Democrata entra com pedido de impeachment contra Trump


Por Deutsche Welle

O congressista do Texas Al Green. — Foto: Reprodução/Facebook Al Green

O congressista do Texas Al Green. — Foto: Reprodução/Facebook Al Green

O congressista do Texas Al Green, do Partido Democrata, protocolou nesta terça-feira (16/07) na Câmara dos Representantes dos EUA um pedido para o impeachment do presidente americano, Donald Trump. A medida poderá forçar que uma votação sobre a remoção de Trump do cargo ocorra ainda nesta semana.

Sondagens entre os deputados democratas sugerem que a maioria deles se opõe a um processo de impeachment. Green, porém, parece querer capitalizar o sentimento de revolta em relação a tuítes presidenciais dos últimos dias, através dos quais Trump lançou ataques amplamente condenados como racistas contra um grupo de congressistas democratas.

Green introduziu a medida pouco depois de a Câmara aprovar uma moção de repúdio a Trump, condenando “energicamente os comentários racistas do presidente Donald Trump, que tem legitimado e incrementado o medo e o ódio contra novos americanos e contra as pessoas de cor”, segundo o texto dos congressistas.

O alvo de Trump no último domingo havia sido um grupo de quatro democratas, cujas origens remetem a nações cujos governos, segundo afirmou, seriam “os piores, os mais corruptos e ineptos em qualquer parte do mundo”. Ele disse que elas deveriam voltar a esses países.

“Por que elas não voltam e ajudam a consertar esses lugares totalmente quebrados e infestados de crime de onde vieram? Depois, retornem e nos digam como deve ser feito. Esses lugares precisam muito da ajuda de vocês”, escreveu Trump.

O presidente acrescentou que a líder democrata na Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, “ficaria contente em providenciar rapidamente viagens gratuitas” para as congressistas.

Trump se referiu a “congressistas democratas progressistas”, em aparente referência ao grupo bastante ativo de congressistas jovens estreantes na atual legislatura da Câmara dos Representantes, composto por Alexandria Ocasio-Cortez, eleita por Nova York, Ilhan Omar, de Minnesota, Rashida Tlaib, do Michigan, e Ayanna Pressley, de Massachusetts.

Na votação da moção de repúdio a Trump, quatro republicanos se juntaram aos 235 deputados democratas para aprovar a medida. Um independente também votou a favor. A aprovação da condenação era esperada, já que os democratas têm a maioria na Câmara.

O voto tem apenas valor simbólico. É improvável que uma medida similar venha a ser aprovada no Senado, onde os republicanos detêm a maioria.

Mais cedo, Trump afirmara que não considera que seus tuítes feitos no domingo tenham sido racistas . “Esses tuítes NÃO foram racistas. Eu não tenho um só osso racista no meu corpo!”, escreveu.

O presidente também criticou a iniciativa democrata de propor a moção de repúdio. “O que eles chamaram de votação é uma farsa. Os republicanos não devem mostrar ‘fraqueza’ ou cair em sua armadilha”, escreveu.

Ao propor o impeachment do presidente, Green afirmou que é necessário dar um basta nas atitudes de Trump, que considera uma pessoa incapaz de exercer o cargo mais alto do país.

“Donald John Trump, através de suas declarações, levou o alto cargo do presidente dos Estados Unidos a ser desprezado, ridicularizado e desonrado, semeou discórdia entre o povo dos Estados Unidos, demonstrou que é inapto para ser presidente e traiu sua confiança como presidente dos Estados Unidos para a lesão manifesta do povo dos Estados Unidos”, diz trecho da resolução que Green leu no plenário da Câmara, citado pelo jornal Washington Post.

Todos os membros do Congresso têm o direito de lançar uma votação pelo impeachment presidencial. O democrata do Texas já o fez duas vezes, sem sucesso.

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Guedes age contra destaques da bancada da bala na reforma da Previdência

TOPO

Por Julia Duailibi G1

Julia Duailibi é comentarista de política e economia da GloboNews.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, entrou no corpo-a-corpo para evitar que sejam aprovados na votação da reforma da Previdência destaques que ampliam as regras de aposentadoria diferenciadas dos militares e de policiais militares para outros profissionais da segurança pública.

O impacto seria de R$ 20 bilhões na proposta de reforma que tramita na Câmara dos Deputados e abriria precedente para outras categorias pedirem manutenção de privilégios.

Guedes quer manter a potência fiscal da reforma em mais de R$ 1 trilhão, mas o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, apresentaria um destaque (o partido tem direito a três) ampliando as regras especiais para policiais federais, civis, guardas metropolitanos, entre outros. 

Pela proposta, esses policiais deixariam de cumprir, entre outras regras, a idade mínima de 55 anos — os policiais militares estão contemplados na discussão sobre as regras dos militares.

Em uma reunião no final de semana com o presidente do partido, Luciano Bivar, ficou definido que o PSL, cuja metade da bancada é formada por deputados ligados à área de segurança, não apresentará mais o destaque, porque estaria promovendo a desidratação do texto, na contramão do que quer Guedes.

Reunião da bancada nesta segunda

Nesta segunda-feira, haverá uma reunião da bancada com o líder do PSL, Delegado Waldir (GO), e com a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL), para informar que o partido deve abrir mão de alterar as regras propostas para a área de segurança que constam do texto do relator.

Os parlamentares, no entanto, podem apoiar um destaque que segue a mesma linha, mas que foi proposto pelo PSD. Parlamentares contrários à desidratação do texto pretendem trabalhar para que esse destaque seja retirado


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Com aval de Gilmar Dal Pozzo, Jefferson Nem volta e já treina no Náutico

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

O atacante Jefferson Nem está de volta ao Náutico. Após um período de idas e vindas, o jogador enfim apareceu nos Aflitos com uniforme de treino e já treinou a parte física – o clube ainda não oficializou o acordo.

O meia-atacante de 23 anos retorna ao Timbu após três anos. Formado na base alvirrubra, Nem subiu em 2015 e se firmou na equipe no ano seguinte. No total, ele fez 44 jogos e marcou oito gols em sua primeira passagem.

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Após sair do Timbu, ele jogou no Atlético-GO, no Real-POR e, mais recentemente, no Guarani.

Nesta temporada, pelo Bugre, Nem jogou três partidas e não fez nenhum gol.

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‘Liberdade de expressão não pode servir à alimentação do ódio’, diz Toffoli

Por G1 SP e TV Globo

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, afirmou nesta quarta-feira (17), durante palestra em São Paulo, que a liberdade de expressão não pode servir à alimentação do ódio. Toffoli afirmou que os limites da liberdade de expressão estão na própria Constituição.

Nesta segunda-feira (15) o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que sites retirassem do ar reportagens e notas que citam Toffoli. A ação faz parte de um inquérito aberto em março para apurar notícias fraudulentas que possam ferir a honra dos ministros ou vazamentos de informações sobre integrantes da Corte. Toffoli não se referiu ao inquérito durante sua fala sobre a liberdade de imprensa.

O presidente da Corte falou sobre como a liberdade é tutelada pela Constituição de 1988 e disse que não se pode abusar desse direito.

“A liberdade de expressão não pode servir à alimentação do ódio. Sem uma imprensa livre, não há democracia, mas tem que ser dentro dos parâmetros da Constituição”, disse Toffoli durante palestra em evento na Congregação Israelita Paulista.

O ministro citou como exemplo decisão do próprio Supremo contra a publicação de um livro de conteúdo antissemita, em 2004. “A liberdade de expressão não é absoluta. No caso, a liberdade de expressão foi afastada em nome dos princípios da dignidade da pessoa humana e da igualdade jurídica.”

“Essas situações representam a utilização abusiva desse direito. Se permitirmos que isso aconteça estaremos colocando em risco as próprias conquistas obtidas em 1988. Se é certo que a liberdade de expressão encerra vasta proteção constitucional, não é menos certo, deve ser exercido em harmonia com os demais valores constitucionais”, completou.

O ministro discorreu sobre a Justiça e sobre respeito. “Detendo um forte componente ético, a nossa Carta Constitucional prega a fraternidade e a construção de uma sociedade em que todos sejam tratados com igual respeito e consideração. A Constituição enuncia a Justiça como valor supremo da República Federativa do Brasil. Elenca os princípios de uma sociedade regida pelo princípio da Justiça. A garantia dos direitos individuais e sociais, liberdade, segurança, bem estar, desenvolvimento, igualdade e fraternidade, respeito as diferenças, harmonia social e a resolução pacífica das controvérsias”, disse.

Do lado de fora da Congregação Israelita, um pequeno grupo de manifestantes pretendia jogar tomates, mas a PM afastou o grupo assim que ele se preparava para sair. Ao menos três tomates foram lançados, mas passaram longe do carro de Toffoli, que tinha outros dois em sua escolta.

Alexandre de Moraes

Alexandre de Moraes decidiu sobre a questão da censura aos sites porque é relator de um inquérito aberto no mês passado para apurar notícias fraudulentas que possam ferir a honra dos ministros ou vazamentos de informações sobre integrantes da Corte.

Sete ações questionam a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes. Dos sete pedidos que estão no STF, quatro já estão no gabinete do ministro Edson Fachin e outros três devem ser encaminhados em breve.

Na terça-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou o arquivamento do inquérito aberto para apurar ofensas a integrantes do STF e a suspensão dos atos praticados no âmbito dessa investigação, como buscas e apreensões e a censura a sites.

Após a decisão de Alexandre de Moraes, Toffoli, autorizou a prorrogação do prazo do inquérito por mais 90 dias – o pedido havia sido feito na segunda-feira (15) pelo próprio Moraes.

Mais cedo, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao STF documento no qual defende o arquivamento do inquérito, aberto “de ofício”, por iniciativa do presidente do tribunal, ministro Dias Toffoli, que nomeou Alexandre de Moraes relator.

Reportagem

Segundo reportagem publicada pela revista “Crusoé” na quinta (11), a defesa do empresário Marcelo Odebrecht juntou em um dos processos contra ele na Justiça Federal em Curitiba um documento no qual esclareceu que um personagem mencionado em email, o “amigo do amigo do meu pai”, era Dias Toffoli, que, na época, era advogado-geral da União.

Conforme a reportagem, no e-mail, Marcelo tratava com o advogado da empresa – Adriano Maia – e com outro executivo da Odebrecht – Irineu Meireles – sobre se tinham “fechado” com o “amigo do amigo”. Não há menção a dinheiro ou a pagamentos de nenhuma espécie no e-mail. Ao ser questionado pela força-tarefa da Lava Jato, o empresário respondeu: “Refere-se a tratativas que Adriano Maia tinha com a AGU sobre temas envolvendo as hidrelétricas do Rio Madeira. ‘Amigo do amigo de meu pai’ se refere a José Antônio Dias Toffoli”. Toffoli era o advogado-geral da União entre 2007 e 2009, no governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo a revista, o conteúdo foi enviado à Procuradoria Geral da República para que Raquel Dodge analise se quer ou não investigar o fato.

Em nota oficial divulgada na sexta, a PGR afirmou que não recebeu nenhum material e não comentou o conteúdo da reportagem: “Ao contrário do que afirma o site ‘O Antagonista’, a Procuradoria-Geral da República (PGR) não recebeu nem da força-tarefa Lava Jato no Paraná e nem do delegado que preside o inquérito 1365/2015 qualquer informação que teria sido entregue pelo colaborador Marcelo Odebrecht em que ele afirma que a descrição ‘amigo do amigo de meu pai’ refere-se ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli”.

Na própria sexta, segundo a decisão de Alexandre de Moraes, Toffoli mandou mensagem pedindo apuração, com o seguinte teor:

“Permita-me o uso desse meio para uma formalização, haja vista estar fora do Brasil. Diante de mentiras e ataques e da nota ora divulgada pela PGR que encaminho abaixo, requeiro a V. Exa. Autorizando transformar em termo está mensagem, a devida apuração das mentiras recém divulgadas por pessoas e sites ignóbeis que querem atingir as instituições brasileiras”, afirmou o presidente do Supremo.

Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes cita que o esclarecimento feito pela PGR “tornam falsas as afirmações veiculadas na matéria “O amigo do amigo de meu pai”, em tópico exemplo de fake news – o que exige a intervenção do Poder Judiciário”. “A plena proteção constitucional da exteriorização da opinião (aspecto positivo) não constitui cláusula de isenção de eventual responsabilidade por publicações injuriosas e difamatórias, que, contudo, deverão ser analisadas sempre a posteriori, jamais como restrição prévia e genérica à liberdade de manifestação”, afirmou.

Segundo a assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal, não se trata de censura prévia – proibida pela Constituição – mas sim de responsabilização pela publicação de material supostamente criminoso e ilegal. Conforme o tribunal, o ministro Alexandre de Moraes se baseou em nota da Procuradoria Geral da República, que afirmou não ter recebido qualquer informação do Paraná, ao contrário do que disse a reportagem.

A TV Globo confirmou que o documento de fato foi anexado aos autos da Lava a Jato , no dia 9 de abril, e seu conteúdo é o que a revista descreve. O documento, porém, não chegou à Procuradoria Geral da República.

Na segunda-feira (15), a TV Globo verificou que o documento não mais consta do autos. Em 12 de abril, um dia após a publicação da reportagem, o juiz da 13ª Vara, Luiz Antonio Bonat, intimou a PF e o MPF a se manifestarem. No mesmo dia, o documento foi retirado do processo. Não se sabe as razões. O documento não é assinado por Marcelo Odebrecht, mas por seus advogados.

O diretor da revista Crusoé, Rodrigo Rangel, disse que “reitera o teor da reportagem, baseada em documento, e registra, mais uma vez, que a decisão [de Moraes] se apega a uma nota da Procuradoria-Geral da República sobre um detalhe lateral e utiliza tal manifestação para tratar como fake news uma informação absolutamente verídica, que consta dos autos da Lava Jato”.

Rangel afirma também: “Importa lembrar, ainda, que, embora tenha solicitado providências ao colega Alexandre de Moraes ainda na sexta-feira, o ministro Dias Toffoli não respondeu às perguntas que lhe foram enviadas antes da publicação da reportagem agora censurada”.

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STJ manda homem que transmitiu HIV para mulher pagar indenização de R$ 120 mil

Por Mariana Oliveira, TV Globo — Brasília

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (19), por unanimidade, que um homem deve indenizar em R$ 120 mil a mulher pela transmissão do vírus HIV.

Pela primeira vez, o STJ decidiu impor responsabilidade civil por transmissão do HIV (a sigla em inglês para vírus da imunodeficiência humana). Apesar de ser uma decisão em caso concreto, servirá de precedente para outros casos semelhantes que corram na Justiça.

No processo, a mulher – que teve três filhos com homem que transmitiu o vírus – pediu indenização por danos morais. Ela alegou ter intensos transtornos psicológicos com o episódio, além de ter perdido o emprego. Os dados dos envolvidos são sigilosos.

A indenização foi fixada em R$ 50 mil na primeira instância e ampliada para R$ 120 mil na segunda instância.

O homem recorreu ao STJ sob o argumento de que não havia provas de que ele transmitiu a doença. Já a mulher queria uma indenização maior. O STJ negou os recursos e manteve a decisão da segunda instância.

Responsabilidade civil

O relator no STJ, ministro Luís Felipe Salomão, entendeu que ficou comprovado que o homem transmitiu o vírus e que sabia que era soropositivo quando contaminou a mulher. E que a sociedade moderna impõe como novo valor a responsabilidade civil nas relações de família.

“Realmente, na comunhão de vida, na célula de companheirismo, há íntima conexão entre o dever de confiança e o de vida em comum, havendo um desígnio de dedicação exclusiva, sincera e leal do casal, em que ‘o dever de respeito abrange a integridade física e moral do outro cônjuge, preservando-se sua vida, saúde, honra e bom nome'”, afirmou o relator.

O voto foi seguido por unanimidade. Ainda cabe recurso para esclarecimento da decisão à própria turma e ao Supremo Tribunal Federal (STF), caso alguma das partes queira discutir questão constitucional.








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Como declarar suas criptomoedas no Imposto de Renda 2019

Redação Olhar Digital 26/02/2019 18h30

Esclareça suas principais dúvidas quanto à declaração de lucros e posses de moedas virtuais à Receita Federal

O período de declaração anual do imposto de renda (IR) está próximo e, se você tem criptomoedas, é bom saber que elas não estão isentas. A Receita Federal exige que se informe a posse ou os lucros obtidos com a venda de moedas virtuais desde 2017, quando elas atingiram seu maior valor de mercado.

Embora não sejam consideradas moedas pelo manual oficial do IR, as bitcoins e outras unidades monetárias similares se equiparam a ativos financeiros e, portanto, devem ser declaradas como “99 – Outros Bens e Direitos” na Ficha de Bens e Direitos.

José Artur Ribeiro, CEO da Coinext, explica que é necessário informar até mesmo a quantia de criptomoedas alienadas (isto é, aquelas que foram vendidas a terceiros). No entanto, somente se o valor superar, em um determinado mês, R$ 35 mil. Nesses casos, os ganhos serão tributados nos seguintes percentuais — conforme a legislação:

  • 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5 mil;
  • 17,5% sobre a que exceder R$ 5 mil e não ultrapassar R$ 10 mil;
  • 20% sobre o que for superior a R$ 10 mil e inferior a R$ 30 mil;
  • 22,5% sobre aquilo que exceder R$ 30 mil.

Datas para pagamento

É importante lembrar que o imposto incidente sobre os lucros obtidos deve ser pago até o último dia útil do mês subsequente ao registro do ganho. Para tanto, o contribuinte deve baixar o programa gerador do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). Quem não pagou, também deve acessá-lo. As penalidades de multa e juros são calculadas pelo próprio sistema após a indicação do momento do deferimento do ganho tributário.

Ribeiro informa, ainda, que criptomoedas adquiridas no exterior têm a mesma natureza das compradas no Brasil. Além disso, as obtidas via transações cripto-cripto ou compra P2P se encaixam no mesmo de módulo de aquisição tradicional. As bitcoins mineradas ou os ganhos de criptoativos também não estão isentos, pois, sendo ativos de uma pessoa, compõem seus “Bens e Direitos”.

Além disso, é obrigatório que a declaração corresponda ao valor das criptomoedas no momento da aquisição. As variações negativas só devem ser declaradas quando houver venda de ativos. Desvalorizações da moeda não devem ser indicadas, caso o contribuinte continue com o mesmo quantitativo.








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Boia gigante é encontrada em praia no Litoral Sul de SC

Por G1 SC

Boia gigante apareceu na areias da praia Sumaré — Foto: Adelsa Fernandes/Divulgação

Boia gigante apareceu na areias da praia Sumaré — Foto: Adelsa Fernandes/Divulgação

Uma boia gigante foi encontrada na Praia Sumaré, em Balneário Gaivota, próximo do limite com o município de Passo de Torres, no Litoral Sul catarinense, e chamou a atenção de banhistas e moradores. A prefeitura foi comunicada diante da aparição da estrutura na areia. A procedência do equipamento ainda é investigada.

A boia é feita de borracha, possui cerca de quatro metros de altura e oito metros de comprimento. A prefeitura tomou conhecimento do fato depois do aviso de moradores feito na manhã de terça-feira (22) e solicitou o apoio da Marinha de Laguna para localizar o responsável da boia.

De acordo com a bióloga Adelsa Fernandes, da Secretaria de Meio Ambiente, a suspeita é de que o equipamento tenha se desprendido de um navio de carga, já que a estrutura é utilizada na lateral da embarcação para evitar o impacto durante as operações de atracação.

G1 também entrou em contato com a Marinha, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.








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Falso médium é preso em Belo Horizonte e tenta subornar policiais

Por MG1 — Belo Horizonte

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de ser um falso médium, na manhã desta quinta-feira (27), em Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil ele chegou a roubar por meio de golpe R$ 280 mil de uma vítima.

“Ele começou a se passar por um religioso. Que seria da religião espírita. Mostrou a ela banners, fotos com autoridades religiosas, pessoas de nome, mas montagens. Ele convenceu ela de que ele seria uma pessoa idônea. Essa senhora então foi convencida a levar até a ele a quantia de R$ 5 mil para ele fazer um trabalho de benzer, para ela poder ter menos problemas pessoais e de doença de familiares. Após pegar este dinheiro e fazer o suposto trabalho milagroso. Ele devolveu a ela um envelope fechado, e começou a solicitá-la que ele levasse mais dinheiro. Então ela foi levando grandes quantias em dinheiro. Chegando ai a aproximadamente mais de R$ 280 mil”, afirmou o delegado Sérgio Belizário.

As investigações apontam que o homem contava com a ajuda de intermediários para conseguir atrair vítimas a uma sala comercial onde era aplicado um golpe financeiro.

“Essa senhora foi ludibriada por um estelionatário que usava de várias artimanhas, uma delas era alguns truques de mágica. Que consistia basicamente, ele mergulhava uma folha de papel em um liquido contendo produtos químicos, e ao retirar essa folha de papel, aparecia a figura de um caixão, uma coisa desse tipo assim. No jargão dele lá, seria que iria atrair morte para a vítima. Outro truque que ele usava também, ele pegava uma fruta, um mamão. E cortava esta fruta e já tinha inserido no interior dela um objeto, um pedaço de nota de dinheiro de R$ 50, e ele falava para a vítima que aquilo era uma prova que existia uma maldição no dinheiro dessa vítima”, contou o investigador da Polícia Civil Guilherme Vieira.

Ele conquistava a confiança destas vítimas, muitas delas idosas, e oferecia tratamento espiritual para purificação do dinheiro.

De acordo com a polícia, Djalma Alves da Silva, de 55 anos, foi preso em flagrante, enquanto se preparava para fugir do prédio onde atuava, no centro da capital mineira.

Já na delegacia, o suspeito tentou subornar policiais com R$ 20 mil para ser liberado.

Djalma confessou aos policiais a prática de estelionato e foi preso em flagrante por corrupção ativa, pela tentativa de suborno.








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Termina nesta terça as inscrições do concurso da PRF para 500 vagas

Por G1

Ação da PRF que prendeu caminhoneiro transportando 600 mil carteiras de cigarro em caminhão roubado — Foto: Divulgação/PRF

Ação da PRF que prendeu caminhoneiro transportando 600 mil carteiras de cigarro em caminhão roubado — Foto: Divulgação/PRF

Terminam nesta terça-feira (18) as inscrições para o concurso público da Polícia Rodoviária Federal (PRF). São oferecidas 500 vagas de policial rodoviário federal, com salário de R$ 9.473,57.

Do total de vagas, 100 são reservadas para candidatos negros e 33 para pessoas com deficiência.

Os candidatos devem ter graduação de nível superior em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação no mínimo de categoria “B” e que não possua observação de adaptação veicular ou restrição de locais e horário para dirigir.

O policial rodoviário tem jornada de 40 horas semanais e realiza atividades de natureza policial envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições relacionadas com a área operacional da PRF.

As inscrições devem ser feitas pelo site da organizadora, a Cespe: http://www.cespe.unb.br/concursos/prf_18. A taxa é de R$ 150,00.

Podem pedir isenção da taxa candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), membros de família de baixa renda ou doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde.

Locais das vagas

Houve alteração na distribuição de vagas nos estados de Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima. Veja abaixo:

Veja a distribuição das vagas por estados:

  • Acre (17 vagas)
  • Amapá (23 vagas)
  • Amazonas (28 vagas)
  • Bahia (17 vagas)
  • Goiás (27 vagas)
  • Maranhão (18 vagas)
  • Mato Grosso (57 vagas)
  • Mato Grosso do Sul (35 vagas)
  • Minas Gerais (9 vagas)
  • Pará (81 vagas)
  • Piauí (22 vagas)
  • Rio de Janeiro (10 vagas)
  • Rio Grande do Sul (23 vagas)
  • Rondônia (74 vagas)
  • Roraima (15 vagas)
  • São Paulo (19 vagas)
  • Tocantins (25 vagas)

A unidade de lotação do candidato estará vinculada à UF de vaga escolhida no momento da inscrição. O ocupante do cargo permanecerá preferencialmente no local de sua primeira lotação por um período mínimo de 3 anos, exercendo atividades de natureza operacional voltadas ao patrulhamento ostensivo e à fiscalização de trânsito, sendo sua remoção condicionada a concurso de remoção, permuta ou ao interesse da administração.

Etapas do concurso

O concurso terá duas etapas. A primeira etapa compreenderá as seguintes fases:

  • prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  • prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  • exame de capacidade física, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  • avaliação de saúde, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  • avaliação psicológica, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  • avaliação de títulos, de caráter classificatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  • investigação social, de caráter eliminatório, de responsabilidade da PRF

A segunda etapa será o curso de formação profissional, a ser realizado em locais previamente indicados no edital de convocação.

A prova objetiva e a prova discursiva terão a duração de 4 horas e 30 minutos e serão aplicadas na data provável de 3 de fevereiro de 2019, no turno da tarde. Na data provável de 30 de janeiro de 2019, será publicado no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/prf_18 o edital que informará a disponibilização da consulta aos locais e aos horários de realização das provas.

A prova objetiva terá questões de língua portuguesa, raciocínio lógico-matemático, informática, noções de física, ética no serviço público, geopolítica brasileira, história da PRF, legislação de trânsito, noções de direito administrativo, noções de direito constitucional, noções de direito penal e de direito processual penal, legislação especial e direitos humanos e cidadania.

Todas as fases da primeira etapa, a avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e o procedimento de verificação da condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros serão realizadas na capital da UF escolhida para lotação.

O prazo de validade do concurso é de 30 dias, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final do curso de formação profissional, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período. Portanto, os candidatos aprovados deverão ser convocados para trabalhar dentro desse prazo.

Últimos concursos

Os últimos concursos da PRF para o cargo foram realizados em 2013 e 2009. O de 2013 ofereceu 1 mil vagas e foi organizado pelo então Cespe/UnB. O de 2009 ofereceu 750 vagas, mas acabou preenchendo 1.500 – esse concurso ficou suspenso por dois anos devido a irregularidades nas provas e impasses judiciais.

Polícia Rodoviária Federal (PRF)

  • Inscrições: de 03/12 a 18/12
  • Vagas: 500
  • Salário: R$ 9.473,57
  • Taxa: R$ 150
  • Prova: 03/02/19








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R$ 3,3 milhões são apreendidos dentro de carro com dois homens em posto de combustíveis

Por Carlos Dias, G1 Sorocaba e Jundiaí

Dinheiro foi levado para agência bancária da cidade — Foto: Divulgação

Dinheiro foi levado para agência bancária da cidade — Foto: Divulgação

Dois homens foram flagrados com R$ 3,3 milhões dentro de um veículo em um posto de combustíveis, na tarde desta terça-feira (30), no quilômetro 56 da Rodovia dos Bandeirantes, em Jundiaí (SP).

De acordo com a Polícia Rodoviária, uma equipe suspeitou do motorista do carro, que circulava entre caminhões pelo pátio. Durante a abordagem, os dois suspeitos estavam nervosos e disseram que entregariam dinheiro para um caminhoneiro.

Os policiais encontraram oito caixas lotadas de cédulas de R$ 100, R$ 50 e R$ 20 no veículo. Ainda segundo a polícia, o suposto receptador não foi localizado na região e o dinheiro foi apreendido.

As duas pessoas abordadas não têm passagens por crime e o veículo com placas de Londrina (PR) está com a documentação em dia. O caso será apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí.

Dinheiro foi localizado dentro de caixas em Jundiaí — Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

Dinheiro foi localizado dentro de caixas em Jundiaí — Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação

Carro foi apreendido pela polícia em Jundiaí — Foto: Moniele Nogueira/TV TEM

Carro foi apreendido pela polícia em Jundiaí — Foto: Moniele Nogueira/TV TEM








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