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NUVEM DE TAGS

Pernambuco recebe mais 54 mil unidades de vacina da Pfizer contra Covid-19 para segunda dose

Orientação da Secretaria Estadual de Saúde é que imunizante seja utilizado para completar esquema vacinal de pessoas com deficiência e comorbidades.

Por G1 PE

Pernambuco recebeu uma nova remessa com 54.990 unidades de vacina Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), as doses devem ser utilizadas para garantir a segunda aplicação do imunizante para pessoas com deficiência ou comorbidades

O lote chegou ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, na Zona Sul, na noite da quarta-feira (1°), e seguiu para a sede do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE), na Zona Norte da capital pernambucana.

Na mesma data, Pernambuco também recebeu 502 mil unidades da CoronaVac/Butantan destinadas para aplicação de primeiras e segundas doses na população geral.

No caso da Pfizer, é necessário uma segunda dose com intervalo de três meses da primeira. Já a CoronaVac precisa de uma segunda imunização com hiato que pode variar entre 21 e 28 dias, de acordo com o Ministério da Saúde.

Na sede do PNI-PE, as doses foram checadas e separadas por cidade, de onde seguem para as 12 Gerências Regionais de Saúde e ficam disponíveis para a retirada dos gestores municipais.

Desde janeiro deste ano, Pernambuco recebeu 10.477.640 doses de vacinas contra o novo coronavírus, sendo 4.133.520 unidades da AstraZeneca/Fiocruz, 3.931.320 vacinas da CoronaVac/Butantan, 2.240.550 imunizantes da Pfizer/BioNTech e 172.250 unidades da Janssen, que é dose única.

Vacinação em Pernambuco

De acordo com boletim divulgado pela SES na quarta-feira (1°), desde o início da campanha de vacinação, o estado aplicou 8.130.750 doses de vacinas contra o novo coronavírus. Desse total, 2.540.697 pessoas completaram seus esquemas vacinais, sendo 2.367.706 com imunizantes aplicados em duas doses e outras 172.991 contempladas com vacina aplicada em dose única.

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Risco de miocardite é maior com o vírus do que com a vacina

Lucas Soares 

Olhar Digital

Recentemente as vacinas contra a Covid-19 foram associadas a um número pequeno de casos de miocardite, o que fez o sintoma ser adicionado como uma possibilidade bastante rara para os imunizantes de algumas marcas. Agora, um estudo divulgado nesta terça-feira (31) revelou que o vírus apresenta chances bem maiores de causar a condição em contaminados pelo vírus.

Pesquisas anteriores mediram as chances do desenvolvimento de miocardite após a vacinação com os produtos da Pfizer e da Moderna, principalmente em crianças e jovens. O resultado do novo estudo mostra que o risco de miocardite é mais alto após contrair Covid-19 e não depois de tomar o imunizante.

Miocardite em pacientes com Covid-19

“A miocardite permanece rara em pacientes com ou sem Covid”, explica o documento assinado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA (CDC). “No entanto, a covid-19 é um fator de risco forte e importante para miocardite, e esse risco varia com a idade”, completa ainda o texto.

estudo analisou pacientes entre março de 2020 e janeiro deste ano. A conclusão é de que aqueles que tiveram Covid-19 possuem 16 vezes mais chances de desenvolverem miocardite. Menores de 16 anos e maiores de 50 foram os mais afetados pela condição.

Apesar do estudo não comparar diretamente a chance de miocardite pelo vírus e pela vacina, o relatório cita um estudo israelense que conclui que vacinados com o imunizante da Pfizer possuem três vezes mais chance de miocardite. Ou seja, a multiplicação das chances pelo vírus são muito maiores do que pela vacina.

Os sintomas mais comuns de miocardite, conforme a Anvisa, são: dor no peito, falta de ar, palpitações ou mudanças no ritmo dos batimentos cardíacos.

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Brasil tem média móvel de 671 vítimas diárias de Covid; total se aproxima de 580 mil

País contabiliza 579.643 óbitos e 20.751.108 casos de coronavírus, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde.

Por G1

Brasil se aproxima das 580 mil mortes pela Covid

O Brasil registrou nesta segunda-feira (30) 313 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas. O total de óbitos chegou a 579.643 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 671 —a menor registrada desde 30 de dezembro e quinto dia seguido abaixo da marca de 700. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -19% e aponta tendência de queda.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta segunda. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Terça (24): 730
  • Quarta (25): 718
  • Quinta (26): 696
  • Sexta (27): 677
  • Sábado (28): 687
  • Domingo (29): 679
  • Segunda (30): 671

Em 31 de julho o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Dois estados e o Distrito Federal apresentam tendência de alta nas mortes: RJ, DF e SE.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 20.751.108 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.453 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 23.975 diagnósticos por dia –o menor registro desde 11 de novembro (quando estava em 22.581), resultando em uma variação de -18% em relação aos casos registrados na média há duas semanas, o que indica queda.

Em seu pior momento a curva da média móvel chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 30 de agosto

  • Total de mortes: 579.643
  • Registro de mortes em 24 horas: 313
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 671 por dia (variação em 14 dias: -19%)
  • Total de casos confirmados: 20.751.108
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 12.453
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 23.975 por dia (variação em 14 dias: -18%)

Estados

  • Em alta (2 estados e o DF): SE, RJ, DF
  • Em estabilidade (6 estados): BA, ES, PB, MA, SC, RS
  • Em queda (18 estados): PR, MG, SP, GO, MS, MT, AC, AM, AP, PA, RO, RR, TO, AL, CE, PE, PI, RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Mais de 61 milhões de brasileiros completaram o esquema vacinal, ou seja, tomaram as duas doses ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão totalmente imunizados. São 61.166.920 pessoas, o que corresponde a 28,67% da população. Os dados também foram reunidos do consórcio de veículos de imprensa.

Os que estão parcialmente imunizados, ou seja, que apenas a primeira dose de vacinas, são 130.019.681 pessoas, o que corresponde a 60,95% da população.

Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 191.186.601 doses aplicadas no país.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: -20%
  • RS: +11%
  • SC: -15%

Sudeste

  • ES: +7%
  • MG: -28%
  • RJ: +33%
  • SP: -29%

Centro-Oeste

  • DF: +20%
  • GO: -42%
  • MS: -20%
  • MT: -39%

Norte

  • AC: -25%
  • AM: -40%
  • AP: -73%
  • PA: -36%
  • RO: -58%
  • RR: -33%
  • TO: -53%

Nordeste

  • AL: -27%
  • BA: +15%
  • CE: -54%
  • MA: -6%
  • PB: 0%
  • PE: -45%
  • PI: -52%
  • RN: -48%
  • SE: 90%

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Estado de SP atinge menor média diária de novas internações por Covid-19 desde o início da pandemia, diz governo

Segundo o governo paulista, a semana epidemiológica atingiu 740 hospitalizações diárias, uma queda de 11,9% em relação à última semana; Apesar disso, o estado tem neste domingo (19) 6.499 pacientes internados com a doença, 3.264 em UTIs e outros 3.235 em enfermarias.

Por G1 SP — São Paulo

O estado de São Paulo atingiu nesta semana a menor média diária de novas internações por Covid-19 de toda a pandemia, com 740 hospitalizações diárias, segundo a secretaria estadual da Saúde.

De acordo com a pasta, o número indica uma queda de 11,9% em relação à semana epidemiológica anterior. Esse total chegou a ser 4,5 vezes maior no pico da segunda onda da doença, atingindo, na época, 3.381 novas internações diárias no início de março de 2021.

Apesar disso, o estado registrou neste domingo (19) o número total de 6.499 pacientes internados por causa da Covid-19. Pelo menos 3.264 pacientes estão em unidades de terapia intensiva (UTI) e outros 3.235 em leitos de enfermaria.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado neste domingo (19) chegou a 36,3% no estado e 36,4% na Grande São Paulo. No pico da 2ª onda, em maio deste ano, a ocupação de UTIs no estado chegou a ficar acima de 90%.

A secretaria da Saúde também afirmou que neste domingo (29) o estado atingiu a menor média diária de novos óbitos do ano, com 188 óbitos nos últimos sete dias e uma queda de 20,7% em relação à semana epidemiológica anterior.

Até então, a média mais baixa havia sido registrada em meados de janeiro, segundo a secretaria. O número foi quatro vezes maior entre a segunda e terceira semana de março, marcado por recordes nos indicadores da Covid-19 no estado.

Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo registrou 73 novos óbitos pela Covid-19, além de 3.042 novos casos da doença em todo o estado.

No total, São Paulo atingiu neste domingo (29) 145.522 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia, além de ter chegado ao número de 4.253.516 casos da doença desde março de 2020, quando começou a contagem no governo de SP no estado.

Redução no número de casos

O domingo (19) também foi marcado por um nova patamar de baixa no número de novos casos da doença no estado. Pela primeira vez em 2021, os novos casos também chegaram a uma média diária inferior a 6 mil, registrando 5.865 casos nesta semana epidemiológica, com um declínio de 8,4% comparando-se à semana epidemiológica anterior, informou o governo paulista.

Essa média de casos chegou a ultrapassar 17,6 mil no final de maio deste ano, quando houve a segunda onda da doença no estado de SP.

“Como resultado da campanha de vacinação e da manutenção de medidas preventivas mesmo com a retomada total das atividades econômicas, desde o último final de semana, os indicadores atuais estão entre os menores números já vistos no decorrer de todo o monitoramento feito pelo Governo do Estado de São Paulo”, declarou a secretaria da Saúde.

Entre 17 de janeiro e 29 de agosto, o estado de São Paulo aplicou 49,88 milhões de vacinas contra Covid-19 e já alcançou 97,14% de todos os adultos com pelo menos uma dose de vacina.

Do total de imunizados até este domingo (29), 47,25% da população adulta já tomou as duas doses dos imunizantes ou a dose única da vacina da Janssen, de acordo com o “Vacinômetro”, do governo paulista.

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Mais 133 mil doses de vacina da Pfizer contra Covid-19 chegam a Pernambuco

Nova remessa é para ambas primeira e segunda aplicação do imunizante, segundo Secretaria Estadual de Saúde. Distribuição para municípios começou nesta sexta-feira (27).

Por G1 PE

Pernambuco recebeu uma nova remessa com 133.380 doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech. Os imunizantes chegaram ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, na Zona Sul da cidade, na noite da quinta-feira (26).

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a orientação para os municípios foi de utilizar os imunizantes para a primeira dose da população em geral e de adolescentes de 12 a 17 anos de idade, e como segunda dose para gestantes, puérperas e pessoas com comorbidades.

As caixas com as unidades de vacina foram levadas para a sede do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE), na Zona Norte da capital pernambucana, onde foram checadas e separadas por município. Na tarde da quinta-feira (26), o estado também recebeu um lote com 241,6 mil doses de CoronaVac/Butantan, que também seguiram para o PNI.

Na madrugada desta sexta-feira (27), os imunizantes de ambos os fabricantes foram encaminhadas às 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), onde ficam disponíveis para retirada feita pelas cidades, que são responsáveis pela campanha de vacinação.

No caso da Pfizer/BioNTech, é necessária uma segunda aplicação com intervalo de três meses para completar o esquema vacinal. Já a CoronaVac/Butantan precisa de uma segunda aplicação com 28 dias da primeira.

Desde o início da campanha de vacinação, em janeiro deste ano, Pernambuco recebeu 9.804.240 doses de vacinas contra o novo coronavírus. Desse total, foram 4.059.270 da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, 3.429.280 da CoronaVac/Butantan, 2.143.440 da Pfizer/BioNTech e 172.250 da Janssen.

Dose de reforço

Na quinta (26), o governo do estado anunciou que as doses de reforço de vacina contra a Covid-19 devem começar a ser aplicadas em 15 de setembro. Nessa fase da campanha de imunização, foram contemplados idosos a partir de 70 anos e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos).

Na quarta-feira (25), o Ministério da Saúde autorizou a aplicação das doses de reforço nos dois grupos prioritários.

Vacinação em Pernambuco

Segundo boletim divulgado pela SES na quinta-feira (26), desde o início da campanha de vacinação, Pernambuco aplicou 7.682.070 doses de vacinas contra a Covid-19. Desse total, 2.376.269 moradores do estado completaram seus esquemas vacinais.

De acordo com a SES, 2.203.278 pessoas foram vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 172.991 contempladas com vacina aplicada em dose única.

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Em queda, média móvel é de 718 mortes diárias por Covid; total de vítimas passa de 576 mil

País contabiliza 576.730 óbitos e 20.645.055 casos de coronavírus, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Média de vítimas diárias é a menor registrada desde o dia 4 de janeiro.

Por G1

O Brasil registrou 901 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando nesta quarta-feira (25) 576.730 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 718 —a menor registrada desde o dia 4 de janeiro (quando estava em 707). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -19% e aponta tendência de queda.

Já a média móvel de casos, em 26.691 por dia, voltou a atingir o menor patamar visto em mais de nove meses (veja detalhes mais abaixo).

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quarta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quinta (19): 821
  • Sexta (20): 821
  • Sábado (21): 773
  • Domingo (22): 765
  • Segunda (23): 766
  • Terça (24): 730
  • Quarta (25): 718

Em 31 de julho o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Somente o Sergipe apresenta tendência de alta nas mortes. A maioria dos estados, 16 deles, apresenta tendência de queda.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 20.645.055 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 30.047 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 26.691 diagnósticos por dia, a menor desde 13 de novembro (quando estava em 25.599), resultando em uma variação de -15% em relação aos casos registrados na média há duas semanas, o que indica estabilidade.

Em seu pior momento a curva da média móvel chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 25 de agosto

  • Total de mortes: 576.730
  • Registro de mortes em 24 horas: 901
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 718 por dia (variação em 14 dias: -19%)
  • Total de casos confirmados: 20.645.055
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 30.047
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 26.691por dia (variação em 14 dias: -15%)

Estados

  • Em alta (apenas 1 estado): SE
  • Em estabilidade (9 estados e o DF): PA, DF, RJ, RN, RS, AC, MS, ES, SC, PR
  • Em queda (16 estados): AL, GO, MT, MA, TO, MG, PI, SP, BA, PB, PE, CE, RO, RR, AM, AP

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Os brasileiros que estão imunizados, ou seja, que tomaram as doses necessárias de vacinas contra a Covid são 27,24% da população. São 57.687.624 doses aplicadas de imunizantes desde o começo da vacinação, em janeiro. Os dados também foram reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

A primeira dose foi aplicada em 126.643.511 pessoas, o que corresponde a 59,81% da população.

Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 183.473.620 doses aplicadas.

Veja a situação nos estados

Estado com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estado com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: -14%
  • RS: 0%
  • SC: -14%

Sudeste

  • ES: -8%
  • MG: -27%
  • RJ: +9%
  • SP: -29%

Centro-Oeste

  • DF: +12%
  • GO: -20%
  • MS: -4%
  • MT: -21%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: -49%
  • AP: -59%
  • PA: +14%
  • RO: -46%
  • RR: -48%
  • TO: -27%

Nordeste

  • AL: -16%
  • BA: -30%
  • CE: -41%
  • MA: -24%
  • PB: -34%
  • PE: -34%
  • PI: -27%
  • RN: +4%
  • SE: +24%

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Dose de reforço contra Covid começa em setembro para dois grupos, diz ministério; saiba quem pode tomar

A vacinação é indicada para idosos com mais de 70 anos e imunossuprimidos. A pasta informou que a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen ou da AstraZeneca.

Por G1

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (25) que a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 será oferecida no Brasil. Abaixo, veja o que se sabe:

  • Data de início: doses devem ser enviadas aos estados a partir de 15 de setembro
  • Público-alvo: idosos com mais de 70 anos e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos)
  • Vacinas: preferencialmente Pfizer, mas também poderão ser utilizadas a vacina da AstraZeneca e Janssen

A dose de reforço é indicada para os idosos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses. No caso dos imunossuprimidos, eles devem esperar 28 dias após a segunda dose.

Os pacientes “imunossuprimidos” incluem por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetíveis a infecções.

A pasta informou que a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen ou da AstraZeneca.

O ministério também disse que o intervalo entre as doses da Pfizer e da AstraZeneca será reduzido a partir de setembro: passará de 12 semanas para 8 semanas.

Estudos de 3ª dose no Brasil

  • Pfizer: investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina, a Comirnaty. O imunizante extra será aplicado em pessoas que tomaram as duas doses completas há pelo menos seis meses.
  • AstraZeneca (nova versão): a farmacêutica desenvolveu uma nova versão da vacina que está em uso no país, buscando proteção contra a variante beta. Parte do ensaio clínico prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD2816) seja aplicada em pessoas que receberam as duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222).
  • AstraZeneca (usada no país): avalia a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da versão original da vacina da AstraZeneca (AZD1222) em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações.
  • CoronaVac: o grupo será dividido em quatro: 25% vão receber como terceira dose a vacina da Pfizer, 25% da AstraZeneca, 25% da Janssen e 25% da CoronaVac. O objetivo é saber se a terceira dose vai aumentar o número de anticorpos. Os pesquisadores também vão avaliar a segurança dessa terceira dose, possíveis reações, como febre e dor, já que serão testadas vacinas diferentes em cada grupo.

Nos últimos dias, a Anvisa também solicitou mais informações sobre as doses de reforço aos fabricantes das vacinas da Pfizer e AstraZeneca. Uma reunião com a Janssen também está prevista para esta semana. “O objetivo é antecipar informações para avaliar o cenário em torno da necessidade ou não de doses adicionais das vacinas contra Covid-19 em uso no Brasil”, explicou a agência.

Outros países

Países como Israel e Chile já começaram a aplicar a dose de reforço. Na semana passada, os Estados Unidos anunciaram que a terceira dose será dada a partir de setembro.

Israel oferece terceiras doses da vacina da Pfizer a pessoas com mais de 60 anos e a outros grupos vulneráveis. Até agora, mais de um milhão de israelenses receberam o reforço, em meio a uma alta de casos de Covid-19 no país.

No Chile, pessoas com 55 anos ou mais que tomaram a CoronaVac antes de 31 de março irão receber uma nova dose da AstraZeneca. Pacientes imunodeprimidos receberão uma dose extra da Pfizer.

Também na América do Sul, o Uruguai começou a oferecer terceiras doses para aqueles que receberam a CoronaVac. A dose de reforço será da Pfizer, administrada ao menos 90 dias depois da segunda dose da vacina inicial.

O governo dos Estados Unidos afirmou que tem planos para ministrar uma terceira dose de vacina contra a Covid-19 no país a partir do dia 20 de setembro. A dose de reforço será inicialmente dada aos profissionais da saúde, aos moradores de asilos geriátricos e pessoas mais velhas (esses foram os primeiros grupos que receberam as vacinas no fim de 2020 e começo de 2021).

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Biden recebe relatório de inteligência inconclusivo sobre origem do coronavírus

Documento não conclui se o vírus que já matou mais de 4,4 milhões de pessoas em todo o mundo passou de um animal para um ser humano ou se escapou de um laboratório na China.

Por G1

O relatório de inteligência sobre a origem do novo coronavírus (o SARS-CoV-2), solicitado pelo presidente dos Estados UnidosJoe Biden, aos serviços de inteligência do país, é inconclusivo.

A inteligência americana não conseguiu confirmar se o vírus que já matou mais de 4,4 milhões de pessoas em todo o mundo passou de um animal para um ser humano ou se escapou de um laboratório na China.

Biden havia pedido o documento no fim de maio e deu um prazo de 90 dias (que acabou de vencer). A revelação sobre a conclusão do relatório foi feita pelo jornal “The Washington Post” na terça-feira (24).

Na ocasião, o presidente americano pediu aos investigadores que fizessem questionamentos ao governo chinês, que criticou o pedido e disse que o governo americano estava agindo politicamente.

Parte do motivo para os serviços de inteligência não chegarem a uma conclusão é que a China não forneceu informações suficientes, segundo o “The Wall Street Journal”.

Fontes citadas pelo “Washington Post” dizem que os serviços de inteligência tentarão desclassificar partes do relatório, para que sejam divulgadas.

Estudos sobre a origem

A OMS (Organização Mundial da Saúde) enviou uma missão de especialistas à China no começo do ano para tentar descobrir a origem do SARS-CoV-2, mas o relatório também não chegou a uma conclusão definitiva.

Os especialistas da OMS consideraram extremamente improvável a teoria de vazamento em laboratório, mas o grupo ficou apenas três horas no Instituto de Virologia de Wuhan e toda a visita foi altamente controlada pelo governo chinês.

Foram 4 as principais conclusões do estudo:

  1. É “possível ou provável” que a origem do novo coronavírus tenha sido contágio direto de animal para humano;
  2. É “provável ou muito provável” que tenha existido um animal intermediário entre um animal infectado e uma pessoa;
  3. É “possível” que o vírus tenha atingido os humanos por meio de produtos alimentícios (hipótese defendida pela China);
  4. É “extremamente improvável” que o vírus tenha atingido os humanos devido a um incidente em laboratório.

Organização Mundial da Saúde divulga resultado da investigação em Wuhan sobre a origem do novo coronavírus.

Acidente em laboratório?

A hipótese de um acidente no laboratório de Wuhan é rejeitada pela maioria dos especialistas, mas voltou ao debate nos EUA nos últimos meses, e apelos por uma investigação mais profunda se multiplicaram na comunidade científica.

Acidentes de laboratório não significam que o vírus tenha sido criado artificial ou propositalmente, mas sim que ele possa ter escapado das barreiras de proteção de um local que estuda patógenos que infectam outros seres vivos.

Os primeiros casos confirmados de Covid-19, na virada de 2019 para 2020, eram relacionados a um mercado de animais selvagens em Wuhan, de onde também acredita-se que o vírus pode ter começado a infectar seres humanos.

A primeira morte causada pelo novo coronavírus (um homem de 61 anos com uma “misteriosa pneumonia viral”) foi registrada oficialmente em 9 de janeiro de 2020 na cidade.

Nova investigação da OMS

O governo chinês combate ferozmente a tese do vazamento e acusa o governo americano de espalhar teorias de conspiração. Recentemente, o país negou um pedido da OMS para continuar os estudos sobre a origem do coronavírus (veja no vídeo abaixo).

Na sexta-feira (20), a OMS convocou especialistas a se juntarem a um novo grupo científico que está sendo formado, para fornecer à organização uma análise independente do trabalho feito até agora, identificar a origem da Covid-19 e aconselhá-la sobre quais devem ser os próximos passos.

Os especialistas também fornecerão orientação sobre questões relacionadas ao possível surgimento de outros vírus capazes de desencadear surtos, como a Mers e o Ebola.

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Pernambuco recebe novo lote com 152,5 mil doses de vacina da AstraZeneca contra Covid-19

Orientação da Secretaria de Saúde é para que municípios utilizem unidades para segunda aplicação do imunizante em pessoas com comorbidades e deficiência.

Por G1 PE

Um lote com 152.500 doses de AstraZeneca/Fiocruz, vacina contra a Covid-19, chegou a Pernambuco. Os novos imunizantes foram encaminhados para a sede do Programa Estadual de Imunizações (PNI-PE), na Zona Norte do Recife, onde foram checados e separados por municípios.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o avião com a nova remessa aterrissou no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, na Zona Sul da capital, às 20h50 da segunda-feira (23). Na mesma data, outro lote com 105,3 mil vacinas Pfizer/BioNTech também chegou ao estado.

A SES informou que a orientação dada aos municípios é que as doses da AstraZeneca sejam utilizadas para a segunda aplicação do imunizante em pessoas com comorbidades e deficiência, completando assim o esquema vacinal.

Os dois lotes, já separados, seguiram para as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), na madrugada desta terça-feira (24), local onde ficam disponíveis para a retiradas feita pelos municípios.

De acordo com o governador Paulo Câmara (PSB), o estado recebeu nos últimos 30 dias mais de três milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus. Segundo ele, o montante representa “quase um terço do total de imunizantes que chegaram ao estado desde janeiro”, data do início da campanha de imunização.

Já as vacinas da Pfizer devem ser usadas para aplicação da primeira dose na população geral e em adolescentes. Por fim, os imunizantes Coronavac devem ser utilizados para o esquema vacinal completo da população em geral.

No caso da AstraZeneca e da Pfizer, uma segunda dose deve ser aplicada em um intervalo de até três meses. Para Coronavac, a indicação é um hiato de 28 dias entre as doses, para que o esquema vacinal seja completado.

Desde o início da campanha, Pernambuco já recebeu 9.456.260 doses, sendo 4.059.270 da Astrazeneca/Fiocruz, 3.214.680 da Coronavac/Butantan, 2.010.060 da Pfizer/BioNTech e 172.250 da Janssen.

Vacinação em Pernambuco

De acordo com o boletim divulgado na segunda-feira (23), Pernambuco aplicou 7.385.736 doses de vacinas contra a Covid-19, desde janeiro. Desse total, 2.254.063 pessoas completaram seus esquemas vacinais. Do montante de pessoas imunizadas, 2.081.082 foram vacinadas em duas doses e outras 172.981 receberam a vacina da Janssen, aplicada em dose única.

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Com mais nove mortes e 179 casos de Covid-19, Pernambuco tem 19.296 óbitos e 603.713 confirmações da doença

Estado também passou a totalizar 534.564 pacientes recuperados e 2.240.482 pessoas com esquema vacinal completo contra Covid-19.

Por G1 PE

Mais 179 casos e nove mortes por Covid-19 foram contabilizados, neste domingo (22), em Pernambuco, elevando o total de registros para 603.713 confirmações de pessoas com a doença e 19.296 óbitos desde março de 2020.

O boletim epidemiológico do governo estadual também trouxe um total de 534.564 pacientes recuperados da doença, sendo que 31.450 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 503.114 eram casos leves.

Dos novos casos registrados pela Secretaria Estadual de Saúde, 19foram de pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), ou seja, tiveram que morreram de Covid-19 ou precisaram ser internados. Há, ao todo, 53.044 casos desse tipo no estado.

As outras 160 confirmações feitas neste domingo foram de pessoas com quadros leves da doença, que foram pessoas assintomáticas, que não precisaram ser internadas ou que descobriram terem sido infectadas já depois de curadas. Ao todo, houve 550.669 registros desse tipo em Pernambuco.

Até este domingo (22), foram realizados2.289.381 exames para detectar Covid-19, sendo 3.060nas últimas 24 horas.

Leitos

Dos 2.180 leitos da rede pública do estado reservados para pacientes com sintomas ou com quadros confirmados de Covid-19, 37% estavam ocupados. A taxa era de 38% entre os 1.208 leitos de UTI e 36% dos 972 dos de enfermaria.

Na rede privada, a taxa de ocupação média era de 42% dos 312 leitos para Srag, sendo que 50% dos 188 leitos de UTI estavam ocupados e 31% dos 124 de enfermaria tinham pacientes.

Mortes

Os novefalecimentos que entraram para as estatísticas neste domingo ocorreram entre 9 de março deste ano e o sábado (21), sendo sete das mortes de mulheres e duas de homens, com idades entre 27 e 91 anos. As faixas etárias eram: 20 a 29 anos (1), 40 a 49 anos (1), 60 a 69 anos (1), 70 a 79 anos (4) e 80 anos ou mais (2).

Essas pessoas moravam nos seguintes municípios: Bom Conselho (1), Gravatá (1), Jaboatão dos Guararapes (2), Paulista (1) e Recife (4).

Dos nove pacientes que morreram com Covid-19, seis tinham doenças pré-existentes e os demais seguem em investigação. Os registros de comorbidades foram feitos da seguinte forma doença cardiovascular (4), câncer (1), diabetes (1), doença respiratória (1) e imunossupressão (1). Uma pessoa pode ter mais de uma doença.

Vacinação

Até este domingo (22), Pernambuco aplicou um total de 7.349.723 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo que 2.240.482 moradores do estado estão com o esquema vacinal completo – 2.067.770 pessoas foram vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outros 172.712 foram contempladas com dose única.

No estado, foram aplicadas 5.109.241 primeiras doses, divididas nos seguintes grupos:

  • 324.650 trabalhadores de saúde;
  • 26.147 integrantes de povos indígenas aldeados;
  • 45.540 moradores de comunidades quilombolas;
  • 7.700 idosos em instituições de longa permanência;
  • 683.153 pessoas de 60 a 69 anos;
  • 611.773 idosos com 70 e mais;
  • 2.463 pessoas com deficiência institucionalizadas;
  • 427.485 pessoas com comorbidades;
  • 35.599 pessoas com deficiência permanente;
  • 74.372 gestantes e puérperas;
  • 419.231 trabalhadores de serviços essenciais;
  • 1.935 pessoas em situação de rua;
  • 30.946 pessoas privadas de liberdade,
  • 1.530 adolescentes de 12 a 17 anos de idade,
  • 2.416.717 pessoas de 18 a 59 anos.

Em relação às segundas doses, foram 2.058.447 pessoas, sendo:

  • 272.470 trabalhadores de saúde;
  • 25.974 integrantes de povos indígenas aldeados;
  • 42.791 pessoas em comunidades quilombolas;
  • 5.943 idosos institucionalizados;
  • 570.430 pessoas de 60 a 69 anos;
  • 525.766 idosos de 70 e mais;
  • 1.191 pessoas com deficiência institucionalizadas;
  • 199.420 pessoas com comorbidades;
  • 11.529 pessoas com deficiência permanente;
  • 15.589 gestantes e puérperas;
  • 128.424 trabalhadores de serviços essenciais;
  • 666 pessoas em situação de rua;
  • 28.463 pessoas privadas de liberdade;
  • 239.114 pessoas de 18 a 59 anos.

Em relação à dose única, foram 2.224 pessoas de 60 a 69 anos; 567 idosos de 70 anos e mais; 2.502 pessoas com comorbidades; 373 pessoas com deficiência permanente; 12.282 trabalhadores de serviços essenciais; 1.016 pessoas em situação de rua, além de 153.748 pessoas de 18 a 59 anos.

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