Minicérebros emitem ondas complexas e se replicam ‘como loucos’

Henrique Freitas, editado por Liliane Nakagawa

Olhar Digital

Estudo de cientista brasileiro nos Estados Unidos pode revolucionar as pesquisas com geração de vida em laboratório

Na Estação Espacial Internacional, grupos de células nervosas chamadas minicérebros estão se desenvolvendo de maneiras que os cientistas consideravam impossíveis. Os organoides foram cultivados a partir de células-tronco no laboratório do biólogo brasileiro Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD). De acordo com o pesquisador, eles estão “se replicando como loucos” no espaço.

Recentemente, a equipe responsável pelo projeto também descobriu que estes organoides emitem ondas cerebrais – padrões complexos de atividade neural – semelhantes aos de bebês prematuros. Para isso, Muotri conectou os minicérebros a robôs em forma de aranha e identificou o seu comportamento. As descobertas podem ser um sinal de que a geração de uma vida parcialmente consciente em laboratório está mais próxima do que parece.

O cérebro humano é tão complexo que os cientistas ainda estão procurando muitos aspectos de como ele funciona. Esse é o apelo dos minicérebros – eles são aglomerados de neurônios comparativamente simples que simulam algumas características de cérebros comuns, mas que mal se comparam em relação às suas capacidades. Mas este novo estudo, publicado na quinta-feira (29) na revista Cell, sugere que os minicérebros podem ser mais complexos do que a ciência pensava.

“Alguns de meus colegas dizem: ‘Não, essas coisas nunca serão conscientes’. Agora, não tenho tanta certeza”, declara Muotri ao New York Times. Caso as ondas cerebrais em questão sejam um sinal de que os organoides são capazes de ter consciência, os neurocientistas vão ter que lidar com um grande dilema ético. Mas ainda há um longo caminho pela frente.

Fonte: The New York Times

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Justiça proíbe demissões no setor da tecnologia da informação

Fabrício Filho, editado por Liliane Nakagawa

Olhar Digital

Decisão garante estabilidade de 160 mil pessoas que trabalham na área pelo prazo de 90 dias, em todo o estado de São Paulo

O TRT (Tribunal Regional do Trabalho) determinou, após julgamento na última quarta-feira (28), que nenhum funcionário que trabalhe no setor da tecnologia da informação poderá ser demitido em todo o estado de São Paulo, pelo prazo de 90 dias. A determinação ainda concede um reajuste de 3,43% sobre salários e demais benefícios aos trabalhadores da área.

A reação sobre a decisão tomada foi diferente entre empregados e empregadores. O Sindpd (Sindicato dos trabalhadores da área) comemorou bastante a determinação da Justiça. A entidade disse que a decisão foi tomada como uma forma de punição aos empresários após o caso ter sido levado ao tribunal, pois desde o começo do ano não há acordo entre funcionários e patrões.

Já no caso dos empresários, a reação foi lamentosa. Luigi Nese, presidente do Seprosp (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo), disse à Folha de S.Paulo concordar com o reajuste de 3,43%, mas afirmou ser contrário à decisão de proibir demissões. “Não achamos correto a decisão de conceder essa estabilidade. Nossas empresas trabalham sob o regime de contratos e têm o direito de se planejarem”, afirmou Nese.

A medida judicial não proíbe os donos de empresas de demitir os funcionários, mas garante que o  profissional dispensado receba salários e benefícios até 28 de novembro de 2019, como se tivesse trabalhado até a data. Também há direito de aviso-prévio. Segundo o presidente do Sindpd, Antonio Fernandes Neto, o Sindicato garante até dezembro os ganhos dos trabalhadores da categoria. 

“Diante do cenário de crise e das precarizações trazidas na última reforma trabalhista, avaliamos que tivemos uma vitória ao garantir por mais um ano todas as conquistas alcançadas até aqui”, comemora Neto. 

De acordo com o Sindpd, as negociações extrapolaram as expectativas criadas devido à “resistência empresarial que sequer aceitava repor a inflação”. O sindicato disse que houve cinco rodadas de negociações de janeiro a fevereiro desse ano, uma a cada semana, sem que as partes chegassem a um acordo. Nese afirmou que o emprecilho nas negociações se deve às novas regras trabalhistas, principalmente em relação às cobranças das contribuições sindical e assistencial. 

Fonte: Agora

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Criminosos clonam voz de CEO de empresa e roubam mais de R$ 1 milhão

Clara Guimarães, editado por Renato Santino 0

Fraudadores tentaram repetir a ação, mas executivo da empresa desconfiou que tinha algo errado

Um caso de fraude de voz gerou um prejuízo de US$ 243 mil para empresa alemã. De acordo com reportagem do The Wall Street Journal na sexta-feira (30), os criminosos utilizaram um software de inteligência artificial (IA) de geração de voz para se passar pelo CEO de uma companhia alemã dona de uma subsidiária de energia no Reino Unido.

Segundo a reportagem, os fraudadores buscaram pelo software de IA em março para imitar a voz do CEO alemão e, em seguida, fizeram a ligação para o CEO da subsidiária no Reino Unido. Eles pediram que o funcionário transferisse fundos para um fornecedor húngaro imediatamente, com a garantia de que o dinheiro seria reembolsado.

Ao escutar o familiar sotaque alemão de seu chefe na ligação, o executivo não suspeitou de nada e realizou a transferência. Mas não apenas o dinheiro não foi reembolsado, como os fraudadores solicitaram outra transação urgente. Desta vez, porém, o CEO britânico se recusou a fazer o pagamento.

Acontece que os fundos que o CEO transferiu para a Hungria foram transferidos para o México e para outros locais. As autoridades ainda precisam determinar os culpados por trás da operação do crime cibernético

A empresa estava segurada pelo Euler Hermes Group, que cobria todo o custo do pagamento, então não houve prejuízo real. Os nomes da empresa e das partes envolvidas não foram divulgados.

Com o deepfake e os softwares imitadores de vozes ficando cada vez mais precisos, é difícil não temer as futuras consequências do uso da IA. Inclusive, se os ataques de engenharia social dessa natureza forem bem-sucedidos, eles deverão aumentar em frequência.

No ano passado, a Pindrop, uma empresa de cibersegurança que cria software de voz antifraude- relatou um salto de 350% na fraude de voz entre 2013 e 2017, com uma em 638 chamadas relatadas tendo sido criadas sinteticamente.

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Como corrigir o problema do alto consumo de CPU do Windows 10

Alvaro Scola

Olhar Digital

Atualização para o Windows 10 aumentou o consumo de CPU deixando os computadores lentos. Veja como corrigir este problema!

Microsoft atualiza de forma constante o Windows 10 para evitar que ele tenha brechas de segurança, além de adicionar novos recursos ao sistema. Por sua vez, as últimas atualizações para o sistema acabaram trazendo alguns problemas de performance e até mesmo bugs um pouco mais críticos.

Nesta semana, por exemplo, a atualização cumulativa do Windows 10acabou afetando a performance de muitos de seus usuários, que começaram a ter gargalos na CPU, deixando os seus PCs lentos. A seguir, veja como resolver este problema de performance da última atualização do Windows 10.

Importante

Até o momento da publicação desta matéria, a Microsoft ainda não soltou uma atualização para a correção do problema. Desta forma, o processo demonstrado abaixo não é oficial, sendo recomendado fazer um backup de seus dados ou a criação de um ponto de restauração antes de segui-lo.

Como corrigir o problema de performance da última atualização do Windows 10

O problema de performance que ocorre devido a esta última atualização do Windows 10 se deve a um processo chamado “SearchUI.exe”, que é relacionado a Cortana e aos resultados do Bing no menu Iniciar. Assim, caso você não utilize estes recursos, basta seguir estes passos para desativá-los e diminuir o consumo de sua CPU. Veja:

  1. Aperte junto as teclas “Win + R” para abrir a janela do “Executar” e entre com este comando: regedit;

  2. Pela coluna da esquerda, acesse este caminho: Computador\HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Search;

  3. Agora, no lado direito, procure pela entrada “BingSearchEnabled” e dê um clique duplo nela;

  4. Mude o seu valor para “1” e clique em “Ok”;

  5. Reinicie o computador.

Após reiniciar o seu computador, a alteração que foi feita no registro do Windows tirará a busca do Bing do menu Iniciar e, caso este esteja sendo o seu problema por conta da atualização, o consumo de CPU deverá ser normalizado. Apesar disto, é preciso lembrar que uma futura atualização do Windows pode alterar este registro e fazer o problema retornar.

Caso esteja querendo habilitar novamente a busca do Bing no menu Iniciar, basta seguir novamente as etapas do tutorial deixando o “BingSearchEnabled” com o valor “0”.

Reprodução

Pronto! Agora, você já sabe como evitar o alto consumo de CPU, que foi causado pela última atualização do Windows 10.

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Android e Windows também foram alvos de hackers de iPhones

Bruna Lima, editado por Rafael Rigues

Do Olhar Digital

Os sistemas foram atingidos pelos mesmos hackers divulgados na semana passada pelo Google, que usavam uma falha no aparelho da Apple para espalhar malware

O ataque aos iPhones revelado pelo Google na semana passada foi mais amplo do que se pensava. Várias fontes com conhecimento da situação disseram que o sistema operacional Android e os PCs com o Microsoft Windows também foram alvo de uma campanha que buscava infectar os computadores e smartphones de usuários da etnia muçulmana Uigur, da China.V

Essa comunidade há muito tempo é alvo do governo chinês, em particular na região de Xinjiang, onde a vigilância é generalizada, algo que faz parte de um esforço mais recente para reprimir a comunidade muçulmana minoritária. No ano passado Pequim deteve mais de um milhão de Uigures em campos de concentração, segundo um comitê de direitos humanos da ONU.

Segundo fontes que falaram sob condição de anonimato, aparelhos com Windows ou Android foram atacados através dos mesmos sites usados para infectar os iPhones.

O fato de que sistemas Android e do Windows foram afetados é um sinal de que os hackers fizeram parte de um amplo esforço de dois anos que foi além dos aparelhos da Apple e infectou muitos mais vítimas do que se suspeitava. Uma fonte sugeriu que os ataques foram atualizados com o tempo para diferentes sistemas operacionais, à medida que o uso de tecnologia pela comunidade Uigur mudava. Android e Windows ainda são os sistemas operacionais mais usados no mundo e permanecem alvos de hackers.

“O Google Project Zero foi muito específico em seu blog dizendo que os ataques recentemente divulgados exploravam falhas exclusivas do iPhone e não revelou informações semelhantes a nós”, disse um porta-voz da Microsoft. “A Microsoft tem um forte compromisso em investigar problemas de segurança relatados e, se novas informações forem divulgadas, tomaremos as medidas apropriadas conforme necessário para ajudar a manter os clientes protegidos”.

A Apple ainda não fez nenhuma declaração sobre os ataques e nem comentou sobre os últimos acontecimentos. O Google disse a ela em fevereiro quais sites foram alvo, de acordo com uma fonte, mas ninguém ainda nomeou quais sites específicos de interesse dos Uigur foram usados para inserir código malicioso nos iPhones.

Via: Forbes

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Conta do CEO do Twitter é invadida usando procedimento simples

Luiz Nogueira, editado por Rafael Rigues

Olhar Digital

Os criminosos convenceram atendentes da AT&T, operadora usada por Jack Dorsey, a atribuir a linha do CEO a um SIM Card controlado por eles.

Na última sexta-feira (30), Jack Dorsey, CEO do Twitter, teve sua conta na rede social invadida por um grupo de hackers. Os cibercriminosos conseguiram acesso à conta se aproveitando de uma vulnerabilidade no sistema de autenticação por telefone. O acesso indevido foi usado para espalhar mensagens ofensivas usando a conta do CEO.

Os hackers, identificados como o grupo Chuckling Squad, espalharam a mensagem usando o serviço Cloudhopper – comprado pelo Twitter em 2010 – que permite que tuítes sejam postados apenas enviando mensagens de texto para um número específico. Esta é uma forma simples de permitir que quem não tem acesso ao aplicativo do Twitter possa postar na rede social.

Para realizar a invasão, os hackers usaram uma técnica conhecida como “SIM Swap”. Essencialmente, eles convenceram a operadora a atribuir o número de Dorsey a um novo telefone que eles controlavam. Essa não é uma técnica nova, embora seja usada com frequência para roubar Bitcoins.

Os usuários podem se proteger adicionando um código PIN à sua conta da operadora ou registrando contas online, como o Twitter, usando número fictícios, mas essas técnicas podem exigir muito do usuário comum. Com isso, a troca de SIM se tornou uma das técnicas favoritas dos criminosos para criar problemas online.

Falhas nos processos de segurança

Twitter atribui o erro à operadora AT&T, usada por Dorsey. Segundo o que foi apurado, os criminosos entraram em contato com o suporte da operadora e solicitaram que o número de Dorsey fosse portado para outro SIM. A operadora atendeu à solicitação, dando acesso total do número do CEO para os criminosos.

Obviamente, a falta de um procedimento de segurança do Cloudhopper facilitou o ataque dos hackers à conta de Dorsey. Mas a falta de verificações de segurança no sistema da AT&T também é responsável pelo incidente. Felizmente, segundo o Twitter, a conta foi recuperada 18 minutos após sua invasão.

Esse hack mostra a vulnerabilidade das operadoras de telefonia e a necessidade da adoção de um método de autenticação de dois fatores, que vai além do uso de apenas mensagens de texto (SMS) para receber um código de confirmação de identidade.

Via: The VergeForbes

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Atualização do Windows 10 causa uso excessivo da CPU e drena bateria

Clara Guimarães, editado por Rafael Rigues

Atualização mais recente da Microsoft trouxe uma correção danificada da Cortana, que leva a assistente a consumir 40% da CPU

Os usuários do Windows 10 tem mais um motivo para se mostrar descontentes com a Microsoft: o mais novo motivo para reclamações é a atualização KB4512941, que, segundo usuários, está causando elevado uso de CPU e consumo de bateria nas máquinas.V

A KB4512941 foi lançada para corrigir vários problemas, incluindo erros na Sandbox do Windows, problemas de tela preta e muito mais. Mas, dentro da atualização há uma correção danificada para a Cortana, que está fazendo o serviço usar até 40% do poder de processamento da máquina.

Reprodução

Você até poderia pensar: “a Microsoft não tinha como saber que este problema ocorreria”. Mas é aí que você se engana. A atualização foi testada em beta por 10 milhões de Windows Insiders da empresa por mais de uma semana. Eles relataram o problema, mas foram conscientemente ignorados.

Agora, com a atualização liberada ao grande público, surgem mais reclamações em fóruns. Contudo, a página da empresa segue com a mensagem : “No momento , a Microsoft não está ciente de nenhum problema com esta atualização”.

  • Como consertar o problema no Windows 10

Enquanto a Microsoft não reconhece o bug com a Cortana, alguns usuários sugerem soluções próprias. A mais tradicional seria desinstalar a atualização do seu computador. Para isso, siga o passo a passo abaixo:

  • Pressione Windows + I para abrir o aplicativo Configurações.
  • Clique na opção “Atualização e segurança”.
  • Clique na opção “Exibir histórico de atualizações”
  • Clique no link “Desinstalar atualizações”
  • Selecione a opção “KB4512941” e, em seguida, “Desinstalar”.

Fonte: Forbes

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Google anuncia recompensa para quem hackear aplicativos da Play Store

Luiza Tozzato, editado por Liliane Nakagawa

Olhar Digital

Oferta é válida para todos os apps que possuem mais de 100 milhões de instalações; ação visa proteger usuários e atualizar banco de dados do programa de Aprimoramento de Segurança de Apps

Google anunciou uma expansão do programa de recompensas que paga profissionais por informações sobre vulnerabilidades: agora a iniciativa passa a incluir todos os aplicativos cadastrados na Play Store que alcançaram a marca de 100 milhões de instalações.V

Os programas de recompensa visam remunerar especialistas em segurança que encontram falhas e confirmam a viabilidade de um ataque. Se encontradas as brechas, essas serão repassadas aos desenvolvedores dos aplicativos e, caso o problema não seja solucionado, o app pode ser removido da loja.

Em 2017, o Google criou o programa de recompensas (ou “Bug Bounties”, como são chamados em inglês) da Google Play e contemplava apenas aplicativos específicos. Com o anúncio, qualquer app com mais de 100 milhões de downloads será incluído no programa. 

Segundo a companhia, a finalidade do projeto é proteger usuários de aplicativos populares que não dispõem de programas de recompensa próprios; além de atualizar o banco de dados do programa de Aprimoramento de Segurança de Apps com as novas vulnerabilidades encontradas.

Recompensa por denúncias de abuso de dados

O Google também anunciou o lançamento de um programa de recompensas que visa descobrir aplicativos, serviços e extensões do Chrome que captam dados de maneira indevida, sem informar ao usuário, ou que utilizam métodos proibidos pelas políticas do Google.

Um dos principais exemplos de abuso de dados é o caso da Cambrigde Analytica, que gerou uma multa de US$ 5 bi ao Facebook.

Plataforma hackerOne

Os programas de recompensa de falhas do Google Play e de Proteção de Dados são oferecidos por meio da plataforma hackerOne, que atende diversas organizações e atua como uma “central” para essas recompensas.

Nesta semana, a hackerOne divulgou que seis pesquisadores já contribuíram e receberam mais de US$ 1 milhão cada. No total, foram pagos US$ 62 milhões (cerca de R$ 255 milhões) em recompensas por mais de 123 mil vulnerabilidades distribuídas em mais de 1.400 programas de recompensas.

O programa de recompensas principal do Google, chamado VRP, é gerenciado internamente pela empresa, sem intermédio da hackerOne.

No caso de programas do Google na hackerOne, os pagamentos são, em média, de mil dólares, mas podem chegar a US$ 5 mil (cerca de R$ 20 mil).  Esse valor pode ser ainda maior com a recente expansão anunciada.

Já a recompensa por denúncias de abuso de dados é nova e as primeiras contribuições foram avaliadas em US$ 500. Segundo o Google, um relato de alta qualidade pode valer até US$ 50 mil (cerca de R$ 200 mil).

Fonte: G1

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Macbooks começam a ser vetados em aviões por risco de incêndio

Renato Santino

Apple iniciou um recall em junho deste ano sobre Macbooks Pro de 15 polegados lançados entre 2015 e 2017

A Samsung não é a única empresa a ter um produto que causa problemas em aviões com o finado Galaxy Note 7. Agora a Apple também entrou nessa lista, com algumas empresas aéreas banindo o despacho de Macbooks Pro temendo riscos de incêndio.

Os modelos em questão foram lançados entre 2015 e 2017 e passaram por um recall em junho deste ano. Agências reguladoras pelo mundo decidiram acompanhar uma recomendação da FAA (Administração Aérea Federal dos Estados Unidos), mencionando que alguns modelos de Macbooks Pro não deveriam ser aceitos em bagagens despachadas. 

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil brasileira) está entre elas e recomendou que os Macbooks não sejam mais despachados, então é provável que vejamos mais empresas com operação no Brasil seguindo a orientação.

A recomendação é de que apenas os aparelhos afetados pelo recall sejam proibidos em voos. A agência brasileira decidiu indicar que esses modelos não sejam aceitos nem mesmo como bagagem de mão.

Na Austrália, as empresas já estão seguindo essa orientação. No entanto, a Virgin foi além e decidiu banir o despacho de TODOS os modelos de Macbook, Pro ou não, atingidos pelo recall ou não, como informa o ZDNet. A Qantas foi um pouco mais contida e baniu apenas os modelos afetados pelo recall.

“Devido a um recall mundial realizado pela Apple referente às baterias de alguns Apple Macbooks, TODOS os Apple Macbooks devem ser transportados na bagagem de mão apenas. Nenhum Apple Macbook será aceito na bagagem despachada até segunda ordem”, diz o alerta na seção de itens perigosos da Virgin.

Como resultado, os aparelhos afetados até poderão ser transportados no avião, mas deverão ser carregados com o passageiro na cabine. A Qantas decidiu, no entanto, banir o uso de todos os Macbooks Pro de 15 polegadas durante o voo por precaução.

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Inteligência Artificial perigosa é atualizada para escrever fake news

Fabrício Filho, editado por Liliane Nakagawa

Olhar Digital

Sistema consegue contar histórias, escrever poemas e artigos tão bem quanto humanos

O modelo GPT-2, construído pela empresa de pesquisa OpenAI, era considerado “muito perigoso” para se tornar público devido à utilização abusiva. No entanto, uma versão atualizada mais poderosa do sistema, que pode ser usada para criar fake news e spam abusivo nas mídias sociais, foi lançada. O novo modelo foi treinado com um conjunto de dados de oito milhões de páginas da web e é capaz de se adaptar ao estilo e conteúdo do texto original, podendo finalizar um poema de Shakespeare tão bem quanto escrever artigos e epítetos.

Na época de sua criação, a OpenAI afirmou que devido às preocupações com aplicativos maliciosos da tecnologia, não estavam lançando o modelo treinado. Como um experimento de divulgação responsável, lançaram um modelo muito menor para os pesquisadores experimentarem”. Alguns especialistas em Inteligência Artificial experimentaram o sistema para verificar o quanto ele ele seria eficaz.

Segundo a The Next Web, o sistema é “quase bom o suficiente para ser usado como uma inteligência artificial destinada à geração de textos – quase”. O repórter Tristan Greene testou a atualização e ficou alarmado com os resultados. “Estou com medo do GPT-2, porque representa o tipo de tecnologia que os seres humanos maus usarão para manipular a população – e, na minha opinião, isso o torna mais perigoso do que qualquer arma”, acrescentou.

A IA funciona da seguinte forma: “você fornece um comando e ela quase que instantaneamente solta um monte de palavras. O que é assustador é que funciona”.

A OpenAI foi fundada em 2015 com o objetivo de promover e desenvolver inteligência artificial como forma de beneficiar a humanidade. Elon Muskfoi um dos financiadores iniciais do projeto, mas não está mais envolvido com a empresa.

Fonte: BBC/The Next Web 

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