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Samsung começa a vender no Brasil o Gear VR, óculos de realidade virtual

A Samsung começou a vender no Brasil o seu óculos de realidade virtual, o Samsung Gear VR. O preço sugerido é de R$ 799.

A empresa sai na frente do que promete ser uma das tendências de 2016. O Facebook, dono do OculusRift, deve lançar seu produto até o meio do ano que vem, assim como a Sony e o seu PlayStation VR.

Feito em parceria com a Oculus, que projetou o OculusRift, o Gear VR promete um aparelho confortável que se adapta ao rosto da pessoa com a ajuda de espumas. Ele traz um touchpad lateral e responde aos movimentos da cabeça. O hardware traz sensores de proximidade, giroscópio e acelerômetro.

O produto poderá ser usado para acessar aplicativos e conteúdos em 360º na realidade virtual. O Gear consegue sincronizar alguns aparelhos da Samsung, como Galaxy Note 5 e o Galaxy S6.

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Estudantes da USP criam aplicativo para entrega de remédios com drone

Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos criaram um aplicativo que armazena receitas médicas, avisa ao paciente o momento correto de tomar a medicação, permite a compra de remédios e programa o envio dos produtos com o uso de um drone.

A ideia foi proposta pelo engenheiro de produção Renato Rodrigues e alguns amigos e ganhou o primeiro lugar do “Hackathon Code4Inclusion MasterCard”, realizado em Miami (EUA) com programadores de sete países. Agora, o grupo pretende utilizar o prêmio de US$ 10 mil para aperfeiçoar o equipamento e o aplicativo.

“A gente criou esse protótipo em 24 horas e a gente precisa muito ter drones realmente mais avançados, robustos, que possam entregar em determinadas localidades, distâncias”, explicou Rodrigues, que enumerou algumas vantagens da proposta.

“O ser humano, como todo mundo sabe, corre o risco de acidentes ou de acontecer algum problema”, disse. “E o custo vai ser menor do que um motoboy. Um drone, por exemplo, mais sofisticado, custa o valor do salário de um motoboy, cerca de R$ 1,5 mil”, completou.

Aprovado
Dono de uma farmácia em São Carlos, Valdir Ronaldo Garcia gostou da novidade. “É uma grande tecnologia para o futuro, excelente”, opinou.

O aposentado Jovino Bueno também aprovou a proposta. Acostumado com o uso da internet pelo celular, ele ficou animado com a ideia do delivery aéreo. “Você está pedindo um negócio a qualquer hora e sabe que vai chegar de repente, assim, é muito gostoso, muito bom”.

Aposentado Jovino Bueno aprovou a ideia de usar drones em entregas (Foto: Reginaldo dos Santos/EPTV)
Aposentado Jovino Bueno aprovou a ideia de usar drones em entregas (Foto: Reginaldo dos Santos/EPTV)
Do G1 São Carlos e Araraquara

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WhatsApp já descumpriu outras decisões e ainda deve R$ 12,7 milhões à Justiça

Reprodução.

O WhatsApp deve R$ 12,7 milhões à Justiça brasileira. A empresa nunca pagou a dívida, que segue em aberto. As informações foram divulgadas pelo Jornal Nacional, da TV Globo, após a polêmica do bloqueio do aplicativo no Brasil. O app possui histórico em descumprir decisões judiciais para informar dados sobre atividades criminosas de usuários.

O app foi bloqueado em todo o Brasil na noite de quarta (16) por determinação de uma juíza da 1ª Vara da Justiça de São Bernardo do Campo em uma ação criminal que ainda corre em segredo de justiça. A decisão foi revertida por um desembargador do Piauí na tarde dessa quinta e o aplicativo voltou a funcionar.

Em informações obtidas com a polícia, o JN revelou que o WhatsApp se recusou a fornecer dados sobre criminosos envolvidos com roubos, tráfico e outros crimes. Como descumpriu duas ordens judiciais, foi obrigado a pagar uma multa que já chega a R$ 12,7 milhões – ainda em aberto.

Segundo o site ConJur, a investigação envolve uma facção criminosa que age em presídios de São Paulo. Os investigadores identificaram três suspeitos que se comunicavam pelo WhatsApp para armar atos criminosos como latrocínio, tráfico de drogas, além de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital.

Pelo Facebook, o cofundador Mark Zuckerberg, que comprou o WhatsApp este ano por US$ 22 bilhões, comemorou o fim do bloqueio. Um dia antes ele fez um post dizendo que era “um dia triste para o Brasil”. Em seguida, editou esse comentário retirando menções ao Governo brasileiro. Facebook e o Planalto assinaram um acordo de cooperação para levar conexão gratuita dentro do projeto Internet.org, comandado pelo Facebook.

“Esperamos que a justiça brasileira reverta rapidamente essa decisão. Se você é brasileiro, por favor faça sua voz ser ouvida e ajude seu governo a refletir a vontade do povo”, escreveu Zuckerberg, na primeira versão. Depois, ficou assim: “Esperamos que a justiça brasileira reverta rapidamente essa decisão. Se você é brasileiro, por favor faça sua voz ser ouvida”.

Falta de transparência

O WhatsApp tem cerca de 100 milhões de usuários no Brasil. É razoável que muitos vejam como “desproporcional” a medida tomada pela juíza de primeira instância em bloquear o aplicativo. Dessa forma, milhões foram atingidos e tiveram a liberdade cerceada por conta da decisão. No entanto, é também a questão de se perguntar o fato de uma empresa norte-americana com uma atuação tão relevante ao Brasil não tenha obedecido uma decisão da Justiça brasileira.

Não é a primeira vez que o WhatsApp se recusa a fornecer informações de atividades criminosas de seus usuários. Em fevereiro o desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí, Raimundo Nonato da Costa, cassou uma liminar que bloqueava o aplicativo como punição por descumprir uma decisão que pedia conteúdo de mensagens pessoais em uma investigação sobre pedofilia.

Em entrevista à BBC, o desembargador que cassou a decisão disse que WhatsApp têm que cumprir as leis brasileira. “Os magistrados estão apenas fazendo seu trabalho, tentando buscar meios legais para que as autoridades realizem suas investigações. É preciso que o público entenda o que está acontecendo. As empresas de telefonia no Brasil também deveriam participar de um debate”, disse.

O advogado Leonardo Serra de Almeida disse em seu perfil no Facebook que a empresa de Zuckerberg se mostra inacessível à Justiça. “Sabem o que o Facebook Brasil diz em todos os seus processos? Que eles não são donos do site Facebook. Que o Facebook é uma empresa que fica na Irlanda e que se alguém aqui no Brasil tiver que processar, terá que fazê-lo na Irlanda, pois o Facebook Brasil não tem nada a ver com isto”. Ele continua: “[O escritório] Tem nome de Facebook, tem cor de Facebook, tem cheiro de Facebook, tem sócios de Facebook, mas não é… Facebook. Parece escárnio. E é”.

A atitude de bloquear um aplicativo para todo o País parece uma atitude inócua, mas a internet trouxe uma nova realidade que deixa a Justiça – e não só a brasileira – em uma situação complicada. Isso porque um site ou app pode estar hospedado em um país específico e ter atuação em qualquer parte do globo. Seria necessário entrar com processos em diferentes cortes para conseguir algum resultado. O Marco Civil, apesar de ser uma das legislações mais avançadas em termos de acesso e direitos do usuário, não consegue lidar com casos complexos envolvendo a internet.

Órgãos de defesa como a Proteste e alguns nomes importantes como Ronaldo Lemos, Diretor do Instituto de Tecnologia do Rio de Janeiro, disse que bloquear o WhatsApp é contra o Marco Civil e a Constituição. Ele diz que interpretar o artigo 12 do Marco para bloquear apps é bastante perigoso. “Em momento algum o artigo 12 lista entre as sanções ao descumprimento de ordens judiciais de requisição de dados a retirada do app do ar. Pior, na minha opinião a decisão também é inconstitucional, por ser uma espécie de censura”, disse ele ao IGDNow.

Para Lemos existem outras medidas para obtenção desses dados, como tratados de cooperação internacionais, sem precisar atingir tantas outras pessoas como efeito colateral.

 

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Sabe o que é VPN? Saiba os riscos e benefícios de usar o serviço no seu celular

telegram

A suspensão do aplicativo WhatsApp em todo o Brasil desde a meia-noite desta quinta-feira (17/12) tem feito diversos usuários recorrerem a aplicativos de VPN para conseguir driblar a proibição e continuar a se comunicar por meio do serviço.

A VPN (Virtual private network – rede virtual privada) é uma ferramenta que pemite o tráfego de dados por um caminho privativo na web. Na navegação comum, por exemplo, quando um endereço de site está com o início “https://”, em vez de “http://”, significa que esta é uma conexão segura, na qual se estabelce uma VPN entre o seu computador e o servidor do site que você está acessando. “Se alguém observar o fluxo de dados entre vocês de fora, não consegue pegar o que está sendo transmitido, porque tudo está criptografado”, explica o professor João Gondim, do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UnB).

Uma VPN faz com que todo o seu tráfego na rede passe por um computador específico. Se esse computador não estiver no Brasil, seu Whatsapp vai funcionar e sua Netflix (serviço de streaming de conteúdo) vai ter acesso a conteúdos de outro país. No entanto, é necessário ter atenção.

Não são apenas os dados do Whatsapp que entram no fluxo da VPN. “Quando eu falo todo o tráfego, é todo o tráfego de rede mesmo. Inclui email, Facebook, aplicativos de bancos, etc”, alerta Athos Ribeiro, do Centro de Competência em Software Livre (IME) da Universidade de São Paulo.

Segundo o professor Gondim, no caso do WhatsApp, a VPN estabelece a conexão do aplicativo por meio de portas que não são as usuais nos dias em que o serviço não está suspenso: “você chega ao servidor como que por um desvio”, explica. O risco de utilizar a VPN é, segundo Gondim, o mesmo que se corre ao utilizar qualquer aplicativo: é necessário analisar todos os termos de uso, ver a que os seus dados estão sendo expostos e avaliar se vale a pena”, orienta.
Seu celular travou?

Alguns celulares podem ter desempenho prejudicado com o uso de uma VPN, devido à carga que esse serviço exige da máquina. “A gente pode dizer hoje que um smartphone é um computador pessoal de mão que eventualmente faz chamadas. Ele tem um poder computacional, mas não é muito forte, tem limitações. Independente da qualidade do app que foi baixado, ele acarreta uma demanda computacional mais pesada”, explica Gondim.

Para Athos Ribeiro, é necessário ter cuidado especialmente com os serviços de VPN que são oferecidos de forma gratuita: “O seu tráfego vai passar por essa VPN, e o dono pode vê-lo. Se a VPN é gratuita, que motivações a pessoa teria para fornecer a VPN para tantas pessoas, uma vez que manter uma VPN custa dinheiro?”, questiona.

O uso de aplicativos de VPN pagos não dá, necessariamente, mais segurança aos usuários. A diferença entre eles e os gratuitos, segundo o professor João Gondim, é que pode haver uma solução caso algo de errado aconteça, por se tratar de uma relação de prestação de serviço. “Você tem uma chance de ter pra quem reclamar”, diz o professor, lembrando que independente do aplicativo, pago ou gratuito, é necessário ficar atento aos termos e condições de uso. “É necessário sempre olhar como é a configuração para acessar o serviço”, orienta.
Alternativa livre

O uso de software livre pode ser uma alternativa para este caso e, mesmo sem saber, muitos usuários migraram para esta opção: o serviço do aplicativo Telegram, que é parcialmente configurado com dados abertos, ganhou cerca de 1,5 milhões de novas contas desde a queda do Whatsapp no Brasil. Para Athos Ribeiro, O software livre deveria ser sempre a primeira opção “por questões éticas e por proporcionar transparência para o usuário”.

No caso da VPN, no entanto, ainda é necessário ficar atento. “Mesmo que a solução seja 100% Software Livre, o dono da VPN vai controlar seu DNS (nomes dos domínios dos sites): por exemplo, talvez o site ‘www.seubanco.com.br”, que você sempre acessa, não seja de fato o site do seu banco, mas uma cópia feita para roubar sua senha”, alerta. “Esse serviço precisa ser 100% confiável”, lembra Athos. [Da EBC]

 

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Telegram ganhou 1,5 milhão de usuários no Brasil por causa do bloqueio ao WhatsApp

Reprodução.

O Telegram, o aplicativo russo de mensagens, ganhou mais de 1,5 milhão de usuários brasileiros em menos de 24 horas. A grande procura deu-se por causa do bloqueio do WhatsApp no Brasil determinado pela Justiça.

A procura foi tanta que o próprio Telegram enfrentou problemas para enviar a SMS de autenticação para novas contas. O número de ativações representa 75 novos usuários por segundo.

O Telegram possui diversas funcionalidades semelhantes ao WhatsApp, mas traz ainda funções como stickers, possibilidade de criar chats secretos e possui informações mais claras quanto à sua segurança e criptografia de dados.

Outros aplicativos também estão surgindo como alternativas ao WhatsApp, como o Viber, que afirmou ter 27 milhões de usuários no Brasil. Até o ICQ, popular no era pré-redes sociais, ganhou novos usuários. O app afirmou que triplicou a atividade de brasileiros nas últimas doze horas.

O que não falta é opção para se comunicar com esse bloqueio de 48 horas do WhatsApp: Messenger, também do Facebook, está funcionando normalmente. Ainda há o Hangouts do Google, DMs no Twitter, Instagram, Skype, entre centenas de outros.

VPN

Mesmo com tantas opções, que ainda precisa usar o WhatsApp pode recorrer ao VPN. Para isso é necessário baixar um novo aplicativo para fingir que você navegando em um outro país, o que acaba driblando o bloqueio. Os contatos da pessoa também precisam fazer o mesmo para poder ver a mensagem.

Existem vários VPNs para Android disponíveis na internet. É bom lembrar que as mensagens poderão ser lidas nessas redes e que nem todo VPN é confiável.

 

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Corrupção e inflação foram os temas mais buscados pelos brasileiros no Google

O Google revelou a edição de 2015 do “ano em pesquisa” (A year in Search) com o ranking das buscas no Brasil e no mundo. A plataforma de tendências de buscas Google Trends disponibilizou dados sobre diversos temas procurados pelos usuários.

Buscas sobre corrupção dominaram as buscas no Brasil. Dezenas de milhões de pessoas estavam dispostas a encontrar respostas para os problemas político-econômicos do país (+ de 18 milhões), com atenção principal aos desdobramentos da Corrupção na Petrobras (+ de 52 milhões).

Ainda na casa dos milhões, mas em número menor, temas como Desastre em Mariana (+ de 14 milhões) e a campanha nacional #MeuPrimeiroAssedio (+ de 11 milhões) deram trabalho aos algorítimos da empresa. Já o ataque terrorista em Paris (+897 mil) e informações sobre a nova franquia da série cinematográfica Star Wars (+ de 115 mil) ficaram na casa dos milhares.

Os dados do Google são resultado de uma compilação de trilhões de buscas feitas neste ano, com a eliminação de spams e buscas repetidas, informa o Google. Foram usadas informações de fontes variadas, incluindo a ferramenta pública, o Google Trends, e uma ferramenta interna da empresa.

Conheça as principais dúvidas dos brasileiros

1) Corrupção na Petrobras (+ de 52 milhões)

Os gráficos do Google mostram que em 31 de janeiro a busca pelo termo “Petrobras” chegou ao seu ápice. As investigações da Operação Lava Jato e os trabalhos da CPI sobre a empresa aparecem como preocupações dos usuários. Mas a principal pergunta feita se concentra em entender os motivos do escândalo. Apesar ou por causa da crise, a segunda grande questão que apareceu era: “Onde comprar ações da Petrobras”.

2) Problemas econômicos do país (+ de 18 de milhões)

Pesadelo da nação em qualquer regime político, a inflação é a palavra-chave mais buscado quando se pensa em grandes problemas econômicos. Além dela, o desemprego e o PIB (Produto Interno Bruto) também desenharam a trajetória de buscas dos internautas. A grande pergunta mais buscada até agora quer saber, afinal, o que é a inflação.

3) Desastre em Mariana (+ de 14 milhões)

A crise ambiental com o derramamento de milhões de toneladas de resíduos de mineração devastaram a cidade de Bento Rodrigues (MG) e viraram assunto em todo o mundo. No Brasil, a solidariedade apareceu em forma de dúvidas. Das cinco perguntas principais, duas queriam saber como ajudar a população local.

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4) #MeuPrimeiroAssédio (+ de 11 milhões)

Tudo começou com incitações à violência sexual e ao assédio na rede social Twitter após a aparição de uma participante infantil no programa MasterChef Júnior Brasil. A reação online culminou em um movimento, em todo o país, em que mulheres compartilharam as próprias histórias de abuso. A iniciativa foi mobilizada pela organização não-governamental Think Olga. Várias entidades se manifestaram, afirmando veementemente que o assédio contra crianças na web deve ser denunciado (saiba como).

O ponto de partida para o ciberativismo surge após o dia 17 de outubro após as postagens inapropriadas. Dentro do contexto de denúncias, o vídeo “Vamos Fazer Um Escândalo” estourou na web com mais de 1,22 milhão de visualizações. O conteúdo audiovisual foi criado pelo canal canal JoutJout Prazer.

Confira o vídeo divulgado pelo Google com o resumo do ano [Via Portal EBC]

 

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Cientistas encontram sinais de uma partícula ‘prima’ do bóson de Higgs

Após dois anos parado para melhorias e manutenção, o Grande Colisor de Hádrons (LHC), maior acelerador de partículas do mundo, voltou a realizar experimentos em junho, operando com quase o dobro da energia de antes. Desde então, os cientistas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) já acumularam dados de cerca de 400 trilhões de choques dos feixes de prótons, à procura de sinais de uma física além do chamado Modelo Padrão, o arcabouço teórico que rege os estudos das partículas fundamentais do nosso Universo há cinco décadas. Entre as possíveis extensões desta teoria está a chamada superssimetria, que prevê a existência de versões mais maciças destas partículas, e se confirmada pode ajudar a resolver o mistério da matéria e energia escuras, que compõem cerca de 95% de tudo que existe, mas cuja natureza ainda é desconhecida.

Assim, esta semana, os pesquisadores de duas das principais colaborações do LHC — batizadas com as siglas de seus detectores, Atlas e CMS — apresentaram os primeiros resultados desta segunda rodada de experimentos no LHC. E embora não tenham visto sinais de que a hipótese da superssimetria está correta no decaimento de elétrons, quarks e gluóns muito mais “pesados” que os comuns, algumas dezenas das colisões produziram pistas da existência de uma partícula misteriosa que, caso confirmada, vai abrir o caminho para a “nova física”.

Entre muitos “talvezes” e “ses”, os cientistas especulam que a nova partícula, extremamente maciça, seja um gráviton, o hipotético mediador da força da gravidade. Mas a possibilidade que está chamando mais a atenção é de que ela seja uma versão mais “pesada” do bóson de Higgs.

“ISTO MUDARIA TUDO” – Apelidado “partícula de Deus”, o Higgs é responsável por dar massa às demais partículas fundamentais do Universo e era a única prevista pelo Modelo Padrão que ainda não tinha sido produzida em laboratório até o anúncio de sua detecção, em julho de 2012, durante a primeira rodada de experimentos do LHC.

— Isto mudaria tudo — comentou Gian Francesco Giudice, teórico do Cern que não faz parte das colaborações no LHC, ao site da revista “Nature”. — Em termos de novidade, o bóson de Higgs empalideceria em comparação.

Até o momento, os cientistas calculam em uma em 93 as chances de os sinais da nova partícula serem falsos, frutos de falhas ou erros nos detectores. Mas embora esta probabilidade pareça boa, ela está longe da certeza mínima de uma em 35 milhões que é padrão para descobertas na área de física de partículas. A seu favor, no entanto, o possível “primo” do Higgs tem o fato de que seus sinais apareceram tanto no Atlas como no CMS com níveis de energia semelhantes, numa coincidência que lembra justamente o início da busca pelo próprio HIggs no LHC em 2011.

— Esperamos obter dez vezes mais dados no próximo ano, o que deverá ajudar a resolver esta questão, e muito provavelmente levantar novas — resumiu Dave Charlton, porta-voz do Atlas, também ao site da “Nature”. [Da Agência Globo]

 

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Anatel suspende votação de celebração de termo de compromisso de conduta com Oi

Do Estadão Conteúdo

Além de se comprometer a corrigir falhas nas metas de qualidade e universalização em até 6 meses / Foto: ReproduçãoAlém de se comprometer a corrigir falhas nas metas de qualidade e universalização em até 6 mesesFoto: Reprodução

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) suspendeu nesta quarta-feira, 16, a votação sobre a proposta de celebração de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Oi, por meio do qual a companhia poderia trocar mais de R$ 1,180 bilhão em multas recebidas do órgão regulador por compromissos adicionais de investimento. O conselheiro Aníbal Diniz pediu vista do processo e a decisão agora só ocorrerá em 2016.

Este é o primeiro acordo do tipo analisado pela agência. Além de se comprometer a corrigir falhas no atingimento de metas de qualidade e universalização em até seis meses, a proposta da agência prevê que a Oi implemente uma série de projetos escolhidos pela Anatel que não teriam interesse econômico para investimento voluntário por parte da companhia. Esses compromissos adicionais têm como objetivo a ampliação de infraestrutura de comunicações de alta velocidade em municípios hoje não atendidos por redes de grande capacidade.

“O mais importante para o usuário é a correção do problema e a melhoria da qualidade. Para o usuário, não faz a menor diferença se a companhia foi multada em um ou outro valor. O usuário está interessado em que o problema seja resolvido de maneira rápida e ampla”, avaliou o conselheiro da Anatel relator do TAC, Rodrigo Zerbone.

O montante de multas aplicadas e estimadas da Oi com relação a falhas na qualidade de serviços é de R$ 331,374 milhões, mas esse valor é provisório e terá que ser corrigido até a data da assinatura do TAC. “Problemas de qualidade e atendimento nos serviços de telefonia fixa e móvel concentram a maior parte das multas recebidas pela empresa”, destacou o relator.

Já as multas aplicadas e estimadas da Oi com relação a falhas de universalização somam R$ 850,385 milhões, que também ainda serão atualizados. De acordo com Zerbone, entre os principais problemas da companhia com universalização está o não cumprimento das metas de instalação de telefones públicos – orelhões.

A proposta original da Oi para os compromissos adicionais previa a implementação de redes de transmissão de fibras ópticas e rádio de alta capacidade em 273 municípios de sua área de concessão, em um cronograma de quatro anos. A maior parte dessas localidades fica nas regiões Norte e Nordeste. “Isso está de acordo com os objetivos da Anatel em levar esse nível tecnológico para locais onde essas redes não chegariam no curto e médio prazo”, acrescentou Zerbone.

Já a proposta da Anatel prevê o aumento da quantidade de municípios beneficiados com a atualização dos valores do TAC. E, embora a companhia tenha proposto uma velocidade inicial de 800 Mbps nessas novas redes de rádio, o relator aumentou o piso do serviço para 2,5 Gbps.

A Oi também chegou a propor um desconto líquido na assinatura do Plano Básico Residencial de telefonia por dez anos – até dezembro de 2025 -, mas Zerbone considerou essa proposta contrária ao regulamento da agência, conforme o Tribunal de Contas da União (TCU) também já havia alertado.

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Empreendedorismo digital, inovação e colaboração são segredos de sucesso

Palestras fizeram parte do III RioMar Digital no teatro do do RioMar, no Pina

Motivação pode parecer uma palavra velha e batida, principalmente em momento de crise financeira e política, em que tudo é instabilidade. Mas nada mais motivador do que ouvir a história de um jovem de 19 anos que transformou uma “necessidade” do dia a dia num negócio de milhões de dólares. Esse é um resumo da breve trajetória do empresário Gustavo Caetano, fundador e presidente da Samba Tech, além de um dos dez jovens mais inovadores do País, pelo MIT (Massachusets Institute of Tecnology).

Numa palestra no Teatro RioMar, na noite desta quarta-feira (16) durante o III RioMar Digital, ele e o também palestrante Guilherme Cavalcanti deram dicas e falaram sobre suas percepções do mundo dos negócios – em especial os digitais. O bate-papo fez muito ‘nerd’ esquecer a estreia do filme Star Wars: O despertar da força por quatro horas e focar no que pode ser uma oportunidade de investimento.

COLABORAÇÃO – O primeiro a explanar sobre o tema da palestra “A nova era do empreendedorismo: inovação e colaboração” foi Guilherme, que atua como consultor nas áreas de estratégia, finanças corporativas e estudos econômicos. Ele é um dos sócios fundadores do Impact Hub Recife e da Base 5 Tecnologia, além de já ter sido diretor da CESAR-Participações S/A. Ouvidos atentos para entender como negócios com proposta não tão tradiocinais podem gerar mais receita do que os que todos já estão acostumados a esbarrar por aí.

Guilherme Cavalcanti reforçou o crescimento dos planos de negócios colaborativos

O consultor deu exemplos conhecidos como Easy Taxi (que é gratuito, trás benefícios para cliente e taxista) e Wikipédia (site criado a partir de uma proposta não lucrativa e colaborativa que substituiu o mercado de almanaques e enciclopedias) para citar como coisas simples podem ter sucesso e, principalmente, que atualmente as pessoas precisam investir no que têm real vontade de fazer e só depois esperar algum retorno financeiro. Neste último fator, inclusive, pode estar o segredo para tornar-se o empreendedor de sucesso. “As pessoas precisam entender que hoje em dia está valendo mais correr atrás dos seus sonhos do que em ganhar dinheiro”, disse ele na palestra.

Guilherme Cavalcanti ainda ressaltou um assunto que pode gerar divergências para quem tem seu próprio negócio. Segundo ele, o mercado hoje em dia está muito mais propenso àqueles que estão dispostos em mudar algo seu redor e, só a partir daí, obter sucesso. O palestrante exemplificou com: “Digamos que você é um único vendedor de água mineral de uma cidade no Sertão que está atravessando uma seca. Você aumenta o preço do seu garrafão vende para poucos tem lucro ou vende um número maior de garrafões num preço mais acessível e conquista seu lucro ajudando a mudar a realidade e as vidas daquelas pessoas que terão, agora, acesso à água?”

INOVAÇÃO – O encerramento da noite foi com a apresentação da história de sucesso do empresário Gustavo Caetano. Ele contou como iniciou sua jornada apenas a partir do momento que comprou seu primeiro celular com a tela colorida e pensou como seria legal ter jogos no aparelho. A partir daí ele correu atrás e se tornou o fornecedor de games para todas as operadoras de celular do País e alguns países da América do Sul. Isso tudo aos 19 anos. Ao perceber uma mudança desfavorável nesse mercado, não demorou em buscar um novo rumo. Convidou um programador e teve a ideia de criar uma plataforma de vídeo – tal qual YouTube – e oferecer seus serviços à empresas de televisão. A partir de então ele viu sua empresa, a Samba Tech, tornar-se líder na América Latina em soluções para vídeos online. Num outro insite a partir de uma conversa corriqueira, criou uma plataforma para fluxo de vídeos de propaganda entre agências e emissoras de TV que extinguiu um velho método usado e acabou sendo exportada para outros países, como a Inglaterra.

Gustavo Caetano falou na necessidade de sair da zona de conforto e investir nas ideias mais simples

Ao contar um resumo de sua história, Gustavo provou aos presentes que ideais que podem parecer simples, na verdade, têm muito potencial, basta ter coragem para arriscar, colocá-las em prática e aceitar quando a mesma falhar. Sabendo apenas que o próximo passo será tentar novamente. Outro ponto reforçado durante sua fala foi de que qualquer um pode alcançar o sucesso e o principal motivo para isso é a facilidade de acesso à informação. “Qualquer um, de qualquer lugar, pode se tornar um potencial concorrente de uma grande empresa. O consumidor está mais aberto a experimentar. Essa é a era dos pequenos, por que nós somos mais flexibilidad e agilidade do que as grandes empresas”, ponderou.

Ainda sobre inovação, o empresário alertou: “O que você cria hoje não é certeza que amanhã será um sucesso, porque a inovação de hoje não é a de amanhã. As pessoas precisam parar de pensar que que amanhã é a continuação do ontem. As ondas de oportunidades estão ficando cada vez mais rápidas”. Como case dessa reflexão ele usou o exemplo da Netflix, que iniciou sua proposta como locadora de DVDs e hoje é um dos principais serviços de streaming de vídeo do mundo.

EMPREENDEDORISMO – Já quando o assunto é empreendedorismo digital, os dois palestrantes alertam que é preciso ter foco em qual necessidade do consumidor seu negócio vai agir. Não adianta tentar abranger todos os serviços logo de início, é preciso se especializar e só depois encontrar novas janelas de oportunidade. Segundo Guilherme Cavalcanti e Gustavo Caetano, é imprescindível encontrar nichos de mercado em que algo não funciona tão bem quanto poderia e atacar com todas as forças a formas de oferecer algo diferenciado. “Veja o que aconteceu com o WhatsApp. Havia outros serviços como ele, até mesmo o SMS do celular. Mas hoje esse aplicativo é o mais baixado no Brasil e é um grande sucesso. E o que ele fez? Basicamente ele melhorou a interface e a usabilidade. Coisa que os demais não tinham”, comentou o fundador da Samba Tech.

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5 apps gratuitos para não sentir falta do Whatsapp

viber-pacotes-adesivosAté parecia que um apocalipse zumbi se aproximava quando foi anunciado que o aplicativo Whatsapp seria bloqueado por 48h no Brasil. Queridinho pelos usuários quando se trata da troca de mensagens, o serviço vai ficar disponível apenas para quem estiver conectado a uma rede Wi-Fi, ou seja, nada de conexão através do plano de dados.

Mas você não precisa se render à dependência do Whatsapp. Conheça alguns aplicativos gratuitos que podem servir como uma alternativa para facilitar – e manter – a comunicação pelos próximos dois dias:

 Já conhecido pelos usuários, tem o serviço muito parecido ao do Whatsapp. Permite o envio de mensagens, imagens e vídeos, além de chamadas de áudio e vídeo com qualidade HD.

Skype – Apesar da fama,a plataforma ainda é pouco utilizada pelos internautas brasileiros. É muito conhecida pelas chamadas de vídeo, mas também é uma boa opção para conversas através do texto. E ainda dá para juntar os amigos em grupos à parte do aplicativo suspenso.

Por ser ligado ao , fica muito mais fácil, não é? Dá pra enviar mensagens de texto e voz. O problema é que essas últimas têm um tempo máximo de 1 minuto, então fica aquela conversa meio partida, mas dá pra quebrar o galho.

Quem aí tem conta no Google+? Esse serviço de troca de mensagens de texto está ligado à rede social e disponível para usuários de Android e iOS. A restrição fica por conta das contas: só usuários do Google podem conversar através deste app.

– Para quem não se contenta com mensagens de texto, imagens, chamadas de voz e vídeo, é possível ainda curtir jogos disponibilizados por esse aplicativo. E tem mais! Ainda dá para conhecer gente nova através da função “Olhar ao Redor”, que permite iniciar uma conversa com pessoas que estejam geograficamente próximas a você.

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