Com o objetivo de acelerar treinamento, chineses clonam cães-policiais

Redação Olhar Digital

A ideia é baratear os custos do treinamento e ter mais controle sobre as habilidades dos animais

O treinamento de cães policiais pode ser bem caro e cansativo, já que cães tem habilidades e comportamentos diferentes. Para contornar isso, a China teve a ideia de clonar seus melhores cães para economizar tempo e dinheiro no treinamento. A notícia foi dada pelo jornal estatal China Daily.

Uma parceria entre a Universidade Yunnan Agricultural e a empresa de biotecnologia Beijing Sinogene, tornou possível a clonagem e treinamento de um cão da raça Kunming wolfdog. O animal foi batizado de “Kunxun”, e foi clonado a partir das células de um exímio cão detetive.

Usando uma técnica que faz a retirada de células somáticas da pele do cão adulto, foi criado o embrião clonado e, logo depois, foi implantado em uma cadela da raça beagle.

O pesquisador Wan Jiusheng disse que o futuro de Kunxun é promissor, já que seu “pai” tem uma boa aptidão para farejar e outras habilidades necessárias em um cão policial. O cão clonado pode entrar em serviço após dez meses de treinamento. Jiusheng acrescentou que o plano é produzir clones de cães policiais em massa, pelos próximos 10 anos. Ele ainda aponta que haverá até um banco de células para ajudar a criar rapidamente uma coleção destes cães.

É claro que a medida levanta questões éticas sobre clonagem de animais, incluindo questões específicas das forças policiais. Nem todo mundo pode gostar da ideia de uma unidade cheia de cães clonados. Há alguns riscos com isso também, caso haja alguma disfunção genética, grande parte dos animais poderá estar vulnerável a doenças ou a outros problemas difíceis de prever agora.

Via: Engadget

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Equipe do Facebook havia sido alertada sobre escândalo de privacidade

Redação Olhar Digital

Segundo documento de ação judicial, funcionários da rede social foram alertada sobre o uso indevido de dados pela Cambridge Analytica

Uma ação judicial vinda do gabinete da procuradoria geral de Washington DC, tornada pública na semana passada, mostra que a equipe do Facebook foi avisado sobre o uso indevidamente dos dados dos usuários da rede social pela Cambridge Analytica.

Na época, o Facebook informou que ficou sabendo do escândalo por meio da imprensa, porém, segundo o que indica a ação judicial, a empresa de Mark Zuckerberg já estava levantando questões sobre isso internamente.

O escândalo veio à tona em 2015, após o jornal The Guardian divulgar um relatório que dizia que a Cambridge Analytica não havia deletado os dados de usuários que estavam sendo usados em uma pesquisa. Posteriormente, esses dados foram usados durante as eleições norte-americanas.

O porta-voz do Facebook não respondeu às alegações, mas, em uma declaração ao The Guardian, negou que a empresa tenha “enganado alguém sobre isso”. Ele ainda informou que as informações que corriam internamente eram sobre um “incidente diferente”, sem relação alguma com o Cambridge Analytica.

Via: Business Insider

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Governo dos EUA quer mais urgência da Nasa com relação a humanos na Lua

Redação Olhar Digital

“Estamos cansados ??de gerar viagens em PowerPoint que não vão a lugar algum, e é hora de realmente ir a algum lugar”

A próxima reunião do Conselho Nacional do Espaço dos Estados Unidos, marcada para a próxima terça-feira, 26, em Huntsville, Alabama, não deve ser muito tranquila. Isso porque, segundo a Arstechnica, a discussão deve se concentrar nos planos da Nasa para enviar humanos novamente à Lua. E tem muita gente, no mínimo, descontente com a situação atual. Entre eles, o o vice-presidente dos EUA, Mike Pence.

O próximo encontro da equipe, que supervisiona a política de voos espaciais dos EUA, será liderado por Pence. Rumores não confirmados apontam que ele pode emitir algum tipo de cobrança para a Nasa acelerar suas viagens que, hoje, estão previstas para o final da década seguinte – a proposta orçamentária do governo para o próximo ano permitiria sua realização em 2028. Supõe-se que a intenção seja antecipar as decolagens lunares para meados dos anos 2020, potencialmente até 2024, último ano de um hipotético segundo mandato de Donald Trump.

Um dos seis oradores confirmados para o painel da reunião é Jack Burns, astrofísico da Universidade do Colorado Boulder. Segundo ele, o atual cronograma da Nasa carece de urgência: “O plano cronológico é muito lento, e essa é uma das coisas sobre as quais falarei na próxima terça-feira”. Se forçada, em quanto tempo a NASA poderia colocar os humanos de volta à Lua? “No ano de 2025”, Burns responde à Arstechnica. “E eu sei que alguns na administração gostariam de fazer isso ainda mais rápido. Nós vamos ver alguns rojões”, acrescenta.

2028, tarde demais

Quando Trump e Pence assumiram seus postos na Casa Branca, em 2017, a Nasa esperava realizar um teste de decolagem para o foguete do Sistema de Lançamento Especial. Agora, é provável que isso não aconteça antes de 2021. E Pence, além de ter motivos para estar insatisfeito com isso, também está sendo encorajado por confidentes a exigir mais rapidez.

Em novembro, um grupo consultivo do Conselho Nacional do Espaço recebeu uma cobrança do ex-administrador da Nasa, Mike Griffin. “Acho que 2028 é tão tarde que nem precisa estar em debate na mesa. Tal data não demonstra que os Estados Unidos são líderes em qualquer coisa. Isso é 2018. Levamos oito anos para chegar à Lua pela primeira vez, e você vai me dizer que demora de 10 a 14 para fazê-lo novamente quando já sabemos como?”, afirmou sobre os planos da Nasa quanto à Lua. Hoje em dia, ele ocupa uma posição sênior no Departamento de Defesa e continua sendo influente na política espacial.

Burns espera que a mensagem de urgência seja uma visão da maioria, se não de todos os envolvidos. “Estamos cansados de gerar viagens em PowerPoint que não vão a lugar algum, e é hora de realmente irmos a algum lugar”, afirma o astrofísico, que serviu na equipe de transição presidencial da Nasa entre 2016 e 2017. “Eu diria que a discussão que vamos fazer na terça-feira é sobre isso. Está tudo focado nisso.”

Mudança de cultura

A Nasa precisa de uma injeção financeira “adequada” para antecipar a data de aterrissagem lunar, particularmente para acelerar o desenvolvimento dos próprios módulos. No entanto, Burns observa que o orçamento da agência já aumentou sob o governo Trump – em 2015, era de aproximadamente US$ 18 bilhões, e subiu para US$ 21,5 bilhões neste ano.

Segundo Burns, o governo teria a intenção de causar um choque nas estruturas, promovendo uma “mudança de cultura” da Nasa e reforçando a urgência de otimizar o cronograma para o futuro. O objetivo é chacoalhar a burocracia da agência para que ela retome parte do vigor e da energia que teve durante o programa Apollo, nos anos 60. E Burns, inclusive, aponta para o forte ritmo de evolução de empresas do setor privado – o módulo lunar da Lockheed Martin, por exemplo, pode estar preparado para aterrissagens humanas até 2025, por exemplo.

O novo administrador da Nasa, Jim Bridenstine, já sinalizou sua intenção de fazer valer essa urgência. Na semana passada, ele afirmou que a agência lançaria a nave Orion ao redor da Lua no próximo ano. Seriam utilizados dois foguetes privados para a ocasião, devido a atrasos contínuos com o Sistema de Lançamento Espacial.

E na quinta-feira, o site NASASpaceFlight informou que a agência está considerando pular um teste crítico que faz parte do desenvolvimento do foguete para o Sistema de Lançamento Espacial. Isso aumentaria o risco de algum tipo de problema durante o lançamento, mas reduziria o cronograma em até seis meses.

Fonte: Arstechnica

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App permite que mulheres ameaçadas de agressão chamem a polícia com um botão

Redação Olhar Digital

O SOS Mulher permitirá que as usuárias disparem uma mensagem de emergência à Polícia Militar com o acionamento de um botão.

O governo de São Paulo lançou hoje (22) um aplicativo para facilitar que mulheres sob medidas protetivas peçam socorro à polícia. O SOS Mulher permitirá que as usuárias disparem uma mensagem de emergência à Polícia Militar com o acionamento de um botão. O serviço está disponível para cerca de 70 mil pessoas que estão protegidas por decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Para usar a ferramenta, é preciso baixar o aplicativo nas lojas virtuais do Google Play, para o sistema Android, e da App Store, para iPhone. Depois, será pedido um cadastro para que as informações possam ser checadas com o TJSP. O aplicativo emitirá, então, uma confirmação e o serviço poderá ser usado a partir de 1º de abril.

O comandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel Marcelo Salles, explicou que, ao acionar o aplicativo, o chamado será enviado diretamente ao setor responsável por enviar as viaturas para atender as ocorrências. O socorro ganha agilidade ao pular a etapa de triagem pela qual passam as ligações que são feitas pelo telefone 190.

Os pedidos serão atendidos pela viatura policial que estiver a até 4 quilômetros da pessoa sob proteção. O aplicativo também envia os dados de localização do aparelho celular para a central da PM.

Salles disse que será feita uma ampla campanha para difundir o serviço. “Vamos pedir para prefeituras municipais, sites de secretarias estado para que a gente coloque o banner para que todos saibam que está disponível esse serviço. Cartazes que ficarão afixados nas várias varas de família do Tribunal de Justiça, em todos os fóruns do estado de São Paulo” ressaltou.

Medidas protetivas

No primeiro semestre de 2018, o TJSP expediu mais de 44,3 mil medidas para proteger mulheres vítimas de violência. A maioria das decisões proibiu o agressor de se aproximar da vítima, de familiares dela e de pessoas que testemunharam as agressões (17.106) e em impedir o contato com a vítima (14.842).

Apesar do foco do aplicativo serem as mulheres, que são maioria das que receberam proteção judicial, o serviço também poderá ser usada por homens e crianças que tenham recebido esse tipo de garantia.

Fonte: Agência Brasil

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Brasil ainda está longe de oferecer uma internet 4G com velocidade estável, aponta estudo

Brasil
Redação Olhar Digital

As variações do 4G de acordo com lugar e hora são significativas. E manter a estabilidade é o maior desafio para operadoras nacionais

Todo brasileiro que tem um celular com internet já viveu o drama das oscilações da rede. E com a chegada do 4G, há alguns anos, tivemos uma esperança de que esse cenário poderia melhorar. Mas um artigo intitulado “Experiência da Rede Móvel do Brasil”, divulgado pelo site Opensignal registrou o nível de instabilidade da nossa rede, em todas as operadoras. Entretanto algumas delas enfrentam variações significativas em um mesmo dia de acordo com o local que está sendo usada.

Questionando o fato dos usuários do Brasil terem experiências de rede muito diferentes, com base na operadora que estão conectados e na cidade em que moram, o estudo notou quanto é possível variar as velocidades ao longo de 24 horas. Nacionalmente, a média dela está em 18,6 Mbps em velocidade de download no 4G, mas isso variou entre 16,4 Mbps nos momentos mais lentos – quando a tensão na rede é maior devido ao grande número de usuários que consomem muitos dados ao mesmo tempo – até 28,6 Mbps nos tempos mais rápidos – quando menos pessoas estão na rede.

Os usuários de dispositivos móveis nas maiores cidades costumam ver suas velocidades de download 4G cair para 12 Mbps em um período de 24 horas, à medida que as redes se tornam mais movimentadas e congestionadas. A maior flutuação foi registrada em Brasília, onde a velocidade de download do 4G variou de 19,3 Mbps a 34,7 Mbps. São Paulo também experimentou grandes oscilações em velocidades com mais de 15 Mbps de diferença entre as horas mais lentas e as mais rápidas. Confira as variações mais detalhadamente no gráfico abaixo:

Reprodução

A maioria das grandes cidades brasileiras experimentou velocidades de download 4G mais lentas entre 18h e 19h, quando muitas pessoas terminam de trabalhar e estão indo para casa. No entanto, em Brasília e Goiânia as redes ficaram mais movimentadas, entre 20 e 21 horas.

Proporcionar uma experiência consistente é um dos principais desafios das operadoras de rede, mas é um direito de quem consume isso ter uma boa conexão independente da hora ou do lugar. A conclusão diante dos dados da Opensignal foi que essas empresas no Brasil ainda têm um longo caminho a percorrer e para reduzir as inconsistências.

 

Fonte: OpenSignal

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Boeing vendia como extras dois recursos de segurança essenciais para 737 Max 8

Redação Olhar Digital

Empresa vai adicionar um deles ao modelo padrão da aeronave, chamado \”disagree light\”, que emite luz no painel se o sistema de estabilização estiver produzindo códigos incorretos

A Boeing cobrou à parte das companhias aéreas por dois recursos de segurança que poderiam ter sido capazes de detectar antecipadamente falhas do sistema de sustentação dos aviões 737 Max 8. É o que diz uma reportagem do New York Times. Segundo o jornal, as ferramentas adicionais fornecem verificações dos dados coletados pelos sensores de estabilização dos aviões e poderiam ter alertado os pilotos sobre possíveis problemas. O modelo caiu em dois acidentes fatais na Indonésia e na Etiópia.

Diante das duas quedas e depois de linhas áreas ao redor do mundo suspenderem voos com o 737 Max, a Boeing comunicou, nesta quinta-feira, 21, que vai adicionar, sem cobrança de taxa extra, um desses dispositivos no modelo padrão. A melhoria implementada pela empresa será a “disagree light” (luz de discordância, em português).

O programa ativa uma luz de alerta no painel de controle se os sensores do ângulo de sustentação da aeronave, que determinam o quanto o nariz do avião está apontando para cima ou para baixo, estiverem produzindo códigos divergentes sobre o comportamento da máquina. Assim, o piloto pode confirmar a posição do avião de outras formas.

O outro recurso, que vai continuar sendo cobrado à parte, chama-se “angle of attack indicator” (indicador de ângulo de ataque, em português). O sistema exibe leituras dos ângulos emitidos pelos sensores, dando aos pilotos uma compreensão maior da estabilização do voo.

Ambas as ferramentas opcionais funcionam com o novo Sistema de Aumento de Características de Manobra (MCAS) existente nessas aeronaves. O software do MCAS consegue determinar se o avião está apontado para um ângulo potencialmente perigoso e então pode corrigir automaticamente o curso para evitar que ele caia.

Investigadores acreditam que dados defeituosos sobre a posição da aeronave, coletados pelos sensores desse sistema, podem ter causado o mau funcionamento do seu software. Não está claro se os dois recursos de segurança adicionais teriam evitado os acidentes.

Reguladores das atividades de aviação não estão forçando a Boeing a disponibilizar no 737 Max padrão qualquer um dos recursos opcionais citados. Além disso, nenhum deles é exigido pela Autoridade Federal de Aviação dos EUA.

A decisão da empresa pode ser interpretada como uma tentativa de melhorar sua credibilidade, a partir do investimento para aprimorar seus sistemas de segurança. A empresa também está planejando implementar, em abril, uma atualização de software para o avião.

Países do mundo inteiro, incluindo os EUA e o Brasil, suspenderam voos com o 737 Max 8 depois que relatórios de rastreamentos da aeronave, análises de órgãos reguladores e dados da caixa preta revelarem semelhanças nos acidentes na Indonésia e na Etiópia. No primeiro, em 29 de outubro de 2018, 189 pessoas morreram. Já a queda do equipamento da Ethiopian Airlines, no dia 11 de março, causou 157 mortes.

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Saiba como este homem conseguiu roubar US$ 100 milhões de Google e Facebook

Renato Santino
Do Olhar Digital

Evaldas Rimasauskas pode pegar até 30 anos de prisão nos EUA

Evaldas Rimasauskas, um rapaz lituano de 50 anos, tem um feito impressionante em seu currículo. Ele conseguiu roubar nada menos do que US$ 100 milhões de duas das maiores empresas do planeta: Google e Facebook. Ele assumiu sua participação no crime nesta semana, quando se declarou culpado diante de um tribunal nos Estados Unidos, para onde foi deportado em 2017.

O mais impressionante é que sua técnica foi a mais simples possível: bastou pedir “com jeitinho”. O “jeitinho”, neste caso, envolveu alguma astúcia. Rimasauskas criou selos corporativos, endereços de e-mail falsos e, principalmente, o envio de notas fiscais com ordens de pagamento para os setores financeiros das empresas que foram vítimas de sua armação. No mundo do cibercrime, esta técnica é conhecida como “phishing”, mirando vítimas desatentas que por algum motivo não consigam perceber que um email é falso.

O golpe se deu entre outubro de 2013 e outubro de 2015. Para enganar suas vítimas, o lituano se passava por funcionário de uma empresa taiwanesa chamada Quanta Computer, que produz hardware. Ele basicamente falava que representava a companhia, para quem seus alvos estariam devendo dinheiro, dando também orientações de pagamento para contas bancárias falsas abertas no Chipre e na Letônia, que, obviamente, estavam sob o controle dos criminosos.

Google e Facebook, no entanto, não sofreram nenhum dano mais duradouro como resultado do ataque. As companhias não são diretamente citadas no processo, mas assumem terem sido vítimas do golpe. Quando questionadas sobre o tema, o Google, que transferiu US$ 23 milhões aos criminosos em 2013, diz que ao perceber o golpe, alertou as autoridades e conseguiu recuperar a quantia. Da mesma forma, o Facebook, que pagou US$ 98 milhões em 2015, diz ter recuperado a maior parte do valor e tem cooperado com as investigações.

Apesar de confirmar a sua participação no crime, Rimasauskas nega ter agido sozinho e afirma não ter agido para enganar as empresas. Ele diz que foi orientado para a criação das contas falsas e toda a infraestrutura montada para que este dinheiro pudesse ser extraído das vítimas e recebido pelos golpistas, como afirma sua advogada Eun Young Choi. Seus parceiros, no entanto, até o momento não foram identificados.

Rimasauskas pode pegar até 30 anos de prisão pelo golpe, mas o julgamento de sua sentença só acontecerá em 24 de julho. O fato de ter se declarado culpado pode vir a amenizar a sua pena. Além disso, o tribunal decidiu que ele terá US$ 49,7 milhões confiscados como multa pelas suas ações.

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Homem joga carro contra multidão e é morto pela polícia na China

Por Agência EFE

Um homem jogou o seu veículo contra uma multidão na cidade de Zaoyang, em Hubei, na China, deixando seis mortos nesta sexta-feira (22). O motorista foi morto a tiros pela polícia.

Outras sete pessoas ficaram feridas no incidente que aconteceu por volta das 6h no horário local (19h de Brasília, de quinta, 21). Ainda não se sabe o que teria motivado a ação do motorista.

Um vídeo publicado pelo site de notícias “Thepaper.cn” mostra várias pessoas deitadas no chão enquanto uma ambulância chega ao local.

Embora a China tente manter sua imagem como um país seguro, os ataques em locais públicos são bastante comuns, assim como nas escolas.

Em dezembro de 2018, um homem foi condenado à morte por ter atropelado, três meses antes, várias pessoas na cidade de Henyang. Quinze pessoas morreram e 43 ficaram feridas na ação.

Em outubro também do ano passado, uma mulher de 39 anos feriu com uma faca de cozinha 14 crianças em uma creche na cidade de Chongqing, no oeste do país.

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Facebook confirma que senhas de usuários podiam ser lidas por funcionários

Por Thiago Lavado, G1

Facebook confirmou nesta quinta-feira (21) uma denúncia de que a empresa salvava senhas em arquivos de texto que podiam ser lidas por funcionários. A rede social disse que uma investigação em andamento, até agora, não revelou nenhum sinal de que algum funcionário tenha abusado do acesso a esses dados.

Em nota, o Facebook disse ter percebido o problema em janeiro deste ano e que, na ocasião, tomou as medidas necessárias para resolver a questão.

A empresa também afirmou que não é necessário efetuar a troca de senhas, mas que vai notificar milhões de usuários sobre a falha. Os principais afetados foram usuários do serviço Facebook Lite, aplicativo da rede social para aparelhos antigos e conexões lentas. “Serão notificados centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuários do Instagram”, disse a empresa em nota.

Pedro Canahuati, vice-presidente de Engenharia, Segurança e Privacidade da rede social afirmou que essas senhas nunca estiveram visíveis para alguém fora do Facebook e que a empresa não encontrou nenhuma evidência de abuso interno.

“Fizemos mudanças para evitar que problemas semelhantes voltem a acontecer e, como precaução, estamos notificando as pessoas cujas senhas foram armazenadas desta forma”, disse.

De acordo com Altieres Rohr, autor do blog Segurança Digital no G1, não há razão para trocar a senha do próprio Facebook, pois quem teria acesso a elas eram funcionários da própria rede social. “Não confiar neles acarretaria em uma desconfiança no próprio serviço. A mudança de senha seria importante se há alguma suspeita de que essas informações saíram do Facebook, o que não foi divulgado até o momento”, disse.

Apesar disso, ele afirma que, quem estivesse usando a senha do Facebook em outros serviços, deve trocar essa senha porque há um potencial de abuso.

O caso foi trazido à tona pelo site especializado em segurança “Krabs on Security”, que entrevistou ex-engenheiros do Facebook. De acordo com uma fonte citada pelo site, entre 200 milhões e 600 milhões de usuários do Facebook podem ter tido suas senhas salvas em texto plano e disponível para busca por mais de 20 mil funcionários da rede social.

Como as empresas armazenam senhas?

Geralmente, as senhas de um serviço são salvas de maneira segura utilizando um processo de “embaralhamento” criptográfico chamado de hashing. Desse jeito, as senhas são guardadas em uma forma que não pode ser lida por humanos.

Tecnicamente, hashs são uma função matemática de via única: é muito fácil de executar, mas difícil de fazer o caminho reverso. Existem diferentes tipos de hashing, alguns mais antiquados e frágeis, outros mais robustos e seguros.

Com esse tipo de segurança, mesmo que um conjunto de senhas vaze, não seria possível entendê-las e um computador teria muita dificuldade de quebrar a criptografia — em termos de capacidade de processamento — e entender as senhas.

Na nota enviada sobre a falha de segurança, o Facebook afirmou que criptografa as senhas usando uma função chamada “scrypt”, juntamente com uma chave criptografada que nos permite substituir a senha real por um conjunto de caracteres escolhidos aleatoriamente. “Com essa técnica, conseguimos validar que uma pessoa está fazendo login com a senha correta sem precisar armazenar a senha com texto simples”, disse Canahuati, executivo da rede social.

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Em protesto, sites da Wikipédia ficam fora do ar em alguns países da Europa

Redação Olhar Digital

Os sites passarão o dia fora do ar como medida contra as novas leis de direitos autorais que serão votadas pela União Europeia

A questão de propriedade intelectual é um dos assuntos mais discutidos pelos usuários da rede. Todos os países possuem suas diretrizes para proteger o criador de algum conteúdo. A União Europeia está mudando suas leis e seus cidadãos não estão contentes com algumas das mudanças propostas. Websites e empresas em toda a Europa estão protestando contras as mudanças controversas de direitos autorais online.

Antes da votação final, que acontece na próxima terça, dia 26 de março, vários sites como a Wikipédia estão sendo desativados durante o dia. Ao entrar em um desses sites, o usuário é encorajado a entrar em contato com seu representante local para protestar contra as leis. Outros sites como o Twitch e Pornhub estão exibindo banners de protesto em seus sites e em suas redes sociais. No Brasil, até o momento, não há nenhum tipo de protesto contra isso, porém, a qualquer momento, ele pode acontecer.

A lei em questão é a Diretiva de Direitos Autorais da União Europeia. Embora a diretiva tenha diversas alterações para a era da internet, duas disposições foram apontadas pelos críticos como potencialmente perigosas. Trata-se do Artigo 11, que permite que detentores de direitos cobrem plataformas se algo for vinculado às suas criações, e o Artigo 13, que torna as plataformas legalmente responsáveis pelo conteúdo que seus usuários carregam.

Os responsáveis pelo projeto de lei dizem que as novas mudanças darão aos criadores de conteúdo, as ferramentas necessárias para recuperar o valor do seu trabalho dos gigantes da tecnologia dos EUA. Os críticos dizem que os políticos por trás da legislação não entendem a amplitude das leis que estão propondo e que a diretiva, se implementada, prejudicará a livre expressão online.

O Artigo 13 é particularmente o mais perigoso, dizem os críticos. Ele fará com que todas as plataformas que hospedam conteúdo enviado pelo usuário, como Tumblr ou Youtube, sejam responsáveis pelos direitos autorais do que é postado.

Além do blecaute do site hoje (que atingiu a Wikipédia alemã, tcheca, dinamarquesa e eslovaca), mais de cinco milhões de usuários da internet, assinaram uma petição protestando conta o Artigo 13. Marchas e manifestações também estão planejadas nas cidades europeias durante o final de semana e na segunda e terça-feira antes da votação final. Para assinar o abaixo-assinado, é só clicar aqui.

Via: The Verge

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