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Apple deve apresentar novos iPads no dia 16 deste mês

Foto: AFP.

Nem bem lançou os novos iPhones 6, a Apple já prepara um novo evento para apresentar novos produtos. Um novo rumor divulgado pelo site Re/Code dá como certo o anúncio de novos iPads, iMac, além do próxima versão do sistema operacional OS X Yosemite no próximo dia 16 deste mês.

O evento será na própria sede da Apple, em Cupertino, na Califórnia. Há indícios que a apresentação será menos grandiosa. O site disse ainda que a empresa deverá apresentar uma atualização do iPod Touch, possivelmente com a introdução do leitor de digitais.

Entre os novos modelos de iMac, a novidade deverá ser a tela Retina, de alta resolução. A versão beta do OS Yosemite apresenta resoluções que chegam a 6.400 x 3.600 pixels, 11 vezes maior que uma tela Full HD.

A Apple deve apostar neste lançamento visando as compras de fim de ano, como fez em outros lançamentos de iPad. Ainda é pouco provável que a TV inteligente da empresa seja apresentada desta vez.

 

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Manta de LED ajuda no tratamento da obesidade

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram uma manta coberta com lâmpadas de LED (diodos emissores de luz, em inglês) que demonstrou, em testes clínicos e pré-clínicos, capacidade de aumentar o ganho de força e de resistência muscular proporcionado pela atividade física, além de diminuir a inflamação e acelerar a regeneração do tecido após o treino.

O produto, desenvolvido em parceria com cientistas do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de São Paulo (USP), foi patenteado e a expectativa é que chegue ao mercado ainda em 2014.

Parte da pesquisa foi realizada com apoio da FAPESP durante o doutorado de Cleber Ferraresi. O orientador do trabalho foi o professor Nivaldo Antonio Parizotto, do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS-UFSCar), que apresentou uma conferência sobre fototerapia durante a 29ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em agosto em Caxambu (MG).

“A fototerapia de baixa intensidade atua em conjunto com o exercício físico, fazendo com que o tecido muscular responda mais intensamente ao estímulo e produzindo um efeito de performance muito interessante. Pode ser útil tanto no esporte como na reabilitação e recuperação funcional de pacientes em várias circunstâncias”, disse Parizotto em entrevista à Agência FAPESP.

Segundo o pesquisador, a manta será feita de material plástico, terá entre 50 e 200 lâmpadas de LED de tamanhos variados, de acordo com a parte do corpo a ser tratada. Poderá ser usada luz em dois diferentes comprimentos de onda: vermelho (630 nanômetros) e infravermelho (850 nm).

“Temos feito diversos estudos para determinar qual é a dose necessária para se obter a melhor resposta do músculo e em que momento a fototerapia é mais eficaz. Nossos dados mostram que fazer a intervenção logo após a prática de atividade física é o ideal”, contou Parizotto.

A luz, explicou, auxilia na estimulação das chamadas células-satélites – um tipo de célula-tronco encontrado na periferia da fibra muscular. Essas células permanecem em estado quiescente (repouso) até serem ativadas pelo exercício físico. Elas então se proliferam, se diferenciam e ajudam a regenerar as fibras musculares lesionadas e a aumentar o tecido.

“Sabemos que a prática de atividade física estimula a liberação de radicais livres de oxigênio, causando o chamado estresse oxidativo. Nossos estudos indicam que o uso da manta após o treino favorece a entrada de determinadas enzimas nas células musculares que ajudam a neutralizar esses radicais livres, reduzindo a inflamação, a fadiga e acelerando a regeneração muscular”, disse Parizotto.

Mecanismos de ação

Diversos experimentos vêm sendo realizados pelo grupo de pesquisadores na tentativa de elucidar mais profundamente os mecanismos pelos quais a fototerapia beneficia o tecido muscular.

Durante o doutorado de Ferraresi, por exemplo, os experimentos envolveram voluntários submetidos a um treinamento de força nos quais foi feita a análise da expressão de 44 mil genes, por uma tecnologia conhecida como microarray.

“Para avaliar a mudança no padrão de expressão gênica, fizemos uma biópsia do músculo vasto lateral, localizado na coxa, antes e depois do período de treinamento. Fizemos também avaliação da força muscular por um método conhecido como dinamometria isocinética”, contou Parizotto.

Os voluntários foram divididos em dois grupos. Ambos foram submetidos a exercícios de musculação para o quadríceps durante 12 semanas. Após as sessões de treino, metade recebeu a fototerapia e, a outra metade, apenas uma manta que simulava o tratamento.

No grupo da fototerapia, a força medida no músculo-alvo aumentou cerca de 55%, contra apenas 27% no outro grupo. Os resultados foram divulgados na revista Lasers in Medical Science.

“A análise em microarray mostrou que a manta de LED aumentou a expressão de genes relacionados à hipertrofia muscular e reduziu a expressão de genes que inibem o ganho de massa. Ou seja, criou uma conjuntura molecular para fazer esse ganho ficar mais elevado”, disse o pesquisador.

Em outro estudo clínico feito durante o mestrado de Wouber Hérickson de Brito Vieira, também sob a orientação de Parizotto, 45 mulheres foram submetidas a um treino de resistência aeróbica em bicicleta ergométrica durante 12 semanas, e parte delas recebeu o tratamento com a fototerapia pós-treino no músculo quadríceps femoral.

As análises mostraram que a fototerapia reduziu a fadiga muscular e aumentou a tolerância ao esforço. Os resultados foram divulgados na revista Lasers in Medical Science.

Outro ensaio clínico foi realizado durante o mestrado de Thiago Maldonado, desta vez com 16 atletas profissionais pertencentes às categorias de base do clube Sociedade Esportiva Palmeiras. “Todos os voluntários treinaram conforme o procedimento de rotina do preparador físico durante cinco dias por semana, durante seis semanas, sendo que um grupo recebeu a manta de LED nos músculos da coxa após os treinos e, outro, o tratamento placebo”, contou Parizotto.

O grupo que recebeu a fototerapia, contou o pesquisador, apresentou no final do experimento performance física superior no salto vertical (9,4% com manta contra 3,6% simulado), salto horizontal (8,8% com manta contra 3,2% simulado), assim como reduziu o tempo na velocidade de corrida curta (-2,97% com manta contra -1,04% simulado). [Da Agência Fapesp]

 

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HP anuncia projeto para se dividir em duas empresas

A companhia norte-americana HP anunciou o projeto de divisão em duas empresas, com o objetivo de separar a atividade de material de informática (PCs e impressoras) do setor de serviços para as empresas, em uma tentativa de adaptar-se a um mercado em constante evolução.

O projeto deve ser concluído no ano fiscal de 2015, segundo o comunicado do grupo divulgado nesta segunda-feira (6), que confirma informações do periódico “Wall Street Journal”.

O departamento dedicado aos serviços terá o nome Hewlett-Packard Enterprise e será dirigido por Meg Whitman, atual presidente-executiva da empresa.

O setor dedicado ao material de informática terá o nome HP Inc., manterá o atual logo da empresa e será comandado por Dion Weisler, uma das diretoras dessa área dentro da empresa.

Em comunicado, a Hewlett-Packard destaca que tentará realizar a divisão sem afetar os acionistas do ponto de vista fiscal, ou seja, sem a necessidade de pagar impostos aos Estados Unidos.

Segunda maior fabricante mundial de computadores atrás apenas do grupo chinês Lenovo, a HP registrou no trimestre deste ano o primeiro crescimento no volume de negócios em três anos, apesar dos custos da reestruturação, que ainda afetam os lucros da empresa.

 

 

Da France Presse

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Microsoft apresenta novo sistema Windows 10 com a volta do menu Iniciar

Fotos: Divulgação.

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A Microsoft anunciou nesta terça (30) detalhes de seu novo sistema operacional, o Windows 10. O produto unificar plataforma dentro da empresa, o que tornará a vida do usuário mais fácil. Outra boa notícia: voltou o querido botão “Iniciar”.

A Microsoft passou direto para o Windows 10. Ou seja, não existirá um Windows 9. O sistema será lançado em 2015.

O visual alia características do Windows 7 e do Windows 8, não muito popular. Agora, os aplicativos desenvolvidos com esta última versão do sistema também poderão ser visualizados na área de trabalho clássica do Windows. Antes, eles eram executados somente no formato tela cheia.

“Queremos acabar com essa dualidade. Nós procuramos achar um meio termo. Dessa forma, usuários do Windows 7 estarão mais familiarizados com a experiência nos computadores que eles têm”, disse Joe Belfiore, vice-presidente corporativo da empresa durante o lançamento em São Francisco.

Como já tinha sido anunciado, o Windows agora terá várias áreas de trabalho. O usuário poderá personalizar cada uma de acordo com suas preferências, por exemplo, uma área mais voltada para trabalho, outra para lazer.

Haverá um botão para o acesso fácil a essas múltiplas áreas de trabalho, mas o recurso também funcionará com as teclas Alt+Tab.

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Menu iniciar

O menu Iniciar está de volta, mas agora mostra “azulejos” (tiles), característica marcante introduzida pelo Windows 8. Ao clicar no botão, usuários do Windows 7 ficarão familiarizados, mas ainda assim contarão com o visual dos apps Metro. Será possível organizar e personalizar esses blocos dinâmicos ou mesmo desativá-los.

Unificação

Agora tudo estará unificado. Tanto o sistema para PCs quanto para smartphones e tablets passarão a se chamar Windows 10. A companhia disse ainda que existirá uma única loja de aplicativos.

O plano ousado da Microsoft é trazer a experiência de uso para todos os dispositivos. Na apresentação eles informaram que o Windows 10 funciona em telas que variam de 4 a 80 polegadas. A empresa disse ainda que 1 bilhão de pessoas no mundo usam o sistema.

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Após fim do Orkut, Google manterá “museu online” da rede social

Foto: Reprodução.

Não há mais volta: O Orkut chegará ao fim nesta terça (30). A rede social será totalmente desligada pelo Google após uma década de altos e baixos. Conhecida como a “primeira rede social” de muitos brasileiros, o Orkut serviu de “catequese” para internautas no Brasil, que viviam o início da inclusão digital. Para manter viva essa memória, o Google decidiu preservar a memória do site, em uma espécie de “museu” online.

Esse acervo digital vai reunir tudo o que está postado no Orkut desde seu primeiro dia até o último, nesta segunda (29). Ao todo, serão mais de 51 milhões de comunidades, 120 milhões de tópicos e mais de 1 bilhão de interações armazenadas no acervo, segundo dados obtidos pelo Estadão.

Para estar lá, basta que uma comunidade seja pública e esteja visível a qualquer um – o que não é o caso da “Eu Odeio Acordar Cedo”, maior comunidade do Orkut (com 6 milhões de membros) que se tornou privada após ser vendida por R$ 5 mil. No acervo, será possível entrar nas comunidades e ver o que foi discutido nelas, mas os donos das postagens serão identificados apenas por seus nomes, sem fotos ou links para perfis. Tal como num museu, será possível somente “apreciar” o conteúdo. Para o Google, “o arquivo é uma cápsula do tempo do início das redes sociais”.

O Google ainda criou uma ferramenta para que os usuários façam backup. Neste caso, o download de todas as informações poderá ser feito até setembro de 2016.

Criada em 2004 pelo turco Orkut Buyuykotten, a rede social foi popular até 2011, quando foi superada pelo Facebook no Brasil. Até seu fim, foi bastante popular, ainda que estivesse em decadência: em junho de 2014, 4 milhões de brasileiros usaram o site, segundo dados da ComScore. [Com informações do Estadão Conteúdo]

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Fim do Orkut: Saiba como fazer backup de todos os seus dados na rede

Foto: Reprodução/Web.

Guardar toda a sua história no Orkut é mais fácil do que você imagina. O Google disponibilizou o download de suas informações na rede através da ferramenta Google Takeout (google.com/takeout).

Para baixar é preciso apenas ter uma conta Google (como o Gmail).

Foto: Reprodução.

Passo 1 – Login
Acesse o Google Takeout. Depois clique em criar um arquivo, que levará diretamente para o download da cópia de seus dados.

Passo 2 – Download
Após essa etapa será necessário escolher qual produto Google o usuário deseja fazer download. Escolhe a opção “Orkut”. Em seguida inicie o download.

Passo 3 – Extrair e Armazenar
Os arquivos serão baixados no formato .zip (zipado), ou seja, com dados comprimidos. É preciso extrair os arquivos. O usuário também poderá escolher outro formato para fazer o download. O Google pedirá a confirmação de sua identidade mais uma vez. A partir daí o download é iniciado. Em seguida, basta dizer o local onde deseja guardar os back-ups.

Passo 4 – Nostalgia mode-on
Depois de baixado, o arquivo do Orkut estará organizado em pastas, como fotos, mensagens, scraps, etc. É bem intuitivo de utilizar. Há também páginas de web salvas, o que possibilitará a visualização de seu perfil e comunidades praticamente do exato jeito que eram.

 

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Criador do Orkut vai lançar nova rede social, a Hello

O fundador do Orkut, o turco Orkut Buyukkokten em um de suas viagens ao Brasil. (Foto: Divulgação).

Às vésperas do fim do Orkut, o mundo tem os primeiros contatos com o novo projeto online do fundador da rede, o turco Orkut Buyukkokten. Trata-se da rede social Hello.

Ainda existem poucas informações, mas o site foi colocado no ar. A página oficial descreve a rede como “uma comunidade única de usuários que celebram a amizade, imaginação, expressão e engajamento autêntico em um ambiente seguro”. São dados vagos, mas o fato do criador do Orkut estar envolvido em uma nova rede social já empolga muita gente.

A Hello foi fundada em março deste ano, mesma época em que Buyukkokten saiu oficialmente do Google. Ele conta como cofundador na empreitada John Murphy, seu ex-colega de Orkut, onde trabalhou como engenheiro de software. Ainda trabalha no novo site, Benjamin Douglass, também oriundo do Google.

A misteriosa nova rede social do Orkut. (Reprodução).

A startup está baseada em Palo Alto, no Vale do Silício em São Francisco, nos EUA. É de lá que saíram a maior parte das redes sociais famosas dos dias de hoje, como Facebook e Twitter.

O Orkut, a pessoa, tem moral no meio. Ele criou a famosa rede social que leva seu nome como um projeto paralelo ao seu trabalho no Google. O site fez sucesso em 2004, mas logo foi suplantado pelo Facebook, criado no mesmo ano. No entanto, sua popularidade se sustentou por anos graças aos países emergentes, como o Brasil, Índia e México.

Por conta de sua experiência no Orkut, o Hello já nasce com expectativa. Seja lá o que ele for.

 

 

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BlackBerry registra prejuízo menor e dá sinais de recuperação

Presidente da BlackBerry, John Chen, mostra o novo smartphone da companhia, o Passport. (Foto: Aaron Harris/Reuters)

Presidente da BlackBerry, John Chen, mostra o
novo smartphone da companhia, o Passport.
(Foto: Aaron Harris/Reuters)

A BlackBerry divulgou nesta sexta-feira ter registrado um prejuízo trimestral menor, um sinal de que seus esforços de recuperação podem estar surtindo efeito.

A empresa sediada no Canadá registrou prejuízo líquido de US$ 207 milhões, ou US$ 0,39 por ação, em seu segundo trimestre fiscal, encerrado em agosto. Um ano antes, o prejuízo havia sido de US$ 965 milhões, ou de US$ 1,84 por ação.

Nesta semana, a BlackBerry lançou o smartphone Passport, sua nova aposta para voltar a exercer um papal relevante no competitivo mercado de celulares inteligentes. A principal diferença para a concorrência é que o dispositivo possui tela sensível ao toque e teclado Qwerty físico. Além disso, a tela do celular de 4,5 polegadas é quadrada, diferentemente dos modelos de outras marcas, que são retangulares.

Voltado ao mercado corporativo, o Passport vem equipado com o novo sistema BlackBerry 10 versão 10.3, que possui funções como a barra de ações instantâneas, que armazena as atividades mais realizadas pelo usuário. Outro recurso do sistema é o BlackBerry Blend, que permite responder mensagens e visualizar notificações recebidas no celular em dispositivos que rodem os sistemas Mac OS X, Windows 7 e Android, desde que estejam conectados à internet.

 

Da Reuters

 

 

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Apple lança nova atualização do iOS8 sem os erros da anterior

Tela inicial do iPhone rodando iOS 8 (Foto: Divulgação/Apple)

Tela inicial do iPhone rodando iOS 8 (Foto: Divulgação/Apple)

A Apple lançou uma nova atualização de seu sistema operacional para celulares iOS 8, na qual assegura ter solucionado os problemas que ontem lhe obrigaram a retirar do mercado a versão anterior após receber várias queixas dos usuários.

A atualização iOS 8.0.1 teve que ser retirada apenas uma hora após ser colocada à disposição dos usuários por causa dos problemas que estes experimentaram durante a instalação, incluída a desativação do serviço telefônico.

Em comunicado emitido hoje, a Apple garantiu ter solucionado esta questão, reparando o sensor táctil, que permite desbloquear o telefone com as impressões digitais sem usar nenhum código numérico, e os problemas ocasionados pelo portal de aplicativos de saúde HealthKit.

“Pedimos desculpas pelas inconveniências causadas aos usuários de iPhone 6 e iPhone 6 Plus que foram afetados pelo bug de software da atualização iOS 8.0.1”, indicou a Apple na nota.

A empresa calcula que os problemas no iOS 8.0.1 afetaram cerca de 40 mil aparelhos no mundo todo.

Por outro lado, a empresa informou hoje que recebeu nove queixas de usuários que tiveram seu novo iPhone 6 dobrado, mas assegurou que são casos “extremamente raros”, em uma tentativa de aplacar a polêmica suscitada por um vídeo postado na internet no qual um aparelho é deformado aplicando apenas a força das mãos.

 

Da EFE

 

 

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Clones do iPhone 6 têm visual Apple, rodam Android e custam 78% menos

Bordas arredondadas, botão que lê as digitais dos usuários, altura de 13,8 cm, largura de 6,7 cm, peso de 125 gramas e tela de 4,7 polegadas.

A descrição é a do iPhone 6, um dos dois smartphones que a Apple começou a vender na semana passada para frear a sul-coreana Samsung. As características também são as dos assumidamente clones chineses Kiphone i6, Sophone i6 e Goophone i6. Este último, aliás, foi anunciado em julho, antes mesmo de a Apple agendar o evento em que o iPhone 6 foi apresentado oficialmente ao mundo.

As semelhanças param por aí. Cara de um e focinho do outro, os celulares são aparelhos diferentes na parte interna. A começar pelo coração: o iPhone 6 roda o sistema operacional iOS; o Sophone i6 e Goophone i6 vêm equipados com o Android, desenvolvido pelo Google. Escancarando a diferença, a cinturinha do Sophone é de 7,5 mm, algumas gordurinhas a mais do que os 6,9 mm do iPhone 6, que “emagreceu” em relação ao seu antecessor, o iPhone 5s.

A tela dos dois, apesar de ter a mesma dimensão, não é feita do mesmo material: Retina HD, com resolução de 1.334×750 pixels, no da Apple; TFT, com resolução menor, de 960×540 pixels, no da cópia chinesa.

Goophone i6, o clone do iPhone 6, anunciado antes mesmo de o aparelho da Apple ter data para ser vendido. (Foto: Divulgação/Goophone)

O preço é diferente. Um iPhone 6 desbloqueado custa US$ 649 nos Estados Unidos e o Sophone i6 sai por US$ 140 e o Goophone i6, por US$ 199 (ambos são vendidos pela internet). Apesar das cópias impressionarem, os clones dos iPhones já se tornaram um clichê do mundo da tecnologia. Quando lançou o Galaxy, a Samsung foi acusada de imitar o design do aparelho da Apple, que levou a questão à Justiça argumentando ter tido algumas de suas patentes usadas sem consentimento.

O Goophone i6 é especial: um caso raro de cópia que surge antes da original. A Goophone Technology, fabricante do celular, está baseada em Shenzhen, a mesma província chinesa em que funciona uma das plantas no país da Foxconn, terceirizada que produz dispositivos da Apple. O G1 apurou que a indústria de clones começa com os chamados mapas de conceito dos iPhones, um diagrama voltado a engenheiros e designers que lista as ideias presentes no smartphone da Apple.

Goophone i6, o clone do iPhone 6, anunciado antes mesmo de o aparelho da Apple ter data para ser vendido. (Foto: Divulgação/Goophone)

Com o documento em mãos, a Goophone contratou uma companhia de design, que construiu croquis do aparelho. Uma fábrica de moldes produz os chassis; outra entra em cena para fazer uma placa-mãe que se encaixe. Depois disso, teve de encontrar fornecedores de câmera, tela, bateria e outros componentes. A partir daí, teve de fazer a integração.

Apesar de parecer trabalhoso, a localização da companhia é crucial, já que Shenzhen é um polo de fabricantes de insumos para a indústria de celulares. A chinesa equipou o aparelho com o sistema operacional Android, modificado para se parecer com o iOS. Além de liberar gratuitamente o software, o Google permite alterações.

ATUALIZADO 9/9: Evolução do iPhone (Foto: Editoria de arte/G1)

Do G1, em São Paulo

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