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Veja a situação pelo país sobre a suspensão da vacina contra Covid para adolescentes

Ministério da Saúde voltou atrás e passou a orientar que não sejam vacinados adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. Estados como São Paulo vão manter a imunização mesmo assim.

Por G1

Ministério da Saúde voltou atrás sobre a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades e passou a orientar que não seja feita a vacinação deste grupo.

A vacinação deve ficar restrita a três perfis específicos:

  • adolescentes com deficiência permanente,
  • adolescentes com comorbidades,
  • e adolescentes que estejam privados de liberdade.

A nova orientação consta de uma nota informativa publicada na quarta-feira (15) e que contraria uma outra publicada pela pasta em 2 de setembro, que recomendava a vacinação para esses adolescentes a partir do dia 15.

Nem todos os estados, porém, irão seguir a nova recomendação e manterão a vacinação para os adolescentes sem comorbidades.

Confira como está a situação pelo país:

Alagoas

Alagoas decidiu seguir recomendação do Ministério da Saúde e suspendeu a vacinação contra Covid para adolescentes, conforme decisão da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (Cosems/AL).

O governador, Renan Filho (MDB), usou as redes sociais para fazer o anúncio da suspensão. “Anuncio a suspensão imediata da vacinação a adolescentes de 12 a 17 anos em Alagoas, seguindo a orientação do Ministério da Saúde. A imunização continuará para aqueles que apresentem deficiência permanente ou comorbidades. Reafirmo o nosso compromisso com a vida dos alagoanos”, postou.

Bahia

A aplicação da vacina contra a Covid-19 em adolescentes sem comorbidades também foi suspensa em Salvador, após recomendação do Ministério da Saúde.

Já havia muita gente nas filas dos pontos de vacinação quando a suspensão foi anunciada. Em uma da unidades, no bairro dos Dendezeiros, houve um princípio de confusão, mas que foi controlado momentos depois.

Ceará

O governo do Ceará decidiu manter a vacinação para adolescentes.

Distrito Federal

O governador Ibaneis Rocha chegou a afirmar que a vacinação de adolescentes sem comorbidades ficaria mantida no DF, com expansão para jovens a partir de 13 nesta sexta (17); minutos depois, no entanto, anunciou a suspensão da campanha. Está mantida, no entanto, a vacinação para adolescentes entre 14 e 17 anos.

Espírito Santo

O estado, que começou a vacinar adolescentes sem comorbidade na quarta (15), anunciou que vai seguir a imunização deste público enquanto aguarda o posicionamento da Anvisa sobre a questão.

Mato Grosso

Pelo menos cinco municípios de Mato Grosso anunciaram a suspensão da vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. A suspensão da imunização dos adolescentes está confirmada nos seguintes municípios:

  • Jaciara
  • Dom Aquino
  • Barra do Garças
  • Campo Verde
  • Poxoréu

Em Cuiabá, a prefeitura ainda estava na fase de levantamento do número de adolescentes para imunização.

Já em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, a vacinação de pessoas de 15 a 17 anos sem comorbidades começou nesta quinta-feira (16). A prefeitura disse que a Secretaria Municipal de Saúde vai se reunir ainda hoje com a equipe técnica e de infectologia para analisar essa nova demanda do Ministério da Saúde. Enquanto isso, a imunização do grupo está mantida.

Mato Grosso do Sul

A nova orientação do Ministério da Saúde ainda está sob análise da Secretaria de Saúde de Campo Grande (Sesau).

Enquanto isso, a secretaria ressalta que a vacinação de adolescentes nesta faixa etária e sem comorbidades continua liberada em Campo Grande.

Segundo a pasta, na capital sul-mato-grossense mais de 58 mil jovens de 12 a 17 anos com ou sem comorbidades já receberam pelo menos a primeira dose, o que representa cerca de 90% do público estimado.

A segunda dose para quem recebeu a primeira, conforme a Sesau, está assegurada.

Minas Gerais

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou que vai seguir as recomendações do Ministério da Saúde e não imunizar contra Covid adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. Assim como o estado, a prefeitura de Belo Horizonte vai seguir a orientação do ministério sobre o tema.

Em Juiz de Fora, porém, a prefeitura decidiu manter a imunização.

Pará

Manteve a vacinação de adolescentes.

Piauí

No Piauí, a vacinação desse grupo não foi suspensa. O governador Wellington Dias (PT), que é presidente do Fórum dos Governadores do Brasil, busca negociar com o Ministério da Saúde para garantir a imunização também dos adolescentes sem comorbidades.

A Secretaria de Saúde do Piauí iniciou na quarta (15) a distribuição de doses para o início da vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos. A Sesapi já tinha informado que os primeiros jovens a serem vacinados seriam aqueles que apresentam deficiência permanente. De acordo com a Sesapi, 54 municípios já iniciaram a imunização de adolescentes.

Rio de Janeiro

A Secretaria Municipal de Saúde informou que vai manter a vacinação de adolescentes de 14 anos marcada para esta quinta (16) e sexta-feira (17) no Rio, mas vai fazer uma nova reunião com o comitê científico na quarta-feira (22) para avaliar como será a imunização na capital na próxima semana.

Rio Grande do Norte

A Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte orientou que os municípios do estado mantenham a imunização de adolescentes sem comorbidades até que a Anvisa se posicione sobre a questão.

A prefeitura de Natal, no entanto, anunciou que a vacinação deste público segue suspensa no município.

Rio Grande do Sul

O Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) afirmou, nesta quinta-feira (16), que as cidades do Rio Grande do Sul devem continuar a vacinação de adolescentes sem comorbidades com 17 anos de idade.

Na quarta (15), a Secretaria Estadual da Saúde (SES) distribuiu doses da vacina Pfizer para que os municípios atendessem os adolescentes. Segundo a pasta, a decisão de imunizar jovens de 17 anos já foi firmada. Nas próximas remessas entregues ao RS, a SES fará uma nova avaliação, tendo em vista a recomendação do governo federal. A secretaria informou ainda que “todos os que recebem a primeira dose tem direito a completar o esquema vacinal”.

Rondônia

Após a prefeitura de Porto Velho afirmar que decidiu manter a vacinação de adolescentes sem comorbidades “visto que há estoque suficiente para atender a essa faixa etária com ou sem comorbidade”, ela voltou atrás e suspendeu a vacinação, seguindo recomendação do Ministério da Saúde.

Em Porto Velho, a vacina aplicada em adolescentes era a da Pfizer, seguindo orientação do Ministério da Saúde. A única vacina em falta na capital é a Astrazeneca, assim como em outros 10 municípios rondonienses.

Santa Catarina

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica do estado informou que orienta os municípios catarinenses a manter a vacinação de adolescentes contra Covid-19, priorizando a imunização de quem pertence a grupos prioritários. Uma reunião na tarde desta quinta (16) vai deliberar sobre o documento emitido.

A prefeitura de Florianópolis informou que não vacina adolescentes nesta quinta e que aguarda orientações do estado para definir o cronograma dos próximos dias.

São Paulo

Apesar da recomendação do ministério, o governo do estado de São Paulo disse nesta quinta-feira (16) que orientou os municípios a manter a vacinação de adolescentes sem comorbidades.

cidade de São Paulo é uma das que vão manter a imunização desse público. Segundo o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, até esta quarta-feira (15), o município já tinha vacinado 85% desse grupo.

A cidade de Campinas, no interior paulista, também informou que vai seguir a orientação do governo estadual e manter a vacinação quem tem entre 12 e 17 anos mesmo sem comorbidades.

Tocantins

Ainda não há definição sobre como vai ficar a vacinação de adolescentes contra a Covid-19 no Tocantins. A nova orientação do Ministério da Saúde foi criticada tanto pelo governo estadual quanto pela prefeitura de Palmas.

O governo estadual disse ainda que vai se reunir com representantes de outros estados e dos municípios tocantinenses para definir o que fazer. Esta reunião ainda não tem data para acontecer.

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Pernambuco renova estado de calamidade pública por mais três meses por causa da pandemia da Covid-19

Determinação ocorreu pela primeira vez em março de 2020 e, com a prorrogação, vale até 11 de dezembro. Decreto foi publicado nesta quarta-feira (15).

Por G1 PE

Pernambuco prorrogou por mais três meses o estado de calamidade pública em todos os municípios e em Fernando de Noronha devido à pandemia da Covid-19. A medida, assinada pelo governador Paulo Câmara (PSB), foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (15) e vale por 90 dias, até 11 de dezembro.

O primeiro decreto ocorreu em 20 de março de 2020, poucos dias depois da confirmação dos primeiros casos de Covid-19 no estado.

O estado de calamidade é o nível mais grave de atenção possível, em âmbito municipal ou estadual. Ele é usado quando o desastre é grande demais para que o poder público local resolva por conta própria os danos ocasionados.

Para a decretação do estado de calamidade, o governador considera que “compete ao estado a preservação do bem estar da população e das atividades socioeconômicas das regiões atingidas por eventos adversos, bem como a adoção imediata das medidas que se fizerem necessárias para, em regime de cooperação, combater situações emergenciais”.

O decreto nº 51.342 também considera os impactos e perdas significativas na economia do estado, bem como o fato de que os moradores do estado “não têm condições satisfatórias de superar os danos e prejuízos”.

Por isso, diz a determinação, é exigida do Executivo “a adoção de medidas para restabelecer a normalidade nas regiões afetadas”.

Coronavírus em Pernambuco

Mais 289 casos da Covid-19 e 14 óbitos provocados pela infecção foram registrados em Pernambuco nesta quarta-feira (15). Com isso, o estado passou a totalizar 614.430 confirmações da doença e 19.574 mortes de infectados pelo novo coronavírus.

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Brasil volta a ter média móvel acima de 500 mortes diárias por Covid após 6 dias

País contabiliza 587.847 óbitos e 21.017.736 casos de coronavírus, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Estado do AC não registrou novos casos nem mortes pela doença em 24 horas.

Por G1

O Brasil registrou nesta terça-feira (14) 709 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 587.847 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 520 —voltando a ficar acima da marca de 500 após 6 dias. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -19% e segue apontando tendência de queda. Já são 22 dias seguidos com queda nesse comparativo.

O aumento na média de mortes diárias para acima da marca de 500 é reflexo do feriado prolongado do início do mês. A média móvel atual considera os 7 dias logo após o feriado do Sete de Setembro. Como ocorre desde o início da pandemia, os dias posteriores a finais de semana estendidos trazem números maiores de casos e mortes que foram represados no feriado – o que resultou nessa subida na média.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta terça. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quarta (8): 461
  • Quinta (9): 457
  • Sexta (10): 453
  • Sábado (11): 468
  • Domingo (12): 473
  • Segunda (13): 467
  • Terça (14): 520

Em 31 de julho o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Cinco estados aparecem com tendência de alta nas mortes: RO, RN, RR, CE, PI.

O estado do Acre não registrou novos casos nem mortes pela doença nas últimas 24 horas.Além disso, Piauí e Sergipe não registraram mortes em seus boletins do último dia.

O estado de Roraima corrigiu para baixo o total de casos registrados na pandemia, caindo de 126.855 para 125.838. Segundo a secretaria estadual, a correção foi feita após a equipe notar duplicidade de registros vindos de outros estados.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 21.017.736 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.672 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 15.165 diagnósticos por dia –o menor número registrado desde 20 de maio de 2020 (quando estava em 14.647). Isso resulta em uma variação de -33% em relação aos casos registrados na média há duas semanas, o que indica queda.

Em seu pior momento a curva da média móvel chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 14 de setembro

  • Total de mortes: 587.847
  • Registro de mortes em 24 horas: 709
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 520 (variação em 14 dias: -19%)
  • Total de casos confirmados: 21.017.736
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 12.672
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 15.165 (variação em 14 dias: -33%)

Estados

  • Em alta (5 estados): RO, RN, RR, CE, PI
  • Em estabilidade (9 estados): SC, GO, PE, AP, RS, MT, RJ, PR, AC
  • Em queda (12 estados e o DF): AL, PB, DF, ES, MG, SP, TO, MS, BA, PA, MA, SE, AM

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Mais de 35% da população brasileira tomou a segunda dose ou a dose única e vacinas contra a Covid e, desse modo, completaram o esquema vacinal e estão totalmente imunizados. São 75.579.345 pessoas vacinadas, o que corresponde a 35,43% da população, segundo dados também reunidos pelo consórcio de imprensa.

Os que estão parcialmente imunizados, ou seja, que apenas a primeira dose de vacinas, são 139.273.434 pessoas, o que corresponde a 65,29% da população. A dose de reforço foi aplicada em 152.679 pessoas (0,07% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 215.009.699 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: -12%
  • RS: -6%
  • SC: +6%

Sudeste

  • ES: -24%
  • MG: -24%
  • RJ: -9%
  • SP: -32%

Centro-Oeste

  • DF: -23%
  • GO: +6%
  • MS: -42%
  • MT: -6%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: -44%
  • AP: 0%
  • PA: -46%
  • RO: +125%
  • RR: +57%
  • TO: -40%

Nordeste

  • AL: -17%
  • BA: -43%
  • CE: +23%
  • MA: -61%
  • PB: -17%
  • PE: +2%
  • PI: +23%
  • RN: +64%
  • SE: -90%

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Com mais de 600 mil pessoas com 2ª dose atrasada, PE anuncia ‘Dia D’ de vacinação contra Covid em 25 de setembro

Segundo o governo, cabe a cada cidade montar os esquemas logísticos para o ‘Dia D’, já que as ações de vacinação são definidas pelas prefeituras. Informação foi divulgada nesta segunda (13).

Por G1 PE

Mais de 600 mil pessoas estão com a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 atrasada, em Pernambuco. Por causa disso, o governo anunciou, nesta segunda (13), que vai fazer um “Dia D”, em 25 de setembro, para convocar a população para completar o ciclo de imunização. Entre as vacinas aplicadas no Brasil, somente a da Janssen é aplicada em dose única.

Atualmente, além da Janssen, são aplicadas no Brasil a CoronaVac, que tem intervalo de até 28 dias entre as doses, e os imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca, cuja bula, aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), prevê até 90 dias entre a primeira e segunda aplicações.

Uma reunião da Comissão Intergestora Bipartite (CIB) foi feita nesta segunda, reunindo os municípios e a Secretaria Estadual de Saúde. No encontro, ficou acertado que os municípios deverão, a partir da próxima semana, fazer ações para impulsionar a cobertura vacinal com segunda dose.

Caberá a cada cidade montar os esquemas logísticos para o “Dia D”, já que as ações de vacinação são definidas a nível municipal. Também nesta segunda, o estado informou que ao menos 40 cidades não têm estoque da vacina da AstraZeneca para completar o ciclo vacinal dos moradores.

Nesse caso, segundo a SES, a orientação do Ministério da Saúde é para que, caso haja estoque, a vacina da Pfizer seja utilizada nas pessoas que tomaram a primeira dose da AstraZeneca.

A escassez de doses ocorre devido a um atraso no envio do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), componente utilizado para produzir a vacina, à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Dose de reforço

Os gestores também discutiram a aplicação da dose de reforço de vacinas contra a Covid-19. Como anunciado anteriormente, a orientação do estado é para que a terceira aplicação ocorra, primeiramente, para pessoas a partir de 70 anos e imunossuprimidos graves, bem como para idosos a partir de 60 anos que vivem em abrigos de longa permanência.

No caso dos idosos, é preciso ter completado o ciclo de imunização há pelo menos seis meses, independente da vacina aplicada.

O grupo de imunossuprimidos graves inclui transplantados, pessoas vivendo com HIV/Aids, quem faz quimioterapia e pacientes em hemodiálise. Para esse grupo, a aplicação pode ocorrer 28 dias após a última dose (segunda ou única).

A vacina a ser utilizada para a dose adicional deverá ser, preferencialmente, Pfizer ou, de maneira alternativa, Janssen ou Astrazeneca.

As doses de reforço devem ser distribuídas aos municípios a partir do dia 15 de setembro, conforme previsão de envio do Ministério da Saúde.

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Com mais 579 casos da Covid-19 e 10 mortes, Pernambuco totaliza 613.436 infectados e 19.539 óbitos

Entre março de 2020 e este domingo (12), estado contabilizou 53.643 quadros graves e 559.793 formas leves da doença causada pelo novo coronavírus.

Por G1 PE

Pernambuco confirmou, neste domingo (12), 579 casos da Covid-19 e 10 mortes provocadas pela infecção. Com isso, o estado passou a totalizar 613.436 infectados pelo novo coronavírus e 19.539 óbitos por causa da doença, números que começaram a ser registrados em março de 2020, no início da pandemia.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou que os novos diagnósticos incluem 19 (3,3%) registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 560 (96,7%) casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco contabilizou 53.643 quadros graves e 559.793 formas leves da doença.

O estado chegou a um total de 548.328 pacientes recuperados da Covid-19. Destes, 32.042 tinham casos graves e precisaram de internamento hospitalar, enquanto 516.286 apresentaram quadros leves da infecção.

Mortes

Com relação às 10 mortes, elas aconteceram entre o dia 9 de janeiro de 2021 e o sábado (11). As vítimas foram seis homens e quatro mulheres, com idades entre 51 e 93 anos, nas seguintes faixas etárias: 50 a 59 (3), 60 a 69 (1), 70 a 79 (2) e 80 e mais (4).

Esses pacientes que faleceram devido à Covid-19 moravam nas cidades de Araripina (1), Belém de São Francisco (1), Goiana (1), Macaparana (1), Recife (5) e Serra Talhada (1).

Entre eles, sete tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (6), diabetes (5), hipertensão (3), histórico de AVC (1), doença de Alzheimer (1), doença renal (1) e obesidade (1). A SES informou que um paciente pode ter mais de uma comorbidade e que os demais casos seguem em investigação.

Ocupação de leitos

Neste domingo (12), a taxa global de ocupação dos 1.890 leitos para pacientes com a Covid-19 na rede pública de saúde de Pernambuco ficou em 39%. Nas UTIs, a ocupação dos 992 leitos era de 43%. Com relação às enfermarias, 35% dos 898 leitos estavam ocupados.

Na rede particular de saúde do estado, a taxa global de ocupação dos 294 leitos chegou a 43%, também nessa data. Dos 170 leitos de UTI, 53% estavam com doentes. Nas enfermarias, 30% dos 124 leitos estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020 até este domingo (12), Pernambuco realizou 2.379.439 testes para detectar a Covid-19.

Vacinação

Desde o início da campanha de imunização no estado, no dia 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 8.730.864 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 5.904.173 aplicações de primeiras doses, o que corresponde a 71,04% da população.

Ao todo, 2.826.691 pessoas no estado completaram o esquema vacinal, o que equivale a 34,01% da população. Foram 2.653.700 vacinados com imunizantes aplicados em duas doses e outros 172.991 imunizados com dose única.

Informações detalhadas sobre a população vacinada contra a Covid-19 em Pernambuco estão disponíveis no Painel de Acompanhamento Vacinal.

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Governo de PE autoriza municípios que têm estoque a reduzir para 60 dias prazo de aplicação da 2ª dose de Pfizer

Segundo o estado, autorização foi concedida nesta quinta (9) apenas para as cidades que contam com unidades guardadas para a segunda aplicação.

Por G1 PE

O governo de Pernambuco autorizou, nesta quinta (9) a redução para 60 dias do período de aplicação da segunda dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19. A permissão é exclusiva para as cidades que tiverem doses estocadas para a segunda aplicação, segundo o secretário estadual de Saúde, André Longo.

As informações foram repassadas durante entrevista coletiva concedida, nesta quinta, no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo do estado, no Centro do Recife.

A bula da Pfizer, aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), prevê que o intervalo entre as duas doses seja de 21 a 90 dias.

Em Pernambuco, até então, o esquema adotado era de três meses entre as aplicações, seguindo orientação do Ministério da Saúde.

Em 25 de agosto, o Ministério da Saúde anunciou que, a partir de setembro, o intervalo entre as doses da Pfizer e da AstraZeneca poderia ser reduzido de 12 para oito semanas.

“Os municípios estão autorizados a diminuir, para os que tem estoque de Pfizer específico para segunda dose. Nosso comitê técnico estadual referendou essa decisão e não há porque aguardar mais 90 dias. Isso é para ampliar o número de pessoas com esquema vacinal completo, principalmente nesse momento de circulação da variante delta no país”, afirmou André Longo.

Em Olinda, a prefeitura anunciou, nesta quinta, que vai reduzir o prazo de aplicação da segunda dose da Pfizer.

Insumos

André Longo afirmou, ainda, que há um déficit de insumos utilizados para diluir a vacina da Pfizer. Esse imunizante foi produzido como uma espécie de pó, que precisa ser diluído antes de ser aplicado. Esse material precisa ser enviado aos estados pelo Ministério da Saúde, mas os envios têm sido irregulares.

“O Ministério da Saúde tem atrasado envio do diluente, insumo necessário para aplicação das doses. O envio é obrigação do Ministério da Saúde e tem sido problema recorrente”, declarou.

Ainda de acordo com Longo, em Pernambuco, o déficit é de de 38 mil frascos, o que seria suficiente para aplicar 228 mil doses. “

A última entrega foi em 19 de agosto, há 21 dias. O estado tem feito grande esforço para garantir esse insumo, mas essa situação não devia ocorrer”, declarou o secretário.

O Ministério da Saúde informou, por meio de nota, que, “nos próximos dias” serão entregues 531,3 mil frascos de diluentes,. Esse quantitativo é, segundo a pasta, suficiente para aplicação das doses da Pfizer enviadas ao estado.

AstraZeneca

Na sexta-feira (3), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que vai ficar duas semanas sem entregar doses de AstraZeneca para o Ministério da Saúde, devido a um atraso na entrega do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).

O IFA é o componente usado para fabricar a vacina. O composto é importado da China.

A paralisação temporária da entrega pode prejudicar quem está para completar o ciclo vacinal. Em São Paulo, por exemplo, mais da metade das Unidades Básicas de Saúde foi afetada pela escassez desse imunizante.

Em Pernambuco, segundo o secretário de saúde, a orientação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) é de estocar as segundas doses para evitar que, por falta de envio de doses por parte da União, quem iniciou o ciclo vacinal possa finalizá-lo corretamente.

No entanto, segundo ele, existe um temor de que faltem doses caso a situação persista por muito tempo. Nesse caso, a vacina da Pfizer pode ser utilizada para completar o esquema vacinal de quem tomou AstraZeneca.

Segundo o representante de Pernambuco da Sociedade Brasileira de Imunizações, Eduardo Jorge da Fonseca Lima, esquemas heterólogos de vacinação, utilizando imunizantes de diferentes fabricantes, tiveram resultados positivos.

“Se acaso isso acontecer e perdurar, poderemos sim intercambiar com a vacina da Pfizer com total respaldo dos estudos”, declarou.

Covid em Pernambuco

A Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE) contabilizou, nesta quinta-feira (9), mais 264 casos de Covid-19 e 12 mortes provocadas pela doença.

Com isso, o estado totalizou 611.739 pessoas que tiveram resultado positivo para o novo coronavírus e 19.497 óbitos de pacientes com a doença.

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Ivermectina pode prejudicar espermatozoides, diz pesquisa

Lucas Soares 

Olhar Digital

O uso de ivermectina pode reduzir a mobilidade e o número de espermatozoides em pacientes com oncocercose, uma doença parasitária crônica. A pesquisa foi feita por instituições de ensino e de saúde da Nigéria, um dos países que chegou a adotar o medicamento no tratamento contra a Covid-19.

Fizeram parte do estudo 385 pessoas com diagnóstico de oncocercose e idades entre 28 e 57 anos. O grupo de teste fez uso de ivermectina por pelo menos 11 meses e o estudo focou em 37 pacientes que apresentaram contagens de espermatozoides normais, o restante teve números muito baixos.

Dessa forma, o foco permaneceu no grupo que apresentou índices normais e que depois disso tomaram a ivermectina por quase um ano. As funções do esperma foram avaliadas por meio de análise do fluido seminal.

Espermatozoides após ivermectina

Além de prejudicar a mobilidade e quantidade, foram ainda identificadas mutações nos espermatozoides, como caudas e cabeças duplas e espermatozoides albinos após o uso da ivermectina nos pacientes. A pesquisa também indica que o medicamento interfere na fertilidade do grupo analisado.

Os resultados sugerem estudos mais aprofundados para verificar os efeitos do medicamento em pessoas com oncocercose. O remédio chegou a ser usado no tratamento contra a Covid-19, mas teve sua ineficácia comprovada por estudos.

A farmacêutica Merck, fabricante da ivermectina, confirmou os dados sobre a Covid-19. “Não acreditamos que os dados disponíveis suportem a segurança e eficácia da ivermectina além das doses e populações indicadas nas informações de prescrição aprovadas pela agência reguladora”, diz o comunicado da empresa.

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PE aplicou 1.380 doses de CoronaVac de lotes interditados pela Anvisa; estado diz que monitora vacinados

Estado recebeu 264.840 unidades do imunizante de dois lotes que constam em lista divulgada pela agência como produzidos em fábrica chinesa não autorizada.

Por G1 PE

Pernambuco aplicou, desde julho, 1.380 doses de CoronaVac de lotes interditados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Eles foram produzidos em uma fábrica da China, sem certificação brasileira.

Ao todo, desde o início da campanha contra Covid-19, o estado recebeu 264.840 unidades do imunizante fabricadas pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), os pacientes que receberam as doses de lotes interditados serão acompanhados durante 30 dias, “para avaliação de possíveis eventos adversos”. As doses foram recebidas pelo estado entre os meses de julho e setembro de 2021.

(CORREÇÃO: inicialmente, a Secretaria Estadual de Saúde informou que o estado aplicou 23.351 doses, mas retificou a informação, dizendo que foram administradas 1.380 unidades. O erro foi corrigido às 16h15).

No sábado (4), dia em que houve a interdição cautelar pela Anvisa, o estado notificou os municípios para que interrompessem a aplicação dessas doses.

Foram, em todo o país, 25 lotes interditados. Pernambuco recebeu unidades que estavam em dois deles, somando as 264.840 doses. Os lotes são: 202107101H e L202106038.

Por meio de nota, a SES informou que ainda aguarda novas orientações do Ministério da Saúde sobre como proceder sobre a interdição cautelar.

“Até nova decisão, os lotes foram bloqueados no Sistema de Insumo Estratégicos do Ministério da Saúde, de forma a evitar a movimentação dos produtos”, disse o estado.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) em Pernambuco informou que, conforme orientação federal, os municípios foram notificados para separar os lotes interditados e mantê-los em quarentena, refrigerados em temperatura de dois a oito graus.

“Os municípios pernambucanos já foram informados da recomendação do rastreio dos usuários que receberam a vacina”, disse a SES, por meio de nota.

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PE confirma mais 238 casos de Covid e 11 mortes; estado totaliza 610.297 infecções e 19.462 óbitos

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o estado registrou, neste domingo (5), uma taxa global de ocupação de leitos na rede pública de 38%.

Por G1 PE

Pernambuco confirmou 238 novos casos de Covid-19 e 11 mortes — Foto: Reprodução EPTV

Pernambuco confirmou 238 novos casos de Covid-19 e 11 mortes — Foto: Reprodução EPTV

Pernambuco confirmou neste domingo (5) 238 novos casos de Covid-19 e 11 mortes de pacientes com a doença. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), ao todo, o estado totalizou 610.297 infecções e 19.462 óbitos, registrados desde março de 2020.

Entre os casos confirmados neste domingo, 13 (5%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 225 (95%) são leves.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, o estado tem 53.464 casos graves e 556.833 leves.

Além disso, o boletim registrou um total de 543.112 pacientes recuperados da doença. Destes, 31.776 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 511.336 eram casos leves.

Mortes

O boletim também confirmou, neste domingo, duas mortes de homens e nove de mulheres. Esses óbitos aconteceram entre os dias 24 de dezembro de 2020 e 4 de setembro de 2021.

Essas pessoas moravam em Catende (1), Petrolina (1) e Recife (9). Com isso, o Estado totaliza 19.462 mortes pela doença. Os pacientes tinham idades entre 47 e 90 anos.

As faixas etárias são: 40 a 49 (2), 60 a 69 (3), 70 a 79 (2) e 80 e mais (4).

Desse total, 10 tinham doenças pre-existentes: doença cardiovascular (5), hipertensão (4), diabetes (2), obesidade (2), câncer (2), doença hematológica (1), doença respiratória (1) e tabagismo (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um caso segue em investigação.

Vacinação

Desde janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 8.343.552 doses de vacinas contra a Covid.

Desse total, 2.639.223 pessoas completaram os esquemas vacinais, sendo 2.466.232 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 172.991 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Com relação apenas às primeiras doses, foram 5.704.329 aplicações. Ao todo, participaram dessa etapa da campanha 324.650 trabalhadores de saúde; 26.192 integrantes de povos indígenas aldeados; 45.540 moradores de comunidades quilombolas; 7.700 idosos em instituições de longa permanência; 683.153 idosos de 60 a 69 anos; 612.157 idosos de 70 e mais.

Também foram beneficiados 2.463 pessoas com deficiência institucionalizadas; 436.350 pessoas com comorbidades; 35.965 pessoas com deficiência permanente; 76.414 gestantes e puérperas; 423.979 trabalhadores de serviços essenciais; 2.009 pessoas em situação de rua; 30.946 pessoas privadas de liberdade, 80.427 adolescentes de 12 a 17 anos de idade, além de 2.916.384 pessoas de 18 a 59 anos.

Em relação às segundas doses, foram beneficiados 289.940 trabalhadores de saúde; 26.057 integrantes de povos indígenas aldeados; 42.791 moradores de comunidades quilombolas; 5.943 idosos institucionalizados; 591.524 idosos de 60 a 69 anos; 528.218 idosos de 70 e mais.

Também encerraram os esquemas vacinais 1.191 pessoas com deficiência institucionalizadas; 256.761 pessoas com comorbidades; 17.156 pessoas com deficiência permanente; 29.070 gestantes e puérperas; 190.530 trabalhadores de serviços essenciais; 1.080 pessoas em situação de rua; 28.463 pessoas privadas de liberdade; além de 457.508 pessoas de 18 a 59 anos, totalizando 2.466.232 pernambucanos.

Em relação à dose única, foram beneficiadas 2.225 idosos de 60 a 69 anos; 569 idosos de 70 anos e mais; 2.502 pessoas com comorbidades; 373 pessoas com deficiência permanente; 12.282 trabalhadores de serviços essenciais; 1.025 pessoas em situação de rua, além de 154.015 pessoas de 18 a 59 anos, totalizando 172.991 doses únicas.

Leitos

Neste domingo, a taxa global de ocupação de leitos na rede pública de Pernambuco era de 38%. Havia 1.911 vagas abertas para doentes com Covid nos hospitais do governo.

Nas UTIs, a taxa de ocupação de leitos era de 43%, de um total de 1.013 unidades disponíveis. Nas enfermarias, eram 898 leitos abertos e 33% deles estavam ocupados.

Na rede privada, a taxa global de ocupação de leitos era de 45%, neste domingo (5). Havia 323 vagas abertas nos hospitais particulares.

Nas UTIs, eram 199 vagas abertas e 56% delas estavam com doentes de Covid. Nas enfermarias, havia 124 leitos e 29% deles estavam ocupados.

Testes

Desde o início da pandemia, foram feitos 2.358.881 testes para detecção do novo coronavírus em Pernambuco.

Recife

Neste domingo, a prefeitura do recife informou que a cidade atingiu a marca de 50% da população adulta vacinada contra Covid.

Isso significa, de acordo com o município, que pouco mais de 618.807 pessoas maiores de 18 anos já concluíram o esquema vacinal, com duas doses, ou receberam a vacina de dose única, desde o início da campanha, em janeiro.

Por meio de nota, a prefeitura disse que a estimativa do Ministério da Saúde é que no Recife tenha 1.237.614 adultos. Desse total, 93,7% já receberam ao menos uma dose.

Do total de 618.807 adultos que já completaram o ciclo vacinal, pelo menos 60.035 foram contemplados com a vacina da Janssen, que tem aplicação única.

O restante recebeu duas doses dos imunizantes Coronavac, Astrazeneca e Pfizer. A Prefeitura do Recife está imunizando todos os adultos e os adolescentes a partir dos 12 anos.

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Pernambuco confirma mais quatro casos da variante delta da Covid-19

Pessoas diagnosticadas são de Olinda, Ipojuca, Caruaru e Araripina. Sequenciamento genético constatou que linhagem gama continua sendo maioria no estado.

Por G1 PE

A Secretaria Estadual de Saúde confirmou, nesta quinta-feira (2), mais quatro casos de pessoas infectadas com a variante delta da Covid-19. Esses registros foram feitos em moradores do Grande Recife, do Agreste e do Sertão, a partir do sequenciamento genético de amostras.

No dia 18 de agosto, o governo estadual confirmou a transmissão comunitária desse tipo de variante do novo coronavírus. Esse tipo de transmissão fica caracterizado quando não é possível saber quem passou a doença.

Através das análises do Instituto Aggeu Magalhães (Fiocruz-PE), já foram identificados 14 casos de moradores do estado com a variante delta, além dos cinco tripulantes estrangeiros de um navio que já deixou Pernambuco.

As 89 amostras analisadas pela rodada de sequenciamento genético divulgada nesta quinta-feira (2) foram coletadas entre 25 de julho e 18 de agosto.

Ficou constatado que a linhagem gama continua prevalecendo no estado, sendo identificadas em 94,5% das amostras, ou seja, 85 pacientes.

As quatro pessoas que apresentaram a variante delta representam 4,5% do total e foram de moradores de Olinda e Ipojuca, na Região Metropolitana, Caruaru, no Agreste, e Araripina, no Sertão. Os pacientes têm entre 24 e 34 anos, sendo dois deles homens e duas mulheres.

A Secretaria de Saúde apontou que todos os quatro foram notificados como casos leves e, com isso, os municípios de origem foram orientado a investigar e acompanhar essas pessoas.

Histórico

No dia 27 de agosto, outros oito casos da delta tinham sido confirmados em moradores do Recife (5), Olinda (1), Cabo de Santo Agostinho (1) e Exu (1). Antes disso, no dia 18, foram duas confirmações: uma em Abreu e Lima e outra Olinda, de pacientes que adoeceram em julho.

De maneira geral, desde o começo da pandemia, em março de 2020, Pernambuco contabilizou 609.157 pessoas diagnosticadas com Covid-19 e 19.425 óbitos de pacientes com a doença.

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