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Bug no Messenger permitia invasor usar celular de vítima como escuta

Vulnerabilidade permitia usar as chamadas de voz do aplicativo para ouvir o que acontecia perto do celular antes de a vítima atender à ligação

Renato Santino 

Olhar Digital

Facebook revelou nesta quinta-feira (19) que solucionou um bug seriíssimo no Messenger, que permitia que um usuário escutasse tudo que acontece ao redor do celular de outra pessoa por algum tempo. A vulnerabilidade, na prática, permitia transformar o smartphone Android da vítima em uma escuta por um período.

Como informa o Bleeping Computer, a falha residia no sistema de chamadas de voz do Messenger. Ao enviar uma mensagem específica enquanto o aplicativo ainda está chamando, o sistema se confundia e começava a reproduzir o áudio da outra ponta antes de a chamada ser atendida, o que é uma violação grave de privacidade.

A vulnerabilidade foi relatada pelo Project Zero, a unidade do Google que busca descobrir falhas de segurança em aplicativos de outras empresas. Natalie Silvanovich, pesquisadora responsável pela descoberta, destaca que o método poderia ser usado por alguém mal intencionado para monitorar os arredores da pessoa para quem ele estava ligando antes que ela tivesse a oportunidade de atender a ligação.

A vulnerabilidade foi descoberta na versão 284.0.0.16.119 do Messenger para Android no mês passado. A falha, no entanto, não poderia ser explorada “por acaso”, exigindo uma série de comandos para preparar o terreno para poder ativá-la e poder escutar a pessoa do outro lado. O Facebook, após alertado, solucionou a brecha.

Por ter alertado o Facebook da falha, Silvanovich recebeu uma recompensa de US$ 60 mil. No entanto, ela não pretende ficar com o dinheiro, e doará a quantia em sua totalidade para a GiveWell Maximum Impact Fund, uma organização sem fins lucrativos que distribui os fundos recebidos a fundações beneficentes. Diante da ação, o Facebook decidiu igualar a doação, de forma que a GiveWell receberá um total de US$ 120 mil.

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Robô aspirador pode se transformar em aparelho de espionagem

Ataque usa o sensor Lidar do eletrodoméstico para mapear as vibrações causadas pelas ondas sonoras em objetos num ambiente, que podem ser transformadas em som

Rafael Rigues 

Olhar Digital

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Maryland (EUA) e da Universidade Nacional de Singapura desenvolveu uma forma engenhosa de implantar uma escuta em um ambiente sem chamar a atenção: usando um aspirador de pó robótico.

Estes equipamentos tem um sensor chamado Lidar, uma espécie de “radar laser” que é usado para fazer um mapa tridimensional de um ambiente. Os cientistas adaptaram uma técnica usada pela CIA durante a Guerra Fria, quando espiões apontavam um Laser para uma janela e analisavam as distorções no reflexo para reconstruir as ondas sonoras e ouvir as conversas.

O problema é que um Lidar se move constantemente, “varrendo” o ambiente, em vez de ficar apontado para um ponto fixo. Para resolver o problema os pesquisadores modificaram o firmware de um aspirador da Xiaomi chamado Roborock, para permitir que ele seja focado em um único ponto, como uma lata de lixo, de onde pode captar as vibrações causadas pelas ondas sonoras.

Como o Lidar de um aspirador de pó é fraco, os dados coletados tem que ser enviados para um servidor remoto, onde o sinal pode ser processado e amplificado até que seja compreensível por um observador humano. Os pesquisadores afirmam que conseguiram gravar e obter dados “com 90% de precisão” usando o sensor do aparelho da Xiaomi.

Reprodução

Diagrama do ataque LidarPhone, que usa um aspirador de pó robótico para monitorar um ambiente. Imagem: Reprodução

O ataque, batizado de LidarPhone (combinação de Lidar e “Microphone”) foi testado em múltiplos objetos, variando a distância entre eles e o robô, bem como a distância entre a origem do som e o objeto.

Segundo os pesquisadores, a técnica poderia ser usada para indentificar o gênero dos participantes de uma conversa, ou até mesmo descobrir sua orientação política analisando a trilha sonora dos noticiários em uma TV ligada.

Mas os proprietários de robôs domésticos não precisam se preocupar. O LidarPhone, por enquanto, existe apenas no meio acadêmico, e para ter sucesso depende de uma série de pré-requisitos que seriam impraticáveis no mundo real.

A pesquisa pode, entretanto, ser útil para os fabricantes dos robôs, que poderão adotar medidas para impedir o ataque. Uma delas, sugerida pelos pesquisadores, é bastante simples: desativar o Lidar se ele não estiver girando.

Fonte: ZDNet

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Ataque ao portal do TSE nas eleições também divulgou dados de 2020

Inicialmente, a suspeita era que apenas informações de 2001 a 2010 teriam sido expostas, mas nova investigação também apontou registros deste ano

Leticia Riente, editado por Fabiana Rolfini 

Olhar Digital

Mais detalhes sobre o ataque cibernético e o vazamento de dados sofrido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último domingo (15) continuam surgindo. Desta vez, a Polícia Federal, em parceria com o próprio órgão eleitoral, concluiu que o ataque foi maior que o divulgado inicialmente. Acreditava-se que apenas dados de 2001 a 2010 tivessem sido expostos, mas a novidade é que informações de 2020 também foram acessadas.

Foram comprometidos dados de funcionários do Tribunal, como endereços e telefones cadastrados no Portal do Servidor. A suspeita é que a invasão aos sistemas do TSE, estes que não têm vínculo com os sistemas que nortearam as eleições municipais no primeiro turno, tenham sido invadidos antes de 1º de setembro. Isto porque o material divulgado não mostra informações registradas depois deste período.

Além deste ataque, outra tentativa de invasão foi registrada pelo TSE no domingo, mas segundo o Tribunal, o possível ataque foi frustrado e múltiplos acessos já foram identificados vindos do BrasilNova Zelândia e Estados Unidos.

O caso

Apesar de anunciar durante a semana passada que não havia sido alvo de ataques virtuais, o TSE viu hackers vazarem uma série de informações internas do Tribunal para demonstrar vulnerabilidade. O vazamento foi exposto por um grupo que se intitula como CyberTeam. Segundo o grupo, a exposição das informações não tem necessariamente uma mensagem política, e é apenas uma forma de desmentir o Tribunal.

“A segurança do TSE foi comprometida logo após ser anunciado que a segurança tinha sido reforçada devido ao ataque efetuado no STJ e nos outros domínios do Ministério da Justiça. Isso só prova que os gastos milionários do governo, não serviram para p* nenhuma”, disse o grupo ao Olhar Digital.

Cabe destacar que as invasões não possuem, até agora, relação direta com o atraso de duas horas e meia para a divulgação do resultado das eleições 2020. Sobre isso, o TSE disse que o supercomputador da Oracle, que cuidou da soma dos votos, não pôde ser treinado o suficiente antes do pleito, sendo sobrecarregado durante a contagem. De qualquer forma, o órgão assegura os números e a segurança da votação.

Fonte: G1

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Facebook identifica 22,1 milhões de conteúdos com discurso de ódio no 3º trimestre de 2020

Relatório de transparência da rede social indicou que, a cada 10 mil visualizações de publicações, em todo o mundo, 10 a 11 delas continham algum material do tipo.

Por G1

Facebook disse que identificou, ao redor do mundo, 22,1 milhões de conteúdos com discurso de ódio durante o 3º trimestre de 2020, e que para cada 10 mil visualizações de conteúdo, 10 a 11 delas continham algum material do tipo.

Os dados estão no Relatório de Transparência dos Padrões de Comunidade divulgados nesta quinta-feira (19).

No Instagram, aplicativo que também faz parte do Facebook, foram mais 6,5 milhões de conteúdos com discurso de ódio identificados durante o período.

Cerca de 95% das peças foram encontradas de forma “proativa”, segundo a companhia – quando uma inteligência artificial é capaz de rotular a publicação ou comentário antes de alguém fazer uma denúncia.

Em junho, centenas de anunciantes suspenderam seus anúncios publicitários no Facebook em meio à campanha “Stop Hate for Profit” (“Dê um Basta no Ódio por Lucro”, em tradução livre), alegando que a rede deveria fazer mais para acabar com o ódio e a desinformação em sua plataforma.

Celebridades, como Kim Kardashian, Leonardo DiCaprio e Katy Perry, deixaram de usar Facebook e Instagram por 24 horas em setembro para enviar uma mensagem semelhante.

Prevalência do discurso de ódio

Pela primeira vez, o relatório traz dados sobre a prevalência do discurso de ódio no Facebook em todo o mundo.

Esse número estima a porcentagem de vezes que as pessoas veem um conteúdo que estão fora das regras da rede social.

O cálculo é feito com base em uma amostra do conteúdo visto no Facebook, e quantos deles violam as políticas de discurso de ódio da companhia.

Os dados indicam que a prevalência de discurso de ódio está entre 0,10% a 0,11% – para cada 10 mil visualizações de conteúdo, em todo o mundo, 10 a 11 delas continha algum conteúdo do tipo.

Essa estimativa considera que uma publicação pode ser vista muitas vezes em um curto espaço de tempo, enquanto outra pode permanecer no ar por mais tempo, e ser vista por poucas pessoas.

Números

Durante o 3º trimestre de 2020, o Facebook identificou e tomou alguma ação (como remoção ou redução de alcance), em todo o mundo, em:

  • 22,1 milhões de peças de conteúdo de discurso de ódio;
  • 19,2 milhões de peças de conteúdo violento e gráfico (foram 15 milhões no segundo trimestre);
  • 12,4 milhões de peças conteúdo de nudez infantil e conteúdo de exploração sexual (9,5 milhões no segundo trimestre);
  • 3,5 milhões de conteúdos de bullying e assédio (2,4 milhões no segundo trimestre).

O relatório também aponta os números do Instagram:

  • 6,5 milhões de peças de conteúdo de discurso de ódio (3,2 milhões no segundo trimestre);
  • 4,1 milhões de peças de conteúdo violento e gráfico (3,1 milhões no segundo trimestre);
  • 1 milhão de peças de nudez infantil e conteúdo de exploração sexual (481.000 no segundo trimestre);
  • 2,6 milhões de conteúdos de intimidação e assédio (2,3 milhões no segundo trimestre);
  • 1,3 milhão de conteúdos de suicídios e automutilação (277.400 no segundo trimestre).

O Facebook atribui o aumento nos números de detecção de conteúdo às ferramentas de inteligência artificial que realizam parte da moderação em seus aplicativos.

Um comunicado da companhia diz que, atualmente, a inteligência artificial identifica 94,7% do discurso de ódio removidos – no ano passado, esse número era de 80,5%, e em 2017 era de 24%.

A companhia é alvo de críticas por algumas decisões de moderação e pela demora na remoção de publicações, em casos nos quais os sistemas automatizados não são capazes de identificar se um conteúdo viola as regras – por conta de contextos culturais, por exemplo.

O Facebook disse que expandiu as regras, e criou um conselho de supervisão para revisar as práticas de moderação que começou a funcionar em outubro.

Em setembro, um grupo lançou um “conselho alternativo”, com a intenção de pressionar a companhia a agir mais rapidamente.

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Cientistas detectam transmissão entre humanos de vírus letal na Bolívia

‘Vírus de Chapare’ se transmite por fluidos corporais e pode chegar até humanos por meio de ratos

Renato Santino 

Olhar Digital

Com a Covid-19, o mundo percebeu a importância de detectar ameaças virais cedo, antes de elas se tornarem um risco global. Pesquisadores do Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, em um destes esforços, detectaram uma família de vírus que circula na Bolívia capaz de causar uma doença letal e que tem potencial de transmissão de humano para humano.

A boa notícia, no caso, é que o vírus, da família arenavírus, não é transmitido pelo ar, como a Covid-19, então sua transmissão é mais complexa e mais fácil de ser controlada. Ainda assim, a doença causada pela infecção pode ser grave, causando febres hemorrágicas ao estilo do Ebola.

O estudo aponta para um evento em 2019 na Bolívia, na cidade de La Paz, em que dois pacientes acabaram transmitindo a doença para três trabalhadores no hospital. Entre os cinco contaminados, três acabaram morrendo: um paciente e dois funcionários.

Até hoje, só um surto com esse tipo de arenavírus foi registrado na cidade de Chapare, a cerca de 600 quilômetros de La Paz, no ano de 2004, como relata o site The Guardian. Por esta razão, o vírus ficou conhecido como “Vírus de Chapare”.

Pelo que se sabe até o momento, ratos são os vetores do vírus até os humanos, e o que não se sabia é se pessoas contaminadas poderiam transmitir para outras. O que se descobriu é que a transmissão se dá por fluidos corporais, e não pelas vias respiratórias.

Entre os sintomas da contaminação pelo vírus de Chapare experimentados pelos pacientes acompanhados estão dores abdominais, vômitos, sangramento nas gengivas, irritações na pele e dores atrás dos olhos. Não há um tratamento específico, apenas suporte ao paciente.

Os pesquisadores também notam que é possível que a doença tenha circulado sem ser detectada pela região por um bom tempo, já que ela conta com alguns sintomas em comum com a dengue. Após a identificação do vírus, também conseguiram desenvolver rapidamente um teste para diagnóstico.

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Mineral descoberto na Rússia pode ser usado em baterias recarregáveis

A petrovita tem uma estrutura porosa, por onde átomos de sódio podem se locomover

Vinicius Szafran, editado por Daniel Junqueira 

Olhar Digital

Quanto mais o tempo passa, mais fica evidente que conhecemos muito superficialmente nosso planeta. Existem inúmeras espécies de plantas e animais que nunca vimos, e pode ser que demoremos a encontrar – isso se as encontrarmos em algum momento. O mesmo também pode ser dito de minerais, e um bom exemplo disso vem da Rússia.

Uma equipe de pesquisa liderada por Stanislav Filatov, especialista em cristais (cristalógrafo) da Universidade de São Petersburgo, encontrou uma nova integrante para o mundo dos minerais: a petrovita. Além de ser bonita de se ver, a petrovita pode impulsionar avanços em baterias de última geração.

O mineral azul brilhante foi descoberto em uma paisagem vulcânica, formada por grandes erupções ocorridas nas décadas de 1970 e 2010 na Península de Kamchatka, na Rússia. “Este território é único em sua diversidade mineralógica”, disse a universidade em comunicado divulgado nesta terça-feira (17). “Nos últimos anos, pesquisadores descobriram dezenas de novos minerais aqui, muitos dos quais são únicos no mundo”.

A petrovita foi nomeada em homenagem a outro cristalógrafo da Universidade de São Petersburgo, o também russo Tomas Petrov. A equipe publicou um estudo sobre a petrovita na revista Mineralogical Magazine em outubro deste ano.

Esse é um mineral particularmente interessante porque é um tanto quanto esquisita em sua composição e estrutura. “O mineral consiste em átomos de oxigênio, enxofre de sódio e cobre, que formam uma estrutura porosa”, explicam os pesquisadores. “Os vazios estão conectados uns aos outros por canais, através dos quais átomos de sódio relativamente pequenos podem se mover”.

Reprodução

Petrovita é um mineral azul e poroso. Imagem: Universidade de São Petersburgo/Divulgação

Essa característica peculiar indica que a petrovita pode ser útil como um componente das baterias de íon de sódio, um tipo de bateria recarregável que futuramente pode ser uma alternativa às baterias de íon de lítio, muito usadas hoje em dia.

A petrovita nasceu em uma região ardente da floresta, mas Filatov acredita que os cientistas podem tentar sintetizar um composto com a mesma estrutura em laboratório, para usar no desenvolvimento de baterias. Parece que não estamos muito longe de utilizar a energia de um vulcão.

Via: CNET

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Processo de criação de órgão de proteção de dados gera controvérsias

Especialistas e entidades internacionais criticaram o processo de formação do Conselho Nacional de Proteção de Dados (ANPD), alegando pouca objetividade na escolha dos nomes do que compõem o órgão

Da Redação, editado por Daniel Junqueira 

Olhar Digital

O processo de escolha dos membros do Conselho Nacional de Proteção de Dados (CNPD) vem sofrendo críticas por parte de figuras políticas brasileiras. A falta de diversidade e o grande espaço reservado para indicações dos poderes executivo e legislativo na formação do órgão são os principais pontos de preocupação de alguns agentes.

O CNPD faz parte da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão ligado à presidência da República, e que tem a missão de coordenar esforços para a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no país. Neste caso, o conselho tem caráter consultivo e representa a sociedade civil dentro da estrutura de poder.

No entanto, a escolha dos participantes do conselho tem levado especialistas e agentes políticos envolvidos nas discussões de privacidade a criticarem a formação do órgão. Fabrício Mota, indicado pelo Senado para compôr o CNPD, ressaltou a importância de se formar um conselho que represente a sociedade civil. “Devemos ficar de olho de como se procederá a escolha desses representantes do Conselho Consultivo. Não foi adequado atribuir ao Conselho Diretor a tarefa de montar essa lista. Ao todo, temos 10 vagas destinadas para representantes do setor público. Acho muita coisa”, afirmou.

No decreto nº 10.474, que dispõe sobre a formação do CNPD, é indicado que o corpo será formado, em grande maioria, por figuras do Governo Federal, de indicação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, e de entidades representantes do setor empresarial, totalizando 14 integrantes. Já os membros da sociedade civil, bem como representantes sindicais representam seis integrantes. A disparidade de indicações provenientes de forças antagônicas e um possível desbalanceamento que favoreça interesses estatais e empresariais é a grande preocupação de partes envolvidas.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entidade internacional que fiscaliza iniciativas econômicas e políticas em países democráticos, emitiu um relatório criticando parte do processo de formação dos órgãos de fiscalização na proteção de dados. O documento afirma que a ANPD “foi estabelecida não para conceder qualquer status especial à autoridade em questão ou seus agentes, mas para reforçar a proteção aos indivíduos, e aos órgãos afetados por suas decisões. Por conseguinte, a ANPD deve agir de maneira objetiva e imparcial no exercício de suas funções. Para atender esse propósito, a ANPD precisa continuar livre de qualquer influência interna ou externa”.

Fonte: Teletime

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Asteroide cruzou com a Terra na mesma altura da Estação Espacial

A rocha, batizada de 2020 VT4, tem entre cinco e dez metros de diâmetro e ‘raspou’ nosso planeta a uma velocidade de 48,3 mil km/h

Renato Mota

Olhar Digital

No Sistema Solar é assim: vacilou, o asteroide passa e você nem vê. Só nota depois, como foi o caso do 2020 VT4, que sobrevoou a apenas 400 km acima do Oceano Pacífico e só foi detectado pelos nossos sistemas 15 horas depois. Para se ter uma ideia, essa altura é aproximadamente a mesma da Estação Espacial Internacional.

A sorte é que esse tipo de rocha geralmente passa sem ser notada justamente por ser muito pequena. Pesquisadores estimam que 2020 VT4 tenha entre 5 e 10 metros de diâmetro e viaja a uma velocidade de 48,3 mil km/h.

A passagem pela Terra alterou substancialmente sua órbita. O asteroide estava em uma viagem de 549 dias ao redor do Sol, inclinado 13 graus em relação à eclíptica, mas depois do contato com nosso planeta desviou-se para uma órbita de 315 dias inclinada 10,2 graus.

Se tivesse passado mais baixo, 2020 VT4 teria sido evaporado pela nossa atmosfera, nos proporcionando um grande show – mas sem perigo algum. O asteroide visitará a Terra novamente em 13 de novembro de 2052, com uma passagem muito mais distante: 2,8 milhões de quilômetros.

Via: Universe Today

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Foguete pega fogo no Centro de Lançamento de Alcântara

Incêndio começou após interrupção do lançamento, mas foi controlado rapidamente; Aeronáutica formará comissão para investigar circunstâncias

Leticia Riente, editado por Liliane Nakagawa 

Olhar Digital

Um lançamento foi interrompido após o Foguete de Treinamento Intermediário (FTI) pegar fogo no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, na sexta-feira (13). As chamas foram controladas rapidamente pelas equipes de apoio e não deixou feridos, segundo informações da Aeronáutica. A atividade é parte da Operação Águia do CLA.

Segundo a Força Aérea Brasileira, “após a interrupção do lançamento, houve um pequeno incêndio, que foi prontamente controlado pelo pelotão contra incêndio. Uma comissão será designada para apurar as causas da ocorrência”.

A Operação Águia teve início em 9 de novembro com o objetivo de treinar equipes e testar equipamentos no CLA. Por meio do Centro de Lançamento, o Brasil busca posicionar-se como polo lançador de pequenos foguetes, apoiado, principalmente, pela localização estratégica.

Alcântara é um dos melhores locais do mundo para lançamento de foguetes: sua proximidade com a linha do Equador reduz os custos em até 30%, com adequada capacidade angular de órbitas.

Lançamento de microssatélites

Em janeiro deste ano, Agência Espacial Brasileira (AEB) chegou a negociar o lançamento de microssatélites a partir do CLA com empresas estrangeiras. Isso foi possível por meio da aprovação do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas para uso da base espacial de Alcântara, o que permite a utilização comercial do local.

Com ações neste sentido, o Brasil poderia receber empresas e entrar no mercado espacial, que movimenta R$ 1,5 trilhão ao ano, podendo chegar aos R$ 4,4 trilhões em 2040. O cauteloso projeto brasileiro é conseguir, ao menos, 1% desses negócios por ano, uma média de R$ 44 bi, a partir de 2040.

Fonte: Agência Brasil

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Após negar ataque, TSE tem bancos de dados expostos por hackers em dia de eleição

Em dia de eleições, autores dizem que exposição de informações internas do tribunal serve para demonstrar fragilidade da segurança estatal

Renato Santino 

Olhar Digital

Neste domingo (15), dia de eleições municipais por todo o Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enfrenta um novo problema. Apesar de anunciar durante a semana que não foi alvo de ataque virtual, hackers vazaram uma série de informações internas do tribunal para demonstrar a vulnerabilidade.

O vazamento foi exposto por um grupo que se intitula como CyberTeam. Segundo eles, a exposição das informações não tem necessariamente uma mensagem política, e é apenas uma forma de desmentir o tribunal, que diz não ter sofrido ataque, e afirmar que os investimentos em cibersegurança do Estado brasileiro não estão surtindo os efeitos esperados.

Segundo o CyberTeam, a vulnerabilidade utilizada por eles para invadir os sistemas do TSE permanece aberta, então ainda é possível acessar o banco de dados do tribunal. Ao Olhar Digital, os autores dizem que perceberam uma mudança de firewall após o primeiro ataque e a afirmação pública de que não houve um ciberataque, mas o acesso aos sistemas permanece possível.

Reprodução

“A segurança do TSE foi comprometida logo após ser anunciado que a segurança tinha sido reforçada devido ao ataque efetuado no STJ e nos outros domínios do Ministério da Justiça. Isso só prova que os gastos milionários do governo, não serviram para p* nenhuma”, diz o grupo.

Os dados divulgados mostram a estrutura de banco de dados do TSE, mas não expõem dados de cidadãos. No entanto, eles apresentam uma série de credenciais de acesso aos sistemas do tribunal em sete arquivos .TXT.

Além do TSE, o ataque também afeta sistemas de outras organizações ligadas a ele, como os Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), que atuam em esferas estaduais.

Apesar do ataque ao TSE, o CyberTeam diz que não tem nada a ver com outros ataques de maior gravidade que afetaram recentemente o poder judiciário. Mais especificamente, eles dizem não estarem envolvidos com o ransomware que suspendeu temporariamente as atividades do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

Olhar Digital tentou entrar em contato com o TSE para esclarecer a questão, mas até o momento o tribunal não respondeu o contato. O texto será atualizado quando houver alguma resposta. 

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