Em vigor há um ano, Marco Civil da Internet busca consenso para regulamentação

Da Agência Brasil

Debates sobre Marco Civil e proteção de dados pessoais foram prorrogados até 5 de julho / Foto: divulgaçãoDebates sobre Marco Civil e proteção de dados pessoais foram prorrogados até 5 de julhoFoto: divulgação

Com um ano completado nesta semana, o Marco Civil da Internet aguarda regulamentação para detalhar, de forma mais precisa, pontos importantes e polêmicos da lei que também é chamada de Constituição da Internet. Apesar de a regulamentação não ter sido finalizada – sob a justificativa de se buscar um texto o mais consensual possível, de forma a facilitar sua tramitação no Legislativo – governo e provedores têm comemorado os benefícios do Marco Civil para aqueles que usufruem da grande rede.

“O governo tem uma avaliação muito positiva sobre esse primeiro ano do Marco Civil. Ao longo desse período vimos que a dimensão que projetamos durante os debates foi consolidada. Mais do que uma lei, o Marco Civil brasileiro é referência para o debate mundial sobre a relação entre população e internet, deixando claros direitos e garantias das pessoas e dando segurança jurídica às empresas do setor”, disse à Agência Brasil o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Gabriel Sampaio.

A fim de se chegar a um texto final mais consensual para regulamentar o Marco Civil – e dessa forma ter menos resistência durante sua tramitação no Congresso Nacional – o governo tem buscado contribuições por meio do site do Ministério da Justiça. Ainda não há data prevista para conclusão do texto, mas, segundo Sampaio, a expectativa é que ocorra no segundo semestre deste ano. “Até dia 30 de abril vamos manter uma plataforma [de consulta pública, disponível no site do Ministério da Justiça] para receber contribuições para alguns dos eixos da regulamentação do Marco Civil. Em especial, para os que tratam da neutralidade da rede; da guarda de registros de aplicação e conexão; e da privacidade”, disse o secretário. O quarto eixo é mais genérico, abrangendo os “demais temas”.

Os debates sobre Marco Civil e proteção de dados pessoais foram prorrogados até 5 de julho, na busca por mais interações. Após o encerramento da  fase de coleta de sugestões, terá início a etapa de sistematização das propostas. “Possivelmente faremos uma nova rodada de debates a partir de um texto base e, só depois, o texto será encaminhado à Presidência da República. Nossa expectativa é que isso seja feito no segundo semestre deste ano. Mas, se for da vontade da presidenta [Dilma Rousseff], poderemos antecipar isso, porque o trabalho já está bem avançado. Não há pressa, porque o que buscamos é o consenso”, explicou Sampaio.

A regulamentação tratará, entre outras coisas, das exceções previstas para o Marco Civil. Algumas delas voltadas à priorização de serviços de emergência, de utilidade pública, saúde e outras relativas aos requisitos técnicos a serem adotados para a prestação de serviços de internet. “Tudo será analisado, até para tecnicamente sabermos se há algum tipo de degradação ou discriminação de dados que possam prejudicar o usuário da rede”, acrescentou.

Um dos pontos mais polêmicos é o que trata da neutralidade da rede, item segundo o qual pacotes de dados têm a obrigação de serem tratados de forma isonômica, em termos de qualidade e velocidade, sem distinção de conteúdo, origem, destino ou serviço.

Representante dos provedores regionais de internet – em geral, empresas que apesar de menor porte estão espalhadas por todo o país, principalmente nas localidades que não despertaram tanto interesse para os grandes do setor –, a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) sempre foi favorável à neutralidade da rede. “Sem ela, as empresas de menor porte seriam muito prejudicadas. Muitas quebrariam, o que resultaria em monopólio no setor. Em outras palavras, impediria a evolução da própria internet”, explicou o presidente da entidade, Basilio Rodriguez Perez.

Segundo ele, “a internet é um ambiente em constante evolução, que permite o surgimento quase instantâneo de empreendimentos como Facebook e Youtube, que são bastante recentes. Outros, que nem eles, aparecerão. Sem neutralidade, no entanto, qualquer novo serviço que afete as empresas que já estão operando poderá ser prejudicado, evitando que a evolução se perpetue”, acrescentou.

Segundo a Abrint, grandes operadoras têm sido “criativas”, no sentido de desobedecer as regras de neutralidade, mesmo após a sanção do Marco Civil da Internet. “Algumas ofertas disfarçadamente mexem na neutralidade ao não contabilizar como tráfego de dados os acessos a algumas redes sociais. Isso fere a neutralidade, porque para deixar esse acesso liberado, eles bloqueiam as demais redes equivalentes”, disse.

“O que eles têm feito é prejudicar o restante, tirando do usuário o poder de decisão sobre o que ele pode ver. A pessoa acha que está sendo beneficiada, por ter facilidades para um determinado acesso. Mas, na verdade, está sendo prejudicada para os demais acessos”, completou o presidente da Abrint.

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Hackers russos leram emails de Obama, diz jornal

Da AFP

Segundo o jornal nova iorquino, não se sabe quantas mensagens de Obama foram lidas / Foto: AFPSegundo o jornal nova iorquino, não se sabe quantas mensagens de Obama foram lidasFoto: AFP

Os emails do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foram lidos por hackers russos no ano passado após os sistema de computadores da Casa Branca ter sido invadido, afirmou o jornal The New York Times nesse sábado (25).

No início desse mês, funcionários do governo americano admitiram que houve um ataque cibernético no ano passado, mas não foi confirmado que o ação tenha partido da Rússia.
Segundo o jornal, que cita altos funcionários como fonte, o ataque pode ter sido “mais intrusivo e preocupante” do que o divulgado pelo governo e os hackers podem estar relacionados ou até mesmo trabalhar para Moscou.
Os hackers, que também entraram no sistema de computadores do Departamento de Estado, tiveram acesso aos emails de pessoas de dentro da Casa Branca, e talvez a de algumas pessoas de fora, que têm comunicação regular com Obama, disse o The New York Times.
De acordo com as fontes, teria sido a partir dessas contas que os hackers chegaram aos emails enviados e recebidos por Obama.
Os hackers não parecem ter entrado nos servidores que controlam o tráfego de mensagens do BlackBerry usado pelo presidente americano e a Casa Branca afirmou que a as redes não foram comprometidas.
Segundo o jornal nova iorquino, não se sabe quantas mensagens de Obama foram lidas e seu email não parece ter sido hackeado.
A maioria das informações sigilosas são passadas a Obama oralmente ou em papel. Os documentos costumam ser guardados no Salão Oval ou na Sala da Situação da Casa Branca.

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Telescópio Hubble popularizou a astronomia, diz brasileiro na Nasa

 Fotografia de 25 de abril de 1990 mostra telescópio espacial Hubble em órbita da Terra  (Foto: Nasa/AP)
Fotografia de 25 de abril de 1990 mostra telescópio espacial Hubble em órbita da Terra (Foto: Nasa/AP)
Infográfico explica como funciona o telescópio Hubble (Foto: G1)

Para o astrofísico brasileiro Rafael Eufrásio, que trabalha na Nasa, o telescópio espacial Hubble inspirou uma geração inteira de novos cientistas. “Desde selos de cartas, a roupas, gravatas e outros adereços é fácil perceber que o Hubble exerceu e exerce um papel fundamental em expor e criar interesse de crianças e jovens a seguirem carreiras científicas em geral”, afirmou o pesquisador por e-mail, em entrevista ao G1.

O instrumento – que orbita a Terra a 570 km de altitude e é resultado de uma colaboração entre a agência espacial norte-americana, a Nasa, e a Agência Espacial Europeia, a ESA – comemora 25 anos no espaço nesta sexta-feira (24).

Eufrásio trabalha desde 2008 no Goddard Space Flight Center da Nasa, responsável pelas operações do Hubble. Em seus projetos de pesquisa, que envolvem a identificação das características da formação das estrelas em galáxias entre 10 e 300 milhões de anos-luz da Terra, o brasileiro conta que o Hubble teve o papel de discernir detalhes nas imagens que nenhum dos outros telescópios proporcionava.

O instrumento, que pesa 11 toneladas, mede 13,2 metros de comprimento por 4,2 metros de diâmetro. Com um espelho primário de 2,4 metros de diâmetro, o Hubble possui 100 terabytes de dados arquivados e gera atualmente 140 gigabytes de dados brutos por semana.

Expansão acelerada do Universo
Segundo Eufrásio, o Hubble garantiu imagens muito mais nítidas do que qualquer outro observatório na Terra e, por isso, muitos fenômenos inesperados foram revelados. “Isso mudou completamente o que entendíamos como astrofísica”, diz. Um dos principais exemplos foi a pesquisa que confirmou a expansão acelerada do Universo. A descoberta, que levou ao Nobel de 2011, foi feita por observações de explosões de supernovas obtidas pelo Hubble e por outros telescópios na Terra.

Aprender sobre o ciclo de vida das estrelas foi uma das razões para a construção do telescópio. Por ele operar acima das distorções e dos efeitos bloqueadores da atmosfera terrestre, os astrônomos esperavam poder contemplar um passado mais distante, analisando gerações de estrelas e galáxias que se formaram mais perto do Big Bang, a explosão que teria dado início ao universo, cerca de 13,7 bilhões de anos atrás.

O Hubble revelou, além disso, buracos negros no coração de galáxias cuja existência até então a ciência conseguia apenas supor. Ele também fez um milhão de imagens de corpos celestes, alguns dos quais nos confins do cosmos.

Percalços
A história do Hubble não foi só feita de imagens impressionantes e descobertas revolucionárias. Eufrásio lembra que, por um defeito no polimento do espelho, o telescópio inicialmente produziu imagens borradas, o que só foi consertado na primeira missão de conserto em dezembro de 1993, quando astronautas substituíram um dos instrumentos pelo COSTAR (Corrective Optics Space Telescope Axial Replacement).

 Imagem feita pelo Hubble mostra Messier 57, a Nebulosa do Anel: trata-se da segunda nebulosa planetária a ser descoberta  (Foto: NASA/ESA, C. Robert O'Dell, Vanderbilt University/AP)
Imagem feita pelo Hubble mostra Messier 57, a Nebulosa do Anel: trata-se da segunda nebulosa planetária a ser descoberta (Foto: NASA/ESA, C. Robert O’Dell, Vanderbilt University/AP)

“O COSTAR é de fato os ‘óculos’ (ou ‘lentes de contato’) do Hubble. Até hoje, cinco missões de conserto foram enviadas, com os astronautas substituindo instrumentos e giroscópios por equipamentos de ponta. A última missão de conserto foi em 2009 e hoje se espera que o Hubble continue funcionando como está, pelo menos, até 2020.”

Acesso ao Hubble
Qualquer pessoa de qualquer país pode soclicitar o uso do Hubble em pesquisas, desde que justifique cientificamente o uso, diz Eufrásio. O comitê julgador deve entender que aquele é o melhor uso do instrumento. “A comunidade brasileira é bem ativa e tem se tornado cada vez mais competitiva, especialmente com o possível ingresso do Brasil no Observatório Austral Europeu (European Southern Observatory, ESO) e com a participação de brasileiros em diversas colaborações para desenvolvimento de telescópios futuros.”

 Imagem feita pelo Hubble mostra a galáxia espiral NGC 1300  (Foto: NASA/ESA, Hubble Heritage Team STScI/AURA/AP)
Imagem feita pelo Hubble mostra a galáxia espiral NGC 1300 (Foto: NASA/ESA, Hubble Heritage Team STScI/AURA/AP)

A Nasa espera manter o Hubble em operação sem conserto até pelo menos 2020. Seu sucessor, o Telescópio Espacial James Webb, deve ser lançado em outubro de 2018. “O James Webb Space telescope, apesar de ser o sucessor científico do Hubble, terá abilidades complementares às do Hubble e não será responsável por ‘aposentar’ o Hubble”, explica Eufrásio.

Segundo ele, o novo telescópio produzirá imagens mais nítidas, mas o campo de visão será bem menor. “As capacidades que o Hubble tem de observar luz vizível e ultravioleta ainda serão únicas.”

 Imagem mostra os remanescentes de uma explosão de uma supernova conhecida como Cassiopeia A (Foto: NASA, ESA, Hubble Heritage STScI/AURA-ESA/Hubble Collaboration via AP)
Imagem mostra os remanescentes de uma explosão de uma supernova conhecida como Cassiopeia A (Foto: NASA, ESA, Hubble Heritage STScI/AURA-ESA/Hubble Collaboration via AP)
Do G1, em São Paulo

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Brasil se une à Coreia do Sul para trocar tecnologias de governo digital

Urna eletrônica_corte 690 (Foto: Nelson Jr./TSE)
Urna eletrônica usada nas eleições brasileiras (Foto: Nelson Jr./TSE)

O Brasil vai buscar na nação com a maior velocidade média de internet experiências em economia digital para acelerar a adoção de governo digital no país. Para isso, assinará um acordo com a Coreia do Sul nesta quinta-feira (23) durante o Seminário Internacional Brasil 100% Digital, em Brasília.

Com médias de conexão em torno de 22,2 Mbps, pouco mais de sete vezes a média do Brasil, segundo a Akamai, a Coreia do Sul é o parceiro ideal, na avaliação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. “[O país] tem um ambiente de redes muito avançados, além de aplicações muito desenvolvidas”, afirmou Virgílio de Almeida, secretário de política da pasta.

Tratado como colaboração tecnológica, o acordo visa incentivar a transferência entre empresas, universidades institutos de pesquisa dos dois país. O país asiático é lar de importantes empresas de alta tecnologia, como LG e a Samsung, que produz de celulares como o Galaxy S6 Edge a estaleiros e TVs de tela curva.

Já o Brasil tem a oferecer a escala de adoção de novas tecnologias. Almeida enumera entre os atrativos do Brasil o fato de ser o sexto maior mercado de tecnologia da informação do mundo, ter milhões de consumidores, além de ter aplicações próprias como a urna eletrônica e a declaração digital de imposto de renda.

Além desse acordo, o secretário conta que a Samsung assinará outro acordo com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadoras (Anprotec), que reúne os grandes parques tecnológicos brasileiros.

Tops digitais
O seminário em que as duas parcerias serão firmadas tratará de ao redor do mundo de ações de governo eletrônico. O evento contará com representantes dos países líderes em governança digital, segundo índice da ONU. Além da Coreia, participarão membros dos governos de Austrália, Cingapura, Holanda e Estados Unidos.

Além deles, países que não despontam nesse ranking, mas também são fortes na digitalização de serviços públicos estarão presentes. Caso disso é a Estônia. “Lá, o cidadão resolve tudo com o governo pela internet. Ele possui uma identidade única na internet e offline. Reduziu totalmente a burocracia”, comenta Almeida.

Startup a serviço do governo
“O que a gente vê é que vários países avançaram e integraram essas aplicações”, diz o secretário, acrescentando que “a ideia é mostrar o estágio em que chegaram.” A partir das discussões expostas na conferência, o governo brasileiro pretende impulsionar a implantação de serviços públicos conectados.

“Temos visto que cada vez mais a possibilidade de usar essas tecnologias para oferecer novos serviços e as demandas da sociedade são algo em que o Brasil têm de investir e têm de explorar mais”, diz Almeida.

A ideia é lançar mão dos instrumentos já existentes para facilitar a migração do governo rumo ao mundo digital. Isso pode incluir um programa de startups para serviços do governo e usar os certificados de software nacional para empurrar o desenvolvimento de aplicações que venham a ser comprados pelo governo. A Casa Civil e o Tribunal de Contas da União também participarão dos debates, que também acontecem nesta sexta-feira (24).

Seminário Internacional Brasil 100% Digital
Onde
: Teatro do Hotel Royal Tulip, Brasília – DF
Quando: dias 23 e 24 de abril, das 8h30 às 18h30
Quanto: Gratuito, mas as vagas são limitadas (incrições encerradas)

 

Do G1, em São Paulo

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Contra falta de espaço, Japão aposta em cemitérios high-tech

O projeto Stairway to Heaven, do fotógrafo Noriko Hayashi, explora a forma como o Japão lida com a falta de espaço, um problema tanto na vida como na morte (Foto: Noriko Hayashi/PANOS)

O projeto Stairway to Heaven, do fotógrafo Noriko Hayashi, explora a forma como o Japão lida com a falta de espaço, um problema tanto na vida como na morte (Foto: Noriko Hayashi/PANOS)

O projeto Stairway to Heaven, do fotógrafo Noriko Hayashi, explora a forma como o Japão lida com a falta de espaço, um problema tanto na vida como na morte.

Tóquio é uma das maiores metrópoles do mundo, com uma população de cerca de 36 milhões de pessoas. No cemitério Aoyama, por exemplo, uma sepultura pode custar mais de US$ 100 mil (quase R$ 303 mil). Veja galeria de fotos.

Os japoneses estão procurando alternativas para o enterro de entes queridos, como o prédio Shinjuku Rurikoin Byakurengedo, um ossário de vários andares projetado por Kiyoshi Takeyama.

O prédio usa uma tecnologia avançada de automação, desenvolvida pela Toyota, para facilitar o armazenamento e o acesso aos restos mortais.

O projeto Stairway to Heaven é parte da série criada pela Sony Global Imaging Ambassadors, o Futuro das Cidades (www.imagingambassadors.sony.net) e conta com uma exposição na Somerset House de Londres, que vai do dia 24 de abril a 10 de maio.

Os japoneses estão procurando alternativas para o enterro de entes queridos, como o prédio Shinjuku Rurikoin Byakurengedo, um ossário de vários andares projetado por Kiyoshi Takeyama (Foto: Noriko Hayashi/PANOS)
Os japoneses estão procurando alternativas para o enterro de entes queridos, como o prédio Shinjuku Rurikoin Byakurengedo, um ossário de vários andares projetado por Kiyoshi Takeyama (Foto: Noriko Hayashi/PANOS)
Da BBC

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Anvisa simplifica regras para importação de derivado da maconha

Da Folhapress

A partir de agora, pacientes que já obtiveram autorização para importar não precisarão informar a Anvisa a cada novo pedido feito aos fabricantes. / Foto: Fotos PublicasA partir de agora, pacientes que já obtiveram autorização para importar não precisarão informar a Anvisa a cada novo pedido feito aos fabricantes.Foto: Fotos Publicas

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta quarta-feira (22) novos critérios para liberar a importação de produtos à base de canabidiol, um dos derivados da maconha, em casos de tratamentos de saúde.

A partir de agora, pacientes que já obtiveram autorização para importar não precisarão informar a Anvisa a cada novo pedido feito aos fabricantes. A autorização valerá por um ano.

Para isso, a agência reguladora passará a adotar uma lista de produtos para os quais a importação deve ser facilitada. Até agora, cinco deles fazem parte desta lista, os quais correspondem a 95% dos pedidos recebidos pela agência, de acordo com os diretores do órgão.

“Não se trata de uma lista de produtos autorizados ou analisados pela Anvisa, mas sim importados regularmente”, disse o diretor-presidente da agência, Jaime Oliveira.

Entram nesse rol produtos como cápsulas e óleos à base de canabidiol, mas que também possuem traços outros canabinóides, como o THC, que tem efeitos psicoativos. A Anvisa exige que o teor de THC seja inferior ao de canabidiol.

HOSPITAIS

Outra mudança que visa facilitar o processo é a possibilidade de indicação de um “intermediário” que irá efetivamente importar o produto ao paciente, como hospitais, prefeituras ou planos de saúde. Para a Anvisa, a possibilidade de compra por intermediários pode ajudar a reduzir os preços junto aos fabricantes.

O pedido de autorização, no entanto, ainda precisa ser feito pelo paciente ou seus familiares, os quais devem apresentar um laudo técnico sobre o caso, receita médica e termo de responsabilidade. Se obtido, dura até um ano.

A necessidade de autorização ainda ocorre porque, embora a agência tenha liberado em janeiro o canabidiol para uso medicinal, não há produtos à base da substância registrados no Brasil.

Famílias de pacientes reclamam da dificuldade em obter os medicamentos, o que faz com que muitos ainda recorram à compra clandestina. Além das taxas, um dos impasses é a necessidade de ter que retirar pessoalmente o produto nas agências nos aeroportos.

A Anvisa, porém, descarta a possibilidade de que os produtos à canabidiol sejam obtidos por remessa postal. Isso ocorre, segundo a agência, devido a dificuldades na fiscalização e ao risco de criar uma brecha para entrada de produtos ilegais.

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Google lança serviço de telefonia móvel

Da AFP

Serviço é baseado em uma tecnologia capaz de detectar a rede mais rápida no local onde o usuário se encontra / Foto: AFPServiço é baseado em uma tecnologia capaz de detectar a rede mais rápida no local onde o usuário se encontraFoto: AFP

O gigante da internet Google anunciou nesta quarta-feira (22) o lançamento de um serviço de telefonia móvel, que só estará disponível por convite. “O Projeto Fi pretende colocá-lo na melhor rede, onde quer que vá”, explica o Google em seu blog oficial.

O serviço é baseado em uma tecnologia capaz de detectar a rede mais rápida no local onde o usuário se encontra e conectar-se a ela automaticamente. O usuário poderá escolher entre uma rede wi-fi gratuita que o Google considere estável ou uma rede de telefonia Móvel 4G LTE.

O Google fechou parceria com as operadoras Sprint e T-Mobile USA, terceira e quarta no mercado de telefonia móvel americano. “Uma vez conectado, criptografamos seus dados para torná-los seguros. Quando não estiver em uma rede wi-fi, vamos conectá-lo a redes de nossos parceiros que garantirem a maior velocidade”, explica a companhia.

A empresa oferece o serviço a um custo fixo de US$ 20 por mês para o serviço básico (chamadas, SMS e cobertura internacional em mais de 120 países), com um adicional de US$ 10 para cada Giga consumido. O serviço vai operar nesta primeira fase apenas no smartphone Nexus 6, fabricado pela Motorola. Os interessados ​​em experimentá-lo nos Estados Unidos poderão solicitar um convite no site fi.google.com.

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Airbus vai começar a operar com drones ainda este ano

Foto: AFP.

A Airbus pretende assinar até ao verão um acordo conjunto com a Alemanha, a França e a Itália para a construção de aviões não tripulados, os drones.

Em um primeiro momento o projeto da Airbus para drones será usado por Alemanha, França e Itália, países que lideram o projeto. A ideia é que outros países, como Portugal, sejam incluídos ainda este ano.

O responsável da Airbus considerou que os aviões não tripulados, conhecidos como drones, serão “determinantes na próxima década”. Antonio Barberán afirmou ainda que o avião de transporte estratégico A400M voltará a ser apresentado a Portugal, que há alguns anos abandonou este projeto desenvolvido a nível europeu.

O espanhol se esquivou a falar sobre o KC390, avião da Embraer que Portugal já manifestou a intenção de comprar, e disse que estes dois equipamentos “não são concorrentes”. “O A400M tem por exemplo quase o dobro do tamanho e aplicações muito diferentes do KC390″, declarou. [Com Agência Lusa]

 

MundoBit

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WhatsApp inclui função de chamadas de voz no app para iPhone

Atualização no Iphone está sendo liberada gradualmente / Foto: ReproduçãoAtualização no Iphone está sendo liberada gradualmenteFoto: Reprodução

O WhatsApp lançou nessa terça-feira (21) uma versão nova de seu aplicativo para o iPhone que inclui as chamadas de voz, lançada primeiramente no Android.

A empresa, que pertence ao Facebook, está liberando gradualmente a atualização (de número 2.12.1) para os usuários. Todos terão a função “nas próximas semanas”, anunciou a empresa.
A diferença entre usar o WhatsApp para ligar para um contato em vez da função telefônica do aparelho é o caminho que faz a voz: no app, assim como acontece no Skype, Hangouts, Viber e outros concorrentes, é transmitida por meio da conexão de internet em vez da rede celular convencional.
Dessa maneira, cobranças com chamadas telefônicas são contornadas, mas o plano de dados é consumido (o que pode também acarretar em pagamentos).
Por outro lado, a qualidade da ligação pode ser pior, caso a conexão seja lenta ou instável.
O WhatsApp diz ter 800 milhões de usuários ativos.
Do NE10

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Lucro da Yahoo despenca 93% no primeiro trimestre

Yahoo (Foto:  Justin Sullivan / Getty Images / AFP Photo )

Yahoo! lucra US$ 21,1 milhões no 1º trimestre (Foto: Justin Sullivan / Getty Images / AFP)

O grupo pioneiro de internet americano Yahoo divulgou nesta terça-feira (21) resultados decepcionantes para o primeiro trimestre do ano, com uma queda de 93% – de US$ 312 milhões para US$ 21,1 milhões – de seu lucro líquido com relação ao mesmo período no ano passado.

Referência em Wall Street, o lucro por ação, sem incluir elementos excepcionais, alcançou apenas 15 centavos, quando os analistas esperavam três centavos mais.

Apesar de o volume de negócios ter subido 8%, a US$ 1,230 bilhão, a cifra é menor do que o esperado pelo mercado.

 

Da France Presse

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