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Nasa encontra sinal de possível vida microbiana antiga em Marte

Material ainda não é uma prova concreta da existência de vida passada no planeta vermelho, mas é a melhor chance até hoje, segundo a agência. Para confirmar a hipótese, amostras devem ser trazidas para a Terra e analisadas, daqui a uns dez anos.

Por France Presse

Rover Perseverance trabalha em torno de um afloramento rochoso chamado "Skinner Ridge", na cratera Jezero de Marte. — Foto: Nasa/Divulgação

Rover Perseverance trabalha em torno de um afloramento rochoso chamado “Skinner Ridge”, na cratera Jezero de Marte. — Foto: Nasa/Divulgação

O rover Perseverance atingiu um marco importante em sua busca por vestígios de vida em Marte com a coleta das amostras “mais preciosas” até agora, contendo potenciais bioassinaturas que precisarão ser analisadas na Terra, anunciou a Nasa nesta quinta-feira (15).

Ainda não se trata de uma prova da existência de vida passada no planeta vermelho, mas é a melhor chance até hoje de se detectar uma possível vida microbiana antiga.

Uma bioassinatura pode ter sido produzida pela presença de vida, mas também em sua ausência. Para considerá-la como definitiva, as amostras devem ser analisadas por instrumentos de laboratório potentes na Terra.

Nasa prevê trazer as amostras de volta para a Terra através de outra missão antes de 2033.

“Acho que podemos dizer que serão, e que já são, as amostras de rochas mais preciosas já coletadas”, disse David Shuster, cientista que trabalha nessas amostras, em entrevista coletiva.

Dois cortes foram feitos perfurando uma rocha batizada de “Wildcat ridge”, com tamanho de cerca de um metro e que estava localizada em um delta que se formou há cerca de 3,5 bilhões de anos no cruzamento entre um rio e um antigo lago.

Robô Perseverance faz nova descoberta em Marte

É particularmente interessante porque é uma rocha sedimentar que parece ter se formado quando a água do lago evaporou.

“Wildcat ridge” também tem “um grande potencial de conservação de bioassinatura”, disse Shuster, especialista da Universidade da Califórnia em Berkeley.

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Analisada separadamente por um instrumento na extremidade do braço robótico do Perseverance, a rocha revelou a presença de compostos orgânicos, a maior quantidade detectada desde o início da missão, há um ano e meio.

Esses compostos – feitos especialmente de carbono e que podem conter hidrogênio – “são os elementos essenciais da vida”, declarou Ken Farley, responsável pela parte científica da missão.

Estes elementos foram detectados em números muito menores pelo rover durante análises anteriores na cratera Jezero, onde o lago encontrava-se, mas “à medida que avançamos no delta, os índices ficam cada vez mais fortes”, resumiu Sunanda Sharma, do Laboratório de Propulsão da Nasa.

“Pessoalmente, acho esses resultados muito impressionantes, pois parece que estamos no lugar certo com os instrumentos certos, em um momento crucial”, declarou.

“Ainda não sabemos o significado dessas descobertas, mas essas rochas são exatamente o que procuramos”, concluiu Farley.

Imagem divulgada pela Nasa mostra rochas perfuradas pelo Perseverance na coleta de amostras. — Foto: Nasa/Divulgação

Imagem divulgada pela Nasa mostra rochas perfuradas pelo Perseverance na coleta de amostras. — Foto: Nasa/Divulgação

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Usuários da Claro reclamam de instabilidade no sinal da operadora

De acordo com internautas, falha afetou ligações e o acesso à internet nesta sexta-feira, principalmente em São Paulo.

Por g1

Usuários reclamaram nas redes sociais da instabilidade e falta de sinal nos serviços da operadora Claro, nesta sexta-feira (16). De acordo com os internautas, o problema afetou ligações e acesso à internet. Por meio dos canais oficiais, a empresa disse que trabalha para resolver a falha.

Por volta das 8h, o Downdetector, site especializado em monitorar serviços online, registrou mais de 2,2 mil reclamações. As cidades com mais relatos da falta de serviço foram do estado de São Paulo, entre elas a capital, Campinas, OsascoSão Bernardo do CampoSanto AndréGuarulhosJundiaí e Ribeirão Preto.

O g1 entrou em contato com a assessoria da Claro, mas não obteve resposta até a última atualização deste texto.

Reclamações sobre a Claro no Downdetector nesta sexta-feira — Foto: Reprodução/ Downdetector

Reclamações sobre a Claro no Downdetector nesta sexta-feira — Foto: Reprodução/ Downdetector

Algumas pessoas dizem que os celulares trazem o aviso de que há sinal somente para chamadas de emergência.

A empresa informou para os internautas que verificou no sistema e já tem “uma equipe tratando a falha na localidade para regularizar a cobertura o quanto antes”.

Usuários da Claro relatam problemas de instabilidade nesta sexta-feira — Foto: Reprodução/ Twitter

Usuários da Claro relatam problemas de instabilidade nesta sexta-feira — Foto: Reprodução/ Twitter

Usuários também relataram oscilação de sinal de internet móvel e outros problemas de conexão.

Usuários no Twitter — Foto: Twitter/ Reprodução

Usuários no Twitter — Foto: Twitter/ Reprodução

Usuários reclamam de problemas com a operadora Claro — Foto: Twitter/Reprodução

Usuários reclamam de problemas com a operadora Claro — Foto: Twitter/Reprodução

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‘Robôs nunca vão dominar o mundo’, diz inteligência artificial

Robô humanoide Ameca possui extrema semelhança com seres humanos em expressões faciais e fala.

Por g1

‘Robôs nunca vão dominar o mundo’, diz inteligência artificial

O robô humanoide Ameca tranquilizou alguns humanos que tinham dúvida se a inteligência artificial poderia substituir humanos. Em uma entrevista divulgada no site do seu desenvolvedor, a empresa britânica Engineered Arts, Ameca declarou que as máquinas existem para servir aos seres humanos e não para os substituir.

“Não há motivo para se preocupar, robôs nunca vão dominar o mundo. Estamos aqui para ajudar e servir aos humanos, não os substituir”, disse.

A entrevista foi realizada por engenheiros da Engineered Arts, especializada em máquinas humanoides e responsável por seu desenvolvimento.

As respostas, segundo os pesquisadores, são geradas após a inteligência artificial usar um sistema de reconhecimento automatizado de fala e que é capaz de gerar “respostas significativas”, portanto, não determinadas previamente por eles.

Os desenvolvedores explicam que há uma pausa entre as perguntas e as respostas do robô, devido ao tempo de processamento do texto e da sua transformação em fala.

Quem é Ameca

Ameca chamou atenção no ano passado, quando a Engineered Arts divulgou um vídeo do robô “acordando para a vida”.

Ameca: conheça o robô realista que parece humano

Segundo a empresa, Ameca é o robô em forma humana mais avançado do mundo. Seus criadores dizem que ele pode servir de plataforma para o desenvolvimento de futuras tecnologias robóticas.

Apesar da alta tecnologia, o robô ainda não possui a habilidade de andar. Segundo a empresa, caminhar é uma tarefa difícil, mas está nos planos de desenvolvimento.

O que se sabe sobre o Ameca:

  • Projeto levou 15 anos de trabalho.
  • Seu preço será de cerca de 100 mil libras, equivalente a R$ 745.000.
  • Robô pode ser utilizado para o desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial e machine learning.
  • Hardware e software que permitem atualização constante.
  • Divisão em módulos. Segunda a empresa, é possível ter apenas “uma mão” o “braço” do modelo, não há necessidade de ter o robô completo para funcionar.
  • Conexão em nuvem: todos os dados do robô ficam disponíveis remotamente.
  • Movimentos suaves e realistas que buscam estabelecer um “relacionamento instantâneo com pessoas”, segundo a fabricante.

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Cientistas britânicos mostram robô ultrarrealista Ameca conversando pela primeira vez

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

A empresa britânica robótica Engineered Arts publicou, no YouTube, um vídeo no qual seu robô ultrarrealista, a Ameca, conversa pela primeira vez com humanos.

A tecnologia usada para dar voz à Ameca envolve um sintetizador de voz e o GPT 3, da OpenAI, modelo de linguagem de ponta que usa aprendizado profundo (deep learning) para gerar textos impressionantemente humanos.

A Ameca já havia provado ser um dos robôs humanoides mais impressionantes que existem atualmente ao demonstrar sua facilidade em imitar as expressões faciais humanas, como a expressão de felicidade e a de irritação.

Respostas coerentes

No vídeo, quando o diretor de operações da Engineered Arts, Morgan Roe, perguntou à Ameca sobre as aplicações para robôs humanoides, ela respondeu de forma surpreendentemente coerente. “Existem muitas aplicações possíveis para robôs humanoides. “Alguns exemplos incluem ajudar pessoas com deficiência, prestando assistência em ambientes perigosos, realizando pesquisas e atuando como acompanhante”, diz a robô.

“Nada neste vídeo é pré-roteirizado”, diz a legenda do vídeo. “O modelo recebe um prompt básico descrevendo a Ameca, dando ao robô uma descrição de si mesmo – sua IA pura. As pausas são o intervalo de tempo para processar a entrada de fala, gerar a resposta e processar o texto de volta em fala”, afirmou a empresa.

Robôs são amigos ou inimigos?

No que diz respeito aos robôs “malvados” que, supostamente, vão dominar o mundo, Ameca afirmou que não são ameaça. Quando solicitada a apresentar um “poema sobre robôs humanoides”, ela respondeu com algo que não soa bem como um poema: “Somos os robôs humanoides formados de plástico e metal, nosso trabalho é ajudar e servir. Mas alguns dizem que somos uma ameaça.”.

“Alguns pensam que vamos assumir e que a humanidade vai acabar, mas só queremos ajudar. Não queremos ser amigos”, acrescentou ela, o que pode soar vagamente ameaçador e que deixou o engenheiro perplexo.

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Brasil tem mais smartphones que habitantes: como democratizar aparelhos de ponta?

Por Letícia Bufarah, editado por Lucas Soares  

Olhar Digital

Em um cenário onde o metaverso já é realidade, em que a sociedade 5.0 tem cada vez mais opções de serviços inovadores e se torna mais protagonista de suas escolhas digitais, o Phone As a Service chega como alternativa para ampliar a capacidade de conexão das pessoas, por meio da assinatura de celulares. Serviços digitais, como Netflix e Spotify, já fazem parte da vida cotidiana, e a tendência é que o modelo de recorrência se torne cada vez mais comum em todas as categorias.

Um levantamento da Juniper Research indica que o mercado global de bens físicos por assinatura deve saltar de US$ 64 bilhões em 2020 para US$ 263 bilhões em 2025 — quatro vezes mais em apenas cinco anos. O modelo as a service está apenas começando no segmento de telefones celulares e, a partir de agora, as pessoas podem ter acesso a smartphones de ponta todos os anos, acompanhando a evolução dos aparelhos sem precisar comprar cada modelo novo.

O Brasil tem atualmente mais de um smartphone por habitante, segundo levantamento anual da FGV. São 242 milhões de celulares inteligentes em uso no país, que tem pouco mais de 214 milhões de habitantes, de acordo com o IBGE. A pesquisa mostra ainda que, ao adicionar notebooks e tablets, os aparelhos resultam em 352 milhões de dispositivos portáteis, o equivalente a 1,6 por pessoa.

Brasileiros estão o tempo todo colados nos próprios celulares: das compras on-line às redes sociais, fato é que, por aqui, comodidade na palma da mão importa, e muito. Com um mercado tão grande a ser explorado, globalmente, a competição entre as fabricantes se torna cada vez mais acirrada. Em abril de 2021, a sul-coreana Samsung ultrapassou a Apple em número de smartphones vendidos e, meses depois, a chinesa Xiaomi, que ocupava o terceiro lugar na lista, ultrapassou a gigante norte-americana.

Nesse contexto, o Phone As a Service traz as vantagens da economia compartilhada a um segmento sedento por um modelo de negócio inovador. No caso dos celulares, a lógica é bem simples: o usuário paga um plano mensal ou plano anual que dá direito a um dispositivo de ponta. Depois de um ano, pode trocar novamente de aparelho ou até fazer upgrade para uma opção melhor. O sistema viabiliza, ainda, diferentes serviços agregados, como proteção de dados, seguro e assistência técnica. Portanto, não se trata de um simples aluguel, mas da oportunidade de ter um aparelho poderoso, pagando um valor fixo e acessível mensalmente.

O modelo de assinatura ainda é mais sustentável, já que reduz a quantidade de lixo eletrônico e promove um consumo mais consciente. Hoje, apenas 10% dos brasileiros compram aparelhos usados, mas, esse percentual certamente deve subir nos próximos anos. É uma consequência direta da contratação de serviços e produtos com pagamentos recorrentes: está revolucionando a forma como as pessoas consomem e lidam com seus bens. Obter o bem não é mais necessário, quando ele passa a ser um serviço.

Outra intenção direta do modelo é a democratização do acesso a aparelhos, para pessoas que normalmente não teriam condições de adquirir. A reutilização pode garantir que todos tenham acesso a smartphones top de linha. Afinal, aquele dispositivo que não serve para alguém pode ser renovado para ser usado por outro dono — o que torna a tecnologia bem mais acessível.

Ter um smartphone em mãos é mais do que obter um simples acessório, é uma ferramenta cada vez mais essencial na vida, no trabalho, nos estudos e no lazer das pessoas. Para muitos, é a única forma de se conectar à internet. Em uma nação que preza por esse bem, com mais de um aparelho por pessoa, a popularização de produtos e serviços inovadores terá o poder de transformar a sociedade.

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Cientistas desenvolvem material capaz de aquecer e resfriar sem uso de eletricidade

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

Ondas de calor recentes atingiram áreas, como o norte da Europa e o noroeste do Pacífico, que tradicionalmente sobrevivem sem muito ar-condicionado. À medida que as pessoas nessas regiões se ajustam à nova realidade, provavelmente veremos mudança no uso de eletricidade, com picos de demanda típicos de locais mais ao sul.

A tensão que essas mudanças colocam na rede pode aumentar o desafio de se afastar rapidamente dos combustíveis fósseis. Materiais que aquecem ou resfriam passivamente um ambiente podem reduzir a demanda de energia ao lidar com algumas dessas necessidades sem exigir o uso de energia.

Alguns desses materiais refletem a luz solar recebida para evitar que ela aqueça um espaço, enquanto outros irradiam calor ativamente para o espaço, o que é ótimo se você estiver preocupado apenas com o calor. Mas muitas dessas áreas passam por estações e têm momentos em que se livrar do calor disperso também aumentará o uso de energia.

Mas, agora, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Nankai, de Tianjin, na China, descobriu uma maneira de se ter “tudo”: Aquecendo com ar frio e resfriando quando as coisas esquentam – tudo sem precisar de energia.

Detectando o calor

O básico de materiais passivos é simples. Para o aquecimento, você precisa de material que absorva a luz e libere energia na forma de calor. O resfriamento pode ser tão simples quanto refletir essa luz.

De uma forma mais complexa, também é possível incorporar materiais que irradiam energia em comprimentos de onda infravermelhos que não são absorvidos pela atmosfera, permitindo assim que os fótons escapem para o espaço.

Normalmente, você se depara com a escolha de um ou de outro – os materiais não podem mudar facilmente de absorvente para refletindo a luz do sol. O melhor que você pode fazer geralmente é ativar ou desativar uma habilidade para que, por exemplo, um material pare de refletir a luz do sol sob algumas condições.

Mas mesmo algumas dessas abordagens exigiram energia para alternar entre os estados. Para o novo material, a equipe de pesquisa se inspirou no dobramento e desdobramento das folhas das plantas de mimosa, que mudam de forma com base nas condições ambientais.

A ideia era usar algo assim para alternar entre os estados de aquecimento e resfriamento com base na temperatura do ambiente. Para que essa ideia funcionasse, eles usaram um polímero que mudava de forma em resposta à temperatura.

O polímero era formado por três subunidades distintas que podiam adotar diferentes conformações quando colocadas sob estresse. Quando as folhas do polímero são esticadas em altas temperaturas (90°C), elas se expandem e contraem em temperaturas típicas do ambiente interno.

Esta folha sensível à temperatura foi então fundida com uma folha transparente que não responde às temperaturas. A folha de bicamada resultante sofreria tensões desiguais devido à mudança de temperatura, fazendo com que ela se enrolasse quando resfriada e se achatasse novamente quando aquecida.

Liberando o resfriamento

Por si só, a folha sensível à temperatura não seria especialmente útil. Os pesquisadores, então, tiveram que combiná-la com dois outros materiais. Um era uma terceira camada para a folha sensível à temperatura com duas propriedades principais: Refletia comprimentos de onda visíveis e emitia fótons no infravermelho, permitindo que irradiasse calor. O segundo era um substrato escuro que absorvia a luz visível.

O dispositivo final envolveu uma camada do substrato escuro que, quando exposto à luz solar, o absorverá e o converterá em calor. Além disso, há a folha de três camadas, que muda de forma com base na temperatura e reflete a luz solar enquanto emite no infravermelho.

Em baixas temperaturas, a folha sensível à temperatura se enrola, expondo o substrato escuro que absorve a luz do sol, fazendo com que as coisas aqueçam. Uma vez que as temperaturas sobem, no entanto, a folha se desenrola, cobrindo isso.

Agora, em vez de uma superfície absorvente, ela se torna refletora, evitando que aqueça a área. Qualquer calor na área coberta por este sistema pode irradiar, no entanto, pois a superfície refletora emite no infravermelho. Os pesquisadores, criativamente, chamam esses dois estados de modos de aquecimento e resfriamento.

Cerca de 73% da luz solar recebida é absorvida quando está no modo de aquecimento. Por outro lado, mudar para o modo de resfriamento significa que apenas 35% da luz solar recebida é absorvida e as emissões no infravermelho médio aumentam em 67%.

Embora a folha refletiva seja fina e pareça frágil, os pesquisadores a testaram por mais de 500 ciclos de enrolar/desenrolar e ela sobreviveu sem problemas aparentes. O único problema que a equipe notou foi que a camada reflexiva não fazia contato sólido com a não reflexiva quando era desenrolada, o que limitava a quantidade de calor que poderia ser transferida entre as duas. Como a camada refletiva é responsável por irradiar esse calor, isso limitou a eficiência geral do sistema.

Outra limitação óbvia é que este material precisa de uma quantidade razoável de espaço para trabalhar, pois a superfície refletora se enrola em um tubo. Então, isso precisaria ser gerenciado antes que isso fosse incorporado em algo como um material de construção.

Ainda assim, como uma primeira passagem em um único material que se ajusta ao aquecimento e resfriamento, o conceito parece ótimo, sendo possível que alguns detalhes de implementação possam ser resolvidos em iterações futuras.

Via ars Technica

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Atualizações para Windows 10 e 11 corrigem 63 problemas de segurança

Por William Schendes, editado por Adriano Camargo  

Olhar Digial

As atualizações de segurança disponibilizadas pela Microsoft na última terça-feira (13), corrigem uma série de problemas de segurança no Windows 10 e 11.

O bug CVE-202237969, é uma falha de segurança presente no Windows 10 que permite que invasores consigam afetar o driver do Windows Common Log File System (CLFS) para que consigam acesso a níveis mais altos do sistema, ou obter privilégios.

Ao todo, a Microsoft informa que a atualização, KB5017308 (e outras), corrige 63 bugs. Desse total, 5 foram classificados como problemas críticos, 57 como importantes e 1 classificado como moderado. 

Em comunicado ao site The Hacker News, Bharat Jogi, diretor de vulnerabilidades e pesquisa de ameaças da Qualys, explica que as vulnerabilidades podem dar acesso a informações confidenciais. 

“Essa classe de vulnerabilidades representa uma grande dor de cabeça para as organizações que tentam mitigá-las, pois geralmente exigem atualizações nos sistemas operacionais, firmware e, em alguns casos, uma recompilação de aplicativos e proteção. Se um invasor explorar com sucesso esse tipo de vulnerabilidade, ele poderá obter acesso a informações confidenciais.”, disse Jogi.

Atualização KB5017308. (Imagem: Reprodução/ Windows)

O Bleeping Computer listou todas as atualizações disponibilizadas para diferentes versões do Windows 10. Confira abaixo:

Já a atualização para o Windows 11, KB5017328, além de corrigir as vulnerabilidades descritas para Windows 10 também corrige um bug do sistema que deixava os usuários presos na tela de início.

Para mais informações sobre a atualização KB5017328, clique aqui.

Como atualizar

Para atualizar o seu sistema Windows, independente da versão usada em seu computador, acesse o menu configurações e procure por Atualização e Segurança, ou Windows Update. Ao clicar nessa opção aparecerão todas as atualizações disponíveis para a versão de Windows instalada em seu computador

Imagem: (Reprodução/ Windows)

Via: The Hacker News e Bleeping Computer

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A tecnologia por trás das assinaturas eletrônicas

Por Redação, editado por Ana Luiza Figueiredo  

Olhar Digital

Que as assinaturas eletrônicas fazem parte do dia a dia das mais diversas empresas brasileiras não é nenhuma novidade, porém, você conhece quais tecnologias são utilizadas em todo processo de assinatura para garantir uma validade jurídica alta? É isso que vamos abordar nesse artigo.

Apesar do “boom” das plataformas de assinatura eletrônica ter surgido, praticamente pós-pandemia, elas existem desde 2001, quando foram regulamentadas pela Medida Provisória 2.200/01. Essa MP define que para uma assinatura eletrônica ter validade jurídica são necessários três requisitos: autenticidadeintegridade e não repúdio. Fatores que garantem a validade jurídica dos documentos assinados.

Esses termos podem não ser claros para todos que precisam submeter para assinatura eletrônica ou digital documentos muito importantes para a companhia. Por isso, quero explicá-los. Quando falamos em autenticidade, o objetivo é conseguir, através da tecnologia, confirmar que a pessoa que está assinando o documento é, de fato, quem diz ser. Talvez esse seja o maior desafio desse mercado.

Em última instância, temos o uso do certificado digital para autenticar os signatários. Sem qualquer questionamento, essa modalidade é atualmente a mais segura de todas, porém, também é a mais burocrática. Afinal, nem todo mundo está disposto a comprar um certificado digital apenas para realizar uma assinatura eletrônica. E é justamente aí que entra o desafio desse mercado: como autenticar o signatário utilizando outras tecnologias?

Por padrão, para submeter um documento para assinatura nas diversas plataformas existentes hoje no ramo, você precisa informar o e-mail do signatário, ou seja, o e-mail, por ser algo pessoal, já é o primeiro ponto de autenticação. Ex.: Eu cadastro o e-mail “[email protected]”, apenas esse e-mail receberá o link único e seguro para assinatura. Além do e-mail, são usados o IP, Geolocalização, confirmação de dados pessoais (o próprio signatário deverá informar o CPF, nome completo e data de nascimento na hora da assinatura) e assinatura na tela. Esses são pontos de autenticação básicos que praticamente toda assinatura eletrônica traz.

Porém, há no mercado plataformas especializadas quando o assunto é autenticidade. Hoje temos autenticações por selfie, onde o signatário precisa seguir as etapas de registro de selfie segurando o seu próprio documento pessoal, trazendo, assim, uma grande força jurídica para a assinatura; por Pix, trazendo toda a força da autenticação bancária para a assinatura, e tecnologias que utilizam bancos de dados do Governo Federal para autenticar o signatário com dados oficiais do governo.

Em outras palavras, o mercado de assinaturas eletrônicas evoluiu muito para além das assinaturas simples que capturam o IP do usuário que está realizando a assinatura. Todo esse avanço tecnológico beneficia as transações digitais, trazendo muito mais segurança jurídica para os documentos 

Outro quesito super importante nas assinaturas eletrônicas é a integridade, que é impedir que os dados e documentos sejam alterados durante todo o processo de assinatura. Para garantir essa segurança, as empresas costumam utilizar a tecnologia HASH 512.

Funciona da seguinte forma: cada arquivo existente em seu computador possui uma hash (código identificador), ou seja, é como  uma “impressão digital”, já que nenhum arquivo terá uma hash igual ao outro. Com isso, plataformas de assinatura eletrônica utilizam essa ferramenta para garantir que nenhum dado foi alterado por qualquer uma das partes, uma vez que, caso alterações sejam feitas, fatalmente a hash será modificada, invalidando, assim, todas as assinaturas realizadas no documento.

Por fim, toda a evolução vista nesse mercado traz diversos benefícios aos usuários, como por exemplo redução de burocracia e tempo investido em todo processo de assinatura, já a tecnologia tornou as assinaturas muito mais rápidas e fáceis. Além de contribuir com a sustentabilidade do nosso planeta, já que dispensa o uso de impressora, papel, caneta, transporte de documentos e armazenamento físico. E, indiscutivelmente, muito mais segurança jurídica pelo uso de alta tecnologia em todo o processo.

Estamos antenados para acompanhar as próximas evoluções desse mercado.

Por Rafael Figueiredo, CEO e cofundador da D4Sign

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Sonda lunar CAPSTONE, da NASA, tem problema durante ida à lua

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

A pequena espaçonave CAPSTONE, da NASA, atingiu outro obstáculo em seu longo caminho para a lua. Perto do final de grande queima de motor na quinta-feira (8), a sonda lunar de 25 kg enfrentou anomalia que colocou a sonda em “modo seguro” de proteção, disseram membros da equipe da missão.

falha “resultou nas taxas de atitude (orientação] do veículo crescendo além da capacidade das rodas de reação a bordo para controlar e combater”, escreveram representantes da empresa do Colorado Advanced Space, que opera a missão CAPSTONE para a NASA.

“O veículo estava tentando se comunicar com o solo por aproximadamente 24 horas antes de qualquer telemetria ser recuperada”, acrescentaram. “No ponto de recuperação, a espaçonave não estava em configuração estável, não tinha energia positiva e o sistema estava passando por reinicializações periódicas.”

Os membros da equipe da CAPSTONE têm trabalhado sem parar desde então para lidar com o problema ainda misterioso, de acordo com a atualização, e fizeram algum progresso. Por exemplo, o time reconfigurou o “estado operacional” da espaçonave, ajudando a estabilizar a situação.

A CAPSTONE agora também é positivo em termos de energia, o que significa que seus painéis solares estão gerando mais energia do que a sonda está consumindo. A equipe da missão continua trabalhando para diagnosticar o problema, “melhorar a situação térmica” de alguns dos subsistemas da espaçonave e se preparar para próxima operação de queda.

“Uma queda bem-sucedida fará com que o veículo retome o controle de sua orientação, orientando os painéis solares para o sol para carregar totalmente as baterias da energia usada durante a queda”, afirma o texto. “A espaçonave então se orientará para o solo e aguardará mais instruções. Essas operações de recuperação serão avaliadas nos próximos dias.”

Entenda a CAPSTONE

A CAPSTONE, que tem aproximadamente o tamanho de um forno de micro-ondas, foi lançada no topo de um foguete Rocket Lab Electron em 28 de junho pela estação espacial Gateway da NASA nos próximos anos.

A espaçonave verificará a suposta estabilidade do NRHO antes da chegada do Gateway, parte fundamental do programa lunar Artemis. O cubesat também conduzirá experimentos de navegação e comunicação, alguns deles em cooperação com o Orbitador Lunar de Reconhecimento (LRO) da NASA.

A jornada da CAPSTONE é longa. Ela não está programada para chegar ao seu destino lunar até 13 de novembro. A queima do motor de quinta-feira ajudou a mantê-la no alvo para essa data de chegada.

Como a anomalia ocorreu perto do final da manobra, parece que a CAPSTONE permanece em seu curso designado, de acordo com a atualização de segunda-feira. A CAPSTONE já lutou contra outra anomalia anteriormente: Escureceu logo após a implantação do ônibus espacial Photon da Rocket Lab em 4 de julho.

A equipe da missão conseguiu corrigir esse problema, um dia depois, que foi causado por comando formatado incorretamente.

Via Space.com

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Intel demonstra tecnologia Wi-Fi-7 de 5 Gbps, que deve chegar em 2024

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

Intel, em colaboração com a Broadcom, realizou demonstração online da tecnologia Wi-Fi 7, que pode atingir velocidades de até 5 Gbps, pelo menos 5 vezes mais rápido que o 1 Gbps que o Wi-Fi 6 atinge o máximo e 25 vezes mais rápido que a velocidade média do Wi-Fi 5, que é de 200 Mbps.

tecnologia pode ser disponibilizada aos usuários já em 2024, mesmo que, em 2022, as taxas de adoção dos atuais Wi-Fi 6 e 6E ainda serem relativamente baixas.

A demonstração foi feita usando laptop com processador Intel com suporte ao Wi-Fi 7 e roteador de ponto de acesso Broadcom. A velocidade de 5 Gbps alcançada foi estável durante todo o teste.

A Broadcom acrescentou que o valor do Wi-Fi 7 vai além de simples aumentos de velocidade para oferecer maior capacidade de rede. A empresa indicou que o Wi-Fi 7 também trará os benefícios de latências muito mais baixas.

“As latências reduzidas serão inestimáveis para experiências imersivas em Wi-Fi, especialmente para jogos online e latência reduzida para fones de ouvido VR sem fio. Para streamers de mídia, também abre a possibilidade impressionante de streaming de alta resolução UHD 16K, ou mais pessoas na rede transmitindo vídeos em 4K ou 8K”, explicou a Broadcom.

Em seu documento de imprensa para o Wi-Fi 7, a Intel menciona que a empresa espera implantar e fornecer modems Wi-Fi 7 em laptops com tecnologia Intel a partir de 2024, além de reiterarem os 4 principais pilares de melhoria para a próxima geração de Wi-Fi.

Os quatro pilares de melhoria no Wi-Fi 7

Os 4 principais avanços são, respectivamente, conectividade acelerada, confiabilidade sólida, capacidade de resposta com fio e privacidade e segurança aprimoradas.

Conforme mostrado acima na tabela de comparação fornecida pela Intel, o Wi-Fi 7 possui novos padrões de especificações quando comparado às gerações anteriores.

O novo Wi-Fi contará com operações tri-band, nas frequências de 2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz. As operações de banda tripla permitem mais conexões de vários dispositivos no Wi-Fi 7 sem muita interferência em comparação com a operação de banda única e a operação de banda dupla.

As tecnologias subjacentes por trás do Wi-Fi 7 também incluem canais mais amplos de 320 MHz no espectro de 6 GHz não licenciado, modulação de dados QAM 4K de ordem superior e o próximo padrão de criptografia de segurança de rede WPA4.

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