Receita Federal apreende mais de 60 iPhones importados de forma irregular

Redação Olhar Digital

A mercadoria foi pega no aeroporto de São Gonçalo/RN e era proveniente de Foz do Iguaçu, no Paraná

A Receita Federal apreendeu mais de 60 iPhones no último domingo (14) no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. A operação realizada pela Equipe Aduaneira, que efetuou a medida de abrir duas bagagens transportadas por passageiros que vinham de São Paulo, após receber denúncias anônimas. A apreensão só foi divulgada nesta terça (16) pela entidade.

O supervisor da equipe que estava de plantão recebeu o alerta do Aeroporto de Guarulhos em São Paulo e selecionou, com base na lista de passageiros emitida, as duas malas para inspeção não invasiva. Ao longo da vistoria foi constatado que existia um grande número de equipamentos eletrônicos nos compartimentos.

Apôs serem abertas, a equipe notificou a existência de 60 iPhones, provenientes de Foz do Iguaçu, no Paraná, que foram objeto de retenção para aplicação da pena de perdimento. O passageiro, responsável pelo transporte, abandonou as malas na esteira de devolução de bagagem. A Receita Federal afirma que os smartphones foram importados de forma irregular, e que essa tem se tornado uma prática frequente, resultando em apreensões recorrentes de mercadorias provinientes do mesmo local em voos destinados a Natal, a partir de São Paulo.

Reprodução

Desde o último dia 6, foi efetuada a retenção de diversas mercadorias estrangeiras, como celulares e perfumes, também vindas de Foz do Iguaçu, uma cidade que fica na fronteira do Brasil com Argentina e Paraguai e que é um conhecido ponto de passagem de pessoas que trazem eletrônicos, principalmente a partir do Paraguai.

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WhatsApp pode impedir print de conversa em nova atualização

Redação Olhar Digital

Após a ativação da verificação por impressão digital, o aplicativo passa a impedir que capturas de tela sejam realizadas

Como já havia sido informado, o WhatsApp está implementando a função de bloqueio de conversas por meio de impressão digital, mas há um pequeno problema em relação a isso: quando a função está ativada, o aplicativo proíbe que sejam feitas capturas de tela de conversas. Quem descobriu essas informações foi a equipe do site WABetaInfo, durante testes realizados na versão beta 2.19.106 do aplicativo de mensagens.V

Segundo o site, quem optar por ativar a proteção de conversas por meio de impressão digital não poderá mais realizar capturas de tela, os famosos prints (ou screenshots). Essa autenticação não virá ativada por padrão, os usuários devem optar se querem ou não ativá-la. Isso pode ser feito na aba de “Privacidade” dentro do aplicativo.

Reprodução

Foto: Webetainfo/ Reprodução

Ainda não se sabe o que motiva a empresa a impedir a captura de tela dentro do aplicativo após a ativação dessa medida de segurança. Caso ela não seja ativada, as capturas de tela são liberadas normalmente.

Ao abrir o app, será necessária a impressão digital do usuário para que as conversas sejam abertas. Caso a digital não seja reconhecida, uma mensagem de erro será mostrada. Mesmo com a medida de segurança, será possível responder mensagens pela barra de notificações e atender a ligações mesmo com o WhatsApp bloqueado.

Além de ativar o bloqueio, o usuário poderá definir o intervalo de tempo em que a impressão digital é exigida. Pode ser imediatamente ou após 1, 10 ou 30 minutos. Não há data para que a funcionalidade seja implementada e nem se, de fato, ela chegará ao público final, já que ainda está em fase de testes.

Reprodução

Foto: Webetainfo/ Reprodução

Outra mudança: agora, haverá duas abas que separam as figurinhas dos emojis, como pode ser visto na captura de tela abaixo. Os stickers também poderão ser agrupados entre favoritos e por categorias. Assim, ficará mais fácil encontrar figurinhas específicas. Uma ferramenta de pesquisa de sticker também está sendo planejada para esta atualização.

Reprodução

VIA: Webetainfo

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O processador do novo iPhone será produzido em breve, diz fabricante

Redação Olhar Digital 1

Os novos chips A13 serão os últimos processadores de 7 nanômetros da Apple

A fabricante de chips da Apple, TSMC, está quase pronta para começar a produzir os chips de próxima geração A13 para a nova linha dos iPhones a serem anunciados em 2019. De acordo com as fontes internas, a TSMC usará o novo processo de 7 nanômetros (nm). O novo e poderoso SoC competirá diretamente com o recém-lançado Snapdragon 855, da Qualcomm.

De acordo com os novos rumores, o A13 empregará uma “versão aprimorada” do processo de fabricação N7+, da TSMC. A aposta é que, com ele, seja possível ter processamento e gráficos ainda mais rápidos, além de aprimoramentos adicionais no já impressionante mecanismo neural para recursos como o Face ID. Também podemos esperar melhorias no consumo de energia.

A TSMC, ou Taiwan Semiconductor Manufacturing Company, é a principal fornecedora de chips da Apple há anos. Ajudou a produzir os chips mais impressionantes da empresa, incluindo o A12 Bionic encontrado nos modelos mais recentes da companhia. Em breve, a TSMC começará a produção em massa da geração A13. “O processo estará pronto para produção em volume no final do segundo trimestre”, informou o canal Digitimes. A empresa espera iniciar a produção em massa de chips de 5 nm no terceiro trimestre de 2019.

A fabricante taiwanesa de chips afirmou que produziu 56% do mercado global de chips em 2018. Da mesma forma, eles estão cooperando com outros gigantes este ano, e já estão trabalhando com a Huawei, a Qualcomm e outros fabricantes de chips, mas se tornaram os parceiros exclusivos para fabricar os chips A13 da Apple.

Além disso, o CEO da TSMC, Wei Zhejia, disse que a empresa deve ganhar 25% da receita total fabricando os chips no processo de 7nm. Ele ainda disse que a grande demanda da computação de ponta e do mercado automotivo irá impulsionar o crescimento do chip de 7 nm. Mas é provável que seja o último chip de 7 nanômetros da Apple.

Via: Gizmochina

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Falha do Outlook é mais grave do que a Microsoft revelou inicialmente

Redação Olhar Digital

A empresa informou que alguns usuários tiveram seus e-mails invadidos e algumas informações acessadas, porém, não havia dito que o conteúdo dos e-mails tinha sido visualizado

A Microsoft admitiu que a falha de segurança encontrada em seu serviço de e-mail, o Outlook.com, é pior do que foi revelado incialmente. A empresa começou a notificar alguns usuários do serviço na última sexta-feira, 12. A mensagem dizia que um hacker conseguiu acesso a algumas contas durante alguns meses no início este ano. Inicialmente, foi revelado que o hacker poderia ver os endereços de e-mail, nomes de pastas, e os assuntos dos e-mails. Agora, uma outra informação foi publicada pela empresa, essa mais grave, dizendo que alguns usuários tiveram até o conteúdo de algumas mensagens acessado.

O site Motherboard, da Vice, revelou, no sábado, que a Microsoft mandou uma notificação mais “grave” para um total de 6% de seus usuários afetados, e que a companhia só admitiu isso quando foi apresentada uma prova de que a violação foi pior para alguns de seus clientes. A Microsoft descobriu que as credenciais de um dos agentes de suporte foi comprometida, permitindo acesso não autorizado às contas no período de 1° de janeiro até 28 de março de 2019.

Motherboard ainda disse que os hackers foram capazes de acessar algumas contas por mais de seis meses, e que eles usaram esse acesso para ver e resetar o iCloud de alguns iPhones roubados. Um porta-voz da Microsoft disse ao The Verge que a “alegação de seis meses é imprecisa”, e aponta a nota da companhia que destaca que o acesso foi de janeiro a março. A empresa esclareceu também que a grande maioria dos afetados pela falha foram notificados.

“Nossa notificação para a maioria dos usuários afetados informa que os criminosos não teriam acesso ao conteúdo de seus e-mails e nem aos anexos” o porta-voz declarou. “Um pequeno grupo foi notificado de que os hackers poderiam ter acesso ao conteúdo de seus e-mails. Eles receberam a orientação e todo o suporte sobre o assunto”. A Microsoft se recusa a revelar quantas contas foram afetadas pelo erro.

Via: The Verge

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Acionistas da Amazon votarão para proibir tecnologia de reconhecimento facial

Redação Olhar Digital

Os acionistas da Amazon preocupam-se com o uso indevido da tecnologia e com o aumento de preconceito racial e ofensas aos direitos civis

Os acionistas da Amazon votarão pela proibição da controversa tecnologia de reconhecimento facial da empresa na próxima semana. Liderados pela organização sem fins lucrativos, Open MIC, os acionistas pediram que a empresa pare de vender as ferramentas de aprendizado para outras companhias até que fique comprovado que a tecnologia “não causa ou contribui para violações reais ou potenciais dos direitos humanos”.

A União das Liberdades Civis Americanas (ACLU) testou a tecnologia da Amazon e concluiu que ela combinava erroneamente 28 membros do Congresso com supostos criminosos, tendo dificuldade principalmente para identificar rostos negros. 

Tecnicamente, uma votação dos acionistas pela proibição do uso da tecnologia de reconhecimento facial não causaria uma mudança imediata, visto que são raramente aprovadas pelo conselho. Mas, ainda assim, isso daria credibilidade às alegações de investidores ativistas de que a tecnologia poderia “pôr em perigo ou violar a privacidade ou os direitos civis e afetar desproporcionalmente pessoas de cor, imigrantes e ativistas”.

A Amazon disse que a tecnologia ajuda a identificar criminosos e pessoas desaparecidas, acrescentando que não recebeu nenhum relatório de uso indevido desde que se tornou disponível em 2017. Porém, em conjunto com a Microsoft, a empresa pediu que a tecnologia seja regulamentada e fiscalizada pelo governo. “É fundamental que qualquer legislação proteja os direitos civis e, ao mesmo tempo, permita a inovação contínua e a aplicação prática da tecnologia”, escreverem eles. 

O reconhecimento facial aprofundado poderia ser utilizado para varrer multidões e identificar se existem, entre eles, rostos de criminosos ou de pessoas desaparecidas. A ACLU e outros países, contudo, estão preocupados que ela possa ser utilizada para identificar e punir ativistas ou pessoas que paticipam de atos legais mas contra o governo.

“A nova tecnologia não deve ser banida ou condenada por causa de seu potencial uso indevido; em vez disso, deve haver um diálogo aberto, honesto e sincero entre todas as partes envolvidas para garantir que a tecnologia seja aplicada de maneira apropriada e que seja continuamente aprimorada”, posicionou-se a Amazon. A empresa pediu também que os acionistas votem contra uma proibição, portanto, votar a favor pode ser muito importante para enviar uma mensagem. 

Via: Engadget

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Após prisão de Assange, WikiLeaks revela lista completa de arquivos secretos

edação Olhar Digital

Vazamento teria sido solicitado pelo próprio fundador do site, e compromete até mesmo políticos brasileiros

Após a prisão de Julian Assange, que pegou o mundo inteiro de surpresa nesta última quinta-feira (11), o WikiLeaks resolveu disponibilizar todos os documentos do seu acervo ao público. Esta já era uma promessa antiga do site, que, de fato, liberaria todas as informações secretas caso seu fundador fosse preso – o que aconteceu ontem em Londres.

São muitas as entidades citadas nos arquivos, e nem mesmo figuras políticas do Brasil escaparam do vazamento, casos da ex-senadora Roseana Sarney (MDB-MA) e do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Outro material da relação indica que o fundador da Apple, Steve Jobs, teria falecido, na verdade, em decorrência de AIDS, e não de câncer pancreático – o teste apontado, no entanto, é falso. Você pode acessar a lista completa do WikiLeaks neste link.

O material disponibilizado é repleto de atas de reuniões, contratos, fotos e demais documentos, e tudo indica que foi vazado mediante solicitação do próprio Assange. O jornalista segue em prisão em Londres, mas há um pedido de extradição para os Estados Unidos, sob acusações de conspiração.

Até o momento, não foi divulgado se os arquivos ficarão disponíveis para sempre ou serão retirados do ar depois de um prazo. Muitos deles, aliás, apareceram no site em ocasiões anteriores.

Fonte: WikiLeaks

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SpaceX pousa núcleos do foguete Falcon Heavy com sucesso pela primeira vez

Núcleos Falcon Heavy

Redação Olhar Digital 1

Pela primeira vez, a empresa conseguiu com que os três núcleos fossem trazidos em segurança para a Terra

Após o segundo lançamento do Falcon Heavy, da SpaceX, todos os três núcleos do foguete aterrissaram com sucesso na Terra. Esses núcleos fazem parte da missão de colocar em órbita um satélite saudita.

Os dois núcleos externos aterrisaram nas duas plataformas de pouso da Space X, localizadas em Cabo Canaveral, Flórida, perto do local do lançamento. O núcleo central pousou em um dos navios da  companhia feito para essa função, localizado no Oceano Atlântico, e chamada de “Of Course i Still Love You” (Claro que ainda te amo).

As três aterrissagens foram concluídas com sucesso, pois os propulsores utilizados para este voo foram versões atualizadas dos foguetes da SpaceX, conhecidos como Block 5. Essa versão foi feita para otimizar sua reutilização, tornando mais fácil para a empresa voltar a usar os núcleos para voos futuros.

Essa é a primeira vez que a SpaceX aterrissa os três núcleos de um voo da Falcon Heavy. A primeira vez que o foguete voou, em fevereiro de 2018, apenas os dois núcleos externos retornaram à Terra. O núcleo central desse lançamento não conseguiu ativar os três motores necessários para seu pouso por causa de uma escassez de combustível, atingindo o oceano a 300 milhas por hora. 

VIA: The Verge

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2,4 milhões de usuários do SUS tiveram dados vazados na internet

Hacker Attack

Redação Olhar Digital

Nomes, endereços e números de CPF são algumas das informações divulgadas pelo ataque hacker, que já havia sido alertado pelo seu próprio autor ao Ministério da Saúde

Na tarde desta quinta-feira (11), um banco de dados com informações pessoais de 2,4 milhões de usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) foi exposto em um website. Fruto de um ataque hacker é possível encontrar dados como nome completo, nome da mãe, endereço, números de CPF e data de nascimento. O autor da ação entrou em contato com o UOL Tecnologia avisando que divulgaria os dados, já que havia avisado o Ministério da Saúde sobre a falha, mas nada foi feito, segundo ele. A alegação do cibercriminoso ainda não foi confirmada pela pasta.

Segundo o UOL, ao governo foi procurado assim que o a redação do veículo soube do possível ataque, “e repassou os detalhes para que a brecha fosse investigada. O Ministério da Saúde informou que a denúncia foi encaminhada para a Polícia Federal para investigação criminal. Também disse que o Departamento de Informática do SUS (Datasus) reforçou as ações de segurança para assegurar a proteção dos dados dos usuários.”

A lei de crimes cibernéticos (12.737/2012) considera que o vazamento de dados pessoais de terceiros é crime. As penas previstas podem variar de três meses a três anos de prisão, com agravantes dependendo do caso.

A falha estava na API  (Application Programming Interface; Interface de Programação de Aplicativos, em inglês), do sistema de integração do SUS com outros aplicativos. 

Cadsus, sistema de cadastro do SUS, permitia consulta de dados mediante login e senha do usuário no sistema. No entanto, para chegar a isso, era gerada uma URL. Por exemplo, o endereço “consulta.php?dados=http://xxx.xxx.xxx.xx”. Os Xs no final do endereço são os 11 números do CPF do usuário que consultou seus dados.

Ou seja, a API associava um número de CPF a dados específicos. A brecha foi identificada pelo invasor, que utilizou um algoritmo capaz de testar 300 milhões de combinações válidas, obtendo os dados pessoais dos usuários a partir do CPF de cada um deles. Apenas 1% dos usuários do sistema teriam sido expostos nesta quinta-feira, segundo apuração do UOL Tecnologia. 

Ataques desse tipo não são muito complexos. Eles podem ser realizados com facilidade por alguém que tenha conhecimentos técnicos — o que demonstra a gravidade do problema; a falha era completamente previsível. 

De acordo com especialistas, os usuários não poderiam ter tomado nenhuma medida para se prevenir, já que o problema foi no servidor de dados do SUS. O recomendável agora é mudar senhas e monitorar suas contas.

“A forma como o sistema identifica a sessão de um usuário logado deve ser alterada, pois é muito previsível e pode ser facilmente abusada”, alertou Martin Hron, pesquisador se segurança senior da Avast. No seu entender, o fornecedor do sistema do SUS deveria ter feito a criptografia da comunicação e a mudança de HTTP para HTTPS.

Cecília Pastorino, também pesquisadora de segurança, afima ter faltado auditoria de segurança. Segundo ela, nessas ocasiões, especialistas procuram por vulnerabilidades, tentam explorá-las e medem seus impactos. “Esse tipo de auditoria é muito importante e evita que aplicativos sejam publicados na internet com sérias falhas de segurança, que poderiam ter sido facilmente identificadas em uma análise anterior”. O Ministério não respondeu se houve essa auditoria.

(via UOL Tecnologia). 

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Universidade de Berkley encontra uma maneira de acelerar a produção das impressoras 3D

Redação Olhar Digital

Com essa mudança, a impressão não é feita camada por camada, e sim como um todo, de modo que o processo fica muito mais rápido.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Berkley parece ter encontrado uma forma de acelerar a velocidade das impressões 3D. Eles desenvolveram uma técnica através de uma variação da estereolitografia com dois feixos de luz, ao invés de um.

Na esterolitografia comum, um laser é projetado sobre uma resina fotosensível, que é gradualmente solidificada. Quando ele termina de solidificar uma camada, ele passa para outra. Porém, na impressão 3D com luz é diferente. Ela utiliza duas luzes que são responsáveis por controlar em quais partes a resina dever ser endurecida e em quais deve se manter líquida, até conseguir modelar o objeto. 

Com essa mudança, a impressão não é feita camada por camada, e sim como um todo, de modo que o processo fica muito mais rápido. Além disso, ela também abre a possibilidade para criação de objetos que contenham outros materiais, como uma chave de fenda. 

Até agora, a lentidão tem sido um obstáculo grande para a popularização da impressão 3D. Contudo, com a impressão de luz, objetos em larga escala ganham a possibilidade de serem fabricados. Apesar da técnica ainda ter pontos para melhorar, as oportunidades para o futuro parecem infinitas.

Confira em vídeo logo abaixo de como a nova técnica funciona:

 Via: GizModo

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Projeto da Lockheed Martin quer levar humanos à Lua em 2024

Redação Olhar Digital

O projeto está sendo desenvolvido pela empreiteira lunar Lockheed Martin e tem o objetivo de levar uma cápsula tripulada à Lua em 2024

A NASA quer retornar à Lua em 2024. Para ajudar com isso, a empreiteira espacial Lockheed Martin está lançando um novo conceito de “pousador” que pode transportar pessoas até a superfície lunar. Segundo a empresa, a previsão é de que o sistema fique pronto em cinco anos — isso se houver recursos suficientes.

A Lockheed Martin observa que a linha do tempo para terminar o projeto é muito curta. “Vamos precisar de recursos para fazer isso acontecer e vamos ter de trabalhar de forma diferente”, diz Lisa Callahan, vice-presidente de programas e gerente-geral da Lockheed Martin. “Mas eu acho que é realmente viável e estamos animados com isso.”

O veículo consiste em dois elementos: uma área de aterrissagem (que pode viajar até o solo da Lua) e um veículo de subida (para levantar os astronautas da superfície lunar). A sonda vai fazer o trajeto da Lua até a Gateway, a nova estação espacial que a NASA quer construir.

Uma grande vantagem do conceito é que muitos dos elementos necessários para seu funcionamento são derivados da Orion, uma cápsula de tripulação na qual a Lockheed Martin já trabalha há uma década. Alguns dos materiais e sistemas usados na Orion podem ser incorporados ao novo módulo — é o caso de equipamentos internos, computadores de voo e sistemas de suporte à vida.

A companhia depende, ainda, de a NASA terminar a Gateway em tempo para 2024. Originalmente, a maior parte da estação seria concluída até 2028, quando os primeiros humanos pousariam na Lua. Para ficar completa, a Gateway requer o agrupamento de vários módulos, de forma a criar uma instalação residencial e de pesquisa temporária para os astronautas. Agora que o prazo mudou significativamente, serão feitos sacrifícios no design da Gateway.

Depois que a NASA conseguir o tão cobiçado pouso na Lua, a agência espacial se concentrará na segunda fase do retorno lunar: a sustentabilidade. Isso envolve a extração da Gateway e o uso de veículos reutilizáveis para ir e voltar da Lua. Embora o conceito criado pela Lockheed Martin possa ser desenvolvido rapidamente, ele é apenas parcialmente reutilizável, já que a área de aterrisagem do veículo deve permanecer na Lua quando não for mais necessária.

Via: The Verge

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