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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 15 de setembro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País tem 132.125 óbitos registrados e 4.349.723 diagnósticos de Covid-19.

Por G1

O Brasil tem 132.125 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta terça-feira (15), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de segunda-feira, 1 estado atualizou seus dados: GO.

Veja os números consolidados:

  • 132.125 mortes confirmadas
  • 4.349.723 casos confirmados

No dia anterior, às 20h, o balanço indicou 454 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 132.117 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 731 óbitos, uma variação de -15% em relação aos dados registrados em 14 dias. Após uma semana registrando queda, o Brasil volta à estabilidade na média de mortes por Covid-19.

Em casos confirmados, já são 4.349.544 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 19.392 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 28.849 por dia, uma variação de -28 % em relação aos casos registrados em 14 dias.

Progressão até 14 de setembro

No total, 2 estados apresentaram alta de mortes: AC e CE.

Em relação a domingo (13), RR estava com a média de mortes em alta e agora está em estabilidade. SP e RO estavam com a média em queda e, agora, estão em estabilidade.

Estados

  • Subindo (2 estados): AC e CE.
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (13 estados): PR, RS, SP, DF, GO, MS, MT, PA, RO, RR, MA, PE e SE.
  • Em queda (12 estados): SC, ES, MG, RJ, AM, AP, TO, AL, BA, PB, PI e RN.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em alta — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: -3%
  • RS: -5%
  • SC: -35%

Sudeste

  • ES: -22%
  • MG: -16%
  • RJ: -38%
  • SP: -14%

Centro-Oeste

  • DF: -8%
  • GO: +4%
  • MS: -6%
  • MT: -3%

Norte

  • AC: +78%
  • AM: -33%
  • AP: -67%
  • PA: +13%
  • RO: -3%
  • RR: +9%
  • TO: -22%

Nordeste

  • AL: -17%
  • BA: -23%
  • CE: +16%
  • MA: -10%
  • PB: -23%
  • PE: -12%
  • PI: -21%
  • RN: -68%
  • SE: -2%

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Covid-19 ‘do futuro’ deverá ser sazonal como outros vírus respiratórios, sugerem pesquisadores

Artigo publicado nesta terça-feira (15/9) indica que, após imunidade coletiva ser atingida, Sars-CoV-2 poderá ser mais problemática em determinadas épocas do ano.

Por BBC

Já conhecemos diversos vírus que causam mais problemas em determinadas estações do ano, como o da influenza e o vírus sincicial respiratório (RSV) no inverno ou o da parainfluenza em setembro para o Hemisfério Sul.

Segundo um artigo publicado nesta terça-feira (15/9) no periódico Frontiers in Public Health, tudo indica que, no futuro, o novo coronavírus também se tornará uma doença respiratória sazonal, possivelmente trazendo mais problemas no inverno — mas isto apenas depois que a imunidade coletiva para a nova doença seja atingida por vias naturais ou por meio de uma vacina. O trabalho foi fruto de uma revisão de estudos anteriores sobre diversos tipos de vírus e sua sazonalidade.

“A Covid-19 veio para ficar e ela continuará a causar surtos ao longo do tempo até que a imunidade coletiva seja atingida. Assim, o público precisará aprender a viver com a doença e a continuar praticando as melhores medidas de prevenção, incluindo usar máscaras, evitar aglomerações, distanciamento físico e higiene das mãos“, explicou em comunicado à imprensa Hassan Zaraket, líder do estudo e pesquisador da Universidade Americana em Beirute, no Líbano.

“Continua se tratando de um vírus novo e, apesar do rápido e crescente volume de evidências científicas sobre ele, ainda há muitas coisas desconhecidas. Se nossas previsões serão confirmadas ou não no futuro, ainda não sabemos. Mas acreditamos que é muito provável que a Covid-19 se torne sazonal, como outros coronavírus.”

A sazonalidade de vírus respiratórios é mais evidente em regiões de clima temperado, enquanto em regiões tropicais, como no Brasil, vírus como o influenza (causador da gripe) podem afetar de forma mais diluída ao longo do ano.

Para o Sars-CoV-2, porém, a etapa da sazonalidade ainda não chegou pois as populações que ele encontrou pela frente eram desprotegidas imunologicamente — uma evidência disso é sua taxa de reprodução maior do que outros vírus, como da gripe.

Um exemplo de que, por enquanto, condições climáticas ainda não afetam tanto a propagação do coronavírus é que a maior taxa de infecção per capita no mundo foi registrada no Golfo Pérsico em pleno verão, dizem os autores.

Ainda assim, segundo o artigo, ainda que regiões tropicais estejam sofrendo fortemente com a Covid-19, há evidências de que a transmissão foi mais agressiva no inverno de regiões temperadas — o que indica que o frio e o clima seco podem favorecer a infecção.

A sazonalidade já foi relatada recentemente para outros coronavírus, como o NL63 e o HKU1.

Já o coronavírus que causa a síndrome respiratória do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês), que gerou surtos em vários países a partir de 2012, ainda está produzindo infecções “intermitentes e esporádicas”, sem uma sazonalidade evidente, diz o artigo na Frontiers in Public Health.

A sazonalidade dos vírus é resultado de uma combinação de fatores envolvendo temperatura e umidade — como as condições de sobrevivência dos patógenos no ar e nas superfícies; a baixa da imunidade diante de alterações climáticas; e a hábitos, como o de se aglomerar em ambientes fechados quando está frio.

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 11 de setembro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País tem 129.667 óbitos registrados e 4.241.797 diagnósticos de Covid-19, segundo dados das secretarias estaduais de Saúde.

Por G1

O Brasil tem 129.667 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta sexta-feira (11), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de quinta-feira (10), dois estados atualizaram seus dados: GO e RR.

Veja os números consolidados:

  • 129.667 mortes confirmadas
  • 4.241.797 casos confirmados

Na quinta-feira, às 20h, o balanço indicou: 129.575 mortes confirmadas, 922 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 692 óbitos, uma variação de -21% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, eram 4.239.763 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 40.431 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 27.659 por dia, uma variação de -29% em relação aos casos registrados em 14 dias. Foi a maior queda no número de novos casos que o Brasil registrou desde o início da pandemia.

Pelos critérios do consórcio, variações de até 15%, para mais ou para menos, são consideradas indicativo de estabilidade. Entenda os critérios.

Brasil, 10 de setembro

Apenas um estado apresenta alta de mortes: AC. Em relação a quarta (9), o Acre estava em estabilidade e agora aparece com tendência de alta. CE aparecia em alta, e agora voltou à estabilidade. MG estava com o número de óbitos estáveis, segundo a média móvel, e agora aparece em queda. MA e PE apareciam em queda, e agora estão em estabilidade.

Veja a situação em todos os estados:

  • Subindo (1 estado): AC.
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (10 estados): PR, RS, DF, MS, MT, PA, RR, CE, MA e PE.
  • Em queda (16 estados): SC, ES, MG, RJ, SP, GO, AM, AP, RO, TO, AL, BA, PB, PI, RN e SE.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estado com tendência de alta no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estado com tendência de alta no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de estabilidade no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de estabilidade no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estado com tendência de queda no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estado com tendência de queda no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: 0%
  • RS: +3%
  • SC: -34%

Sudeste

  • ES: -19%
  • MG: -17%
  • RJ: -27%
  • SP: -22%

Centro-Oeste

  • DF: +2%
  • GO: -32%
  • MS: -13%
  • MT: -10%

Norte

  • AC: +30%
  • AM: -37%
  • AP: -77%
  • PA: +15%
  • RO: -19%
  • RR: 0%
  • TO: -34%

Nordeste

  • AL: -20%
  • BA: -45%
  • CE: +12%
  • MA: -14%
  • PB: -35%
  • PE: -2%
  • PI: -23%
  • RN: -70%
  • SE: -26%

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Voluntária que teve reação após vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 não tomou placebo

Pascal Soriot deu a declaração em reunião com investidores. Conteúdo foi divulgado pelo site ‘STAT’, ligado ao jornal ‘Boston Globe’, que na terça noticiou em primeira mão a suspensão dos testes da vacina.

Por G1

AstraZeneca aguarda orientação de especialistas para retomar testes de vacina contra Covid

A voluntária que apresentou reações durante os testes com a vacina contra a Covid-19 é uma mulher britânica que não faz parte do grupo placebo e recebeu, de fato, uma dose do imunizante, disse na quarta-feira (9) o presidente da farmacêutica AstraZeneca, Pascal Soriot.

A informação foi divulgada pelo site “STAT”, que é especializado em saúde e ligado ao jornal americano “Boston Globe”. Na terça-feira (8), o site STAT foi o primeiro a divulgar a suspensão dos testes, notícia que depois foi confirmada pelos desenvolvedores da vacina e por autoridades.

Os estudos da vacina de Oxford-AstraZeneca precisaram ser pausados depois que a voluntária apresentou sintomas que podem estar vinculados a uma inflamação rara da medula, conhecida como mielite transversa.

De acordo com o STAT, na mesma reunião com investidores, Soriot afirmou que, apesar dos sintomas, o diagnóstico de mielite transversa na paciente ainda não foi confirmado. Após a publicação da reportagem, a agência de notícias Reuters divulgou posicionamento da AstraZeneca que reafirma que o diagnóstico do quadro da voluntária ainda está pendente e que, portanto, é incorreto relacionar a suspensão dos testes da vacina a um caso de mielite.

Nesta quinta-feira (10), Pascal Soriot voltou a abordar o tema em um evento online. Ele afirmou que a empresa deverá saber antes do fim do ano se o composto experimental protege de fato as pessoas da doença. Ele colocou como condição, no entanto, que os testes sejam retomadas em um futuro próximo.

O presidente da empresa ressaltou que a AstraZeneca ainda não sabe o diagnóstico e disse que a análise foi submetida a um comitê independente, e que é a avaliação desse grupo que vai determinar quando os ensaios poderão ser retomados.

Suspensão dos testes

A decisão de suspender os testes foi tomada na terça-feira (8) em conjunto pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca, parceiras no desenvolvimento da candidata à vacina.

A suspensão vale também para o Brasil, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), uma das responsáveis pelo estudo no país. A Unifesp informou que 5 mil voluntários brasileiros já foram vacinados e que “não houve registro de intercorrências graves de saúde”.

A vacina de Oxford/AstraZeneca é a principal aposta do Ministério da Saúde para imunizar a população. Ao todo, o Brasil prevê desembolsar R$ 1,9 bilhão com a vacina.

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 9 de setembro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País tem 127.571 óbitos registrados e 4.165.614 diagnósticos de Covid-19, segundo dados das secretarias estaduais de saúde.

Por G1

O Brasil tem 127.571 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta quarta-feira (9), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de terça-feira (8), dois estados atualizaram seus dados: GO e RR.

Veja os números consolidados:

  • 127.571 mortes confirmadas
  • 4.165.614 casos confirmados

Na terça-feira, às 20h, o balanço indicou: 127.517 mortes confirmadas, 516 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 691 óbitos, uma variação de -26% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Depois de sábado (5), esta é a terceira vez que a média móvel de mortes aparece com tendência de queda desde 5 de junho, e a primeira em que a queda supera os 20%. Pelos critérios do consórcio, variações de até 15%, para mais ou para menos, são consideradas indicativo de estabilidade. Entenda os critérios.

Em casos confirmados, eram 4.165.124 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 17.526 desses confirmados neste segunda. A média móvel de casos foi de 30.333 por dia, uma variação de -19% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Os novos números de casos e mortes costumam apresentar queda durante os finais de semana e segundas-feiras, devido à redução temporária das equipes que fazem esses registros. Isso tende a ser compensado com números mais altos o longo da semana. Dessa forma, o feriado prolongado desta segunda-feira (7) pode ter influenciado ainda mais na baixa dos últimos dias.

Brasil, 8 de setembro

Apenas um estado apresenta alta de mortes: AM. Em relação a segunda (7), RS, SP e TO estavam com o número de mortes estáveis, segundo a média móvel, e agora estão em queda. MT e AC apareciam em queda, e agora estão em estabilidade. RR aparecia em alta e agora tem tendência de baixa. No AM, ainda há reflexo da reclassificação de mortes de meses anteriores, das quais mais de 200 foram divulgadas com Covid como causa nas últimas semanas.

Veja a situação de todos estados:

  • Subindo (1 estado): AM
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (7 estados): PR, MG, MS, MT, AC, PA e CE.
  • Em queda (19 estados): RS, SC, ES, RJ, SP, DF, GO, AP, RO, RR, TO, AL, BA, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estado com tendência de alta no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estado com tendência de alta no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de estabilidade no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de estabilidade no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de queda no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de queda no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: -5%
  • RS: -16%
  • SC: -37%

Sudeste

  • ES: -17%
  • MG: 0%
  • RJ: -45%
  • SP: -34%

Centro-Oeste

  • DF: -21%
  • GO: -42%
  • MS: -15
  • MT: -7%

Norte

  • AC: -13%
  • AM: +208%
  • AP: -52%
  • PA: +5%
  • RO: -49%
  • RR: -29%
  • TO: -16%

Nordeste

  • AL: -20%
  • BA: -43%
  • CE: +7%
  • MA: -18%
  • PB: -34%
  • PE: -29%
  • PI: -26%
  • RN: -66%
  • SE: -45%

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 8 de setembro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País tem 127.004 óbitos registrados e 4.147.697 diagnósticos de Covid-19, segundo dados das secretarias estaduais de Saúde.

Por G1

O Brasil tem 127.004 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta terça-feira (8), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de segunda-feira (7), dois estados atualizaram seus dados: GO e RR.

Veja os números consolidados:

  • 127.004 mortes confirmadas
  • 4.147.697 casos confirmados

Na segunda-feira, às 20h, o balanço indicou: 127.001 mortes confirmadas, 315 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 784 óbitos, uma variação de -17% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Depois de sábado (5), esta é a segunda vez que a média móvel de mortes aparece com tendência de queda desde 5 de junho. Pelos critérios do consórcio, variações de até 15%, para mais ou para menos, são considerados estabilidade. Entenda os critérios.

Em casos confirmados, eram 4.147.598 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 9.992 desses confirmados nesta segunda. A média móvel de casos foi de 33.814 por dia, uma variação de -10% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Brasil, 7 de setembro

Dois estados apresentam alta de mortes: AM e RR. Em relação a domingo (6), ES, DF, GO, MT e RO estavam com o número de mortes estáveis, segundo a média móvel, e agora estão em queda. RR aparecia estável e agora está subindo. No AM, ainda há reflexo da reclassificação de mortes de meses anteriores, das quais mais de 200 foram divulgadas com Covid como causa nas últimas semanas.

Veja a situação dos estados:

  • Subindo (2 estados): AM e RR
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (8 estados): PR, RS, MG, SP, MS, PA, TO e CE.
  • Em queda (17 estados): SC, ES, RJ, DF, GO, MT, AC, AP, RO, AL, BA, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estados com tendência de alta no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de alta no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de estabilidade no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de estabilidade no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de queda no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Estados com tendência de queda no número de mortes por Covid-19 — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: +5%
  • RS: -5%
  • SC: -30%

Sudeste

  • ES: -16%
  • MG: -5%
  • RJ: -37%
  • SP: -15%

Centro-Oeste

  • DF: -18%
  • GO: -19%
  • MS: -2%
  • MT: -23%

Norte

  • AC: -29%
  • AM: +213%
  • AP: -48%
  • PA: +13%
  • RO: -36%
  • RR: 38%
  • TO: +3%

Nordeste

  • AL: -21%
  • BA: -42%
  • CE: +5%
  • MA: -18%
  • PB: -32%
  • PE: -26%
  • PI: -29%
  • RN: -58%
  • SE: -48%

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Vacina chinesa que está em teste no Butantan é segura para idosos, mas gera menor resposta imunológica no grupo, diz empresa

Idosos são público-alvo importante da futura imunização contra a Covid-19. Por isso, autoridades de saúde precisam saber se potenciais vacinas são seguras e efetivas nesse grupo.

Por G1

A empresa chinesa Sinovac Biotech informou nesta segunda-feira (7) que a vacina que desenvolve contra a Covid-19, em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, se mostrou segura para pessoas mais velhas. Contudo, as respostas imunológicas desencadeadas pela vacina foram ligeiramente mais fracas nesse grupo do que em adultos mais jovens.

Segundo Liu Peicheng, representante da empresa, afirmou à agência Reuters, a vacina CoronaVac não causou efeitos colaterais graves em testes clínicos combinados de Fase 1 e Fase 2 iniciados em maio com 421 participantes com 60 anos ou mais.

“Dos três grupos de participantes que tomaram respectivamente duas injeções de baixa, média e alta dose de CoronaVac, mais de 90% tiveram uma alta significativa nos níveis de anticorpos, mas os níveis foram ligeiramente mais baixos do que os observados em indivíduos mais jovens, ainda que em linha com as expectativas”, disse Lu.

Os resultados são preliminares e foram obtidos após testes de nível inicial a intermediário. Os resultados completos não foram publicados e não foram apresentados à Reuters, de acordo com a agência.

Quatro das oito vacinas do mundo que estão na terceira fase de testes são da China.

Autoridades de saúde pelo mundo querem saber se as vacinas em pesquisa podem proteger com segurança os idosos, cujo sistema imunológico geralmente reage de forma menos potente aos imunizantes contra o coronavírus, que já causou quase 900 mil mortes no mundo.

CoronaVac

A CoronaVac, que está sendo testada no Brasil e na Indonésia no estágio 3 (final) para avaliar se é eficaz e segura o suficiente para obter autorização para uso em massa, já foi dada a milhares de pessoas, incluindo cerca de 90% dos funcionários da Sinovac e suas famílias, como parte do esquema de vacinação de emergência da China para proteger as pessoas que enfrentam alto risco de infecção.

A candidata chinesa pode permanecer estável por até três anos no armazenamento, segundo Liu, o que pode oferecer à Sinovac alguma vantagem na distribuição do produto para regiões onde o armazenamento em ambiente refrigerado não é uma opção.

Etapas para a produção de uma vacina

Para se produzir uma vacina, leva tempo. A mais rápida desenvolvida até o momento foi a vacina contra a caxumba, que precisou de cerca de quatro anos até ser licenciada e distribuída para a população.

Antes de começar os testes em voluntários, a imunização passa por diversas fases de experimentação pré-clinica (em laboratório e com cobaias). Só após ser avaliada sua segurança e eficácia é que começam os testes em humanos, a chamada fase clínica – que são três:

  • Fase 1: é uma avaliação preliminar da segurança do imunizante, ela é feita com um número reduzido de voluntários adultos saudáveis que são monitorados de perto. É neste momento que se entende qual é o tipo de resposta que o imunizante produz no corpo. Ela é aplicada em dezenas de participantes do experimento.
  • Fase 2: na segunda fase, o estudo clínico é ampliado e conta com centenas de voluntários. A vacina é administrada a pessoas com características (como idade e saúde física) semelhantes àquelas para as quais a nova vacina é destinada. Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade (ou a capacidade da proteção), a dosagem e como deve ser administrada.
  • Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da sua eficácia e segurança em maiores populações. Além disso, feita para prever eventos adversos e garantir a durabilidade da proteção. Apenas depois desta fase é que se pode fazer um registro sanitário.

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Brasil tem 126.686 mortes por coronavírus; apenas Amazonas tem alta na média móvel de óbitos

São 4.137.606 infectados pelo novo coronavírus, aponta o balanço do consórcio de veículos de imprensa.

Por G1

O Brasil chegou neste domingo (6) a 126.686 mortes e 4.137.606 casos confirmados de coronavírus, aponta o consórcio de veículos de imprensa, em boletim concluído às 20h. A média móvel de mortes registrou queda de 15%, o que, pelos critérios do consórcio, coloca a situação como em estabilidade.

No sábado (5), a média móvel de mortes caiu 17%, a primeira vez desde 5 de junho em que foi superado o índice de 15%. Pelos critérios do consórcio, variações de até 15%, para mais ou para menos, são considerados estabilidade. Entenda os critérios.

O país registrou 456 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 126.686 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 827 óbitos, uma variação de -15% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, já são 4.137.606 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 16.403 desses confirmados neste domingo. A média móvel de casos foi de 39.356 por dia, uma variação de +4% em relação aos casos registrados em 14 dias.

No total, apenas o Amazonas apresentou alta de mortes. Em relação a sábado (5), ES, MG, DF, TO e CE estão em situação de estabilidade. Os três primeiros estavam antes em queda; TO e CE estavam subindo no boletim de sábado.

Brasil, 6 de setembro

  • Total de mortes: 126.686
  • Registro de mortes em 24 horas: 456
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 827 por dia (variação em 14 dias: -15%)
  • Total de casos confirmados: 4.137.606
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 16.403
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 39.356 por dia (variação em 14 dias: +4%)

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou dois boletins parciais, às 8h, com 126.237 mortes e 4.121.581 casos; e às 13h, com 126.266 mortes e 4.121.819 casos confirmados.)

Estados

  • Subindo (1 estado): AM
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (14 estados): PR, RS, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, PA, RO, RR, TO e CE.
  • Em queda (12 estados): SC, RJ, AC, AP, AL, BA, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Situação das mortes no Brasil — Foto: Arte/G1

Apenas Amazonas tem alta de mortes entre os estados segundo o critério da média móvel — Foto: Arte/G1

Apenas Amazonas tem alta de mortes entre os estados segundo o critério da média móvel — Foto: Arte/G1

Estados com estabilidade nas mortes segundo o critério da média móvel — Foto: Arte/G1

Estados com estabilidade nas mortes segundo o critério da média móvel — Foto: Arte/G1

Estados com queda no número de mortes segundo o critério da média móvel — Foto: Arte/G1

Estados com queda no número de mortes segundo o critério da média móvel — Foto: Arte/G1

Sul

  • PR: +12%
  • RS: -4%
  • SC: -25%

Sudeste

  • ES: -12%
  • MG: -12%
  • RJ: -35%
  • SP: -14%

Centro-Oeste

  • DF: -12%
  • GO: -12%
  • MS: +6%
  • MT: -10%

Norte

  • AC: -32%
  • AM: +210%
  • AP: -40%
  • PA: +8%
  • RO: 0%
  • RR: 0%
  • TO: +9%

Nordeste

  • AL: -19%
  • BA: -38%
  • CE: +12%
  • MA: -18%
  • PB: -27%
  • PE: -32%
  • PI: -27%
  • RN: -59%
  • SE: -36%

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Vacina russa para Covid-19 induziu resposta imune e não teve efeitos adversos, indica estudo preliminar publicado na ‘The Lancet’

Resultados dos testes de fase 1 e 2 foram publicados nesta sexta-feira (4) na revista, que é uma das mais importantes do mundo. Vacina foi registrada no mês passado na Rússia, mas a falta de estudos publicados sobre os testes gerou desconfiança na comunidade internacional. Cientistas russos observaram que uma das limitações foi a falta de grupo controle.

Por Lara Pinheiro, G1

A vacina russa para a Covid-19 não teve efeitos adversos e induziu resposta imune, indica um estudo com resultados preliminares publicado na revista científica “The Lancet”, uma das mais importantes do mundo, nesta sexta-feira (4).

A vacina, chamada de “Sputnik V”, foi registrada no mês passado na Rússia, mas a falta de estudos publicados sobre os testes gerou desconfiança entre a comunidade internacional.

Segundo os resultados publicados, referentes às fases 1 e 2, não houve efeitos adversos até 42 dias depois da imunização dos participantes, e todos desenvolveram anticorpos para o novo coronavírus (Sars-CoV-2) dentro de 21 dias.

A vacina russa foi testada em 76 pessoas. Todas receberam uma forma da vacina (veja detalhes das etapas dos testes mais abaixo), sem grupo controle.

Além disso, os resultados também sugerem que a vacina produz uma resposta das células T, um tipo de célula de defesa do corpo, dentro de 28 dias. As células T têm, entre outras funções, destruir células infectadas por um vírus.

As fases 1 e 2 dos testes de uma vacina buscam verificar a eficácia e a segurança delas, ainda com menos participantes que a fase 3. Normalmente, os testes de fase 1 têm dezenas de voluntários, os de fase 2, centenas, e os de fase 3, milhares.

Na fase 3, objetivo dos testes é verificar a eficácia em larga escala. As etapas costumam ser conduzidas separadamente, mas, no caso da pandemia, por causa da urgência dos resultados, várias vacinas têm sido testadas simultaneamente em mais de uma fase.

Os testes

A vacina russa usa dois vetores de adenovírus, que funcionam como um “veículo de lançamento” do novo coronavírus no corpo: um é o adenovírus humano recombinante tipo 26 (rAd26-S) e o outro é o adenovírus humano recombinante tipo 5 (rAd5-S), que foram modificados para expressar a proteína S do novo coronavírus. A proteína S é a que o vírus usa para entrar nas células e infectá-las.

Os adenovírus usados foram enfraquecidos, de modo que não pudessem se replicar nas células humanas e não podem causar doenças (o adenovírus geralmente causa o resfriado comum).

Duas “versões” da vacina foram testadas: uma congelada, destinada a cadeias de produção globais, e outra liofilizada (desidratada), destinada a locais difíceis de alcançar.

Não houve grupo controle (o que recebe uma substância inativa, o placebo, para que os cientistas possam comparar os efeitos em quem recebeu a vacina com os de quem não recebeu). Isso foi notado pelos autores como uma limitação do estudo.

Outro ponto limitante, indicam os cientistas, é que os voluntários incluídos eram relativamente jovens, com idades entre 20 e 30 anos. (Pessoas mais velhas correm mais risco de morrer pela infecção com o Sars-CoV-2).

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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 4 de setembro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País soma 124.746 mortes pela Covid-19 e 4.047.790 infectados pelo novo coronavírus, aponta o balanço nacional.

Por G1

O Brasil tem 124.746 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta sexta-feira (4), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de quinta-feira (3), três estados atualizaram seus dados: GO, PI e RR.

Veja os números consolidados:

  • 124.746 mortes confirmadas
  • 4.047.790 casos confirmados

Na quinta-feira, às 20h, o balanço indicou: 124.729 mortes confirmadas, 830 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 858 óbitos, uma variação de -13% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, eram 4.046.150 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 44.728 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 40.237 por dia, uma variação de +9% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Brasil, 3 de setembro

No total, 2 estados apresentaram alta de mortes: AM e TO. É a primeira vez que apenas 2 estados apresentam tendência de alta no país desde o início do acompanhamento de tendências pelo consórcio, em 9 de julho.

Em relação a quarta (2), RJ, PE estavam em estabilidade e, hoje, estão em queda. AP e RO estavam em alta e, hoje, estão em estabilidade.

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, responsável pelo balanço no estado, lembra que os números do AM têm sido impactados por óbitos de meses anteriores que foram reclassificados pela Secretaria Municipal de Saúde de Manaus como óbitos por Covid-19. Em PE, houve revisão de dados que resultou na retirada de 299 casos graves e 65 mortes por Covid-19 dos totais acumulados. A revisão foi referente a pacientes e vítimas de fora do estado que estavam sendo contabilizados.

Veja como estão os estados:

  • Subindo: AM e TO.
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente: PR, RS, SP, GO, MS, MT, AP, PA, RO, RR, CE, MA.
  • Em queda: SC, ES, MG, RJ, DF, AC, AL, BA, PB, PE, PI, RN e SE.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estados com a média de mortes subindo — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes subindo — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Sul

  • PR: -5%
  • RS: -13%
  • SC: -28%

Sudeste

  • ES: -24%
  • MG: -25%
  • RJ: -23%
  • SP: -3%

Centro-Oeste

  • DF: -29%
  • GO: -1%
  • MS: +9
  • MT: -9%

Norte

  • AC: -32%
  • AM: +110%
  • AP: +13%
  • PA: +6%
  • RO: +14%
  • RR: -9%
  • TO: +38%

Nordeste

  • AL: -19%
  • BA: -24%
  • CE: -21%
  • MA: -14%
  • PB: -27%
  • PE: -38%
  • PI: -22%
  • RN: -48%
  • SE: -39%

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