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NUVEM DE TAGS

Pesquisadores hackeiam quase 28 mil impressoras para testarem segurança

Pesquisadores invadiram os periféricos para alertar usuários sobre a importância de proteger os dispositivos de impressão

Da Redação, editado por Liliane Nakagawa

Olhar Digital

Especialistas em segurança cibernética hackearam 27.944 mil impressoras, fazendo com que os dispositivos começassem a imprimir um aviso informando sobre a invasão e várias instruções sobre como proteger impressoras conectadas à internet. A ideia por trás do estudo em parceria com o site CyberNews é o de alertar proprietários de dispositivos de impressão sobre a importância de também proteger os periféricos.

Os especialistas não só conseguiram assustar os usuários hackeados, como também provaram que ameaças são capazes de se infiltrar na maioria parte das máquinas: entre 800 mil impressoras conectadas, pelo menos 447 mil não estão seguras, segundo o estudo. Os ataques à amostra de 50 mil dispositivos de impressão tiveram 56% de sucesso. Crédito: Jarmoluk/Pixabay

O experimento

Os endereços de IP das máquinas vulneráveis foram localizados usando ferramentas de busca de IoT, como Shodan e Censys. Com eles, foi possível rastrear 800 mil aparelhos com recursos de impressão. Um total alarmante de quase 500 mil desses últimos podiam ser hackeados, mas os especialistas optaram por invadir apenas 50 mil dispositivos, levando em conta fabricantes, localização e protocolos necessários. 

A taxa de sucesso nos ataques foi de 56% considerando a amostra selecionada, já que os pesquisadores conseguiram invadir ‘somente’ 27.944 impressoras. Para isso, desenvolveram um script personalizado para o processo de impressão desejado. Ao lançar esse script, os demais processos em curso nos aparelhos não protegidos foram sequestrados. Por consequência, as impressoras começaram a imprimir o guia de segurança, surpreendendo os donos dos aparelhos.

Em 2018, um caso semelhante ocorreu quando um hacker entediado imprimiu 50 mil folhetos em apoio ao famoso vlogger PewDiePie em impressoras no Canadá e Reino Unido. 

Saiba como proteger a sua impressora

1. Ao definir configurações de rede, procure sempre limitar o acesso às conexões sem fio da impressora ao roteador. Isso fará com que o aparelho obedeça apenas ordens de portas específicas do roteador. É importante lembrar que o protocolo padrão para impressão segura é o IPPS via porta SSL 443.

2. Use Firewall, ele vai proteger protocolos não utilizados que podem abrir brechas a hackers se aproveitarem de vulnerabilidades. O dispositivo analisa o tráfego de rede para determinar quais comandos de transmissão ou recepção de dados podem ser realizados.

3. Existem algumas vulnerabilidades que são identificadas pelos fabricantes, que em resposta lançam novas atualizações para o firmware. Por isso, é sempre importante manter a impressora atualizada para evitar problemas de segurança. 

4. Recomendamos também que altere a senha de administrador – toda impressora com acesso à internet possui um usuário e uma senha. Deixe de lado a configuração padrão. Pense em algo recordável, porém com bastante tipos de caracteres e difiícil de ser adivinhado. Para trocar a senha, acesse as configurações do utilitário da impressora. Lembre-se de sempre configurar para exigir credenciais de acesso (logon). 

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Pesquisadores da UFMG desenvolvem tecnologia que prevê incêndios florestais

Software antevê como fogo vai se comportar, como será o espalhamento, se ele vai se manter, ser intenso ou não.

Por Alex Araújo, G1 Minas — Belo Horizonte

Incêndio no Parque Nacional da Serra da Canastra em 2017 — Foto: UFMG/Divulgação

Incêndio no Parque Nacional da Serra da Canastra em 2017 — Foto: UFMG/Divulgação

As queimadas em Minas Gerais aumentaram 23% em agosto deste ano se comparado ao mesmo mês do ano passado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, em 2019 foram registrados 3.177 incêndios florestais e, em 2020, 3.899.

Um software desenvolvido por pesquisadores do Centro de Sensoriamento Remoto (CSR) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) pode ajudar no combate a incêndios florestais. A tecnologia visualiza áreas com maior risco.

De acordo com o pesquisador do CSR Ubirajara Oliveira, a tecnologia prevê como o fogo vai se comportar, como será o espalhamento, se vai se manter, ser intenso ou não.

“A tecnologia faz isso usando uma série de dados ambientais como vento, declividade, umidade e secura da vegetação”, explicou Oliveira.

Parque Nacional da Serra da Canastra — Foto: UFMG/Divulgação

Parque Nacional da Serra da Canastra — Foto: UFMG/Divulgação

O professor disse que o modelo faz download das imagens do satélite e processa para encontrar a porcentagem de umidade da vegetação.

Ainda segundo ele, o programa pode ser usado por gerentes de parques e brigadistas e se atualiza automaticamente duas vezes por dia, levando em conta dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Queimadas em Minas Gerais — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Queimadas em Minas Gerais — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Oliveira ressaltou que, onde há focos de calor, não quer dizer que haverá incêndios.

O programa está em funcionamento e é desenvolvido há três anos. Mais de dez pesquisadores trabalham no projeto. O software é totalmente gratuito.

“A ferramenta já é utilizada para orientar a escolha de locais para se fazer aceiros negros, ou seja, áreas queimadas previamente para bloquear o avanço do fogo, protegendo, assim, as áreas de matas ou de Cerrado fechado”, falou Oliveira.

Imagem do dia 31 de agosto mostra focos de calor no Cerrado brasileiro — Foto: UFMG/Divulgação

Imagem do dia 31 de agosto mostra focos de calor no Cerrado brasileiro — Foto: UFMG/Divulgação

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Não corra o risco de perder sua história, seus dados; saiba como recuperar HD com problema

Conheça as melhores soluções para recuperação de dados em HD, SSD, cartões de memória, pendrives, servidores RAID e até de dados criptografados por ransomware

Equipe de criação Olhar Digital 

Olhar Digital

Uma pane no software, um defeito mecânico no dispositivo, um ataque de um cibercriminoso ou até mesmo uma falha humana. Não tem jeito: seus dados estão em constante risco. Normalmente, como usuários ou empresas, nós só nos preocupamos com isso quando o estrago já está feito – e agora é correr atrás de prejuízo, ou seja, recuperar HD.

“Um HD, assim como a qualquer sistema eletromecânico, não só está sujeito a problemas como tem um tempo de vida útil, que pode ser de dois a quatro anos, dependendo do modelo e da marca”, explica o Diretor Comercial da HD Doctor, Fabrício Gomes. “Depois que passou esse tempo, a probabilidade de você perder seus dados a qualquer momento só aumenta. O problema é que a maior parte dos administradores não se preocupa com isso enquanto está tudo funcionando”, completa.

Com Laboratórios em Belo Horizonte (MG) e em São Paulo (SP), a HD Doctor possui 20 anos de experiência e é referência nacional em recuperação de dados HD. A empresa oferece serviços para recuperar dados de HDrecuperar RAID, SSD, cartões de memória, pendrives e até de dados criptografados por ransomware.

Com tempo de mercado e expertise, Gomes conta que já cuidou de casos dos mais diversos. E acrescenta: “em casos de apagamento de dados, quanto mais arquivos você salva no mesmo disco, maior a chance daquela informação ter sido sobrescrita. Existe também o fator “sorte”, mas se o HD não alocou novas informações, a recuperação é mais fácil”, conta o diretor.

Por isso algumas recomendações são importantes antes mesmo de chamar qualquer técnico especializado. Se o HD estiver fazendo algum barulho diferente, por exemplo, é importante desligá-lo para evitar danos onde são gravadas as informações no disco. Se um arquivo foi apagado acidentalmente, o uso do servidor deve ser interrompido antes que aquele dado seja sobrescrito.

“Sempre pedimos ao cliente para não fazer nenhuma tentativa de recuperação de dados por conta própria ou com algum técnico que não seja especializado. Isso porque, se for utilizado um método que não é o ideal, pode diminuir consideravelmente a probabilidade de recuperar dados. Cada sistema, seja HD, SSD, servidores RAID ou outros têm sua ferramenta específica”, alerta Gomes.

O processo de recuperação só é feito depois de uma análise do dispositivo. Um técnico especializado faz um diagnóstico da viabilidade da recuperação para só então os procedimentos de laboratório serem conduzidos. O trabalho pode combinar software e hardware, com programas de alta complexidade reintegrando as informações, enquanto os técnicos fazem a troca de componentes que podem estar danificados.

O valor cobrado pela recuperação de dados de RAID ou de qualquer outro dispositivo pode variar e depende da complexidade do serviço e do estado do dispositivo. De acordo com a HD Doctor, recuperações de cartão de memória e pendrive custam a partir de R$200, enquanto em recuperação de HD e SSD o serviço costuma ser a partir de R$600. Em servidores, o valor estimado é a partir de R$1.000.

Na HD Doctor, antes mesmo de fechar um orçamento, os clientes têm direito a uma análise gratuita e feita em 24h após a chegada do dispositivo em um de seus Laboratórios. Feita essa análise, o cliente recebe por e-mail um diagnóstico completo da situação do seu dispositivo e o orçamento do serviço e, somente então, tomará a decisão de seguir com o processo de recuperação de dados. Vale lembrar que a HD Doctor trabalha apenas com a recuperação de dados e não com o conserto de HD.

Entre em contato para uma análise gratuita pelo 0800 607 8700 e converse com um especialista. O atendimento é 24h e pode ser feito por telefone, WhatsApp e chat.

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Supercomputador Aurora sofre atraso e pode não ser inaugurado em 2021

Problemas na fabricação de chips da Intel podem adiar os planos de lançar a máquina, que promete realizar 1 quintilhão de operações por segundo

Da Redação, editado por Daniel Junqueira 

Olhar Digital

Um atraso na tecnologia de chips da Intel muito provavelmente adiará a inauguração do supercomputador Aurora. Segundo o The New York Times, pesquisadores relataram que o problema torna “quase impossível” que o aparelho seja instalado dentro do prazo de entrega, marcado para 2021. 

Anunciado em 2015, o plano ambicioso de criar o Aurora consiste no primeiro supercomputador americano com desempenho de um exascale. Ou seja, a máquina deve ter um sistema capaz de realizar a marca impressionante de um quintilhão de cálculos por segundo (um quintilhão é um número de 18 dígitos, ou 10 elevado a 18º potência). 

O projeto para a supermáquina é fruto de uma parceria com o Argonne National Laboratory, sob encomenda do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE). Os desenvolvedores são americanos e estão atentos à concorrência com a China, que por enquanto sai na frente e já fabricou mais supercomputadores do que os EUA.

Visto isso, os americanos querem que o Aurora tenha peças todas fabricadas nos Estados Unidos. Daí, então, que surge o entrave. A Intel é uma gigante norte-americana do Vale do Silício e havia se comprometido a fornecer três tipos de chips para a invenção. Porém, o atraso na fabricação das peças não permite que os desenvolvedores adotem componentes de fábricas estrangeiras. Isso acabaria com o sonho de ter o design totalmente americano.

Para evitar o adiamento do projeto, funcionários do laboratório Argonne e do Departamento de Energia dizem estar se dedicando ao máximo na criação do Aurora. Em comunicado, a instituição de pesquisa afirmou que está em “negociações com a Intel para atualizar o plano de entrega”.

A empresa multinacional de tecnologia afirmou, por sua vez, que seus parceiros estão “trabalhando ativamente para mitigar quaisquer impactos potenciais ao cronograma”. Mês passado, o presidente-executivo da Intel, Robert Swan, alertou que os avanços para o Aurora estavam 12 meses atrasados e que os chips poderiam ser produzidos em outras fábricas. 

O supercomputador está com orçamento previsto de US$ 500 milhões e deverá ser projetado para explorar novos avanços no campo da inteligência artificial. Se ele tiver realmente o desempenho de um exascale, isso significa que o Aurora será mil vezes mais rápido do que os primeiros sistemas petascale, que começaram a chegar em 2008. 

Fonte: The New York Times 

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Twitter remove post e Trump poderá pagar US$ 150 mil por vídeo

Animação para a campanha de reeleição foi tuitada pelo presidente americano; grande problema é música não autorizada de fundo

Da Redação, editado por Daniel Junqueira 

Olhar Digital

Mais um tuíte do presidente dos Estados UnidosDonald Trump, foi tirado do ar na última terça-feira (1). A diferença é que desta vez a publicação sairá cara. O cantor e compositor britânico Eddy Grant entrou com um processo contra o chefe do Executivo americano por direitos autorais e exigiu a indenização de US$ 150 mil. Isto porque Trump postou um vídeo animado dedicado à sua campanha à reeleição, onde de fundo é tocada a música “Eletric Avenue”, de Grant.

animação mostra um trem, que representaria a campanha de Trump, em alta velocidade. Aos 15 segundos do vídeo, a canção de 1982 começa a tocar e neste momento aparece Joe Biden, principal oponente no pleito, tentando acompanhar a locomotiva. Tuítes com este teor têm sido cada vez mais postados pelo presidente, visto a eminência das eleições.

Acredita-se que o vídeo tenha sido visto 13,7 milhões de vezes. A publicação obteve mais de 350 mil curtidas, bem como 139 mil retuítes.

Ação no tribunal

Depois do vídeo, Eddy Grant tomou algumas providências: uma reclamação, arquivada no Distrito Sul de Nova York, onde as empresas do cantor processam a campanha “Donald J. Trump para Presidente Inc.”. De acordo com o documento, o uso da faixa pelo presidente foi ato de flagrante violação de direitos autorais.

Na reclamação, os requerentes afirmam que logo após o tuíte de Trump, no mês passado, foi enviada uma carta a ele e sua assessoria solicitando a remoção do vídeo e pedindo para que a música fosse excluída de outras propagandas políticas. No entanto, em 1º de setembro a animação ainda estava disponível no Twitter.

O que pode deixar uma lacuna em toda a história é que a ação contra o presidente americano também explica que em 13 de agosto, a rede social já havia recebido um aviso por parte da Sony / TV Music Publishing para a remoção do conteúdo. Mas o vídeo foi removido apenas na última terça-feira (1). A demora reforça opiniões de que Donald Trump seja intocável no Twitter, pois a rede social ainda mantém sua conta intacta.

ação movida contra Trump também afirma que “a conduta dos réus é ilegal, é proibido como tal pela Lei de Direitos Autorais dos Estados Unidos. Nem o presidente, nem a empresa estão acima da lei”.

Além de todo o histórico, o documento também afirma que Donald Trump e sua equipe de campanha falharam ou se recusaram a cumprir os pedidos de Eddy Grant e suas empresas, e que, não obstante, continuaram a infringir direitos autorais de composição e gravação.

Mas o que realmente é pedido pelo artista é a imposição de um mandado de segurança permanente, que deve evitar novas infrações. Uma indenização também é exigida ao tribunal. O valor pode variar entre US$ 750 por infração, mas pode chegar a US$ 150 mil por infração em danos legais, mais custos e honorários advocatícios, alerta a queixa.

Considerando todo o contexto que envolve o processo, é possível observar que Grant abriu caminho para uma resolução rápida e sem o envolvimento com a justiça. De qualquer forma, ainda não está claro se esta possibilidade ainda estaria disponível, afinal o cantor e compositor pareceu chateado pessoalmente.

“Eletric Avenue”

Eddy Grant escreveu a canção em 1981 em resposta aos tumultos ocorridos em Brixton, Londres, durante aquele ano. Ela foi trilha sonora de lutas atribuídas ao racismo, pobreza e tensão entre jovens negros e a força policial. A ação movida contra Donald Trump “indica um mal-entendido fundamental do próprio significado do trabalho subjacente”.

Fonte: Torrent Freak

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Descoberto sistema com três estrelas e disco planetário ‘quebrado’

Localizado a 1.300 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Orion, o sistema GW Orionis possui três estrelas com órbitas desalinhadas em relação umas às outras

Renato Mota 

Olhar Digital

Normalmente, planetas se formam ao redor de uma estrela acompanhando o plano em que ficava o disco de formação planetária. É o que acontece, por exemplo, no Sistema Solar. Mas sistemas com mais de uma estrela podem fazer com que seus planetas tenham órbitas inclinadas e distorcidas, à medida em a atração gravitacional exercida pelas múltiplas estrelas atraem os corpos celestes para diferentes direções.

Uma equipe de astrônomos encontrou a primeira evidência direta de como grupos de estrelas podem desfazer os seus discos de formação planetária ou deixá-los distorcidos e com anéis inclinados. A pesquisa, publicada na Science, foi liderada por cientistas da Universidade de Exeter, no Reino Unido, com dados coletados pelo Very Large Telescope (VLT) do ESO e com pelo Atacama large Millimeter/submillimeter Array (ALMA).

O sistema descoberto, GW Orionis, está situado a cerca de 1.300 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Orion, tem três estrelas e um disco partido deformado que as circunda. “As nossas imagens revelam um caso extremo onde o disco não é de modo nenhum plano, mas sim distorcido e com um anel desalinhado que se separou do disco”, explica Stefan Kraus, professor de astrofísica na Universidade de Exeter.

O anel desalinhado fica na parte interna do disco planetário, próximo das três estrelas, e contém o equivalente a 30 massas terrestres de poeira, o que pode ser suficiente para formar planetas. “Qualquer planeta que se forme no interior do anel desalinhado irá orbitar as estrelas em órbitas muito oblíquas”, afirma Alexander Kreplin, também da Universidade de Exeter.

Sistemas com mais de uma estrela não são raros na galáxia – mais da metade das estrelas no céu possuem uma ou mais companheiras, o que leva os astrônomos a acreditar que exista uma grande quantidade, ainda desconhecida, de exoplanetas que orbitam as suas estrelas em órbitas muito inclinadas e distantes.

As três estrelas do sistema GW Orionis não orbitam no mesmo plano, mas têm as suas órbitas desalinhadas relativamente umas às outras e em relação ao disco. Os astrônomos combinaram observações com simulações de computador e confirmaram os desalinhamentos observados ao (até então) teórico “efeito de ruptura do disco”, que sugere que a atração gravitacional conflitante de estrelas em planos diferentes pode deformar e quebrar o disco circundante.

“Realizamos simulações que mostram que o desalinhamento nas órbitas das três estrelas poderia fazer com que o disco ao redor delas se dividisse em anéis distintos”, afirma Matthew Bate, professor de astrofísica teórica em Exeter. “A forma observada do anel interno também corresponde às previsões de como o disco se romperia”, completa.

Via: ESO/University of Exeter

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Molécula em veneno de abelha pode destruir célula cancerígena

Estudo sugere que melitina pode atuar até em casos mais graves da doença, principalmente no câncer de mama; no entanto, o caminho para sua utilização efetiva em tratamentos ainda é longo

Da Redação, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

Cientistas da Austrália descobriram no veneno de abelhas melíferas uma substância que pode ajudar no combate ao câncer, principalmente o de mama. O estudo, publicado pela Nature Precision Oncology, usou camundongos para mostrar a eficácia do teste, mesmo em casos da doença mais agressivos, como o triplo-negativo (TNBC).

A melitina compõe pelo menos metade do veneno expelido pelo inseto e é produzida não apenas no ferrão, mas também em outros tecidos. A molécula é a responsável por tornar a picada de abelha tão dolorosa em humanos.

Os pesquisadores usaram o veneno em células cancerosas desenvolvidas em laboratório e também em células saudáveis. Aqui, vale destacar que a melitina foi colocada em conjunto com outras drogas quimioterápicas. A substância utilizada no experimento veio de abelhas da Irlanda, Inglaterra e Austrália.

Durante o estudo, quando a melitina foi bloqueada com um anticorpo, as células responsáveis pelo câncer sobreviveram. Tal comportamento indicou que a substância de fato era o componente do veneno que havia gerado bons resultados nos testes realizados anteriormente.

Diante do quadro, também foi possível perceber que o veneno de abelha que não contém melitina (mas que possui outros assassinos de células) teve baixa eficácia que diz respeito às células do câncer de mama. Mas o envenenador com a substância fez diferença, podendo suprimir o crescimento células cancerosas e reduzindo os níveis de uma molécula que as células doentes usam para sabotar o sistema imunológico.

De acordo com a médica Ciara Duffy, do Instituto de Pesquisa Médica Harry Perkins, foi nítido o extremo poder do veneno, que inclusive pode “destruir completamente as membranas das células cancerosas em 60 minutos”.

Cabe frisar que o veneno de abelhas melíferas já foi usado no tratamento de outras doenças, como eczemas, e se mostrou potencial candidato como remédio alternativo.

Melitina e cânceres mais agressivos

O experimento também obteve surpreendente êxito em células de câncer TNBC, que são responsáveis por até 15% de todos os cânceres de mama. Este tipo de doença faz com que o corpo, em muitos casos, produza mais células chamadas EGFR do que células saudáveis.

Pesquisadores já sabiam deste fato e tentaram, outras vezes, desenvolver tratamentos para combater o mal, o que acabou nunca surtindo efeitos significativos porque qualquer ação também poderia afetar negativamente células normais.

No entanto, o estudo utilizando a melitina apresentou pouco impacto na células saudáveis, pois a molécula visou apenas outras células que produziam muito EGFR e HER2 (também produzida excessivamente por alguns tipos de câncer de mama). Segundo o cientista-chefe da Austrália Ocidental, Peter Klinken, outro resultado observado foi a intervenção na capacidade destes componentes se multiplicarem.

“Descobrimos que a melitina pode ser usada com pequenas moléculas ou quimioterapias, como docetaxel, para tratar tipos altamente agressivos de câncer de mama”, ressaltou a médica Ciara Duffy, que ainda frisou o ótimo resultado para a redução do crescimento de tumores nos camundongos do teste.

Conclusão

Os cientistas se mostraram satisfeitos com os resultados do estudo, mas também cautelosos, pois lembraram que para que a melitina seja usada efetivamente em tratamentos contra o câncer de mama, ainda há um longo caminho.

Outro aspecto ponderado pelos estudiosos foi a questão de as abelhas estarem enfrentando ameaças significativas à saúde, o que deve ser analisado antes de colocá-las como aliadas contra doenças de humanos.

Fonte: Science Alert

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FBI descobre mais um mentor de ataque ao Twitter, de apenas 16 anos

Invasão ocorreu em julho e atingiu contas de empresas como Apple, Uber, além de Bill Gates e Elon Musk; se o jovem for preso, caso deve ser entregue às autoridades de Massachusetts

Guilherme Preta, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

mega-ataque ao Twitter realizao em julho, que atingiu algumas das maiores contas da plataforma  como de Bill Gates, Elon Musk e Jeff Bezos, além de empresas como Apple e Uber, sofreu um novo revés.

Após autoridades americanas prenderem um jovem de 17 anos, acusando-o de ser o mandante do crime, agora, porém, o FBI encontrou mais um provável participante do ataque. Sua idade? 16 anos.

Os agentes federais chegaram a ele após o relato de quatro pessoas investigadas. Na última terça-feira (1º), o FBI realizou um mandado de busca na casa do adolescente, que não teve seu nome revelado, em Massachusetts, onde mora com os pais. A agência vai analisar tudo o que foi encontrado no local e decidirão se vão acusar ou não o jovem.

Se ele for preso, o caso deve ser entregue às autoridades do estado. Isso porque, em casos de menores de idade na condição de adultos, os promotores de Massachusetts têm mais poder que os federais.

Três pessoas já foram acusadas pelo ataque. Entre elas está Graham Clark, o jovem de 17 anos e considerado o mandante do crime. Ele enfrenta 30 acusações como adulto, já que a lei da Flórida, onde mora, permite que menores “sejam processados como adultos em casos de fraude financeira, quando apropriado”.

Além dele, Mason John Sheppard, de 19 anos e morador do Reino Unido, e Nima Fazeli, de 22 anos, residente de Orlando, também foram indiciados.

Como o jovem ajudou no ataque

O jovem de Massachusetts ajudou a planejar o ataque desde maio, segundo os investigadores. “Ele era mais inteligente do que o resto”, destacou Joseph O’Connor, hacker conhecido como PlugWalkJoe. Uma prova disso é que ele conversava com o restante do grupo apenas por sistemas criptografados, como o Signal. Apesar disso, em conversas online daquele dia, O’Conner disse que o adolescente revelou em chamada que havia entrado nos sistemas da rede social.

O adolescente costumava ligar para funcionários de grandes empresas, como o Twitter, se passando por um contratado ou empregado. Depois, tentava persuadir os funcionários a inserir credenciais de login em sites fraudulentos. Dessa forma, ele conseguia ter acesso aos sistemas internos das companhias.

Quando tinha apenas 13 anos, o jovem comprou uma série de sites e tentou revendê-los, usando seu e-mail e endereço pessoal. Pouco depois, ele se associou aos demais envolvidos no ataque ao Twitter. Em seus primeiros trabalhos, eles utilizaram um método conhecido como swaps SIM para roubar contas de mídia social e criptomoedas. No início do ano, ele ainda fez parte do grupo que invadiu o GoDaddy.

Quanto ao ataque à rede social, foi relatado que os demais cúmplices desistiram pouco antes do crime. Por conta disso, Clark e o adolescente de Massachusetts realizaram a ação.

Via: Estadão

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Nasa testa foguete que ajudará a levar astronautas de volta à Lua

Booster FSB-1 dará suporte ao lançamento do Space Launch System, previsto para 2024; resultados sobre a performance do motor do foguete ainda serão avaliados

Davi Medeiros, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

Nasa concluiu na quarta-feira (2) um teste com o foguete auxiliar Flight Support Booster 1 (FSB-1), nas instalações da agência em Promontory, Utah. A função do booster é dar empuxo ao lançamento do Space Launch System (SLS), veículo encarregado de levar os americanos de volta à Lua pelo Programa Artemis

O teste, que durou apenas dois minutos, tinha como objetivo avaliar a performance do motor e a qualidade de fabricação do foguete. Os resultados, que ainda serão avaliados, terão atendido às expectativas se as métricas exatas analisadas comprovarem que o FSB-1 disparou 3,6 milhões de libras de empuxo e permaneceu ativo por 122 segundos. 

Reprodução

Booster FSB-1 teve performance testada pela Nasa. Imagem: Nasa

De acordo com a Nasa, os resultados do teste vão confirmar se os foguetes auxiliares estão prontos para dar impulso ao lançamento dos astronautas nas missões Artemis. O SLS contará com a ajuda de dois boosters semelhantes ao FSB-1, com o mesmo tamanho e potência. Atualmente, eles estão sendo preparados no Kennedy Space Center, na Flórida.

Os boosters do SLS serão os maiores e mais poderosos já construídos na história. Cada um deles vai queimar seis toneladas de combustível por segundo, e juntos eles serão responsáveis por 75% do empuxo necessário para fazer o foguete subir. 

What a view! @NASA astronauts @JonnyKimUSA and @Astro_FarmerBob watched today’s SLS Flight Support Booster (FSB-1) test with @northropgrumman‘s Jeff Foote and Charlie Precourt. pic.twitter.com/4jG3tfBB0u— NASA_SLS (@NASA_SLS) September 2, 2020

A primeira missão do programa Artemis está prevista para novembro de 2021, quando o SLS enviará uma cápsula não tripulada ao redor da Lua como preparação para voos futuros com humanos. Em 2023, astronautas serão enviados também ao redor da Lua, mas sem pousar no satélite natural. A previsão é que isso ocorra em 2024.

A experiência adquirida na Lua, por sua vez, será utilizada para concretizar a próxima grande ambição da Nasa, que é enviar seres humanos a Marte

Via: Space

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Nasa ainda não descobriu causa de vazamento de ar na ISS

Engenheiros russos e norte-americanos ainda analisam os dados coletados pelos astronautas; apesar do vazamento, não há risco para a tripulação ou a estação

Rafael Rigues 

Olhar Digital

Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) ainda não conseguiu descobrir a causa de um vazamento de ar na Estação Espacial Internacional (ISS). Ele foi encontrado em setembro de 2019, mas durante quase um ano nada foi feito, já que era considerado pequeno e não afetaria a operação da estação.

Recentemente, entretanto, técnicos da agência detectaram um aumento na taxa de vazamento de ar, e decidiram que os três tripulantes da estação (Chris Cassidy, Anatoly Ivanishin e Ivan Vagner) deveriam iniciar uma investigação. Mas mesmo após duas semanas de trabalho, nada foi encontrado. Daniel Huot, porta-voz da Nasa, disse à Business Insider na semana passada que a busca “está demorando mais que o esperado”.

Entre os dias 22 e 23 de agosto os astronautas se reuniram no módulo de serviço russo Zvezda, onde ficam os principais sistemas de suporte de vida, e fecharam as escotilhas de acesso a todos os outros módulos, isolando-os do resto da estação.

O plano era monitorar a pressão em cada módulo para identificar em quais deles ela cairia, o que apontaria para a origem do vazamento. Mas ele é tão pequeno que os engenheiros russos e norte-americanos ainda não conseguiram chegar a uma conclusão.

Equipes em solo estão analisando os dados coletados pelos astronautas, e devem ter um resultado nos próximos dias. A maioria dos módulos da ISS já foi descartada como possível origem do vazamento.

Apesar do vazamento, nem os astronautas, nem a integridade da estação, estão em perigo. “A taxa de vazamento ainda é estável e bem abaixo das especificações no design da estação, e não há preocupação quanto à segurança dela ou da tripulação”, disse Huot.

A ISS é pressurizada a 101.3 kPa (14.7 psi), mesma pressão atmosférica do nível do mar, com uma atmosfera composta de 78% de nitrogênio, 20% de oxigênio e o restante de outros gases, como na Terra. Caso necessário, a pressão pode ser mantida com tanques de nitrogênio e oxigênio enviados em missões de carga.

Fonte: Science Alert

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