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Cuidado: os hackers estão de olho no seu smartphone

Hoje os especialistas recomendam a instalação de antivírus que controlem a navegação na internet e o download de aplicativo apenas em plataformas oficiais / Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Hoje os especialistas recomendam a instalação de antivírus que controlem a navegação na internet e o download de aplicativo apenas em plataformas oficiais

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Muito vulneráveis atualmente, os smartphones podem se transformar no próximo alvo favorito dos hackers, que se aproveitam da negligência e da inocência dos usuários ao usar o aparelho.

“O mercado de celulares é regido pela inovação e se concentra sobretudo em ter as novas funcionalidades ligadas ao marketing mais do que na segurança e no respeito à vida privada”, analisa James Lyne, entrevistado durante o Mobile World Congress que termina nesta quinta-feira em Barcelona.

Responsável pela segurança global na Sophos, Lyne responsabiliza os fabricantes pela sensibilização insuficiente dos consumidores. Apenas 40% deles utiliza um código PIN.

Na apresentação do Galaxy S6 no domingo em Barcelona, a Samsung insistiu na aparência, na recarga sem fio e na qualidade de sua câmera fotográfica, mas apenas se referiu à proteção antivírus.

Por isso, explicou à AFP Tanguy de Coatpont, diretor-geral da Kaspersky Lab France, “vivemos com os smartphones o que experimentamos com os computadores há 15 anos”.

“Cada vez há mais problemas de segurança porque com sua potência se transformam em pequenos computadores, conectados permanentemente”, acrescentou.

O estudo mais recente dessa empresa especializada em antivírus mostra que 28% dos usuários ignoram tudo ou quase tudo sobre os aplicativos, o que favorece os cibercriminosos.

O mais surpreendente é que 26% das pessoas consultadas eram conscientes dos riscos, mas não se preocupavam. Esta irresponsabilidade transformou os smartphones nos últimos 2 anos em alvos fáceis dos hackers.

Segundo a Alcatel-Lucent, 16 milhões de pessoas foram vítimas destes ataques em 2014.

“Estamos em crescimento por volume as vezes superiores a 400% de trimestre em trimestre”, mas falta muito para que os números se aproximem dos ataques aos computadores, diz David Grout, diretor para Europa do Sul da Intel Security.

“É um vetor de risco cada vez mais importante porque os hackers têm ao alcance de suas mãos várias informações pessoais (…) principalmente financeiras”, acrescenta.

 

Poucos modelos seguros

Seja os modelos básicos ou os de alta tecnologia, os celulares de geração não foram fabricados pensando em segurança, salvo a rara exceção de um modelo como o Blackphone 2, apresentado na segunda-feira em Barcelona.

Como o modelo anterior, lançado em 2014, este smartphone protege em teoria seu proprietário dos ciberataques e da vigilância das agências de espionagem.

Por mais de 600 dólares, o último celular da empresa Silent Circle permite fazer chamadas ou enviar mensagens cifradas a um smartphone clássico. Trabalha no mesmo mercado que a BlackBerry, voltada especialmente para empresas, expostas a maiores ataques, pois os aparelhos de seus funcionários não estão protegidos.

Neste mercado, o grupo francês CS Communication et Systèmes apresentou em Barcelona uma solução baseada em um cartão de memória micro-SD que deve ser inserido no aparelho para proteger as conversas e o envio de dados.

“Os ataques acontecem principalmente no Android, uma plataforma muito aberta que domina mais de 80% do mercado”, diz De Coatpont.

Mas o sistema operacional da Apple, o iOs, apesar de ser considerado mais seguro que o da Google, também não está imune.

“No último mês, no Reino Unido, a versão do iPhone para o aplicativo de encontros gays Grindr foi pirateada”, revela Sean Sullivan, investigador na F-Secure. Os hackers esperam que as vítimas não denunciem suas atividades para não revelar sua orientação sexual, acrescenta.

“Se fez necessário que um vírus tão potente como o Cryptolocker de 2013 fosse lançado na versão celular para criar um impacto na opinião pública”, diz Sullivan, se referindo a esse software feito na Rússia.

Este vírus restringia o acesso a parte do sistema do computador e pedia um resgate para o proprietário para recuperação. Agora ele já pode afetar também os celulares.

Mesmo pagando, suas vítimas teriam uma possibilidade muito pequena de recuperar seus dados.

Hoje os especialistas recomendam a instalação de antivírus que controlem a navegação na internet e o download de aplicativo apenas em plataformas oficiais.
Da AFP

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Facebook vai popularizar realidade virtual, diz Mark Zuckerberg

Foto: Divulgação.

O Facebook está investindo pesado na realidade virtual, segundo informou o presidente da empresa Mark Zuckerberg. Ele disse durante o Mobile World Congress, em Barcelona, que a rede social vai dar ao VR a mesma importância que no passado tiveram conteúdos em vídeos e foto.

Zuckerberg respondeu perguntas dos usuários. Ele contou que a realidade virtual é uma evolução do consumo de conteúdo. “Há muitas maneiras nas quais as pessoas querem se conectar e compartilhar. A tecnologia hoje permite fazer isso”.

Vale lembrar que o Facebook comprou recentemente o óculos de realidade virtual OculusRift, feito pela empresa OculusVR. Ele também falou da importância das redes sociais para a liberdade de expressão. [Via EFE]

MundoBit

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Instagram passa a permitir links clicáveis dentro do app

Foto: Divulgação.

O Instagram divulgou nesta quarta-feira (4) o lançamento de uma nova ferramenta que permitirá a inclusão de links dentro do app. A medida atende aos pedidos dos anunciantes, que exigiam maneiras mais chamativas de propagandas.

Até recentemente a empresa não permitia a inclusão de URLs dentro da navegação do aplicativo. A justificativa é que a proposta da empresa era a de as pessoas navegarem pelas imagens e não pela web.

Esse conceito do Instagram foi levemente alterado por causa dos pedidos de seus anunciantes, que exigiam outras formas de anúncios para alguns produtos mais específicos.

A nova experiência de navegação da rede social oferecerá uma galeria de fotos correlacionadas e, abaixo delas, um botão de “leia mais” que abrirá um navegador interno dentro do próprio Instagram. O link levará a uma página onde será possível obter mais informações sobre determinados assuntos. O usuário pode voltar a “experiência tradicional” do aplicativo com apenas um clique.

As principais queixas dos anunciantes eram referentes a produtos que pediam mais do que uma única imagem para que a propaganda tivesse impacto real no usuário do Instagram. Empresas de roupas e de automóveis alegavam que era preciso uma gama maior de imagem para despertar o interesse de quem visualiza.

Uma empresa de moda, por exemplo, poderia exibir numa imagem uma modelo usando o look completo, na imagem seguinte um detalhe do vestido, em outra os acessórios. O botão “leia mais” levaria a uma página onde o usuário poderia realizar a compra.

Veja o vídeo institucional que o Instagram lançou para explicar a ferramenta, clique AQUI.

No início, a expectativa é que apenas empresas institucionais que buscam influência de marcas façam esse tipo de anúncio no Instagram; Coca-Cola e marcas do mercado de moda como Michael Kors, por exemplo. Esse lançamento inicial terá uma ênfase na marca”, explicou James Quarles, um dos executivos do Instagram.

Por enquanto, os anúncios vão incluir apenas fotos, mas há a possibilidade de que vídeos também possam integrar essa forma de divulgação no aplicativo. Outra expectativa é de que os usuários possam ter a opção de compartilhar as galerias multi-fotos dos anúncios, mas para isso será observada a reação dos usuários com o novo esquema de divulgação.

Com pouco tempo no mercado, o Instagram nunca permitiu que URLs fosses incluídas nos posts, o que garante ao aplicativo um visual limpo e sem tanta poluição, se comparado a outras redes mais usadas, como Facebook e Twitter. Há o desejo dos usuários que a empresa mantenha essa cultura visual do app.

NEGÔCIOS – Em 2012, o Facebook desembolsou 715 dólares pelo Instagram, e agora começa a saga para que esse investimento traga lucro. Com essa nova ferramenta em funcionamento, será possível ao anunciante saber não apenas se o usuário visualizou a propaganda, mas também se ele curtiu, se compartilhou, ou mesmo se passaram por todas as fotos da galeria.

 

MundoBit

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Brasileiro Alexandre Hohagen deixa vice-presidência do Facebook

O brasileiro Alexandre Hohagen trabalhava na companhia desde 2011, quando trocou o Google pela rede social de Mark Zuckerberg / Foto: LOIC VENANCE / AFP

O brasileiro Alexandre Hohagen trabalhava na companhia desde 2011, quando trocou o Google pela rede social de Mark Zuckerberg

Foto: LOIC VENANCE / AFP

O brasileiro Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook para a América Latina, anunciou nesta quarta-feira (4) que está deixando a empresa – ele trabalhava na companhia desde 2011, quando trocou o Google pela rede social de Mark Zuckerberg.

Em uma mensagem em seu perfil no site, Hohagen disse querer “ir atrás de outros sonhos” e usar sua “experiência e conhecimento para ajudar jovens empreendedores latino-americanos e organizações sem fins lucrativos da região”.

O executivo já é investidor de ao menos uma start-up (empresa iniciante de base tecnológica) no Brasil, a MarketUP, dona de um sistema on-line de gestão para pequenas empresas.

Hohagen foi um dos primeiros contratados do Google no Brasil, logo depois que a empresa de buscas começou a operar no país, em 2005. Foi presidente da companhia aqui, depois diretor-geral para os países latinos e líder de operações na América Latina.

Foi contratado pelo Facebook em 2011 e, segundo contou na mensagem de despedida, começou o trabalho na sala de casa. “Eu ainda lembro de pedir silêncio para as minhas filhas enquanto eu entrevistava candidatos que iriam se somar a mim nessa aventura incrível”, afirmou.

Ainda não está definido quem irá ocupar seu cargo na empresa.

 

Da Folhapress

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Banda Larga no Brasil está abaixo no mínimo de qualidade em 73% dos casos

Foto: Divulgação.

A qualidade da banda larga no Brasil ainda é bem ruim. Esta foi a conclusão de um relatório do Proteste – Associação de Consumidores, com 1448 medições feitas em um teste com amostra de consumidores no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Segundo o órgão, a velocidade da banda larga fixa contratada não segue os padrões mínimos de qualidade exigidos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O regulamento foi cumprido em apenas 27% dos casos.

O Proteste lançou nesta quarta (4) um medidor para o usuário fazer medições ao longo do mês. A ferramenta online ajuda a verificar descumprimentos do contrato e orienta o internauta a procurar seus direitos. É bom lembrar que é necessário fechar programas e apps para não interferir na medição.

O que diz a lei

Segundo o regulamento da Anatel, as empresas são obrigadas a oferecer uma velocidade instantânea de no mínimo 40% do que foi contratado, em 95% dos casos. As operadoras também precisam entregar uma velocidade média de 80% da máxima contratada, baseado em medições realizadas ao longo do mês.

Se isso não for atendido, o usuário tem direito a descontos proporcionais na sua conta baseado no que foi contratado.

 

MundoBit

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Recife terá evento inédito de robótica em julho

Os robôs Murata Girl e Boy fizeram sucesso na CES (Foto: AFP)

Os robôs estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas, seja no trabalho ou em casa. Pensando nisso, 35º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC 2015), traz um evento inédito de robótica ao Recife em julho.

A robótica, ciência que estuda a construção de robôs, envolve várias disciplinas, como engenharia, eletrônica, física, computação, entre outras. À primeira vista, construir um autômato pode parecer algo extremamente difícil e complicado, mas uma oficina de robótica promete desvendar todos esses mistérios.

O evento será realizada dentro da programação oficial do 35º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC 2015), marcado para acontecer entre os dias 20 e 23 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco. A 1ª Oficina de Robótica do CSBC vai acontecer ao longo de dois dias, em um estande aberto, localizado no hall do Congresso. As inscrições (ainda sem data definida) serão realizadas pelo site do CSBC.

A cada dia será formada uma turma de 25 pessoas. Os participantes serão divididos em grupos, e cada grupo terá que desenvolver o seu robô levando em conta aspectos como design, tecnologia utilizada e conhecimento dos equipamentos empregados na construção do autômato.

Ao fim do segundo e último dia da oficina, os robôs montados pelos grupos serão expostos para todos os participantes do evento. “Vamos mostrar que é possível desenvolver robôs que possam ser construídos em benefício da sociedade e que possam ser utilizados no dia a dia das pessoas”, diz o pesquisador do C.E.S.A.R e coordenador da oficina, César França.

 

 

Mundo BIt

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Vírus Gazon envia links por SMS para infectar aparelhos Android

A empresa de segurança AdaptiveMobile publicou um alerta sobre um vírus batizado de Gazon e criado para infectar aparelhos com o sistema operacional Android. A praga varre a lista de contatos do aparelho e envia um torpedo SMS com um link para baixar e instalar o app malicioso, que se disfarça de um cartão-presente da loja Amazon no valor de US$ 200 (cerca de R$ 570). O link usado pela praga já foi desativado.

De acordo com a empresa, usuários em 30 países teriam clicado no link malicioso e pelo menos 4 mil aparelhos estariam infectados nos Estados Unidos. A empresa investigou o criador do link e encontrou evidências de que essa não seria a primeira onda de ataques ou de mensagens falsas divulgadas pela mesma pessoa ou grupo.

O aplicativo também foi divulgado em redes sociais, de acordo com a AdaptiveMobile. O objetivo do aplicativo é faturar com cliques dos internautas em links promocionais publicitários.

No momento em que o app foi encontrado, nenhum dos programas antivírus presentes no site VirusTotal.com era capaz de identificar o programa como uma praga digital. O programa não estava na loja de aplicativos Google Play.

Para remover a praga, basta desinstalar o aplicativo usando o próprio recurso de desinstalação do Android.

 

Especial para o G1

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Google pretende reinventar os smartphones com seu Project Ara

Yezz Mobile mostra protótipos de peças modulares criadas para o Project Ara, do Google (Foto: Gustau Nacarino/Reuters)

Yezz mostra protótipos de peças modulares criadas para o Project Ara, do Google (Foto: Gustau Nacarino/Reuters)

Montar seu smartphone peça por peça, como em um jogo de construção, para ter um dispositivo totalmente personalizável e durável: com seu novo Project Ara, o Google quer superar seus principais concorrentes, como a Apple.

A gigante norte-americana espera criar uma verdadeira indústria em torno deste novo modelo, que oferece, segundo ela, um acesso facilitado à internet para pessoas em países emergentes.

O smartphone, ainda em fase de protótipo, foi apresentado durante o Mobile World Congress (MWC) 2015, em Barcelona, na Espanha.

O princípio é simples: consiste em uma estrutura básica sobre a qual são enxertados diferentes módulos – tela, bateria, câmera, sensores, 3G, Wi-Fi – por meio de eletroímãs. O Google planeja oferecê-lo em três tamanhos.

Uma empresa americana envolvida no projeto, Yezz, veio representar a ideia em Barcelona. Exposto em uma vitrine, o protótipo não desperta grande atenção, mas os blogueiros e jornalistas não hesitaram em entrar na fila para vê-lo.

Sua vantagem? Não haverá a necessidade de mudar de aparelho quando uma peça quebrar ou quando um novo modelo mais eficiente sair no mercado. Basta mudar os módulos em questão com um simples clique.

O aparelho exposto em Barcelona recebe uma tela de alta definição, uma bateria, uma conexão com um carregador, uma câmera, uma conexão 4G, chips e elementos de tamanho e espessuras diferentes.

“A versão final não terá esse aspecto nem peso”, assegura Marion Chaparro, representante da Yezz na Europa.

O Google promete uma durabilidade de cinco ou seis anos para o esqueleto de seu smartphone, contra os dois anos em média atuais. Resta ver por quanto tempo cada módulo funcionará.

“É bom para o meio ambiente” combater a obsolescência programada, considera Annette Zimmermann, especialista do setor de telecomunicação do escritório Gartner, com sede na Alemanha.

Algumas startups trabalham em projetos similares, mas nenhum nesta amplitude.

Reforço da predominância do Android
A ambição do Google é imensa. O projeto “pode remodelar o cenário da telefonia móvel”, assegurou seu empresário Paul Eremenko em janeiro ante uma plateia de programadores.

Destina-se a seis bilhões de clientes em potencial, não menos que isso, o um “bilhão de usuários atuais de smartphones e cinco bilhões de usuários potenciais”, em sua maioria nos mercados emergentes, garantiu sem reservas Paul Eremenko.

Um número mais modesto de pessoas poderá testar o produto em breve. A empresa americana planeja testá-lo em larga escala em Porto Rico até o final de 2015.

“Vamos ver se o público gosta”, adverte Annette Zimmermann, e se o Google consegue desenvolver uma rede de distribuição adequada.

A ideia tem seduzido os fãs de tecnologia, mas não é certo que encontrará o seu público, confirma Ben Wood, analista da CCS Insight, com sede na Grã-Bretanha. A tendência caminha em direção aos telefones mais finos, com uma tela grande, enquanto um modelo modular poderia ser “maior, com um design não muito elegante”.

O diretor do projeto reconhece que há um longo caminho a percorrer. Os consumidores desejam uma maior personalização de produtos, mas tem dificuldade em decidir quando dadas muitas opções, explicou em janeiro. “Precisamos resolver este paradoxo”.

O Google também rejeita, pelo menos por enquanto, produzir módulos com impressoras 3D, já que a técnica ainda não foi desenvolvida suficientemente para este fim.

Outra incógnita é qual modelo de negócio poderia ser desenvolvido em torno deste novo produto, comenta Jérôme Colins, especialista em questões de telecomunicações da empresa Roland Berger, de Paris.

O Google ainda não fala de preço de venda, evocando apenas um custo de produção entre US$ 50 e US$ 100 para um modelo de entrada.

“O Google não está tentando ganhar dinheiro diretamente com o Ara, a empresa procura essencialmente a divulgação de smartphones em países de baixo poder aquisitivo e unir o ecossistema em torno do Android”, o sistema operacional já dominante no setor de smartphone, diz Jérôme Colin.

 

Da France Presse

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Facebook agora permite que usuário escolha 17 identidades de gênero

Da Folhapress

Usuário pode personalizar seu gênero / Foto: FacebookUsuário pode personalizar seu gêneroFoto: Facebook

A partir desta segunda-feira (2), o usuário brasileiro terá mais opções de identificação de gênero no Facebook. Para além do “feminino” e “masculino”, também será possível identificar-se como “homem transsexual”, “travesti”, “mulher (trans)”, “crossgender”, “neutro” e “sem gênero”, em um total de 17 categorias.

O usuário que não se identificar com nenhuma das opções sugeridas poderá escrever sua própria identificação em uma caixa de texto. Outra novidade é a escolha do pronome que a rede usa para identificar o usuário (por exemplo, “Maria foi identificada em uma foto”). A pessoa poderá escolher se quer que o Facebook se refira a ela no masculino, feminino ou de modo neutro.

Uma mudança semelhante já foi implementada no Facebook americano em abril do ano passado, com mais de 50 opções de identificação de gênero. No Brasil, o número é menor porque a lista foi definida em parceria com ativistas LGBT locais, com base em estudos na realidade brasileira.

A rede, contudo, afirma que a lista ainda pode ser ampliada, conforme a identificação de demandas dos usuários.
“A ideia do Facebook é dar cada vez mais liberdade para as pessoas se expressarem de forma autêntica. Queremos que as pessoas se sintam confortáveis usando a plataforma”, afirma Bruno Magrani, líder de políticas públicas do Facebook Brasil.

Em novembro, a rede social buscou o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) para buscar referências brasileiras na área.
Para o deputado, a ferramenta demorou “um pouco” para chegar ao Brasil, tendo em vista que o país possui um número enorme de usuários de redes sociais. “É inadmissível que a pessoa transsexual esteja pela metade nas redes”, afirma. “Pode parecer algo banal aos olhos de uma pessoa de fora, mas essa dimensão pública da identidade é bastante significativa para as pessoas transexuais e suas famílias.”

Além de definir sua identificação, o usuário também personaliza a privacidade, determinando quem pode ver sua definição. A ideia é que a pessoa tenha liberdade para escolher quem tem acesso a sua identidade ou não.
“Há pessoas que querem ser assimiladas. Ninguém é obrigado a sair do armário compulsoriamente”, explica Wyllys.

DENÚNCIAS DE ABUSO – O Facebook vê a mudança como uma expansão da sua política de aceitação, que já inclui o reconhecimento do nome social nos perfis de usuário, desde que conte em alguma documentação da pessoa. Mas, em relação à melhora dos mecanismos de denúncia de abusos, ainda não há previsão de nenhuma mudança.

Uma reclamação recorrente no movimento LGBT e feminista é a demora ou mesmo a inércia da plataforma em retirar do ar páginas que defendam discursos de ódio contra minorias. Magrani afirma que as falhas são resultado de erros humanos, uma vez que as denúncias são verificadas por uma equipe de profissionais. “Nada é retirado do Facebook a não ser que tenha passado por olhos humanos”, explica. “Como tem interpretação humana, erros acontecem.”

Pressionadas, outras redes já buscam criar novos mecanismos para coibir abusos em suas plataformas. Na semana passada, o Twitter anunciou uma atualização na sua ferramenta de denúncias, que visa agilizar a apuração e punição dos usuários que violem as regras.  Segundo o deputado Jean Wyllys, a rede chegou a procurá-lo na semana passada, para discutir meios de aperfeiçoar o combate a usuários mal intencionados.

 

 

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Apple lança galeria online para mostrar poder da câmera do iPhone 6

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O mercado tem investido bastante na fotografia. As fabricantes estão trazendo smartphones com câmeras cada vez mais potentes e com altíssima resolução. Para driblar a concorrência, a Apple está divulgando uma nova página na web para comprovar o poder de registro do iPhone 6.

O “iPhone World Gallery” traz imagens de usuários selecionados ao redor do mundo. As fotos foram postadas originalmente no Flickr e no Instagram e, diz a Apple, não foram encomendadas e sim postadas pelos usuários.

A Apple foi criticada por não ter aumentado a resolução da câmera do iPhone 6, mantendo os mesmos 8 megapixels. No entanto a empresa turbinou o aparelho com diversos recursos e trazendo uma lente de melhor qualidade mostrando que quantidade de MPs não é tudo.

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MundoBit

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