Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Robô Pepper ganha nova função: garantir que as pessoas usem máscara

Humanoide de 120 centímetros analisa o rosto das pessoas e pede gentilmente que elas coloquem o acessório se estiverem com o rosto descoberto

Nina Gattis, editado por Fabiana Rolfini

Olhar Digital

Engenheiros desenvolveram um robô que pode detectar se as pessoas estão usando máscara para evitar a disseminação da Covid-19 e, se não, é capaz de solicitar, gentilmente, que os indivíduos coloquem uma.

“Somos todos humanos. Às vezes tiro a máscara ao descer do ônibus e me esqueço de colocá-la de volta ao chegar ao escritório. O robô fornece um lembrete. Todos nós podemos errar ou esquecer”, explicou Jonathan Boiria, chefe de Vendas da SoftBank Robotics, empresa desenvolvedora do robô.

O robô em si não é completamente inédito, visto que se trata de um Pepper atualizado. O Pepper é um robô de 120 centímetros de altura com características semelhantes às humanas e que já opera em alguns países recepcionando visitantes em lojas, exposições e outros espaços públicos.

Para detectar se uma pessoa está usando ou não uma máscara, o Pepper analisa os rostos que se aproximam dele. Se o robô perceber que você está com o rosto descoberto, ele afirma que “você tem que sempre usar uma máscara de maneira adequada”, na língua nativa do país em que está localizado, é claro. Então, se a máscara for colocada como o solicitado, Pepper agradece dizendo “obrigado por ter colocado sua máscara”.

De acordo com Boiria, a ideia não é ter um robô policial, mas fornecer um lembrete amigável às pessoas. “As lojas precisam designar pessoas na entrada, muitas pessoas, para garantir o respeito pelo uso de máscaras e às vezes isso é um exagero”, opinou. “Um robô permite que você liberte algumas pessoas para que possam se concentrar em suas tarefas normais”, completou.

Uber exigirá selfie dos passageiros 

No dia 1º de setembro, a Uber anunciou o lançamento de um recurso de selfie para verificar se os passageiros usam máscara. De acordo com a companhia, o mecanismo será lançado nos Estados Unidos e no Canadá, até o fim de setembro, e em outras regiões (incluindo a América do Sul) nos meses seguintes.

Com a novidade, os motoristas terão a opção de reportar ao app usuários sem máscara. Se fizerem isso, o Uber solicitará aos passageiros que tirem uma selfie comprovando o uso da proteção facial. O descumprimento pode levar à desativação da conta.

Via: Reuters

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Redução de pilotos qualificados aumenta demanda por aviões autônomos

Empresas do segmento estão testando aviões modificados com o aval da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos

Nina Gattis, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

Com tantos veículos autônomos já ativos ao redor do mundo, é de se imaginar que, algum dia, os aviões também funcionarão sem operação humana. Apesar de parecer algo futurístico, uma empresa estadunidense já está testando aviões modificados que voam sem a necessidade de um piloto.

A empresa em questão é a Xwing, com base em São Francisco, que recebeu a aprovação da Administração Federal de Aviação (FAA, em inglês) para testar seus voos comerciais de carga sem pilotos.

“O futuro do transporte aéreo é autônomo”, afirmou Marc Piette, CEO e fundador da Xwing. “Acreditamos que o caminho para a autonomia total começa com o mercado de carga aérea, e envolve operadores remotos supervisionando frotas de aeronaves não tripuladas”, continuou.

Ainda que a Xwing só tenha revelado seus planos recentemente, a empresa já realizou diversos voos autônomos em aviões Cessna 208 Caravan modificados. Este avião, em sua estrutura tradicional, é comumente utilizado para cargas regionais e missões humanitárias. Por possuir certificação da FAA desde 1984, o modelo permite que a empresa avance nos testes com mais facilidade.

Tanto é que a Xwing recebeu o certificado Parte 135 de Transportadora Aérea da FAA, que dá à empresa o aval para operar voos comerciais de carga com sua própria frota a partir dos próximos meses.

Vale lembrar, no entanto, que a Xwing testa seus voos autônomos com um piloto humano a bordo para retomar o controle em caso de emergência. Nisso, a Reliable Robotics, startup que também quer automatizar aviões, está à frente, visto que colocou no ar o mesmo modelo Cessna 208 Caravan, porém sem tripulação alguma.

Por mais que pareça precipitado, os aviões autônomos estão, de fato, a caminho – e não é à toa: segundo a FAA, o setor vive uma redução de 30% no número de pilotos qualificados nos últimos 30 anos. Além disso, o crescimento da logística e do e-commerce demandam uma carga enorme ao transporte aéreo.

Via: ZDNet

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Pesquisadores capturam a primeira foto do mundo com mais de 3 mil megapixels

Imagem foi tirada por um poderoso sensor que fará parte do telescópio Survey of Space and Time, da Universidade do Chile

Luiz Nogueira, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

Usando um sensor que fará parte da maior câmera digital do mundo, cientistas do Laboratório Nacional do Acelerador SLAC do Departamento de Energia dos Estados Unidos tiraram fotos com 3.200 megapixels. O dispositivo, quando pronto, será instalado no telescópio Survey of Space and Time (LSST), da Universidade do Chile – que tem como objetivo estudar a matéria escura.

Além disso, espera-se que essa implementação consiga capturar imagens suficientes para criar o “maior filme astronômico de todos os tempos”. Como exemplo do tamanho das capturas, seriam necessárias 378 TVs 4K para exibi-las em tamanho real.

O sensor também será capaz de captar objetos pequenos e escuros que outras câmeras não conseguem – a resolução alta possibilita ver uma bola de golfe em detalhes, mesmo que ela esteja a mais de 24 quilômetros de distância, por exemplo. O equipamento ainda consegue registrar objetos 100 milhões de vezes mais escuros do que os visíveis a olho nu.

Em sua composição, há 189 sensores menores, conhecidos como dispositivos acoplados por carga (CCDs), com 16 megapixels cada. Esses CCDs são dispostos em estruturas, que constituem o plano focal da câmera. Por fim, existem outros 21 agrupamentos de sensores – que não são usados para capturar as imagens. Como resultado, o projeto tem um plano focal de 3,2 bilhões de pixels.

Agora, com o teste bem-sucedido, o próximo passo é o de construir o restante da câmera para que, em meados de 2021, os testes finais possam ser feitos.

Câmera flagra líquido se comportando como sólido

Cientistas da Universidade de Swansea, no País de Gales, descobriram que câmeras de alta velocidade são úteis para capturar o “mundo invisível”, inclusive em ocasiões que exemplificam teorias da física. Neste exemplo, uma câmera que grava a mil quadros por segundo (FPS, na sigla em inglês) foi capaz de detectar um fluido se comportando como um sólido.

Para o experimento, a equipe utilizou uma mistura de amido de milho e água em uma célula estreita e a submeteu a um jato de ar pressurizado, que espessou o líquido por cisalhamento, ou seja, por meio de uma tensão gerada a partir de forças externas aplicadas em sentidos opostos ou iguais e com intensidade de movimento diferente da permitida pela mistura. Além disso, o cisalhamento foi descontínuo, o que resultou em fraturas comuns aos sólidos no líquido.

O estudo, por si só, mostrou que é possível ativar e desativar a condição de atrito do líquido ao variar a pressão aplicada, como um interruptor que liga e desliga.

No entanto, ao verificar as imagens, os cientistas notaram que esse tipo de líquido pode ter um grande impacto na engenharia do futuro. Agora, a equipe já planeja utilizar a mistura para armaduras leves, redutores de velocidade dinâmicos e outros produtos que precisam ter suas propriedades modificadas sob demanda.

Confira um vídeo que mostra, em câmera lenta, o que a câmera de alta velocidade utilizada no experimento conseguiu detectar:

Via: Engadget

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Microsoft lança pacote de setembro com atualizações do Windows

32 das vulnerabilidades corrigidas neste mês permitem a execução remota de código; 20 destas são consideradas críticas, o nível mais alto de severidade na escala da Microsoft

Rafael Rigues 

Olhar Digital

Microsoft realizou nesta terça-feira (8) sua “Patch Tuesday” (“terça-feira dos patches”), lançando um pacote com correções para 129 falhas de segurança em seus produtos, entre eles o Windows, Office e Edge.

Dentre as vulnerabilidades corrigidas, 32 são relacionadas a execução remota de código (RCE, Remote Code Execution). 20 delas são consideradas “críticas”, o mais alto nível de severidade na escala da Microsoft. A Microsoft tem em seu site uma lista com todos os softwares afetados, bem como os boletins de segurança associados a cada falha.

Administradores de sistema são aconselhados a analisar cada uma das vulnerabilidades críticas para decidir se uma correção deve ser aplicada imediatamente ou se a correção pode ser adiada para testes da atualização. Algo recomendado, dado o histórico de bugs causados por atualizações do Windows que vão de pequenas inconveniências como mostrar incorretamente o estado da conexão à internet até a perda de arquivos.

Nova ameaça

A Microsoft advertiu recentemente os usuários do Windows sobre a distribuição de uma nova versão do malware Anubis. O vírus pode roubar informações do sistema, credenciais, dados de cartões de crédito e carteiras de criptomoedas utilizando código de outro malware chamado Loki. A empresa encontrou o vírus pela primeira vez em junho, mas só agora está sendo distribuído ativamente.

O software antivírus Microsoft Defender já trabalha na identificação e bloqueio do malware, detectado como PWS:MSIL/Anubis.G!MTB. No entanto, ainda não se sabe como o Anubis é enviado para os alvos. “Iremos continuar monitorando essa ameaça pela possibilidade de expansão dessas campanhas (de distribuição do vírus)”, tuitou a Microsoft.

Fonte: ZDNetFoto: Michal Chmurski / Shutterstock

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Ferramenta encontra falhas na criptografia de 1.775 apps para Android

Do total, 306 apresentaram nove ou mais vulnerabilidades; lista de aplicativos não foi revelada para prevenir eventuais invasões

Davi Medeiros, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

Pesquisadores da Universidade de Columbia, em Nova York, criaram uma ferramenta para checar se os aplicativos mais populares para Android usam a criptografia de maneira segura. Os resultados, no entanto, apontaram vulnerabilidades em quase todos eles.

A Crylogger, como foi chamada, inspecionou 1.780 aplicativos de 33 categorias na Play Store. A análise levou em consideração uma lista de 26 princípios básicos da criptografia, que, entre outras coisas, sugerem que sejam obedecidas as recomendações do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST, na sigla em inglês) para a criação de senhas; e que não sejam utilizadas funções hash quebradas ou chaves RSA muito curtas, por exemplo. 

Dos aplicativos examinados, 1.775 infringiram pelo menos uma regra, e 306 violaram nove ou mais. 

As infrações mais frequentes foram as seguintes:

  • 1.775 apps usaram geradores de números pseudoaleatórios (PRNG) precários;
  • 1.764 apps usaram funções hash quebradas, como SHA1, MD2 e MD5;
  • 1.076 apps usaram o modo de operação cipher-block chaining (CBC) em cenários cliente/servidor, o que não é recomendado.

Os pesquisadores explicam que essas regras são primordiais, e que qualquer criptógrafo deve conhecê-las bem. Entretanto, alguns desenvolvedores podem não estar familiarizados a elas por não terem estudado criptografia avançada antes de entrarem no mercado de aplicativos.  

Eles afirmam que tentaram entrar em contato com os 306 apps considerados mais vulneráveis, mas que só obtiveram resposta de 18, e, deste número, apenas oito trabalharam em correções e forneceram feedback útil sobre as descobertas. 

“Algoritmos criptográficos são os ingredientes essenciais de qualquer sistema seguro. Funções hash, por exemplo, podem garantir propriedades como integridade e confidencialidade”, explicam. 

Os pesquisadores optaram por não revelar os nomes dos aplicativos vulneráveis porque temem que as informações beneficiem os invasores, mas garantem que todos eles são muito populares, com centenas de milhares de downloads, e que abrangem desde serviços de streaming a aplicativos de jornais e gerenciadores de arquivos. 

Via: Help Net Security

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Cientistas criam modelo estatístico para prever câncer no esôfago

Com técnicas de sequenciamento de genomas, estudo mapeou riscos de desenvolvimento da doença em portadores de ‘esôfago de Barrett’; iniciativa pode aprimorar o diagnóstico precoce

Victor Pinheiro 

Olhar Digital

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, criaram um modelo estatístico com dados genômicos para prever o risco de portadores de síndrome de Barrett desenvolverem câncer de esôfago. O método, segundo os cientistas, pode ajudar na detecção precoce de tumores e diminuir a frequência de procedimentos invasivos em pacientes.

A síndrome ou esôfago de Barrett está associada a refluxos crônicos. O conteúdo digestivo do estômago retorna ao esôfago que, diferente do primeiro, não possui células adaptadas para absorver a acidez dos sucos estomacais. O processo provoca agressões à mucosa do esôfago, assim como propicia respostas adaptativas do órgão que podem culminar em outras patologias, como câncer.

Em parceria com o Instituto Europeu de Bioinformática (EMBL-EBI), cientistas de Cambridge sequenciaram os genomas de biópsias coletadas de pacientes com síndrome de Barrett.
Os estudiosos analisaram as amostras para detectar diferenças entre pacientes que foram diagnosticados com câncer e outros que não desenvolveram tumores. Os pesquisadores criaram um modelo para calcular e classificar o risco de cada participante. 

“Estes pacientes são monitorados há mais de 15 anos. No total, tivemos mais de 800 amostras coletadas ao longo do período, de diferentes áreas do esôfago. Isto permitiu medir em grande detalhe que tipo de alterações genômicas ocorrem e como estas mudanças diferem entre pacientes com e sem câncer.”, afirmou Moritz Gerstung, líder do EMBL, em nota publicada no Medicalxpress.

Com as informações genômicas de 88 pacientes, os cientistas identificaram que, do grupo que desenvolveu câncer, metade foi classificada na categoria “alto risco” oito anos antes do diagnóstico. Já no caso de pacientes enquadrados em “alto risco” dois anos antes da detecção do câncer, o índice subiu para 70%. O estudo foi publicado na revista Nature Medicine.

Utilidade dupla

O modelo ainda apontou que muitos dos pacientes apresentavam um risco baixo de desenvolver a doença. Embora as pessoas com esôfago de Barrett tenham um risco consideravelmente mais elevado de desenvolver câncer do que a população em geral, anualmente, apenas um paciente em 300 é diagnosticado com a doença, ressaltam os pesquisadores.

Ainda assim, os portadores da síndrome de Barrett passam por procedimentos invasivos para monitorar os sinais de tumores a cada dois anos. Os pesquisadores acreditam que o modelo pode diminuir a necessidade de os pacientes serem submetidos a cirurgias.

“A esperança é que o nosso método possa ajudar a melhorar a detecção precoce e o tratamento [do câncer], e a diminuir o tratamento desnecessário de pacientes de baixo risco, sem comprometer a segurança deles”, disse Sarah Killcoyne, integrante do programa de pós-doutorado da EMBL.

Os autores estimam que o modelo pode ajudar a reduzir em 50% a frequência de procedimentos de pacientes com esôfago de Barrett.  Segundo eles, o próximo passo da pesquisa é refinar o método com a análise de dados de mais pacientes. A expectativa ainda é que o recurso seja aplicado em ensaios clínicos amplos.

Via: Medicalxpress

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Pele artificial reage à dor com a mesma velocidade do corpo humano

O dispositivo imita a resposta quase instantânea do corpo e pode reagir à pressão e temperatura

Renato Mota 

Olhar Digital

Pesquisadores da RMIT University, em Melbourne (Austrália), desenvolveram uma pele artificial eletrônica que reage à dor de maneira quase instantânea, com a mesma velocidade que os sinais nervosos viajam para o cérebro no corpo humano. O objetivo é desenvolver próteses melhores, robôs mais inteligentes e alternativas não invasivas aos enxertos de pele.

“A pele é o maior órgão sensorial do nosso corpo, com recursos complexos projetados para enviar sinais de alerta rápidos quando algo dói”, explica Madhu Bhaskaran, que liderou o grupo que realizou a pesquisa.

“Nossa pele artificial reage instantaneamente quando a pressão, calor ou frio atingem um limiar doloroso. É um passo crítico em frente no desenvolvimento futuro dos sofisticados sistemas de feedback de que precisamos para fornecer próteses verdadeiramente inteligentes”, completa o cientista.

O protótipo vestível é feito de sensores eletrônicos elásticos e extremamente finos, com revestimentos reativos à pressão e temperatura, e células de memória semelhantes ao cérebro. “É sensível o suficiente para comunicar a diferença entre se cutucar suavemente com um alfinete e um levar um soco”, garante Ataur Rahman, coautor do estudo. 

RMIT University/Divulgação

Pele artificial eletrônica desenvolvida na Austrália. Imagem: RMIT University/Divulgação

O projeto imita os neurônios – vias neurais e receptores que guiam os sentidos humanos – combinando três tecnologias: eletrônica extensível, uma combinação de materiais óxidos com silicone biocompatível para fornecer eletrônicos transparentes, inquebráveis ​​e vestíveis tão finos quanto um adesivo; revestimentos reativos à temperatura mil vezes mais finos que um fio de cabelo humano e uma memória que imita o cérebro, com células eletrônicas de longo prazo para recordar e reter informações anteriores.

“Essencialmente, criamos os primeiros somatossensores eletrônicos – replicando as principais características do complexo sistema de neurônios, vias neurais e receptores do corpo que impulsionam nossa percepção dos estímulos sensoriais”, afirma Rahman.

Via: Engadget

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

China recupera com sucesso sua espaçonave reutilizável secreta

Em um comunicado breve, a agência de notícias estatal afirmou que o veículo lançado na última sexta (4) representou um ‘avanço importante’ no desenvolvimento de espaçonaves reutilizáveis

Renato Mota

Olhar Digital

A agência oficial de notícias da China, a Xinhua, reportou que o país recuperou com sucesso espaçonave experimental reutilizável lançada em órbita há dois dias. A missão foi mantida em segredo e não foram publicadas fotos ou vídeos do lançamento ou da aterrissagem do veículo.

Rumores dão conta que a espaçonave seria uma versão chinesa do X-37B da Força Aérea dos Estados Unidos. Em 2017, a China Aerospace Science and Technology Corp disse que queria lançar um veículo espacial reutilizável semelhante à aeronave até 2020, com voos voltados para o turismo espacial a partir de 2025.

No breve comunicado, a Xinhua disse que o veículo representou um “avanço importante” no desenvolvimento de espaçonaves reutilizáveis da China, além de uma solução mais barata e conveniente para o “uso pacífico do espaço”. O lançamento foi realizado na última sexta-feira (4) no Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, utilizando um veículo Long March 2F colocou a espaçonave em órbita.

Todo o processo de preparação para o evento foi realizado de forma muito discreta. Há meses o centro de lançamento chinês elaborava o plano de voo, no entanto, os indícios de uma possível missão vieram apenas na quinta-feira (3), quando o espaço aéreo foi fechado.

A economia que viagens com espaçonaves reutilizáveis pode gerar já é motivo suficiente para vários países investirem na ideia. A China Aerospace Science and Industry Corp. (Casiv), outra estatal gigante do país, tem priorizado seu próprio avião espacial, o Tengyun.

Segundo a empresa, o processo envolvendo a Tengyun é totalmente diferente do executado pela SpaceX, por exemplo. Isso significa que o equipamento dela pode decolar de um aeroporto comum para transportar aeronaves em órbita. “Isso trará uma revolução para o transporte aeroespacial futuro”, ressaltou a companhia.

Via: Telegraph

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Grafite pode ser novo aliado na detecção precoce do câncer de mama

Exame que usa o material é mais prático e leva apenas 15 minutos para dar o resultado; em camundongos, o teste foi capaz de identificar em qual estágio a doença estava

Guilherme Preta, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

O grafite, material utilizado para fabricar lápis, pode ser um futuro aliado para o diagnóstico do câncer de mama e de outras doenças. Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, desenvolveram um dispositivo que usa a substância para um novo tipo de exame. Além de ser mais barato se comparado aos testes atuais, é mais prático e rápido, levando apenas 15 minutos para fornecer o resultado.

O projeto ainda está em fase inicial, mas já possui resultados promissores publicados na American Chemical Society. Em camundongos, além de identificar a presença ou não do câncer de mama, o exame foi capaz de identificar em qual estágio a doença estava.

“Exames semelhantes usando tomografia computadorizada, o padrão-ouro para diagnóstico do câncer de mama, dependem de equipamentos que têm custo superior a R$ 1 milhão”, destacou Renato Sousa Lima, um dos autores do estudo. O novo método, porém, custa no máximo R$ 2 mil, afirmou. “O mais importante é o conceito de análise clínica que permite, usando dispositivos de baixo custo e portáteis, um diagnóstico sem uso de reagentes ou anticorpos”, acrescentou.

Etapas para o diagnóstico

O projeto em questão possui algumas etapas. A primeira consiste no preparo da amostra. Enquanto os métodos tradicionais precisam separar o plasma do sangue, este isola apenas as vesículas extracelulares. Estas são estruturas de até 50 nanômetros e que atuam na comunicação entre as células. Por serem eliminadas carregando proteínas e material genético, elas servem como biomarcadores sobre a saúde da pessoa.

Para isolar a estrutura, são necessários apenas 10 minutos. Depois, essa vesícula passa por um sensor formado por um dispositivo microfluídico “capaz de analisar volumes 50 a 100 vezes menores que uma gota”. Para isso, é usado o grafite como eletrodo de interação com as amostras líquidas.

Após a interação, a corrente elétrica que passa pelo material gera um padrão informativo que pode ser representado graficamente, servindo como uma impressão digital da amostra.

Depois, com aprendizado de máquina, o equipamento analisa os dados para encontrar indícios de doenças. A ferramenta separa as amostras de sangue saudáveis das doentes e, posteriormente, pode analisar o estágio da doença. Por fim, os dados são transmitidos para um aplicativo, que pode ser instalado em um smartphone.

Como se trata apenas de um teste, ainda não há um prazo para que o novo exame seja usado regularmente. “No momento, estamos em fase preliminar e de conversa com o CNPEM para buscar uma patente”, explicou Lima. Além disso, ainda é preciso ter a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que deve pedir ainda mais testes.

No futuro, porém, o método pode ser usado como aliado para diagnosticar diversas doenças além do câncer, como tuberculose e até mesmo a Covid-19.

Via: Uol

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Nasa registra imagem impressionante de rastro de explosão de supernova

Cygnus continua se expandindo pelo espaço e teve uma pequena porção de sua onda de luz registrada pelo telescópio Hubble; morte da estrela ocorreu entre 10 e 20 mil anos

Leticia Riente, editado por Fabiana Rolfini

Olhar Digital

Nasa divulgou no fim do mês passado uma foto que impressiona: um rastro de luz da explosão de uma supernova que continua a crescer em velocidades surpreendentes. Trata-se da imagem de uma pequena seção da onda de explosão da supernova Cygnus. O fenômeno foi registrado pelo telescópio espacial Hubble.

estrela que originou a explosão está localizada na constelação norte de Cygnus, a cerca de 2,4 mil anos-luz de distância. Ela tinha pelo menos 20 vezes mais massa do que o Sol que conhecemos. De acordo com a própria Nasa, o provável é que a explosão da supernova tenha ocorrido entre 10 e 20 mil anos.

Hoje, a supernova cobre uma área 36 vezes maior do que a Lua cheia. Desde a explosão, o remanescente se expandiu 60 anos-luz de seu centro e continua crescendo a 350 quilômetros por segundo.

Reprodução

A explosão de supernovas pode emitir luzes, que com sorte, possuem chance de serem registradas. Créditos: Nasa Images / Shutterstock

O que pode ser visto na foto é o resultado da interação do material ejetado na explosão com o material interestelar de baixa densidade. Varrido pela onda de choque, forma-se um véu que apresenta uma estrutura bem distinta.

Comparação com Nexus

Os fãs da franquia Star Trek, mais especificamente do filme Generations, compararam a imagem registrada pelo telescópio espacial Hubble ao reino perfeito do filme, o Nexus. Isto porque na ficção, Nexus é representado por uma fita de energia, assim como a explosão da supernova Cygnus. No longa, o reino existe fora do espaço-tempo normal.

Resumidamente, a ideia de Nexus é que se você estivesse dentro dele, estaria em um mundo perfeito e idealizado. Já pensou a Cygnus nos surpreender desta maneira e ser muito mais do que uma simples supernova?

Supernova de Kepler

Outra supernova que chamou atenção dos fãs de astronomia nos últimos dias foi a da estrela Kleper. O assunto voltou à tona depois que astrônomos da Universidade do Texas descobriram que mesmo depois de 416 anos, a explosão ocorrida em 1604 continua em movimento e crescendo no espaço a uma velocidade de 8,7 mil quilômetros por segundo.

A supernova de Kepler ocorreu quando uma anã branca em um sistema binário (formado por duas estrelas) “canibalizou” a massa de sua companheira ao ponto de se tornar instável e explodir.

Via: Science Alert

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

contato@encartenoticias.com
jencartnoticias@gmail.com