Celulares com Android devem equipar chip de Ultra Wideband em 2020

Maria Lutfi

Olhar Digital

Seguindo o iPhone 11 e iPhone 11 Pro, smartphones devem ser lançados ainda este ano

A MacRumors divulgou uma nota de pesquisa, cujos analistas afirmam que os celulares com Android serão equipados com um chip Ultra WidebandNFC e Secure Element, da NXP Semiconductors, ainda em 2020. Não foi divulgado quais smartphones adotarão as novidades. No entanto, o fato da Samsung ter ingressado em um consórcio com a NXP em 2019, para ajudar no desenvolvimento da tecnologia, levanta algumas suspeitas.

Em um comunicado à imprensa, a NXP disse que o Ultra Wideband oferecerá vários recursos aos dispositivos móveis, como, por exemplo, a capacidade de destrancar as portas de um carro a distância.

“Com o SR100T, os dispositivos móveis poderão se comunicar com portas, pontos de entrada e carros para abri-los quando se aproximarem”, disse o NXP em comunicado. “Luzes, alto-falantes de áudio e qualquer outro dispositivo conectado com capacidade de detecção de UWB poderão acompanhar os usuários de uma sala para outra, e a tecnologia conectada inteligente será incorporada na vida das pessoas”.

A distância entre dois dispositivos com Ultra Wideband pode ser medida com precisão, calculando o tempo necessário para uma onda de rádio passar entre os dois aparelhos, com muita mais assertividade do que o Bluetooth LE e o Wi-Fi.

Os iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max, no caso, estão equipados com um chip U1, projetado pela Apple, com Ultra Wideband, permitindo que os aparelhos percebam a localização exata de outros dispositivos próximos. No iOS 13, por exemplo, há o recurso direcional AirDrop, que possibilita “apontar” iPhones 11 um para o outro e compartilhar arquivos instantaneamente.

Inclusive, a página oficial da Apple disse que é  “apenas o começo” do que é possível com o Ultra Wideband, acrescentando que “novos recursos incríveis” virão posteriormente.

No ano passado, descobriram-se evidências de que a Apple trabalha em rastreadores, do tipo Tile, no código do iOS 13. As chamadas AirTags também suportam Ultra Wideband, de acordo com o analista Ming-Chi Kuo.

Via: MacRumors

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Córtex cerebral pode ser responsável por inteligência e consciência única

Vinicius Szafran, editado por Maria Lutfi

Olhar Digital

Pesquisa poderia, potencialmente, responder à questão final de como a inteligência e a consciência humana funcionam

Uma equipe de pesquisadores, da Alemanha e da Grécia, identificou recentemente várias novas propriedades do cérebro humano que poderiam explicar o surgimento de nossa consciência e inteligência únicas. O estudo foi publicado na revista Science.

A parte mais complexa e movimentada do cérebro é o córtex cerebral. Dentro de suas camadas, os cientistas descobriram uma área de tecido mais espessa do que em outros animais. Nossos sujeitos de testes habituais, os roedores, têm cérebros similares aos humanos de várias maneiras, mas essa não é uma delas. Os pesquisadores observaram como a atividade cerebral se manifesta na segunda e terceira camadas corticais e o que descobriram parece confirmar que nossos neurônios individuais podem desempenhar funções que antes eram impossíveis.

Embora a natureza exata da atividade cerebral seja um mistério, temos uma compreensão bastante decente de como ela funciona. O cérebro humano é uma rede neural que envia e recebe informações de ponto a ponto, onde diferentes neurônios trabalham em diferentes partes de um problema. Quando percebemos algo, por exemplo, nosso cérebro precisa decidir se é próximo ou distante, grande ou pequeno, e assim por diante. Isso é feito abstraindo informações de vários pontos de entrada e emitindo uma resposta. 

Animais também podem realizar esses cálculos. Sabemos que os pássaros têm uma compreensão avançada da aeronáutica e muitos mamíferos podem navegar milhares de quilômetros com grande precisão. Mas, acredita-se que a maneira como os seres humanos fazem isso, consciente e subconscientemente, seja única.

No estudo, a equipe examinou mais profundamente as conexões ramificadas entre os neurônios do cérebro. Eles descobriram que neurônios individuais podem realizar cálculos que tínhamos anteriormente como resultado de vários neurônios conectados em rede.

Os pesquisadores descobriram que o cérebro humano pode modular a amplitude da atividade elétrica para aumentar a longevidade e eficácia de seus sinais. Aparentemente, isso permite que os neurônios individuais façam mais do que só descobrir se algo é uma coisa ou outra; permite que eles realizem um cálculo de XOR, algo anteriormente considerado impossível para um único neurônio.

Não está claro o que exatamente essa nova informação significa, mas é possível que o poder computacional extra, fornecido por esse truque aparentemente único do cérebro humano, possa explicar a capacidade de manifestar nossa atividade cerebral como o que percebemos como inteligência humana ou nossa própria consciência.

Precisamos de mais pesquisas para esclarecer o que a atividade elétrica recém-identificada faz, e se ela realmente é responsável pela função cerebral superior, ou mesmo exclusiva para os seres humanos. Entretanto, é um ponto interessante que poderia, potencialmente, responder à questão final de como a inteligência e a consciência humana funcionam.

Via: The Next Web

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Satélites de Elon Musk estão sobre o Brasil

Luiz Nogueira, editado por Matheus Luque

Olhar Digital

Os 60 satélites enviados recentemente à órbita passarão pelo Brasil duas vezes por dia

Recentemente, a terceira frota de satélites Starlink foi lançada ao espaço. Ao todo, 60 minissatélites alcançaram a órbita e preparam a subida a um ponto específico para se juntar aos 122 que já se encontram posicionados. Agora, os satélites recém-lançados de Elon Musk passam pelo Brasil e podem ser vistos em determinados horários.

Desde ontem (9), os satélites estão passando duas vezes por dia sobre o Brasil. O fenômeno ocorre no início da manhã e no fim da tarde. Porém, ainda não é possível visualizá-los muito bem.

Há grandes chances de que os dispositivos sejam vistos com mais clareza nos céus do país entre os dias 15 e 19 de janeiro, que é quando são apontadas melhores condições de observação. Há um mapa que mostra detalhadamente os horários em que o “trenzinho” de satélites pode ser visto. A imagem apresenta os horários (de cima para baixo) dos dias 15, 19, 16, 17 e 18, respectivamente.

Foto: n2yo.com

No entanto, a visibilidade dos satélites pode ser afetada por condições climáticas como chuvas e nuvens. Para quem não conseguir ver o fenômeno ao vivo, é possível observá-lo por meio de calculadoras astronômicas, como é o caso do site N2yo. No site Heavens Above é possível visualizar a rota dos minissatélites pelos próximos dez dias em São Paulo.

As condições ideais para a visualização são durante períodos escuros, longe de nuvens e poluição. O que se vê no céu é uma espécie de cordão com pequenos pontos luminosos. A explicação para isso é que a luz do Sol é refletida na estrutura dos aparelhos, por esse motivo eles ficam iluminados.

Normalmente, os dispositivos ficam de um a quatro meses em órbita baixa para que a SpaceX realize testes com o objetivo de verificar se tudo está funcionando de forma correta. Eles poderão ser vistos juntos de uma a quatro semanas já que, após esse tempo, começam a se separar.

Passagem pelo Brasil

Essa não é a primeira vez que um dos lançamentos de satélites da Starlink é visualizada por aqui. Em novembro do ano passado, o fotógrafo Egon Filter, de Porto Alegre, conseguiu uma foto de um campo de girassóis no Rio Grande do Sul em que era possível visualizar perfeitamente o conjunto de satélites.

Na Holanda, Marco Langbroek, arqueologista e astrônomo amador, conseguiu captar o momento exato em que o “cordão” de dispositivos se movimentava pelo céu.

Com esse lançamento, a SpaceX se tornou a maior operadora de satélites do mundo, com 180 dispositivos do tipo no espaço. A empresa quer enviar 60 deles a cada duas semanas pelos próximos anos.

O plano de Elon Musk é criar uma constelação de 42 mil satélites para levar internet mais barata e eficiente para locais do mundo onde antenas normais não alcançam. O plano é que o fornecimento de sinal comece no fim de 2020.

Via: UOL

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Vivo, Claro e Tim lideram ranking de reclamações do Procon-SP

Luiz Nogueira, editado por Matheus Luque

Olhar Digital

Juntas, as empresas somam mais de 80 mil reclamações registradas; a principal queixa dos usuários está concentrada em cobranças indevidas ou abusivas

Procon do Estado de São Paulo fez um levantamento das empresas que mais registraram reclamações no ano de 2019. As três primeiras colocações foram ocupadas por operadoras de telefonia, VivoClaro/NET e TIM, respectivamente.

O balanço, que foi finalizado em janeiro, registra que as três empresas somam mais de 80 mil casos de atendimento relacionados a reclamações de consumidores.

Ranking de Reclamações

Dados: Procon-SP

As principais queixas se concentram nas práticas de cobranças indevidas ou abusivas. Além disso, há reivindicações registradas sobre serviços não fornecidos, reajustes e problemas com rescisão de contrato. 

Das principais operadoras do país, apenas a Oi e a Nextel ficaram de fora do “Top 10”, figurando na 13ª e 23ª posição, respectivamente. No caso delas, a questão de cobrança indevida também está presente na maioria das reclamações registradas.

Olhar Digital entrou em contato com as operadoras citadas, porém, até o momento da publicação desta matéria, apenas a TIM respondeu, afirmando:

“A TIM informa que tem a satisfação dos clientes como prioridade estratégica e trabalha constantemente para reduzir o número de reclamações recebidas no Procon-SP e aprimorar ainda mais a qualidade dos serviços e do atendimento prestado. A operadora segue investindo nos seus canais de relacionamento – call center, autoatendimento via app, USSD (*144#), redes sociais, site, dentre outros – com foco na melhoria contínua da experiência do cliente”.

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Novo tipo de vela solar pode tornar viagens interestelares possíveis

Rafael Rigues

Olhar Digital

Pesquisadores desenvolveram um meio de criar velas solares que se “equilibram” automaticamente em um laser, evitando que a espaçonave saia de curso

Há muito os cientistas sabem que, se quisermos explorar outras estrelas, teremos de desenvolver sistemas de propulsão melhores do que os atuais foguetes com propulsão química. Isso porque eles sofrem do “efeito tostines”: quanto mais pesado um foguete, mais combustível é necessário para lançá-lo ao espaço. Porém, quanto mais combustível ele carrega, mais pesado ele é.

O foguete Saturno V, que levou o homem à Lua durante o programa espacial Apolo, é um bom exemplo desta “regra”. Vazio ele pesa apenas 10 toneladas, mas são necessárias 109 toneladas de combustível para levar até 48 toneladas de carga até a Lua. Ou seja, mais de 2 kg de combustível para cada kg de carga.

Uma alternativa é inspirada em um dos meios de locomoção mais antigos da humanidade: a navegação a vela. Mas em vez de ser impulsionada pelo vento, a espaçonave seria impulsionada pela luz: uma vela altamente reflexiva seria posicionada para refletir a luz solar.

Ao serem refletidos, os fótons geram uma minúscula força em sentido contrário, empurrando a aeronave. Esta força é imperceptível no início, mas como não há atrito no espaço ela vai se acumulando gradativamente e ao longo do tempo pode resultar em velocidades maiores do que em qualquer outro sistema de propulsão já construído.

O conceito de usar a luz para mover um objeto pode parecer estranho, mas já está sendo testado na prática. Nasa, JAXA e a The Planetary Society já testaram com sucesso velas solares em órbita.

Para navegação interestelar os cientistas propõem usar um laser, disparado da terra, como fonte de luz. O problema é que a longas distâncias a espaçonave pode sair de alinhamento em relação ao laser, o que faria com que ela ficasse fora de curso. E numa escala astronômica, mesmo um desvio de milímetros hoje pode se transformar em dezenas de milhões de quilômetros em poucos anos.

Para resolver este problema, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Rochester, nos EUA, recorreram a um fenômeno óptico conhecido como difração da luz. Eles criaram uma vela composta por uma fina camada de cristal líquido entre duas camadas plásticas. Os cristais são orientados de forma a refletir luz em uma direção específica, e a vela é dividida em duas partes. O lado esquerdo reflete a luz para o lado direito, e vice-versa.

Com este sistema, a espaçonave passa a se centralizar automaticamente no laser, já que qualquer “excesso” de energia em um lado gera uma força para o lado oposto. Com isso, qualquer possibilidade de desvio é eliminada.

Os pesquisadores comprovaram a eficácia da técnica em testes de laboratório, que apresentaram alguns desafios únicos. Como as forças geradas sobre a vela são minúsculas, mesmo o peso de uma pessoa próximo ao mecanismo de testes poderia afetar os resultados. Foi necessário desenvolver novos métodos para medir as forças sem riscos de interferência.

O próximo passo é desenvolver velas que sejam capazes de centralizar velas em qualquer direção. “Foi muito gratificante descobrir que os resultados experimentais concordam com nossas previsões teóricas”, disse Grover Swartzlander, líder do estudo. “Isto sugere que podemos projetar com confiança estruturas mais complexas para velas movidas pela luz solar ou por um raio laser”.

Fonte: Space.com

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China planeja mais de 40 lançamentos ao espaço em 2020

Luiz Nogueira, editado por Maria Lutfi

Olhar Digital

Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China planeja pelo menos 40 missões diferentes para este ano

A Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC) planeja executar mais de 40 viagens ao espaço em 2020. A empresa pretende enviar missões a Marte, voltar à Lua e testar três veículos de lançamento, e esses são só alguns dos objetivos propostos.

A CASC é a principal fornecedora espacial da China, por esse motivo, é bastante natural que o número de lançamentos seja elevado. Informações divulgadas revelam que o país se posicionou dessa forma para continuar liderando o volume de lançamentos – posição que mantém há dois anos. Em 2019, o órgão esteve envolvido em 27 lançamentos, com 66 satélites. Ao todo, a China realizou 34 lançamentos no ano passado, o que mostra o grande envolvimento da CASC nas missões.

Os planos para 2020 receberam sinal verde após o sucesso no lançamento do Long March 5 em dezembro. Esse é considerado o equipamento mais poderoso e foi o escolhido para estar à frente da primeira missão interplanetária comandada pela China. O lançamento está previsto para acontecer entre julho e agosto.

Para as missões em órbita terrestre, a China possui o Long March 5B, uma variante de seu equipamento mais potente. O uso previsto para esse ano é o de estar presente em viagens para o espaço profundo.

A ideia é testar vários aparelhos em 2020, cada um deles com uma finalidade espacial. Como é o caso do Long March 8, que pode decolar e aterrissar verticalmente, além de carregar cargas de até cinco toneladas.

A CASC não deve ser a única empresa que planeja desbravar o espaço. A China Rocket Co. declarou que pretende usar seu foguete Jielong para exploração espacial. À medida que avançamos tecnologicamente, missões espaciais tendem a ser cada vez mais comuns.

Via: Exame Informática

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Brasil não aceitará pressão dos EUA em leilão de 5G, diz ministro

Vinicius Szafran, editado por Maria Lutfi

Olhar Digital

Marcos Pontes afirmou que a decisão será baseada no mérito, e comentou sobre um possível adiamento do leilão para 2021

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Marcos Pontes, disse que o Brasil não aceitará pressões dos Estados Unidos para restringir a participação da chinesa Huawei no leilão de 5G. O presidente Jair Bolsonaro delegou a Pontes a função de definir os critérios para construir a rede móvel de quinta geração.

“Um bom parceiro sempre entende as necessidades do outro”, disse em entrevista em seu gabinete. “Da mesma forma que o Brasil não fez pleito aos EUA sobre quais negócios fazer com a China, e como isso afeta ou não nossa agricultura”.

Pontes afirmou que não existe veto a nenhuma empresa e que a escolha será baseada puramente no mérito. “Com critérios técnicos, dificilmente alguma dessas grandes empresas não teriam condições de participar”.

Programado inicialmente para março deste ano, e depois adiado para a segunda metade de 2020, o leilão do 5G pode ser prorrogado novamente até 2021, de acordo com o ministro. Isso se deve a um problema técnico, porque a nova rede interfere na transmissão das antenas parabólicas que atualmente transmitem sinais de TV no Brasil.

No momento atual, o governo estuda duas alternativas: colocar filtros nas antenas parabólicas ou alterar a frequência de transmissão usada pelos fornecedores de televisão do país. Além disso, a Anatel, agência que regula o setor de telecomunicações, demorou a publicar o aviso oficial anunciando o leilão.

Pontes disse que prefere avançar com cautela de qualquer maneira. O atraso, em sua opinião, beneficia o Brasil ao permitir que o país aprenda com os erros e sucessos de outros países que adquirirem suas novas redes 5G primeiro.

A proximidade entre os governos de Bolsonaro e de Donald Trump oferece muito ao Brasil, principalmente na área de ciência e tecnologia, segundo Pontes. Atualmente, ele busca a cooperação dos EUA nos campos de inteligência artificial, biotecnologia, cidades inteligentes e uso de materiais avançados, mas também há discussões em andamento sobre questões semelhantes com a China.

O ministro, que é o primeiro e único astronauta do Brasil, disse que o investimento do país em ciência e tecnologia ainda é muito baixo. Esses gastos insignificantes do Estado justificam uma política de isenção de impostos para empresas de tecnologia, mesmo que o ministro da Economia, Paulo Guedes, queira limitar os subsídios setoriais o máximo possível. “Israel gasta 4% de seu PIB no setor. O Brasil gasta 1,1%”, argumentou.

Via: Bloomberg

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Aplicativo do Nubank passa por instabilidades nesta quinta-feira

Luiz Nogueira, editado por Matheus Luque


Olhar Digital

Usuários relatam demora para carregamento de algumas informações e a constante desconexão dos serviços do aplicativo

A fintech Nubank está passando por instabilidades em seu aplicativo na manhã desta quinta-feira (09). Usuários em diversas redes sociais relatam problemas ao acessar os serviços do app. As principais reclamações apontadas indicam demora para carregamento de algumas informações e a constante desconexão dos serviços do aplicativo.

No Twitter, muitos clientes informam que o sistema desloga o usuário a todo o momento, obrigando que os dados de login sejam digitados novamente.

Reprodução

O site Down Detector aponta que os problemas atingem diversas partes do Brasil.

Reprodução

Os problemas parecem estar concentrados em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Porém, há relatos de falhas em Salvador, Maceió, Natal, Fortaleza e São Luís, por exemplo.

Reprodução

Ao responder uma reclamação de uma cliente, o Nubank declarou em sua conta oficial do Twitter que a equipe detectou o problema e trabalha na solução, mas não deu detalhes sobre a causa da falha.

Olhar Digital entrou em contato com o Nubank para maiores esclarecimentos, mas até o momento da publicação deste texto, não obtivemos um posicionamento. A nota será atualizada assim que um comunicado for divulgado.

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Incêndios na Austrália podem mudar o clima em todo o mundo

Rafael Rigues

Olhar Digital

Calor, nuvens de poeira e emissões de CO2 podem causar alterações climáticas nunca vistas, para as quais não temos parâmetros de comparação, mesmo a milhares de quilômetros das chamas

Os gigantescos incêndios que queimam partes da Austrália há meses podem alterar padrões climáticos globais e causar efeitos duradouros, e catastróficos, em partes distantes do mundo.

Segundo pesquisadores, vários fatores causam preocupação. Um deles é o calor: O bem conhecido El Nino é um fenômeno recorrente que é causado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, que perturba a circulação atmosférica e causa alterações climáticas em todo o mundo. Da mesma forma, o aquecimento da atmosfera causado pela imensa extensão dos incêndios australianos pode causar alterações nunca vistas, para as quais não temos parâmetros de comparação.

A poluição atmosférica é outro ponto preocupante. Os incêndios causam a formação de um tipo de nuvem chamado Pyrocumulonimbus, que além de desencadear tempestades de raios e rajadas de vento localizadas, que espalham as chamas, também agem como uma chaminé, sugando fumaça e cinzas e levando-as para o topo da atmosfera.

De forma similar ao que ocorre durante uma erupção vulcânica, estas partículas podem persistir na atmosfera durante meses e, levadas por correntes de vento, chegar a outras partes do globo como a América do Sul. Nem todas as partículas se comportam da mesma forma: enquanto alguns tipos refletem a luz solar, podendo causar uma redução de 1,5 a 7ºC na temperatura da superfície, outros como a fuligem absorvem energia, causando um aumento da temperatura na região.

Por fim, um terceiro fator é a enorme quantidade de gás carbônico (CO2) liberada na atmosfera durante os incêndios, que contribui para o aquecimento global. De acordo com estimativas, por causa deles as emissões de carbono na Austrália durante o ano de 2019 podem ser o dobro do ano anterior.

Fonte: Inverse

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Terceiro trimestre apresenta queda na venda de celulares no Brasil

Vinicius Szafran, editado por Maria Lutfi

Olhar Digital

Segundo IDC, principal razão para a queda do setor no período foi a retração do consumo no país

mercado brasileiro de celulares voltou a cair após crescimento no segundo trimestre de 2019, algo que não ocorria desde o terceiro trimestre de 2017, de acordo com dados da IDC. Nos meses de julho, agosto e setembro de 2019, as vendas registraram queda de 1%.

No período, foram vendidas 11,3 milhões de unidades. Do total, 10,5 milhões foram smartphones (queda de 3,3%) e 865 mil foram feature phones (alta de 40,3%). O principal motivo para a queda do setor nesse período foi a retração do consumo no Brasil, por conta do cenário macroeconômico desfavorável.

De acordo com Renato Meireles, analista de Mobile Phones & Devices da IDC Brasil, a desaceleração do consumo no terceiro trimestre do ano passado levou os fabricantes a baixarem os preços dos aparelhos, mas a medida não foi o suficiente para fazer o mercado reagir. O preço dos celulares baixou 5,7% em relação ao terceiro trimestre de 2018, custando em média R$ 1.165, e os feature phones (aparelhos com aspecto dos celulares antigos, de tela pequena e com botões) tiveram queda de 21,9%, custando R$ 113.

Com as promoções, o consumidor acabou comprando smartphones intermediários premium por preço de intermediário de entrada – com valor de R$ 700 a R$ 1.099 -, que tiveram aumento de 88% nas vendas.

Já o mercado de feature phones continuou crescendo no terceiro trimestre de 2019, registrando alta de 40,3% na comparação com o mesmo período de 2018, depois de um aumento de 34% no segundo trimestre de 2019. O principal motivo, segundo o analista da IDC Brasil, foi a demanda ainda existente para esse aparelho, e não a chegada do KaiOs. Por enquanto, o sistema operacional influenciou apenas a receita, já que o KaiOs deixa esses celulares um pouco mais caros.

Quanto à receita do mercado de smartphones no terceiro trimestre de 2019, a queda foi de 9% em relação ao mesmo período de 2018. O faturamento do setor no período foi de R$ 12,3 bilhões para os smartphones e R$ 97,7 mil para os feature phones (alta de 9,6%).

O terceiro trimestre de 2019 também foi marcado pelo avanço do mercado cinza de smartphones, que cresceu 537,3% em relação ao ano anterior, vendendo 1.282.173 unidades (quantidade que não faz parte do número total do mercado de smartphones). Segundo a IDC Brasil, o movimento do mercado cinza vem crescendo desde o primeiro trimestre de 2019, quando a chegada de empresas chinesas no país despertou o interesse do consumidor,  que quis comprar os lançamentos, mas pesquisou preços e acabou recorrendo ao comércio ilegal.

Para os meses de outubro, novembro e dezembro de 2019, a IDC Brasil prevê um aumento de 5,1% no volume total de vendas de smartphones no país. Os preços tendem a seguir mais baixos com as promoções da época e influenciar a receita do mercado, que deve continuar em queda. Para o ano de 2019 na totalidade, a previsão da IDC é de retração de 0,5% do mercado.

Para a categoria de feature phones, a previsão da IDC Brasil é que o mercado cresça 20,4% no último trimestre de 2019 e 23% no ano todo.

Via: IT Forum 365

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