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NUVEM DE TAGS

Facebook perdeu R$ 435 milhões só em publicidade após queda

Kaique Lima  

Olhar Digital

O Facebook já não era a empresa mais bem vista pela opinião pública por conta dos diversos escândalos de privacidade envolvendo a empresa. Em geral, essa imagem ruim não afetava os ganhos financeiros da empresa, mas as coisas foram diferentes com a queda desta segunda-feira (4).

Além da queda da fortuna pessoal do CEO da empresa, Mark Zuckerberg, que perdeu em torno de US$ 7 bilhões (cerca de R$ 38 bilhões), estima-se que a empresa tenha perdido mais ou menos US$ 80 milhões (cerca de R$ 435 milhões) só em receitas de publicidade enquanto ficou fora do ar.

Como o valor foi estimado?

A revista Fortune e a agência de checagem Snopes, ambas dos EUA, tomaram como base os números divulgados pela empresa no relatório de lucros do primeiro trimestre para a estimativa. Neste período, o Facebook diz ter arrecadado US$ 29 bilhões (cerca de R$ 153 bilhões)  em receitas de publicidade.

Usando a matemática básica aqui, isso significa que o Facebook fatura US$ 13,3 milhões por hora (R$ 72,5). Como a paralisação durou em torno de seis horas, chegamos a perdas que beiram os US$ 80 milhões, isso levando em consideração apenas o período em que nada estava funcionando.

As perdas em receita de publicidade, porém, não foram a única dor de cabeça para o Facebook do ponto de vista financeiro. A empresa perdeu cerca de 5% do valor de mercado na bolsa da Associação Nacional de Corretores de Títulos de Cotações Automáticas de Nova York (Nasdaq).

Queda generalizada

O Facebook apresentou uma série de instabilidades nesta terça-feira (4) e ficou fora do ar entre mais ou menos entre às 13h e às 19h. O WhatsApp e o Instagram, que também pertencem ao conglomerado de Mark Zuckerberg, também ficaram fora do ar este tempo todo.

Durante todo o dia, várias especulações tomaram as redes sociais (pelo menos as que continuaram ativas) sobre qual seria a motivação para a queda generalizada. Executivos da empresa, como o Diretor de Tecnologia, Mike Schroepfer, e até mesmo Mark Zuckerberg, se desculparam pelo ocorrido.

Pedidos de desculpa

Schroepfer usou o Twitter para pedir “sinceras desculpas” a todos os afetados pela interrupção. Já Zuckerberg, que não tem Twitter, se pronunciou apenas após a volta do Facebook. O posicionamento oficial da empresa sobre o ocorrido, porém, só saiu quando já era madrugada aqui no Brasil.

Em nota, o Facebook declarou que a instabilidade foi resultado de uma alteração na configuração dos roteadores da empresa. A companhia, porém, negou a possibilidade de ataque hacker ou qualquer vazamento de dados dos usuários.

Via: CNet

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Cientistas descobrem vírus até então desconhecido que causa infecções no Japão

Lucas Soares 

Olhar Digital

Um vírus, até então desconhecido, foi identificado no Japão. Entre 2014 e 2020 foram registradas infecções pelo patógeno transmitido através de um carrapato. Os pacientes contaminados sofrem com uma redução no número de plaquetas e glóbulos brancos no sangue e o principal sintoma é a febre alta.

Nos últimos anos o vírus passou a ser estudado com mais atenção até que pesquisadores conseguiram coletar amostras de sangue de pacientes infectados nos últimos dois anos na ilha de Hokkaido. Com isso, foi possível descobrir que se tratava de um novo vírus do gênero Orthonairovirus.

“Todos os casos de infecção do vírus Yezo que conhecemos até agora não se transformaram em fatalidades, mas é muito provável que a doença seja encontrada fora de Hokkaido, por isso precisamos investigar com urgência sua disseminação”, disse Keita Matsuno, chefe do estudo.

Novo vírus no Japão

O trabalho feito por cientistas da Universidade de Hokkaido foi publicado na revista Nature Communications. O vírus agora é conhecido como Yezo. Segundo a publicação, ele é semelhante a outros dois patógenos: Sulina e Tamdy. Esses últimos foram encontrados na Romênia e no Uzbequistão.

A contaminação pelo novo vírus ocorre após o carrapato morder um animal infectado e depois um humano. Amostras do Yezo foram localizadas em cervos e texugos, além de espécies populares de carrapatos de Hokkaido.

“O vírus Yezo parece ter estabelecido sua distribuição em Hokkaido (Japão), e é altamente provável que o vírus cause a doença quando é transmitido a humanos por animais por meio de carrapatos”, completou Matsuno.

O estudo ainda diz que pelo menos sete pessoas foram contaminadas pelo vírus no Japão desde 2014. Não foram registradas mortes pela doença.

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Como dormir melhor durante o período de pandemia e evitar o ‘jet leg social’?

Gabriela Bulhões 

Olhar Digital

Se você trabalha em casa e não consegue dormir, pode ser por conta de seus ritmos circadianos estejam fora de sincronia na pandemia, indica um novo estudo. Isso porque o ciclo de sono-vigília pode estar fora de sintonia, de acordo com Randy Nelson, diretor do Centro da Universidade de West Virginia para Pesquisa e Educação Básica em Neurociência.

Segundo Nelson em um comunicado à imprensa da universidade, “durante o curso da evolução, o ritmo temporal de nosso planeta em rotação foi internalizado em nossos corpo” e então, todos os organismos do planeta têm relógios biológicos internos autossustentáveis.

Desta forma, nossos os aspectos de fisiologia e comportamento, variando do sono à secreção de hormônios , à regulação da temperatura corporal, metabolismo e ingestão de alimentos, são mediados por nossos relógios internos.

“Além das viagens a jato e da exposição noturna à luz artificial, uma maneira comum de prejudicarmos o funcionamento de nossos relógios internos é chamada de ‘jet lag social’. O jet lag social é a fase de atraso em seu relógio interno e sono que ocorre quando você fica acordado até tarde nas noites de sexta e sábado para socializar e depois dorme nos dias seguintes para recuperar o atraso “, explicou Nelson.

Sendo assim, ao realizar a transição do trabalho de casa para o retorno ao escritório, requer uma mudança nos horários para permitir a preparação e também o deslocamento: “A chave para uma boa higiene circadiana é a consistência no funcionamento diário.”

Como dormir melhor na pandemia?

Além disso, ele recomendou deixar o quarto totalmente escuro (durante o dia, se você estiver trabalhando no turno da noite) e assim, iluminar o local de trabalho durante o dia (ou se for no turno da noite). Ou seja, acompanhe os ciclos naturais do dia e da noite em casa e no escritório.

“Se possível, obtenha mais de 30 minutos de exposição à luz solar pela manhã [dê uma caminhada ou corra]. Use iluminação forte durante o dia para imitar a luz do dia e use cortinas blackout ou uma máscara para dormir à noite”, concluiu Nelson.

Fonte: Medical Xpress

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Falha interna derrubou redes, diz Facebook

Plataforma informou que houve um erro durante alteração em suas configuração.

Por g1

Facebook diz que mudanças na configuração de roteadores que coordenam tráfego de dados causaram pane global

O Facebook divulgou nota no final da noite desta segunda-feira informando que o apagão global de mais de seis horas em suas redes, que incluem o Whatsapp e o Instagram, foi uma falha interna: um defeito durante alteração em suas configurações. A plataforma informou também que não houve um ataque hacker nem vazamento de dados de usuários.

“Queremos esclarecer que acreditamos que a causa da queda foi uma mudança de configuração”, afirmou a empresa.

De acordo com o Facebook, a falha ocorreu durante uma mudança numa estrutura que coordena o tráfego entre seus centros de dados, o que gerou um efeito cascata que interrompeu a comunicação e fez com que outros centros fossem afetados.

O Facebook também utilizou a nota para pedir desculpas aos usuários pelo apagão.

“A todas as pessoas e empresas que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de nossas plataformas”.

A empresa não especificou quem executou a alteração na configuração e se essa mudança estava planejada.

Leia a nota do Facebook:

A todas as pessoas e empresas em todo o mundo que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de hoje em nossas plataformas. Temos trabalhado o máximo que podemos para restaurar o acesso e nossos sistemas estão funcionando novamente. A causa subjacente dessa interrupção também afetou muitas das ferramentas e sistemas internos que usamos em nossas operações diárias, complicando nossas tentativas de diagnosticar e resolver o problema rapidamente.

Nossas equipes de engenharia aprenderam que as alterações de configuração nos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam essa comunicação. Essa interrupção no tráfego de rede teve um efeito cascata na maneira como nossos data centers se comunicam, interrompendo nossos serviços.

Nossos serviços estão novamente online e estamos trabalhando ativamente para devolvê-los totalmente às operações regulares. Queremos deixar claro neste momento que acreditamos que a causa raiz dessa interrupção foi uma alteração de configuração com defeito. Também não temos evidências de que os dados do usuário tenham sido comprometidos como resultado desse tempo de inatividade.

Pessoas e empresas em todo o mundo confiam em nós todos os dias para se manterem conectadas. Entendemos o impacto que interrupções como essas têm na vida das pessoas e nossa responsabilidade em mantê-las informadas sobre interrupções em nossos serviços. Pedimos desculpas a todos os afetados e estamos trabalhando para entender mais sobre o que aconteceu hoje para que possamos continuar a tornar nossa infraestrutura mais resiliente.

A nota foi assinada por Santosh Janardhan, engenheiro de infraestrutura.

Erro interno

A Reuters informou que funcionários da plataforma que não quiseram ser identificados disseram anteriormente que acreditavam que a interrupção foi causada por um erro interno no modo como o tráfego da Internet é roteado para seus sistemas.

As falhas nas ferramentas de comunicação interna e outros recursos que dependem dessa mesma rede para funcionar agravam o erro, disseram esse funcionários.

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WhatsApp fora do ar! Instagram e Facebook também caem nesta segunda-feira (4)

Lyncon Pradella  

Olhar Digital

O WhatsApp, o Facebook e o Instagram estão fora do ar nesta segunda-feira (4). Todas as redes sociais são da responsabilidade do bilionário Mark Zuckerberg. De acordo com o DownDetector, usuários das três redes sociais relataram problemas com as plataformas por volta das 12h40.

Em nota oficial, o Facebook reconheceu a queda e disse que ainda investiga o caso. “Estamos cientes de que as pessoas estão tendo dificuldade para acessar nossos aplicativos e produtos. Estamos trabalhando para que tudo volte ao normal o quanto antes”.

Whatsapp
Facebook
Instagram

A queda das três frentes do Facebook repercutiu tanto no Twitter, rede social “rival”, que “WhatsApp” e “Zuckerberg” estão entre os três primeiros trendings da plataforma.

Recentemente, o Facebook e seu dono Mark Zuckerberg vêm sofrendo com problemas judiciais por não garantirem segurança necessária para seus usários.

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Em 2021, investimento em startups no Brasil triplica e bate recorde, segundo KPMG

Gabriela Bulhões  

Olhar Digital

Em 2021, as startups brasileiras receberam um valor de R$ 33,5 bilhões em investimento nos primeiros nove meses. Isso significa mais de três vezes o valor registrado no mesmo período de 2020. O recorde foi apurado pela consultoria KPMG em parceria com a ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital).

Com isso, foram considerados valores investidos e anunciados pelos fundos de capital de risco, os quais se dedicam a startups que já estão no mercado. O cenário ocorre ao mesmo tempo em que os voltados a empresas mais velhas e de capital fechado tiveram queda de 27%, acumulando R$ 4,5 bilhões nos primeiros nove meses do ano.

Além disso, a KPMG e a ABVCAP identificaram 226 operações de janeiro a setembro deste ano em startups, comparado a 147 em 2020. O investimento foi de cerca de R$ 130,7 milhões no último trimestre, o que representa 63% a mais do que no mesmo período do ano anterior.

O gerente de estudos da ABVCAP, Márcio Barea, informou que algumas operações que são consideradas mega rounds de investimento, superiores a R$ 1 bilhão, ajudaram a elevar o patamar dos investimentos e startups no Brasil.

Também há outro fator que impacta o mercado que é a desvalorização do real em relação ao dólar. De acordo com Barea, isso acontece por tornar o investimento mais barato para fundos estrangeiros, que estão atuando em peso no Brasil.

Tirando o avanço das startups, ele também disse que há uma concentração dos investimentos no setor de fintechs e de empresas de software que atuam em vários variados. Tanto que a pandemia acelerou a criação de novos negócios e fez com que crescesse o segmento de ecommerce.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Fósseis de dinossauro de 65 milhões de anos são encontrados em obras de rodovia em Marília/SP

Kaique Lima 

Olhar Digital

Fósseis de um dinossauro que viveu há cerca de 65 milhões de anos foram encontrados em uma obra no interior de São Paulo. Funcionários que trabalhavam na duplicação da Rodovia SP-333 encontraram partes do fêmur e da costela do animal na altura do km-341, em Marília.

O fêmur do animal tem cerca de 50 centímetros e foi encontrado por funcionários da concessionária Entrevias, que é quem cuida da manutenção da estrada. O fóssil estava a cerca de cinco metros de profundidade e foi visto durante as escavações para construção de um talude às margens da pista.

A retirada foi feita por técnicos de engenharia, meio ambiente e geologia. Todo o processo de remoção do fóssil do dinossauro levou cerca de uma hora. Por sorte, as obras não precisaram ser paralisadas. Depois da retirada, foram feitas outras buscas na tentativa de encontrar outros fragmentos.

Mais fragmentos

Foi aí que os pesquisadores Willian Nava, responsável pelo Museu de Paleontologia de Marília, e o geólogo Nilson Bernardi, da empresa que faz o monitoramento paleontológico do trecho da SP-333, conseguiram encontrar o fragmento da costela do dinossauro com cerca de 45 centímetros.

Segundo os pesquisadores, os fósseis pertencem a um Titanossauro, animal do período Cretáceo, que viveu há cerca de 65 milhões de anos, onde hoje é a América do Sul. Esses animais eram herbívoros e tinham entre 9 e 12 metros de comprimento, podendo pesar até 13 toneladas.

Escala de grandeza

Para efeito de comparação, o maior animal terrestre vivo, o elefante africano, tem “apenas” 3,4 metros de comprimento em sua fase adulta e pesa, em média, seis toneladas.  Em entrevista ao portal UOL, Navas defendeu que mais fragmentos devem ser encontrados durante as obras da SP-333.

Agora, os fósseis do dinossauro, que foram encontrados no último dia 24 de setembro, estão no Museu de Paleontologia de Marília, onde passarão por um processo de limpeza e, posteriormente, serão expostas ao público.

Em decorrência de uma reforma, o museu está fechado para a população no momento. A previsão de reabertura é para o primeiro trimestre de 2022.

Via: UOL

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Google desiste da ideia de virar um banco digital

Tissiane Vicentin  

Olhar Digital

ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está tentando de todas as maneiras retomar seu perfil no Twitter. Desta vez, esse recorreu a um juiz federal, solicitando que o magistrado obrigue a rede social a aceitá-lo de volta à plataforma.

O Twitter baniu permanentemente a conta de Trump em janeiro deste ano, porque a plataforma entendeu que a conta @RealDonaldTrump promovia “risco de mais incitação à violência”. O ato se deu após a invasão de apoiadores do presidente ao Capitólio, em Washington, durante as eleições presidenciais de 2021, que resultaram na eleição do democrata Joe Biden.

Como argumento, o ex-presidente afirma que o Twitter foi “coagido por membros do Congresso dos Estados Unidos” para suspender a conta e que a proibição violaria a Primeira Emenda e a nova lei de mídia social da Flórida.

Vale lembrar que a iniciativa do Twitter não foi a única. Depois de banir o ex-presidente, o Facebook seguiu os passos da plataforma vizinha e também bloqueou Trump não apenas da sua plataforma homônima, como também do Instagram – rede social que pertence ao mesmo grupo.

A Twitch foi outra das redes sociais que bloqueou o ex-presidente após o episódio ocorrido no Capitólio. Os motivos foram similares: incitação à violência.

“Devido ao ataque chocante de ontem ao Capitólio, desativamos o canal Twitch do presidente Trump”, disse à época um porta-voz da empresa, em um comunicado. “Dadas as atuais circunstâncias extraordinárias e a retórica inflamatória do presidente, acreditamos que este é um passo necessário para proteger nossa comunidade e evitar que Twitch seja usado para incitar mais violência.”

As redes sociais são reconhecidamente ferramentas que auxiliam na divulgação de propostas e de posicionamentos políticos, tendo elas desempenhado papel crucial em diversas eleições.

O Twitter também foi essencial para Trump conseguir alcançar apoiadores durante sua presidência, bem como durante as eleições de 2016 e 2020.

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Google desiste da ideia de virar um banco digital

Por Kaique Lima, editado por Tissiane Vicentin  

Olhar Digital

O Google desistiu oficialmente da ideia de ser uma espécie de banco digital e gerenciar as contas dos seus usuários por meio do aplicativo de pagamentos Google Pay. O recuo se dá alguns meses após a saída do executivo Caesar Sengupta, que liderava a entrada da empresa no mercado bancário.

Os planos do Google de se tornar um banco digital vinham desde 2019 sendo anunciados e adiados posteriormente. A promessa da empresa era de uma grande reformulação no Google Pay, que permite aos usuários realizar pagamentos usando seus smartphones.

Reformulações do Google Pay

Após uma grande ampliação em 2020, o Google firmou uma parceria com diversos bancos e instituições financeiras fora do Brasil, com destaque para o Citibank. A parceria consiste na criação de uma modalidade de conta sem taxas de manutenção e com juros menores para financiamentos.

Porém, a empresa queria ir além e dar uma melhor experiência aos seus usuários para serviços bancários móveis. Para isso, o Google pretendia utilizar sua robusta estrutura de software e recursos de inteligência artificial, porém, agora, a ideia foi oficialmente engavetada.

Melhor ser consultor

Em nota, um porta-voz da empresa disse que os trabalhos em parceria com bancos tradicionais deram à empresa o entendimento de que a demanda por pagamentos digitais simplificados é bastante ampla. Porém, seria mais interessante investir em capacitação digital para instituições financeiras.

Em outras palavras, o Google deu a entender que é melhor estar nesse mercado como uma espécie de consultor do que como o banco digital e provedor de fato dos serviços. Além disso, alguns players importantes, como Apple e Samsung, já estão bastante estabelecidas neste mercado.

A marca da maçã, por exemplo, possui um cartão de crédito próprio desde 2019, em uma parceria com o banco Goldman Sachs, que não opera aqui no Brasil. Os sul-coreanos, por sua vez, lançaram o cartão de crédito premium por aqui em parceria com o banco Itaú.

Via: CNet

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Criptomoedas: Câmara endurece lei contra lavagem de dinheiro com ativos digitais

Gabriel Sérvio  

Olhar Digital

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (29) um projeto de lei (PL 2303/15) que endurece a pena contra os crimes de lavagem de dinheiro envolvendo criptomoedas — no mesmo dia também foi aprovada a regulamentação do uso de IA no Brasil.

Atualmente, a pena para lavagem de dinheiro é: reclusão de três a dez anos e multa. Com a mudança, além da multo, a pena aumenta para reclusão de quatro a dezesseis anos e oito meses.

“Esta é uma matéria que interessa a vários brasileiros envolvidos hoje em investimentos. Temos muitos presos por crimes que vêm das questões das moedas virtuais e do comércio com esta nova tecnologia”, observou o relator.

O texto aprovado esta semana em plenário também criou uma definição do que é um ativo virtual.

Definição de ativo virtual

O texto define um ativo virtual como “a representação digital de um determinado valor que pode ser negociado ou transferido por meios eletrônicos e utilizado para realização de pagamentos ou investimentos”.

Ficam de fora dessa categoria: moeda nacional e moedas estrangeiras; moeda eletrônica prevista na legislação (reais mantidos em meio eletrônico, em bancos e outras instituições); instrumentos que ofereçam benefícios ao titular, como, por exemplo, pontos e recompensas de programas de fidelidade e ativos cuja emissão, escrituração, negociação ou liquidação esteja prevista em lei, como valores mobiliários e ativos financeiros.

Criptomoedas e pirâmides financeiras

O autor do PL, o deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), ressaltou que só no estado do RJ, mais de 300 mil pessoas já foram lesadas por uma pirâmide financeira envolvendo criptomoedas. “Com a falta de regulamentação, as pessoas não têm a quem recorrer. Fica um mercado no escuro”, avalia o parlamentar que celebrou a aprovação do projeto.

Aureo também afirmou que o relatório garante que o Brasil se torne um celeiro para investidores e não deixe impune quem se aproveita das criptomoedas para cometer crimes: “O mercado vai avançar e se ajustar no Brasil. Não vai ter mais aproveitadores utilizando a tecnologia”, conclui.

Crime de fraude

Já o crime de fraude envolvendo ativos virtuais ficou definido como: organizar, gerir, ofertar ou intermediar operações envolvendo ativos virtuais com o fim de obter vantagem ilícita, induzindo (ou mantendo) alguém ao erro.

A pena é de reclusão de quatro a oito anos e multa. Caso uma prestadora de serviços envolvendo criptomoedas opere sem autorização, essa empresa também estará cometendo um crime financeiro, com previsão de reclusão de um a quatro anos e multa.

O texto diz que essas empresas deverão seguir normas de operações, como a identificação dos clientes e manutenção de registros.

Por fim, as prestadoras terão um prazo de 180 dias para se adequar às normas. Ainda segundo o texto, a prestação de serviços envolvendo ativos digitais deve respeitar algumas diretrizes, como: livre iniciativa e livre concorrência; boas práticas de governança e abordagem baseada em riscos; segurança da informação e proteção de dados pessoais; proteção e defesa de consumidores e usuários; prevenção à lavagem de dinheiro.

Créditos da imagem principal: Wit Olszewski/Shutterstock

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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