Brasil passa de 60 mil mortes e 1,4 milhão de casos de Covid-19 (atualização das 13h)

País tem 1.426.913 casos confirmados de Covid-19 e 60.194 óbitos.

Por G1

O Brasil passou das 60 mil mortes por coronavírus confirmadas na manhã desta quarta-feira (1º), pouco mais de 4 meses após a doença chegar ao país. Os dados são de um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Veja os dados atualizados às 13h desta quarta-feira (1):

  • 60.194 mortos
  • 1.426.913 casos confirmados

Antes da atualização das 13h, o consórcio divulgou um primeiro boletim, às 8h. Segundo os dados disponibilizados naquele horário, pela manhã, o Brasil contava 59.745 mortos e 1.409.693 casos confirmados.

O consórcio divulgou na terça-feira (30), às 20h, o 23º balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Desde então, CE, DF, GO, MG, MS, PE, RN, RR e SP divulgaram novos dados.

(Na terça-feira, 30, às 20h, o balanço indicou: 59.656 mortes, 1.271 em 24 horas; e 1.408.485 casos confirmados.)

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa.

Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança.

A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite de 4 de junho. Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação.

Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica.

No dia 7 de junho, o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas.

Apenas no dia 9 de junho, o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF.

Nesta terça (30), o órgão divulgou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 1.280 novos óbitos e 33.846 novos casos, somando 59.594 mortes e 1.402.041 casos desde o começo da pandemia.

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Mundo registra mais de 160 mil mortes por dia de Covid, alerta OMS

Mais de 506 mil mortes e 10,3 milhões de casos foram relatados desde o início da pandemia. OMS demonstrou preocupação com o avanço da doença no Oriente Médio.

Por G1

Tedros Adhanon informa que o mundo tem registrado mais de 160 mil mortes diárias por coronavírus. — Foto: Jornal Nacional

Tedros Adhanon informa que o mundo tem registrado mais de 160 mil mortes diárias por coronavírus. — Foto: Jornal Nacional

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quarta-feira (1) que, na última semana, o mundo registrou mais de 160 mil mortes por coronavírus por dia.

“Mais de 10,3 milhões de casos de Covid-19 já foram relatados à OMS e mais de 506 mil mortes. Na semana passada, o número de novos casos excedeu 160 mil em todos os dias”, disso o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus

“Os países devem abolir as medidas [de abertura econômica] mais abrangentes”, pediu o diretor-geral.

Tedros também afirmou que a pandemia é mais que um desafio científico. “Também é um teste de caráter. Devemos agir no interesse da solidariedade global e da nossa humanidade compartilhada”, disse.

O diretor-geral informou que a OMS criou um fórum com mais de 1 milhão de cientistas de todo o mundo para fazer um balanço dos avanços já alcançados e definir prioridades de pesquisa para o restante de 2020.

“Não entendemos ainda porque alguns são assintomáticos e outros não”, exemplificou o diretor-executivo do Programa de Emergências da OMS, Michael Ryan.

Coronavírus avança no Oriente Médio e norte da África

Durante a coletiva desta quarta, o diretor regional da OMS para o Mediterrâneo Oriental, Ahmed Al-Mandhari, demonstrou preocupação com o avanço dos casos da Covid-19 na região do Oriente Médio e África, principalmente no Irã, Iraque, Arábia Saudita e Paquistão.

“Estamos vendo um aumento de casos desde o início de maio”, disse Mandhari. “Todos os países da região estão apresentando transmissão comunitária.”

De acordo com o diretor geral Tedros, o Oriente Médio e norte da África “é a terceira região mais afetada globalmente, depois das Américas e da Europa.”

A principal preocupação do avanço da Covid-19 na região está nas áreas afetadas por conflitos armados, onde a pobreza e a violação dos direitos humanos é acentuada.

“A doença demorou para aparecer nas áreas afetadas por conflitos, mas isso é um caso de subnotificação”, alertou o diretor regional Mandhari.

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Governo de SP define 12 centros de aplicação dos testes clínicos da vacina contra o coronavírus no estado

Na capital paulista os testes serão conduzidos pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Instituto de Emílio Ribas e Hospital Albert Einstein. Locais aguardam autorização da Anvisa para iniciar terceira fase do testes.

Por G1 SP — São Paulo

SP terá sete centros de testagem de vacina contra coronavírus

O governo de São Paulo definiu os 12 centros onde serão aplicados os testes clínicos da vacina contra o coronavírus no estado. A Coronavac, como é chamada a vacina desenvolvida por um laboratório chinês Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, vai imunizar 9 mil voluntários durante a fase de testes clínicos, a terceira fase da vacina.

“O governo do estado de São Paulo espera para essa semana a aprovação da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para que os centros iniciem os testes imediatamente após essa autorização”, disse o governador João Doria (PSDB). A capacidade de produção do Instituto Butantan é de 100 milhões de dose da vacina. Outros 60 milhões de dose viriam da China.

Doria também mencionou a parceria do governo federal com a Universidade Oxford para a produção de outra vacina contra a Covid-19. “E nós estaremos caminhando simultaneamente com a vacina de Oxford, da Astrazena, que começa sua testagem também nos próximos dias. Tanto melhor pro Brasil ter duas boas, produtivas e corretas vacinas, mais pessoas vacinadas, mais pessoas imunes, ganha o Brasil, ganha a saúde do nosso país, ganha a população brasileira”.

Na cidade de São Paulo, os testes serão conduzidos pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Instituto de Emílio Ribas e Hospital Albert Einstein.

Os centros definidos no restante do estado estão na Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Hospital das Clínicas da Unicamp (Campinas), Faculdade de Medicina de Rio Preto e o Centro de Saúde Escola da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.

As pesquisas serão realizadas em outros cinco lugares fora do estado: na Universidade de Brasília (UnB), Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos da Universidade Federal de Minas Gerais, Hospital São Lucas da PUC do Rio Grande do Sul e Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná.

Na sua sede em Pequim, na Chuna, o laboratório Sinovac Biotech aplicou a vacina em cerca de mil voluntários nas fases 1 e 2.

Para a parceria, o governo investiu R$ 85 milhões. De acordo com o presidente do Instituto e membro do comitê de contingência para Coronavírus do governo, Dimas Tadeu Covas, a atual fase em que o estudo se encontra sinaliza a eficácia da vacina.

Testes

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, disse que após a eficácia da vacina ser comprovada por um instituto internacional, a vacina passa para a fase de registro e imunização da população.

“A vacinação nesses nove mil voluntários será na produção um pra um, ou seja, uma pessoa recebe a vacina, a outra recebe uma substância chamada placebo, ela é inócua e tudo isso é acompanhado durante um tempo por um organismo internacional que verifica os dados”, explicou.

Segundo Dimas Covas, o acompanhamento dos voluntários será permanente e que “é provável que antes do fim do ano nós já tenhamos esses resultados”.

Os critérios para a escolha dos voluntários serão apresentados na próxima semana.

Vacina

A vacina da Sinovac Biotech já foi aprovada para testes clínicos na China. Ela usa uma versão do vírus inativado. Isso quer dizer que não há a presença do coronavírus Sars-Cov-2 vivo na solução, o que reduz os riscos deste tipo de imunização.

Vacinas inativadas são compostas pelo vírus morto ou por partes dele. Isso garante que ele não consiga se duplicar no sistema. É o mesmo princípio das vacinas contra a hepatite e a influenza (gripe).

Ela implanta uma espécie de memória celular responsável por ativar a imunidade de quem é vacinado. Quando entra em contato com o coronavírus ativo, o corpo já está preparado para induzir uma resposta imune.

Cientistas chineses chegaram à fase clínica de testes – ensaios em humanos – em outras três vacinas. Uma produzida por militares em colaboração com a CanSino Biologics, e mais duas desenvolvidas pela estatal China National Biotec.

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil, 30 de junho, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País tem 1.373.006 diagnósticos confirmados de Covid-19 e 58.406 óbitos.

Por G1

O Brasil tem 58.406 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta terça-feira (30), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Veja os dados atualizados às 8h desta terça-feira (30):

  • 58.406 mortes
  • 1.373.006 casos confirmados

O consórcio divulgou na segunda (29), às 20h, o 22º balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Desde então, CE, GO, RN e RR divulgaram novos dados.

(Na segunda, 29, às 20h, o balanço indicou: 58.385 mortes, 727 nas últimas 24 horas; e 1.370.488 casos confirmados.)

De acordo com um monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins, o mundo já tem mais de 10 milhões de infectados e 500 mil mortos. O Brasil responde por 11% das mortes totais no planeta.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa.

Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança.

A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite de 4 de junho. Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação.

Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica.

No dia 7 de junho, o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas.

Apenas no dia 9 de junho, o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF.

Nesta segunda (29), o órgão divulgou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 692 novos óbitos e 24.052 novos casos, somando 58.314 mortes e 1.368.195 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio.

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Novo vírus da gripe com ‘potencial pandêmico’ é encontrado na China

Parece ser capaz de infectar pessoas, embora os porcos sejam os hospedeiros, dizem os especialistas.

Por BBC

Uma nova cepa do vírus da gripe com potencial de causar uma pandemia foi identificada na China, segundo um novo estudo.

Essa linhagem surgiu recentemente e tem os porcos como hospedeiros, mas pode infectar seres humanos, dizem os autores da pesquisa.

Os cientistas estão preocupados com o fato de que ela poderia sofrer uma mutação ainda maior e se espalhar facilmente de pessoa para pessoa e desencadear assim um surto global.

Eles dizem que a cepa tem “todas as características” de ser altamente adaptável para infectar seres humanos e precisa ser monitorada de perto.

Como se trata de uma nova linhagem do vírus influenza, que causa a gripe, as pessoas podem ter pouca ou nenhuma imunidade a ela.

Ameaça pandêmica

Uma nova cepa do influenza está entre as principais ameaças que os especialistas estão monitorando, mesmo enquanto o mundo ainda tenta acabar com a atual pandemia do novo coronavírus.

A última gripe pandêmica que o mundo enfrentou, o surto de gripe suína de 2009 que começou no México, foi menos mortal do que se temia inicialmente, principalmente porque muitas pessoas mais velhas tinham alguma imunidade a ela, provavelmente por causa de sua semelhança com outros vírus da gripe que circulavam anos antes.

O vírus da gripe suína, chamado A/H1N1pdm09, agora é combatido pela vacina contra a gripe que é aplicada anualmente para garantir que as pessoas estejam protegidas.

A nova cepa de gripe identificada na China é semelhante à da gripe suína de 2009, mas com algumas mudanças.

Até o momento, não representou uma grande ameaça, mas o professor Kin-Chow Chang e colegas que o estudam dizem que devemos ficar de olho nele.

Qual é o perigo?

O vírus, que os pesquisadores chamam de G4 EA H1N1, pode crescer e se multiplicar nas células que revestem as vias aéreas humanas.

O vírus H1N1, que causou uma pandemia de gripe — Foto: Reprodução

O vírus H1N1, que causou uma pandemia de gripe — Foto: Reprodução

Eles descobriram evidências de infecção recente em pessoas que trabalhavam em matadouros e na indústria suína na China.

As vacinas contra a gripe atuais não parecem proteger contra isso, embora possam ser adaptadas para isso, se necessário.

Kin-Chow Chang, que trabalha na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, disse à BBC: “No momento estamos distraídos com o coronavírus e com razão. Mas não devemos perder de vista novos vírus potencialmente perigosos”.

Embora esse novo vírus não seja um problema imediato, ele diz: “Não devemos ignorá-lo”.

Os cientistas escrevem na revista “Proceedings”, da Academia Nacional de Ciências britânica, que medidas para controlar o vírus em porcos e monitorar de perto as populações trabalhadoras devem ser rapidamente implementadas.

O professor James Wood, chefe do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade de Cambridge, disse que o trabalho “vem como um lembrete salutar” de que estamos constantemente sob o risco do surgimento de patógenos e que animais de criação, com os quais os seres humanos têm maior contato do que com a vida selvagem, podem ser uma fonte de vírus pandêmicos.

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Incêndio atinge UTI de Covid-19 do Hospital Agamenon Magalhães, no Recife

Pacientes foram transferidos para outros espaços da unidade. Secretaria de Saúde aponta que problema pontual na régua de alimentação de gases pode ter originado fogo.

Por Rômulo Alcoforado, G1 PE

UTI de Covid-19 do Hospital Agamenon Magalhães é atingida por incêndio

Um incêndio atingiu, na madruga desta terça-feira (30), uma das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento da Covid-19 do Hospital Agamenon Magalhães (HAM), no bairro de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife. Um vídeo enviado ao G1 mostrou as chamas, vistas do lado de fora da unidade.

O fogo foi controlado rapidamente, de acordo com a direção do hospital e o Corpo de Bombeiros, e não deixou feridos. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o caso foi tratado como um princípio de incêndio.

Os Bombeiros informaram que foram chamados à 1h44 da madrugada. De acordo com a corporação, as chamas começaram por um curto-circuito na tomada de um dos equipamentos de respiração.

Segundo nota enviada pelo hospital, as chamas foram contido pela equipe do serviço e, quando os bombeiros chegaram, a situação já estava controlada. Nenhum paciente ou profissional ficou ferido.

Incêndio atingiu ala com pacientes em estado grave da Covid-19 — Foto: Reprodução/WhatsApp

Incêndio atingiu ala com pacientes em estado grave da Covid-19 — Foto: Reprodução/WhatsApp

Ainda conforme informado pelo HAM, os pacientes dessa UTI foram transferidos para outros espaços do hospital, sem prejuízo ao tratamento. Não foi informado quantos doentes estavam no local.

Segundo a direção do hospital, a situação deve ter sido provocada por um “problema pontual na régua de alimentação de gases daquela sala”. A equipe de engenharia e manutenção foi ao local para que o espaço esteja apto para receber os pacientes de volta ainda nesta terça-feira.

Princípio de incêndio atinge UTI de Covid-19 do Hospital Agamenon Magalhães, no Recife

Covid-19 em Pernambuco

Em Pernambuco, 369 casos da Covid-19 e 31 óbitos por causa dessa doença provocada pelo novo coronavírus foram confirmados na segunda-feira (29). Com isso, o estado passou a contabilizar 58.476 infectados e 4.782 mortes, números que começaram a ser registrados em março, no início da pandemia

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Mortes por Covid-19 passam de 500 mil no mundo, diz universidade Johns Hopkins

Países ultrapassaram a marca de 10 milhões de casos confirmados da doença causada pelo novo coronavírus também neste domingo.

Por G1

Site da universidade Johns Hopkins na tarde de domingo (28) — Foto: Reprodução/Johns Hopkins

Site da universidade Johns Hopkins na tarde de domingo (28) — Foto: Reprodução/Johns Hopkins

O mundo já registra mais de 500 mil mortes por Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, segundo levantamento da universidade Johns Hopkins neste domingo (28). Em números absolutos, os Estados Unidos e o Brasil são os países com mais mortes no mundo.

Também neste domingo, o número de casos confirmados de novo coronavírus no mundo ultrapassou a marca de 10 milhões. O aumento em mais de 1 milhão de novos casos confirmados aconteceu em menos de uma semana.

Veja quais são os países com mais mortes por Covid-19

*O número é o citado no levantamento da Johns Hopkins, que utiliza dados do Ministério da Saúde. Segundo consórcio de veículos de comunicação, o país tinha 57.174 mortes até as 13h deste domingo.

Mundo passa das 500 mil mortes por Covid-19 — Foto: G1

Mundo passa das 500 mil mortes por Covid-19 — Foto: G1

5 países com mais mortes

O Brasil é o segundo país, em números absolutos, com mais confirmações de mortes por coronavírus. Atrás apenas dos EUA que já ultrapassa as 125 mil mortes. Reino Unido, Itália, França e Espanha seguem como os países com mais mortos, mas apresentam estabilidade na contagem diária de vítimas.

Número total de mortes por Covid-19 – dados até 18 horas de domingo (28) — Foto: G1

Número total de mortes por Covid-19 – dados até 18 horas de domingo (28) — Foto: G1

A taxa para cada 100 mil habitantes aponta que o Brasil tem 27 mortes a cada 100 mil. Essa taxa mostra o efeito do vírus em países menos populosos, como a França (66,9 milhões de habitantes), o Reino Unido (66,6 milhões) e a Itália (60,3 milhões), em comparação com os EUA (329,5 milhões) e Brasil (209,5 milhões).

Número de mortes por Covid-19 a cada 100 mil habitantes – dados até 18 horas de domingo (28) — Foto: G1

Número de mortes por Covid-19 a cada 100 mil habitantes – dados até 18 horas de domingo (28) — Foto: G1

O painel da Johns Hopkins alerta, no entanto, para a alta incidência de mortes por coronavírus em outros países latino-americanos, que chegam a ultrapassar o Brasil nessa taxa por 100 mil habitantes. O Peru e o Chile, países com menor demografia, têm 28,6 e 28,5 mortes com a normalização.

Os registros da Espanha, que nesta contagem fica como o segundo país mais afetado pela doença, foram revistos pelo governo espanhol e quase 2 mil mortes foram apagadas do levantamento oficial. É por isso que há uma retração na contagem no dia 26 de maio.

Pandemia acelera

Mesmo com os números em queda na Europa, o avanço da Covid-19 no mundo ainda preocupa a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobretudo pela alta dos casos nas Américas e por novos registros em países da Ásia que já haviam controlado a doença.

Uma das razões para a preocupação é que o mundo tem registrado em média 1 milhão de novos casos do coronavírus a cada semana — por exemplo, o total no planeta chegou a 8 milhões em 15 de junho, há duas semanas. Do primeiro caso confirmado de Covid-19 até a marca de 1 milhão atingida em abril, passaram-se mais de três meses.

Histórias interrompidas

Desde a primeira morte por complicações de uma pneumonia então desconhecida, na China, a doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) matou centenas de milhares de pessoas em todo o mundo. Suas histórias foram interrompidas durante a pandemia.

Ainda no início de fevereiro, a morte de Li Wenliang – médico chinês que avisou sobre o coronavírus antes mesmo dos alertas oficiais – teve grande repercussão internacional. Não só por ele ser jovem, e por isso não ser considerado como membro do grupo de risco para a Covid-19, mas também por ser perseguido pela polícia chinesa que o acusou, inicialmente, de mentir sobre a pneumonia.

Li Wenliang postou uma foto de si mesmo no leito hospitalar — Foto: Weibo via BBC

Li Wenliang postou uma foto de si mesmo no leito hospitalar — Foto: Weibo via BBC

Em São Paulo, o maestro e criador da Rede Cultural Luther King, Martinho Lutero Galati de Oliveira, morreu em março, aos 66 anos. Martinho foi diagnosticado com coronavírus e foi internado em 17 de março.

O país também perdeu o cientista Sérgio Trindade, membro do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) e parte de equipe que ganhou Nobel da Paz em 2007, que morreu aos 79 anos de Covid-19, em Nova York.

O mundo do entretenimento lamentou a morte antecipada de seus profissionais por conta da Covid-19. O mágico Roy Horn, um dos integrantes da famosa dupla “Siegfried & Roy” de Las Vegas, morreu em maio, vítima de complicações vinculadas ao novo coronavírus.

O escritor chileno Luis Sepúlveda, forçado ao exílio durante a ditadura de Augusto Pinochet, morreu na Espanha aos 70 anos, em abril, depois de passar um mês e meio hospitalizado por causa do coronavírus.

Um dos últimos sobreviventes do Holocausto na Bélgica, Henri Kichka morreu de Covid-19 em abril, em uma casa de repouso em Bruxelas, aos 94 anos. Kichka foi um dos poucos homens e mulheres que sobreviveram a Auschwitz, o campo de extermínio criado pelos nazistas no sul da Polônia durante a 2ª Guerra Mundial.

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil, 26 de junho, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País tem 55.102 óbitos por Covid-19 e 1.234.850 casos confirmados.

Por G1

Brasil passa de 55 mil mortes e registra mais de 40 mil novos casos da Covid-19

O Brasil tem 55.102 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta sexta-feira (26), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O consórcio divulgou na quinta (25), às 20h, o 18º balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Desde então, AM, GO e RR divulgaram novos dados.

Veja os dados atualizados às 8h desta sexta-feira (26):

  • 55.102 mortos
  • 1.234.850 casos confirmados

(Na quinta-feira, 25, às 20h, o balanço indicou: 55.054 mortes, 1.180 em 24 horas; e 1.233.147 casos confirmados)

O Brasil é o segundo país com mais vítimas no mundo, só atrás dos EUA, que registram 122,4 mil mortes.

O Estado de São Paulo, que tem 20% dos casos confirmados do Brasil, conta 248.587 notificações de Covid-19, de acordo com dados do consórcio. Este número é maior que o total da Espanha (247.486) e da Itália (239.706), segundo registros da Universidade Johns Hopkins.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa.

Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança.

A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite de 4 de junho. Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação.

Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica.

No dia 7 de junho, o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas.

Apenas no dia 9 de junho, o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF.

Nesta quinta (25), o órgão divulgou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 1.141 novos óbitos e 39.483 novos casos, somando 54.971 mortes e 1.228.114 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio.

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Dormir mais tarde não é prejudicial à saúde de crianças pequenas, desde que elas durmam horas suficientes

A conclusão é de um estudo da Nova Zelândia e se aplica somente às crianças entre 2 e 5 anos. Acima dessa idade, atrasar a hora de colocar os pequenos na cama pode aumentar o risco de obesidade infantil.

Por G1

Uso de repelente protege as crianças durante o sono e evita picada do Aedes aegypti — Foto: Divulgação

Uso de repelente protege as crianças durante o sono e evita picada do Aedes aegypti — Foto: Divulgação

Crianças pequenas, com idade entre 2 e 5 anos, podem ir para a cama mais tarde sem prejuízo à saúde, mas desde que elas tenham horas suficientes de sono durante a noite, conclui um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia.

Publicada na revista “Pediatric obesity” em maio, a pesquisa é uma das primeiras a analisar os impactos de dormir mais tarde em crianças com idade pré-escolar.

Ir para a cama depois das 21h foi o horário definido pelos pesquisadores como “dormir tarde”. Já a quantidade de horas suficientes de sono para uma criança foi definida como 10 a 11 horas por noite.

Contudo, os pesquisadores alertam que, para crianças acima cinco anos de idade, o hábito de ir dormir depois das 21h aumenta o risco de obesidade infantil, além de possível piora na qualidade do sono.

“Nossa pesquisa ajuda a confirmar a hipótese de que mais horas de sono é benéfico para crianças pequenas, mas colocá-las na cama mais cedo só é útil quando isso faz elas dormirem mais horas [durante a noite]”, explicou no material de divulgação dos resultados a médica Melyssa Roy, que conduziu o estudo.

“Sabe-se que crianças que dormem mais horas têm menor probabilidade de estar acima do peso”, diz Roy.

A pesquisadora aconselha, contudo, que os pais estimulem os filhos pequenos a irem dormir antes das 21h, independentemente da idade e, principalmente, que eles durmam a quantidade de horas suficiente durante a noite como forma de preservar a saúde das crianças.

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil, 25 de junho, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País tem 53.895 óbitos e é o 2º com mais vítimas no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. São 1.193.609 casos confirmados.

Por G1

Brasil tem 53.895 mortes e 1.193.609 casos de Covid, aponta consórcio

O Brasil tem 53.895 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta quinta-feira (25), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O consórcio divulgou na quarta-feira (24), às 20h, o 17º balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Desde então, GO e RR divulgaram novos dados.

Veja os dados atualizados às 8h desta quinta-feira (25):

  • 53.895 mortos
  • 1.193.609 casos confirmados

(Na quarta-feira, 24, às 20h, o balanço indicou: 53.874 mortes, 1.103 em 24 horas; e 1.192.474 casos confirmados.)

O Brasil já é o segundo com mais vítimas no mundo e tem 10 mil óbitos a mais que o Reino Unido, terceiro colocado. O país só fica atrás dos EUA, que registram 121,9 mil mortes.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa.

Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança.

A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite de 4 de junho. Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação.

Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica.

No dia 7 de junho, o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas.

Apenas no dia 9 de junho, o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF.

Nesta quarta (24), o órgão divulgou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 1.185 novos óbitos e 42.725 novos casos, somando 53.830 mortes e 1.188.631 casos desde o começo da pandemia – números totais menores que os apurados pelo consórcio.

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