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PE muda protocolo para testagem de casos de gripe e pede que pessoas com sintomas fiquem 7 dias em casa

Antes, quem testava negativo para Covid era orientado a fazer o exame RT-PCR, que seguia para análise da Influenza. No Recife, os testes RT-PCR continuarão sendo processados, temporariamente, para a gripe.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco mudou, nesta segunda (3), o protocolo para a detecção de casos de gripe. Agora, quem for aos centros de testagem do estado e tiver exame negativo para Covid-19, é orientado a procurar um médico e passar sete dias em casa. Antes, quem testava negativo para o novo coronavírus deveria a fazer o exame RT-PCR, que seguia para análise da influenza.

Com a mudança, apenas os exames positivos para Covid-19 são encaminhados para o Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE), onde passam por sequenciamento genético.

De acordo com a secretária-executiva de Vigilância em Saúde do estado, Patrícia Ismael, a nova recomendação já foi adotada nos seis centros de coleta do estado na Região Metropolitana do Recife. A nota técnica a respeito da determinação foi publicada no dia 29 de dezembro de 2021.

“Quando a população tiver algum sintoma de gripe será feito o teste rápido de antígeno. Sendo negativo, essa pessoa com sintoma de gripe deve procurar o Atende em Casa para saber o que deve fazer. Se foi Covid negativo, pela circulação que temos de H3N2, essa pessoa provavelmente estará sim com Influenza”, observou.

A recomendação, segundo Patrícia Ismael, é que quem tiver com sintomas de gripe, mesmo leves, fique em casa por sete dias. Ela disse que também são feitas coletas de amostras para o Lacen, mas não de todos os casos, como era feito anteriormente.

No Recife, no entanto, os testes RT-PCR de pessoas sintomáticas colhidos para Covid-19 continuarão sendo processados, temporariamente, para Influenza.

Por nota, a Secretaria de Saúde do Recife informou que a decisão se deve ao aumento no número de casos de H3N2 na capital e na procura pelos exames.

O boletim divulgado pelo Recife, nesta segunda (3), apontava o registro de 2.138 casos de influenza subtipo A (H3N2) e 14 mortes.

Todos os óbitos, segundo a prefeitura, foram confirmados por critério laboratorial. Os pacientes que foram a óbito tinham idades entre 34 e 91 anos.

No boletim com dados de sábado (1º), a prefeitura informou que tinham sido confirmados 1.968 casos de influenza subtipo A (H3N2), dos quais 11 evoluíram para óbito.

Todas as mortes foram confirmadas por critério laboratorial. Os pacientes que foram a óbito tinham idades entre 34 e 91 anos.

A secretaria acrescentou que é, rotineiramente, o monitoramento do comportamento da Síndrome Gripal, identificando a distribuição dos vírus por faixa etária e provendo cepas virais para a formulação de vacinas de influenza.

O Recife também informou que abriu, nesta segunda, 40 leitos para tratamento de casos graves de Influenza no Hospital do Idoso.

Do total, 30 leitos são de enfermaria e outros dez de UTI. Se for necessário, até o fim do mês, a unidade pode ativar todos os seus 70 leitos.

Coinfecção é investigada

Patrícia Ismael disse que são investigados casos de coinfecção de Covid-19) e Influenza A H3N2 no estado — Foto: Reprodução/TV Globo

Patrícia Ismael disse que são investigados casos de coinfecção de Covid-19) e Influenza A H3N2 no estado — Foto: Reprodução/TV Globo

A secretária executiva de Vigilância em Saúde do estado afirmou, em entrevista ao NE2, que estão sendo investigados casos de coinfecção de Sars-CoV-2 (o vírus da Covid-19) e Influenza A H3N2 (gripe) no estado.

“Estamos em investigação de alguns casos que tivemos relato de coinfecção de Influenza com a Covid no interior do estado”, disse. Patrícia Ismael não entrou em detalhes sobre os casos investigados.

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Vacina da Pfizer raramente provoca evento adverso grave em crianças, diz relatório do CDC

Órgão de saúde dos EUA analisou dados de mais de 42 mil crianças. Os eventos adversos mais comuns foram leves: dor no local da injeção, fadiga ou dor de cabeça.

Por g1

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, divulgou nesta quinta-feira (30) um relatório sobre os eventos adversos da vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

Segundo os pesquisadores, eventos adversos graves em crianças de 5 a 11 anos que receberam a vacina da Pfizer eram raros. O país já aplicou mais de oito milhões de doses do imunizante em crianças dessa faixa etária.

O CDC analisou dados de 42.504 crianças. Segundo o órgão, os eventos adversos mais comuns foram: dor no local da injeção, fadiga ou dor de cabeça, especialmente após a segunda dose. Cerca de 13% das crianças tiveram febre depois da segunda injeção.

“Até o momento, a miocardite em crianças de 5 a 11 anos parece rara. 11 casos foram relatados. Destas, sete se recuperaram e quatro estavam se recuperando no momento do relatório”, disse o CDC.

Dois óbitos foram relatados após a vacinação. O CDC explicou que as duas crianças tinham condições médicas crônicas e que não foram encontrados dados que sugerissem associação causal entre morte e vacinação.

Pais e médicos também relataram casos de doses incorretas – a dose pediátrica da Pfizer é diferente da dose administrada em maiores de 12 anos. O CDC disse que esses problemas “não eram inesperados” e que as crianças não tiveram problemas depois.

O centro americano reforça que os pais e responsáveis ​​por crianças de 5 a 11 anos devem ser informados de que reações locais e sistêmicas são esperadas após a vacinação e são mais comuns após a segunda dose.

BRASIL: Secretários de Educação pressionam Ministério da Saúde por vacinação de crianças contra a Covid

Hospitalização de crianças dispara nos EUA

Em poucas semanas, a ômicron já provocou milhares de novas hospitalizações de Covid-19 de crianças nos Estados Unidos, aumentando as preocupações com os muitos norte-americanos não vacinados menores de 18 anos em meio à nova disparada de casos de coronavírus.

Entre 21 e 27 de dezembro, a média de sete dias de hospitalizações diárias de crianças subiu mais de 58% nacionalmente e chegou a 334, em comparação com a alta de 19% para todas as faixas etárias, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC).

Menos de 25% dos 74 milhões de norte-americanos de menos de 18 anos estão vacinados, segundo o CDC.

Entre crianças pequenas, as taxas de vacinação são muito menores do que em outras faixas etárias, já que algumas famílias hesitam em submeter seus membros mais jovens a uma nova vacina.

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Brasil vive apagão de dados oficiais sobre a Covid

Situação se soma à baixa testagem para a doença no país. Sem números exatos sobre evolução dos casos, internações, mortes e vacinação, a comunidade científica não tem um retrato fiel da pandemia, o que torna impossível traçar políticas públicas.

Do g1

No momento em que a variante ômicron do coronavírus avança, o Brasil vive um apagão de dados oficiais.

Quantos casos de Covid o Brasil tem hoje? Em que ritmo avança no país a variante ômicron?

Quem procura na fonte oficial não tem respostas,

“opendatasus.saude.gov.br, vou compartilhar aqui para você”, diz o pesquisador Diego Xavier, da Fiocruz.

Resposta: “Não é possível acessar esse site.”

“Está vendo? Está assim desde o dia 9 de dezembro. De lá para cá, a gente não sabe o que está acontecendo”, conta.

O apagão dos dados oficiais não prejudica só o trabalho desse pesquisador. Assim como Diego Xavier, da Fiocruz, muitos outros cientistas do Brasil estão perdendo informações e dias preciosos no combate à pandemia.

“Se a gente não monitora epidemiologicamente o problema, a gente só vai entender a gravidade quando os hospitais estiverem lotados. E aí já é tarde. A gente não pode pagar para ver o que vai acontecer e, sem dados, a gente está fazendo isso”, destacou.

O apagão de dados também prejudica o trabalho do consórcio de veículos de imprensa, criado para consolidar o número de casos, mortes e vacinados.

O consórcio foi criado para fazer uma totalização independente dos casos e não ficar na dependência do Ministério da Saúde. Isso ocorreu quando o ministério começou a atrasar a divulgação dos dados e consolidá-los com omissões. Os dados brutos passaram a ser apurados pelo consórcio diretamente com cada estado.

Ocorre que muitos estados usam plataformas do Ministério da Saúde para extrair os dados que ali são inseridos pelas equipes de saúde dos municípios, pelos hospitais e até pelas farmácias.

A evolução dos casos, das internações, o número de mortes, a vacinação. Sem esses dados exatos, a comunidade científica não tem um retrato fiel do que está acontecendo na pandemia e, assim, é impossível traçar políticas públicas.

“Se a gente não tem dado para enfrentar a pandemia, é como se fosse um piloto de avião sem plano de voo. Se a gente está voando num avião e a gente não sabe para onde a gente vai, esse avião vai cair”, enfatizou o pesquisador.

Rede Dasa registra aumento na taxa de testes positivos — Foto: Reprodução/JN

Rede Dasa registra aumento na taxa de testes positivos — Foto: Reprodução/JN

A falta de informações oficiais se junta a um outro problema, mais antigo.

Nesses quase dois anos de pandemia, o Brasil ficou marcado por ser um país que faz pouquíssimos testes para Covid em relação ao tamanho da população. Isso torna ainda mais difícil traçar um quadro exato do avanço do vírus. Mesmo assim, nos últimos dias, laboratórios particulares do país registraram não só uma procura maior pelos testes como também um aumento no percentual de resultados positivos.

No mês de dezembro, a rede Dasa tinha pouco mais de 1% de testes positivos de Covid. Antes do Natal, a taxa tinha mais que dobrado, passando dos 3%. No dia 28, um salto: 16%

Junto com o aumento dos casos, a presença maior da nova variante.

“Nosso dado do começo, da primeira quinzena de dezembro, era de 20% dos casos positivos ômicron. Hoje, estima que já esteja em 50%. E essa variante é muito transmissível. Então, tem que tomar o mesmo cuidado que a gente estava tomando antes, que é a máscara, que é o distanciamento, que é evitar aglomeração, principalmente sem máscara”, disse o virologista da rede Dasa José Eduardo Levi.

Dados de outros laboratórios confirmam o aumento de testes positivos. No Grupo Fleury, saltaram de 2% no início do mês para 20% na última semana.

O diretor de outro grupo, o Richet, confirma o aumento e diz que os resultados pegam os pacientes de surpresa.

“A grande maioria dos casos é de pessoas assintomáticas ou com sintomas muito leves. São pessoas assintomáticas que vão fazer o teste por alguma questão burocrática, como, por exemplo, para fazer uma viagem ou para participar de um evento e acaba tendo como surpresa o teste positivo”, afirmou o diretor do laboratório Richet, Hélio Magarinos.

Os números dos laboratórios são importantes, mas só refletem a parcela da população que tem plano de saúde ou pode pagar por exames.

O epidemiologista Pedro Hallal diz que um quadro mais amplo seria fundamental para enfrentar a chegada da nova variante.

“Tem muita gente infectada pela ômicron e que nem sabe. Por quê? Porque não testa, porque o Brasil nunca teve uma política adequada de testagem. Então, as pessoas estão infectadas pela ômicron, algumas delas nem sabem e outras acham que estão gripadas, com uma gripe comum”, enfatizou.

Quem lida com os números gigantescos da pandemia alerta: é cedo para afirmar que casos mais brandos de Covid sejam um alívio para os hospitais e para a saúde pública.

“Os casos e os casos graves são diretamente proporcionais. Então, se a gente tem 100 mil casos de delta e 10% internam, a gente está falando de 10 mil casos. Se a gente tem 1 milhão de casos de ômicron e 1% interna, a gente está falando de 10 mil casos. O problema não diminui. Uma doença mais contagiosa, que tem mais casos, tem uma probabilidade de levar mais pessoas também a ter uma internação e a evoluir para um caso grave”, disse o pesquisador da Fiocruz.

Números apagados, escassez de testes, para os cientistas do Brasil que combatem a pandemia há tanto tempo, a luta fica ainda mais difícil, sem saber onde estão e quantos são os adversários,

“Uma coisa é a cepa mais branda causar infecções mais brandas. Ótimo. Isso é uma ótima notícia. Agora, ter noção do tamanho da realidade é fundamental independentemente de a cepa ser mais branda ou mais agressiva”, destacou Pedro Hallal.

Jornal Nacional questionou o Ministério da Saúde sobre a falta de informações oficiais e sobre a testagem no país, mas não teve resposta.

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Operação Impacto em Sanharó apreende arma de fogo, celulares, drogas e suspeito de tentativa de homicídio.

Foto: Divulgação Polícia Militar

De acordo com a Polícia Militar na Terça-feira (28 dez 2021), por volta das 15h00, durante a operação impacto realizada na cidade de Sanharó Agreste de Pernambuco, a Polícia Militar juntamente com equipe da Polícia Civil, deu início a diligências referente à tentativa de homicídio ocorrida dias atrás.

Segundo a PM, na ação a PM foi ao local indicado e notou-se que uma pessoa se evadia pela porta dos fundos, com uma sacola na mão e verificou-se conter um revólver e várias munições calibre 38., foi detido também uma menor e no interior da casa foi encontrado substâncias análogas a maconha e crack, mais munições calibre 38, uma balança de precisão, dois celulares com queixa de roubo, uma pistola de pressão, sacolas plásticas e fita durex, possivelmente para embalagem e um comprovante de depósito bancário no valor de 2.000,00 reais.

Após informações, ainda foi detido outra pessoa,  onde em sua residência, depois de buscas foi encontrado um simulacro de arma de fogo e uma motocicleta fan 125, que provavelmente foi utilizada no crime.

Todo material encontrado, foi apreendido e apresentado juntamente com os envolvidos na ocorrência, para providências cabíveis, que foi aberto um inquérito por portaria e um BOC para a menor.

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Brasil registra 148 mortes por Covid em 24 horas

Especialistas têm alertado que a instabilidade nos sistemas do Ministério da Saúde, que ocorre desde o ataque hacker do último dia 10, está impedindo que se tenha um retrato preciso do atual estágio da pandemia.

Fonte: g1

Os números da pandemia reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que o país registrou 148 mortes em 24 horas. Já são 618.723 vítimas.

O número de novos casos confirmados é de 8.356, totalizando mais de 22,252 milhões. Depois de 18 dias com queda superior a 15%, a média de casos está em estabilidade nesta terça-feira (28), 5% a mais em duas semanas. São 4.956 casos por dia em média. A média de mortes está em queda de 30%. São 105 óbitos por dia em média.

Especialistas têm alertado que a instabilidade nos sistemas do Ministério da Saúde, que ocorre desde o ataque hacker do último dia 10, está impedindo que se tenha um retrato preciso do atual estágio da pandemia. Alguns estados ainda têm relatado dificuldades para incluir as informações.

O infectologista Julio Croda, da Fiocruz, disse que os dados que aparecem no sistema agora não estão refletindo a realidade e que muitos médicos têm relatado aumento no atendimento de pacientes com Covid nos consultórios nas últimas semanas.

O epidemiologista Roberto Medronho, da UFRJ, afirmou que está havendo subnotificação. Segundo ele, muitos testes positivos não estão sendo incluídos no sistema do Ministério da Saúde neste momento por causa das instabilidades nos sistemas e que sem um retrato fiel de como está a evolução da pandemia no país não há como planejar políticas públicas de combate à doença.

Em nota, o Ministério da Saúde disse que três plataformas foram restabelecidas na última semana e que trabalha para restabelecer as demais afetadas o mais rapidamente possível.

Nesta terça-feira, Santa Catarina não divulgou os dados. Cinco estados estão com alta na média de mortes; sete têm estabilidade; e 13 estados e o Distrito Federal aparecem com queda.

Números da vacinação

Treze estados não divulgaram informações sobre as doses aplicadas nesta terça-feira.

Em 24 horas, 107 mil pessoas tomaram a primeira dose; 205 mil tomaram a segunda dose ou a dose única; e 543 mil a dose de reforço. O total ficou em mais de mais de 856 mil vacinados.

Até agora, 161 milhões de brasileiros estão com a primeira dose da vacina, o que corresponde a 75,52% da população; 142 milhões estão com a vacinação completa, ou 66,98%; e mais de 25 milhões já tomaram a dose de reforço: 11,96%.

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Brasil registra 91 mortes por Covid em 24 horas; São Paulo e Tocantins não divulgam dados

País contabiliza 618.575 óbitos e 22.243.875 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

País registra 91 mortes por Covid nesta segunda-feira (27)

Sem dados de São Paulo e do Tocantins, o Brasil registrou nesta segunda-feira (27) 91 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 618.575 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 96.Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -36%, indicando tendência de queda.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Cinco estados não tiveram registros de mortes: ACALAPRN e SE.

Os números atuais têm sido influenciados pelo apagão de dados. Nem todos os estados estão fazendo a divulgação diária de casos e mortes.

Após um ataque hacker ao site do Ministério da Saúde e ao aplicativo e à página do ConecteSUS – plataforma que mostra comprovantes de vacinação contra a Covid-19 –, em 10 de dezembro, diferentes estados passaram a informar problemas para colher dados de casos e mortes dos sistemas do ministério.

É o 18º dia seguido com problemas apontados por diferentes estados na captação dos dados de casos e mortes desde o ataque.

Em 12 de dezembro, o Ministério da Saúde informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão de estabilização dos sistemas (14 de dezembro) não foi cumprida.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Média móvel de mortes dos últimos 14 dias — Foto: Arte g1

Média móvel de mortes dos últimos 14 dias — Foto: Arte g1

  • Segunda (20): 132
  • Terça (21): 124
  • Quarta (22):111
  • Quinta (23): 100
  • Sexta (24): 112
  • Sábado (25): 96
  • Domingo (26): 92
  • Segunda (27): 96

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, em 12 de abril.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.243.875 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 6.983 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 4.311 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -21% em relação aos casos registrados em duas semanas, indicando queda nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 27 de dezembro

  • Total de mortes: 618.575
  • Registro de mortes em 24 horas: 91
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 96 (variação em 14 dias: -36%)
  • Total de casos confirmados: 22.243.875
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 6.983
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 4.311 (variação em 14 dias: -21%)

Estados

  • Em alta (8 estados): GO, MS, AM, AP, RR, RO, RN, ES
  • Em estabilidade (6 estados): MA, PI, PR, AC, PB, PE
  • Em queda (10 estados e o DF): RS, MT, RJ, PA, BA, CE, DF, SC, AL, MG, SE
  • Não divulgaram: (2 estados): SP e TO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Veja a situação nos estados

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte g1

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte g1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte g1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte g1

Estadis com a média de mortes em queda — Foto: Arte g1

Estadis com a média de mortes em queda — Foto: Arte g1

Sul

  • PR: 5%
  • RS: -22%
  • SC: -63%

Sudeste

  • ES: 16%
  • MG: -66%
  • RJ: -28%
  • SP: não divulgou nesta segunda

Centro-Oeste

  • DF: -41%
  • GO: 333%
  • MS: 157%
  • MT: -24%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: 120%
  • AP: 100%
  • PA: -32%
  • RO: 31%
  • RR: 60%
  • TO: Não atualizou nesta segunda

Nordeste

  • AL: -64%
  • BA: -35%
  • CE: -40%
  • MA: 13%
  • PB: -7%
  • PE: -15%
  • PI: 11%
  • RN: 17%
  • SE: -100%

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Vacinação de crianças contra Covid pode começar em janeiro após consulta pública, diz ministério

Governo diz que decisão ainda depende do desfecho da consulta pública atualmente em andamento. Queiroga defende exigência de receita médica para que pais vacinem os filhos.

Por g1

Ministério da Saúde divulgou nota nesta segunda-feira (27) para afirmar que é favorável à aplicação de vacinas em crianças e que a campanha para este público deve começar ainda em janeiro.

Entretanto, o ministério faz uma ressalva. Lembra que está atualmente “ouvindo a sociedade” em uma consulta pública e que a previsão estará mantida caso o posicionamento não mude na conclusão do processo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou no dia 16 a aplicação da vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. Desde então, Queiroga já disse que não há emergência para vacinar este público e que a pressa é inimiga da perfeição.

Uma decisão é cobrada do governo pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Agora, sinais favoráveis

Após críticas da Anvisa às reações de Queirogaquestionamentos dos conselhos de secretários de saúde e de especialistas, agora o governo dá os primeiros sinais de que a vacinação infantil contra Covid é uma questão de tempo no país.

“A recomendação do Ministério da Saúde é pela inclusão das crianças de 5 a 11 anos na Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO), conforme posicionamento oficial da pasta declarado em consulta pública no dia 23 de dezembro e reforçado pelo ministro da Saúde em manifestações públicas”, informou a pasta comandada pelo ministro Marcelo Queiroga.

O posicionamento termina com a seguinte conclusão: “No dia 5 de janeiro, após ouvir a sociedade, a pasta formalizará sua decisão e, mantida a recomendação, a imunização desta faixa etária deve iniciar ainda em janeiro”.

Na semana passada, ao se posicionar na apresentação da consulta pública, o ministério informou que o contrato vigente com a Pfizer tem entregas previstas para a partir de 10 de janeiro. Atualmente o Brasil tem a previsão de 100 milhões de doses no terceiro contrato com a empresa. “Esse contrato já engloba o fornecimento de novas versões da vacina, inclusive para diferentes faixas etárias”, declarou a Pfizer.

Vacina é segura

Uma nota técnica assinada pela secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo, e enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirma que a vacina contra Covid para crianças de 5 a 11 anos é segura.

A posição da secretária subordinada ao ministro Marcelo Queiroga vai na contramão dos questionamentos do presidente Jair Bolsonaro (PL), que diz haver “desconfiança” e uma “interrogação enorme” em relação a supostos efeitos colaterais da aplicação de vacinas contra a Covid em crianças.

“Antes de recomendar a vacinação [contra a] Covid-19 para crianças, os cientistas realizaram testes clínicos com milhares de crianças e nenhuma preocupação séria de segurança foi identificada“, diz Melo na nota técnica.

A secretária diz ainda que a análise técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é feita de “forma rigorosa e com toda a cautela necessária”.

“As vacinas [contra a] Covid-19 estão sendo monitoradas quanto à segurança com o programa de monitoramento de segurança mais abrangente e intenso da história do Brasil”, diz o documento.

Secretária do Ministério da Saúde afirma que vacina para crianças é segura

Entenda o caso

A nota técnica busca subsidiar a posição da Advocacia-Geral da União (AGU) em ação movida pelo PT no STF, que cobra um cronograma de imunização de crianças contra a Covid-19. O ministro Ricardo Lewandowski determinou que o cronograma deva ser definido até 5 de janeiro de 2022.

O magistrado também pediu que o governo explique a decisão de recomendar a vacinação de crianças apenas com prescrição médica.

A ideia vem sendo defendida por Marcelo Queiroga, que disse na quinta-feira (23) que o Ministério da Saúde recomendará que as crianças de 5 a 11 anos sejam vacinadas desde que haja prescrição médica e assinatura de termo de consentimento pelos pais.

O presidente Jair Bolsonaro concorda com a recomendação. Para ele, a decisão sobre vacinar os filhos cabe exclusivamente aos pais. “Eu não posso impor nada para o seu filho menor de idade. Você é o responsável por aquele garoto. Se vai fazer bem ou não, os pais decidem”, disse na sexta-feira (24).

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Brasil registra 27 mortes por Covid em 24 horas; média móvel cai para 92

País contabiliza 618.484 óbitos e 22.236.892 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

Sem dados de seis estados e do Distrito Federal, o Brasil registrou neste domingo (26) 27 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 618.484 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 92.Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -46% e aponta tendência de queda.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Oito estados não tiveram registros de mortes neste domingo: ACAPCEGOPRRNSC e SE.

Os números atuais têm sido influenciados pelo apagão de dados. Nem todos os estados estão fazendo a divulgação diária de casos e mortes.

Após um ataque hacker ao site do Ministério da Saúde e ao aplicativo e à página do ConecteSUS – plataforma que mostra comprovantes de vacinação contra a Covid-19 –, em 10 de dezembro, diferentes estados passaram a informar problemas para colher dados de casos e mortes dos sistemas do ministério.

É o 17º dia seguido com problemas apontados por diferentes estados na captação dos dados de casos e mortes desde o ataque.

Em 12 de dezembro, o Ministério da Saúde informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão de estabilização dos sistemas (14 de dezembro) não foi cumprida.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Domingo (19): 128
  • Segunda (20): 132
  • Terça (21): 124
  • Quarta (22):111
  • Quinta (23): 100
  • Sexta (24): 112
  • Sábado (25): 96
  • Domingo (26): 92
Média móvel de mortes em 26/12/2021 — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes em 26/12/2021 — Foto: Arte/g1

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, em 12 de abril.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.236.892 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 4.984 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 3.681 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -40% em relação aos casos registrados em duas semanas, indicando queda nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 25 de dezembro

  • Total de mortes: 618.484
  • Registro de mortes em 24 horas: 27
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 92 (variação em 14 dias: -46%)
  • Total de casos confirmados: 22.236.892
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 4.984
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 3.681 (variação em 14 dias: -40%)

Estados

  • Em alta (6 estados): AM (900%), AP (250%), GO (133%), RN (33%), ES (25%) e PR (24%)
  • Em estabilidade (7 estados): PI (11%), PB (0%), AC (0%), RO (0%), MA (-6%), PA (-6%) e PE (-7%)
  • Em queda (7 estados): SE (-80%), SP (-77%), SC (-68%), RJ (-54%), AL (-54%), CE (-53%) e MT (-47%)
  • Não divulgaram (6 estados e o DF): BA, DF, MG, MS, RS, RR e TO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Veja a situação nos estados

Média móvel de mortes em alta em 26/12/2021 — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes em alta em 26/12/2021 — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes em estabilidade em 26/12/2021 — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes em estabilidade em 26/12/2021 — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes em queda em 26/12/2021 — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes em queda em 26/12/2021 — Foto: Arte/g1

Sul

  • PR:+24%
  • RS:Não atualizou neste domingo
  • SC:-68%

Sudeste

  • ES: +25%
  • MG: Não atualizou neste domingo
  • RJ: -54%
  • SP: -77%

Centro-Oeste

  • DF: Não atualizou neste domingo
  • GO: +133%
  • MS: Não atualizou neste domingo
  • MT: -47%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: +900%
  • AP: +250%
  • PA: -6%
  • RO: 0%
  • RR: Não atualizou neste domingo
  • TO: Não atualizou neste domingo

Nordeste

  • AL: -54%
  • BA: Não atualizou neste domingo
  • CE: -53%
  • MA: -6%
  • PB: 0%
  • PE: -7%
  • PI: +11%
  • RN: +33%
  • SE: -80%

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Agência norte-americana FDA aprova uso emergencial de pílula da MSD contra Covid-19

Medicamento é indicado para adultos que tenham testado positivo para o coronavírus e apresentem alto risco de progressão para casos graves; tratamento não é autorizado para menores de 18 anos.

Por g1

A FDA, agência reguladora de medicamentos dos EUA, aprovou o uso emergencial e doméstico da pílula da MSD (Merck) molnupiravir nesta quinta-feira (23).

Ela é indicada a adultos que tenham testado positivo para a Covid-19 e apresentem alto risco de progressão para casos graves, incluindo hospitalização ou morte. Também é destinada a pacientes cujos demais tratamentos autorizados pela FDA não sejam acessíveis ou clinicamente apropriados.

No entanto, segundo a MSD, a pílula não deve ser utilizar por:

  • Pacientes menores de 18 anos porque pode afetar o crescimento dos ossos e da cartilagem;
  • Prevenção devido à pré-exposição ou pós-exposição à Covid-19;
  • Pacientes que já foram hospitalizados.

“Como novas variantes do vírus continuam a surgir, é crucial expandir o arsenal de terapias contra a Covid-19 usando autorização de uso de emergência, enquanto continuamos a gerar dados adicionais sobre sua segurança e eficácia”, disse Patrizia Cavazzoni, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Medicamentos da FDA.

Concorrência da Pfizer

Nesta quarta-feira (22), a FDA aprovou o uso emergencial da pílula Paxlovid (nirmatrelvir), da Pfizer, para tratamento da Covid-19.

O medicamento é indicado a adultos e crianças a partir de 12 anos que tenham testado positivo para a Covid-19 e apresentem alto risco de progressão para casos graves, incluindo hospitalização ou morte.

A Pfizer garante já estar pronta para começar a entrega imediata nos EUA e elevou suas projeções de produção para 120 milhões de tratamentos em 2022.

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Sem registrar casos leves de Covid há 11 dias, PE contabiliza mais 11 infecções e seis mortes

Desde o começo da pandemia, em março de 2020, estado teve 643.431 casos confirmados da doença e 20.379 óbitos.

Por g1 PE

Mais 11 casos e seis mortes por Covid-19 foram registrados em Pernambuco nesta terça-feira (21). Este é o 11º dia seguido que o estado não contabiliza casos leves da infecção devido à “indisponibilidade do sistema E-SUS Notifica”, do Ministério da Saúde, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.

Todos os casos contabilizados nesta segunda são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Com isso, o estado passou a totalizar 643.431 casos confirmados da doença, sendo 55.247 graves e 588.184 leves, distribuídos por todos os 184 municípios e no distrito de Fernando de Noronha. Os registros são feitos desde março de 2020, início da pandemia.

Com os seis novos falecimentos, ocorridos entre os dias 6 de outubro e o sábado (19), o estado passou a totalizar 20.379 mortes pela Covid-19. Foram quatro mulheres e dois homens. Eles moravam no Cabo de Santo Agostinho (1), Itapetim (1), Passira (1), Recife (1), São Lourenço da Mata (1) e Venturosa (1).

Os pacientes tinham entre 70 e 96 anos. As faixas etárias são: 70 a 79 (4) e 80 e mais (2). Cinco tinham doenças preexistentes: diabetes (4), hipertensão (3), doença cardiovascular (2), obesidade (2), tabagismo/histórico de tabagismo (2), doença renal (1), doença respiratória (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um segue em investigação.

Vacinação

Desde o início da campanha de vacinação, foram aplicadas 14.543.612 doses de vacinas contra a Covid-19 em Pernambuco. Ao todo, 7.266.243 pessoas tomaram primeiras doses. Dessas, 6.201.631 completaram os esquemas vacinais, sendo 6.028.530 com duas doses e 173.101 com vacina em dose única. Em relação às doses de reforços (terceira dose), foram feitas 1.075.738 aplicações.

Ocupação de leitos

Nesta terça, a ocupação de leitos de UTI na rede pública é de 58% e na rede privada, de 50%.

Testagem

Desde o início da pandemia, foram feitos 2.807.989 testes para detecção do novo coronavírus em Pernambuco.

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