Sua rede Wi-Fi pode ser invadida através de uma… lâmpada!

Veja como produtos de IoT (internet das coisas) também podem abrir portas para hackers

Do Olhar Digital

Cada vez mais temos dispositivos conectados em casa. No entanto, seus sistemas de segurança nem sempre são ideais. O site sobre atividades hackers, LimitedResults, demonstra isso hackeando uma lâmpada inteligente até revelar a senha do wifi da rede à qual ela está conectada.

A lâmpada é uma LIFX MiniWhite, que pode ser comprada na Amazon por apenas 30 euros. Mas, calma. Você não precisa correr para desparafusar todas as lâmpadas que tem em casa até ficar no escuro. Para começar, o fabricante da lâmpada explica que a vulnerabilidade já foi solucionada. Para continuar, hackear o dispositivo envolve desmontá-lo.

Não é algo, em suma, que pode ser feito facilmente e sem entrar em sua casa, mas também é uma séria preocupação com novas formas de acessar suas informações pessoais por meio de dispositivos IoT (Internet da Coisas).

O processo que o LimitedResults explica em seu blog mostra que é necessário acessar o circuito integrado que controla as conexões do bulbo (o qual deve ser removido para acessar o circuito de controle).

Depois de conectar  o circuito a um PC e ligá-lo, aparece a surpresa: os dados da conexão da rede Wi-Fi a qual ela está conectada são exibidos, inclusive a senha de acesso.

Reprodução

A lâmpada controlada por Wi-Fi armazenava todos os dados da rede em um simples formato de texto. Um pratoi cheio para hackers invadirem a rede.
Todos esses dados ficam armazenados na memória em texto simples e sem qualquer criptografia. A lâmpada também não possui nenhuma medida de segurança que impeça o acesso às suas funções até os níveis mais profundos do código de programação do dispositivo.

Mais uma vez, o firmware do LIFX MiniWhite foi atualizado e não há nada a temer. Provavelmente não antes, mas se você tiver lâmpadas inteligentes em um local público como um escritório, pode ser bom ficar de olho.

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Pesquisa da UnB mostra que 30 milhões de empregos serão substituídos por robôs até 2026

Por Letícia Carvalho, G1 DF

O pequeno aparelho que limpa o chão de casa e reconhece objetos e paredes, atendentes virtuais e até o garçom em forma de tablet para o jantar a dois. O check-in no aeroporto, a telefonista automática e até o “self-service” no restaurante são serviços, cada vez mais, mediados por robôs e/ou pela inteligência artificial.

Um estudo inédito feito com dados pelo Laboratório de Aprendizado de Máquina em Finanças e Organizações da Universidade de Brasília (UnB) mostrou que essas máquinas movidas por tecnologia de inteligência artificial devem, nos próximos anos, ganhar ainda mais espaço – e seguir substituindo postos de trabalho.

Segundo a pesquisa, até 2026, 54% dos empregos formais do país poderão ser ocupados por robôs e programas de computador. A porcentagem representa cerca de 30 milhões de vagas. O trabalho, desenvolvido ao longo de 2018, avaliou uma lista de 2.602 profissões brasileiras.

Levando em consideração o número de trabalhadores com carteiras assinadas no fim de 2017 – de acordo com os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho –, os pesquisadores chegaram ao resultado de que 25 milhões (57,37%) exerciam funções com probabilidade muita alta (acima de 80%) ou alta (60 a 80%) de automação naquele ano.

‘Robocalipse’?

Um dos professores responsáveis pelo levantamento, Pedro Henrique Melo Albuquerque, disse que cada vez mais os brasileiros estão entrando em uma nova fase do avanço da tecnologia sobre os postos de trabalho.

Primeiro, máquinas substituíram atividades mais simples, como funções em linhas de montagem de fábricas. Agora, com o avanço da robótica e da inteligência artificial, há uma ameaça cada vez maior a profissões que requerem habilidades complexas.

Esse cenário gerou duas correntes de pensamentos sobre o futuro das profissões. Uma pessimista, chamada popularmente de “robocalipse”, defende que a automação causará uma avalanche de desemprego.

A segunda, otimista, acredita que o desenvolvimento da inteligência artificial vai impor adaptação dos empregados, mas criará demanda para empregos em tarefas que não podem ser realizadas por robôs e profissionais mais criativos. O pesquisador Albuquerque integra essa corrente.

Inteligência artificial de robô de polimento de peças de automóveis percebe quando um humano se aproxima e, por segurança, para de funcionar — Foto: Reprodução

Inteligência artificial de robô de polimento de peças de automóveis percebe quando um humano se aproxima e, por segurança, para de funcionar — Foto: Reprodução

Habilidades como originalidade e inteligência social são características difíceis de se automatizar, segundo o estudo. Por isso, quanto maior a subjetividade e a complexidade da tarefa, menor a chance de um computador roubar a cena.

“Acredito na perspectiva positiva. Algumas profissões vão desaparecer, como aquelas que desenvolvem atividades rotineiras e que podem ser automatizadas, como ascensorista. Outras se adaptarão”, disse o professor.

Os gargalos

De acordo com Albuquerque, há ainda um empecilho presente nos países em desenvolvimento que dificulta o pleno avanço da automação. Para o docente, essas nações raramente coletam e disponibilizam dados de “qualidade” – componentes essenciais para alimentar as máquinas e, assim, ensiná-las suas funções.

Outro ponto a ser levado em conta é o ético-social. “Será que todo mundo ficaria confortável, por exemplo, andando em um carro sem o motorista? Em caso de um acidente, quem seria responsabilizado?”, pondera o pesquisador.

Metodologia

A base de dados usada no estudo da UnB foi a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Por meio das informações disponibilizadas pelo Ministério do Trabalho, os pesquisadores consultaram 69 acadêmicos e profissionais especialistas em aprendizado de máquina – uma forma de Inteligência Artificial na qual computadores analisam grandes conjuntos de dados para fazer projeções ou identificar padrões e anomalias.

Esses profissionais, então, leram as atividades e as classificaram. Com essas classificações, o grupo da UnB usou técnicas de análise das descrições das profissões e modelos estatísticos para calcular os riscos associados a cada uma das ocupações.

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China e Rússia podem atingir companhias de energia dos Estados Unidos via ataques cibernéticos

A informação foi divulgada em relatório publicado anualmente, que lista as ameaças mais significantes para o Estados Unidos e seus aliados.

China e Rússia têm a capacidade de lançar ataques cibernéticos contra os EUA que poderiam, pelo menos temporariamente, atingir a infraestrutura de energia e gás do país. A informação foi divulgada pelo Worldwide Threat Assessment of the US Intelligence Community (Relatório mundial de ameaças da Inteligência dos EUA), um documento publicado anualmente, que lista as ameaças mais significantes para o Estados Unidos e seus aliados.

O documento diz que a China e a Russia são as maiores ameaças para ataques cibernéticos e espionagem para o EUA, mas também alertou que outros adversários e competidores estratégicos vão cada vez mais construir e integrar a ciberespionagem.

O relatório avisou que rivais do Estados Unidos estão experimentando mais maneiras de moldar e alterar informações e sistemas dos quais o país depende.

“Conforme conectamos e integramos bilhões de novos dispositivos digitais nas nossas vidas e nos processos de negócios, adversários e competidores estratégicos certamente irão ganhar nova visão interna e acesso à nossas informações protegidas”, diz o documento.

Em particular, o relatório alertou que a China é uma ameaça persistente em espionagem e ataque para a rede militar dos Estados Unidos e infraestruturas importantes do país.

“A China continua sendo o competidor mais ativo estrategicamente para espionagem cibernética contra o governo dos EUA, corporações e aliados”, comenta. Há ainda o alerta de que a inteligência norte-americana está preocupada com o potencial da inteligência chinesa, com o uso serviços de empresas de tecnologia, usadas como plataformas de espionagem contra o EUA.

“A China tem a habilidade de lanças ataques cibernéticos que causam efeitos disruptivos locais e temporários em infraestruturas cruciais- como uma falha de uma linha de gás natural durante dias ou semanas- nos Estados Unidos”, alertou.

Rússia também é vista como séria ameaça

O documento também alerta sobre ameaças vindas da Rússia, vistas também como um risco de espionagem cibernética e ataques para o EUA.

“Moscou continua a ser um adversário altamente capacitado em espionagem, ataques e operações de influência cibernética para alcançar seus objetivos políticos e militares. Moscou está iniciando ferramentas de ataque cibernético que permitem gerar danos ao civis norte-americanos e à infraestrutura militar durante uma crise e se apresenta como uma ameaça cibernética importante”, o documento dizia.

Ele dizia que a inteligência Rússia e os serviços de segurança continuam mirando em sistemas de informação do Estados Unidos, assim como redes da OTAN e seus aliados, para obter informações técnicas, planos militares e visão interna nas políticas governamentais norte-americanas.

“Rússia tem a habilidade de executar ataques cibernéticos no Estados Unidos que geram efeitos localizados e temporários em infraestruturas cruciais – como ruir uma rede de distribuição elétrica por pelo menos algumas horas- parecido com aqueles demonstrados na Ucrânia em 2015 e 2016. Moscou está mapeando nossa infraestrutura importante com a meta a longo tempo de conseguir causar danos substanciais”, o documento alertou.

“Conforme o mundo se torna cada vez mais interconectado, nós esperamos que esses atores, e outros, se apoiem mais e mais em capacidades cibernéticas quando quiserem ganhar vantagens política, econômica e militar”, disse o Diretor da Inteligência Nacional dos EUA, Dan Coats para o Comitê de Inteligência do Senado.

A tecnologia por si só pode também se tornar uma ameça, alertou Coats. “Avanços em áreas como Inteligência Artificial, tecnologias de comunicação e biotecnologia estão mudando nosso modo de viver. Mas nossos adversários também estão investindo pesadamente nessas tecnologias e eles são capazes de criar novos e nunca antes vistos desafios para nossa saúde, economia e segurança”, ele disse.

A inteligência norte-americana também alerta que as eleições presidenciais de 2020 são alvos prováveis de ataques novamente. “Nós esperamos que nossos adversários e competidores estratégicos melhorem suas capacidades e adicionem novas táticas conforme eles aprendam a partir de suas experiências anteriores,sugerindo que o cenário da ameaça pode ser muito diferente em 2020 e em eleições futuras”.

Em particular, dizia que o esforço das mídias sociais russas continuarão focados em agravar tensões sociais e raciais, diminuindo a confiança em autoridades e criticando conhecidos políticos anti-Rússia. Também comentou que Moscou pode empregar ferramentas adicionais como “espalhar desinformação, conduzir operações de hackeamento e vazar informações ou manipular dados- de um jeito mais desenhado para influenciar a polícia norte-americana, ações e eleições”.

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Banheiro automatizado recolhe o cocô e xixi do seu cachorro

Sistema cuida da limpeza e até mesmo refresca o ambiente, para que o quarto ou qualquer outro cômodo em que está o equipamento não fique com o cheiro.

Do Olhar Digital

A ideia de muitos donos de cães é treinar seus animais de estimação para fazerem suas necessidades (número “1” ou “2”) longe de casa. Então, muitos têm que esperar por horas para fazê-lo. A ideia deste chamado “banheiro automatizado” é resolver essa questão, coletando e embalando o cocô do cachorro diretamente em casa e de forma automática.

Seu nome é Inubox e, de acordo com seus criadores, é um vaso sanitário automático para cães que demarca uma área onde o cão pode fazer xixi ou cocô. Uma vez que eles fazem suas necessidades,  o sistema vai cuidar da limpeza e até mesmo refrescar o ambiente, para que o quarto ou qualquer outro cômodo em que está o equipamento não fique com o cheiro.

Depois que o cão faz cocô ou xixi, um mecanismo levanta a base e fecha para ser efetuada a limpeza da mesma. Os resíduos caem em uma caixa de areia e um braço robótico retira a sujeira e empacota em um saco, jogando-o em uma lata de lixo interna, tudo fechado e sem cheiro, pronto para o dono do pet apenas retirar de lá.

Reprodução

Claro que parte do processo depende da pessoa treinar seu animal de estimação para usar aquele lugar, mas, como informaram os criadores de Inubox, a superfície que serve de banheiro tem um aroma projetado para atrair o pet para fazer suas necessidades lá. Além disso, ele também dá um “prêmio” (ou cookie) cada vez que é usado, para encorajá-lo.

Se você estiver interessado, o Inubox é um projeto e está em campanha no site Kickstarter e você pode ajudar com pequenas quantias para que ele saia do papel. Porém, se desembolsar o valor de US$ 840, já garante seu exemplar. Quando a empresa conseguir arrecadar o valor necessário para produzir o Inubox em linha de produção, o preço final ao público será de US$ 1.200.

É uma ótima idéia para quem tem animais de estimação, mas será um gasto alto para deixar de lado as caminhadas com seu cachorro. Se você faz parte das pessoas que trabalham em regime de hjome office, leve seu cachorro ao jardim ou para passear como deveria. Com o saquinho higiênico, claro. Seu animal de estimação vai agradecer.

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Sair do Facebook por um mês deixa as pessoas mais felizes, sugere estudo

Do Olhar Digital

Você passaria um mês sem usar o Facebook? Um estudo da Universidade de Nova York e Stanford mostrou que os usuários que deixaram de usar a rede social por até 30 dias eram mais felizes, mais satisfeitos com a vida e menos propensos a sentirem-se ansiosos, deprimidos ou solitários. Em outras palavras, parar de usar o Facebook pode deixar você mais feliz.

De acordo com os pesquisadores, as pessoas que deixaram o Facebook de lado tiveram mais tempo para encontrar amigos e familiares ou mesmo assistindo televisão. Por outro lado, afirmaram que não gastaram muito tempo consumindo notícias.

Como o estudo foi conduzido antes da eleição presidencial de 2016, nos Estados Unidos, o resultado pode estar diretamente relacionado às tensões políticas da época. Algo que nós, brasileiros, também vivenciamos nos últimos seis meses no país. Desta forma, para os participantes do estudo, ter deixado o Facebook naquele momento pode ter ajudado a evitar debates acalorados e consequentes desentendimentos.

Também não se sabe como teria sido a experiência destas pessoas caso o intervalo fosse mais longo. Porém, é válido dizer que o resultado deste estudo dá crédito às alegações de que fazer uma pausa da rede social pode ajudar, mesmo que ainda não esteja claro como as redes sociais afetam a nossa saúde mental.

Em janeiro de 2013, decidi excluir minha conta do Facebook e, desde então, não utilizo a rede social. No ano passado, no entanto, por uma questão profissional, abri uma página na plataforma. Mas depois de todas as denúncias envolvendo o Facebook, resolvi que não valia mais a pena manter uma fanpage na plataforma e exclui a página. Também resolvi excluir a minha conta do Instagram, que havia criado há um ano. Hoje em dia, utilizo apenas o WhatsApp, mas também estou no processo de desligamento da plataforma, que estou substituindo pelo Signal.

Ter optado por não usar o Facebook, o Instagram ou o Messenger não faz de mim menos ou mais inteligente do que ninguém, mas está me ajudando a focar minhas energias em outras coisas, como meditação e leitura. Já não passo mais tanto tempo no meu smartphone e, minha rede social é o Twitter que, na maioria das vezes é usada para consumo de notícias.

É claro que este é o meu exemplo e você não precisa excluir a sua conta do Facebook, contudo, é importante saber que existem outras opções disponíveis. Talvez uma pausa da rede social seja um bom começo, o que você acha?

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O Brasil é a segunda nação mais ‘viciada’ em internet do mundo

As pessoas gastam 9h29min por dia conectados à internet no país

Do Olhar Digital

Desde que você acordou hoje, quantas vezes você já utilizou a internet? De acordo com o relatório Digital 2019, uma pessoa passa em média mais de um quarto da vida online. Este número é ainda maior entre os brasileiros.

A média mundial

O estudo foi realizada pelo Hootsuite, em parceria com a empresa We Are Social, e mostra que estamos gastando em média 6 horas e 42 minutos online por dia. Metade deste tempo é gasto em dispositivos móveis.

Fazendo um cálculo de longo prazo, isso equivale a mais de 100 dias de tempo online todos os anos para cada usuário da Internet no planeta. Isso representa pouco mais de 27% de todos os anos das nossas vidas.

A média nacional

As 6h42min é a média mundial, no Brasil, o segundo país mais viciado em internet do mundo, a média é de 9h29min, de acordo com o relatória da Digital 2019. O nosso país fica atrás apenas das Filipinas, onde a média diária é de 10h02min, enquanto o Japão aparece em último lugar, com apenas 3h45min.

Desta forma, fazendo um cálculo de longo prazo, os brasileiros passariam pouco mais de 142 dias do ano online, todos os anos. Isso representa pouco mais de 39% de todos os anos das nossas vidas.

Reprodução

Outros números

O estudo também revelou que o número de usuários de Internet está crescendo a uma taxa de mais de um milhão de pessoas por dia, e cerca de 5,1 bilhões de pessoas agora possuem um dispositivo móvel. Confira:

  • Já somos 5,11 bilhões de usuários de dispositivos móveis únicos no mundo hoje, um aumento de 100 milhões (2%) em relação ao ano passado;
  • Há 4,19 bilhões de usuários de internet em 2019, um aumento de 366 milhões (9%) em relação a janeiro de 2018;
  • Existem 3,48 bilhões de usuários de mídia social em 2019, com o total mundial crescendo em 288 milhões (9%) desde o ano passado;
  • Em 2019, somos 3,26 bilhões de pessoas usando mídias sociais em dispositivos móveis, com crescimento de 297 milhões de novos usuários, representando um aumento anual de mais de 10%.

Por outro lado, o Digital 2019 afirmou que houve um leve declínio em relação aos números do ano passado, sugerindo que iniciativas de empresas como o Google e a Apple, que auxiliam os usuários a passar menos tempo no celular, possam estar ajudando as pessoas a passar menos tempo na internet.

Para desenvolver o Digital 2019, foram usados os dados coletados pelo GlobalWebIndex, GSMA Intelligence, Statista, Locowise, App Annie e SimilarWeb. Para conferir o relatório completo, clique aqui.

Via: 9to5mac

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Facebook e Twitter fecham milhares de contas por ‘campanha de manipulação’ nas redes sociais

Por G1

Facebook e o Twitteranunciaram na quinta-feira (31) que encerraram milhares de contas que participavam de campanhas de manipulação nas redes sociais.

Na primeira, o alvo foram páginas que tinham conteúdo favorável ao Irã. No Twitter, foram removidos perfis que faziam posts ligados a Rússia e Venezuela.

Nathaniel Gleicher, diretor de política de segurança cibernética do Facebook, disse que a rede social conseguiu agir com ajuda de informações partilhadas pelo Twitter.

Para ele, essas ações são um exemplo animador do tipo de colaboração que se está tentando construir nessa indústria.

Em agosto passado, as duas empresas já tinham deletado mais de 900 contas ligadas ao Irã que geravam desinformação nas redes.

Agora, o Facebook removeu outras 783 páginas, grupos e contas que também faziam parte de uma campanha para promover os interesses iranianos, criando identidades falsas como se fossem de moradores desses países, afirmou Gleicher.

Essas atividades foram detectadas em 26 países, muitos com população muçulmana significativa, incluindo Afeganistão, Egito, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Espanha e Estados Unidos.

Pelo menos uma das páginas tinha quase 2 milhões de seguidores; 1.600 participavam de um dos grupos e mais de 254.000 seguiam pelo menos uma das contas do Instagram incriminadas.

Como era o esquema

Os operadores “tipicamente representavam locais, geralmente usando contas falsas, e postavam notícias sobre eventos atuais”, incluindo “comentários que reaproveitavam reportagens da mídia estatal iraniana sobre temas como as relações Israel-Palestina e os conflitos na Síria e no Iêmen”, disse Gleicher.

“Mesmo que as pessoas por trás dessas atividades tenham tentado esconder sua identidade, uma verificação manual nos permitiu vincular essas contas ao Irã”, declarou o diretor do Facebook.

Venezuela e Rússia

O Twitter anunciou que deletou milhares de contas ligadas a Rússia, Irã e Venezuela. Segundo a empresa, elas manipulavam informações visando as eleições para o Congresso americano de novembro passado. A maioria foi suspensa antes da votação nos EUA.

Das operações que envolviam a Venezuela, uma contava com 764 perfis e a outra englobava 1.196 contas que, segundo o Twitter, pareciam ter respaldo governamental.

Em novembro passado, a empresa já tinha anunciado que deletou mais de 10 mil contas por desencorajar votos nas eleições dos EUA. O voto não é obrigatório lá.

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Brasil perde mais de 2 milhões de linhas fixas em 2018

Claro registrou a maior participação de mercado, 10.430.280 de linhas fixas no país (62,92%), seguida pela Vivo, com 4.335.854 (26,15%) e TIM, com 882.095 (5,32%)

O Brasil registrou 38.306.837 linhas de telefonia fixa em operação no mês dezembro de 2018, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em relação ao mês anterior, dezembro apresentou diminuição de 250.190 unidades (-0,65%) e nos últimos 12 meses a redução foi de 2.071.090 linhas (-5,13%).

Em dezembro de 2018, 16.576.291 linhas fixas foram registradas pelas autorizadas no país e 21.730.546 pelas concessionárias. Em 12 meses, as autorizadas tiveram redução de 310.158 linhas (-1,84%) e as concessionárias, queda de 1.760.932 linhas (-7,50%). Comparado a novembro de 2018, houve diminuição de 30.000 linhas (-0,18%) entre as autorizadas e nas concessionárias a redução foi de 220.190 linhas (-1,00%).

Grupos

Em dezembro de 2018, entre as autorizadas, a Claro registrou a maior participação de mercado, 10.430.280 de linhas fixas no país (62,92%), seguida pela Vivo, com 4.335.854 (26,15%), e TIM, com 882.095 (5,32%). Em relação às concessionárias, a Oi possui o maior volume de linhas fixas, 12.234.092 de linhas (56,29%), seguida pela Vivo, 8.602.961 linhas (39,58%) e pela Algar Telecom, 736.325 de linhas (3,38%).

Estados

Entre as autorizadas, no mês de dezembro, o estado de São Paulo apresentou a maior quantidade de linhas fixas com 5.594.162 de linhas fixas (33,74%), seguido pelo Rio de Janeiro, 1.987.601 (11,99%), e Paraná, com 1.546.240 (9,32%). Entre as concessionárias, São Paulo registrou 8.777.932 de linhas fixas (40,39%), seguido pelo Rio de Janeiro 2.434.552 de linhas (11,20%), e Minas Gerais, 2.304.859 de linhas (10,60%).

Acesse dados detalhados referentes ao serviço de telefonia fixa.

Fonte: Anatel

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Fake news circulando em redes sociais atrapalham buscas em Brumadinho

O tenente do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais citou como exemplo conteúdos indicando a existência de sobreviventes que estariam em algum lugar da região.

Em entrevista coletiva sobre a atualização das buscas e atividades em Brumadinho, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais alertou para os problemas decorrentes da disseminação de notícias falsas, conhecidas também como fake news, sobre a tragédia e a atuação das autoridades na região. Mensagens vêm sendo divulgadas em redes sociais apontando um conjunto de fatos e problemas que não condizem com a realidade, segundo o porta-voz da corporação, tenente Pedro Aihara.

“O serviço das forças de segurança tem sido bastante prejudicado com fake news (notícias falsas), afirmou Aihara.

Toda a veiculação desse tipo de notícia, quando é falsa, ela prejudica, e muito, e atrasa o importante trabalho que a gente está fazendo em relação à recuperação desses corpos”, destacou o porta-voz em entrevistas a jornalistas.

O tenente do CBMG citou como exemplo conteúdos indicando a existência de sobreviventes que estariam em algum lugar da região. Quando são acionados por questionamentos ou pistas desse tipo, continuou, os bombeiros têm de ir atrás e conferir se no determinado local sugerido haveria ou não alguma pessoa que resistiu à tragédia.

Outro caso foi a divulgação de notícias segundos as quais os militares nas buscas estariam “intoxicados com a lama”. Aihara registrou que o Corpo de Bombeiros se baseia em laudos atestando o caráter não tóxico da lama, mas que ainda assim há procedimentos para evitar eventuais doenças nos oficiais.

“Como nossos militares ficam durante longos períodos expostos a essa água, a gente ministra um antibiótico, principalmente para prevenir o contágio de leptospirose, mas específico para a atuação de bombeiro. A população em geral não precisa se preocupar com isso. Esse antibiótico só deve ser administrado na população em geral se ela apresentar sintomas”, explicou.

Além disso, o porta-voz informou que estão sendo coletadas amostras de lama em diversos pontos da região para análises próprias, de modo a confirmar se há ou não riscos a quem está trabalhando na área.

Fonte: Agência Brasil

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Programa de reconhecimento facial entra em operação no carnaval do Rio de Janeiro

Devido a turismo, ação começará por Copacabana

O governo do estado do Rio de Janeiro escolheu Copacabana para instalar o programa de reconhecimento facial através das câmeras de trânsito e de segurança instaladas nas ruas do bairro. Com as imagens, será possível a Secretaria de Estado de Polícia Militar identificar pessoas que estejam com pedidos de prisão expedidos ou verificar placas de carros para saber se são roubados.

Segundo o secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Rogério Figueredo de Lacerda, o programa de reconhecimento facial e de placas de veículos entrará em operação no carnaval e com ele será possível, por exemplo, registrar a presença de um criminoso ou de um carro roubado durante uma blitz ou em um bloco carnavalesco.

O sistema usará um software da empresa de telefonia Oi e as imagens serão transmitidas diretamente para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, região do central do Rio. Lá, os operadores vão checar as informações enviadas com os bancos de dados da Polícia Civil, no caso de reconhecimento facial, e do Detran para as placas de carros.

O projeto que é uma parceria entre as secretarias de Polícia Militar e de Polícia Civil, Detran, Prefeitura do Rio de Janeiro e a Oi.

O porta-voz da secretaria, coronel Mauro Fliess, informou à Agência Brasil, que o programa vai usar câmeras que já operam nas ruas da região, mas haverá a instalação de novos equipamentos. A escolha dos locais será feita com a participação dos comandos do Batalhão e das unidades de Polícia Pacificadora (UPP), que funcionam em Copacabana.

De acordo com o coronel, a escolha de Copacabana foi uma opção estratégica do comando da corporação pela peculiaridade e pelo tamanho do bairro. O porta-voz reconheceu que também pesou na decisão, o fato de o bairro receber muitos turistas. Ele destacou que a administração estadual se juntou aos governos federal e municipal para nessas três esferas fazer um incremento na segurança turística do Rio. “O turismo é o novo petróleo, é dali que o estado pode atrair divisas para sair da situação financeira que se encontra, então, já tem sido feito um esforço muito grande em toda a região turística e isso é um complemento para esse esforço”, destacou.

O coronel acrescentou que a intenção da secretaria é estender o projeto a outros bairros, embora ainda não tenha um calendário para isso. De acordo com o porta-voz, o custo inicial do projeto é zero, uma vez que a operadora de telefonia já tem contrato com os órgãos de segurança na instalação de programas de comunicação nos veículos das polícias.

“A Oi já é uma parceira do estado. Hoje, dá todo o suporte à telefonia 190 e toda a rede de dados da corporação. Esse custo já está agregado ao serviço que a Oi presta ao estado. Isso na realidade é o tráfego de dados”, completou.

Tablets

Na área de novas tecnologias, Figueredo, adiantou que vai funcionar na Ilha do Governador, na zona norte do Rio, um outro projeto piloto. Policiais militares do 17º BPM vão usar um tablet para fazer o registro de ocorrências de baixo potencial ofensivo, que será enviado do local da ocorrência direto para 37ª DP (Ilha). A data para o início do funcionamento ainda será definida.

Segundo o coronel Mauro Fliess, o programa é restrito a casos como pequenos furtos, desentendimento entre vizinhos. O tempo para este tipo de registro será reduzido, por meio desta plataforma digital, de duas horas para 30 minutos.

“Não vai ter o deslocamento até a delegacia, é menos custo de combustível e vai permitir que o policial encerre a ocorrência mais rapidamente e esteja pronto para o policiamento preventivo, que é a missão constitucional dele”, ressaltou.

Fonte: Agência Brasil

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