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Brasil se aproxima de 598 mil mortes por Covid; média móvel fica em 500, no 9º dia de estabilidade

País contabiliza 597.986 óbitos e 21.465.674 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde.

Por G1

O Brasil registrou neste domingo (3) 237 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 597.986 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 500. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -10% e aponta estabilidadepor sete dias consecutivos.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h deste domingo (3). O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

  • Segunda (27): 524
  • Terça (28): 569
  • Quarta (29): 544
  • Quinta (30): 540
  • Sexta (1): 513
  • Sábado (2): 500
  • Domingo (3): 500

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Quatro estados (AC, CE, PI e SE), mais o DF, apresentam alta de mortes. Dois estados não atualizaram dados de óbitos (RO e TO).

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 21.465.674 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 9.176 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 16.611 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -49% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica queda nos diagnósticos.

Em seu pior momento a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 3 de outubro

  • Total de mortes: 597.986
  • Registro de mortes em 24 horas: 237
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 500 (variação em 14 dias: -10%)
  • Total de casos confirmados: 21.465.674
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 9.176
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 16.611 (variação em 14 dias: -49%)

Estados

  • Em alta (4 estados e o Distrito Federal): AC, CE, DF, PI e SE
  • Em estabilidade (10 estados): AM, AP, ES, GO, MG, MS, PE, PR, RS e SP
  • Em queda (10 estados): AL, BA, MA, MT, PA, PB, RJ, RN, RR e SC
  • Não atualizaram (2 estados): RO e TO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Mais de 93,5 milhões de brasileiros tomaram as doses necessárias contra a Covid e estão totalmente imunizados. São 93.558.913 doses aplicadas (segunda dose ou dose única), o que corresponde a 43,86% da população.

Os que tomaram a primeira dose e estão parcialmente imunizados são 147.457.100 pessoas, o que corresponde a 69,13% da população.

A dose de reforço foi aplicada em 1.057.700 pessoas (0,5% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 242.073.713 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com alta nas mortes — Foto: Arte/g1

Estados com alta nas mortes — Foto: Arte/g1

Estados com mortes em situação de estabilidade — Foto: Arte/g1

Estados com mortes em situação de estabilidade — Foto: Arte/g1

Estados com queda nas mortes — Foto: Arte/g1

Estados com queda nas mortes — Foto: Arte/g1

Sul

  • PR: -14%
  • RS: +14%
  • SC: -21%

Sudeste

  • ES: -14%
  • MG: -10%
  • RJ: -26%
  • SP: +13%

Centro-Oeste

  • DF: +32%
  • GO: -13%
  • MS: -3%
  • MT: -31%

Norte

  • AC: +100%
  • AM: -11%
  • AP: -13%
  • PA: -57%
  • RO: não atualizou os dados
  • RR: -38%
  • TO: não atualizou dados

Nordeste

  • AL: -19%
  • BA: -69%
  • CE: +184%
  • MA: -23%
  • PB: -19%
  • PE: +4%
  • PI: +63%
  • RN: -60%
  • SE: +50%

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Comprimido contra Covid da Merck: o que se sabe sobre o medicamento em desenvolvimento pela farmacêutica

Empresa anunciou que o remédio, o primeiro em formato de comprimido, diminuiu pela metade as hospitalizações e mortes pela doença. Estudo foi feito com 775 pessoas e não passou pela revisão de outros cientistas. Medicamento não está à venda.

Por g1

A farmacêutica Merck anunciou, nesta sexta-feira (1º), que seu remédio experimental contra a Covid-19, o molnupiravir, reduziu as hospitalizações e mortes em pessoas no início da infecção com o coronavírus. O medicamento ainda não está à venda.

Os resultados ainda não foram avaliados por outros cientistas nem publicados em revista científica.

Veja, abaixo, o que se sabe e o que ainda falta saber sobre o remédio:

  1. Como o remédio age?
  2. Quais são os resultados até agora?
  3. Há efeitos colaterais?
  4. Ele já foi liberado para uso?
  5. Será vendido em farmácias?
  6. Ele funciona em pacientes graves?
  7. Qual a capacidade de produção da empresa?
  8. Quanto vai custar?

1) Como o remédio age?

O comprimido age interferindo com uma enzima que o coronavírus usa para copiar seu código genético e se reproduzir. Ele mostrou atividade semelhante contra outros vírus.

2) Quais são os resultados até agora?

  • O estudo da Merck acompanhou 775 adultos com Covid-19 leve a moderada e que foram considerados de maior risco para desenvolver um quadro grave da doença, devido a problemas de saúde como obesidade, diabetes ou doenças cardíacas.
  • Pacientes que receberam o molnupiravir em até 5 dias após o início dos sintomas da Covid tiveram cerca de metade da taxa de hospitalização e morte em relação aos pacientes que receberam um comprimido inativo.
  • Entre os pacientes que receberam o molnupiravir, 7,3% foram hospitalizados ou morreram no período de 30 dias depois da administração do medicamento. Depois desses 30 dias, não houve mortes nesse grupo.
  • Entre os que não receberam o molnupiravir, 14,1% foram hospitalizados ou morreram nos primeiros 30 dias dos testes. Depois desse período, 8 pessoas morreram, de acordo com a Merck.
  • A Merck planejava inscrever mais de 1,5 mil pacientes na fase final dos testes antes de o conselho independente interrompê-lo, por causa dos resultados positivos.

Os resultados divulgados incluem pacientes inscritos na América Latina, Europa e África.

3) Há efeitos colaterais?

A empresa não especificou quais, mas disse que efeitos colaterais foram relatados por ambos os grupos no estudo. Eles foram ligeiramente mais comuns no grupo que recebeu o comprimido inativo (e não o do remédio).

4) Ele já foi liberado para uso?

Ainda não. A Merck afirmou que solicitaria autorização de uso à FDA (espécie de Anvisa americana) nos próximos dias.

5) Será vendido em farmácias?

Ainda não se sabe. Se liberado, o medicamento da Merck seria o primeiro em formato de comprimido para o tratamento da Covid-19.

Os medicamentos aprovados nos EUA para a Covid – o antiviral remdesivir e outros três tratamentos com anticorpos monoclonais – têm que ser administrados por via intravenosa ou injeção em hospitais ou clínicas.

Várias outras empresas, incluindo Pfizer e Roche, estão estudando medicamentos semelhantes que podem apresentar resultados nas próximas semanas e meses.

6) Ele funciona em pacientes graves?

Não. Dados de estudos anteriores mostraram que o medicamento não beneficiava pacientes que já estavam hospitalizados com quadro grave.

7) Qual a capacidade de produção da empresa?

A Merck disse que pode produzir 10 milhões de doses até o final do ano e tem contratos com governos em todo o mundo.

O governo dos EUA se comprometeu a comprar 1,7 milhão de doses do medicamento caso seja autorizado pela FDA.

8) Quanto vai custar?

A empresa não divulgou preços.

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Setembro termina como o mês com menos mortes por Covid em 2021 no país; foram 16.275 vítimas

País contabiliza 596.800 óbitos e 21.425.777 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Abril, o mês mais letal, teve 82.401 vítimas registradas, 5 vezes o número deste mês.

Por G1

Setembro termina como o mês com menos mortes por Covid em 2021 no país; foram 16.275 vítimas

O Brasil registrou nesta quinta-feira (30) 637 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 596.800 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 540. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -1% e aponta estabilidadepelo sexto dia segundo.

Com isso, setembro se encerra como o mês com menos mortes por Covid em 2021 até aqui. Foram 16.275 óbitos em setembro; à frente de agosto, com 24.088, e de janeiro, com 29.558. Abril, o mês mais letal, teve 82.401 vítimas registradas, 5 vezes o número de setembro.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quinta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Sexta (24): 565
  • Sábado (25): 528
  • Domingo (26): 528
  • Segunda (27): 524
  • Terça (28): 569
  • Quarta (29): 544
  • Quinta (30): 540
Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Seis estados e o Distrito Federal estão com alta na tendência da média móvel de óbitos: SP, DF, GO, AC, TO, CE e SE.

Amazonas e Roraima não registraram novas mortes pela doença no último dia.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 21.425.777 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 27.979 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 16.831 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -8% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica estabilidade nos diagnósticos.

Em seu pior momento a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 30 de setembro

  • Total de mortes: 596.800
  • Registro de mortes em 24 horas: 637
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 540 (variação em 14 dias: -1%)
  • Total de casos confirmados: 21.425.777
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 27.979
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 16.831 (variação em 14 dias: -8%)

Estados

  • Em alta (6 estados e o DF): SE, AC, DF, CE, GO, TO, SP
  • Em estabilidade (8 estados): PR, RS, PI, ES, PE, RJ, RO, MS
  • Em queda (12 estados): AL, SC, MG, PB, AP, MA, MT, RR, PA, AM, BA, RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Mais de 91 milhões de brasileiros estão totalmente vacinados ao tomar a segunda dose ou a dose única de imunizantes. São 91.454.456 doses aplicadas para completar o esquema vacinal, o que corresponde a 42,87% da população do país.

Entre os que estão parcialmente imunizados com a primeira dose de vacinas são 146.605.293 pessoas, o que corresponde a 68,73% da população. A dose de reforço foi aplicada em 882.684 pessoas (0,41% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 238.942.433 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: 8%
  • RS: 7%
  • SC: -22%

Sudeste

  • ES: 1%
  • MG: -25%
  • RJ: -10%
  • SP: 21%

Centro-Oeste

  • DF: 61%
  • GO: 29%
  • MS: -14%
  • MT: -40%

Norte

  • AC: 100%
  • AM: -44%
  • AP: -33%
  • PA: -42%
  • RO: -13%
  • RR: -42%
  • TO: 25%

Nordeste

  • AL: -20%
  • BA: -47%
  • CE: 48%
  • MA: -36%
  • PB: -27%
  • PE: -4%
  • PI: 6%
  • RN: -65%
  • SE: 200%

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Recife e Olinda montam esquemas para Campanha Nacional de Multivacinação para crianças e adolescentes

Iniciativa, lançada nesta quinta (30) pelo Ministério da Saúde, começa na sexta (1º) e segue até 29 de outubro. Na capital, são 150 salas de imunização.

Por g1 PE

Lançada nesta quinta (30) pelo Ministério da Saúde, a Campanha Nacional de Multivacinação começa na sexta-feira (1º). A meta é imunizar crianças e adolescentes com menos de 15 anos contra várias doenças e atualizar a caderneta. No Recife e em Olinda, serão montados esquemas para oferecer o serviço, até 29 de outubro.

No Recife, a população conta com 150 salas de vacinação. Confira a lista aqui. Na cidade, o público receberá doses de 18 imunizantes diferentes, recomendados para cada faixa etária. O Dia de Imunização de crianças e adolescentes ocorre em 16 de outubro.

As doses serão disponibilizadas nas unidades de saúde de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A orientação da prefeitura é que os pais ou responsáveis levem o cartão de vacina.

Assim, o profissional de saúde poderá avaliar se há alguma vacina que ainda não foi administrada ou se há doses que necessitam ser aplicadas, para completar o esquema vacinal.

Para as crianças com menos de sete anos, serão disponibilizadas as seguintes vacinas:

  • BCG
  • Hepatite B
  • Pentavalente
  • Poliomielite
  • Rotavírus
  • Pneumocócica 10
  • Meningocócica C
  • Febre amarela
  • Tríplice viral
  • Varicela
  • Hepatite A
  • DTP

Quem tem entre 7 e 14 anos pode tomar as seguintes vacinas:

  • Hepatite B
  • Tríplice viral
  • Febre amarela
  • Varicela
  • Difteria
  • Tétano adulto
  • Meningocócica ACWY
  • HPV
  • dTpa

Os profissionais do Programa de Imunização do Recife avaliam a necessidade de cada um, de acordo com a idade e as doses já tomadas.

Coordenadora de imunizações do Recife, Elizabeth Azoubel afirmou que a campanha é importante para atualizar a caderneta de imunização das crianças e jovens.

“As coberturas estão caindo. Em 2020, foi um ano de cobertura muito baixa. Tem que levar a carteira e pode aplicar as vacinas em atraso”, afirmou.

Ela disse que não é mais necessário esperar 14 dias, após aplicação do imunizante contra a Covid-19, para administrar as outras vacinas em atraso. “Vamos oferecer de graça vacinas que são muito caras na rede particular”, acrescentou.

Olinda

Em Olinda, os imunizantes estão disponíveis nas unidades de atenção básica e especializada da cidade, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

No “Dia D” da campanha, em 16 de outubro, a imunização será realizada em todas as unidades de saúde, das 8h às 17h. O público-alvo é constituído por crianças e adolescentes com 14 anos, 11 meses e 29 dias.

Nacional

Ministério da Saúde anuncia multivacinação para crianças e adolescentes

Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa tem como meta “proteger a população, melhorar as coberturas vacinais de forma homogênea, reduzir a incidência das doenças imunopreveníveis e mantê-las controladas ou eliminadas”

Outro objetivo, de acordo com o governo federal, é “dar oportunidade para crianças e adolescentes (a partir de seis meses) de serem vacinados contra a influenza.”

Ainda de acordo com o ministério, desde 2015, a cobertura vacinal no Brasil vem diminuindo. Por isso, é preciso melhorar essa cobertura vacinal.

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PE confirma mais oito casos da variante delta da Covid-19 e totaliza 44 infecções pela cepa mais contagiosa

Das 13 amostras analisadas, 61,5% são da linhagem originária da Índia. Nova rodada de sequenciamento genético foi divulgada nesta quarta (29).

Por g1 PE

Pernambuco confirmou, nesta quarta (29), mais oito casos da variante delta da Covid-19. Com isso, subiu para 44 o número de pessoas infectadas com essa linhagem, que é mais contagiosa.

Esses registros foram feitos em moradores do Grande Recife e do Agreste, a partir do sequenciamento genético de amostras do novo coronavírus.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o Instituto Aggeu Magalhães sequenciou 13 novas amostras do novo coronavírus. Oito foram identificadas como sendo da delta. Outras cinco foram da variante gama, identificada inicialmente no Brasil.

No novo boletim, o número de casos da variante delta representa quase o dobro da quantidade de registros da variante gama, que era predominante no estado até o último relatório da Fiocruz, divulgado no dia 17.

Havia, até então, 36 casos da variante originária da Índia entre moradores de Pernambuco, incluindo a morte de um idoso do Recife. Outro óbito foi registrado em um tripulante filipino de um navio que já deixou o estado.

Os pacientes com a delta são 61,5% do total, enquanto a gama representa 38,5% das 13 amostras. Os pacientes infectados com a delta são moradores do Recife (3), Olinda (1), Cabo de Santo Agostinho (1) e Caruaru (3). Todos eles foram notificados como casos leves, que não precisaram ser internados.

As pessoas infectadas pela variante gama são de Caruaru (4) e do Recife (1). “As coletas das amostras avaliadas nessa rodada foram realizadas entre os dias 28 de agosto e 10 de setembro”, afirmou o governo estadual, por meio de nota.

Cidades com casos da variante delta

  • Recife: 11;
  • Caruaru 8;
  • Olinda 4;
  • Petrolina 4;
  • Cabo de Santo Agostinho 2;
  • Jataúba 2;
  • Exu 2;
  • Abreu e Lima 1;
  • Araçoiaba 1;
  • Araripina 1;
  • Camaragibe 1;
  • Escada 1;
  • Fernando de Noronha 1;
  • Ipojuca 1;
  • Jaboatão dos Guararapes 1;
  • Primavera 1;
  • Quipapá 1;
  • Outro estado (Ubatuba – SP) 1.
Sintomas da variante delta — Foto: Arte BBC

Sintomas da variante delta — Foto: Arte BBC

Histórico

O boletim de casos da delta em Pernambuco confirmou mais sete casos, no dia 17 de setembro. No dia 10, outros 15 pacientes com a nova cepa foram identificados, sendo 14 pernambucanos e uma pessoa de outro estado.

Outras quatro ocorrências foram registradas no dia 2 de setembro. Em 27 de agosto, houve oito casos. Antes disso, no dia 18 do mesmo mês, mais houve duas confirmações.

Coronavírus em Pernambuco

O governo de Pernambuco confirmou, nesta quarta-feira (29), mais 623 casos do novo coronavírus. O boletim diário de acompanhamento da pandemia, elaborado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), também notificou oficialmente outras 12 mortes provocadas pela Covid-19.

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Dia Mundial do Coração: sintomas de infarto em mulheres não são muito claros; saiba como reconhecer

Sintomas são diferentes dos homens e chegam a ser confundidos com estresse mental, emocional e psicossomático.

Por g1

As doenças cardiovasculares nas mulheres já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero. Entre as brasileiras, principalmente as que estão acima dos 40 anos, as doenças do coração chegam a representar 30% das causas de morte, a maior taxa da América Latina.

Além disso, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que as cardiopatias respondem por um terço das mortes de mulheres no mundo, ou seja, 8,5 milhões de óbitos por ano – mais de 23 mil por dia.

A Associação Americana de Cardiologia apontou que a sobrevida depois do infarto é de 8,2 anos para homens e apenas 5,5 anos para mulheres. E o risco de um segundo infarto é de 17% em homens e 21% em mulheres.

Quais os sintomas?

O infarto do miocárdio nas mulheres muitas vezes é ignorado porque os sintomas são diferentes dos homens e chegam a ser confundidos com estresse mental, emocional e psicossomático. Veja quais são:

  • Mal-estar indefinido
  • Angústia
  • Dificuldade para respirar
  • Sudorese fria
  • Dor no estômago
  • Náusea
  • Dor na mandíbula

Como os sintomas não são tão claros, as mulheres acabam não buscando ajuda médica. A cada 30 minutos de atraso, aumenta em 7% a mortalidade anual. Por isso o atendimento rápido é fundamental para salvar vidas.

“Estamos habituados a aprender que o sintoma de infarto é aquela dor no peito que vai para mandíbula e irradia pro braço. Isso é verdade na maioria dos homens. Na mulher não é bem assim. Ela não traz o sintoma clássico, ela vem com uma angústia mal definida, uma falta de ar sem explicação. Por isso ela procura atendimento tardiamente”, alerta o cardiologista Roberto Botelho.

Ele alerta que o momento em que a mulher tem um infarto é diferente do homem. “Quando ela tem um infarto, ela é uma pessoa com mais fatores de risco e comorbidades”.

Por que a mulher morre mais de infarto?

Segundo Botelho, são vários fatores:

  1. Ela demora para identificar os sintomas e ir ao hospital
  2. No hospital ela não é diagnosticada com rapidez por conta dos sintomas inespecíficos e isso causa a demora no tratamento
  3. Os vasos das mulheres são menores e mais frágeis, os que os torna sensíveis aos anticoagulantes usados para afinar o sangue. Isso faz com que a mulher tenha maior risco de sangramento
  4. Mulheres hipertensas que tomam contraceptivo têm 12 vezes mais risco de ter infarto porque sofrem uma lesão na parede do vaso

O cardiologista também alerta para os comportamentos de risco, como o tabagismo e o sedentarismo. “Isso tudo contribui para os fatores de risco do infarto: hipertensão, colesterol ruim e diabetes”.

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Ministro da Saúde anuncia dose de reforço de vacina contra Covid-19 para quem tem mais de 60 anos

Até aqui, o Ministério da Saúde havia anunciado a dose de reforço para imunossuprimidos, profissionais de saúde e pessoas com 70 anos ou mais.

Por g1 PB

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participou de um evento em João Pessoa, capital da Paraíba, e por meio de uma videoconferência nesta terça-feira (28), anunciou a ampliação da aplicação de doses de reforço das vacinas contra Covid-19 para idosos acima de 60 anos.

Até aqui, o Ministério da Saúde havia anunciado a dose de reforço para imunossuprimidos, profissionais de saúde e pessoas com 70 anos ou mais. A dose de reforço em pessoas com 60 anos ou mais, entretanto, já ocorre em alguns locais, como Salvador São Paulo.

Ministro da Saúde interino fala sobre ampliação da dose de reforço para idosos com 60 anos

O ministro em exercício da pasta, Rodrigo Cruz, reforçou a medida durante uma entrevista à TV Cabo Branco.

“E, hoje, a recomendação é de que todos brasileiros acima de 60 anos tomem essa dose de reforço. São todos os brasileiros [dentro da faixa etária anunciada] que tomaram as segundas doses há mais de seis meses”, disse.

Ainda conforme Rodrigo Cruz, a distribuição das doses de reforço para este novo grupo deve começar a ser realizada ainda nesta semana.

Vacinação de outros grupos

Durante a entrevista, o ministro em exercício lembrou que profissionais de saúde também devem tomar as doses de reforço das vacinas contra a Covid-19, medida aprovada na última sexta-feira (24).

“Além de reforçar a imunização por faixa etária, mostrou-se interessante reforçar a imunização do profissional de saúde também”, reforçou.

A previsão da pasta é de que até o fim do mês de outubro deste ano, a distribuição de imunizantes para vacinação de adultos a partir dos 18 anos esteja concluída.

Queiroga cumpre quarentena em Nova York

Queiroga está em quarentena em Nova York, onde testou positivo para Covid-19 antes do que seria seu voo de retorno ao Brasil após acompanhar o presidente Jair Bolsonaro na Assembleia-Geral da ONU. Por isso, não participou presencialmente do evento.

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Brasil registra menor número de mortes por Covid em 24 horas em mais de 10 meses; total se aproxima de 595 mil

País contabiliza 594.702 óbitos e 21.364.489 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Foram 218 vítimas anotadas no último dia; média móvel segue acima de 500 por dia.

Por G1

O Brasil registrou nesta segunda-feira (27) 218 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 594.702 desde o início da pandemia. É o menor registro de vítimas em um dia desde 22 de novembro (quando tivemos 181 mortes), pouco mais de 10 meses atrás. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 524. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +1% e aponta estabilidade. Estamos há duas semanas seguidas com essa média acima da marca de 500.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta segunda. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Terça (21): 524
  • Quarta (22): 531
  • Quinta (23): 534
  • Sexta (24): 565
  • Sábado (25): 528
  • Domingo (26): 528
  • Segunda (27): 524

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 21.364.489 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 15.092 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 18.588 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +23% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica alta nos diagnósticos.

Em seu pior momento a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 27 de setembro

  • Total de mortes: 594.702
  • Registro de mortes em 24 horas: 218
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 524 (variação em 14 dias: +1%)
  • Total de casos confirmados: 21.364.489
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 15.092
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 18.588 (variação em 14 dias: +23%)

Estados

  • Em alta (7 estados e o DF): AC, TO, AP, PA, DF, SE, PR, SP
  • Em estabilidade (7 estados): PI, ES, RJ, PE, RS, MS, CE
  • Em queda (12 estados): MG, AL, SC, BA, PB, MA, GO, AM, MT, RN, RO, RR

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Quase 41% dos brasileiros completaram o esquema vacinal ao tomar as duas doses ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão totalmente imunizados. Os dados também reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que foram aplicadas 87.436.784 doses, o que corresponde a 40,99% da população do país.

Entre os que estão parcialmente imunizados com a primeira dose de vacinas são 145.005.445 pessoas, o que corresponde a 67,98% da população. A dose de reforço foi aplicada em 669.515 pessoas (0,31% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 233.111.744 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: +31%
  • RS: -9%
  • SC: -23%

Sudeste

  • ES: +13%
  • MG: -17%
  • RJ: -3%
  • SP: +20%

Centro-Oeste

  • DF: +58%
  • GO: -32%
  • MS: -12%
  • MT: -40%

Norte

  • AC: +1800%
  • AM: -40%
  • AP: +75%
  • PA: +61%
  • RO: -56%
  • RR: -73%
  • TO: +127%

Nordeste

  • AL: -20%
  • BA: -24%
  • CE: -15%
  • MA: -30%
  • PB: -30%
  • PE: -5%
  • PI: +13%
  • RN: -48%
  • SE: +50%

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Ministério prepara nota técnica para avisar que não é preciso intervalo entre vacina da gripe e da Covid-19

Recomendação é da Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 (Cetai), que assessora o Plano Nacional de Imunizações (PNI).

Por G1

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Otávio da Cruz, disse nesta segunda-feira (27) que o governo prepara uma nota técnica para informar aos gestores estaduais e municipais que não será mais necessário guardar um intervalo entre a vacinação da gripe e da Covid-19.

A recomendação anterior era para um intervalo de 14 dias entre os diferentes imunizantes.

Segundo Cruz, a recomendação veio da Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 (Cetai), que assessora o Plano Nacional de Imunizações (PNI). A decisão foi baseada em estudos.

“Não só pra vacina da gripe mas para todas as vacinas. Sim, há uma segurança não ter esse intervalo mínimo de aplicação entre doses”, disse Cruz.

O secretário afirmou que os detalhes da determinação serão apresentados em nota técnica que deve ser publicada ainda nesta semana.

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ButanVac é segura e gera resposta imunológica contra a Covid, apontam estudos iniciais em humanos na Tailândia

Fase 1 de pesquisas está sendo realizada também no Vietnã e no Brasil, mas os resultados ainda não foram divulgados.

Por G1

ButanVac, vacina com tecnologia americana e em teste pelo Instituto Butantan, em São Paulo, apresentou boas taxas de segurança e de resposta imunológica durante a fase 1 — estudos iniciais em humanos. Os resultados do estudo foram divulgados em uma plataforma de pré-prints (versão prévia sem revisão de outros cientistas independentes).

Detalhes do estudo:

  • Participaram 210 voluntários — 82 homens e 128 mulheres com idade entre 18 e 59 anos;
  • Eles receberam duas doses com intervalo de 28 dias;
  • Menos de um terço dos participantes apresentou efeitos adversos, mas não foi registrado nenhum caso grave. Os sintomas mais frequentes foram dor e sensibilidade no local da aplicação, fadiga, dor de cabeça e dor muscular;
  • Com base nos resultados do estudo, duas formulações de 3 µg foram selecionadas para serem avaliadas na próxima etapa do ensaio clínico, a fase 2.

Com o fim dos testes da primeira fase, a candidata à vacina contra a Covid-19, que recebe o nome internacional de NDV-HXP-S, demonstrou um “perfil de segurança aceitável e é altamente imunogênica”, escreveram os autores.

“Esta vacina pode ser produzida a baixo custo em qualquer instalação projetada para a produção da vacina inativada do vírus da influenza”, completaram. O Instituto Butantan produz anualmente 80 milhões de vacinas da gripe usando ovos.

As pesquisas de fase 1 foram inteiramente descritas por cientistas da Universidade Mahidol, de Bangkok, da Icahn Escola de Medicina Monte Sinai, de Nova York, e da Universidade do Texas, em Austin. O imunizante está sendo testado também no Vietnã e no Brasil, além da Tailândia, mas os resultados ainda não foram divulgados.

O Butantan deverá produzir 100% do imunizante em sua própria infraestrutura, caso a vacina se comprove eficaz. Até o momento, os testes brasileiros são realizados em Ribeirão Preto (SP), Guaxupé (MG), São Sebastião do Paraíso (MG) e Itamogi (MG).

Requisitos para os voluntários no Brasil:

  • Ter mais de 18 anos
  • Nunca ter tido Covid-19
  • Não ter sido vacinado contra o SARS-CoV-2
  • Não ser alérgico a ovos e frango
  • Não estar grávida ou ser lactante

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