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Consulta pública para vacina de crianças começa na quinta-feira

Consulta sobre vacinação com Pfizer para crianças de 5 a 11 anos vai ficar aberta até 16 de janeiro. Em outubro, a farmacêutica disse que a vacina é segura e mais de 90,7% eficaz na prevenção de infecções nesta faixa etária.

Por g1

O Ministério da Saúde anunciou, na manhã desta quarta-feira (22), que vai abrir uma consulta pública sobre vacinação infantil a partir desta quinta (23).

A consulta sobre a vacina para crianças de 5 a 11 anos vai ficar aberta até 16 de janeiro. De acordo com o texto publicado no Diário Oficial da União, o período é aberto para que “sejam apresentadas contribuições, devidamente fundamentadas”.

A imunização para essa faixa etária foi autorizada pela Anvisa no dia 16 de dezembro, mas enfrenta resistência do governo federal.

Autorização da Anvisa

Queiroga diz que ministério espera documentos da Anvisa sobre imunização de crianças; agência rebate

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou na última quinta-feira (16) a aplicação da vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

Desde então, o ministro Queiroga afirmou diversas vezes que a autorização daagência não é suficiente para iniciar a vacinação.

Nesta segunda (20), o ministro Marcelo Queiroga disse que a “pressa é inimiga da perfeição” e que o ministério só vai ter uma posição sobre o tema em 5 de janeiro. Queiroga também falou que só tinha recebido “um documento de três páginas” da agência e ainda esperava documentos com dossiê completo.

A agência rebateu as declarações do ministro, disse que não recebeu pedido formal de pareceres, mas que o envio de dossiê de análise de medicamentos para o Ministério da Saúde “não é requisito legal, ou mesmo praxe”.

Entidades médicas e especialistas têm criticado a lentidão do governo.

Como vai funcionar a vacinação infantil

A vacina para este público tem diferenças em relação à que foi aplicada nos adultos. Por isso, o governo federal terá que comprar uma versão específica do produto com dosagens e frascos diferentes (foto acima), apesar de o princípio ativo ser o mesmo.

A mesma autorização de uso já foi concedida pelo FDA e pela EMA (agências regulatórias de saúde dos Estados Unidos e União Europeia).

Em outubro, a Pfizer disse que a vacina é segura e mais de 90,7% eficaz na prevenção de infecções em crianças de 5 a 11 anos. O estudo acompanhou 2.268 crianças de 5 a 11 anos que receberam duas doses da vacina ou placebo, com três semanas de intervalo.

Anvisa alerta que a autorização é baseada nos dados disponíveis até o momento e os resultados são avaliados a todo momento. Veja as orientações da agência:

  • A dose para as crianças entre 5 e 11 anos de idade é 1/3 da formulação já aprovada no Brasil.
  • A dosagem é de 10 microgramas.
  • A formulação pediátrica é diferente daquela aprovada anteriormente apresentada para o público com mais de 12 anos – portanto, não pode ser utilizada a formulação de adultos diluída.
  • A criança que completar 12 anos entre a primeira e a segunda dose deve manter a dose pediátrica.
  • Não há estudos sobre a coadministração com outras vacinas. Segundo a Anvisa, até que saiam mais estudos, é indicado um intervalo de 15 dias entre a vacina da Covid-19 e outros imunizantes do calendário infantil.
Diferenças entre as vacinas de adultos e crianças — Foto: Reprodução/Anvisa

Diferenças entre as vacinas de adultos e crianças — Foto: Reprodução/Anvisa

O infectologista Renato Kfouri, representante da Sociedade Brasileira de Imunizações e que participou da avaliação da Pfizer junto à agência, lembrou que a Covid matou mais crianças do que coqueluche, diarreia, sarampo, gripe e meningite somadas.

Vacinação de crianças pelo mundo

Ao contrário do Brasil, diversos países já começaram a vacinar crianças contra a Covid-19. São ao menos 16 nações, segundo levantamento do g1:

  • Argentina: crianças de 3 a 11 anos são vacinadas com o imunizante da Sinopharm, que não está disponível no Brasil (ele é feito de vírus inativado, como a CoronaVac).
  • Áustria: crianças de 5 a 11 anos desde 25 de novembro, quando a União Europeia aprovou o uso da vacina da Pfizer para esta faixa etária.
  • Canadá: aprovou a imunização de crianças de 5 a 11 anos com a vacina da Pfizer em novembro e começou a aplicar a vacina no final do mesmo mês.
  • China: aprovou o uso da CoronaVac para crianças a partir de 3 anos em 8 de junho.
  • Chile: começou a vacinar crianças entre 6 e 12 anos com a CoronaVac em 14 de setembro.
  • Cuba: já vacina crianças a partir dos 2 anos – menor faixa etária do mundo – com a vacina Soberana 02, produzida no país.
  • Estados Unidos: vacinam crianças de 5 a 11 anos desde 3 de novembro.
  • Israel: crianças de 5 a 11 anos desde 23 de novembro.
  • Alemanha, Dinamarca, Espanha, Grécia, Hungria, Itália e outros países europeus: imunizam crianças de 5 a 11 anos desde 15 de dezembro.
  • Portugal: iniciou a vacinação de crianças de 5 a 11 anos no sábado (18).
  • França: iniciou a vacinação de crianças de 5 a 11 anos nesta quarta (22).

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Sem registrar casos leves de Covid há 11 dias, PE contabiliza mais 11 infecções e seis mortes

Desde o começo da pandemia, em março de 2020, estado teve 643.431 casos confirmados da doença e 20.379 óbitos.

Por g1 PE

Mais 11 casos e seis mortes por Covid-19 foram registrados em Pernambuco nesta terça-feira (21). Este é o 11º dia seguido que o estado não contabiliza casos leves da infecção devido à “indisponibilidade do sistema E-SUS Notifica”, do Ministério da Saúde, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.

Todos os casos contabilizados nesta segunda são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Com isso, o estado passou a totalizar 643.431 casos confirmados da doença, sendo 55.247 graves e 588.184 leves, distribuídos por todos os 184 municípios e no distrito de Fernando de Noronha. Os registros são feitos desde março de 2020, início da pandemia.

Com os seis novos falecimentos, ocorridos entre os dias 6 de outubro e o sábado (19), o estado passou a totalizar 20.379 mortes pela Covid-19. Foram quatro mulheres e dois homens. Eles moravam no Cabo de Santo Agostinho (1), Itapetim (1), Passira (1), Recife (1), São Lourenço da Mata (1) e Venturosa (1).

Os pacientes tinham entre 70 e 96 anos. As faixas etárias são: 70 a 79 (4) e 80 e mais (2). Cinco tinham doenças preexistentes: diabetes (4), hipertensão (3), doença cardiovascular (2), obesidade (2), tabagismo/histórico de tabagismo (2), doença renal (1), doença respiratória (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um segue em investigação.

Vacinação

Desde o início da campanha de vacinação, foram aplicadas 14.543.612 doses de vacinas contra a Covid-19 em Pernambuco. Ao todo, 7.266.243 pessoas tomaram primeiras doses. Dessas, 6.201.631 completaram os esquemas vacinais, sendo 6.028.530 com duas doses e 173.101 com vacina em dose única. Em relação às doses de reforços (terceira dose), foram feitas 1.075.738 aplicações.

Ocupação de leitos

Nesta terça, a ocupação de leitos de UTI na rede pública é de 58% e na rede privada, de 50%.

Testagem

Desde o início da pandemia, foram feitos 2.807.989 testes para detecção do novo coronavírus em Pernambuco.

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Brasil registra 67 mortes por Covid-19 em 24 horas; sistemas seguem com problema após ataque hacker

País contabiliza 617.905 óbitos e 22.213.696 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

O Brasil registrou nesta segunda-feira (20) 67 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 617.905 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 132.Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -30% e aponta tendência de queda.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta segunda. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Dois estados não tiveram registros de mortes nesta segunda: AM e CE

Após um ataque hacker no site do Ministério da Saúde, no aplicativo e na página do ConecteSUS – plataforma que mostra comprovantes de vacinação contra a Covid-19 – na madrugada de 10 de dezembro, diferentes estados passaram a informar problemas para colher dados de casos e mortes dos sistemas do ministério. Nesta segunda, as secretarias de AC, GO, RR, MS e TO não informaram novos dados.

É o 11º dia seguido com problemas apontados por diferentes estados na captação dos dados de casos e mortes desde o ataque.

Em 12 de dezembro, o ministério da Saúde informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão de estabilização dos sistemas, colocada para terça-feira (14) pelo ministro, não foi cumprida.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Média móvel de mortes — Foto: Arte g1

Média móvel de mortes — Foto: Arte g1

  • Terça (14): 151
  • Quarta (15): 150
  • Quinta (16): 145
  • Sexta (17): 131
  • Sábado (18): 132
  • Domingo (19): 128
  • Segunda (20): 132

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.213.696 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 2.568 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 3.497 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -61% em relação aos casos registrados em duas semanas, indicando queda nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 20 de dezembro

  • Total de mortes: 617.905
  • Registro de mortes em 24 horas: 67
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 132(variação em 14 dias: -30%)
  • Total de casos confirmados: 22.213.696
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 2.568
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 3.497 (variação em 14 dias: -61%)

Estados

  • Em alta (4 estados e o DF): PR, DF, MT, RO e RN
  • Em estabilidade (5 estados): AM, AP, PA, CE e PE
  • Em queda (12 estados): RS, SC, ES, MG, RJ, SP, AL, BA, MA, PB, PI e SE
  • Não divulgaram (5 estados): MS, TO, GO, RR e AC

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Os dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h desta segunda mostram que 141.619.683 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 66,39% da população. Treze estados não divulgaram dados da vacinação, 11 dias após ataque hacker ao Ministério da Saúde.

A dose de reforço foi aplicada em 23.170.276 pessoas, o que representa 10,86% da população.

Um total de 160.498.120 pessoas, o que representa 75,24% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas.

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 325.288.079 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com alta nas mortes — Foto: Arte g1

Estados com alta nas mortes — Foto: Arte g1

Estados com estabilidade em mortes — Foto: Arte g1

Estados com estabilidade em mortes — Foto: Arte g1

Estados com tendência de queda nas mortes — Foto: Arte g1

Estados com tendência de queda nas mortes — Foto: Arte g1

Sul

  • PR: +39%
  • RS: -22%
  • SC: -25%

Sudeste

  • ES: -23%
  • MG: -40%
  • RJ: -53%
  • SP: -38%

Centro-Oeste

  • DF: +100%
  • GO: Não atualizou nesta segunda-feira
  • MS: Não atualizou nesta segunda-feira
  • MT: +100%

Norte

  • AC: Não atualizou nesta segunda-feira
  • AM: 0%
  • AP: 0%
  • PA: +12%
  • RO: +83%
  • RR: Não atualizou nesta segunda-feira
  • TO: Não atualizou nesta segunda-feira

Nordeste

  • AL: -22%
  • BA: -22%
  • CE: -13%
  • MA: -43%
  • PB: -21%
  • PE: +2%
  • PI: -17%
  • RN: +62%
  • SE: -20%

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Há nove dias sem registrar casos leves de Covid, PE confirma mais nove infecções e quatro mortes

Neste domingo (19), Pernambuco totaliza 643.412 casos confirmados da doença, sendo 55.228 graves e 588.184 leves.

Por g1 PE

Pernambuco confirmou, neste domingo (19), mais nove casos e quatro mortes de pacientes com a Covid-19. Este é o nono dia consecutivo que o estado não registra os casos leves da infecção, devido à “indisponibilidade do sistema E-SUS Notifica”, do Ministério da Saúde, de acordo com o governo do estado.

Todos os casos contabilizados neste domingo são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Agora, Pernambuco totaliza 643.412 casos confirmados da doença, sendo 55.228 graves e 588.184 leves, distribuídos por todos os 184 municípios e no distrito de Fernando de Noronha.

As quatro mortes ocorreram entre os dias 17 de dezembro de 2020, mais de um ano atrás, e a sexta-feira (17). As vítimas foram três mulheres e um homem.

As novas mortes são de moradores do Recife (3) e Serra Talhada (1). Com isso, o estado totaliza 20.369 mortes pela doença.Os pacientes tinham entre 26 e 84 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (1), 60 a 69 (2) e 80 e mais (1).

Todos tinham doenças preexistentes: obesidade (2), diabetes (1), doença neurológica (1), hipertensão (1), histórico de tabagismo (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade.

Vacinação

Desde o início da campanha, Pernambuco aplicou 14.413.316 doses de vacinas contra a Covid, sendo 7.240.910 primeiras doses.

Além disso, 6.145.879 pessoas completaram seus esquemas vacinais, sendo 5.972.778 pessoas vacinadas com duas doses e outros 173.101 com vacina aplicada em dose única. Também foram aplicadas 1.026.527 doses de reforço.

Leitos

Neste domingo, Pernambuco tem 55% dos leitos de UTI ocupados na rede pública e 49% na rede privada.

Testagem

Desde o início da pandemia, Pernambuco fez 2.803.654 testes para detecção do novo coronavírus.

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Influenza ou Covid-19? Especialistas explicam diferenças de sintomas e formas de contágio

Ao contrário da Covid, que evolui principalmente a partir do sétimo dia, a gripe causada pelo H3N2 apresenta sintomas agudos já nos primeiros dias. Em relação à transmissão, álcool em gel tem maior importância contra Influenza porque o vírus da gripe permanece sobre superfícies e nas mãos.

Por Bruna de Alencar, g1

Nova cepa faz crescer casos de gripe no Brasil em época atípica

Não bastasse o avanço da variante ômicron do coronavírus, o aumento no número de casos de Influenza também cria mais incertezas sobre a tão aguardada reunião familiar de Natal e a festa de réveillon. A alta de casos de gripe já foi constatada em ao menos 9 estados.

Por causa da semelhança dos sintomas, as duas infecções podem ser inicialmente confundidas. O diagnóstico certeiro só é possível com um teste de antígeno, mas especialistas explicam que há sinais que podem ajudar a diferenciar as doenças.

Influenza e Covid: diferença nos sintomas

  • Influenza

A gripe, como é chamada a infecção pelo vírus Influenza, apresenta sintomas agudos logo nos primeiros dias da doença.

  • Febre alta;
  • Calafrios;
  • Dores musculares;
  • Tosse;
  • Dor de garganta;
  • Intenso mal-estar;
  • Perda de apetite;
  • Coriza;
  • Congestão nasal (nariz entupido);
  • Irritação nos olhos;
  • Covid

Já nos casos de Covid-19, a doença começa a evoluir a partir do 7° dia, podendo ou não levar a um quadro de insuficiência respiratória.

No momento, o mundo observa atento como a nova variante do coronavírus, a ômicron, se comporta, mas evidências preliminares já sugerem que ela é mais transmissível que as demais cepas, embora também seja menos grave.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unidoos sintomas da ômicron são “diferentes” das cepas anteriores do coronavírus e incluem:

  • Dor de garganta;
  • Dor no corpo, principalmente na região da lombar;
  • Congestão nasal (nariz entupido);
  • Problemas estomacais e diarreia.

No Brasil, as variantes delta e gama ainda são predominantes. Seus sintomas podem incluir:

  • Perda de olfato e paladar;
  • Dor no corpo;
  • Dor de cabeça;
  • Fadiga muscular;
  • Febre;
  • Tosse.

Os sintomas, contudo, não se manifestam da mesma forma em todas as faixas etárias. Segundo David Straim, consultor do sistema de saúde britânico (NHS) e pesquisador da faculdade de medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, crianças não tendem a apresentar sintomas de Covid.

“As crianças não apresentam sintomas tão graves e podem apresentar outros sintomas como diarreia, coriza, febre e mal-estar. A mesma doença pode causar sintomas diferentes em grupos de distintas idades”, explicou David Straim ao g1.

Segundo Jamal Suleiman, infectologista do Instituto Emílio Ribas, o cotidiano recente dos médicos nos consultórios aponta que as crianças que chegam ao hospital com reclamação de infecção viral respiratória são, em sua maioria, casos de Influenza.

“Em crianças, é até mais fácil você pensar em Influenza do que Covid. Criança com Influenza fica com coriza, abatida e com febrão, enquanto que nos casos de Covid-19 elas raramente apresentam sintomas”, explica Suleiman.

Em todos os casos citados, os sintomas podem se manifestar de modo isolado, sem que seja necessário que apareçam todos juntos ou de uma vez.

Região Metropolitana do Rio e Espírito Santo enfrentam epidemia de gripe

Como evitar o contágio? Máscara e álcool gel

Embora as duas doenças sejam transmitidas pelo ar, elas possuem diferenças. Enquanto a Covid-19 tem uma alta transmissibilidade por meio de aerossóis, partículas microscópicas que expelimos ao falar, tossir ou espirar, o risco de contrair Influenza é maior ao tocar em superfícies contaminadas.

“Ao contrário da Covid, esse vírus tem uma alta transmissibilidade por contato de superfície, então temos sempre que manter as mãos limpas“, explica Jamal Suleiman, infectologista do Instituto Emílio Ribas.

Suleiman defende que ainda não é o momento de abandonar as máscaras e o uso de álcool em gel.

“As medidas de proteção são: vacina, distanciamento, uso de máscara e medidas de higiene. A gente insistiu, inclusive, em retardar o desmascaramento porque estávamos apreensivos com essa situação. Desmarcar e aglomerar é tudo o que o vírus Influenza ama”, completa o especialista.

Entenda o surto de gripe que se espalha pelo Brasil

Enquanto o número de casos de Covid-19 apresentam tendência de queda, o número de casos de Influenza só aumenta. Estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Bahia já apresentam indicadores de epidemia, conforme anunciado pelas secretarias de Saúde.

O grande número de infectados pelo vírus da Influenza chamou a atenção de especialistas que, após avaliação, observaram se tratar do vírus H3N2, especificamente da variante Darwin — detectada na cidade da Austrália que recebe o mesmo nome.

“Em primeiro lugar, não é o H1N1, que é mais comum. O que está dando é o H3N2, que é um primo dele. E o que acontece é que essa vacina que a gente deu neste ano não cobre bem contra o H3N2. A vacina tem o H3N2, mas não especificamente este que está rodando, que é o Darwin”, explica Celso Granato, médico infectologista e diretor clínico do Grupo Fleury.

“Além do que, as pessoas tomaram essa vacina faz seis meses. A gente vacina contra a gripe lá para maio, junho. Então, você está com uma vacina que já não cobre muito bem e também que já tomou há seis meses”, complementou o especialista.

O aparecimento dessa nova variante poderia explicar o grande número de casos de gripe também entre pessoas vacinadas.

Contudo, embora os serviços de saúde registrem uma procura maior por atendimento relacionado com sintomas gripais, não dá para afirmar com exatidão quais casos são de Covid, de Influenza ou originados por outros vírus porque a testagem é baixa.

De modo geral, não são feitos testes para comprovar a infecção por Influenza e, no caso da Covid-19, o país ainda apresenta índices considerados baixos de testagem.

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Vacinação contra a Covid: 66% da população está totalmente imunizada; são mais de 140,7 milhões de pessoas

14 estados não divulgaram dados da vacinação seis dias após ataque hacker ao Ministério da Saúde. Mais de 21,6 milhões tomaram a dose de reforço. Somando a primeira, a segunda, a dose única e a dose de reforço são 322.850.594 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Por g1

Brasil registra 227 mortes por Covid em 24 horas

Os dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h desta quarta-feira (15) mostram que 140.781.302 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 66% da população. 14 estados não divulgaram dados da vacinação seis dias após ataque hacker ao Ministério da Saúde.

A dose de reforço foi aplicada em 21.694.778 pessoas, o que representa 10,17% da população.

160.374.514 pessoas, o que representa 75,18% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas.

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 322.850.594 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 169.678 pessoas, a segunda em 790.483 a dose única em 1.010, e a dose de reforço em 393.182, um total de 1.354.353 doses aplicadas.

Os estados com maior porcentagem da população imunizada (com segunda dose ou dose única) são: São Paulo (77,55%), Mato Grosso do Sul (71,38%), Minas Gerais (69,78%), Rio Grande do Sul (69,74%) e Santa Catarina (69,42%).

Já entre aqueles que mais tem sua população parcialmente imunizada estão São Paulo (81,87%), Santa Catarina (78,72%), Paraná (77,85%), Piauí (77,72%) e Rio Grande do Sul (77,66%) .

O levantamento é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.

Brasil, 15 de dezembro

  • Total de pessoas que receberam pelo menos uma das doses necessárias: 160.374.514 (75,18% da população)
  • Total de pessoas que estão totalmente imunizadas (que receberam duas doses ou dose única): 140.781.302 (66% da população)
  • Total de doses aplicadas: 322.850.594 (82,26% das doses distribuídas para os estados)
  • 12 estados e o DF divulgaram dados novos: BA, PI, PA, MA, SE, ES, CE, SP, MG, AM, DF, MS, RN
  • 14 estados não divulgaram dados novos: AC, AL, AP, GO, MT, PB, PE, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SC, TO

Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:

Vacinação nesta quarta-feira — Foto: Arte g1

Vacinação nesta quarta-feira — Foto: Arte g1

  • AC – 1ª dose: 566.240 (62,44%); 2ª dose + dose única: 432.866 (47,73%); dose de reforço: 18411
  • AL – 1ª dose: 2.345.592 (69,7%); 2ª dose + dose única: 1.818.964 (54,05%); dose de reforço: 181631
  • AM – 1ª dose: 2.726.124 (63,84%); 2ª dose + dose única: 2.195.585 (51,42%); dose de reforço: 310398
  • AP – 1ª dose: 507.972 (57,88%); 2ª dose + dose única: 343.535 (39,14%); dose de reforço: 9751
  • BA – 1ª dose: 10.692.831 (71,36%); 2ª dose + dose única: 8.785.482 (58,63%); dose de reforço: 1031950
  • CE – 1ª dose: 6.889.858 (74,56%); 2ª dose + dose única: 6.193.328 (67,02%); dose de reforço: 795962
  • DF – 1ª dose: 2.297.497 (74,25%); 2ª dose + dose única: 2.072.476 (66,98%); dose de reforço: 264148
  • ES – 1ª dose: 3.096.050 (75,36%); 2ª dose + dose única: 2.728.161 (66,4%); dose de reforço: 571847
  • GO – 1ª dose: 5.235.405 (72,65%); 2ª dose + dose única: 4.215.698 (58,5%); dose de reforço: 481554
  • MA – 1ª dose: 4.521.360 (63,21%); 2ª dose + dose única: 3.528.942 (49,33%); dose de reforço: 326601
  • MG – 1ª dose: 16.554.587 (77,31%); 2ª dose + dose única: 14.940.214 (69,78%); dose de reforço: 2185558
  • MS – 1ª dose: 2.035.753 (71,7%); 2ª dose + dose única: 2.026.528 (71,38%); dose de reforço: 538036
  • MT – 1ª dose: 2.541.765 (71,25%); 2ª dose + dose única: 2.062.206 (57,81%); dose de reforço: 176421
  • PA – 1ª dose: 5.602.664 (63,83%); 2ª dose + dose única: 4.810.486 (54,81%); dose de reforço: 369476
  • PB – 1ª dose: 3.092.431 (76,17%); 2ª dose + dose única: 2.490.146 (61,34%); dose de reforço: 342135
  • PE – 1ª dose: 7.219.914 (74,63%); 2ª dose + dose única: 6.056.914 (62,61%); dose de reforço: 917155
  • PI – 1ª dose: 2.556.540 (77,72%); 2ª dose + dose única: 2.177.556 (66,2%); dose de reforço: 238320
  • PR – 1ª dose: 9.029.039 (77,85%); 2ª dose + dose única: 7.884.753 (67,99%); dose de reforço: 943969
  • RJ – 1ª dose: 13.001.532 (74,45%); 2ª dose + dose única: 10.814.400 (61,93%); dose de reforço: 1788139
  • RN – 1ª dose: 2.606.772 (73,21%); 2ª dose + dose única: 2.283.277 (64,12%); dose de reforço: 378390
  • RO – 1ª dose: 1.228.913 (67,7%); 2ª dose + dose única: 1.034.851 (57,01%); dose de reforço: 104654
  • RR – 1ª dose: 360.832 (55,28%); 2ª dose + dose única: 258.991 (39,68%); dose de reforço: 19623
  • RS – 1ª dose: 8.904.911 (77,66%); 2ª dose + dose única: 7.997.283 (69,74%); dose de reforço: 1370365
  • SC – 1ª dose: 5.776.792 (78,72%); 2ª dose + dose única: 5.094.416 (69,42%); dose de reforço: 577890
  • SE – 1ª dose: 1.733.125 (74,11%); 2ª dose + dose única: 1.513.970 (64,74%); dose de reforço: 191422
  • SP – 1ª dose: 38.193.306 (81,87%); 2ª dose + dose única: 36.177.727 (77,55%); dose de reforço: 7462660
  • TO – 1ª dose: 1.054.924 (65,63%); 2ª dose + dose única: 833.488 (51,85%); dose de reforço: 81992

Quantas doses cada estado recebeu até 15 de dezembro

  • AC: 1.015.363
  • AL: 5.352.935
  • AM: 6.704.040
  • AP: 1.278.730
  • BA: 25.678.337
  • CE: 17.066.254
  • DF: 6.288.117
  • ES: 7.876.120
  • GO: 12.253.690
  • MA: 9.246.191
  • MG: 39.720.009
  • MS: 4.802.490
  • MT: 6.463.887
  • PA: 13.391.235
  • PB: 6.720.103
  • PE: 16.613.233
  • PI: 5.590.945
  • PR: 20.905.412
  • RJ: 26.015.376
  • RN: 6.598.310
  • RO: 2.817.558
  • RR: 1.212.538
  • RS: 21.604.416
  • SC: 13.328.618
  • SE: 3.940.515
  • SP: 80.963.348
  • TO: 2.641.295

Consórcio

O consórcio de veículos de imprensa foi formado em junho de 2020, em resposta a uma decisão do presidente Jair Bolsonaro de, na ocasião, restringir acesso a dados sobre a pandemia. Os boletins informam, atualmente, o número de pessoas mortas por coronavírus, a quantidade de contaminados e a média móvel, indicador segundo o qual é possível verificar em quais estados a pandemia do novo coronavírus está aumentando, diminuindo ou em estabilidade.

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Vacina aplicada há 6 meses não cobre versão do H3N2 que causa alta de casos de gripe em SP e no Rio

Variante Darwin foi detectada em cidade da Austrália. Especialista explica que imunizante já aplicado neste ano cobre o H3N2, mas não tem especificamente esta nova cepa.

Por Carolina Dantas, g1

As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro estão apresentando uma curva acentuada de casos do Influenza H3N2, especificamente da variante Darwin — detectada na cidade da Austrália que recebe o mesmo nome.

Um ponto de alerta, apontado pelos entrevistados pelo g1, é quea vacina contra a gripe foi aplicada há mais de 6 meses, o que pode ter reduzido a resposta contra a doença e, mais importante ainda, não tem uma ação contra esta versão específica do vírus.

“Em São Paulo, está aumentando. No Rio, foi um absurdo. Não é que foi só aumentando: de uma semana para a outra é uma curva que é uma reta para cima, subiu mais de 10 vezes. E agora, a gente em São Paulo está começando a pegar este aumento”, disse Celso Granato, médico infectologista e diretor clínico do Grupo Fleury.

De acordo com Granato, há a tendência de alta nos casos de H3N2 em São Paulo. Segundo ele, no Rio, os casos de Influenza já ultrapassaram os de Covid-19. Já na capital paulista, embora o coronavírus esteja em queda, ele ainda domina o número de infecções detectadas. Se a tendência confirmar, a situação poderá inverter e ficar igual a dos cariocas em breve.

“Em primeiro lugar, não é o H1N1. O que está dando é o H3N2, que é um primo dele. E o que acontece é que essa vacina que a gente deu neste ano não cobre bem contra o H3N2. A vacina tem o H3N2, mas não especificamente este que está rodando, que é o Darwin”, explicou o infectologista.

“Além do que, as pessoas tomaram essa vacina faz seis meses. A gente vacina contra a gripe lá para maio, junho. Então, você está com uma vacina que já não cobre muito bem e também que já tomou há seis meses”, complementou.

g1 entrou em contato com o Ministério da Saúde e com a Secretaria de Estado de São Paulo para obter os dados oficiais de notificação da doença. Até a mais recente atualização desta reportagem, não havia recebido resposta.

Já Nancy Bellei, consultora de Influenza para a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), também aponta um aumento nos casos e disse que “de três semanas para cá se notou uma alta no número de pessoas com Influenza H3N2 que foram sendo internadas e hospitalizadas. E às vezes, o paciente fica uma semana hospitalizado, 10 dias”.

“Na última semana de novembro, que a sexta-feira foi 3 de dezembro, para cá, nós já tivemos 19 pacientes. O que a gente percebeu é que foi aumentando progressivamente. Do fim de semana para cá, hoje é terça-feira (14), nós temos pelo menos 9 pacientes que estavam hospitalizados e tinham Influenza. A gente está notando que semana a semana está aumentando”, disse Bellei, que se refere aos números apenas do Hospital São Paulo, onde é coordenadora de testagem.

Apagão nos dados

Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, projeto que faz o monitoramento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) pela Fundação Oswaldo Cruz, esclarece que ainda não recebeu as notificações do Ministério da Saúde feitas até domingo (12). Segundo ele, os dados são geralmente enviados às segundas-feiras ou terças-feiras, mas, por conta dos ataques hackers sofridos nos últimos dias, a pasta pode estar com um “gargalo”.

“Estamos sem informações por enquanto. Só o boletim da semana passada que apontava um cenário bem claro no Rio e indicativo de retomada do crescimento [do Influenza], mesmo que ainda leve, em outros estados. Esse aumento nos outros estados não tinha resultado laboratorial recente indicando que pudesse já ser efeito do Influenza. Só no Rio é que os dados laboratoriais já sugeriam isso”, disse.

Sobre a variante Darwin

Granato explica que, quando é feita a classificação do vírus Influenza, é colocado “um número no H e um número no N”. Então, existe a H1N1, a H2N1, a H2N2 e, neste caso, a H3N2.

“Você tem todas as combinações. Agora, aqueles que são mais frequentes são o H1N1 e o H3N2. Agora, dentro de cada um deles… por que ela chama Darwin? A Organização Mundial da Saúde classifica de acordo com o primeiro lugar que foi identificado o vírus. E é uma cidade da Austrália que se chama Darwin. Por isso, é o H3N2 da variante Darwin”, disse Granato.

O infectologista explica que a variante apareceu recentemente e que, quando a vacina foi aplicada há mais ou menos 6 meses, o vírus não era conhecido e “não tinha como fazer uma vacina com ele”.

“Na vacina do ano que vem, a OMS já mandou colocar a Darwin, mas isso só vai ficar pronto para a gente lá para março ou abril”, informou.

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Brasil se aproxima de 617 mil mortes por Covid; 9 estados não divulgam dados de casos e óbitos

País contabiliza 616.980 óbitos e 22.189.214 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Ataque hacker a sites do ministério afeta divulgação há 4 dias.

Por g1

Nove estados não divulgam dados sobre pandemia por causa de ataque hacker

Sem dados de nove estados, o Brasil registrou nesta segunda-feira (13) 39 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 616.980 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 170.Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -26% e aponta tendência de queda.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta segunda. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Um ataque hacker no site do Ministério da Saúde, no aplicativo e na página do ConecteSUS – plataforma que mostra comprovantes de vacinação contra a Covid-19 –na madrugada de sexta-feira (10), afetou, indiretamente, a divulgação de casos e mortes em MS, PB, PR, RJ, RO, RS, SC, SP e TO. É o 4º dia seguido com problemas relacionados ao ataque, apontados por diferentes estados.

No domingo (12), o ministério da Saúde informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foi finalizado, sem perda de informações.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Terça (7): 188
  • Quarta (8): 183
  • Quinta (9): 183
  • Sexta (10): 183
  • Sábado (11): 179
  • Domingo (12): 181
  • Segunda (13): 170

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Dentre os estados que atualizaram seus dados, seis deles não tiveram registro de morte nas últimas 24 horas: ACAM, AP, CE, GO e MG.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.189.214 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 1.865 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 6.173 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de –31% em relação aos casos registrados em duas semanas, indicando queda nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 13 de dezembro

  • Total de mortes: 616.980
  • Registro de mortes em 24 horas: 39
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 170 (variação em 14 dias: -26%)
  • Total de casos confirmados: 22.189.214
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 1.865
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 6.173(variação em 14 dias: -31%)

Estados

  • Em alta (3 estados): SE, MT, RR
  • Em estabilidade (4 estados): MG, PE, AL, RN
  • Em queda (10 estados e o DF): BA, PI, MA, PA, CE, DF, ES, AP, GO, AM, AC
  • Não informaram (9 estados): MS, PB, PR, RJ, RO, RS, SC, SP e TO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Dados também agrupados pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que 139.536.958 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 65,41% da população.

A dose de reforço foi aplicada em 20.867.682 pessoas, o que representa 9,78% da população.

160.174.849 pessoas, o que representa 75,09% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas.

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 320.579.489 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

Sul

  • PR: Não atualizou nesta segunda
  • RS: Não atualizou nesta segunda
  • SC: Não atualizou nesta segunda

Sudeste

  • ES: -51%
  • MG: 5%
  • RJ: Não atualizou nesta segunda
  • SP: Não atualizou nesta segunda

Centro-Oeste

  • DF: -45%
  • GO: -72%
  • MS: Não atualizou nesta segunda
  • MT: 46%

Norte

  • AC: -100%
  • AM: -86%
  • AP: -67%
  • PA: -33%
  • RO: Não atualizou nesta segunda
  • RR: 33%
  • TO: Não atualizou nesta segunda

Nordeste

  • AL: -7%
  • BA: -17%
  • CE: -36%
  • MA: -28%
  • PB: Não atualizou nesta segunda
  • PE: -4%
  • PI: -27%
  • RN: -10%
  • SE: 67%

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Ministério da Saúde diz que foram identificados 11 casos confirmados para a variante ômicron

Pasta diz, ainda, que investiga duas notificações em Goiás e uma em Minas Gerais. Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a variante parece provocar uma maior taxa de reinfecção, mas com sintomas mais brandos.

Por Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

Ministério da Saúde informou que, até atualização deste domingo (12), foram identificados 11 casos confirmados para a variante ômicron.

Dos casos identificados:

  • cinco estão no estado de São Paulo;
  • dois no Distrito Federal;
  • dois no Rio Grande do Sul; e
  • dois em Goiás.

A pasta afirma, ainda, que investiga duas notificações em Goiás e uma em Minas Gerais.

Na última quarta-feira (8), a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que a ômicron parece provocar uma maior taxa de reinfecção, mas com sintomas mais brandos.

“Os dados preliminares da África do Sul sugerem um risco maior de reinfecção pela ômicron, mas são necessários mais dados para tirar conclusões mais sólidas. Também há indícios que sugerem que a ômicron provoca sintomas menos graves do que a delta [a variante mais dominante atualmente], mas ainda é cedo demais para termos certeza”, declarou Tedros Adhanom Ghebreyesus.

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Queiroga diz que ‘expectativa’ é restabelecer ConecteSus até a próxima terça-feira

Sistema foi invadido por hackers na madrugada de sexta-feira. Saúde informou que os registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foram recuperados sem perda de informações.

Por Karla Lucena, TV Globo — Brasília

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à TV Globo que a “expectativa” é restabelecer o ConectSUS – plataforma que mostra comprovantes de vacinação contra a Covid-19 – até a próxima terça-feira (14).

“Acredito que até terça-feira, né? Pelo menos essa é a expectativa nossa”, disse Queiroga ao ser questionado sobre o retorno da plataforma. O ministro participou na noite deste domingo (12) do Congresso Brasileiro de Urologia, em Brasília.

Os sistemas do Ministério da Saúde foram invadidos por hackers na madrugada de sexta-feira (10). Com isso, o ConectSUS ficou indisponível. O problema também afetou o sistema de notificação de casos da doença.

Neste domingo, o Ministério da Saúde informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foi finalizado, sem perda de informações, mas não informou qual seria a data para restabelecimento dos sistemas.

Ministério da Saúde diz que não houve perda de dados de vacinação após ataque hacker

Queiroga disse que os hackers que invadiram e derrubaram os sistemas do Ministério da Saúde devem ser responsabilizados. “São pessoas criminosas e que precisam ser responsabilizadas por isso. [Caso] já está na Polícia Federal pra que se tome as providências cabíeis assim que se identificar [os responsáveis]”, disse o ministro.

Ele falou, ainda, que o ministério trabalha para tornar o sistema mais seguro, mas que não existe segurança total. “Nós já sabemos que não houve perda de dados. Estamos trabalhando pra cada vez esse sistema ser mais seguro, [mas] não existe segurança total, porque essa gente toda hora arruma uma forma de burlar as seguranças dos sistemas.”

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