Elon Musk pode ajudar na construção de novo acelerador de partículas

Empresário falou do projeto em sua conta no Twitter: equipamento deve ser maior que o Large Hadron Collider (LHC), que tem 27Km de extensão

Do Olhar Digital

Cientistas do CERN embarcaram em um novo e ambicioso plano para explorar os mistérios do universo. O dinheiro para realizá-lo não deve ser um problema: isso porque Elon Musk pode entrar no projeto para construir o maior túnel de colisão de partículas.

A afirmação do fundador da Tesla veio de sua conta no Twitter. Ele explicou que a diretora do CERN, Fabiola Gianotti, entrou em contato com ele para chegar a um acordo. “Ela falou comigo sobre a Boring Co. construir o túnel do novo acelerador de partículas quando estávamos na Royal Society. [Isso] provavelmente economizaria alguns bilhões de euros”, avalia o executivo.

Quanto ao acelerador de parttículas, o CERN apresentou um relatório sobre o novo projeto, chamado agora de Future Circular Collider (FCC). O equipamento seria aproximadamente quatro vezes maior que o Large Hadron Collider (LHC), que fica na Suíça e tem extensão de 27 Km.

Pouco depois das palavras de Musk, ficou claro que ele já havia conhecido Fabiola na Royal Society em julho do ano passado. Seja como for, os planos para o FCC ainda não são nada definitivos. O CERN traçou um planejamento para a tomada de decisões por dois anos ainda.

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Medalhas olímpicas de Tóquio 2020 serão feitas de celulares reciclados

Mais de cinco milhões de celulares já foram entregues nas lojas japonesas

O comitê organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2020, que serão realizados em Tóquio, informou que todas as medalhas dos atletas serão construídas a partir de equipamentos eletrônicos descartados. A ideia é contar com as autoridades municipais para recolher cerca de 47.488 toneladas de lixo eletrônico.

Estações de coleta foram colocadas nos correios e em edifícios públicos, incentivando e contando com a colaboração das pessoas. Dentre as toneladas estabelecidas como meta estão mais de cinco milhões de celulares abandonados que foram entregues em lojas da NTT Docomo, uma das principais empresas de telefonia do Japão.

O comitê cumpriu, em junho do ano passado, a meta de bronze, conseguindo 2.700Kg. Até outubro, quase 94% da meta de ouro já foi conquistada, 30,3Kg, e 85% da de prata já foi extraída, 4.100Kg.

Embora as quantias almejadas de prata e ouro não tenham sido totalmente encontradas, o comitê de Tóquio 2020 aponta que o andamento das coletas é positivo e segue o previsto. Com base nos números de dispositivos que já foram entregues, estima-se que até o período dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2020 já haverá material suficiente. O fim do programa está previsto para o dia 31 de março, e os desenhos das medalhas serão revelados no meio do ano.

Via: The Verge

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Depois de um ano do seu lançamento, veja como está o carro espacial da SpaceX

O Tesla Roadster já percorreu 473,3 milhões de milhas, a uma velocidade de 5.149 milhas por hora, e está cerca de 226 milhões de milhas distante da Terra

É difícil acreditar, mas já faz um ano que a empresa de transporte espacial privada de Elon Musk, a SpaceX, lançou pela primeira vez o foguete Falcon Heavy. O lançamento foi um enorme sucesso e, enquanto a SpaceX não o lança novamente, ele continua sendo um grande negócio para a companhia.

Com o foguete, voou para o céu o Tesla Roadster, um carro esporte elétrico, também de Elon Musk, que serviu como carga de teste. Desde então, o veículo com um manequim Starman sentado atrás do volante tem voado pelo espaço. O Falcon Heavy, no entanto, tem sido derrubado por novos projetos da SpaceX, como o Starship e o Super Heavy.

Descobrir exatamente onde o Tesla Roadster e seu passageiro estão é bastante fácil, graças ao site whereisroadster.com. Simples e prático, ele rastreia o progresso do veículo todos os dias. De acordo com as estatísticas do site, o carro está atualmente cerca de 226 milhões milhas longe da Terra e a 163 milhões de milhas de Marte.

Para alcançar essa posição, o Roadster viaja a uma velocidade de aproximadamente 5.149 milhas por hora! É uma velocidade muito alta para um automóvel e a previsão é que ele não desacelere tão cedo. Quanto à distância percorrida, o carro já andou impressionantes 473,3 milhões de milhas e o número cresce ininterruptamente. E ele ainda deve viajar pelo espaço por muito tempo.

Por outro lado, de acordo com o site LiveScience, cientistas acreditam que o Roadster vai, eventualmente, colidir com a Terra ou com Vênus. Entretanto, o acidente pode levar vários milhões de anos para acontecer e, durante esse período, as possibilidades de o carro bater em qualquer planeta são de menos de 10%.

Além disso, quando chegar o fim do Roadster, ele provavelmente vai estar muito diferente de como era quando inicialmente foi para além do céu. O veículo podia, que era bonito e brilhante quando estava na Terra, enfrenta condições difíceis do espaço. E elas vão seguramente causar estragos em seu exterior, assim como no próprio manequim Starman.

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Cientistas produzem impressora 3D que cria objetos sólidos a partir de luz

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley apresentam nova tecnologia de impressão em 3D à base de resina sintética e feixes luminosos

No universo fictício de Star Trek, o replicador da Starship Enterprise conseguia “desmaterializar a matéria” e, então, reconstituí-la em outra forma à vontade. Que seja um delicioso sundae de chocolate, por exemplo! Não era incomum se deparar, nos filmes, com a reconstituição de comidas a fim de saciar algum tripulante faminto da nave.

Embora distantes desse mundo, uma equipe de pesquisadores desenvolveu, na vida real, uma impressora 3D capaz de construir objetos inteiros instantaneamente. O método, chamado de litografia axial computadorizada (Computer Axial Litography – CAL), esculpe a matéria em uma resina sintética que solidifica ao entrar em contato com diferentes intensidades e padrões de luz. O procedimento promete mais eficiência que a impressão em camadas, técnica mais utilizada atualmente. O trabalho foi publicado no jornal acadêmico Science.

Com uma ferramenta apelidada de “replicadora”, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley e do Laboratório Nacional Lawrence Livermore reproduziram diversos materiais: de miniaturas de aviões e pontes a cópias do queixo humano, passando por minúsculas réplicas da famosa escultura “O Pensador”, de Rodin. Segundo eles, apenas dois minutos bastam para a impressão.

Como funciona a impressão?

O método CAL envolve muito mais que luz e resina. Os desenvolvedores detalham que a impressão se inicia com um modelo computadorizado de um objeto 3D. Um projetor irradia as imagens ao interior de um cilindro giratório preenchido por resina sintética. Segundo o artigo, as projeções em vídeo são perfeitamente sincronizadas com a rotação do cilindro.

Enquanto o recipiente gira, o modelo projetado é alterado a fim de controlar, com o passar do tempo, a quantidade de luz irradiada em cada parte. “Pontos que receberam muita luz solidificam, enquanto os demais permanecem líquidos”, explica Hayden Taylor, da Universidade da Califórnia, ao The Guardian.

Apesar de ainda prematura, a tecnologia pode ser utilizada para desenhar aparelhos médicos específicos para cada paciente e, até mesmo, componentes aeroespaciais. A precisão do CAL, que é capaz de produzir “superfícies excepcionalmente estáveis”, segundo os pesquisadores, é uma das principais vantagens sobre a impressão 3D convencional — que ainda pode deixar minúsculas cristas no contorno dos objetos.

Ainda de acordo com o artigo, com esse novo método é possível construir estruturas em 3D a partir de componentes sólidos preexistentes. O CAL é ajustável para a impressão de volumes maiores e é consideravelmente mais ágil, sob uma ampla gama de condições, que métodos camada por camada.

Ao The Guardian, os autores ponderam que a habilidade de imprimir sobre outros objetos pode, um dia, resultar em cabos personalizados para ferramentas e equipamentos esportivos, bem como sofisticadas lentes de contato com circuito elétrico.

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App da Anatel vai facilitar a escolha de serviços de telefonia, internet e TV

O aplicativo estará disponível para Android e iOS

Do Olhar Diital

Em 10 meses, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pretende lançar o aplicativo “Anatel Comparador”. O app vai comparar preços e ofertas de produtos de telefonia (fixa ou móvel), banda larga e TV por assinatura.

A proposta é de agosto de 2018, mas foi aprovada somente hoje, 7 de fevereiro, pelo Conselho Diretor da instituição.

O aplicativo deverá informar o que as empresas oferecem a partir do perfil de consumo informado pelo usuário. A ideia é ordenar os planos e as promoções com base nos preços e nas avaliações dos clientes. Essas avaliações seriam feitas pelo próprio órgão regulador, a partir de uma pesquisa de satisfação dentro do app.

O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, afirmou que o app é uma ferramenta importante para descomplicar a escolha dos serviços das operadoras. Assim, quando a ferramenta for implantada, as pessoas poderão comparar os planos pós-pagos, tanto de forma individual quanto em pacotes. O mesmo poderá ser feito com os serviços pré-pagos. Conforme anunciado pela Anatel em 2018, as informações disponíveis no aplicativo serão fornecidas pelas próprias operadoras do setor.

A ideia inicial é que o aplicativo Anatel Comparador esteja disponível primeiro para Android e, em seguida, para iOS.

No tentanto, este não é um serviço exclusivo. Uma ferramenta online lançada por uma startup de Belo Horizonte já ajuda quem quer pesquisar pelo melhor plano de internet banda larga fixa, sem precisar visitar todos os sites das provedoras do serviço. O site “Melhor Plano” reúne as informações dos planos em oferta no país e, com base no CEP das pessoas, indica qual é a melhor oferta. Saiba como usar esta ferramenta.

E aí, como você faz a comparação de preços e ofertas de serviços de telefonia, internet e TV hoje? O que achou da proposta da Anatel?

Fonte: Anatel

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Facebook revelará quem fez upload dos seus dados para ser alvo de anúncios

A partir do fim de fevereiro, a rede social terá um botão com informações sobre o anunciante

A repressão ao direcionamento não consensual de propagandas pelo Facebook está finalmente mostrando seus frutos. A partir do dia 28 de fevereiro, um botão chamado “Why am I seeing this?” (Por que estou vendo isso?) será adicionado ao menu dos posts. Além de informações sobre a marca que pagou pelo anúncio e sobre quais detalhes biográficos eles usaram como alvo, o usuário vai conseguir ver se a empresa utilizou suas informações de contato.

O Facebook também vai começar a mostrar quando essas informações foram colocadas na rede e se foi feito pela marca ou por um de seus parceiros.

Uma porta-voz da rede social disse que a meta é continuar dando as pessoas um melhor entendimento de como os anunciantes usam as informações que possuem. Assim, a transparência pode ajudar usuários a serem mais conscientes sobre como a empresa possui seus dados e desse modo, conseguirão proteger mais suas privacidades.

Outro ponto positivo do novo sistema é conseguir acabar com agências ou parceiros que constantemente fazem upload de informações de contato, mas não os obtém consensualmente.

Em março do ano passado, o TechCrunch descobriu que a empresa tinha planos de exigir que os anunciantes da rede social garantissem que os números de celular ou os endereços de e-mail usados para enviar anúncios customizados tivessem sido obtidos com permissão do usuário.

Essa ferramenta foi lançada em junho e, apesar de não ter nenhum processo de verificação, o Facebook levava em conta a palavra das empresas, ainda que existisse uma motivação financeira para mentir sobre o assunto.

Foi no mês de Novembro, que a rede social lançou um modo para as agências de publicidade e desenvolvedores tecnológicos de marketing especificarem no nome de quem eles estavam comprando as promoções. E em breve, essa informação será revelada aos usuários.

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Patinetes elétricos deixam onda de feridos nos EUA

Após deixarem muitos feridos, os patinetes causam a morte de jovem em Austin

Os patinetes elétricos estão por toda parte em Austin: no trânsito, nas esquinas das ruas e estacionados perto dos hotéis mais cheios. O principal problema agora, entretanto, é que eles têm sido motivo de lotação nos pronto-socorros da cidade.

O caso do estudante Mark Sands, de 21 anos, em 2018, chocou a cidade. Segundo a polícia, ele andava na direção contrária da rua de patinetes e chocou-se com um Uber. Sands não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte. Embora o número de mortes relacionadas a esse tipo de veículo continue baixo, as lesões graves são bastante comuns.

Em Los Angeles, a situação se repete e mais pessoas se feriram quando andavam de patinetes elétricos do que aqueles que usavam uma bicicleta ou seguiam a pé, de acordo com os resultados de um estudo publicado em maio do ano passado na revista médica JAMA Network Open. A Lime — uma das maiores empresas de patinetes do mundo — foi forçada a emitir dois recalls depois que jornais informaram que alguns de seus veículos podiam pegar fogo.

A alta velocidade que os patinetes são capazes de atingir também terminou em ferimentos a pedestres, principalmente idosos, atingidos nas calçadas. Após do incidente com Sands, foram registrados outros casos de óbito associados aos patinetes elétricos. A Comissão de Segurança Pública de Austin, entretanto, diz que precisa de mais ocorrências para resolver o problema.

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Apple decide remover funcionalidade polêmica do Safari

O “Do Not Track” foi criado para assegurar a privacidade do usuário, mas só na teoria

Uma configuração presente no navegador da Apple, que deveria impedir sites e anunciantes de rastrear usuários, está causando mais problemas do que soluções. Segundo a gigante de Cupertino, a função conhecida como “Do Not Track”, será removida do Safari por não atender ao seu propósito. A mudança foi revelada em uma nota publicada pela empresa na última quarta (06).

Em um estudo divulgado esta semana, o mecanismo de pesquisa do DuckDuckGo informou que 23% dos entrevistados nos Estados Unidos ativou esse recurso para evitar ser monitorado. Quase metade desses entrevistados não tinham ideia de que a funcionalidade “Do Not Tack” era meramente uma solicitação para que os sites não os monitorassem.

“É bem alarmante perceber que o ‘Do Not Track’ é infalível em colocar uma placa no seu gramado dizendo: ‘Por favor, não olhe para dentro da minha casa enquanto as cortinas estiverem abertas”, disse o DuckDuckGo. “Na verdade, grandes companhias, como Google, Facebook, e Twitter, não respeitam essa opção de não rastrear o usuário durante uma visita o estes sites.”

Na última semana, os engenheiros do Safari informaram que estão trabalhando em um modo de limitar o quanto de Javascript um site pode carregar quando acessado.

Via: ZDnet

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Alemanha estabelece limite para coleta de dados do Facebook

Por G1

O Escritório Federal de Concorrência (FCO) da Alemanha anunciou nesta quinta-feira (7) novos limites à maneira como o Facebook coleta dados de suas subsidiárias Whatsapp e Instagram, assim como de sites que incorporam funções do Facebook como a opção “curtir”.

“No futuro, o Facebook não estará autorizado a forçar os usuários a aceitar a coleta praticamente ilimitada de seus dados por meio de outros aplicativos”, resumiu o diretor da FCO, Andreas Mundt, antes de insistir na necessidade de “consentimento voluntário” para qualquer tipo de coleta de dados, de acordo com a France Presse.

O Facebook afirmou que vai recorrer da decisão, resultado de um processo de três anos, em que a empresa foi investigada por uma série de lapsos de privacidade, incluindo o vazamento de dados de milhões de usuários, assim como o uso extenso de publicidade por estrangeiros buscando influenciar o resultado de eleições nos Estados Unidos.

De acordo com a Reuters, o FCO declarou objeção, em particular, à forma como o Facebook obtém dados de pessoas a partir de outros aplicativos – incluindo WhatsApp e Instagram, que pertencem ao próprio Facebook – e o rastreamento de pessoas que sequer são membros do serviço. Esse rastreamento, de acordo com a Reuters, é feito por meio de páginas web nas quais são incluídos os botões de “curtir” e “compartilhar” do Facebook, e mesmo por páginas nas quais a presença da rede social não é óbvia.

“Nós discordamos das conclusões e pretendemos apelar para que as pessoas na Alemanha continuem usufruindo dos nossos serviços”, disse o Facebook em nota. A decisão ainda não pode ser aplicada e a rede social tem um mês para recorrer.

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Programador encontra brecha em caixa eletrônico e saca U$1 milhão de dólares

Após ficar sabendo do ocorrido, o banco perdoou o funcionário. Mas a Justiça não.

Parece com uma situação vinda diretamente de um filme: um programador de banco insatisfeito descobre o esquema perfeito para fazer um caixa eletrônico soltar dinheiro de graça.

Porém, essa história é verdadeira: O South China Morning Post e o China’s Daily Economic Newsrelataram que Qin Qisheng, 43 anos, conseguiu sacar mais de 7 milhões de yuans (próximo a $1 milhão de dólares) de um caixa operado pela empresa em que trabalhava, o Huaxia Bank, ao explorar uma brecha ridícula no sistema.

De acordo com relatórios, o sistema do banco não gravava retiradas de dinheiro realizadas por volta da meia-noite- ou seja, o caixa soltava dinheiro sem remover a quantia da conta do usuário. Normalmente, isso enviaria um aviso ao banco de que houve uma falha na transação, mas Qisheng inseriu códigos no sistema que suprimiam esses alertas.

Assim, Qisheng começou a sacar dinheiro em novembro de 2016, mas só em janeiro de 2018, depois de 1.358 saques, o banco descobriu o código mal-intencionado no sistema e levou o caso às autoridades

Mas, provavelmente, a parte mais surpreendente dessa história seja a de que o banco não quis continuar prestando acusações depois que o funcionário devolveu o dinheiro. Talvez por medo da má publicidade (aparentemente a brecha já havia sido corrigida), o Huaxia Bank pediu para a polícia abandonar o caso, reportando que tinha aceitado a explicação de Qisheng de que ele estava apenas testando a segurança do sistema da instituição e guardando o dinheiro até que o fosse solicitado.

Entretanto, a corte recusou o pedido do banco, e Qisheng vai enfrentar 10 anos e 6 meses na prisão depois de perder seu recurso. A corte não acreditou no argumento utilizado pelo funcionário, considerando que ele tinha movido o dinheiro para sua conta pessoal ao invés de mover para uma conta simulada no banco. E também, aparentemente, ele estava investindo em algumas ações no mercado.

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