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O que são mares leitosos, enigma que a ciência está próxima de resolver

Marinheiros relatam há séculos surpresa ao navegar por mares de onde brota uma luz fluorescente, mas poucos a viram e só agora estão sendo descobertos os segredos do fenômeno lendário.

Por BBC

Em uma noite em janeiro de 1864, em algum lugar do sudeste do Chifre da África, algo inexplicável aconteceu.

“Toda a face da natureza parecia mudada”, escreveu o capitão Raphael Semmes, do navio Alabama.

“Ao redor do horizonte havia um brilho fraco, como se houvesse uma iluminação distante, enquanto acima havia um céu escuro e assustador.”

O Alabama havia passado “de repente da água azul profunda em que estávamos navegando para uma mancha de água tão branca que me assustou” e viajou “iluminado pelo brilho doentio sobrenatural de um mar fantasma” por várias horas até que tudo terminou tão repentinamente quanto havia começado.

Semmes e sua tripulação foram algumas das poucas testemunhas oculares na história de um fenômeno peculiar: um brilho misterioso em mar aberto ocasionalmente visível à noite, conhecido como mar leitoso.

Águas resplandecentes

O que resplandece naturalmente sempre nos surpreende, e quando se trata do mar, o efeito pode ser ainda mais incrível.

As criaturas bioluminescentes que o habitam oferecem espetáculos tão mágicos como os dos mares de Ardora, onde faíscas do mar se iluminam ao ritmo das ondas ou dos nossos passos na areia.

Mas o fenômeno dos mares leitosos tem fugido às explicações.

Embora seja mencionado esporadicamente na literatura marítima e na ficção, poucos o viram. E quem o descreveu não estava falando de uma bioluminescência curta, limitada e reativa ou brilhos azul-esverdeados, que são os mais comuns.

Eles falam de “um mar de brancura láctea, como se dos promontórios próximos viessem rebanhos de ursos brancos penteados nadar sobre ele”, como escreveu Herman Melville, em seu “Moby-Dick” de 1851.

Surpresa

Em uma noite em agosto de 2019, Naomi McKinnon estava no convés do iate Ganesha quando o Oceano Índico se iluminou.

“Três da tripulação estavam de vigia navegando no barco durante a noite, certificando-se de manter o caminho certo para as Ilhas Cocos, e de repente o oceano começou a parecer muito estranho.”

“Nos perguntamos: o que há de errado com nossos olhos? Por que parecem tão estranhos?”

“E à medida que velejamos, o brilho ficou mais intenso. Não tínhamos ideia do que estava acontecendo”, contou à BBC.

A tripulação acordou o capitão Johan Lemmens.

“Quando saí, vi que o mar estava iluminado como se houvesse grandes projetores de luz debaixo d’água.”

“Visualmente parecia que o barco flutuava mais alto que o usual e que estávamos navegando por um campo de neve que resplandecia com o brilho da Lua.”

“E as ondas na proa eram pretas, o que foi uma experiência arrepiante, porque normalmente as ondas na proa são sempre brancas e o mar é preto.”

McKinnon disse que a cor do oceano era “um verde esbranquiçado, como adesivos que brilham no escuro”.

“Sabemos porque o banheiro do barco estava com água brilhante na descarga, e o barco puxava essa água de pelo menos um metro abaixo do nível do mar.”

Eles então jogaram um balde na água para examinar mais perto.

“No início, não conseguíamos ver um brilho. Mas quando deixamos a água assentar, o brilho ficou mais intenso.”

“Quando você olhava para a água no balde, ela tinha pequenas manchas de luz, mas do convés, o oceano parecia homogêneo.”

E não era apenas uma parte ao redor do barco.

“Víamos o brilho de horizonte a horizonte. Todo o oceano que podíamos ver estava brilhando.”

“Estávamos totalmente encantados. Foi extremamente bonito e tranquilo. Além disso, foi uma bela noite para navergar, então ficamos impressionados com essa experiência incrível.”

Acaso

Naomi pesquisou na internet por explicações assim que voltou para a terra firme.

Um dia, encontrou um relatório de Steve Miller, especialista em observação da Terra da Colorado State University, que havia visto o mesmo evento de brilho na costa de Java, no Oceano Pacífico, mas por meio de um satélite.

“O mar leitoso é a minha baleia branca”, disse Miller à BBC, referindo-se à obsessão do capitão Ahab no romance clássico de Melville.

“No ano passado, trabalhamos com uma nova geração de satélites que estávamos tentando usar para encontrar mares leitosos. Na verdade, afirmamos ter visto alguns mares leitosos, apesar de não termos confirmação diretamente no local.”

“Fizemos todo o possível para garantir que o que estávamos vendo eram emissões de luz da superfície, mas como cientista você nunca sabe se pode afirmar 100% que o que você acha que viu é de fato o que você estava vendo”, explicou Miller.

“Gostaríamos de ter dados da água para comprovar o que vimos do ar, mas era difícil entrar em contato com barcos ou pessoas que pudessem ter testemunhado alguma coisa. Então assumimos o risco calculado de publicar o trabalho com a esperança de encontrar alguém que o tenha visto.”

E foi exatamente isso que aconteceu.

“Fiquei tão aliviado quando Naomi me contatou.”

“O relatório do iate Ganesha forneceu a primeira confirmação visual de que nossa nova geração de sensores de satélites pode detectar mares leitosos de forma autônoma.”

“O resultado realmente importante aqui é que, com a confirmação da superfície, agora temos confiança nas medições de satélites para não apenas detectar esse fenômeno e estudá-lo remotamente, mas também orientar os navios de pesquisa a entrar nos mares leitosos e aprender muito mais sobre eles.”

E havia dados que podiam ser identificados imediatamente após aquele encontro, relatados no artigo “Boat encounter with the 2019 Java bioluminescent milky sea: Views from on-deck confirm satellite detection” (“Encontro de barco com o mar leitoso bioluminescente de Java 2019: vistas do convés confirmam a detecção de satélite”, em tradução livre), do Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Naomi, por exemplo, disse que o mar brilhava até onde a vista alcançava. Com observações de satélite foi possível ter uma ideia mais precisa dessa área.

“É uma extensão notável de água brilhante, e, de fato, os relatos históricos dos mares leitosos que remontam a séculos deram praticamente o mesmo tipo de descrição em termos de sua experiência em torno dele.”

Brilhos como ‘propaganda’

O biólogo marinho Kenneth Nealson, que há muito colabora com Miller no estudo dos mares leitosos, identificou outro detalhe importante.

Antes do evento ao sul de Java, havia uma enorme proliferação de algas na área.

Nealson, que pesquisou bactérias oceânicas bioluminescentes que se alimentam de algas mortas, disse à BBC que o brilho é para atrair peixes à noite para engoli-los.

“A maioria dessas bactérias que são capazes de brilhar são as E.coli do mar, são as bactérias intestinais dos peixes.”

“Quando defecamos E.coli, o que essas bactérias querem é voltar ao intestino.”

“No oceano, se eles podem encontrar uma partícula de proteína, digamos, um plâncton morto, e fazê-la brilhar, isso convém porque no oceano o brilho é um sinal de que há algo bom para comer.”

Então o brilho é como um “anúncio publicitário” de luz.

Manchas brilhantes individuais de algas mortas podem ser rapidamente engolidas pelos peixes, nunca sendo vistas por um marinheiro que passar.

Mas uma floração enorme vai sobrecarregar seu apetite, e essa pode ser a razão para que o mar comece a brilhar.

“É basicamente como fazer um cultivo dessas bactérias, mas em vez de 100 mililitros como em um laboratório, é em 100.000 quilômetros quadrados.”

“Essa é a coisa milagrosa sobre essas florações de algas, quando você obtém certas áreas de ressurgência (quando massas de água muito profundas sobem à superfície) e todos os nutrientes que surgem nas algas começam a crescer como loucos”, disse o biólogo.

“São centenas de trilhões de partículas, todas brilhando ao mesmo tempo, mescladas com a água e conferindo essa aparência de brilho uniforme. Isso é o que acreditamos que é o processo para nossa interpretação visual de um mar leitoso”, acrescentou Miller.

Entre a ciência e o folclore

Não é de estranhar que algo tão marcante como isso tenha sido registrado no passado por marinheiros que o viram mas “foi um assunto que durante muito tempo se moveu às margens do folclore marítimo e do conhecimento científico”.

E ainda há incógnitas para resolver.

“Não houve muitas observações de natureza científica do fenômeno, foram principalmente histórias anedóticas de marinheiros ao longo dos séculos, em rotas comerciais, principalmente do Oceano Índico.”

“E não são muito comuns em nível mundial. Talvez a gente veja um ou dois mares leitosos por ano, se tivermos sorte. Mas vimos exemplos de mares leitosos que duram apenas um dia ou dois, até 45 dias ou mais… Aquele pelo qual o Ganesha navegou, por exemplo, durou cerca de 60 noites!”

“É ótimo porque agora podemos continuar a estudá-los do mar e do céu até chegar a compreendê-los.”

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Imã gigante pode ser usado para pescar meteorito que caiu no oceano em 2014

Lucas Soares 

Olhar Digital

Pesca magnética é uma prática que se popularizou nos últimos anos com vídeos de pessoas que encontraram itens de metal inusitados que caíram em rios e lagos muitos tempo antes de serem retirados. Para isso, é utilizado um imã potente que gruda nesses objetos embaixo da água. No entanto, a curiosa técnica agora pode ser usada para pescar um meteorito.

O CNEOS 2014-01-08 caiu na Terra em 2014 e não é qualquer meteorito. Astrônomos acreditam que esse pode ser um objeto espacial que veio de fora do nosso sistema solar. Caso seja confirmado, essa seria a primeira vez que teríamos a chance de observar de perto um desses. Os outros dois objetos interestelares que passaram por nosso sistema solar foram o Oumuamua e o Borisov, mas nenhum deles com o potencial de exploração do atual.

“Encontrar tal fragmento representaria o primeiro contato que a humanidade já teve com material maior que poeira de fora do sistema solar”, explica Amir Siraj, astrofísico da Universidade de Harvard e primeiro autor de um novo artigo sobre o tema à Live Science.

Pesca de meteorito interestelar 

Siraj identificou a origem interestelar do objeto em um estudo de 2019 com 99,999% de confiança. No entanto, a pesquisa ainda não passou pelo processo de revisão de pares e a divulgação oficial veio em abril deste ano pelo Comando Espacial dos Estados Unidos. “Ele atingiu a atmosfera a cerca de 160 quilômetros da costa de Papua Nova Guiné no meio da noite, com cerca de 1% da energia da bomba de Hiroshima”, completou.

Agora, um imã vai ser usado para tentar puxar o objeto. “A maioria dos meteoritos contém ferro suficiente para aderir ao tipo de ímã que planejamos usar para a expedição oceânica”, disse ele. “Dada a sua resistência material extremamente alta, é muito provável que os fragmentos do CNEOS 2014-01-08 sejam ferromagnéticos.” 

O navio vai sair da Papua Nova Guiné e usará um trenó magnético em um guincho de espinhel, que será rebocado ao longo do fundo do mar a 1,7 km por 10 dias. A expectativa é encontrar fragmentos do objeto interestelar. A missão não tem data para acontecer, já que ainda é necessário o financiamento de US$ 500 mil para sua realização.

“A alternativa de estudar um objeto interestelar de perto é lançar uma missão espacial para um objeto futuro passando pela vizinhança da Terra”, finaliza Siraj explicando que seu projeto é bastante barato em comparação com missões espaciais.

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Asteroide do tamanho de uma “baleia-azul” vai passar pela Terra nesta semana; existe risco?

Lucas Soares  

Olhar Digial

Mais um enorme asteroide está se aproximando da Terra. Nesta sexta-feira (12), o 2015 FF, que possui entre 13 e 28 metros de diâmetro, deve passar pela terra a uma velocidade de aproximadamente 33 mil quilômetros por hora. Antes que você pense “é o fim”, calma. O asteroide vai passar a uma distância bastante segura daqui.

Apesar do tamanho assustador, equivalente a uma baleia-azul, o maior animal do mundo, o 2015 FF vai estar a cerca de 4,3 milhões de quilômetros da Terra, uma pechincha em termos astronômicos, mas o suficiente para não corrermos risco. Para se ter noção, essa é mais de 10 vezes a distância entre a Terra e a Lua.

Ainda assim, pela classificação da NASA, esse objeto pode ser considerado potencialmente perigoso. A agência considera qualquer objeto espacial que chegue a 193 milhões de km da Terra como “próximo” e qualquer objeto em movimento rápido dentro de 7,5 milhões de quilômetros como um “risco em potencial”.

Asteroide a caminho da Terra

Mas você deve estar pensando: se esses asteroides estão tão distantes de nós, qual o motivo de serem classificados como “potencial risco”? Apesar da distância, podem ocorrer mudanças de rotas inesperadas, como a colisão com outro asteroide ou a influência da gravidade de outro planeta. Esse cenário também é visto como extremamente improvável, mas potencialmente catastrófico.

Para efeitos de comparação, no dia 7 de julho o asteroide 2022 NF passou a apenas 90 mil quilômetros de distância de nós, uma distância muito menor que o atual, e ainda assim segura. Por tanto, sem pânico, não é hoje que seremos destruídos por um asteroide.

Pensando nisso, as agências espaciais criam estratégias para destruir potenciais alvos que possam vir a caminho da Terra. A Missão DART, da NASA, por exemplo, deve socar um asteroide nos próximos meses para avaliar se essa estratégia pode ser utilizada para mudar a rota do astro caso ele esteja vindo a caminho da Terra.

Via Live Science

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Google pede desculpa pela atualização de software fazer o navegador cair

Por Alanis Meira, editado por André Lucena 

Olhar Digital

Ao atualizar o software nesta terça-feira (9), o Google causou uma paralisação internacional em grande escala e em seguida pediu desculpas pela falha.

Um executivo da empresa disse que a equipe estava trabalhando muito rápido para solucionar o problema causado e que os serviços já voltaram ao normal. “Estamos cientes de um problema que aconteceu durante a atualização do software na tarde de hoje no horário do Pacífico. Isso prejudicou brevemente a disponibilidade do navegador e do Google Maps“, esclareceu.

A suspensão temporária foi relatada sem demora pelas plataformas tecnológicas. “Pedimos desculpas pelo incômodo. Trabalhamos para resolver rapidamente o problema e nossos serviços já estão de volta online”, finalizou.

A plataforma Downdetector relatou em tempo real que os usuários estavam se queixando dos problemas. Os primeiros relatos começaram a partir das 9 horas da manhã nos Estados Unidos e por volta das 11h30, a plataforma já tinha contabilizado mais de 4 mil reclamações.

Alguns usuários disseram que o Gmail, o Google Maps e as imagens do Google também estavam apresentando problemas.

A ThousandEyes Inc, uma empresa de inteligência de rede, disse que as interrupções do Google afetaram no mínimo 1.338 servidores ao redor do mundo. Esses servidores correspondem a 40 países, incluindo a África do Sul, Austrália, Estados Unidos, Israel e Quênia. Algumas partes dos continentes da América do Sul, Ásia e Europa também foram afetados.

A empresa de inteligência comunicou que a primeira pausa durou 34 minutos entre o meio-dia e por ter sido resolvida em 7 minutos, atingiu menos servidores.

Google Chrome 104 carregará mais rápido, confira as novidades

A mais nova edição do Google Chrome chegou a sua versão 104, que já está sendo consolidada e traz novas utilidades e praticidades. Uma das novidades é a função que permite que as páginas carreguem de forma mais rápida, façam capturas de tela com melhor qualidade e os patches de segurança de costume.

Anteriormente, no Google Chrome 102, foram acrescentados novos atalhos do teclado, no 103 colocaram uma inteligência artificial para melhorar a pesquisa das imagens e agora chegou a vez do 104 brilhar.

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Site que vende ingressos para lançamento da missão lunar Artemis 1 cai devido a alto número de acessos

Por Gabriel Caldini, editado por André Lucena  

Olhar Digital

Logo após abrir a venda de ingressos para o lançamento da missão lunar Artemis 1, o site do Complexo de Visitantes do Centro Espacial Kennedy saiu do ar devido ao número excessivo de acessos.

“Esta é uma missão histórica, e houve um tráfego significativo no site quando os ingressos ficaram disponíveis às 11h do dia 2 de agosto”, relatou Rebecca Burgman, porta-voz do Complexo de Visitantes. “Houve atrasos iniciais com o site de venda de ingressos que nossa equipe conseguiu resolver rapidamente.”

O problema foi corrigido rapidamente e os ingressos voltaram a ficar disponíveis pouco tempo depois. Contudo, eles estão acabando em um ritmo acelerado e as autoridades estão recomendando aos portadores de passagens que organizem os seus planos de viagem o mais rápido possível.

“Muitos hotéis à beira-mar já estão esgotados para a missão de lançamento Artemis 1”, disse Peter Cranis, diretor executivo do Departamento de Turismo da Costa Espacial da Flórida.

A missão Artemis 1

Programada para o dia 29 de agosto, a Artemis 1 será uma missão de teste de espaço profundo não-tripulada com a espaçonave Orion e o foguete conhecido como ‘Sistema de Lançamento Espacial’ (SLS). Durante o voo, a espaçonave rodeará a Lua para testar as tecnologias de que a NASA precisa para apoiar o retorno dos astronautas à superfície lunar. Ela levará dentro de si o manequim ‘Moonikin’, satélites do tipo CubeSat e alguns experimentos científicos. 

“O voo será o primeiro de uma série de missões cada vez mais complexas para a Lua”, declarou a NASA em um anúncio. “Através das missões Artemis, pousaremos a primeira mulher e a primeira pessoa de cor na Lua, abrindo caminho para uma presença lunar de longo prazo e servindo como um trampolim para enviar astronautas a Marte”.

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Ataques hackers fazem seguradoras cibernéticas aumentarem preços

Por William Schendes, editado por Karoline Albuquerque  

Olhar Digital

Com o aumento dos ataques digitais ao redor do mundo, o mercado de seguros cibernéticos, ou ciberseguros, tem se tornado uma opção recorrente para usuários e empresas que desejam contar com uma cobertura em caso de prejuízo causado por ciberataques. E a demanda elevou os preços.

Dados pesquisa “Cibersecurity Insurance”, da GlobalData, estimam que o setor de seguros cibernéticos terão crescimento de 10% até 2025. Com isso, a receita das empresas do setor em 2020 de US$ 6,4 bilhões passará para US$ 10,6 bilhões. 

Com a elevação dos ciberataques, hacks e outros tipos de cibercrimes, o preço dos seguros cibernéticos tem aumentado também. Além disso, seguradoras têm adotado uma novas ações para aquisição de novas coberturas, renovação de serviços ou adicionais. O procedimento envolve solicitar mais informações.

Entre abril e junho deste ano, os preços dos ciberseguros aumentaram 79% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o Global Insurance Market Index.

Hoje, as empresas que compram serviços de ciberseguros devem fornecer diversas informações sobre os procedimentos de segurança dentro da companhia. “Antes dos questionários, você apenas dava a eles o valor da cobertura que você queria e o setor em que estava, e pronto”, disse Chris Castaldo, diretor de segurança da informação da Crossbeam, em entrevista ao site Cybersecurity, do Wall Street Journal (WSJ).

O número elevado de perguntas e informações concedidas às seguradoras acontece pelo receio da ciberseguradora em correr um risco financeiro, disse Judith Selby, sócia do escritório de Nova York da Kennedys Law LLP ao WSJ. 

“O escrutínio das subscrições ficou realmente mais rígido nos últimos 18 meses ou mais”, disse Selby, que revelou algumas informações solicitadas na análise das empresas pelas seguradoras, como: planos de backup, se as redes são segregadas para evitar disseminação de malware, monitoramento e proteção de dispositivos contra ameaças, entre outras.

Selby ressaltou que algumas empresas precisarão da cobertura de mais de uma seguradora justamente por alguns seguros cibernéticos não estarem dispostos a correr tantos riscos financeiros com determinada empresa.

Imagem: Follow Focus/ Shutterstock

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Fábricas espaciais se tornarão realidade, mas só depois de uma “faxina” da órbita

Por Gabriel Caldini, editado por André Lucena 

Olhar Digital

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA está analisando como pode ajudar a impulsionar a criação de fábricas espaciais, mas disse que os detritos na órbita terrestre precisam ser abordados primeiro.

Em uma reunião realizada em 5 de agosto, a FCC votou por unanimidade (4 a 0) para abrir procedimentos sobre manutenção, montagem e fabricação no espaço a fim de examinar que tipo de oportunidades e desafios seriam criados ao mover alguns processos industriais para além da atmosfera terrestre.

Em um comunicado, a agência disse que a iniciativa “tem o potencial de construir indústrias inteiras, criar novos empregos, mitigar as mudanças climáticas e promover os interesses econômicos, científicos, tecnológicos e de segurança nacional dos Estados Unidos”.

A FCC analisará as possibilidades do projeto, incluindo reabastecimento de satélites em voo, inspeções e reparos de espaçonaves orbitais, “transformação de materiais através da fabricação no espaço” e remoção de detritos, algo que a presidente da FCC, Jessica Rosenworcel, disse ser essencial para promover segurança e responsabilidade no espaço.

“Existem milhares de toneladas métricas de lixo no espaço que, se não tratadas, restringirão essas novas oportunidades nos céus e a iniciativa pode ajudar a melhorar esse ambiente”, declarou Rosenworcel.

Detritos destrutivos

Os detritos espaciais devem ser um sério impedimento para a atividade orbital no futuro próximo. Milhões de pedaços de tamanhos diferentes estão flutuando ao redor da Terra, e mesmo os menores têm o potencial de causar danos catastróficos a espaçonaves.

De acordo com a NASA, os detritos na órbita da Terra viajam a velocidades de até 28.163 km/h. A agência observa que objetos tão pequenos e frágeis quanto lascas de tinta acumulam força suficiente para danificar as janelas de um ônibus espacial.

“De fato, detritos orbitais de tamanho milimétrico representam o maior risco de fim de missão para a maioria das espaçonaves robóticas que operam em órbita baixa”, disse a NASA. A agência acrescentou que existem aproximadamente 100 milhões de pedaços de detritos orbitais com cerca de um milímetro ao redor da Terra.

O comissário da FCC, Nathan Simington, expressou preocupação com os detritos orbitais, afirmando em um comunicado que, como a FCC está considerando atualizações em suas regras de detritos espaciais, era crucial garantir que regras semelhantes se aplicassem a operações como a de industrialização espacial. Em particular, Simington disse que a FCC precisa planejar agora como lidar com os detritos criados pelas operações.

O papel da FCC na criação de regras espaciais envolve qualquer coisa a ver com comunicações do espaço para um local terrestre nos EUA, incluindo a criação de regras para ajudar os satélites a evitar danos devido a detritos orbitais.

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Novo golpe mistura WhatsApp, PicPay e Pix, alerta Polícia Federal

Karoline Albuquerque  

Olhar Digital

A Superintendência Regional da Polícia Federal em Pernambuco emitiu um alerta, nesta segunda-feira (8), sobre um novo golpe. Os criminosos estão utilizando o WhatsApp, fingindo ser o aplicativo de serviços financeiros PicPay, com a promessa de R$ 200 pelo Pix.

De acordo com a PF, os golpistas enviam um link malicioso para as vítimas pelo mensageiro, se passando pelo app de carteira digital. Na mensagem, eles oferecem uma suposta promoção que dá R$ 200 de prêmio, pelo Pix, por ser aniversário do PicPay a quem responder às perguntas e compartilhar o link com os amigos.

A Polícia Federal divulgou a mensagem utilizada pelos criminosos na íntegra. O conteúdo do texto não foi alterado para a reprodução abaixo:PUBLICIDADE

Participe e Ganhe! Em comemoração ao nosso Aniversário, preparamos algo diferente, e quem ganha presente é você! Preparamos um Quiz muito divertido, chegue até o final do Quiz e receba um Pix de R$ 200 reais! 98.971 Pessoas participando agora … 37.035 Pessoas Receberam R$200 no Pix há 5 minutos …

Pergunta 1 de 4: Esta promoção é em comemoração ao.. ? Páscoa Aniversário – PicPay – Dia Das Mães
Pergunta 2 de 4: Quantos anos você tem ? 18-29 – 30-39 40 – 49 50+
Pergunta 3 de 4: Você já é cliente PicPay? Como você nos avaliaria ? Bom – Muito Bom – Mediano – Não Gosto
Pergunta 4 de 4: Você nos indicaria para amigos ou familiares ? Com Certeza! Não

Depois que a vítima responde às perguntas, outra mensagem é recebida. O texto, também reproduzida abaixo na íntegra, contém diversos erros gramaticais:

Parabéns você ganhou! Você ganhou R$200 Reais via PIX! Para receber via PIX siga os passos abaixo! Clique no botão “Whatsapp” abaixo, selecione 4 grupos do whatsapp e envie. Envie nossa promoção de aniversário para seus amigos ou grupos até que a barra abaixo esteja completa. Após enviar volte para essa página para continuar com seu Pix. Assim que você completar a barrinha, clique em Receber Pix Agora! Compartilhamento repetidos nos mesmos grupos/contatos não serão aceitos pelo sistema! Nosso sistema verificar se houve o compartilhamento, por tanto não burle, para não perde o Pix! Para dar veracidade a mensagem, os golpistas exibem também relatos falsos em redes sociais de supostas pessoas que já receberam os R$ 200 reais via pix.

“Todo o modus operandi (mensagem chamativa + site com domínio estranho (russo) + quiz genérico + pedido de compartilhamento) denota um golpe muito parecido com tantos outros. Com o intuito de roubar dados (às vezes com softwares maliciosos nas páginas), golpistas criam a promoção falsa como isca”, destacou a Polícia Federal, em nota.

O órgão ainda citou que a tal barra a ser preenchida, quando a vítima compartilha a fraude com os contatos, pode instalar um malware no celular. Assim, diversas informações do usuário são passadas para os cibercriminosos, como dados pessoais e bancários.

“Quando as vítimas se dão conta, são surpreendidas com empresas e contas em seu nome que não fizeram e dívidas que não contraíram. Eles podem até mesmo bloquear totalmente o celular instalando um programa (ransomware), deixando-o inoperante até que se pague uma quantia em dinheiro para que bandido forneça uma senha de desbloqueio do smartphone”, emenda o comunicado da PF.

Caso alguém tenha sido lesado pelo golpe, a Polícia Federal orienta a vítima a procurar a Polícia Civil. É preciso ir até a delegacia mais próxima e registrar um boletim de ocorrência, com as provas da fraude, como capturas de tela (prints) do WhatsApp, áudios e histórico de ligações. A prática configura crime de estelionato.

Confira dicas da Polícia Federal para se proteger de golpes virtuais:

  1. Ao receber uma mensagem deste tipo pelo WhatsApp, desconfie sempre antes de clicar nos links. Melhor apagar e não clicar.
  2. Não compartilhe links duvidosos com seus contatos sem antes saber se são autênticos – você pode estar sendo usado por bandidos para espalhar o golpe e prejudicar outras pessoas, inclusive seus parentes.
  3. Cuidado com o imediatismo de mensagens tais como: “agendamentos liberados até hoje”, “último dia para o saque”, “urgente” ou “não perca essa oportunidade”. Quase sempre, tais conteúdos querem fazer com que as pessoas não averiguem a veracidade do conteúdo nas páginas e órgãos oficiais.
  4. Certifique-se no site oficial da empresa ou órgão governamental sobre a veracidade do que está sendo oferecido, principalmente quando se tratar de supostas promoções, ofertas de dinheiro, brindes, descontos ou até promessas de emprego.
  5. Nunca preencha nenhum cadastro, formulário ou pesquisa fornecendo seus dados financeiros ou pessoais através de links enviados pelo WhatsApp, tais como: senha de bancos, cartão de crédito, dentre outros. Isso só deve ser feito em sites oficiais dos bancos.
  6. Ao entrar em qualquer página, verifique se existe um cadeado cinza no canto superior esquerdo da página – isso atesta que sua conexão não foi interceptada e que o site está criptografado para impedir golpes.
  7. Links que levem direito ao cadastro tem que ter o HTTPS, onde o “S” corresponde a uma camada extra de segurança;
  8. Instale um bom antivírus em seu celular ou computador e tenha o sistema operacional do seu celular e computador atualizados.
  9. Caso seu celular tenha sido invadido por programas maliciosos, seus dados pessoais estão fragilizados e sua vida financeira está correndo riscos – por isso se faz necessária a análise por parte de uma especialista em informática para que medidas de segurança sejam adotadas.

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O comportamento dos mineradores pode indicar o movimento das criptomoedas?

Por John Blount, editado por Karoline Albuquerque 

Olhar Digital

No finalzinho de outubro de 2021, os mineradores de Bitcoin (BTC) estavam eufóricos e muito confiantes na valorização da moeda. Também pudera: poucos dias antes, em 20 de outubro, a criptomoeda havia atingido uma nova marca história ao chegar ao patamar de US$ 65 mil. Ela havia registrado alta de 20% em apenas sete dias, e a expectativa deles era de que a subida não pararia por ali. Como noticiado na época por veículos especializados, essa crença fez com que os mineradores se recusassem a vender seus Bitcoins no mercado, causando um choque de oferta.

Em novembro, o criptoativo manteve o viés de alta e chegou ao maior valor histórico, US$ 69 mil, de certa forma confirmando a expectativa dos mineradores de que havia espaço para mais valorização. Contudo, é possível que o comportamento deles, somado a outros fatores do mercado, tenha contribuído para que a alta se concretizasse. Afinal, pela lei da oferta e da procura, quanto menos o mercado tem à disposição o objeto de desejo, mais caro tende a ficar, no caso, o Bitcoin.

Pouco depois dessa alta, a cotação do Bitcoin voltou a cair e atualmente está bem abaixo do recorde registrado. Às 17h15 do dia 28 de julho de 2022, cada Bitcoin era negociado a US$ 23.845,60, refletindo uma fase de baixa que tem assustado muita gente, principalmente os aventureiros com sede de ganhos, mas pouco conhecimento para entender e explorar corretamente a peculiar volatilidade desse mercado.

Com o criptoativo em baixa já há alguns meses, o comportamento dos mineradores mudou. Se antes o melhor era de segurar, agora a estratégia é vender. Até porque, com um período tão longo de baixas – desde o final de 2021 que o Bitcoin só se desvaloriza –, os mineradores precisam vender seus BTCs para financiar a atividade. Para quem não sabe, quando um minerador resolve um bloco de dados de operações, ele é remunerado em Bitcoin.

A mineração tem custos, sendo o consumo de energia elétrica o maior deles. Em um cenário global de aumento do custo energético por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia, os mineradores, naturalmente passam a ter margens menores. Portanto, a desvalorização do BTC só contribui para tornar a margem ainda menor. Mas, ao se desfazerem de suas posições na criptomoeda, eles alimentam o ciclo de baixa porque aumentam a oferta, exatamente no momento em que muitos tomaram a mesma decisão.

Como se vê, o comportamento dos mineradores pode, sim, indicar o movimento das criptomoedas. Obviamente, há outras variáveis a serem consideradas, inclusive, a forma como os mineradores agem pode ser reflexo de outros movimentos. No entanto, acompanhá-los de perto é uma boa forma para tomar decisões que ajudem a minimizar perdas e a repensar a estratégia de investimento adotada.

Talvez, o comportamento atual dos mineradores seja indicativo de que o período de baixa deve perdurar por mais algum tempo. Porém, como em qualquer investimento de renda variável, o fundo do poço pode não estar tão longe. Logo o BTC voltará a se valorizar. Os investidores altamente especializados serão os primeiros a perceber. Na sequência, impactados pela ação desses investidores, os mineradores mudarão de comportamento e darão a dica para os demais voltarem a aumentar suas posições na criptomoeda.

O BTC não tem controle, seu sobe e desce é fruto da flutuação do mercado. E os mineradores estão em uma posição, dentro dessa estrutura, que lhes dá o privilégio de perceber as mudanças quase que imediatamente. Logo, além de validadores dos dados da blockchain, os mineradores são como bússolas a mostrar a direção em que se movimentam todos os criptoativos.

John Blount é CEO da FMI Minecraft Managament

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WhatsApp vai deixar você esconder que está ‘online’; veja como fazer

Será possível decidir quem pode ver esse status. Além disso, aplicativo anunciou como fazer uma saída silenciosa de grupos em um pacote de recursos de privacidade.

Por g1

Whatsapp anuncia novas medidas de privacidade  — Foto: Divulgação/Whatsapp

Whatsapp anuncia novas medidas de privacidade — Foto: Divulgação/Whatsapp

WhatsApp anunciou nesta terça-feira (9) um recurso que permite esconder o “online” que aparece nas contas, uma opção esperada há bastante tempo por muitos usuários. Ele será liberado aos poucos e estará disponível para todos ainda este mês.

O aplicativo também vai permitir deixar grupos sem que todos fiquem sabendo e bloquear capturas de tela (print screen) em mensagens de visualização única. Essas mudanças serão ativadas automaticamente e não será preciso mudar configurações da conta.

Como esconder ‘online’ e ‘visto por último’ no WhatsApp

Até então, não era possível tirar o status “online” do WhatsApp: se você abrisse o aplicativo, o aviso aparecia para todos os seus contatos. Agora será possível decidir quem pode ver esse status.

Veja como ocultar o “online” da sua conta do WhatsApp:

  1. Nas configurações, selecione “Conta“;
  2. Selecione “Privacidade“;
  3. Clique em “Visto por último e online“;
  4. Escolha quem pode ver o “visto por último” (“Todos”, “Meus contatos”, “Meus contatos, exceto…” e “Ninguém”);
  5. Escolha quem pode ver o “online” (todos ou a mesma opção escolhida no “visto por último”).

Ao esconder o “online” e o “visto por último” de sua conta, você também não conseguirá ver essas informações nas contas de outras pessoas.

Saída silenciosa de grupos

Muitos usuários também esperavam um recurso que permita sair discretamente de grupos. Com a atualização do WhatsApp, o aviso de que alguém deixou a conversa será exibido somente para os administradores do grupo.

A mudança será liberada a partir desta terça-feira (9) e poderá ser observada no aviso que o aplicativo mostra antes de você sair de um grupo.

Se a novidade não chegou para você, o aplicativo perguntará apenas se você realmente deseja deixar a conversa. Caso ela esteja disponível, será exibida uma janela avisando que “somente os admins serão notificados quando você sair do grupo”.

Bloqueio de print em mensagens de visualização única

O WhatsApp anunciou ainda que está testando um bloqueio da captura de tela em mensagens de visualização única, incluindo fotos e vídeos.

A ideia é oferecer mais uma camada de proteção para usuários compartilharem registros quando não querem que eles fiquem disponíveis para sempre aos seus contatos. A funcionalidade será liberada para todos em breve.

Por que não aparece para mim?

O WhatsApp costuma liberar novos recursos aos poucos e, por isso, é possível que as novidades não estejam disponíveis para você assim que são anunciadas.

Uma boa prática para receber novos recursos é manter o aplicativo atualizado. Isso não garante que as mudanças aparecerão mais rapidamente, e sim que você terá uma versão mais recente, que está apta a receber a nova funcionalidade.

Veja como atualizar o WhatsApp:

  1. Acesse a Play Store (Android) ou App Store (Apple) e busque por “WhatsApp”;
  2. Na página do aplicativo, veja se há um botão com o título “Atualizar“;
  3. Clique em “Atualizar” e aguarde o download;
  4. O aplicativo vai reiniciar e estará atualizado.

Importante: se em vez de “Atualizar”, o botão estiver com a mensagem “Abrir”, o aplicativo já está na versão mais recente disponível.

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