastróficas, prosseguiram.

Estes cientistas se deram conta do potencial do PFPE para as baterias de lítio quando viram que tinha a mesma estrutura química de um eletrolito de polímero que já era objeto de estudos para este tipo de bateria.

O PFPE é um polímero bem conhecido e usado há muito tempo como lubrificante para máquinas industriais.

Mas, “quando descobrimos que podíamos dissolver o sal de lítio no polímero, tudo mudou”, disse Dominica Wong, um dos pesquisadores da equipe de DeSimone.

“A maioria dos polímeros não se mistura aos sais, com exceção do PFPE que, além disso, não é inflamável, o que foi inesperado”, acrescentou.

No passado, os cientistas tinham identificado outros eletrolitos não inflamáveis para baterias de íons de lítio, mas eles comprometiam as propriedades da bateria.

Agora, a equipe de pesquisadores se concentrará em como otimizar a condutividade deste eletrolito e melhorar os ciclos de recarga da bateria e os passos necessários antes de sua comercialização, afirmaram os autores desta descoberta.

 

 

Fonte: AFP

Foto: internet

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Google conquista segundo maior valor de mercado mundial depois da Apple

O gigante da internet Google conseguiu o segundo maior valor de mercado do mundo, atrás da Apple, e superou o grupo petroleiro Exxonmobile.

O Google fechou a sessão de segunda-feira na bolsa de Nova York com uma capitalização de cerca de 394 bilhões de dólares, superando assim, pela primeira vez, a do fechamento da Exxonmobile (388 bilhões de dólares). A Apple continua muito na frente, com um valor de mercado de cerca de 472 bilhões de dólares.

O título do Google está em ascensão nos últimos anos: duplicou seu valor desde meados de julho de 2012. Inclusive com uma queda de 0,38% a 1.172,93 dólares na segunda-feira, evolui atualmente em seus níveis mais altos históricos.

O Google, já número um mundial nos mercados de busca e publicidade na internet, também se fez onipresente nos últimos anos no setor da telefonia móvel: seu sistema Android, utilizado por inúmeros fabricantes, começando pelo sul-coreano Samsung, está em cerca de três quartos dos novos smartphones vendidos no mundo.

O Google explora também outros setores de atividades considerados promissores, como as tecnologias “prêt-à-porter” como os óculos interativos ou objetos conectados com a recente compra do fabricante de alarmes e termostatos inteligentes Nest Labs.

 

 

Fonte: AFP

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Japoneses criam sensor orgânico que avisa hora de trocar fralda

Um invento japonês promete facilitar a vida dos pais de bebês e crianças pequenas. Cientistas apresentaram nesta segunda-feira (10) um sensor descartável que pode ser inserido em uma fralda e avisar o momento da troca.

O circuito flexível integrado, impresso em filme plástico simples, transmite informações e recebe energia sem fio, podendo ser fabricado ao custo de alguns ienes, afirmaram os desenvolvedores à AFP. Cada iene, equivale a 2 centavos de real.

O sistema, que usa materiais orgânicos, foi desenvolvido por uma equipe de cientistas liderada pelos professores Takayasu Sakurai e Takao Someya, da Universidade de Tóquio. Além do uso em fraldas infantis, a tecnologia pode ser aplicada também em fraldas geriátricas, campeãs de venda no Japão, país com uma grande população de idosos.

As fraldas comuns mudam de cor para indicar quando estão molhadas, mas ainda exigem tirar a roupa do usuário para se checar a necessidade de troca. “Se a percepção for eletrônica, será possível ver a necessidade de troca simplesmente aproximando-se do usuário, sem precisar despi-lo”, explicou Someya.

Outras aplicações
Além disso, afirmou, a tecnologia poderia ser aplicada diretamente sobre a pele como um emplastro, no lugar dos costumeiros dispositivos em formato de anel, utilizados em hospitais para monitorar o pulso e os níveis de oxigênio do sangue.

Os sensores de cuidados com a saúde costumam usar silicone e outros materiais relativamente rígidos que podem causar desconforto aos usuários.

A flexibilidade de uma camada única de filme plástico reduz o desconforto dos usuários, o que significa que pode ser aplicada em um número maior de lugares, oferecendo grande potencial a médicos e cuidadores de monitorar o bem-estar de crianças, idosos e doentes.

O protótipo do sistema desenvolvido é capaz de monitorar umidade, pressão, temperatura e outros fenômenos capazes de alterar a resistência elétrica, prosseguiu Someya. Mas os cientistas querem refiná-lo para reduzir o consumo de energia antes de disseminar seu uso.

Atualmente, o dispositivo de leitura de dados exige que o cuidador esteja a alguns centímetros do sensor, mas Someya afirmou que a equipe está estudando se consegue aumentar a distância, aumentando a praticidade do invento.

 

 

Da AFP

Foto: AFP Photo/Yoshikazu Tsuno

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Sony vai parar de fabricar PCs e anuncia demissão de 5 mil

A empresa japonesa Sony anunciou nesta quinta-feira a demissão de 5 mil trabalhadores, como parte de um plano de reestruturação que inclui o fim da fabricação de computadores pessoais (PC), e ante à previsão de um péssimo resultado para o ano fiscal.

A fabricante nipônica reduziu brutalmente as previsões para o ano fiscal em curso, que termina em 31 de março. Ao invés de registrar lucro de 30 bilhões de ienes, a empresa projeta agora um prejuízo de 110 bilhões (1,08 bilhão de dólares).

Nos primeiros nove meses do exercício, de 1 de abril a 31 de dezembro, o grupo lucrou 11,17 bilhões de ienes, quase 110 milhões de dólares.

A empresa atribuiu às perspectivas ruins a um negócio em queda geral, assim como às perdas no setor de jogos eletrônicos, que não foram incluídas na previsão anterior.

Como parte de uma ambiciosa reestruturação, a Sony anunciou que venderá a atividade de fabricação de computadores pessoais (PC), reunida sob o selo “Vaio”, ao fundo de investimentos Japan Industrial Partners (JIP).

O grupo não revelou detalhes financeiros, mas a imprensa afirma que o negócio renderá entre 40 e 50 bilhões de ienes.

Ao citar “mudanças drásticas” no setor de produção de PCs em todo o mundo, a Sony anunciou que decidiu concentrar as atividades nos ‘smartphones’ e tablets e parar de “elaborar e desenvolver produtos de PC”.

A Sony começou a vender computadores pessoais em 1996 e registrou o melhor momento há alguns anos, quando venceu quase nove milhões de unidades em um ano.

Mas para o ano fiscal em curso, a empresa prevê a venda de apenas 5,8 milhões e uma atividade deficitária.

A reestruturação, que também afetará a atividade de televisão, provocará a eliminação de 5 mil empregos até março 2015, sendo 3.500 no exterior e o restante no Japão.

Com o corte, a empresa espera economizar mais de um bilhão de dólares por ano.

 

Fonte: AFP

Foto: AFP

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