Bolsonaro manterá projeto que trocará orelhões por antenas com tecnologia 4G

O decreto ainda garante que quem vai arcar com os custos dessas mudanças são as concessionárias.

Em mensagem enviada ao Congresso Nacional no último dia 04, o presidente Jair Bolsonaro informa que manterá inalterado o Decreto 9.619/2018, apresentado e editado ao final do mandato do ex-presidente Michel Temer. O texto  fala sobre o Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU) e aborda a troca dos famosos “orelhões” por antenas de tecnologia 4G nos locais onde não se tem cobertura desse serviço.

A decisão vai contra a reinvidicação contrária de representantes da área privada – principalmente as operadoras. O pleito foi levado ao ministro Marcos Pontes em janeiro e argumenta que a tecnologia 4G não tem ligação com a telefonia fixa, objeto original do PGMU.

A mensagem presidencial ainda menciona, no item Comunicações, que está prevista uma revisão do PGMU para estabelecimento das obrigações de metas periódicas para a universalização do serviço de telefonia e acesso a internet rápida. Melhor dizendo, a redução dos “orelhões” vai acontecer.

“A REVISÃO DAS METAS OCORRERÁ EM UM CENÁRIO DE PROGRESSIVA PERDA DA ESSENCIALIDADE E REDUÇÃO DA ATRATIVIDADE DO STFC (SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO) NO PAÍS, COM O REDIRECIONAMENTO DAS METAS QUE PROPORCIONEM UM MAIOR ATENDIMENTO DA DEMANDA DA SOCIEDADE, MEDIANTE A REDUÇÃO DA QUANTIDADE DE TELEFONES DE USO PÚBLICO (TUPS), AO MESMO TEMPO QUE INTRODUZ NOVA META PROGRESSIVA – COM IMPLANTAÇÃO NOS PRÓXIMOAS ANOS – POR MEIO DA TECNOLOGIA 4G PARA A PRESTAÇÃO DE STFC COM ACESSO SEM FIO E SUPORTE PARA A CONEXÃO EM BANDA LARGA”, informa o Presidente.

A manutenção desse decreto pelo Presidente tem como objetivo estreitar a comunicação com os novos e reeleitos deputados e senadores, para que sejam aprovadas matérias polêmicas como a reforma da Previdência e o pacote anticrime lançado por Sérgio Moro.

O decreto ainda garante que quem vai arcar com os custos dessas mudanças são as concessionárias. O texto garante também que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), possa propor revisão de metas em decorrência dos avanços tecnológicos dos serviços.

A principal ideia da PGMU é a de “expandir” a sede dos municípios onde o serviço de telefonia móvel não chega através dessa implementação, o que já é uma demanda que repercute muito entre os prefeitos e seus representantes legislativos.

Fonte: Telesíntese

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Grupos de criminosos usam contas do Gmail para cometer fraudes online

Fraudar benefícios de desempregados e burlar períodos de teste de serviços online estão entre os crimes praticados

Grupos de cibercriminosos estão usando o Gmail para cometer crimes como, por exemplo, fraudar benefícios de desempregados e burlar períodos de teste de serviços online.

O truque já é um velho conhecido. Ele se refere a contas Gmail que utilizam pontos em seu endereço. O serviço de e-mail ignora esses pontos e os redireciona para outras contas. Para exemplificar, o que acontece é o seguinte:  o Google considera john.doe@gmail.comjo.hn.doe@gmail.com, e johndoe@gmail.comcomo o mesmo endereço, facilitando o golpe dos criminosos.

Usuários comuns já se utilizam dessa prática para usar diversas contas em um mesmo site. Dessa forma, eles conseguem burlar períodos de testes de serviços online, usando o mesmo e-mail, porém, escrito de maneira diferente.

Recentemente, um grupo de criminosos se atentou a prática e passou a utilizá-la para que pessoas desavisadas passassem seus dados de cartão de crédito para uma suposta renovação de dados da Netflix. O e-mail de renovação de dados era enviado para o endereço real do proprietário, porém, os dados que eles enviavam iam para o criminoso, na boa e velha prática de phising.

O motivo para que esse crime ainda funcione é de que endereços de e-mail com “pontos” é uma ferramenta nativa do Gmail. Outros serviços online como a própria Netflix, Amazon e eBay fazem essa diferenciação.

Em um relatório publicado hoje (06/01), a empresa Agari, especialista em segurança de e-mails, informa que apurou que esses criminosos se utilizaram dessa prática em muitos outros lugares só no último ano. Em um exemplo incluído nesse documento,há registros de qye um grupo em particular utilizou 56 variações de e-mails do Gmail para:

– Cadastrar 48 cartões de crédito falsos em quatro instituições financeiras, resultando em $65.000 em créditos fraudulentos

– Solicitar 13 reembolsos de taxas através de um serviço online;

– Solicitar 12 mudanças de endereço através do US Postal Service (serviço de correios americano);

– Solicitar benefícios para desempregados utilizando nove identidades diferentes.

Outras ferramentas do Gmail que podem acabar sendo utilizadas pelos criminosos:

O primeiro deles é o uso do sinal “+”, que funciona, basicamente, como o “ponto”. E-mails que apresentam este sinal em seu domínio podem facilmente ser utilizados para atividades fraudulentas.

A segunda ferramenta é o uso de contas com o domínio @googlemail.com. Todos os e-mails enviados para o usuário com esse domínio chegam para contas comuns do Gmail sem a variação.

Não há registros do uso dessas funcionalidades para fraudes. Porém, elas são tão eficientes quanto os e-mails que já estão sendo utilizados e podem garantir ainda mais opções para que esses criminosos os usem para atividades criminosas ou para garantir acesso a diversos benefícios.

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Vazamento de dados da Netshoes custa R$ 500 mil à empresa

Acordo feito com o Ministério Público evita ação civil pública contra a companhia, mas exige medidas práticas para evitar novas ocorrências

Os vazamentos de dados têm custado caro para as organizações. Exposições ocorridas em 2017 e 2018 vão custar à Netshoes R$ 500 mil como indenização por danos morais. O acordo extrajudicial foi fechado com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para evitar uma ação coletiva.

O MPDFT classifica o caso como um dos maiores incidentes de segurança registrados no Brasil. Isso porque as ações espalharam informações de 1.999.704 clientes: nome completo, e-mail, CPF, data de nascimento e produtos comprados. Senhas e números de cartões de crédito não foram comprometidos.

O órgão, então, ameaçou a empresa com uma ação civil pública. Como a Netshoes colaborou com a investigação, as partes chegaram a um acordo na forma de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Assim, a marca concordou em informar os clientes sobre o vazamento e pagar a indenização por danos morais coletivos.

Além do pagamento, a companhia se comprometeu a reforçar a segurança de sua loja virtual. O acordo, assinado em janeiro de 2019, envolve Marcio Kumruian, cofundador e CEO da Netshoes, e Frederico Meinberg Ceroy, promotor do MPDFT e coordenador da Unidade Especial de Proteção de Dados e Inteligência Artificial (Espec).

Se a empresa descumprir essas medidas, fica sujeita a uma ação coletiva no valor de R$ 10 milhões somada a um processo por danos patrimoniais (de R$ 85 milhões). Isso representa R$ 5 por cada dado atingido pelo vazamento.

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Passo a passo: como tirar a CNH Digital sem precisar ir ao Detran

Do Olhar Digital

Desde o anúncio da CNH Digital, milhões de motoristas se empolgaram com a possibilidade de deixar o documento de papel em casa e apenas sair de casa com o smartphone. No entanto, quando o público descobriu que seria necessário comparecer ao Detran para fazer a validação, muitos desistiram da ideia. Felizmente, desde dezembro, isso mudou.

Desde o final do ano passado, é possível realizar a validação da CNH Digital diretamente pelo celular, o que reduziu consideravelmente a burocracia para ter a versão virtual do documento no celular.

Veja como realizar o procedimento no passo a passo a seguir.

1. Certifique-se de ter a nova CNH com QR Code

As carteiras de habilitação com o código QR começaram a ser emitidas em 2017. Se a sua CNH não tem o código, será necessário realizar o procedimento para tirar uma nova

2. Baixe o aplicativo Carteira Digital de Trânsito

download para Android pode ser feito por este link. Se o seu celular é um iPhone, você pode conferir o app por este link.

3. Você vai precisar fazer um cadastro no aplicativo

Após inserir seus dados, você vai será orientado a acessar seu endereço de e-mail para fazer a validação da sua conta.

4. Faça o login no aplicativo, toque no ícone “+” e selecione “CNH Digital”

5. Selecione a validação “pelo celular”

O aplicativo fornece três tipos de autenticação. A “pelo celular” é a mais simples e menos burocrática. O método “com certificado digital” exige o pagamento de um valor pelo certificado e o método “sem certificado digital” demanda uma ida ao Detran, que é exatamente o que queremos evitar

6. Use a câmera do celular para fazer a leitura do QR Code da sua CNH

7. Dê uma “prova de vida”

Isso serve para provar que você é uma pessoa real. A “prova de vida” é um movimento físico que deve ser capturado pela câmera do celular para mostrar que você não é apenas alguém segurando uma foto em frente à câmera.

8. Confirme e digite o número do seu celular

Pronto, agora a CNH está disponível no seu celular, com o mesmo valor legal de uma cópia autenticada em cartório. Por motivos de segurança, o usuário também será orientado a criar uma senha de quatro dígitos que precisará ser utilizada toda vez que for necessário apresentar o documento digital. A CNH digital pode ser acessada mesmo que o celular esteja sem internet.

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Dono de corretora de Bitcoin morre e leva R$ 700 milhões dos clientes consigo

Do Olhar Digital

O mundo das criptomoedas é estranho e está sujeito a uma série de situações curiosas que, às vezes, podem ter consequências desastrosas. Agora a lista de coisas que pode dar errado, conta com um novo item: um homem, dono de uma corretora de criptomoedas, morrer e acabar bloqueando centenas de milhões de dólares em moedas virtuais.

Foi o que aconteceu quando Gerald Cotten, fundador da corretora de criptomoedas canadense QuadrigaCX, morreu em dezembro de 2018 aos 30 anos de idade. Como informa Mashable,  O rapaz era a única pessoa com acesso a cerca de R$ 700 milhões em criptomoedas, e a senha acabou se perdendo com a sua morte.

Cotten recorreu a uma técnica conhecida como “cold storage” para proteger as moedas dos clientes de sua corretora. Como roubos de criptomoedas são comuns no mundo das cryptos por meio de ataques hackers, a técnica mais eficaz é manter as moedas longe da internet, onde é impossível roubá-las. O “cold storage” é isso: manter criptomoedas armazenadas em um local onde não há conectividade: muitas vezes isso pode ser feito em um HD externo, pendrive ou, no caso de Cotten, em um notebook criptografado, cuja senha de acesso ninguém conhece.

O documento do processo menciona que, armazenado no notebook há realmente uma fortuna em criptomoedas, compostas de 26.488,59834 Bitcoins; 11.378,79082 Bitcoins Cash; 11.149,74262 Bitcoins Cash SV; 35.230,42779 Bitcoins Gold; 199.888,408 Litecoins e 429.966,0131 Ethereum.

Isso gerou alguns problemas para a QuadrigaCX, como você já pode imaginar. A empresa tem cerca de 115 mil clientes que estão com sérias dificuldades de movimentar suas moedas e podem ter perdido todo o dinheiro que ali investiram, o que pode ser um problema enorme tanto para a empresa quanto para os clientes.

“Nas últimas semanas, trabalhamos extensivamente para resolver nossos problemas de liquidez, o que inclui tentar localizar e recuperar nossas muito importantes reservas de criptomoedas armazenadas em carteiras ‘frias’, que são necessárias para cumprir os depósitos e para encontrar uma instituição financeira que aceite os depósitos que são feitos para nós. Infelizmente, estes esforços não tiveram sucesso”, diz o comunicado publicado pela direção da empresa.

A situação chegou a gerar até mesmo teorias da conspiração de que a morte do fundador da empresa teria sido forjada justamente para que ele pudesse sumir com o dinheiro dos clientes, e que tudo não passa de um golpe. As ameaças de processo já se acumulam em comunidades como o Reddit, por exemplo.

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Governo vai criar site para vender celulares apreendidos pela polícia

Do Olhar Digital

No Brasil, existem 77,2 mil bens apreendidos de traficantes armazenados em pátios e depósitos da polícia. Acontece que, devido ao elevado número de bens apreendidos, alguns estados estão sem espaço para armazenamento e estão sendo obrigados a alugar novos locais para manter tais bens. Porém, essa situação pode estar prestes a mudar.

De acordo com o site G1, a Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça e Segurança Pública está prestes a lançar um site para acelerar a venda dos bens apreendidos de traficantes. No momento, a Senad afirma que, dos 77,2 mil bens apreendidos, 29,4 mil estão em condições legais para serem vendidos. Destes, 9.970 são veículos, 459 são imóveis, 25 são aeronaves e 18.975 são bens diversos (principalmente celulares).

Como irá funcionar o site

De acordo com o secretário Luiz Roberto Beggiora, o site permitirá catalogar todos os itens, com especificações de tipo e valor, para disponibilizar a alienação aos interessados em todo o país. A venda será feita por meio de leilões virtuais.

Vale salientar que a secretaria só assume a gestão dos bens depois que as sentenças judiciais condenatórias transitam em julgado, isto é, quando não há mais possibilidade de recurso.

Entrei em contato com a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça e Segurança Pública para saber mais informações sobre as marcas e tipos de celulares que estarão disponíveis para a compra no novo site e, assim que receber uma resposta, atualizarei este artigo.

E aí, você compraria aparelhos celulares apreendidos no site da Senad?

Via: G1

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Aviso final: Flickr começa a apagar todas as suas fotos antigas nesta terça

Infelizmente, não é possível baixar todas as suas fotos do Flickr com um único clique. Mas há algumas maneiras diferentes de fazer o download de todas elas de uma só vez.

Do Olhar Digital

O Flickr, uma das melhores redes sociais dos anos 2000, começará a excluir fotos em massa amanhã, 5 de fevereiro. Se você quiser manter algumas das imagens foram carregadas anos atrás, agora é a hora.

Quando o Flickr foi comprado por uma empresa chamada SmugMug no ano passado, foi anunciado que todas as contas gratuitas seriam limitadas a apenas 1.000 fotos. Você pode obter uma conta no Flickr Pro por US$ 50 por ano, mas com tantas opções de armazenamento gratuitas e de baixo custo disponíveis hoje, não sei por que alguém optaria por isso.

Infelizmente, não é possível baixar todas as suas fotos do Flickr com um único clique. Mas há algumas maneiras diferentes de fazer o download de todas elas de uma só vez. Você pode, por exemplo, baixá-las do “Rolo da câmera”, que contém todas as suas fotos, em lotes de 500. Ou pode fazer o download dos Álbuns, que contêm as fotos que você colocou em grupos, em lotes de 5.000.

Como baixar suas fotos do Flickr usando o rolo da câmera

1) Faça o login no Flickr, vá até “Minhas coisas” e clique em “Rolo da câmera”.

Reprodução

2) Vá selecionando tudo o que você quer por datas até chegar a cota de 500 fotos. Você terá que contar manualmente, já que não há um contador automático.

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3) Clique em “Download” na parte inferior da tela.

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4) Clique em “Criar arquivo zip”.

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5) Quando seus arquivos estiverem prontos para download, eles aparecerão na seção “FlickrMail” (você encontrará no ícone do sino no canto superior direito).

Reprodução

6) As fotos podem demorar um pouco para serem baixadas, dependendo do tamanho e de quantas você selecionou. Mas uma vez que o procedimento foi feito, tudo que você precisa fazer é clicar em “baixar arquivo zip” e fazer o download das imagens no seu disco rígido.

Como baixar suas fotos do Flickr por meio de álbuns

As telas são as mesmas, somente o item de escolha do menu será alterada:

1) Faça o login no Flickr, vá até “Minhas coisas” e clique em Albuns.

2) Passe o mouse sobre o álbum desejado e clique no botão de download.

3) Clique em “Criar arquivo ZIP”

4) Quando seus arquivos estiverem prontos para download, eles aparecerão na seção “FlickrMail” (você encontrará no ícone do sino no canto superior direito).

5) As fotos podem demorar um pouco para serem baixadas, dependendo do tamanho e de quantas você selecionou. Mas uma vez que o procedimento foi feito, tudo que você precisa fazer é clicar em “baixar arquivo zip” e fazer o download das imagens no seu disco rígido.

Uma coisa boa que a SmugMug fez foi decidir que todas as fotos compartilhadas sob uma licença Creative Commons permanecerão ativas, mesmo se as contas tiverem mais de 1.000 fotos. Isso significa que grandes bibliotecas de imagens de empresas ou contas do governo que oferecem imagens de domínio público não serão afetadas.

Mas você não pode contornar as novas diretrizes, alterando o tipo de licença de suas fotos agora. O prazo final para isso foi novembro de 2018.

Se você é uma das pessoas que  aderiu ao Flickr em meados dos anos 2000, antes de haver centenas de aplicativos para fazer upload de fotos, você vai se sentir um pouco triste em ver como a plataforma decaiu. E não há o que fazer. E serve para nos lembrar que na Internet nada dura para sempre.

As pessoas costumam rir quando ouvem que até lugares como o Facebook podem acabar sendo uma cidade fantasma, mas acho que mais e mais pessoas entendem isso. Nenhum serviço está seguro de continuar na internet pela eternidade…bom, talvez a barra de ferramentas do Baidu…

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WhatsApp introduz função de desbloqueio com acesso biométrico

Por G1

WhatsApp introduz função de bloqueio com acesso biométrico para iPhones. — Foto: AFP

O WhatsApp anunciou nesta nesta terça-feira (5) uma nova ferramenta, que permite bloquear a tela do aplicativo e desbloqueá-la apenas com função biométrica de reconhecimento digital ou facial.

A novidade, por enquanto, vale apenas para iPhones. A assessoria do WhatsApp afirmou que “ainda não tem nenhuma previsão” da chegada dessa função para celulares Android.

A ferramenta permite determinar uma quantidade de tempo para o bloqueio, contando desde a última vez em que o aplicativo foi utilizado. Após bloqueado, só será permitido o acesso com uso de autenticação biométrica — pelas funções Touch ID e Face ID, disponíveis nos celulares da Apple.

Quando essas funções são usadas por aplicativos parceiros, a Apple não envia os dados de biometria para a empresa, apenas um sinal que afirma que o reconhecimento foi feito.

De acordo com o WhatsApp a nova função vai fortalecer a privacidade do usuário e impedir que outras pessoas usem o aparelho sem permissão para ler mensagens.

Em aparelhos iPhone é possível ativar a função de bloqueio do WhatsApp com acesso biométrico. — Foto: Reprodução/WhatsApp

Em aparelhos iPhone é possível ativar a função de bloqueio do WhatsApp com acesso biométrico. — Foto: Reprodução/WhatsApp

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CFM regulamenta telemedicina no Brasil. Veja como vai funcionar

Paciente terá de autorizar uso do método e atendimento deverá ser gravado

Médicos brasileiros vão poder realizar consultas online, telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de atendimento à distância, conforme a Resolução nº 2.227/18, do Conselho Federal de Medicina (CFM). O texto estabelece a telemedicina como exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde, podendo ser realizada em tempo real ou off-line.

Por meio de nota, o conselho avaliou que as possibilidades que se abrem com a mudança normativa são “substanciais”, mas precisam ser utilizadas por médicos, pacientes e gestores “com obediência plena” às recomendações. No âmbito da saúde pública, o órgão considera a inovação “revolucionária” ao permitir a construção de linhas de cuidado remoto, por meio de plataformas digitais.

“Além de levar saúde de qualidade a cidades do interior do Brasil, que nem sempre conseguem atrair médicos, a telemedicina também beneficia grandes centros, pois reduz o estrangulamento no sistema convencional causado pela grande demanda, ocasionada pela migração de pacientes em busca de tratamento”, destacou o CFM. A resolução deve ser publicada esta semana no Diário Oficial da União.

Sigilo médico

Para assegurar o sigilo médico, o texto estabelece que todos os atendimentos deverão ser gravados e guardados, com envio de um relatório ao paciente. Outro ponto destacado é a concordância e autorização expressa do paciente ou representante legal − por meio de consentimento informado, livre e esclarecido, por escrito e assinado – sobre a transmissão ou gravação de imagens e dados.

Teleconsulta

A teleconsulta é definida pela norma como consulta médica remota, mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos. A primeira consulta deve ser presencial, mas, no caso de comunidades geograficamente remotas, como florestas e plataformas de petróleo, pode ser virtual, desde que o paciente seja acompanhado por um profissional de saúde.

Nos atendimentos por longo tempo ou de doenças crônicas, é recomendada a realização de consulta presencial em intervalos não superiores a 120 dias. No caso de prescrição médica à distância, a resolução fixa que o documento deverá conter identificação do médico, incluindo nome, número do registro e endereço, identificação e dados do paciente, além de data, hora e assinatura digital do médico.

Telediagnóstico

A emissão de laudo ou parecer de exames, por meio de gráficos, imagens e dados enviados pela internet é definida pela resolução como telediagnóstico. O procedimento deve ser realizado por médico com Registro de Qualificação de Especialista na área relacionada ao procedimento.

Teleinterconsulta

A teleinterconsulta ocorre quando há troca de informações e opiniões entre médicos, com ou sem a presença do paciente, para auxílio diagnóstico ou terapêutico, clínico ou cirúrgico. É muito comum, segundo o CFM, quando um médico de Família e Comunidade precisa ouvir a opinião de outro especialista sobre determinado problema do paciente.

Telecirurgia

Na telecirurgia, o procedimento é feito por um robô, manipulado por um médico que está em outro local. A resolução estabelece, no entanto, que um médico, com a mesma habilitação do cirurgião remoto, participe do procedimento no local, ao lado do paciente, para garantir que a cirurgia tenha continuidade caso haja alguma intercorrência, como uma queda de energia.

A teleconferência de ato cirúrgico, por videotransmissão síncrona, também é permitida pela norma, desde que o grupo receptor das imagens, dados e áudios seja formado por médicos.

Teletriagem

A teletriagem médica acontece quando o médico faz uma avaliação, à distância, dos sintomas apresentados para a definição e o direcionamento do paciente ao tipo adequado de assistência necessária.

Teleorientação e teleconsultoria

A teleorientação permite a declaração de saúde para a contratação ou adesão a plano de saúde. Já na teleconsultoria, médicos, gestores e profissionais de saúde poderão trocar informações sobre procedimentos e ações de saúde.

Telemonitoramento

Por fim, o telemonitoramento, muito comum, de acordo com o conselho, em casas de repouso para idosos, vai permitir que um médico avalie as condições de saúde dos residentes, evitando idas desnecessárias a unidades de pronto-socorro. O médico remoto poderá, por exemplo, averiguar se uma febre de um paciente que já é acompanhada por ele merece uma ida ao hospital.

Segurança

Para garantir a segurança das informações, o texto estabelece que os dados e imagens dos pacientes devem trafegar na internet com infraestrutura que assegure guarda, manuseio, integridade, veracidade, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional das informações.

Empresas voltadas a atividades na área de telemedicina, seja de assistência ou educação continuada a distância, também deverão cumprir os termos da resolução. Será obrigatório o registro da empresa no Cadastro de Pessoa Jurídica do Conselho Regional de Medicina da jurisdição, com a respectiva responsabilidade técnica de um médico regularmente inscrito.

Quando se tratar de prestador de serviços pessoa física, deve se tratar de médico devidamente habilitado junto ao conselho e caberá a ele estabelecer vigilância constante e avaliação das técnicas de telemedicina no que se refere à qualidade da atenção, relação médico-paciente e preservação do sigilo profissional.

Fonte: Agência Brasil

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Participação de meninas cai na Olimpíada Brasileira de Astronomia

Inscrições estão abertas e organização tenta atrair as estudantes

A porcentagem de meninas que participam da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a maior olimpíada científica do Brasil vem caindo, no ensino médio, ano a ano. De acordo com dados compilados para a Agência Brasil, em 2010, quando elas eram maioria, chegaram a representar 53,9% dos participantes. A partir de então, essa participação foi caindo. Em 2018, as meninas eram 48% do total.

Com inscrições abertas, a organização da OBA pretende atrair mais participantes mulheres, sobretudo do ensino médio, para a competição este ano. “Qualquer uma das profissões também pode ser ocupada por mulheres, por que não as ciências exatas?”, diz o diretor da OBA e astrônomo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), João Canalle.

A OBA está na 22ª edição e, ao longo da história, mobilizou cerca de 10 milhões de estudantes. Os melhores classificados na OBA representam o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica. Canalle lembra que uma das primeiras estudantes a representar o Brasil nesta Olimpíada, em 2011, foi a deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP). “É uma mulher e isso poderia incentivar as meninas a participarem mais das olimpíadas científicas”, diz Canalle.

De acordo com os dados de participação dos últimos dez anos, no nível 1 da OBA, voltado para os estudantes do 1º ao 3º ano do ensino fundamental, a participação de meninas e meninos é praticamente a mesma, a média é 50,3% garotas e 49,7%, garotos. A diferença aumenta no nível 4, voltado para alunos do ensino médio.

A OBA organiza também a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), que neste ano está na 13ª edição. O evento avalia a capacidade dos estudantes de construir e lançar, o mais longe possível, foguetes feitos de garrafa pet, de tubo de papel ou de canudo de refrigerante. Nesta competição, a participação dos meninos também é maior que a das meninas. A média de participação delas, de 2009 a 2018, foi 48,1% no nível 1. A porcentagem cai, considerando o mesmo período, para 46,4% no nível 4.

A presença de mulheres na ciência é algo que vem sendo discutido tanto no Brasil quanto internacionalmente. Estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostra que apesar de serem cerca da metade da população mundial, as mulheres representam apenas 28% dos pesquisadores em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Inscrições abertas

As inscrições para as escolas públicas e particulares de ensino fundamental e médio que ainda não participaram da OBA e da MOBFOG vão até o dia 17 de março. O cadastro é único para os dois eventos e deve ser feito pelo site www.oba.org.br. A prova, composta por dez perguntas, sete de astronomia e três de astronáutica, será aplicada no dia 17 de maio.

Já os foguetes devem ser elaborados e lançados individualmente ou em equipe. Após o dia 17 de maio, a escola deverá informar os nomes dos participantes e os alcances obtidos por seus foguetes. Todos, incluindo professores e diretores, recebem um certificado e os estudantes que alcançarem os melhores resultados receberão medalhas.

Os melhores colocados nas competições também poderão participar de eventos voltados para o tema. Os alunos e os professores podem se preparar para a prova através do aplicativo Simulado OBA, disponível para celulares, tablets, e computadores, e pelo site da olimpíada, que fornece vídeos explicativos, além de provas e gabaritos das edições anteriores.

A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Paulista (Unip).

Fonte: Agência Brasil

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