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Brasil tem 978 casos da varíola dos macacos; veja divisão por estados

Desde sábado (23) a varíola dos macacos foi declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma “emergência de saúde global”.

Por g1

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (27) que, até o momento, o Brasil tem 978 casos da varíola dos macacos, conhecida como monkeypox, confirmados no Brasil.

A divisão por estados é a seguinte:

  • São Paulo (744)
  • Rio de Janeiro (117)
  • Minas Gerais (44)
  • Distrito Federal (15)
  • Paraná (19)
  • Goiás (13)
  • Bahia (5)
  • Ceará (4)
  • Rio Grande do Sul (3)
  • Rio Grande do Norte (2)
  • Espírito Santo (2)
  • Pernambuco (3)
  • Tocantins (1)
  • Mato Grosso do Sul (1)
  • Acre (1)
  • Santa Catarina (4)

Emergência de saúde global

Desde sábado (23) a varíola dos macacos foi declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma “emergência de saúde global”. A decisão pode levar a um maior investimento no tratamento da doença e avançar na luta por vacinas, que estão em falta. Na prática, o estado de emergência obriga agências sanitárias pelo mundo a aumentar medidas preventivas.

Atualmente, só há outras duas emergências de saúde deste tipo: a pandemia do coronavírus e o esforço contínuo para erradicar a poliomielite.

Transmissão entre homens preocupa

A OMS mostrou preocupação com o fato de a maioria dos casos notificados de varíola dos macacos terem ocorrido entre homens que fazem sexo com homens. Nesta quarta-feira (27), a entidade fez um alerta para este público, mas ressaltou que o risco de contrair a doença não está restrito a apenas um grupo.

Sintomas da doença

A varíola dos macacos é uma infecção causada por um vírus que geralmente se manifesta de forma leve — os principais sintomas são febre, dor e o aparecimento de lesões e feridas em algumas partes específicas do corpo.

De modo geral, os sintomas mais comuns são:

  • febre
  • dor de cabeça
  • dores musculares
  • dor nas costas
  • gânglios (linfonodos) inchados
  • calafrios
  • exaustão

Entre 1 e 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

As lesões passam por cinco estágios antes de cair, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. A doença geralmente dura de 2 a 4 semanas.

Formas de transmissão

A varíola dos macacos é transmitida quando alguém tem contato próximo com as lesões de pele, as secreções respiratórias ou os objetos usados por uma pessoa que está infectada. Até agora, o patógeno não foi descrito oficialmente como uma infecção sexualmente transmissível, mas a doença pode ser passada durante a relação sexual pela proximidade e o contato pele a pele entre as pessoas envolvidas.

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Cientistas descobrem causa provável de surto misterioso de hepatite infantil

Especialistas do Reino Unido acreditam ter identificado causa da recente onda de misteriosos problemas hepáticos que afetam crianças.

Por BBC

Especialistas do Reino Unido acreditam ter identificado a causa da recente onda de misteriosos problemas hepáticos que afetam crianças pequenas em todo o mundo.

As investigações sugerem que dois vírus comuns voltaram a circular após o fim das restrições impostas pelos governos para controlar a pandemia da Covid-19 — e desencadearam os raros, mas muito graves, casos de hepatite.

Acredita-se que mais de mil crianças — muitas com menos de cinco anos — em 35 países foram afetadas.

Algumas delas, incluindo 12 no Reino Unido, precisaram de um transplante de fígado para continuar vivendo.

No Brasil, casos suspeitos foram investigados pelo Ministério da Saúde, com sete mortes confirmadas até meados de junho.

Duas equipes de pesquisadores, de Londres, na Inglaterra e Glasgow, na Escócia, dizem que bebês expostos mais tarde do que o normal — por causa das restrições da pandemia — perderam alguma imunidade precoce a:

  • Adenovírus, que normalmente causa resfriados e dores de estômago;
  • Vírus adeno-associado dois (AAV2), que normalmente não causa doença e requer um vírus “auxiliar” coinfectante — como o adenovírus — para se replicar.

Isso poderia explicar por que alguns desenvolveram complicações hepáticas incomuns e preocupantes.

Noah, de três anos, que mora em Chelmsford, Essex, precisava de um transplante urgente de fígado depois de ficar gravemente doente com hepatite.

Sua mãe, Rebecca Cameron-McIntosh, diz que a experiência foi devastadora.

“Não tinha nada de errado antes, e de repente a saúde dele mudou. Acho que foi isso que nos pegou de surpresa.”

“Nós apenas assumimos que era um pequeno problema que seria facilmente resolvido — mas o quadro continuou a se desenvolver.”

Inicialmente, Rebecca estava na fila para doar parte de seu fígado — mas, após uma grave reação às drogas usadas, ela acabou na UTI.

Noah foi colocado na lista de transplantes e, logo depois, recebeu um novo órgão.

Sua recuperação foi boa — mas ele precisará tomar medicamentos imunossupressores por toda a vida, para impedir que seu corpo rejeite o novo fígado.

“Há algo realmente comovente nisso porque você segue as regras, faz o que deve fazer para proteger as pessoas que são vulneráveis ​​e então, de uma maneira horrível e indireta, seu próprio filho se tornou mais vulnerável porque você fez o que deveria fazer”, diz a mãe.

Casos como este são raros. A maioria das crianças que pegam esses tipos de vírus se recuperam rapidamente.

Não está claro por que alguns desenvolvem inflamação no fígado — mas a genética pode influenciar na gravidade do quadro.

Os cientistas descartaram qualquer conexão com vacinas contra o coronavírus ou à própria covid-19.

Uma das pesquisadoras, a professora Judith Breuer, especialista em virologia, da Universidade College London e do Hospital Great Ormond Street, disse:

“Durante o período de lockdown, quando as crianças não estavam se misturando, elas não estavam transmitindo vírus umas às outras. Eles não estavam desenvolvendo imunidade às infecções comuns que normalmente encontrariam.”

“Quando as restrições terminaram, as crianças começaram a se misturar e os vírus passaram a circular livremente — e de repente eles foram expostos com essa falta de imunidade prévia a toda uma bateria de novas infecções”.

Os especialistas estão esperançosos de que os casos estejam diminuindo, mas ainda se mantêm em alerta para novos quadros.

A professora Emma Thomson, que liderou a pesquisa da Universidade de Glasgow, disse que ainda havia muitas perguntas sem resposta. “Estudos maiores são urgentemente necessários para investigar o papel do AAV2 em casos de hepatite pediátrica.

“Também precisamos entender mais sobre a circulação sazonal do AAV2, um vírus que não é monitorado rotineiramente — pode ser que um pico de infecção por adenovírus tenha coincidido com um pico de exposição ao AAV2, levando a uma manifestação incomum de hepatite em crianças suscetíveis”.

* Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62295954

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Dificuldade de ejaculação e redução de libido estão entre os sintomas mais comuns da ‘Covid longa’

Estudo realizado no Reino Unido demonstrou que fumantes, pessoas mais pobres ou com comorbidades, e mulheres jovens representam o grupo de maior risco para o desenvolvimento da ‘Síndrome Pós-Covid’.

Por g1

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, revela que pessoas que sofrem com a “Covid Longa” relatam, entre os sintomas mais comuns da síndrome, a perda de olfato, a queda de cabelo, os espirros, a dificuldade de ejaculação e a redução da libido.

Estes cinco foram os mais relatados em uma lista com mais de 60 sintomas considerados os mais comuns entre pessoas que foram infectadas pelo Sars-Cov-2 e seguiam com as queixas já tendo se passado 12 semanas da infecção.

Publicado na revista “Nature” nesta segunda-feira (25), a pesquisa buscou, além de traçar os sintomas mais comuns, levantar quais os fatores de risco associados ao desenvolvimento. Os pesquisadores afirmam que os grupos mais vulneráveis à Covid Longa no Reino Unido foram as mulheres jovens, as minorias étnicas, as pessoas com baixo nível socioeconômico, os fumantes e as pessoas com comorbidades.

Os cientistas da Universidade de Birmingham afirmam no estudo que aproximadamente 10% dos indivíduos com Covid-19 desenvolvem sintomas persistentes.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os sintomas geralmente ocorrem 3 meses após o início dos sintomas agudos de coronavírus e duram pelo menos 2 meses, não podendo ser explicados por um diagnóstico alternativo.

Veja quais são os sintomas tardios mais apontados de acordo com a pesquisa:

  • perda de olfato
  • queda de cabelo
  • espirros
  • dificuldades de ejaculação
  • redução da libido
  • falta de ar em repouso
  • fadiga
  • dor no peito
  • rouquidão
  • febre

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada com base em registros de saúde anônimos de 2,4 milhões de pessoas, com dados coletados entre janeiro de 2020 e abril de 2021.

Dentre esses, 486.149 correspondem aos pacientes com infecção prévia por Covid-19, mas sem histórico de internação pela doença, e 1,9 milhão de pessoas sem indicação de infecção por coronavírus.

Grupos mais propensos

De acordo com os pesquisadores britânicos, determinados grupos étnicos apresentaram maior propensão ao desenvolvimento da “Síndrome Pós-Covid”, como os afro-caribenhos e de etnia mista. Outros grupos minoritários do Reino Unido, como os de origem nativa americana, do Oriente Médio ou da Polinésia, também figuram entre os grupos mais afetados pela síndrome.

“Mais pesquisas também são necessárias para entender os impactos sociais e de saúde desses sintomas persistentes, para apoiar os pacientes que vivem com sequelas de longo prazo e desenvolver tratamentos direcionados”, concluíram os pesquisadores.

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Varíola dos macacos: veja o que se sabe sobre a vacinação

Imunizante já está sendo aplicado nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e países da União Europeia; recomendação da OMS não inclui vacinar todos os públicos.

Por Lara Pinheiro, g1

Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a varíola dos macacos (monkeypox) uma emergência de saúde global no sábado (23).

A doença, causada pelo vírus monkeypox, pertence à mesma família (poxvírus) e gênero (ortopoxvírus) da varíola humana. A varíola humana, no entanto, foi erradicada do mundo em 1980.

Veja, abaixo, o que se sabe sobre a vacinação contra a varíola dos macacos (monkeypox):

  1. Existe vacina contra a varíola dos macacos?
  2. O que ainda não se sabe sobre as vacinas?
  3. A vacina está disponível no Brasil?
  4. Quem deve ser vacinado?
  5. Em que países a vacina já está sendo aplicada?
  6. O que é a varíola dos macacos?
  7. Onde estão os casos identificados no Brasil?

1) Existe vacina contra a varíola dos macacos?

A doença ainda não tem uma vacina específica, mas duas vacinas contra a varíola humana estão sendo usadas contra a varíola dos macacos:

Imvanex/Imvamune/Jynneos

  • Desenvolvida pelo laboratório dinamarquês Bavarian Nordic, é feita de um vírus vivo, mas que não se replica (multiplica). É uma vacina de terceira geração.
  • A vacina foi aprovada na semana passada contra a doença na União Europeia, onde já era autorizada contra a varíola humana. Também já tinha aprovação nos Estados Unidos – onde é conhecida como Jynneos – e no Canadá, onde é chamada de Imvamune. Também pode ser referida como MVA-BN.
  • Geralmente, é aplicada em duas doses antes da exposição ao vírus, com quatro semanas de diferença entre as doses.
  • No Reino Unido e nos Estados Unidos, também pode ser dada dentro de 4 dias após o contato com alguém infectado, em dose única. A vacina também pode ser aplicada de 5 a 14 dias após o contato, mas, nesses casos, pode apenas ajudar a reduzir os sintomas, e não a evitar a doença, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.
  • Diferente da vacina “ACAM2000” (veja logo abaixo), não há lesão no local da vacina e nem risco de o vírus se espalhar para outras partes do corpo ou outras pessoas.
  • Quem recebe a vacina só é considerado imunizado duas semanas após a segunda dose. Dados reunidos de estudos em animais na África sugerem que a vacina tem pelo menos 85% de efetividade para proteger contra a varíola dos macacos, segundo o CDC.
  • Reações adversas incluem reações no local da injeção, como dor, inchaço e vermelhidão. Pessoas com alergia grave a qualquer componente da vacina (gentamicina, ciprofloxacina, proteína do ovo) não devem receber esta vacina.
  • Nos Estados Unidos, só é aprovada para maiores de 18 anos.

ACAM2000

  • Fabricada pelo laboratório Sanofi contra a varíola humana,também é aprovada nos Estados Unidos para a varíola dos macacos. É considerada uma vacina de segunda geração.
  • É uma vacina feita com o vírus “Vaccinia” vivo, que tem capacidade de se replicar. Após a aplicação, uma lesão se desenvolve no local, como na vacina BCG, contra a tuberculose.
  • É dada em dose única; o indivíduo que recebe a vacina é considerado imunizado dentro de 28 dias.
  • Não pode ser aplicada em pessoas com alguns problemas de saúde, incluindo: problemas no sistema imunológico congênitos ou adquiridos, pessoas vivendo com HIV (independentemente do estado imunológico), problemas de pele como dermatite atópica ou eczema nem em mulheres grávidas.
  • Também não deve ser dada a quem tem alergia aos componentes da vacina, doenças cardíacas, doenças nos olhos tratadas com esteroides tópicos ou a crianças com menos de 12 meses.
  • Reações adversas incluem dor no local da injeção, inchaço e vermelhidão, febre, irritação na pele, inchaço dos linfonodos (gânglios); e complicações da aplicação inadvertida.

2) O que ainda não se sabe sobre as vacinas?

Ainda não existem dados sobre a eficácia da Jynneos (Imvanex/Imvamune) no surto atual de varíola dos macacos. Segundo o CDC, autoridades de saúde pública dos EUA têm preocupações sobre essa falta de dados, principalmente porque a vacina requer duas doses dadas com 28 dias de espaçamento.

Também não há dados, por enquanto, da eficácia da ACAM2000 contra o surto atual de varíola dos macacos.

3) Há vacina disponível no Brasil?

Ainda não. O Ministério da Saúde afirmou, em nota, que “articula com a Organização Mundial da Saúde (OMS) as tratativas para aquisição da vacina monkeypox“. A pasta também disse que a OMS “coordena junto ao fabricante, de forma global, ampliar o acesso ao imunizante nos países com casos confirmados da doença”.

4) Quem deve ser vacinado?

Em recomendações temporárias divulgadas no sábado (23), a Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta que, em países onde há transmissão comunitária da monkeypox (caso do Brasil), as ações para interromper a transmissão devem incluir a vacinação direcionada de pessoas com alto risco de exposição à doença.

Esses grupos incluem: homens gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) e profissionais de saúde lidando com casos suspeitos ou confirmados, além de pessoas que fazem sexo com múltiplos parceiros.

A OMS diz que os riscos e benefícios da vacinação direcionada também devem ser avaliados para grupos vulneráveis, como pessoas imunossuprimidas, crianças e mulheres grávidas.

Além da vacinação, as ações de combate ao vírus também incluem: comunicação de risco direcionada e envolvimento da comunidade, detecção e isolamento de casos, tratamento de suporte e rastreamento de contatos.

5) Em que países a vacina já está sendo aplicada?

Alguns países já estão vacinando parte de suas populações contra a monkeypox:

  • Canadá: Autorizou a aplicação da Imvamune em adultos com 18 anos ou mais que tenham alto risco de exposição.
  • Estados Unidos: Está aplicando a Jynneos em contatos de pessoas infectadas e contatos presumidos – pessoas que sabem que algum parceiro sexual dos últimos 14 dias foi diagnosticado com a varíola dos macacos ou que tiveram vários parceiros sexuais nos últimos 14 dias em locais com casos conhecidos.
  • União Europeia: As primeiras 5,3 mil doses da Imvanex (como a Jynneos/Imvamune é conhecida na Europa) chegaram ao bloco no fim de junho, na Espanha, onde a imunização já começou. Países como AlemanhaHolanda e Portugal também já iniciaram a vacinação.
  • Reino Unido: O país está usando a Imvanex para imunizar homens gays, bissexuais e que fazem sexo com homens – desde que tenham múltiplos parceiros sexuais, participem de sexo grupal ou frequentem locais destinados a sexo público (como casas de swing). Funcionários desses locais também podem ser imunizados.

A vacina já era oferecida a profissionais de saúde tratando pacientes com a doença e pessoas de grupos de risco que tiveram contato com infectados.

Na semana passada, o país comprou mais 100 mil doses do imunizante, que devem começar a chegar já neste mês. Por causa do baixo estoque, apenas uma dose está sendo oferecida por enquanto.

6) O que é a varíola dos macacos?

A varíola dos macacos tem sintomas parecidos com os da varíola humana e pode infectar qualquer pessoa que tenha contato físico próximo com alguém infectado ou com roupas ou lençóis da pessoa, independentemente da orientação sexual.

A doença costuma causar os seguintes sintomas iniciais:

  • febre
  • dor de cabeça
  • dores musculares
  • dor nas costas
  • gânglios (linfonodos) inchados
  • calafrios
  • exaustão

Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

As lesões passam por cinco estágios antes de cair, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. A doença geralmente dura de 2 a 4 semanas.

7) Onde estão os casos identificados no Brasil?

O Ministério da Saúde informou, nesta segunda-feira (25), que o Brasil tem 696 casos de monkeypox confirmados. Desses, 506 estão em São Paulo, 102 no Rio de Janeiro e 33 em Minas Gerais.

Outros 14 estão em Goiás, 13 no Distrito Federal e 11 no Paraná. A Bahia, o Rio Grande do Sul Pernambuco têm 3 casos cada. O Ceará, o Rio Grande do Norte e o Espírito Santo têm 2 casos cada. Mato Grosso do Sul e Santa Catarina têm um caso confirmado cada.

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Estados Unidos identificam duas crianças com varíola dos macacos

Lyncon Pradella 

Olhar Digital

Autoridades de saúde dos Estados Unidos informaram, na última sexta-feira (22), que duas crianças foram diagnosticadas com varíola dos macacos no país.

De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, uma das crianças reside no estado da Califórnia e a outra não mora nos EUA, mas foi testada e diagnosticada na capital Washington, D.C. Ainda segundo as autoridades, ambas estão em boas condições e já recebem o tratamento indicado.

Agora, os responsáveis pelos dois casos investigam onde e quando essas crianças foram infectadas.

Varíola dos macacos já pode ser considerada uma pandemia?

O mundo tem visto um aumento acelerado de casos de varíola dos macacos, doença causada pelo vírus monkeypox e que chegou a ser erradicada há algumas décadas. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), os diagnósticos positivos já passam de 11 mil e, conforme adiantou a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a tendência é que os números aumentem ainda mais. 

Por que os casos de varíola dos macacos estão aumentando? 

Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, uma combinação de fatores pode explicar o motivo da disparada dos casos, mas o principal está no fato de a situação ainda não ter sido declarada como uma emergência internacional de saúde. 

“A falta de uma declaração de emergência nos deixa sem coordenação global, sem que o dinheiro e os recursos necessários sejam estabelecidos”, disse a médica Kavita Patel, especialista em políticas de saúde pública e ex-assessora da Casa Branca durante a presidência de Barack Obama, à BBC.

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Brasil não atinge metas da vacinação infantil e tem taxas abaixo da média mundial; entenda em 6 gráficos

Em 2021, principais vacinas previstas no calendário infantil tiveram índices abaixo de 73%, mostra levantamento do UNICEF e OMS. Faixa de cobertura recomendada gira em torno de 90% e 95%.

Por Roberto Peixoto, g1

Os números da vacinação infantil no Brasil estão cada vez mais desafiadores e apontam uma tendência de queda nos últimos anos em vacinas essenciais para os pequenos, como a BCG, a tríplice bacteriana e as contra a hepatite B e a poliomielite, todas com taxas de cobertura menores que médias mundiais.

É o que mostram os dados de um novo relatório global da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), divulgados na última semana e analisados pelo g1.

Para o ano de 2021, a OMS e o Fundo levaram em conta informações de 177 países, incluindo o Brasil, e concluíram que, no mundo todo, os dados mostram o maior retrocesso contínuo na vacinação infantil em 29 anos. No nosso país, os números pintam um panorama diferente, mas não menos preocupante.

“É um quadro dramático. [Nesse relatório da OMS], nós estamos entre os 10 piores países do mundo em vacinação, ao lado do Haiti e da Venezuela, países que tem dificuldades econômicas enormes e não têm um programa tão organizado como o nosso”, lamenta Carla Domingues, epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Abaixo, veja em 6 gráficos como está a cobertura dos principais imunizantes infantis.

Vacina BCG: cobertura contra a tuberculose grave

A vacina BCG é umas das primeiras da vida. Ela é indicada horas após o nascimento até no máximo antes da criança completar os 5 anos de idade, e protege contra formas graves da tuberculose, como a meníngea e miliar, complicações que podem levar à morte.

O imunizante existe há mais de 100 anos e é uma das vacinas mais utilizadas no mundo. No Brasil, embora tenhamos tido uma certa recuperação em 2018, a taxa de imunização da BCG vem caindo consideravelmente desde 2019, durante o primeiro ano do governo Bolsonaro, quando diversos estados precisaram racionar a vacina.

Naquele ano, segundo as estimativas da OMS e do UNICEF, a cobertura vacinal foi de 79%, a primeira vez em quase duas décadas que o índice foi menor que a taxa global de imunização. Já em 2021, no segundo ano da pandemia, somente 63% das crianças receberam a vacina. Até 2015 essa taxa beirava os 100% no país (veja gráfico acima).

Em maio deste ano, conforme mostrou o g1, diversas entidades médicas enviaram uma carta ao Ministério da Saúde alertando mais uma vez para a falta do imunizante em postos de saúde pelo Brasil. Segundo a pasta informou à época, o imbróglio envolvia dificuldades na aquisição do imunizante e, por isso, o ministério diminuiria novamente o envio de doses mensais aos estados. Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde não respondeu até a última atualização desse texto.

Domingues lembra que um dos problemas que resultam nessa baixa cobertura, é justamente essa falta de organização e logística. Ela lembra que para pais desempregados ou que trabalham no mercado informal, por exemplo, aparecer num posto de saúde pode ser algo desafiador.

“Eu tenho que ter uma ação muito séria e rápida, para [que aquela mãe, pai ou responsável] volte a trabalhar. Se aquilo é uma ação demorada, tem fila, tem falta de vacina, tem uma burocracia, você desiste. Esse pai vai se perguntar por que perder um dia de trabalho”, observa a epidemiologista.

Neste ano, segundo dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde -que não foram levados em conta pelo atual relatório da OMS/UNICEF e utilizam uma metodologia diferente-, a cobertura vacinal do imunizante está em torno 53% (considerando a última atualização até o dia 21).

Vacina contra a hepatite B

A primeira dose da vacina contra a hepatite B também deve ser aplicada nas primeiras horas de vida de um recém-nascido, mais especificamente entre as primeiras 12 ou 24 horas. O imunizante previne contra uma forma grave da hepatite, um tipo de inflamação no fígado que é provocada pelo vírus B da doença (o HBV).

De acordo com as estimativas da OMS e do UNICEF, embora a taxa de vacinação no Brasil tenha sido superior ao índice mundial para a terceira dose contra a doença por mais de 18 anos, desde 2015 o país não alcança o patamar de 95% recomendado por especialistas (veja acima).

A situação piorou ainda mais no último ano, quando essa taxa de vacinação despencou para 68%.

Este ano, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde, a população-alvo atingiu uma cobertura vacinal de apenas 46% até o momento.

“O Ministério da Saúde cada vez mais tem investido menos em campanhas de esclarecimento e de conscientização da população. Lança-se uma campanha de vacinação e sequer tem uma mobilização da sociedade”, critica Domingues.

Vacina contra a poliomielite

O último caso de pólio no Brasil foi detectado em 1989. A poliomielite, também chamada de paralisia infantil, tem certificado de erradicação no país desde 1994, mas a baixa cobertura vacinal nos últimos anos preocupa especialistas devido ao risco de volta da doença infectocontagiosa.

Kfouri explica que, como a campanha de vacinação contra a pólio foi muito bem sucedida por aqui ao longo das últimas décadas, a importância dessa imunização e de outras do calendário básico é muitas vezes desprezada pela atual geração de pais e responsáveis.

O infectologista diz que isso é o resultado do próprio sucesso das vacinas, que foram tão eficazes em combater essas doenças nas últimas décadas que provoca um sentimento de desinteresse nas pessoas, que não se sentem mais motivadas a se vacinar porque não convivem e nunca conviveram com essas moléstias.

“O que move as pessoas em busca da proteção é a percepção do risco. Quando você se sente ameaçado, você vai correr atrás. Quando não, você vai ficar em dúvida, questiona, deixa para outro dia. É assim que funciona”, ressalta.

Segundo dados da OMS e do UNICEF, desde 2016 o Brasil não alcança a faixa ideal para a terceira dose da vacina da pólio, aplicada a partir dos 6 meses de vida. Em 2021, esse índice foi de apenas 61% (gráfico acima).

Já em 2022, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde consultados pelo g1, a cobertura vacinal está em torno de 45%.

Vacina contra difteria, tétano e coqueluche

A difteria é uma infecção grave no nariz e na garganta, que pode causar dificuldades na respiração. Já o tétano é uma infecção bacteriana que afeta os nervos provocando uma rigidez muscular em todo o corpo. Por sua vez, a coqueluche é uma doença altamente infecciosa que atinge o trato respiratório e causa fortes crises de tosse.

Um ponto em comum, é que todas essas três doenças podem ser facilmente evitadas por meio da vacinação, ofertada gratuitamente pelo SUS.

Apesar dessa disponibilidade, o percentual de bebês que tomaram a terceira dose da chamada tríplice bacteriana, também vem caindo consideravelmente. No ano passado, segundo as estimativas da OMS e do UNICEF, a cobertura atingiu a pior marcar dos últimos 20 anos: cerca de 68%, enquanto o percentual recomendado deve beirar os 95% (veja acima).

Até o último dia 22 de julho, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal está em torno de 40%.

Cobertura da tríplice viral

A tríplice viral é uma vacina que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba, doenças virais infectocontagiosas.

A OMS e o UNICEF separam globalmente os dados de vacinação para rubéola e o sarampo. Por isso, os índices aparecem em gráficos diferentes, mas têm o mesmo percentual para o Brasil. Além disso, no último relatório das entidades, não foram divulgados dados globais de vacinação contra a caxumba.

No Brasil, a queda da cobertura para a vacina tríplice viral começou em 2017 e vem continuando desde então. E, segundo especialistas ouvidos pelo g1, as consequências disso são claras.

Em 2019, o país perdeu o certificado de erradicação do sarampo após a confirmação de um caso no Pará. 2 anos depois, ao longo do ano de 2021, 2.306 casos suspeitos de sarampo foram notificados em todo o Brasil, destes 668 (29,0%) foram casos confirmados.

Domingues explica que a elevada cobertura (em torno de 95%) é necessária justamente para evitar cenários como esse, tendo em vista que a doença é altamente contagiosa.

“Se eu tenho [hipoteticamente] o sarampo e temos uma cobertura de 70% num município com mil crianças, por exemplo, nós estamos falando de 300 crianças que estão desprotegidas. E a chance dessa pessoa infectada que chegou naquela comunidade ter outra pessoa para contaminar é enorme. O sarampo para cada uma pessoa doente, contamina 18”, alerta a epidemiologista.

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Brasil tem 592 casos confirmados de varíola dos macacos; veja lista de sintomas e como se proteger

Maioria das infecções está em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Por g1

Ministério da Saúde contabilizou, até esta quinta-feira (20), 592 casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil.

A maioria dos casos (429) está em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (85) e Minas Gerais, com 32 casos. O Distrito Federal tem 12 casos, o Paraná, 10, Goiás, 9, e a Bahia, 4.

Ceará, o Rio Grande do Sul, o Rio Grande do Norte e o Espírito Santo têm dois casos cada. PernambucoMato Grosso do Sul e Santa Catarina registraram um caso cada.

Até esta quinta-feira (21), a Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia sido notificada de mais de 14 mil casos em 72 países; o Brasil está entre os que têm os maiores números de infecções.

Veja os sintomas doença e como se proteger da infecção:

Sintomas

Os sintomas iniciais costumam ser:

  • febre
  • dor de cabeça
  • dores musculares
  • dor nas costas
  • gânglios (linfonodos) inchados
  • calafrios
  • exaustão

Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

As lesões passam por cinco estágios antes de cair, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. A doença geralmente dura de 2 a 4 semanas.

Como se proteger

uso de máscaras, o distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisareforçou a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.

“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças”, disse a agência.

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Brasil está entre os países com mais casos confirmados de varíola dos macacos, diz OMS

Entidade já contabiliza 14,5 mil casos em 72 países; diretor da organização alertou contra estigma de grupos mais atingidos, como o de homens que fazem sexo com homens.

Por g1

Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, nesta quinta-feira (21), que já foi notificada de 14.533 casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox) no mundo, incluindo 5 mortes.

Os dados foram divulgados durante a segunda reunião do Comitê de Emergência da Varíola dos Macacos (monkeypox).

O diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse continuar preocupado com o número de casos; ele afirmou que alguns países têm uma “aparente tendência de declínio”, mas outros ainda veem aumento. Seis países relataram seus primeiros casos na semana passada.

O Brasil está entre os que têm mais casos confirmados: até o dia 17 de julho, 384 casos haviam sido notificados à OMS (veja gráfico abaixo). Já o Ministério da Saúde contabilizava, até esta quinta (21), 592 registros da infecção.

A OMS ainda não declarou a varíola dos macacos uma emergência de saúde pública internacional – como é o caso da Covid-19 –, mas o debate continua.

“Estou ciente de que qualquer decisão que tome em relação à possível determinação de uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional envolve a consideração de muitos fatores, com o objetivo final de proteger a saúde pública”, declarou Tedros.

“No momento, a grande maioria dos casos continua a ser relatada entre homens que fazem sexo com homens”, completou.

Ele afirmou que esse padrão de transmissão representa “tanto uma oportunidade para implementar intervenções de saúde pública direcionadas quanto um desafio, porque, em alguns países, as comunidades afetadas enfrentam discriminação com risco de vida”.

Tedros também alertou para o risco de estigmatização dessa população por causa da doença.

“Há uma preocupação muito real de que homens que fazem sexo com homens possam ser estigmatizados ou culpados pelo surto, tornando o surto muito mais difícil de rastrear e interromper”, ponderou.

Poucos dados da África

Tedros também lamentou a pouca quantidade de dados do oeste e centro da África – áreas em que, ao contrário do resto do mundo, a doença não tem afetado apenas os homens que fazem sexo com homens.

“Essa incapacidade de caracterizar a situação epidemiológica nessa região representa um grande desafio para o desenho de intervenções para o controle dessa doença historicamente negligenciada”, apontou.

A varíola dos macacos é endêmica de alguns países do continente africano: BeninCamarõesRepública Centro-AfricanaRepública Democrática do CongoGabãoGana (identificada apenas em animais), Costa do MarfimLibériaNigéria, República do CongoSerra Leoa e Sudão do Sul.

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Brasil registra 351 novas mortes por Covid; total passa de 676 mil

São 676.280 óbitos e 33.452.137 casos conhecidos registrados de Covid-19 desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

Brasil registra 351 mortes por covid nas últimas 24h

O Brasil registrou nesta quarta-feira (20) 351 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 676.280 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 247. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +4%, indicando tendência de estabilidade.

Brasil, 20 de julho

  • Total de mortes: 676.280
  • Registro de mortes em 24 horas: 351
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 252 (variação em 14 dias: +8%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 33.452.137
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 54.097
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 53.787 (variação em 14 dias: -6%)
Média móvel de óbitos por Covid no Brasil, a cada dia, nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Média móvel de óbitos por Covid no Brasil, a cada dia, nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Os estados de Amapá, Mato Grosso do Sul e Roraima não registraram novas mortes pela doença no período de 24 horas. Já o estado de Tocantins não divulgou atualização de casos e mortes até o fechamento deste boletim.

No total, o país registrou 54.097 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 33.452.137 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 53.787, variação de -6% em relação a duas semanas atrás.

Curva da média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1

Curva da média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (12 estados): AM, SE, BA, MA, AC, RO, AL, PI, PA, PE, MT, RN
  • Em estabilidade (9 estados): PB, RJ, PR, MG, SP, AP, RR, MS, SC
  • Em queda (4 estados e o DF): ES, GO, DF, CE, RS
  • Não divulgou (1 estado): TO
Médias móveis de mortes e casos nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Médias móveis de mortes e casos nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Recife anuncia vacinação contra Covid para crianças de 4 anos; saiba onde e como fazer

Agendamento para salas de vacinação começa às 18h desta terça (19). Imunização inicia na quarta (20), mesmo dia em que a prefeitura abre centro exclusivo para esse público sem precisar agendar.

Por Pedro Alves, g1 PE

Recife anunciou que começa, na quarta-feira (20), a vacinar contra a Covid-19 crianças de 4 anos. Para receber o imunizante, os pais ou responsáveis precisam fazer um cadastro e agendar o atendimento no site e aplicativo Conecta Recife, a partir das 18h desta terça-feira (19).

Para vacinar essas crianças, há locais com agendamento (confira lista no final desta reportagem). Mas um centro exclusivo para essa faixa etária com atendimento sem precisar agendar é aberto, na quarta-feira (20), no Sítio Trindade, no bairro de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife, e vai funcionar de domingo a domingo, das 8h às 16h.

A ampliação da vacinação para crianças de 4 anos foi autorizada na segunda (18), pelo governo de Pernambuco. O estado cumpre, em parte, uma recomendação do Ministério da Saúde, que liberou, desde sexta (15), o uso de CoronaVac para imunizar quem tem entre 3 e 5 anos.

O governo estadual alegou que não ampliou a imunização para as crianças que têm 3 anos e priorizou a vacinação de quem tem 4 anos, para “garantir a aplicação das duas doses para esse público, diante do baixo quantitativo de estoque”. A segunda dose da CoronaVac é aplicada 28 dias após a primeira.

No Recife, segundo a prefeitura, há 21.660 crianças com 4 anos, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dessas, 4.717 estão cadastradas no Conecta Recife.

Para o cadastro, é preciso anexar documento oficial da criança, comprovante de residência em nome de um dos pais ou responsável legal e um documento oficial com foto que comprove a filiação ou a responsabilidade.

As salas de vacinação no Recife que funcionam com agendamento abrem de segunda a sexta, das 8h às 16h. Os locais disponíveis são os seguintes:

  1. Policlínica Albert Sabin – Rua Padre Roma, 191 – Tamarineira;
  2. Policlínica Amaury Coutinho – Rua Iguatu, s/n – Campina do Barreto;
  3. Policlínica do Pina – Avenida República do Líbano, 355 – Pina;
  4. Policlínica Gouveia de Barros – Largo da Santa Cruz, s/n – Boa Vista;
  5. Policlínica Salomão Kelner – Estrada Velha de Água Fria, 1652 – Água Fria;
  6. Policlínica Agamenon Magalhães – Rua Motocolombó – 63 – Afogados;
  7. Centro de Saúde Bidu Krause – 3A Travessa Onze de Agosto – Curado;
  8. Centro de Saúde Bruno Maia – Rua Alto do Refúgio – Nova Descoberta;
  9. Centro de Saúde Gaspar Regueira – Rua Padre Diogo Rodrigues, s/n – Barro;
  10. Centro de Saúde Iná Rosa Borges – Rua Senador Milton de Campos, 59-1 – Vasco da Gama;
  11. Centro de Saúde Romero Marques – Rua Carlos Gomes, 932 – Prado;
  12. Centro de Saúde Vereador Romildo José Ferreira Gomes – Rua Jalisco, s/n – Imbiribeira;
  13. UBT Djair Brindeiro – Rua Cosmorama, s/n – Boa Viagem;
  14. UBT Francisco Pignatari – Estrada do Arraial, 4155 – Casa Amarela;
  15. UBT Ivo Rabelo – Avenida Campina Grande, 199 – Cohab;
  16. UBT Joaquim Cavalcanti – Avenida Estrada do Forte do Arraial Novo do Bom Jesus, 1350 – Torrões;
  17. UBT José Dustan – Avenida Mauricio de Nassau, s/n, Caiara, Iputinga;
  18. UBT Professor Monteiro de Moraes – Avenida Beberibe, 4510 – Beberibe;
  19. Policlínica Waldemar de Oliveira – Rua do Pombal, 115 – Santo Amaro;
  20. Policlínica Lessa de Andrade – Estrada dos Remédios, 2416 – Madalena;
  21. Policlínica Centro (PAM) – Rua 1º de Março, 90 – Santo Antônio;
  22. Policlínica Clementino Fraga – Rua Japaratuba, 260 – Vasco da Gama;
  23. UBT Olinto de Oliveira – Rua Francisco de Paula, 47 – Caxangá;
  24. UBT Mário Monteiro – Rua Nova Descoberta, 20 – Macaxeira;
  25. UBT José Carneiro Leão – Rua Marquês de Alegrete, 42 – Pina;
  26. Centro de Saúde Fernandes Figueira – Praça Jardim São Paulo, s/n;
  27. UBT PAM Ceasa – BR-101 Girador do Curado, 11606, Jardim São Paulo;
  28. Centro de Saúde Dom Miguel de Lima Valverde – Rua Feliciano José de Farias, 195 – Boa Viagem;
  29. Centro Médico Sen. José Ermírio de Moraes – Avenida Dezessete de Agosto, 2388 – Casa Forte.

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