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Queiroga diz que ‘expectativa’ é restabelecer ConecteSus até a próxima terça-feira

Sistema foi invadido por hackers na madrugada de sexta-feira. Saúde informou que os registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foram recuperados sem perda de informações.

Por Karla Lucena, TV Globo — Brasília

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à TV Globo que a “expectativa” é restabelecer o ConectSUS – plataforma que mostra comprovantes de vacinação contra a Covid-19 – até a próxima terça-feira (14).

“Acredito que até terça-feira, né? Pelo menos essa é a expectativa nossa”, disse Queiroga ao ser questionado sobre o retorno da plataforma. O ministro participou na noite deste domingo (12) do Congresso Brasileiro de Urologia, em Brasília.

Os sistemas do Ministério da Saúde foram invadidos por hackers na madrugada de sexta-feira (10). Com isso, o ConectSUS ficou indisponível. O problema também afetou o sistema de notificação de casos da doença.

Neste domingo, o Ministério da Saúde informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foi finalizado, sem perda de informações, mas não informou qual seria a data para restabelecimento dos sistemas.

Ministério da Saúde diz que não houve perda de dados de vacinação após ataque hacker

Queiroga disse que os hackers que invadiram e derrubaram os sistemas do Ministério da Saúde devem ser responsabilizados. “São pessoas criminosas e que precisam ser responsabilizadas por isso. [Caso] já está na Polícia Federal pra que se tome as providências cabíeis assim que se identificar [os responsáveis]”, disse o ministro.

Ele falou, ainda, que o ministério trabalha para tornar o sistema mais seguro, mas que não existe segurança total. “Nós já sabemos que não houve perda de dados. Estamos trabalhando pra cada vez esse sistema ser mais seguro, [mas] não existe segurança total, porque essa gente toda hora arruma uma forma de burlar as seguranças dos sistemas.”

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Pernambuco confirma mais 385 casos de Covid-19 e sete mortes

Com os registros desta quinta-feira (9), o estado passou a totalizar 642.881 infecções e 20.301 óbitos causados pelo novo coronavírus.

Por g1 PE

Mais 385 casos e sete mortes por Covid-19 foram confirmados nesta quinta-feira (9), em Pernambuco. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), com os novos registros, o estado passou a totalizar 642.881 infecções e 20.301 óbitos causados pelo novo coronavírus.

Do total de novos casos, nove (2,3%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e outros 376 (97,6%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 642.881 casos confirmados da doença, sendo 55.095 graves e 587.786 leves.

Mortes

As mortes, embora tenham sido confirmadas nesta quinta-feira, ocorreram entre os dias 28 de maio de 2021 e a terça-feira (7). Foram quatro mulheres e três homens residentes dos municípios de Exu (2), Olinda (1), Ouricuri (1), Petrolina (2) e Recife (1).

Os pacientes tinham idades entre 63 e 88 anos. As faixas etárias são: 60 a 69 (1), 70 a 79 (2) e 80 e mais (4). Do total, cinco tinham doenças preexistentes: diabetes (3), doença cardiovascular (2), hipertensão (2), doença respiratória (1), câncer (1) e doença de Parkinson (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Dois seguem em investigação.

Vacinas

Desde 18 de janeiro, quando começou a campanha de vacinação contra a Covid-19 no estado, Pernambuco aplicou 14.040.310 doses de vacinas. Foram aplicadas 7.203.800 primeiras doses, número equivalente a 93,65% das pessoas que vivem no estado.

Ao todo, 5.987.439 pernambucanos completaram seus esquemas vacinais. Número equivale a 77,84% da população. Destas pessoas, 5.814.366 foram vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.073 com vacina aplicada em dose única.

Também foram aplicadas 849.071 doses de reforço. Outras informações detalhadas sobre a população vacinada contra a Covid-19 estão disponíveis no Painel de Acompanhamento Vacinal.

Testes

Desde o começo da pandemia, foram realizados no estado 2.754.824 exames para detectar Covid-19, sendo 4.999 nas últimas 24 horas.

Leitos

Na noite desta quinta-feira (9), 56% dos 697 leitos de UTI da rede pública estadual estavam ocupados. Na rede privada, eram 51% dos 122 do tipo.

Análise epidemiológica

Durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta, o secretário estadual de Saúde, André Longo, informou que Pernambuco mantém um cenário de estabilidade nos indicadores da Covid19.

Em relação às ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) na semana epidemiológica 48, foi registrado o menor número de notificações das últimas quatro semanas. Ao todo, foram 371 casos, uma queda de 8% em uma semana e de 4% em 15 dias.

Já a Central de Regulação recebeu 227 pedidos por vagas de UTI, uma leve oscilação de 3% para mais com a semana anterior e uma redução de 10% em 15 dias.

“Ainda temos, neste momento, 452 pacientes internados nos leitos de terapia intensiva voltados para quadros respiratórios nas redes pública e privada. E, pelo risco da introdução de uma nova variante e diante do recrudescimento da doença na Europa, a Covid-19 está provando que ainda é uma grave ameaça. Por isso, precisamos manter os cuidados e, fundamentalmente, avançar ao máximo com a vacinação”, reforçou.

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PE confirma mais 450 casos e seis mortes por Covid e recebe primeira remessa da vacina da Janssen para doses de reforço

Foram 19.450 unidades, o que representa 11,2% da quantidade de pessoas que tomaram esse tipo de vacina no estado, que foi de 173.073.

Por g1 PE

Pernambuco confirmou nesta quarta-feira (8) mais 450 casos e seis mortes por Covid-19. Além disso, durante a manhã, o estado recebeu a primeira remessa de vacinas da Janssen destinadas à aplicação de doses de reforço. Foram 19.450 unidades, o que representa 11,2% da quantidade de pessoas que tomaram esse tipo de vacina no estado, que foi de 173.073.

Do total de casos confirmados nesta quarta, nove (2%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 441 (98%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 642.496 casos confirmados da doença, sendo 55.086 graves e 587.410 leves.

As seis mortes ocorreram entre 9 de outubro e a terça-feira (7). Com isso, o estado totaliza 20.294 óbitos pela Covid-19.

Os novos falecimentos contabilizados foram de dois homens e uma mulher, que moravam em Glória do Goitá (1), Olinda (1), Paulista (1), Petrolina (1) e Recife (2).Eles tinham idades entre 53 e 93 anos, divididos entre as seguintes faixas etárias: 50 a 59 (1), 60 a 69 (4) e 80 e mais (1).

Cinco pacientes tinham uma ou mais doenças preexistentes: diabetes (3), doença cardiovascular (3), doença renal (2), câncer (1), doença neurológica (1), histórico de etilismo (1), histórico de tabagismo (1). Um caso segue em investigação.

Vacinas

A nova remessa de vacinas chegou ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, na Zona Sul, e foi encaminhada ao Programa Estadual de Imunização (PNI), na Zona Norte. A distribuição aos municípios deve começar na sexta-feira (10).

Inicialmente, o esquema vacinal da Janssen previa apenas uma dose do imunizante. No entanto, o Ministério da Saúde orientou que as pessoas que se vacinaram com esse insumo deverão receber um reforço do mesmo fabricante, com intervalo mínimo de dois meses entre as aplicações. Cada município deve decidir a estratégia de aplicação.

No entanto, pessoas que foram vacinadas com dose única da Janssen e já receberam dose de reforço da Pfizer não precisam de mais uma dose da Janssen, tendo seu esquema vacinal considerado completo, segundo a superintendente de Imunizações da SES-PE, Ana Catarina de Melo.

Desde o início da campanha de vacinação, Pernambuco recebeu 16.632.683 doses de vacinas contra a Covid-19. Foram 5.044.420 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 4.287.253 da Coronavac/Butantan, 7.107.750 da Pfizer/BioNTech e 193.260 da Janssen.

Imunização

Desde 18 de janeiro, quando começou a campanha de vacinação contra Covid no estado, foram aplicadas 13.956.878 doses.

Do total, foram 7.191.125 primeiras aplicações, com 5.937.661 moradores do estado já tendo completado o esquema vacinal – 5.764.588 com duas doses e 173.073 com imunizante de aplicação única.

Também houve o registro de 828.092 pessoas que já receberam doses de reforço.

Testes

Desde o começo da pandemia, foram realizados no estado 2.749.825 exames para detectar Covid-19, sendo 5.992 nas últimas 24 horas.

Leitos

Na noite desta quarta-feira (8), 56% dos 697 leitos de UTI da rede pública estadual estavam ocupados. Na rede privada, eram 50% dos 122 do tipo.

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Em nova diretriz, OMS desaconselha uso de plasma convalescente para tratar Covid-19; entenda

Grupo de especialistas da entidade, que inclui dois brasileiros, apontou que uso não foi benéfico em pacientes com nenhum quadro da doença, mas que possibilidade de uso em casos graves ou críticos ainda pode ser estudada.

Por Lara Pinheiro, g1

A Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou, nesta segunda-feira (6), uma diretriz na qual desaconselha o uso de plasma convalescente para tratar Covid-19. A recomendação foi publicada no “British Medical Journal” (“BMJ”).

A entidade desaconselha o uso do plasma para qualquer quadro da doença, mas abre uma possibilidade de uso para pacientes graves ou críticos – desde que eles estejam participando de estudos clínicos.

Para os casos não graves da doença, a OMS faz uma “forte recomendação” contra o uso do tratamento.

Nesta reportagem, você vai entender:

  1. O que é o tratamento com plasma convalescente
  2. Por que a OMS desaconselhou o tratamento?
  3. Quais eram as recomendações anteriores?
  4. O que passa a valer agora?

1) O que é o tratamento com plasma convalescente?

O tratamento com plasma convalescente envolve retirar anticorpos neutralizantes do plasma – uma parte do sangue – de pacientes que já se curaram da Covid-19 e colocá-los em pacientes com um quadro ativo da doença, para acelerar sua recuperação. A estratégia vem sendo testada desde o início da pandemia, antes do surgimento das vacinas.

2) Por que a OMS desaconselhou o tratamento?

Porque não houve benefício claro em usar o plasma para tratar a doença – fosse em um quadro grave, crítico ou não grave, aponta o grupo de pesquisadores, que inclui dois brasileiros.

Além disso, eles pontuaram que o procedimento necessita de “recursos significativos” para ser feito, em termos de custo e tempo de aplicação.

“A forte recomendação contra o uso reflete a visão de que a administração de plasma, especialmente para pacientes com doença não grave, onde há um baixo risco de mortalidade e outros resultados clínicos importantes, não é justificada”, aponta o grupo da OMS.

3) Quais eram as recomendações anteriores?

Não havia recomendação anterior, explica a pesquisadora brasileira Letícia Kawano Dourado, que participou da elaboração das diretrizes.

“Não havia recomendação anterior, mas havia muita expectativa de que o plasma fosse funcionar, com base em estudos observacionais, com base em plausibilidade biológica”, explica Dourado, que é médica pneumologista e pesquisadora do Hospital do Coração (HCOR), em São Paulo, e diretora clínica das Diretrizes em Drogas para Covid-19 da OMS.

Os estudos observacionais são aqueles em que os cientistas observam o efeito de alguma coisa – seja um tratamento ou outra intervenção – sem interferir em quem está ou não exposto àquele fator.

É diferente, por exemplo, de umestudo (ou ensaio) controlado e randomizado – considerado o padrão ouro de testes na ciência. Nesse tipo de pesquisa, geralmente, os participantes, depois de selecionados, são designados aleatoriamente a um grupo de estudo (entre dois ou mais).

Um desses grupos pode então, por exemplo, receber uma intervenção – como um novo medicamento ou uma vacina, como as da Covid-19 –, enquanto o outro grupo, chamado “grupo controle”, não recebe nada, ou recebe uma substância inativa.

Os cientistas, então, estudam o que acontece com as pessoas em cada grupo. Qualquer diferença nos resultados pode então ser ligada à intervenção (desde que outros fatores – como as características de cada grupo – sejam igualados, para não confundir os resultados).

Já a plausibilidade biológica citada por Kawano quer dizer que algo tem ou está alinhado com o que já se sabe na ciência sobre determinada coisa. Ou seja: quando alguém levanta a hipótese de que um medicamento X pode funcionar contra uma doença, essa hipótese tem que ser plausível de acordo com o que já se sabe sobre a doença, para evitar desperdícios de tempo e dinheiro com estudos com pouca chance de sucesso.

“Mas ocorre, como a gente vê em ciência, não infrequentemente, que, quando você vai dos estudos observacionais, das hipóteses teóricas de que a medicação funciona, para a investigação sistemática, num ensaio clínico randomizado, aí você não vê aquele benefício que foi hipotetizado”, completa a médica.

4) O que passa a valer agora?

Com a nova diretriz, passam a existir duas orientações da OMS sobre o uso de plasma convalescente para pacientes com Covid. Ambas são contrárias ao uso do plasma, mas há a possibilidade de uso, em estudos, para pacientes graves ou críticos.

“As duas são recomendações contrárias à utilização do plasma convalescente – com a diferença de que, na população grave a crítica, há espaço para ainda continuar as investigações. Então a recomendação é: a medicação é contraindicada a não ser no cenário de um ensaio clínico randomizado”, explica Dourado.

  • Em pacientes com Covid grave ou crítica:

A recomendação é contra o uso do plasma convalescente exceto se o paciente estiver participando de um estudo (ou ensaio) clínico.

Casos de Covid grave ou crítica são aqueles em que o paciente tem saturação de oxigênio (quantidade de oxigênio no sangue) inferior a 90% em ar ambiente. Os cientistas frisam, entretanto, que essa classificação é arbitrária e pode mudar conforme o paciente.

“A gente deixa claro na diretriz que isso não deve ser levado a ferro e fogo, por exemplo: um paciente jovem pode muito bem estar com a saturação de 96% e já não ser bom, porque o [nível de oxigênio] basal dele é mais alto”, pontua Dourado.

“Então, uma queda na saturação com sintomas respiratórios já aponta pra Covid grave, e não moderada”, acrescenta a médica.

Da mesma forma, a pneumologista pontua os casos leves são aqueles com mínimos sintomas ou sintomas nas vias aéreas superiores. Já os moderados são aqueles casos em que há sintoma de acometimento do pulmão, mas não há evidência de Covid severa.

  • Em pacientes com Covid leve ou moderada:

A recomendação é de não usar o plasma convalescente em pacientes com Covid leve ou moderada – nem em ensaios clínicos.

“Em pacientes com doença não grave, o plasma convalescente não tem um impacto importante na mortalidade”, apontam os cientistas na diretriz.

“O plasma convalescente provavelmente não afeta a [necessidade de] ventilação mecânica. Não houve dados avaliando o risco de hospitalização com plasma convalescente e, portanto, o impacto é muito incerto”, acrescentam.

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Surto de lesões que provocam coceira: Aliança registra casos e número de cidades com notificações chega a 20

Notificações que começaram no Recife, atualmente, são investigadas em cidades de todas as regiões de Pernambuco.

Por g1 PE

Surto de lesões de pele que provoca coceira tem registro de 134 casos nesta quarta-feira (24) no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

Surto de lesões de pele que provoca coceira tem registro de 134 casos nesta quarta-feira (24) no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

A cidade de Aliança, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, registrou, nesta segunda (6), oito casos de pacientes com lesões de pele com coceira e vermelhidão, segundo a prefeitura. Com isso, subiu para 20 o número de municípios em que houve notificação da doença, que ainda não tem diagnóstico.

De acordo com a prefeitura de Aliança, são três pacientes do sexo feminino e cinco do sexo masculino com idades que variam entre um ano e nove meses e 65 anos. São moradores do distrito de Tupaoca (1), além do Loteamento Vaquejada (1), Engenho Cuieiras (1) e Centro (5).

Os casos começaram a ser notificados no Recife. Atualmente, são investigadas ocorrências em cidades da Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão. O Recife é a cidade com mais casos, somando 231, segundo o executivo municipal (veja lista completa mais abaixo).

Na sexta-feira (3), Lagoa do Carro, no Agreste de Pernambuco, registrou o primeiro caso. Na quinta-feira (2), São José do Egito, no Sertão, notificou uma ocorrência.

Na quarta (1º), quatro cidades notificaram casos suspeitos de coceira e vermelhidão: Escada e Carpina, na Zona da Mata, Limoeiro, no Agreste, e Petrolina, no Sertão.

Ainda não se sabe ao certo qual a causa das lesões, que têm sido investigadas pelos órgãos de saúde do estado e dos municípios.

Na segunda-feira (29), médicos afirmaram que não havia fatores suficientes que correlacionassem as erupções cutâneas com o uso de ivermectina. A hipótese foi considerada por pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

Na quinta-feira (2), o secretário estadual de Saúde, André Longo, afirmou que os primeiros exames a respeito do surto foram inconclusivos.

Desde 19 de novembro, os serviços e profissionais de saúde devem notificar casos suspeitos em até 24 horas ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs).

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, até esta segunda (6), foram notificados 460 casos “sintomáticos que apresentaram erupção cutânea e coceira”.

O número, no entanto, é menor do que o divulgado individualmente pelos municípios. Até a última atualização desta reportagem, os números eram os seguintes:

Confira situação de casos em Pernambuco

MunicípiosNotificadosEm investigaçãoDescartados
Recife2312310
Jaboatão dos Guararapes16115110
Olinda57489
Paulista17170
Igarassu10100
Camaragibe1278487
Cabo de Santo Agostinho990
São Lourenço da Mata16151
Araçoiaba110
Ipojuca990
Itapissuma13130
Nazaré da Mata330
Vitória de Santo Antão330
Limoeiro220
Carpina110
Escada110
Petrolina110
São José do Egito110
Lagoa do Carro110
Aliança880
Total672609107

Fonte: Prefeituras (Atualizado às 17h15 do dia 06/12/2021)

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Brasil tem média móvel de 196 mortes diárias por Covid

País contabiliza 615.606 óbitos e 22.135.976 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde.

Por g1

O Brasil registrou neste sábado (4) 152 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 615.606 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 196.Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -2% e aponta tendência de estabilidade pelo nono dia seguido.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h deste sábado. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Média móvel de mortes diárias no Brasil  — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes diárias no Brasil — Foto: Arte/g1

  • Domingo (28): 227
  • Segunda (29): 227
  • Terça (30): 231
  • Quarta (1º): 229
  • Quinta (2): 218
  • Sexta (3): 208
  • Sábado (4): 196

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Seis estados não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas: Roraima, Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Rio Grande do Norte. Já o Distrito Federal parou de divulgar atualizações em seus números durante os finais de semana.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.135.976 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 8.148 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 8.665 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +2% em relação aos casos registrados em duas semanas, voltando a indicar estabilidade nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 4 de dezembro

  • Total de mortes: 615.606
  • Registro de mortes em 24 horas: 152
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 196 (variação em 14 dias: -2%)
  • Total de casos confirmados: 22.135.976
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 8.148
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 8.665 (variação em 14 dias: +2%)

Estados

  • Em alta (6 estados): CE, MG, GO, AP, MA, RR
  • Em estabilidade (10 estados): SP, PA, RO, RS, ES, AC, AM, AL, BA, RJ
  • Em queda (10 estados ): TO, RN, PI, PE, PR, MS, MT, PB, SE, SC
  • Não divulgou (1 estado): DF

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Os dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h deste sábado (4) mostram que 136.640.850 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 64,06% da população.

159.638.745 pessoas, o que representa 74,84% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas.

A dose de reforço foi aplicada em 17.762.278 pessoas (8,33% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 314.041.873 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com média móvel de óbitos em alta — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de óbitos em alta — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de mortes em estabilidade — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de mortes em estabilidade — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de mortes em queda. — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de mortes em queda. — Foto: Arte/g1

Sul

  • PR: -18%
  • RS: -8%
  • SC: -23%

Sudeste

  • ES: +2%
  • MG: +63%
  • RJ: +9%
  • SP: -14%

Centro-Oeste

  • DF: Não divulgou
  • GO: +49%
  • MS: -42%
  • MT: -65%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: -11%
  • AP: +100%
  • PA: +8%
  • RO: +6%
  • RR: +50%
  • TO: -40%

Nordeste

  • AL: -14%
  • BA: +5%
  • CE: +26%
  • MA: +211%
  • PB: -22%
  • PE: -25%
  • PI: -21%
  • RN: -45%
  • SE: -20%

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Sintomas da ômicron parecem mais leves em quem foi vacinado ou já teve Covid, dizem cientistas

O diretor do Instituto de Doenças Contagiosas da África do Sul afirmou que a nova variante pode ser mais transmissível que a delta.

Por Jornal Nacional

Sintomas causados por variante ômicron parecem ser mais leves em vacinados dizem cientistas da África do Sul

Na África do Sul, cientistas afirmaram que os sintomas causados pela ômicron parecem mais leves em quem foi vacinado ou em quem já teve Covid.

O diretor do Instituto de Doenças Contagiosas da África do Sul disse que tem observado um número maior de reinfecções e que a ômicron pode ser mais transmissível que a variante delta. Segundo a Organização Mundial da Saúde, só 7,5% dos africanos estão completamente imunizados.

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Teste de seis vacinas mostra que reforço após doses de Pfizer e de AstraZeneca aumenta proteção

Pesquisa do Reino Unido foi publicada nesta quinta-feira (2) na ‘The Lancet’. Ensaio envolveu mais de 2,8 mil pessoas com mais de 30 anos.

Por Carolina Dantas, g1

Um estudo publicado nesta quinta-feira (2) na “The Lancet” aponta um aumento da resposta imune após testes com reforço de seis vacinas aplicadas em pacientes que já tinham completado o esquema vacinal da Pfizer ou da AstraZeneca contra a Covid-19.

Destaques da pesquisa:

  • O ensaio randomizado e duplo cego (pacientes escolhidos em sorteio e sem o conhecimento dos autores) envolveu 2.878 adultos com mais de 30 anos;
  • Os pesquisadores avaliaram a resposta imunológica, não a eficácia, apesar de elas estarem relacionadas; ou seja: verificaram se ocorreu uma ação do sistema imunológico contra o vírus, mas não avaliaram a proporção de redução de casos de Covid entre o grupo vacinado em comparação com o grupo não vacinado;
  • São as sete vacinas que foram testadas como reforço da Pfizer ou da AstraZeneca: Novavax, Janssen, Moderna, Valneva, Curevac e, novamente, Pfizer ou AstraZeneca.

Durante os ensaios realizados em 2020, antes da aplicação em centenas de países, as duas doses da AstraZeneca e da Pfizer mostraram 79% e 90% de eficácia contra hospitalização e morte devido à Covid-19. No entanto, as evidências científicas apontam uma redução da proteção após meses do encerramento do esquema vacinal, o que justificaria uma dose de reforço. Até o momento, poucos estudos haviam divulgado resultados de uma aplicação “extra”.

“Os dados de efeitos colaterais mostraram que todas as vacinas são seguras para dose de reforço, com níveis aceitáveis de eventos inflamatórios, como dor no local da injeção, dor muscular, fadiga”, disse Saul Faust, líder da pesquisa e diretor do Centro de Pesquisa Clínica de uma fundação ligada ao NHS (serviço de Saúde do Reino Unido).

Segundo o cientista, a resposta do reforço após duas doses da AstraZeneca aumentou em todos os testes com as 7 vacinas envolvidas, variando entre 1,8 e 32,3 vezes na alta da imunogenicidade.

Já no caso da Pfizer, os resultados foram positivos para 6 imunizantes, com variação de 1,3 a 11,5 vezes. A vacina do laboratório Valneva é a única que não apresentou resultados promissores para a Pfizer, mas a vacina ainda está em processo de revisão contínua pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), primeiro passo para um pedido de autorização formal para uso.

“É importante observar que esses resultados são referentes apenas às vacinas como reforço após as duas aplicações primárias e à resposta imunológica que elas conduziram 28 dias após a ‘dose extra’. Trabalhos adicionais irão gerar dados três meses e um ano após o recebimento do reforço, o que trará novos ‘insights’ sobre a proteção a longo prazo e na memória imunológica”, explicou Saul Faust.

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Brasil chega a marca de 615 mil mortos por Covid; média móvel é de 229 vítimas diárias

País contabiliza 615.020 óbitos e 22.104.631 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde.

Por g1

O Brasil registrou nesta quarta-feira (1º) 266 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 615.020 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 229.Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -13% e aponta tendência de estabilidade.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quarta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período  — Foto: Editoria de Arte/g1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quinta (25): 217
  • Sexta (26): 227
  • Sábado (27): 230
  • Domingo (28): 227
  • Segunda (29): 227
  • Terça (30): 231
  • Quarta (1º): 229

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Um estado não teve registro de mortes nas últimas 24 horas: MT. Já no Maranhão e em Rondônia não houve divulgação de novos dados até o fechamento deste boletim. Em RO, a secretaria informou que houve um problema de acesso ao banco de dados que deve ser resolvido até a quinta-feira (2). No MA, não houve justificativa para a não divulgação.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.104.631 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 11.436 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 8.745 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -3% em relação aos casos registrados em duas semanas, voltando a indicar estabilidade nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 1º de dezembro

  • Total de mortes: 615.020
  • Registro de mortes em 24 horas: 266
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 229 (variação em 14 dias: -13%)
  • Total de casos confirmados: 22.104.631
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 11.436
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 8.745(variação em 14 dias: -3%)

Estados

  • Em alta (5 estados): AP, GO, PB, BA, PE
  • Em estabilidade (13 estados): ES, CE, PA, RJ, MG, AC, RR, SE, AL, MS, RS, AM, TO
  • Em queda (6 estados e o DF): PR, PI, RN, SP, DF, MT, SC
  • Não divulgaram (2 estados): MA, RO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Dados também reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que 134.451.364 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 63,03% da população.

159.178.971 pessoas, o que representa 74,62% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas. A dose de reforço foi aplicada em 16.778.681 pessoas (7,87% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 310.409.016 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

Sul

  • PR: -21%
  • RS: -3%
  • SC: -43%

Sudeste

  • ES: 10%
  • MG: 1%
  • RJ: 3%
  • SP: -32%

Centro-Oeste

  • DF: -39%
  • GO: 52%
  • MS: 0%
  • MT: -42%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: -13%
  • AP: 400%
  • PA: 4%
  • RO: não divulgou
  • RR: 0%
  • TO: -14%

Nordeste

  • AL: 0%
  • BA: 24%
  • CE: 7%
  • MA: não divulgou
  • PB: 29%
  • PE: 19%
  • PI: -23%
  • RN: -30%
  • SE: 0%

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Brasil completa 30 dias com média móvel de mortes por Covid abaixo de 300

País contabiliza 614.754 óbitos e 22.093.195 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Análise aponta estagnação da média móvel de vítimas ao longo do último mês.

Por g1

O Brasil registrou nesta terça-feira (30) 326 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 614.754 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 231. É o 30º dia seguido com essa média abaixo da marca de 300; só uma vez no entanto ela ficou abaixo de 200 (196, em 20 de novembro), indicando certa estagnação (veja gráfico abaixo).Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -11% e aponta tendência de estabilidade. Na última quinzena, essa comparação indicou estabilidade em 13 dias, e queda em outros 2.

Além disso, a média móvel de casos ficou abaixo da marca de 8 mil pela primeira vez desde maio de 2020 (veja detalhes mais abaixo).

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta terça. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período  — Foto: Editoria de Arte/g1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quarta (24): 217
  • Quinta (25): 217
  • Sexta (26): 227
  • Sábado (27): 230
  • Domingo (28): 227
  • Segunda (29): 227
  • Terça (30): 231

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Dois estados não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas: AP e SE. Já no Acre e no Distrito Federal não houve divulgação de novos dados até o fechamento deste boletim. No AC, os portais de divulgação ficaram fora do ar, e no DF, desde 6 de novembro a secretaria parou de divulgar balanços nos finais de semana e feriados; os brasilienses celebram oficialmente nesta terça o Dia do Evangélico.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.093.195 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 10.161 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 7.781 novos diagnósticos por dia. –ficando abaixo da marca de 8 mil pela primeira vez desde 8 de maio de 2020 (quando estava em 7.752). Isso representa uma variação de -17% em relação aos casos registrados em duas semanas, voltando a indicar queda nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 30 de novembro

  • Total de mortes: 614.754
  • Registro de mortes em 24 horas: 326
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 231 (variação em 14 dias: -11%)
  • Total de casos confirmados: 22.093.195
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 10.161
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 7.781(variação em 14 dias: -17%)

Estados

  • Em alta (8 estados): RR, AP, MA, RO, BA, PB, CE, AM
  • Em estabilidade (9 estados): MG, PE, RJ, MS, AL, ES, RS, PI, PA
  • Em queda (8 estados): PR, SE, SP, GO, RN, MT, TO, SC
  • Não divulgaram (1 estado e o Distrito Federal): AC, DF

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Dados também reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que 133.784.419 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 62,72% da população.

158.968.799 pessoas, o que representa 74,52% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas. A dose de reforço foi aplicada em 16.438.726 pessoas (7,71% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 309.191.944 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

Sul

  • PR: -24%
  • RS: -8%
  • SC: -45%

Sudeste

  • ES: -2%
  • MG: 14%
  • RJ: 6%
  • SP: -25%

Centro-Oeste

  • DF: não divulgou
  • GO: -26%
  • MS: 0%
  • MT: -32%

Norte

  • AC: não divulgou
  • AM: 17%
  • AP: 200%
  • PA: -14%
  • RO: 64%
  • RR: 500%
  • TO: -33%

Nordeste

  • AL: 0%
  • BA: 57%
  • CE: 32%
  • MA: 178%
  • PB: 35%
  • PE: 13%
  • PI: -13%
  • RN: -31%
  • SE: -25%

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