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Jogos digitais faturaram US$ 61 bi em 2015

Com um crescimento de 8% em relação a 2014, o mercado mundial de jogos digitais fechou o ano passado com um faturamento de US$ 61 bilhões, de acordo com o relatório SuperData Arcade.

A maior parte desse montante foi para os games mobile, com US$ 25,8 bilhões (crescimento de 10%), mas o crescimento das vendas nos consoles foi a maior surpresa do ano, com um aumento de 34% no ano passado, atingindo US$ 4 bilhões. De acordo com os analistas da SuperData, “os  números de vendas apontam para uma mudança na indústria, com mais consumidores adotando jogos distribuídos digitalmente e free-to-play”.

League of Legends lidera o faturamento não só entre os jogos de PC, mas considerando todas as plataformas, com US$ 1,6 bilhão (com dezembro passado sendo o melhor mês da sua história). O jogo, inclusive,  vende sete vezes mais do que seu concorrente mais próximo, Dota 2 (Valve), que ganhou US$ 238 milhões em 2015. O LoLzinho é seguido por Clash of Clãs (US$ 1,3 bi, o maior do mobile), CrossFire (US$ 1,1 bi) e Dungeon Fighter Online (US$ 1,05 bi).

Entretanto, a empresa que mais faturou foi a líder entre os consoles: a Activision (de Call of Duty: Advanced Warfare e outros cinco jogos que estão nos top 30 mais vendidos) levou US$ 2,9 bilhões só em vendas digitais, seguidp pela Supercell (de Clash of Clans), com US$ 1,64 bi e a Tencent/Riot Games, com os US$ 1,6 do LoL.

os mais vendidos nos consoles (em milhões de Dólares)

1 Call of Duty: Advanced Warfare Activision $355
2 FIFA 15 Electronic Arts $332
3 Grand Theft Auto V Take-Two Interactive $322
4 Destiny Activision $291
5 Call of Duty: Black Ops III Activision $224
6 FIFA 16 Electronic Arts $212
7 Fallout 4 Bethesda Softworks $108
8 Star Wars Battlefront Electronic Arts $106
9 Madden NFL 16 Electronic Arts $76
10 Madden NFL 15 Electronic Art $73

Os mais vendidos nos PCs (em milhões de dólares)

1 League of Legends Tencent/Riot Games $1,628
2 CrossFire SmileGate $1,110
3 Dungeon Fighter Online Neople $1,052
4 World of Warcraft Activision $814
5 World of Tanks Wargaming.net $446
6 Lineage I NCSOFT $339
7 Maplestory Nexon $253
8 DOTA 2 Valve Corporation $238
9 Counter-Strike: Global Offensive Valve Corporation $221
10 Grand Theft Auto V Take-Two Interactive $205

os mais vendidos no mobile (em milhões de dólares)

1 Clash of Clans Supercell $1,345
2 Game of War: Fire Age Machine Zone $799
3 Puzzle & Dragons Gungho Online Ent. Inc $729
4 Candy Crush Saga King Digital $682
5 MonsterStrike Mixi $674
6 Candy Crush Soda Saga King Digital $518
7 Fantasy Westward Journey NetEase $451
8 Colopl Rune Story COLOPL NI Inc $356
9 Disney Tsum Tsum LINE Corp $326
10 Boom Beach Supercell $297

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Plugin do Java para browsers perto do fim

JAVA

Quantas vezes você estava navegando, de boas, na internet, e foi interrompido por um pedido de “atualização de plugin do Java”? E quantas vezes algum site não abriu da maneira correta por causa de broncas com o tal plugin? Ou pior: soube de algum caso em que falhas no plugin se tornaram portas para ciberataques?

Em breve, seus problemas terão acabado. O pessoal da Oracle mandou avisar que o plugin do Java para browsers está com os dias contados. Em um comunicado breve, a empresa afirmou que “com os fabricantes de navegadores modernos trabalhando para restringir e reduzir o suporte à plugins em seus produtos, os desenvolvedores de aplicativos que contam com o plugin de navegador Java precisam considerar opções alternativas, tais como a migração para miniaplicativos Java (que dependem de um plugin do próprio navegador) para uma tecnologia web livre de plugins”.

De acordo com a Oracle, o fim chegará com a próxima atualização JDK 9. “Esta tecnologia vai ser removida do JDK e JRE em uma futura versão do Java SE”, completa o comunicado.

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PCs não vão substituir professores, diz defensor de games na educação

Bruno Araujo

Do G1, em São Paulo

Guy Vardi, da startup Matific, falou sobre tecnologia e ensino na Campus Party (Foto: Bruno Araujo/G1)
Guy Vardi, da startup Matific, falou sobre tecnologia e ensino na Campus Party (Foto: Bruno Araujo/G1)

Existe um problema que não estamos resolvendo quando empregamos as palavras tecnologia e educação na mesma frase. Para Guy Vardi, defensor do uso de games no ensino e palestrante da Campus Party 2016 nesta quinta-feira (28), a tecnologia deve ser usada dentro das escolas para promover novas formas de pensar, e não apenas um meio moderno para levar conhecimento, seja ele no PC, tablet ou smartphone.

“Conhecimento não é uma mercadoria e aprender não é um processo de transmitir e receber. Aprender é um processo ativo”, diz.

Co-fundador da Matific, startup que trabalha em jogos e atividades de matemática para alunos e professores, Vardi acredita que os games são a forma ideal de aprimorar esse aprendizado. Primeiro pelo fator lúdico – “Aprender jogando é a melhor forma de aprender” – segundo pela naturalização do fracasso, fator que ele considera crucial no ensino.

“O maior medo dos adolescentes dos Estados Unidos é não ter boas notas na escola. Mas fracassar é muito importante no aprendizado. Quando nós jogamos games, nós erramos por natureza. Se não erramos, não tem graça”, afirma.

“As escolas usam notas para dizer que eu sou melhor que fulano, que ciclano é melhor do que eu. Não tem nada a ver com melhorar e se aprimorar. As notas têm que ser um subproduto do processo de aprendizagem, não o produto final”.

Jogando e aprendendo
Vardi mostrou vários exemplos de games sendo usados com sucesso na educação. Em um deles, o jogador deve levar um macaco até várias bananas espalhadas pelo cenário. Mas para o animal se movimentar, o estudante precisa digitar comandos, o que acaba sendo uma divertida introdução à programação.

Em outro, musical, o game pega emprestado algumas mecânicas de “Guitar Hero” e “Rock Band” para ensinar a tocar piano. Num terceiro, os jogadores precisam conectar os órgãos do corpo humano. Sem aquela pressão de estragar o corpo do sapo de laboratório na sala de aula e tirar um belo de um zero.

Essa aplicação tecnológica nas escolas, somada à redução da importância das notas, seria a base do que Vardi chama mde vários ciclos de aprimoramento, ao contrário de apenas um. “O foco se muda do resultado para o processo”.

Por isso, as máquinas ainda estão longe de assumir o lugar dos humanos, no que seria uma concretização maléfica das profecias do filme “Matrix”. “Os computadores não vão substituir os professores. Nada substitui o contato social. E o professor tem um papel crítico em auxiliar e acompanhar os alunos”.

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Ações do Facebook têm maior alta desde 2013 após divulgação de lucro

Do G1, em São Paulo

As ações do Facebook nos Estados Unidos terminaram o pregão desta quinta-feira (28) com avanço de 15,5%, a maior alta diária desde 2013, segundo a Reuters. O valor de mercado do Facebook aumentou em US$ 38 bilhões nos negócios de sua ação em Wall Street nesta quinta-feira (28), saltando à frente da Amazon.com após os resultados trimestrais da rede social superarem todas as expectativas em todas as principais medidas de avaliação, segundo informações da Reuters.

 As ações do Facebook saltaram após a companhia relatar na quarta-feira um trimestre bem-sucedido, impulsionando o valor de mercado acima dos US$ 300 bilhões.

Ainda de acordo com a Reuters, isso tornou o Facebook a quarta empresa de tecnologia mais valiosa, superando a Amazon, que é avaliada em cerca de US$ 290 bilhões antes de seus resultados, que devem ser divulgados nesta quinta-feira.

Avanço impulsiona índices nos EUA
O resultado do Facebook impulsionou as ações de tecnologia e puxou os índices acionários dos Estados Unidos, já sustentados pelo ganho nos preços do petróleo que favoreceuo setor de energia.

O índice Dow Jones subiu 0,79%, a 16.069 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 0,55%, a 1.893 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,86%, a 4.506 pontos.

“Tivemos alguns nomes com lucros muito bons”, disse à Reuters o presidente executivo da Horizon Investment Services, Chuck Carlson. “Eu adoraria dizer que estamos rumo acima a partir daqui, mas não acho que as coisas funcionem assim”.

Resultados do Facebook foram melhores que o esperado
Facebook divilgou na véspera que teve em 2015 resultados melhores do que o previsto, com um forte crescimento dos lucros, graças especialmente à publicidade móvel e a um aumento significativo dos usuários. A receita de anúncios em aparelhos móveis correspondeu a 80% do total de receitas de anúncios no trimestre ante 69% um ano antes.

Segundo os resultados publicados nesta quarta-feira (27), os lucros do quarto trimestre cresceram mais do que o dobro, chegando a US$ 1,6 bilhão, o que significa 25% no ano todo.

O Facebook afirma que fechou 2015 com 1,59 bilhão de usuários, dos quais cerca de 65% acessam a rede social todos os dias. A France Presse informou que a média de renda foi de US$ 3,73 por usuário no quarto trimestre.

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Campus Party: Palestra sobre ‘cidade dos drones’ é destaque do 3º dia

Do G1, em São Paulo

27/01 – Área interna do Pavilhão de Exposições Anhembi, onde acontece a nova edição brasileira do evento de tecnologia e cultura nerd e pop (Foto: Fabio Tito/G1)
Área interna do Pavilhão de Exposições Anhembi, onde acontece a nova edição brasileira do evento de tecnologia e cultura nerd e pop (Foto: Fabio Tito/G1)

Robôs voadores devem ser o ponto alto do terceiro dia da Campus Party 2016, nesta quinta-feira (28) em São Paulo. A palestra “Cidade dos drones”, que vai discutir projetos com esta tecnologia, é um dos destaques da programação. Veja a lista completa abaixo.

Para a 9ª edição brasileira do evento de tecnologia e cultura pop e nerd, a Campus retornou ao Pavilhão de Exposições do Anhembi, na Zona Norte da capital paulista. Os ingressos para a Campus Party 2016 já estão esgotados.

A quinta-feira também terá uma grande aula no palco Criatividade, para até 200 alunos, sobre a língua dos elfos de “O senhor dos anéis” “O senhor dos anéis”. No ano passado, as aulas de idiomas élficos tiveram alta procura.

Games e drones
Outro destaque da quinta é Daniel Matros, que se apresenta às 13h. Produtor da Dice, desenvolvedora de games como a franquia ‘Battlefield’, ele pode dar uma bela visão dos bastidores do mercado e da produção de jogos.

A participação de Daniel acontece logo depois da palestra sobre drones, marcada para 11h45. “Cidade dos Drones” deve mostrar as primeiras iniciativas com os robôs voadores que pretendem melhorar a vida das pessoas de São Paulo.

Futuro
Este ano, a Campus dá destaque para tecnologias que construirão o futuro. Entre palestras, workshops, oficinas e paineis, o evento convidou alguns pensadores e cientistas para debater o assunto em seus diferentes aspectos.

Entre os palestrantes estão Marie Cosnard, executiva do app de paquera Happn, Daniel Matros, produtor da desenvolvedora de games DICE, e Thaisa Bergmann, astrofísica brasileira ganhadora de prêmio da Unesco.

O evento também contará com workshops. Entre as inúmeras oficinas, será possívelaprender a construir um braço robótico ou um óculos de realidade virtual.

Confira abaixo a programação completa do palco principal:

Quarta-feira (27)
10h30: ESL, maior empresa de eSports, anuncia novidades para o Brasil
11h45: A tecnologia a serviço do cidadão
13h: Eugene Chereshnev, executivo da Kaspersky
14h30: Como desacelerar o aquecimento global e criar novas fontes e energias, com Guilherme Nastari
15h45: Inspiracional + Motivador + Uma dose de realidade que nem tudo são flores, com Leonardo Tristão
17h: Ime Archibong, diretor global de Parcerias Estratégicas do Facebook
18h15: Novo Cartola FC: as novidades do maior fantasy game do Brasil
20h: Grant Imahara

Quinta-feira (28)
10h30: O Futuro das Tecnologias Educativas, com Vanderlei Martinianos
11h45: Cidade dos Drones
13h: Daniel Matros, desenvolvedor do estúdio sueco de games DICE
14h30: Humanos, tecnologia e o futuro da educação, com Guy Vardi
15h45: Desenvolvimento de produtos com a metodologia “human centered”, com Mark Jamison
18h15: Another Week = Cartoon Network, com Agustin Ferrando
20h: Michel Smit
21h30: Como ganhar dinheiro e viajar o mundo ao mesmo tempo, com Eme Viegas e Jaque Barbosa

Sexta-feira (29)
11h15: Cidades Inteligentes – Como as cidades podem prestar melhores serviços aos seus cidadãos através da Tecnologia de Informação
14h30: O mundo real de volta ao relacionamento online, com Marie Cosnard, executiva do Happn
15h45: A tecnologia pode ser capaz de simular 100% de emoções humanas?, com Sébastien Tondeur
17h: O futuro das profissões, com Daniel Susskind
20h: Futuro do Marketing, com Steve Gershik
21h15: Se a Crise Nos Muda, a Palestra Muda, com Dado Schneider

Sábado (30)
11h45: Delas pra elas: tecnologia e segurança, com Catharina Doria e ONU Mulheres
13h: Buracos Negros Supermassivos e seu papel na Evolução do Universo, com Thaisa Storchi Bergmann
14h30: A vida na era das novas sensações, com Neil Harbisson e Moon Ribas
15h45: O Fator humano e os desafios da Tecnologia da Informação, com Gianluca Colombo
20h: Cerimônia de encerramento

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DeLorean, o carro de ‘De volta para o futuro’, terá mais 300 unidades

Do G1, em São Paulo

O DeLorean vai voltar: uma empresa que adquiriu parte do inventário e até a famosa logomarca da extinta fabricante americana promete lançar 300 réplicas do carro-símbolo da trilogia “De volta para o futuro”, a partir do ano que vem.

A companhia com sede no Texas se beneficou de uma mudança na lei federal que permitirá a fabricação em pequena escala de réplicas de carros que se parecem com modelos de pelo menos 25 anos atrás, mas com mecânica atualizada.

“É fantástico. É uma virada de jogo para nós. Estávamos esperando isso acontecer”, disse Stephen Wynne, presidente da DeLorean Motor Company, empresa criada por ele na Inglaterra e que foi transferida para os EUA em 1997. Ela presta assistência técnica para proprietários do modelo e agora começará a montar réplicas.

DeLorean foi produzido de 1981 a 1983 (Foto: Divulgação/www.delorean.com)
DeLorean foi produzido de 1981 a 1983 (Foto: Divulgação/www.delorean.com)

Fracasso de vendas
A DMC original, fundada por John DeLorean, começou a fabricar o DeLorean DMC-12 em 1981, na Irlanda, mas o carro parou de ser produzido apenas 2 anos depois, antes mesmo de aparecer como a máquina do tempo no primeiro “De volta para o futuro”, que é de 1985.

Pouco mais de 9 mil unidades foram vendidas e a fabricante faliu. Ao menos um desses carros está no Brasil.

Em entrevista ao canal de TV KPRC2, do Texas, estado que abriga a empresa, Wynne afirma que as réplicas devem ser lançadas no ano que vem.

A companhia pretende vender cada réplica por menos de US$ 100 mil –há DeLoreans usados nos EUA à venda por metade desse preço.

O executivo diz ter peças suficientes em estoque para a montagem de cerca de 300 unidades. Outras poderão ser produzidas com base em desenhos originais que ele também adquiriu.

Em comunicado no site, a empresa explica que, até a lei dos EUA mudar, as produções em pequenas escalas tinham que seguir as mesmas exigências das de larga escala.

Em dezembro passado, foi autorizada a fabricação de réplicas de pequena escala desde que os veículos atendam aos critérios de emissão de poluentes em vigor no ano de produção. Para tanto, o carro poderá ser equipado com motores e sistemas de exaustão de outras montadoras.

Filme relembrado
Ainda em 2015, o DeLorean e os personagens do filme voltaram às notícias porque 21/10/2015 foi a data digitada por Martin McFly no carro para a viagem ao futuro, ao fim do primeiro filme.

A chegada a 2015 e as visões sobre como seria o ano aparecem no segundo episódio, “De volta para o futuro 2”, de 1989. Veja quais previsões foram acertadas e quais não viraram realidade.

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Relógio do Juízo Final se mantém a três minutos para a meia-noite

Da AFP

O relógio serve como uma metáfora para quão próximo a humanidade se encontra de destruir o planeta / Foto: ReproduçãoO relógio serve como uma metáfora para quão próximo a humanidade se encontra de destruir o planetaFoto: Reprodução

As ameaças nucleares e as mudanças climáticas representam fortes ameaças ao planeta e o simbólico Relógio do Juízo Final se mantém marcando três minutos para a meia-noite, anunciou nesta terça-feira (26) o Boletim de Cientistas Atômicos.

O relógio serve como uma metáfora para quão próximo a humanidade se encontra de destruir o planeta e recentemente, em 2015, foi acertado para mais perto da meia-noite.

“Ele permanece o mais próximo que já esteve [do marco da meia-noite] nos últimos 20 anos”, disse Rachel Bronson, diretora-executiva do Boletim de Cientistas Atômicos, durante conferência de imprensa na capital americana.

O aquecimento global, o terrorismo, as tensões nucleares entre os Estados Unidos e a Rússia, as preocupações sobre o arsenal norte-coreano, as tensões entre Índia e Paquistão e as ciber-ameaças permanecem como as influências desestabilizadoras, afirmou Lawrence Krauss, cosmólogo e professor da Universidade do Estado do Arizona.

A decisão de não mudar o relógio desde 2015 “não é uma boa notícia”, declarou aos jornalistas.

Apesar de algumas notícias positivas no ano passado, inclusive o acordo nuclear iraniano e a conferência climática, em Paris, os especialistas expressaram sua preocupação de que os arsenais nucleares internacionais estejam crescendo e que os compromissos antipoluição percam força.

“A luta contra as mudanças climáticas mal começou e não está claro se os países do mundo estão prontos para fazer as muitas escolhas difíceis que serão necessárias para estabilizar o clima e evitar possíveis desastres ambientais”, disse Krauss.

A decisão de acertar ou não o relógio é tomada por um grupo de cientistas e intelectuais, inclusive 16 ganhadores do prêmio Nobel.

O Relógio do Juízo Final foi criado em 1947. Ele foi alterado 18 vezes desde então, e já marcou dois minutos para a meia-noite em 1953 e 17 minutos para a meia-noite em 1991.

A última vez em que marcou três minutos para a meia-noite foi em 1983, quando a Guerra Fria entre os Estados Unidos e a então União Soviética estava no auge.

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Apple anuncia lucro recorde e estagnação das vendas do iPhone

Da AFP

O lucro líquido para o trimestre foi 2% maior do que o do mesmo período do ano passado / Foto: ReproduçãoO lucro líquido para o trimestre foi 2% maior do que o do mesmo período do ano passadoFoto: Reprodução

A Apple anunciou nesta terça-feira (26) um lucro trimestral recorde de US$ 18,4 bilhões, embora as vendas do iPhone tenham estagnado após anos de crescimento vertiginoso.

O lucro líquido para o trimestre encerrado em 26 de dezembro foi 2% maior do que o do mesmo período do ano passado. O volume de negócios foi de 75,9 bilhões de dólares, marcando outra cifra recorde para a companhia.

“Nossa equipe apresentou o melhor trimestre já registrado da Apple, graças aos produtos mais inovadores do mundo e a recordes históricos de vendas de iPhones, Apple Watch e Apple TV”, indicou o diretor-executivo da Apple, Tim Cook, em um comunicado.

“O crescimento do nosso negócio de serviços aumentou durante o trimestre para produzir resultados recorde e nossa base instalada cruzou o marco de um bilhão de dispositivos ativos”, prosseguiu.

A Apple informou que um total de um bilhão de iPhones, iPads, computadores Macintosh, iPods táteis, unidades de Apple TV e computadores usáveis Apple Watch “se conectaram” aos seus serviços nos últimos três meses.

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Campus Party: Fundador inicia evento com palestra sobre tecnologia e futuro

Cesar Soto

Do G1, em São Paulo

Com atraso de 30 minutos na cerimônia de abertura, a Campus Party 2016 foi iniciada oficialmente na noite da terça-feira (26) no Pavilhão de Exposições Anhembi, em São Paulo (SP). Fundador do evento, o espanhol Paco Ragageles iniciou a primeira palestra do palco principal “tentando falar em português” – “é difícil”. Ele abordou o tema desta edição: “Feel the future”, ou sinta o futuro.

Como já é tradição, o início do evento teve uma contagem regressiva.

Durante 30 minutos, Ragageles falou sobre como a tecnologia mudará o futuro, e seu impacto sobre a humanidade. Enquanto comentava sobre como as máquinas provavelmente dominarão todos os processos de produção e acabarão com muitos empregos na área, ele até estranhou o silêncio: “Vocês estão muito quietos hoje”.

Mas pelo menos o espanhol deu um lado positivo. Segundo ele, com as máquinas cuidando da produção, a humanidade poderá investir mais de seu tempo na exploração espacial e na inovação.

Ragageles encerrou sua participação falando sobre a sua empresa de mesmo nome da palestra, Feel the future, um grupo formado por cerca de “1 mil cérebros” que pensarão e debaterão o impacto da tecnologia nos anos futuros.

Paco Ragageles, fundador da Campus Party, dá primeira palestra do evento na sua 9ª edição (Foto: Pedro Fernandes/Divulgação/Campus Party)
Paco Ragageles, fundador da Campus Party, dá primeira palestra do evento na sua 9ª edição (Foto: Pedro Fernandes/Divulgação/Campus Party)

Abertura
O presidente do Instituto Campus Party, Francesco Farruggia, participou da cerimônia de abertura do evento e contou com a presença do governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), para anunciar aos presentes a realização da 1ª edição do evento em Brasília, em 2017. Representantes do governo do Estado de SP e da Prefeitura de São Paulo também estiveram presentes.

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Cientistas instalam câmeras para observar habitat de pinguins na Antártida

Da BBC

Câmeras instaladas na Antártida querem saber como as mudanças climáticas estão afetando os pinguins (Foto: BBC)
Câmeras instaladas na Antártida querem saber como as mudanças climáticas estão afetando os pinguins (Foto: BBC)

Cientistas querem descobrir como o aquecimento global está afetando o habitat dos pinguins da Antártida.

Para isso, eles acompanharam essas aves durante todo o ano por meio de intenso registro fotográfico.

As imagens – organizadas em um vídeo em time-lapse – acompanham uma única colônia de pinguins. VEJA O VÍDEO.

Elas foram feitas por cerca de 40 câmeras montadas em locais remotos do continente, que tiram fotos a cada hora do dia.

No total, serão produzidas mais de 8,5 mil imagens, durante as quatro estações do ano.

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