Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Pedaço de asteroide que passou raspando pela Terra explode no céu da Flórida

Por Rafael Rigues,Editado por André Lucena

Olhar Digital

Moradores da Flórida viram um belo “show de luzes” na noite desta terça-feira (13). Um meteoro riscou o céu por alguns segundos por volta das 22h16 (horário local, 23h16 em Brasília), antes de explodir em uma sequência de flashes.

O evento foi registrado por câmeras de segurança e por um repórter de uma afiliada da rede de TV CBS. “Grande flash e um rastro no céu em West Palm Beach. Aconteceu momentos atrás enquanto estávamos em uma live do Facebook para uma reportagem da @CBS12”, disse Jay O’Brian.

Seu colega Zach Covey, meteorologista da CBS, respondeu dizendo que a bola de fogo era provavelmente “um pedaço do asteroide chamado 2021 GW4”, que “passou raspando” por nosso planeta na manhã de segunda-feira (12). O objeto chegou a apenas 26.200 quilômetros de distância de nós, menos de um décimo da distância média entre a Terra e a Lua, e mais próximo do que satélites em órbita geoestacionária.

Apesar da proximidade, e do espetáculo no céu, nunca corremos nenhum perigo. Isso porque um asteroide do tamanho de 2021 GW4, com cerca de 4 metros de diâmetro, não consegue sobreviver ao choque e calor da reentrada em nossa atmosfera e geralmente se desintegra antes de atingir o solo, exatamente como mostrado no vídeo.

Meteoros que são tão ou mais brilhantes que o planeta Vênus são chamados de “bolas de fogo” ou, em inglês, fireballs. Os que se desintegram de forma explosiva, como o da Flórida, também são chamados de bólidos.

Se você tem a impressão de que houve um aumento no número de notícias sobre meteoros recentemente, não está errado. Registros como o da Flórida estão se tornando cada vez mais comuns. Com o aumento do número de câmeras de vigilância gravando 24 horas por dia, especialmente no hemisfério norte, e a expansão de redes de monitoramento como a BRAMON, no Brasil, ficou cada vez mais fácil registrar algo que anteriormente era um evento efêmero.

Fonte: Live Science

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Facebook remove página de histórica vila francesa de Bitche por confusão com seu nome

Rede social havia suspendido o página por suposta violação de regras, mas restabeleceu o endereço nesta terça (13). Nome da cidade, que lembra insulto em inglês, foi “mal interpretado”, disse prefeito.

Por G1

Vila de Bitche, na França, teve página removida do Facebook por engano — Foto: Divulgação

Vila de Bitche, na França, teve página removida do Facebook por engano — Foto: Divulgação

A página do Facebook de uma pequena cidade francesa foi retirada do ar após uma confusão.

O vilarejo histórico de Bitche, no nordeste da França, foi suspenso na rede social por causa de seu nome, que lembra um insulto em inglês.

O prefeito da cidade disse que a página foi removida em 19 de março por supostamente violar as regras do Facebook.

“O nome da nossa cidade parece ter sofrido uma má interpretação”, disse Benoît Kieffer, prefeito de Bitche.

Um porta-voz da rede social disse que “a página foi removida por engano e foi rapidamente restaurada esta manhã, quando tomamos conhecimento do problema”, de acordo com a BBC.

Durante o “apagão” que sofreu no Facebook, a Vila de Bitche criou uma outra página Mairie 57230, que é o código postal da cidade, para se comunicar com seus moradores.

Convite para Zuckerberg

Após a confusão, o prefeito de Bitche fez um convite para Mark Zuckerberg conhecer a pequena vila, que tem cerca de 5 mil habitantes, com os próprios olhos, e também fez críticas ao sistema de moderação da rede social.

“O que aconteceu com a cidade de Bitche demonstra que as ferramentas moderadoras são insuficientes e limitadas, algo que só o olhar humano pode averiguar”, disse Kieffer.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Voo de ‘helicóptero’ da Nasa em Marte é adiado após falha em teste; entenda

Agência identificou falha no software do helicóptero na sexta-feira (9). Ainda não há uma nova data para o voo.

Por Bruna de Alencar, G1

Nasa ainda não conseguiu concretizar seu objetivo de conduzir o primeiro voo do helicóptero Ingenuity em Marte. Planejado para ocorrer na sexta-feira (9), o voo foi adiado após a equipe da agência espacial dos Estados Unidos identificar problemas no software de controle de voo.

A falha foi constatada durante um teste de funcionamento em alta velocidade dos dois rotores do helicóptero. O objetivo da checagem era verificar se eles conseguiriam alcançar a velocidade necessária para o voo, que é de 2400 rotações por minuto. O Ingenuity já havia sido aprovado em testes anteriores.

Durante o fim de semana, a agência se dedicou a solucionar o problema. De acordo com os especialistas, será necessário atualizar o software, mas o equipamento não tem avarias em outros pontos de estrutura e gerenciamento.

“Ingenuity continua saudável na superfície de Marte. Funções críticas como energia, comunicações e controle térmico estão estáveis”, informou a Nasa.

Foto mostra o helicóptero Ingenuity, da Nasa, destravando as pás do rotor, permitindo que girassem livremente, em 7 de abril. — Foto: Nasa

Foto mostra o helicóptero Ingenuity, da Nasa, destravando as pás do rotor, permitindo que girassem livremente, em 7 de abril. — Foto: Nasa

Segundo a agência, as modificações no software de voo serão revisadas até esta quarta (14). Um cronograma detalhado ainda está sendo elaborado e a equipe planeja definir uma nova data para a navegação na próxima semana.

“Nossa melhor estimativa de uma data de voo planejada é fluida agora, mas estamos trabalhando para atingir esses marcos e definiremos uma data de voo na próxima semana”, disse a agência.

De acordo com a Nasa, a realização do voo em Marte abriria caminho para novas formas de exploração no planeta.

Missão em Marte

Nasa divulga vídeo de pouso do robô Perseverance em Marte

Em 18 de fevereiro, o robô Perseverance e o helicóptero Ingenuity aterrissaram juntos em Marte, sete meses depois de a missão ter partido dos Estados Unidos. No dia 3 de abril, o helicóptero, que é movido a energia solar, começou a ser abastecido pelo sol do planeta vermelho pela primeira vez.

Desde que começou as suas rotinas de preparação em Marte, o Ingenuity passou por uma série de testes pré-voo e foi aprovado em todos, com exceção do que ocorreu na sexta (9).

O Ingenuity possui uma série de restrições de voo: o helicóptero gasta muito bateria e precisa se aquecer ao sol para recarregar, voar à noite não é uma opção – porque a escuridão dificulta a navegação – e o helicóptero depende da câmera para observar o solo. Por isso, os melhores horários para o voo são ao meio-dia ou durante a tarde.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Em 2019, Brasil tinha quase 40 milhões de pessoas sem acesso à internet, diz IBGE

Número representa 21,7% da população com idade acima de 10 anos. Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C).

Por G1

O Brasil tinha 39,8 milhões pessoas sem conexão com a internet no final de 2019. O número representa 21,7% da população com idade acima de 10 anos.

Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C), com levantamento feito no 4º trimestre de 2019, divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um ano antes, o número de brasileiros que não tinham acesso à rede mundial de computadores era de 45,9 milhões, o que correspondia a 25,3% da população com 10 anos ou mais.

Em um ano, o número de internautas no Brasil aumentou em 6,1 milhões de pessoas. Havia no país, ao final de 2019, 143,5 milhões pessoas conectadas à internet (78,3%).

Os dados do suplemento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) da Pnad dão um panorama sobre quantas pessoas estão conectadas à internet e aparelhos mais usados para acessar a rede.

Veja abaixo os principais dados da pesquisa.

Uso da internet no Brasil em 2019 — Foto: Anderson Cattai/G1

Uso da internet no Brasil em 2019 — Foto: Anderson Cattai/G1

Acesso à internet

O número de pessoas que se conectam à internet no Brasil vem crescendo, segundo o IBGE. Em 2019, 78,3% das pessoas de 10 anos ou mais (143,5 milhões) se conectaram à rede.

Em 2016, esse número era de 64,7% da população, enquanto em 2017 era de 69,8% e em 2018 era de 74,7%.

Dentre os que não acessavam a internet, a maioria alegou não saber utilizá-la (43,8%) ou não ter interesse (31,6%). Essas pessoas também disseram que a internet era cara (11,9%), assim como os equipamentos (6,1%).

As regiões mais conectadas são:

  • Centro-oeste:84,6%
  • Sudeste: 83,8%
  • Sul: 81,8%
  • Norte: 69,2%
  • Nordeste: 68,6%

Em 2019, a proporção de mulheres conectadas foi maior que a de homens: 78,3% delas tinham acesso, enquanto, o índice para eles era de 77,1%.

A faixa etária que mais se conecta tem entre 20 e 24 anos: 92,7% dessa faixa acessou a internet. Os brasileiros com 60 anos ou mais apresentaram o menor índice, de 45% – um salto a partir dos 38,7% em 2018.

Diferença de renda

O rendimento real médio per capita nos domicílios em que havia utilização da internet era de R$ 1.527, quase o dobro do rendimento dos que não utilizavam a rede, que foi de R$ 728.

“A grande diferença entre esses dois rendimentos foi observada em todas as grandes regiões”, afirmou o IBGE.

Celular como principal dispositivo

O celular é o aparelho número um para acessar a internet no Brasil. Em 2019, o aparelho era usado por 98,6% dos internautas. Veja a comparação com outros dispositivos:

  • celular: 98,6%;
  • computador: 46,2%;
  • televisão: 31,9%;
  • tablet: 10,9%.

O total de domicílios que tinha um computador diminuiu. Eram 41,7% em 2018, e 40,6% em 2019.

Em 2019, 148,4 milhões de pessoas com 10 anos ou mais tinham um celular para uso pessoal (81,0% da população desta faixa etária). O percentual é um pouco maior do que o estimado em 2018 (79,3%).

No entanto, o número é muito diferente entre pessoas que vivem em áreas urbanas e em áreas rurais: 84,4% contra 59,3%, respectivamente.

Entre as pessoas que não tinham um celular, 27,7% alegaram que o aparelho era caro; 22,6%, falta de interesse em ter um; 21,9% que não sabiam usar; e 16,4% que costumavam usar o aparelho de outra pessoa.

Troca de mensagens é o uso favorito

A maioria das pessoas apontou que trocar mensagens é a principal finalidade para o uso da internet. A comunicação por ligações de voz ou vídeo ficou em segundo lugar:

  • enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagem por aplicativos: 95,7%;
  • conversar por chamada de voz ou vídeo:91,2%;
  • assistir vídeos, filmes e séries: 88,4%;
  • enviar ou receber e-mails: 61,5%.

Conexão em casa

O uso de internet discada no Brasil é quase inexistente, segundo o IBGE. Somente 0,2% das pessoas se conectam à rede dessa forma.

A maioria dos lares usa banda larga fixa e banda larga móvel (3G e 4G). De 2018 para 2019, nos domicílios em que havia utilização da internet, o percentual de domicílios em que havia tanto a conexão por banda larga fixa quanto a móvel subiu de 56,3% para 59,2%.

Os domicílios que utilizaram somente a conexão por banda larga móvel passou de 23,3% para 21,4% de um ano para o outro. Naqueles em que havia somente o uso de conexão por banda larga fixa, a variação foi de 19,0% para 18,1%.

No total, 77,9% dos domicílios possuíam banda larga fixa e 81,2% banda larga móvel. Veja os números por região:

  • Norte: fixa 55% / móvel 88,6%;
  • Nordeste: fixa 80,4% / móvel 63,8%;
  • Centro-oeste: fixa 77,3% / móvel 87,1%;
  • Sudeste: fixa 79% / móvel 87,5%;
  • Sul: fixa 81% / móvel 82,4%.

Estudantes

Os estudantes usam mais a internet: 88,1% deles se conectaram à internet em 2019. O número entre não estudantes que acessaram a rede foi de 75,8%.

Apesar disso, o acesso se torna diferente de acordo com a rede de ensino:

  • 98,4% dos estudantes da rede privada utilizaram a internet;
  • 83,7% dos estudantes da rede pública se conectaram à rede.

Essas diferenças se acentuam de acordo com a região do país. Considerados apenas os estudantes da rede privada, o percentual de uso da internet ficou acima de 95,0% em todas as grandes regiões. Veja abaixo os números para a rede pública:

  • Norte: 68,4%;
  • Nordeste: 77%;
  • Centro-oeste: 88,6%;
  • Sul: 90,5%;
  • Sudeste: 91,3%.

Entre os estudantes que não tinham um celular, 91% deles eram da rede pública de ensino. O principal motivo apontado pela ausência do aparelho foi o custo (41,2%), seguido pela alegação de que costumavam utilizar o telefone móvel celular de outra pessoa (28,7%).

Na rede privada, os motivos eram inversos: o uso de aparelho de outra pessoa teve peso maior (40,3%) do que a questão do aparelho ser caro (20,0%).

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Pentágono confirma que vídeo vazado é parte de investigação sobre OVNIs

Por Kaique Lima,Editado por Fabiana Rolfini

Olhar Digital

O Pentágono conformou a veracidade de um vídeo vazado para o documentarista Jeremy Corbell em que aparece algo parecido com OVNIs. Nas imagens, é possível ver os objetos não identificados pululando acima de um navio de guerra da Marinha dos EUA

“Posso confirmar que as fotos e vídeos mencionados foram feitos por pessoal da Marinha”, declarou a porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Sue Gough, ao portal de ciência e tecnologia Futurism

Em um clipe de apenas 18 segundos feito com o que parece um dispositivo de visão noturna, alguns objetos triangulares brilham sobre o convés do contratorpedeiro USS Russell. Segundo Corbell, os objetos foram descritos como veículos, mas não são parecidos com aviões, helicópteros ou drones, principalmente por seu formato triangular, que não é eficiente do ponto de vista aerodinâmico. 

Segundo o documentarista, o vídeo foi capturado em julho de 2019 na costa do Sul da Califórnia. Inicialmente, os objetos foram descritos como drones, mas a descrição foi alterada posteriormente. 

Segundo o Mistery Wire, o vídeo faz parte de uma série de fotografias e vídeos obtidos pela Força-Tarefa de Objetivos Voadores Não Identificados (UAPTF), um grupo mobilizado pelo Departamento de Defesa que já confirmou estar investigando este e outros eventos parecidos. 

“A UAPTF incluiu esses incidentes em seus exames em andamento”, declarou Gough. “Como dissemos antes, para manter a segurança das operações e evitar a divulgação de informações que possam ser úteis a adversários, o Departamento de Defesa não discute publicamente os detalhes das observações ou dos exames de incursões”. 

Possível explicação

O youtuber Mick West fez um vídeo resposta com uma possível explicação para o ocorrido. Segundo ele, o vídeo foi gravado com um smartphone por meio de um monóculo de visão noturna, que pode ter capturado apenas uma aeronave normal, mas que um efeito óptico fez que suas luzes parecessem triângulos ou pirâmides. 

West defende que as luzes piscam em um intervalo parecido com o das luzes de segurança de um avião comercial. No entanto, existe um furo na teoria do youtuber, não existe nenhuma luneta de visão noturna com abertura triangular para criar esse efeito. Mas ele diz que alguns militares criam aberturas diferentes com fita adesiva e, essa em particular, pode ter ficado triangular. 

Via: Futurism 

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

WhatsApp estuda mudança nas mensagens temporárias

Rafael Rigues

Olhar Digital

Já faz algum tempo que o WhatsApp permite o uso de mensagens temporárias em conversas privadas e grupos. Quando habilitado, este recurso do app faz com que as mensagens desapareçam sete dias após o envio.

Mas segundo o WABetaInfo, site especializado em acompanhar o desenvolvimento de novos recursos do WhatsApp, a equipe do app já testa internamente uma mudança que permitirá que o usuário reduza a duração das mensagens temporárias para 24 horas.

Outra mudança recente, esta inclusa na versão 2.21.8.7 Beta para Android, é a capacidade de qualquer membro de um grupo ou conversa habilite as mensagens temporárias. Atualmente, apenas os administradores podem fazer isso.

A nova opção fica em Configurações do grupo / Editar dados do grupo. Um administrador pode definir “quem pode mudar o tópico do grupo, ícone, descrição e mensagens temporárias”: apenas os administradores (como atualmente) ou “todos os participantes”, como mostrado abaixo.

Falha grave no WhatsApp

Recentemente surgiu à tona uma falha no WhatsApp que permite que qualquer que saiba o número de telefone de um usuário bloqueie a conta correspondente.

Na verdade o método não é um “bug” no código, mas sim uma forma de abusar do sistema configuração e bloqueio de contas definido pela empresa. A falha foi descoberta pelos especialistas em segurança Luis Márquez Carpintero e Ernesto Canales Pereña e divulgada pela revista Forbes.

Um malfeitor baixa o WhatsApp e insere o número da vítima para ativar o app em outro smartphone. A verificação em dois fatores impede que ele consiga acessar o serviço. No entanto, após várias tentativas de login malsucedidas, o app fica bloqueado por 12 horas.

O invasor pode então mandar uma mensagem para o suporte do WhatsApp, a partir de seu próprio endereço de e-mail, alegando que seu smartphone foi roubado ou perdido e que precisa excluir a conta.

Ao fornecer o número do WhatsApp da vítima como se fosse o seu, o serviço é imediatamente bloqueado e um e-mail de confirmação é enviado para o real dono da conta. O processo pode ser feito várias vezes e causa um congelamento parcial do serviço. Conversas, entretanto, não são expostas.

Fonte: WABetaInfo

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Rússia trabalha no desenvolvimento de unidade militar com tanques robôs

Kaique Lima

Olhar Digital

O exército da Rússia está trabalhando no desenvolvimento de sua primeira unidade militar armada com tanques robôs. Batizados como Uran-9, as armas são equipadas com um canhão automático de 30mm, lança-chamas e mísseis antitanque.

A criação da unidade reforça a ideia de que no futuro os soldados serão cada vez mais preservados. Estima-se que no futuro os campos de batalha serão compostos por armas totalmente automatizadas, como dronescães e tanques robô lutando uns com os outros e atacando alvos em territórios inimigos.

A implantação dos novos tanques russos avança a passos largos e é bastante alardeada pelas autoridades do país. “A primeira unidade com robôs de ataque será instalada nas Forças Armadas russas para operar cinco sistemas robóticos Uran-9 ou 20 veículos de combate”, anunciou o Ministério da Defesa da Rússia em comunicado.

A unidade Ural-9 não deve compor a linha de frente da força militar russa já durante a próxima batalha enfrentada por eles. No momento, o Ministério da Defesa russo trata os canhões como o início de seus esforços na automação de suas forças armadas.

Vem mais por aí

Os tanques Ural-9 receberão a companhia de muitos outros modelos de robô relacionados no futuro, cada um com uma função específica nas frentes de batalha russas. “Esperamos continuar expandindo a gama de robôs, que, é claro, já estão em demanda nas forças armadas hoje”, disse o ministro da Defesa do país, Sergei Shoigu.

“Serão robôs pesados (para remoção de minas) e tudo relacionado ao desenvolvimento de batedores, robôs de radiação e de reconhecimento químico”, completou o político.

Em 2018, os russos tentaram implantar os robôs Ural-9 em missões na Síria, mas sem sucesso. Na ocasião, os tanques não cumpriram os padrões exigidos nas operações de combate, com os veículos apresentando problemas na suspensão e instabilidade no canhão automático.

A Kalashnikov Concern, que é a fabricante dos tanques, afirmou que conseguiu resolver esses problemas desde então. “Em particular, as questões de controle, mobilidade reduzida e inteligência militar insatisfatória e funções de vigilância foram consideradas pelos engenheiros e corrigidas”, declarou Vladimir Dmitriev, diretor-geral da empresa.

Via: Futurism

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Passou raspando: Asteroide do tamanho de um carro passou perto da Terra nesta segunda-feira

Redação

Olhar Digital

Um asteroide com cerca de quatro metros de diâmetro passou “raspando” por nosso planeta na manhã desta segunda-feira.

Batizado de 2021 GW4, o objeto chegou a apenas 26.200 quilômetros de distância de nós, menos de um décimo da distância média entre a Terra e a Lua. Parece bastante, mas em termos especiais, é realmente muito perto!

Apesar da pouca distância, não corremos nenhum perigo. Um asteroide com esse tamanho não consegue sobreviver ao choque e calor da reentrada em nossa atmosfera, e geralmente se desintegra antes mesmo de atingir o solo.

O 2021GW4 foi descoberto em 8 de abril deste ano por astrônomos que trabalhavam no Monte Lemmon, na Califórnia.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Twitter coloca aviso de publicação enganosa em post de Eduardo Bolsonaro sobre ‘lockdown’

Mensagem do deputado, filho do presidente Jair Bolsonaro, não pode mais ser curtida ou respondida, mas ainda pode ser visualizada. Para Twitter, post contém ‘informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à Covid-19’.

Por G1

O Twitter colocou um aviso de “publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à Covid-19” em um post do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Na mensagem, o parlamentar, filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), fala sobre “lockdown” e distanciamento social.

O texto, publicado na tarde desta segunda-feira (12), afirma que “com as pessoas ficando em casa, a proliferação do coronavírus aumenta”.

“Lockdown é o oposto de distanciamento social. No lockdown as pessoas são condenadas a ficarem confinadas em casa, aumentando a proliferação do vírus”, diz a mensagem.

A rede social não apagou o texto, mas colocou um aviso de que a mensagem viola as regras de publicação de informações enganosas.

Segundo o Twitter, foi determinado que o conteúdo pode ser de interesse público e, por conta disso, manteve o texto acessível. Não aparecem mais curtidas, retuítes e não é mais possível responder à mensagem.

Publicação de Eduardo Bolsonaro recebeu aviso de 'publicação enganosa' no Twitter — Foto: Reprodução/Twitter

Publicação de Eduardo Bolsonaro recebeu aviso de ‘publicação enganosa’ no Twitter — Foto: Reprodução/Twitter

Eduardo já culpou China por coronavírus

Em março de 2020, Eduardo Bolsonaro publicou uma mensagem no Twitter, dizendo que a “culpa” pela crise do coronavírus é da China. A mensagem não foi apagada nem recebeu aviso pela rede social.

“Quem assistiu Chernobyl vai entender o q ocorreu. Substitua a usina nuclear pelo coronavírus e a ditadura soviética pela chinesa. […] +1 vez uma ditadura preferiu esconder algo grave a expor tendo desgaste, mas q salvaria inúmeras vidas. […] A culpa é da China e liberdade seria a solução”, publicou Eduardo Bolsonaro.

O texto fez com que Rodrigo Maia (DEM-RJ), então presidente da Câmara, pedisse desculpas à China pela mensagem do deputado. O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, também repudiou a publicação do deputado e exigiu pedido de desculpas.

Posts do presidente apagados em 2020

Esta não foi a primeira vez que o Twitter agiu contra postagens dos Bolsonaro. Em março de 2020, tuítes do presidente foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolviam a pandemia.

Na ocasião, foram tirados do ar posts que registravam um passeio de Bolsonaro em Brasília, que provocou aglomerações, e o posicionamento dele contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro.

Nas regras sobre remoção de conteúdo que envolva desinformação sobre a Covid-19, em texto de julho passado, a rede social apontou o que leva em conta ao considerar essa medida. Podem ser alvos posts que:

  • reflitam não uma opinião, mas algo apontado como fato, e, entre os exemplos, o Twitter cita postagens que abordem supostas medidas preventivas contra a doença, tratamentos ou curas;
  • tenham sido apontados como falsos ou enganosos por especialistas no assunto, como autoridades de saúde pública;
  • possam causar danos se as pessoas acreditarem nessa informação, da forma como ela foi apresentada, podendo levar a uma maior exposição ao vírus ou afetar a capacidade do sistema de saúde de lidar com a pandemia, por exemplo.

A plataforma afirma ainda que, em vez de remover um post, poderá colocar um advertência no tuíte, nos casos em que o risco de dano seja menos grave, mas, ainda assim, possam confundir as pessoas. E que isso reduz a visibilidade da postagem.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Pesquisadores desenvolvem técnica capaz de matar tumores cerebrais de fome

Kaique Lima

Olhar Digital

Um grupo de pesquisadores da Queen Mary University, de Londres, desenvolveram uma nova técnica capaz de matar tumores cerebrais de fome. Os cientistas conseguiram retirar o suprimento de energia das células cancerígenas e evitar seu crescimento. 

A pesquisa pré-clínica foi realizada com amostras de tecidos e linhagens de células humanas e de camundongos. Os resultados até agora são animadores e, se continuar dessa forma nos testes clínicos, a nova técnica pode revolucionar a forma como crianças acometidas com meduloblastoma serão tradadas no futuro. 

Este tipo de tumor é recorrente em crianças e atinge cerca de 70 pessoas no Reino Unido a cada ano. Em casos que o tumor não se espalha, o índice de sobrevivência chega a 70%, já nos casos em que o tumor se espalha, o número de sobreviventes é bem menor. 

Nas simulações, foi analisado o efeito do hexafosfato de inositol (IP6), um composto natural presente em quase todas as plantas e animais. Os cientistas observaram que ele inibe o meduloblastoma e pode ser um auxiliar à quimioterapia para matar as células cancerígenas. 

“O meduloblastoma ocorre em quatro subgrupos distintos (WNT, SHH, G3 e G4)”, declarou a professora Silvia Marino, do Centro de Excelência em Pesquisa de Tumor Cerebral da Queen Mary University. “As opções atuais são cirurgia junto com radioterapia e / ou quimioterapia para todos os pacientes”, completou a especialista. 

Tratamentos direcionados

Segundo Marino, o maior desafio no tratamento deste tipo de tumor é entender o que provoca o crescimento do tumor em cada um dos subgrupos para conseguir projetar tratamentos que sejam direcionados para cada caso em particular. 

“O meduloblastoma G4 é o menos compreendido de todos os subgrupos, apesar de ser o mais comum e associado a mau prognóstico”, disse a médica. “Identificamos uma nova maneira de este tipo de tumor ser capaz de se adaptar ao seu metabolismo e crescer descontroladamente. Esse suprimento de energia pode ser bloqueado”. 

As células normais conseguem ligar e desligar determinados genes de acordo com sua necessidade, esse processo é conhecido como epigenética e pode ser interrompido no câncer, o que leva a uma produção acima do esperado de proteínas específicas que contribuem para o desenvolvimento e crescimento tumoral.

O que se sabe até aqui?

Até o momento, já se sabe que alterações epigenéticas podem acelerar o desenvolvimento do meduloblastoma e que uma proteína conhecida como BMI1, que é encontrada em diferentes cânceres está envolvida nesse processo e aparece em níveis elevados no subgrupo G4, onde se sustenta o crescimento do tumor. 

Altos níveis de BMI1 permitem que células cancerígenas adaptem seu metabolismo e cresçam de forma descontrolada. No entanto, os cientistas trabalham na hipótese de que o IP6 pode reverter esse processo e, quando combinado com a quimioterapia, aumentou sua capacidade de matar as células tumorais nos camundongos. 

“Esses resultados muito interessantes revelam uma nova maneira para a epigenética controlar o metabolismo dentro das células tumorais”, declarou o chefe de relações com as partes interessadas da Brain Tumor Research, Hugh Adams. 

“Os ensaios clínicos agora são necessários para testar a capacidade de combinar IP6 com quimioterapia para tratar meduloblastoma G4 oferecendo promessa a um grupo particularmente vulnerável de pacientes”, completou. 

Via:Medical Xpress

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.