Aplicativo identifica depressão por meio da voz

Redação Olhar Digital

Inteligência artificial empregada consegue reconhecer a doença por meio do timbre da voz do usuário

Em estudo realizado pela Universidade de Alberta, no Canadá, a Inteligência Artificial (IA) está ajudando a detectar sintomas de depressão por meio da voz do usuário. 

Com o uso de conjuntos padrão de dados de benchmark, as pesquisadoras Tasnim e Stroulia desenvolveram uma metodologia que combina vários algoritmos de aprendizado de máquina para reconhecer a depressão com mais precisão usando sinais acústicos. Elas explicam que o app coleta amostras de voz enquanto as pessoas falam naturalmente.

“Quando executado no telefone do usuário, ele irá reconhecer e rastrear indicadores de humor, como depressão, ao longo do tempo. Assim como você tem um contador de passos no telefone, pode ter um indicador de depressão baseado na sua voz enquanto usa o aparelho”, detalhou Eleni. 

De acordo com dados do governo canadense, a ferramenta pode desempenhar um papel fundamental na vida dos habitantes do país, já que 11% dos homens e 16% das mulheres devem enfrentar depressão no decorrer da vida. 

Fonte: Universidade de Alberta

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Cientistas capturaram a primeira foto de um entrelaçamento quântico

Redação Olhar Digital

O fenômeno considerado “assustador” por Einstein é uma propriedade da natureza que sustenta o campo da mecânica quântica

Os físicos da Universidade de Glasgow, na Escócia, conseguiram capturar a primeira imagem do que Einstein chamou de “ação fantasmagórica à distância”. O conceito é a base de toda teoria quântica e mostra como partículas interagem e são capazes de fazer um corpo mobilizar ou afetar outro sem que haja contato físico ou mecânico.Veja também:Segundo pesquisa, 83% dos brasileiros usam smartphone para jogarCientistas ‘salvam’ gato de Schrödinger ao resolver paradoxo da físicaCientistas estão ensinando Física aos robôs para que eles entendam o mundo real

Apesar de parecer algo complexo e dar um ar de ficção científica, essa ação está presente criptografia moderna e computação quântica, e pode ocorrer entre duas partículas, independentemente do tamanho ou distância. O fenômeno também é amplamente conhecido como emaranhamento de Bell, em homenagem ao cientista John Bell formalizou o conceito descrevendo em detalhes uma forte forma de emaranhamento exibindo a característica.

Paul-Antoine Moreau, primeiro autor do artigo em que a imagem foi revelada, disse à BBC que a essa era “uma elegante demonstração de uma propriedade fundamental da natureza”. Para capturar a foto incrível a equipe de físicos criou um sistema que explodiu fluxos de fótons emaranhados no que eles descreveram como “objetos não convencionais”.

O experimento realmente envolveu a captura de quatro imagens dos fótons em quatro diferentes transições de fase. 

Reprodução

Os cientistas criaram um sistema que disparou uma série de fótons emaranhados, partindo de uma fonte quântica de luz contra objetos “não convencionais”. O resultado foi exibido em materiais de cristal líquido, que mudam a fase (polarizam) os fótons à medida em que eles os atravessam.

“Esse resultado abre o caminho para novos sistemas de imagens quânticas … e sugere a promessa de esquemas de informação quântica baseados em variáveis espaciais”, disse um dos físicos da equipe.

Via: BBC

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Será que os celulares são mesmo um risco dentro de aviões? Entenda

Redação Olhar Digital

EUA afirmam que algumas aeronaves em operação foram equipadas com instrumentos vulneráveis à interferência gerada por telefones e outras ondas de rádio

Em 2014, autoridades do governo dos EUA revelaram que os celulares de passageiros ou outras fontes de sinais de rádio poderiam representar uma ameaça aos sistemas de bordo de alguns modelos dos aviões Boeing 737 e 777.

Mais de 1.300 jatos registrados nos EUA foram equipados com displays vulneráveis à interferência de Wi-Fi, telefones celulares e até mesmo fontes exteriores como radar meteorológico, de acordo com a Federal Aviation Administration (FAA), que deu às companhias aéreas até novembro de 2019 para substituir as unidades feitas pela Honeywell International Inc.

Atualmente, um relatório da FAA indica que cerca de 100 aviões ainda estão voando com esse sistema inseguro. Embora o problema ainda exista, são poucos os aviões afetados, e portanto o risco para os passageiros no geral é baixo.

Caso alguma aeronave sofra interferência, informações como velocidade, altitude e dados de navegação podem “desaparecer” das telas na cabine e “resultar em perda de controle do avião a uma altitude insuficiente para recuperação”, disse a FAA. Ela não informou em seu relatório a quantidade de sinais de rádio necessários para causar uma pane no sistema

A Honeywell afirma que nunca ouviu falar de uma falha do tipo em seus aviões. Ela está ciente de apenas um caso em que todas as seis telas em um 737 ficaram “em branco”, disse Nina Krauss, porta-voz da empresa. A causa foi um problema de software que foi corrigido e atualmente está sendo testado em voo, disse ela.

Enquanto isso, a Boeing Co. contou que descobriu a interferência em um teste de laboratório em 2012 mas não viu problemas semelhantes em outras aeronaves, segundo um porta-voz da companhia.

A Honeywell disse inicialmente à FAA que o equivalente a quase 1.700 aviões foram afetados em todo o mundo. E, quando perguntado esta semana sobre o progresso das correções, Krauss disse que 8.000 componentes foram substituídos e menos de 400 ainda precisavam ser atualizados.

Tanto a Delta Air Lines Inc. quanto a Southwest Airlines Co. concluíram suas revisões, de acordo com as companhias. A American Airlines Group Inc. tem mais 14 jatos que precisam de unidades recondicionadas, e a United Airlines ainda precisa substituir componentes em 17 aeronaves, disseram representantes dessas empresas.

A Ryanair Holdings Plc, uma companhia aérea irlandesa de baixo custo, disse à FAA em 2014 que seus aviões detinham 707 unidades dos equipamentos da Honeywell afetados pelo problema.

Acidentes

Apenas nos últimos três anos, pilotos no comando de jatos Boeing 737 NG ou 777 – os mesmos modelos citados no alerta da FAA sobre telefones celulares – relataram mais de uma dezena de casos de importantes informações de vôo desaparecendo.

Em setembro do ano passado, os pilotos de um 737-700 notaram que várias informações de vôo estavam piscando, mostrando diferentes velocidades e altitudes. Eles decidiram pousar o avião antes que algo desse errado.

Dois anos atrás, o piloto de um 737-800 relatou múltiplos episódios de importantes informações de vôo “apagando ou simplesmente não funcionando”, incluindo um incidente em que o avião voou em uma cortante de vento devido à falta de dados. “O chamado apagão momentâneo”, escreveu o piloto, “é um enigma”.

Fonte: Bloomberg

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Novo chip muda seu código automaticamente para enganar hackers

Redação Olhar Digital

Financiado pelo Departamento de Defesa dos EUA, Morpheus aleatoriamente altera partes importantes de seu software para que os atacantes enfrentem um alvo em movimento

As revelações do ano passado de falhas de segurança que afetaram bilhões de chips fizeram com que pesquisadores buscassem modos mais efetivos de proteger seus semicondutores. Um professor da Universidade de Michigan, Todd Austin, trabalhou em um projeto apelidado de “Morpheus” que planeja frustrar hackers ao apresentar para eles um chip que muda rapidamente elementos de seu microcódigo.

O objetivo é tornar incrivelmente difícil para os hackers explorar software chave que ajude a comprometer a segurança dos chips. O “Morpheus” faz isso ao mudar constantemente, e de forma aleatória, elementos de código que os atacantes precisam acessar para comprometer o hardware. Isso pode ser alcançado sem que as alterações afetem o software alimentado pelo processador.

Austin conseguiu fazer o código do chip mudar a cada 50 milisegundos- muito mais rápido do que o necessário para frustrar as tentativas de um hacker experiente. Então, mesmo que uma vulnerabilidade de segurança seja encontrada, a informação necessária para explorá-la desaparece em um piscar de olhos.

Porém, como nada é perfeito, a tecnologia afeta um pouco o desempenho do dispositivo e requer chips maiores que os normais. Talvez os militares aceitem esses pontos negativos em troca de uma melhor segurança, mas essas condições podem não atrair consumidores ou empresas.

O chip foi anunciado em uma conferência em Detroit nesta semana, organizada pelo DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa), onde Austin explicou como o Morpheus funciona.

Linton Salmon, da DARPA, disse que a grande vantagem da tecnologia é conseguir se defender contra ataques de grande extensão. O chip protótipo também possui software que visa detectar novos tipos de ataques digitais, ajustando sua taxa de rotatividade de acordo com a gravidade da ameaça. Contudo, Austin sabe que possíveis consumidores vão querer provas de que a tecnologia funciona. 

O professor disse que o protótipo já resistiu a cada variante conhecida de uma técnica de hacking amplamente usada, conhecida como “ataque de fluxo de controle”, que faz coisas como adulterar a maneira como um processador manipula a memória para permitir que hackers infiltrem malware.

Mais testes ainda estão para acontecer. Especialistas do time de segurança nacional do EUA vão tentar comprometer a segurança do chip e Austin também planeja informações sobre o “Morpheus” online para que outros pesquisadores possam encontrar defeitos nele.

Fonte: MIT Technology

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Extensões do Chrome e Firefox coletam dados de usuários indevidamente

Redação Olhar Digital

Extensões maliciosas que prometiam “melhorar” a navegação foram baixadas mais de 4 milhões de vezes; veja se você, por acaso, não está usando nenhuma delas

Segundo reportagem do Washington Post, algumas extensões populares de navegador usadas supostamente para “melhorar” e adicionar novos recursos à navegação estão coletando e até vendendo os dados dos usuários, incluindo listas de páginas visitadas e até as fotos visualizadas.

Ao total, são seis ameaças encontradas. São elas: Hover Zoom, SpeakIt, SuperZoom, SaveFrom.net, FairShare Unlock e o PanelMeasurement. Quatro estavam disponíveis apenas no Google Chrome e duas estavam também no Mozilla Firefox. Em conjunto, elas já foram baixadas mais de quatro milhões de vezes.

Segundo a reportagem, todas as seis extensões revelam em seus termos de serviço ou políticas de privacidade que podem coletar dados do usuário. O PanelMeasurement e o FairShare Unlock foram os únicos que especificamente disseram que coletam dados da atividade do navegador. O Google e a Mozilla desativaram as extensões suspeitas assim que foram alertados sobre os problemas.

Em resposta a essa questão, um porta-voz do Google disse ao Digital Trends: “Queremos que as extensões do Chrome sejam seguras e preservem a privacidade, e a detecção de violações de políticas é essencial para esse esforço. Recentemente, anunciamos mudanças em como as extensões funcionam, essa medida foi tomada para evitar comportamentos que podem comprometer a segurança dos usuários.”

O Google anunciou algumas alterações em outubro passado. Com a mudança, os usuários passam a controlar o acesso de extensões aos sites visitados. A empresa também fez alterações no processo de revisão para desenvolvedores.

A Mozilla também está ciente desse cenário, e disse ao Digital Trends que criou uma lista de “extensões recomendadas”, que, segundo eles, são revisadas e monitoradas quanto à segurança e privacidade. Um porta-voz da Mozilla também se pronunciou: “A Mozilla bloqueou todas as extensões que violaram nossas políticas. Analisamos essas extensões e descobrimos que elas violaram nosso Contrato de Distribuição e nossas Políticas de Revisão. Como resultado, eles foram bloqueados do Firefox.”

Via: Digital Trends

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Microsoft avisa 10.000 usuários que podem ter sido alvo de hackers

Redação Olhar Digital

Empresa afirma que até agora 1.600 contas pessoais já foram violadas por ataques originados no Irã, Coreia do Norte e Rússia

Microsoft alertou cerca de 10 mil pessoas que elas estavam sendo alvo de hackers que atacaram ou violaram suas contas no ano passado. A gigante do software afirma que 84% dos casos são direcionados a empresas, enquanto os 16% restantes acontecem envolvendo contas de e-mail pessoais. As estatísticas mostram uma extensão dos ataques organizados ou patrocinados por nações envolvendo cerca de 1.600 contas da Microsoft.

A maioria dos casos se origina de hackers no Irã, Coreia do Norte e Rússia, segundo a empresa. “Temos visto uma extensa atividade de grupos que chamamos de Holmium e Mercury operando no Irã, Thallium na Coréia do Norte e dois outros grupos na Rússia que chamamos de Ítrium e Strontium”, explica Tom Burt, vice-presidente corporativo de segurança e confiança do cliente da Microsoft.

Alguns desses já estiveram envolvidos em outras ações: o grupo Strontium foi identificado como o coletivo russo “Fancy Bear” e participou dos ataques de 2016 ao Comitê Nacional Democrata e dos ataques NotPetya contra bancos e infra-estrutura ucranianos em junho de 2017.

A Microsoft está usando esses casos como parte de seu esforço para convencer as autoridades eleitorais e os fornecedores de tecnologia eleitoral a incorporar o ElectionGuard, o kit de desenvolvimento de software de código aberto (SDK) da Microsoft, em seus sistemas. Ele foi projetado para criar resultados abertos que terceiros possam validar com segurança, permitindo que os eleitores verifiquem que seus votos foram contados e garantir que haja verificação de ponta a ponta das eleições.

A empresa alertou no ano passado que os grupos patrocinados por outras nações já tinham como alvo três candidatos das eleições de “meio termo” nos EUA, e o alerta para 10 mil usuários comprova que isso não é um problema que vai desaparecer da noite para o dia. “O problema é real e inabalável. É hora de encontrar soluções”, diz Burt. “Os governos e a sociedade civil têm papéis importantes a desempenhar, mas a indústria de tecnologia também tem a responsabilidade de ajudar a defender a democracia”.

Via: The Verge

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Google e Facebook rastreiam acessos em sites pornô, diz estudo

Redação Olhar Digital

De acordo com os pesquisadores, 93% das páginas de conteúdo adulto vazam dados para terceiros e não respeitam políticas de privacidade

Um novo estudo mostra que os visitantes de sites pornográficos têm um “senso de privacidade fundamentalmente enganador”. Os pesquisadores examinaram como softwares de rastreamento feitos por empresas de tecnologia como o Google e o Facebook são implantados em sites adultos, e comprovaram que a segurança do que está sendo acessado é quase inexistente.

Foram analisados 22.484 sites pornográficos e constatado que 93% deles vazam dados para terceiros, inclusive quando acessados via modo “anônimo” do navegador. Os autores do estudo apontaram que os dados apresentam um “risco único e elevado”, pois 45% das URLs de sites pornográficos indicam a natureza do conteúdo, revelando potencialmente as preferências sexuais de alguém.

“Todos estão em risco quando esses dados são acessíveis sem o consentimento dos usuários e, podem ser potencializados contra eles”, escrevem os autores. “Esses riscos aumentam para populações vulneráveis cujo uso pornográfico pode ser classificado como não normativo ou contrário à sua vida pública” como, por exemplo, em países onde a homossexualidade é ilegal.

Ainda que esteja claro que as pessoas estão sendo rastreadas ao visitar sites pornográficos, ainda não se sabe o que acontece com esses dados e em quais casos eles podem ser vinculados à identidade de alguém. Rastreadores feitos pelo Google e suas subsidiárias, por exemplo, apareceram em 74% dos sites pornográficos examinados. Mas a empresa nega que seu software esteja coletando informações usadas para criar perfis de publicidade.

O Facebook, cujos rastreadores apareceram em 10% dos sites que os pesquisadores analisaram, também negou qualquer ação do tipo, embora o código que ele libera para rastrear usuários possa ser incorporado em qualquer site sem precisar de permissão. Outra gigante de tecnologia norte-americana, a Oracle, cujos rastreadores apareceram em 24% dos sites estudados, não comentou o estudo.

O relatório também descobriu que sem o uso de um software especializado é praticamente impossível para os usuários saberem quando um site pornô está rastreando algo. As políticas de privacidade que poderiam divulgar tais informações estavam disponíveis apenas para 17% dos 22.484 sites verificados.

Mesmo que as próprias empresas de rastreamento não estejam conectando os hábitos pornográficos dos usuários à publicidade personalizada, existe um risco claro de que esses dados possam ser invadidos por terceiros. O estudo sugere que uma regulamentação governamental poderia ajudar a aplicar novas normas de privacidade e que os usuários devem estar cientes das informações que estão potencialmente revelando.

Fonte: The Verge

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Hackers vazam 5 milhões de dados de agência de receitas búlgara

Redação Olhar Digital

Material vazado inclui números pessoais, endereços identificáveis e até mesmo dados de renda

Bulgária sofreu o que foi considerado o maior vazamento de sua história nesta semana. No último dia 15, hackers enviaram para a mídia local os dados roubados originários do serviço de relatórios fiscais do país. Segundo informações, mais de 5 milhões de pessoas tiveram suas informações pessoais violadas – a Bulgária possui um total de 7 milhões de habitantes. O material inclui números pessoais identificáveis, endereços e até dados de renda.

“Hoje cedo, a mídia local recebeu um link de download para os dados vazados, que supostamente se originaram do Ministério das Finanças búlgaro”, disse a NRA (Agência Nacional de Receitas) da Bulgária. É difícil dizer qual a extensão do que está dentro do banco de dados vazados, porém a mídia disse que os arquivos roubados datam de 2017. 

Em um anúncio de acompanhamento, as autoridades do país confirmaram o vazamento pelo menos parcialmente originado da agência fiscal. “Nossa investigação descobriu que cerca de 3% dos dados contidos nos bancos de dados da NRA foram acessados sem autorização há aproximadamente 20 dias”, disse a agência. A investigação segue em andamento.

Segundo os hackers, a amostra enviada para a mídia cobre apenas 57 de um total de 110 bancos de dados comprometidos. Há mais de 5 milhões de cidadãos búlgaros e internacionais – dentre eles, empresas – afetados na violação. 

Em volume, acrescentaram que o vazamento completo contém cerca de 21 GB de dados; os arquivos vazados até hoje chegam a pouco menos de 11 GB.

Supostamente, os hackers enviaram links de download de um endereço de e-mail Yandex. Incluíram também uma citação de Julian Assange, do Wikileaks, com os seguintes dizeres: “Seu governo é mentalmente retardado. O estado da sua segurança cibernética é uma paródia”.

Via: The Next Web

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Cientistas criam micro robô com impressora 3D

Redação Olhar Digital

Com apenas 2 milímetros, ele estão sendo aperfeiçoados para ajudar o meio ambiente e reparar lesões do corpo humano

Georgia Tech criou micro robôs, que quando trabalham em conjunto, desempenham funções de larga escala. Produzidos em uma impressora 3D, os micro robôs possuem cerca de dois milímetros, mas podem percorrer quatro vezes seu comprimento em apenas um segundo.

Como não existe bateria pequena o suficiente para alimentar esses robozinhos, eles recebem energia de uma fonte externa.  

O projeto, chamado micro-bristle-bot, utiliza um atuador piezoelétrico que gera diferentes frequências vibracionais dependendo da configuração. Para conseguir controlar cada robô, os cientistas precisam apenas alterar a frequência de cada um individualmente. 

Agora os cientistas trabalham no aperfeiçoamento da criação, que segundo eles, será capaz de trabalhar em tarefas críticas como detectar mudanças ambientais e até reparar lesões dentro do corpo humano.

Fonte: SlashGear

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Novo RG tem QR Code e unifica dados de até outros 12 documentos

Redação Olhar Digital

Com o novo modelo, brasileiros podem ter em só um documento os dados da carteira de trabalho, carteira de motorista, título de eleitor, Cadastro Nacional de Saúde, entre outros

O RG, um dos documentos mais importantes no Brasil, se prepara para eliminar os outras formas de identificação. Uma nova versão mais completa do RG permite incluir dados de até 12 outros documentos, além de apresentar um QR Code (espécie de código de barras) para garantir sua autenticidade.

Até hoje, já é possível incluir no RG o número de CPF, tipo sanguíneo e cadastro de NIS ou PIS-PASEP. Agora, com o novo modelo, os brasileiros podem passar a ter em um único documento os dados da carteira de trabalho, carteira de motorista, título de eleitor, o nome social, identidade profissional, certificação militar, Cadastro Nacional de Saúde, entre outras informações.

A versão atualizada do RG vem com um QR Code, na parte interna, como forma de comprovar a validade do documento. Outros elementos de segurança foram adicionados ao modelo, como detalhes em relevo tátil ou reativos à luz ultravioleta.

O novo RG já é emitido no Distrito Federal e em oito estados – Goiás, Mato Grosso, Acre, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. O governo brasileiro deve implementar o documento atualizado em todo o país até 2020. Ele foi determinado pelo decreto 9.278 de 2018, da Presidência da República. O texto também lança uma opção de RG em formato de cartão com chip para leitura por aproximação e durabilidade estimada de até 10 anos.

A carteira de identidade na versão antiga continua valendo. Por isso, a emissão do novo modelo é direcionada às solicitações de uma segunda via ou para os cidadãos que estão tirando o documento pela primeira vez. Os órgãos de identificação de cada estado definem os custos e procedimentos da emissão.

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