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Apple é processada por vender iPhone sem carregador no Brasil

Gabriel Sérvio

Olhar Digital

A Apple foi processada por um proprietário de um iPhone 11 por vender celulares sem carregador no Brasil. Tudo começou em novembro de 2020, quando o consumidor recebeu o aparelho em casa.

Apesar do dispositivo não apresentar nenhum tipo de defeito ou vício de fabricação, a “surpresa” pela falta do carregador e dos fones de ouvido — algo que está virando tendência — foi o suficiente para ele recorrer à justiça.

Em resposta, a empresa de Cupertino declarou que a informação de que não iria mais incluir esses acessórios foi amplamente divulgada pela companhia. Sendo assim, a denúncia do consumidor não poderia utilizar a “falta de informação” como argumento.

Caso de venda de iPhone sem carregador é julgado como improcedente

Guilherme Lopes Alves, juiz responsável pelo caso, afirmou que não se pode proibir a venda de celulares sem carregador ou acessórios no Brasil. A decisão de concordar ou não com essa prática de venda, deve partir dos consumidores.

“Se, de um lado, pode ser questionável a postura da empresa em vender seus aparelhos sem os fones e o adaptador de alimentação, cabe aos consumidores sopesar tal fato (que, como reconhecido pelo autor, foi devidamente anunciado tanto pela vendedora quanto pela montadora) na hora da compra”, afirmou o magistrado.

O processo, de número 1019678-91.2020.8.26.0451, foi julgado como improcedente, e corre na Vara do Juizado Especial Cível e Criminal de Piracicaba (SP).

Vale lembrar que desde outubro do ano passado, a Apple passou a incluir apenas um cabo Lightning na caixa dos iPhones 12, 11, XR e SE (2020). Essa nova medida, de acordo com a Maçã, ajudaria a diminuir o descarte de lixo eletrônico no meio ambiente.

A companhia chegou a ser notificada pelo Procon-SP pela falta de acessórios na caixa dos iPhones. Por enquanto, a Apple se limitou a reduzir o preço do adaptador de tomada de R$ 219 para R$ 199 no Brasil.

Via: Conjur

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Brasil pode liberar Huawei no 5G para receber insumos para vacinas

Renato Santino

Olhar Digital

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan aguardam ansiosamente a chegada do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para conseguir produzir nacionalmente as vacinas contra Covid-19. No entanto, ao que tudo indica, o Brasil precisará rever suas posições em relação à Huawei e sua participação na implementação do 5G no Brasil para receber os insumos para vacinas.

Os insumos para vacinas necessário para as vacinas está preso na China, pronto para ser enviado ao Brasil, mas retido em uma crise diplomática com o país, que sempre foi alvo de críticas do governo Bolsonaro, incluindo uma coleção de falas negativas do próprio presidente, de seus filhos, de ministros e do chanceler Ernesto Araújo.

Com as relações ruins, a China parece exigir uma contrapartida para liberar os ingredientes para as vacinas. Segundo informação da Folha de S. Paulo, essa contrapartida é a participação da Huawei no processo do 5G, e o governo estaria disposto a diminuir o tom para validar a entrada da gigante chinesa no projeto.

A “trégua” citada pela publicação duraria tempo suficiente para que se estabeleçam as regras para o leilão das frequências do 5G, que deve ser realizado pela Anatel ainda neste ano, com previsão para o primeiro semestre.

A Huawei, como uma das maiores fabricantes de equipamentos de rede do mundo, é uma das companhias líderes em 5G, e tem ao seu lado o interesse das operadoras, que já têm contratos com a chinesa para as redes de internet móvel já existentes. Para as empresas, é interessante manter a presença da Huawei, para manter os custos da implementação da nova geração da tecnologia baixas, então elas têm sido defensoras da participação da empresa chinesa no processo.

A questão da Huawei se complicou nos últimos anos. Quando Donald Trump definiu um embargo à companhia que proibiu que empresas americanas fizessem negócios com a chinesa alegando preocupação com privacidade e risco de espionagem, os reflexos da decisão foram sentidos no mundo inteiro. Com o governo brasileiro totalmente alinhado com a visão trumpista, as relações com a companhia ficaram bastante difíceis.

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Alphabet, dona do Google, encerra projeto que usava balões para levar internet a áreas remotas

Projeto Loon começou em 2013, mas empresa disse que modelo de negócios não é sustentável.

Por G1

Balão satélite Loon, da Alphabet. — Foto: Loon/Divulgação

Balão satélite Loon, da Alphabet. — Foto: Loon/Divulgação

Alphabet, dona do Google, anunciou na última quinta-feira (21) que irá encerrar o Projeto Loon, que usava balões para levar internet a áreas remotas.

A empresa disse que não conseguiu encontrar uma maneira de manter os custos baixos o suficiente e que o modelo de negócios se tornou insustentável para o longo prazo.

O Projeto Loon começou no laboratório Google X em 2013 e fazia parte de projetos experimentais da companhia – assim como os carros autônomos da Waymo.

Os balões são feitos de polietileno, usam hélio e têm o tamanho de uma quadra de tênis. Eles recebem energia de painéis solares e são controlados por um programa que usa inteligência artificial.

Enquanto estão no ar, funcionam como uma torre de celular e se movem com correntes de vento a 20 quilômetros de altura para levar internet via rede 4G para as pessoas.

A Alphabet testava o Loon no Brasil e alguns dos balões chegaram a cair em propriedades rurais – último caso aconteceu em janeiro, em uma propriedade rural de Paraíso das Águas, no Mato Grosso do Sul.

Os balões Loon foram usados em algumas situações de emergência, como em Porto Rico, após o furacão Maria passar pela ilha em 2017, e no Peru, após um terremoto em 2019.

Antes do encerramento, o Loon tentou um lançamento comercial no Quênia. Um projeto piloto começou no país em julho passado, mas também será encerrado.

A Alphabet disse que irá destinar US$ 10 milhões para apoiar organizações sem fins lucrativos e empresas focadas em conectividade, internet, empreendedorismo e educação no Quênia.

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Twitter suspende conta do novo Congresso da Venezuela

Empresa diz que o perfil @LaNuevaAsamblea violou regras da plataforma.

Por G1

Twitter suspendeu na última terça-feira (19) uma conta ligada ao novo Congresso Nacional da Venezuela, a @LaNuevaAsamblea. A plataforma diz que houve violação a suas regras, mas não detalhou quais foram os motivos.

Twitter suspende conta @LaNuevaAsamblea, ligada ao parlamento venezuelano — Foto: Reprodução/Twitter

Twitter suspende conta @LaNuevaAsamblea, ligada ao parlamento venezuelano — Foto: Reprodução/Twitter

A suspensão aconteceu duas semanas depois de Luis Parra, deputado pró governo de Nicolás Maduro, ser eleito o novo chefe do Congresso. A oposição, liderada pelo autodeclarado presidente Juan Guaidó, acusa a votação de ser um “golpe no parlamento”.

Em comunicado enviado ao G1, o Twitter afirmou que “tem regras que determinam os conteúdos e comportamentos permitidos na plataforma, e violações a essas regras estão sujeitas às medidas cabíveis”, sem detalhar quais diretrizes foram desrespeitadas.

A conta @AsambleaVE, controlada pela oposição, continua ativa e tem o selo de verificação da rede social. Esse perfil representa eleitos em 2015 – considerada as últimas eleições democráticas do país pela maior parte da comunidade internacional.

Eleições na Venezuela

Em dezembro passado, a Venezuela passou por eleição legislativa que sofreu um boicote da oposição de Nicolás Maduro. O pleito teve abstenção de 69% dos eleitores, segundo agências de notícias.

A coalizão chavista, formada pelo PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) e seus aliados, recebeu 68% dos votos e obteve a maioria dos 227 assentos do parlamento.

A maior parte da oposição, que é liderada por Guaidó, não participou dessas eleições, alegando que haveria fraudes.

Pelo menos 18 países não reconheceram os resultados – incluindo o Brasil e os Estados Unidos.

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Twitter bloqueia conta da embaixada da China nos EUA

Rede social disse que perfil violou seus termos ao fazer publicação que defendia a política do país em relação aos uigures muçulmanos.

Por Reuters

Twitter bloqueou a conta da embaixada da China nos Estados Unidos por conta de uma publicação que defendia as ações do país asiático em relação aos uigures muçulmanos em Xinjiang. A rede social disse que o post violou sua política contra a “desumanização” de pessoas.

O Ministério das Relações Exteriores da China disse nesta quinta-feira (21) que estava confuso com a medida e que era responsabilidade da embaixada mostrar o que seria uma desinformação e esclarecer a verdade.

A conta da embaixada chinesa, @ChineseEmbinUS, publicou um tuíte neste mês que dizia que as mulheres uigures foram emancipadas e não eram mais “máquinas de fazer bebês”, citando um estudo divulgado pelo jornal estatal China Daily.

A publicação foi removida pelo Twitter e substituída por um aviso informando que não estava mais disponível.

Publicação da conta da Embaixada da China nos EUA foi removida pelo Twitter. — Foto: Reprodução

Publicação da conta da Embaixada da China nos EUA foi removida pelo Twitter. — Foto: Reprodução

Outras publicações sobre o povo uigur continuam no ar, incluindo um tuíte que diz que “estudos mostram que a mudança de população na região autônoma de Xinjiang, no noroeste da China, envolve a melhoria geral da qualidade da população”.

Embora o Twitter oculte publicações que violam suas políticas, ele exige que os proprietários de contas excluam manualmente essas publicações. A conta da embaixada chinesa não publicou nenhum novo tuíte desde 9 de janeiro.

A suspensão da conta da embaixada ocorre um dia depois que o governo Trump, em suas horas finais, acusou a China de cometer genocídio em Xinjiang, o que foi endossado pelo novo governo Biden.

O governo Biden não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre a ação do Twitter.

O Twitter é bloqueado na China, mas foi adotado pela mídia estatal e diplomatas chineses, muitos dos quais utilizam a plataforma para defender agressivamente as posições de Pequim.

“Tomamos medidas em relação ao tuíte mencionado por violar nossa política contra a desumanização, que afirma: proibimos a desumanização de um grupo de pessoas com base em sua religião, casta, idade, deficiência, doença grave, nacionalidade, raça, ou etnia”, disse um porta-voz do Twitter nesta quinta-feira (21).

A embaixada chinesa em Washington, que aderiu ao Twitter em junho de 2019, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, disse em entrevista nesta quinta (21) que estava confusa com a ação do Twitter.

“Existem inúmeras reportagens e informações relacionados a Xinjiang que são contra a China. É responsabilidade de nossa embaixada nos EUA esclarecer a verdade”, disse ela.

“Esperamos que eles não apliquem critérios duplos sobre este assunto. Esperamos que eles possam discernir o que é correto e verdadeiro da desinformação sobre este assunto.”

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Golpistas usam apps de paquera para atrair vítimas durante pandemia, diz Interpol

Bruno Felix

Olhar Digital

A Interpol emitiu um alerta sobre o aumento de casos de fraudes digitais, cujas vítimas eram escolhidas em aplicativos de relacionamento. Segundo a organização internacional de segurança, o uso de “apps de paquera” se intensificou bastante durante a pandemia de Covid-19, o que facilitou a ação dos criminosos.

De acordo com o comunicado, o golpe consiste em conquistar a confiança de suas vítimas e depois as induzir a participar de uma “corrente de investimentos”.

“No início, um romance artificial é desenvolvido via app de relacionamentos. Depois que a comunicação se torna mais regular e um certo nível de confiança é estabelecido, os criminosos compartilham dicas de investimentos com suas vítimas, e as encorajam a fazer parte de um esquema”, diz a nota divulgada pela Interpol.

As vítimas, então, baixam um aplicativo de investimentos e criam um perfil na plataforma, passando a comprar vários produtos financeiros. Com isso, elas vão alcançando níveis mais altos na chamada ‘corrente de investimentos’, sob orientação dos fraudadores. “Eles são levados a crer que podem alcançar status Gold ou Vip”, explica a organização policial.

Os golpistas fornecem dados variados para dar credibilidade ao esquema. “Eles providenciam capturas de telas, nomes de domínios assustadoramente similares aos reais e agentes de atendimento ao consumidor que fingem ajudar as vítimas a escolher os melhores produtos.” Após obter o dinheiro, os criminosos encerram todo o contato e bloqueiam o acesso às contas.

A divisão de Crimes Financeiros da Interpol diz ter sido notificada de ocorrências envolvendo apps de paquera em vários lugares do mundo. O alerta explicando a ação dos criminosos foi enviado a 194 países membros da organização, incluindo o Brasil.

Como se proteger

No comunicado, a Interpol também deu dicas para “garantir que a paquera virtual continue divertida e não esvazie sua conta bancária”:

  • Esteja sempre alerta quando for contatado por alguém que você não conhece, especialmente se envolver algum pedido de dinheiro;
  • Desconfie: investimentos online que prometem ganhos rápidos e fáceis geralmente são bons demais para serem verdade;
  • Pense duas vezes antes de transferir dinheiro, independentemente de quão verdadeiro o pedido pareça;
  • Pesquise: procure reviews, confira o aplicativo mais de uma vez, o nome do domínio, o endereço de e-mail etc;
  • Não divulgue informações pessoais ou confidenciais;
  • Se perceber que foi vítima de alguma fraude, denuncie.

Via Bleeping Computer

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MeWe: rede social ‘anti-facebook’ ganha 2,5 milhões de usuários em uma semana

Gabriel Sérvio

Olhar Digital

Com foco na privacidade dos seus usuários e livre de propagandas, a rede social MeWe ganhou 2,5 milhões de usuários em uma semana. As políticas de privacidade invasivas, a falta de segurança cibernética e os recentes episódios de suspensão de milhares de contas após a invasão do Capitólio foram alguns dos fatores que têm gerado uma migração massiva e recente do Facebook às outras plataformas menos populares.

Desde o seu lançamento, em 2016, até outubro do ano passado, os números do MeWe revelam que o serviço ganhou mais 6 milhões de usuários, ultrapassando a marca dos 15 milhões.

De acordo com o MeWe, isso se deve ao fato das pessoas procurarem uma “rede social que respeite seus usuários”. O objetivo da plataforma é aproveitar esse cenário positivo para tentar se tornar a rede social mais popular do momento.

Por enquanto, o principal desafio é trabalhar com uma infraestrutura capaz de suportar esse crescimento tão rápido sem apresentar falhas ou interrupções no serviço. Segundo os investidores da plataforma, o MeWe está pronto para receber novos usuários.

Mewe chegou a ser o aplicativo mais baixado no Android

Vale destacar que o MeWe chegou a ocupar, na última sexta-feira (15), a primeira posição no ranking de aplicativos mais baixados da categoria ‘Social’ na Google Play Store.

O aplicativo, entretanto, acabou perdendo a liderança para o Signal e o Telegram, duas alternativas que também vêm crescendo graças às novas políticas de privacidade e compartilhamento de dados do WhatsApp.

Com tradução para 20 línguas diferentes, a rede social também ocupou a primeira posição entre os aplicativos mais baixados em Hong Kong.

Além de gratuito, o MeWe também oferece um serviço premium dentro da plataforma por US$ 1.99 para páginas de negócios. Por fim, resta saber como as outras plataformas rivais, ainda dependentes do formato tradicional de anúncios e coleta de dados, vão responder à ameaça desse novo concorrente.

Via: ZDnet

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Nasa já sabe a causa da falha no foguete que levará astronautas à Lua

Rafael Rigues

Olhar Digital

A agência espacial dos EUA (Nasa) já sabe qual foi a causa da falha que levou ao encerramento prematuro de um teste do núcleo do Space Launch System (SLS), foguete que levará astronautas à Lua nas missões do programa Artemis.

O teste ocorreu o último sábado (16). Ainda preso ao solo, o foguete deveria acionar seus quatro propulsores por 485 segundos, tempo equivalente ao de uma missão real. Entretanto, um mecanismo de segurança desligou os motores após 67 segundos.

Segundo a Nasa, o foguete e seus propulsores estão em “excelentes condições”. O desligamento teria ocorrido não por um problema mecânico, mas sim por “parâmetros de teste propositalmente conservadores, que foram definidos para garantir a segurança do núcleo do foguete durante o teste”.

Visão aérea do teste do foguete SLS pouco antes da falha. Imagem: Nasa
Visão aérea do teste do SLS. Imagem: Nasa

Os parâmetros em questão são relacionados ao sistema hidráulico, que move os propulsores para mudar a direção do foguete durante o voo. A agência garante que se o mesmo problema ocorresse durante uma missão real, o SLS seria capaz de completá-la sem problemas.

Outra falha no foguete

O foguete também registrou um erro conhecido como “Major Component Failure” (MCF, Falha em Componente Principal) que ocorreu 1,5 segundos após o acionamento dos motores. Mas segundo oficiais da Nasa, este erro não contribuiu para o desligamento e pode ser apenas uma falha de instrumentação no motor número 4.

A equipe do SLS vai continuar a investigar o erro MCF, além de relatos de um “flash” visto perto dos motores no momento do desligamento. Até o momento, uma inspeção visual e dados de sensores não mostraram nenhuma anomalia.

Atraso nos planos

O programa Artemis tem um cronograma “apertado”. Na missão Artemis I, prevista para este ano, uma cápsula Orion não tripulada será levada até a Lua. Na Artemis II, planejada para 2023, a cápsula será tripulada, mas não irá pousar em nosso satélite. O pouso na Lua só deverá acontecer em 2024, com a Artemis III.

Mas estas datas devem ser adiadas. Um relatório oficial afirma que a agência espacial norte-americana já ultrapassou seu orçamento inicial, e por isso precisaria solicitar mais 28 bilhões de dólares para o governo norte-americano, entre 2021 e 2025, para cumprir com o cronograma atual. O relatório também indica um atraso no cronograma de fabricação do foguete SLS e da cápsula tripulada Orion, pela falta de recursos.

Apesar disso, a Nasa segue em frente. Em 10 de dezembro o então presidente dos EUA, Mike Pence, apresentou os 18 astronautas selecionados para o programa: Joseph M. Acaba, Kayla J. Barron, Raja Chari, Matthew S. Dominick, Victor J. Glover, Warren Hoburg, Jonathan Kim, Christina H. Koch, Kjell N. Lindgren, Nicole A. Mann, Anne C. McClain, Jessica U. Meir, Jasmin Moghbeli, Kathleen Rubins, Francisco C. Rubio, Scott D. Tingle, Jessica A. Watkins e Stephanie D. Wilson.

Alguns são “figurinhas conhecidas” por quem acompanha o programa espacial norte-americano. Victor J. Glover decolou recentemente a bordo da Crew-1, primeira missão tripulada regular da SpaceX a serviço da Nasa, e se tornou o primeiro homem negro na Estação Espacial Internacional (ISS).

Kathleen Rubins também está a bordo da ISS, e foi a primeira pessoa a sequenciar uma cadeia de DNA no espaço. Christina H. Koch e Jessica U. Meir, melhores amigas, realizaram no ano passado a primeira caminhada espacial com uma equipe totalmente feminina. Christina é a recordista feminina de permanência no espaço, com 328 dias em órbita.

Segundo a Nasa, esta é apenas a primeira equipe de astronautas do programa Artemis, e muitas outras virão. A agência espera estabelecer uma “presença permanente” em nosso satélite até o final desta década.

Fonte: Space.com

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Malwarebytes foi invadida por mesmos hackers que atacaram SolarWinds

Roseli Andrion

Olhar Digital

Um sistema de proteção de e-mail do Office 365 foi a porta de entrada para hackers invadirem a empresa de cibersegurança Malwarebytes. Quem informou a Malwarebytes sobre a ocorrência foi o Centro de Resposta de Segurança da Microsoft (Microsoft Security Response Center – MSRC) em 15 de dezembro, quando sua equipe detectou atividade suspeita vinda do aplicativo de segurança.

A Malwarebytes informou sobre a invasão na terça-feira (19) e diz que ela foi cometida pelo mesmo grupo de hackers que atacou a empresa de software SolarWinds no ano passado. Segundo a companhia, que não usa as soluções da SolarWinds em seus sistemas internos, a violação não tem relação com o incidente de 2020.

Assim que soube da entrada dos criminosos em seus sistemas, a Malwarebytes iniciou uma investigação para descobrir até onde eles chegaram. “Determinamos que eles tiveram acesso apenas a alguns e-mails internos”, diz Marcin Kleczynski, cofundador e CEO da Malwarebytes.

Como os hackers foram os mesmos que invadiram a SolarWinds, Kleczynski conta que a Malwarebytes fez uma auditoria profunda para saber se os códigos-fonte de seus produtos haviam sido comprometidos. “Concluímos que o uso do nosso software é seguro.”

Quando atacou a SolarWinds, o criminoso inseriu o malware Sunburst em atualizações do aplicativo Orion. “Nossos sistemas internos (tanto os usados localmente quando os do ambiente de produção) não têm sinal de acesso não-autorizado ou comprometimento”, informa Kleczynski.

A Malwarebytes é a quarta grande empresa de segurança digital atacada pelo mesmo hacker – as anteriores foram a FireEye, a Microsoft e a CrowdStrike. Autoridades americanas declaram que os criminosos estão ligados à operação de espionagem cibernética do governo russo.

Fonte: ZDNet

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Jovem russo vira bot de inteligência artificial após a morte

Gabriel Sérvio

Olhar Digital

Os russos são taxados como pessoas frias, no entanto, podem surpreender. Como no caso dos amigos de Roman Mazurenko, que acabou falecendo após ser atropelado quando tinha apenas 34 anos. Eles encontraram uma forma de manter o amigo presente criando um bot baseado em inteligência artificial.

A espécie de robô virtual foi desenvolvida para simular algumas ações, além de responder a comandos de voz e mensagens de texto. Para criar um banco de dados mais amplo, os conhecidos de Roman fizeram um compilado com mensagens enviadas pelo amigo.

Dessa forma, o bot baseado na personalidade de Roman consegue utilizar a inteligência artificial e uma rede neural para responder como se fosse ele e criar diferentes combinações de palavras de acordo com as perguntas feitas ao robô.

Bot responde mensagens de texto e comandos de voz em tempo real. Imagem: BBC News Brasil/Reprodução

Dima Pyanov, um dos criadores do bot, disse que ficou emocionado ao conseguir conversar novamente com o amigo. “Quando essa tragédia aconteceu, nos afetou muito fortemente. A primeira vez que falei com o bot, comecei a conversar com o Roman e ele começou a responder, eu caí no choro”.

Um vídeo intitulado ‘Falando com meu amigo morto’, publicado no último domingo (17) pela BBC News Brasil, revela como foi todo o processo de criação do bot. Confira:

Alvo de críticas

Os amigos de Roman Mazurenko revelam que ouviram críticas como: “você não deixa sua dor ir embora”, ou “é assustador”. No entanto, os jovens disseram que apenas colocaram em prática os desejos que Roman tinha em vida.

Eugenia Kuyda, uma das desenvolvedoras que teve a ideia de criar o bot, declarou: “Como podemos ser tão ingratos a ponto de só enterrá-lo e tentar esquecer o mais rápido possível?”

Curiosamente, “um dos últimos projetos em que Roman trabalhou, era sobre repensar a morte”, revelou Dima Pyanov. Além de conseguir interagir com uma versão virtual do amigo, os jovens russos levantaram uma discussão interessante sobre como a tecnologia pode ter um papel importante na recuperação de uma perda.

Fonte: BBC

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