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Falha grave atinge app para Android baixado 1 bilhão de vezes

Redação

Olhar Digital

Pesquisadores da empresa de segurança Trend Micro descobriram uma falha grave no SHAREit, um app para Android baixado mais de 1 bilhão de vezes no Google Play.
O aplicativo que troca arquivos entre aparelhos pode levar ao vazamento de dados dos usuários ou permitir que invasores executem códigos, como um app malicioso, no smartphone da vítima.


Segundo a empresa de segurança, a falha foi reportada há 3 meses à desenvolvedora do SHAREit, a espanhola Softonic, mas até agora não foi corrigida.


Essa não é a primeira vez que uma falha grave no SHAREit é encontrada. Em dezembro de 2017, pesquisadores descobriram que era possível driblar o mecanismo de autenticação de um dispositivo antes da transferência de arquivo, tornando possível baixar conteúdo do aparelho de uma vítima sem a sua autorização. Apesar da gravidade, a falha só foi corrigida três meses depois, em março de 2018.

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Starship: próximo protótipo terá mudanças no sistema de pouso

Rafael Rigues

Olhar Digital

SpaceX vai testar mudanças no sistema de pouso de sua espaçonave, a Starship, já no próximo protótipo. O objetivo é evitar as falhas catastróficas ocorridas nos dois testes anteriores: tanto a SN8 quanto SN9 decolaram e atingiram uma altitude de 12 km sem dificuldade, mas ambas explodiram no momento do pouso, embora por motivos diferentes.

Protótipos de Starship tem três propulsores Raptor, e dois deles são necessários para uma manobra chamada “Flip and Burn”, quando a espaçonave aciona dois propulsores para se reorientar na vertical e pousar suavemente. No caso da SN9, um deles não foi acionado. Com isso a espaçonave não conseguiu completar a manobra e colidiu com o solo.

Uma solução óbvia seria acionar os três propulsores, em vez de dois, no momento da manobra. Assim, se um deles falhar há redundância. Mas isso geraria empuxo demais, fazendo a espaçonave voltar a subir em vez de descer suavemente. 

Para contornar o problema, a SpaceX trabalha em um “meio-termo”: segundo Elon Musk, CEO da empresa, os engenheiros estão trabalhando em uma redução da potência mínima dos motores. Assim, poderá haver redundância no pouso. 

Já instalada em uma plataforma de lançamento nas instalações da SpaceX em Boca Chica, no sul do Texas, a SN10 será a primeira Starship a tentar a “Flip and Burn” com três motores em potência reduzida. Segundo Musk, seu grau de confiança no sucesso do teste é de 60%, o dobro do que tinha nos testes da SN8 e SN9.

Em teoria, o voo de teste da SN10 poderia ocorrer já nesta semana. Entretanto, não há uma data marcada, e antes o protótipo tem que completar um teste de “disparo estático” dos três propulsores em solo e receber autorização da FAA (Federal Aviation Administration), órgão que controla o setor aeronáutico nos EUA.

Além da SN10, a SN11 está praticamente pronta, e os protótipos SN15 a SN18 estão em construção. Segundo Musk, o SN15 será o primeiro a ter “mudanças significativas” no projeto atual da espaçonave, estabelecido com o SN8.

Fonte: Teslarati

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PIX completa 3 meses em operação liderando em número de transferências; TED segue à frente em valores

Novo sistema já bate as TEDs em quantidade de transferências, mas ainda perde em valor transacionado pela falta de adesão entre empresas.

Por G1

PIX, novo sistema de pagamentos brasileiro, completa três meses de operação integral nesta terça-feira (16). Em pouco tempo, a tecnologia desenvolvida pelo Banco Central domina o número de transferências realizadas, mas perde para as TEDs em valor transacionado.

Segundo dados do BC, mais de 286 milhões de operações foram finalizadas por meio do PIX em 2021. As TEDs somam 53,2 milhões de transferências no mesmo período, apenas 18,5% do total do PIX.

G1 explica como funciona o novo meio de pagamentos que deve ser uma alternativa às TEDs e aos DOCs.

Quando a métrica é valor transacionado, a situação se inverte. Enquanto o PIX movimentou R$ 225 bilhões neste ano, as TEDs movimentaram R$ 2,7 trilhões, mais de 10 vezes mais que o novo sistema.

Isso se explica porque oito a cada 10 transferências realizadas pelo PIX ainda são feitas de pessoa para pessoa (P2P). No fechamento de janeiro, foram 81,8% do total nessa modalidade das quase 170 milhões de operações fechadas.

Os valores trocados por empresas dariam volume ao PIX, mas empresários ainda têm dúvidas sobre a cobrança de taxas e acabam mantendo as operações como eram antes. Boa parte dos bancos já oferecia transações gratuitas para clientes preferenciais, por exemplo.

As operações pelo PIX entre empresas (B2B) ocupam uma modesta fatia de 2,5% do total do mês de janeiro. E os pagamentos por produtos e serviços também estão em marcha lenta: de pessoas para empresas (P2B) o montante foi de 8,3%, enquanto de empresas para pessoas (B2P) foi de 7,2% do total transacionado no primeiro mês do ano.

Alguém muito criativo percebeu que o espaço para os 100 caracteres do PIX podia ser usado para algo além da descrição de um pagamento.

Atrasos

Além das taxas, comerciantes ainda têm pouca aderência ao PIX porque, através dele, ainda é possível fazer apenas pagamentos à vista.

O Banco Central, inclusive, anunciou no fim do ano passado que decidiu adiar para março o início da implementação da oferta do PIX Cobrança para pagamentos com vencimento – uma das novas funcionalidades para o sistema de pagamentos instantâneos, que permitirá a lojistas, prestadores de serviços e outros empreendedores emitir um QR Code com vencimento futuro.

Segundo o BC, os participantes do PIX enquadrados na modalidade provedor de conta transacional devem estar aptos para oferecer aos usuários finais, após 15 de março, a leitura de QR Code, ou o tratamento de PIX Copia e Cola, associado a um PIX Cobrança, para pagamentos com vencimento.

Quando anunciou o PIX Cobrança em outubro, o BC explicou que o QR Code com vencimento futuro funcionará como um boleto.

Concorrência vem aí

O WhatsApp afirmou na segunda-feira (15) que conversa com o Banco Central para ser aprovado como um “iniciador de pagamentos” para habilitar o seu sistema de transações financeiras no aplicativo. Esse modelo de instituição é novo – foi anunciado pelo BC em outubro de 2020.

“O WhatsApp está conversando regularmente com o Banco Central para ter a aprovação como iniciador de pagamentos para transferências entre pessoas. Também tem trabalhado para restaurar os pagamentos no WhatsApp para todos no Brasil o mais rápido possível”, afirmou a companhia em comunicado ao G1.

Função de pagamentos do WhatsApp foi barrada pelo Banco Central e Cade em julho passado, mas app busca liberação. — Foto: Divulgação/WhatsApp

Função de pagamentos do WhatsApp foi barrada pelo Banco Central e Cade em julho passado, mas app busca liberação. — Foto: Divulgação/WhatsApp

O envio e recebimento de dinheiro pelo WhatsApp foi anunciado em junho de passado, com o Brasil sendo um dos primeiros países a testar a opção. Alguns dias depois do anúncio, no entanto, Banco Central e Cade barraram a funcionalidade, afirmando que precisavam avaliar riscos concorrenciais e garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

Em serviços indicados como “iniciadores de pagamentos”, o consumidor dá uma ordem para que a instituição em que é correntista realize o pagamento diretamente ao lojista, sem a necessidade de acessar o aplicativo, com débito em sua conta de depósito ou de pagamento. Ou seja, intermediários, como cartão de crédito, são eliminados.

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Ministério da Justiça dá 15 dias para operadoras explicarem vazamento de dados de celulares

Claro, Oi, Tim e Vivo foram notificadas sobre vazamento de dados de 103 milhões de celulares. Operadoras dizem que não identificaram vazamentos e que colaboram com as autoridades.

Por Jornal Nacional — Brasília

Pesquisa mostra que 57% dos executivos da área de tecnologia da informação pretendem aumentar investimentos em cibersegurança.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, notificou as operadoras Claro, Oi, Tim e Vivo e cobrou explicações sobre o vazamento de dados de 103 milhões de celulares. O prazo para resposta é de 15 dias.

O objetivo é identificar quem teve os dados acessados neste mês, quais informações foram obtidas e de que forma foram vazadas.

Segundo especialistas em tecnologia, esses dados são vendidos em um mercado clandestino na chamada “deepweb” — uma camada mais profunda da internet.

Procuradas pela TV Globo, as operadoras responderam que adotam controles rígidos no acesso às informações dos clientes; que não identificaram ocorrência de vazamento de dados; e que estão colaborando com as autoridades.

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão responsável por fiscalizar e editar normas previstas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), informou na semana passada que está apurando o vazamento dos dados.

Em janeiro, foi identificado um outro megavazamento de dados na internet, o de 223 milhões de números de CPF colocados à venda por criminosos — o número de dados vazados é maior do que a população do país (estimada em 212 milhões) porque inclui dados de pessoas que já morreram.

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Hackers da Coreia do Norte tentam roubar informação da Pfizer, acusa deputado sul-coreano

Coreia do Sul diz que ataques cibernéticos são usados pelos norte-coreanos para lucrar com a venda das informações roubadas.

Por Reuters

A agência de inteligência da Coreia do Sul disse que a Coreia do Norte tentou roubar informações sobre as vacinas contra o coronavírus após hackear a farmacêutica Pfizer, que produz um dos imunizantes em uso contra a Covid-19. A informação foi confirmada nesta terça-feira (16) pelo deputado sul-coreano Ha Tae-keung.

Casos de espionagem digital contra órgãos de saúde, cientistas que pesquisam vacinas e farmacêuticas aumentaram muito nesta pandemia de Covid-19, com grupos apoiados por governos tentando encontrar brechas para obter irregularmente informação sobre a pandemia.

De acordo com o parlamentar, que integra um conselho de inteligência da Coreia do Sul, a Pfizer está entre as empresas hackeadas.

“Houve tentativas de roubar a tecnologia para vacinas e tratamentos contra a Covid por meio de ataques cibernéticos”, afirmou Ha.

Os escritórios da Pfizer na Ásia e na Coreia do Sul não comentaram o caso. O gabinete do deputado confirmou as declarações.

‘Exército de hackers’

No ano passado, o Serviço Nacional de Inteligência (NIS) da Coreia do Sul acusou hackers norte-coreanos de penetrar em sistemas de ao menos nove empresas da área de saúde, inclusive das desenvolvedoras de vacina Johnson & Johnson, Novavax e AstraZeneca.

A Coreia do Norte frequentemente recebe acusações de ter um “exército de hackers” usado para driblar as várias sanções internacionais impostas ao governo de Kim Jong-un e obter dinheiro. Segundo especialistas, os invasores norte-coreanos parecem estar mais interessados em vender os dados do que usá-los desenvolver uma vacina local.

A Coreia do Norte espera receber quase 2 milhões de doses da vacina de Oxford e do laboratório AstraZeneca até meados deste ano pelo consórcio COVAX. O país não tem registros de casos de coronavírus desde o início da pandemia, mas autoridades da Coreia do Sul dizem que pode ter havido, sim, um surto de Covid-19 no ano passado devido aos contatos próximos dos norte-coreanos com a vizinha China.

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SolarWinds: ataque foi o “maior e mais sofisticado” que o mundo já viu

Rafael Rigues

Olhar Digital

O presidente da Microsoft, Brad Smith, declarou neste fim de semana em entrevista ao programa “60 Minutes”, da CBS, que o ataque hacker à SolarWinds, do qual sua empresa foi uma das vítimas, foi o “maior e mais sofisticado ataque que o mundo já viu”.

Até 18.000 clientes da SolarWinds que usavam o software de monitoramento de rede Orion podem ter sido vítimas do ataque, que ocorreu durante nove meses ao longo de 2020 antes que fosse detectado.

Entre elas, além de empresas como a Microsoft e a Malwarebytes, estão órgãos do governo dos EUA como o Departamento de Justiça (DoJ), o Departamento de Energia (DoE), a National Nuclear Security Administration (NNSA), responsável pelo arsenal de armas nucleares dos EUA, a Federal Energy Regulatory Commission (FERC), os laboratórios nacionais de Sandia e Los Alamos no Novo México e em Washington, o Office of Secure Transportation na NNSA e o Richland Field Office do DoE.

Segundo o Politico, os hackers foram capazes de causar mais danos à FERC do que às outras agências, e oficiais encontraram evidência de “atividade altamente maliciosa”, mas não deram detalhes.

Países suspeitam de Rússia por trás do ataque

Smith dá uma ideia da escala e complexidade do ataque: “Quando analisamos na Microsoft tudo o que vimos, perguntamos a nós mesmos quantos engenheiros provavelmente trabalharam neste ataque. E o número ao qual chegamos é certamente muito mais de 1.000”. 

Segundo o Washington Post, um grupo hacker russo conhecido como APT29 (ou CozyBear) é o responsável pelo ataque. O Serviço Geral de Inteligência e Segurança da Holanda (AIVS) acredita que o grupo é ligado ao governo russo, e controlado pelo Serviço de Inteligência Estrangeira (SVR) do país. Serviços de inteligência dos EUA também afirmam que a Rússia “provavelmente” está por trás do ataque, mas não nomeiam suspeitos.

Kevin Mandia, CEO da empresa de segurança FireEye, que foi uma das vítimas, afirmou: “estamos testemunhando um ataque por uma nação com capacidade ofensiva topo de linha”.

Fonte: ReutersPolitico

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WhatsApp é pressionado na Índia por causa da nova política de privacidade

Rafael Arbulu

Olhar Digital

A Suprema Corte da Índia notificou o WhatsApp, cobrando explicações sobre o motivo do país ter padrões de privacidade inferiores se comparado a nações da Europa, segundo a nova política a ser implementada pelo app de mensagens do Facebook.

Na Índia, há uma petição pública exigindo o impedimento do efeito da nova política de privacidade do WhatsApp, o que levou a Suprema Corte do país a emitir um comunicado pedindo explicações ao app e ao governo, segundo o Indian Express. De acordo com o jornal, o documento ressalta que “a privacidade das pessoas é mais importante que o dinheiro” e que “as pessoas têm graves reservas sobre o medo de perderem sua privacidade, e é nosso dever protegê-las”.

O caso refere-se a uma petição movida, originalmente, em 2017, pela cidadã Karmanya Singh Sareen, resgatada pelo promotor-chefe da corte máxima indiana, S. S. Bobde. Na ocasião, o WhatsApp respondeu ao caso alegando que todos os países onde o app atua têm as mesmas práticas de privacidade – exceto pela Europa, onde há leis específicas sobre o assunto.

Embora não a tenha citado expressamente, é bem provável que o app de mensagens do Facebook esteja se referindo à GDPR (sigla em inglês para Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados). O WhatsApp ainda respondeu, à época, que o mesmo seria verdade para a Índia caso o país sancionasse uma legislação similar.

Agora, com a nova notificação, o WhatsApp tem até quatro semanas para responder ao comunicado da Suprema Corte da Índia. O app não comentou a situação.

Brasil também questionou o app

A situação na Índia não é inédita, já que, na última semana, o governo brasileiro também levantou questionamentos para o WhatsApp em relação à sua nova política de privacidade.

Segundo notificação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), as recentes alterações causaram dúvidas e elas precisam ser esclarecidas em até 15 dias a partir da data do despacho – 5 de fevereiro. O órgão enviou 10 perguntas a serem respondidas pelo Facebook, como por exemplo qual é o real controle de privacidade do usuário e se ele terá mesmo que parar de usar o aplicativo caso não queira cumprir com os novos termos de uso.

A nova política de privacidade do WhatsApp deveria ter entrado em vigor no início de fevereiro, mas a polêmica gerada adiou a sua “estreia” para maio.

Fonte: Indian Express

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Estação Espacial Internacional vai receber “computador espacial” da HP

Rafael Rigues

Olhar Digital

Estação Espacial Internacional (ISS) vai receber em breve um belo upgrade em sua capacidade de processamento de dados. No próximo sábado (20) uma espaçonave de carga Cygnus, da Northrop Grumman, levará ao espaço o Spaceborne Computer-2 (SBC-2), um computador com recursos de inteligência artificial projetado pela Hewlett Packard Enterprise (HPE).

O SBC-2 foi criado para “acelerar a exploração do espaço” e aumentar a autossuficiência dos astronautas, permitindo o processamento de dados em tempo real e reduzindo o tempo necessário para chegar a uma conclusão em vários experimentos, incluindo análise de imagens médicas, sequenciamento de DNA e análise de dados de sensores e satélites remotos, de “meses” para “minutos”.

Obviamente, a ISS tem vários computadores a bordo. Mas o ambiente inóspito, com exposição das máquinas a raios cósmicos, níveis de radiação mais altos do que na Terra e restrições na dissipação de calor e consumo de energia, faz com que seja necessário usar sistemas “sob medida”, criados para enfrentar os rigores do espaço.

Além de mais caros, estes sistemas não são tão poderosos quanto o “maior e melhor” disponível aqui na Terra, onde muitas destas restrições não se aplicam. Com isso, muito do processamento “pesado” dos dados produzidos pela ISS é feito em solo.

Estação Espacial Internacional em sua configuração atual. O SBC-2 será a segunda geração do projeto a ser instalada a bordo.
Estação Espacial Internacional. Imagem: Nasa

O objetivo do projeto Spaceborne Computer é testar se servidores de baixo custo, amplamente disponíveis aqui na Terra, podem ser equipados com recursos de software que os tornem mais “robustos” para sobreviver ao lançamento em um foguete e à operação no espaço.

O Spaceborne Computer-2 é a “segunda geração” do projeto. A primeira foi lançada em 2018 e retornou em junho de 2019, após um ano e meio em órbita. Desta vez, o teste durará de “dois a três anos”. Além do processamento local, o SBC-2 também terá integração com a plataforma de nuvem da Microsoft, a Azure, para tarefas onde mais poder de processamento é necessário.

O hardware do SBC-2 é baseado em um servidor Edgeline Converged Edge da HPE, equipado com GPUs que podem ser usadas para o processamento mais eificente de dados visuais, como as imagens de calotas polares na Terra ou imagens de raios-x em pesquisas médicas. Além disso, as GPUs podem ser usadas em projetos de IA e aprendizado de máquina.

“Os avanços combinados do Spaceborne Computer-2 permitirão que os astronautas eliminem a grande latência e longos períodos de espera associados com o envio e recebimento de dados da Terra, permitindo que obtenham resultados imediatos em toda uma gama de projetos”, diz a HPE.

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Emirados Árabes divulgam primeira imagem de Marte produzida pela sonda Hope

Renato Santino

Olhar Digital

A primeira missão espacial interplanetária de um país árabe começa a render imagens importantes. Neste domingo (14), os Emirados Árabes Unidos divulgaram fotos produzidas pela sonda Hope na órbita de Marte.

A foto foi tirada a uma distância de 25 mil quilômetros da superfície, criando uma imagem amarelada e azulada de Marte, contrastando com a imagem avermelhada que normalmente a ele é associada, e mostra uma parte do planeta iluminada pela luz solar, enquanto a outra parte está no escuro.

Apesar da divulgação neste domingo, a imagem já havia sido capturada há algum tempo, no entanto. O “clique” foi feito na quarta-feira (10), mas a transmissão só foi concluída agora, em um momento considerado histórico para os Emirados Árabes.

“A transmissão da primeira imagem de Marte da sonda Hope é um momento definitivo da nossa história e marca os Emirados Árabes Unidos se juntando a outras nações avançadas envolvidas na exploração espacial, afirmou o príncipe herdeiro Mohamed bin Zayed Al Nahyan.

A missão, chamada de Al Amal, visa criar uma imagem detalhada da atmosfera de Marte, em um nível inédito. Como informa o site CNET, utilizando a câmera e espectrômetros ultravioleta e infravermelho, as imagens produzidas permitirão entender melhor a fuga de partículas da gravidade marciana e revelar mecanismos de circulação global.

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Missão da Nasa para explorar lua de Júpiter usará um foguete comercial

Rafael Rigues

Olhar Digital

A Nasa anunciou nesta quarta-feira (10) que a missão Europa Clipper, que irá explorar Europa, uma congelada lua de Júpiter, será lançada em 10 de outubro de 2024 a bordo de um foguete privado. O anúncio foi feito por Bob Pappalardo, cientista da missão, durante uma reunião virtual do Grupo de Avaliação dos Planetas Internos (OPAG, Outer Planet Assessment Group) da agência. 

O congresso dos EUA havia originalmente determinado que a missão, avaliada em cerca de US$ 3 bilhões (R$ 16,1 bilhões) fosse lançada a bordo de um SLS (Space Launch System), o foguete sendo desenvolvido pela Nasa para missões tripuladas à Lua e eventualmente Marte.

Entretanto, o desenvolvimento do foguete vem sendo afetado por atrasos e estouros no orçamento. Além disso, ao menos os três primeiros produzidos serão usados em missões no programa Artemis de retorno à Lua, com lançamentos previstos para 2021, 2023 e 2024. Com isso, não estava claro quando um SLS estaria disponível para a Europa Clipper.

O orçamento da Nasa para 2021, definido em julho passado, determina que a agência lance a Europa Clipper até 2025, e prepare uma segunda missão a Europa, com um veículo de pouso que buscará sinais de vida, até 2027. Em ambos os casos, o SLS deveria ser usado “se disponível”

Foi um memorando do Escritório de Missões Planetárias da Nasa, datado de 25 de janeiro deste ano, que resolveu o impasse. O documento determina que a equipe da missão Europa Clipper “cesse imediatamente esforços para manter compatibilidade com o SLS e prossiga com os planos para um CLV”, um veículo de comercial de lançamento (Commercial Launch Vehicle) no jargão da agência.

A Nasa irá realizar uma competição para determinar qual CLV será usado, e os resultados serão anunciados em cerca de um ano. Uma coisa é certa: a mudança no foguete irá impactar o cronograma da missão.

O SLS lançaria a Europa Clipper em uma trajetória direta rumo a Júpiter, com chegada da espaçonave a Europa estimada em menos de três anos após o lançamento. Mas como os CLVs disponíveis não são poderosos o bastante, a espaçonave terá de fazer um caminho diferente até a lua congelada.

O plano atual prevê uma viagem de cinco anos e meio, com a espaçonave usando a gravidade da Terra e de Marte em fevereiro de 2025 e dezembro de 2026 como um “estilingue” para ganhar impulso para a etapa final da jornada. A chegada da Europa Clipper a Europa agora é estimada para abril de 2030.

Uma vez lá, a espaçonave irá sobrevoar a lua 50 vezes, analisando a espessura da camada de gelo em sua superfície e a habilitabilidade do seu imenso oceano de água salgada abaixo dela, entre outras tarefas.

Fonte: Space.com

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