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Satélite Cbers-4 será enviado ao espaço em 7 de dezembro, prevê Inpe

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) confirmou para 7 de dezembro o lançamento do satélite Cbers-4, o quinto equipamento Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres feito em parceria entre Brasil e China. Sua produção foi adiantada após o fracasso na tentativa de enviar ao espaço o Cbers-3, em dezembro passado.

A informação, adiantada pelo G1 em março, foi divulgada nesta quinta-feira (4). A decisão foi tomada em reunião realizada esta semana em São José dos Campos (SP).

De acordo com o comunicado do Inpe, especialistas da instituição e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial, Cast, trabalham de forma intensa para lançar o equipamento em 7 de dezembro. O transporte para a China, onde está o foguete que vai levar o satélite ao espaço, está previsto para 15 de outubro.

Em teste
Segundo o Inpe, o Cbers-4 foi submetido e aprovado em testes elétricos e ambientais. Nos próximos dias, passará pelo teste elétrico sistêmico de longa duração em modo de simulação de voo. O investimento no novo satélite deve permanecer o mesmo aplicado no Cbers-3, cerca de R$ 160 milhões. A participação na construção permanece dividida em 50% para a China e 50% para o Brasil.

O Cbers-4 terá o mesmo formato e mecanismos do Cbers-3, com modernização da tecnologia das câmeras de observação da Terra. O equipamento tem o objetivo de captar imagens que serão usadas pelo governo brasileiro para monitorar os setores agrícola, florestal, e no controle do meio ambiente.

Na mesma reunião ficou definida também a continuidade da parceria com a China e a construção do Cbers-4A, que deve ficar pronto em três anos. O satélite deverá ter vida útil de 36 meses e será equipado com uma nova câmera de alta resolução.

Falha em foguete
O Cbers-3 foi lançado no dia 9 de dezembro, mas uma falha em um dos estágios do foguete chinês Longa Marcha 4B prejudicou o equipamento, que não alcançou velocidade e altura suficientes para orbitar a Terra e, por isso, retornou ao planeta. Ele foi destruído ao entrar na atmosfera.

Ilustração mostra o satélite Cbers-4, que deve ser lançado em dezembro na China (Foto: Divulgação/Inpe)
Ilustração mostra o satélite Cbers-4, que deve ser lançado em dezembro na China (Foto: Divulgação/Inpe)
Do G1, em São Paulo

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Microsoft lança novo smartphone Lumia 830, um ‘top de linha acessível’

Microsoft anunciou Lumia 830 durante a feira IFA, em Berlim (Foto: Divulgação/Microsoft)

Microsoft anunciou Lumia 830 durante a feira IFA, em Berlim (Foto: Divulgação/Microsoft)

A Microsoft revelou nesta quinta-feira (4) o primeiro de uma série de novos smartphones Lumia com preço definido para desafiar as líderes Samsung e Apple. Durante a IFA, feira de tecnologia em Berlim, na Alemanha, a empresa lançou o Lumia 830, seu próximo aparelho “top de linha com preço acessível”.

Também foi anunciada a nova versão do sistema operacional Windows Phone, chamada Lumia Denim. A atualização melhora o aplicativo de câmera dos smartphones Lumia em qualidade e velocidade, além de permitir que os usuários ativem o assistente pessoal Cortana com o uso da voz.

O novo Lumia tem um processador quad-core Snapdragon de 1.2GHz e memória interna de 16 GB. No entanto, a qualidade de imagem continua sendo um dos principais focos da promoção do aparelho.

Ponto forte da Nokia, cuja divisão de telefones foi comprada pela Microsoft por 7,2 bilhões de euros, a câmera traseira do modelo tem 10 Megapixels e lentes Zeiss. O Lumia 830 tem ainda tela de 5 polegadas, 8,5 mm de espessura e será vendido por 330 euros (R$ 960).

Como esperado, a Microsoft também lançou um aparelho com câmera frontal de 5 Megapixels chamado Lumia 735, que ganhou o apelido de “celular das selfies” após demonstrações para funcionários da Microsoft em julho. O aparelho tem uma lente angular para fotos em close de pequenos grupos de pessoas.

O Lumia 735 estará disponível globalmente neste mês por 220 euros (R$ 635) numa versão desenvolvida para as redes 4G. Um terceiro telefone, o Lumia 730, compatível com redes 3G, tem preço de 200 euros (R$ 580) e é compatível com dois chips.

Os novos aparelhos elevam o segmento de ponta da linha Lumia, que tem sido frequentemente bem avaliado por especialistas em tecnologia, mas ainda precisa ganhar simpatia significativa de consumidores.

 

 

Do G1, com informações da Reuters

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Como evitar o vazamento de fotos do celular para a internet

Fotos de Jennifer vazaram junto com dezenas de outras celebridades. (Reprodução/Mirror.co.uk).

O último domingo (31) foi marcado por uma polêmica na web após a exposição de supostas fotos íntimas de celebridades internacionais. A atriz Jennifer Lawrence tornou-se uma das principais vítimas de um “cracker”, pessoa que invade sistemas online, após ter suas fotos roubadas de um dispositivo de armazenamento virtual (ou na nuvem), chamado , da empresa Apple.

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De acordo com fóruns especializados em tecnologia, ela e outras atrizes que tiveram as fotos roubadas sincronizavam fotos particulares feitas com o celular a partir do iCloud. Contudo, o cracker encontrou uma falha no sistema e conseguiu descobrir a senha de acesso aos dados dos usuários. O erro já foi corrigido pela Apple, mas levanta o debate sobre os cuidados necessários para quem não quer ter sua privacidade invadida.

Lista de celebridades com fotos vazadas foi publicada no 4Chan. (Reprodução).

Como proteger as fotos do meu celular?
O primeiro passo é saber que nenhuma tecnologia, mesmo que seja bastante confiável, não é 100% imune a falhas de segurança. Por isso, é preciso escolher bem quando deixar uma foto ou não na rede, mesmo que seja apenas com o objetivo de armazenamento. Da mesma forma, o cuidado deve ser estendido a senhas, dados bancários etc.

Aplicativos que enviam fotos para a nuvem
A partir da convergência de mídias, é comum encontrar aplicativos para PCs ou smartphones que permitem sincronizar o seus arquivos em diferentes lugares. Para evitar o envio automático de fotos feitas do celular, por exemplo, é necessário acessar as configurações dessas ferramentas e desativar a opção de sincronizar ou enviar arquivos automaticamente.

Abaixo, é possível encontrar uma lista de aplicativos que oferecem o envio automático e que podem ser desativados manualmente.
Facebook: pode armazenar na mídia social as fotos feitas no celular e de forma privada;

Google Plus: substitui a função de armazenamento do Picasa, permitindo subir fotos à rede social para compartilhamento posterior;

Google Drive: é uma pasta virtual de armazenamento que pode salvar arquivos de edição de texto online, fotos, vídeos e o que mais for escolhido;

Dropbox: parecido com o Google Drive, é um dos aplicativos mais famosos e responsável por armazenar arquivos diversos na internet. Nos celulares, a ferramenta oferece o envio automático de fotos assim que é instalado. Caso esteja ativado, ele envia as fotos recém-tiradas pelo Wi-fi ou 3G (dependendo da configuração);

OneDrive: assim com Google Drive e Dropbox, trata-se da versão da Microsoft para armazenamento na nuvem.

Caso sua opção seja manter alguns arquivos pessoais na nuvem por comodidade, uma saída interessante pode ser o uso de aplicativos que que realizam criptografia. Nesse processo, o usuário instala algum aplicativo capaz de embaralhar as informações para só então salvá-lo no serviço de armazenamento online. Porém, o processo é mais trabalhoso, pois o usuário precisa desembaralhar os arquivos com a mesma ferramenta quando quiser visualizar os dados. Normalmente, as ferramentas exigem a inserção de uma senha de segurança para poder exibir o material.
Punições na web

A atriz Jennifer Lawrence anunciou que irá processar todos que compartilharem as fotos roubadas. No Brasil, a artista Carolina Dickemann também teve fotos íntimas roubadas de seu computador pessoal e que foram divulgadas na web. O caso contribuiu para acelerar mudanças no Códido Penal Brasileiro, que passou a tipificar os chamados crimes informáticos a partir da lei 12.735/2012, apelidade de lei Carolina Dickemann.
O que é uma Nuvem

Na internet, há servidores que oferecem armazenamento gratuito ou pago de arquivos que podem ser acessados de qualquer ponto de conexão. Nesses espaços, você pode salvar todo tipo de informação como músicas, documentos, vídeos etc, que pode ser resgatado a qualquer momento por meio de dispositivos móveis e outras tecnologias de informática. [Via Portal EBC]

MundoBit

 

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Apple confirma que celebridades foram vítimas de ataque cibernético

Fotos de famosas nuas como Jennifer Lawrence e Victoria Justice foram divulgadas na rede / Foto: Reprodução
Fotos de famosas nuas como Jennifer Lawrence e Victoria Justice foram divulgadas na redeFoto: Reprodução

 

A gigante da tecnologia Apple confirmou nesta terça-feira (2) que algumas contas de celebridades sofreram um ataque cibernético no domingo, mas negou que a causa tenha sido uma falha em seu sistema. “Após mais de 40 horas de investigação, descobrimos que algumas contas de celebridades foram alvo de um ataque muito direcionado contra nomes de usuários, senhas e perguntas de segurança”, afirmou a empresa americana em um comunicado. No entanto, “nenhum dos casos que investigamos procede de uma falha em algum dos sistemas da Apple, incluindo o iCloud ou (o aplicativo de busca de telefones perdidos) ‘Find my iPhone'”, acrescentou. A Apple garante que continua a colaborar com a polícia para ajudar a identificar os hackers envolvidos no caso. “A proteção dos dados pessoais e a segurança de nossos clientes é de extrema importância para nós”, reafirmou o grupo. A Polícia Federal americana e a Apple investigam desde segunda-feira a difusão na Internet de imagens de estrelas americanas nuas. De acordo com parte da imprensa americana, os hackers aproveitaram uma brecha nas bases de dados do iCloud da Apple, mas serviços semelhantes de outras operadoras também podem ter sido alvo.

 

Da AFP

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Google testa drones para entrega de compras feitas pela internet

Google realizou testes de entrega com drones na Austrália (Foto: Reprodução/YouTube/Google)

Google realizou testes de entrega com drones na Austrália (Foto: Reprodução/YouTube/Google)

O Google revelou na quinta-feira (28) que realizou testes com drones na Austrália para entregar produtos comprados on-line, seguindo na mesma direção da gigante de vendas pela internet Amazon. Veja um vídeo da iniciativa aqui.

O Google realiza pesquisas há dois anos dentro do chamado “Project Wing” (Projeto Asa, em português), que neste mês fez voos de teste levando doces, remédios, biscoitos de cachorro e outras encomendas a fazendeiros de Queensland, na Austrália.

“Os veículos de voo autônomo poderão abrir novos enfoques para a circulação de mercadorias”, destaca o Google em um artigo publicado em seu site.

“Através da história, as principais mudanças no trânsito de mercadorias conduziram a novas oportunidades para o crescimento econômico e, geralmente, tornaram a vida dos consumidores mais fácil”.

A Amazon já desenvolve a ideia de “drones-correio” para a entrega de pacotes e em julho passado pediu permissão às autoridades norte-americanas para realizar testes no território nacional.

 

Da France Presse

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Para ser opção ao WhatsApp, app de chat mira público sem smartphone

Aplicativo de mensagens 'Msngr' foca em usuários que não possuem smartphone. (Foto: Divulgação/Msngr)

Aplicativo de mensagens ‘Msngr’ foca em usuários que não possuem smartphone. (Foto: Divulgação/Msngr)

Surge a vontade de usar um aplicativo para enviar uma mensagem a um amigo, que, para frustrar o plano, não possui smartphone. É entre esse público, esquecido pelos mais populares app de bate-papo, que quer crescer o “Msngr” – pronuncia-se Messenger, da mesma forma como o app com a mesma função do Facebook.

O Msngr é uma reformulação do antigo Claro Messenger, construído para ser o sistema de comunicação dos clientes da operadora no Brasil. Criado pelo Myriad Group, o bate-papo é fruto de uma parceria entre a empresa e a dona da Claro, a mexicana América Móvil. A partir de julho, o app para Android foi aberto a todos os usuários, não importando de qual operadora é cliente. De saída, o Msngr já nasceu com 67 milhões de usuários, todos clientes da empresa de telecomunicação mexicana e suas subsidiárias.

Pompilio Roselli, gerente no Brasil da Myriad, que desenvolve o aplicativo 'Msngr'. (Foto: Divulgação/Msngr)
Pompilio Roselli, gerente no Brasil da Myriad, que
desenvolve o aplicativo ‘Msngr’. (Foto: Divulgação/
Msngr)

Pompilio Roselli, gerente da Myriad no Brasil, explica que um dos trunfos do Msngr advém dessa antiga parceria: as mensagens enviadas entre os clientes da Claro não são cobradas. Diferentemente do que ocorre quando operadoras liberam o acesso a um determinado app, como já ocorreu com o Facebook e o Twitter, não é preciso que o usuário compre créditos para a gratuidade do Msngr funcionar.

Roselli afirma que outras operadoras devem se tornar parceiras do app. “A gente está conversando com mais uma grande operadora no Brasil”, diz o executivo, acrescentando que “nos próximos dois meses vai ter um avanço importante para o Brasil e para a América Latina”. Isso é impulsionado pela aceitação dos clientes de outras operadoras. Sem revelar números, o executivo diz que 40% dos novos usuários do bate-papo já são clientes de fora da Claro.

O outro ás na manga do Msngr para se tornar uma opção ao WhatsApp é que até quem possui celulares mais simples pode utilizá-lo. Nesses casos, a conexão ocorre por navegação Wap, um ancestral da navegação via aplicativos. A ideia surgiu a partir de pesquisa junto a consumidores.

“A primeira coisa que eles falavam era: ‘Puxa, eu tenho um smartphone, mas meu amigo não tem, não consigo falar com ele’”, diz Roselli. “O cara se sente excluído: não tem smartphone, não pode falar”, completa.

A Myriad está de olho, porém, em quando esse cliente se livrar do celular convencional. “Os usuários, quando compram um smartphone, têm continuado com o serviço, mas começaram com o Wap.” A empresa quer pegar carona em um processo de migração no Brasil. Em maio, segundo a IDC, 76% dos celulares vendidos no país eram smartphones.

 

 

Do G1, em São Paulo

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Em maratona hacker, Facebook escolherá startups brasileiras para acelerar

16jjjjjjjjjeruhge53-bt3-b-53b 3bwwwgggQuando o Facebook comprou o WhatsApp, a piada que corria pela internet era a de que, se resolvesse adquirir alguma fabricante de colchões, Mark Zuckerberg deteria todas as empresas presentes na vida do brasileiro. Exagero, mas mostra que o brasileiro curte o Facebook. E agora a rede social quer mostrar que também curte o que o brasileiro faz – se você acha que o Zuckerberg vai dividir a fortuna dele contigo, pare de ler esse post agora.

O fato é que o Facebook percebeu que dentre as mais de 200 empresas — 218, para ser exato — que usam a plataforma em algum serviço, apenas 7 são brasileiras (Veja abaixo quais são elas). Fazendo uma conta de padeiro, quer dizer que apenas 3,5% das parceiras do Facebook são brasileiras — isso enquanto a população tupiniquim na rede (89 milhões) chega a 6,7% do total.

O que a rede social quer agora é ajudar mais startups brasileiras a se tornarem parceiras para criarem sistemas que atendam a necessidades locais. O nome técnico para essas empresas é Desenvolvedores Preferenciais de Marketing (PMD, na sigla em inglês). Para que recebam essa chancela, o Facebook vai acelerar algumas startups brasileiras.

O vestibular para nove empresas iniciantes começa nesta quarta-feira (27) e dura até sexta (29), na sede da empresa em São Paulo. A prova? Uma hackaton (maratona de desenvolvimento), similar às que o Facebook promove nos Estados Unidos e às que a rede usava para recrutar funcionários. Durante os encontros, os empreendedores terão que solucionar problemas utilizando linguagem de programação.

As selecionadas receberão orientação de engenheiros e executivos do Facebook nos meses seguintes. Esse programa de aceleração é o primeiro que a empresa conduz na América Latina. De acordo com a companhia, foi a procura de empresas brasileiras que motivou o lançamento do projeto.

Veja abaixo quais são as empresas brasileiras que já atuam com o Facebook:

55social
A companhia dá a agências uma caixa de ferramenta de mídias sociais, contendo publicador de conteúdo e criador de aplicativos interativos, para que melhorem performance de suas campanhas na rede. Entre os clientes estão a FILA, SulAmérica Seguros, a Livraria Cultura e a Editora Leya.

Bornlogic
A empresa simplifica a criação e a análise de campanhas no Facebook. Os pacotes são assinaturas mensais de ferramentas gerenciadas pelos próprios contratantes ou recursos administrados pela Bornlogic. Já atende o restaurante Coco Bambu.

EzLike
Especialista em ferramentas que parametrizam a dimensão de uma campanha e controlam o alcance de anúncios feitos na rede social. Trabalha para, entre outras, Americanas.com, Ogilvy e Level Up.

Dito
A empresa mineira desenvolve aplicações que rodam na rede social. Ao passo que as pessoas usam seus programas, a startup vai reunindo informações para que as marcas contratantes entendam como se comportam seus consumidores. O Flamengo e a Tim foram algumas das atendidas.

RIOT
A agência digital tem uma estratégia multi-plataforma, em que não só os smartphones, tablets, videogames e smart TVs são espaços para mostrar marcas, mas também o Facebook. Habib’s, L’Oréal Paris e PepsiCo são algumas das empresas que recorreram aos serviços da RIOT.

Superare
Por meio de sua plataforma, a Argos4.me, a Superare fornece às empresas informações sobre seus consumidores, para que se comuniquem melhor com eles. Multiplus, Dafiti, Netshoes e Mercado Livre são algumas dessas companhias.

W3M Labs
O negócio da W3W Labs é cuidar das páginas de marcas e celebridades, o que inclui a criação de promoções e de conteúdo que gerem comoção entre os usuários. Submarino, Hooters e Estrela são alguns dos clientes.

Do Start.UP

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Novo leilão fará rede 4G do Brasil ser compatível à dos EUA e 19 países

Usuários já podem acessar tecnologia 4G em celulares compatíveis com o serviço (Foto: Denise Muniz/G1)

Usuários já podem acessar tecnologia 4G em celulares compatíveis com o serviço

(Foto: Denise Muniz/G1)

O novo leilão de banda larga móvel de quarta geração destinará ao 4G brasileiro faixas que tornarão a rede do país compatível com a de outros 20 países, inclusive a dos Estados Unidos, segundo levantamento do G1 no banco de dados da 4G Américas, associação de operadoras que monitora a adoção da tecnologia pelo mundo. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou nesta quinta-feira (21) o edital do leilão, que será realizado em 30 de setembro.

Os seis lotes da frequência de 700 Megahertz (MHz) renderão ao governo, pelo menos, R$ 7,7 bilhões. As faixas do espectro são como rodovias por onde os dados trafegam. Por enquanto, os dados do 4G no Brasil são transmitido pela frequência dos 2,5 Gigahertz (GHz), que foi leiloada em 2012 e rendeu aos cofres públicos R$ 2,9 bilhões, um ágio de 31,27%. Hoje, a estrada dos 700 MHz não está livre: circula por ela o sinal de canais de TV. Por isso, as empresas que levarem cada lote do 4G terão ainda que pagar a retirada desses serviços, o que deverá resultar custos extras estimados pela Anatel em R$ 3,6 bilhões.

A tecnologia utilizada no Brasil para banda larga móvel de quarta geração já é a mesma de outros 45 países pelo mundo, como a vizinha Colômbia, o Japão e os europeus Alemanha, França, Portugal e Espanha. Isso quer dizer que smartphones ou tablets com tecnologia 4G comprados no Brasil também acessarão a rede de banda larga móvel desses países. Aparelhos 4G comprados nesses países também funcionarão na rede brasileira.

Na frequência dos Estados Unidos
Com a abertura da faixa dos 700 MHz para o 4G, 20 países passarão a ter rede compatível com a brasileira, aponta o levantamento do G1. Entre eles estão os Estados Unidos, o maior destino de turistas brasileiros. A lista inclui também Bolívia, Porto Rico, Nova Zelândia, Irlanda, Croácia e Líbano.

Desde que o 4G começou a ser implantado no Brasil, em abril do ano passado, 18 países passaram a destinar a faixa dos 2,5 GHz para a internet de alta velocidade de quarta geração. Um deles foi a China, onde pacotes 4G passaram a ser vendidos em dezembro de 2013.

Em alguns casos, a adoção do 700 MHz no Brasil fará com que a compatibilidade seja reforçada, pois, além dessa faixa, os países já utilizam a dos 2,5 GHz. Será o caso, por exemplo, de Rússia, da Alemanha e Portugal.

Mais alcance
Em comparação às velocidades do 3G, as taxas de conexão do 4G chegam a ser até dez vezes maiores. Enquanto o máximo alcançado pelo primeiro é 21 Megabits por segundo (Mbps), a nova tecnologia chega a oferecer até 100 Mbps e apresenta médias de 50 Mbps.

As faixas destinadas ao 4G possuem diferenças entre si. Enquanto a frequência de 2,5 GHz transporta dados mais pesados, a de 700 MHz cobre territórios mais amplos. Isso ocorre porque quanto maior a frequência, menor seu alcance e maior a sua potência.

A diferença na capacidade de cobertura também afeta a instalação de infraestrutura. Para cobrir uma mesma localidade, são necessárias mais antenas na faixa de 2,5 GHz do que estações de rádio-base de 700 MHz. É isso que torna a frequência que será leiloada em setembro tão atrativa comercialmente.

 

Do G1, em São Paulo

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Direitos autorais de selfie da macaca é de domínio público, diz EUA

Fotógrafo ainda disputa no Reino Unido pelo caso com a Wikimedia / Foto: Reprodução/ WikimediaCommonsFotógrafo ainda disputa no Reino Unido pelo caso com a Wikimedia

Foto: Reprodução/ WikimediaCommons

A famosa selfie de macaca que viralizou na internet é decidida como domínio público por entidade responsável pela regulação de direitos autorais nos Estados Unidos. A decisão é a favor da Wikimedia Foundation sobre o caso de um autorretrato feito por um Macaca Nigra (ou Crested Black Macaque) na ilha de Celebes, na Indonésia. A disputa pelos direitos autorais da foto estava entre o Wikimedia, instituição sem fins lucrativos que distribui fotos em domínio público, e o fotógrafo David Slater, dono da câmera usada pelo animal, sobre a autoria da imagem.

De acordo com a US Copyright Office, a foto foi “tirada por um macaco” e por isso não teria proteção de propriedade intelectual. O documento contém 1.222 páginas sobre o caso inusitado.

“Não registraremos trabalhos produzidos pela natureza, animais ou plantas. Da mesma forma, não podemos registrar um trabalho supostamente criado por uma seres divinos ou sobrenaturais, embora possamos registrar obra (…) inspirada por um espírito divino”, diz o órgão.

O fotógrafo ainda disputa no Reino Unido pelo caso com a Wikimedia. Segundo o jornal britânico The Telegraph, a legislação britânica (Copyright Designs and Patents Act de 1988) prevê que fotógrafo pode requisitar direitos sobre um material mesmo que ele não tenha “apertado o botão” caso seja resultado de sua “criação intelectual”. No entanto, a Justiça de lá nunca julgou em corte um caso similar.

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Justiça determina retirada do Secret das lojas virtuais no Brasil

Foto: Divulgação.

A Justiça do Espírito Santo determinou a retirada do aplicativo ecret, onde os usuários podem compartilhar e comentar segredos de forma anônima. A empresa tem o prazo de dez dias para retirar o app das lojas virtuais. Ele também precisará ser desinstalado automaticamente dos aparelhos dos usuários.

A mesma decisão vale para o Cryptic, que faz a mesma coisa que o Secret. A multa para o descumprimento é de R$ 10 mil por dia.

A decisão foi da 5ª Vara Cívil de Vitória (ES) em resposta a um pedido liminar do Ministério Público do Estado do Espírito Santo. “Diversas pessoas estão sendo vítimas de constrangimentos e ilícitos contra a honra sem que possam se defender, dado o anonimato das postagens no aplicativo”, disse a ação civil pública. O aplicativo daria ferramentas para a prática do cyberbulling e os crimes de ódio.

O Ministério Público se baseou no fundamento da Constituição que garante a liberdade de imprensa, mas proíbe o anonimato. Outro princípio diz que a intimidade e a privacidade das pessoas são invioláveis.

Desde que chegou ao Brasil, o Secret vem sendo alvo de polêmicas. O app gerou grande insatisfação, o que fez com que alguns grupos entrassem na justiça contra o aplicativo. Em entrevista ao UOL, o Secret disse que não recebeu nenhuma notificação e não vai comentar casos específicos.

MundoBit

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