Apple confirma que celebridades foram vítimas de ataque cibernético

Fotos de famosas nuas como Jennifer Lawrence e Victoria Justice foram divulgadas na rede / Foto: Reprodução
Fotos de famosas nuas como Jennifer Lawrence e Victoria Justice foram divulgadas na redeFoto: Reprodução

 

A gigante da tecnologia Apple confirmou nesta terça-feira (2) que algumas contas de celebridades sofreram um ataque cibernético no domingo, mas negou que a causa tenha sido uma falha em seu sistema. “Após mais de 40 horas de investigação, descobrimos que algumas contas de celebridades foram alvo de um ataque muito direcionado contra nomes de usuários, senhas e perguntas de segurança”, afirmou a empresa americana em um comunicado. No entanto, “nenhum dos casos que investigamos procede de uma falha em algum dos sistemas da Apple, incluindo o iCloud ou (o aplicativo de busca de telefones perdidos) ‘Find my iPhone'”, acrescentou. A Apple garante que continua a colaborar com a polícia para ajudar a identificar os hackers envolvidos no caso. “A proteção dos dados pessoais e a segurança de nossos clientes é de extrema importância para nós”, reafirmou o grupo. A Polícia Federal americana e a Apple investigam desde segunda-feira a difusão na Internet de imagens de estrelas americanas nuas. De acordo com parte da imprensa americana, os hackers aproveitaram uma brecha nas bases de dados do iCloud da Apple, mas serviços semelhantes de outras operadoras também podem ter sido alvo.

 

Da AFP

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Google testa drones para entrega de compras feitas pela internet

Google realizou testes de entrega com drones na Austrália (Foto: Reprodução/YouTube/Google)

Google realizou testes de entrega com drones na Austrália (Foto: Reprodução/YouTube/Google)

O Google revelou na quinta-feira (28) que realizou testes com drones na Austrália para entregar produtos comprados on-line, seguindo na mesma direção da gigante de vendas pela internet Amazon. Veja um vídeo da iniciativa aqui.

O Google realiza pesquisas há dois anos dentro do chamado “Project Wing” (Projeto Asa, em português), que neste mês fez voos de teste levando doces, remédios, biscoitos de cachorro e outras encomendas a fazendeiros de Queensland, na Austrália.

“Os veículos de voo autônomo poderão abrir novos enfoques para a circulação de mercadorias”, destaca o Google em um artigo publicado em seu site.

“Através da história, as principais mudanças no trânsito de mercadorias conduziram a novas oportunidades para o crescimento econômico e, geralmente, tornaram a vida dos consumidores mais fácil”.

A Amazon já desenvolve a ideia de “drones-correio” para a entrega de pacotes e em julho passado pediu permissão às autoridades norte-americanas para realizar testes no território nacional.

 

Da France Presse

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Para ser opção ao WhatsApp, app de chat mira público sem smartphone

Aplicativo de mensagens 'Msngr' foca em usuários que não possuem smartphone. (Foto: Divulgação/Msngr)

Aplicativo de mensagens ‘Msngr’ foca em usuários que não possuem smartphone. (Foto: Divulgação/Msngr)

Surge a vontade de usar um aplicativo para enviar uma mensagem a um amigo, que, para frustrar o plano, não possui smartphone. É entre esse público, esquecido pelos mais populares app de bate-papo, que quer crescer o “Msngr” – pronuncia-se Messenger, da mesma forma como o app com a mesma função do Facebook.

O Msngr é uma reformulação do antigo Claro Messenger, construído para ser o sistema de comunicação dos clientes da operadora no Brasil. Criado pelo Myriad Group, o bate-papo é fruto de uma parceria entre a empresa e a dona da Claro, a mexicana América Móvil. A partir de julho, o app para Android foi aberto a todos os usuários, não importando de qual operadora é cliente. De saída, o Msngr já nasceu com 67 milhões de usuários, todos clientes da empresa de telecomunicação mexicana e suas subsidiárias.

Pompilio Roselli, gerente no Brasil da Myriad, que desenvolve o aplicativo 'Msngr'. (Foto: Divulgação/Msngr)
Pompilio Roselli, gerente no Brasil da Myriad, que
desenvolve o aplicativo ‘Msngr’. (Foto: Divulgação/
Msngr)

Pompilio Roselli, gerente da Myriad no Brasil, explica que um dos trunfos do Msngr advém dessa antiga parceria: as mensagens enviadas entre os clientes da Claro não são cobradas. Diferentemente do que ocorre quando operadoras liberam o acesso a um determinado app, como já ocorreu com o Facebook e o Twitter, não é preciso que o usuário compre créditos para a gratuidade do Msngr funcionar.

Roselli afirma que outras operadoras devem se tornar parceiras do app. “A gente está conversando com mais uma grande operadora no Brasil”, diz o executivo, acrescentando que “nos próximos dois meses vai ter um avanço importante para o Brasil e para a América Latina”. Isso é impulsionado pela aceitação dos clientes de outras operadoras. Sem revelar números, o executivo diz que 40% dos novos usuários do bate-papo já são clientes de fora da Claro.

O outro ás na manga do Msngr para se tornar uma opção ao WhatsApp é que até quem possui celulares mais simples pode utilizá-lo. Nesses casos, a conexão ocorre por navegação Wap, um ancestral da navegação via aplicativos. A ideia surgiu a partir de pesquisa junto a consumidores.

“A primeira coisa que eles falavam era: ‘Puxa, eu tenho um smartphone, mas meu amigo não tem, não consigo falar com ele’”, diz Roselli. “O cara se sente excluído: não tem smartphone, não pode falar”, completa.

A Myriad está de olho, porém, em quando esse cliente se livrar do celular convencional. “Os usuários, quando compram um smartphone, têm continuado com o serviço, mas começaram com o Wap.” A empresa quer pegar carona em um processo de migração no Brasil. Em maio, segundo a IDC, 76% dos celulares vendidos no país eram smartphones.

 

 

Do G1, em São Paulo

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Em maratona hacker, Facebook escolherá startups brasileiras para acelerar

16jjjjjjjjjeruhge53-bt3-b-53b 3bwwwgggQuando o Facebook comprou o WhatsApp, a piada que corria pela internet era a de que, se resolvesse adquirir alguma fabricante de colchões, Mark Zuckerberg deteria todas as empresas presentes na vida do brasileiro. Exagero, mas mostra que o brasileiro curte o Facebook. E agora a rede social quer mostrar que também curte o que o brasileiro faz – se você acha que o Zuckerberg vai dividir a fortuna dele contigo, pare de ler esse post agora.

O fato é que o Facebook percebeu que dentre as mais de 200 empresas — 218, para ser exato — que usam a plataforma em algum serviço, apenas 7 são brasileiras (Veja abaixo quais são elas). Fazendo uma conta de padeiro, quer dizer que apenas 3,5% das parceiras do Facebook são brasileiras — isso enquanto a população tupiniquim na rede (89 milhões) chega a 6,7% do total.

O que a rede social quer agora é ajudar mais startups brasileiras a se tornarem parceiras para criarem sistemas que atendam a necessidades locais. O nome técnico para essas empresas é Desenvolvedores Preferenciais de Marketing (PMD, na sigla em inglês). Para que recebam essa chancela, o Facebook vai acelerar algumas startups brasileiras.

O vestibular para nove empresas iniciantes começa nesta quarta-feira (27) e dura até sexta (29), na sede da empresa em São Paulo. A prova? Uma hackaton (maratona de desenvolvimento), similar às que o Facebook promove nos Estados Unidos e às que a rede usava para recrutar funcionários. Durante os encontros, os empreendedores terão que solucionar problemas utilizando linguagem de programação.

As selecionadas receberão orientação de engenheiros e executivos do Facebook nos meses seguintes. Esse programa de aceleração é o primeiro que a empresa conduz na América Latina. De acordo com a companhia, foi a procura de empresas brasileiras que motivou o lançamento do projeto.

Veja abaixo quais são as empresas brasileiras que já atuam com o Facebook:

55social
A companhia dá a agências uma caixa de ferramenta de mídias sociais, contendo publicador de conteúdo e criador de aplicativos interativos, para que melhorem performance de suas campanhas na rede. Entre os clientes estão a FILA, SulAmérica Seguros, a Livraria Cultura e a Editora Leya.

Bornlogic
A empresa simplifica a criação e a análise de campanhas no Facebook. Os pacotes são assinaturas mensais de ferramentas gerenciadas pelos próprios contratantes ou recursos administrados pela Bornlogic. Já atende o restaurante Coco Bambu.

EzLike
Especialista em ferramentas que parametrizam a dimensão de uma campanha e controlam o alcance de anúncios feitos na rede social. Trabalha para, entre outras, Americanas.com, Ogilvy e Level Up.

Dito
A empresa mineira desenvolve aplicações que rodam na rede social. Ao passo que as pessoas usam seus programas, a startup vai reunindo informações para que as marcas contratantes entendam como se comportam seus consumidores. O Flamengo e a Tim foram algumas das atendidas.

RIOT
A agência digital tem uma estratégia multi-plataforma, em que não só os smartphones, tablets, videogames e smart TVs são espaços para mostrar marcas, mas também o Facebook. Habib’s, L’Oréal Paris e PepsiCo são algumas das empresas que recorreram aos serviços da RIOT.

Superare
Por meio de sua plataforma, a Argos4.me, a Superare fornece às empresas informações sobre seus consumidores, para que se comuniquem melhor com eles. Multiplus, Dafiti, Netshoes e Mercado Livre são algumas dessas companhias.

W3M Labs
O negócio da W3W Labs é cuidar das páginas de marcas e celebridades, o que inclui a criação de promoções e de conteúdo que gerem comoção entre os usuários. Submarino, Hooters e Estrela são alguns dos clientes.

Do Start.UP

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Novo leilão fará rede 4G do Brasil ser compatível à dos EUA e 19 países

Usuários já podem acessar tecnologia 4G em celulares compatíveis com o serviço (Foto: Denise Muniz/G1)

Usuários já podem acessar tecnologia 4G em celulares compatíveis com o serviço

(Foto: Denise Muniz/G1)

O novo leilão de banda larga móvel de quarta geração destinará ao 4G brasileiro faixas que tornarão a rede do país compatível com a de outros 20 países, inclusive a dos Estados Unidos, segundo levantamento do G1 no banco de dados da 4G Américas, associação de operadoras que monitora a adoção da tecnologia pelo mundo. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou nesta quinta-feira (21) o edital do leilão, que será realizado em 30 de setembro.

Os seis lotes da frequência de 700 Megahertz (MHz) renderão ao governo, pelo menos, R$ 7,7 bilhões. As faixas do espectro são como rodovias por onde os dados trafegam. Por enquanto, os dados do 4G no Brasil são transmitido pela frequência dos 2,5 Gigahertz (GHz), que foi leiloada em 2012 e rendeu aos cofres públicos R$ 2,9 bilhões, um ágio de 31,27%. Hoje, a estrada dos 700 MHz não está livre: circula por ela o sinal de canais de TV. Por isso, as empresas que levarem cada lote do 4G terão ainda que pagar a retirada desses serviços, o que deverá resultar custos extras estimados pela Anatel em R$ 3,6 bilhões.

A tecnologia utilizada no Brasil para banda larga móvel de quarta geração já é a mesma de outros 45 países pelo mundo, como a vizinha Colômbia, o Japão e os europeus Alemanha, França, Portugal e Espanha. Isso quer dizer que smartphones ou tablets com tecnologia 4G comprados no Brasil também acessarão a rede de banda larga móvel desses países. Aparelhos 4G comprados nesses países também funcionarão na rede brasileira.

Na frequência dos Estados Unidos
Com a abertura da faixa dos 700 MHz para o 4G, 20 países passarão a ter rede compatível com a brasileira, aponta o levantamento do G1. Entre eles estão os Estados Unidos, o maior destino de turistas brasileiros. A lista inclui também Bolívia, Porto Rico, Nova Zelândia, Irlanda, Croácia e Líbano.

Desde que o 4G começou a ser implantado no Brasil, em abril do ano passado, 18 países passaram a destinar a faixa dos 2,5 GHz para a internet de alta velocidade de quarta geração. Um deles foi a China, onde pacotes 4G passaram a ser vendidos em dezembro de 2013.

Em alguns casos, a adoção do 700 MHz no Brasil fará com que a compatibilidade seja reforçada, pois, além dessa faixa, os países já utilizam a dos 2,5 GHz. Será o caso, por exemplo, de Rússia, da Alemanha e Portugal.

Mais alcance
Em comparação às velocidades do 3G, as taxas de conexão do 4G chegam a ser até dez vezes maiores. Enquanto o máximo alcançado pelo primeiro é 21 Megabits por segundo (Mbps), a nova tecnologia chega a oferecer até 100 Mbps e apresenta médias de 50 Mbps.

As faixas destinadas ao 4G possuem diferenças entre si. Enquanto a frequência de 2,5 GHz transporta dados mais pesados, a de 700 MHz cobre territórios mais amplos. Isso ocorre porque quanto maior a frequência, menor seu alcance e maior a sua potência.

A diferença na capacidade de cobertura também afeta a instalação de infraestrutura. Para cobrir uma mesma localidade, são necessárias mais antenas na faixa de 2,5 GHz do que estações de rádio-base de 700 MHz. É isso que torna a frequência que será leiloada em setembro tão atrativa comercialmente.

 

Do G1, em São Paulo

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Direitos autorais de selfie da macaca é de domínio público, diz EUA

Fotógrafo ainda disputa no Reino Unido pelo caso com a Wikimedia / Foto: Reprodução/ WikimediaCommonsFotógrafo ainda disputa no Reino Unido pelo caso com a Wikimedia

Foto: Reprodução/ WikimediaCommons

A famosa selfie de macaca que viralizou na internet é decidida como domínio público por entidade responsável pela regulação de direitos autorais nos Estados Unidos. A decisão é a favor da Wikimedia Foundation sobre o caso de um autorretrato feito por um Macaca Nigra (ou Crested Black Macaque) na ilha de Celebes, na Indonésia. A disputa pelos direitos autorais da foto estava entre o Wikimedia, instituição sem fins lucrativos que distribui fotos em domínio público, e o fotógrafo David Slater, dono da câmera usada pelo animal, sobre a autoria da imagem.

De acordo com a US Copyright Office, a foto foi “tirada por um macaco” e por isso não teria proteção de propriedade intelectual. O documento contém 1.222 páginas sobre o caso inusitado.

“Não registraremos trabalhos produzidos pela natureza, animais ou plantas. Da mesma forma, não podemos registrar um trabalho supostamente criado por uma seres divinos ou sobrenaturais, embora possamos registrar obra (…) inspirada por um espírito divino”, diz o órgão.

O fotógrafo ainda disputa no Reino Unido pelo caso com a Wikimedia. Segundo o jornal britânico The Telegraph, a legislação britânica (Copyright Designs and Patents Act de 1988) prevê que fotógrafo pode requisitar direitos sobre um material mesmo que ele não tenha “apertado o botão” caso seja resultado de sua “criação intelectual”. No entanto, a Justiça de lá nunca julgou em corte um caso similar.

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Justiça determina retirada do Secret das lojas virtuais no Brasil

Foto: Divulgação.

A Justiça do Espírito Santo determinou a retirada do aplicativo ecret, onde os usuários podem compartilhar e comentar segredos de forma anônima. A empresa tem o prazo de dez dias para retirar o app das lojas virtuais. Ele também precisará ser desinstalado automaticamente dos aparelhos dos usuários.

A mesma decisão vale para o Cryptic, que faz a mesma coisa que o Secret. A multa para o descumprimento é de R$ 10 mil por dia.

A decisão foi da 5ª Vara Cívil de Vitória (ES) em resposta a um pedido liminar do Ministério Público do Estado do Espírito Santo. “Diversas pessoas estão sendo vítimas de constrangimentos e ilícitos contra a honra sem que possam se defender, dado o anonimato das postagens no aplicativo”, disse a ação civil pública. O aplicativo daria ferramentas para a prática do cyberbulling e os crimes de ódio.

O Ministério Público se baseou no fundamento da Constituição que garante a liberdade de imprensa, mas proíbe o anonimato. Outro princípio diz que a intimidade e a privacidade das pessoas são invioláveis.

Desde que chegou ao Brasil, o Secret vem sendo alvo de polêmicas. O app gerou grande insatisfação, o que fez com que alguns grupos entrassem na justiça contra o aplicativo. Em entrevista ao UOL, o Secret disse que não recebeu nenhuma notificação e não vai comentar casos específicos.

MundoBit

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Cientistas criam tatuagem que transforma suor em energia elétrica

Tatuagem temporária capta composto produzido pelo corpo. (Foto: Divulgação/ACS).

Um grupo de pesquisadores anunciou que criou uma tatuagem temporária capaz de transformar o suor em energia. O estudo foi apresentado em uma conferência da Sociedade Americana de Química (ACS).

O dispositivo detecta o lactato, criado em seres humanos como um componente natural do suor. Além de detectar o composto, o adesivo contém uma enzima que retira elétrons do lactato e gera uma corrente elétrica.

Quanto maior é a intensidade do exercício físico, maior é a quantidade de lactato produzida pelo nosso organismo. A geração de energia é feito através de um processo chamado de glicólise.

Em testes realizados com a biobateria, os cientistas descobriram que pessoas que se exercitam menos de uma vez por semana produziram mais energia do que as que se exercitavam de uma três vezes. É que os sedentários se cansam mais rápido e por isso geram a glicólise mais rapidamente, o que gera mais lactato.


Foram gerados 70 microwatts pro centímetro de pele, mas apenas cerca de 4 microwatts foram absorvidos pelos eletrodos. Com o aperfeiçoamento da técnica será possível criar no futuro diversas soluções envolvendo exercícios físicos e geração de energia, como recarregar o smartphone. [Via ACS] 

 

 

MundoBit

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Cartórios de todo o Brasil serão digitalizados e interligados

Foto: Reprodução/MPPO.mp.br.

Foto: Reprodução/MPPO.mp.br.

Usuário poderá encomendar uma certidão pela internet sem precisar sair de casa

Cartórios de todo o País contarão com um sistema interligado e possibilitará a emissão de certidões eletrônicas. A informação foi divulgada pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de São Paulo.

O sistema está disponível atualmente em quatro estados: São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo e Acre. Em até um ano contando a partir deste mês todos os oito mil cartórios brasileiros estarão informatizados e interligados.

Atualmente a grande maioria dos cartórios são baseados em uma montanha de papel que resistem ao tempo e cuja força-motriz é a burocracia de procedimentos. Para reconhecer uma assinatura ou tirar uma certidão de casamento, é necessário vasculhar livros antigos, fichários e bater muitos carimbos.

O que muda na prática

Com a informatização, o usuário vai poder encomendar uma certidão eletrônica de nascimento, óbito e casamento em qualquer cidade do País. É necessário apenas saber onde o documento original está arquivado.

Tudo poderá ser feito pela internet. Depois, o usuário receberá o boleto para realizar o pagamento e, por fim, o link para baixar o documento em pdf. O prazo será até três dias úteis após pagar a taxa devida.

A Associação dos Registradores diz que esses documentos digitais têm o mesmo valor legal de uma certidão tradicional, tirada no cartório. Mas quem precisar do documento de papel também poderá pedir pelos correios.

 

 

Do MundoBit

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Dispositivo criado por pesquisadora do RS pode ser testado pela Nasa

Um dispositivo inventado por uma cientista do Rio Grande do Sul pode ser testado ainda neste ano pela agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa. O aparelho que permite coletar sangue de astronautas no espaço ganhou visibilidade internacional e também tem aplicações para tratamento de várias doenças, como mostra a reportagem do Teledomingo, da RBS TV (veja o vídeo).

O coletor de sangue para astronautas foi criado pela médica aeroespacial Thais Russomano nos laboratórios do Centro de Microgravidade (MicroG), uma unidade de pesquisas avançadas em áreas como medicina aeroespacial e saúde eletrônica, vinculado à Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre.

Nos laboratórios do centro, os cientistas já criaram aparelhos como um braço controlado à distância, que permite gravar e transmitir cirurgias sem atrapalhar os médicos. Ou o protótipo chamado câmara de pressão positiva, que reduz a sensação que a pessoa tem próprio peso e que pode ser usado para o treinamento de astronautas e tratamento de doenças.

A ideia dos pesquisadores para o coletor era criar um aparelho leve, prático e descartável que permitisse acompanhar a saúde dos astronautas sem contaminar a nave espacial. A pesquisa resultou em um aparelho que é posicionado na orelha do paciente e é acionado com um simples giro na estrutura.

“O bisturi sai, faz um pequeno corte de dois a três milímetros, retrai, gira novamente e daí se alinha o sistema de coleta de sangue com o corte”, explica a pesquisadora.

“A gente retira, veda, e aí ele vai ser colocado dentro de uma máquina de análise. Então, a análise do sangue já inicia aqui”, acrescenta o engenheiro eletricista Ricardo Cardoso, coordenador de pesquisa do MicroG.

Os cientistas do MicroG já testaram o aparelho em um voo da Agência Espacial Europeia (ESA) em gravidade próxima de zero. “Hoje isso não é feito no espaço. E eu acho que o coletor acabaria preenchendo essa lacuna da avaliação dos astronautas nas missões espaciais”, defende Thais Russomano.

“O voo fez exatamente isso. Ele mostrou que a gente poderia fazer essa coleta, até funcionou melhor no voo do que em terra. E com isso a gente pode validar e dizer que a técnica de coletar o sangue do lóbulo da orelha é funcional tanto na Terra quanto no espaço”, completa Ricardo.

De acordo com os pesquisadores, são muitas as vantagens em comparação com as técnicas usadas nos laboratórios terrestres. Com o coletor é possível fazer mais de uma dezena de exames no local onde o paciente se encontra. No caso de uma crise de asma, por exemplo, em cinco minutos ele revela resultados que vão definir o tratamento.

Pesquisadora já testou invenção em voo da agência espacial da Europa (Foto: Reprodução/RBS TV)
Pesquisadora já testou invenção em voo da agência
espacial da Europa (Foto: Reprodução/RBS TV)

Quando o paciente tem problemas cardíacos e pulmonares, os médicos precisam saber os níveis de oxigênio e gás carbônico no sangue. Para isso, é coletado sangue das artérias, procedimento mais difícil e doloroso que os exames comuns.

“Então existe uma dificuldade na realização da técnica, existe para o paciente o desconforto da dor e ainda a possibilidade da formação de hematomas e uma chance maior de uma infecção ser mais grave do que se tiver uma infecção superficial do lóbulo da orelha”, compara a médica.

“O legal do coletor é que ele é uma prova viva de que uma tecnologia que foi totalmente pensada para espaço, a ideia surgiu de uma demanda espacial, que tem uma aplicação muito maior em terra”, diz Ricardo.

Por sua importância como evolução da tecnologia, o coletor foi incluído na exposição permanente do Museu de Ciências de Londres, na Inglaterra. O MicroG está procurando empresas interessadas em industrializar o equipamento para uso médico na terra.

Já a possibilidade de o equipamento ser incluído na bagagem dos astronautas da estação internacional agora depende apenas de uma decisão da Nasa. “Talvez até o final do ano se tenha alguma perspectiva”, conclui a pesquisadora.

 

 

Do G1 RS

Foto: Reprodução

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