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NUVEM DE TAGS

Bug em contrato inteligente permite roubo de US$ 31 mi em criptomoedas

Lucas Berredo  

Olhar Digital

Um hacker concretizou um roubo de US$ 31 milhões (R$ 175 mi) em criptomoedas da startup de blockchain MonoX Finance explorando um bug no software que a plataforma utiliza para registrar contratos inteligentes.

De acordo com uma publicação da empresa, um erro contábil no software permitiu que o agressor inflacionasse o preço do token Mono e, desta forma, obtivesse uma valorização artificial para comprar outros ativos. Assim, o hacker conseguiu adquirir US$ 18 milhões em Ethereum e cerca de US$ 10 milhões em tokens Polygon (MATIC). No roubo, também foram deduzidos valores de criptomoedas WBTC, MIM, LINK e DUCK, entre outras.

A MonoX usa um protocolo de finanças descentralizadas (DeFi) para que os usuários negociem tokens de moeda digital fora dos trâmites tradicionais. Isto é, os proprietários podem depositar suas criptomoedas sem um livro de ordens de compra e venda — no que eles chamam de “contratos inteligentes” — e concentrar o uso de fundos para ter a liquidez necessária para futuros negociações. Embora os retornos sejam altos, há sempre o risco de sofrer um ataque hacker, justamente pela plataforma ser muito aberta.

Como se deu o roubo

A MonoX julgou o erro no software como “estúpido”. O que aconteceu foi que o hacker usou o mesmo token para as vias de entrada/saída (“TokenIn” e “TokenOut”) na plataforma. A MonoX atualiza os preços após cada troca, isto é, diminui o preço do “TokenIn” (para as criptos enviadas pelo usuário) e aumenta o do “TokenOut” (para as criptos recebidas).

No entanto, como o hacker tinha um token igual para todas as transações, o preço do Mono inflacionou, o que suscitou o roubo de criptomoedas. Não há razões práticas para trocar um token por um mesmo token e, por conta disso, o software nunca deveria ter permitido uma transação dessas.

“Estes tipos de ataques são comuns em contratos inteligentes porque muitos desenvolvedores não se esforçam para definir as propriedades de segurança de seu código”, explicou Dan Guido, especialista em proteção de contratos digitais, ao site Ars Technica. “Os contratos inteligentes precisam de evidências testáveis de que eles fazem o que você quer e apenas o que você quer. Isso significa propriedades de segurança definidas e técnicas empregadas para avaliá-las.”

Em comunicado divulgado na última quarta-feira (1º), a MonoX vai entrar com um pedido de investigação na polícia sobre o evento. Também afirma que um seguro cobrirá US$ 1 milhão em perdas e vai trabalhar agora nas “distribuições”.

Via Ars Technica

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Único eclipse solar total de 2021 é capturado pela Nasa na Antártida

Por Lucas Berredo, editado por Fábio Marton 

Olhar Digital

O único eclipse solar total de 2021 aconteceu na madrugada deste sábado (4), mas foi visível apenas na Antártida, continente com escasso povoamento humano. A fase parcial do fenômeno começou às 4h da manhã (horário de Brasília) e durou menos de dois minutos em sua etapa completa, às 4h44, de acordo com a Nasa, encerrando-se às 5h06.

A agência americana transmitiu imagens ao vivo do eclipse, testemunhadas pelos cientistas Theo Boris e Christian Lockwood, da expedição JM Pasachoff. A dupla se encontrava em um ponto de observação na geleira Union, localizada nos montes Ellsworth, na Antártida.

O eclipse solar acontece quando a Lua passa na frente do Sol e tampa a projeção da estrela. Por conta disso, apenas uma porção da Terra ficou na posição onde é viável ver a sombra projetada. O eclipse total foi visto pela Estação Palmer, da National Science Foundation, com 40 pesquisadores, e na fase parcial, pela Estação McMurdo, que possui cerca de 1.200 pessoas — ambas no continente gelado.

De acordo com a Forbes, dois voos panorâmicos pela região também estavam programados: um saindo de Santiago, no Chile, e outro de Melbourne, na Austrália. Os preços variavam entre US$ 6.500 (cerca de R$ 36.720 na cotação atual) e US$ 9.100 (R$ 51.415) a fila (com três assentos).

Próximos eclipses

O eclipse na Antártida foi o último em 2021. O eclipse na Antártida foi o último em 2021. Antes disso, houve um eclipse solar “anular” no Hemisfério Norte, visto em várias cidades da América do Norte.

O próximo eclipse solar acontecerá no dia 30 de abril de 2022 e ficará visível na parte sudeste do Oceano Pacífico e trechos da América do Sul. Outro acontecerá no dia 25 de outubro do mesmo ano e será visível em partes da Europa, nordeste da África, Ásia ocidental e Oriente Médio.

Estes dois, porém, serão eclipses solares parciais, isto é, em que apenas uma parte do Sol é encoberta pela Lua. O próximo eclipse solar total, de fato, é esperado apenas em 2023, cruzando partes da América do Norte e América Central.

Via Space

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China investiga misterioso objeto em forma de cubo na Lua

Fábio Marton  

Olhar Digital

Parece coisa de 2001, no qual um monolito misterioso na Lua levava à exploração de Júpiter. Mas é a vida real: o rover lunar Yutu-2, parte da missão Chang’e 4, tirou uma foto do que parece ser um cubo.

A imagem foi encontrada ontem e apresentada pelo jornalista Andrew Jones, especialista na Administração Espacial Nacional da China, a versão chinesa da Nasa.

Ao ficar ciente da descoberta, a agência chinesa batizou o objeto na Lua de “Casa do Mistério”. E decidiu acabar com o mistério, movendo o rover em direção a ele para descobrir o que é. A sonda se encontrava a meros 80 metros de distância quando a foto foi tirada, e deve gastar os próximos três dias lunares se aproximando do objeto na Lua.

É mais do que parece: um dia lunar é equivalente a 27 dias, 7 horas e 43 minutos. Atuando desde 2019, o rover ainda está em seu 37º dia lunar e andou cerca de 900 metros.

O que será o objeto na Lua?

O “cubo”, ou seja lá o que for o objeto misterioso na Lua, fica na Cratera Kármán. As apostas para ele são bem mundanas.

Não é realmente muita coisa, ele mesmo admite: é um retângulo numa imagem de baixa resolução, e pode ser bem só uma ilusão de óptica. Não seria a primeira vez: em 2019, a sonda Yutu-2 havia avistado o que parecia ser uma “substância como gel” e, no fim das coisas, eram apenas pedras. Este ano, um “fragmento” foi encontrado e eram também (surpresa) pedras.

O próprio jornalista acredita que deve ser apenas mais outra pedra ainda que deve esse formato peculiar a um impacto de asteroide. Alguém quer apostar?

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Funcionários do departamento de Estado dos EUA hackeados com spyware israelense Pegasus

Fábio Marton 

Olhar Digital

Funcionários do Departamento de Estado dos EUA tiveram seus iPhones hackeados. Foram entre nove e 11 pessoas, todas trabalhando em Uganda ou em conjunto com a equipe de Uganda. E o spyware usado para a invasão é o infame Pegasus, infame criação da empresa israelense NSO Group.

Não se faz ideia de quem possa ser o responsável pelo ataque. A NSO afirma que só vende seus programas para organizações governamentais e com a aprovação do governo de Israel. Em tese, não haveria como seu programa ter ido, com sua autorização, parar na mão de hackers atuando contra os EUA.

A empresa também diz que seu spyware não pode ter como alvos números dos Estados Unidos. Neste caso, não faz diferença: os funcionários trabalhavam com números de Uganda.

Spyware pode levar a vexame diplomático israelense

O spyware Pegasus pode transferir dados remotamente de celulares Android ou iOS e pode ligar as câmeras sem o dono saber. Funciona por um ataque de “zero clique”: ele não precisa da colaboração da vítima clicando em links ou instalando apps contaminados. É uma invasão pura.

A NSO diz que vai investigar o que seus clientes estão espionando e se ninguém está abusando do sistema. Segundo eles, o Pegasus é para ser usado contra criminosos e terroristas. Mas tem uma longa lista de casos de abuso: a Anistia Internacional já denunciou a empresa, que atua em 40 países, por violações a direitos humanos.

A empresa é persona non grata nos EUA. Já foi colocada na lista negra do Departamento de Comércio dos EUA, o que impõe várias restrições à empresas americanas de fazerem negócios com ela. A Apple já processou a NSO, e diz que o iOS 15 é à prova de Pegasus.

Via The Washington Post

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Nasa anuncia seus novos candidatos a astronautas na próxima semana

Flavia Correia 

Olhar Digital

Depois de avaliar mais de 12 mil inscrições, a Nasa selecionou os candidatos de 2021 a novos astronautas da agência. O anúncio dos nomes acontecerá na próxima segunda-feira (6), às 14h30, pelo horário de Brasília, direto da Base de Reserva Conjunta de Ellington Field, perto do Johnson Space Center, em Houston. 

astronauta estação espacial
Mais de 12 mil interessados se inscreveram para ser um dos novos candidatos a astronautas da Nasa. Imagem: Nasa/Divulgação

Os candidatos a astronauta se juntarão ao administrador da Nasa, Bill Nelson, à vice-administradora Pam Melroy, à diretora do Johnson Center Vanessa Wyche e ao diretor de operações de voo Norm Knight no palco do evento, que será transmitido ao vivo pela NASA TV, no site e no aplicativo da agência.

Após o anúncio, haverá uma entrevista coletiva com os novos candidatos a astronautas e com especialistas dos seguintes programas da Nasa: Estação Espacial Internacional (ISS), Programa de Tripulação Comercial e Projeto Artemis. 

Segundo a agência, os candidatos a astronauta também estarão disponíveis para entrevistas virtuais na terça-feira (7), dia seguinte ao anúncio.

Treinamento dos novos candidatos a astronautas da Nasa começa em janeiro

Depois de completarem o treinamento, que tem dois anos de duração, esses indivíduos podem ser qualificados para uma variedade de atribuições de voo, como as missões Artemis na Lua, pesquisas a bordo da ISS, lançamentos em missões espaciais profundas  em veículos da Nasa e de empresas comerciais parceiras, entre outras.

De acordo com um comunicado da agência, eles deverão se apresentar em janeiro para iniciar o treinamento em sistemas de espaçonaves, habilidades de caminhada no espaço, trabalho em equipe e outras habilidades necessárias.

Todas as 12 mil pessoas que se inscreveram deviam atender a uma série de requisitos, como: ter cidadania nos EUA, diploma de mestrado de uma instituição credenciada em um campo STEM que enfatizasse ciência, tecnologia, engenharia ou matemática e pelo menos três anos de experiência relacionada, ou pelo menos mil horas de voo como piloto em comando em aviões a jato. Os candidatos também tiveram que passar no exame prático de voo de longa duração da Nasa.

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Por que o 5G é tão importante e como vai impactar em nossas vidas?

Por Colaborador Externo, editado por André Lucena  

Por Fernando Moulin*

Olhar Digital

São apenas dois caracteres, mas mesmo quem não conhece nada sobre tecnologia e digitalização já ouviu, leu ou visualizou alguma notícia referente a eles. O 5G está chamando a atenção justamente pelo conceito que está por trás dessa expressão. Profissionais digitais, empreendedores e sociedade civil começam a se preparar para esta solução sem saber ao certo quando, de fato, estará em operação no Brasil.

Ao todo, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) recebeu 15 propostas e o leilão acaba de ocorrer durante a primeira semana de novembro de 2021. A expectativa é que até meados de 2022 a frequência já esteja em operação, pelo menos, nas capitais estaduais e municípios mais habitados do país para, a partir daí, ser expandido para os municípios com mais de 30 mil habitantes até 2029. Se bem implementada, a tecnologia tem a capacidade de aprofundar ainda mais a transformação digital, garantindo uma conexão jamais vista em nossa história.

Detalho algumas perguntas mais frequentes sobre o tema a seguir, com respostas para tentar ajudar a explicar como ele impactará realmente as nossas vidas.

1 – A que se refere a tecnologia 5G?

A tecnologia 5G nada mais é do que uma evolução tecnológica importante das atuais soluções de conexão e tráfego de dados que permitem que estejamos conectados à internet ou falando uns com os outros de maneira virtual, tanto pelas redes móveis quanto pelas redes fixas (conexões de banda larga doméstica ou empresarial).

Sua principal característica e vantagem é aumentar substancialmente a velocidade de tráfego de dados de um ponto a outro, que deverá chegar a ser pelo menos 20 vezes superior às atuais velocidades que usamos no 4G e tornará viável, por exemplo, fazer download de filmes completos em HD em poucos minutos, por exemplo.

Além disso, como a latência (tempo de resposta) também é bem mais baixa do que a observada atualmente no 4G, a proposta do 5G é de uma conexão rápida e eficiente que viabilizará a conectividade de diversos objetos à internet e entre si, como relógios, carros, edifícios e mesmo indústrias ou cidades inteiras.

Com a pandemia, percebemos ainda mais a importância da boa conectividade. Graças ao 4G em vigência, foi possível fazer videoconferências no trabalho remoto, assistir à série favorita no streaming e compartilhar arquivos pesados. Mas o 5G vai abrir um mundo novo de possibilidades, como realidade aumentada e maior velocidade de downloads e uploads – além de viabilizar a Internet das Coisas (IoT). Tudo o que puder ser conectado, será conectado.

2 – Quais mudanças o 5G trará na prática?

Vivemos em um período de aceleração digital provocada pelo avanço do novo coronavírus. Muitas soluções que eram restritas à ficção científica ganharam espaço nos últimos meses. Mas há outros projetos que dependem da grande velocidade do 5G para saírem do papel. O aprofundamento da telemedicina é um deles. Hoje, conseguimos participar de uma consulta virtual com o médico, mas somente com essa nova tecnologia de conexão vai ser possível realizar cirurgias remotas ou fazer diagnósticos e exames mais detalhados à distância, por exemplo, em escala massiva.

Os carros autônomos e a conectividade entre os objetos também dependem do 5G de forma geral. Somente o tráfego rápido de informações entre os sistemas é capaz de criar as conexões necessárias para este fim – permitindo fazer compras online no supermercado a partir de dados gerados pela própria geladeira, por exemplo! Serviços de entretenimento, como os streamings, e as transações financeiras digitais também devem crescer ainda mais.

A realidade virtual e a realidade aumentada, em conjunto com os sistemas conectados via 5G e IoT, transformarão completamente o mundo que hoje conhecemos e farão com que a distinção entre “virtual e físico” se torne cada vez mais difícil de perceber.

3 – Quais são as responsabilidades e contrapartidas do 5G?

O edital de licitação permitiu escolher as empresas que adquiriram o direito de explorar as quatro faixas de frequência estabelecidas para o 5G no Brasil (700 MHz, 2.3 GHz, 3.5 GHz e 26 GHz). É por meio delas que ocorre o tráfego de dados. Trata-se, evidentemente, de um negócio altamente estratégico tanto por parte do Governo Federal quanto da iniciativa privada.

Por isso, há contrapartidas que as empresas vencedoras do leilão deverão cumprir. Entre elas, estão a disponibilização do 5G nas capitais estaduais até julho de 2022; a garantia de oferta do 4G nas rodovias brasileiras; construção de uma rede privativa de comunicação para a administração federal; instalação de rede de fibra óptica, via fluvial, na região amazônica; levar internet móvel de qualidade às escolas públicas de educação básica; entre outras.

4 – O que muda na vida dos brasileiros?

O Brasil entrou tarde no universo do 5G. Alemanha, China, Coréia do Sul, Estados Unidos e Japão são alguns países que já adotam essa tecnologia no dia a dia. Mesmo assim, reforça a ideia de que a transformação digital é um caminho sem volta em nossa sociedade. Com a pandemia de covid-19, muitas empresas e consumidores precisaram se adaptar aos canais digitais. Daqui para frente, contudo, mais serviços devem migrar para o ambiente online.

A principal vantagem, evidentemente, é a maior agilidade na prestação de serviços públicos e privados, possibilitando mais eficiência para as organizações e maior produtividade aos colaboradores. Há, porém, o ônus: é preciso adequar toda a infraestrutura tecnológica das cidades, inclusive com troca da maioria dos celulares – que não foram desenvolvidos para captar a frequência do 5G. No fim, trata-se dos dois lados da mesma moeda com que aprendemos a conviver ao longo dos últimos anos.

Essa irreversível transformação cada vez mais fará parte de nosso cotidiano, de modo integral. Se hoje não concebemos uma vida sem conectividade e internet, muito em breve teremos dificuldades de entender um mundo sem altas velocidades de conexão e suas incríveis possibilidades em nossas famílias, carreiras e maneira de enxergar o mundo.

*Fernando Moulin é Business Partner da Sponsorb

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Eclipse solar: onde e quando será visto fenômeno do dia 4 de dezembro

Único lugar onde eclipse solar total poderá ser observado é Antártica; em outros, só parcialmente; Brasil não está na lista de países de onde será possível acompanhar fenômeno.

Por BBC

Eclipse solar total só poderá ser observado da Antártica — Foto: Nasa

Eclipse solar total só poderá ser observado da Antártica — Foto: Nasa

Alguns habitantes do Hemisfério Sul vão ter a oportunidade de observar um eclipse solar total ou parcial no próximo sábado (4), segundo a Nasa, a agência espacial americana.

Infelizmente, o Brasil está de fora da lista de países de onde será possível acompanhar o fenômeno.

Mas, se o tempo permitir, os amantes da astronomia vão poder assistir ao vivo ao eclipse solar total visto da Antártica no canal da Nasa no YouTube e no site da agência (nasa.gov/live).

A transmissão começa às 3h30 (horário de Brasília), coincidindo com o início do eclipse solar total. O fenômeno chega a seu ápice às 4h44 e termina às 5h37.

Durante um eclipse solar total, o Sol, a Lua e a Terra se alinham de forma que o Sol é bloqueado quando visto de dentro da sombra da Lua na Terra.

O único lugar onde o fenômeno poderá ser visto em sua totalidade é na Antártica.

Em outro locais, observadores serão capazes de acompanhar um eclipse solar parcial, quando o Sol, a Lua e a Terra não estão exatamente alinhados. Mas para vê-lo é preciso estar em algumas áreas da ilha de Santa Helena, Namíbia, Lesoto, África do Sul, Geórgia do Sul e Ilhas Sandwich do Sul, Ilhas Crozet, Ilhas Malvinas, Chile, Nova Zelândia e Austrália.

Em muitos desses lugares, o eclipse ocorrerá antes, durante e depois do nascer ou pôr do sol. Isso significa que os observadores precisam ter uma visão clara do horizonte durante o nascer ou o pôr do sol para ver o eclipse.

Durante o eclipse solar parcial, o Sol parecerá ter uma sombra escura em apenas parte de sua superfície.

Como explica a Nasa, um eclipse solar ocorre quando a Lua está localizada entre o Sol e a Terra, lançando uma sombra na Terra e bloqueando total ou parcialmente a luz do Sol em algumas áreas.

“Para que ocorra um eclipse solar total, o Sol, a Lua e a Terra devem estar alinhados. Os habitantes da área localizada no centro da sombra da Lua, quando ela atingir a Terra, verão um eclipse total. O céu ficará muito escuro, como se fosse amanhecer ou anoitecer. Se o tempo permitir, as pessoas no caminho de um eclipse solar total podem ver a coroa do Sol, ou sua atmosfera externa, que normalmente fica obscurecida pelo lado brilhante da estrela”, informa a agência em seu site.

Como observar com segurança um eclipse solar total ou parcial

A Nasa alerta que “nunca é seguro diretamente para o Sol, mesmo se o Sol estiver total ou parcialmente obscurecido”.

“Ao observar um eclipse solar parcial, você deve usar óculos solares ou óculos de eclipse durante todo o eclipse se quiser ver o Sol de frente. Óculos solares ou de eclipse NÃO são vidros comuns; óculos de sol comuns não são seguros para ver o Sol”, diz a agência.

“Se você estiver no caminho de um eclipse solar total, poderá remover seus óculos solares ou de eclipse somente quando a Lua estiver bloqueando completamente o Sol”.

“Se você não tem óculos de sol ou óculos de eclipse, pode usar um método alternativo de visão indireta, como um projetor pinhole. Os projetores pinhole não devem ser usados ​​para olhar diretamente para o Sol, mas sim para projetar a luz do sol em uma superfície”, conclui a agência.

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Ameca, o robô humanoide que impressiona por semelhança com humanos

Imagem do robô “acordando para a vida” revelada esta semana viralizou e chama a atenção pelo realismo das expressões. Modelo servirá como base de teste para inteligência artificial e terá conexão em nuvem.

Por g1

Seu nome é Ameca. Ele é o novo robô da empresa britânica Engineered Arts, especializada em máquinas humanoides. Sua extrema semelhança com seres humanos acabou chamando atenção de internautas nas redes sociais.

imagem do robô “acordando para a vida” revelada esta semana viralizou deixando muita gente impressionada, e outros “assustados”. Seu lançamento oficial será na próxima Consumer Electronics Show (CES) 2022, mas alguns detalhes do modelo já foram divulgados pela fabricante.

Em seu anúncio, a empresa afirmou que “Ameca é o robô em forma humana mais avançado do mundo”. Seus criadores dizem que ele pode servir de plataforma para o desenvolvimento de futuras tecnologias robóticas.

Apesar da alta tecnologia, o robô ainda não possui a habilidade de andar. Segunda a empresa, caminhar é uma tarefa difícil, mas está nos planos de desenvolvimento.

Veja o que se sabe sobre o Ameca:

  • Robô pode ser utilizado para o desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial e machine learning.
  • Hardware e softwareque permitem atualização constante.
  • Divisão em módulos. Segunda a empresa, é possível ter apenas “uma mão” o “braço” do modelo, não há necessidade de ter o robô completo para funcionar.
  • Conexão em nuvem: todos os dados do robô ficam disponíveis remotamente.
  • Movimentos suaves e realistas que buscam estabelecer um “relacionamento instantâneo com pessoas”, segundo a fabricante.

Veja expressões do robô Ameca, da Engineered Arts

Ameca estará disponível para aluguel, na participação de eventos, e também para a venda, mas a empresa ainda não divulgou o valor.

g1 entrou em contato com a Engineered Arts para obter mais informações sobre o modelo, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.

Ameca, o robô humanoide desenvolvido pela Engineered Arts — Foto: Engineered Arts

Ameca, o robô humanoide desenvolvido pela Engineered Arts — Foto: Engineered Arts

Internautas ‘assustados’

Quando o vídeo do Ameca começou a circular pelas redes, logo vieram comentários sobre o extremo realismo do robô. Marques Brownlee, um famoso influencer de tecnologia, foi um dos “assustados”.

“Calma pessoal, parem de enlouquecer, é só um monte de atuadores e motores com borracha esticada sobre eles para simular o movimento facial. Está tudo pré-programado. É apenas para pesquisa”, disse. Depois completou com: “Internamente: não, não, não, não, não, não”.

Empresa faz robôs de entretenimento

A Engineered Arts trabalho no desenvolvimento de robôs humanoides no Reino Unido. Suas máquinas são utilizadas em centros de ciência, parques temáticos e empresas. Mais de 100 de seus robôs estão em atividade pelo mundo, mas o Ameca é o mais avançado deles.

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Em breve, 1 em cada 15 pontos de luz no céu será um satélite – e por que isso é um problema?

Flavia Correia 

Olhar Digital

Uma pesquisa divulgada em formato de pré-print na plataforma arXiv, e já aceita para publicação pelo periódico científico The Astronomical Journal, revela previsões de como será o céu noturno se as empresas de satélites prosseguirem no ritmo atual de atividade, sem que haja uma regulamentação adequada.

De acordo com a autora do estudo, Samantha Lawler, Ph.D. em Astronomia pela Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, se as coisas continuarem como estão, em breve, um em cada 15 pontos de luz no céu será um satélite, e não uma estrela. “Isso será devastador para a pesquisa em astronomia e mudará completamente o céu noturno em todo o mundo”, lamenta Lawler.

Para descobrir o quão gravemente o céu será afetado pela luz do Sol refletida em megaconstelações de satélite planejadas, a equipe liderada pela cientista construiu um modelo computacional de código aberto para simular o brilho desses satélites visto de diferentes lugares da Terra, em diferentes horas da noite, em diferentes estações. “Também construímos um aplicativo da web simples com base nesta simulação”, afirmou Lawler em um artigo que escreveu para o site The Conversation.

Brilho dos satélites atrapalha observações astronômicas

Segundo a pesquisadora, o modelo usa 65 mil satélites nas órbitas preenchidas por quatro empresas: SpaceX Starlink e Amazon Kuiper (EUA), OneWeb (Reino Unido) e StarNet / GW (China). Ela explica que a simulação foi calibrada tendo como referência as medidas do telescópio dos satélites Starlink, já que esses são os mais numerosos.

“Nossas simulações mostram que, de todos os lugares do mundo, em todas as estações, haverá dezenas a centenas de satélites visíveis por pelo menos uma hora antes do nascer do Sol e após o pôr do Sol”, disse Lawler. 

Ela revela que os locais mais severamente afetados na Terra são aqueles localizados 50 graus ao Norte e ao Sul do planeta, perto de cidades como Londres, Amsterdã, Berlim, Praga, Kiev e Vancouver. “No solstício de verão, dessas latitudes, haverá cerca de 200 satélites visíveis a olho nu durante toda a noite”, presume o estudo.

Há alguns anos, Lawler analisa a dinâmica orbital do Cinturão de Kuiper, uma região de pequenos corpos além de Netuno. “Minha pesquisa se baseia em imagens de campo amplo e de longa exposição para descobrir e rastrear esses pequenos corpos e aprender sobre a história de nosso Sistema Solar”.

Segundo ela, as observações por telescópios, que são fundamentais para a maior parte dos estudos acerca do universo, “estão prestes a se tornar muito, muito mais difíceis por causa do desenvolvimento desregulado do espaço”.

Embora astrônomos em todo o mundo estejam elaborando algumas estratégias de mitigação, essas táticas exigirão tempo e esforço que, na opinião de Lawler, deveriam ser pagos pelas empresas de satélites.

Megaconstelações de satélites aumentam fluxo de lixo espacial

“A Internet Starlink pode parecer mais barata do que outras opções rurais, mas isso ocorre porque muitos custos são descarregados. Um custo imediato é a poluição atmosférica das centenas de lançamentos de foguetes necessários para construir e manter este sistema”, explica Lawler. 

Isso representa um grave problema ocasionado não apenas pela rede de satélites da SpaceX, como por todas as demais megaconstelações: o aumento do lixo espacial. “Cada implantação de satélite despeja corpos de foguetes e outros detritos na órbita baixa da Terra já lotada, aumentando os riscos de colisão. Parte desse lixo espacial acabará caindo de volta à Terra, e as áreas do globo com as maiores densidades de satélites aéreos também terão maior probabilidade de serem literalmente impactadas”, alerta a pesquisadora.

Segundo Lawler, a SpaceX planeja substituir cada um dos 42 mil satélites Starlink após cinco anos de operação. Isso exigirá a retirada de órbita de uma média de 25 satélites por dia, o que corresponde a cerca de seis toneladas de material. 

“A massa desses satélites não irá desaparecer – ela será depositada na atmosfera superior”, explica a astrônoma. “Como os satélites são compostos principalmente de ligas de alumínio, eles podem formar partículas de alumina à medida que vaporizam na alta atmosfera, potencialmente destruindo o ozônio e causando mudanças na temperatura global”.

Isso ainda não foi profundamente estudado porque, de acordo com Lawler, a órbita baixa da Terra atualmente não está sujeita a quaisquer regulamentações ambientais. “Atualmente, a órbita baixa da Terra, onde todos esses satélites devem operar, está quase totalmente desregulada. Não existem regras sobre poluição luminosa, poluição atmosférica de lançamentos, poluição atmosférica de reentrada ou colisões entre satélites”.

Não deveríamos ter que escolher entre astronomia e Internet, diz pesquisadora

A despeito disso tudo, as empresas não param de lançar satélites em um ritmo cada vez mais frenético, segundo a pesquisa de Lawler, que garante que “os danos que eles causam ao céu noturno, à atmosfera e à segurança da órbita baixa da Terra não serão desfeitos mesmo se as operadoras forem à falência”.

Para a cientista, não há dúvida de que os usuários rurais e remotos da Internet, em muitos lugares, foram deixados para trás pelo desenvolvimento da infraestrutura da rede. No entanto, ela acredita que há muitas outras opções de fornecimento de Internet que não resultarão em custos tão extremos.

“Com cooperação, em vez de competição entre empresas de satélite, poderíamos ter muito menos em órbita. Ao alterar o design dos satélites, eles poderiam ficar com uma luminosidade muito mais fraca, causando menos impacto no céu noturno”, propõe Lawler, afirmando que “não deveríamos ter que fazer uma escolha entre astronomia e Internet”.

“Mas sem regulamentações que exijam essas mudanças, ou forte pressão dos consumidores indicando a importância do céu noturno, nossa visão das estrelas em breve mudará para sempre”, avalia a pesquisadora.

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Dinossauro descoberto no Chile tinha uma estranha cauda cheia de lâminas

Flavia Correia  

Olhar Digital

Um estudo publicado nesta quarta-feira (1), na revista científica Nature, descreve a descoberta de fósseis encontrados no Chile pertencentes a uma espécie bem diferente de dinossauro. Além de ter o tamanho de um cachorro de grande porte, ele tinha uma cauda muito peculiar, dotada de sete pares de lâminas dispostas lado a lado.

De acordo com o principal autor da pesquisa, Alex Vargas, paleontólogo da Universidade do Chile, o rabo do animal era “uma arma realmente incomum”.

“Livros sobre animais pré-históricos para crianças precisam ser atualizados e colocar esse rabo estranho lá. Parece loucura!”, brincou o paleontólogo.

Segundo Vargas, o herbívoro tinha uma combinação de características de diferentes espécies que inicialmente enviaram os paleontólogos para o caminho errado. A extremidade traseira, incluindo sua cauda exótica, parecia a de um estegossauro, o que levou os pesquisadores a batizá-lo de Stegouros elengassen.

No entanto, depois que Vargas e sua equipe examinaram os pedaços do crânio e fizeram cinco análises diferentes de DNA, eles concluíram que ele era apenas remotamente relacionado ao estegossauro. Apesar disso, o nome “Stegouro” acabou ‘pegando’, segundo Vargas.

No entanto, na verdade, ele era um raro membro do hemisfério sul da família dos dinossauros anquilossauros semelhantes a tanques. Vargas se refere ao animal como “o ramo perdido da família do anquilossauro”.

Cauda bizarra de dinossauro chileno espantava predadores

Com cerca de 72 milhões a 75 milhões de anos, o fóssil parece ser de um adulto com base na forma como os ossos são fundidos.” Ele foi encontrado com a frente achatada sobre a barriga e a traseira inclinada para um nível mais baixo, quase como se tivesse sido pego em areia movediça”, disse Vargas.

A cauda, provavelmente, servia para defesa contra grandes predadores, que também eram repelidos por ossos semelhantes a uma armadura que se projetavam para fora do corpo do bicho.

De acordo com Kristi Curry Rogers, bióloga do Macalester College, instituição que fica no estado americano de Minnesota, o que chama atenção não é somente a “cauda bizarra”, mas, principalmente, o local onde o fóssil foi encontrado.

“O extremo sul do Chile é uma região que não produziu esses tipos de animais antes”, afirmou Rogers, que não fez parte do estudo. “Estamos apenas arranhando a superfície quando se trata de uma compreensão abrangente da diversidade dos dinossauros”, disse a bióloga ao site Phys.

“Essa descoberta nos alerta que, se olharmos nos lugares certos, na hora certa, há muito mais ainda para descobrir”, declarou Rogers.

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