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Polícia Federal inicia operação que combate crimes digitais

Por William Schendes, editado por Lucas Soares  

Olhar Digital

A Polícia Federal (PF) deflagrou na última terça-feira (2) que deu início à operação “Não Seja um Laranja!” e contará com apoio da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em 13 Estados e Distrito Federal. O movimento tem o objetivo a busca e apreensão de pessoas envolvidas com crimes e golpes digitais

A operação seguirá o que está previsto pela Lei.14.155, que prevê punições graves aos envolvidos em crimes no meio digital. A lei presente no Código Penal brasileiro agrava penas para invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticado de forma digital, informações que induzam ao erro por redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento.

A lei  nº 14.155 faz alterações no  Decreto-Lei nº 2.848 (Código Penal). As penas variam de quatro a oito anos de prisão, além de multas. Caso o envolvido tenha cometido o crime digital fora do Brasil, com uma vítima idosa ou vulnerável, a pena pode subir ainda mais.

O comunicado da Febraban especifica quais os tipos de crimes e golpes digitais que a operação fará esforços na busca e apreensão de criminosos envolvidos:

“Entre as ações criminosas que serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além dos golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos).”

No dia 28 de junho a Febraban havia alertado sobre golpes em aplicativos de mensagens

“Sempre desconfie quando receber um pedido de dinheiro de parentes ou de pessoas conhecidas no aplicativo de mensagem. Antes de fazer qualquer coisa, confirme o pedido através de uma ligação para o número de telefone que você tem em sua agenda de telefones, nunca para o número que está lhe contatando”, disse Adriano Volpini, diretor do Comitê de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN.

Clique aqui para conferir as dicas do Serasa sobre como não cair em golpes e fraudes.

Via: Febraban

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Carteiras de criptomoedas são alvo de ataque hacker

Por Gabrielly Bento, editado por Lucas Soares 

Olhar Digital

As carteiras de criptomoedas Solana foram invadidas nesta quarta-feira (3) por um grupo de hackers. Milhares de carteiras do ecossistema de criptoativos foram prejudicadas no cibercrime depois que o protocolo de ponte Nomad foi hackeado recentemente.

O prejuízo fica em torno de US$ 5,2 milhões em criptoativos. Até o momento, mais de 7 mil carteiras Solana foram roubadas, segundo a empresa forense de blockchain Elliptic.

A instituição de segurança PeckShield relatou que quatro endereços de carteira da Solana perderam aproximadamente US$ 8 milhões dos usuários.

Tom Robinson, cofundador da Elliptic comentou: “A causa raiz ainda não está clara. Parece ser devido a uma falha em certos softwares de carteira, e não no próprio blockchain Solana.”

Após o crime, o token SOL de Solana diminuiu cerca de 7,3%, para US$ 38,40 nesta quarta-feira (03), o valor mais baixo em uma semana. Por outro lado, o bitcoin subiu 1,5% para US$ 23.367.

O ramo de cripto está sendo um grande alvo para ataques hackers, sendo que o setor já foi vítima de diversos ciberataques esse ano. As invasões à Solana aconteceram tempos depois que um protocolo de bridge para a transferência de tokens de criptoativos em diferentes blockchains, nomeado de Nomad, perdeu cerca de US$ 200 milhões em uma falha na segurança.

Austin Federa, porta-voz da Solana, comentou: “Muito permanece desconhecido neste momento – exceto que as carteiras de hardware não são afetadas”.

Segundo Federa, eles acreditam que a invasão teria como alvo principal os fornecedores, porém a natureza dos ataques ainda é desconhecida. Os hacks do setor de fornecedores acontecem quando uma parte externa ou provedor com acesso aos sistemas e dados da vítima é acessada.

Vale ressaltar que alguns NFTs também foram invadidos e roubados, porém o resultado total ainda não está claro, afirmou Robinson, da Elliptic.

Via: Valor Globo

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Faixa principal do 5G é ativada em São Paulo e deve cobrir 25% da área urbana; conexão ‘pura’ ainda engatinha no mundo

Começa a ser ofertado o 5G Standalone ou SA, que deverá viabilizar avanços na indústria, telemedicina, carros autônomos, etc. Mas quem vai predominar por enquanto é outro tipo de 5G, que traz mais rapidez à navegação, mas não revoluciona. Tire dúvidas.

Por Victor Hugo Silva, Gabriel Croquer e Luciana de Oliveira, g1

Antenas da faixa principal do 5G serão ativadas nesta quinta-feira (4) em São Paulo, maior mercado de smartphones do Brasil e a quinta capital a receber a tecnologia no país.

Qual é a novidade e em que pé está o 5G

Ativada nesta quinta, a faixa 3,5 GHz é considerada a principal “avenida” para circulação dos dados na nova geração da internet móvel porque comporta o 5G mais “puro”, chamado “standalone” (autossuficiente, em inglês) ou SA.

É ele que carrega a fama dessa quinta geração da internet móvel, de permitir avanços de tecnologias como a realidade virtual, carros que dirigem sozinhos, cirurgias remotas, além da possibilidade de ligar muitos objetos à internet ao mesmo tempo, de forma massiva e constante.

Mas isso tudo ainda está longe de acontecer, entenda por quê:

  • de início, a cobertura 5G não será total nas cidades onde ela for ativada: em São Paulo, por exemplo ela será de 25% da área urbana, na previsão do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa (Gaispi). A capital paulista tem 1.378 antenas de 5G instaladas até agora contra 4.592 de 4G;
  • a conexão “standalone”/SA ainda será secundária no Brasil e lá fora por algum tempo. De acordo com dados da GSMA, que representa operadoras móveis em todo o mundo, 70 países ofereciam internet 5G em janeiro deste ano, mas apenas 16 tinham o tipo SA.

Quem predomina no mundo ainda é o 5G NSA. Ou “non-standalone”. Ele atende a quem espera ganhar mais velocidade na navegação, mas ainda não promove a revolução esperada.

Já tinha aparecido 5G para você?

É o 5G NSA que vem aparecendo na tela de celulares em alguns pontos no Brasil nos últimos meses (veja os tipos de internet 5G).

Com a ativação da faixa 3,5 GHz, o NSA deverá ampliar sua cobertura porque também poderá usar essa “avenida”: até então, ele estava disponível em alguns pontos de cidades, como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, em outra faixa, a de 2,3 GHz, que é mais “estreita”.

Standalone ou não, o 5G ainda está em seus primeiros momentos. Além de ter cobertura parcial, exige celulares compatíveis e, segundo algumas operadoras, até troca de chip. E o prazo para a conexão estar disponível em todos os municípios brasileiros com mais 30 mil habitantes é só em 2029.

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Volta à Lua: missão Artemis 1 terá um “passageiro” europeu – e as crianças vão amar

Flavia Correia  

Olhar Digital

No fim do ano passado, a NASA anunciou que uma versão de pelúcia do cãozinho Snoopy, criado pelo cartunista norte-americano Charles Monroe Schulz, será usada como “indicador de gravidade zero” na cápsula Orion da missão Artemis 1, o voo de estreia do programa que tem como objetivo levar humanos de volta à Lua entre 2025 e 2026.

Agora, chegou a vez da Agência Espacial Europeia (ESA) revelar que também está preparando um representante para participar da missão, que promete abrir caminho para uma nova era da exploração lunar humana.

Ele é de nacionalidade alemã–britânica e vem encantando crianças em todo o mundo desde 2007. Estamos falando da estrela de um stop-motion de massinha produzido pelas empresas Aardman Animations, HIT Entertainment e Nickelodeon Productions em parceria com o canal infantil Nick Jr. e a CBBC: Shaun, o carneiro.

A novidade foi anunciada nesta terça-feira (2) pelo Diretor de Exploração Humana e Robótica da ESA, David Parker. “Este é um momento emocionante para Shaun e para nós da ESA. Estamos muito felizes por ele ter sido selecionado para a missão e entendemos que, embora possa ser um pequeno passo para um humano, é um salto gigante para o carneiro de brinquedo”.

No entanto, engana-se quem pensa que esta será a primeira vez que o carneirinho mais amado do planeta vai experimentar a sensação de flutuar em microgravidade. Ele já tem uma experiência no currículo que, embora não tenha sido um voo espacial propriamente dito, reproduziu as mesmas condições enfrentadas pelos astronautas.

Shaun esteve na aeronave especial Airbus ‘Zero G’ A310 durante um de seus voos parabólicos que recria as condições “sem peso” semelhantes às experimentadas no espaço.

Sob a supervisão de uma equipe da ESA, o voo preparou o carneiro para seu papel como viajante espacial em seu filme “A Shaun the Sheep Movie: Farmageddon” (Um filme de Shaun, o Carneiro: Farmageddon, em tradução livre), lançado em 2019. Ele ofereceu uma visão do rigoroso treinamento ao qual todos os astronautas se submetem para se preparar para um voo espacial – que agora ele vai vivenciar de verdade.

Como a missão Artemis 1 não estará carregando uma tripulação humana, ela será controlada do solo, com seu especialista lanoso como passageiro. Nada foi dito a respeito de Snoopy, se os bichinhos serão companheiros de aventura ou se Shaun, por alguma razão, ficou com o assento até então reservado para o amigo de Charlie Brown.

A cápsula Orion e seu Módulo de Serviço Europeu serão lançados pelo  megafoguete lunar Space Launch System (SLS), da NASA, a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, EUA. A espaçonave entrará em uma órbita baixa da Terra antes que o estágio superior do foguete se atire para levá-lo para uma órbita translunar. Isso deve acontecer entre o fim deste mês e meados do próximo, se tudo correr de acordo com o cronograma.

Durante essa missão, a espaçonave realizará um sobrevoo na Lua, usando a gravidade lunar para ganhar velocidade e impulsionar-se 70 mil km além do nosso satélite natural, quase meio milhão de km da Terra – mais longe do que qualquer ser humano, ou bichinho de pelúcia, já viajou.

Embora seu nome tenha sido revelado esta semana, Shaun vem se capacitando há muito tempo para viver essa aventura. Em preparação para o voo, ele iniciou um programa de treinamento e familiarização de astronautas com a espaçonave Orion e seu Módulo de Serviço Europeu em 2020, viajando para vários locais da Europa e dos EUA para que diferentes aspectos da missão pudessem ser analisados. Esse treinamento foi documentado e será apresentado em uma série de posts no blog da ESA antes do lançamento.

Segundo Lucy Wendover, diretora de marketing da Aardman, participar da missão Artemis 1 tem um significado especial para Shaun e seus criadores. “A Aardman está animada por se juntar à ESA para fazer história lançando o primeiro ‘carneiro’ ao espaço. Como um dos primeiros astronautas a pilotar um voo do programa Artemis, Shaun está liderando o caminho na exploração lunar, uma grande honra para nosso aventureiro lanoso! 2022 marca o 15º aniversário da primeira série de TV de Shaun, então que melhor maneira de comemorar do que viajar mais longe do que qualquer bichinho já foi antes?”.

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Por que os bancos finalmente entraram na corrida dos criptoativos?

Por Rubens Neistein, editado por Karoline Albuquerque  

Olhar Digital

Se fosse uma prova de Fórmula 1, não seria exagero dizer que os bancos tradicionais estão em uma corrida de recuperação em relação aos criptoativos. Essas instituições supertradicionais largaram mal na disputa, mas atualmente não só estão recuperando o espaço perdido como já estão bem posicionadas nesse mercado para atraírem todos os usuários e desenvolverem novos modelos de negócios.

A conclusão faz parte de um estudo realizado pela Capco, consultoria global de gestão e tecnologia do Grupo Wipro. Segundo o levantamento, seis em cada dez pessoas (60%) que possuem algum criptoativo admitiram que usariam a instituição financeira que já têm conta para realizar esse tipo de investimento. Não bastasse isso, 32% confirmaram que poderiam fazer isso também. Ou seja, nove em cada dez usuários pensam na possibilidade de usar seu próprio banco como plataforma para investir no mercado cripto. Números valiosos demais em um setor que deve movimentar US$ 24 trilhões até 2027.

É apenas mais uma volta nessa verdadeira corrida pelos criptoativos. Diferentes empresas e organizações querem assumir as primeiras posições na preferência dos usuários para aproveitarem a onda de popularidade sobre o tema. As fintechs foram as primeiras a desbravarem o assunto, mas hoje até mesmo os Bancos Centrais começam a estudar e criar estruturas legais para essas transações – algumas até desenvolvem suas próprias moedas digitais. Mas diante desse cenário, o que levou os bancos a finalmente investirem e assumirem posições vantajosas? Confira algumas respostas:

1 – Despertar mais confiança nas pessoas

Nos últimos anos, ficamos acostumados a ver diferentes empresas oferecendo serviços financeiros inovadores. De uma hora para outra, não precisávamos mais dos bancos para pagar contas, movimentar dinheiro ou realizar investimentos. Mas isso não significa que as instituições tradicionais perderam importância na vida dos usuários

Pelo contrário. Um levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) indica uma queda de 59% para 56% na confiança nas organizações financeiras tradicionais do que nas fintechs. Assim, é natural a preferência por utilizar uma empresa já conhecida para movimentar as criptomoedas.

2 – Ter mais estrutura

É uma lógica simples: as instituições financeiras tradicionais possuem uma estrutura maior do que as fintechs, que trabalham com tecnologia. Isso significa que contam com melhores recursos, profissionais e capacidade de investimento do que as pequenas empresas para se adaptarem às demandas do mercado cripto.

Dessa forma, têm capacidade de desenvolverem soluções realmente inovadoras num curto espaço de tempo, possibilitando mais inovação e, claro, personalização no relacionamento com seus clientes. É uma escala que poucas fintechs integram no mercado global.

3 – Concentrar diferentes serviços

A centralização dos bancos já foi apontada como um dos principais problemas do setor financeiro. Isso explicaria o sucesso das fintechs, que conseguiram ampliar o espaço de novas soluções. A questão é que, no caso dos criptoativos, essa concentração pode ser benéfica para os consumidores.

Afinal, com um cenário em que as criptomoedas ainda precisam se popularizar para o público em geral, estar lado a lado de serviços financeiros conhecidos é uma tática interessante. Isso permite que as instituições financeiras possam vinculá-los a sua própria conta ou cartão de crédito sem a aquisição de novos serviços.

4 – Inovação

Por fim, a adesão dos bancos às criptomoedas representa mais um passo dessas empresas rumo à inovação e à digitalização de seus serviços e operações. Tradicionalmente, o mercado financeiro sempre foi mais reticente às mudanças provocadas pela tecnologia. Por envolver a custódia de dinheiro, todo risco já é considerado elevado, e consequentemente, cada estratégia é pensada inúmeras vezes.

Entretanto, o que se viu nos últimos anos foi justamente uma abertura sem precedentes no setor, impulsionada pela presença das fintechs e pela própria demanda reprimida dos usuários. As instituições financeiras clássicas demoraram para perceber isso, mas quando aderiram, entraram num caminho sem volta. Hoje, por exemplo, já se imagina o open banking. Adotar as criptomoedas, portanto, é apenas um reflexo dessa preocupação de valorizar a experiência do consumidor.

Rubens Neistein é business manager da CoinPayments, a primeira e maior processadora de pagamentos em criptomoedas do mundo

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China lança três satélites na órbita da Terra; analistas veem risco de espionagem

Por Gabriel Caldini, editado por André Lucena  

Olhar Digital

A China lançou, no dia 29 de julho, três novos satélites de reconhecimento na órbita terrestre. Os dispositivos fazem parte da série Yaogan e partiram em um foguete Long March 2D que saiu do Xichang Satellite Launch Center, na província de Sichuan. 

O novo trio se junta a outros satélites Yaogan 35 lançados em novembro de 2021 e junho deste ano. Todos os dez estão agora orbitando a cerca de 500 km acima da Terra, com uma inclinação de 35 graus a fim de garantir que passem regularmente sobre áreas de interesse. 

Dois dos três satélites lançados no final de julho foram desenvolvidos pela empresa Aerospace Dongfanghong Satellite, enquanto o terceiro foi fornecido pela Academia de Voo Espacial de Xangai (SAST), ambos operando sob o CASC.

Espionagem espacial?

Pouco se sabe a respeito da maioria dos satélites Yaogan (chinês para ‘detecção remota’), e as descrições de seus usos são tipicamente vagas. A Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC), que desenvolveu o foguete e a espaçonave para a missão, afirma que os dispositivos serão usados para experimentos científicos espaciais, monitoramento do uso da terra e dos recursos naturais, assim como para outros propósitos científicos. 

No entanto, em seu anuário sobre atividades espaciais, o European Space Policy Institute (ESPI) alerta para o fato de que muitos analistas enxergam usos não apenas civis, mas militares nos satélites Yaogan, o que inclui o risco de espionagem. 

Até o momento, o programa espacial chinês lançou 27 missões orbitais em 2022 e planeja ultrapassar 50 lançamentos até o fim do ano. Os Estados Unidos são o único país que realizou mais operações do tipo este ano. 

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Terra registra seu dia mais curto na história recente

29 de junho foi o dia mais curto do nosso planeta desde 1960, quando cientistas passaram a medir a duração dos dias com relógios de alta precisão.

Por g1

No último dia 29 de junho, a Terra registrou seu dia mais curto desde que os cientistas começaram a usar relógios atômicos de alta precisão para medir a velocidade de rotação do nosso planeta, nos meados de 1960.

De acordo com um levantamento feito pelo site Time and Date com dados do Serviço Internacional de Sistemas de Referência e Rotação da Terra (IERS, na sigla em inglês), a Terra completou uma volta completa em torno do seu eixo com 1,59 milissegundo a menos que exatas 24 horas (1 ms corresponde a um milésimo de segundo, ou cerca de 0,001s).

A título de comparação, em média, um dia solar nos últimos 365 dias do ano teve -0,29 ms que 24 horas. Hoje, por exemplo, a estimativa é que o dia tenha 0,0003878 segundos a menos que 24 horas.

Já em 2019, o dia mais curto registrado foi 16 de julho, com menos 0,95 segundos.

Apesar dessas diferenças pontuais, a rotação do planeta está diminuindo de forma geral por causa das forças de maré entre a Terra e a Lua.

O cientistas estudam isso porque a precisão dos sistemas de medição de tempo é algo importante para diversas tecnologias modernas. Receptores de GPS, por exemplo, dependem dessa precisão para decodificar seus sinais de localização.

A Nasa, a agência espacial norte-americana, explica que na época dos dinossauros, a Terra completava uma rotação em cerca de 23 horas, enquanto que no ano de 1820, o movimento levava exatamente 24 horas.

Outro fato contribuinte é que durante os anos de El Niño, por exemplo, a rotação da Terra pode diminuir um pouco por causa de ventos mais fortes, aumentando a duração de um dia em uma fração de milissegundo.

Em 2016, justamente por causa desse fenômeno, o IERS chegou a anunciar a adição de uma espécie de “segundo bissexto” para manter os padrões mundiais de referência de tempo.

Mas o que explica os segundos a menos nos anos recentes?

A resposta para isso ainda é incerta e será explorada por cientistas em eventos e congressos especializados. Porém, se confirmada essa tendência a longo prazo, pesquisadores já debatem se precisaremos de um “segundo bissexto negativo”, subtraindo esse número pequeno, mas significativo, nos nossos relógios.

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A discórdia astronômica que “matou” Plutão

Por Marcelo Zurita, editado por André Lucena  

Olhar Digital

Se você acha que só política, religião e futebol são capazes de gerar as grandes tretas da humanidade, precisa conhecer a história de Eris, que seria o décimo planeta do Sistema Solar, mas acabou se tornando o pivô da maior discórdia da história recente da Astronomia, que resultou na morte de Plutão e do próprio Éris.

Os fatos que culminaram nessa “tragédia planetária” se iniciaram em 2003 no Observatório de Monte Palomar na Califórnia. Um grupo de astrônomos liderados por Mike Brown, varria o céu à procura de grandes corpos no Sistema Solar exterior, os chamados “transnetunianos”.

Eles já haviam descoberto Quaoar, Orco e Sedna, mas em outubro daquele ano, um pequeno ponto luminoso foi detectado se movendo tão lentamente que passou despercebido pelo sistema automático de busca.

Em janeiro de 2005, os astrônomos resolveram revisar as imagens registradas nos anos anteriores procurando por objetos mais lentos. Foi então que encontraram, naquelas imagens de outubro de 2003, o astro se deslocando lentamente na direção da Constelação da Baleia. 

De cara, a descoberta já se mostrava muito importante. Aquele objeto estava mais afastado e parecia ser maior e mais massivo que Plutão. Um mundo distante que seria o décimo planeta do Sistema Solar. Mas Brown e sua equipe resolveram não anunciar sua descoberta imediatamente. Preferiram fazer mais observações para determinação mais precisa de sua órbita e massa. Só que uma outra treta acabou precipitando este anúncio.

Em 27 de julho de 2005, o espanhol José Luis Ortiz, reportou a descoberta de Haumea, um outro objeto transnetuniano que ele anunciou como décimo planeta do Sistema Solar. Seria só alegria não fosse o fato daquele objeto ter sido descoberto um ano antes por Mike Brown. Além disso, havia fortes indícios de que Ortiz só teria procurado pelo objeto em suas imagens depois de acessar os dados da pesquisa de Brown. 

E essa treta aí foi longe. Por anos, Ortiz e Brown brigaram pela “paternidade” de Haumea. Uma briga homérica, mas que foi apenas um “esquenta” para a confusão que se seguiu ao anúncio da descoberta de Haumea.

Com receio de que Ortiz tivesse acessado também os dados de suas outras pesquisas, Mike Brown resolveu se antecipar e anunciar, apenas dois dias depois, em 29 de julho, outras duas descobertas: Makemake e Eris. As descobertas não só ofuscaram o anúncio de Ortiz como iniciaram uma discussão que dividiu a comunidade astronômica. 

Isso principalmente porque, Eris parecia maior que Plutão. Mas assim como ele, sua órbita era bastante alongada e inclinada, diferente dos outros planetas do Sistema Solar, e mais parecida com a órbita de um asteroide. Pelas definições da época, Eris deveria ser considerado um planeta, só que muitos astrônomos defendiam que a definição de planeta deveria ser reformulada, o que rebaixaria tanto Eris quanto Plutão. 

Sem falar de Haumea, que se fosse considerado um planeta, como gostaria Ortiz, implicaria que Makemake, que era maior, também seria um. Isso faria de Ortiz um contestável descobridor de um planeta, e de Mike Brown, o primeiro ser humano da história a descobrir dois planetas.

Essa indefinição prolongou-se por vários meses, gerando uma enorme discórdia entre os astrónomos que não chegavam a uma conclusão sobre a definição de um planeta. A União Astronômica Internacional tentou ajustar essa definição em 2005, mantendo a classificação de Plutão e tornando Eris o décimo planeta do Sistema Solar. Apesar daquela proposta agradar a maioria dos astrônomos, as divergências eram tão grandes que a decisão foi adiada.

Curiosamente, Mike Brown, o descobridor de Eris, passou a defender que ele e Plutão fossem reclassificados como “planetas anões”. Uma nova classificação para esses objetos, que são grandes o suficiente para assumirem um formato esférico, mas que não conseguiram limpar os arredores de sua órbita. 

Apesar da controvérsia ainda gerar discussões acaloradas por mais um ano, a proposta de reclassificação conseguiu arrancar um consenso no Comitê da União Astronômica Internacional, que aprovou em 2006 a nova definição de planeta, rebaixando Plutão para a categoria de “planeta anão”, mesma categoria atribuída ao objeto descoberto por Brown, que só então, recebeu o nome de Eris, a deusa grega da discórdia.

Só que este consenso só ocorreu na União Astronômica Internacional. Porque até hoje ainda tem muita gente chorando a “morte” de Plutão. Gente que não se conforma com o deboche de Mike Brown, que se auto-denomina “O Assassino de Plutão” e ainda escreveu um livro intitulado “Como eu matei Plutão e por que isso aconteceu”, onde narra a maior discórdia da história recente da Astronomia.

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A tecnologia aplicada à medicina de uma forma ainda não vista

Por Luciano Mathias, editado por André Lucena  

Olhar Digital

De todas as aplicações no Metaverso, uma das que mais me encanta é como essa nova versão da internet pode transformar a medicina, e por consequência, a saúde e a vida das pessoas. Já esbarrei em alguns exemplos de simulações virtuais para médicos, mas um dos mais interessantes que vi nos últimos dias é o Metaverso Médico, que estará sob a gestão do Thumbay Group, que já começou a trabalhar no projeto. Trata-se de um hospital virtual onde os pacientes poderão visitar e interagir com os médicos por meio de avatares.

O Dr. Thumbay Moideen é o fundador e presidente do Thumbay Group, um conglomerado de negócios internacionais com sede nos Emirados Árabes Unidos. Segundo ele, o grupo já está trabalhando nisso com a esperança de que seja lançado antes de outubro deste ano. O projeto prevê um modelo de hospital virtual completo, onde as pessoas poderão usufruir através de um avatar, consultas médicas de forma totalmente digital. A ideia visa também atender ao turismo permitindo que as pessoas vejam como é o hospital dentro da plataforma.

O objetivo é oferecer tecnologia de realidade aumentada e virtual para pacientes que estão hospitalizados, acamados por um período de seis meses ou paralisados. Além disso, o hospital quer prestar apoio em ajudar também as pessoas com deficiência permanente. De acordo com Moideen, o projeto vai possibilitar que os pacientes internados por um longo período possam “ir até suas casas” mesmo hospitalizados.PUBLICIDADE

“Por exemplo, uma pessoa do Sri Lanka esteve conosco por um longo período de tempo que ficou paralisada após um acidente de carro e todos os seus movimentos sensoriais desapareceram, mas apenas seu cérebro funcionava. Ele pôde visitar virtualmente seu quarto por meio da tecnologia de realidade aumentada e virtual. Isso motiva os pacientes que exigem cuidados a longo prazo e oferece esperança de que possam voltar ao seu lar”, comenta o presidente do projeto.

1º Metaverso médico do mundo

Em janeiro deste ano, o primeiro Centro de Atendimento ao Cliente do Metaverso foi lançado em Dubai, pelo Ministério da Saúde e Proteção Comunitária dos Emirados Árabes Unidos (MOHAP). O centro foi projetado para atender os requisitos dos clientes em espaços 3D de maneira fácil, e ao mesmo tempo, proporcionando ao público uma experiência sensorial interativa e digitalmente imersiva.

Os pacientes têm a opção de entrar rapidamente no mundo imersivo da MetaHealth – plataforma de saúde do Metaverso, e conversar com uma pessoa real do Centro de Satisfação do Cliente, caso necessite de alguma ajuda. A organização contratou ainda uma empresa para treinar todos os seus médicos para que eles possam se adaptar na transição em lidar com pacientes que chegam através da tecnologia.

Outro destaque vai para o uso da tecnologia artificial para solucionar problemas médicos. Recentemente, o professor Chuanxue Bai junto de outros profissionais propuseram uma definição do Metaverso para a área como “Medicina Como a Internet das Coisas Médicas” ou em inglês, (Medicine as the medical Internet of Things), já que a tecnologia facilita a experiência pelo uso de óculos de realidade aumentada e virtual, em casos de cirurgias, atendimentos e etc.

Um painel multidisciplinar de médicos e especialistas em TI da Ásia, Estados Unidos e Europa abordou as inovações e possibilidades que serão possíveis de realizar por meio da tecnologia. O grupo entrou num consenso de que educação médica, divulgação científica, consultas, diagnóstico e tratamento graduado, pesquisa clínica e até assistência médica poderiam ser facilitadas com o uso da inovação.

Para finalizar, essa interação entre medicina e mundo virtual pode facilitar diferentes serviços médicos, como prevenção de doenças, exame físico, diagnóstico, reabilitação, primeiros socorros e muito mais.

Torçamos que o Metaverso focado na saúde sirva para transformar a vida das pessoas de forma positiva.

Seguimos atentos às demais novidades do assunto.

* Luciano Mathias é CCO da TRIO

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Especialistas pedem que lixo nuclear não seja enterrado no fundo do oceano pelo Reino Unido

Por Isabela Valukas Gusmão, editado por André Lucena  

Olhar Digital

Reino Unido está em busca de um local para despejar lixo e resíduos da usina nuclear em Cumbria, no norte da Inglaterra, e um dos locais considerados pelo governo para realizar o descarte é no fundo do oceano.

Entretanto, especialistas afirmam que enterrar esse tipo de material tóxico pode devastar a vida marinha em um curto prazo, além de provocar uma catástrofe ambiental ainda mais séria para gerações futuras, segundo o The Guardian publicou.

Essa situação ganhou notoriedade porque as autoridades britânicas realizariam no último sábado (30) testes sísmicos -explosões no fundo do oceano com armas de fogo de alta potência – para determinar se uma região em alto mar é suficientemente segura para o descarte.PUBLICIDADE

Entretanto, ativistas e especialistas se manifestaram e alegaram que esse tipo de teste prejudica a vida marinha, pois perturba o acasalamento de mamíferos, como os golfinhos e as baleias, que são animais com padrões comunicativos específicos.

Em 2012, o Peru realizou uma rodada de testes sísmicos que resultou na morte de aproximadamente 800 golfinhos. Além da vida marinha, os cientistas alertam que o comportamento dos resíduos nucleares não é tão previsível, portanto, não se sabe o que acontecerá a longo prazo.

O que fazer com lixo nuclear?

Diante da repercussão dentro da comunidade científica, a Grã-Bretanha afirmou à imprensa que busca uma “solução permanente”, que mantenha esse tipo de resíduo radioativo seguro ao longo dos anos.

O país detém a maior reserva de lixo tóxico não tratado do mundo. Dentre os 750 mil metros cúbicos de resíduo, 110 toneladas são de plutônio, elemento que pode trazer consequências nocivas à saúde caso seja ingerido ou inalado.

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