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SpaceX: Starship SN10 deve decolar em breve após FAA investigar explosões

Redação

Olhar Digital

A SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, se safou em uma investigação da Federal Aviation Administration, que regula o setor aeronáutico e aeroespacial nos Estados Unidos.

A agência afirmou que encerrou os trabalhos de investigação sobre explosões ocorridas recentemente com os protótipos SN8 e SN9 da Starship. Os dois foguetes da SpaceX falharam ao atingir o solo em testes.

As investigações se desdobraram em duas vertentes. A primeira foi relacionada a uma violação de licença por parte da SpaceX. Em dezembro de 2020, a empresa não havia ainda sido autorizada a lançar o protótipo SN8, no entanto, o voo ocorreu.

Já no começo deste mês, em outro lançamento de teste, o protótipo Starship SN9 também explodiu ao tocar o solo. Nesses casos, a FAA sempre conduz uma investigação de praxe.

O encerramento das investigações proporciona à SpaceX não só menos trabalho e polêmicas, mas também possibilita algo ainda mais importante: o lançamento do protótipo SN10.

Com a notícia, o bilionário já mandou seu recado no Twitter e demonstrou que está com pressa. Elon Musk postou que há uma “boa chance de voar esta semana!”.

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Brasil fica em 3º no ranking de vídeos removidos do TikTok no 2º semestre de 2020

País aparece atrás de EUA e Paquistão entre os que tiveram mais publicações retiradas do ar por violar regras. Entre 1º de julho e 31 de dezembro, mais de 89 milhões de vídeos foram removidos do TikTok globalmente.

Por G1

TikTok removeu mais de 89 milhões de vídeos no 2º semestre de 2020 — Foto: Imagem de Divulgação/TikTok.

TikTok removeu mais de 89 milhões de vídeos no 2º semestre de 2020 — Foto: Imagem de Divulgação/TikTok.

O Brasil foi o 3º país com mais vídeos removidos do TikTok no 2º semestre de 2020 por violação das diretrizes ou termos de serviço da plataforma.

No período, mais de 7,5 milhões de vídeos de usuários registrados como brasileiros foram apagados, como mostram dados do relatório de transparência divulgado pela rede social nesta quarta-feira (24).

Os principais motivos para os vídeos saírem do ar foram “segurança de menores” (36% dos casos) e “nudez e atividades sexuais de adultos” (20,5%).

Entre 1º de julho e 31 de dezembro, o total de 89.132.938 vídeos foram removidos do TikTok globalmente, o que representa 1% de todos os vídeos carregados no serviço. A lista dos 5 países com mais vídeos apagados ficou com:

  1. Estados Unidos: 11.775.777
  2. Paquistão: 8.215.633
  3. Brasil: 7.506.599
  4. Rússia: 4.574.690
  5. Índia: 3.860.156

Quanto ao momento da remoção, a empresa explicou que:

  • 92,4% desses vídeos foram removidos antes de um usuário reportá-los.
  • 83,3% foram removidos antes de receberem qualquer visualização.
  • 93,5% foram removidos em menos 24 horas após serem publicados.

Brasil sobe no ranking

Entre os países que tiveram mais vídeos deletados por violação, o Brasil passou do 4º lugar, no primeiro semestre de 2020, para o atual 3º lugar. Entre 1º de janeiro e 30 de junho, o TikTok removeu 5.525.783 publicações originárias do país.

Com os mais de 7,5 milhões deletados no 2º semestre, houve um crescimento de 35,9% no período, na comparação aos 6 primeiros meses do ano.

No entanto, o ganho de posição do Brasil no ranking está relacionado a queda da Índia, que passou de 1º para o 5º lugar.

Em meados de 2020, o aplicativo foi proibido pelo governo indiano, que alegou preocupação com a segurança do país após conflito com a China – país de origem do TikTok.

Veja mais detalhes do relatório de transparência do TikTok do 2º semestre de 2020:

  • Remoção automática de vídeos: a empresa disse que 8.295.164 vídeos foram sinalizados e removidos automaticamente. “Devido à pandemia, continuamos contando com tecnologia para detectar e remover automaticamente o conteúdo violador em alguns mercados, como Brasil e Paquistão”, disse a empresa, no relatório.
  • Apelações: os criadores de conteúdo podem apelar das exclusões da plataforma. Utilizando deste direito, 2.927.391 de vídeos foram restabelecidos após reclamações.
  • Contas removidas: na segunda metade de 2020, 6.144.040 contas foram removidas por violarem as diretrizes do app. Além disso, outras 9.499.881 contas de spam foram removidas, juntamente com 5.225.800 vídeos de spam postados por essas contas. A empresa diz ter evitado a criação de 173.246.894 contas por meios automatizados.
  • Anúncios: além das contas e dos vídeos, 3.501.477 anúncios foram rejeitados por violar políticas e diretrizes de publicidade.

Quais os motivos dos vídeos apagados?

O relatório também detalhou as violações cometidas nos mais de 9,5 milhões de publicações apagadas. Veja os motivos:

  1. Segurança de menores: 36% dos posts foram apagados por descumprir essa regra, contra 22,3% no primeiro semestre de 2020.
  2. Nudez e atividades sexuais de adultos: dos vídeos removidos, 20,5% violaram essa política, contra 30,9% no primeiro semestre de 2020.
  3. Atividades ilegais e mercadorias regulamentadas: 17,9% dos vídeos removidos violaram essa regra, uma pequena redução dos 19,6% do primeiro semestre de 2020.
  4. Conteúdo violento e explícito: 8,1% quebraram esta regra em comparação com 8,7% no primeiro semestre de 2020.
  5. Assédio e bullying: 6,6% violaram essa política, contra 2,5% no primeiro semestre de 2020.
  6. Suicídio, autolesão e atos perigosos: 6,2% violaram essas políticas, o que representa uma redução de 13,4% do primeiro semestre de 2020.
  7. Integridade e autenticidade: 2,4% foram removidos por este tipo de violação, ante 1,2% no primeiro semestre de 2020.
  8. Comportamento de ódio: 2% dos vídeos removidos infringiram a regra, contra 0,8% no primeiro semestre de 2020.
  9. Extremismo violento: 0,3% violaram esta política, o que está de acordo com o conteúdo removido durante o primeiro semestre de 2020.

O TikTok afirma que reforçou as políticas sobre a “segurança de menores” para ajudar a manter “os jovens seguros”. A redução dos casos de “nudez e atividades sexuais” foi atribuída a uma mudança no processo de moderação.

“Um dos motivos para essa redução é resultado da melhoria de nossos sistemas de triagem que separam a nudez adulta da nudez de menores”, disse a empresa.

No início de 2021, o TikTok anunciou alterações em suas configurações de privacidade para menores de 18 anos. Uma das mudanças é que as contas de usuários com idade entre 13 e 15 anos passaram a ser padronizadas como privadas.

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Hackers chineses ‘clonaram’ ferramenta de ataque de hackers americanos, diz empresa

TOPO

Por Altieres Rohr

BLOG DO ALTIERES ROHR / G1

É fundador de um site especializado na defesa contra ataques cibernéticos

Quando foi usado, software explorava falha sem correção no Windows e ainda não tinha sido vazado na internet.

A empresa de segurança Check Point divulgou um relatório técnico apontando que hackers chineses obtiveram uma ferramenta de ataque secreta desenvolvida por um grupo de ciberespiões do governo dos Estados Unidos, clonaram a funcionalidade do software e então o utilizaram em suas próprias invasões.

Segundo os especialistas, o coletivo de hackers chineses, identificado pelos codinomes “APT31” e “Zirconium”, começou a explorar uma vulnerabilidade no Windows em 2015. As características desse código de ataque, que recebeu o nome de “Jian” indicam que os invasores basearam o programa no “EpMe”, uma ferramenta do grupo de ciberespiões “Equation”.

Embora não haja confirmação oficial, o Equation é vinculado ao governo norte-americano. A conexão foi estabelecida quando o aparato do grupo vazou na internet entre 2016 e 2017, permitindo que pesquisadores identificassem semelhanças com a documentação técnica revelada por Edward Snowden, que foi colaborador da Agência de Segurança Nacional (NSA).

Snowden, porém, não foi o responsável pelo vazamento dos programas. Eles foram colocados na web por uma facção de origem desconhecida chamada “Shadow Brokers”. Alguns especialistas especularam que o vazamento foi uma operação russa para constranger as autoridades americanas, mas os “Shadow Brokers” tiveram uma atuação breve e específica, o que dificulta sua associação com qualquer grupo conhecido de invasores.

A utilização do código de ataque chinês “Jian” em 2015, antes desse vazamento do Shadow Brokers, levanta a possibilidade de que a ferramenta de ataque “EpMe” do Equation já tinha sido obtida por outros hackers antes do pacote completo ser publicado na internet. Em outras palavras, é possível que dois grupos diferentes tenham obtido acesso indevido aos programas de ataque do Equation.

O “EpMe” faz parte de um conjunto de ataque chamado de “DanderSpritz”. Ele é utilizado para burlar as restrições de acesso em sistemas Windows, garantindo o controle total do computador mesmo quando a invasão só obteve acesso limitado ao alvo.

A brecha foi corrigida pela Microsoft em 2017 após ser comunicada do problema pela Lockheed Martin, uma importante fornecedora do complexo militar-industrial norte-americano.

Não se sabe como os hackers do Zirconium obtiveram o acesso à EpMe para clonar a ferramenta. A Check Point levantou três hipóteses:

  1. O código foi capturado pelo Zirconium durante uma operação do grupo Equation contra um alvo chinês (esta hipótese supõe que os hackers do Zirconium tiveram acesso à investigação do ataque do alvo na China).
  2. O código foi capturado durante uma operação do Equation contra algum outro alvo que também estava sendo monitorado pelo Zirconium, ou seja, ambos os grupos tiveram um alvo em comum, o que levou ambos a visualizarem a atividade um do outro.
  3. Os hackers chineses atacaram a infraestrutura usada pelo Equation, o que permitiu o roubo direto dos programas. Este caso não seria único: acredita-se que os Shadow Brokers tenham obtido as ferramentas do Equation dessa forma.

Códigos de ataque governamentais

A clonagem do código do Equation é um exemplo de como programas de ataque desenvolvidos para operações de espionagem podem sair do controle dos seus operadores. Mas não é a primeira vez que o Equation contribui, sem querer, com outros grupos de ciberespiões.

O vazamento das ferramentas do Equation realizado pelo “Shadow Brokers” também fez parte da epidemia do vírus de resgate WannaCry em 2017. Um dos programas no pacote explorava uma brecha grave no Windows e foi aproveitado para a criação do WannaCry, sendo determinante para que o vírus atingisse centenas de milhares de computadores.

A brecha explorada pelo programa foi mantido em segredo até um mês antes da divulgação das ferramentas do Equation, o que encurtou o prazo que administradores e usuários tiveram para aplicar a correção e imunizar seus sistemas contra o ataque.

No caso da EpMe, o Equation teria começado a usar a ferramenta em 2014. A falha permaneceu desconhecida do público até 2017, quando a Microsoft criou uma atualização para imunizar o Windows. Nesse intervalo, o grupo chinês Zirconium teria pegado carona no código e iniciado seus próprios ataques em 2015.

Ainda que não seja possível saber quem foi atacado pelo grupo APT31, a pesquisa da Check Point aponta que havia pelo menos dois grupos de hackers explorando a mesma brecha – e nenhum deles comunicou o problema à Microsoft.

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“Planeta Nove” pode não existir, diz cientista

Rafael Rigues

Olhar Digital

Há alguns anos os astrônomos Mike Brown e Konstantin Batygin, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (CalTech), argumentam que o comportamento “errático” de alguns objetos trans-neptunianos (TNOs, Trans-Neptunian Objects) pode ser explicado pela influência gravitacional de um planeta desconhecido orbitando os confins do sistema solar, chamado “Planeta Nove”, com cerca de 10 vezes a massa da Terra.

Os TNOs são corpos celestes que orbitam o Sol a uma distância média além da órbita de Netuno. Entre eles estão planetoides como Plutão, Eris, Sedna, Quaoar, Makemake e muitos outros. E segundo Brown e Batygin, eles parecem orbitar em grupos, ao redor do que seria o planeta nove.

Mas nem todos compartilham sua opinião. Um deles é Kevin Napier, da Universidade do Michigan, que afirma que o que seus colegas observaram é resultado de um “viés de seleção”.

Segundo Napier, eles observaram os TNOs se comportando de formas diferentes dependendo do lugar para onde olhavam, e analisaram apenas um pequeno subconjunto dos TNOs sem considerar a população geral.

Para testar a teoria de Batygin, Napier e sua equipe realizaram três pesquisas com uma variedade de telescópios para observar 14 TNOs equidistantes. E segundo um artigo publicado na Planetary Science Journal, a conclusão dos estudos não mostrou evidências de agrupamento.

Mais ainda, a análise de Napier e sua equipe não descarta a possibilidade de que os TNOs estejam uniformemente distribuídos pelo Sistema Solar, o que destruiria o principal argumento no qual a teoria do planeta nove é baseada. O agrupamento “é uma consequência de onde olhamos e como olhamos”, disse Napier à Science. “Não há necessidade de um novo modelo para explicar os dados”.

Obviamente, as conclusões de Napier não são definitivas, já que a amostra analisada tem apenas 14 TNOs. A equipe espera que o Observatório Vera Rubin, que entrará em operação em 2023 no Chile, possa ajudar a explicar melhor o movimento dos TNOs.

Fonte: Futurism

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Nasa afirma que alguns organismos terrestres podem sobreviver temporariamente em Marte

Kaique Lima

Olhar Digital

Alguns organismos terrestres, como fungos e bactérias, podem sobreviver por um curto período de tempo em Marte. É o que afirma um estudo conduzido pela Nasa e pelo Centro Aeroespacial Alemão.

O estudo foi iniciado em 2019 e consistia em lançar alguns microrganismos na estratosfera, que é a segunda maior camada da atmosfera terrestre, está localizada acima da camada de ozônio e tem condições muito parecidas com as do Planeta Vermelho.

O experimento foi batizado como MARSBOx, sigla para Microbes in Atmosphere for Radiation, Survival, and Biological Outcomes Experiment, ou Experimento com Micróbios na Atmosfera para Resultados de Sobrevivência Biológica, em tradução livre, que é o nome do recipiente de alumínio que recebeu os organismos.

A MARSBOx foi colocada em um balão da NASA, que carregou o recipiente para a estratosfera. Lá, as amostras foram submetidas a condições semelhantes às de Marte, como a exposição à radiação ultravioleta em níveis mil vezes maiores do que os que são capazes de causar queimaduras solares.

Imagens do MARSBOx na estratosfera. Crédito: Nasa/Divulgação

O objetivo era descobrir se os organismos sobreviveriam naquelas condições, e, caso a resposta fosse positiva, por quanto tempo se manteriam vivos. Após pouco mais de um ano de análises, os cientistas publicaram um artigo relatando suas descobertas.

No texto, os pesquisadores descreveram que os esporos do bolor negro sobreviveram à viagem, mas o período de vida deles em Marte seria relativamente pequeno. Porém, eles poderiam ser revividos após serem trazidos de volta para a Terra.

Nasa deseja saber sobre riscos de contaminação antes do envio de missões tripuladas 

Outro objetivo do MARSBOx é descobrir como microrganismos associados aos humanos sobrevivem nas condições marcianas, Com isso, é possível estudar quais são os possíveis efeitos de uma viagem tripulada à Marte na saúde dos astronautas.

Porém, estes microrganismos também podem representar algo mais positivo. Acontece que o comportamento destes organismos em Marte pode ser a chave para o sucesso de uma missão tripulada, como explica Katharina Siems, membro da equipe do Centro Aeroespacial Alemão. 

“Alguns micróbios podem ser inestimáveis para a exploração espacial. Eles podem nos ajudar a produzir alimentos e suprimentos materiais independentemente da Terra, o que será crucial quando estivermos longe de casa”, afirmou a pesquisadora. 

Via:Engadget 

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Covid-19: ausência de receptores de células NK pode estar ligada a casos graves

Kaique Lima

Olhar Digital

Um estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Virologia da Universidade Médica de Viena, na Áustria, descobriu uma relação entre a ausência de receptores de células exterminadoras naturais, conhecidas como células NK, e a ocorrência de casos graves de Covid-19.

De acordo com a pesquisa, que foi publicada na revista científica Genetics in Medicine, quem precisou ser hospitalizado com Covid-19, em geral, era mais propenso a exibir uma variação genética que causa a falta dos receptores NKG2C, que ajudam no combate a infecções virais.

O receptor NKG2C se comunica com uma célula infectada por meio de uma de suas estruturas de superfície especializada, o HLA-E. Essa interação resulta na destruição de células infectadas.

Entretanto, por conta de uma variação genética, algumas pessoas possuem uma deficiência natural de receptores NKG2C. Essa variação é encontrada em cerca de 4% da população, que não possui esses receptores, além de outros 30% que só possuem uma pequena parcela deles.

“A ausência do receptor foi particularmente prevalente em pacientes de Covid-19 em tratamento em unidades de terapia intensiva, independentemente da idade ou sexo. Variações genéticas no HLA-E da célula infectada também foram associadas à gravidade da doença, embora em menor grau”, disse Elisabeth Puchhammer-Stöckl, líder do estudo.

O que são células NK?

O nome células NK vem da sigla em inglês para Natural Killers, ou exterminadoras naturais, em tradução livre. Elas são linfócitos necessários para que o sistema imunológico inato possa funcionar de maneira satisfatória.

As células NK são importantes no combate a infecções virais e também na luta contra diferentes linhagens de células cancerígenas, já que possuem uma atividade citotóxica que permite combater essas células sem um conhecimento prévio, diferente dos linfócitos T.

A descoberta da equipe de Puchhammer-Stöckl é importante por demonstrar a importância das células NK na luta contra a Covid-19 e também pode ser útil para a pesquisa de medicamentos que sejam eficazes para prevenir casos graves da doença.

Via:Medical Xpress

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Cientistas descobrem profundidade do maior mar da lua de Saturno

Redação

Olhar Digital

Cientistas conseguiram medir a profundidade do Kraken Mare, um oceano de metano que fica localizado na maior lua de Saturno, conhecida como Titã. Estima-se que a profundidade seja de pelo menos 300 metros, podendo ser ainda mais profunda.

Para efeito de comparação, isso é próximo da profundidade máxima atingida por um submarino nuclear aqui na Terra.

Titã é conhecida pelos astrônomos como “o mundo mais parecido com o nosso”. Assim como a Terra, a lua de Saturno possui uma atmosfera densa e rica em nitrogênio. Além de ser um dos poucos locais com clima, chuva, rios e mares.

Junto com a Terra, Titã é o único local no universo que é conhecido por ter líquidos em sua superfície. Mas, vale ressaltar que, diferente daqui, lá não chove água, mas um composto parecido com a gasolina…

Recentemente, a Nasa anunciou que tem planos para lançar um drone rumo à lua de Saturno. Além de um orbitador, uma sonda flutuante e um submarino robótico para estudar e compreender um pouco mais sobre o que acontece por lá.

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Movimento fundado por Greta Thunberg critica exploração de Marte em vídeo

Kaique Lima

Olhar Digital

Enquanto o mundo aguardava pelo pouso do rover Perseverance na superfície de Marte, o Fridays For Future (FFF), movimento fundado pela ativista sueca Greta Thumberg, divulgou um vídeo satírico em que critica a exploração do Planeta Vermelho enquanto pede por medidas mais fortes contra as mudanças climáticas aqui na Terra.

A peça publicitária foi publicada no YouTube na última terça-feira (16) e mostra o que seria uma propaganda para a venda de terrenos em Marte. “Depois de mais de 5 milhões de anos de existência humana na Terra, é hora de uma mudança”, diz uma voz narrando cenas do que seria a chegada dos primeiros humanos à Marte.

O vídeo prossegue com a voz listando o que seriam alguns atrativos para ida ao Planeta Vermelho. “Marte, 56 milhões de quilômetros quadrados de terra intocada, paisagens de tirar o fôlego e vistas incríveis. Um planeta não contaminado, um novo mundo onde podemos começar de novo. Marte oferece a liberdade máxima”.

No fim, é feito um alerta de que esta seria uma possibilidade apenas para o um porcento mais rico da humanidade, sugerindo que são necessárias atitudes para reduzir os efeitos das mudanças climáticas aqui na Terra. “E para os 99 por cento que ficarão na Terra, é melhor consertar as mudanças climáticas”.

Movimento de Greta Thunberg: apelo ao absurdo

Procurado pelo Euro News, um porta-voz do FFF disse que o objetivo do vídeo era apelar para ao absurdo para fazer uma crítica contra gastos que o movimento julga como desnecessários para a exploração e possível futura colonização de outros planetas.

“Queríamos destacar o puro absurdo. Os programas espaciais financiados pelo governo e os ultra-ricos do mundo são focados em lasers em Marte, enquanto a maioria dos humanos nunca terá a chance de visitar ou viver lá”, disse o representante.

Via: Futurism e Euro News

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Após rejeição pública, WhatsApp retoma mudanças de privacidade com nova mensagem

Renato Santino

Olhar Digital

Depois de todas as críticas recebidas pelo WhatsApp pela sua polêmica mudança nas políticas de privacidade, o aplicativo tentou ajustar sua mensagem para evitar assustar os usuários novamente. A partir desta quinta-feira (18), o app começará novamente a implementar as mudanças, com um novo formato de comunicação com o público.

O foco da mensagem sobre privacidade do WhatsApp agora é deixar claro o que é criptografado na plataforma. A empresa garante que as conversas entre usuários comuns continuarão a receber criptografia de ponta a ponta como sempre aconteceu. As mudanças acontecerão nas conversas com contas comerciais, quando o app é utilizado para, por exemplo, entrar em contato com o atendimento ao consumidor de uma loja virtual.

Essas mensagens trocadas entre cliente e empresas não são protegidas pela mesma criptografia de ponta a ponta das conversas pessoais. Elas, sim, poderão ser analisadas pelos sistemas do Facebook atrás de informações relevantes para anúncios e armazenadas no servidor da companhia. As mensagens pessoais trocadas no serviço são guardadas exclusivamente nos celulares dos usuários, sem cópias guardadas por nenhum intermediário.

Nova poítica de privacidade do WhatsApp
Novas políticas de privacidade serão explicadas de forma mais clara. Imagem: Reprodução/WhatsApp

As novas políticas de privacidade do WhatsApp devem entrar em vigor em 15 de maio, pouco mais de três meses após a data original de 8 de fevereiro, cancelada após reação negativa do público.

O WhatsApp também aproveitou o momento para criticar, principalmente, o Telegram, que se aproveitou do êxodo causado pela revolta com as novas políticas para se promover e alavancar sua base de usuários. A crítica gira em torno do fato de que o Telegram se apresenta como alternativa segura e privativa, mas que não oferece criptografia de ponta a ponta por padrão entre as conversas.

“Durante esse tempo, também entendemos que algumas pessoas podem querer testar os serviços oferecidos por outros aplicativos de mensagens e sabemos que alguns dos nossos concorrentes afirmam que não podem ler as conversas de seus usuários. É importante lembrar que se um aplicativo não oferece criptografia de ponta a ponta por padrão, isso significa que ele pode ter acesso ao conteúdo das suas mensagens. Outros concorrentes afirmam que são melhores porque têm acesso a ainda menos dados do que o WhatsApp. Nós acreditamos que as pessoas estão buscando um aplicativo que seja seguro e confiável, mesmo que para isso seja necessário que o WhatsApp tenha acesso a dados limitados. Antes de tomar uma decisão, levamos em consideração vários aspectos e continuaremos desenvolvendo novas maneiras para manter nosso compromisso de usar cada vez menos dados e não mais”, diz o comunicado.

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Rover Perseverance pousa com sucesso em solo de Marte

Redação

Olhar Digital

E foi um sucesso! Pontualmente às 17h55 no horário de Brasília, a sonda Perseverance, da Nasa, fez o pouso com perfeição no solo rochoso de Marte. E já nos primeiros minutos, o rover enviou aqui para a Terra o registro na cratera de Jezero, local do pouso.

Com aplausos, a equipe da agência espacial comemorou o feito, que é uma das etapas mais complexas da missão.

A partir de hoje, a sonda cumprirá uma agenda que durará 100 dias no Planeta Vermelho. Nos primeiros dias, a equipe na Terra irá “determinar as funções base do veículo, como energia, aquecimento e comunicações. Se qualquer uma destas funções não estiver funcionando, o veículo pode ser colocado em risco muito rapidamente.

O Perseverance também irá observar a posição do Sol no céu para determinar onde está a Terra e estabelecer comunicação direta, e depois fazer a checagem de outros instrumentos e sistemas. Tudo isso enquanto envia para nós mais fotos de seus arredores.

Na última etapa, a sonda deve buscar por evidências de que Marte, no passado, já abrigou formas de vida. E o que será que ele irá encontrar? Vamos acompanhar.

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