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Médicos recomendam: dormir é um ótimo remédio

A Academia Americana de Medicina do Sono lançou campanha mostrando que descansar é indispensável para a saúde. Confira dez dicas que vão te ajudar!

Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro

No começo do mês, a Academia Americana de Medicina do Sono lançou uma campanha para conscientizar os norte-americanos sobre a importância de dormir para garantir uma boa saúde. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), um em cada três adultos daquele país descansa menos de sete horas por noite. “Sabemos que a privação crônica do sono está associada a um quadro de prejuízo para o estado geral de qualquer indivíduo, diminuindo sua imunidade e aumentando o risco do surgimento de inúmeras doenças. Não dormir também interfere na regulação do humor e na saúde mental”, afirmou Jennifer Martin, professora na faculdade de medicina da UCLA (Universidade da Califórnia, Los Angeles).

Se você sofre de insônia, não está só. A atriz Jennifer Aniston, a inesquecível Rachel de “Friends”, recentemente veio a público para falar que o problema a acompanha há décadas, mas que demorou para procurar um médico: “me dei conta de que estava letárgica, comendo mal, sem vontade de me exercitar e com grandes olheiras”. A Coreia do Sul é um dos países com os maiores índices de privação de sono do mundo, com efeitos devastadores sobre sua população. Segundo reportagem da BBC, o vício em remédios para capotar se tornou uma epidemia nacional.

Estudo da Universidade de Northwestern mostra que, quando dormimos, a exposição à luz, mesmo moderada, prejudica a função cardiovascular e aumenta a resistência à insulina. “Os resultados indicam que apenas uma noite com o quarto moderadamente iluminado é capaz de alterar a regulação cardiovascular e da glicose no organismo”, explicou Phyllis Zee, chefe do departamento de medicina do sono na instituição. A investigação provou que os batimentos cardíacos aumentavam e os indivíduos apresentavam resistência à insulina pela manhã. Os participantes não tinham conhecimento das alterações que ocorriam à noite, mas os pesquisadores comprovaram os distúrbios. “É como se esse sono fosse leve e fragmentado”, disse a doutora Daniela Grimaldi, uma das autoras do trabalho.

Seguem dez recomendações dos especialistas em higiene do sono:

  1. Exercite-se durante o dia, mas não nas duas horas que antecedem a ida para a cama.
  2. Não tire sonecas durante o dia.
  3. À noite, evite cafeína e álcool. Refeições pesadas e excesso de líquidos também atrapalham.
  4. Crie uma rotina para desacelerar à noite. Tome um banho morno, ouça música relaxante, leia um livro.
  5. Diminua a temperatura do quarto.
  6. Não deixe luzes acesas no cômodo. Cerre as cortinas, instale blackouts e use uma máscara para dormir se precisar.
  7. Nada de aparelhos eletrônicos, como celulares e tablets, perto da cama. Assista à TV apenas na sala.
  8. Invista no conforto: um bom colchão e travesseiro (s) fazem toda a diferença.
  9. Visualize coisas ou lugares que te façam feliz.
  10. Utilize o método de relaxamento criado pelo médico Andrew Weil conhecido como 4-7-8 (neste vídeo, ele próprio ensina como fazer). Siga o passo a passo, mas não se preocupe se não conseguir segui-lo à risca: vá no seu ritmo!
  • Coloque sua língua delicadamente atrás dos seus dentes superiores
  • Solte todo o ar pela boca
  • Em seguida, inspire pelo nariz, num total de 4 segundos
  • Segure a respiração durante 7 segundos
  • Expire pela boca durante 8 segundos, fazendo um som como “shuuuu”, até que todo o ar tenha sido expelido
  • Repita o processo quatro vezes

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Brasil registra 148 mortes por Covid em 24 horas; média móvel está em alta há uma semana

São 668.892 óbitos e 31.640.775 casos conhecidos registrados de Covid-19 desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

Média móvel de mortes completa uma semana em alta

O Brasil registrou nesta quinta-feira (16) 148 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 668.892 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 149 Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 59%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo sexto dia seguido.

Brasil, 16 de junho

  • Total de mortes: 668.892
  • Registro de mortes em 24 horas: 148
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 149(variação em 14 dias: 59%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 31.640.775
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 31.009
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 40.088 (variação em 14 dias: 29%)
Média de mortes nesta quinta — Foto: Arte g1

Média de mortes nesta quinta — Foto: Arte g1

Acre, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins não divulgaram seus boletins até 20h desta quinta. Alagoas, Amazonas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Rondônia e Sergipe não registraram mortes em 24 horas.

No total, o país registrou 31.009 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.640.775 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 40.088, variação de 29% em relação a duas semanas atrás.

Média de casos conhecidos desta quinta — Foto: Arte g1

Média de casos conhecidos desta quinta — Foto: Arte g1

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

O consórcio de veículos de imprensa não divulgará os dados da vacinação no país nesta quinta (16), sexta (17), sábado (18) e domingo (19), voltando a publicar os dados na segunda-feira (20).

Curva de mortes nos estados

  • Subindo (9 estados): MS, SE, GO, AM, SP, ES, MT, RS, PE
  • Em estabilidade (8 estados): PA, PI, AP, PB, AL, BA, SC, PR
  • Em queda (3 estados): MA, RN, RO
  • Não divulgaram (2 estados e o DF): AC, CE, DF, MG, RJ, RR e TO

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Ocupação de UTI Covid em SP é superior a 80% em quase metade dos hospitais privados

Levantamento foi feito pelo Sindicato dos Hospitais privados entre 3 e 14 de junho. Taxa de ocupação em leitos pediátricos ultrapassa os 60%.

Por TV Globo g1 SP — São Paulo

Quase metade dos hospitais privados de São Paulo registram taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid superior a 80%, segundo levantamento realizado pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios privados do estado.

De acordo com o SindHosp, 95 hospitais participaram do mapeamento. Desse montante, 31% estão localizados na capital paulista e 69%, no interior e somam 8.907 leitos clínicos, 2.790 leitos de UTI adulto e 479 de UTI pediátrica.

O levantamento foi realizado de 3 a 14 de junho.

Alta de Covid em crianças

Dos hospitais que têm leito pediátrico para Covid, a taxa de ocupação também está alta: de 61 a 80%.

Perfil do paciente Covid-19

Em 51% dos hospitais, os leitos clínicos estão ocupados por pacientes entre 51 e 80 anos.

A ocupação por faixa etária dos leitos de UTI é a seguinte: em 41% dos hospitais, esses leitos estão ocupados majoritariamente por pessoas entre 30 e 50 anos; e 45% relatam ocupação predominante entre a faixa etária de 51 a 80 anos.

Rede municipal

Na segunda (13), por conta do crescimento de casos, a Secretaria Municipal da Saúde voltou a destinar um número maior de leitos para pacientes com a doença na rede municipal.

De acordo com a pasta, foram abertos 50 novos leitos voltados para o atendimento de doenças respiratórias na rede pública da cidade.

Segundo dados da gestão municipal, a taxa de ocupação média de leitos Covid-19 na rede municipal é de 70% para UTI e de 61% para enfermaria.

No entanto, a ocupação de UTI já passa de 84% no Hospital Municipal (HM) Brasilândia, e em 86% no HM Profª Lydia Storópoli.

De 24 de maio até o último domingo (12), a média diária de novas hospitalizações nos hospitais públicos e privados na capital por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) saltou de 94 para 232, o que representa alta de 146% no período.

A taxa de transmissão da doença também está subindo na capital paulista. Em 30 de maio, o valor da taxa era de 1,33 na cidade. Ou seja, cada cem pessoas podiam transmitir o vírus para outras 133. Agora, a taxa está em 1,49.

No estado, a taxa de transmissão também saltou de 1,39 para 1,58. no mesmo período.

“Nas próximas duas semanas, São Paulo deve atingir seu pico [desta onda] em número de casos e, posteriormente, em hospitalização e óbito. Acredito que isso deve acontecer nas próximas duas semanas, e depois ter uma queda dessa nova onda. Por isso é importante sempre reforçar a vacinação”, diz o infectologista Julio Croda.

Neste domingo (12), o estado de SP registrou média diária de 9.644 novos casos de Covid-19. O valor é 91% maior do que o verificado há 14 dias, o que indica alta da pandemia. O patamar de novos casos diários não ficava acima de 9 mil no estado desde março deste ano.

Alerta

O número de novas internações por Covid-19 no estado de São Paulo aumentou 48% nas últimas duas semanas, segundo dados da Secretaria Estadual Saúde.

A média móvel de novas internações, em leitos de enfermaria ou de UTI, chegou a 555 hospitalizações diárias neste domingo (12). Há duas semanas, em 30 de maio, o indicador era de 375 internações por dia.

Apesar do crescimento, a média móvel atual ainda é inferior à verificada no pico da pandemia, em março de 2021, e também no ápice deste ano, verificado no final de janeiro. No entanto, a alta é sinal de alerta para os especialistas de saúde com a chegada de uma nova onda da doença.

As novas internações diárias já representam aumento de mais de 280% em relação a abril deste ano, quando atingiram o menor valor da pandemia, com média de 146 por dia .

No final do mês passado, o comitê de saúde do governo de SP voltou a recomendar uso de máscara em locais fechados.

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Em decisão inédita, Sexta Turma do STJ permite a três pessoas cultivo de maconha para uso medicinal

Ministros julgaram dois recursos e permitiram ao grupo fazer plantio sem que conduta seja considerada crime. Decisão vale só para os casos julgados, mas pode orientar outros processos.

Por Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

STJ autoriza que três brasileiros cultivem maconha para fins medicinais

Por unanimidade, ministros da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) permitiram a três pessoas o plantio de maconha para fins medicinais.

A decisão é inédita no tribunal. Nesta terça-feira (14), os ministros analisaram recursos de pacientes e familiares que fazem uso do medicamento e que queriam fazer o plantio sem o risco de serem enquadradas na Lei de Drogas e punidas por isso.

Na prática, a decisão autoriza que a conduta não seja enquadrada como crime e que o grupo não sofra responsabilização pelo poder público.

O julgamento da Sexta Turma vale para os casos específicos dos três recorrentes, mas o entendimento, apesar de não vinculante, pode orientar decisões em processos em instâncias inferiores que discutem o mesmo tema.

Na sessão, o subprocurador-geral da República José Elaeres Marques afirmou que a conduta de cultivar a cannabis para pacientes com doenças graves não pode ser considerada crime, já que incide a excludente de ilicitude conhecida como estado de necessidade.

“Não obstante a possibilidade de importar e conseguir o produto via associações, o preço ainda se revela fator determinante e impeditivo para a continuidade do tratamento em vários casos. Em razão disso, diversas famílias, em busca de uma alternativa viável, têm trilhado o caminho do Judiciário, postulando por meio de habeas corpus salvo conduto para cultivar e extrair em casa o extrato medicinal de cannabis sem o risco de serem presas e frequentando também cursos de cultivo e oficinas de extração promovidos pelas associações”.

O ministro Rogério Schietti, relator de um dos processos, afirmou que a questão envolve “saúde pública” e “dignidade da pessoa humana”. Ele criticou a forma de condução do tema por órgãos do Poder Executivo.

“Hoje ainda temos uma negativa do Estado brasileiro, quer pela Anvisa, quer pelo Ministério da Saúde, em regulamentar essa questão. Nos autos transcrevemos decisões dos órgãos mencionados, Anvisa e Ministério da Saúde. A Anvisa transferindo ao Ministério da Saúde essa responsabilidade, o Ministério da Saúde eximindo-se, dizendo que é da Anvisa. E assim milhares de famílias brasileiras ficam à mercê da omissão, inércia e desprezo estatal por algo que, repito, implica a saúde e bem-estar de muitos brasileiros, a maioria incapacitados de custear a importação dessa medicação”, argumentou.

Schietti fez um apelo para que todos os agentes do Poder Público que podem atuar nessa temática cumpram um “dever cívico e civilizatório” de, se não regulamentar, definir a questão “em termos legislativos”.

O ministro citou ainda o que considera “discurso moralista, que muitas vezes tem cunho religioso, baseado em dogmas, baseado em falsas verdades, baseado em estigmas”.

“Porque quando se fala maconha, parece que tudo que há de pior advém dessa palavra, quando é uma planta medicinal como qualquer outra. Se possui alguns malefícios, produz muitos benefícios. Paremos com preconceito, com esse moralismo que atrasa o desenvolvimento do tema no âmbito do Poder Legislativo e obnubila o pensamento de juízes brasileiros”, disse Schietti.

O ministro Sebastião Reis, relator do outro recurso, ponderou que o “silêncio não pode mais ocorrer” e que é preciso “enfrentar essa questão”.

“Como o ministro Rogério falou, simplesmente tachar de maldita uma planta porque há preconceito contra ela, sem um cuidado maior em se verificar os benefícios que seu uso pode trazer, é de uma irresponsabilidade total”, disse Reis.

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Brasil registra 53 mortes por Covid em 24 horas; média móvel é a mais alta desde 7 de abril

São 668.230 óbitos e 31.492.858 casos conhecidos registrados de Covid-19 desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

Média móvel de casos de covid está em alta elevada de 70% em todo o Brasil

O Brasil registrou nesta segunda-feira (13) 53 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 668.230 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 161, o maior valor desde 7 de abril. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 46%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo quarto dia seguido.

Brasil, 13 de junho

  • Total de mortes: 668.230
  • Registro de mortes em 24 horas: 53
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 161(variação em 14 dias: 46%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 31.492.858
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 20.543
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 44.316 (variação em 14 dias: 69%)
Média móvel de mortes desta segunda — Foto: Arte g1

Média móvel de mortes desta segunda — Foto: Arte g1

Todos os estados e o Distrito Federal divulgaram dados nesta segunda-feira. Acre, Alagoas, Amapá, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Paraná, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins não registraram mortes em 24 horas.

No total, o país registrou 20.543 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.492.858 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 44.316, variação de 69% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Curva de mortes nos estados

  • Subindo (15 estados e o DF): PB, DF, SE, RN, RS, MG, SP, MS, ES, AP, PA, RJ, PR, MT, PE, SC
  • Em estabilidade (6 estados): BA, RR, AC, PI, AL, RO
  • Em queda (5 estados): TO, MA, AM, CE, GO

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Média móvel de casos de Covid sobe 66% em PE; estado tem nove registros da subvariante BA.4 da ômicron

Nesta segunda (13), média de casos ficou em 888. Há duas semanas, eram 534. Segundo Secretaria Estadual de Saúde, pela primeira vez desde março, estado ultrapassou marca de 500 pessoas internadas.

Por Arline LIns, TV Globo

Pernambuco registrou, nesta segunda (13), uma média móvel de 888 casos confirmados do novo coronavírus. Esse número é 66% maior do que o do dia 31 de maio, quando a média móvel ficou em 534 notificações diárias de Covid-19. O governo também confirmou a circulação da subvariante BA.4 da ômicron em nove pessoas.

Ainda segundo os dados da SES, a quantidade de pessoas internadas chegou a 505, no domingo (12). É a primeira vez que o estado ultrapassa essa marca em três meses.

O último registro nesse patamar foi em 11 de março, quando havia 500 leitos ocupados e o estado vivia uma desaceleração da doença.

De acordo com o boletim completo da SES-PE, desta segunda, Pernambuco registrou um aumento de 20% na notificação de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), na última semana.

Na semana 23, que foi de 5 a 11 de junho, o estado notificou 384 casos de SRAG, sendo 21 deles com resultados positivos para Covid-19. Na semana 22, que foi de 29 de maio a 04 de junho, foram 323 casos notificados.

A quantidade de casos de SRAG da semana passada também é a maior das últimas 11 semanas. O último registro acima desse foi na semana epidemiológica 11, que foi de 13 a 19 de março, com 412 casos.

Os números de mortes por SRAG também aumentaram na semana passada (SE 23). Foram 46 notificações. Um aumento de 28% em relação às duas semanas anteriores, que tiveram 36 notificações de óbitos.

De acordo com o boletim desta segunda, 332 óbitos por SRAG aguardam resultado de teste para saber se foi por Covid-19 ou outro tipo de vírus.

De acordo com a lista de regulação de leitos para SRAG atualizada pela Seplag-PE, no domingo (12), a central de regulação fechou o dia com 79 solicitações ativas de UTI.

Isso significa que 79 pessoas aguardavam transferência para um leito no fim do dia. Desse total, 96% delas eram crianças ou recém-nascidos.

Subvariante

Governo do Estado confirma casos de subvariante da ômicron em Pernambuco

De acordo com a SES-PE, a subvariante foi encontrada a partir do resultado de mais um sequenciamento genético feito pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz PE). Das 101 amostras positivas para a Covid-19, nove genomas foram identificados como da BA.4.

São cinco mulheres e quatro homens, com idades entre 22 e 74 anos. Eles moram no Recife (7), Paulista (1) e Jaboatão dos Guararapes (1).

Os exames foram coletados entre 16 e 23 de maio. Oito deles foram assintomáticos e um apresentou sintomas leves.

Três dos pacientes não apresentavam registro de nenhuma dose da vacina nos sistemas de informação, dois não tinham tomado a primeira dose de reforço e um só tinha tomado uma dose.

Os outros 92 genomas analisados também foram da linhagem ômicron. As coletas ocorreram entre 9 e 24 de maio. Essas pessoas moravam nos seguintes municípios

Barreiros (1), Glória do Goitá (1), Jaboatão dos Guararapes (2), Olinda (8), Paulista (3), Salgueiro (8), São Lourenço da Mata (1), Recife (65), Tracunhaém (1), Vertentes (1), além de paciente do arquipélago de Fernando de Noronha (1).

Até esta segunda, disse o governo, não foi detectado caso de BA.5 em Pernambuco.

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Pesquisadores têm avanço importante rumo ao tratamento da doença de Parkinson

Edson Kaique Lima

Olhar Digital

Um estudo da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, encontrou aplicações importantes para um potencial tratamento para a doença de Parkinson. Este distúrbio progressivo do sistema nervoso afeta o movimento dos membros superiores e, no geral, inclui tremores nas mãos.

Esta pesquisa encontrou um método para diferenciar células-tronco pluripotentes induzidas por humanos em neurônios de dopamina, que são diretamente afetados pela doença de Parkinson. Esses neurônios são como marcapassos que disparam potenciais de ação, independentemente das entradas excitatórias de outros neurônios.

“Sua propriedade de marcapasso é muito importante para sua função e está por trás de sua vulnerabilidade na doença de Parkinson”, explicam os autores da pesquisa. “Esta descoberta emocionante é um passo crítico nos esforços para entender melhor a doença de Parkinson e como tratá-la”.

Afinal, o que foi feito?

Existem diversos tipos de neurônios de dopamina no cérebro humano, com cada tipo sendo responsável por diferentes funções cerebrais. Alguns deles são os neurônios dopaminérgicos nigral, ou neurônios A9 DA, que são responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários.

Os tremores característicos da doença de Parkinson se dão por conta da perda dos neurônios A9 DA. “Os cientistas têm se esforçado para gerar esses neurônios a partir de células-tronco pluripotentes humanas para estudar a doença de Parkinson e desenvolver melhores terapias”, explica o líder do estudo, Jian Feng.

“Conseguimos fazer neurônios de dopamina A9 a partir de células-tronco pluripotentes induzidas por humanos . Isso significa que agora podemos gerar esses neurônios de qualquer paciente com Parkinson para estudar sua doença”, detalha o pesquisador. Estes neurônios, possivelmente, são as maiores células do corpo humano.

A9 DA é levado à exaustão

O A9 DA tem uma morfologia bastante particular e a importante função de marcapasso, disparando potenciais de ação continuamente, independentemente da entrada sináptica. Eles dependem dos canais de Ca2+ para manter as atividades de marcapasso.

Essas células passam por muito estresse por lidar com o Ca2+ e dopamina, o que aumenta e muito sua vulnerabilidade. “Essas características únicas dos neurônios A9 DA os tornam vulneráveis. Muitos esforços estão sendo direcionados para entender essas vulnerabilidades, com a esperança de encontrar uma maneira de prender ou prevenir sua perda na doença de Parkinson”, diz Feng.

“O marcapasso é um importante recurso e vulnerabilidade dos neurônios A9 DA. Agora que podemos gerar marcapassos A9 DA de qualquer paciente, é possível usar esses neurônios para rastrear compostos que podem proteger sua perda na doença de Parkinson”, detalha o pesquisador.

Via: Medical Xpress

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RS confirma terceiro caso de varíola dos macacos no Brasil

Paciente é um homem, de 51 anos, de Porto Alegre, que chegou ao país após viagem a Portugal. Ministério da Saúde confirmou na noite de domingo (12) a notificação do caso pela Secretaria Estadual de Saúde.

Por g1 RS

RS confirma 3º caso de varíola dos macacos no Brasil

O Ministério da Saúde confirmou, na noite deste domingo (12), o terceiro caso de varíola dos macacos do Brasil. O paciente é um homem de 51 que chegou ao país por Porto Alegre após viagem a Portugal. O caso estava em monitoramento desde o dia 27 de maio, segundo a Secretaria da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul.

A SES informou que o resultado foi confirmado laboratorialmente por RT-PCR pelo Instituto Adolf Lutz de São Paulo (IAL/SP).

O paciente está em isolamento domiciliar, junto com os seus contatos, apresenta quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pela SES e secretaria de saúde da Capital. O homem é morador de Portugal.

A SES informou que o homem procurou atendimento médico nos dias 19 e 23 de maio. Paciente desconhece contato com pessoas em Portugal que sejam confirmadas ou suspeitas para a doença varíola do macaco.

De acordo com o Ministério da Saúde todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox, com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos, tanto nacionalmente quanto do voo internacional, que contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Brasil tem três casos confirmados de varíola dos macacos, sendo dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul. Estão em investigação seis casos suspeitos. Todos seguem em isolados e em monitoramento.

Varíola dos macacos: veja 5 pontos sobre a doença

Varíola dos macacos

Recentemente, casos de infecção do vírus têm sido relatados em Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Até pouco tempo, todos casos fora da África eram casos importados de viajantes recentes à República Democrática do Congo ou à Nigéria. Os casos comunicados em maio de 2022 são os primeiros casos autóctones, cuja via de transmissão ainda não se tem estabelecida ao certo.

O Monkeypox virus, embora seja conhecido por causar a “varíola do macaco” ou “varíola símia”, é um vírus que infecta roedores na África, e macacos são provavelmente hospedeiros acidentais, assim como o homem. A infecção possui sintomas bem similares à varíola humana, porém com baixas taxas de transmissão e de letalidade.

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Fundação Altino Ventura oferece mil vagas para cirurgias gratuitas de catarata; saiba como ter acesso

Agendamento de consultas para encaminhamento do procedimento cirúrgico é feito na internet. Vagas são disponibilizadas mensalmente.

Por Vítor Oliveira*, g1 PE

Local da cirurgia é a unidade da Fundação Altino Ventura no bairro da Iputinga, na Zona Oeste do Recife — Foto: Reprodução / Google Maps

Local da cirurgia é a unidade da Fundação Altino Ventura no bairro da Iputinga, na Zona Oeste do Recife — Foto: Reprodução / Google Maps

A Fundação Altivo Ventura (FAV), instituição especializada no atendimento em saúde ocular para populações de baixa renda, disponibiliza mil vagas para cirurgias de catarata por mês. O atendimento é feito gratuitamente através do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a FAV, essas vagas não estão sendo preenchidas por causa da baixa procura dos pacientes que desconhecem o serviço ou que têm alguma dificuldade de acesso à tecnologia.

O preenchimento das vagas é feito através do encaminhamento para o Polo de Catarata da FAV, localizado na Avenida Maurício de Nassau, 2075, no bairro da Iputinga, na Zona Oeste do Recife, segundo a instituição.

Para ter acesso a uma consulta especializada em catarata nas unidades da FAV no Recife, em Jaboatão dos Guararapes, em Serra Talhada ou em Salgueiro, o paciente pode acessar o Portal de Catarata.

No site, o paciente tem acesso a um formulário, que deve ser preenchido com os seguintes dados:

  • Nome completo
  • RG
  • CPF
  • Cartão do SUS
  • Nome da mãe
  • Endereço
  • Telefone para contato

O objetivo do Portal da Catarata, segundo a FAV, é facilitar o acesso do atendimento especializado para usuários do SUS que têm catarata e também criar um banco de dados que integre a população a partir dos 50 anos que precisa desse tipo de atendimento.

* Estagiário sob a supervisão do editor de conteúdo Bruno Marinho.

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Vítimas das chuvas que estão em abrigos de PE podem tomar 4ª dose contra a Covid e vacinas contra gripe, tétano, sarampo e hepatite B

De acordo com a superintendente de Imunizações do estado, Ana Catarina de Melo, o objetivo é prevenir a propagação da doença em ambientes coletivos.

Por g1 PE

A aplicação da quarta dose da vacina contra a Covid-19 foi autorizada nesta quarta-feira (8) para todas as pessoas que foram levadas para abrigos após as fortes chuvas que atingiram Pernambuco. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) recomendou também a imunização desse público contra a gripe, hepatite B, sarampo e tétano.

Os temporais do fim de maio e começo de junho provocaram 129 mortes. Ao todo, 54 cidades pernambucanas foram atingidas e 37 delas decretaram situação de emergência. Mais de 128 mil pessoas ainda estão desabrigadas ou desalojadas, segundo o estado.

Pode receber a quarta dose contra a Covid quem tem a partir dos 18 anos, completou o esquema vacinal e já tomou 3ª dose há pelo menos quatro meses.

A recomendação é imunizar também todas as pessoas a partir dos seis meses de idade contra a gripe.

A SES-PE também pede que seja verificado se todas as pessoas desabrigadas, profissionais de saúde ou socorristas estão com a vacinação atualizada para hepatite B e tétano.

De acordo com a superintendente de Imunizações do Estado, Ana Catarina de Melo, o objetivo é prevenir a propagação da doença em ambientes coletivos.

“Lembrando que essas pessoas têm condições de exposição podem levar ao processo de adoecimento. Então, nesse momento, os municípios precisam realizar a vacinação desses abrigos, principalmente a vacina contra a Covid-19, influenza, hepatite B, sarampo e tétano”, afirmou.

Ana Catarina de Melo lembrou que foi encaminhada nota técnica aos municípios autorizando que usem as doses disponíveis, de acordo com a necessidade de cada cidade.

Para a aplicação da 4ª dose devem ser utilizados as vacinas da Pfizer, Astrazeneca/Fiocruz ou Janssen, conforme orientação do Ministério da Saúde. Na terça (6), Pernambuco ampliou a 4ª dose de vacina contra a Covid-19 para pessoas a partir dos 50 anos e trabalhadores da saúde.

No Recife, as pessoas com mais de 18 anos que foram levadas para abrigos emergenciais montados por causa da tragédia das chuvas podem tomar a 4ª dose da vacina contra a Covid-19 desde terça (7). A liberação dessa etapa de imunização ocorreu na segunda (6).

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