Brasileiras triplicam busca por congelamento de óvulos para adiar maternidade

Por BBC

Desde criança a publicitária Camila Alvarenga de Paula Pinto, hoje com 37 anos, alimenta uma certeza na vida: quer ser mãe. Ela tem como referência a sua própria mãe, Denise, que teve três filhos e ao mesmo tempo construiu uma carreira sólida e de sucesso. A diferença é que a mãe de Camila deu à luz aos 30 anos de idade, no auge da fertilidade, e a publicitária já está com 37 anos e ainda não pretende engravidar.

A alternativa para Camila adiar mais um pouco o sonho da maternidade foi congelar seus óvulos – técnica existente há mais de dez anos e cada vez mais comum diante da mudança de comportamento da mulher.

Influenciada por uma amiga, Camila passou pelo procedimento no início do ano e disse que o incômodo maior foi receber as doses de hormônio durante 12 dias. “Ao final do período, nos últimos três dias, nem eu me suportava”, brinca ela, que está num relacionamento estável mas ainda não sabe quando será mãe.

“Meu namorado entendeu e apoiou a minha decisão. Nós sempre conversamos sobre ter filhos, só não sabemos a hora ainda”, diz ela. Camila conseguiu coletar 24 óvulos e 18, por terem qualidade, foram congelados.

Quem fiscaliza as clínicas de reprodução assistida no Brasil é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas a agência não possui números oficiais de óvulos congelados no país com o objetivo de prolongar a “janela de oportunidade” das mulheres para a maternidade.

A Anvisa tabula e monitora apenas a quantidade de embriões – segundo o Sistema Nacional de Produção de Embriões, o SisEmbrio, em 2017, 75.557 embriões foram congelados no Brasil, um aumento de 13% em relação ao ano de 2016, quando 66.597 embriões foram congelados.

Levantamento feito pela BBC News Brasil em seis clínicas de reprodução assistida em São Paulo e no Rio de Janeiro confirma essa tendência de aumento de casos de congelamento para preservar a fertilidade.

A Clínica Huntington, por exemplo, uma das maiores de São Paulo, praticamente triplicou o número de pacientes que congelaram seus óvulos em cinco anos: em 2012, 122 mulheres passaram pelo procedimento; em 2017 foram 353 – um salto de 189%.

O mesmo aumento foi verificado na clínica Fertility, também em São Paulo. Em 2013, 65 mulheres congelaram seus óvulos na unidade, contra 180 no ano passado, o que representa um aumento de 176% na procura pelo serviço.

“Em 2013, 5,5% dos procedimentos da clínica eram congelamento de óvulos. Em 2015, eles já representavam 9,4%. Em 2018, 1 em cada 5 procedimentos realizados na Fertility são de criopreservação de óvulos. Isso mostra claramente uma mudança de conduta da mulher”, afirma Edson Borges.

Nas Clínicas Mãe e Engravida, o salto foi de quase cinco vezes: saiu de 32 casos em 2012 para 188 casos cinco anos depois.

Infográfico mostra como é feito o congelamento de óvulos — Foto: BBC

Infográfico mostra como é feito o congelamento de óvulos — Foto: BBC

Idade certa

Os especialistas em reprodução assistida recomendam que a mulher que pretende adiar a gravidez congele seus óvulos até os 35 anos, enquanto eles são mais novos e possuem mais qualidade.

Apesar disso, a idade média das mulheres que têm procurado o serviço gira em torno de 37,7 anos. “O ideal mesmo seria congelar esses óvulos antes dos 30 anos, mas nessa idade ninguém está pensando nisso ainda”, afirma a médica Thaís Sanches Domingues Cury, da Clínica Huntington.

O principal problema de procurar a técnica mais tarde, explica Thaís, é ter de submeter a paciente a mais de um ciclo de coleta e o risco de os óvulos não terem mais a qualidade necessária. Os médicos sugerem congelar pelo menos 15 óvulos.

“A mulher de 40 anos tem menos estoque ovariano, então é possível que ela tenha de se submeter ao procedimento mais de uma vez para conseguirmos coletar uma quantidade mínima e segura de óvulos”, diz a especialista.

Foi o que aconteceu com a administradora de empresas Magda Barrinuevo Bertochi, de 43 anos, que congelou seus óvulos aos 38 anos depois de passar por dois ciclos de estimulação. Ela conta que tomou a decisão graças a um “empurrão” do irmão, que estava passando por tratamento de reprodução assistida com a esposa.

“Na época eu estava solteira e super focada na carreira, cursando um MBA e sem tempo para pensar em filhos. Quando meu irmão comentou sobre o congelamento, passei a amadurecer a ideia até decidir procurar ajuda”, conta.

Após uma série de exames, Magda constatou que havia pouca reserva ovariana e, por isso, foi submetida a dois ciclos de coleta. Conseguiu recolher 18 óvulos, 9 em cada procedimento.

“Graças a Deus isso me tirou um peso das costas e me deu uma sensação de alívio. Sei que tenho meus óvulos congelados e que posso decidir ser mãe no momento em que eu achar ideal”, afirma a administradora, que ainda está solteira e diz que agora está começando a cogitar a possibilidade de ser mãe independente, com ajuda do banco de sêmen.

“Eu tenho muita vontade de ser mãe e acho que a mulher vai passando por várias fases até chegar nesse momento. Hoje estou na fase de me perguntar se quero ser mãe solteira ou se quero esperar achar um companheiro”, afirmou.

Produção independente

A estatística Rafaela*, de 40 anos, já tomou a decisão de ser mãe independentemente de ter um companheiro ao seu lado. Ela congelou seus óvulos em 2016, aos 38 anos, e mesmo depois de se submeter ao procedimento duas vezes, conseguiu coletar apenas 4 unidades de qualidade.

“Eu estava solteira e a idade biológica falou mais alto. Ou eu congelava naquele momento, ou não conseguiria ser mãe usando meu próprio material biológico”, afirma.

Dois anos depois do congelamento, Rafaela percebeu que era hora de engravidar. Na ausência de um parceiro, recorreu à doação de sêmen.

Recebeu da clínica uma lista com uma série de características do doador (raça, cor dos olhos, cor dos cabelos, religião, peso, altura, signo, formação, tipo sanguíneo, hobbies, se era fumante ou não etc.) para escolher alguém que fosse parecido com ela. “Eu adoro esportes, então escolhi um doador que declarou que pratica surf e ama a praia”, revelou.

Após a fertilização em laboratório, três embriões se tornaram viáveis para serem transferidos para o útero de Rafaela, mas ela optou por transferir dois e manter um congelado. Um dos embriões vingou e Rafaela está grávida de 12 semanas do seu primeiro filho – graças às técnicas de reprodução assistida.

“Estou absolutamente realizada e recomendo para todas as mulheres. Depois dos 38 anos quantidade de óvulos cai drasticamente.”

‘Congelamento social’

Os especialistas chamam a tendência de “congelamento social de óvulos”, que distinguem, por exemplo, do congelamento em casos de doença – quando a mulher está em tratamento de câncer, por exemplo, e decide congelar seus óvulos para preservar a fertilidade.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Yale e divulgada no começo do mês passado durante o congresso da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, em Barcelona, confirmou que a falta de um parceiro ou um relacionamento estável são os principais motivos para as mulheres buscarem ajuda em uma clínica de reprodução.

Os pesquisadores ouviram 150 mulheres e o resultado mostra que 85% delas estavam solteiras quando tomaram a decisão e 15% tinham um relacionamento com um parceiro que não se considerava disposto a ter filhos.

“Há dez anos, a técnica de congelamento era outra e os resultados não eram tão satisfatórios, havia muitas perdas no processo de descongelamento. Com a vitrificação (técnica atual), a gente consegue ótimos resultados e por prazo indeterminado. Isso acabou se popularizando, e a mulher já chega ao consultório sabendo o que quer”, afirmou o médico José Geraldo Alves Caldeira, do Centro de Reprodução Humana do Hospital Santa Joana.

Efeitos colaterais e riscos

Segundo Caldeira, os efeitos colaterais do período em que a mulher recebe hormônio para superestimular a ovulação são irritação, ansiedade e em alguns casos um pouco de inchaço.

Ainda segundo ele, os hormônios que a mulher vai receber nesse período são o FSH e LH – que já circulam normalmente no organismo. Esses hormônios são diferentes dos hormônios usado em pílulas anticoncepcionais (estrógeno e progesterona), que têm como objetivo justamente impedir a ovulação.

“O que acontece é que ela vai receber uma dose maior de FSH e LH e, em vez de ovular um único óvulo, vai ovular vários”, explica o médico, ressaltando que, nessa fase do tratamento, não há riscos de trombose ou embolia, por exemplo.

No caso de mulheres com histórico de câncer de mama na família, Caldeira explicou que a estimulação ovariana é feita com outro hormônio, o letrozol.

De acordo com Caldeira, quando a mulher for preparar o endométrio para receber o embrião, aí sim o risco de trombose aumenta – caso a paciente tenha pré-disposição ou antecedentes.

Para evitar o problema, todas as mulheres passam por exames que avaliam esse risco e, se ele existir, recebem junto um medicamento anticoagulante diariamente.

Investimento

O Sistema Único de Saúde não paga pelo processo de congelamento de óvulos para adiar a maternidade.

Hoje há apenas seis hospitais públicos no Brasil que trabalham com reprodução assistida – todos com filas imensas e já para fazer o tratamento em si.

Assim, a mulher que deseja ser mãe mais velha precisa investir cerca de R$ 18 mil no procedimento. Os preços variam de clínica para clínica, mas apenas os custos com medicação somam cerca de R$ 6 mil.

A parte clínica e de laboratório giram em torno de R$ 12 mil. Além disso, a mulher terá de pagar cerca de R$ 1 mil por ano para manter os óvulos criopreservados.

Anualmente, as clínicas são fiscalizadas pela Anvisa, que vai observar se as unidades cumprem os requisitos de qualidade para manter material biológico congelado e vai monitorar a qualidade dos procedimentos.

Segundo João Batista Silva Junior, gerente de Departamento de Sangue, Tecidos, Células e Órgãos da Anvisa, a agência está iniciando uma nova discussão para atualização das normas sanitárias para atualizar a regulamentação.

“A última revisão foi em 2011 e muita coisa nova surgiu nesse período”, afirmou Silva.

Atualmente, não há lei que regulamente a reprodução assistida no Brasil, há apenas a Lei de Biossegurança, que fala sobre armazenamento e destino dos embriões. As técnicas de reprodução são embasadas em resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM), que atualiza a norma a cada dois anos, em média.

*Nome alterado a pedido da entrevistada

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Baixo estoque de sangue leva hospital a convocar doadores no Grande Recife

Por G1 PE

O Hospital Dom Helder Câmara (HDH), no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, está com estoques baixos de sangue e, por isso, convoca doadores. Até a noite da quarta (19), o HDH contava com 21 bolsas de A+, 12 de B+ e quatro de O-. Os tipos sanguíneos A-, B-, AB+, AB- e O+ estão em falta no banco de sangue.

De acordo com a unidade de saúde, isso faz com que pacientes que precisam de cirurgia sejam transferidos. Diante do baixo estoque, o hospital pede que as doações de sangue sejam feitas no Hemocentro de Pernambuco (Hemope), nas Graças, na Zona Norte do Recife.

De acordo com a unidade, os tipos sanguíneos que ainda estão no estoque não são necessários para a maioria dos pacientes que precisam de cirurgia.

Em casos de necessidade, o hospital notifica o Hemope para avaliar a possibilidade de uso do banco de sangue. Em outros casos, a família do paciente recebe a notificação para doar.

Quem pode doar

Para fazer a doação no Hemope é preciso ter entre 16 e 69 anos (desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos) e apresentar um documento oficial com foto (RG, Carteira de Trabalho, Habilitação, etc.). Os menores de 18 anos devem estar acompanhados do responsável legal.

O doador também deve estar em boas condições de saúde, pesar, no mínimo, 50 quilos, ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas e estar alimentado. Não são aceitos doadores que ingeriram bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores.

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Pesquisadores imprimem corações de plástico em 3D para planejar cirurgias em PE

Por Danielle Fonseca, TV Globo

Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) começaram a produzir modelos plásticos dos corações de pacientes que precisam enfrentar cirurgias cardíacas delicadas. Semelhantes ao órgão verdadeiro, esses moldes ajudam os médicos a planejarem em detalhes operações complicadas.

Feito em uma impressora que desenvolve as maquetes em três dimensões, o material plástico é moldado a uma temperatura de 215º, no laboratório de Design do Centro de Artes e Comunicação (CAC), no Campus Recife da UFPE.

O trabalho pode ser aplicado em vários órgãos do corpo, além do coração. Realizada a reconstrução digital em 3D, é possível dar aos médicos uma visão mais real do problema de saúde e definir o local exato da cirurgia.

Pesquisadores do Recife reproduzem órgãos em impressora 3D para ajudar em cirurgias — Foto: Reprodução/TV Globo

Pesquisadores do Recife reproduzem órgãos em impressora 3D para ajudar em cirurgias — Foto: Reprodução/TV Globo

Um dos participantes do projeto, o estudante de Design Leandro Lucena sempre teve vontade de aliar o design à área de saúde. “É uma experiência ótima, porque está agregando bastante. Eu nunca imaginei que a parte de design poderia estar sendo aliada com a área de saúde. Isso é uma coisa que eu gosto bastante”, disse.

O cardiologista pediátrico Raimundo Amorim explica que o projeto serve para ajudar, por exemplo, nas cirurgias cardíacas de crianças com até um ano de idade. Um dos modelos de coração já produzidos foi feito com base em um exame de tomografia de um bebê de três meses de vida que nasceu com uma má formação.

O molde tem tamanho real e mostra as mesmas características do coração que apresentava uma anomalia rara. No computador, a imagem revela que a artéria aorta envolvia o esôfago e a traqueia, um problema que dificultava a respiração da paciente e poderia levar a criança à morte. “Essa paciente se operou em Natal e está bem. Está em casa, usufruindo da saúde dela, graças a Deus”, contou o cardiologista.

Corações são impressos em 3D, no Recife, para ajudar em cirurgias — Foto: Reprodução/TV Globo

Corações são impressos em 3D, no Recife, para ajudar em cirurgias — Foto: Reprodução/TV Globo

O projeto é uma parceria entre médicos, alunos e pesquisadores e recebeu o apoio de instituições que incentivam e financiam pesquisas desse tipo, como Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe). “Ter a oportunidade de fazer uma reconstrução, imprimir e colocar esse coração na mão do cirurgião pode auxiliar a equipe cirúrgica a evitar efeitos adversos durante a cirurgia, a programar melhor o procedimento para o paciente”, disse o médico.

De acordo com o pesquisador de design Walter Franklin Correia, um dos coordenadores da pesquisa, o projeto, que já auxiliou no tratamento de pacientes de forma experimental, pode ser aplicado em outros casos.

“A ideia é que, se existir demanda, ela venha e que a gente faça isso de forma gratuita, porque o projeto visa isso agora. A tecnologia 3D está cada vez mais presente na vida da gente. Eu acho que isso é um caminho fácil, mostrar como a impressão 3D pode, de fato, não somente ajudar as pessoas, mas salvar vidas”, afirmou.

Impressora 3D cria moldes de corações para auxiliar em cirurgias no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

Impressora 3D cria moldes de corações para auxiliar em cirurgias no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

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‘Lei do Canudinho’ começa a multar estabelecimentos no Rio

Por G1 Rio

A “Lei do Canudinho” vai passar a multar estabelecimentos no Município do Rio a partir desta terça-feira (18). O texto, regulamentado em julho, previu período de adaptação de dois meses. Quem for pego oferecendo o antigo acessório de plástico vai ter de pagar R$ 1.650. Novos flagrantes elevam a multa a até R$ 6 mil.

Canudos de plástico estão proibidos no Rio — Foto: Reprodução/TV Globo

Canudos de plástico estão proibidos no Rio — Foto: Reprodução/TV Globo

Os canudos devem ser oferecidos em papel biodegradável ou reciclável em embalagens individuais e fechadas. O invólucro também deve ser feito com os mesmos materiais. Também são permitidos acessórios de inox, vidro e alumínio.

O plástico dos canudinhos antigos pode levar até 400 anos para se decompor e polui rios, lagoas e oceanos.

A Vigilância Sanitária Municipal pede à população para denunciar o uso de canudos plásticos não recicláveis pela central de atendimento da prefeitura, no 1746.

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Casos de febre amarela crescem 421% em SP neste ano

Por G1, São Paulo

O número de casos de febre amarela no estado de São Paulo cresceu 421% em comparação a 2017. No ano passado, foram registrados 103 casos da doença. De janeiro a agosto deste ano, 537.

O número de cidades onde o vírus da febre amarela está circulando também aumentou. Em 2017, 14 cidades paulistas registraram casos da doença. De janeiro a agosto de 2018, 63 municípios contabilizaram casos.

Apesar do avanço da doença, muita gente ainda não tomou a vacina. Na capital paulista, menos de 60% dos moradores estão imunizados.

Segundo a secretaria municipal de Saúde, o estoque é suficiente. “Todas as unidades de saúde estão com a vacina, hoje não temos fila para aplicação da vacina contra febre amarela, só procurar uma unidade de saúde com a caderneta de vacina e o cartão SUS”, afirma Maria Lígia Nerger, coordenadora do programa municipal de imunizações.

Índice de vacinação por região

  • Região Central 21,6%
  • Região Leste – 42,0%
  • Região Oeste – 56,9%
  • Região Sul – 68,5%
  • Região Norte – 88,3%

Febre amarela

Janeiro a agosto de 2018

Capital

  • 14 casos
  • 6 mortes

Mairiporã

  • 152 casos
  • 35 mortes

Das 14 pessoas infectadas na capital este ano, seis morreram. Na região metropolitana, a situação é mais crítica em Mairiporã, onde 152 pessoas ficaram doentes e 35 morreram.

Em nota, a Prefeitura de Mairiporã disse que 100% da população da cidade já foi vacinada. E que a maioria dos casos foi no início do ano, quando o município decretou estado de calamidade por causa da febre amarela.

Também por meio de nota, a Secretaria estadual da Saúde informou que mais de oito milhões de pessoas já foram vacinadas este ano no estado. E que o número já ultrapassa as sete milhões de doses aplicadas no ano passado.

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Quase um milhão de jovens de 9 a 14 anos devem ser vacinados contra HPV em Pernambuco

Por G1 PE

Quase um milhão de jovens devem ser vacinados em Pernambuco contra o Papiloma vírus humano (HPV). De acordo com o Ministério da Saúde, a expectativa é imunizar, este ano, 403,6 mil meninas de 9 a 14 anos e 534,9 mil meninos de 11 a 14 anos, totalizando um público alvo de 938,5 mil pessoas.

No Brasil, a meta do ministério é vacinar mais de 20 milhões de adolescentes. Uma campanha publicitária foi lançada em todo o país para alertar a população para a importância da imunização e intensificar a mobilização.

As autoridades de saúde ressaltam que a proteção só fica completa quando são aplicadas as duas doses da vacina. A imunização protege contra vários tipos de cânceres em mulheres e homens.

Desde a incorporação da vacina HPV ao calendário nacional, em 2105, segundo o ministério, 4 milhões de meninas de 9 a 14 anos procuraram as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para completar o esquema com a segunda dose, totalizando 41,8%.

Com a primeira dose, foram imunizadas 4 milhões de meninas nesta mesma faixa, o que corresponde a 63,4%.

Entre os meninos, que foram incluídos na vacinação contra HPV no ano passado, 2,6 milhões foram imunizados com a primeira dose em todo o país, o que representa 35,7% do público alvo. Em relação à segunda dose, foram aplicadas 911 mil vacinas.

Em Pernambuco, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), em 2015, tomaram a primeira dose da vacina 280.361 meninas. A segunda dose foi aplicada em 208.313 pessoas.

No ano seguinte, 67.570 adolescentes do sexo feminino tomaram a primeira dose e 63.558 completaram o ciclo de imunização.

No ano passado, no estado, receberam a primeira dose da vacina 118.733 pessoas. A segunda dose contemplou 88.152 meninas.

Entre os homens, a vacinação atingiu 117.161 pessoas, em 2017, na primeira dose. A segunda dose foi aplicada em 47.420 adolescentes.

Dados

No site do Ministério da Saúde, há informações sobre a relação do HPV com doenças. Segundo estudo do projeto POP-Brasil em 2017, a prevalência estimada do vírus no Brasil é de 54,3 %.

Os dados mostram que 37,6 % dos participantes apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer. O estudo indica, ainda, que 16,1% dos jovens têm Infecção Sexualmente Transmissível (IST) prévia ou apresentaram resultado positivo no teste rápido para HIV ou sífilis.

O projeto POP-Brasil é uma parceria do Ministério da Saúde, o Hospital Moinhos de Vento (RS), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade de São Paulo (Faculdade de Medicina (FMUSP) – Centro de Investigação Translacional em Oncologia), Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Secretarias Municipais de Saúde das capitais brasileiras e Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.

Estudos internacionais apontam o impacto da vacinação na redução do HPV. Nos EUA, dados mostram uma diminuição de 88% nas taxas de infeção oral por HPV.

Prevenção

A vacina contra o HPV previne vários tipos de cânceres contribuindo com a redução da incidência de tumnores. Dados apresentados pelo Ministério da Sáude apontam que no mundo, dos 2,2 milhões de tumores provocados por vírus e outros agentes infecciosos, 640 mil são causados pelo HPV.

A vacina utilizada no Brasil, segundo o ministério, previne 70% cânceres do colo útero, 90% câncer anal, 63% do câncer de pênis, 70% dos cânceres de vagina, 72% dos cânceres de orofaringe e 90% das verrugas genitais.

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Pesquisa desenvolvida no Recife busca nova forma de tratar o câncer de estômago

Por Beatriz Castro, TV Globo

Um estudo de pesquisadores do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), no Recife, pode sinalizar um novo tratamento para combater o câncer de estômago, um dos tipos mais graves e com maior incidência entre os brasileiros. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, apenas em 2018, a previsão é de que mais de 20 mil brasileiros tenham o diagnóstico de câncer de estômago.

A pesquisa foi feita com 58 pessoas. Dessas, 24 eram pacientes do HCP e 34 não tinham a doença. Durante dois anos, os pesquisadores buscaram alternativas para o tratamento do câncer de estômago, que tem pouca eficácia, principalmente para os tumores em estágio avançado.

Segundo o pesquisador e cirurgião oncológico Mario Rino, os médicos utilizaram um caminho diferente para investigar a doença. “A grande ideia dessa pesquisa foi partir não da doença, do mecanismo da doença, e sim da forma como as pessoas se defendem do tumor. Ou seja, entender os mecanismos de defesa e tentar achar alternativas que possam estimular esse sistema de defesa para destruir as células tumorais”, disse o cirurgião.

Pesquisadores do Recife desenvolveram pesquisa que pode melhorar tratamento contra o câncer de estômago (Foto: Reprodução/TV Globo)

Pesquisadores do Recife desenvolveram pesquisa que pode melhorar tratamento contra o câncer de estômago (Foto: Reprodução/TV Globo)

Para entender o sistema imunológico, eles estudaram uma proteína presente nos linfócitos, que são as células de defesa do organismo. A proteína OX-40 apresentou os melhores resultados na ativação do sistema imunológico, e a ativação dela é um passo importante para provocar uma reação mais eficiente do organismo.

Segundo a diretora da pesquisa, Leuridan Torres, os pesquisadores comprovaram que o sangue das pessoas saudáveis tem uma quantidade muito maior dessa proteína do que o sangue das pessoas doentes. “Isso significa que o organismo da pessoa doente está reagindo menos ao tumor do que deveria. Isso deve ser consequência do tumor. Ele pode levar à alteração dessa proteína”, afirmou.

De acordo com Mario Rino, a pesquisa é importante para entender os mecanismos de defesa do organismo e ajudar a combater os tumores. “Isso vai ajudar muito, porque certamente vai haver uma revolução na área médica em geral, e especialmente na oncologia. A pesquisa vai ser disseminada não só para o câncer gástrico, mas para os outros tumores e vai certamente permitir mais chances de cura”, contou.

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Apenas 13% dos meninos tomaram a segunda dose da vacina contra o HPV

Por G1

Só 13% dos meninos de 11 a 14 anos tomaram a segunda dose contra o HPV. O Ministério da Saúde lança uma nova campanha de imunização para proteger o público-alvo da doença. Foram adquiridas 14 milhões de vacinas.

Quem é parte do público-alvo?

  • Meninas de 9 a 14 anos
  • Meninos de 11 a 14 anos

Como está a cobertura vacinal?

  • 63,4% das meninas do público-alvo tomaram a primeira dose
  • 41,8% das meninas do público-alvo tomaram a segunda dose
  • 35,7 % dos meninos do público-alvo tomaram a primeira dose
  • 13% dos meninos do público-alvo tomaram a segunda dose

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, alerta que a cobertura vacinal só está completa após a segunda dose da vacina. O adolescente que recebeu a primeira aplicação deve voltar ao posto de saúde após seis meses para repetir a imunização.

O ministério pretende vacinar 9,7 milhões de meninas e 10,8 milhões de meninos neste ano.

Vacinas de HPV estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (Foto: SMS Goiânia/Divulgação)

Vacinas de HPV estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (Foto: SMS Goiânia/Divulgação)

Por que vacinar?

O vírus do papiloma humano, ou HPV, é causa de diversos tipos de cânceres. No mundo, 640 mil casos foram noticicados devido à doença.

Com isso, a vacina previne 70% dos casos de câncer de colo de útero, 90% de câncer anal, 63% de câncer de pênis, 70% de câncer vaginal, 72% de câncer de orofaringe e 90% das verrugas vaginais.

A vacina é segura e não aumenta o risco de eventos adversos graves, aborto ou interrupção da gravidez.

O HPV no Brasil

Em estudo feito em 2017, mais de 7 mil pessoas foram entrevistadas em todo o país. Os dados mostraram que 37,6% das pessoas entrevistadas apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer.

O estudo mostrou, ainda, que 16,1% dos adolescentes já teve uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) ou um resultado positivo para HPV ou sífilis.

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A estranha doença conhecida como língua ‘peluda’

Por BBC

Sintomas da doença são náusea, halitose, distúrbio degustativo e, obviamente, uma aparência pouco atraente da língua (Foto: The New England Journal of Medicine)

Sintomas da doença são náusea, halitose, distúrbio degustativo e, obviamente, uma aparência pouco atraente da língua (Foto: The New England Journal of Medicine)

Imagine a cena: você acorda e, ao escovar os dentes olhando-se no espelho, descobre que sua língua está completamente negra.

O caso não é tão raro quanto se imagina e aconteceu com uma americana de 55 anos, segundo o que publicou a revista científica The New English Journal of Medicine nesta semana.

A mulher, que não teve seu nome divulgado, havia sofrido um acidente de trânsito e foi levada ao hospital para receber tratamento médico.

Ao tomar um antibiótico chamado monociclina, relatou ter tido náuseas e um sabor ruim na boca. Foi quando percebeu que sua língua estava negra e com uma textura desagradável.

O médico Yasir Hamad, responsável pelo caso, disse que a suspeita era de que se tratava de um transtorno conhecido como “língua negra pilosa”, conhecida popularmente como “língua peluda”.

A doença é reversível e não deixa sequelas, mas pode gerar traumas.

Mas em que consiste essa enfermidade e o que pode provocá-la?

Se um dia você tiver essa doença, não se preocupe: não nascerão pelos em sua língua.

Mas ela, muito provavelmente, ficará com uma coloração escura e uma textura peculiar, dando-lhe uma aparência ‘peluda’.

Cores diferentes

Hamad, que é professor-assistente da Escola de Medicina San Luis, da Universidade de Washington, explica que a “língua negra” pode ser um dos efeitos colaterais de alguns antibióticos, principalmente a tetraciclina.

Mas também pode ser resultado de má higiene bucal, ou provocada – e até mesmo acentuada – pelo uso de enxaguante bucal que irrita a mucosa da língua, tabagismo e algumas infecções.

Há médicos que descrevem a doença como “benigna e indolor”.

De qualquer maneira, essa enfermidade é considerada relativamente comum e atinge cerca de 13% da população, segundo a Academia de Medicina Bucal dos EUA.

A doença pode se manifestar em pessoas de qualquer idade, mas é mais comum em adultos, especialmente homens.

Segundo explica a entidade, “há um descolamento defeituoso do tecido que cobre a língua. Normalmente, a língua é coberta por estruturas cônicas chamadas papilas filiformes. Essas papilas geralmente têm aproximadamente um milímetro de comprimento.”

Em casos severos, a extensão de cor escura pode ser bastante acentuada, dando uma aparência similar a pelos na parte superior da língua.

Em 2006, publicação acadêmica publicou caso de fumante que viveu com doença por vários anos (Foto: The New England Journal of Medicine)

Em 2006, publicação acadêmica publicou caso de fumante que viveu com doença por vários anos (Foto: The New England Journal of Medicine)

“Quando as papilas não se desprendem adequadamente, alimentos, bactérias e, às vezes, fungos podem se acumular na superfície da língua”, informa a Academia de Medicina Bucal americana.

Ao se acumularem, produzem várias cores: marrom, branco, verde ou rosa, dependendo da causa específica, segundo a entidade.

Certos tipos de bactérias ou fungos também são responsáveis pela cor preta.

Segundo os médicos, apesar da aparência desagradável, essa patologia pode ser revertida com o tratamento adequado. Eles garantem que não há sequelas.

Hamad explica ser necessário suspender o agente que está provocando ou acelerando a doença. Mas nada disso adianta se o paciente não melhorar sua boa higiene bucal.

No caso da mulher atendida por Hamar, a paciente interrompeu o uso do antibiótico e, quatro semanas depois, viu sua língua voltar ao normal.

Náusea, halitose e distúrbio degustativo

O New English Journal of Medicine também divulgou o caso de um homem, fumante, de 85 anos de idade, sem antecedentes médicos relevantes que sofria da mesma doença.

Os autores do relatório, médicos da Universidade de Medicina de Essen, na Alemanha, disseram que ele apresentava uma coloração negra e de ‘aparência peluda’ na língua. O homem viveu anos com a enfermidade.

Os médicos Andreas Korber e Joachim Dissemond disseram que os sintomas dessa doença podem ser “náusea, halitose, distúrbio degustativo e, obviamente, uma aparência pouco atraente da língua”.

Eles recomendam “aumentar a hidratação e a salivação” e “escovar a língua com uma escova macia”, usando retinóides tópicos ou ácido salicílico.

A Academia Americana de Medicina Bucal dos EUA recomenda que, se a pessoa tiver a doença da língua peluda uma vez, é preciso cuidado redobrado pois as chances de que ela se manifeste novamente são altas.

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Brasil teve oito mortes por sarampo em 2018, diz Ministério da Saúde

Por G1

Vacinação contra pólio e sarampo foi prorrogada até o dia 14 de setembro (Foto: Prefeitura de Divinópolis/Divulgação)

Vacinação contra pólio e sarampo foi prorrogada até o dia 14 de setembro (Foto: Prefeitura de Divinópolis/Divulgação)

O Brasil teve 8 mortes por sarampo em 2018, informou o Ministério da Saúde nesta quarta-feira (5). Segundo a nota, foram 4 mortes em Roraima (3 estrangeiros e um brasileiro) e 4 no Amazonas (todos brasileiros, sendo 2 do município de Manaus e 2 do município de Autazes). Os estados têm surto da doença e juntos já registraram 1533 casos confirmados de sarampo.

Até o dia três de setembro, foram 1.579 casos de sarampo confirmados em todo país.

No Amazonas foram confirmados 1.232 casos e 7.439 estão em investigação. Já Roraima registrou 301 casos da doença, sendo que 74 continuam em investigação.

Outros estados também apresentaram casos, mas o governo não classifica como “surto”. Veja os números do sarampo por estado:

Casos de sarampo no Brasil até 04 de agosto de 2018

Estados Casos confirmados
Amazonas 1232
Roraima 301
Rio de Janeiro 18
Rio Grande do Sul 18
Pernambuco 4
São Paulo 2
Pará 2
Rondônia 2

Vacinação prorrogada

A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomelite foi prorrogada até o dia 14 de setembro na tentativa de que a meta seja alcançada.

A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 95% das 11,2 milhões de crianças independentemente da situação vacinal e criar uma barreira sanitária de proteção da população brasileira. Todas as crianças com idade de 1 até 5 anos devem comparecer nas unidades de saúde – exceto as que já se vacinaram contra as duas doenças nos últimos 30 dias.

A campanha tem por objetivos:

  • Vacinar quem nunca tomou a vacina;
  • Completar todo o esquema de vacinação de quem não tomou todas as vacinas;
  • Dar uma dose de reforço para quem já se vacinou completamente (ou seja, tomou todas as doses necessárias à proteção).

Esse tipo de campanha que inclui o reforço da dose, informa o Ministério da Saúde, acontece de quatro em quatro anos e já estava prevista no orçamento da pasta. Esse ano, no entanto, a campanha é ainda mais importante dada à volta da circulação do sarampo no território brasileiro e a ameaça da poliomielite.

Quem deve ser vacinado?

Contra a poliomielite: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou. Em casos de nenhuma dose, será aplicada a Vacina Inativada Poliomielite. Em caso de uma ou mais doses, será aplicada a Vacina Oral Poliomielite, a famosa “gotinha”.

Contra o sarampo: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou.

Não devem ser vacinadas: crianças de 1 até 5 anos que tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Em relação à paralisia infantil (poliomielite), trata-se de uma precaução, já que 312 cidades estão abaixo da meta preconizada para o controle da doença e um caso foi registrado na Venezuela em junho. Não há, contudo, casos de paralisia infantil no Brasil.

O país erradicou a poliomielite do território em 1994; já o certificado de eliminação do sarampo havia sido alcançado em 2016.

O ministério informou que para a poliomielite, as crianças que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberão a Vacina Inativada Poliomielite. Já os que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina, receberão a Vacina Oral Poliomielite, a famosa “gotinha”.

Em relação ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola), seja qual for a situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias.

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