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Vacina da Pfizer contra a ômicron deve sair já em março

Kaique Lima  

Olhar Digital

A Pfizer, que está trabalhando no desenvolvimento de uma vacina específica contra a variante ômicron da Covid-19, anunciou que o lançamento do imunizante deve ocorrer em março deste ano. A atualização da vacina visa uma proteção maior contra a cepa mais transmissível da doença.

De acordo com o CEO da empresa, Albert Bourla, as primeiras doses da vacina otimizada contra a ômicron serão já estão sendo fabricadas. Segundo o executivo, os primeiros lotes estão sendo produzidos “a risco”, o que ainda não há um comprador certo para as doses.

Produção a risco

Esse modelo foi escolhido pela empresa porque a Pfizer ainda não sabe em qual contexto a vacina seria usada. Porém, assim que forem disponibilizadas, as doses devem ser vendidas, uma vez que já há sinalização de interesse por parte de alguns países.

“A esperança é que alcancemos algo que tenha uma proteção muito, muito melhor principalmente contra infecções”, disse Bourla à rede de TV estadunidense CNBC. “A proteção contra as hospitalizações e as doenças graves é razoável agora, com as vacinas atuais”, completou o executivo.

Segunda geração

Se os planos da gigante farmacêutica derem certo, essa será oficialmente a primeira vacina de segunda geração contra a Covid-19. Essa atualização seria diferente por usar uma cepa diferente da original nas etapas iniciais de desenvolvimento da vacina, neste caso, a variante ômicron do vírus da Covid-19.

As chamadas vacinas de primeira geração foram desenvolvidas tendo como base a cepa original do vírus, que foi descoberto no final de 2019 na cidade de Wuhan, na China. Contudo, depois de quase dois anos de pandemia, a eficácia desses imunizantes tem diminuído.

Isso acontece porque os vírus são formas de vidas que passam por mutações em uma velocidade muito alta, e a variante ômicron é um exemplo disso. A cepa tem pelo menos 32 mutações somente na proteína spike, que é usada pelo vírus para um primeiro contato com as células.

Via: R7

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Após sexta coleta em Marte, rover Perseverance enfrenta problema

Por Flavia Correia, editado por Rafael Rigues  

Olhar Digital

2022 parece não ter começado muito bem para o rover Perseverance, que vem trabalhando na exploração de Marte desde fevereiro do ano passado. Segundo a Nasa, depois de conseguir sua sexta coleta de rochas marcianas no fim de dezembro, o robô está com um problema: pequenos grãos de areia e pedregulhos estão obstruindo seu sistema de coleta de amostras.

Felizmente, de acordo com a agência espacial norte-americana, o robô deu seu jeito. “O rover fez o que foi projetado para fazer – parando o procedimento do frasco e chamando para a equipe em Terra para obter instruções”, revelou Louise Jandura, engenheira-chefe de amostragens no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em um comunicado da agência.

Entenda o que aconteceu com o rover Perseverance

Segundo Jandura, os sensores começaram a registrar resistência muito antes do esperado devido aos detritos adicionais. “Os projetistas do carrossel bit consideraram a capacidade de continuar operando com sucesso com detritos”, escreveu. “No entanto, esta é a primeira vez que estamos fazendo uma remoção de detritos e queremos tomar o tempo necessário para garantir que essas pedras saiam de forma controlada e ordenada”.

carrossel bit é um mecanismo no fundo do sistema de coleta de amostras do rover, que ajuda a armazenar as várias amostras colhidas. Agora, os engenheiros têm a difícil tarefa de desentupir o sistema de coleta. E isso se torna ainda mais difícil com a latência mais longa do que o habitual causada por “sóis restritos”, ou seja, dias em que Marte e a Terra ficam fora de sincronia e que dificultam as transferências de dados.

No entanto, a equipe do JPL está confiante de que o rover “perseverará” – com o perdão do trocadilho – e sobreviverá à indigestão. “Esta não é a primeira areia que Marte joga em nós – apenas a mais recente”, disse Jandura. “Uma coisa que descobrimos é que quando o desafio de engenharia está a centenas de milhões de quilômetros de distância (Marte está atualmente a 215 milhões de km da Terra), vale a pena tomar seu tempo e ser minucioso”.

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Cirurgiões americanos transplantam com sucesso um coração de porco em uma pessoa

David Bennett, de 57 anos, não tinha condições de receber coração humano. Animal doador pertencia a rebanho que passou por procedimento de modificação genética; Órgão permaneceu em máquina para preservá-lo antes da cirurgia, e equipe usou novo medicamento junto com substâncias convencionais para suprimir sistema imunológico e impedir rejeição.

Por France Presse

Uma equipe de cirurgiões americanos transplantou com sucesso o coração de um porco geneticamente modificado em um humano, algo inédito no mundo, informou a universidade Maryland Medical School nesta segunda-feira (10).

A operação foi realizada na sexta-feira e demonstrou pela primeira vez que o coração de um animal pode continuar a bater em um ser humano sem rejeição imediata, explicou em comunicado.

O paciente, David Bennett, não tinha condições de receber um coração humano.

O residente de Maryland, de 57 anos, está sob vigilância médica para analisar o funcionamento de sue novo órgão.

“Era morrer ou fazer esse transplante. Eu quero viver. Eu sei que é um tiro no escuro, mas é minha última opção”, declarou Bennett um dia antes da operação.

Bennett, que passou os últimos meses acamado e ligado a uma máquina de suporte à vida, acrescentou: “Estou ansioso para sair da cama assim que me recuperar”.

A Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) americana concedeu uma autorização de emergência para a cirurgia na véspera de Ano Novo, como a última chance para um paciente que não estava apto para um transplante convencional.

“Esta foi uma cirurgia revolucionária e nos deixa um passo mais perto de resolver a crise de escassez de órgãos”, disse Bartley Griffith, que transplantou o coração do porco.

“Estamos procedendo com cautela, mas também estamos otimistas de que esta primeira operação cirúrgica do mundo será uma nova e importante opção para os pacientes no futuro”, acrescentou.

O porco doador pertencia a um rebanho que passou por um procedimento de modificação genética para remover um gene que produz um açúcar que teria desencadeado uma forte resposta imune de um ser humano e causado a rejeição do órgão.

A modificação foi realizada pela empresa de biotecnologia Revivicor, que também forneceu o porco usado em um transplante de rim inovador em um paciente com morte cerebral em Nova York em outubro.

O órgão doado permaneceu em uma máquina para preservá-lo antes da cirurgia, e a equipe também usou um novo medicamento junto com outras substâncias convencionais para suprimir o sistema imunológico e impedir que rejeite o órgão.

Trata-se de um composto experimental fabricado pela Kiniksa Pharmaceuticals.

Cerca de 110 mil americanos estão atualmente esperando por um transplante de órgão, e mais de 6 mil pacientes morrem a cada ano antes de receber um, de acordo com dados oficiais.

Para atender à demanda, os médicos há muito se interessam pelo chamado xenotransplante, ou doação de órgãos entre espécies, com experimentos que remontam ao século 17.

As primeiras pesquisas se concentraram na extração de órgãos de primatas. Por exemplo, um coração de babuíno foi transplantado em um recém-nascido conhecido como “Baby Fae” em 1984, mas este sobreviveu por apenas 20 dias.

Hoje, as válvulas cardíacas de porco são amplamente utilizadas em humanos, e a pele de porco é enxertada em pessoas que sofreram queimaduras.

Os porcos são doadores ideais devido ao seu tamanho, crescimento rápido, ninhadas grandes e ao fato de estarem prontamente disponíveis, sendo criados para alimentação.

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Telescópio James Webb, da Nasa, assume forma final no espaço; primeiras imagens devem chegar em 5 meses

Anúncio foi feito no sábado (8) pela agência espacial americana.

Por Lara Pinheiro, g1

Nasa lança com sucesso telescópio James Webb

Nasa, agência espacial americana, anunciou, neste sábado (8), que o telescópio James Webblançado ao espaço no dia 25 de dezembro, assumiu sua forma final, com a implantação dos espelhos.

A previsão é de que o James Webb chegue ao seu destino final, a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, daqui a duas semanas. Astrônomos esperam olhar para trás no tempo (veja detalhes mais abaixo) até 100 milhões de anos após o Big Bang.

O telescópio ainda será alinhado e calibrado. Só daqui a 5 meses a agência deverá receber as primeiras imagens imagens dele, segundo anunciou na rede social Twitter:

Na publicação, é possível ouvir um áudio anunciando a implantação dos espelhos do telescópio, e, ao lado, imagens dos cientistas da Nasa comemorando:

Cientistas da Nasa comemoram implantação dos espelhos do telescópio James Webb, que assumiu sua forma final no espaço neste sábado (8). — Foto: Reprodução/Twitter Nasa

Cientistas da Nasa comemoram implantação dos espelhos do telescópio James Webb, que assumiu sua forma final no espaço neste sábado (8). — Foto: Reprodução/Twitter Nasa

O James Webb é tão grande que teve que ser dobrado para caber no foguete que o lançou. A operação mais arriscada ocorreu no início desta semana, quando o protetor contra a radiação solar, do tamanho de uma quadra de tênis, se abriu, fornecendo sombra abaixo de zero para o espelho e os detectores infravermelhos.

Controladores de voo em Baltimore, no estado americano de Maryland, começaram então a abrir o espelho primário na sexta (7), desdobrando o lado esquerdo como uma mesa suspensa.

O espelho primário é feito de berílio, um metal leve, porém robusto e resistente ao frio, noticiou a agência de notícias americana Associated Press. Cada um de seus 18 segmentos é revestido com uma camada ultrafina de ouro, altamente reflexiva da luz infravermelha:

O espelho de 18 segmentos do Telescópio Espacial James Webb vai capturar a luz infravermelha de algumas das primeiras galáxias que se formaram. — Foto: Reprodução/Twitter Nasa

O espelho de 18 segmentos do Telescópio Espacial James Webb vai capturar a luz infravermelha de algumas das primeiras galáxias que se formaram. — Foto: Reprodução/Twitter Nasa

Os segmentos hexagonais do espelho, do tamanho de uma mesa de centro, devem ser ajustados nas próximas semanas, “para que possam se concentrar em estrelas, galáxias e mundos alienígenas que podem conter sinais atmosféricos de vida”, disse a AP.

O que é o James Webb?

O James Webb é o novo telescópio espacial da Nasa (JWST, na sigla em inglês: James Webb Space Telescope). Ele é, basicamente, um grande observatório espacial que consegue enxergar objetos – como estrelas, galáxias e exoplanetas – super distantes no espaço.

Sua massa é de 6,5 toneladas. Ele custou US$ 10 bilhões (cerca de R$ 56,4 bilhões).

Ele vai permitir aos astrônomos, literalmente, enxergar coisas no Universo que eles não conseguiam ver antes – como as primeiras galáxias que surgiram nele.

Telescópio James Webb, da Nasa. — Foto: Reprodução/Twitter Nasa Webb Telescope

Telescópio James Webb, da Nasa. — Foto: Reprodução/Twitter Nasa Webb Telescope

Isso é possível por dois motivos: o primeiro é que o James Webb é muito grande: seu espelho primário tem 6,5m de diâmetro (quase 3 vezes maior que o do telescópio Hubble, seu antecessor).

O segundo é que ele consegue enxergar em infravermelho. O Hubble só enxergava uma faixa limitada desse comprimento de onda.

Como a luz infravermelha tem um comprimento de onda mais longo que os outros, o James Webb vai conseguir olhar mais para trás no tempo – e enxergar as primeiras galáxias que se formaram no início do Universo.

É como olhar para o passado.

“Quanto mais longe [está a galáxia], mais no passado. É um efeito meio maluco de relatividade, mas você pode pensar assim: quando a gente está vendo uma coisa muito distante, está vendo uma coisa que aconteceu há muito tempo atrás – há bilhões de anos – e simplesmente levou muito tempo para a luz chegaàr até aqui”, explica o astrônomo Thiago Signorini Gonçalves, do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Nas palavras da própria Nasa, o telescópio vai “alterar de forma fundamental o nosso entendimento sobre o universo“.

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IAC: Como foi a corrida de carros autônomos na CES 2022

Kaique Lima  

Olhar Digital

A Indy Autonomous Challenge (IAC), uma competição que visa o avanço da tecnologia necessária para o desenvolvimento de carros autônomos, concluiu uma de suas principais competições na última sexta-feira (7). A corrida foi realizada no Las Vegas Motor Speedway, durante a CES 2022.

O objetivo do IAC é aumentar substancialmente a tecnologia necessária para termos veículos totalmente autônomos, melhorando aspectos como segurança e o desempenho em esportes motorizados em circuitos fechados. Os avanços alcançados também servem para automóveis de consumo em vias públicas.

Como foi a competição

Os carros autônomos que participaram do IAC usam um chassi modificado da Indy Lights, categoria de acesso da IndyCar Series, a principal categoria de automobilismo de monopostos dos Estados Unidos. Os chassis são construídos pela Dallara, construtora italiana de carros de corrida.

Normalmente, os carros seriam operados por motoristas humanos, porém, no lugar dos pilotos, os carros contam com ferramentas como lidar, radar, GPS e câmeras ópticas. Os equipamentos foram instalados de forma idêntica nos carros, com a diferenciação sendo feita nos softwares e computadores de bordo.

O IAC foi disputado por nove equipes, que foram compostas por universidades com profissionais de oito países diferentes. A equipe Juncos Hollinger Racing, que competirá na IndyCar, é a responsável pela montagem e manutenção dos veículos da competição.

O que muda?

O software que dirige cada um dos carros autônomos é projetado para reagir ao ambiente a intercorrências por conta própria. Os carros não podem ser controlados remotamente dos boxes, a única ação dos programadores é a definição de uma meta de velocidade, que é enviada ao carro.

Durante uma das sessões do IAC, de tomada de tempo, cada carro deu uma volta lançada pela pista. Os primeiros colocados atingiram nada menos do que 170 km/h. A segunda sessão consistiu em corridas com dois carros, que tinham a função de tentar chegar na frente do outro, em velocidades cada vez maiores.

Vencedores

As sessões foram as primeiras realizadas por veículos autônomos em um autódromo homologado, o que é um marco importantíssimo para essa tecnologia. E pode-se dizer que foi um sucesso, já que, com exceção de uma colisão com a barreira de proteção, a maior parte da competição ocorreu sem problemas.

No fim, a equipe vencedora foi a PoliMove, composta por alunos da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, e da Politécnica de Milão, da Itália. As duas dividiram um prêmio de US$ 150 mil (cerca de R$ 845 mil, na cotação atual).

Via: Motorsport Week

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Instagram testa sistema de likes privados nos stories

Kaique Lima 

Olhar Digital

O Instagram começou a testar um sistema de likes privados nos stories da plataforma como parte de um teste. Por enquanto, o recurso está limitado para poucos usuários e só é visível para um pequeno grupo de usuários, que estão espalhados por todo o mundo.

Segundo o Instagram, apenas quem postou os stories poderá ver os likes privados e o número total de curtidas nos conteúdos, além disso, não há planos para divulgar publicamente as curtidas nos stories. Segundo um porta-voz da Meta, essa é uma forma de conectar as pessoas com outras que são “importantes para elas”.

Acesso para usuários selecionados

Alguns dos usuários selecionados, revelaram que tinham sido alguns dos escolhidos para os testes do novo recurso e postaram algumas capturas de tela da nova opção em suas contas no Twitter. Os prints mostram que os usuários receberão um aviso informando que poderão receber curtidas privadas nos stories.

Hoje, o Instagram disponibiliza oito opções para reações rápidas aos stories postados por outros usuários da rede social. Essas reações também não são visíveis publicamente, mas elas funcionam mais como uma resposta rápida do que como uma “curtida” propriamente dita.

Engajamento nos stories

Com a introdução dos likes privados, o Instagram espera que os usuários tenham uma nova maneira de se envolver com os stories. Além disso, a plataforma também espera oferecer aos usuários e influenciadores uma nova métrica de medição do engajamento de seus conteúdos, da mesma forma que acontece no feed.

O teste do Instagram vem em um momento em que a plataforma está procurando novas maneiras de fazer com que os usuários tenham novas formas facilitadas de interação através do stories. Uma dessas ferramentas é o “Use o seu”, uma espécie “corrente” do Instagram.

Via: Techcrunch

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Sol artificial da China quebra recorde de temperatura

Karol Albuquerque 

Olhar Digital

O reator de fusão Tokamak Supercondutor Avançado Experimental (EAST, na sigla em inglês), conhecido com o “Sol Artificial” da China quebrou, no final do mês de dezembro, o seu antigo recorde. O reator ficou 10 vezes mais que o núcleo do Sol por mais de 17 minutos.

Ele sustentou a temperatura de plasma de 120 milhões de graus Celsius durante o período. A informação foi divulgada recentemente pela Academia Chinesa de Ciências. O reator quebrou o recorde conquistado há cerca de sete meses, de apenas 101 segundos, agora chegando à marca de 1.056 segundos.

Para se ter uma ideia do poder deste Sol Artificial chinês, o núcleo do Sol de verdade atinge a temperatura de 15 milhões de graus Celsius.

A equipe do Instituto de Física do Plasma da Academia Chinesa de Ciências (AISPP) é quem está por trás do Sol Artificial da China. “O ASIPP tem uma equipe perfeita. Enfrentaremos as dificuldades por mais difícil que seja!”, disse o professor Yuntao Song, diretor-geral do ASIPP, em comunicado.

O reator de fusão Tokamak Supercondutor Avançado Experimental é capaz de replicar, parcialmente, o processo de fusão nuclear natural das estrelas. A ideia dos pesquisadores é, com este Sol Artificial, levar à uma produção de energia limpa e sustentável.

A chave para atingir o objetivo é justamente a capacidade do reator EAST de manter altas temperaturas do plasma. Essas reações de fusão precisam ser autossustentáveis, com o material superaquecido podendo ser usado para criar essa reação.

Via: Futurism

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Novo iPhone SE será apresentado em março ou abril

Daniel Junqueira  

Olhar Digital

O primeiro evento da Apple para 2022 deve ser realizado nos próximos meses: a empresa planeja uma conferência entre março e abril, e a expectativa é que a terceira geração do iPhone SE seja apresentada na ocasião.

A informação é do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Em sua newsletter semanal, Gurman deu alguns detalhes do que está sendo planejado internamente pela Apple. “O primeiro evento virtual da Apple em 2022 vem aí e é provável que ocorra em março ou abril, pelo que eu ouvi falar”, contou o jornalista.

A terceira geração do iPhone SE é especulada há meses. A última atualização da família pela Apple ocorreu em abril de 2020, já durante a pandemia da Covid-19. Dois anos depois, o novo iPhone SE será novamente apresentado em um evento virtual.

De acordo com Gurman, a Apple também já está na fase de planejamento do seu segundo grande evento do ano: a WWDC, prevista para junho.

O que esperar do novo iPhone SE

Já faz algum tempo que circulam rumores relacionados à nova geração do iPhone SE. De acordo com o analista Ming-Chi Kuo, o novo modelo deve seguir o design do atual, mas com modificações de hardware garantindo mais potência para o celular.

A expectativa é de que o novo iPhone SE mantenha o design parecido com o do iPhone 8 com tela de 4,7 polegadas, e pode contar com o processador Apple A15 Bionic, o que garantiria suporte 5G ao modelo.

É possível também que novos Macs com chips Apple Silicon também sejam apresentados, incluindo atualizações para as linhas Mac Pro e MacBook Air.

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Bitcoin despenca para nível mais baixo em meses

Karol Albuquerque  

Olhar Digital

criptomoeda Bitcoin viu seu valor despencar em 5% nesta sexta-feira (7). O ativo chegou ao seu nível mais baixo desde o final do mês de setembro do ano passada. Agora, ela vale US$ 41 mil por moeda digital, em meio a uma ampla liquidação de criptomoedas.

Da última vez, o Bitcoin caiu 3,7%, chegando ao valor de US$ 40.938, no dia 29 de setembro de 2021. O recorde já registrado pela maior criptomoeda do mundo foi de US$ 69 mil, em novembro. De lá para cá, perdeu mais de 40%, em uma volatilidade que a atormenta desde se início, há mais de uma década.

Por ter uma natureza descentralizada, não há uma só causa para a queda no valor do Bitcoin. Um dos motivos foi a pressão após a última reunião do Federal Reserve, sistema de bancos centrais dos Estados Unidos, realizada em dezembro e divulgada na quarta-feira (5).

O Fed vem minando o apetite dos investidores por ativos mais arriscados, em uma ação política mais agressiva. A ata da reunião sugere um aumento nas taxas de juros mais cedo do que o previsto, além da venda dos ativos do órgão. Isso levou os investidores tradicionais a buscar algo menos arriscado.

Um outro motivo é a crise política no Cazaquistão, segundo maior minerador de criptomoedas do mundo, atrás apenas, justamente, dos EUA, e que concentra cerca de 20% de toda a mineração de Bitcoins. O país da Ásia Central enfrenta protestos contra o aumento dos preços de energia e combustíveis, causado pelo crescimento da exploração dos ativos. Na quarta-feira (5), o governo desativou a internet cazaque.

“O Cazaquistão já minerava relativamente bastante criptomoedas, mas quando a China baniu, houve uma migração forte de mineradores, elevando muito a atividade. Eles procuraram á que o país tem uma estrutura de energia de carvão e gás muito barata, mas o carvão chama mais atenção e vira um bom negócio. Sem a China, o Cazaquistão é uma opção atrativa”, explicou a professora Carolina Moehlecke, da escola de Relações Internacionais da FGV, em entrevista ao Olhar Digital na quinta-feira (6).

Além do Bitcoin, outras criptomoedas também sofreram quedas. O Ether, segundo maior token por capitalização de mercado caiu mais de 4% em 24 horas, indo de US$ 3,8 mil a US$ 3,2 mil, menor valor desde o dia 1º de outubro do ano passado.

Via: BBC / Reuters

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PurrSong anuncia coleira, bebedouro e caixa de areia smart para gatos

Marina Schnoor  

Olhar Digital

Na CES 2022, a empresa de tecnologia para pets PurrSong lançou três produtos para ajudar os humanos a monitorar a saúde de seus gatos: uma coleira, um bebedouro com filtro e uma caixa de areia smart.

A LavvieTag é uma coleira com rastreador de atividades que analisa quatro fatores do comportamento do gato: descanso, limpeza, caminhada e corrida. A coleira funciona em parceria com o app com inteligência artificial Doolittle, que analisa os dados e usa aprendizado de máquina para detectar possíveis problemas de saúde. A IA é baseada em diagnósticos veterinários, e a PurrSong afirma que os resultados são 90% precisos.PUBLICIDADE

Já o LavvieWater é um bebedouro inteligente com filtro, capaz de rastrear o consumo de água do seu gato. A água circula sem um motor, e o filtro ajuda a reduzir o acúmulo de incrustações de água no bebedouro.

O terceiro lançamento é a caixa de areia smart LavvieBox. A caixa é aberta e pode ser montada de três formas diferentes dependendo da preferência do gato. A LavvieBox rastreia os movimentos urinários e intestinais do bichano, além de pesar o animal para alertar sobre qualquer mudança estranha de peso.

A PurrSong chamou a atenção do público na CES 2019 com a LavvieBot S, outra caixa de areia que limpa o cocô do gato e substitui a areia automaticamente. Vale apontar que a nova LavvieBox não é autolimpante, mas possui purificador de ar para reduzir odores e filtrar poeira da caixa.

Segundo a PurrSong, a coleira LavvieTag deve ser lançada até março e custará US$99 (cerca de R$560 na cotação atual) nos EUA. O bebedouro LavvieWater deve custar US$199 (R$1.130). A caixa de areia smart LavvieBox deve sair por US$249 (R$1.415). Os últimos dois produtos têm previsão de início de venda para o segundo trimestre de 2022.

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