Misterioso satélite militar russo explode no espaço

Rafael Rigues

Olhar Digital

Veículo desapareceu de órbita no fim de dezembro, e novos pedaços de “lixo espacial” foram encontrados nas proximidades. Especialista aponta para uma explosão causada por restos de combustível

Um satélite militar russo desapareceu de órbita em 23 de dezembro e um especialista norte-americano acredita que ele possa ter explodido.

O satélite foi lançado em dezembro de 2013 como “carga não declarada” a bordo um lançador Rokot, junto com outros três satélites militares, e posteriormente recebeu a designação Kosmos-2491.

Sua missão, nunca detalhada, aparentemente se encerrou em 2014 e o Kosmos-2491 permaneceu em silêncio desde então. Mas às 10:21 do dia 23 de dezembro de 2019 ele fez uma manobra súbita, acelerando a 1,5 m/s, e então desapareceu dos radares. Em seu lugar, dez novos objetos classificados como “lixo espacial” foram encontrados.

Em sua conta no Twitter o astrônomo Jonathan McDowell, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, especula que o satélite se desintegrou após ser atingido por lixo espacial, destruição proposital ou uma explosão acidental, envolvendo as baterias ou combustível residual nos tanques. Segundo ele, explosões não são incomuns em satélites desativados que não esgotam o propelente em seus tanques.

In Dec 2013 Russa launched a Rokot vehicle with three military communications satellites and a fourth, initially unannounced, payload, later acknowledged with the cover name Kosmos-2491 and associated with the RS-46 amateur radio payload. (1/n)— Jonathan McDowell (@planet4589) 12 de janeiro de 2020

A espaçonave chamou a atenção do ocidente pois, junto com duas outras do mesmo tipo, era capaz de realizar manobras nunca vistas, se aproximando a algumas dezenas de metros de distância de outros satélites.

Analistas acreditam que se tratava de um “satélite assassino”, projetado para espionar, ou destruir, outros veículos em órbita. Alegação que foi negada por Oleg Ostapenko, diretor do programa espacial russo, durante uma coletiva de imprensa em 2014.

Fonte: Metro

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Primeiro cometa de 2020 mergulhou no Sol logo depois de ser achado

Renato Mota 14/01/2020 18h01Compartilhe com seus seguidoresAAAOuvir:0:00

Olhar Digital

Descoberto por um observador amador, o objeto é (ou melhor, era) parte do grupo de Kreutz – fragmentos que possuem órbitas rasantes ao Sol e faziam parte de um cometa gigante há milhares de anos

A primeira descoberta astronômica de 2020 não durou muito. Encontrado por um caçador amador, um pequeno cometa rasante Kreutz (que nem chegou a ser nomeado) se jogou no Sol logo após a sua identificação – e foi devidamente vaporizado.

O diretor do Sungrazer Project na Nasa, Karl Battams, tuitou sobre a descoberta: “E a primeira descoberta de cometas da década vai para … SOHO! (Claro!) Este minúsculo cometa rasante Kreutz foi visto durante a noite pelo @worachate, navegando pelo campo de visão do LASCO C3 (e mergulhando no seu destino)”.

SOHO é o Observatório Solar e Heliosférico, uma sonda espacial não-tripulada da Agência Espacial Europeia e da NASA.

Em entrevista ao site Spaceweather.com, Battams comentou que esse foi o maior tempo sem novas descobertas desde 2008. “Na verdade, é bastante incomum que leve 13 dias para o SOHO encontrar um cometa”, completou. A descoberta foi feita por um caçador de cometas amador na Tailândia chamado Worachate Boonplod.

“Estamos chegando perto de 3.900 cometas descobertos e devem passar confortavelmente 4.000 em algum momento deste ano”, completou o diretor.

Cometas rasantes Kreutz são fragmentos da dissolução de um único cometa gigante há muitos séculos, que têm como característica uma órbita que os coloca muito próximos ao Sol. Eles recebem o nome do astrônomo alemão do século 19 Heinrich Kreutz, que os estudou em detalhes. Centenas de fragmentos de Kreutz passam pelo Sol e se desintegram a cada ano.  

Via CNET/Spaceweather.com

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Empresa vende imortalidade congelando corpos e cérebros

Vinicius Szafran, editado por Maria Lutfi

Olhar Digital

KrioRus já tem clientes em quase 20 países e mais de 70 pessoas congeladas em suas instalações

Uma empresa russa, chamada KrioRus, armazena cérebros e corpos humanos congelados em nitrogênio líquido, apenas esperando o momento certo para revivê-los. A empresa vê a criogenia como uma possibilidade para, no futuro, a imortalidade (ou pelo menos capacidade de ressuscitação).

Quando Alexei Voronekov perdeu sua mãe, ele pagou para congelar o cérebro dela e armazená-lo, na esperança de que avanços na ciência possam um dia trazê-la de volta à vida. Ela é um dos 71 cérebros e cadáveres humanos (chamados de “pacientes” pela KrioRus) que flutuam em um dos tanques de nitrogênio líquido, com vários metros de altura, situados em um galpão nos arredores de Moscou.

Os corpos são armazenados a 196 °C negativos, com o objetivo de protegê-los contra a deterioração, embora não hajam evidências de que a ciência será capaz de reviver os mortos.

“Fiz isso porque éramos muito próximos e penso que é a única chance de nos encontrarmos no futuro”, explicou Voronenkov, que pretende se submeter ao procedimento de criogenia quando morrer.

O chefe da Comissão de Pseudociência da Academia Russa de Ciências, Evgeny Alexandrov, descreveu a criogenia como um método “exclusivamente comercial que não possui nenhuma base científica”, em comentários feitos ao jornal Izvestia. É “uma especulação fantasiosa sobre as esperanças das pessoas em ressuscitar os mortos e sonhos de vida eterna”, afirmou Alexandrov.

Valeriya Udalova, diretora da KrioRus, congelou seu cachorro quando ele morreu, em 2008. Segundo ela, é provável que a humanidade desenvolva a tecnologia para reviver pessoas mortas no futuro, mas não há nenhuma garantia de que isso funcione no momento.

A KrioRus diz ter centenas de clientes em potencial, com pessoas de quase 20 países se inscrevendo em seu serviço de pós-morte. Congelar apenas o cérebro custa US$ 15 mil, enquanto preservar o corpo inteiro custa US$ 36 mil. Esses valores são apenas para russos; para estrangeiros, os preços são um pouco mais altos.

A empresa diz que é a única a oferecer esse serviço na Rússia e região. Criada em 2005, a KrioRus possui, pelo menos, duas concorrentes nos Estados Unidos, onde a prática existe há mais tempo.

Voronekov disse que depositou suas esperanças na ciência. “Espero que um dia atinjamos um nível em que possamos produzir corpos e órgãos artificiais para criar um corpo no qual o cérebro de minha mãe possa ser integrado”.

Udalova argumenta que aqueles que pagam para preservar os restos mortais de seus parentes estão mostrando o quanto os amam. “Eles tentam ter esperança”, disse ela. “O que podemos fazer por nossos parentes próximos da morte ou por quem amamos? Um bom enterro, um álbum de fotos. Eles vão além, provando seu amor ainda mais”.

Via: Reuters

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Veja como atualizar o Windows 7 para o Windows 10 gratuitamente

Guilherme Preta, editado por Matheus Luque 1

Olhar Digital

Microsoft vai encerrar o suporte para o Windows 7 nesta terça-feira (14)

Microsft vai liberar nesta terça-feira (14) sua última atualização para o Windows 7, encerrando o suporte para o sistema operacional. Lançado em 2009, o sistema só fica atrás do Windows 10 entre os mais usados para desktops e notebooks. Para aqueles que possuem uma licença original do produto, a empresa oferece a possibilidade de uma atualização gratuita para o Windows 10, o sistema mais atual.

Veja abaixo como fazer a atualização.

1. Entre na página de download do Windows 10 aqui.

2. Clique no botão “Download Tool now” para baixar a Windows 10 Media Creation Tool.

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3. Abra o programa e aceite os termos de licença.

4. Selecione a opção “Upgrade this PC now” e depois em “Next”.

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5. A ferramenta perguntará se você deseja manter tudo ou começar do zero. Selecione a opção “Keep personal files and apps”, para manter todos os arquivos e aplicativos baixados, e clique em “Install”. A ferramenta de atualização vai analizar seu computador para ver se encontra algum aplicativo não compatível com o Windows 10. Caso seja encontrado, será necessário desinstalar manualmente entrando em “Painel de Controle” e depois em “Programas” e “Desinstalar um programa”. Basta selecionar o aplicativo desejado e depois clicar em “Desinstalar”. Depois, é só voltar para o passo 2.

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6. Depois de clicar no botão “Instalar”, o Windows 10 começará a ser instalado. Esse processo pode demorar um pouco e o computador reiniciará algumas vezes.

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7. Após a instalação, a ferramenta de criação de mídia deve pegar a chave de licença da máquina. Caso isso não ocorra, verifique em “Configurações”, “Atualização e segurança” e “Ativação” e verifique se a licança está ativa. Caso contrário, basta digitar a chave válida do Windows 7 .

O processo de atualização também é valido para quem utiliza o Windows 8.1. É importante ressaltar que só é possível fazer a atualização se estiver utilizando uma licença original do Windows 7 ou Windows 8.1.

Via: Tom’s Guide

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Com ‘morte’ do Windows 7, Microsoft recomenda compra de PCs novos

Renato Santino

Olhar Digital

Sistema operacional chegou ao fim de seu ciclo de vida, e a Microsoft está aproveitando para alavancar a linha Surface

Esta terça-feira (14) é o último dia de suporte ao Windows 7, marcando o fim do ciclo de vida do sistema operacional. É o momento em que muitas pessoas e empresas devem (ou deveriam) estar pensando em como migrar para um novo sistema. Para a Microsoft, a solução é simples: compre um novo computador.

Em uma página de suporte voltada principalmente para companhias que estão lidando com este momento de transição, a Microsoft aproveitou a ocasião para tentar alavancar a linha Surface, orientando clientes que ainda estão no Windows 7 de que é mais vantajoso comprar uma máquina nova do que atualizar a antiga para o Windows 10.

“Para a maior parte dos usuários do Windows 7, migrar para um novo dispositivo com o Windows 10 Pro é o caminho recomendado para o futuro. Dispositivos Surface são mais leves e rápidos, mais poderosos e seguros, com um preço que é consideravelmente menor do que o de um PC médio de 8 anos atrás”, diz a página da Microsoft, orientando o leitor a procurar uma loja ou um especialista para configurar o dispositivo ideal para sua empresa.

Na página, a empresa não mente afirmando que computadores com Windows 7 não podem receber a atualização para o Windows 10, mas faz o máximo que pode para dissuadir o consumidor dessa ideia que, obviamente, seria mais barata no curto prazo. Quando a pergunta “Posso atualizar meu PC atual para o Windows 10?” aparece no FAQ, a Microsoft diz que “para aproveitar as últimas capacidades de hardware, é recomendável migrar para um novo PC com Windows 10, como os dispositivos da família Surface”, mas logo na sequência complementa que “como alternativa, PCs com Windows 7 compatíveis podem ser atualizar comprando e instalando uma licença de software”.

A Microsoft também defende que a simples atualização de um PC antigo pode ser mais custosa do que um computador novo. “Todos os PCs com mais de quatro anos de uso podem custar mais do que você imagina. PCs com mais de quatro anos tem 3 vezes mais chances de precisar de reparos, resultando em 128 horas de perda de produtividade, custando tempo e dinheiro. Manter e reparar esses dispositivos podem custar até US$ 515 por PC ao ano. Novos dispositivos Surface custam metade do que um PC médio custava oito anos atrás”, diz o FAQ.

Obviamente, todos os argumentos da Microsoft são os argumentos de alguém que quer vender um produto de hardware, mas não deixam de ser uma opção. O que não é recomendável é continuar usando o Windows 7 após o fim do suporte por questões de segurança. O ideal, neste caso, é fazer as contas para descobrir o que é mais vantajoso para você: comprar um PC novo ou simplesmente atualizar um antigo.

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Estudo de DNA mapeia rota migratória dos indígenas brasileiros

Renato Mota

Olhar Digital

Duas ondas migratórias a partir da Amazônia: uma pelo norte, seguindo pela costa do Nordeste, e outra pelo sul, chegando até o Paraguai, formaram os povos que ocupavam a Mata Atlântica pré-colombiana

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) ajudou a desvendar as rotas migratórias que levaram a população nativa brasileira da Bacia Amazônica à Mata Atlântica há mais de 2.000 anos.

A pesquisa só foi possível com a recuperação de dados genéticos da população Tupi que vivia na costeira brasileira na época do Descobrimento. A análise recolhei DNA de uma pequena comunidade Tupiniquim e dados de uma população nativa de Guarani Mbyá do sul do Brasil. O resultado foi publicano na revista PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences).

No século 15, aproximadamente 900 mil nativos americanos, principalmente falantes de tupi, viviam na costa brasileira. No final do século 18, as populações nativas costeiras foram declaradas extintas. “O Tupi chegou à costa leste depois de deixar a Bacia Amazônica, há aproximadamente 2 mil anos. No entanto, não há consenso sobre como essa migração ocorreu: em direção ao norte da Amazônia e depois diretamente à costa do Atlântico, ou em direção ao sul no continente e depois migrando para a costa”, explica o estudo.

O material genético colhido de membros de uma tribo de Aracruz (ES) ajudou os pesquisadores a mapear as rotas migratórias desses povos antes da chegada dos europeus ao continente. O grupo conseguiu, nos últimos 500 anos, manter sua unidade cultural e genética, com alguns indivíduos chegando a ter 95% de DNA ameríndio em seu genoma. Esse material foi comparado aos dos guarani-mbyá, que tiveram menos contato com sociedades não indígenas, e a amostras obtidas em sítios arqueológicos.

Com os resultados, os pesquisadores chegaram à conclusão houve uma migração direta da Amazônia para a costa nordeste no período pré-colombiano, dando origem às populações costeiras Tupi, e uma única migração distinta para o sul, que originou o povo guarani do Brasil e Paraguai – que foram os primeiros a ter contato com os europeus no Brasil.

Via Folha de S. Paulo

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Choque de estrelas de nêutrons supermassivas é detectado

Renato Mota

Olhar Digital

Massa combinada dos corpos mesclados é cerca de 3,4 vezes o nosso sol. Esse foi o segundo registro de uma colisão de duas estrelas de nêutrons feito pelo observatório LIGO

Lembra quando os cientistas detectaram, pela primeira vez, onda gravitacionais resultantes da colisão de dois buracos negros? Foi um dos grandes acontecimentos da ciência em 2016, e confirmou uma grande parte da Teoria da Relatividade geral de Albert Einstein um século depois de ele a ter escrito. No ano seguinte, foi registrada outra colisão, mas de duas estrelas de nêutrons, um evento que aparentemente não é tão raro assim no universo.

Em 25 de abril de 2019, o pessoal do LIGO (sigla em inglês para Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser) captou o que parecia ser ondulações gravitacionais de uma colisão de duas estrelas de nêutrons. Diferente do primeiro registro, essa nova colisão não gerou qualquer luz, mas sim um objeto com uma massa extraordinariamente alta.

Os dados do LIGO revelam que a massa combinada dos corpos mesclados na última detecção é cerca de 3,4 vezes a massa do nosso sol. Em nossa galáxia, os sistemas binários conhecidos de estrelas de nêutrons possuem massas combinadas de até 2,9 vezes a do sol.

A observação anterior, realizada em agosto de 2017, fez história por ter sido primeira vez que ondas e luz gravitacionais foram detectadas a partir do mesmo evento cósmico. O novo registro, de acordo com o professor da Universidade de Maastricht, na Holanda, Jo van den Brand, é “novo começo empolgante” para a astronomia de “múltiplos mensageiros” – quando diferentes tipos de sinais são testemunhados simultaneamente, como os baseados em ondas gravitacionais e luz.

A partir de observações convencionais com luz, já conhecíamos 17 sistemas binários de estrelas de nêutrons em nossa própria galáxia. Estrelas de nêutrons são os remanescentes de estrelas moribundas que sofrem explosões catastróficas à medida que entram em colapso no final de suas vidas. Quando duas estrelas de nêutrons espiralam juntas, elas passam por uma fusão violenta que envia ondas gravitacionais através do tecido do espaço e do tempo.

Via Digital Trends/LIGO

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WhatsApp é removido da loja de aplicativos do Windows Phone

Luiz Nogueira, editado por Maria Lutfi

Olhar Digital

Com o fim do suporte total ao sistema operacional móvel da Microsoft, aplicativo foi retirado da Store

Há algum tempo, a Microsoft anunciou o fim do suporte aos dispositivos com Windows Phone e, desde então, muitas empresas também abandonaram o sistema. Sendo um dos únicos a permanecer com suporte, o WhatsApp prepara sua despedida dos telefones da Microsoft.V

Agora, menos de uma semana para o fim do suporte completo do sistema operacional da Microsoft, o WhatsApp decidiu que seria o momento certo para remover o aplicativo da loja. O primeiro a notar a retirada do aplicativo foi o site italiano Aggiornamentilumia. 

Foto: Microsoft/ Reprodução

Para os que ainda possuem o aplicativo instalado, será possível utilizar o WhatsApp por mais cinco dias. Após esse período, o app deixará de funcionar no Windows Phone por completo. A indicação é que os usuários que mantém algum dispositivo da empresa, mudem para um aparelho com Android ou iOS.

Via: MS Power User

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Smartphone subsidiado pelo governo dos EUA vem com malware instalado

Renato Mota

Olhar Digital

Aparelhos vendidos dentro do programa Lifeline Assistance, que fornece smartphones a baixo custo para famílias de baixa renda, possuem pelo menos dois programas maliciosos pré-instalados

Uma operadora de telefonia móvel subsidiada pelo governo dos Estados Unidos para fornecer aparelhos para populações de baixa renda está oferecendo smartphones com pelo menos dois malwares pré-instalados. A falha foi descoberta pela empresa de segurança Malwarebytes.

Os aparelhos em questão são os modelos UMX U683CL. Um dos programas, o Wireless Update, é utilizado para atualizar o sistema operacional do smartphone, mas também é capaz de instalar aplicativos automaticamente sem o consentimento do usuário.

O outro malware é o Android/PUP.Riskware.Autoins.Fota.fbcvd, um trojan que é quase impossível de ser removido. Ele é uma variante de outro app malicioso desenvolvido pela  empresa chinesa Adups, que já foi acusada de coletar dados do usuário, criando backdoors para dispositivos móveis e desenvolver instaladores automáticos.

Os smartphones são vendidos dentro do programa Lifeline Assistance, financiado pelo governo norte-americano, para fornecer às famílias de baixa renda acesso à tecnologia de nova geração. O Assurance Wireless da Virgin Mobile oferece o UMX U683CL como sua opção mais econômica, por apenas US$ 35.

Usuários que receberam notificações de malware em seus aparelhos alertaram a Malwarebytes, que por sua vez adquiriu um dos telefones e confirmou a presença dos programas maliciosos. A empresa entrou em contato com a Assurance Wireless, mas não obteve resposta.

“É importante perceber que o UMX não está sozinho. Existem muitos relatórios de fabricantes de orçamento pré-instalados com malware, e esses relatórios estão aumentando em número”, alerta Nathan Collier, analista sênior da Malwarebytes.

Via Softpedia/Malwarebytes

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Windows 7 ‘morrerá’ na próxima semana; saiba como isso afeta sua vida

Renato Santino

Olhar Digial

Sistema operacional da Microsoft foi lançado em 2009 e encerra seu ciclo de vida no dia 14 de janeiro

Agora é para valer. Se você usa o Windows 7, você provavelmente deveria deixar de fazê-lo o mais rápido possível. Na próxima semana, mais especificamente a partir da terça-feira, 14 de janeiro, o sistema operacional, lançado em 2009, terá a sua “morte” decretada pela Microsoft, que já vinha alertando o público sobre a decisão há vários meses. Mas o que isso significa, afinal de contas?

Primeiro, é importante notar: quando você ligar o computador no dia 15, ele vai continuar funcionando normalmente. O Windows 7 não vai explodir o seu computador, ou nada parecido. O sistema operacional continuará funcionando como ele foi projetado para funcionar por tempo indeterminado. O que muda é a questão de segurança; por este motivo, não é recomendável continuar usando o sistema.

Quando o sistema operacional perde seu suporte, ele deixa de receber qualquer tipo de atualização, exceto para casos extremamente urgentes e graves, como foi na época do WannaCry. Na ocasião, a Microsoft decidiu liberar um update para solucionar a vulnerabilidade para o Windows XP, que já havia sido abandonado em definitivo alguns anos antes. Mesmo nestes casos urgentes, a companhia não tem mais obrigação de atualizar o sistema e o faz basicamente por boa vontade.

Isso significa que se uma falha existir no sistema operacional, ela vai continuar existindo pela eternidade. Talvez isso não faça muita diferença nas primeiras semanas após o abandono do Windows 7, mas com o passar dos meses e anos, as vulnerabilidades passarão a ser descobertas pelo cibercrime, que poderá se aproveitar delas para roubar informações pessoais e bancárias, que podem causar muito estrago na vida de uma pessoa e danos gigantescos para uma empresa despreparada.

Estarei totalmente desprotegido?

Existem formas de mitigar seus riscos, no entanto, caso você não possa realizar a atualização imediatamente. Neste caso, o importante é seguir o manual de boas práticas de segurança digital o mais rigidamente possível, porque a malha de segurança do sistema operacional está, por definição, furada e pode ceder a qualquer momento.

Boa parte delas tem a ver com bom-senso, que por si só já evita boa parte dos ciberataques. Isso inclui não clicar em links estranhos, por mais que a fonte pareça confiável, assim como não abrir arquivos de fontes desconhecidas.

Manter seu antivírus atualizado é uma recomendação que se torna ainda mais importante com o sistema operacional defasado, mas as medidas cautelares não param aí. Todos os softwares que você utiliza com mais regularidade, como o seu navegador, o Office, os plugins como Flash e Java (se você ainda os tem instalados), também merecem atenção.

Pelo fato de que o Windows 7 ainda é extremamente popular, é pouco provável que empresas abandonem as atualizações de seus aplicativos para a versão. O Google, por exemplo, já confirmou que continuará suportando o Chrome no sistema da Microsoft, mesmo diante do fim do seu ciclo de vida.

Por fim, também é recomendável usar o sistema operacional sem privilégios de administrador. Desta forma, fica muito mais difícil para que um vírus ou outro tipo de software malicioso tome o controle completo do seu PC, mesmo se você for infectado. Ative os recursos de administrador apenas quando for estritamente necessário, e depois os desative novamente.

Essas medidas podem prolongar a vida saudável do seu computador com Windows 7, mas a ideia é que elas sejam apenas temporárias. A qualquer momento pode ser descoberta uma nova falha grave no sistema que sequer dependa da sua intervenção como usuário para ser bem-sucedida. Também não há como garantir que os outros programas que você usa regularmente continuarão a receber atualizações, já que a base de usuários tende a declinar naturalmente com o passar do tempo.

Para empresas que realmente dependerem do Windows 7 e não puderem atualizar seus sistemas, existe uma outra opção. É possível pagar para continuar usufruindo por mais algum tempo de atualizações do sistema operacional, por meio de um programa chamado Extended Security Updates (ESU), que oferecerá atualizações por mais três anos após 2020, sendo que os preços aumentarão a cada ano, sendo limitado apenas às versões Professional e Enterprise do sistema.

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