Engenheiros desenvolvem sensor de pressão que se dissolve no corpo do paciente  

Do Olhar Digital

Engenheiros da Universidade de Connecticut desenvolveram um sensor de pressão biodegradável que se dissolve no corpo do paciente. Conforme relata o Digital Trends, o dispositivo pode tornar procedimentos médicos menos invasivos.

O sensor de pressão criado é pequeno e flexível e é projetado para monitorar o trabalho dos órgãos e pressão interna de pacientes com doenças pulmonares crônicas e inchaço cerebral. Ele é composto por uma película elétrica espremida entre dois eletrodos, essa peça, então, é revestida com um material biodegradável chamado ácido poliláctico.

Os dispositivos atuais de medição de pressão interna costumam ser volumosos e precisam ser removidos pelos médicos após a implantação. Isso pode gerar danos em órgãos e regiões delicadas do corpo. Já o novo aparelho, por ser biodegradável, dispensa a necessidade de remoção.

“Nós queríamos fazer algo que pudesse ser implantado e monitorar a pressão do órgão e depois desaparecer sem ter que ser removido”, afirma o engenheiro responsável pelo projeto, Thanh Duc Nguyen. “Para fazer isso, implantamos um sensor biodegradável para que ele possa interagir diretamente com os tecidos macios e, em seguida, colocamos um sistema eletrônico sem fio implantado em um lugar longe de tecidos tão delicados”.

Ou seja, os sensores podem ser conectados diretamente à área que precisa ser monitorada, enquanto a parte eletrônica que transmite os dados fica próxima da superfície da pele. Depois que o trabalho do sensor estiver completo, a eletrônica pode ser removida através de um procedimento simples, enquanto o sensor se dissolve dentro de alguns dias.

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O que acontece na internet em 1 minuto  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

Sessenta segundos pode parecer pouco, mas, na rede mundial de computadores, é suficiente para circular um volume assustador de dados ao redor do mundo, como mostra o gráfico que você confere abaixo.

Mais precisamente, são 25 milhões de terabytes gerados diariamente no mundo todo por mais de 3,7 bilhões de pessoas conectadas à internet – isto é, mais do que metade da população mundial.

A arte foi produzida pela empresa de gestão em negócios de tecnologia ITBroker, com dados coletados por agências de pesquisa norte-americanas e checados pelo Olhar Digital.

Reprodução

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Facebook investiga novamente se propaganda russa tentou influenciar o Brexit  

LUCAS CARVALHO

Do Olhar Digital

No ano passado, o Facebook confirmou que agentes russos pagaram para espalhar propaganda na rede social contra a ex-candidata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, durante o pleito de 2016. Agora, a empresa quer saber se russos tentaram interferir também no Brexit.

Brexit é o nome pelo qual ficou famoso um plebiscito realizado na Grã-Bretanha para definir se a população queria ou não que o país deixasse a União Europeia. Em dezembro passado, o Facebook concluiu uma investigação dizendo que encontrou “poucas evidências” de que russos tentaram interferir na opinião pública sobre o Brexit.

Agora, como reporta o The Verge, o diretor de políticas para o Reino Unido do Facebook, Simon Milner, encaminhou uma carta ao Comitê de Assuntos Digitais do parlamento britânico dizendo que vai conduzir uma “análise detalhada de dados de histórico” para saber se russos tentaram ou não influenciar o Brexit.

A influência em questão seria a mesma que foi exercida na disputa presidencial dos EUA. Há denúncias de que agentes ligados ao governo russo teriam pago para impulsionar posts no Facebook que defendessem uma ou outra posição em relação ao Brexit, de modo a influenciar a decisão de cidadãos britânicos.

O líder do comitê de assuntos digitais do parlamento britânico, Damian Collins, contestou a conclusão do Facebook de que não havia evidências de propaganda russa coordenada durante o Brexit na rede social. Por isso o Facebook se comprometeu a investigar o assunto novamente.

Na ocasião da primeira investigação, o Facebook se concentrou em analisar posts patrocinados por uma empresa russa chamada IRA, a mesma que impulsionou propaganda contra Hillary Clinton durante as eleições dos EUA. A rede social disse aos parlamentares que agora vai investigar “outros grupos similares engajados em atividades coordenadas” em relação ao Brexit.

Não se sabe ainda o alcance que essas “influências” da Rússia realmente tiveram sobre as duas votações, se foram decisivas ou não. No caso da eleição norte-americana, o Facebook chegou a liberar uma ferramenta aos usuários norte-americanos para que eles pudessem checar se, por acaso, interagiram com algum post patrocinado por russos durante o pleito de 2016.

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Grupo de cientistas europeus lança serviço de VPN gratuito para Android  

Do Olhar Digital

Cientistas do laboratório CERN, na Europa, e do MIT, nos EUA, lançaram uma VPN gratuita para usuários de Android. Chamada ProtonVPN, ela já estava disponível para desktop e agora também pode ser usada em smartphones com o sistema do Google.

A ProtonVPN foi desenvolvida pela mesma equipe por trás do serviço de e-mail ProtonMail. Ela foi lançada em junho do ano passado em PCs e oferece tanto uma opção gratuita de acesso a VPN quanto serviços pagos com mais recursos.

A VPN gratuita permite acesso para um único dispositivo com servidores em três países diferentes. Já a versão mais robusta, que custa US$ 24 por mês, permite acesso de até dez dispositivos diferentes a servidores de vários países.

Essas redes são úteis para quem quer navegar com privacidade mesmo em locais com Wi-Fi público, por exemplo, ao esconder o endereço de IP do usuário. Elas são ainda mais importantes em países com governos que censuram ou bloqueiam o acesso a determinados sites.

Os criadores da ProtonVPN garantem que a rede gratuita é segura e não exibe anúncios, assim como também não instala malwares, limita a largura de banda ou vende os dados dos usuários. Para começar a usar, é só baixar um aplicativo gratuito que já está disponível na Google Play Store.

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Projeto de avião vai do Brasil ao Japão em 3 horas  

Do Olhar Digital

A empresa aeronáutica Boeing revelou nesta semana detalhes de uma aeronave experimental que está desenvolvendo. O avião, segundo a Aviation Week, será capaz de voar a uma velocidade cinco vezes maior que a do som – ou seja, a mais de 6.125 quilômetros por hora. Para efeito de comparação, a velocidade de vôo de um Boeing 737 é de cerca de 830 quilômetros por hora.

Viajando a essa velocidade, a aeronave experimental seria capaz de ir do Brasil ao Japão em cerca de três horas, por exemplo. No entanto, o experimento da Boeing não é voltado para aviação comercial. De acordo com o Popular Mechanics, o avião seria uma aeronave de “ataque e reconhecimento”, feita para fins militares.

Turbinas e jatos

Para atingir essa velocidade, a aeronave usaria dois tipos de dispositivos de propulsão. Inicialmente, ela usaria uma turbina a jato convencional para acelerar a velocidades próximas de Mach 3 (três vezes a velocidade do som). As turbinas comprimem o ar que passa por elas e usam combustível para “explodir” esse ar; após a explosão, o ar se expande e sai, mais quente, pela parte traseira da turbina. Isso é o que faz com que o avião se acelere.

Quando ele atinge uma velocidade muito alta, no entanto, a pressão de ar na parte frontal das turbinas é tão grande que não é mais necessário usar uma hélice para comprimir o ar. Assim, quando o avião atingisse essa velocidade, ele trocaria para um outro tipo de sistema de propulsão chamado de “scramjet”: ele funciona de maneira semelhante a uma turbina, mas sem a hélice para comprimir o ar. Nele, o ar circula sempre em velocidades acima da do som, o que acelera ainda mais a aeronave.

Na hora de pousar, o avião precisaria voltar a usar as turbinas convencionais para desacelerar. O sistema de propulsão que combina essas duas tecnologias recebe o nome de “Turbine-Based Combined Cicle”, ou TBCC, uma sigla que significa algo como “ciclo combinado baseado em turbinas”. A pesquisa sobre esse tipo de propulsão está sendo financiada tanto pela Nasa, agência espacial estadunidense, quanto pela DARPA, órgão de pesquisa do exército do país.

Linha de produção

Obviamente, desenvolver um avião desse tipo não é nada simples. Mas, segundo o Digital Trends, a Boeing já tem um cronograma para o seu desenvolvimento. Primeiramente, a empresa pretende criar uma versão de teste da aeronave, com o tamanho aproximado de um jato F-16 (que mede 15 metros de comprimento).

Em seguida, após refinar os problemas nesse avião menor, a empresa produziria uma versão em escala maior da aeronave, com cerca de 32 metros de comprimento e duas vezes mais motores. Mas a expectativa é que a primeira e menor aeronave só seja produzida a partir de 2020. A versão final dela deve levar mais alguns anos depois disso.

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Bitcoin cai abaixo dos US$ 10 mil

Por G1*

O bitcoin continua sofrendo fortes quedas nesta quarta-feira (17) e caiu abaixo do patamar de US$ 10 mil. Para analistas, a queda ocorreu depois que países sinalizaram intenção de regular o setor de criptomoedas.

Por volta das 18h40 (horário de Brasília), a criptomoeda havia recuperado parte das perdas e era cotada a US$ 10.692.

No começo da tarde, quando a moeda chegou a ser vendida a US$ 9,8 mil, o recuo era de 36,8% desde o começo do ano. A moeda beirou oo recorde de US$ 20 mil na véspera do Natal de 2017.

Todas as criptomoedas estão sendo afetadas pela queda. É o caso do ethereum, do ripple e do bitcoin cash.

Os analistas explicam o fenômeno pelas informações sobre um endurecimento da regulação das criptomoedas, em particular na Coreia do Sul e na China.

“Explicar os movimentos do bitcoin sempre é complexo, mas esta queda (…) poderia ser explicada pelos sinais da vontade de aumentar a regulamentação”, indicou nesta terça-feira Neil Wilson, analista da ETX Capital.

Na semana passada, o governo sul-coreano explicou que estava se preparando para proibir o intercâmbio de criptomoedas, mas pouco depois retificou e disse que era apenas uma possibilidade.

A Coreia do Sul é um dos países do mundo com mais plataformas de intercâmbio de bitcoins, lembra a consultoria Capital Economics.

Os investidores também foram afetados pelos boatos, segundo os quais a China estaria a ponto de proibir a “mineração” de bitcoins, o processo informático que permite emitir esta moeda.

Nesta quarta, analistas do Citi apontaram que o bitcoin pode perder 50% de seu valor em relação ao nível atual, em meio a temores de investidores de que autoridades regulatórias reprimam a negociação de moedas digitais. A moeda digital poderá cair para entre US$ 5.605 e US$ 5.673 , com base em fatores técnicos. Este movimento “parece muito provável de ocorrer muito rapidamente”, escreveram os analistas em relatório.

*com informações da France Presse e da Reuters

 Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1)

Infográfico: Como funciona o bitcoin (Foto: Igor Estrella/G1)

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Inteligência artificial supera humanos em prova de interpretação de texto  

Do Olhar Digital

As inteligências artificiais desenvolvidas pela Alibaba e pela Microsoft superaram os humanos em um teste de interpretação de texto realizado pelo Universidade de Stanford.

Conforme relata o CNET, a tabela de classificação do SQuAD (Stanford Question Answering Dataset) mostra que ambas as tecnologias estão tecnoicamente empatadas em primeiro lugar, com as pontuações de 82,44 para a Alibaba e 82,65 para a Microsoft.

As pontuações são maiores do que as de um ser humano, que é de 82,30. O exame de leitura e compreensão do SQuAD é composto por uma base de dados com mais de 100 mil perguntas e respostas baseadas em cerca de 500 textos da Wikipedia, sendo que a nota máxima é 100 pontos.

Segundo cientista-chefe de processamento de linguagem natural do Alibaba, Luo Si, isso significa que as máquinas poderão responder perguntas com maior precisão.

“Estamos especialmente animados por acreditar que a tecnologia pode ser gradualmente usada a inúmeras aplicações, como atendimento ao cliente, tutoriais de museu e respostas online a consultas médicas”, explica.

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Microsoft recria ambientes em realidade virtual para treinamentos de emergência  

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

A Microsoft acredita que a realidade virtual pode colaborar muito na hora de grandes desastres naturais, e por isso está desenvolvendo uma tecnologia que recria grandes construções em um mundo virtual para pessoas aprenderem como lidar em caso de terremotos ou enchentes.

Em um vídeo postado no site da empresa, pesquisadores da Microsoft explicam como estão reconstruindo edifícios do mundo real para treinar pessoas para situações de resgate. Uma simulação de terremoto, por exemplo, pode ajudar pessoas dentro de prédios a agirem da melhor maneira possível caso isso venha a acontecer no mundo real.

A Microsoft usa robôs equipados por sensores para medir a distância e coletar imagens de construções, para depois juntar tudo em um ambiente virtual. Mapas em três dimensões cheios de objetos virtuais podem ser acessados com uso de um visor de realidade virtual, que usa seus próprios sensores para rastrear a posição do usuário dentro do ambiente recriado.

Assim, a pessoa com o visor consegue experienciar situações potencialmente perigosas, o que pode ajudar no treinamento para tais situações.

O vídeo divulgado pelos pesquisadores da Microsoft pode ser conferido abaixo – ele tem quase 50 minutos e está em inglês:

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Acusado de roubar Google, ex-engenheiro da Uber teria também espionado a Tesla  

LUCAS CARVALHO

Do Olhar Digital

Anthony Levandowski é um nome que tem se repetido com frequência no noticiário de tecnologia. O ex-engenheiro da Uber fundou uma religião que tem uma inteligência artificial como “deus”; é acusado de roubar segredos do Google e levar para a Uber; e, agora, novas acusações surgem contra ele.

A Wired descobriu um novo processo aberto contra Levandowski nos Estados Unidos, agora movido por Erika Wong, uma mulher que diz ter trabalhado como babá dos dois filhos do ex-engenheiro entre dezembro de 2016 e junho de 2017. Ela cobra US$ 6 milhões na Justiça por violações de leis trabalhistas.

O que chama a atenção no processo de 81 páginas, porém, são os relatos de diversos momentos observados por Wong que colocam Levandowski no centro de outras polêmicas, e como culpado na ação do Google. Tudo isso incluindo detalhes como nomes ouvidos em conversas ao telefone, placas de carros e outras informações.

Wong descreve que, uma semana depois que a Waymo, empresa-irmã do Google, abriu um processo contra a Uber por conta dos supostos documentos roubados por Levandowski, a babá ouviu o patrão falando com sua madrasta ao telefone para que ela “tenha certeza de que Pat Green seja pago”.

Pat Green seria Patrick Green, um engenheiro da Tesla que estaria recebendo propina para vazar informações sobre o caminhão autônomo que a empresa preparava na época, o Semi, e que foi anunciado oficialmente em novembro. O nome da Tesla também teria surgido em outras conversas ouvidas pela ex-babá.

Segundo Wong, Levandowski disse ao irmão, pelo telefone, em 27 de abril de 2017, que ele “continue trabalhando com Pat Green”, porque ele precisava de “atualizações sobre os caminhões da Tesla, a tecnologia não-lidar é crucial, e os chips da Nvidia”. “Podemos fazer dinheiro com os dois”, teria dito o ex-engenheiro.

Lidar é o nome utilizado pela principal tecnologia de carros autônomos da Waymo e da Tesla – são como radares que captam informação por luz, e não rádio. A argumentação apresentada por Wong é de que Levandowski estaria recebendo segredos da Tesla, Nvidia e outras empresas para vendê-los a concorrentes ou utilizá-los em seus próprios negócios.

O ex-engenheiro é um dos fundadores da Otto Trucking, uma startup que trabalha com caminhões autônomos, e também da Tyto Lidar, startup que desenvolve sensores de lidar para carros autônomos.

O processo movido pela Waymo contra a Uber acusa Levandowski dos mesmos crimes. A empresa-irmã do Google diz que, após deixar o cargo lá, o ex-engenheiro levou consigo milhares de documentos secretos sobre a tecnologia de carros autônomos da empresa.

Esses segredos teriam sido empregados pela Uber, que também tem um projeto de carros autônomos. Hoje, Levandowski não trabalha mais na Uber, mas é acionista de diversas startups ligadas ao mesmo tema. Além disso, a igreja que ele fundou para venerar uma inteligência artificial também é suspeita de lavagem de dinheiro.

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Repressão a criptomoedas faz preço da bitcoin cair 18%  

JULIANA AMÉRICO

Do Olhar Digital

O preço da bitcoin caiu 18% nesta terça-feira, 16, após a China também considerar proibir a negociação em criptomoeda, conforme relata a Reuters. Na semana passada, a moeda virtual já tinha apresentado queda de 21% após o governo da Coreia do Sul afirmar que iria proibir o usa da criptografia em transações.

No início do dia, o valor da moeda girava em torno de US$ 11 mil e está subindo lentamente para a marca de US$ 12 mil. Já outras moedas, como Ethereum e Riple, apresentaram quedas maiores, de 23% e 33%, respectivamente.

No ano passado, o governo chinês aumento o controle sobre as mineradoras e proibiu as operações internar de câmbio de criptomoedas e a oferta inicial. Agora, parece que o país quer impedir o acesso às plataformas internacionais de negociação.

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