Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Chinês de 13 anos cria óculos inteligentes usando Arduino

Por Victoria Amorim

Olhar Digital

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Dispositivo transforma smartphone em câmera que filma em 3D

Por Leonardo Pereira

Olhar Digital

Teleport VR Camera

Cada vez mais empresas investem em óculos de realidade virtual, mas o mercado tem deixado os usuário com papel exclusivo de consumidores, sem a possibilidade de se tornarem criadores de conteúdo. Isso começa a mudar com surgimento da Teleport, uma câmera doméstica que permite fazer vídeos tridimensionais usando um smartphone.

Trata-se de uma câmera com duas lentes que, acoplada ao smartphone, imita o campo de visão humano, fazendo com que a captura de fotos e vídeos seja feita de maneira compatível a dispositivos como Oculus Rift e Google Cardboard.

A Autonomous, empresa por trás do dispositivo, abriu uma campanha de financiamento colaborativa no Indiegogo que já excedeu a meta em 619%, alcançando quase US$ 62 mil. Embora a empresa anuncie sua câmera como um recurso para quem deseja capturar momentos a fim de revivê-los de forma imersiva no futuro, o motivo do sucesso pode estar na sacada de dar vez aos usuários.

Desde que a Oculus (hoje pertencente ao Facebook) mostrou o Rift ao mundo, várias empresas a seguiram no desenvolvimento de óculos de realidade virtual e ninguém olhou para os criadores de conteúdo. Atualmente, câmeras tridimensionais são equipamento profissional caro, mas o modelo da Autonomous leva o conceito para o ambiente doméstico.

A Teleport faz capturas em alta definição e transforma praticamente qualquer smartphone em uma câmera especial ao custo de US$ 89 – atualmente ela funciona só com Android, mas a empresa promete expandir a compatibilidade ao iPhone até junho de 2016.

O produto está sendo vendido pelo Indiegogo em várias opções. A edição premium acompanha o Teleport VR Headset (os óculos da marca) e sai por US$ 119; a normal custa US$ 99 e acompanha o Teleport VR Cardboard, que se baseia nas especificações do Google. Individualmente, o Headset sai por US$ 29 e o Cardboard, por US$ 9. As entregas ocorrem a partir deste mês.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Samsung vai entrar no mercado de carros inteligentes

Por Leonardo Pereira

Olhar Digital

A Samsung entrará no negócio de carros inteligentes para brigar com empresas como Google, Apple e Baidu. Na última quarta-feira, 9, a sul-coreana anunciou que abrirá uma divisão inteiramente voltada ao desenvolvimento de peças para veículos autônomos e conectados à internet.

Será a quarta área de negócios da Samsung, que atualmente se divide nos setores móvel, de componentes (que fabrica coisas como processadores) e de consumo doméstico (TVs, máquinas de lavar roupas etc.).

A informação da abertura de um novo braço foi confirmada pelo Wall Street Journal. Porém, conforme ressalta o jornal, a Samsung não deu detalhes como datas e o tamanho do investimento.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

União Europeia quer eliminar o bloqueio geográfico dos conteúdos pagos na internet

Assinante da Netflix poderá ter acesso à assinatura quando estiver fora de seu país, por exemplo Foto: divulgação/Netflix

A Comissão Europeia propôs nesta quarta-feira (9) eliminar até 2017 os bloqueios geográficos na internet dos conteúdos pagos, como Netflix e Spotify, quando um assinante se encontrar temporariamente na UE, mas fora de seu país de residência.

O projeto propõe que um assinante de conteúdo digital, seja de TV, cinema, música, jogos ou livros eletrônicos, possa continuar se beneficiando do acesso a esses conteúdos.

Atualmente, o complexo sistema de direitos autorais impede que isso possa ser feito. [Da AFP]

MundoBit

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Hackers atacam página do primeiro-ministro do Japão por caça às baleias

De Agência Brasil

O movimento de hackers (pessoas que elaboram e modificam softwares e hardwares de computadores) Anonymous bloqueou nesta quinta-feira (10) o acesso à página na internet do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, num ataque em protesto contra o programa de caça às baleias.

O portal do primeiro-ministro permanece parcialmente bloqueado devido a um ataque de recusa de serviços (DDos ou Distributed Denial of Service), cuja autoria foi reivindicada pelo grupo internacional de hackers na rede social Twitter, onde afirma que a caça de baleias “não é um direito cultural”.
O porta-voz do Executivo japonês, ministro Yoshihide Suga, reconheceu, em entrevista, que o ataque limitou o acesso ao portal de Shinzo Abe e informou que a polícia investiga se ele foi cometido por integrantes do Anonymous.
A ação dos piratas ocorre em represália à decisão do governo japonês de retomar o programa de caça de baleias. Pelo programa, poderão ser capturadas, na atual temporada, 333 exemplares no Oceano Antártico para fins que, segundo o governo, são científicos.
Mais de 30 países, incluindo todos os que integram a União Europeia, os Estados Unidos, o México e a Austrália, apresentaram nesta semana proposta conjunta ao governo japonês contra a caça de baleias, que também é contestada por organizações ambientalistas.
A rede Anonymous posicionou-se contra essa prática, como fez em relação à caça de golfinhos de Taiji, no oeste do Japão, em novembro, quando os hackers provocaram o colapso de dezenas de portais japoneses.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Professor brasileiro é finalista do prêmio Global Teacher Prize

Da Agência Brasil

Engenheiro químico e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Batista recebeu a indicação pelo trabalho que faz em escolas do ensino médio público. / Foto: DivulgaçãoEngenheiro químico e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Batista recebeu a indicação pelo trabalho que faz em escolas do ensino médio público.Foto: Divulgação

O professor Marcio de Andrade Batista é o único brasileiro entre os 50 finalistas do Global Teacher Prize, considerado o Prêmio Nobel da Educação. Segundo a organização do prêmio, Batista foi escolhido entre milhares de candidatos de 148 países. Apenas 29 nações estão representadas entre os finalistas. O vencedor será anunciado em março do ano que vem, em Dubai, e receberá US$ 1 milhão.

Engenheiro químico e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Batista recebeu a indicação pelo trabalho que faz em escolas do ensino médio público. Ele orienta projetos sugeridos pelos próprios estudantes. A ideia é que os alunos desenvolvam interesse pela ciência desde o ensino básico. “Sempre tive como meta mostrar que ser cientista é tão legal quanto ser jogador de futebol ou outra profissão que os alunos admiram. Queria inserir a ciência dentro do rol de interesses dos alunos”, diz.

Com as orientações do professor, surgem assim projetos como a utilização da casca da castanha de baru, típica do cerrrado da região, para fazer pisos e a utilização de resíduo de soro de queijo para enriquecer pães e dar mais qualidade à alimentação. Uma das alunas, Bianca Valeguzki de Oliveira recebeu o prêmio Jovem Cientista pelas mãos da presidenta Dilma Rousseff.

“Quando me mudei para cá em 2010, vi que a universidade estava muito distante do ensino médio. Moramos em uma região pouco favorecida no sentido de acesso a materiais, de disponibilidade de laboratório. A intenção foi trabalhar com alguns alunos para replicar conhecimentos práticos para problemas da realidade deles”, explica.

Como orientandas ele prioriza as mulheres, por acreditar que são necessárias mais oportunidades para as meninas. “Se dermos apoio a esses meninos, eles vão longe. Principalmente as meninas. Vivemos em um país, digamos, machista. Às vezes uma mulher e um homem exercem a mesma função, mas a mulher ganha menos. Essas meninas tem que romper a barreira do machismo, de estar longe dos grandes centros urbanos”, defende.

O Global Teacher Prize está no segundo ano e é oferecido pela Fundação Varkey, fundada por Sunny Varkey, reconhecido internacionalmente pelo trabalho feito na educação. A intenção é mostrar o importante papel que os professores desempenham, reconhcendo um professor excepcional, que tenha feito um excelente trabalho em sua região.

A professora Nancie Atwell, dos Estados Unidos, foi a ganhadora do prêmio em 2015. Professora de inglês, ela deixa que os alunos escolham os livros que lerão e os assuntos sobre os quais escreverão nas aulas. Com a metodologia, cada aluno consegue ler em média 40 livros de 14 gêneros literários, além de escrever cerca de 21 artigos de 13 gêneros. Devido ao encorajamento e apoio, muitos dos seus alunos tornaram-se autores.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Pesquisadores criam chip que pode sentir cheiro e gosto

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Operadoras perdem 10 milhões de linhas em 2015

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Chineses preparam carros controlados pela mente

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Polícia da Austrália invade casa de possível criador do bitcoin

A Polícia Federal da Austrália invadiu nesta quarta-feira (9) a casa de um homem identificado pela revista “Wired” como o provável criador da moeda digital bitcoin, segundo relatou uma testemunha.

A propriedade, localizada na cidade de Sydney, pertence a Craig Steven Wright. Segundo a publicação, essa é a real identidade de Satoshi Nakamoto, nome do autor do artigo publicado em 2009 que descreve o funcionamento da “criptomoeda”.

Mais de uma dezena de agentes entraram na casa após arrombar a porta. Ao ser questionado, um dos oficiais afirmou estar “limpando a casa”. Em comunicado, a Polícia Federal da Austrália informou que a “presença na propriedade do Sr. Wright não está associada com a reportagem sobre bitcoins”.

Reportagens sobre a identidade do criador do bitcoin foram publicadas pela “Wired” e pelo site “Gizmodo”. Os textos foram baseados em e-mails, documentos e arquivos de internet vazados. Um deles é a transcrição de um encontro entre Wright e oficiais da Receita Federal australiana.

O mistério em torno do Satoshi Nakamoto e sua identidade já foi alvo da investigação do “New York Times” e “Newsweek”, entre outros veículos de mídia. Nenhum deles, porém, trouxe provas irrefutáveis que revelassem quem ele seria.

Apesar de não ser conhecido, Nakamoto é dono de uma das maiores carteiras digitais de bitcoin, que possui 1 milhão das moedas.

 

Do G1, em São Paulo

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.