Brasil é um dos cinco países com mais crimes cibernéticos, diz ONU

Foto: Reprodução/seguridad.unam.mx.

Um novo estudo da Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad mostrou dados preocupantes em relação à segurança de rede em todo o mundo. A agência calcula que as perdas por causa de fraudes online cheguem a US$ 3,5 bilhões, cerca de R$ 11,2 bilhões. Crimes cibernéticos incluem ações não-monetárias, como distribuição de vírus em redes de computador ou roubo de informações comerciais confidenciais ou de identidade.

Segundo a Unctad, em termos geográficos, os Estados Unidos são de longe o país que é o maior alvo, com quase metade dos casos conhecidos. A segurança da informação é uma preocupação crescente dos governos, empresas e consumidores. O relatório da Unctad afirma que leis sobre crimes cibernéticos estão se espalhando rapidamente.

O documento cita um estudo onde Brasil aparece como um dos cinco países com mais crimes cibernéticos. Os outros são: Rússia, China, Nigéria e Vietnã.

Comércio

Um novo estudo da Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad, afirma que pequenos países europeus lideram o ranking de 130 economias, de acordo com o preparo para comércio online de empresas para consumidores, conhecido como B2C. O Brasil ocupa a 47ª posição na lista. Os países que lideram o novo índice de comércio pela internet B2C da agência são: Luxemburgo, Noruega e Finlândia.

Entre as nações em desenvolvimento e economias emergentes, os melhores colocados estão no leste da Ásia, como a Coreia do Sul, por exemplo. No entanto, segundo a Unctad, em termos de níveis de compra online, países com grandes populações, como Brasil, China e Rússia, estão com performances melhores do que as esperadas. Para a agência da ONU, isto pode indicar que grandes mercados facilitam o comércio pela internet.

Índice B2C

O índice de comércio online B2C reune dados de uso de internet, de servidores seguros, de acesso a cartões de crédito e de entregas postais. Entre os países da América Latina e Caribe e entre as economias em desenvolvimento, o Brasil aparece entre os 10 primeiros países no índice da Unctad de comércio eletrônico B2C.

Segundo o Unctad, avaliar a prontidão para o comércio online pode servir como um primeiro passo em direção à formulação de uma estratégia para a área. O comércio online global de empresas para consumidores está avaliado em cerca de US$ 1,2 trilhão, o equivalente a aproximadamente R$ 3,8 trilhões. Apesar de consideravelmente menor do que o comércio online entre empresas, conhecido como B2B, avaliado em mais de US$ 15 trilhões, este segmento está crescendo mais rápido, especialmente na Ásia e África.

O indicador permite que países identifiquem suas forças e fraquezas relativas. Para a América Latina e o Caribe, por exemplo, estender o serviço de entrega postal a domicílio seria particularmente importante. Para o secretário-geral da Unctad, Mukhisa Kituyi, com a “expansão da economia digital e mais negócios sendo afetados, torna-se importante que governos considerem políticas que possam usar o comércio online para o desenvolvimento sustentável”.

Diferente do uso das redes sociais, onde as taxas da atividade são relativamente mais altas em países em desenvolvimento, a proporção das pessoas que usam a internet e fazem compras online é geralmente mais baixa nestas nações em comparação com países desenvolvidos. Ainda segundo o relatório da Unctad, no Brasil o número de pessoas que usam redes sociais é quase o dobro das que compram online.

A agência calcula que as perdas por causa de fraudes online cheguem a US$ 3,5 bilhões, cerca de R$ 11,2 bilhões. Crimes cibernéticos incluem ações não-monetárias, como distribuição de vírus em redes de computador ou roubo de informações comerciais confidenciais ou de identidade.

Segundo a Unctad, em termos geográficos, os Estados Unidos são de longe o país que é o maior alvo, com quase metade dos casos conhecidos. A segurança da informação é uma preocupação crescente dos governos, empresas e consumidores. O relatório da Unctad afirma que leis sobre crimes cibernéticos estão se espalhando rapidamente.

O documento cita um estudo onde Brasil aparece como um dos cinco países com mais crimes cibernéticos. Os outros são: Rússia, China, Nigéria e Vietnã.

Redes sociais

Diferente do uso das redes sociais, onde as taxas da atividade são relativamente mais altas em países em desenvolvimento, a proporção das pessoas que usam a internet e fazem compras online é geralmente mais baixa nestas nações em comparação com países desenvolvidos. Ainda segundo o relatório da Unctad, no Brasil o número de pessoas que usam redes sociais é quase o dobro das que compram online. [Da Rádio ONU]

 

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Novo aplicativo permite acompanhar projetos de lei do Congresso Nacional

Foto: Divulgação.

Um novo aplicativo chega para facilitar o acompanhamento de projetos de lei tramitando no Congresso Nacional. O “SigaLei” permite o acesso fácil sobre os mais diversos projetos. É uma organização bem-vinda, já que hoje é pouco intuitivo o acesso a esses trâmites legislativos.

Desenvolvido pelo programador Danilo Amaral de Oliveira, o aplicativo permite realizar buscas por projetos de lei, nome do autor ou número. Também dá acesso às votações que ocorreram no projeto de lei e mostra quais parlamentares votaram a favor ou contra.

O SigaLei é gratuito e está disponível para iOS e Android. O app faz parte da tendência atual de usar os dados abertos a serviço da população. É também uma forma de aumentar o controle social com um sistema mais eficaz de cobrança dos políticos.

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Nasa descobre nitrogênio em Marte. Existiu vida no Planeta Vermelho?

Mais uma peça para o quebra-cabeça da Nasa. (Divulgação).

Depois de já encontrar evidências de água em Marte, Curiosity, o robô americano da Nasa Curiosity, descobriu, pela primeira vez, outro elemento-chave necessário para a vida no planeta vermelho: o nitrogênio. O elemento químico – encontrado na superfície marciana sob a forma de óxido nítrico – pode ser libertado durante a decomposição natural de nitratos, que são moléculas que contêm o tipo de nitrogênio que pode ser utilizado pelos organismos vivos.

Para os que se animaram, a agência espacial deixa claro: a descoberta não significa que há vida em Marte. No entanto, fornece novos dados para a teoria de que antigamente o planeta já foi capaz de abrigar vida.

O nitrogênio é provavelmente antigo e pode ter sido ali depositado por impactos de meteoritos e raios. Assim, a detecção do elemento químico é um marco para Curiosity, que foi enviado ao planeta vizinho com o único propósito de descobrir se já foi capaz de suportar vida, mesmo em forma microbiana.

“Encontrar uma forma bioquimicamente acessível de nitrogênio é mais apoio de que o ambiente marciano antigo na cratera Gale seja habitável”, disse Jennifer Stern do Goddard Space Flight Center da NASA, em um comunicado. “Os cientistas há muito tempo pensaram que os nitratos seriam produzidos em Marte a partir da energia liberada em impactos de meteoritos, e os valores que encontramos concordam bem com as estimativas deste processo.”

Robô está há dez anos em Marte. (Divulgação).

Cada vez mais evidências surgem sobre Marte ter elementos chave – como oxigênio, nitrogênio e hidrogênio – necessários para suportar a vida como a conhecemos na Terra. Logo após o desembarque na superfície marciana em agosto de 2012, Curiosity descobriu evidências de que houve fluxos de água sobre a superfície do planeta. Além disso, após perfurar rochas marcianas, o robô descobriu outros elementos necessários para a vida: carbono, hidrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre.

Em dezembro, o robô detectou um pico de metano, um outro sinal potencial de vida, uma vez que pode ser produzido por bactérias ou micróbios. Agora, a descoberta de nitrogênio pode ser adicionada à lista.

De acordo com a Nasa, o elemento químico é essencial para a vida na Terra. É usado nos blocos de construção de moléculas maiores, como DNA e RNA, que detêm as instruções genéticas para a vida. [Da Agência O Globo]

 

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iOS 8.3 terá Emojis dourados para encerrar polêmicas sobre representação racial

Foto: Reprodução/iOS.

A Apple decidiu fazer mais uma alteração nos ícones Emojis no teclado para dirimir qualquer polêmica relacionada à diversidade racial.

Lançado em fevereiro, o beta do iOS 8.3 trouxe uma mudança bem-vinda que foram os emojis multiraciais, com diferentes tons de pele em relação ao padrão relacionado ao europeu/caucasiano.

No entanto, os asiáticos acharam que o tom padrão do emoji era “exagerado”, com um tom amarelo muito forte, o que ocasionou acusações de racismo à Apple. Na quarta versão beta do iOS 8.3, a Apple decidiu acabar com a polêmica ao adicionar um tom “dourado” ao emoji padrão.

Como ninguém tem pele e cabelos totalmente dourados, a ideia é que esses emojis padrão não sejam relacionados a nenhuma raça/etnia. Ao segurar o ícone por um segundo, o teclado mostra outros tons de pele, entre eles o asiático.

Exagero ou não, é interessante o quanto a Apple se mostra interessada em atender às expectativas do seu público, com o máximo de representação possível. Com os emojis dourados, espera-se, a celeuma chegou ao fim.

O iOS 8.3 ainda está em fase de testes e não há prazo para chegar para todos os usuários.

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Criadora do WeChat e Foxconn se unem para criar carro inteligente de 15 mil dólares

A Foxconn vem trabalhando em veículos inteligentes. Foto: AFP.

A Tencent, empresa chinesa criadora do aplicativo de mensagens WeChat, anunciou uma parceria com a fabricante taiwanesa Foxconn para criar um “carro inteligente” e elétrico que será vendido por 15 mil dólares. A proposta ousada mostra a movimentação no setor automobilístico, com diversas empresas tentando garantir a dianteira na próxima geração de carros.

O carro terá tecnologia de serviços e sistemas da Tencent e montagem e fabricação da Foxconn. Os carros serão elétricos, mas ainda não se sabe o nível de autonomia do automóvel.

O grande diferencial será o preço baixo para um carro elétrico. A Tesla, uma das maiores competidoras neste mercado, vende carros na casa dos 100 mil dólares.

Na semana passada, a gigante chinesa Baidu também anunciou que irá lançar um carro elétrico e autônomo em 12 meses. Já o Google também anunciou o desenvolvimento de seu veículo totalmente autônomo. [Via Exame]

 

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Twitter terá vídeos automáticos na timeline

Foto: Reprodução/online-video-company.co.uk.

O Twitter vai mostrar vídeos com comerciais que iniciam sozinhos ao passar por eles. O “autoplay” na timeline já é algo comum no Facebook e Instagram e costumam chamar mais atenção que links e fotos.

A informação foi divulgada pelo Advertising Age, que teve acesso aos testes na rede social. Os primeiros afetados pela novidade serão usuários do iPhone e iPad nos EUA.

A estratégia do Twitter é aumentar sua receita em campanhas publicitárias. Ninguém tem dúvida do quanto é proveitoso para uma marca ser exposta desse jeito. No entanto, a novidade é vista com ressalvas por usuários que usam o serviço todos os dias.

 

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Elcoma investe em roteadores com até 200 conexões simultâneas

Foto: Divulgação.

A fabricante pernambucana Elcoma investe no setor de roteadores voltados para o setor corporativo. Batizados de Vagalume, a nova série de produtos trazem uma estabilidade de sinal e uma possibilidade de maior número de conexões simultâneas. Segundo o presidente da companhia, Julio Gil Freire, o Nordeste vive uma demanda superior ao resto do País em conexões em redes públicas.

Os produtos Vagalume atuarão com tecnologia Mesh (em malha), o que permite maior estabilidade na conexão e funciona bem para espaços como escolas, shoppings e hotéis, que possuem grande circulação de pessoas. “A nossa expectativa é de um crescimento de 100% no quantitativo de empresas adquirindo a tecnologia”, disse Júlio. Os roteadores aguentam até 200 conexões simultaneamente e chegam até 600 Mbps, um valor bem superior à média disponível no mercado.

A Elcoma é uma das principais empresas do Parqtel, o polo tecnológico de eletrônicos, localizado no Curado, Zona Oeste do Recife.

Foto: Divulgação.

 

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Meerkat, app de transmissão online, promete ser o destaque de 2015

Foto: Divulgação.

O Meerkat tem tudo para ser o mais comentado aplicativo de 2015. Pelo menos se depender da repercussão causada após o anúncio de seus desenvolvedores no South By Southwest (SXSW), que aconteceu no Texas semana passada. O app permite fazer transmissão de vídeos ao vivo pelo smartphone.

O app está disponível apenas para iOS. Segundo seus desenvolvedores o serviço conta já com 100 mil usuários e não para de crescer. A taxa de crescimento, segundo o Washington Post, é 30% por dia. Analistas acreditam que ele vai ser influente como foi o Foursquare, o Snapchat e o Twitter em suas épocas.

Foto: Divulgação.

Para usar o usuário precisa se cadastrar com o Twitter. A transmissão ao vivo acontece para os seus seguidores. Quem assiste não tem a opção de “rever”, mas quem transmite pode salvar o vídeo bruto para postar no YouTube ou outra rede, por exemplo.

O Twitter comprou um aplicativo parecido, o Periscope, que faz praticamente o mesmo. Segundo alguns usuários, a rede social decidiu “cortar as pernas” do Meerkat com o intuito de promover seu próprio produto. Muitas pessoas disseram que não estavam mais sendo avisadas do início de transmissões.

 

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Instagram lança aplicativo de montagem de fotos

Foto: Divulgação.

O Instagram lançou nesta segunda um novo aplicativo para montagens fotográficas, o Layout. Este era um pedido antigo dos usuários, que usavam apps de terceiros para postar essas fotos editadas.

O aplicativo permite combinar imagens em um mosaico ou diversos outros moldes, como espelhamento ou colagem. Em seguida, é possível salvar a imagem e usar em outras redes sociais.

Para usar o Layout é necessário ter uma conta do Instagram. Por enquanto a novidade está disponível apenas para iOS, mas deve chegar “em poucos meses” para o Android, como informado no blog oficial do aplicativo. Baixe na loja AppStore.

 

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Índia declara inconstitucional lei que limita liberdade de expressão na web

A Suprema Corte da Índia declarou nesta terça-feira (24) que uma lei que estabelece penas de até três anos de prisão pela publicação de comentários “ofensivos” na internet por violar a liberdade de expressão é anticonstitucional.

O principal órgão judicial do país asiático determinou que a seção 66A da Lei de Tecnologia da Informação viola o direito fundamental à liberdade de expressão prevista em sua Carta Magna.

“Nossa Constituição estabelece a liberdade de pensamento, expressão e crença. A lei é completamente vaga. As limitações impostas pela seção 66A infringem o direito do público a saber”, afirmaram os juízes J. Chelameswar e Rohinton Fali Nariman.

Os magistrados sentenciaram que a lei não pode ser mantida somente “com a garantia do governo que não a usará incorretamente”. O Executivo tinha defendido a lei assegurando que não quer limitar a liberdade de expressão, mas que é necessário regular a internet.

A seção 66A da Lei de Tecnologia da Informação foi denunciada pelo estudante Shreya Singhal perante o Supremo em 2012 após a detenção de duas jovens que tinham criticado noFacebook a paralisação da cidade de Mumbai pela morte de um político local. As duas jovens foram postas em liberdade posteriormente sem acusações.

A Constituição indiana considera a liberdade de expressão como um direito fundamental, mas também especifica uma série de exceções que permitem ao governo impor “restrições razoáveis” em livros, filmes e outros meios.

 

Da EFE

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