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Elétricas e sofisticadas: Zero lança linha 2020 de motocicletas movidas a bateria

Por Acsa Gomes, editado por Jeniffer Cardoso  

Olhar Digital

A Zero decidiu antecipar o lançamento da linha 2022 de motos elétricas nesta quarta-feira, e apresentou os novos modelos Zero S, Dual DS e Dual DSR.

Segundo a empresa, o interesse do mercado por mais opções de motos à bateria acabou levando ao lançamento ainda este ano.

Com autonomia para rodar 143 km entre recargas, a Zero S é voltada para ambientes urbanos. A moto tem velocidade máxima de 158 km/h, impulsionada com um motor com 46 cavalos. O modelo custa 11.195 dólares, cerca de 59 mil reais.

A Dual DS tem o mesmo preço, e oferece as mesmas configurações de motor e bateria mas como é direcionado ao uso off-road, a autonomia é cerca de 8% menor.

A mais cara e sofisticada é a DSR, que vai ser vendida a 15.695 dólares, ou mais de 82 mil reais. Mas ela oferece autonomia de 260 km entre recargas e pode chegar a 164 km/h de velocidade máxima, graças ao motor de 70 cavalos.

Por enquanto não há informações sobre a chegada dessas motos por aqui, mas o interesse tem crescido entre os consumidores. De acordo com um levantamento do Mercado Livre, o volume de contatos para aquisição de motos elétricas cresceu 1198% no Brasil, em comparação com o ano passado.

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Recorde no espaço: astronauta Mark Vande Hei vai passar quase um ano na ISS

Por Acsa Gomes, editado por Jeniffer Cardoso  

Olhar Digital

O astronauta da Nasa Mark Vande Hei anunciou que vai permanecer na Estação Espacial Internacional até março de 2022. Por pouco ele não vai completar um ano em órbita da Terra, mas vai ser um recorde: Vande Hei vai ficar 353 dias no espaço!

Por enquanto, o recorde pertence a Scott Kelly, que permaneceu no espaço por 340 dias.

O astronauta norte americano embarcou em abril, e recebeu a permissão da Nasa para ficar um período a mais do que os colegas de missão. Mas Vande Hei é modesto, e declarou que o recorde não deve ser atribuído a ele, e sim ao programa espacial. E também confessou que está emocionado e ansioso para entender como é fazer algo assim…

A estadia prolongada vai servir para ajudar a comunidade científica a estudar como o corpo humano reage à longos voos espaciais. Eles vão ser necessários para visitar destinos no espaço profundo, como Marte, por exemplo.

De acordo com oa Nasa, uma viagem de ida e volta a Marte provavelmente levaria mais de dois anos.

Vande Hei teve um problema de saúde há algumas semanas, que o impediu de realizar uma caminhada espacial fora da ISS. Depois, foi revelado que o problema era um nervo comprimido no pescoço.

Pelo jeito o problema não tirou o entusiasmo dele, que agora tem uma longa estadia espacial pela frente!

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Crateras da Lua podem ser resultados de “pancadas espaciais”; entenda

Flavia Correia  

Olhar Digital

Um verdadeiro saco de pancadas. Essa pode ser uma das definições das origens do nosso satélite natural. Pesquisadores apontam que a Lua era constantemente golpeada há bilhões de anos por asteroides e outros objetos.

Ao longo de sua história, desde que era um planetoide quente e macio, a Lua nunca teve qualquer atmosfera para protegê-la. Dessa forma, os choques dos mais diversos corpos celestes contra ela era inevitável.

Isso pode explicar como as muitas crateras em sua superfície se formaram ao longo das eras. De acordo com um novo estudo da Universidade Curtin da Austrália, certos impactos primordiais podem ser responsáveis ​​diretos por moldar algumas das maiores características da Lua.

“Essas grandes crateras de impacto, muitas vezes referidas como bacias de impacto, formadas durante a solidificação do oceano de magma lunar há mais de 4 bilhões de anos, deveriam ter produzido crateras de aparência diferente, em comparação com aquelas formadas posteriormente na história geológica”, disse Katarina Miljkovic, professora e líder do estudo, publicado na revista Nature Communications. 

Corpos celestes bombardeavam antigo oceano de magma da Lua

Ela afirma que isso poderia explicar a origem, por exemplo, da bacia lunar do Pólo Sul-Aitken, e outras em forma de anel que são menos definidas do que as crateras de impacto mais jovens.

“Uma lua muito jovem se formou com um oceano de magma global que resfriou ao longo de milhões de anos, para formar a Lua que vemos hoje”, disse Milijkovic. “Então, quando asteroides e outros corpos atingiam a superfície, que era mais macia, não deixavam marcas tão graves, o que significa que haveria pouca evidência geológica ou geofísica de que os impactos tenham ocorrido”.

Conforme a Lua envelheceu e esfriou, sua superfície endureceu e as marcas deixadas pelo bombardeio formaram as crateras mais distintas que podemos identificar com mais facilidade hoje. 

Miljkovic diz que a pesquisa ajuda a preencher algumas lacunas em nosso entendimento, e não apenas da história da Lua. “Esta descoberta ajudará pesquisas futuras a entender o impacto que a Terra primitiva poderia ter experimentado e como isso teria afetado a evolução do nosso planeta”.

Com informações do Cnet.

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SpaceX, de Elon Musk, decola para 1º voo orbital com civis no espaço

Empresa leva bilionário Jared Isaacman e mais três civis para viagem com duração de 3 dias. Vai ser a missão com humanos que chegará mais longe, depois do programa Apollo.

Por G1

SpaceX, do bilionário Elon Musk, iniciou seu voo orbital nesta quarta-feira (15), com o objetivo de fazer o turismo espacial ultrapassar uma nova fronteira. Vai ser o voo com humanos que chegará mais longe, depois do programa Apollo.

Serão 3 dias dando voltas ao redor da Terra, por isso se trata de um voo orbital. O foguete Falcon decolou por volta das 21h (horário de Brasília) do Kennedy Space Center, em Cabo Canaveral, na Flórida, de onde costumam partir as missões da Nasa.

A bordo estavam 4 tripulantes que representam outro marco: é o primeiro voo orbital só com civis. Não há astronautas profissionais a bordo. Elon Musk também não viajou com eles.

Principais momentos da decolagem

Os tripulantes entraram na cápsula Dragon duas horas antes do voo. Eles passaram o tempo todo esperando a decolagem sentados e com os cintos afivelados, enquanto diversas checagens eram feitas.

Elon Musk foi assistir ao lançamento. Ao contrário de Jeff Bezos e Richard Branson, seus “rivais” bilionários que também investem no turismo espacial, o empresário não faz parte da tripulação. Ele apareceu usando máscara, apesar de já ter feito declarações minimizando a Covid.

Elon Musk, dono da SpaceX, acompanhou envio de tripulação da Inspiration4 à plataforma de lançamento — Foto: Reuters/Joe Skipper

A decolagem aconteceu às 21h03 (horário de Brasília), dentro do previsto.

SpaceX, de Elon Musk, decola para 1º voo orbital com civis no espaço

SpaceX, de Elon Musk, decola para 1º voo orbital com civis no espaço

Um minuto depois apareceram as primeiras imagens da tripulação dentro da cápsula.

Tripulação é ovacionada após decolagem da SpaceX

Tripulação é ovacionada após decolagem da SpaceX

Sistema de bordo da cápsula Crew Dragon, usada na missão Inspiration4 — Foto: SpaceX

Sistema de bordo da cápsula Crew Dragon, usada na missão Inspiration4 — Foto: SpaceX

Cerca de 2 minutos após o lançamento, o primeiro estágio do foguete Falcon, responsável pelo impulso inicial, se desprendeu retornou ao solo, dentro do planejado. O segundo estágio se separou cerca de 10 minutos após a decolagem, quando, então, a cápsula com os tripulantes passou a orbitar.

A SpaceX encerrou a transmissão pouco depois.

Entenda a viagem

A previsão é de que o pouso aconteça dentro de 3 dias, no litoral da Flórida. Nesse meio tempo, a cápsula Dragon dará voltas ao redor da Terra. A cada 90 minutos, um giro será completado.

Esta é o voo com maior distância já feito por humanos desde o programa Apollo, que levou o homem à Lua A altitude alvo é de 575 km, além das órbitas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), para onde SpaceX já viajou com astronautas, ou mesmo do telescópio espacial Hubble.

Além das 4 pessoas a bordo, a cápsula carrega itens curiosos que depois serão vendidos em um leilão beneficente, como uma versão inédita da música “Time in disguise”, do King of Leons.

Saiba tudo sobre a viagem da SpaceX — Foto: Kayan Albertin e Sávio Ladeira/G1

Saiba tudo sobre a viagem da SpaceX — Foto: Kayan Albertin e Sávio Ladeira/G1

SpaceX vs Bezos vs Branson

A missão Inspiration4 da SpaceX é diferente das que fizeram Bezos e Branson. Os voos deles foram do tipo suborbital e duraram menos de 1 hora.

Em julho, Richard Branson, da Virgin Galactic, fez um voo de 20 minutos em uma nave que era um misto de avião com foguete, superando 80 km de altitude, o suficiente para ser considerado pioneiro no ramo.

Dias depois, Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, ficou 10 minutos a bordo da nave da sua empresa Blue Origin, lançada por um foguete tradicional acima da linha de Kárman.

Essa linha fica a 100 km do nível do mar e que muitos consideram o limite para delimitar o início do espaço – a Nasa, por outro lado, aceita o limite de 80 km.

Jeff Bezos no espaço: Veja os melhores momentos do voo

O voo, sem piloto, também foi um marco no setor.

Como objetivo, todas essas empresas querem fazer crescer esse segmento, mas existem muitas diferenças técnicas entre suas naves. Veja os detalhes a seguir.

Diferenças entre as aeronaves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic — Foto: Kayan Albertin/Arte G1

Diferenças entre as aeronaves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic — Foto: Kayan Albertin/Arte G1

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Artefatos de mais de 4.000 anos são encontrados no estômago de crocodilo

Kaique Lima  

Olhar Digital

Artefatos históricos, que podem datar de mais de 4.000 anos, foram encontrados dentro do estômago de um crocodilo em Yazoo City, nos Estados Unidos. Os objetos foram encontrados por acaso, quando o animal foi levado para que tivesse sua carne e sua pele processadas.

Em um primeiro momento, Shane Smith, proprietário de um local para processamento de carne de caça, não reconheceu o que eram os objetos no estômago do crocodilo. Curioso, ele levou os artefatos a um especialista, que disse que se tratavam de objetos com milhares de anos.

Objetos de caça

Os objetos são a ponta de uma lança e algo que lembra uma isca para pesca. O caso foi tornado público depois que Shane Smith postou sobre o caso na página da loja no Facebook. A postagem viralizou e foi vista pelo geólogo James Starnes, que fez algumas especulações sobre os objetos.

Starnes conduz pesquisas com artefatos históricos encontrados no Delta do Mississippi, que é onde está localizada Yazoo City. O geólogo diverge um pouco da descrição dos objetos, segundo ele, a isca na verdade é um prumo de metal em forma de lágrima, que tem uso desconhecido.

Segundo o geólogo, o uso dos prumos é bastante debatido entre os especialistas, sendo que a pesca é uma das possibilidades aventadas. Porém, como os objetos são muito bem ornamentados, alguns especialistas defendem que ele não poderia ser usado para uma atividade tão trivial.

O outro objeto, de fato, era a ponta de uma lança, mais especificamente, de um dardo atlatl, que era usado como ferramenta de caça durante o chamado período cultural arcaico. Este foi um período que ocorreu entre 3.000 e 4.000 anos atrás.

Como foi parar no bicho?

Porém, uma dúvida ainda paira no ar: como esses artefatos foram parar no estômago de um crocodilo? Segundo Shane Smith, é provável que ele tenha ingerido os objetos junto com sementes de frutos e pedras, já que os crocodilos são animais conhecidos por comerem basicamente qualquer coisa.

De acordo com o processador de carnes de caça, no estômago do animal também foram encontrados ossos de diferentes mamíferos e pássaros, escamas de peixes, dentes, sementes e pedras. O animal, que mede mais de 5 metros, foi capturado no último dia 2 de setembro.

Via: CNN

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Mulher trans é morta a tiros dentro de casa em Paudalho, na Zona da Mata de Pernamubuco

Testemunhas informaram que ouviram disparos de arma de fogo na casa em que Kelly Alves estava, na noite do domingo (12). No dia seguinte, o corpo dela foi encontrado.

Por G1 PE

Kelly Alves foi morta a tiros em Paudalho, na Zona da Mata de Pernambuco — Foto: Reprodução/Instagram

Kelly Alves foi morta a tiros em Paudalho, na Zona da Mata de Pernambuco — Foto: Reprodução/Instagram

Uma mulher trans foi morta a tiros na comunidade Entra Apulso, no loteamento Bobocão, no município de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. O corpo da vítima foi encontrado dentro de uma casa, na segunda-feira (13), e o crime foi confirmado pela Polícia Civil nesta terça-feira (14).

A vítima foi identificada como Kelly Alves. Testemunhas informaram que ouviram disparos de arma de fogo na casa em que ela estava, na noite do domingo (12). No dia seguinte, o corpo dela foi encontrado e a Polícia Militar foi acionada para a ocorrência.

A PM informou que uma equipe do 2º Batalhão foi acionada para isolar o local do crime. O Instituto de Criminalística foi até a residência e o corpo de Kelly Alves foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), no Centro do Recife, para passar por perícias.

A idade e profissão de Kelly não foram informados. A Polícia Civil informou que a mulher trans foi atingida por mais de um disparo de arma de fogo.

O suspeito do crime foi identificado apenas como Bruno, cuja relação com a vítima não foi divulgada pela polícia. Até a última atualização desta reportagem, ninguém foi preso.

O homicídio é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil. “As investigações foram iniciadas e seguem até completa elucidação do crime”, afirmou a corporação, por meio de nota.

Violência contra a população trans

O Brasil teve 80 pessoas transexuais mortas no 1º semestre deste ano, segundo relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra).

Em Pernambuco, o caso mais recente foi o de Fabiana da Silva Lucas, de 30 anos, assassinada a facadas em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste. O caso, que ocorreu em julho, é tratado pela polícia como transfobia.

Também em julho, Crismilly Pérola, conhecida como Piu-piu, de 37 anos, foi morta com um tiro na comunidade Beira Rio, na Várzea, Zona Oeste do Recife. A família acredita que crime foi motivado por transfobia. Um adolescente foi apreendido pelo crime.

Pouco tempo depois, Roberta da Silva morreu depois de ter 40% do corpo queimado por um adolescente, enquanto dormia perto do Terminal de Ônibus do Cais de Santa Rita, no Centro do Recife. O adolescente foi apreendido pela polícia em flagrante pelo crime.

Em 18 de junho, Kalyndra Nogueira da Hora, de 26 anos, foi encontrada morta dentro de casa, no Ipsep, na Zona Sul do Recife. O companheiro dela é o principal suspeito de cometer o crime.

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Por neurônios no cérebro, ratos podem ser mais espertos do que primatas

Gabriela Bulhões  

Olhar Digital

Os primatas são geralmente considerados mais espertos do que os ratos, por exemplo. Porém, em uma nova descoberta, os pesquisadores de neurociência da Universidade de Chicago e do Laboratório Nacional de Argonne descobriram que os ratos, na verdade, têm mais sinapses conectando os neurônios em seu cérebro.

Em um estudo comparando os cérebros de macacos e camundongos no nível sináptico, os pesquisadores descobriram que os primatas tinham muito menos sinapses por neurônio em comparação com os roedores, tanto em neurônios excitatórios quanto inibitórios na camada 2/3 do córtex visual. 

Sendo assim, usando modelagem de rede neural recorrente artificial, a equipe foi capaz de determinar que o custo metabólico de construção e manutenção de sinapses provavelmente leva redes neurais maiores a serem mais esparsas.

A equipe de pesquisa, composta por cientistas dos laboratórios de David Freedman, no Argonne National Laboratory, alavancou avanços recentes em microscopia eletrônica, assim como dados existentes publicamente disponíveis para comparar a conectividade em ambas as espécies. 

Depois de reconstruir as imagens de microscopia e medir as formas de 107 neurônios macacos e 81 neurônios de camundongos, a equipe analisou cerca de 6 mil sinapses nas amostras de macacos e mais de 9.7 mil sinapses nas amostras de camundongos. 

Ao comparar os conjuntos de dados, eles descobriram que os neurônios dos primatas recebem de duas a cinco vezes menos conexões sinápticas excitatórias e inibitórias do que os neurônios de camundongos semelhantes. Para Gregg Wildenberg, este trabalho mostra que, embora haja mais conexões totais no cérebro, se observar por neurônio, os primatas na verdade têm menos sinapses.

“O cérebro é apenas cerca de 2,5% da nossa massa corporal total, mas requer cerca de 20% da energia total do corpo”, disse Wildenberg. Ele comentou “acredita-se que a maior parte dessa energia seja gasta nas sinapses, tanto na energia para se comunicar através das sinapses, mas também para construí-las e mantê-las.”

De acordo com os pesquisadores, os resultados ajudarão a informar pesquisas futuras em primatas e camundongos, bem como nas comparações entre os dois. Além disso, Rosen apontou que compreender as diferenças entre as espécies pode ajudar a esclarecer os princípios gerais do cérebro para entender melhor o comportamento.

“Ninguém trata um camundongo e um primata da mesma maneira; eles se comportam de maneira diferente. Essas observações fundamentais das diferenças anatômicas entre os dois podem nos permitir extrair princípios gerais que podem ser aplicados em todas as espécies, bem como o que é único para cada animal”, concluiu.

Fonte: Medical Xpress

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Jogador de ‘Minecraft’ recria planetas de ‘Star Wars’

Karol Albuquerque

Olhar Digital

O ‘Minecraft’ tem, entre seus modos, um criativo, que permite aos jogadores usarem a imaginação e construírem o que bem quiserem. E, assim, um jogador do game desenvolvido pelo Mojang Studios vem recriando diversos planetas da galáxia da saga ‘Star Wars’, convergindo o jogo febre entre crianças e adolescentes e a franquia de quase 45 anos de existência.

O jogador, conhecido como Vistachess, divulga o trabalho que vem fazendo no ‘Minecraft’ no fórum Reddit. Lá, ele publicou diversas capturas de tela de toda a construção que vem realizando sozinho (ou sozinha?). O usuário também disponibiliza um link para download.

Na última quinta-feira (9), o jogador publicou as imagens de Tatooine, planeta deserto que serviu de lar para Anakin e Luke Skywalker e Obi-Wan Kenobi durante ‘Star Wars’, e de Coruscant, a capital da República e, em seguida, do Império. No post, Vistachess disse que passou um ano na construção como parte de seu mapa de aventura em mundo aberto singleplayer.

Ele/ela ainda deixou dois vídeos do progresso no YouTube. Pelo tempo que ele levou para fazer dois planetas, os outros devem demorar ainda a chegar à página do jogador no Reddit. Agora, pela última publicação de Vistachess no fórum, o construtor de ‘Minecraft’ está trabalhando no planeta Naboo, local de origem da rainha, e depois senadora, Padmé Amidala.

Vistachess não é o primeiro jogador a usar o ‘Minecraft’ para reconstruir mundos da ficção. A comunidade de construtores do jogo já colocou a Terra Média, onde se passa a maioria dos contos de J. R. R. Tolkien, nos formatos cúbicos do game. ‘Doom’, ‘Half-Life’, ‘The Witcher, ‘Stardew Valley’ e até o mapa completo de ‘Breath of the Wild’, título de 2017 da franquia ‘A Lenda de Zelda’ também entraram no jogo.

Confira a galeria de ‘Star Wars’ no ‘Minecraft’:

Imagem: vistachess/Reprodução

Via: PC Gamer

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SpaceX, de Elon Musk, deverá ultrapassar mais uma fronteira do turismo espacial nesta quarta

Empresa vai levar bilionário Jared Isaacman e mais três civis para voo orbital. Decolagem está prevista para as 21h e serão 3 dias de missão. Veja como esta empreitada se difere das viagens de Bezos e Branson.

Por G1

Lançamento de um foguete Falcon 9 da SpaceX em 30 de maio de 2020 no Kennedy Space Center — Foto: Divulgação/SpaceX

Lançamento de um foguete Falcon 9 da SpaceX em 30 de maio de 2020 no Kennedy Space Center — Foto: Divulgação/SpaceX

O turismo espacial irá ultrapassar uma nova fronteira nesta quarta-feira (15), quando um foguete da SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, levará outro “ricaço”, o empresário Jared Isaacman, e mais três civis para a órbita da Terra, onde ficarão cerca de 3 dias dando voltas ao redor do globo.

A decolagem está prevista para as 21h, e o G1 vai transmitir.

A missão Inspiration4 da SpaceX é diferente das que fizeram os “rivais” de Musk, Jeff Bezos e Richard Branson – outros dois bilionários que decidiram investir neste ramo. Os voos deles foram do tipo suborbital e duraram menos de 1 hora. O da Space X será orbital.

Outra diferença é que Bezos e Branson estavam a bordo, mas Musk não será tripulante de sua nave. Além das 4 pessoas a bordo, a cápsula carregará itens curiosos que depois serão vendidos em um leilão beneficente, como uma versão inédita da música “Time in disguise”, do King of Leons.

Saiba tudo sobre a viagem da SpaceX — Foto: Kayan Albertin e Sávio Ladeira/G1

Saiba tudo sobre a viagem da SpaceX — Foto: Kayan Albertin e Sávio Ladeira/G1

SpaceX vs Bezos vs Branson

Os bilionários estão de olho no turismo espacial. Em julho, Richard Branson, da Virgin Galactic, fez um voo de 20 minutos em uma nave que era um misto de avião com foguete, superando 80 km de altitude, o suficiente para ser considerado pioneiro no ramo.

Dias depois, Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, ficou 10 minutos a bordo da nave da sua empresa Blue Origin, lançada por um foguete tradicional acima da linha de Kárman.

Essa linha fica a 100 km do nível do mar e que muitos consideram o limite para delimitar o início do espaço – a Nasa, por outro lado, aceita o limite de 80 km.

Jeff Bezos no espaço: Veja os melhores momentos do voo e entenda o caso

O voo, sem piloto, também foi um marco no setor.

Como objetivo, todas essas empresas querem fazer crescer esse segmento, mas existem muitas diferenças técnicas entre suas naves. Veja os detalhes a seguir.

Diferenças entre as aeronaves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic — Foto: Kayan Albertin/Arte G1

Diferenças entre as aeronaves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic — Foto: Kayan Albertin/Arte G1

Conheça detalhes da nave da Blue Origin — Foto: Elcio Horiuchi/Wagner Magalhães/Rafael Miotto/G1

Conheça detalhes da nave da Blue Origin — Foto: Elcio Horiuchi/Wagner Magalhães/Rafael Miotto/G1

Detalhes da nave da Virgin Galactic — Foto: Elcio Horiuchi/Wagner Magalhães/Rafael Miotto/G1

Detalhes da nave da Virgin Galactic — Foto: Elcio Horiuchi/Wagner Magalhães/Rafael Miotto/G1

Quais as ambições deles?

A SpaceX, de Elon Musk, já lançou quase 70 foguetes e conseguiu contratos com a Nasa, com a Força Aérea dos EUA e com a agência espacial argentina para colocar satélites em órbita e ajudar a reabastecer a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

A companhia desenvolveu foguetes reutilizáveis e está de olho na oportunidade de levar suprimentos para fora do planeta – uma de suas empreitadas é a Starlink, empresa de internet via satélite, por exemplo.

Agora, com a entrada no turismo espacial, a SpaceX mira em uma experiência “diferenciada”, com voos na órbita da Terra.

Para janeiro de 2022, a empresa deve realizar o voo para a ISS de três empresários com um astronauta experiente. A missão, batizada de Ax-1, é organizada pela empresa Axiom Space, que já contratou outros três voos futuros com a empresa de Musk.

A Blue Origin, de Jeff Bezos, tem ambições mais parecidas com a da SpaceX – a companhia também criou foguetes reutilizáveis e quer se tornar fornecedora da Nasa. A intenção é que, no futuro, a empresa possa testar a possibilidade de assentamentos humanos permanentes na Lua.

Em uma recente conquista, a empresa de Bezos foi escolhida pela Força Aérea dos EUA para desenvolver novos foguetes que possam ser usados em lançamentos militares.

E todos esses esforços acontecem em paralelo com a intenção de levar civis ao espaço, no mercado do turismo.

A Virgin Galactic, de Richard Branson, está focada em desenvolver esses tipos de “aviões espaciais” reutilizáveis para levar turistas e transportar carga em trajetos curtos pelo espaço suborbital. A empresa pretende fazer mais dois voos de teste e começar sua operação comercial em 2022.

O objetivo é realizar até 400 voos por ano por base espacial. Até o momento, cerca de 600 pessoas compraram passagens.

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Meteoro cruza o céu de Santa Catarina; veja vídeo da “bola de fogo”

Flavia Correia  

Olhar Digital

Embora meteoros caiam o tempo todo na Terra, o fenômeno é muito mais comum de ser testemunhado à noite. Alguns, no entanto, por serem são tão brilhantes, podem ser vistos mesmo com a luz do dia. E foi isso que aconteceu na última sexta-feira (10), na cidade de Monte Castelo, em Santa Catarina.

Por volta das 18h40, começava a anoitecer no município, e ainda estava relativamente claro, quando uma bola de fogo surgiu rasgando o céu. O fenômeno foi testemunhado por vários moradores da cidade e registrado pela estação de monitoramento.

Nas imagens, é possível ver Júpiter (o ponto luminoso logo acima do meteoro). O planeta poderá ser facilmente observado neste horário durante os próximos dias. 

Bola de fogo foi episódio esporádico e não fazia parte de uma chuva de meteoros

Durante cerca de três segundos, a bola de fogo brilhou intensamente, antes de desaparecer sobre o oceano Atlântico. De acordo com a estação de monitoramento de Monte Castelo, a velocidade do meteoro foi estimada em 60 mil km/h.

Segundo Marcella Duarte, em colaboração ao site Tilt, da Uol, o astrônomo amador Jocimar Justino de Souza, dono da estação, localizou as imagens ao ser alertado por uma pessoa que viu a queda do meteoro. 

“Assim que ouvi o relato, já achei o registro, pelo horário. O fenômeno teve muitas testemunhas devido ao horário. Só em Monte Castelo, pelo menos seis pessoas relataram. Por causa do brilho elevado, sem dúvidas também foi observado em outras cidades e também estados vizinhos”, acredita Souza. 

Ele explica o que é o fireball (bola de fogo, em tradução literal). “Trata-se de um fragmento maior de rocha espacial, que queima ao adentrar nossa atmosfera. Neste caso, provavelmente, foi um meteoro esporádico, que não pertence a nenhuma chuva de meteoros catalogada até o momento”. 

De acordo com o astrônomo, que faz parte da Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), esses são justamente os meteoros de maior relevância para seus estudos.

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