Google lança o Android War, voltado para dispositivos vestíveis

O Google anunciou o seu novo projeto Android Wear, voltado para dispositivos vestíveis. Atualmente, os mais conhecidos aparelhos desse tipo são os relógios de pulso inteligentes, mas o sistema se propõe a funcionar em todo tipo de vestuário com acesso à web.

Em seu comunicado oficial, o Google anunciou que trabalha com os fabricantes Asus, HTC, LG, Motorola e Samsung, além dos fabricantes de chips Broadcom, Imagination, Intel, Mediatek e Qualcomm.

Já está no ar uma prévia do sistema operacional para desenvolvedores, mas o Google deve dar detalhes do sistema apenas durante sua conferência Google I/O, que acontece no final de junho.

A empresa não deu pistas se pretende lançar seu próprio equipamento vestível. Hoje, que domina esse segmento é a Samsung, que já lançou mais de uma versão de seu relógio inteligente, o Gear e até uma pulseira.

 

 

Mundo Bit

Foto: Divulgação/Google.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Venda do WhatsApp para Facebook não vai alterar privacidade, diz CEO

Quase um mês após o WhatsApp ter sidovendido para o Facebook por US$ 16 bilhões, o presidente-executivo do aplicativo, Jan Koum, afirmou que a negociação não vai alterar a privacidade dos usuários, que continuarão a não ter seus dados explorados para fins comerciais de qualquer forma.

“Você não precisa nos dar o seu nome e nós não perguntamos seu endereço de e-mail. Nós não sabemos seu aniversário. Nós não sabemos o seu endereço. Nós não queremos saber onde é o seu trabalho. Nós não queremos saber os seus gostos, o que você busca na internet ou coletar sua localização via GPS. Nenhum desses dados algum dia chegou a ser coletado e armazenado pelo WhatsApp, e nós realmente não temos plano de mudar isso”, afirmou Koum, em comunicado publicado nesta segunda-feira (17).

O executivo toca em um ponto caro não só aos usuários, que manifestaram preocupação após a aquisição, mas também ao Facebook. O negócio central da rede social é a publicidade, direcionada aos membros do site de acordo com o que compartilham, veem e escrevem na rede.

“Se a parceria com o Facebook significasse que nós tivéssemos de mudar nossos valores, nós não a teríamos feito”, pontou Koum, para quem o WhatsApp fazer parte da família Facebook ajudará que o aplicativo continue a operar de forma independente.

“Especulações do contrário não são apenas infundadas e sem base, mas irresponsáveis. Isso tem o efeito de assustar as pessoas ao fazê-las pensar que nós estamos coletando todo tipo de novos dados.”

Nascido na Ucrânia, enquanto o país pertencia à União Soviética, Koum diz que a questão da privacidade é pessoal devido à sua origem.

“Um das minhas memórias mais fortes desse tempo é a frase que eu ouvia frequentemente quando minha mãe estava ao telefone: ‘Esse não é um telefone para conversar. Eu vou te dizer pessoalmente’”, escreveu.

E completou: “O fato que nós não podíamos falar livremente sem temer que nossas comunicações pudessem ser monitoradas pela KGB é em parte por que nós nos mudamos para os EUA quando eu era adolescente”.

 

 

Do G1, em São Paulo

Foto: Reprodução/Twitter/jankoum

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Homem descobre que é procurado após busca no Google e se entrega

Para “limpar a própria consciência”, Christopher Viatafa, de 27 anos, se entregou à polícia de San Leandro, no estado da Califórnia (EUA), após fazer uma busca no Google por seu próprio nome e encontrá-lo na lista dos mais procurados do estado.

Após fazer a busca, Viatafa viu que sua foto estava estampada no site do Centro Regional de Inteligência da Califórnia (em tradução livre), devido à ligação do americano em um tiroteio que terminou sem feridos, de acordo com o jornal “SFGate”.

O homem era acusado do crime de atirar com uma arma em uma residência habitada, ao efetuar os disparos durante uma festa particular na cidade.

Durante a procura aleatória no buscador, Christopher contou que precisava “limpar a consciência”, e decidiu se entregar prontamente às autoridades.

De acordo com o site de procurados, Viatafa aparece agora como “fugitivo capturado”.

 

 

 

Do G1, em São Paulo

Foto: Divulgação/Northern California Most Wanted

 

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Brasil confirma para dezembro o lançamento do satélite Cbers-4

A Agência Espacial Brasileira (AEB) confirmou para a primeira quinzena de dezembro o lançamento do Cbers-4, o quinto Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres feito em parceria entre Brasil e China. O equipamento teve sua produção adiantada após o fracasso na tentativa de enviar ao espaço o Cbers-3, em dezembro passado.

De acordo com a AEB, a montagem já é feita desde dezembro de 2013 na China e no Brasil. O Instituto Nacional de pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos (SP), é o responsável pela produção nacional do material.

O Cbers-4 terá o mesmo formato e mecanismos do Cbers-3, com modernização da tecnologia das câmeras de observação da Terra, segundo a AEB. O equipamento deve ser concluído em setembro e transportado para a base de lançamento chinesa em outubro, localizada na província de Sanxi, a 700 km de Pequim.

Apesar do corte sofrido de 10% no orçamento da agência brasileira – caiu de R$ 345 milhões em 2013 para R$ 310 milhões em 2014 – o investimento no novo satélite deve permanecer o mesmo aplicado no Cbers-3, cerca de R$ 160 milhões. A participação na construção permanece dividida em 50% para a China e 50% para o Brasil.

O equipamento tem o objetivo de captar imagens que serão usadas pelo governo brasileiro para monitorar os setores agrícola, florestal, e no controle do meio ambiente.

Satélite Cbers-3 no Laboratório de Integração e Testes (LIT) em São José dos Campos (SP) (Foto: Divulgação/Inpe)
Satélite Cbers-3 no Laboratório de Integração e
Testes (LIT) em São José dos Campos (SP)
(Foto: Divulgação/Inpe)

Falha em foguete
O Cbers-3 foi lançado no dia 9 de dezembro, mas uma falha em um dos estágios do foguete chinês Longa Marcha 4B prejudicou o equipamento, que não alcançou velocidade e altura suficientes para orbitar a Terra e, por isso, retornou ao planeta. Ele foi destruído ao entrar na atmosfera.

Em entrevista concedida ao G1 no fim do ano passado, Petrônio Noronha de Souza, diretor da AEB, informou que a falha foi fortuita e não afetaria o programa espacial do país. Segundo Souza, além do Cbers-4, outras duas etapas consideradas importantes dentro do cronograma do VLS-1 (Veículo Lançador de Satélites) seriam prioridades em 2014.

São elas: a montagem e funcionamento do modelo elétrico, que é a reprodução fiel do foguete, mas sem o combustível, prevista para o segundo semestre deste ano, e a certificação comercial do sistema de navegação do foguete. Para o diretor da AEB, as metas abrem caminho para que o VLS seja completado.

Em encontro da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), ocorrido no fim do ano passado, o Brasil e a China confirmaram ainda a produção de um sexto satélite dentro do Programa Cbers.

O molde do Cbers-5 já está em desenvolvimento e o lançamento está previsto para acontecer em 2017. O valor do projeto ainda não foi fechado.

Orçamento enxuto
Em 2013, o montante destinado ao desenvolvimento do lançador de foguetes e a produção e pesquisa de novos satélites no Inpe foi de R$ 345 milhões. Em 2014, a verba diminuiu em R$ 30 milhões e o valor atual fixado para gastos é de R$ 310 milhões.

Comparativamente, o dinheiro destinado no ano passado à agência espacial americana, a Nasa, principal hub aeroespacial do planeta, foi de R$ 41,2 bilhões. A agência chinesa, que vem ganhando destaque nos últimos tempos com megaprojetos, como uma estação espacial própria, investiu neste ano o montante de R$ 4,6 bilhões.

A Índia, outro país que luta para combater a pobreza ao mesmo tempo em que almeja consolidar-se como potência global, investiu R$ 2 bilhões em seu programa espacial.

Questionado à época sobre o orçamento enxuto do Brasil, o diretor da AEB reconheceu que o valor não é suficiente para bancar todos os investimentos do setor, mas que agência entendia que “suas aspirações devem ser conciliadas a outras prioridades nacionais”.

 

 

 

 

 

 

Do G1, em São Paulo e São José dos Campos

Foto: Divulgação/Inpe

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Sony e Panasonic desenvolvem disco que armazena até 1TB

As gigantes Sony e Panasonic estão desenvolvendo um disco óptico que armazena até 1TB. As informações foram divulgadas em um comunicado da Sony Global, citado pelo Gizmodo. O “Archival Disc” será resistente à poeira, umidade, mudanças de temperatuda e poderá ser gravado dos dois lados.

A primeira versão deve chegar ao mercado apenas em 2015. Neste primeiro momento ele armazenará 300 GB em dados. Em seguida, no mesmo ano sai um modelo que grava até 500 GB. Por fim, teremos a impressionante marca de 1TB, ainda sem data específica de chegar ao mercado.

Esse formato Archival Disc tinha sido anunciado ano passado pelas duas empresas, mas só agora tem detalhes revelados. Esse formato de armazenamento será voltado para empresas e profissionais que desejam guardar seus dados de maneira segura e resistente.

E, sim, será preciso comprar um drive específico para ler os novos Archival Discs.

 

 

Mundo Bit

Foto: Reprodução/GeekGadget.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Facebook investirá em ‘drones’ para ampliar acesso à Internet

O Facebook negocia a compra da Titan Aerospace, um fabricante de aviões não tripulados (“drones”), que serão usados para criar redes de Internet em regiões sem acesso à rede, afirma o site especializado no setor tecnológico TechCrunch.

A rede social de Mark Zuckerberg teria oferecido US$ 60 milhões pela Titan Aerospace, empresa fundada em 2012, que não cota na Bolsa.

Os “drones” da Titan funcionam com energia solar, que pode ser armazenada para manter esses equipamentos a 20 km de altitude por cinco anos. De acordo com o TechCrunch, esses “drones” conseguem cumprir a maioria das tarefas dos satélites geoestacionários, mas são mais baratos. [Da AFP com TechCrunch].

 

Mundo Bit

Foto: AFP

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Antiga líder de compra e venda de bitcoins ‘some’ da internet

A Mt. Gox, empresa japonesa especializada em câmbio de bitcoin e antiga líder de mercado, “sumiu” da internet. Na segunda-feira (24), todas as publicações da companhia em seu perfil no Twitter, que tem 28,3 mil seguidores, foram apagadas. Já nesta terça-feira (25), o site principal apresentava uma página em branco, enquanto o endereço de suporte técnico estava fora do ar. Às 10h desta terça, o site Bitcoin Charts não registrava transações da Mt. Gox há 11 horas.

Os problemas enfrentados pela Mt. Gox causaram um grande fluxo de saques no site. Usuários que ainda precisam retirar bitcoins agora não podem mais fazê-lo. Na última atualização, o site prometia que a função seria reestabelecida.

Ainda é possível acessar o endereço alternativo do site para suporte. A página, porém, foi atualizada pela última vez na quinta-feira (20). Como o Twitter da empresa está vazio, não há nenhuma informação sobre o motivo de o site principal estar fora do ar. No Facebook, a última postagem é de dezembro.

Uma atualização mais recente sobre a Mt. Gox foi publicada no domingo (23) pela Bitcoin Foundation (Fundação Bitcoin, em tradução), anunciando o desligamento da Mt. Gox da diretoria da fundação. Segundo o comunicado, a própria Mt. Gox teria solicitado o afastamento.

Outro comunicado, assinado por seis empresas do ramo do bitcoin e publicado na segunda-feira (24), diz que a Mt. Gox teria informado sobre suas dificuldades em “discussões privadas com outros membros da comunidade bitcoin”. A mensagem foi publicada no site da Coinbase. “Como em qualquer indústria nova, os atores ruins precisam ser eliminados. É o que estamos vendo hoje”, diz o comunicado.

O texto, que teve assinatura de empresas de câmbio como a BTC China e a Bitstamp, diz que os problemas enfrentados pela Mt. Gox são específicos dela e não do bitcoin como um todo. O comunicado afirmava ainda que, entre outras práticas, a Mt. Gox não tinha fundo de reservas para ressarcir clientes no caso de problemas, mas o trecho foi removido. Agora, o comunicado diz apenas que medidas de segurança como essa são essenciais para empresas que trabalham com bitcoin.

A última série de problemas da Mt. Gox começou devido a uma característica do bitcoin chamada de “maleabilidade de transação”. Softwares que realizam depósitos e saques automáticos em bitcoin precisam identificar se uma transação teve sucesso ou não sem confiar apenas no que se chama de “identificador de transação”.

Porém, era isso que acontecia com o sistema da Mt. Gox, o que abria possibilidade de fraude. A empresa começou a bloquear saques de bitcoin, o que fez o preço da moeda virtual despencar para US$ 100 (cerca de R$ 230), enquanto em outros locais o valor do bitcoin girava em torno de US$ 500 (aproximadamente R$ 1,1 mil).

Na quarta-feira (19), a Mt. Gox comunicou uma mudança de endereço devido a “problemas de segurança” que não foram especificados. Em 2011, a Mt. Gox sofreu uma invasão que fez o valor do Bitcoin despencar para US$ 0,01.

 

 

 

Altieres Rohr

Especial para o G1

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Samsung anuncia Galaxy S5 com leitor biométrico e resistência à água

A Samsung anunciou nesta segunda (24) o seu novo smartphone topo de linha, o Galaxy S5. As grandes mudanças neste modelo é que ele terá 16 megapixels na câmera traseira (o anterior eram 13), um leitor biométrico e será à prova de água e poeiro, assim como o Galaxy S4 Active.

A apresentação aconteceu no Mobile World Congress, em Barcelona. O aparelho tem tela de 5,1 polegadas, processador quad-core de 2,5 GHz, bateria com 2.800 mAh, tecnologia NFC (de transmissão de dados por contato) e vem com Android Kit Kat 4.4.2. Com apenas 145 gramas, o celular mede 14,2 x 7,25 x 0,8 cm.

A Samsung disse que a câmera traz mais recursos, como o autofoco de 0,3 segundos, foco manual e HDR, que melhora as cores da imagem. A câmera de 16 megapixels filma em 4K (ultradefinição). Já a dianteira tem 2,1 megapixels de qualidade.

Mais resistente

A empresa decidiu incorporar uma das características mais elogiadas do Galaxy Active, que é a super-resistência à queda e poeira. Com isso, o aparelho sai na frente de diversos outros modelos topo de linha, como o iPhone 5S.

Mas, antes de sair mergulhando com o aparelho, a Samsung alertou usuários na apresentação dizendo que a tecnologia empregada protege apenas incidência de água e poeira na superfície, como em uma chuva, por exemplo.

Da Apple, a Samsung incluiu o recurso de leitura biométrica. No entanto, ao contrário do iPhone 5S, o botão não será físico, mas estará localizado na página inicial, no botão “home” do Android.

Preço ainda é mistério

O novo Galaxy S5 chegará às lojas no dia 11 de abril, em 150 países. O preço ainda não foi definido. Não se sabe ainda se o aparelho chegará ao Brasil nesta mesma data.

 

 

Foto: AFP.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Vazam supostas fotos da nova geração do iPhone: ainda mais fino e tela maior

Supostas imagens do  6 chegaram à internet nesta quinta (13). Quem vazou foi o blogueiro Sonny Dickison, que tem um bom histórico de acertos em relação a rumores relacionados à .

O corpo do aparelho parece mais fino que o atual iPhone 5S e também mostra uma tela maior. Ele também parece ter bordas arredondadas, semelhantes aos novos iPad.

Dickson acredita que a nova geração de iPhone será uma mistura de iPad Air com o iPod Touch. Hoje uma conta anônima no Twitter divulgou mais imagens do suposto novo iPhone, com bastante semelhança da foto divulgada pro Dickson.

A Apple, claro, não comenta rumores. Ainda não há data de chegada do novo smartphone chegar às lojas, mas pelos rumores apontados até aqui, a empresa está empenhada em bater seu maior rival, o Galaxy S4 da Samsung.

size_590_Suposto-Iphone6

 

 

Mundo Bit

Foto: Reprodução/SonnyDickison.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Marco Civil será votado apenas na semana que vem, ainda envolta em polêmica

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), relator da proposta do Marco Civil da Internet (PL 2126/11), disse que o governo apoia integralmente a nova versão do substitutivo ao projeto, apresentada em dezembro. O ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, compareceu à reunião de líderes da base e reiterou o apoio do governo.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse que pretendia colocar a pauta em votação na sessão plenária desta terça-feira (11). Porém, o líder do governo, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), ao deixar a reunião da base aliada, disse que o projeto do Marco Civil da Internet deve ser votado apenas na semana que vem.

Ao sair da reunião da bancada do PT, Molon destacou que a proposta tem também amplo apoio, na Câmara, de partidos da base e da oposição. A exceção ficaria por conta do PMDB, que diverge do artigo referente à neutralidade de rede.

Alguns parlamentares também discordam, conforme Molon, da obrigatoriedade de empresas de internet manterem data centers no Brasil para a guarda de dados de internautas brasileiros. De acordo com o relator, esse ponto deverá ser votado em separado, durante a sessão prevista para esta tarde.

Guarda dos dados é polêmica

Molon disse ainda que o texto tem apoio de quase todos os setores da sociedade. Segundo ele, até mesmo as divergências das empresas telefônicas teriam abrandado, com a garantia, inserida no texto, de liberdade para os modelos de negócios das empresas.

“Este texto extirpou dúvidas, que havia, sobre a possibilidade de vendas, pelas telefônicas, de pacotes de internet com velocidade diferente; essa possibilidade está garantida”, ressaltou.

Porém, entidades da sociedade civil, que antes apoiavam a proposta, divulgaram carta contrária à ultima versão do texto. As entidades criticam, por exemplo, a obrigatoriedade de provedores de conteúdo guardarem os dados de acesso de internautas a aplicações de internet. Para as entidades, isso pode ferir a privacidade dos usuários.

Na reunião da bancada, o líder do PT, deputado Vicentinho (SP), garantiu que a proposta é consensual na bancada.

 

Da Agência Câmara

Mundo Bit

 

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.