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Homem recebe por engano R$1,3 milhão do Google

Por William Schendes, editado por André Lucena  

Olhar Digital

O engenheiro de segurança Sam Curry, da empresa de criptomoedas Yuga Labs, recebeu por engano a quantia de US$250 mil (cerca de R$1,3 milhão na cotação de hoje) do Google. O engenheiro relatou a situação em seu Twitter.

“Faz pouco mais de três semanas desde que o Google me enviou aleatoriamente US$ 249.999 e ainda não ouvi nada sobre o ticket de suporte. Existe alguma maneira de entrarmos em contato @Google ?”, escreveu Curry.

O engenheiro disse em entrevista à NPR que não gastou o dinheiro recebido e guardou para quando a empresa fosse pedir o valor de volta. Curry ainda disse que muitas vezes seu trabalho é buscar por bugs em grandes empresas – como o próprio Google – e ganhar recompensas por isso. O que não foi o caso ao receber o pagamento da empresa.

Em depoimento à NPR, um porta-voz do Google confirmou que o pagamento ao engenheiro foi um engano.

“Nossa equipe recentemente fez um pagamento à parte errada como resultado de um erro humano. Agradecemos que nos tenha sido comunicado rapidamente pelo parceiro afetado e estamos trabalhando para corrigi-lo .”, disse o porta-voz.

Com informações de Business Insider e NPR

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Marte: Estudo afirma que antigas geleiras se moveram menos do que as da Terra

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

Na Terra, as mudanças no clima fizeram com que as geleiras avançassem e retrocedessem ao longo da história geológica (conhecida como períodos glaciais e interglaciais).

O movimento dessas geleiras esculpiu características na superfície, incluindo vales em forma de U, vales suspensos e fiordes. Essas características estão ausentes em Marte, levando os cientistas a concluir que quaisquer geleiras em sua superfície no passado distante eram estacionárias.

No entanto, nova pesquisa de equipe de cientistas planetários americanos e franceses sugere que as geleiras marcianas se moveram mais lentamente do que as da Terra. A pesquisa foi conduzida por equipe de geólogos e cientistas planetários da SESE (School of Earth and Space Exploration) da Arizona State University, nos EUA e do (LPG) (Laboratorie du Planétologie et Géosciences) da Nantes Université, na França.

O estudo foi liderado por Anna Grau Galofre, bolsista de exploração de 2018 do SESE (atualmente no LPG). O estudo apareceu recentemente no Geophysical Research Letters.

Na Terra, as geleiras avançaram e recuaram regularmente por eras, deixando pedregulhos e detritos em seu rastro e esculpindo características na superfície. Para o estudo, Galofre e seus colegas modelaram como a gravidade marciana afetaria a interação entre a rapidez com que uma camada de gelo se move e como a água drena abaixo dela.

A drenagem de água mais rápida aumentaria o atrito entre a rocha e o gelo, deixando canais sob o gelo que provavelmente persistiriam ao longo do tempo. A ausência desses vales em forma de U significa que as camadas de gelo em Marte provavelmente se moveram e erodiram o solo sob elas a taxas extremamente lentas em comparação com o que ocorre na Terra.

No entanto, os cientistas encontraram outros vestígios geológicos que sugerem que houve atividade glacial em Marte no passado. Estes incluem cumes longos, estreitos e sinuosos compostos de areia e cascalho estratificados e outras características que podem ser o resultado de canais subglaciais.

Em comunicado, a pesquisadora líder disse: “O gelo é incrivelmente não linear. As interações relacionadas ao movimento glacial, drenagem glacial e erosão glacial resultariam em paisagens fundamentalmente diferentes relacionadas à presença de água sob antigas camadas de gelo na Terra e em Marte. Enquanto na Terra você obteria revestimentos, marcas de limpeza etc., em Marte você tenderia a obter canais e cumes de estratificados sob uma camada de gelo exatamente com as mesmas características.”

Experimento

Para determinar se Marte experimentou atividade glacial no passado, Galofre e seus colegas modelaram a dinâmica de duas camadas de gelo na Terra e em Marte que tinham a mesma espessura, temperatura e disponibilidade de água subglacial. Eles então adaptaram a estrutura física e a dinâmica do fluxo de gelo que descrevem a drenagem da água sob os lençóis da Terra às condições marcianas.

A partir disso, os cientistas aprenderam como a drenagem subglacial evoluiria em Marte, quais efeitos isso teria na velocidade com que as geleiras deslizariam pela paisagem e a erosão que isso causaria. Essas descobertas demonstram como o gelo glacial em Marte drenaria a água derretida com muito mais eficiência do que as geleiras da Terra.

Isso impediria em grande parte a lubrificação na base das camadas de gelo, o que levaria a taxas de deslizamento mais rápidas e maior erosão causada pelo glaciar. Em suma, o estudo demonstrou que as formas de relevo alinhadas na Terra associadas à atividade glacial não teriam tempo para se desenvolver em Marte.

“Indo de um Marte primitivo com presença de água líquida na superfície, extensas camadas de gelo e vulcanismo na criosfera global que Marte é atualmente, a interação entre massas de gelo e água basal deve ter ocorrido em algum momento. É muito difícil acreditar que ao longo de 4 bilhões de anos de história planetária, Marte nunca tenha desenvolvido condições para crescer mantos de gelo com presença de água subglacial, já que é planeta com extenso estoque hídrico, grandes variações topográficas, presença de líquidos e água congelada, vulcanismo, situado mais longe do sol do que a Terra”, disse Galofre.

Além de explicar por que Marte não possui certas características glaciais, o trabalho também tem implicações para a possibilidade de vida em Marte e se essa vida poderia sobreviver à transição para criosfera global que vemos hoje.

Segundo os autores, uma camada de gelo poderia fornecer suprimento constante de água, proteção e estabilidade para qualquer corpo de água subglacial onde a vida pudesse ter surgido. Eles também protegeriam contra a radiação solar e cósmica (na ausência de campo magnético) e isolamento contra variações extremas de temperatura.

Essas descobertas fazem parte de crescente corpo de evidências de que a vida existiu em Marte e sobreviveu o suficiente para deixar evidências de sua existência para trás. Também indica que missões, como Curiosity e Perseverance, estão pesquisando nos lugares certos.

Onde a água fluía na presença de geleiras que recuavam lentamente, as formas de vida microbiana que surgiram quando Marte estava quente e úmido (cerca de 4 bilhões de anos atrás) podem ter persistido à medida que o planeta se tornava mais frio e dessecado.

Via Universe Today e Science Alert

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Deepfake: conteúdo do Jornal Nacional é adulterado para desinformar os eleitores

Nestas eleições, a guerra travada na internet ganhou uma arma nova: o deepfake, um instrumento de adulteração de sons e de imagens que usa inteligência artificial. Um desses vídeos afirma que Jair Bolsonaro estaria à frente na pesquisa de intenção de voto do Ipec, o que é falso.

Por Jornal Nacional

Deepfake: conteúdo do Jornal Nacional é adulterado para desinformar os eleitores

Nestas eleições, a guerra travada na internet ganhou uma arma nova: o deepfake. É uma tecnologia que usa a chamada inteligência artificial. Entre outras coisas, ela permite adulterar o movimento dos lábios e transplantar um trecho de uma fala, de um determinado ponto para outro, mudando completamente o conteúdo de uma notícia, por exemplo.

Nas últimas semanas, conteúdo do Jornal Nacional foi adulterado desta forma e compartilhado intensamente em redes sociais como o WhatsApp para desinformar os eleitores. Alguns dos mais compartilhados exibem áudio e vídeo adulterados para afirmar que o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, estaria à frente na pesquisa de intenção de voto do Ipec, o que é falso. A pesquisa mostrou o oposto do vídeo adulterado.

Desde 15 de agosto até esta segunda-feira (19), as pesquisas do Ipec e do Datafolha apresentadas no JN mostraram o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, como o que tem percentual maior de intenção de voto. Em todas elas, Bolsonaro apareceu em segundo lugar.

Se você receber algum vídeo supostamente extraído do Jornal Nacional com a divulgação de pesquisas eleitorais do Ipec ou do Datafolha, consulte a página que o g1 criou especialmente para você saber se o vídeo é verdadeiro ou se foi manipulado.

A distribuição desses vídeos falsos coincidiu com declarações públicas do candidato Bolsonaro em que despreza as pesquisas eleitorais dos institutos Ipec e Datafolha e afirma, sem nenhuma base nos fatos, que qualquer resultado das urnas que não seja a vitória dele em primeiro turno significará que algo errado terá ocorrido no TSE.

Levantar suspeitas sobre a Justiça Eleitoral é uma afronta à democracia brasileira e deve ser denunciada.

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Inteligência de negócios: uma aliada essencial para quem quer crescer

Por Adriano Roncaglia, editado por Lucas Soares  

Olhar Digital

O processo de decisão na sua empresa é guiado por quais percepções? Enquanto gestor, você considera esse racional embasado em dados ou ele é feito de forma ‘intuitiva’? Com certeza você já deve ter refletido sobre isso em algum momento da história do seu negócio. Mas, se não o fez, vale ponderar sobre esse assunto e te explico o porquê.

Propus esses questionamentos iniciais para apresentar, a seguir, os benefícios do Business Intelligence (BI, na sigla em inglês) ou Inteligência de Negócios, em português, para o sucesso das empresas que buscam se adaptar para estarem à frente nos segmentos em que atuam. O conceito não é novo, mas é bem recente o percentual de companhias que já descobriram o impacto positivo que essa ferramenta é capaz de agregar às suas realidades.

Para se ter ideia, a Pesquisa do Uso de TI nas Empresas de maio deste ano, realizada pelo FGVcia, Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) mostra que os gastos e investimentos em TI continuam crescendo em valor, maturidade, uso e importância para os negócios atuais e novos modelos emergentes. Nesse sentido, o levantamento demonstrou que 8,7% da receita das empresas é destinada para este segmento.

Além disso, o documento aponta que a inteligência analítica continua entre os produtos que mais geram lucro para os fabricantes: SAP, Oracle, Totvs, Microsoft, Qlik e IBM, nesta ordem, são líderes desse segmento, com 94% do mercado.

O dado reforça a importância de lançar-se nesse universo para minimizar as possibilidades de erros na gestão corporativa.

Aplicabilidades nos negócios


O BI utiliza a tecnologia, por meio da análise de dados, para gerar painéis automatizados que fornecem interatividade. Na prática, ele permite que a empresa tenha insights estratégicos para impulsionar os negócios e embasar, de forma sólida, as decisões de diferentes áreas da companhia. Essa inovação traz retornos positivos desde o atendimento ao cliente até a otimização da produtividade das equipes.

Com o cruzamento de dados e leitura analítica dessas informações, consegue-se prever quais são as condições mais apropriadas para ações e contato com o cliente. Detalhes como o melhor horário, formatos de campanhas com maior engajamento, tipo de approach, qual o tom usado anteriormente e que foram mais bem recebidos pelo público são alguns exemplos de possibilidades que podem ser extraídas para direcionar a estratégia e torná-la mais eficaz.

O BI garante ainda a mensuração total de colaboradores essenciais para um projeto, o meio mais indicado para rodar uma campanha e estabelecer uma ligação com os clientes, por exemplo. Com isso, torna-se mais exato o papel de cada um dentro da equipe, o que consequentemente contribui para elevar a produtividade coletiva.

Outro ponto de destaque é que, ao direcionar a condução do negócio com base nos dados e percepções extraídas a partir deles, as novas decisões tornam-se mais assertivas, de modo a diminuir a necessidade de refação do trabalho.

Para além das oportunidades de uso interno na empresa, a Inteligência de Negócio permite uma leitura mais aprofundada do público. Assim, fica mais fácil entender quais são as dores do cliente, quais soluções ele precisa e quais são os melhores caminhos para essa oferta, o que consequentemente contribui para a fidelização do consumidor.

Por fim, essa ferramenta viabiliza a análise comportamental do cliente com a possibilidade de mapear futuras intenções e, até mesmo, qual é o padrão seguido por cada um. Isso gera a chance de as empresas agirem preditivamente e proporem produtos inovadores e inéditos.

Trata-se de uma facilidade tecnológica com infinitos destinos de uso, mas ela sozinha não é capaz de agregar ao negócio. Por isso, é imprescindível a correta capacitação dos gestores e equipes que irão manusear esses dados para que sejam capazes de ‘ler’ corretamente as informações e gerar relatórios analíticos robustos.

Vale destacar também a importância de integração do Business Intelligence às demais plataformas da empresa para que os dados gerados sejam uma varredura completa de todos os elementos disponíveis.

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Florestas subaquáticas gigantes podem cultivar alimentos

Por Isabela Valukas Gusmão, editado por André Lucena  

Olhar Digital

As florestas subaquáticas são desconhecidas por grande parte da população. Formadas por várias espécies de algas marinhas, elas são muito maiores do que imaginamos e abrigam diversas espécies que vivem no mar. Estima-se que essas florestas oceânicas cobrem uma área duas vezes maior que a Índia.

Recentemente, as algas marinhas têm enfrentado várias ameaças oriundas de ondas de calor marinhas e mudanças climáticas. As maiores espécies crescem tanto que chegam a formar copas florestais, que dentro da água, diante do jogo de luzes e sombras dão a impressão de movimento constante.

Grandes espécies como o bambu-marinho e algas gigantes têm estruturas cheias de gás que funcionam como pequenos balões e as ajudam a criar vastas copas flutuantes. Essas ações podem ser fomentadas diante da disponibilidade de gás carbônico e pela capacidade que essas estruturas têm de sequestrar carbono e crescer rapidamente.

Um dos desafios enfrentados pelos cientistas é estimar a área cobertura dessas florestas. Em terra, é possível realizar a mensuração por satélite, porém, embaixo da água, essa tarefa fica muito mais complicada, pois os satélites ainda não conseguem alcançar esse estrato do planeta de forma eficiente.

Por enquanto, o mapeamento é feito com base em milhões de registros subaquáticos da literatura científica, repositórios online e iniciativas de ciência cidadã. Através dessas informações, os pesquisadores descobriram que essas florestas cobrem entre 6 milhões e 7,2 milhões de quilômetros quadrados, um porção maior que a própria Amazônia.

A taxa de crescimento dessas florestas também precisou ser medida manualmente, com mergulhadores, já que os dados também eram escassos e não unificados. Concluiu-se que as florestas oceânicas são mais produtivas do que muitas culturas intensamente cultivadas, como trigo, arroz e milho. Essa maior produtividade foi encontrada principalmente em regiões temperadas, que geralmente são banhadas por água fria, rica em nutrientes.

Aplicabilidade das florestas aquáticas no cotidiano

Agora, resta direcionar esses conhecimentos para criar soluções que possam talvez ajudar na redução da insegurança alimentar no mundo. Fazendas de algas marinhas poderiam atuar de forma complementar à produção de alimentos em terra e impulsionar o desenvolvimento sustentável.

Outro ponto interessante está vinculado ao rápido crescimento dessas algas, que utilizam grandes quantidades de dióxido de carbono, para se desenvolver. Elas retiram grande parte dessa molécula da atmosfera, e podem desempenhar um papel na mitigação das mudanças climáticas, ao reduzir a presença desse gás que promove o efeito estufa.

Entretanto, esse é um cenário que precisa ser observado com cautela, uma vez que as florestas oceânicas enfrentam condições muito difíceis, que resultaram no desaparecimento de grandes extensões de algas e consequentemente na perda de habitat. O aquecimento global também contribui para o aumento da temperatura dos mares, algo que desfavorece a disponibilidade de nutrientes e desencadeia um ciclo de reduções. Diante desse cenário, é muito importante que a comunidade científica invista no estudo e na conservação dessas florestas.

Via: Science Alert

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Fóssil de peixe revela o coração mais antigo já descoberto

Por Gabriel Caldini, editado por Lucas Soares  

Olhar Digital

Pesquisadores da Universidade Curtin, na Austrália, descobriram o fóssil de um peixe que contém o coração mais antigo já observado, com 380 milhões de anos. O estudo, publicado na revista Science, detalha a importância desse espécime para a compreensão da evolução dos vertebrados.

O fóssil corresponde a uma espécie da ordem Arthrodira, um grupo extinto de peixes que dominou os oceanos durante o Período Devoniano, entre 359 e 416 milhões de anos atrás. Eles foram alguns dos primeiros vertebrados a desenvolver mandíbulas.

Os cientistas se depararam com o fóssil quando estudavam a Formação de Gogo, local no noroeste da Austrália que abriga os restos de um sistema antigo de recife de coral. Além do coração, ficaram preservados o estômago, os intestinos e o fígado do peixe ancestral, todos em suas posições originais em três dimensões. Isso os diferencia da maioria dos resquícios de órgãos antigos, geralmente encontrados achatados pelo peso das rochas no curso de milhões de anos.

Fóssil revelador

O fóssil está contido em uma formação de calcário, o que obrigou os cientistas a usar feixes de nêutrons e raios-X para obter sua imagem. O resultado os permitiu observar o formato e a estrutura de seus órgãos com uma precisão sem precedentes, além de constatar a sua anatomia surpreendentemente avançada.

Além disso, o time de pesquisadores foi capaz de construir o primeiro modelo em 3D do coração de um peixe do gênero Arthrodira, mostrando sua estrutura em formato de ‘S’ e suas duas câmaras.

“Nós pudemos, pela primeira vez, ver todos os órgãos juntos em um peixe primitivo com mandíbula, e ficamos surpresos ao descobrir que esses animais não eram tão diferentes de nós”, afirma Kate Trinajstic, pesquisadora que lidera o estudo. “A evolução é comumente tida como uma série de pequenos passos, mas esse fóssil antigo indica que houve um salto maior dos vertebrados sem mandíbula para os que possuíam essa característica. Esses peixes tinham os corações próximos às suas bocas, abaixo das guelras, assim como os tubarões modernos.”

A equipe também descobriu que o fígado dessa espécie era grande e o teria ajudado a boiar – uma outra característica partilhada com os tubarões de hoje. Os pesquisadores, contudo, não encontraram nenhum sinal de pulmões, o que sugere que esses órgãos surgiram em grupos posteriores e que não são tão antigos como costumava-se acreditar.

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Empresa cria plataforma para ajudar jovens no voto consciente

Adriano Camargo

Olhar Digital

Segundo o IBGE, nessas eleições teremos um aumento de 51% no número de jovens entre 16 e 17 anos aptos a votar. Um recorde, quando comparamos com as eleições de de 2018, o que mostra a importância do voto consciente.

Com isso, a Escola de Mudadores surgiu com o objetivo de informar melhor as pessoas sobre temas como autoconhecimento, direitos humanos, não violência, desigualdades, fake news e meio ambiente, para que os novos eleitores tenham consciência sobre a importância do voto responsável.

Desde 2012 esse público tem votado cada vez menos, sob a justificativa de que não se sentem representados e não enxergam na política uma via de mudança.

Diante disso, em fevereiro, a Think Twice Brasil realizou uma pesquisa para compreender como se dá a participação cívica desse público, e o levantamento apontou que mais de 80% dos jovens estão preocupados com os problemas socioambientais; 41% acreditam que votar nas próximas eleições é a forma mais eficaz de contribuir para resolver esses problemas; e 90% gostariam de saber mais sobre como agir para mudar o mundo.

Com esses insights em mãos, a empresa se uniu ao laboratório criativo Pepita para criar a Escola de Mudadores. O principal objetivo é oferecer conteúdo formativo, acompanhado de material de apoio para os jovens e também para educadores, além de promover oficinas e encontros online para o aprofundamento das temáticas disponibilizadas na plataforma.

“A ideia é que videoaulas de até cinco minutos possam ser reproduzidas em sala de aula, discutidas com profundidade e que as reflexões atravessem os muros das escolas e sejam levadas pelos alunos a qualquer espaço de forma não violenta”, afirma Gabriele Garcia, idealizadora do projeto.

A expectativa da plataforma é alcançar cinco milhões de pessoas, especialmente jovens que exercerão o direito ao voto pela primeira vez este ano.

Plataforma para o voto consciente

Fundador e CEO da Pepita, Julio Santi caracteriza a Escola de Mudadores como uma plataforma de ensino à distância. O formato foi pensado para ser de fácil navegação pelo celular e o conteúdo é organizado em uma trilha de aprendizagem centrada em quatro módulos.

As videoaulas são dinâmicas e acompanham material de apoio para aprofundar as reflexões. Cada eixo reúne cerca de cinco videoaulas. Na primeira semana de setembro foram ao ar as aulas especiais, sobre temas inovadores que combinam perspectivas diversas e complementares.

Para participar da Escola de Mudadores, basta inscrever-se gratuitamente no site. “Pensamos com muito cuidado nos educadores e como encorajá-los a levar esse conteúdo para a sala de aula. Ao final de cada videoaula eles encontrarão material de apoio exclusivo, com sugestões de atividades, além de dicas de livros, filmes e outras informações relevantes”, afirma Santi.

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Carvão encontrado em local de queda de asteroides pode ser microrganismos

Por Gabriel Caldini, editado por Lucas Soares  

Olhar Digital

Um novo estudo revela que uma série de pedaços de carvão minúsculos encontrados em quatro crateras formadas por asteroides são cadáveres incinerados de microrganismos. As crateras, que ficam na Estônia, Polônia e Canadá, foram criadas com milhares de anos de diferença.

O carvão “foi formado por organismos mortos, queimados e enterrados pelos asteroides”, afirma a principal autora do estudo, Anna Losiak. Esta descoberta aposenta a hipótese anterior de que os pedaços, que medem de milímetros a poucos centímetros, vieram de incêndios florestais.

Losiak optou por analisar crateras menores, com até 200 metros de diâmetros. Esses vestígios de impactos se formam a cada 200 anos, aproximadamente, e apresentam diversas oportunidades de estudar as condições de formação de crateras.

“A maioria das pessoas está interessada nas colisões gigantescas porque elas são capazes de causar danos em nível global – a extinção dos dinossauros é o único exemplo deste tipo de evento”, afirma Losiak.

Churrasco de microrganismos

O primeiro contato da pesquisadora com o carvão misterioso foi próximo a uma cratera na Estônia. Inicialmente, ela buscava o ‘paleossolo’ do local, ou seja, um tipo de solo antigo coberto pelo material removido da cratera durante a sua formação. Embora não tenha conseguido encontrá-lo, ela se deparou com o carvão.

“A princípio, pensamos que esse carvão tinha sido formado por incêndios florestais que ocorreram logo após o impacto”, ela conta. “Com o tempo, porém, eu encontrei exemplares similares de carvão em outros pontos de impacto de asteroides e passei a pensar que havia algo de errado com essa hipótese.”

O que causou estranheza nela e em sua equipe foi o fato de que diversos incêndios florestais ocorreram pouco antes da formação de crateras geograficamente distantes umas das outras e separadas por milhares de anos.

“Isso não fazia o menor sentido, então decidimos investigar mais a fundo, analisando as propriedades dos pedaços de carvão misturados ao solo das crateras e comparando-os com o carvão de incêndios florestais”, ela conta. Foi aí que o time de pesquisadores descobriu que as amostras encontradas não tinham nenhuma relação com incêndios.

Crateras úteis com carvão

Várias entidades, como a NASA, estão sempre em busca de corpos extraterrestres, incluindo cometas e asteroides, que possam formar crateras na superfície terrestre. Até agora, os especialistas não encontraram nenhum motivo de preocupação, mas Losiak diz que estudos como o dela ajudarão nos esforços de preparação para eventuais perigos vindos de fora.

“Este estudo aprimora os nossos conhecimentos acerca dos efeitos ambientais da formação de pequenas crateras”, ela afirma. Quanto a futuros impactos, a autora assegura que, graças ao seu trabalho, “seremos capazes de determinar o tamanho e o tipo de zona de evacuação necessária.”

Wander OliveiraVai espantar muita gente isso sim…. tenho o Premium mas se não tivesse infelizmente com esse monte de propaganda que ao meu ver desnecessário tantas…. vai afastar futuras assinaturas ao invés de fazerem assinaturas do premium se é esta a motivação que acham que vão alcançar ….Principal ComentárioPrincipal Comentário2

Losiak e sua equipe agora planejam prosseguir sua pesquisa em um conjunto de crateras na Argentina, em uma região chamada Campo del Cielo.

“Vamos coletar mais dados e amostras e, com sorte, encontraremos mais organismos mortos por asteroides”, ela conta.

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Uber tem segurança violada e seus sistemas invadidos novamente

Adriano Camargo  

Olhar Digital

A Uber descobriu ontem (15) que sua rede de computadores foi violada, levando a empresa a tirar do ar vários de seus sistemas internos de comunicação e engenharia enquanto investigava a extensão do hack.

A violação parece ter comprometido muitos dos sistemas internos da empresa, e uma pessoa que assumiu a responsabilidade pelo hack enviou imagens de e-mail, armazenamento em nuvem e repositórios de códigos para pesquisadores de segurança cibernética e para o The New York Times.

“Eles têm acesso praticamente total ao Uber”, disse Sam Curry, engenheiro de segurança do Yuga Labs que se correspondeu com a pessoa que alegou ser responsável pela violação. “Este é um comprometimento total, pelo que parece”.

Um porta-voz da Uber disse que a empresa está investigando a violação e entrando em contato com as autoridades policiais.

Os funcionários da Uber foram instruídos a não utilizar o serviço interno de mensagens da empresa, o Slack, e ainda ficaram sabendo que outros sistemas internos estavam inacessíveis, disseram dois funcionários, que não estavam autorizados a falar publicamente.

Pouco antes de o sistema Slack ser desativado na tarde de quinta-feira, os funcionários do Uber receberam uma mensagem que dizia: “Anuncio que sou um hacker e o Uber sofreu uma violação de dados”. A mensagem passou a listar vários bancos de dados internos que o hacker alegou terem sido comprometidos.

O hacker comprometeu a conta Slack de um colaborador e a usou para enviar a mensagem, disse o porta-voz do Uber. Parece que o hacker também conseguiu acesso a outros sistemas internos, postando uma foto explícita em uma página de informações internas para os funcionários.

A pessoa que reivindicou a responsabilidade pelo hack disse ao The New York Times que havia enviado uma mensagem de texto para um funcionário do Uber alegando ser um profissional de tecnologia da informação corporativa. O trabalhador foi persuadido a entregar uma senha que permitia ao hacker ter acesso aos sistemas do Uber, uma técnica conhecida como engenharia social.

“Esses tipos de ataques de engenharia social nas empresas de tecnologia estão aumentando”, disse Rachel Tobac, executiva-chefe da SocialProof Security. Tobac lembrou do hack do Twitter em 2020, no qual adolescentes usaram engenharia social para invadir a empresa. Técnicas semelhantes foram usadas em violações recentes na Microsoft e na Okta.

“Estamos vendo que os invasores estão ficando espertos e também documentando o que está funcionando”, disse Tobac. “Agora eles têm kits que facilitam a implantação e o uso desses métodos de engenharia social. Tornou-se quase um produto, uma mercadoria”.

O hacker, que forneceu capturas de tela de sistemas internos do Uber para demonstrar seu acesso, disse que tinha 18 anos e trabalhava suas habilidades em segurança cibernética há vários anos. Ele disse que invadiu os sistemas da Uber porque a empresa tinha uma segurança fraca. Na mensagem do Slack que anunciou a violação, a pessoa também disse que os motoristas do Uber deveriam receber salários mais altos.

A pessoa parecia ter acesso ao código-fonte do Uber, e-mail e outros sistemas internos, disse Curry. “Parece que esse garoto que acessou o Uber não sabe o que fazer com isso, e está se divertindo muito”, disse.

Em e-mail interno que foi visto pelo The New York Times, um executivo do Uber disse aos funcionários que o hack estava sob investigação. “Não temos ainda uma estimativa de quando o acesso total às ferramentas será restaurado, então obrigado por nos acompanhar”, escreveu Latha Maripuri, diretora de segurança da informação da empresa.

Não foi a primeira vez que um hacker acessou dados do Uber. Em 2016, hackers roubaram informações de 57 milhões de contas de motoristas e passageiros e, em seguida, abordaram o Uber e exigiram US$ 100 mil para excluir sua cópia dos dados. A Uber alinhou o pagamento, mas manteve a violação em segredo por mais de um ano.

Joe Sullivan, que era o principal executivo de segurança do Uber na época, foi demitido por seu papel na resposta da empresa ao hack. Sullivan foi acusado de obstruir a justiça por não divulgar a violação aos reguladores e está atualmente em julgamento.

Os advogados de Sullivan argumentaram que outros funcionários eram responsáveis ​​pelas divulgações regulatórias e disseram que a empresa havia usado Sullivan como bode expiatório.

Via NY Times

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Mineral que a China descobriu na Lua pode permitir fusão nuclear ilimitada

Lucas Soares  

Olhar Digital

Recentemente a China revelou que descobriu um curioso mineral no solo da Lua, o Chang’e-5. A descoberta foi feita em 2020, mas os estudos com os primeiros dados só foram finalizados agora. De acordo com os cientistas, esse material pode permitir o uso ilimitado de energia de fusão nuclear. 

A fusão nuclear é um processo em que dois ou mais núcleos atômicos se juntam e formam um outro núcleo de maior número atômico. Isso demanda uma grande quantidade de energia, mas libera muito mais energia do que consome, o que faz essa tecnologia ser considerada revolucionária e possivelmente mais limpa do que as usada atualmente.

No entanto, o processo é extremamente desafiador. Recentemente, por exemplo, Korea Superconducting Tokamak Advanced Research (KSTAR) chegou a registrar uma temperatura de íons acima de 100 milhões de graus Celsius, mas por apenas 30 segundos, devido à instabilidade do processo.

Fusão nuclear na China

É justamente aí que o mineral encontrado pela China na Lua pode mudar o jogo. Estudar e pesquisar minerais lunares é bastante complicado devido ao custo das missões ao satélite natural. Mas com o aumento da presença humana por lá em um futuro próximo, isso passa a ser cada vez mais possível. 

O Chang’e-5 é rico em hélio-3, que os cientistas acreditam ser uma fonte de combustível estável para reatores de fusão nuclear. Infelizmente, o material é bastante escasso na Terra, mas se realmente for abundante na superfície lunar, sua utilização na produção de energia pode ser viável. 

Claro que, assim como tudo o que cerca a fusão nuclear, as pesquisas com o material ainda estão no começo e caso realmente o mineral se mostre funcional, existe ainda um grande desafio para trazer amostras em grande quantidade desse material para a Terra.

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