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Nicolás Maduro tem conta no Facebook bloqueada após divulgar fake news sobre a Covid

Por Kaique Lima,Editado por Fabiana Rolfini

Olhar Digital

presidente venezuelano, Nicolás Maduro, teve sua conta oficial no Facebook bloqueada temporariamente na noite do último sábado (27) por violar regras da plataforma. O motivo da suspensão seria a divulgação de um remédio sem eficácia científica comprovada que teria o poder de curar a Covid. 

Um vídeo em que o político elogiava os efeitos de um medicamento homeopático chamado Carvativir, que é extraído de folhas de tomilho, também foi removido após médicos da Venezuela alegarem que as “gotas milagrosas” propaladas por Maduro eram potencialmente perigosas

A remoção das postagens é parte de um esforço do Facebook para combater a disseminação de informações falsas sobre a Covid, seus tratamentos e a segurança das vacinas. Além das remoções, a rede social também tem aplicado rótulos em publicações com informações incorretas ou desatualizadas. 

Em contato com o portal americano The Verge, um porta-voz do Facebook disso que a companhia segue orientações da Organização Mundial da Saúde. “Devido a repetidas violações de nossas regras, também estamos congelando a página por 30 dias, durante os quais ela será somente leitura”. 

Maduro é reincidente

Desde o início da pandemia, Nicolás Maduro faz parte do time de líderes mundiais negacionistas do coronavírus e já fez uma série de declarações falsas sobre a doença e seus tratamentos. Em março de 2020, um dos tweets do presidente venezuelano foi removido da plataforma. 

À época, Maduro defendeu o uso de uma mistura de plantas com propriedades medicinais que seriam uma espécie de antídoto contra o Sars-Cov-2. No entanto, a afirmação não tinha nenhuma base científica e foi excluída pelo Twitter por ferir as diretrizes da comunidade. 

A decisão, inclusive, foi contra uma outra política adotada pelo microblog, que não costuma censurar chefes de Estado, exceto quando as violações de suas regras são consideradas muito explícitas ou graves. 

Com informações do The Verge 

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Astrônomos descobrem mais quatro novos exoplanetas “Júpiteres quentes”

Kaique Lima

Olhar Digital

Uma equipe de astrônomos de vários países detectou quatro novos exoplanetas conhecidos como “Júpiteres quentes”. Estes mundos alienígenas são cerca de 10% maiores que nosso vizinho gigante, mas menos massivos que ele.

Os Júpiteres quentes receberam este nome por possuírem características muito parecidas com a do maior planeta do nosso sistema solar. Eles possuem períodos orbitais de em torno de 10 dias e têm altíssimas temperaturas por serem muito próximos de suas estrelas.

Para conseguirem detectar os exoplanetas, os pesquisadores liderados por Rosanna Tilbrook, da Universidade de Leicester, no Reino Unido, usaram 12 telescópios newtonianos de 20cm cada um. Os equipamentos foram montados de forma independente no Observatório Paranal, no Chile.

Leia também: 

Os exoplanetas receberam a denominação de Next Generation Transit Survey, em tradução livre (NGTS), com os números 15b, 16b, 17b e 18b para diferenciá-los. A descoberta foi detalhada em artigo publicado em 18 de março no arXiv.org.

Maiores e mais leves

Os quatro exoplanetas são, em média, pelo menos 10% maiores que Júpiter, porém, todos eles são menos massivos. Cada um dos mundos tem em torno de 70% da massa total do nosso vizinho e temperaturas muito mais quentes que a experimentada aqui perto.

O menor planeta do quarteto é o NGTS-15b, que tem um raio de 1,1 raios jupterianos, mas com apenas 75% de sua massa e um período orbital de 3,27 dias. O maior dos mundos é NGTS-16b, que possui raio de cerca de 1,3 raios de Júpiter, 67% de sua massa e período orbital de 4,8 dias.

Já NGTS-17b é o mais massivo dos exoplanetas recém-descobertos, com uma massa que corresponde a 76,4% de Júpiter, ele é 24% maior e tem período orbital de 3,24 dias. Por fim, vem NGTS-18b, que é 21% maior que nosso vizinho, mas possui apenas 41% de sua massa e período orbital de 3,05 dias.

Com informações do Phys.org

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Pneu sem furo: empresa usa tecnologia da NASA para fabricar pneus que não precisam de ar

Redação

Olhar Digita

Usando tecnologia da Nasa, uma startup chamada Smart Tire Company está desenvolvendo pneus que não têm ar…. e logo, à prova de furos! Batizado de Metl, o produto terá material usado nas sondas da agência espacial e será, além de mais resistente, sustentável.

Segundo o CEO da startup, Earl Cole, os pneus são feitos com um material chamado NiTinol+, que retêm memória da forma original e não precisam de ar. Além disso, a resistência prolongada do produto permite utilizá-los de forma contínua e contribui também para a redução do desperdício de borracha.

O projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Nasa e com a empresa de micromobilidade Spin, que faz parte da montadora Ford. A empresa quer começar a vender os pneus Metl a partir de 2022. Ainda não há informações sobre o valor do produto.

Ah, a expectativa é que no futuro, os pneus sem ar e que não furam estejam presentes também em automóveis e em motocicletas.

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Astrônomos capturam a primeira imagem nítida de campo magnético em buraco negro

Buraco negro M87 começa a revelar seus segredos.

Por France Presse

Buraco negro supermassivo no centro da galáxia M87 — Foto: Reprodução / European Southern Observatory

Buraco negro supermassivo no centro da galáxia M87 — Foto: Reprodução / European Southern Observatory

Os astrônomos que revelaram o primeiro buraco negro aos olhos do mundo conseguiram capturar a imagem do campo magnético perto de sua borda, um grande passo para melhor compreender esses misteriosos monstros cósmicos – de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira (24).

Em 10 de abril de 2019, o gigantesco buraco negro alojado no coração da galáxia Messier 87 (M87), localizada a 55 milhões de anos-luz de distância, apareceu para nós, sob o aspecto de um círculo escuro cercado por um anel flamejante.

Obtida graças à colaboração internacional Event Horizon Telescope (EHT), a imagem histórica foi a evidência mais direta já obtida da existência de buracos negros, objetos tão massivos e compactos que nada lhes escapa, nem mesmo a luz.

Dois anos depois, após análise dos dados recolhidos em 2017, os cientistas do EHT sabem mais sobre a mecânica do objeto supermassivo, que tem vários bilhões de vezes a massa do Sol. Seu trabalho foi publicado no The Astrophysical Journal Letters.

E uma nova imagem do objeto foi divulgada em luz polarizada – como por meio de um filtro que ajuda a isolar uma parte do anel luminoso.

“A polarização da luz contém informações que nos permitem compreender melhor a física por trás da imagem vista em abril de 2019, o que não era possível antes. Este é um grande passo”, ressaltou Ivan Marti-Vidal, coordenador de um dos grupos de trabalho do EHT e pesquisador da Universidade de Valência (Espanha).

“Observamos de verdade o que os modelos teóricos previam, o que é incrivelmente satisfatório!”, comemorou Frédéric Gueth, vice-diretor do Instituto de Radioastronomia Milimetrada (Iram), cujo telescópio faz parte da rede EHT.

A polarização revelou a estrutura do campo magnético localizado na borda do buraco negro e tornou possível produzir uma imagem precisa de sua forma, semelhante a um turbilhão de filamentos.

Este campo magnético extremamente poderoso – muito mais do que o da Terra – opõe uma resistência à força da gravidade do buraco negro: “ocorre uma espécie de equilíbrio entre as duas forças, como um combate, ainda que, no final, o vencedor seja a gravidade”, explica o astrônomo.

“O campo magnético na borda do buraco negro é forte o suficiente para repelir gás quente e ajudá-lo a resistir à força da gravidade”, explica Jason Dexter, da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos.

Nenhuma matéria sai de um buraco negro uma vez engolida (“agregada”). Mas o ogro cósmico, por mais poderoso que seja, não engole “100% de tudo em seu ambiente: uma parte escapa”, desenvolve o pesquisador do CNRS.

Essa parte da matéria que não é capturada – cerca de 10% – é ejetada, e o campo magnético desempenha um papel fundamental neste mecanismo. “A matéria seguirá uma trajetória ao longo das linhas do campo”, continua Frédéric Gueth.

A força magnética permitiria, portanto, não apenas extrair matéria, mas também ejetar poderosos jatos de luz a velocidades imensas, estendendo-se por pelo menos 5.000 anos-luz além da própria galáxia.

Estes jatos energéticos vindos do núcleo da M87 “são um dos fenômenos mais misteriosos desta galáxia”, segundo o ESO (Observatório Europeu Austral).

Acredita-se que a interação das forças descobertas pelo EHT atue em todos os buracos negros, desde os menores até os supermassivos que espreitam no centro da maioria das galáxias, incluindo a Via Láctea.

Nenhuma informação escapa dos buracos negros, nunca seremos capazes de observá-los diretamente. “O que acontece lá dentro continuará um mistério. O desafio é, portanto, entender o máximo possível o que acontece ao redor, porque está necessariamente interligado”, finaliza o pesquisador.

A sessão anual de observação simultânea da rede EHT, cancelada na última primavera (boreal) devido à pandemia de covid-19, deve ser retomada no final de abril. A adição de novos telescópios, incluindo o observatório NOEMA do Iram, nos Hautes-Alpes, permitirá melhorar ainda mais a precisão das imagens obtidas.

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É melhor deixar o laptop ligado na tomada ou usá-lo na bateria?

Com muita gente trabalhando de casa e usando o dia todo laptops que antes ficavam ligados por algumas horas, crescem as dúvidas sobre como aumentar sua vida útil

Por BBC

Uma dúvida comum sobre laptops é como estender a vida da bateria. Ou, pelo menos, como evitar um desgaste maior do que o normal.

Embora todas as baterias se deteriorem com o tempo, muitos usuários questionam se o uso que damos a elas pode influenciar — mesmo que ligeiramente — sua capacidade de reter energia.

Ou seja: devemos mantê-las 100% carregadas o tempo todo ou devemos deixar a bateria acabar antes de carregar novamente?

A BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, ouviu especialistas e funcionários de empresas de tecnologia sobre a melhor maneira de usar as baterias, que são em sua maioria feitas de lítio (seja de íon de lítio ou polímero de lítio).

Com a palavra, os fabricantes

“A tecnologia da bateria fica melhor a cada geração. Há 10 anos, a eficiência das baterias de laptop se degradava após algumas centenas de ciclos de carga”, explica Ashley Rolfe, diretor de tecnologia da Lenovo na Irlanda e no Reino Unido.

Agora, as baterias de laptop têm uma vida útil de três a cinco anos, nos quais podem completar entre 500 e 1.000 ciclos de carga.

Deixar um laptop conectado à tomada com a bateria em 100% o tempo todo reduzirá ligeiramente sua vida útil, explica Rolfe.

Seu colega Phil Jakes, diretor de tecnologia estratégica da Lenovo, concorda. “Descobrimos que as baterias se degradam mais rapidamente se forem mantidas totalmente carregadas, especialmente em temperaturas mais altas”, explica Jakes.

Isso porque “100% da carga é o estado mais ‘pesado’ em que a bateria pode estar, porque é quando a voltagem é mais alta”, explica Kent Griffith, pesquisador de tecnologia de energia da Northwestern University

Por outro lado, manter a bateria em 100% “é absolutamente seguro e perfeitamente normal”, diz Rolfe. Segundo ele, laptops hoje em dia “usam sensores de controle para garantir que a bateria não sobrecarregue ou superaqueça”.

Já a fabricante HP não recomenda deixar os laptops conectados à energia o tempo todo.

“A maioria das baterias de hoje tem a tecnologia para evitar a sobrecarga quando atingem 100%”, explica a empresa, em um comunicado. Mas essa tecnologia não impede que o alto estado de carga “crie um estresse adicional na bateria que pode acelerar sua degradação com o tempo.”

Portanto, “se você mantiver a bateria sem estar 100% carregada, ela definitivamente pode durar mais”, diz Griffith.

A recomendação desses especialistas é limitar o tempo que o laptop permanece totalmente carregado ou, em vez de carregá-lo até 100%, carregá-lo apenas até 80% cada vez que você conectá-lo à tomada.

“Tecnicamente, as baterias ficam mais ‘felizes’ com 50% da carga, então os técnicos dizem que é melhor mantê-las entre 20 e 80%”, diz Rolfe.

Embora limitar a carga a 80% “forneça o benefício máximo, ainda há um benefício significativo em reduzir o ponto de carga máximo para 90 ou 95%”, diz Jakes.

A Microsoft também alerta em seu site que no caso de seus laptops Surface (não para outras marcas) “baterias mantidas em alta carga perderão capacidade mais rapidamente.”

“Você pode ajudar a prevenir essa deterioração acelerada não deixando seu laptop conectado à energia por longos períodos. Se você precisar manter o laptop conectado continuamente, recomendamos o uso do modo de limite de carga da bateria”, diz a Microsoft.

Várias marcas, como Microsoft, Lenovo e HP, oferecem a opção de limitar a quantidade máxima de carga do laptop em suas configurações.

Por exemplo, a HP permite que você limite a 80% no modo “maximize a saúde da bateria”.

Em geral, “se você quiser que a bateria dure mais, você pode fazer com que cada ciclo forneça um pouco menos de energia (80% em vez de 100%), então a bateria pode completar mais ciclos de carga”, diz Griffith.

Embora essas recomendações ajudem a aumentar a vida útil, dizem os especialistas, não é uma diferença tão grande a ponto de você precisar ficar preocupado caso esqueça de desconectar o laptop quando ele atingir 100%.

“Todos os laptops têm circuitos de controle para proteger as baterias e evitar sobrecarga”, diz Rolfe, da Lenovo.

Esclarece também que “as baterias duram tanto atualmente que a maioria dos usuários provavelmente não precisa se preocupar com isso.”

Hoje, “as baterias são tão boas que geralmente duram mais do que a vida útil do laptop”, diz ele.

A recomendação final de Rolfe é pensar em como você usará o laptop. Ou seja, avalie se você vai ter acesso constante a uma tomada ou se não vai conseguir se conectar à energia por muito tempo. Neste último caso, seria melhor carregá-lo com a carga completa.

“Se você fica na sua mesa a maior parte do tempo, coloque um limite de carga”, diz ele. “Mas se você estiver viajando a maior parte do tempo, deixe em 100% e não se preocupe com isso!”

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Facebook desarticula operação de hackers chineses que tentavam atacar jornalistas e ativistas uigures

TOPO

Por Altieres Rohr

BLOG DO ALTIERES ROHR / G1

É fundador de um site especializado na defesa contra ataques cibernéticos

Rede social identificou links maliciosos, sites falsos e aplicativos de espionagem para Android e iOS.

Facebook revelou nesta quarta-feira (24) que tomou medidas para coibir as ações de hackers chineses que tentaram atacar jornalistas, dissidentes e ativistas de origem uigur na rede social.

Os serviços do Facebook eram usados para criar perfis falsos em nome de jornalistas e dissidentes com interesses semelhantes aos das vítimas. Os perfis serviam para ganhar a confiança dos alvos e enviar os links maliciosos que contaminavam o celular com programas de espionagem.

Menos de 500 pessoas foram vítimas da operação, e os sites maliciosos eram programados para só contaminar dispositivos que atendiam a certos critérios. A sofisticação das técnicas e o direcionamento dos ataques são indícios de que a operação tinha recursos e objetivos de longo prazo – o que normalmente indica patrocínio de algum governo.

O Facebook não atribuiu o ataque diretamente ao governo chinês, mas disse ter identificado semelhanças técnicas com um grupo de hackers que os especialistas chamam de “Earth Empusa” ou “Evil Eye”.

O “Evil Eye” é conhecido por atacar uigures da região de Xinjiang, principalmente os que têm atritos com o Partido Comunista Chinês por defenderem a independência da região.

De acordo com a Anistia Internacional, os uigures sofrem com uma “discriminação generalizada” na China, com restrições ao acesso à educação, habitação e liberdade religiosa.

Na operação desmantelada pelo Facebook, os alvos eram em maioria uigures da região de Xinjiang que estavam morando em países como Turquia, Cazaquistão, Estados Unidos, Síria, Austrália e Canadá – ou seja, fora da China.

Nesta segunda-feira (22), a União Europeia impôs sanções à China, acusando o país de violar direitos humanos na região de Xinjiang.

A China sempre negou envolvimento em qualquer ação de espionagem digital. O país também nega que haja abusos de direitos humanos em Xinjiang, alegando que os campos de “reeducação” são locais de treinamento vocacional e são necessários para a luta contra o extremismo.

Sites e lojas falsas

O Facebook compartilhou alguns detalhes técnicos da operação para ajudar outros especialistas a identificar ataques e detectar a presença do programa de espionagem. A rede social também deu destaque a alguns dos métodos empregados pelos espiões.

Para contaminar os smartphones das vítimas com programas de espionagem, foram criados sites falsos que se passavam por lojas de aplicativos com programas ligados à cultura uigur, como dicionários e orações.

Sites de notícias de interesse das vítimas foram atacados e modificados com códigos que tentavam invadir os dispositivos dos visitantes – uma técnica de ataque conhecida como “watering hole” que já foi empregada em outras operações contra uigures.

Enquanto as lojas de apps eram usadas para instalar aplicativos que espionavam os usuários de Android com os programas “ActionSpy” e “PluginPhantom”, os ataques em sites também atingiam celulares iPhone com o programa de espionagem “Insomnia”.

Ainda de acordo com o Facebook, os programas utilizados pelos hackers traziam evidências do envolvimento de duas empresas de tecnologia da China. A rede social acredita que isso pode indicar que o desenvolvimento desses programas de ataque foi terceirizado.

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Inteligência artificial da IBM já consegue debater sobre 100 temas com humanos

Kaique Lima

Olhar Digital

IBM trabalha no desenvolvimento de uma inteligência artificial que consegue debater sobre uma grande variedade de temas com humanos. Atualmente, a IA já é capaz de discutir sobre 100 temas diferentes com variados níveis de profundidade. 

Hoje, o programa ainda não é capaz de vencer um debate, mas os programadores acreditam que, em algum tempo, ela poderá fazer isso. O sistema faz parte do Project Debater e seu objetivo é que, no futuro, ele seja capaz de argumentar e defender seu ponto de vista sobre qualquer tema. 

De acordo com o novo estudo publicado na revista científica Nature, o robô debatedor ainda não está no mesmo nível de argumentação de um ser humano e não consegue superar a nossa lógica. Um vídeo publicado em 2019 mostra até o onde a forma artificial de raciocínio pode chegar. 

Desempenho contra um profissional 

Este vídeo mostra o desempenho da inteligência artificial contra Harish Natarajan, um debatedor profissional. No experimento, o robô foi capaz de formar um argumento próprio sobre se as escolas infantis devem ser pagas pelo Estado e exemplificar o porquê de sua opinião. 

Para isso, foi usado um processo chamado de mineração de argumento, em que a IA analisa várias informações diferentes e as classifica em diferentes seções por ordem de relevância. 

O Project Debater foi equipado com um arquivo de 400 milhões de reportagens. A partis delas, conseguiu organizar seu discurso em declarações iniciais, refutações, e considerações finais sobre 100 diferentes temas que possam gerar debates. 

Embora tenha seja capaz de debater sobre esta diferente gama de temas, avaliadores ponderam que a inteligência artificial ainda é facilmente vencida por um debatedor profissional, mas, classificam seu desempenho como decente, colocando-a em um nível médio de debate. 

Muito ainda precisa ser feito para que as máquinas cheguem no nível, por exemplo, de argumentar como o Visão e o Visão Branco da série “WandaVision” sobre a Barca de Teseu. 

Mas se pensarmos que há menos de 10 anos ter qualquer capacidade de debate era impensável para uma IA, podemos considerar que este caminho possa ser percorrido em pouco tempo. 

Com informações do Science Alert

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Evento gratuito prepara startups brasileiras para internacionalização

Fabiana Rolfini

Olhar Digital

Startups brasileiras que planejam expandir os negócios para o mercado internacional terão a oportunidade de obter dicas valiosas de especialistas e empreendedores no evento gratuito Startups sem Fronteiras.

O seminário realizado pela uGlobally acontece de 5 a 9 de abril. Serão três masterclasses gratuitas sobre temas como a hora certa para iniciar o processo de internacionalização, ferramentas e estratégias não convencionais para tal e captação de investimentos estrangeiros.

Alguns dos nomes já confirmados são: Raquel Boechat, sócia fundadora da Think Global, Rodrigo Mendes, diretor de Internacionalização na Anprotec, e Francisco Lang, venture builder na Propelloo. Com os cases de sucesso desses profissionais, será possível conhecer os caminhos mais acertados para um plano de expansão de sucesso.

“O Brasil tem inovações fantásticas e muitos empresários já deveriam iniciar seus projetos pensando em oportunidades de mercados externos. O mundo está cheio de oportunidades e os empresários brasileiros têm que estar preparados para cruzar fronteiras e conquistar outros mercados”, afirma Rodrigo Olmedo, CEO da uGlobally.

As inscrições podem ser feitas pelo site do evento. Mas corra, que as vagas são limitadas! 

Programa de mentoria da SAP

Outra oportunidade para startups é o programa de mentoria de Inovação Aberta da SAP Labs Latin America, o SAP Innovation Unleashed, que abriu as inscrições de sua nova temporada (até o dia 30 de abril). 

As startups inscritas terão a oportunidade de interagir com o time de transformação digital do Labs, que disponibilizará conteúdos sobre inovação, sem custo, e apoiará no desenvolvimento por meio de tecnologias SAP. 

Também poderão integrar-se ao ecossistema SAP pelo programa PartnerEdge e expor suas soluções desenvolvidas na SAP Store. A plataforma facilita a adoção pelos mais de 440 mil clientes da companhia ao redor do mundo.  

Vale destacar que não há restrição sobre a área de atuação das startups, desde que tenham a tecnologia como habilitador para sua operação e para solução de problemas.

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Elon Musk promete pousar nave Starship em Marte antes de 2030

Kaique Lima

Olhar Digital

O CEO da SpaceX, Elon Musk, usou seu Twitter nesta terça-feira (23) para fazer uma promessa ambiciosa e ousada. O bilionário disse acreditar que conseguirá pousar sua nave estelar Starship em Marte “bem antes de 2030”. 

O tweet foi uma resposta a um tópico no microblog sobre líderes europeus estarem, supostamente, receosos com o fato de a SpaceX estar conseguindo reduzir os custos de lançamento de satélites. Caso a tendência continue, o lançamento de foguetes europeus pode se tornar inviável. 

Musk acredita que essa inviabilidade se dará porque os foguetes da Agência Espacial Europeia, como o Ariane 6 e o Vega-C, ambos com estreia prevista para 2022, não são totalmente reutilizáveis, o que torna os custos muito mais altos. 

“Eles -europeus- estão mirando muito baixo”, declarou Musk em resposta a um tweet de Eric Berger, da Ars Technica. “Apenas foguetes totalmente e rapidamente reutilizáveis serão competitivos. Todo o resto parecerá um bimotor na era dos jatos”, completou. 

Missões Starship

Em fevereiro, a SpaceX conseguiu um aporte de US$ 850 milhões, cerca de R$ 4,7 bilhões. Impressiona o fato de o investimento ter sido feito após um dos protótipos do foguete Starship ter explodido durante uma tentativa de pouso após testes em alta altitude. 

A empresa vem conseguindo avançar nos esforços de estabelecer a Starship como uma nave de carga plenamente confiável, mesmo que ainda não tenha conseguido pousar nenhum protótipo com sucesso em escala real, as explosões têm acontecido cada vez mais tarde

Atualmente, os planos da SpaceX são de fazer uma viagem tripulada ao redor da Lua, com o bilionário japonês Yusaku Maezawa a bordo, em 2023. Já a primeira viagem à Marte está prevista para 2027, mas essa deve ser feita sem passageiros. 

Com informações do Futurism 

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Golpes on-line com tema da vacinação aumentaram 530% em três meses, diz empresa

TOPO

Por Altieres Rohr

BLOG DO ALTIERES ROHR / G1

É fundador de um site especializado na defesa contra ataques cibernéticos

Relatório aponta que fraudes de phishing relacionadas à pandemia tiveram ‘fases temáticas’ desde março de 2020.

A empresa de segurança Palo Alto Networks publicou um relatório nesta quarta-feira (24) revelando que golpes on-line do tipo “phishing” relacionados à vacinação contra a Covid-19 tiveram um aumento, de 530% de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021.

O “phishing” ocorre quando criminosos tentam roubar informações utilizando e-mails e sites falsos. As mensagens usam alguma isca como tema para que a vítima visite o site malicioso e forneça as informações de interesse dos hackers.

Para ser eficaz, a mensagem falsa precisa chamar o interesse da vítima de alguma forma, o que leva os criminosos a buscarem assuntos que estão no noticiário ou que sejam de interesse da população – mesmo que falsos.

Os dados da Palo Alto Networks são globais. Um dos ataques identificados pela empresa, por exemplo, foi direcionado à Junshi Biosciences, uma empresa chinesa que desenvolveu um coquetel para covid em parceria com a farmacêutica norte-americana Eli Lilly.

Independentemente do tema, pouco mais de 20% das fraudes cujo alvo pôde ser identificado tentavam roubar credenciais do Microsoft 365 (também chamado de Office 365), que é utilizado por empresas para gerenciar a comunicação e o trabalho remoto.

Além do Microsoft 365, contas de outros serviços de e-mail, Yahoo, Outlook e PayPal também foram alvos comuns.

A Palo Alto Networks diz ter identificado e monitorado 69.950 links maliciosos desde janeiro de 2020, dos quais 33.447 estão diretamente relacionados ao coronavírus.

Os demais links envolvem temas considerados afins, como reuniões virtuais, vacinas, hospitais e auxílios do governo.

Evolução dos temas de fraudes ligadas à Covid-19

O monitoramento da Palo Alto Networks apontou que as tentativas de phishing ligadas ao coronavírus passaram por certas “fases” desde o início da pandemia.

Alguns temas ganharam destaque nos golpes e permanecem em alta desde março passado. É o caso das mensagens falsas sobre reuniões virtuais, que passaram a ser muito mais comuns após a as regras de isolamento social impostas em todo o mundo.

Já outras fraudes acompanharam as discussões mais recorrentes à época. Veja a lista:

  • Março de 2020 – Equipamento de Proteção individual (EPI) e testes para diagnóstico do coronavírus
  • Abril de 2020 – Programas de estímulo e auxílio governamentais
  • Dezembro de 2020 – Vacinação

Nesse contexto, o tema da vacinação é a mais recente tendência em uma série de “fases” dos golpes.

Phishing para 'cadastro de vacinação' para roubar dados de brasileiros.  — Foto: Reprodução/Kaspersky

Phishing para ‘cadastro de vacinação’ para roubar dados de brasileiros. — Foto: Reprodução/Kaspersky

No Brasil, certas fraudes também acompanharam essas tendências, inclusive com aplicativos falsos na Play Store para Android e fraudes no Auxílio Emergencial.

Em janeiro, a fabricante de antivírus Kaspersky e o Ministério da Saúde também alertaram sobre fraudes ligadas à vacinação no Brasil.

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