Projeto descobre o maior número primo já registrado; entenda a importância

Do Olhar Digital

O mundo da matemática está diferente nesta terça-feira, 15. Agora o mundo conhece o número primo mais longo já descoberto, que é composto por 24.862.048 de dígitos e só pode ser dividido por ele mesmo e o número 1.

O número em questão é fruto do projeto chamado Great Internet Mersenne Prime Search (“A grande busca da internet pelo Primo de Mersenne”), ou simplesmente GIMPS, que já está em vigor há muitos anos, visando encontrar o próximo número da família Mersenne (que são números primos que se enquadram na categoria 2n-1). Os participantes emprestam seus computadores para a realização dos cálculos e podem receber algum dinheiro se suas máquinas forem responsáveis por uma descoberta.

Para obter o novo número primo, basta multiplicar o número dois por si próprio 82.589.933 vezes e subtrair um; por este motivo, o número fica conhecido pelo apelido de M82589933, já que ele é longo demais para ser escrito por completo.

O M82589933 chega para tomar o lugar do M77232917 como o número mais longo do mundo, que havia sido descoberto ao final de 2017. O novo líder tem mais de um milhão de dígitos a mais do que o antigo campeão.

A descoberta partiu de Patrick Laroche, um profissional da área de TI que rodava o software do GIMPS em seu computador. Ele já fazia isso há quatro meses quando finalmente obteve sucesso na descoberta de um novo número primo. Como prêmio, ele receberá US$ 3.000.

Por que isso é importante?

Para quem não é familiar com a ciência da computação, a busca por números primos cada vez maiores pode parecer fútil, mas eles têm um papel fundamental no modo como nos comunicamos atualmente. Eles servem como base do algoritmo de criptografia RSA utilizado para proteger a informação que circula na web.

Quando você faz uma compra na internet, quando você digita uma senha no seu navegador ou quando tenta entrar no site do seu banco para pagar uma conta, você pode agradecer aos números primos pelos seus dados não serem interceptados e imediatamente decifrados.

Olhar Digital já entrou em detalhes sobre como a criptografia usando os números primos funciona neste link, mas, em resumo, é extremamente difícil fatorar um número que tenha sido gerado como fruto da multiplicação de dois números primos longos. Você pode conseguir quebrar o número 10 em uma multiplicação de 2×5 e 81 em 3x3x3x3. No entanto, se você multiplicar um número primo de 600 algarismos por um outro de 400, o resultado se torna praticamente impossível de fatorar sem um equipamento dedicado e muito tempo. Neste sentido, cada um dos fatores se torna uma chave: se você souber uma delas, você pode decifrar o número e compreender a informação criptografada com facilidade. Sem nenhuma das chaves, você não consegue nada.

Na prática: imagine o número 221. Ele é formado por dois números primos, e você vai ter que raciocinar para descobrir quais são eles na base de um pouquinho de lógica, mas no final das contas você provavelmente vai recorrer a tentativa e erro. Vou poupar seu tempo e revelar que ele é fruto da multiplicação de 13×17. Agora se eu te apresentar o número 591221, que também é fruto da multiplicação de dois números primos, você vai sofrer bem mais para descobrir a sua origem (é 593×997). Agora imagine números de centenas de casas sendo multiplicados; é um cálculo que a mente humana não é capaz de realizar e computadores precisarão gastar muito tempo em um método pouco eficaz de tentativa e erro para decifrar o número. Aplicando o método à criptografia, quanto maiores os fatores, mais segura está a informação.

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China anuncia que conseguiu plantar algodão na Lua; broto já morreu

Do Olhar Digital

A China anunciou nesta terça-feira, 15, uma conquista que pode ser fundamental para os próximos passos da exploração espacial. A missão Chang’e-4 conseguiu plantar sementes de algodão na Lua pela primeira vez na história, pouco tempo após conquistar outro feito, que é o de pousar no lado afastado do satélite.

É a primeira vez que material biológico brota na Lua. Até então, sementes já haviam sido plantadas com sucesso na Estação Espacial Internacional (com participação do astronauta-ministro brasileiro Marcos Pontes, inclusive), mas na Lua é a primeira vez.

Vídeo incorporado

China Xinhua News

@XHNews

First time for humankind: A seed taken up to by China’s Chang’e-4 probe has sprouted

91 pessoas estão falando sobre isso

A conquista tem sido apresentada como uma vitória para as aspirações de exploração espacial mais ambiciosas. Uma viagem a Marte de dois anos e meio, por exemplo, seria consideravelmente facilitada pela capacidade de plantar alimentos para a tripulação no espaço.

Para conseguir o feito, a missão contou com uma “biosfera”, que nada mais é do que um contêiner fechado contendo sementes de algodão e batata, levedura e ovos de mosca, com o objetivo de criar um ambiente autossustentável.

Infelizmente, no entanto, o experimento não teve sucesso prolongado. No mesmo dia após anunciar o sucesso ao fazer a semente brotar, a China também confirmou que o experimento foi encerrado. Ou seja: as plantinhas já estão mortas.

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CNH Digital chega a 1 milhão de usuários após fim de exigência de ida ao Detran

Do Olhar Digital

A decisão de desburocratizar o processo de solicitação da CNH Digital tem dado resultados. Rapidamente, o número de brasileiros que adotaram o documento eletrônico chegou a 1 milhão graças à nova função de validação remota liberada ao final do ano passado.

Para quem não se lembra, para solicitar a CNH Digital e poder ter o documento virtual no celular, substituindo a versão de papel, era necessário realizar um procedimento complexo que dependia, entre outras etapas, de ir presencialmente a um posto do Detran para realizar o cadastro.

Desde a mudança, que permite que a validação seja feita totalmente pelo celular, houve um pico de 60% nas adesões, que permitiu chegar ao primeiro milhão de usuários rapidamente. Os estados com maiores números de condutores com a CNH Digital são São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás, com 223 mil, 76 mil e 70 mil, respectivamente.

É fácil constatar que a procura pelo documento eletrônico disparou desde a validação virtual, já que os números oficiais de usuários do serviço eram de apenas 620 mil no dia 20 de dezembro, quando a mudança foi anunciada. Bastaram três semanas para praticamente dobrar a base de condutores.

Como tirar a CNH Digital

Para fazer o cadastramento da CNH Digital, é necessário ter a última versão do documento, introduzida em 2017, que conta com o QR Code; se a sua CNH não tem o código, será necessário realizar o procedimento para tirar uma nova.

Caso a sua CNH de papel contenha o QR Code, é preciso fazer o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito para Android ou para iOS. Será necessário fazer um cadastro e a validação do e-mail, feito por meio de um link que é enviado na hora do registro. Em seguida, basta escanear o código com a lente do celular, se o usuário optar por fazer a validação pelo smartphone ou tablet.

A partir de então, serão necessários mais dois passos. Primeiro, o usuário precisará dar uma “prova de vida”, o que é apenas um movimento físico simples captado pela câmera do smartphone, para garantir que a pessoa é quem diz ser e não uma foto. Depois disso será preciso informar o número de celular, e a CNH estará disponível no app.

Por motivos de segurança, o usuário também será orientado a criar uma senha de quatro dígitos que precisará ser utilizada toda vez que for necessário apresentar o documento digital. A CNH digital pode ser acessada mesmo que o celular esteja sem internet.

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Quase 25% dos brasileiros acessa pornografia no trabalho, diz estudo

Prática faz com que PCs e smartphones corporativos tornem-se mais vulneráveis a ataques e golpes virtuais.

Um estudo feito em parceria entre a empresa de segurança Kaspersky Lab e a consultoria de pesquisa de mercado chilena CORPA, indicou que quase ¼ dos homens brasileiros (24%) admite acessar conteúdo pornográfico no trabalho. Nesse quesito, nós ficamos atrás apenas dos peruanos (26%), mas a frente de mexicanos, argentinos (ambos com 19%), chilenos (14%) e colombianos (12%). No total, 19% do público masculino latino-americano admitem ver conteúdo adulto em seus computadores corporativos.

A prática acaba tornando usuários e empresas vulneráveis a ataques de cibercriminosos. De acordo com o estudo publicado no início de 2018, 17% dos usuários chilenos infectados por malware para celular em 2017 sofreram ataques usando temas pornográficos. Também foi visto que os trojans bancários disfarçados de players de vídeo pornô estão em segundo lugar entre os tipos mais difundidos de malware dirigido por pornografia, seguido por malware com acesso root e ransomware. O último, em muitos casos, usa táticas de scarware: um programa malicioso que bloqueia a tela e exibe uma mensagem que indica que o conteúdo ilegal foi detectado e, portanto, o dispositivo foi bloqueado. Para desbloqueá-lo, a vítima deve pagar por um resgate.

Além de olhar por conteúdo sexual no trabalho, os homens são os que mais realizam compras online no trabalho. Em média, 42% deles o fazem, principalmente os jovens entre 25 e 34 anos. Em contrapartida, as mulheres entre 18 e 24 anos de idade são as que menos compram pela internet no horário do expediente.

E-mail é a grande porta de entrada

A pesquisa aponta que o e-mail pessoal pode ser considerado a principal porta de entrada para invasões de PCs e smartphones nas empresas.  Cerca de 73% dos trabalhadores latino-americanos – homens e mulheres – declaram ler seu correio eletrônico no escritório e 49% afirmam que verificam e postam em suas redes sociais. Destes, 40% não vêem grandes inconvenientes e usam como justificativa o fato de passarem a maior parte do dia no trabalho.

Além disso, 25% dos latino-americanos dizem que não têm um laptop projetado exclusivamente para o trabalho e, se tivessem, 30% o conectaria a uma rede pública Wi-Fi (cafés, restaurantes e aeroportos) se estivessem fora do escritório, enquanto apenas 8% dizem que se conectariam a uma rede virtual privada (VPN).

“As práticas negligentes de alguns colaboradores podem causar sérios danos às empresas, pois aumentam o risco de vazamento de dados corporativos confidenciais”, afirma Dmitry Bestuzhev, diretor da equipe de pesquisa e análise da Kaspersky Lab para América Latina. “O risco de infecção existe e está presente em ambos os sites adultos e aqueles que não têm nada a ver com pornografia. No caso do primeiro, os golpistas estão bem preparados para atrair usuários. No entanto, evitar que os funcionários acessem pornografia online ou aplicativos suspeitos não é uma prática efetiva. O mais importante é manter sempre os dispositivos protegidos, tanto dos próprios trabalhadores quanto de toda a organização.”

Para completar, para 30% dos entrevistados que afirmaram pertencer a uma empresa com mais de 300 funcionários, apenas 44% seguem uma política de segurança corporativa que protege o uso de celulares ou laptops corporativos. Outros 35% não são controlados por nenhuma política e 21% não sabem se sua empresa conta com alguma regra neste sentido. Destes, 29% correspondem a jovens entre 18 e 24 anos.

“Os funcionários, sendo os usuários finais, são o elo mais fraco da cadeia na cibersegurança, já que seus maus hábitos online colocam em risco as redes corporativas e os dados confidenciais das empresas”, acrescenta Bestuzhev. “Uma investigação realizada no início do ano revelou que a negligência dos funcionários contribuiu para 46% dos incidentes de empresas em 2017, o que demonstra a importância de organizações estabelecerem políticas e normas de segurança de TI e que eles o façam de uma maneira viável para todos os colaboradores, e não apenas para aqueles que são especialistas na área”

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Atualização voltada ao Windows 7 desativou diversos PCs mundo afora

Do Olhar Digital

Recentemente, um administrador de sistemas descobriu que milhares de máquinas com Windows 7 haviam sido desativadas e exibiam a mensagem de erro “esta cópia do Windows não é original”. O problema parece ter começado após a instalação da atualização KB971033.

Essas máquinas específicas são ativadas por KMS, uma opção de licenciamento por volume oferecida pela Microsoft. A ativação do KMS permite que um administrador ative muitos PCs de uma só vez de modo que eles façam check-in com um servidor local para obter chaves de licença válidas para essas máquinas.

Depois de instalar a atualização, ocorreu um problema quando um PC com Windows 7 fez check-in no servidor KMS. O servidor enviou um erro na lista negra em vez da resposta usual, e isso resultou em uma mensagem de “Windows não original”. A atualização KB971033 foi desenvolvida para validar licenças padrão do Windows e nunca deveria ter chegado aos PCs com opção de licenciamento por volume (o KMS).

Desde então, a Microsoft reconheceu o problema e parou de fornecer a atualização. Ela também ofereceu orientação para determinar se as máquinas têm a atualização instalada e como remover e reativar os PCs.

Acesso remoto é interrompido para alguns usuários locais

Infelizmente, o problema não para por aí. Ela também quebrou o acesso remoto para PCs com Windows Server 2008 R2 e Windows 7. Porém, esse problema está limitado a conexões remotas de usuários que fazem parte do grupo “Administradores locais”. Contas de domínio e contas locais que não fazem parte do grupo “Administradores Locais” não são afetadas.

A Microsoft reconheceu o problema, mas está oferecendo apenas a solução alternativa, que é usar uma das contas acima não afetadas (conta de domínio ou conta local).

Mais uma vez, a Microsoft lança patches que “estragam” partes do Windows. Dada a rapidez com que um administrador encontrou a origem do problema, definitivamente parece que a empresa deveria fazer mais testes antes de liberar as atualizações. Infelizmente, a criadora do Windows continua tratando seus usuários como testadores, e é por isso que você não deveria clicar no botão  “Verificar se há atualizações”.

Fonte: How-to Geek

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Huawei demite funcionário preso na Polônia sob acusação de espionagem

Segundo companhia, ações do executivo não têm relação com a empresa. Ele foi detido na última semana no país europeu.

A Huawei anunciou que demitiu seu diretor de vendas na Polônia, que fora preso no país na última semana, sob supostas acusações de espionagem em nome da China.

Segundo a agência de notícias Reuters, o executivo ocupava o cargo de diretor de vendas para clientes públicos na Polônia e foi identificado como Wang Weijing. Ela fora detido juntamento com um ex-agente de segurança polonês.

Em declaração ao site CNet, um porta-voz Huawei afirmou

“A Huawei decidiu encerrar o emprego de Wang Weijing, que foi preso sob suspeita de infringir a lei polonesa. Suas ações alegadas não têm relação com a empresa. De acordo com os termos e condições do contrato de trabalho da Huawei, tomamos essa decisão. porque o incidente em questão trouxe má reputação à Huawei.A Huawei cumpre todas as leis e regulamentos aplicáveis ​​nos países onde opera e exigimos que todos os funcionários respeitem as leis e regulamentos nos países onde estão sediados. ”

Wang é o segundo alto executivo da Huawei preso nas últimas semanas. A CFO da companhia, Meng Wanzhou, foi detida em dezembro último, no Canadá, a pedido dos EUA, sob acusção de violar sanções, ao supostamente usar uma empresa sob controle da Huawei para negociar com o Irã. Ela foi libertada sob fiança e aguarda julgamento, que pode extraditá-la para os EUA.

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Anatel abre consultas públicas para participação da sociedade em temas regulatórios

As contribuições devem ser encaminhadas, preferencialmente, por meio do formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública (SACP), no prazo máximo de 20 dias

A Agência Nacional de Telecomunicação (ANATEL) anunciou na última segunda-feira (14/1), a abertura de  seis consultas públicas, para que a sociedade participe e contribua no processo decisório da agência.

As contribuições devem ser encaminhadas, preferencialmente, por meio do formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública (SACP) relativo à Consulta Pública, no prazo máximo de 20 dias, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo.

Entre os temas para consulta (em um total de seis), estão pautas como elaboração de regulamentação sobre arrecadação de receitas, o Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado e a Agenda Regulatória da agência para o biênio de 2019 a 2020.

A entidade divulgou ainda os temas, prazos e e-mail para envio de sugestões. Confira abaixo:

Título

Descrição Prazo de Contribuição
CONSULTA PÚBLICA Nº 47 Proposta de Ato estabelecendo os requisitos técnicos complementares ao Regulamento sobre a avaliação da exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos associados à operação de estações transmissoras de radiocomunicação, aprovado pela Resolução nº 700, de 28 de setembro de 2018. De: 20/12/2018 às 15:00:00
Até: 19/01/2019 às 23:59:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 48 Consulta Pública acerca da elaboração de regulamentação sobre Arrecadação de Receitas Tributárias da Anatel. De: 19/12/2018 às 12:00:00
Até: 16/02/2019 às 23:59:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 49 Proposta de Agenda Regulatória da Anatel para o biênio de 2019 a 2020. De: 21/12/2018 às 14:00:00
Até: 21/01/2019 às 23:59:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 52 Reavaliação da regulamentação relacionada a serviços públicos de emergência e à segurança das redes de telecomunicações, em cumprimento dos itens nº 41 e 58 da Agenda Regulatória da Anatel para o biênio 2017-2018. De: 26/12/2018 às 14:00:00
Até: 25/01/2019 às 23:59:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 Revisão do Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) prestado no regime público (PGMU) e dos contratos de concessão do STFC, nas modalidades local, longa distância nacional (LDN) e longa distância internacional (LDI), para o período de 2021 a 2025. De: 26/12/2018 às 14:00:00
Até: 24/02/2019 às 23:59:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Proposta de Regulamento de Fiscalização Regulatória De: 27/12/2018 às 14:00:00
Até: 27/03/2019 às 23:59:00

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Aplicativos que abusam das permissões do Android serão removidos da Play Store

Do Olhar Digital

Nas próximas semanas, o Google vai começar a remover da Play Store os aplicativos que coletam informações de registros de chamadas e SMS dos usuários sem real necessidade. A informação foi publicada no blog para desenvolvedores da empresa e faz parte de uma nova política de controle de dados iniciada no ano passado.

Anunciada no início de outubro de 2018, essa medida tem como principal objetivo proteger os usuários do Android contra abusos praticados por parte de desenvolvedores e agências de desenvolvimento de apps. Muitos serviços mal intencionados se aproveitam do sistema de permissões do Android para acessar informações sensíveis aos usuários, que muitas vezes não conseguem discernir entre permissões necessárias e abusivas.

Diante disso, o Google resolveu oferecer mais controle aos usuários e limitou o acesso às informações de registros de chamadas e SMS no Android. Agora, apenas aplicativos do sistema poderão exigir acesso a este tipo de recurso.

Essa mudança demorou para chegar ao Android, e mesmo aplicativos do Google passaram pelo novo crivo de segurança da Play Store. O objetivo é evitar novos escândalos de vazamento de dados em aparelhos rodando com o software da gigante das buscas.

Recentemente, a Apple provocou o Google neste sentido, quando construiu um painel gigante em Las Vegas, durante a CES 2019, enaltecendo as políticas de privacidade do iOS no iPhone.

Fonte: Android Develpers     Via: Cnet

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O cientista ganhador do Nobel que perdeu seus títulos por causa de ideias racistas

Por BBC

O cientista americano James Watson, ganhador do prêmio Nobel de 1962, perdeu seus títulos honorários depois de fazer comentários racistas sobre raça e inteligência.

Em um documentário de televisão que foi ao ar em 2 de janeiro, o pesquisador, pioneiro na pesquisa do DNA, repetiu opiniões segundo a qual a genética tem um papel nas notas que brancos e negros têm em testes de inteligência e de coeficiente intelectual.

O laboratório Cold Spring Harbor, em Nova York, onde ele trabalhava, frisou que os comentários do cientista de 90 anos de idade são “infundados e imprudentes”.

Watson já tinha emitido opiniões similares em 2007, quando afirmou que os africanos eram menos inteligentes que os europeus, mas se desculpou depois.

O pesquisador ganhou o Nobel de medicina de 1962 com os cientistas Maurice Wilkins e Francis Crick pela descoberta da estrutura de dupla hélice de DNA.

O feito é considerado um dos momentos-chave da ciência moderna.

As declarações racistas

Em 2007, o cientista, que trabalhou no laboratório Cavendish da Universidade de Cambridge, disse ao jornal britânico Times que era “pessimista a respeito do futuro da África”, porque “todas as nossas políticas sociais são baseadas na suposição de que a sua inteligência (dos africanos) é a mesma dos brancos, quando todas as provas indicam que não é assim”.

Watson disse ainda que, por mais que ele quisesse que todos fossem iguais, “as pessoas que tiveram que lidar com trabalhadores negros sabem que isto não é verdade”.

O acadêmico nascido em Chicago, nos EUA, também disse que as pessoas não deveriam ser discriminadas por sua raça, pois “há muita gente de cor que é muito talentosa”.

Depois, ele pediu desculpa pelos comentários.

“A todos os que deduziram do que eu disse, que a África, como continente, é geneticamente inferior, a todos estes eu peço desculpas. Não foi o que eu quis dizer. Não há base científica para afirmar isso”, disse.

Depois de seus comentários de 2007, o laboratório de Cold Spring Harbor suspendeu o pesquisador de seus quadros.

O cientista perdeu seu posto de reitor do laboratório, e foi destituído de suas funções administrativas.

Mas, por ter pedido desculpas à época, ele reteve seus títulos honorários de reitor emérito, de professor emérito e de membro honorário.

Porém, depois das declarações dadas ao documentário televisivo “American Masters: Decoding Watson” (“Mestres americanos: decodificando Watson”, em tradução livre), que foi ao ar este ano, o laboratório de Nova York retirou todos os títulos de Watson.

À emissora pública americana PBS, autora do documentário, Watson disse que suas visões sobre raça e inteligência não tinham mudado.

“As declarações de Watson são reprováveis e carecem de respaldo científico”, disse o laboratório em nota.

As novas declarações, disse o laboratório, revertiam as desculpas que o cientista já tinha pedido.

Segundo a mídia dos EUA, Watson se encontra hoje numa enfermaria, recuperando-se de um acidente automobilístico, e tem consciência “mínima” do seu entorno.

A venda da medalha

Watson vendeu sua medalha de ouro do Nobel em 2014. Foi a primeira vez na história que um ganhador do prêmio se desfez do objeto.

Segundo disse ele em um comunicado à época, a intenção era dedicar parte do valor da venda a projetos de pesquisa nas universidades e instituições científicas nas quais estudou e trabalhou ao longo de sua carreira.

“Minha intenção é fazer doações filantrópicas ao laboratório Cold Spring Harbor, à Universidade de Chicago e ao Clare College de Cambridge, e assim seguir contribuindo para que o mundo acadêmico siga sendo um lugar onde predomine a decência e as grandes ideias”, disse.

Naquele mesmo ano, o biológo molecular disse que tinha sido excluído da comunidade científica por causa de seus comentários sobre raça e inteligência em 2007.

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Chinês que vendeu rim para comprar iPad é internado por… insuficiência renal

Wang Shangkun vendeu o órgão por cerca de R$ 11,8 mil e comprou não só o tablet da Apple, mas também um iPhone 4

No já longínquo ano de 2011, Wang Shangkun, um chinês que tinha 18 anos na época, achou que seria uma boa ideia vender um de seus rins no mercado negro para ter dinheiro para comprar um iPad. Ele conseguiu o seu objetivo, comercializando o órgão por cerca de R$ 11,8 mil, comprando assim o tablet da Apple, além de um iPhone 4. Só que agora a conta chegou.

Shangkun, hoje com 25 anos, deu entrada no hospital na província de Anhu, com o diagnóstico de insuficiência renal. E agora, ele depende da hemodiálise para evitar a falência total do órgão e, claro, sua morte.

Segundo a reportagem do jornal inglês Mirror, o jovem fanático por tecnologia começou a mostrar deficiências renais não muito tempo depois da cirurgia que retirou o primeiro rim. Ela pode ter sido causada por uma infecção, já que o ambiente onde ocorreu a operação totalmente ilegal, convenhamos, não devia ser dos mais limpos. Além disso, não houve um tratamento pós-operatório após o procedimento.

Depois que o caso veio à tona, nove pessoas envolvidas no procedimento foram presas, incluindo os médicos responsáveis pela retirada do rim de Shangkun. A família do jovem recebeu quase R$ 800 mil de indenização (dá para comprar um monte de iPads e iPhones, não?), no entanto, Wang precisou desistir de seus estudos e vive de benefícios sociais, fornecidos pelo governo chinês.

E, ironia das ironias: na época em que a retirada do rim fora divulgada, Shangkun teria dito à imprensa local: “Por que eu preciso de um segundo rim? Um é o suficiente”.

E a evolução segue seu rumo…

Fonte: Mirror.co.uk

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