Alemanha multa Facebook em 2 milhões de euros por violação à lei de transparência online


Por Reuters

A Alemanha multou o Facebook em 2 milhões de euros por não reportar denúncias sobre conteúdo ilegal em sua plataforma, violando a lei local sobre transparência na internet.

Em comunicado divulgado nesta terça-feira (2), o Departamento Federal de Justiça da Alemanha afirmou que a rede social falhou ao tentar lidar com reclamações de discurso de ódio em sua plataforma.

O Facebook afirma que cumpriu com suas obrigações de transparência, acrescentando que alguns aspectos da lei “careciam de clareza”. A empresa disse que se reservou o direito de apelar da decisão após estudá-la.

Segundo a lei de transparência de rede da Alemanha, as plataformas de mídia social devem informar o número de reclamações de conteúdo ilegal recebidas. Em 2018, o Facebook disse que recebeu 1.048 reclamações ligadas a conteúdo ilegal em sua plataforma na segunda metade do ano, de acordo com seu relatório de transparência.

Relatórios de transparência de outras redes sociais, como Twitter e do YouTube, reportaram mais de 250 mil reclamações durante todo o ano. A acusação de que o Facebook não relatou todas as reclamações que recebeu poderia prejudicar seus esforços para melhorar sua reputação.

Diante da repercussão global sobre o papel que a plataforma desempenhou em campanhas eleitorais de países como Estados Unidos, Reino Unido e até Filipinas, o Facebook tem feito uma campanha de relações públicas para melhorar sua imagem.

“Queremos remover o discurso de ódio da maneira mais rápida e eficaz possível, e trabalhar duro para isso”, disse um porta-voz do Facebook em resposta à multa.

“Estamos confiantes de que nossos relatórios publicados estão de acordo com a lei, mas, como muitos críticos apontaram, essa lei carece de clareza.”

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Empresa que opera servidores de internet passa por problemas e derruba centenas de sites

Por G1

O serviço de hospedagem e servidores Cloudflare passou por problemas nesta terça-feira (2) e deixou diversos sites fora do ar ao redor do mundo. A empresa postou uma mensagem em seu blog afirmando que não se trata de um ataque, mas uma instalação de software que deu errado.

Segundo a Cloudflare o erro já foi corrigido e durou cerca de 30 minutos — tempo em que diversos usuários dos serviços que estão hospedados nos servidores da Cloudfare receberam erros ao tentar acessar esses sites.

Em sua conta em uma rede social, o presidente da Cloudflare, Matthew Prince, afirmou que estava ciente dos problemas e que sua equipe estava trabalhando para restabelecer os serviços ao redor do mundo.

Entre as empresas que mantêm seus sites nos serviços da companhia estão Zendesk, Discord, OkCupid, Coinbase, Soundcloud, TransferWise, Medium, Buzzfeed, Pinterest e Dropbox, Flightradar.

A Cloudflare atua como um “fiscal de trânsito” no acesso a sites na internet para barrar conexões que apresentam características de ataques cibernéticos. A infraestrutura da Cloudflare é mundial, permitindo que a companhia guarde cópias parciais dos sites em várias regiões do mundo, acelerando downloads e acessos — um serviço que é chamado de “rede de entrega de conteúdo”. Dessa maneira, o site original não fica diretamente exposto na internet e todas as conexões passam pelo “túnel” da Cloudflare.

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Prédios da sede do Facebook são esvaziados após suposta exposição a substância química nociva

Por Thiago Lavado, G1

Empresa teria evacuado prédio que gerencia correspondências por gás suspeito. — Foto: Reuters

Empresa teria evacuado prédio que gerencia correspondências por gás suspeito. — Foto: Reuters

Prédios da sede do Facebook foram esvaziados após um pacote suspeito, que supostamente teria um químico nocivo chamado de Sarin, ter sido enviado à sede da empresa, que confirmou o ocorrido ao G1.

“Às 11h da segunda-feira (1º), horário local na Califórnia, um pacote entregue a uma de nossas centrais de correspondência foi considerado suspeito. Evacuamos quatro edifícios e estamos conduzindo uma investigação completa em coordenação com as autoridades locais, que ainda não identificaram a substância encontrada”, disse o Facebook em nota.

Segundo um oficial do corpo de bombeiros ouvido pela agência Reuters, duas pessoas teriam sido expostas ao agente químico em uma unidade de triagem de encomendas da rede social. “No momento, eles não estão apresentando nenhum sintoma [de contaminação]”, disse à Reuters Jon Johnston, comissário do corpo de bombeiros de Menlo Park, cidade onde o Facebook está localizado.

De acordo com a rede social, até a tarde desta segunda, três dos prédios evacuados já haviam sido liberados. “A segurança dos nossos funcionários é nossa prioridade e compartilharemos mais informações assim que possível”, afirmou um porta voz do Facebook.

Sarin é um componente tóxico que afeta o sistema nervoso central e já foi utilizado como arma química em guerras.

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Oumuamua provavelmente não é uma tentativa alienígena de comunicação

Redação Olhar Digital

Embora uma explicação extraterrestre não possa ser descartada, estudo conclui que o mais provável é que objeto tenha origem natural

Um estudo revelou o que pode ser um alívio para alguns e uma frustação para outros: o objeto interestelar descoberto em outubro de 2017não era uma nave alienígena.

Descoberto há dois anos, o “Oumuamua” é um o objeto interestelar de forma alongada que mede meio quilometro. Ele causou tamanha fascinação entre os cientistas, que alguns disseram que poderia se tratar de uma tecnologia alienígena e talvez até uma tentativa de contato.

Mas um estudo publicado nesta segunda-feira (01/07) na Nature Astronomy contesta a hipótese e traz explicações naturais para que o “comportamento bizarro e inesperado do Oumuamua”.

O pesquisador da Universidade de Maryland, Matthew Knight, foi quem comandou o estudo e disse ao portal Viceque os resultados obtidos pela sua equipe não descartam necessariamente uma origem extraterrestre para o objeto. No entanto, sugere que uma gênese natural é mais provável.

“Como cientista aprendi a pensar que nada é absoluto, por isso não posso dizer com 100% de certeza que não se trata de ETs”, disse Knight. “Enquanto nós (comunidade científica) estamos tentando explicar algumas coisas entranhas sobre Oumuamua certamente vale a pena considerar todas as possibilidades para descobrir a solução do enigma”.

“De qualquer forma, o fato do objeto possuir algumas propriedades incomuns não é evidência suficiente para afirmarmos que se trata de alienígenas”, completou.

Há décadas os cientistas esperam conseguir detectar um objeto interestelar, mas eles acreditavam que seria um cometa ativo, restos dos corpos congelados que orbitam nosso sistema solar.

“Mas o Oumuamua era de cor avermelhada e não apresentava sinais detectáveis de liberação de gases – liberação de emissões gasosas à medida que os cometas se aquecem perto das estrelas. A falta desses sinais deixou os cientistas perplexos, uma vez que o objeto acelerava no exterior do sistema solar – um processo normalmente associado a cometas”.

Ainda assim, o Oumuamua é relativamente pequeno e escuro, então é possível que os observatórios atuais simplesmente não tenham conseguido ver essas emissões gasosas. Ao mesmo tempo, o aumento de velocidade do objeto poderia ser explicado pela pressão de radiação do Sol sobre ele.

Quanto às origens, o estudo concluiu que “Oumuamua é provavelmente planetesimal – isto é, um pequeno bloco de construção de outro planeta.

A esperança é que através de futuras descobertas os cientistas consigam resolver melhor o quebra-cabeça atual. 

Embora o Oumuamua provavelmente não seja mesmo um objeto alienigena, a comunidade científica está animada com a possibilidade de futuros visitantes interestelares e tudo o que eles podem nos dizer.  

Fonte: Vice

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Microsoft aposenta completamente o Windows 8 e o Windows Phone

Redação Olhar Digital

Facebook e WhatsApp deixarão de funcionar no Windows Phone ainda neste ano e o aplicativo de mensagens já não está mais disponível na Microsoft Store

Já faz quase um ano desde que a Microsoft anunciou pela primeira vez que o Windows 8 seria descontinuado. E nesta segunda-feira (1º), a empresa marcou a data oficial do fim do sistema operacional. O software deixará de receber atualizações de aplicativos, pacotes de segurança e suporte a partir de 31 de dezembro de 2019. Ambas as versões, para computadores e para dispositivos móveis, serão descontinuadas.

O fim do sistema operacional vai afetar não apenas computadores, mas também celulares baseados no Windows 8.x. A mudança vai ser mais prejudicial nos smartphones, porque eles não apenas deixarão de receber atualizações, mas também não poderão instalar aplicativos da Windows Store.

A decisão revela como a multinacional caminha para o fim completo do Windows Phone, que já não recebe mais suporte dos sistemas da Microsoft há algum tempo. Aplicativos populares, como Facebook e WhatsApp, deixarão de funcionar no dispositivo ainda neste ano e o app de mensagens já não está mais disponível na Microsoft Store. Da mesma forma, Microsoft deixará de oferecer suporte ao Windows 10 mobile a partir de 31 de dezembro de 2019, o que significa que os usuários não poderão baixar atualizações ou pacotes de segurança.

Em agosto de 2018, a Microsoft anunciou que dispositivos móveis com Windows Phone 8.x e computadores com Windows 8 não receberiam mais atualizações do sistema operacional. Apesar de já ter sido deixado de lado pela Microsoft, o Windows 8 ainda está instalado em muitos computadores. Pelo menos 1,75% dos desktops em todo o mundo ainda usam o software, de acordo com dados da empresa de pesquisas Statcounter.

A única alternativa de usuários de PCs que ainda usam o Windows 8 é atualizar o computador para o Windows 10. No caso dos celulares, a melhor opção é adquirir outro smartphone com iOS ou Android, já que a Microsoft já vem abandonando o segmento e atualmente oferece todos os seus aplicativos nos sistemas operacionais do Google e da Apple.

Via: Hipertextual

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Cinco satélites Starlink da SpaceX estão prestes a queimar

Redação Olhar Digital

Três dos 60 primeiros enviados falharam e outros dois serão sacrificados para testes

Cinco satélites da constelação Starlink da SpaceX estão programados para voltar à atmosfera da Terra. “Três satélites que inicialmente se comunicaram com o solo, não estão mais em serviço e serão passivamente deórbitados”, disse um porta-voz da SpaceX à Space News. Outros dois satélites que estão em funcionamento e foram enviados como uma margem de segurança serão sacrificados intencionalmente. A empresa planeja usá-los para demonstrar aos reguladores que seu sistema para retirá-los de órbita funciona como prometido.

Um total de 60 satélites foram lançados em um foguete Falcon 9 há pouco mais de um mês, representando os primeiros passos para a companhia de Elon Musk iniciar um serviço de banda larga via satélite que poderia levar conectividade a regiões historicamente off-line.

Os satélites do projeto são configurados para queimar completamente na atmosfera quando atingem o fim da vida. Eles também têm propulsores que podem reposicioná-los em órbita, em caso de colisões em potencial ou se lixo espacial for detectado em seu caminho.

“Devido ao seu design e baixa posição orbital, todos os cinco satélites selecionados para deorbitagem se desintegrarão quando entrarem na atmosfera da Terra, em apoio ao compromisso da SpaceX com um ambiente espacial limpo”, confirmou o porta-voz da SpaceX.

Embora 55 de 60 satélites sejam, sem dúvida, uma taxa de sucesso impressionante para o primeiro lançamento da SpaceX, eles são uma fração do que a empresa de Musk realmente tem como meta. O plano demanda cerca de 12.000 satélites para completar a constelação.

No entanto, o que provavelmente apresentará um desafio ainda mais urgente, é a reação da comunidade científica. Recentemente, a SpaceX se viu obrigada a defender a Starlink dos astrônomos, preocupados com o fato de a constelação ser significativamente mais brilhante do que o inicialmente sugerido, o que poderia prejudicar o uso de telescópios e a realização de observações astronômicas na Terra.

Via: Slashgear

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Presidente da Samsung afirma que celular dobrável foi lançado ‘antes de estar pronto’

Por G1

O presidente da Samsung responsável pela divisão de celulares, DJ Koh, afirmou que a empresa levou o smartphone dobrável Galaxy Fold para o mercado “antes de ele estar pronto”.

Os modelos do aparelho que foram enviados para jornalistas de tecnologia da imprensa americana apresentaram problemas na tela e outras falhas que impossibilitaram o uso. Inicialmente a Samsung havia mantido a data inicial de envio dos aparelhos para consumidores, mas as falhas levaram a empresa a voltar atrás e adiar o lançamento do Galaxy Fold.

“Foi embaraçoso”, disse Koh a um grupo de repórteres de acordo com o jornal britânico “The Independent”.

A Samsung afirmou que haveria uma nova data de lançamento, mas ainda não houve confirmação. De acordo com Koh, a empresa ainda está definindo todos os problemas com o aparelho. De acordo com a matéria do “The Independent”, a empresa sul-coreana está testando mais de 2 mil aparelhos. “Nos deem um pouco mais de tempo”, disse Koh à publicação.

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Inteligência Artificial quer adivinhar quando você vai morrer

Redação Olhar Digital

Estudo realizado na USP conseguiu prever 70% dos óbitos de um grupo de idosos

Parece que a Inteligência Artificial (IA) não tem mesmo limites. A proposta, desta vez, é tentar adivinhar a data que ninguém quer saber: o dia de partida; isso, da nossa morte. Um estudo foi realizado pelo Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps), parte da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, com a finalidade de desenvolver um algoritmo capaz de prever os óbitos. Os resultados foram apresentados pelo Estadão, e mostram que a máquina foi capaz de acertar 70% de suas previsões.

A ideia com o estudo é que a curiosidade sobre a morte seja respondida, principalmente para os médicos, que podem tomar decisões mais adequadas e prolongar o tempo de vida de seus pacientes prevendo doenças e indicando tratamentos mais adequados em determinadas situações.

“Uma ferramenta dessas pode ser usada por médicos e hospitais para iniciar tratamentos preventivos, determinar prioridades de internações e realizar intervenções clínicas”, diz Alexandre Chiavegatto Filho, diretor do Labdaps e responsável pelo estudo. “Ela (Inteligência Artificial) oferece informação que às vezes os humanos não têm para a tomada de decisões mais assertivas.”

Essa é a primeira vez que um estudo desse tipo é realizado no Brasil. Seu sistema deve ser alimentado por um grande banco de dados com informações do estudo Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (Sabe), organizado pela Organização Pan-Americana da Saúde – que, desde o ano 2000, acompanha 2.808 idosos na cidade de São Paulo. Em um primeiro momento, o algoritmo analisou 70% desse grupo e analisou as consequências mais prováveis que poderiam causar a morte deles.

O sistema foi capaz de concluir as razões mais prováveis e detectar padrões e relações que um humano não seria capaz de elaborar. Das 118 mortes ocorridas, o sistema conseguiu prever 83 delas.

Próximos passos

A maioria dos especialistas consideraram bastante positivo o resultado dos testes iniciais. Isso, levando em conta que o banco de informações do Brasil não é tão completo e possui uma amostra com baixa abrangência. De agora em diante, o sistema será elaborado em território inglês, com base em um banco de dados com informações de 500 mil idosos.

É inevitável que com o tempo essa tecnologia se aprimore e que seja ainda mais poderosa, podendo prever até a causa da morte. “Quando tivermos bancos mais completos, composto por prontuários eletrônicos disponibilizados no Serviço Único de Saúde (SUS), conseguiremos ser muito mais específicos”, explica Chiavegatto. “Será possível identificar o que poderá causar a morte e reverter isso”.

Alguns pontos contrários foram apresentados, como por exemplo pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que defende que o uso da IA seja regulamentado pela Autoridade de Proteção de Dados Pessoais antes de ser utilizado.

Fonte: Estadão

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Astronautas conseguirão comer cookies no espaço até o final do ano

Redação Olhar Digital

Hotel Hilton criou projeto para enviar massa de biscoito e forno para astronautas na Estação Espacial Internacional

Se tudo acontecer conforme planejado, em breve os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) vão poder desfrutar de deliciosos cookies duplos com pedaços de chocolate do DoubleTree by Hilton. A cadeia hoteleira enviará um lote de massa de biscoito e um protótipo de forno space-friendly em um foguete no final desse ano. O projeto faz parte de um experimento de culinária em microgravidade.

A falta de gravidade no espaço limita o que pode ser consumido lá, por isso os astronautas precisam evitar alimentos com muitas migalhas ou partículas que poderiam flutuar e danificar o equipamento.

“Ao comemorar nosso centésimo ano, estamos empolgados em enviar nossa hospitalidade para a órbita”, disse Shawn McAtter, vice-presidente sênior e chefe global de marca DoubleTree by Hilton. Ele acrescentou que o objetivo é compartilhar o momento de desfrutar um cookie quente com os astronautas na ISS.

Para o projeto, o Hilton está fazendo uma parceria com o fabricante de aparelhos espaciais Zero G Kitchen, e ganhará acesso comercial ao espaço através do fornecedor NanoRacks.

A cadeia de hotéis também está lançando um programa “hospitalidade no espaço” para 50.000 salas de aula do ensino médio em todo EUA, em parceria com a Scholastic. As lições e as fichas de atividades ajudarão as crianças a aprender sobre viver e trabalhar no espaço. O programa também está realizando uma competição sobre ideias para ajudar pessoas a viverem no espaço de forma mais confortável.

Fonte: CNET

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Representantes de Trump querem proibir criptografia inquebrável

Redação Olhar Digital

A conversa ocorreu em uma reunião secreta do governo, na qual ninguém deveria ter acesso ao conteúdo

Criptografias inquebráveis em celular devem existir ou não? Empresas de tecnologia e o governo americano divergem fortemente nesse tema. Na quarta-feira (26), representantes de Donald Trump se reuniram para discutir a possibilidade de pedir ao Congresso a promulgação de legislação que impeça que empresas de tecnologia usem criptografia que a polícia não possa quebrar, segundo o jornal Politico.

A reunião do Conselho de Segurança Nacional para deliberar sobre a criptografia teve a presença das segundas maiores autoridades de várias agências, mas, ainda assim, nenhuma decisão foi tomada. A criptografia de ponta a ponta, usada em apps como WhatsApp e Telegram, permite que apenas o remetente e o destinatário acessem as informações enviadas.

Isso desagrada tribunais e pode atrapalhar em muitos casos. Um dos mais notáveis aconteceu em 2015, após um tiroteio em São Francisco, na Califórnia, no qual a Apple se recusou a desbloquear o iPhone 5C usado pelo atirador. Os policiais tiveram acesso ao celular mais tarde, graças a uma terceira pessoa.

Em dezembro, a Austrália criou uma lei para exigir que as empresas de tecnologia forneçam aos policiais acesso a mensagens criptografadas — o documento cita a segurança nacional e o terrorismo como razão para a medida. O Google, o Twitter, o Facebook e outras empresas de tecnologia se opuseram à legislação: dizem que isso prejudica os esforços de segurança e abre brechas para hackers.

Via: CNet

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