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Anvisa fará consulta pública sobre rótulos de alimentos que provocam alergia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) inicia, na próxima segunda-feira (16), consulta pública para definir alterações nos rótulos de alimentos que contêm ingredientes capazes de provocar alergia. A informação foi publicada nesta segunda-feira (9) no Diário Oficial da União.

A proposta de uma nova norma para a rotulagem de alergênicos estará disponível no portal da Anvisa e as sugestões deverão ser enviadas eletronicamente por meio do preenchimento de formulário específico. O prazo para recebimento de comentários e sugestões será de 60 dias.

Entre as chamadas substâncias alergênicas a serem listadas nas embalagens dos produtos estão: cereais com glúten, crustáceos, ovo, peixe e amendoim; o leite, a soja, castanhas em geral, nozes e os sulfitos (presentes no vinho). Alimentos que contenham traços ou derivados desses ingredientes também devem mostrar o aviso em seus rótulos. Após a decisão final da agência, o texto prevê prazo de 12 meses para adequação das indústrias às novas regras.

A advogada paulista Maria Cecília Cury Chaddad, uma das coordenadoras da campanha “Põe no Rótulo”, comemorou a notícia e considerou a consulta pública uma vitória das famílias. “É um passo muito importante na luta das mães que têm filhos com alergia alimentar. Vamos analisar a proposta e discuti-la com o grupo e enviar nossas sugestões. Estaremos atentas a todo esse processo até o momento da modificação dos rótulos. As informações devem vir em destaque.”

A campanha “Põe no Rótulo” foi criada no Facebook em fevereiro. A ideia surgiu a partir da troca de informações online de mais de 700 mães cujos filhos têm alergia alimentar. O objetivo era conscientizar a sociedade sobre os riscos que a falta de informações nos rótulos podem trazer para as pessoas que têm alergia. Dependendo do grau de sensibilidade, o alérgico pode ter choque anafilático, fechamento da glote, além de outras reações graves que podem levar à morte. Em quatro meses de campanha, o #poenorotulo já tem mais de 60,6 mil curtidas.

Segundo a advogada, a próxima batalha das famílias será melhorar o atendimento dos serviços de atendimento ao consumidor (SACs) da indústria alimentícia que devem estar preparados para informar adequadamente a composição dos alimentos e a possibilidade de contaminação cruzada dos ingredientes.

Nos Estados Unidos, as indústrias são obrigadas a prestar esse tipo de informação desde 2006, na União Europeia, Austrália e Nova Zelândia, desde 2003, e no Canadá, desde 2011.

Fonte: Agência Brasil

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Estudo indica que anestesia geral em menores de 1 ano prejudica a memória

Um estudo publicado nesta segunda-feira (9) indica que uma anestesia geral em crianças com menos de um ano de idade poderia ter efeitos devastadores sobre a memória durante a infância.

Cientistas americanos chegaram a esta conclusão após uma comparação da capacidade de memorização de dois grupos de 28 crianças, o primeiro submetido à anestesia geral antes de um ano e o outro não.

As crianças, com idades entre 6 e 11 anos, foram acompanhadas e testadas durante um período de 10 meses através das lembranças de detalhes em seus desenhos.

“As crianças não diferem em termos de inteligência ou comportamento, mas aquelas que receberam uma anestesia tiveram uma pontuação significativamente menor do que as outras” quanto à memória, indica um resumo fornecido pela revista médica Neuropsychopharmacology (grupo Nature).

“Déficits de memória, mesmo que mínimos, podem ter consequências imediatas na capacidade de aprendizagem das crianças”, escrevem os pesquisadores da Universidade da Califórnia.

Não houve, contudo, diferenças entre crianças submetidas a uma única ou várias anestesias antes da idade de um ano.

Os mesmos cientistas também conduziram um estudo paralelo com 33 ratos anestesiados durante a primeira semana de vida e que mostrou que eles reconheceram com mais dificuldades certos odores do que seus colegas que não foram anestesiados.

Nenhum dos ratos tinha sofrido uma lesão no cérebro, o que prova, de acordo com os investigadores, que a anestesia é a causa da perda de memória.

Estudos demonstraram, no passado, que a anestesia podia destruir determinadas células nervosas e afetar o funcionamento das sinapses, mas o seu impacto sobre a memória humana ainda não havia sido estudado.

Os pesquisadores reconhecem, porém, que mais estudos ainda são necessários para determinar se o déficit de memória é reversível em humanos.

“Estes resultados podem nos encorajar a fazer perguntas sobre a necessidade de certas anestesias”, diz Greg Stratmann, um dos co-autores do estudo em um e-mail à AFP.

Além de cirurgias, a anestesia geral pode ser usada para imobilizar um bebê durante determinados procedimentos médicos, como ressonância magnética (MRI) ou, por exemplo, durante a instalação de certos dispositivos.

Fonte: AFP

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ELA é doença rara e ainda dispões de poucos tratamentos

Uma doença rara, neurodegenerativa e progressiva, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) tem o pico de incidência próximo dos 60 anos de idade. A doença, que não tem cura, só tem um tratamento aprovado, que normalmente estende a vida do paciente por quatro meses a seis meses. A ELA provoca a morte dos neurônios motores, células que fazem a conexão entre o que a pessoa quer movimentar e o músculo que executa a ação.

“É uma doença que carece muito de novos tratamento e novas medicações que possam não só ajudar a estender a sobrevida, mas também a melhorar a qualidade de vida do paciente”, avalia o pesquisador coordenador científico do Intituto Paulo Gontijo, Miguel Mitne. Segundo ele, existem no mundo diversas pesquisas clínicas que visam a aumentar a vida do paciente, mas nada é conclusivo.

O paciente com ELA tem uma perda progressiva da movimentação e normalmente morre por falência respiratória, geralmente depois que está acamado, sem movimento de perna, braços. De acordo com o especialista, depois que os sintomas aparecem, é frequente que a sobrevida seja de 3 anos a 5 anos.

Os primeiros sintomas da doença são perda de força muscular, câimbras e fasciculações (espécie de tremor involuntário). Os últimos levantamentos apontados por Miguel Mitne, no Brasil, a cada 100 mil pessoas, uma tem ELA. Em relação às mulheres, homens têm 1,2 vez mais chance de desenvolver a doença antes dos 70 anos. Em 90% dos casos de ELA não se sabe porque ela se manifestou, nos outros 10% foi percebido um caráter hereditário.

O paciente demora de seis meses a 11 meses pra ter o diagnóstico. “Quanto antes o paciente for diagnosticado melhor é a qualidade de vida dele, porque ele vai conseguir fazer uma adaptação melhor aos cuidados de que vai precisar”, explica.

O especialista ressalta que atualmente o principal tratamento de que o paciente com ELA dispõe é o cuidado multidisciplinar, com fisioterapeuta, nutricionistas e assistentes sociais. “Muitas vezes o paciente vai começar a se comunicar apenas com os olhos, é importante ter uma assistência para que ele consiga se adaptar a essa nova condição”, concluiu o pesquisador.

 

Fonte: Agência Brasil

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Técnica inédita no Brasil devolve movimento parcial a paraplégico

Uma equipe de médicos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apresentou nesta quarta-feira (4), uma técnica inédita no País que permite a pacientes paraplégicos ou tetraplégicos recuperarem parte dos movimentos e funções perdidas por causa de uma lesão medular.

Criada na Suíça, a cirurgia consiste na aplicação de eletrodos neuroestimuladores em três nervos da região abdominal que respondem, entre outras funções, pelos movimentos das pernas e pés e pelo controle da bexiga e da vontade de urinar. Segundo Nucélio Lemos, ginecologista do Hospital São Paulo e responsável por trazer a técnica ao Brasil, quatro brasileiros já passaram pelo procedimento e todos tiveram alguma evolução. “Não tínhamos nenhuma outra opção para o paciente com lesão medular grave. Alguns já estão conseguindo andar”, disse.

Um deles é o universitário Francisco Moreira, de 25 anos, que perdeu praticamente todos os movimentos do tronco para baixo após sofrer um acidente enquanto praticava snowboard, em 2009. Ele passou pela cirurgia em dezembro do ano passado e, em menos de seis meses, já consegue dar passos dentro de uma piscina. “Diminuiu minha incontinência urinária, tenho mais firmeza no tronco. Parece pouco, mas faz uma grande diferença para o dia a dia de um cadeirante, para a nossa independência”, contou ele.

Os médicos explicaram, no entanto, que pacientes com lesões mais graves, que levaram à perda de todos os movimentos do corpo, podem não responder à técnica. O resultado da intervenção também vai depender do tempo de lesão. Quanto mais cedo for realizada a cirurgia, maiores as chances de bons resultados. No Brasil, a cirurgia, que custa de R$ 250 mil a R$ 300 mil, ainda não está disponível na rede pública, mas é coberta pelos planos de saúde.

Fonte: Agência Estado

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Novos tratamentos contra cânceres agressivos têm resultados promissores

19nnnnnnnnfewnvw4ert456457h3_06-01-2014Vários novos tratamentos contra cânceres avançados de pulmão, sangue, tireoide e ovário resistentes a outras terapias deram resultados positivos, segundo testes clínicos divulgados neste sábado (31) e que confirmam os avanços feitos na luta contra a doença.

A Imbruvica (Ibrutinib), dos laboratórios americanos Pharmacyclics e Johnson & Johnson, conseguiu prolongar a vida de pessoas afetadas por leucemia linfoide crônica, que não respondiam à quimioterapia combinada com um anticorpo, o tratamento padrão para este câncer do sangue, o mais comum em adultos.

Este agente estimula a autodestruição de células cancerosas e bloqueia sua proliferação. A agência que regula medicamentos e alimentos nos Estados Unidos (FDA) o aprovou no fim de 2013 para tratar linfomas resistentes e, em fevereiro de 2014, para a leucemia.

É a primeira vez que um anticancerígeno ingerido por via oral permite um aumento claro da sobrevivência destes pacientes, reforçaram os pesquisadores, que apresentaram este estudo clínico na conferência anual da American Society of Clinical Oncology (ASCO), o maior colóquio sobre o câncer, reunido este fim de semana em Chicago (Illinois, norte dos Estados Unidos).

“Com o Ibrutinib, cerca de 80% dos pacientes ainda estavam em remissão um ano depois, duas vezes mais do que se pode esperar de uma terapia padrão”, comentou John Byrd, professor de medicina na Universidade de Ohio, que fez este estudo com 391 pacientes com idade média de 67 anos.

“Estes dados favorecem o uso deste medicamento como primeiro tratamento para estes doentes”, avaliou.

Outros tratamentos permitiram atrasar em um ano e meio o avanço de tipos agressivos de câncer na tireoide.

O Lenvatinib, um agente desenvolvido pelos laboratórios SFJ Pharmaceuticals, dos Estados Unidos, e Eisai, do Japão, também levou à redução do tumor em cerca de dois terços dos doentes.

“Confiamos que, com estes resultados, o Lenvatinib se tornará a primeira opção para tratar este tipo de câncer de tireoide”, resistente ao iodo radioativo, eficaz na grande maioria dos casos, disse Martin Schumberger, oncologista da universidade francesa Paris-Sud, que chefiou o teste clínico de fase 3 em 392 pacientes.

Um terceiro teste clínico, também apresentado na conferência da ASCO, esteve relacionado com o Ramucirumab (Cyramza), um antiangiogênico do laboratório americano Eli Lilly que bloqueia a formação de vasos sanguíneos nos tumores.

Aprovado em fevereiro de 2014 pela FDA para o tratamento do câncer agressivo de esôfago, este medicamento permitiu prolongar a vida de pacientes com câncer muito avançado de pulmão, segundo teste clínico divulgado neste sábado.

Este resultado modesto foi considerado, de qualquer forma, significativo pelos oncologistas, por ser “o primeiro tratamento que, em dez anos, permite melhorar a evolução deste câncer com um tratamento alternativo à quimioterapia”, explicou Maurice Pérol, diretor do serviço de oncologia do tórax no centro contra o câncer da cidade francesa de Lyon e principal autor deste estudo.

Finalmente, um teste clínico com dois agentes experimentais tomados de forma combinada, o Olaparib e o Cediranib, do laboratório britânico AstraZeneca, permitiu duplicar, a 17,7 meses, a sobrevivência de mulheres vítimas de um câncer agressivo de ovário em relação às pacientes não tratadas com Olaparib. Trata-se do primeiro inibidor da enzima PARP que permite o reparo do DNA das células cancerosas.

O Cediranib, por sua vez, bloqueia a formação de vasos sanguíneos no tumor e o crescimento de células cancerosas.

Nenhuma destas duas moléculas ainda foi aprovada pela FDA.

Dispõe-se atualmente de muitas famílias de moléculas que agem sobre distintos objetivos e que permitem bloquear a proliferação de células cancerosas.

A quimioterapia tradicional, ao contrário, bloqueia unicamente a multiplicação destas células mas tem maiores efeitos colaterais.

“Com o desenvolvimento alcançado pela medicina genômica estes últimos anos se tornou possível enfrentar cânceres resistentes aos tratamentos padrão”, explicou o oncologista Gregory Masters, do Helen Graham Cancer Center de Newark (Delaware, leste dos Estados Unidos).

Fonte: AFP

Foto: AFP

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Governo proíbe fumo em locais fechados e amplia alerta nos maços

O Ministério da Saúde anunciou neste sábado (31), Dia Mundial Sem Tabaco, novas regras de combate ao fumo, que incluem o fim da propaganda de cigarros, a extinção dos fumódromos em ambientes coletivos e a ampliação de mensagens de alerta em maços de cigarro vendidos no país.

A regulamentação da lei antifumo será publicada nesta segunda-feira (2) no “Diário Oficial da União” e as regras passarão a valer em até seis meses.

Segundo o governo, os fumantes não serão fiscalizados. Poderá ser punido somente o estabelecimento que desobedecer as normas. Locais de comércio e restaurantes, por exemplo, deverão orientar os clientes sobre a lei e pedir para que não fumem, podendo chamar a polícia quando alguém se recusar a apagar o cigarro.

A lei antifumo foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2011, após ter sido aprovada no Congresso Nacional, e desde então estava sem regulamentação, que define como e quando deve ser aplicada.

Conforme a lei, fica proibido o fumo em locais coletivos fechados em todo o país, com exceção das tabacarias e dos cultos religiosos.

Segundo o ministro da Saúde, Arthur Chioro, o ponto principal da regulamentação é a definição de quais são os locais onde não poderá haver consumo e venda de tabaco. As regras preveem que as pessoas não poderão fumar em lugares públicos ou privados (acessíveis ao público) que possuam cobertura, teto, parede, divisórias ou toldos. Em varandas de restaurante com toldo, por exemplo, não será permitido o fumo, bem como na área coberta de pontos de ônibus. As normas também valem para narguilés ou qualquer tipo de fumígeno, mas não abrangem cigarros eletrônicos, pois, segundo Chioro, eles não são legais no Brasil.

Propaganda e embalagens
De acordo com as regras, qualquer propaganda de cigarro será proibida. Segundo Chioro, com a proibição de qualquer propaganda, inclusive em “displays” (painéis para anúncios), como ocorre hoje. A única forma de exibição dos maços deverá ser em locais de venda, mas, ainda assim, com 20% do espaço ocupado pela mensagem de alerta.

“É importante deixar claro que toda e qualquer propaganda de tabaco no Brasil, em relação a todos os produtos fumígenos, está proibida. Tudo em termos de propaganda sobre o que é fumável e legal no nosso país está proibido”, disse Chioro.

A partir de agora, 100% da face de trás da embalagem e uma das faces laterais terão que ter imagem e mensagem sobre os problemas relacionados ao fumo. A partir de janeiro de 2016, na parte frontal da embalagem, 30% do espaço será destinado a mensagens de alerta. Atualmente, este tipo de mensagem só é estampada na parte de trás dos maços de cigarro.

Fiscalização e punição
Os estabelecimentos que desrespeitarem as regras poderão receber advertência, multa, ser interditados e ter a autorização de funcionamento cancelada. As multas irão variar de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, de acordo com a infração. As vigilâncias sanitárias dos estados serão responsáveis pela fiscalização.

Segundo o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, a pessoa que estiver em um restaurante e se incomodar com o fato de alguém fumar deverá, primeiro, pedir ao estabelecimento que tome providências. Caso o responsável pelo restaurante se negue, a orientação é que a pessoa, então, denuncie o caso à Vigilância Sanitária.

Consumo e riscos
Pesquisa divulgada neste sábado pelo Ministério da Saúde diz que 11,3% dos adultos que vivem nas capitais do Brasil fumam. Em 2006, o índice era de 15,7%. Os homens são os que mais fumam, com índice de 14,4%. O percentual entre as mulheres é de 8,6%. Os fumantes passivos têm 30% a mais de chance de ter complicações respiratórias.

No ano passado, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 1,4 milhão de diárias por internação relacionada ao tabagismo, ao custo de R$ 1,4 bilhão aos cofres públicos. A estimativa do governo é que, neste ano, sejam registrados 16,4 mil novos casos de câncer de pulmão.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, afirmou durante entrevista coletiva neste sábado que o tabagismo é responsável por 200 mil mortes no Brasil por ano. Além disso, está relacionado a 90% dos casos de câncer de pulmão; 85% das mortes por bronquite; 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio; 25% das doenças vasculares e 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer.

Entenda os males do cigarro
Segundo especialistas, o cigarro está associado a 26% das mortes por todos os tipos de câncer. No caso de tumores no pulmão, esse índice aumenta para 84%. Além desta doença, o cigarro pode causar alterações na voz, principalmente das mulheres, que podem adquirir uma voz grossa e totalmente diferente por infecção nas cordas vocais.

Em apenas um dia sem fumar, já é possível ter benefícios para a saúde, segundo a cardiologista Jaqueline Issa. É preciso ainda prestar atenção em outros sintomas de problemas na garganta, como dor, dificuldade para engolir ou respirar e sensação de caroço na região.

Segundo os médicos, o cigarro pode também afetar a tireoide, causando hipotireoidismo e levando ao ganho de peso, especialmente na região abdominal. Mulheres fumantes com mais de 50 anos, por exemplo, têm entre três a quatro vezes mais chances de ter hipotireoidismo que a população em geral.

Fora a alteração na voz e a rouquidão, o cigarro pode ainda causar também perda óssea nos dentes. Isso acontece porque a nicotina e outros componentes agridem a gengiva e a raiz dos dentes.

Infográfico cigarro x coração (Foto: G1)
Do G1, em Brasília

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Ambulatório da Fiocruz recebe certificado de excelência internacional

O Ambulatório Souza Araújo, unidade assistencial do Laboratório de Hanseníase do Instituto Oswaldo Cruz (IPC/Fiocruz), recebeu nesta sexta -feira (30) o Certificado de Acreditação Internacional, concedido pela Joint Commission International (JCI) – principal agência de acreditação em saúde dos Estados Unidos, que atua em mais de 40 países – e pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA).

Com isso, o ambulatório, que atua junto com o Ministério da Saúde, se torna o primeiro centro brasileiro especializado no atendimento a pacientes com hanseníase, em conformidade com padrões de excelência internacionais.

O ambulatório atende cerca de 300 pacientes por mês. “Atendemos casos que vêm encaminhados pela rede pública de saúde para diagnóstico de hanseníase. Em média, em 40%, confirma-se o diagnóstico. E nós atendemos casos de pacientes que já estão em tratamento na rede, mais aqueles que o médico encaminha para cá solicitando parecer”, disse a enfermeira-chefe da unidade, Nádia Cristina Duppre.

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Ela informou que existem outros centros de tratamento da hanseníase no Brasil, no Amazonas, em Minas Gerais e São Paulo, por exemplo. Mas, o do IOC/Fiocruz é o primeiro a aringir excelência internacional. Segundo a enfermeira isso faz também com que a equipe seja mais criteriosa na coleta, no registro e no cuidado com as informações. “Nós temos alguns indicadores clínicos e administrativos que temos que avaliar periodicamente. Isso faz com que a gente esteja sempre atento às ações.”

O Brasil é líder na América Latina em casos de hanseníase. “No mundo, só perde para a Índia”, destacou a Nádia Cristina Duppre. Em 2013, foram registrados 29,3 mil casos no Brasil. Os estados mais endêmicos no país estão nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O Rio de Janeiro tem endemicidade média, segundo ela.

A hanseníase é uma doença infectocontagiosa que afeta os nervos e a pele. A transmissão é feita a partir do contato direto com a pessoa doente que ainda não iniciou o tratamento. Os principais sintomas são dormência, dor nos nervos dos braços, mãos, pernas e pés, lesões na pele (caroços e placas pelo corpo) com alteração da sensibilidade e áreas da pele com alteração da sensibilidade mesmo sem lesão aparente e diminuição da força muscular.

A doença tem cura. “Se o paciente iniciar o tratamento, ele reduz a falta de sensibilidade em quase 90% logo no primeiro mês em que tomou os medicamentos”, explica ela. O tratamento, denominado poliquimioterapia, dura de seis a 12 meses. A partir do momento de início do tratamento, a transmissão é interrompida, informou o IOC.

Nadia Duppre acredita que o certificado de acreditação internacional poderá ampliar o número de atendimentos no Ambulatório Souza Araújo. “Cumprimos com as exigências dos padrões internacionais e, então, temos, comprovadamente, condições de dar um cuidado de qualidade para o paciente.”

Segundo o IOC, o caminho para a acreditação do Souza Araújo começou em 2008, a partir da aprovação do Ministério da Saúde, e contou com o apoio do Hospital Samaritano de São Paulo. O processo incluiu a implantação de modelos de gestão assistencial, com base nos padrões do manual de Acreditação Internacional da JCI. O trabalho para a obtenção do certificado foi conduzido pela pesquisadora Euzenir Sarno e acompanhado pela enfermeira Nádia Cristina Duppre.

Fonte: Agência Brasil

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Descoberta de vacina oral eficaz para combater epidemias de cólera

19rrrerrerererwrdcwf343f53Uma vacina oral demonstrou ser eficaz no curto prazo para conter a cólera durante uma epidemia na Guiné, ao proteger da doença em mais de 86% dos casos, indicam os resultados de um teste clínico publicado esta quinta-feira nos Estados Unidos.

Para esta campanha de vacinação, patrocinada pela organização não governamental Médicos sem Fronteiras (MSF), as autoridades sanitárias da Guiné distribuíram 316.000 doses da vacina, chamada Sanchol, durante um período de seis semanas em 2012. A taxa de imunização das populações superou os 75%.

A vacina, administrada em duas doses com duas semanas de diferença, reduziu drasticamente a transmissão da cólera. A maior parte dos casos confirmados da doença estava em pequenas comunidades com baixas taxas de imunização, afirmam os autores do estudo, publicado na edição online da revista New England Journal of Medicine.

Os pesquisadores dizem, no entanto, que ainda não têm dados suficientes para determinar se uma única dose é bastante para conseguir a imunização adequada.

A vacina Sanchol também tem a vantagem de ser mais barata (US$ 1,85 dólar a dose), em comparação com os 5,25 dólares da vacina Duoral, também administrada por via oral e igualmente eficaz.

Os resultados do estudo confirmam que o uso deste tipo de vacinação oral é uma solução eficaz para conter futuras epidemias de cólera, doença que afeta sobretudo a África (onde estão mais de 90% dos casos) e o sul da Ásia.

Antes da campanha de vacinação na Guiné, havia muito poucas evidências que demonstrassem a eficácia da vacina contra a cólera durante a detecção de uma epidemia.

Segundo os Centros Federais para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC), entre três e cinco milhões de pessoas são infectadas anualmente em todo o mundo, das quais 100.000 morrem.

A cólera é causada pela bactéria “Vibrio cholerae”, transmitida principalmente através da água contaminada. A doença provoca diarreia e desidratação rápida.

Fonte: AFP

Foto: Internet

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Anvisa discute liberação de substância derivada da maconha

O futuro do canabidiol (substância derivada da maconha) no Brasil deve ser definido nesta quinta-feira (29), durante reunião da diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que começa às 10h. Os diretores devem decidir se a substância passará a integrar a lista de classificação C1, que permitirá a prescrição e a importação do composto em forma de medicamento.

Nos últimos dias, o assunto da liberação da substância veio à tona, depois que a família da menina Anny Fischer, 6 anos, importou ilegalmente o canabidiol para tratar as convulsões da criança. Segundo os familiares, com o uso, as crises da menina passaram de 80 por semana para apenas três.

Fonte: Agência Brasil

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Hemope promove campanha para reforçar estoque durante o São João e Copa

19yyyydcysdyvdfsyvyyyfrvbgregteybO Hemope vai promover durante o período de São João e Copa do Mundo uma campanha para reforçar as doações de sangue no Estado. A iniciativa “Neste São João, faça parte do nosso time” começa a partir desta terça-feira (27) e segue até o dia 30 de junho.

A abertura da campanha está programada para acontecer a partir das 8h30, no Hemocentro Recife, nas Graças, com a presença do cantor e compositor pernambucano, Maciel Melo, que doou sua imagem para a campanha publicitária que vai divulgar a ação do Hemope.

O objetivo principal da campanha é repor o estoque estratégico de sangue no Hemocentro e demais unidades do interior do estado, para suprir as eventuais necessidades no período ciclo junino e durante os feriados dos jogos da Copa no Recife.

Os interessados em participar da campanha, precisam estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos – desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos. Pesar, no mínimo, 50kg, estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas), alimentado e apresentar documento original, com foto, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).  Os menores de 18 anos devem estar acompanhados dos pais ou apresentar formulário de autorização.

CAMPANHA– O Hemope também lança, amanhã, protagonizada pelo cantor Maciel Melo, a campanha publicitária para atrair os doadores de sangue. A ação reúne filme para televisão, outbus, cartazes, faixas, spot de rádio, panfletos, camisas e bandeirolas, além de 15 mil tabelas da Copa do Mundo, que serão distribuídas com os doadores do Hemope no Grande Recife e interior do estado.

 

 

NE10

Foto: Arquivo

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