Apple vende no Brasil os novos iPhones mais caros do mundo

iPhone 6 Plus é o maior smartphone que a Apple já criou. (Foto: Reprodução/G1)

iPhone 6 Plus é o maior smartphone que a Apple já criou. (Foto: Reprodução/G1)

O consumidor que quiser comprar os iPhones 6 e 6 Plus, que começam a ser vendidos no Brasil nesta sexta-feira (13), terá de abrir espaço no bolso. Além de serem os maiores já criados pela empresa, os smartphones comercializados no país são os mais caros do mundo, de acordo com levantamento realizado pelo G1 nas lojas da Apple. Com preços iniciais de R$ 3,2 mil e R$ 3,6 mil, respectivamente, os celulares chegam a custar 50% mais do que a média mundial.

Os preços considerados pela reportagem são aqueles cobrados pela Apple em 36 países por meio de suas lojas virtuais (Veja a lista abaixo). A versão analisada é a 16 Gigabytes, desbloqueada e apenas com conexão Wi-Fi. Para permitir a comparação, os valores foram convertidos para dólar. A lista de países onde os novos iPhones já são vendidos é maior, porém. Chega a 69, segundo a Apple. Em 33 deles, porém, a comercialização é feita só por revendedores, como empresas de telefonia, que abatem o preço final para condicionar a venda à contratação de pacotes de dados e outros serviços. Por isso, esses países foram desconsiderados.

Se por um lado, possuem telas grandes, de boa resolução e uma câmera com recursos “de cinema”, e “applemaníacos” os considerem mais ágeis que os antecessores, os novos iPhones têm nos preços o seu calcanhar de Aquiles(Veja o vídeo acima). Enquanto o preço médio cobrado no mundo para o iPhone 6 é de US$ 826 e o do iPhone 6 Plus, de US$ 948, no Brasil, os valores praticados são 50% e 47% maiores, respectivamente. Ou: US$ 1.242 e US$ 1.397.

A distância entre o topo e a ponta da tabela é tamanha que os preços brasileiros são mais do que o dobro dos cobrados no Japão. No país asiático, que sofre com deflação (a queda dos preços), os aparelhos custam US$ 587 e US$ 690. Estados Unidos e Canadá completam o top 3 dos países mais baratos para “applemaníacos” brasileiros. Lá, os aparelhos custam pouco mais da metade do cobrado por aqui.

Não é novidade o Brasil ser o lar do iPhone mais caro do mundo. Isso já ocorreu, por exemplo, com o 5s, que chegou ao país em novembro de 2013. O país é ainda o lugar onde a Apple vende iPads mini pelo maior preço. Mudança mesmo do ano passado para cá foi a que ocorreu entre as segunda e terceira posições. Até ano passado dona do segundo iPhone mais caro, a Itália mas foi ultrapassado pela Turquia.

Questionada pelo G1, a Apple informou que vende no país tanto aparelhos fabricados localmente quanto importados, como é o caso dos novos iPhones. Esses aparelhos, argumenta a empresa, estão sujeitos a taxas alfandegárias inevitáveis. A Apple afirma se esforçar bastante para que os consumidores tenham acesso aos melhores preços e condições de compra. A solução para os altos preços, acrescenta a empresa, são as parcerias com operadoras de telefonia, que comercializam os dispositivos por preços menores mediante a contratação de pacotes de dados.

Para o analista Ivair Rodrigues, da consultoria em tecnologia IT Data, a Apple já importou mais de 50 mil unidades. “E olha que é caro. Mas se a empresa importou é porque já tem cliente para isso.” Rodrigues explica que os smartphones são trazidos pela Apple a um custo de US$ 440, valor inflado por uma carga tributária na casa dos 70%. O dólar mais caro contribui para o preço aumentar ainda mais –nesta quinta-feira, a moeda atingiu o maior valor desde 2005. Além disso, diz, “tem margem [de lucro] de 20% a 30% para o fabricantes”.

O analista comenta ainda que, caso os novos iPhones fossem produzidos no país, “ficaria, pelo menos, R$ 500 mais barato”. O Brasil é o único país além da China onde a Foxconn, fabricante terceirizada da Apple, possui fábrica. Fica em Jundiaí (SP), que produz apenas os iPhones 4. “Quando chegar a um patamar de 100 mil a 150 mil [iPhones 6 e 6 Plus] vendidos por mês, aí já dá para viabilizar a produção local. Mas por esse preço fica difícil.”

Arte: iPhone 6 x iPhone 6 Plus (Foto: Editoria de arte/G1)

Do G1, em São Paulo

 

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iPhones 6 começam a ser vendidos no Brasil por até R$ 4.400

Foto: AFP.

Foto: AFP.

A Apple confirmou os preços dos novos iPhones 6 e 6 Plus no Brasil. A pré-venda iniciou nesta sexta (7) e serão enviados aos compradores no dia 13.

Como era esperado, o novo iPhone passa da casa dos R$ 3 mil e se torna o smartphone mais caro já lançado pela Apple no Brasil. A versão mais barata sai por R$ 3.199 (modelo iPhone 6, de 16GB) e a mais cara (128 GB, 6 Plus) por R$ 4.400.

A Apple também permite o parcelamento em 24 vezes. Além da loja oficial grandes varejistas online como Submarino, Fast Shop, Americanas e FNAC, também vendem o aparelho.

O iPhone 6 de 16GB sai por R$ 3.199. O de 64GB fica por R$ 3.599 e o de 128GB por R$ 3.999.

O iPhone 6 Plus sai por R$ 3.599 (16GB), R$ 3.999 (64GB) e R$ 4.399 (128GB).

 

MundoBit

 

 

 

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Profissional com boa reputação online tem mais chances; veja como

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Busca no Google (Foto: Reprodução)

As pessoas que procuram emprego pela primeira vez, aguardam uma promoção ou aumento na base de clientes e da rede de contatos podem ter seus esforços arruinados dependendo das informações encontradas sobre elas em sites de busca como o Google. De acordo com o especialista em carreiras e mídias sociais Dave Kerpen, as pessoas devem saber o quão importante é a presença online para as suas carreiras.

E, segundo ele, todos acabam sendo pesquisados no Google. Estima-se que 75% dos departamentos de recursos humanos olham os candidatos no buscador durante o processo de contratação, além de futuros colegas, clientes e parceiros de negócios. Segundo Kerpen, a informação que aparece durante a busca dá o tom da primeira impressão que as pessoas têm da pessoa pesquisada, isso em nível tanto profissional como pessoal.

Segundo ele, as pessoas devem pensar na primeira página dos resultados da pesquisa como um currículo para a sua presença online, com perfis profissionais ativos, realizações e contribuições mais recentes, que impressionariam mais do que uma página com poucos ou nenhum resultado positivo ou até mesmo resultados negativos. Ele recomenda que as pessoas façam uma pesquisa com seus nomes para saber o que existe de informação sobre elas ali.

Resultados negativos são aqueles em que as pessoas não gostariam que os profissionais de RH vissem, diz Kerpen. Entre os resultados negativos mais comuns ele cita menções negativas no noticiário por coisas ditas ou realizações do passado, informações sobre prisões e citações em processos judiciais, comentários negativos ou polêmicos ou desabafos em fóruns de discussão, repercussão de rompimento de relacionamento que pode acabar em exposição excessiva da pessoa, como fotos da intimidade do casal, ou ser alvo de post calunioso. Pode ocorrer, ainda, de a pessoa ter um homônimo envolvido com acusações no âmbito criminal, por exemplo.

Veja 5 dicas do especialista de como evitar resultados negativos na busca do Google:

– A primeira coisa a se fazer é evitar postar conteúdos em redes sociais que tragam más repercussões ou deixem a pessoa numa posição desconfortável.

– Revise as configurações de privacidade nas redes sociais e pense duas vezes sobre o que compartilhar com amigos e seguidores.

– Mesmo que você conheça todas as pessoas da sua rede social, alguém pode pegar o post todo ou parte dele e compartilhá-lo fora de contexto.

– Uma estratégia eficaz de longo prazo para combater quaisquer resultados indesejados ou até preveni-los é construir uma presença online ativa e positiva. Isso envolve a construção de um site pessoal, de sites profissionais ou de um blog, por exemplo. Mas não basta colocá-los no ar, tem que mantê-los sempre ativos.

– Há sempre outra pessoa com o mesmo nome que você no mundo. Por isso, se você não está trabalhando ativamente para criar uma presença online positiva, você permite que a outra pessoa com o mesmo nome crie uma reputação online para você, seja boa ou ruim.

 

 

Do G1, em São Paulo

 

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É possível burlar o recurso de ‘mensagem lida’ no WhatsApp?

O recurso recém-lançado que permite aos usuários visualizarem quando as mensagens foram lidas não foi bem recebido por muitos internautas. Até então era possível saber apenas quando a mensagem chegou com sucesso ao seu destinatário, e quando foi a última vez ele esteve online. E com base nessas duas informações era possível deduzir que, possivelmente, a mensagem enviada também havia sido lida. Para esclarecer as dúvidas mais recorrentes sobre esse recurso, a coluna Tira-dúvidas de tecnologia preparou um guia com as questões mais recorrentes.

É possível ocultar a identificação de quando a mensagem foi lida?
Sim, mas parcialmente. Os usuários de iPhone podem usar do seguinte artifício para burlar recurso:

– Após receber a mensagem, habilite o modo avião.
– Leia as mensagens que desejar que o autor não visualize o momento em que ela foi aberta. Depois disso, retorne as mensagens lidas.
– Desabilite o modo avião.

Esse artifício funciona, porque o aparelho deve estar conectado à internet para que a confirmação de leitura seja exibida. Em modo offline, as mensagens são lidas, mas, na versão atual, o aplicativo não altera o status e o envia quando a conexão estiver reestabelecida.

Existe algum artificio semelhante no Android?
O Android permite o uso de widgets (aplicativos flutuantes na área de trabalho). Por meio do widget para o WhatsApp é possível visualizar as mensagens mais recentes sem que elas tenha sido abertas. E, dessa forma, burlar o novo recurso. Mas vale salientar que o comportamento do widget pode variar de aparelho para aparelho, e não funcionar em todos os modelos de smartphones.

Um outro método que também funciona é habilitar as notificações na tela. Para isso, siga os seguintes passos:

Whatsapp

Afinal, como funcionam os “checks” ou “tiques” exibidos ao lado das mensagens?

– Acesse as configurações do WhatsApp e localize a opção “Notificações”.
– Localize  a opção “Notificações de pop-up” e marque a alternativa “Sempre mostrar notificação”.
Esse método também pode apresentar um comportamento variável conforme o modelo de aparelho. O mais importante: após visualizar a notificação, retorne à tela inicial usando o botão “Home”. Se qualquer outro botão da mensagem de notificação for pressionado, o status da mensagem será exibido como “lida”.

Ocultar o status de “online” evita que o autor da mensagem saiba quando ela foi lida?
Não, pois independentemente do status que estiver disponível, ao abrir a mensagem ela será considerada como lida pelo WhatsApp e a informação será enviada ao autor.

Se eu deixar de atualizar a minha versão atual do WhatsApp, poderei usá-lo sem o novo recurso?
Não, o WhatsApp ainda não está obrigando os usuários a instalarem a nova versão (2.11.43), porém é provável que para que o aplicativo continue sendo usado essa versão se torne obrigatória.

– Um “check” corresponde à mensagem entregue ao servidor do WhatsApp.
– Dois “checks” correspondem à mensagem entregue com sucesso ao destinatário.
– Dois “checks” na cor azul correspondem à mensagem lida pelo destinatário.

O duplo “check” em azul realmente garante que a mensagem tenha sido lida?
Não, embora seja descrito como “lida”, o duplo “check” em azul diz apenas que a mensagem foi aberta. Não existe uma maneira de saber se ela foi realmente lida, ou se apenas foi aberta pelo destinatário.

*Imagens: Reprodução

 

Do Colunista do G1

Ronaldo Prass

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Cientistas japoneses criam ratinhos quase transparentes

Da AFP

Método poderá ser usado para estudar como embriões se desenvolvem ou como o câncer e as doenças autoimunes se desenvolvem em nível celular / Foto: ReproduçãoMétodo poderá ser usado para estudar como embriões se desenvolvem ou como o câncer e as doenças autoimunes se desenvolvem em nível celularFoto: Reprodução

A invisibilidade pode ser, ainda, coisa da ficção, como nos filmes de Harry Potter, mas cientistas do Japão criaram uma forma de deixar camundongos quase totalmente transparentes. Usando um método que remove quase completamente a cor dos tecidos – com o inconveniente de que matou as cobaias no processo -, cientistas disseram ter conseguido examinar órgãos do indivíduo ou, inclusive, corpos inteiros sem ter que cortá-los, criando uma visão mais ampla de problemas com os quais trabalham.

As técnicas darão aos cientistas um “novo entendimento da estrutura tridimensional de órgãos e como certos genes são expressos em vários tecidos”, disse Kazuki Tainaka, o principal autor de um estudo publicado na revista americana Cell. “Ficamos muito surpresos ao ver que o corpo inteiro de um filhote e de um adulto pudesse ficar quase transparente”, afirmou em um comunicado, divulgado pelo instituto japonês de pesquisas RIKEN e seus colaboradores.

O trabalho, que também envolveu a Universidade de Tíoqui e a Agência de Ciência e Tecnologia do Japão, se concentra em um composto chamado heme (ou hemo), o constituinte que dá ao sangue a cor vermelha e é encontrado na maioria dos tecidos do corpo.

O processo envolve o bombeamento de uma solução salina no coração do camundongo, retirando o sangue do sistema circulatório, o que provoca a morte do animal.

Em seguida, é introduzido um reagente, que atua para separar o heme da hemoglobina, que permanece nos órgãos do animal.

Para completar o processo, o ratinho morto é esfolado e empapado com o reagente por até duas semanas.

Um feixe de luz de laser, que pode ser emitido para penetrar até um nível específico, cria uma imagem completa do corpo, assim como uma impressora em 3D cria objetos físicos em camadas.

“Até agora, os microscópios nos permitiam observar as coisas em detalhes mínimos, mas isto também nos privou do contexto do que estávamos olhando”, disse Tainaka à AFP.

O novo método, que não pode ser aplicado a coisas vivas, “nos dará detalhes, enquanto vai nos habilitar a obter o quadro mais amplo”, afirmou.

Hiroki Ueda, que chefiou a equipe de pesquisas, destacou no comunicado que o método “poderia ser usado para estudar como embriões se desenvolvem ou como o câncer e as doenças autoimunes se desenvolvem em nível celular.

Espera-se que o método leve “a uma compreensão mais profunda destas doenças e, talvez, a novas estratégias terapêuticas”.

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Plataforma comunitária Fab Lab facilita acesso à impressão 3D no Recife

Foto: Michelle Souza/ JC Imagem.

Espaço vai incentivar a fabricação digital e terá ainda maquinário como cortadora laser e vinil

O Fab Lab Recife iniciou suas atividades oficialmente neste mês de novembro. A plataforma internacional de prototipagem quer provocar uma mudança de pensamento no público instigado pelo “movimento maker”, onde diversas pessoas com diferentes interesses colocam a mão na massa para criar e repensar coisas.

O espaço conta com uma impressora 3D, uma máquina de corte laser industrial, além de instrutores e material de apoio. Este primeiro momento, ainda chamado de “Fab Lab Protótipo”, será aberto ao público a partir da próxima quarta (12), na Rua Ada Vieira, Bairro de Santana, Zona Norte do Recife. Em abril do próximo ano, a iniciativa inaugura uma nova estrutura de 400 m² no Parque Santana, no mesmo bairro, com a chegada de novos equipamentos, como a fresadora CNC, uma cortadora vinil, lojinha de insumos e uma área de exposições de trabalhos. “Estamos estudando como o público irá se comportar e qual a real demanda da cidade. Queremos neste primeiro momento desmistificar a plataforma”, explicou Edgar Andrade, diretor-executivo do Fab Lab.

Projeto do espaço definitivo, que vai funcionar no Parque Santana. (Divulgação).

“Em um primeiro momento acreditávamos que teríamos uma procura muito grande pela área de design e moda, mas desde que anunciamos a abertura temos visto o interesse de médicos no desenvolvimento de próteses”, diz Edgar.

A proposta do Fab Lab é ser uma espécie de laboratório de invenções comunitário. Estudantes, profissionais de diversas áreas, inventores e curiosos podem usar as máquinas para criar, desenvolver produtos, experimentar e, claro, errar. “Quando dizemos que temos uma proposta comunitária, queremos dizer ‘comunidade’ de verdade. A ideia é que pessoas cheguem aqui com problemas para serem resolvidos em seu bairro, escola..”, explicou Gabriella Martins, Gerente de Inovação do Fab Lab Recife.

Surgida no MIT, nos EUA, em 2001, o Fab Lab se espalhou pelo mundo dentro de uma nova mentalidade de hackear as coisas ao redor, ou seja, pensar novas maneiras de remontar e criar coisas. No Brasil, a unidade do Recife é a sexta a entrar em operação, mas outras cinco ainda serão inauguradas. O investimento aqui foi de R$ 1,5 milhão em uma parceria com a Prefeitura do Recife e a Fundação Gilberto Freyre. Em contrapartida, o laboratório vai desenvolver 38 workshops, 88 palestras para popularizar as tecnologias de criação, além de fazer oito protótipos de intervenções urbanas interativas dentro do espaço de um ano.

A diretora Gabriela programa a impressora 3D. (Michelle Souza/JC Imagem).

Como vai funcionar?

Como acontece em outros Fab Labs pelo mundo, o espaço será aberto ao público, que poderá usar o maquinário pagando uma quantia específica. Além disso, a unidade recifense vai experimentar o chamado “Clube do Fab Lab”, onde usuários pagarão mensalidades entre R$ 60 e R$ 300 para usar os equipamentos e contar com suporte.

Cerca de 40% do tempo o Fab Lab terá o “Open Day”, presente em todas as unidades da plataforma pelo mundo. Nele as pessoas podem usar os equipamentos de graça, pagando apenas os insumos, desde que disponibilizem para a comunidade os processos e tudo o que for produzido em “open source”.

“Tudo será negociável. Não somos uma gráfica ou indústria rápida. A ideia aqui será o desenvolvimento de ideias, com muito espaço para o erro”, explica Edgar. “As máquinas são legais e sair com algo palpável é incrível. Mas o que vai produzir inovação são as conexões entre as pessoas”, explicou. “Para simplificar, é como um coworking com máquinas”, disse Vick Fernandes, Gerente de Criatividade do Fab Lab Recife.

O Fab Lab Protótipo vai funcionar em soft open de quarta a sexta no Mói, na Rua Ada Vieira, 87, Santana, Zona Norte do Recife. Em abril se muda para o Parque Santana, no mesmo bairro, em horário estendido ainda a ser divulgado.

 

MundoBit

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Australianos planejam uso de laser para limpar lixo espacial

Cientistas temem que que lixo espacial atinja satélites, criando reação em cadeia que pode afetar redes de telecomunicação. (Foto: Thinkstock)

Cientistas temem que que lixo espacial atinja satélites, criando reação em cadeia que pode afetar redes de telecomunicação. (Foto: Thinkstock)

Neste exato momento, centenas de milhares de detritos estão orbitanto em alta velocidade ao redor da Terra, correndo o risco de colidir com satélites e causar incidentes que podem afetar de maneira crítica redes de telecomunicação que usamos em nosso cotidiano.

Agora, uma empresa australiana está tentanto desenvolver uma técnica que utiliza raios laser para monitorar este lixo espacial potencialmente perigoso que orbita a 38 mil quilômetros acima de nossas cabeças.

Mas, além disso, eles pretendem utilizar raios laser para tentar desviar e destruir esses detritos, em uma estratégia digna de filmes de ficção científica.

A tecnologia para se conseguir chegar a esse ponto, no entanto, ainda está em seus primeiros passos e deve levar algumas décadas até que possa ser colocada em prática.

Lixo espacial
Segundo o diretor-executivo da Electro Optic Systems (EOS), Ben Greene, uma das grandes preocupações das agências espaciais é que um destes detritos de lixo espacial, como um simples parafuso, possa atingir um satélite, lançando destroços que atingiriam outros satélites, em uma reação em cadeia.

Cada um desses satélites custa entre US$ 2,5 milhões e US$ 2,5 bilhões e pode levar até um ano para ser lançado, o que faz com que os prejuízos causados por danos nestes aparelhos sejam enormes.

Além disso, de acordo com Greene, existem cerca de 20 mil objetos em órbita com tamanho maior que bolas de futebol, além de centenas de milhares que têm aproximadamente o tamanho de uma noz.

É apenas questão de tempo – 20 anos de acordo com estimativas – até que esses objetos se acumulem e formem grandes pilhas de lixo espacial ao redor da Terra, o que torna medidas contra esses destroços urgentes.

“Uma vez que isto comece a acontecer, é quase impossível parar. É 100% certo de que isso vai acontecer, a única coisa que não temos certeza é quando isso vai ocorrer”, diz Greene.

“Estamos falando de cerca de US$ 870 bilhões (em prejuízos) que podem ser perdidos em poucas semanas”, diz.

Plano agressivo

Existem cerca de 20 mil objetos em órbita com tamanho maior que bolas de futebol, além de centenas de milhares do tamanho de uma noz (Foto: NASA)
Existem cerca de 20 mil objetos em órbita com tamanho maior que bolas de futebol, além de centenas de milhares do tamanho de uma noz (Foto: NASA)

A EOS pretende começar a utilizar raios laser lançados a partir da Terra para monitorar esses objetos, mas esta estratégia tem o objetivo de apenas “ganhar tempo”, disse Greene.

O estágio mais “Guerra nas Estrelas” do programa deve começar em seguida, assim que os especialistas consiguerem desenvolver raios laser capazes de desviar estes objetos para a atmosfera, onde eles se desintegrariam de maneira segura.

Mas, antes disso, os pesquisadores têm o desafio de conseguir colocar em prática os experimentos desenvolvidos em seus laboratórios.

“Mesmo uma pequena quantidade de luz exerce pressão sobre a superfície sobre a qual incide”, diz Greene. “Objetos de entre 5 e 10 centímetros são propícios de serem movimentados utilizando luz, e eles representam 90% da ameaça aos satélites”.

A EOS fechou um contrato com a companhia aeoroespacial americana Lockheed Martin para a construção de uma estação de monitoramento de detritos no oeste da Austrália, mas devem se passar alguns anos até que a empresa consiga mover objetos em larga escala por meio de raios laser.

De acordo com Greene, a companhia deve começar a ser capaz de mover objetos com laser em 10 ou 20 anos, mas outro grande desafio será a industrialização desta tecnologia, com a construção de estações capazes de utilizar a técnica em várias partes do mundo.

Greene classifica seus planos como “os mais agressivos do mundo” para lidar com o problema do lixo espacial.

“Quando estivermos operando de maneira total, poderemos salvar de quatro a cinco satélites por ano”, diz.

 

 

Da BBC

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Estudo alerta que ‘Google Glass’ pode obstruir a visão periférica

Breno Masi, desenvolvedor que comprou e trouxe um Glass para o Brasil mostra o dispositivo (Foto: Gustavo Petró/G1)

Breno Masi, desenvolvedor que comprou e trouxe um Glass para o Brasil mostra o dispositivo (Foto: Gustavo Petró/G1)

As pessoas que usam o “Google Glass’ – dispositivo que oferece acesso à internet em uma tela minúscula, acoplada a uma armação de óculos – podem experimentar pontos cegos importantes do lado direito, o que pode interferir em tarefas como dirigir, atravessar uma rua e praticar esportes, alertou um novo estudo.

Apenas três pessoas foram incluídas na análise da tecnologia, segundo a pesquisa, publicada nesta terça-feira (4) no Jornal da Associação Médica Americana.

As descobertas demonstraram uma obstrução “significativa” da visão periférica no lado direito, onde o dispositivo é instalado, acrescentaram os autores do artigo.

Os cientistas afirmaram que são necessários mais estudos com um grupo maior de usuários para verificar os resultados.

“No nosso entendimento, esta é a primeira avaliação do efeito de dispositivos eletrônicos usáveis com uma tela no campo de visão”, escreveram os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco.

“O dispositivo criou uma obstrução clinicamente significativa no campo visual no quadrante superior direito”, acrescentaram.

O bloqueio ocorreu devido à barra espessa de material no lado direito do dispositivo, e não às distrações produzidas pelo software, afirmaram os cientistas.

Os três homens que participaram do estudo tinham visão 20/20, considerada normal.

O Google Glass está à venda nos Estados Unidos desde maio ao preço de US$ 1.500. Seu lançamento coincide com uma nova moda de dispositivos usáveis, a nova grande aposta do mercado da eletrônica, embora na maioria dos casos as apostas tenham se voltado para pulseiras e relógios.

 

Da AFP

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Apple pode lançar iPad gigante de 12,2 polegadas

Apple estaria preparando uma resposta para o Surface. (Foto: AFP).

A Apple estaria preparando uma nova versão do iPad, desta vez com 12,2 polegadas. Este é o mais novo rumor ventilado pela imprensa asiática.

Quem deu a informação foi o site Macotakara, citando pessoas “próximas ao assunto”. O possível iPad Pro teria uma tela LCD de 12,2 polegadas, com lançamento previsto para terceiro trimestre de 2015.

Este novo modelo de iPAd deve contar com um microfone e alto-falantes adicionais na parte superior. Ele também seria mais grosso que o iPad Air 2, anunciado recentemente (6,1 mm de espessura).

Este novo iPad seria uma resposta da Apple para tablets extravagantes como o Microsoft Surface Pro 3. A Apple, claro, não comenta esses rumores. Mas vale lembrar que a maior parte das previsões sobre os novos iPads se confirmaram no mês passado. Vamos aguardar. [Via Macotakara, Bloomberg]

 

MundoBit

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Operadoras terão que garantir 80% da velocidade de internet, diz Anatel

Foto: Divulgação.

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As operadoras de internet no Brasil terão de garantir, em média, 80% da velocidade contratada mensalmente pelo usuário. A meta faz parte de um cronograma estabelecido há dois anos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para aumentar gradualmente os limites mínimos de velocidade de banda larga fixa e móvel oferecidos aos clientes.

Pelas metas dos regulamentos da Anatel, a velocidade instantânea (velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet pelo usuário) deve ser de, no mínimo, 40% do contratado.

O cronograma começou a vigorar em 2012, quando a velocidade média entregue deveria ser de 60%. No ano seguinte, passou para 70%. A velocidade instantânea mínima começou com 20%, alcançando 30% e agora será de 40%. Antes da determinação da Anatel, a velocidade entregue aos usuários ficava em torno de 10% da contratada pelos consumidores.

Anatel aumenta o cerco. (Foto: AFP).

Para verificar se as empresas estão cumprindo a determinação, no caso da banda larga fixa, a Anatel escolhe, por sorteio, voluntários para participar da medição. Com os dados registrados pelos medidores instalados nas casas dos usuários, a agência acompanha indicadores como velocidades instantânea e média, período de transmissão de dados, instabilidades, disponibilidade do serviço e falhas na qualidade da conexão.

No caso da banda larga móvel, os medidores que monitoram a qualidade do serviço estão instalados em escolas atendidas pelo Projeto Banda Larga nas Escolas Públicas Urbanas. [Da Agência Brasil]

MundoBit

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