Instagram diz que nenhum dado privado de usuários foi vazado

Redação Olhar Digital

Aplicativo foi alvo de polêmicas após um banco com milhões de informações de usuários (sobretudo influenciadores) ser encontrado na internet

O Instagram veio a público desmentir a polêmica de que teria exposto dados privados de influenciadores e celebridades usuários da rede social. Um banco com mais de 49 milhões de registros, hospedado no Amazon Web Services, foi encontrado online e disponível para acesso por qualquer um no início da semana. Nesta sexta-feira (24), o aplicativo do Facebook respondeu indicando que as informações estariam públicas através da base de dados da Chtrbox.

“Levamos muito a sério as alegações de mau uso de dados. Depois de uma investigação inicial sobre as alegações feitas, descobrimos que nenhum email privado ou número de telefone de usuários do Instagram foram cedidos. A base de dados da Chtrbox havia disponibilizado a informação, que era pública, a partir de várias fontes, sendo uma delas o Instagram”, diz o comunicado do Instagram.

Isso significa, em tese, que o banco com milhões de registros foi revelado, na verdade, pela Chtrbox, e o Instagram tem pouco poder para controlar as informações que seus usuários postam publicamente. Entre essas informações vazadas estavam: número de seguidores, se a conta era verificada, biografia, foto de perfil e localização (por cidade e país). Além disso, informações de contato privadas, como o endereço de email e o número de telefone do proprietário da conta do Instagram.

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LG debocha do momento da Huawei no Twitter, mas apaga publicação

Redação Olhar Digital

Empresa sul-coreana publicou tuíte simulando uma conversa com o Google Assistente para reforçar que sua parceria com o Google continua sólida; logo depois a publicação foi apagada

O conflito entre os Estados Unidos e a Huawei virou a polêmica principal entre as multinacionais de tecnologia. Depois do CEO da Nokia, Rajeev Suri, dizer a investidores que espera se beneficiar da tensão, a LG decidiu fazer uma brincadeira sobre assunto e debochar da marca chinesa.

Por meio da sua conta oficial no Twitter, a companhia sul-coreana publicou uma foto que simula uma conversa amistosa entre ela e o Google Assistente. No bate-papo, a LG pergunta ao aplicativo “quem é seu melhor amigo?” e recebe a resposta “não quero ser precipitado, mas acho que eu e você nos damos muito bem”. Para completar, a postagem diz “LG e Google: um relacionamento que está indo forte há anos”.

Reprodução

Contudo, a LG se arrependeu da brincadeira e, pouco tempo depois de fazer a publicação, apagou o conteúdo e mudou o tom da piada em uma nova postagem.Ver imagem no Twitter

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LG Mobile SA@LGMobileSA

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Every day is a good day thanks to LG’s suite of Google services #TheGoodLife1414:29 – 23 de mai de 2019Veja outros Tweets de LG Mobile SAInformações e privacidade no Twitter Ads

No novo tuíte, a companhia simula uma conversa com o Google Assistente, mas dessa vez fala apenas sobre como ele está se sentindo. A postagem, no entanto, continua como estratégia de mercado, porque diz que “todo dia é um bom dia para agradecer o pacote de serviços da Google na LG”.

Caçoar dos problemas da Huawei foi o modo que a LG encontrou de aproveitar os vetos do Google à empresa chinesa para fortalecer sua reputação perante o público do setor de tecnologia. A intenção óbvia da companhia é reforçar para o mercado de smartphones a sólida parceria entre ela e a empresa responsável do Android.

No começo da semana, o Google anunciou que suspendeu a licença de uso do Android em smartphones da Huawei, o que proíbe a multinacional chinesa de usar as próximas atualizações do sistema operacional em seus produtos. A Microsoft, assim como outras empresas, também entrou na esteira e pode interromper o fornecimento de suas tecnologias à Huawei.

Os vetos começaram depois que os Estados Unidos incluíram a Huawei em uma espécie de lista negra que impede companhias norte-americanas de negociar com a empresa sem autorização do governo. A medida do país foi a mais agressiva de suas investidas contra a multinacional, acusada desde o ano passado de usar seus produtos para fazer espionagem para a China. As consequências a longo prazo do ataque para o mundo da tecnologia são imprevisíveis.

Os desdobramentos da decisão do Google ainda são incertos, mas a Huawei reforçou publicamente várias vezes nos últimos dias que está trabalhando em sua própria infraestrutura para smartphones como plano B a um veto permanente. O sistema deve ficar pronto já no quarto trimestre do ano e ser rodado em um smartphone da marca no segundo trimestre de 2020. A empresa ponderou que a mudança apenas acontecerá se ela for impedida por completo de usar os sistemas da Google e da Microsoft.

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Chinês é condenado por esquema de fraude de garantia de 1.500 iPhones

Redação Olhar Digital

Homem usava nomes diferentes para pedir a troca de cerca de 3 mil iPhones, golpe que custou à empresa perda de US$ 895 mil, celulares novos eram vendidos na China

Ao longo de dois anos, um homem chinês vivendo no estado de Oregon, Estados Unidos, devolveu para a Apple iPhones falsos que não ligavam e pedia que a empresa os trocasse sob garantia. Ele não enviou apenas alguns – entregou pessoalmente ou enviou para a empresa cerca de 3 mil aparelhos, que valiam aproximadamente US$ 600 cada. A marca da Maçã atendeu ao pedido do cliente e o restituiu com 1,5 mil iPhones novos.

Além da quantidade de aparelhos fora do comum, que apesar de surpreender é uma situação que pode acontecer, essa história, até aqui, não é nada atrativa. E continuaria assim se os iPhones em questão não fossem falsos e Quan Jiang, autor da trama, não tivesse sido condenado por fraudes.

Jiang é um ex-estudante de engenharia de 30 anos. Na última quarta-feira (22), confessou-se culpado em um tribunal federal norte-americano por tráfico de produtos falsificados, informou a Procuradoria dos Estados Unidos de Portland (Oregon) ao site Bloomberg.

Para enganar a Apple, ele usava nomes diferentes todas as vezes que reclamava por trocas. Os iPhones falsificados que devolvia à empresa eram importados de Hong Kong (China), de onde recebeu entre 20 e 30 caixas com os aparelhos ao longo dos dois anos que pôs em pratica a fraude, esclarece os documentos da acusação. Ele não parou por aí: também foi preciso arquitetar um plano para ganhar dinheiro vivo com os celulares verdadeiros que recebesse. Então organizou um esquema em que enviava os dispositivos para a China, onde eram vendidos. Um sócio dele no país entregava o faturamento à mãe do acusado, a qual depositava o valor na conta bancária de Jiang.

A Apple percebeu que algo estava errado em junho de 2017, depois de perceber que havia recebido 150 pedidos de troca de produto do mesmo endereço – de Jiang, claro. A empresa enviou ao golpista uma carta jurídica pedindo para ele parar com as solicitações, porque já sabia que ele estava importando produtos falsificados, disseram advogados do caso.

A Apple rejeitou 1.576 reclamações de garantia associadas a Jiang, mas aceitou substituir 1.493 aparelhos. A fraude resultou em uma perda de US$ 895 mil para a empresa, informou ao Bloomberg o investigador do caso, Thomas Duffy.

Segundo condições de um acordo judicial entre a defesa do acusado e as autoridades, a Procuradoria recomendará uma sentença de três anos de prisão e pelo menos US$ 200 mil em restituição à Apple. Jiang também deverá ter que entregar seu automóvel, uma Mercedes-Benz CLA 250, como parte da multa.

Se a recomendação de pena da Procuradoria não for acatada, Jiang enfrenta no dia 28 de agosto um julgamento de sentença de até 10 anos de prisão e uma multa de US$ 2 milhões ou o dobro de seus rendimentos – o que for maior.

A fraude de garantia mostrou como alguns produtos falsificados enganam tão bem que fica difícil para os próprios funcionários especializados das empresas reconhecer a diferença entre eles e a versão original. No caso da Apple, o golpe é ainda mais fácil se os produtos estiverem desligados – como Jiang astutamente pensou –, porque elimina a preocupação com a cópia do sistema operacional. Se o iPhone simplesmente não liga e está dentro do período de garantia, a empresa é obrigada a substitui-lo, o que dá abertura para as fraudes. 

Via: Bloomberg

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Mais água congelada é encontrada em Marte

Roseli Andrion

Do Olhar Digital

A camada de gelo pode ser resquício de calotas polares perdidas há milhares de anos

Cientistas da Universidade do Texas acreditam ter descoberto um novo recanto de água congelada em Marte. Para chegar a essa conclusão, usaram dados coletados pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da NASA, que leva um instrumento de radar capaz de ver cerca de 2,5Km abaixo da superfície marciana.

Trata-se de uma camada de gelo que pode ser resquício das calotas que existiam nos polos marcianos há milhões de anos e foram perdidas há muito tempo. “Não esperávamos encontrar tanto gelo de água aqui. Isso provavelmente torna [a região] o terceiro maior reservatório de água em Marte depois das calotas polares”, declara Stefano Nerozzi, que participou da pesquisa.

De acordo com os pesquisadores, se esse gelo derretesse e a água se espalhasse pelo planeta, Marte seria inundado em 1,5m. Essas camadas podem servir para demonstrar como o clima de Marte aqueceu e esfriou ao longo das eras — o que pode ser uma resposta a mudanças na órbita e na inclinação do planeta.

A partir do estudo, os cientistas podem mapear os recursos hídricos em Marte. Assim, vai ser possível continuar a buscar sinais de vida por lá, bem como desenvolver os planos de levar astronautas para visitar o planeta.

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Site do PSOL é hackeado e substituído por imagem de Jair Bolsonaro

Redação Olhar Digital

Ataque é obra do grupo Pryzraky, que já teve como alvo endereços de demais partidos

O site do diretório do Rio de Janeiro do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL-RJ) foi hackeado na tarde desta quarta-feira (22). O ataque foi promovido pelo grupo hacker Pryzraky, que substituiu o conteúdo da página inicial por uma imagem do presidente Jair Bolsonaro, acompanhada da seguinte frase: “Tem que se f$%er e acabo! Talkei?”.

Reprodução

O grupo hacker já atuou em endereços virtuais de outros partidos políticos brasileiros, como o diretório do MDB na Paraíba e o site do PSB, que foram hackeados recentemente, no dia 14 de maio. No site paraibano, em vez de invocar Bolsonaro, os invasores inseriram uma montagem com a foto do ex-presidente Michel Temer, que é filiado ao MDB.

Ao que tudo indica, o site parece ter sido ocupado e derrubado, sem qualquer vazamento de dados de administradores ou demais informações. O texto do grupo invasor já foi alterado e agora contém a seguinte mensagem: “Seu site foi ocupado pacificamente pela Pryzraky, tanto que nenhum dado foi deletado, somos apenas vítimas dessa sociedade opressora e não sabemos o que fazemos”.

Reprodução

Fonte: O Globo

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Curso grátis e online ensina lógica de programação a iniciantes

Renato Santino

Do Olhar Digital

Inscrições estão abertas até o dia 29 de maio

O primeiro passo de aprender a programar não é aprender uma linguagem, mas sim entender um pouco da lógica de programação, que permitirá entender melhor como organizar os pensamentos antes de digitá-los em qualquer linguagem. É isso que pretende ensinar um curso gratuito e totalmente online vinculado à Universidade Federal do ABC.

O curso foi idealizado como parte da disciplina de Processamento da Informação da UFABC como parte de um projeto de mestrado. Não há qualquer custo para inscrição, e não é exigida experiência prévia de programação para realização do curso.

O único requisito é ter um computador com acesso à internet para acesso ao material e às videoaulas. São 100 vagas abertas, e as inscrições vão até o dia 29 de maio.

O curso será ministrado entre os dias 3 e 28 de junho, com duração de 4 semanas. Ao final, será emitido um certificado em nome do Projeto Aprenda a Programar aos alunos que concluírem as atividades com ao menos 70% de sucesso.

Em contato com Olhar Digital, o mestrando Eduardo Cruz explica que o projeto utilizará inteligência artificial e aprendizado de máquina para análise de dados dos alunos. Isso servirá para avaliar se os índices metacognitivos melhoram o desempenho dos alunos. A técnica também servirá para tentar prever possíveis casos de abandono antes que eles acontecem. Ele também explica que o curso seguirá os mesmos moldes de uma disciplina ministrada na Universidade, e foi projetado sem envolver nenhum centavo de recursos públicos.

Para conferir mais informações e realizar a inscrição, visite o site do Projeto Aprender a Programar neste link.

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Robô-cachorro consegue carregar um avião de 3 toneladas sozinho

Redação Olhar Digital

HyQReal é trabalhado para ser aplicado em situações pós-desastre, agricultura e inspeções de área

Grandes demonstrações de força sempre chamam muito a atenção – especialmente quando robôs estão envolvidos. Desta vez, pesquisadores do Istituto Italiano di Tecnologia (IIT) testaram os músculos de um cão robô especial: o HyQReal. Ele foi capaz de puxar o avião de passageiros Piaggio P180 Avanti por pouco mais de 10 metros na semana passada, no Aeroporto de Genova, na Itália. Detalhe: o veículo pesa 3 toneladas.

Os pesquisadores divulgaram o feito nesta quinta-feira (22) via um comunicado. “Puxar um avião nos permitiu demonstrar a força do robô, sua energia autônoma e o design otimizado”, escreve Claudio Semini, líder do projeto no laboratório Dynamic Legged Systems do IIT. “Queríamos realizar algo que nunca foi feito antes e conseguimos na semana passada.” Veja abaixo o vídeo do IIT!

O HyQReal é um robô relativamente grande, com 1,3m de comprimento e pouco menos de 90cm de altura. Ele pesa cerca de 130kg. Os pesquisadores do IIT vão procurar redesenhar o HyQReal para que ele seja mais durável e possa ser usado em várias situações, como resposta a desastres, agricultura e inspeções.

“Não estamos visando a resposta primária ainda, mas o apoio após um desastre. Posicionar sensores em áreas inseguras, manipular e mover objetos, abrir portas, etc.”, relata Semini em um email. O cientista italiano afirma que melhorias no hardware e no software estão tornando o lançamento desses robôs cada vez mais próximo. O HyQReal é um projeto conjunto da IIT e da Moog, fabricante de componentes e sistemas de controle.

Fonte: CNet

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Homem é preso por ameaçar matar funcionários do YouTube

Redação Olhar Digital

Ele comentou em diversos vídeos durante oito meses, alegando, supostamente, que iria atirar em funcionários do Youtube

Um homem de Utah foi preso no sábado (18) sob a acusação de ameaçar matar funcionários do Youtube em uma série de comentários em diferentes vídeos da plataforma, pelos últimos oito meses. David Levon Swanson, de 35 anos, foi acusado de ameaças de terrorismo, um crime de segundo grau e liberado sob fiança de US $ 100 mil, segundo registros da polícia.

O primeiro comentário de ameaça teria sido em setembro de 2018 em vídeo dissecando um drama que envolvia o famoso youtuber Logan Paul. “A única coisa que vem depois da morte do YouTube é um funeral para todos os executivos que foram assassinados por direito”, dizia o comentário. 

Em dezembro, ele supostamente comentou em outro vídeo, fazendo referência aos gigantes da tecnologia: Google, Facebook, Amazon e Twitter. “A única esperança deles de não ter suas equipes executivas mortas (por armas de fogo) é mudar seu comportamento e começar a seguir o espírito da Constituição dos EUA”, supostamente escreveu.

Swanson comentou mês passado em um vídeo, no qual PewDiePie pede para que seus inscritos acabem com o meme “Subscribe to PewDiePie”, depois que o atirador na Nova Zelândia o disse antes de começar o ataque nas mesquitas. 

“Na verdade, os capangas do YouTube acham que a ideologia conquistou outra vitória. Eles vêem Pewds como alguém que está se distanciando da religião em que eles acreditam (esquerdismo) e trazendo milhões com ele”, Swanson supostamente escreveu. “Não estou dizendo que os funcionários do YouTube precisam morrer, mas sei que eles são pelo menos tão malignos quanto qualquer um dos piores grupos da história, porque seus corações são maus e, por acaso, estão empunhando a arma do poder da fala. Eles não vão durar muito mais”.

No mesmo vídeo, ele ainda teria comentado: “Quando eu visitar seu campus em duas semanas, poderei atirar em qualquer funcionário que sair, da conveniência do meu carro, porque a Primeira Emenda me permite o direito de fazê-lo”.

O Departamento da Polícia de Orem confirmou para um repórter da TV americana que Swason esteve na Baía em maio. “Ele admitiu postar esses comentários e falou mais sobre como era um jogo de palavras e que quando se referia a filmar, estava se referindo mais a um celular ou a uma câmera de vídeo”, disse o tenente Trent Colledge. Segundo o tenents, Swason também admitiu ter uma arma. 

Um porta-voz do YouTube disse: “Nossa prioridade número um é proteger a segurança e o bem-estar de todos que trabalham no YouTube. Nossa equipe de segurança está ciente dessa ameaça e está trabalhando de perto com as autoridades para monitorar a situação”.

A conta pessoal de Swanson mostra que ele assinou canais de grupos armados e autoproteção, além de canais conservadores como The Dave Ramsey Show. Swanson também assinou com o líder do canal coletivo de extrema direita Vincent James Foxx, Red Elephants, e com o canal do fundador da Proud Boys, Gavin McInnes. The Proud Boys é uma tripulação de direita masculina designada como um grupo de ódio pelo The Southern Poverty Law Center.

Em suas playlists estão vídeos de construção, sermões mórmons e políticos ultraconservadores. Vídeos que zombam transexuais, feminismo, reparações de escravidão estão em sua coleção, assim como conteúdo de celebridades conservadoras do YouTube como Ben Shapiro, Jordan Peterson e PragerU.

Uma lista de reprodução na conta de Swanson foi intitulada “Começando do Fim.” Inclui 13 vídeos das celebridades online Joe Rogan, Tim Pool, Ben Shapiro e outros sobre as chamadas “guerras culturais”, condenando o liberalismo, o feminismo e a censura imaginada de vozes conservadoras pelo YouTube, Facebook e Twitter. 

O motivo por trás das supostas ameaças de Swanson ainda não está claro.

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SpaceX lança primeiros satélites para sua rede de Internet

Por France Presse

Imagem mostra lançamento de foguete Falcon 9 com 60 satélites Starlink da SpaceX — Foto: SpaceX / via AFP Photo

Imagem mostra lançamento de foguete Falcon 9 com 60 satélites Starlink da SpaceX — Foto: SpaceX / via AFP Photo

A SpaceX lançou nesta quinta-feira (23) os primeiros 60 satélites de seu sistema “Starlink”, cujo objetivo é prover Internet a partir do espaço.

Um foguete Falcon 9 da empresa decolou de Cabo Canaveral, na Flórida, por volta das 22h30 local (23h30 em Brasília).

Os satélites começaram a ser liberados uma hora após o lançamento, a uma altitude de 440 km, e usarão seus próprios propulsores para se posicionar em uma órbita relativamente baixa, a 550 km.

Inicialmente, o lançamento estava previsto para a semana passada, mas foi adiado devido à necessidade de atualizações de um software.

Cada satélite pesa 227 kg e foi construído em Redmond, na região de Seattle.

A empresa do magnata Elon Musk lidera a corrida espacial privada. Musk espera captar entre 3% e 5% do futuro mercado global, o que poderá render à SpaceX US$ 30 bilhões ao ano, dez vezes mais do que arrecada com o lançamento de foguetes.

A SpaceX obteve aprovação do governo dos Estados Unidos para lançar até 12 mil satélites, em diferentes níveis de órbita, mas Musk avaliou na véspera que mil serão suficientes para que o sistema seja “economicamente viável”.

A Starlink começará a funcionar assim que forem ativados 800 satélites, o que exigirá uma dúzia de lançamentos. “Acredito que dentro de um ano e meio, talvez dois, se as coisas forem bem, é provável que SpaceX tenha mais satélites em órbita que todos os demais satélites combinados”, disse Musk na semana passada.

Atualmente, há cerca de 2.100 satélites ativos orbitando a Terra, além de milhares já inativos. Para reduzir o risco de acidente com outros satélites, cada equipamento da Starlink contará com tecnologia contra colisão, segundo a SpaceX.

Para receber o sinal de Internet da SpaceX os usuários precisarão de uma antena que “basicamente se parece com uma pizza média”, disse Musk.

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Cientistas ingleses criam primeiro ser vivo com DNA 100% sintético

Redação Olhar Digital

Experiência foi feita em uma bactéria; com o código genético sintético ela pode ajudar a criar remédios ou se tornar mais resistente à contaminação de vírus

Para a decepção de fãs de histórias em quadrinhos e ficção científica, cientistas ainda não conseguem fabricar soros especiais para criar super-humanos, mas já podem produzir uma bactéria com código genético totalmente sintetizado em laboratório. O feito foi realizado por estudiosos da Universidade de Cambridge, Inglaterra, e marca o primeiro ser vivo com DNA 100% criado em laboratório.

Os resultados da pesquisa, que levou dois anos para ser concluída, foram publicados na reconhecida revista científica Nature. A bactéria utilizada na experiência é da espécie Escherichia coli (E. coli), encontrada no solo e no intestino humano. Depois de modificada, recebeu o nome de Syn61 e consegue sobreviver com um código genético simplificado.

E. coli “original” é utilizada na produção de insulina para diabetes e medicamentos para o tratamento de câncer, esclerose múltipla e ataques cardíacos. Quando as bactérias são atacadas por um vírus, a produção inteira precisa ser jogada fora. Com a conquista científica, o dano poderia ser evitado, porque o ser vivo com código genético sintético pode ajudar a criar remédios ou se tornar mais resistente à contaminação de microrganismos.

Como os cientistas criaram o DNA

Para falar sobre o trabalho dos estudiosos, primeiro é preciso entender como um DNA existe dentro do corpo dos seres vivos. As informaçaões do código genético, que controlam todo o organismo, são codificada em sequências de quatro moléculas, chamadas bases nitrogenadas. São elas: adenina (A), citosina (C), guanina (G) ou timina (T). Unem-se em pares específicos para formar pontes de hidrogênio: adenina sempre com timina e citosina com guanina, ou A-T e C-G.

Cada molécula de DNA cria uma sequência específica de informação, formada por milhares de pares de bases hidrogenadas, chamada gene. Os genes determinam a síntese de proteínas. Elas, por sua vez, são constituídas de cadeias de moléculas menores chamadas aminoácidos, classificados por um conjunto de três letras de DNA. Essa trinca de bases é chamada de “códons”. Há 64 combinações possíveis de três letras para codificar os 20 aminoácidos existentes.

Para criar o DNA sintético, os pesquisadores fizeram mais de 18 mil testes com o código genético da bactéria removendo alguns desses códons e substituindo por outros fabricados que executam a mesma função. No final, o organismo que tinha 64 códons ficou com 61, e foi capaz de sobreviver mesmo assim. 

Desse modo, os cientistas criaram um DNA completamente novo que substituiu as moléculas originais. Com um código tão diferente do normal, os vírus podem ter dificuldade para infectar a bactéria.

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