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Greve da Polícia Civil completa uma semana com disputa de versões sobre impactos provocados em serviços para população

Segundo Sinpol, ocorrências deixaram de ser registradas e houve impacto na liberação de documentos. Estado disse que “são realizados autos de prisão em flagrante”. Justiça decretou movimento ilegal.

Por g1 PE

Policiais civis participaram de passeata, nesta segunda (14), no Centro do Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

Policiais civis participaram de passeata, nesta segunda (14), no Centro do Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

greve dos policiais civis de Pernambuco completou, nesta segunda (21), uma semana. Há uma disputa de versões entre o sindicato e o governo sobre os impactos que a paralisação provoca nos serviços para a população. O movimento foi decretado ilegal pela Justiça.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Rafael Cavalcanti, declarou, em entrevista ao g1, que “apenas 10% dos boletins de ocorrência” estão sendo elaborados.

A Polícia Civil disse, em nota, que “estão sendo registrados boletins de ocorrência, presencialmente e por meio da Delegacia pela Internet, assim como realizados autos de prisão em flagrante e demais diligências”.

g1 perguntou para a polícia sobre a quantidade de boletins de ocorrência que deixaram de ser feitos, o impacto da greve sobre a liberação de corpos e outros serviços no Instituto de Medina Legal (IML), a respeito da confecção de documentos, além de outras questões. No entanto, a corporação não respondeu nem designou um porta-voz para falar sobre o movimento.

A apuração do g1 constatou que as pessoas não estão conseguindo, em vários pontos do Recife, tirar a carteira de identidade. No IML, há informação de que os corpos só são liberados depois do meio-dia e um por vez.

Considerada ilegal pelo Judiciário, a greve do Sinpol começou na terça (15), com impacto em delegacias. Quem precisar desses serviços deve usar a internet.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) arbitrou uma multa diária de R$ 300 mil, caso a entidade mantenha o movimento. Também determinou o bloqueio de R$ 600 mil nos bens do sindicato e atingiu as contas pessoais do presidente.

O movimento completou uma semana no dia em que o Monitor da Violência, do g1, mostrou que Pernambuco ocupa o terceiro lugar no ranking nacional de homicídios, em 2021, mesmo com redução de 10% nessas estatísticas.

Na quinta (17), o governo informou que a quantidade de homicídios em janeiro de 2022 cresceu mais de 8% no comparativo com o mesmo mês de 2021.

Sinpol

O presidente do Sinpol afirmou que, antes da paralisação, eram registrados, em média, 3 mil boletins de ocorrência todos os dias. “Por causa do movimento, estão sendo feitos cerca de 300 BOs por dia, em média”, declarou.

Sobre o atendimento em delegacias, ele disse que em algumas cidades do Sertão, por exemplo, “está praticamente tudo parado”.

“Temos 90% de adesão no estado. Em FlorestaArcoverdeSalgueiro e Serra Talhada, o atendimento não está sendo prestado”, afirmou.

Sobre as carteiras de identidade, ele informou que o Instituto de Identificação Tavares Buril (IITB) está “liberando os documentos pedidos dez dias antes do movimento”.

“Aqueles documentos que foram solicitados agora, após a greve, não tem como saber quando serão entregues”, acrescentou.

O Sinpol afirma, ainda, que a greve teve impacto no Instituto de Medicina Legal (IML), no Centro do Recife. Ele afirmou eu os trabalhadores estão em “operação-padrão”. Ou seja, liberam os corpos que chegam, mas “seguindo todos os protocolos: um por vez e depois do meio-dia”.

Em relação ao processo de negociação com o governo, o sindicato diz que “está esperando a Secretaria de Defesa Social (SDS) chamar para a conversa”.

O sindicato rejeitou uma proposta de 20% de aumento feito pelo estado, na segunda (14), horas antes da deflagração da greve.

“Estamos sem aumento real há muito tempo e esse reajuste proposto não cobre nem o índice de inflação dos últimos três anos”, declarou.

Polícia Civil

Na nota, a Polícia Civil afirmou que a “população deve continuar denunciando crimes e acessando serviços”. A corporação afirmou que “está adotando todas as providências necessárias para garantir o atendimento”.

Disse também que reclamações sobre dificuldades no atendimento podem ser feitas por meio da ouvidoria, que atende pelo telefone 0800.081.5001. A ligação é gratuita.

Sobre as negociações, a Secretaria de Defesa Social (SDS) informou que continua à disposição do Sinpol para dialogar sobre valorização profissional dos policiais civis.

“Após estudos de impacto financeiro nas contas públicas, foi feita uma proposta de reajuste no montante de 20%”, disse.

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Pernambuco confirma mais 1.043 infectados e 16 óbitos por Covid-19; estado totaliza 796.669 casos e 20.969 mortes

Estado contabilizou, entre março de 2020 e esta segunda-feira (21), 57.398 quadros graves e 739.271 formas leves da doença provocada pelo novo coronavírus.

Por g1 PE

Pernambuco confirmou, nesta segunda-feira (21), 1.043 infectados pelo novo coronavírus e 16 óbitos devido à Covid-19. Com isso, Pernambuco passou a totalizar 796.669 casos confirmados da doença e 20.969 mortes provocadas pela infecção.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou que os novos registros incluem 27 (2,5%) diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 1.016 (97,5%) casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco contabilizou 57.398 quadros graves e 739.271 formas leves da doença.

Com relação aos 16 pacientes que faleceram por causa da infecção, as mortes aconteceram entre o dia 10 de junho de 2021 e o domingo (20).

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

O boletim desta segunda confirmou também dez mortes de homens e seis de mulheres.

Esses pacientes moravam em Betânia (1), Bom Conselho (1), Garanhuns (1), Jaboatão dos Guararapes (1), Recife (8), São Bento do Una (2), São Joaquim do Monte (1) e Timbaúba (1).

Os pacientes tinham entre 30 e 96 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (2) 40 a 49 (1), 50 a 59 (2), 70 a 79 (2) e 80 e mais (9).

Do total, oito tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (5), diabetes (4), hipertensão (2), histórico de AVC/AVE (1), histórico de etilismo (1), doença renal (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 16.797.224 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 7.817.679 aplicações. A cobertura chegou a 88,09% do público elegível).

Do total, 6.714.588 pessoas, ou 75,66% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais.

Foram 6.541.487 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.101 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às doses de reforço, foram aplicadas 2.264.957 unidades. A cobertura chegou a 34,29% do público elegível.

Leitos

Nesta segunda, a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid na rede pública de Pernambuco era de 62%, de um total de 2.176 unidades abertas.

Nas UTIs, havia 1.073 leitos e 68% deles estavam ocupados. Nas enfermarias, eram 1.103 unidades e a taxa de ocupação delas ficou em 56%.

Na rede particular de saúde no estado, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 55%, de um total de 355 vagas abertas.

Nas UTIs, eram 288 vagas e 71% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias privadas, havia 127 leitos e 28% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020, quando a pandemia começou em Pernambuco, o estado realizou 3.487.028 testes para detectar Covid.

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Brasil registra média móvel de 845 vítimas diárias de Covid

País tem 644.362 óbitos e 28.207.590 casos registrados do novo coronavírus, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Média móvel de mortes fica acima de 800 pelo 13º dia seguido.

Por g1

O Brasil registrou neste domingo (20) 424 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 644.362 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 845 –completando 13 dias acima da marca de 800. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +10%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 20 de fevereiro

  • Total de mortes: 644.362
  • Registro de mortes em 24 horas: 424
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 845 (variação em 14 dias: +10%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 28.207.590
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 48.490
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 103.508 por dia (variação em 14 dias: -37%)
Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Média móvel de casos conhecidos — Foto: Arte/g1

Média móvel de casos conhecidos — Foto: Arte/g1

O país também registrou48.490 novos casos conhecidos de Covid-19 em 24 horas, chegando ao total de 28.207.590 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 103.508. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de-37%, indicando tendência dequeda nos casos da doença pelo 11º dia.

A média móvel de vítimas da doença está em um patamar mais de 4 vezes maior do que estava às vésperas do ataque hacker que gerou problemas nos registros em todo o Brasil, ocorrido na madrugada entre 9 e 10 de dezembro. Na época, essa média indicava 183 mortos por Covid a cada dia.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (12 estados ): AC, AL, AP, BA, MA, PA, RO, RR, PR, RJ, SE, PE
  • Em estabilidade (9 estados): CE, ES, MS, SC, SP, GO, MG, RN, RS
  • Em queda (4 estados): AM, MT, PB, PI
  • Não divulgou (1 estado e o DF): TO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Situação nos estados — Foto: Arte/g1

Situação nos estados — Foto: Arte/g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

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O que é a perimenopausa e o que acontece com as mulheres quando esse processo começa

Menopausa é um marco na vida reprodutiva da mulher, que ocorre 12 meses após sua última menstruação. Mas muitos anos antes, seu corpo e cérebro começam a passar por uma série de transformações.

Por Laura Plitt, BBC

Com mais de 30 sintomas, a lista é tão extensa que poderíamos escrever uma reportagem inteira dedicada a ela.

E embora a maioria das mulheres esteja familiarizada com os problemas mais comuns associados à menopausa (como ondas de calor ou períodos irregulares), elas desconhecem muitos outros possíveis, como a sensação de ter insetos andando sob a pele ou queimação na boca.

Além disso, muitas consideram uma verdadeira surpresa descobrir que todas essas condições podem começar a se manifestar muitos anos antes do fim da menstruação.

Isso porque os sintomas não começam com a menopausa — termo usado para definir o marco na vida reprodutiva da mulher, que é oficialmente alcançado quando passa um ano da última menstruação — mas durante a transição para ela.

Do ponto de vista clínica, essa transição é chamada perimenopausa.

“A mulher média começa (esse processo) por volta dos 47 anos e termina aos 51, mas pode começar muito mais cedo”, explica Nanette Santoro, professora de obstetrícia e ginecologia da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

“Na minha prática clínica, tenho visto mulheres na faixa dos 30 ou 40 anos que apresentam sintomas claros da menopausa, embora testes objetivos (contagem de óvulos etc.) não pareçam mostrar que elas estão tão próximas disso”, acrescenta a especialista, que investiga os sintomas da perimenopausa e menopausa.

Ondas de calor e secura vaginal

Os sintomas a que Santoro se refere são alguns dos mais clássicos, que podem aparecer durante o período de transição e durar anos após a menopausa.

Os que aparecem com mais frequência são:

  • Menstruações irregulares: a menstruação pode ser espaçada, ocorrer com mais frequência, com mais ou menos sangramento, até que finalmente desaparece.
  • Ondas de calor: uma espécie de calor súbito e intenso no rosto e na cabeça que se espalha para o resto do corpo e dura alguns minutos até desaparecer rapidamente.
  • Suores noturnos: Fazem com que uma mulher acorde no meio da noite encharcada de suor.
  • Atrofia urogenital: um problema que, como explica à BBC News Mundo Paula Briggs, especialista em saúde sexual e reprodutiva e presidente da Sociedade Britânica para a Menopausa, “80% das mulheres sofrem” e “afeta a qualidade do tecido genital”. Esse sintoma causa secura na vagina, além de dor e irritação durante a relação sexual, bem como um aumento da necessidade de urinar e infecções urinárias.

Diminuição da fertilidade

Perda de densidade óssea: O corpo perde massa óssea mais rapidamente do que a recupera, aumentando o risco de osteoporose.

Ganho de peso e mudança na distribuição da gordura: “Há ganho de peso sem aumento da ingestão ou diminuição do exercício físico. E a distribuição do tecido adiposo é mais parecida com a forma como se distribui nos homens, acumulando-se na área central do corpo”, diz à BBC News Mundo Nicolás Mendoza, professor de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de Granada, na Espanha, e presidente da Associação Espanhola para o Estudo da Menopausa. “É uma adiposidade do tipo maçã, quando a adiposidade das mulheres tende a ser do tipo pêra.”

Outros sintomas: Muitas mulheres também notam queda de cabelo, unhas quebradiças, dores de cabeça, dores musculares, palpitações e cãibras.

Falta de estrogênio

Todas essas mudanças são resultado de flutuações hormonais e, sobretudo, da diminuição do estrogênio, hormônio crucial no ciclo reprodutivo mensal, cujos níveis não se recuperam após a menopausa.

O declínio nos níveis de estrogênio não ocorre de forma gradual e progressiva. O oposto. Os níveis sobem e descem de forma instável, diz Mendoza, e são essas oscilações desiguais que levam aos sintomas mencionados anteriormente.

Enquanto alguns sintomas estão associados a excessos desse hormônio, outros respondem à sua deficiência. Por esse motivo, algumas mulheres sofrem mais na perimenopausa do que na pós-menopausa, pois a partir desse momento os níveis hormonais tendem a se estabilizar.

Mas a volatilidade hormonal não leva apenas a mudanças e sintomas físicos; ela tem um efeito profundo no humor e no cérebro de uma mulher que passa por isso.

Impacto no humor e no cérebro

Pauline Maki, professora de psiquiatria, psicologia, obstetrícia e ginecologia da Universidade de Illinois em Chicago, nos Estados Unidos, e ex-presidente da Sociedade Americana de Menopausa, explica haver um “declínio do humor em mulheres na perimenopausa” e, em muitos casos, uma “vulnerabilidade à depressão, semelhante àquela vivenciada por mulheres após a gravidez à depressão pós-parto”.

“Sabemos que existem certas mulheres que são muito sensíveis a uma resposta emocional negativa quando sofrem mudanças repentinas em seus níveis de estrogênio”, diz ela à BBC News Mundo.

Irritabilidade, ansiedade, falta de desejo sexual, perda de memória e o chamado nevoeiro cerebral (uma mistura de confusão e diminuição das habilidades verbais e cognitivas) são outras características desse estágio.

Embora sejam causadas por fatores hormonais, também estão intimamente ligadas a outros sintomas físicos da perimenopausa.

“Existe uma relação muito intuitiva entre ondas de calor e distúrbios do sono e mau humor no dia seguinte. Pesquisas mostraram que ondas de calor em um dia prediziam mau humor no dia seguinte”, diz Maki.

“Isso ocorre em parte porque as ondas de calor (noturnas) interrompem o sono, e eu não sei você, mas quando estou cronicamente privada de sono, fico um pouco irritada”, acrescenta ela.

É difícil para uma mulher saber o que esperar quando a perimenopausa começa a aparecer no horizonte, pois a variação individual é imensa.

A experiência de menstruação no passado (regular ou irregular, dolorosa ou levemente incômoda, com muito ou pouco sangramento, com períodos longos ou curtos) não é um indicador do que pode vir.

Começar conversando com a mãe pode ser um ponto de partida, diz Santoro, já que “há algumas evidências de que pode ser algo familiar, embora a influência genética do pai também deva ser considerada”.

Tratamento

Com a estabilização dos hormônios, após a menopausa, alguns dos sintomas (especialmente aqueles de curto prazo, como ondas de calor ou dificuldades para dormir) tornam-se mais agudos no início e depois melhoram. Mas nem sempre e nem em todos os casos.

É por isso que os especialistas consultados pela BBC News Mundo concordam que a terapia de reposição hormonal (TRH) é, na grande maioria dos casos, e sob supervisão médica, o melhor tratamento a seguir.

“A falta de estrogênio pode resultar em uma perda anual de 1% da densidade mineral óssea e isso tem um efeito cumulativo, aumentando o risco de fraturas, osteoporose e dores crônicas. Além disso, a falta de estrogênio é um fator de risco cardiovascular”, explica Briggs, que acredita plenamente nos benefícios da TRH.

Muitas mulheres ainda hesitam em optar por esse tratamento, muito devido a um estudo do início dos anos 2000 que alguns especialistas disseram ter sido mal interpretado. Ele continha vários erros e amplificava os riscos de câncer a partir do tratamento.

“Entendo que não é o que todo mundo quer e tudo bem, mas acredito que pelo menos toda mulher deve ser informada de todas as coisas ligadas à menopausa. Penso que pouquíssimas mulheres vão passar por isso sem consequências, sem seguir um tratamento”, diz Briggs, acrescentando que quanto mais cedo começar, maiores serão os benefícios.

Santoro, por sua vez, esclarece que não há benefícios comprovados dessa terapia se não houver sintomas.

“Pelo que sabemos sobre terapia de reposição hormonal, não é exatamente como diabetes ou hipotireoidismo, que é a analogia que muitas vezes é feita (quando o hormônio que falta é substituído). A TRH só é indicada em caso de sintomas, não parece funcionar para diminuir os riscos (de falta de estrogênio).”

Mudanças no estilo de vida

Além da TRH, há muitas outras coisas que uma mulher pode fazer para melhorar sua condição geral na fase da perimenopausa.

“Yoga e terapia cognitivo-comportamental mostraram algumas melhorias para problemas de sono e ondas de calor”, diz Santoro.

“Você tem que ser gentil consigo mesma. Tenha autocompaixão. Reconheça que essas são experiências muito normais, que você não está sozinha e que a pesquisa de hoje valida sua experiência. (No caso da depressão), é algo tão normal quanto a depressão pós-parto”, diz Maki.

Segundo a especialista, as mudanças no dia a dia também podem ser de grande ajuda.

“O exercício é muito importante porque demonstrou alterar a química do cérebro”, destaca ela, que também recomenda ioga e meditação para reduzir a irritabilidade e a ansiedade.

“É importante limitar a ingestão de álcool. Muitas mulheres, quando se sentem irritadas e estressadas, tomam uma ou duas taças de vinho, quando isso é realmente contraproducente.”

“Há evidências que mostram que, com o impacto dessas alterações hormonais no cérebro, há uma resposta adversa de humor após o consumo de álcool”.

Além disso, quando alguém se sente para baixo, tende a evitar o contato com as pessoas, e isso não é bom para o cérebro, acrescenta Maki.

“Temos que nos forçar a nos envolver em atividades sociais com pessoas que nos dão energia. Isso é muito importante.”

Em suma, de qualquer forma, é essencial ficar de olho nos sintomas.

“Não podemos dizer às mulheres apenas que isso é um fenômeno natural — não lhes contamos, por exemplo, sobre a dor da menstruação — e que logo passa. Se os sintomas afetam a qualidade de vida, devem ser tratados sem condescendência”, conclui Mendoza.

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CoronaVac contra a ômicron deve chegar ao Brasil em abril

Edson Kaique Lima 

Olhar Digital

O presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou a produção de uma versão da CoronaVac contra a variante ômicron do vírus da Covid-19. Assim como a versão original do imunizante, a atualização também está sendo desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

De acordo com Covas, os testes da versão otimizada da CoronaVac contra a ômicron devem ser iniciados no Brasil já em abril deste ano. Inicialmente, o desenvolvimento da vacina será na ilha de Hong Kong, ainda em fevereiro, e as primeiras doses chegarão ao Brasil em março para o início dos estudos clínicos.

Primeiras doses chegam em março

“A nossa parceira Sinovac anunciou o desenvolvimento da vacina contra a ômicron, que deve entrar em estudos clínicos ainda esse mês em Hong Kong”, declarou Covas. “Em março devemos receber mais uma missão chinesa que virá começar a discussão com a Anvisa para fazer o planejamento do estudo no Brasil”.

Segundo Covas, se tudo correr como o planejado, é possível que a definição dos estudos clínicos já esteja completa em abril.

O imunizante nada mais é do que uma versão atualizada da boa e velha CoronaVac, que já é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac desde o final de 2020. A otimização contra a ômicron é algo como a versão 3.0 da vacina desenvolvida contra a cepa de Wuhan.

Outras vacinas contra a ômicron

Como a variante ômicron causou uma grande alta nos casos de Covid-19 no mundo inteiro, e se mostrou mais resistente às vacinas existentes, as farmacêuticas começaram uma corrida para atualizar suas vacinas, além de otimizá-las contra a nova cepa.

Além da Sinovac com a CoronaVac, empresas como Moderna e Pfizer também estão trabalhando em atualizações de suas vacinas contra a ômicron. Enquanto os primeiros testes da Pfizer foram positivos, os resultados da atualização da Moderna não animaram muito.

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Hospital Regional do Agreste, em Caruaru, aplica curativo a vácuo em pacientes com feridas complexas

Unidade de saúde passou a adotar método, que consiste na aplicação de uma pressão negativa tópica.

Por g1 Caruaru

O Hospital Regional do Agreste (HRA), em Caruaru, passou a utilizar procedimentos de aplicação de curativos especiais em pacientes com tratamento de feridas complexas e de difícil cicatrização.

O tratamento é feito através de terapia por pressão negativa, conhecida como curativo a vácuo. O método para utilização é simples e consiste na aplicação de uma pressão negativa tópica. Essa terapia aumenta o fluxo sanguíneo, remove fluidos da ferida, estimula o crescimento de tecido de granulação, atrai as bordas da ferida e promove a eliminação de bactérias, acelerando o processo de cicatrização.

Segundo a enfermeira da Comissão de Pele do HRA, Ana Paula Albuquerque, esse curativo acelera a cicatrização e faz com que o paciente tenha menos complicações, levando a alta hospitalar mais rápido. “O tratamento traz grandes benefícios. Lesões extensas, de difícil cicatrização, fazem com que o paciente permaneça mais tempo no hospital, o que pode fragilizar ainda mais a saúde física e emocional. Além disso, proporciona mais conforto, pois, grandes feridas podem causar dor”, explicou.

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Anvisa recebe pedido de uso emergencial de remédio da Pfizer contra Covid-19

Segundo agência, análise do Paxlovid pode levar até 30 dias.

Por g1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, nesta quarta-feira (16), o pedido de uso emergencial do Paxlovid, medicamento da Pfizer contra a Covid-19. O prazo de análise é de 30 dias e o pedido foi feito pela própria farmacêutica.

O medicamento deve ser usado logo após o aparecimento dos sintomas em pessoas com alto risco de desenvolver a forma grave da doença.

Segundo a Anvisa, as primeiras 24 horas de análise serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e verificar se os documentos necessários foram disponibilizados pela Pfizer. Se houver informações faltando, a agência pode solicitá-las ao laboratório.

O Paxlovid é um antiviral de uso oral que, em estudos, foi capaz de reduzir em 89% risco de hospitalizações e mortes pela Covid-19. O remédio já foi aprovado para uso emergencial na União Europeiano Canadá, nos Estados Unidos e na China.

Vacina continua necessária

O sucesso do remédio, entretanto, NÃO é motivo para não tomar a vacina contra a Covid – conforme afirmou o próprio diretor da Pfizer quando os resultados foram anunciados, em novembro passado:

“O fato de termos um tratamento não é de jeito nenhum razão para não tomarmos a vacina. Na verdade, devemos tomar a vacina”, disse Albert Bourla.

Até agora, 71% da população brasileira já recebeu duas doses ou a dose única de alguma vacina contra a Covid-19, mas só cerca de 27% recebeu a dose de reforço – considerada essencial por cientistas e entidades para combater a variante ômicron do coronavírus.

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Ômicron afeta menos o pulmão, mas está longe de ser gripe; entenda impacto e sequelas da variante

Pneumologista e infectologista avaliam que é cedo para fazer afirmações sobre as consequências da variante a longo prazo. No entanto, parte das impressões que corroboram que é uma versão menos agressiva do vírus estão, na verdade, ligadas à vacinação contra a doença.

Por Carolina Dantas, g1

A ômicron se espalhou pelo Brasil e, desde dezembro, a curva de transmissão e o número de mortes entraram em ascensão em meio a uma explosão de casos. Por isso, novas perguntas surgem em meio a mais esta onda do coronavírus: a ômicron causa impacto menor no pulmão e em outras partes do corpo? A variante deixa sequelas da Covid longa? Faz sentido dizer que ela é mais “fraca”?

As respostas do especialistas consultados pelo g1 apontam para a gravidade da doença e um fato: a ômicron não causa resfriados. Há consenso de que as impressões de que o impacto da Covid-19 atualmente seria mais leve estão diretamente relacionadas à proteção conferida pela vacinação.

No entanto, a lotação das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) segue alta. Como o número de casos está ainda maior, mesmo que a nova variante tenha um risco de morte proporcionalmente menor, o número absoluto de casos graves ainda tem um papel relevante. Nesta terça-feira (15), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informou que os casos da ômicron tiveram ‘forte impacto’ no sistema de saúde em janeiro.

“O efeito da vacina deu essa impressão de que a ômicron é leve. Ela é de fato mais leve do que a delta e que a gama, mas não é verdade que ela não cause quadros graves”, disse Frederico Fernandes, diretor da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.

Como a ômicron age no pulmão?

Independentemente da variante, o coronavírus entra no corpo humano pelas vias aéreas. As gotículas que carregam o vírus entram pelo nariz ou pela boca e se multiplicam até “estacionar” nos pulmões. A partir daí, a Covid-19 pode se desenvolver em uma escala que varia entre casos assintomáticos e casos graves, com necessidade de UTI e até risco de morte.

Os pulmões são órgãos-chave do desenvolvimento da doença.

“Quando o acometimento pulmonar acontece e, especialmente, ele atinge mais de 25% do pulmão, vai aumentando a chance de os indivíduos terem a Covid grave, ou seja, precisarem de internação hospitalar, suporte com oxigênio, ou ventilação mecânica. É a doença no pulmão que leva o indivíduo ter o caso grave”, explica Ferndandes.

No caso da ômicron, o pneumologista explica que “a doença no pulmão, ou seja, os casos graves, reduziu muito com a vacinação”. No entanto, entre os não vacinados, a chance de um acometimento do órgão ainda é alta.

“Em indivíduos com o esquema de vacinação completo, a chance de ter morrer por uma doença pulmonar grave pela Covid diminuiu cerca de 11 vezes, em comparação com o indivíduo não vacinado”, disse o especialista, se referindo a estudo feito pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

O estudo publicado pela “The BMJ” reuniu dados de vigilância coletados durante o verão pelo CDC, órgão de saúde americano. Além do número citado por Fernandes, os números apontaram que pessoas vacinadas tinham 10 vezes menos probabilidade de serem internadas no hospital e cinco vezes menos de serem infectadas, em comparação com não vacinadas.

E a ômicron, será que tem uma chance menor de causar a doença pulmonar e grave? Aparentemente sim, segundo o pneumologista, se a comparação for feita com a delta e a gama. No entanto, a chance é 50% menor do que as variantes anteriores, segundo dados do governo do Reino Unido – ou seja, o risco ainda existe.

Pacientes ainda apresentam Covid longa?

Estudos preliminares no início da pandemia chegaram a alertar que os sintomas da Covid longa – quando os sinais persistem mesmo após o fim da infecção — poderiam acometer até 80% dos pacientes. Fadiga, dor de ouvido, perda de olfato e paladar, ansiedade, problemas para dormir, entre outros problemas, são relatados por sobreviventes da doença.

Infectologista do Hospital Sírio-Libanês e consultora técnica do Ministério da Saúde, Carla Kobayashi avalia que é cedo para afirmar se a ômicron é capaz, ou não, de causar a Covid longa. A alta das infecções começou em dezembro no Brasil, com a maioria dos casos em janeiro. Algumas internações hospitalares ocorrem por um período de algumas semanas e apenas depois disso que é possível identificar qualquer sequela do vírus no corpo.

“Há um arsenal de possibilidades e de sintomas crônicos. A gente já tinha isso desde o início da pandemia e agora, com a ômicron, estamos observando que, apesar desses sintomas agudos serem mais curtos, ainda existem alguns casos, uma porcentagem boa com sintomas pós-Covid”, disse Kobayashi.

“E quais são esses sintomas? Aquela fadiga, aquele cansaço mais crônico, uma dor no corpo mais crônica, a perda do olfato e do paladar, que não está sendo tão comum na ômicron, mas que quando ocorre pode ficar até 2 meses”.

De acordo com Fernandes, a perda de olfato e paladar é um sintoma que não deixou de existir com a ômicron, mas, de fato, “parece que reduziu”. Ele avalia que também é cedo para fazer afirmações sobre as sequelas da nova variante, mas compartilha da impressão de que há uma redução, talvez relacionada à vacinação.

“Era muito comum com a variante inicial a perda do olfato, e essa perda do olfato aguda costumava perdurar, às vezes, até meses. Hoje, seja porque a ômicron tem menor afinidade com os tecidos relacionados à sensibilidade do olfato, seja porque mudou o panorama de vacinação, a gente não vê tanto anosmia como no início da pandemia, nem aguda nem prolongada”, disse o pneumologista.

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Brasil completa uma semana com média móvel de mortes por Covid acima de 800 por dia

País tem 638.913 óbitos e 27.541.131 casos registrados do novo coronavírus, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Média móvel de vítimas está agora em 885.

Por Fábio Tito, g1

O Brasil registrou nesta segunda-feira (14) 464 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 638.913 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 885 –completando uma semana acima da marca de 800. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +46%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 14 de fevereiro

  • Total de mortes: 638.913
  • Registro de mortes em 24 horas: 464
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 885 (variação em 14 dias: +46%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 27.541.131
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 58.100
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 133.713 por dia (variação em 14 dias: -28%)
Média móvel de óbitos por Covid no Brasil, a cada dia, nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Média móvel de óbitos por Covid no Brasil, a cada dia, nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

O país também registrou 58.100 novos casos conhecidos de Covid-19 em 24 horas, chegando ao total de 27.541.131 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 133.713Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de-28%, indicando tendência dequedanos casos da doença pelo 4º dia.

Curva da média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1

Curva da média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1

A média móvel de vítimas da doença atinge agora um patamar quase 5 vezes maior do que estava às vésperas do ataque hacker que gerou problemas nos registros em todo o Brasil, ocorrido na madrugada entre 9 e 10 de dezembro. Na época, essa média indicava 183 mortos por Covid a cada dia.

Em Rondônia, que vinha registrando em média 5 mortes por dia pela doença, houve registro de 72 mortes em 24 horas. A secretaria estadual explicou que isso ocorreu devido à retificação de dados represados desde o ataque ao banco de dados do Ministério da Saúde até o presente.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (19 estados e o DF): RO, RJ, PI, MA, BA, AP, TO, PA, MG, SE, DF, PE, AL, RS, PB, SP, ES, AC, PR, MS
  • Em estabilidade (4 estados): RN, MT, SC, CE
  • Em queda (3 estados): GO, AM, RR

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Média móvel nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Média móvel nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

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Pernambuco registra 5.227 novos casos de Covid-19 em 24 horas, além de mais 12 mortes provocadas pela doença

Agora, estado contabiliza, até este sábado (12), 759.548 casos confirmados e 20.820 óbitos em decorrência da infecção, desde o início da pandemia.

Por g1 PE

Pernambuco registrou, neste sábado (12), 5.227 novos casos da Covid-19, além de mais 12 mortes provocadas pela doença. Com esses números, o estado soma agora 759.548 casos confirmados e 20.820 óbitos em decorrência da infecção.

Entre os confirmados neste sábado, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), 50 (ou 1%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), e 5.177 (ou 99%) são leves.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, Pernambuco totaliza 56.941casos graves e 702.607 leves.

Mortes

Dos 12 óbitos confirmados laboratorialmente neste sábado, seis foram de pacientes do sexo masculino e outros seis, do sexo feminino. As mortes ocorreram entre os dias 9 de janeiro e a sexta-feira (11).

As novas mortes são de pessoas residentes dos municípios de Afogados da Ingazeira (1), Camaragibe (1), Caruaru (1), Igarassu (1), Itaquitinga (1), Petrolina (1), Recife (5), Vitória de Santo Antão (1).

Os pacientes tinham entre 25 e 110 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (1), 40 a 49 (1), 50 a 59 (3), 60 a 69 (1), 70 a 79 (1) e 80 e mais (5).

Do total, cinco tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (3), diabetes (4), doença cardíaca (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. O restante segue em investigação.

Vacinação

Pernambuco já aplicou 16.465.925 doses de vacinas contra a Covid- 19, desde o início da campanha de imunização no estado, no dia 18 de janeiro de 2021.

Com relação às primeiras doses, foram 7.665.662 aplicações. Já completaram seus esquemas vacinais 6.663.816 pessoas, sendo 6.490.715 que foram vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.101 que foram contemplados com vacina aplicada em dose única.

Em relação às doses de reforços (terceira dose), já foram aplicadas 2.136.447.

Leitos

Neste sábado, a taxa global de ocupação de leitos na rede pública estadual voltados aos pacientes com Covid ficou em 74%, de um total de 2.093 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 1.056 leitos disponíveis e 80% deles estavam com doentes de Covid. Nas enfermarias, eram 1.037 vagas e a taxa de ocupação delas chegou a 68%.

Na rede particular de saúde, a taxa global de ocupação de leitos neste sábado ficou em 57%, de um total de 353 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 226 unidades disponíveis e 72% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, havia 127 leitos e 31% deles estavam ocupados.

Ômicron

Uma nova análise genética realizada pelo Instituto Aggeu Magalhães, da Fiocruz, aponta que a variante ômicron continua predominante em Pernambuco, com mais de 99% das amostras sequenciadas.

De acordo com os dados divulgados neste sábado (12), pela Secretaria Estadual de Saúde, dos 244 genomas analisados, 243 foram identificados como a linhagem ômicron.

As coletas para esta nova rodada do sequenciamento genético foram realizadas entre os dias 12 e 27 de janeiro deste ano.

Em todas, a linhagem identificada foi a BA.1, ainda não havendo, portanto, indício de infecções pela subvariante BA.2 – que, de acordo com estudo de pesquisadores da Dinamarca, é mais transmissível que a original.

Em apenas uma amostra foi identificada a variante delta em um paciente de Cabrobó, no Sertão de Pernambuco, colhida em 17 de janeiro deste ano.

Os primeiros casos da variante ômicron no estado foram confirmados no dia 7 de janeiro de 2022, após o resultado da análise de 80 amostras coletadas entre novembro e dezembro de 2021, quando 21 delas, o equivalente a 26%, foram positivas para essa linhagem do coronavírus.

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