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Brasil tem 1.954 mortes em 24 horas, maior número desde início da pandemia; média móvel também é recorde

País contabilizou 11.125.017 casos e 268.568 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.

Por G1

Brasil tem novo recorde de mortos na pandemia: 1.954 em 24 horas

O país registrou 1.954 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas — o maior número desde o começo da pandemia — e totalizou nesta terça-feira (9) 268.568 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.572, também um recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 39%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça-feira.

O estado de Goiás não divulgou o número de mortes, apenas o de casos hoje.

Também já são 48 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 12 dias acima de 1,1 mil, e pelo décimo dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram 11 recordes seguidos de 27 de fevereiro até aqui.

Média móvel quebra recordes há 11 dias seguidos — Foto: Arte G1

Média móvel quebra recordes há 11 dias seguidos — Foto: Arte G1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quarta-feira (3): 1.332 (recorde)
  • Quinta-feira (4): 1.361 (recorde)
  • Sexta-feira (5): 1.423 (recorde)
  • Sábado (6): 1.455 (recorde)
  • Domingo (7): 1.497 (recorde)
  • Segunda-feira (8): 1.540 (recorde)
  • Terça-feira (9): 1.572 (recorde)

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.125.017 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 69.537 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 68.167 novos diagnósticos por dia — a maior média de casos desde o começo da pandemia. Isso representa uma variação de 38% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Vinte e um estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, SP, DF, MS, MT, AC, AP, RO, RR, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Brasil, 9 de março

  • Total de mortes: 268.568
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.954
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.572 (variação em 14 dias: +39%)
  • Total de casos confirmados: 11.125.017
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 69.537
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 68.167 por dia (variação em 14 dias: +38%)

Estados

  • Subindo (21 estados mais o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, SP, DF, MS, MT, AC, AP, RO, RR, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE
  • Em estabilidade (2 estados): MG e PA
  • Em queda (2 estados): RJ e AM
  • Não divulgou (1 estado): GO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta terça-feira (9) aponta que 8.736.891 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 4,13% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 2.975.266 pessoas (1,41% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 11.712.157 doses foram aplicadas em todo o país.

Variação de mortes por estados

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: +106%
  • RS: +115%
  • SC: +108%

Sudeste

  • ES: +17%
  • MG: +11%
  • RJ: -26%
  • SP: +33%

Centro-Oeste

  • DF: +58%
  • GO: o estado não divulgou o número de mortos até as 20h. Considerando os dados enviados até 20h desta segunda-feira (8), estava em alta de 46%
  • MS: +76%
  • MT: +55%

Norte

  • AC: +46%
  • AM: -29%
  • AP: +33%
  • PA: +8%
  • RO: +36%
  • RR: +46%
  • TO: +77%

Nordeste

  • AL: +45%
  • BA: +54%
  • CE: +138%
  • MA: +165%
  • PB: +44%
  • PE: +16%
  • PI: +104%
  • RN: +23%
  • SE: +81%

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Lockdown é medida extrema, mas de efetividade científica comprovada, afirmam entidades médicas

SBI e a AMB afirmam que países como EUA, Reino Unido e Israel já apontaram a solução para o agravamento da pandemia: “adoção das medidas de prevenção por toda a população, em conjunto com a vacinação em massa da população”.

Por G1

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Associação Médica Brasileira (AMB) divulgaram nota conjunta sobre medidas de restrição de atividades não essenciais e lockdown durante o agravamento da pandemia de Covid-19. No texto, as entidades analisam que medidas restritivas podem ser necessárias e são eficazes.

A SBI e a AMB afirmam que países como EUA, Reino Unido e Israel já apontaram a solução: “adoção das medidas de prevenção por toda a população, em conjunto com a vacinação em massa da população”.

“O que fazer se a vacinação no Brasil está lenta, a ponto de nem todos idosos terem sido vacinados e as medidas preventivas serem ignoradas por parte da população, que embora minoritária, dissemina o vírus SARS-CoV-2 para as pessoas de seu convívio social e familiar, que por sua vez lotam os Pronto Atendimentos e hospitais?” – nota conjunta da SBI e da AMB

Na resposta, as entidades apontam que medidas restritivas são essenciais, e que elas devem ser proporcionais à realidade epidemiológica local, sendo tanto mais restritivas, podendo chegar ao lockdown, quanto mais grave é a carência de leitos hospitalares e a propagação do vírus na comunidade.

“Trata-se de uma medida extrema, mas de efetividade científica comprovada quando não há outras formas capazes de controlar a transmissão comunitária e reduzir rapidamente o número de novos casos e de óbitos.” – nota conjunta da SBI e da AMB

Somente em situação crítica

De acordo com a nota, “o lockdown deve ser efetuado somente em algumas situações críticas e em alguns locais, e quando se fizer necessário, por um período determinado, com fiscalização rígida e punição a todos que desrespeitarem”.

“Os cidadãos que se negam a praticar as medidas preventivas, tais como uso de máscara, higienização das mãos, distanciamento físico, permanecer em isolamento respiratório domiciliar quando acometidos pela doença e não participar de aglomerações são os grandes responsáveis pelas graves consequências sociais e econômicas que assola o nosso país de maneira contundente.” – nota conjunta da SBI e da AMB

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Testes apontam que vacina da Pfizer é capaz de neutralizar novas variantes do coronavírus

Relatório completo foi publicado nesta segunda-feira (8) na ‘The New England Journal of Medicine’. Ensaio foi feito pela Universidade do Texas em parceria com a equipe de desenvolvimento e pesquisa da farmacêutica.

Por G1

A BNT162b2, vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech, conseguiu neutralizar as três novas variantes do coronavírus – a britânica (B.1.1.7), a brasileira (P.1) e a sul-africana (B.1.351) – em testes de laboratório. Um novo artigo sobre o ensaio foi publicado nesta segunda-feira (8) na revista “The New England Journal of Medicine”.

Os especialistas, da Universidade do Texas e da própria equipe de desenvolvimento e pesquisa da Pfizer, utilizaram uma versão isolada do vírus para fazer testes com as novas variantes. Anteriormente, a vacina já havia apresentado uma eficácia de 95% contra o Sars CoV-2, mas as novas mutações do vírus foram identificadas após os ensaios clínicos.

Os pesquisadores produziram três vírus recombinantes de acordo com as mutações das três variantes e, além disso, mais duas versões com as outras mutações genéticas da variante da África do Sul. No caso de duas variantes, a do Brasil e a do Reino Unido, o estudo aponta uma resposta “robusta” da vacina. Contra a variante sul-africana, a BNT162b2 apresentou uma capacidade de neutralização um pouco mais baixa, mas ainda assim eficiente.

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Brasil registra 1.840 mortes em 24 horas e volta a bater recorde da pandemia; total chega a 259,4 mil

País contabilizou 10.722.221 casos e 259.402 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.

Por G1

Brasil volta a bater recorde de mortes por Covid: 1.840 em 24 horas

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (3).

O país registrou 1.840 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas – novamente um recorde desde o início da pandemia – chegando ao total de 259.402 óbitos desde seu começo. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.332. A variação foi de 29% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Já são 42 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 7 dias acima de 1,1 mil, e pelo quarto dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram cinco recordes seguidos de sábado até aqui. Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quinta-feira (25): 1.150 (recorde)
  • Sexta-feira (26): 1.148
  • Sábado (27): 1.180 (recorde)
  • Domingo (28): 1.208 (recorde)
  • Segunda-feira (1º): 1.223 (recorde)
  • Terça-feira (2): 1.274 (recorde)
  • Quarta-feira (3): 1.332 (recorde)

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.722.221 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 74.376 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 56.602 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de 27% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Dezesseis estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, SP, DF, MS, AC, PA, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE.

Brasil, 3 de março

  • Total de mortes: 259.402
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.840
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.332 (variação em 14 dias: +29%)
  • Total de casos confirmados: 10.722.221
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 74.376
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 56.602 por dia (variação em 14 dias: +27%)

Estados

  • Subindo (16 estados mais o Distrito Federal): PR, RS, SC, SP, DF, MS, AC, PA, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE
  • Em estabilidade (8 estados): ES, MG, RJ, GO, MT, RO, RR e PE
  • Em queda (2 estados): AM e AP

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quarta-feira (3) aponta que 7.351.265 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 3,47% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 2.303.850 pessoas (1,09% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 9.655.115 doses foram aplicadas em todo o país.

Variação de mortes por estados

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: +65%
  • RS: +120%
  • SC: +160%

Sudeste

  • ES: -4%
  • MG: +6%
  • RJ: +5%
  • SP: +24%

Centro-Oeste

  • DF: +60%
  • GO: -3%
  • MS: +45%
  • MT: +9%

Norte

  • AC: +34%
  • AM: -33%
  • AP: -44%
  • PA: +35%
  • RO: -7%
  • RR: -9%
  • TO: +165%

Nordeste

  • AL: +17%
  • BA: +66%
  • CE: +112%
  • MA: +103%
  • PB: +56%
  • PE: -14%
  • PI: +71%
  • RN: +98%
  • SE: +32%

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Brasil registra 1.726 mortes em 24 horas e bate novo recorde na pandemia; total chega a 257,5 mil

País contabilizou 10.647.845 casos e 257.562 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.

Por G1

Brasil registra pelo 4º dia seguido recorde na média móvel de mortos pela pandemia

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça-feira (2).

O país registrou 1.726 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas – recorde desde o início da pandemia – chegando ao total de 257.562 óbitos desde seu começo. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.274. A variação foi de 23% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

O número de mortes em 24 horas registrado no Brasil nesta terça-feira (2) é superior ao registrado preliminarmente nos Estados Unidos na segunda-feira (1º) e compilado nos principais painéis de monitoramento. Segundo a Johns Hopkins, os EUA tiveram 1.567 mortes. O número é semelhante ao verificado pela plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford, que aponta 1.565 mortes no país. Os EUA somam, desde o início da pandemia, 515.985 óbitos.

Já são 40 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 6 dias acima de 1,1 mil, e pelo terceiro dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram quatro recordes seguidos de sábado até aqui. Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quarta-feira (24): 1.129 (recorde)
  • Quinta-feira (25): 1.150 (recorde)
  • Sexta-feira (26): 1.148
  • Sábado (27): 1.180 (recorde)
  • Domingo (28): 1.208 (recorde)
  • Segunda-feira (1º): 1.223 (recorde)
  • Terça-feira (2): 1.726 (recorde)

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.647.845 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 58.237 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 55.318 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de 22% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Quinze estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, DF, SP, AC, PA, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE

Brasil, 2 de março

  • Total de mortes: 257.562
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.726
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.274 (variação em 14 dias: +23%)
  • Total de casos confirmados: 10.647.845
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 58.237
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 55.318 por dia (variação em 14 dias: +22%)

Estados

  • Subindo (15 estados mais o Distrito Federal): PR, RS, SC, SP, DF, AC, PA, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE
  • Em estabilidade (8 estados): ES, MG, RJ, GO, MS, MT, RO e PE
  • Em queda (3 estados): AM, AP e RR

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta terça-feira (2) aponta que 7.106.147 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 3,36% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 2.166.982 pessoas (1,02% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 9.273.129 doses foram aplicadas em todo o país.

Variação de mortes por estados

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: +74%
  • RS: +133%
  • SC: +170%

Sudeste

  • ES: -4%
  • MG: -1%
  • RJ: +3%
  • SP: +18%

Centro-Oeste

  • DF: +62%
  • GO: -5%
  • MS: +14%
  • MT: +5%

Norte

  • AC: +24%
  • AM: -40%
  • AP: -37%
  • PA: +53%
  • RO: +12%
  • RR: -51%
  • TO: +104%

Nordeste

  • AL: +18%
  • BA: +64%
  • CE: +39%
  • MA: +82%
  • PB: +45%
  • PE: -14%
  • PI: +71%
  • RN: +127%
  • SE: +25%

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2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Brasil bate 5º recorde em 6 dias na média móvel de mortes por Covid, chegando a 1.223 por dia

País contabilizou 10.589.608 casos e 255.836 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.

Por G1

Brasil registra recorde na média de mortes por Covid pelo terceiro dia seguido

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta segunda-feira (1º).

O país registrou 818 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 255.836 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.223, o quinto recorde batido nos últimos seis dias. A variação foi de +16% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Já são 40 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 6 dias acima de 1,1 mil, e pelo segundo dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram três recordes seguidos de sábado até aqui. Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Terça-feira (23): 1.095
  • Quarta-feira (24): 1.129 (recorde)
  • Quinta-feira (25): 1.150 (recorde)
  • Sexta-feira (26): 1.148
  • Sábado (27): 1.180 (recorde)
  • Domingo (28): 1.208 (recorde)
  • Segunda-feira (1º): 1.223 (recorde)

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.589.608 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 40.479 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 56.011 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +23% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta nos diagnósticos.

É a primeira vez desde 21 de janeiro que se registra tendência de crescimento tanto nos números de óbitos pela doença quanto nos novos casos.

Catorze estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, DF, MT, AC, PA, TO, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE

Brasil, 1º de março

  • Total de mortes: 255.836
  • Registro de mortes em 24 horas: 818
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.223 (variação em 14 dias: +16%)
  • Total de casos confirmados: 10.589.608
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 40.479
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 56.011 por dia (variação em 14 dias: +23%)

Estados

  • Subindo (14 estados mais o Distrito Federal): PR, RS, SC, DF, MT, AC, PA, TO, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE
  • Em estabilidade (8 estados): ES, MG, RJ, SP, MS, RO, AL e PE
  • Em queda (4 estados): GO, AM, AP e RR

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta segunda-feira (1º) aponta que 6.770.596 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 3,2% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 2.012.921 pessoas (0,95% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 8.783.517 doses foram aplicadas em todo o país.

Variação de mortes por estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: +82%
  • RS: +123%
  • SC: +154%

Sudeste

  • ES: +1%
  • MG: -5%
  • RJ: 0%
  • SP: +6%

Centro-Oeste

  • DF: +48%
  • GO: -27%
  • MS: -1%
  • MT: +21%

Norte

  • AC: +38%
  • AM: -49%
  • AP: -35%
  • PA: +53%
  • RO: -12%
  • RR: -25%
  • TO: +68%

Nordeste

  • AL: +15%
  • BA: +60%
  • CE: +64%
  • MA: +71%
  • PB: +46%
  • PE: -13%
  • PI: +72%
  • RN: +116%
  • SE: +25%

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Hidroxicloroquina não deve ser usada como prevenção contra a Covid, indica diretriz da OMS

Painel de especialistas que define diretrizes da Organização Mundial da Saúde também diz que pesquisas com a droga contra o coronavírus não devem ser prioridade. Recomendação ocorre com base em evidências concretas de 6 estudos científicos que, juntos, reuniram mais de 6 mil pacientes.

Por G1

OMS desaconselha fortemente o uso de hidroxicloroquina para prevenir a Covid

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma diretriz na qual pede fortemente que a hidroxicloroquina não seja usada como tratamento preventivo da Covid-19. O documento foi divulgado nesta segunda-feira (1°) na revista científica “The BMJ”.

A recomendação é feita por um painel de especialistas internacionais do Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes da OMS (GDG).

Desde julho do ano passado, a organização informa que não tem encontrado benefícios no uso do antimalárico contra o coronavírus. Desta vez, a conclusão passa a ser uma orientação concreta e oficial para os países e profissionais de saúde.

Esta forte recomendação é baseada em seis estudos clínicos com evidências de alto nível. Juntos, eles somaram mais de 6 mil participantes e confirmaram que o medicamento não é eficiente na prevenção contra a doença.

Além disso:

  • Evidências de alta certeza (que dificilmente mudarão com a publicação de novos estudos) apontam que a hidroxicloroquina não tem efeito significativo na prevenção de hospitalização e morte devido à Covid-19;
  • O antimalárico também não teve efeito em evitar a infecção pelo Sars CoV-2, com evidências classificadas como moderadas (estudos clínicos com leves limitações e estudos observacionais bem delineados e com achados consistentes).

“Neste caso, a hidroxicloroquina não teve nenhuma melhora nem nos pacientes leves a moderados, nem nos hospitalizados. E ela aumentou, provavelmente, os efeitos adversos, que levaram inclusive à descontinuação” – Ethel Maciel, pós-doutora em epidemiologia.

A OMS também pede que as pesquisas com a hidroxicloroquina como prescrição para a Covid-19 não sejam prioridade. O painel avalia que é importante concentrar esforços financeiros em medicamentos com mais chance de combater o coronavírus.

No Brasil, o medicamento chegou a ser recomendado como um dos integrantes do ‘Kit Covid’, voltado ao suposto “tratamento precoce” da doença.

A droga foi prescrita por médicos brasileiros apesar de estudos científicos não apontarem benefícios e alertarem para riscos associados ao uso. Um levantamento do Conselho Federal de Farmácia mostrou que a venda do antimalárico nas farmácias mais que dobrou, passando de 963 mil em 2019 para 2 milhões de unidades em 2020.

Linha do tempo da OMS x hidroxicloroquina

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Brasil já aplicou ao menos uma dose de vacina em 6,57 milhões, aponta consórcio de veículos de imprensa

Levantamento junto a secretarias de Saúde aponta que 6.576.109 pessoas tomaram a primeira dose e 1.933.404 a segunda, num total de mais de 8.509.513 milhões de doses aplicadas. G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL divulgam diariamente os dados de imunização no país.

Por G1

Brasil tem 755 mortes e 40.495 novos casos de Covid registrados nas últimas 24 horas

Balanço da vacinação contra Covid-19 deste domingo (28) aponta que 6.576.109 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 3,11% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 1.933.404 pessoas (0,91% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 8.509.513 doses foram aplicadas em todo o país.

As secretarias de saúde de 13 estados e do Distrito Federal não atualizaram o número de vacinados neste domingo.

A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, O Globo, Extra, O Estadão de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.

Brasil, 28 de fevereiro

  • Total de pessoas que receberam ao menos uma dose: 6.576.109 (3,11% da população)
  • Total de pessoas que receberam duas doses: 1.933.404 (0,91% da população)
  • Total de doses aplicadas: 8.509.513 (59,58% das doses recebidas pelos estados)
  • Divulgaram dados novos (13 estados): AC, AL, BA, AM, MS, MT, PA, PB, PE, PI, RN, RS e SP.
  • Divulgaram dados em dias anteriores (13 estados e Distrito Federal): AP, CE, DF, ES, GO, MA, MG, PR, RJ, RO, RR, SC, SE e TO.

Vacinados por estado

Vacinação nos estados neste domingo  — Foto: Arte G1

Vacinação nos estados neste domingo — Foto: Arte G1

Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:

  • AC: 1ª dose – 19.501 (2,19%); 2ª dose – 3.739 (0,42%)
  • AL: 1ª dose -95.240 (2,84%); 2ª dose – 7.403 (0,22%)
  • AM: 1ª dose -240.859 (5,72%); 2ª dose – 46.389 (1,10%)
  • AP: 1ª dose – 24.921 (2,89%); 2ª dose – 2.929 (0,34%)
  • BA: 1ª dose -433.274 (2,90%); 2ª dose – 98.673 (0,66%)
  • CE: 1ª dose – 281.041 (3,06%); 2ª dose – 85.855 (0,93%)
  • DF: 1ª dose – 130.547(4,27%); 2ª dose – 43.226 (1,41%)
  • ES: 1ª dose – 118.135 (2,91%); 2ª dose – 21.637 (0,53%)
  • GO: 1ª dose -188.108 (2,64%); 2ª dose – 41.148 (0,58%)
  • MA: 1º dose -143.732 (2,02%); 2ª dose – 49.118 (0,69%)
  • MG: 1ª dose – 587.736 (2,76%); 2ª dose – 251.590 (1,18%)
  • MS: 1ª dose -112.063 (3,99%); 2ª dose – 48.437 (1,72%)
  • MT: 1ª dose -84.632 (2,40%); 2ª dose – 31.676 (0,90%)
  • PA: 1ª dose -139.324 (1,60%); 2ª dose – 48.352 (0,56%)
  • PB: 1ª dose -110.410 (2,73%); 2ª dose – 34.559 (0,86%)
  • PE: 1ª dose – 290.594 (3,02%); 2ª dose – 108.969 (1,13%)
  • PI: 1ª dose – 71.193 (2,17%) ; 2ª dose – 20.336 (0,62%)
  • PR: 1ª dose – 297.611 (2,58%); 2ª dose – 98.438 (0,85%)
  • RJ: 1ª dose -499.853 (2,88%); 2ª dose – 127.735 (0,74%)
  • RN: 1ª dose -89.580 (2,53%); 2ª dose – 34.180 (0,97%)
  • RO: 1ª dose -47.420 (2,64%); 2ª dose – 7.292(0,41%)
  • RR: 1ª dose – 27.913 (4,42%); 2ª dose – 9.121 (1,45%)
  • RS: 1ª dose – 460.168 (4,03%); 2ª dose – 104.439 (0,91%)
  • SC: 1ª dose -162.829 (2,25%); 2ª dose – 55.768 (0,77%)
  • SE: 1ª dose -45.733 (1,97%); 2ª dose – 24.623 (1,06%)
  • SP: 1ª dose – 1.829.793 (3,95%); 2ª dose – 518.554 (1,12%)
  • TO: 1ª dose -44.028 (2,77%); 2ª dose – 8.408 (0,53%)

Quantas doses cada estado recebeu até 28 de fevereiro:

  • AC: 57.640
  • AL: 162.660
  • AM: 555.044
  • AP: 57.600
  • BA: 945.600
  • CE: 579.600
  • DF: 204.060
  • ES: 268.420
  • GO: 438.480
  • MA: 306.540
  • MG: 1.528.580
  • MS: 222.712
  • MT: 191.760
  • PA: 315.640
  • PB: 286.980
  • PE: 593.560
  • PI: 174.280
  • PR: 706.200
  • RJ: 1.236.320
  • RN: 168.840
  • RO: 112.408
  • RR: 99.520
  • RS: 923.600
  • SC: 405.840
  • SE: 100.480
  • SP: 3.199.263
  • TO: 110.000

Origem dos dados

  • Total de doses: números divulgados pelos governos estaduais.
  • As informações sobre população prioritária e doses disponíveis são do Ministério da Saúde.
  • As estimativas populacionais são do IBGE.

Consórcio

O consórcio de veículos de imprensa foi formado em junho de 2020, em resposta a uma decisão do presidente Jair Bolsonaro de, na ocasião, restringir acesso a dados sobre a pandemia. Os boletins informam, atualmente, o número de pessoas mortas por coronavírus, a quantidade de contaminados e a média móvel, indicador segundo o qual é possível verificar em quais estados a pandemia do novo coronavírus está aumentando, diminuindo ou em estabilidade.

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Diretor do Butantan prevê piora na pandemia no Brasil e diz que novas variantes têm transmissão 30% a 50% mais rápida

Na avaliação de Dimas Covas, falta de controle da disseminação da doença pode fazer com que situação vivida em cidades como Manaus e Araraquara passe a ser a nova forma de comportamento do vírus, de rapidamente atingir e levar pessoas aos hospitais, lotando UTIs.

Por G1 SP — São Paulo

Dimas Covas sobre 1 ano de Covid-19 no Brasil: Não houve uma coordenação forte da saúde pública

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, prevê uma piora na pandemia no Brasil e teme situações vividas atualmente em cidades como Manaus, no Amazonas, e Araraquara, no interior de São Paulo, que enfrentam colapso no sistema de saúde, deixem de retratar casos isolados no país.

“Está aí o exemplo de Manaus, Jaú, Araraquara. Podem não ser exemplos isolados. Isso pode ser a nova forma de comportamento, que é rapidamente atingir e levar pessoas aos hospitais e lotar as nossas UTIs”, afirmou o diretor em entrevista à GloboNews na manhã desta sexta-feira (26).

“Embora a vacinação seja importante, o mais importante agora é controlar a disseminação do vírus e impedir a circulação das variantes, que podem se tornar as dominantes. Se não agirmos rapidamente podemos ser impactados de forma mais negativa do que na primeira onda”, avalia.

Segundo Dimas Covas, uma das justificativas para o aumento de casos e internações no país é a velocidade de contaminação pelas novas variantes.

“As novas variantes têm taxa de transmissão maior – pelo menos 30% a 50% mais rápidas – e ainda temos a possibilidade que elas possam ser mais agressivas. Isso têm explicado por que em janeiro e fevereiro estamos batendo recordes. Na minha visão, isso deve piorar um pouco pois, embora estejamos fazendo a vacinação, a velocidade da epidemia é maior.”

Um ano de Covid-19

O diretor do instituto também criticou a forma como o governo federal enfrenta a pandemia, tanto no respeito às orientações da saúde e ciência, quanto na compra de vacinas.

Nesta sexta-feira (26), completa um ano da confirmação da contaminação de Covid-19 no Brasil. O primeiro caso ocorreu em São Paulo.

“Muita falta de compreensão da necessidade de medidas de restrição de circulação. Houve adesão parcial a essas medidas, diferente de outros países bem-sucedidos. Não foram implementadas políticas efetivas que completassem as medidas, como a vigilância epidemiológica, não houve uma organização eficiente à testagem. Vários fatores explicam.”

Ele voltou a afirmar que existe a possibilidade de o Butantan elevar a capacidade de produção da CoronaVac, vacina feita pela Sinovac em parceria com o Instituto, mas destacou a necessidade de ampliação do número de imunizantes disponíveis no país.

“Estamos cumprindo a nossa parte com o Ministério [da Saúde] e fazendo o esforço para acelerar, mas o Brasil precisa de mais vacinas, de outras vacinas já contratadas e que deveriam ter participação importante, apareçam e venham de fato ser entregues.”

A capacidade de envase do Butantan pode dobrar a partir de abril, de até um milhão de doses por dia para dois milhões por dia. O aumento será possível quando uma fábrica que atualmente está sendo usada para a produção da vacina contra a gripe for destinada para a CoronaVac.

Dimas Covas acredita que uma ampliação mais significativa da cobertura vacinal só será possível a partir de maio.

“Teríamos vacinação mais rápida e cobrir acima de 60 anos, que é 40 milhões de pessoas, mais profissionais de saúde, rapidamente. Vamos aguardar um tempo, maio junho ou julho, para fazer cobertura. Aí vamos ter um impacto maior da vacinação. Até lá, vamos tomar medidas de combate à epidemia.”

Risco de colapso

Estados brasileiros vivem situação crítica na Saúde em razão do avanço da pandemia de Covid-19, com alta nos números de casos e de mortes causadas pela doença. Também estão na iminência de colapso, com Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) lotadas ou perto de ficar sem vagas.

Em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e em Rondônia, autoridades alertaram nesta quinta-feira (25) para o colapso nas estruturas de atendimento de saúde. Ao menos 12 estados enfrentam dificuldades.

Nesta quinta (25), o Brasil bateu recorde de mortes registradas em 24 horas: 1.566 pessoas – é o maior número desde a chegada da pandemia ao país, em março de 2020.

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Brasil chega a 250 mil óbitos por Covid com média móvel recorde de 1.129 mortes por dia

País contabilizou 10.326.008 casos e 250.079 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Média móvel está acima de 1 mil há 35 dias.

Por G1

Alan Severiano detalha os números atualizados pelo consórcio de veículos da imprensa.

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (24).

O país registrou 1.433 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 250.079 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.129Já são 35 dias com essa média acima da marca de 1 mil. A variação foi de +5% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

A média móvel de 1.129 mortes por dia é a maior registrada até aqui. Na sequência, aparecem os dias 14 de fevereiro, quando a marca estava em 1.105, e 25 de julho do ano passado, quando chegou a 1.097. Das seis maiores médias da série histórica, cinco delas foram anotadas ao longo das últimas duas semanas.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.326.008 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 65.387 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 49.533 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +9% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade também nos diagnósticos.

Treze estados estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, GO, AC, PA, RO, BA, CE, MA, PB, PI e RN.

Brasil, 24 de fevereiro

  • Total de mortes: 250.079
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.433
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.129 (variação em 14 dias: +5%)
  • Total de casos confirmados: 10.326.008
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 65.387
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 49.533 por dia (variação em 14 dias: +9%)

Estados

  • Subindo (13 estados): PR, RS, SC, GO, AC, PA, RO, BA, CE, MA, PB, PI e RN
  • Em estabilidade (7 estados e o Distrito Federal): ES, MG, RJ, SP, DF, MT, AL e PE
  • Em queda (6 estados): MS, AM, AP, RR, TO e SE

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quarta-feira (24) aponta que 6.179.900 de pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 2,92% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 1.584.569 pessoas (0,75% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 7.756.829 doses foram aplicadas em todo o país.

Variação de mortes por estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: +25%
  • RS: +52%
  • SC: +68%

Sudeste

  • ES: -7%
  • MG: -5%
  • RJ: +12%
  • SP: -10%

Centro-Oeste

  • DF: +6%
  • GO: +16%
  • MS: -32%
  • MT: +5%

Norte

  • AC: +40%
  • AM: -49%
  • AP: -35%
  • PA: +68%
  • RO: +43%
  • RR: -22%
  • TO: -17%

Nordeste

  • AL: +12%
  • BA: +60%
  • CE: +44%
  • MA: +19%
  • PB: +49%
  • PE: 0%
  • PI: +24%
  • RN: +89%
  • SE: -20%

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