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Três mulheres são vítimas de roubo

O crime aconteceu na sexta-feira (20) no bairro São Sebastião.

Segundo a Polícia Militar, a guarnição tática foi solicitada por populares durante a Operação Risco Zero, de que um elemento armado havia efetuado o roubo a três transeuntes no local supra acima citado, de posse das características físicas iniciou-se diligências que culminaram com a detecção de um suspeito, que foi reconhecido por duas vítimas, o suspeito que é menor infrator, ainda segundo a PM,  confessou o delito e levou o efetivo policial onde havia escondido os aparelhos celulares roubados. Apreendido o infrator foi conduzido e apresentado a autoridade policial para as medidas legais cabíveis.

 

EncartNoticias.com

Foto: Ilustração Internet

 

 

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Polícia Militar prende acusado de ter degolado a esposa em Angelim-PE

Policiais militares do destacamento de Angelim lotados no 9º Batalhão de Garanhuns prenderam na noite deste sábado (21), o assassino Renato Guilherme da Silva, ele na madrugada da última quinta-feira (19) assassinou a companheira Patrícia Pereira da Silva de 20 anos.

preso em angelim

preso sispeito que degolou companheira de 20 anosEle estava na casa da família na Rua Sérgio Loreto, mesma rua onde cometeu o crime, não reagiu a prisão que foi efetuada por três policiais militares, após ser preso foi levado a delegacia, de onde será encaminhado após os procedimentos, a Cadeia Pública.

Em conversa com alguns policiais, Renato revelou que a motivação do crime seria passional, pois desconfiava que ela estaria tendo um caso com outro homem.

Ainda segundo informações, nos dias que esteve foragido o elemento esteve escondido na zona rural do município.

 

Do Agreste Violento

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‘Lei Rouanet’ do câncer pode ampliar atendimento oncológico no SUS

Robô Da Vinci, que faz cirurgias minimamente invasivas, foi adquirido pelo Hospital de Câncer de Barretos com recursos do Pronon (Foto: Mário Menezes/Hospital de Câncer de Barretos/Divulgação)
Robô Da Vinci, que faz cirurgias minimamente invasivas, foi adquirido pelo Hospital de Câncer de Barretos com recursos do Pronon (Foto: Mário Menezes/Hospital de Câncer de Barretos/Divulgação)

Desde 2013, empresas e pessoas físicas podem destinar até 1% do imposto devido a projetos na área de câncer. É como se fosse uma Lei Rouanet da oncologia, que permite 100% de dedução fiscal para o valor doado. O Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) já possibilitou, por exemplo, a compra de um robô de última geração para fazer cirurgias minimamente invasivas em pacientes do SUS atendidos pelo Hospital de Câncer de Barretos.

Mas algumas instituições ainda têm dificuldade de captar os recursos, principalmente pela falta de conhecimento das empresas sobre o Pronon.

“A gente percebe que falta conhecimento. No caso da Lei Rouanet, ela é mais antiga e muito divulgada. As novas leis são recentes e não tiveram uma repercussão que pudesse fazer com que todas as empresas as conhecessem profundamente”, diz Tammy Allersdorfer gerente geral de Desenvolvimento Institucional do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC).

Um dos projetos que está captando recursos pelo Pronon atualmente é o do Setor de Oncologia Ocular do Departamento de Oftalmologia do Hospital São Paulo/Unifesp. O objetivo é dobrar o número de atendimentos e diminuir pela metade a espera por tratamento cirúrgico. A unidade é a maior do Brasil especializada em câncer ocular.

“No câncer, se o tratamento demora, o prognóstico muda e o paciente pode perder o olho, por exemplo. Hoje, demoram 6 semanas para conseguir a primeira consulta. Queremos que os pacientes sejam vistos em 2 semanas. E o tratamento cirúrgico, que hoje leva 3 meses, queremos que demore no máximo um mês”, diz o oftalmologista Rubens Belfort Neto, chefe do setor.

Ele conta que o centro ainda não conseguiu captar a verba necessária, principalmente pela falta de familiaridade das empresas a respeito do programa. “Se as empresas soubessem o que é o Pronon iria ajudar muito. Os projetos que estão captando recursos já foram pré-aprovados pelo Ministério da Saúde. É uma forma de aplicar o dinheiro dos impostos em um lugar em que se sabe para que será usado”, acrescenta.

Como funciona
A Lei 12.715/2012, que instituiu o Pronon, também instituiu o Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD). Os programas funcionam assim: entidades ligadas à oncologia ou ao atendimento a pessoas com deficiência se cadastram junto ao Ministério da Saúde e submetem até três projetos por ano nos programas.

Caso os projetos sejam aprovados pelo Ministério, há um período de captação dos recursos junto às empresas. A condição para que a entidade possa usar os recursos captados é que ela consiga arrecadar ao menos 60% do que estava previsto no projeto original.

As empresas ou pessoas que doaram podem deduzir 100% do valor no imposto de renda, desde que a doação respeite o teto de 1% do imposto devido. Para o Pronon 2014/2015, um dos prazos para captação de recursos termina no dia 30 de março.

Robô, capacitação  e pesquisa clínica
O advogado Henrique Moraes Prata, diretor jurídico do Hospital de Câncer de Barretos, conta que, na primeira edição do Pronon, de 2013/2014, foi arrecadado recurso suficiente para a compra do robô Da Vinci, um sofisticado equipamento que realiza cirurgias minimamente invasivas. A previsão da instituição era fazer 480 cirurgias com o equipamento por ano.

“A aquisição fazia parte de um programa maior de ampliação da capacidade de atendimento com o uso desse tipo de tecnologia”, diz. Nessa edição, o Ministério da Saúde aprovou que o hospital captasse de R$ 57 milhões, dos quais foram arrecadados R$ 39 milhões.

Para Prata, o incentivo fiscal que as empresas mais conhecem ainda é a Lei Rouanet. “Mas aos poucos, as pessoas começaram a conhecer a possibilidade de doação a projetos voltados para a criança e adolescente, idoso, esporte, além do câncer e da pessoa com deficiência.” Ele se preocupa com o caráter não permanente da lei, que, a princípio, vale até 2016. “Se não for renovado, não sabemos exatamente o que vai acontecer. A lei veio preencher uma lacuna importante nas instituições oncológicas.”

Na edição 2014/2015, o GRAAC também submeteu projetos ao Pronon, segundo Tammy: um deles é voltado ao desenvolvimento e atualização da equipe multiprofissional da instituição. A ideia é que todos os colaboradores da instituição se qualifiquem ainda mais para o trabalho que fazem.

O outro é direcionado para uma pesquisa clínica. O objetivo é testar a eficácia do transplante de medula autólogo associado a um medicamento específico para alguns tipos de tumores em pacientes com menos de 5 anos. “O objetivo é evitar a radioteraia, eliminando efeitos colaterais futuros do tratamento em crianças menores de 5 anos. Poucos centros tem recursos para fazer investimento como esse”, diz.

 

Do G1, em São Paulo

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Cruz Vermelha faz campanha informativa para zerar casos de ebola na África

Da Agência Brasil

Conforme a Cruz Vermelha, o movimento quer romper com o estigma contra os profissionais da assistência à saúde e contra os sobreviventes / Foto: internet
Conforme a Cruz Vermelha, o movimento quer romper com o estigma contra os profissionais da assistência à saúde e contra os sobreviventesFoto: internet

Um ano após o anúncio de uma epidemia de ebola no Oeste da África, o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho lançaram esta semana uma campanha de apoio aos países que sofreram com a doença. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), dez mil pessoas morreram de ebola no período.

”Palavras contra o Ebola” é o título da campanha, que objetiva promover o conhecimento, alívio do medo e a criação de uma comunidade de apoio global para acabar com a doença.

As duas entidades ressaltam que um dos fatores mais importantes para diminuição de casos foi a redução, por meio da informação, de práticas não seguras de sepultamento, durante as quais os cadáveres, ainda contagiosos, eram manuseados por parentes em luto. Em alguns lugares, essas práticas inseguras permanecem.

Autoridades da Libéria, Guiné e de Serra Leoa, os três países mais afetados pelo ebola, informam que ainda há resistência por parte das comunidades em cooperar com as medidas de saúde pública, havendo até violência contra os profissionais.

O último paciente liberiano com sintomas do ebola recebeu alta no dia 3 de março. Até o dia 15 não houve registros de novos caos. Entretanto, são necessários 42 dias da alta do último paciente para o país ser considerado livre da doença.

Dados da OMS indicam que mais de 24 mil pessoas foram contaminadas pelo vírus ebola. Em geral, a doença se manifesta entre o quinto e o vigésimo primeiro dia depois de a pessoa ter contato com o vírus.

Inicialmente, o principal sintoma é a febre, que pode ser acompanhada de dor no corpo, na cabeça, garganta, nos músculos, além de náuseas, vômitos e diarreia. Em pouco tempo, a pessoa começa a ter sangramentos na pele, boca e intestino, podendo gerar a morte do paciente.

Conforme a Cruz Vermelha, o movimento quer romper com o estigma contra os profissionais da assistência à saúde e contra os sobreviventes. A intenção é educar as comunidades sobre a prevenção da doença.

As entidades apelam às comunidades internacionais para que o ímpeto do combate à doença continue, de modo a garantir que as populações no Oeste da África não sejam abandonadas.

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Pesquisa quer provar eficácia de planta para reduzir efeitos do autismo

Foi com o uso de uma planta bastante conhecida na medicina popular que a farmacêutica Ângela Capucho percebeu uma redução significativa dos efeitos do autismo em seu filho Vinícius, de 7 anos.

A erva de São João, usada principalmente para tratar casos de ansiedade e depressão, surgiu como uma esperança no tratamento do transtorno no final do ano passado, ao ser citada em uma pesquisa feita em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). A eficácia da planta para pessoas autistas – ainda não comprovada cientificamente – será testada em uma nova etapa do estudo ainda este ano.

Hipérico, ou erva de São João, é usada para tratar o autismo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Hipérico, ou erva de São João, é usada para tratar o autismo (Foto: Reprodução/TV Globo)

O uso da erva e outras pesquisas desenvolvidas sobre o distúrbio que prejudica o desenvolvimento cerebral e afeta o comportamento e as habilidades de comunicação são tema de um congresso realizado em Ribeirão Preto (SP). A 1ª Semana Internacional do Transtorno Espectro Autista (TEAbraço) segue até domingo (23) na cidade.

Desde novembro de 2014, quando começou a ministrar doses da erva de São João para o filho – mesmo sem ter a comprovação científica dos benefícios da planta – a farmacêutica percebeu mudanças positivas no comportamento de Vinícius, diagnosticado com autismo grave.

Segundo ela, as cápsulas fitoterápicas de hipérico, que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que só podem ser vendidas com prescrição médica, ajudaram a reduzir os quadros de estereotipia da doença. “Meu filho ficava o dia inteiro balançando o corpo ou objetos, no mundinho dele, era mais hiperativo, pulava muito, gritava, agora está mais tranquilo, diminuiu essa busca pela estereotipia e parou para prestar mais atenção no mundo ao redor”, comenta Ângela.

Vinicius com o pai e a mãe, Ângela Capucho (Foto: Ângela Capucho/Arquivo Pessoal)

Vinicius com o pai e a mãe, Ângela Capucho (Foto: Ângela Capucho/Arquivo Pessoal)

A pesquisa
Melhorias na parte cognitiva, na memória, no foco e na atenção puderam ser observadas em voluntários que já utilizaram a planta de maneira preliminar, em chás ou em cápsulas, segundo o biólogo brasileiro Alysson Muotri, professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego, nos EUA.

Em laboratório, a equipe do pesquisador “curou” um neurônio autista ao realizar estudos com células-tronco e aplicar uma droga chamada hiperforina, o princípio ativo encontrado na erva de São João (Hypericum perforatum).

“O projeto começou quando começamos a coletar células de polpa de dente de crianças autistas e assim que essas células chegaram ao laboratório fizemos uma análise genética para descobrir quais as alterações que o indivíduo possuía em seu genoma. No caso dessa criança, detectamos mutações no gene TRPC6 além de outros genes”, explica o pesquisador. O TRPC6 é o gene que regula impulsos nervosos e é importante para a formação de neurônios.

‘Cura’ de neurônios
Segundo o estudo, esses genes autistas possuem menos ramificações e fazem menos conexões que os cromossomos de uma pessoa sem autismo e o uso de drogas pode reverter os defeitos nos neurônios de pessoas com o distúrbio. Essa mudança na característica do TRPC6 pode sugerir que certas doenças do desenvolvimento neural conseguem ser tratadas ou até mesmo curadas.

Imagem mostra diferença entre neurônio de pessoa sem autismo (à esquerda) e de autista (Foto: Alysson Muotri/Arquivo Pessoal)

Imagem mostra diferença entre neurônio de pessoa sem autismo (à esquerda) e de autista (Foto: Alysson Muotri/Arquivo Pessoal)

Entretanto, o uso da hiperforina para tratar a doença é restrito, já que há diferentes tipos de autismo, com alterações em diversos genes. “Nós estimamos que menos de 1% dos autistas se beneficiariam da erva, pois ela ajudaria apenas uma fração que carrega mutações especificas no gene TRPC6”, afirma Muotri.

Tratamento personalizado
A reprogramação celular que possibilitou o estudo dos genes em neurônios de pacientes com autismo vai ajudar a identificar as alterações genéticas presentes em quem possui o transtorno e, no futuro, poderá oferecer um tratamento personalizado para cada indivíduo.

“Como o autismo é uma doença heterogênea, pode até ser que tenhamos tratamentos personalizados para cada paciente, a depender de suas alterações genéticas”, comenta a pesquisadora da USP Karina Griesi Oliveira.

O uso de drogas específicas para cada alteração que causa o transtorno neurológico depende do mapeamento genético dos pacientes. Além disso, a aplicação de medicamentos para tratar o autismo ainda depende de estudos controlados.

As pesquisas comparativas em pacientes autistas com o uso da erva de São João, por exemplo, devem começar no segundo semestre de 2015 no Brasil, após aprovação de um comitê de ética. “É um resultado promissor, mas entre o resultado e saber se realmente vai funcionar, não sei quantos anos de pesquisa pode ter ainda”, diz a professora do Centro de Estudos do Genoma Humano, Maria Rita Passos-Bueno.

Apesar das incertezas e restrições, a farmacêutica Ângela não tem dúvidas sobre os efeitos medicinais da planta no tratamento do filho. “Não tem nada comprovado cientificamente para o autismo ainda e se for esperar vai demorar muito, por isso resolvi tentar”, diz. “Já dei várias medicações para ele, nenhuma deu resultado e todas davam bastante efeito colateral. Esta foi uma das únicas medicações que não teve efeito colateral grave a curto prazo”.

Autismo é causado por mutações em genes que regulam a divisão de células progenitoras neurais (Foto: Alysson Muotri/Arquivo Pessoal)
Autismo é causado por mutações em genes que regulam a divisão de células progenitoras neurais (Foto: Alysson Muotri/Arquivo Pessoal)
Do G1 Ribeirão e Franca

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Libéria tem primeiro exame positivo de ebola em um mês

Da AFP

É um novo caso depois de 27 dias sem que algum fosse registrado / Foto: AFP
É um novo caso depois de 27 dias sem que algum fosse registradoFoto: AFP

A Libéria anunciou nesta sexta-feira (20) um novo caso de Ebola em Monróvia, o primeiro registro em um mês no país, onde a epidemia recuou claramente.

“Uma mulher teve exame positivo para o vírus Ebola. É um novo caso depois de 27 dias sem que algum fosse registrado”, declarou na noite de sexta-feira à AFP o porta-voz governamental, Lewis Brown.

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Mulher é presa com 8,9 kg de maconha na BR-116 em Salgueiro, no Sertão

Material foi apreendido com mulher na BR-116 / Foto: Divulgação/PMMaterial foi apreendido com mulher na BR-116Foto: Divulgação/PM

Uma mulher foi presa suspeita de tráfico de drogas nessa quinta-feira (19) na BR-116, em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. De acordo com informações da Polícia Militar, Francilma Vieira da Cruz, de 32 anos, estava em um ponto de transporte alternativo com uma bolsa grande. O efetivo desconfiou da atitude dela e realizou a abordagem. Dentro da mochila, foram encontrados 8,9 kg de maconha.

Ainda segundo a polícia, a suspeita afirmou que iria receber R$ 500 para entregar a droga a uma mulher em Petrolina, também no Sertão. Ela foi autuada em flagrante por tráfico de drogas e encaminhada ao Presídio de Verdejante, na mesma região.

 

NE10 Interior

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59% dos brasileiros entre 40 e 69 anos já tiveram problemas de ereção

Estudo revelou que 59% dos brasileiros entre 40 e 69 anos já passaram pela experiência de ter problemas de ereção (Foto: Vera Atchou/AltoPress/PhotoAlto/AFP)

Estudo revelou que 59% dos brasileiros entre 40 e 69 anos já passaram pela experiência de ter problemas de ereção alguma vez (Foto: Vera Atchou/AltoPress/PhotoAlto/AFP)

Entre os homens brasileiros de 40 a 69 anos, 59% relatam a experiência de já terem falhado na cama. A conclusão é de uma pesquisa encomendada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) ao Ibope. O levantamento revelou ainda que, para 12% dos homens nessa faixa etária, a disfunção erétil é um problema recorrente. No grupo dos homens com mais de 60 anos, a parcela dos que já tiveram episódios de impotência pula para 71%.

O estudo ouviu 1.506 pessoas, entre homens e mulheres. De acordo com o urologista Mario Mattos, membro da SBU, os resultados não surpreendem e são similares aos observados em pesquisas feitas na Europa e Estados Unidos. “A população brasileira incorporou muitos dos maus hábitos que são fatores de risco para a impotência, como obesidade, sedentarismo, diabetes, hipertensão e tabagismo”, diz.

Impacto no relacionamento
A impotência sexual não afeta só o paciente, mas também sua parceira ou parceiro sexual. Entre as mulheres e os homens homossexuais entrevistados para a pesquisa, 54% relatam já terem tido a experiência de o parceiro falhar na hora do sexo por problemas de ereção.

Além disso, 19% dos entrevistados são afetados mensalmente por falhas de ereção: tanto falhas próprias quanto falhas do companheiro.

Entre os homens que afirmam terem tido episódios de impotência, 48% dizem temer o impacto da falha de ereção em seu relacionamento com a companheira ou companheiro.

Impotência ainda é tabu
Mattos diz que, apesar da grande incidência, o tema ainda é um tabu entre os homens. “Ainda é muito difícil para boa parte dos pacientes tocarem no assunto, mesmo em um ambiente favorável, como o de um consultório médico.”

Ele conta que é comum que o paciente só mencione o problema de ereção na segunda ou terceira consulta, quando tem mais confiança no médico. “Temos adotado um novo hábito, de sermos um pouco mais proativos no questionamento sexual. Sabendo que a incidência é cada vez maior, o urologista toca mais no assunto”, diz o médico.

Ele acrescenta que é importante que a população saiba o quanto o problema de disfunção erétil é comum. “A ideia é desmistificar um pouco essa questão. Os pacientes chegam ao consultório tristes, para baixo, com problemas de relacionamento… Depois de um tempo em tratamento, voltam muito felizes. O legal é mostrar que é muito mais comum do que se poderia imaginar.”

Quase sempre tem solução
Mattos assegura que quase todos os quadros de impotência sexual têm solução. Os casos de disfunção erétil mais leves podem ser tratados com medicamentos orais, que melhoram o fluxo de sangue para o pênis.

Caso essa terapia não seja eficaz, existem injeções que, aplicadas diretamente no pênis antes da relação sexual, estimulam o fluxo de sangue para o órgão e promovem a ereção.

Há ainda dois tipos de próteses penianas, implantadas por meio de cirurgia, para casos mais graves de disfunção erétil: o implante maleável, com o qual o paciente fica permanentemente com o pênis ereto, e o implante inflável, que pode ser acionado pelo paciente somente no momento da relação sexual.

A pesquisa faz parte da campanha “De volta ao controle”, da SBU, que busca divulgar informações sobre os tratamentos mais modernos para disfunção erétil. No site da campanha, o internauta pode fazer um teste para saber se tem o problema.

Impotência (Foto: Arte/G1)

 

 

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Presidente da Assembleia prestigia inauguração de gabinete regional do deputado João Eudes

17ooo-oo-oo--o-o-oo-oo--oo-i893487tv43-3O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchôa, participou ontem (quinta-feira, dia 19), em Pesqueira, da inauguração do Escritório Regional do deputado João Eudes.

A ideia inédita é ouvir e atender a população uma vez por semana onde ela está. A instalação do gabinete regional foi um compromisso do deputado João Eudes, que vai estar presente semanalmente para despachar na cidade e na região.

Centenas de pessoas estiveram na solenidade, considerada um estreitamento de laços entre o povo e o Poder Legislativo Estadual. “Há vinte anos estou na vida pública e nunca vi uma atitude como esta. O deputado João Eudes é um homem comprometido com suas bases e já está atendendo a população em sua própria área”, observou o presidente da Assembleia Legislativa.

Guilherme Uchôa passou toda à tarde da quinta-feira no município de Pesqueira, visitando comunidades, vistoriando obras e conversando com as famílias. À noite, participou da inauguração do gabinete regional do deputado João Eudes e ficou impressionado com a participação popular no evento. “O Poder Legislativo Estadual está presente, verdadeiramente, no dia-a-dia da população. Fico feliz em participar de um evento como este”, destacou Guilherme Uchôa.

Ao lado de lideranças comunitárias e politicas, o deputado João Eudes avaliou a inauguração do gabinete regional como “um grande avanço para encurtar distâncias entre o povo e o mandato de deputado”. “Vou ouvir os reclames da população, as sugestões de ações e opiniões sobre tudo o que é prioridade para as famílias do interior de Pernambuco”, disse o deputado João Eudes. Ao som de música ao vivo de boa qualidade, executada por Jorge do Sinal (artista da terra) houve o corte da fita de inauguração e a visitação dos convidados ao local.

 

EncartNoticias.com

Texto: Flávio Jardim

Foto: Divulgação

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Deputado João Eudes inaugura gabinete alternativo em Pesqueira

17ooo--oo-o-ooooo--og-o-ogvo-togv3otgvo45y-oh-o2O deputado estadual João Eudes (PRP), inaugura, nesta quinta-feira (19) às 19h30, o seu gabinete alternativo, no município de Pesqueira, onde o parlamentar irá atender aos moradores de cidades da região incluindo Alagoinha, Poção, Sanharó, Venturosa, entre outras. Várias autoridades estarão presentes na ocasião, inclusive o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Guilherme Uchôa.

“É de suma importância que a população tenha um local de referência mais próximo, onde possa falar diretamente com o deputado que elegeu, sobre as suas demandas”, afirmou João Eudes, que irá despachar com a população do Agreste Central todas as sextas-feiras, em horário comercial.

Além de contar com estrutura semelhante ao que ocupa na Alepe, o gabinete do interior, localizado na Rua Farroupilha S/N, centro de Pesqueira, também terá um auditório com capacidade para 200 lugares, onde serão promovidas discussões sobre temas relevantes para a região e ligados aos diversos segmentos e setores da sociedade.

Para o deputado João Eudes é de suma importância a interiorização das ações parlamentares naquela região, como forma de tornar acessível o contato do povo com o deputado que o representa. Segundo ele, é uma forma moderna de legislar, através de contato mais próximo e direto com a população, fazendo jus ao conceito de democracia que norteia o nosso país.

 

 

Por: Assessoria de Imprensa do deputado Estadual João Eudes

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