Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

Jovem de 22 anos morre por meningite na capital paulista; cidade contabiliza 10 mortes e 58 casos

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, vítima era moradora da Zona Norte. Prefeitura considera que São Paulo teve surtos da doença nos distritos Jardim São Luis, Pari e Vila Formosa/Aricanduva.

Por Tv Globo e g1 SP — São Paulo

A capital paulista registrou mais uma morte por meningite na cidade, informou a Secretaria Municipal de Saúde. A vítima é um jovem de 22 anos que morava na Zona Norte.

Ainda conforme o órgão, mais um caso positivo também foi registrado entre segunda-feira (3) e terça-feira (4). Agora, a cidade contabiliza 10 mortes e 58 casos desde o começo do ano.

A Secretaria Municipal de Saúde esclarece que a morte e o caso registrado não têm relação com os três surtos registrados em diferentes distritos da capital: Jardim São Luis, Pari e Vila Formosa/Aricanduva.

Surto

A Vila Formosa registrou cinco casos de meningite no período de 16 de julho a 15 de setembro. Uma mulher de 42 anos morreu.

A pasta afirmou que se considera surto da doença meningocócica quando há ocorrência de três ou mais casos do mesmo sorogrupo em um período de 90 dias.

Bloqueios contra a meningite na zona leste

Diante das notificações, foram feitas ações de prevenção e controle da doença, como quimioprofilaxia dos comunicantes próximos (comprimidos dados a pessoas que tiveram contato com um paciente da doença para evitar o desenvolvimento da meningite) e intensificação vacinal na região.

O número de casos e óbitos confirmados neste ano ainda é menor do que o registrado em todo o ano de 2019, quando foram 158 casos registrados de meningite meningocócica e 28 óbitos.

Em 2021, foram 7 óbitos e 37 casos. Já em 2020, 12 óbitos e 72 casos da doença. A prefeitura diz que o baixo registro em 2020 e 2021 tem relação com as medidas restritivas adotadas durante a pandemia de Covid-19.

Vacinação

Como parte do calendário vacinal de rotina, o imunizante contra a meningite meningocócica C deve ser aplicado em bebês de 3, 5 e 12 meses.

Já o de meningite ACWY atualmente é aplicado na faixa etária de 11 a 14 anos de idade. A vacinação foi ampliada no dia 19 de setembro também para adolescentes de 13 a 14 anos até junho de 2023, conforme definições do Programa Nacional de Imunizações.

Apenas em situações excepcionais, como a do surto localizado que ocorre no momento nos distritos da Vila Formosa e Aricanduva, os imunizantes são indicados para adultos.

As exceções são profissionais de saúde, que podem ser vacinados mediante comprovante de vínculo empregatício em serviço de saúde do município de São Paulo, documento de Conselho de Classe, comprovante de profissão, certificado ou diploma. A vacinação desses profissionais está liberada até fevereiro de 2023.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Brasil registra mais 109 mortes por Covid; média móvel aponta alta

São 686.640 óbitos e 34.743.598 casos conhecidos de Covid-19 registrados desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

O Brasil registrou nesta quarta-feira (5) 109 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 686.640 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 95. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +42%, indicando tendência de alta pelo segundo dia.

Brasil, 5 de outubro

  • Total de mortes: 686.640
  • Registro de mortes em 24 horas: 109
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 95 (variação em 14 dias: +42%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 34.743.598
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 8.056
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 6.676 (variação em 14 dias: -4%)

No total, o país registrou 8.056 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.743.598 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 6.676. A variação foi de -4% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins não divulgaram atualização dos dados até às 20h desta quarta-feira.

  • Em alta (5 estados): RO, SP, PA, SC, GO
  • Em estabilidade (7 estados): AM, RJ, AL, SE, BA, AC, GO
  • Em queda (8 estados e o DF): PR, ES, DF, MS, MG, AP, MT, MA, MG
  • Não divulgou (6 estados): CE, PB, PI, RN, RR, TO

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Sobe para 144 número de casos confirmados de varíola dos macacos em PE; notificações chegam a 1.235

Dados foram divulgados, nesta terça (4). Pernambuco tem confirmada transmissão comunitária da doença.

Por g1 PE

Subiu para 144 o número de casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox) em Pernambuco, 18 a mais em uma semana. O boletim atualizado sobre a doença foi divulgado nesta terça-feira (4) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Ao todo, Pernambuco tem 1.235 notificações da doença, sendo 144 confirmadas, 350 descartadas e 707 ainda em investigação. No estado, já foi confirmada a transmissão comunitária, quando não é possível estabelecer de onde partiu da contaminação.

A SES informou que, entre os casos em investigação, 644 são “suspeitos” e 63 são “prováveis”, conforme classificação definida pelo Ministério da Saúde.

Nos casos suspeitos, os pacientes têm início súbito de lesão em mucosas e/ou erupção cutânea aguda sugestiva de varíola dos macacos. Os prováveis têm, além das lesões, outros critérios como exposição próxima e prolongada com caso provável ou confirmado de monkeypox.

Do total de confirmações, 114 são do sexo masculino e 30 do sexo feminino. Dos 144 casos positivos, 47 foram curados e 97 estão em isolamento domiciliar. A maioria dos casos confirmados é entre a população de 20 a 39 anos. São 94 pacientes dentro dessa faixa etária.

A distribuição de casos confirmados por faixa etária é a seguinte:

  • 0 a 9: 8;
  • 10 a 19: 12;
  • 20 a 29: 47;
  • 30 a 39: 47;
  • 40 a 49: 18;
  • 50 a 59: 5;
  • 60 e mais: 7.

Entre os casos suspeitos, 356 são homens e 288 são mulheres. As faixas etárias são: 0-9 (90), 10-19 (126), 20-29 (137), 30-39 (128), 40-49 (83), 50-59 (48), 60 e mais (32).

Com relação aos casos prováveis, 48 são do sexo masculino e 15 são do sexo feminino. As faixas etárias são: 0-9 (8), 10-19 (10), 20-29 (18), 30-39 (10), 40-49 (15), 60 e mais (2).

A doença

Varíola dos macacos: o que você precisa saber

A transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama, independentemente da orientação sexual de quem está infectado.

A doença costuma causar os seguintes sintomas iniciais:

  • febre;
  • dor de cabeça;
  • dores musculares;
  • dor nas costas;
  • gânglios (linfonodos) inchados;
  • calafrios;
  • exaustão.

Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

De acordo com o Ministério da Saúde, as pessoas com sintomas da doença devem procurar atendimento médico caso apresentem algum sintoma suspeito, e emitiu as seguintes recomendações:

  • Mantenham uso de máscaras, principalmente em ambientes com indivíduos potencialmente contaminados com o vírus;
  • Afastem-se de pessoas que apresentem sintomas suspeitos como febre e lesões de pele-mucosa (erupção cutânea, que habitualmente afeta o rosto e as extremidades e evolui de máculas para pápulas, vesículas, pústulas e posteriormente crostas);
  • Usem preservativo em todos os tipos de relações sexuais (oral, vaginal, anal) uma vez que a transmissão pelo contato íntimo tem sido a mais frequente;
  • Estejam alertas para observar se sua parceria sexual apresenta alguma lesão na área genital e, se presente, não tenham contato;
  • Procurem assistência médica, caso apresentem algum sintoma suspeito, para que se estabeleça diagnóstico clínico e, eventualmente, laboratorial.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Brasil registra 52 mortes por Covid e média móvel fica em estabilidade pelo terceiro dia

São 686.421 óbitos e 34.726.506 casos conhecidos de Covid-19 registrados desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

O Brasil registrou nesta segunda-feira (3) 52 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 686.421 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 77. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 5%, indicando tendência de estabilidade pelo terceiro dia seguido.

Brasil, 3 de outubro

  • Total de mortes: 686.421
  • Registro de mortes em 24 horas: 52
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 77 (variação em 14 dias: +5%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 34.726.506
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 5.145
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 6.468 (variação em 14 dias: -15%)
Média de mortes desta segunda-feira — Foto: Arte g1

Média de mortes desta segunda-feira — Foto: Arte g1

No total, o país registrou 5.145 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.726.506 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 6.468 . A variação foi de -15% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Média de casos desta segunda — Foto: Arte g1

Média de casos desta segunda — Foto: Arte g1

Acre, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe não divulgaram seus boletins até às 20h desta segunda-feira.

  • Subindo (5 estados): SC, AL, SP, PE, PA
  • Em estabilidade (5 estados): RJ, RO, RR, GO, BA
  • Em queda (11 estados e o DF): TO, MT, MA, AP, PB, MG, MS, ES, PR, AM, DF, RS
  • Não divulgou (5 estados): AC, CE, PI, RN e SE
Destaques das médias — Foto:  Arte g1

Destaques das médias — Foto: Arte g1

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Após corte no orçamento, Ministério da Saúde incorpora cinco medicamentos ao Farmácia Popular

Programa oferece medicamentos de graça para o tratamento de diversas doenças e funciona em parceria com farmácias particulares. Medicamentos contra doenças cardiovasculares, diabetes e insuficiência cardíaca foram incorporados.

Por g1

30/09/2022 08h15  Atualizado há 3 horas

O Ministério da Saúde anunciou na última quinta-feira (29) que decidiu incorporar cinco novos medicamentos ao programa Farmácia Popular do Brasil, que disponibiliza remédios gratuitos para o tratamento de diabetes, asma e hipertensão em parceria com farmácias particulares.

Com a iniciativa, os seguintes medicamentos contra doenças cardiovasculares, diabetes e insuficiência cardíaca foram incorporados:

  • Besilato de Anlodipino 5 mg (hipertensão arterial/gratuidade)
  • Succinato de Metoprolol 25 mg (hipertensão arterial/gratuidade)
  • Espironolactona 25 mg (hipertensão arterial/gratuidade)
  • Furosemida 40 mg (hipertensão arterial/gratuidade)
  • Dapagliflozina 10 mg (diabetes mellitus tipo 2 associada a doença cardiovascular/modalidade de copagamento, quando o usuário paga parte do valor)

Segundo a pasta, os remédios ficarão disponíveis daqui a 30 dias. A portaria que estabelece a incorporação dos medicamentos foi publicada nesta sexta-feira (30) no Diário Oficial da União.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, a estimativa é que 2,7 milhões de pessoas sejam beneficiadas com os novos medicamentos do programa.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Meningite: o que é, como ocorre a transmissão e o que fazer para se proteger

As meninges são as membranas que envolvem todo o sistema nervoso central. A meningite ocorre quando há alguma inflamação desse revestimento.

Por g1

A meningite é uma doença que pode ser confundida com a gripe, mas as sequelas são graves e ela pode até matar. Neste ano, a capital paulista registrou 56 casos da doença até terça-feira (27), mas nos últimos 90 dias um surto foi identificado, especialmente da meningite meningocócica (causada por bactérias).

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a doença foi responsável por cinco casos no período de 16 de julho a 15 de setembro. Mas o que causa esse tipo de meningite, como ela é transmitida e de que forma podemos nos proteger?

Nesta reportagem, você vai ver:

  1. O que é a meningite?
  2. O que causa a doença?
  3. O que é a meningite meningocócica ?
  4. Como ocorre a transmissão da meningite meningocócica?
  5. Quais são os sintomas da meningite meningocócica?
  6. Quais são as formas de prevenção?
  7. Como é o tratamento da meningite?

1) O que é a meningite?

As meninges são as membranas que envolvem todo o sistema nervoso central. A meningite ocorre quando há alguma inflamação desse revestimento, causado por micro-organismos, alergias a medicamentos, câncer e outros agentes.

“A meningite é a inflamação das membranas que cobrem o cérebro, essas ‘capinhas’. Por isso, essa inflamação ocasiona dor de cabeça, fadiga, mal-estar, febre alta, rigidez de nuca…”, explica Lina Paola Rodrigues, infectologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

A meningite tem uma alta taxa de mortalidade e sequelas, como surdez, perda dos movimentos e danos ao sistema nervoso. As crianças são a faixa etária mais atingida, e os pacientes devem ter um acompanhamento por pelo menos 6 meses depois da doença.

Meningite pode se manifestar de várias formas

2) O que causa a doença?

A doença pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas, segundo o Ministério da Saúde.

Segundo a pasta, as meningites virais e bacterianas são as mais importantes para a saúde pública, devido a magnitude de sua ocorrência e o potencial de produzir surtos.

O ministério ressalta ainda que a ocorrência das meningites bacterianas é mais comum no outono-inverno e das virais na primavera-verão. O sexo masculino também é o mais acometido pela doença.

3) O que é a meningite meningocócica ?

A meningite pode ser causada por várias bactérias, mas as principais são: meningococo e pneumococo.

A meningite meningocócica em específico é causada pelos meningococos Neisseria meningitidis e pode afetar pessoas de qualquer idade.

4) Como ocorre a transmissão da meningite meningocócica?

A meningite é transmitida quando pequenas gotas de saliva da pessoa infectada entram em contato com as mucosas do nariz ou da boca de um indivíduo saudável. Pode ser por meio de tosse, espirro ou secreções eliminadas pelo trato respiratório (nariz e boca).

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, para que essa transmissão ocorra, há necessidade de contato direto, íntimo e frequente com a pessoa doente (troca de secreção).

5) Quais são os sintomas da meningite meningocócica?

Os principais sintomas de meningites bacterianas costumam aparecer em pouco tempo. São eles, ainda de acordo com o Ministério da Saúde:

  • Febre alta;
  • Mal-estar;
  • Vômitos;
  • Dor forte de cabeça e no pescoço;
  • Dificuldade para encostar o queixo no peito;
  • Manchas vermelhas espalhadas pelo corpo (em alguns casos).

Além disso, nos bebês, os seguintes sintomas são mais comuns:

Nos bebês pode-se também observar:

  • Moleira tensa ou elevada;
  • Gemido quando tocado;
  • Inquietação com choro agudo;
  • Rgidez corporal com movimentos involuntários, ou corpo “mole”, largado.

“Em caso de suspeita, o paciente deve ser levado imediatamente ao pronto de socorro”, diz Lina Paola Rodrigues.

“Essa é uma doença que pode evoluir com gravide, tem alta mortalidade e nos casos de sobrevivência tem chances de sequelas graves, como surdez, impactos motores, etc.”

6) Quais são as formas de prevenção?

Existem imunizantes no sistema público de saúde que protegem contra a doença. As vacinas disponíveis no calendário de vacinação do Programa Nacional de Imunização são:

  • Vacina meningocócica (Conjugada): protege contra a doença meningocócica causada pelo sorogrupo C.
  • Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite.
  • Pentavalente: protege contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo B, como meningite, e também contra a difteria, tétano, coqueluche e hepatite B.

7) Como é o tratamento da meningite?

O tratamento depende do agente causador da infecção.

A meningite viral não tem tratamento específico e, como outras viroses, resolve-se por conta própria. Os medicamentos só podem tratar os sintomas, como dor e febre, explica o Ministério da Saúde.

Já as meningites bacterianas são mais graves e devem ser tratadas imediatamente, em ambiente hospitalar, com administração de antibióticos.

“A vacina é principal prevenção. Mas nessa época de inverno, o ideal é manter as medidas de isolamento e higienização de mãos”, diz Lina Paola Rodrigues, infectologista da BP.

De acordo com a Secretaria de Saúde de São Paulo, após 24 horas do início do tratamento com antibiótico, o paciente não transmite mais a bactéria.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Média móvel de mortes por Covid volta a ficar abaixo de 50 no Brasil pela 1ª vez em mais de 900 dias

São 685.978 óbitos e 34.696.863 casos conhecidos de Covid-19 registrados desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

O Brasil registrou nesta quarta-feira (28) 48 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 685.978 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 46 – voltando a ficar abaixo da marca de 50 pela primeira vez em pouco mais de 900 dias, desde 4 de abril de 2020 (quando estava em 47). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -32%, indicando tendência de queda.

Brasil, 28 de setembro

  • Total de mortes: 685.978
  • Registro de mortes em 24 horas: 48
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 46 (variação em 14 dias: -32%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 34.696.863
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 8.800
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 6.446 (variação em 14 dias: -26%)
Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

No total, o país registrou 8.800 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.696.863 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 6.446. A variação foi de -26% em relação a duas semanas atrás.

Média móvel de casos nos últimos 14 dias no Brasil — Foto: Editoria de Arte/g1

Média móvel de casos nos últimos 14 dias no Brasil — Foto: Editoria de Arte/g1

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins não registraram qualquer morte pela doença no período de 24 horas. Em Rondônia, também não houve qualquer novo caso conhecido em no período. Piauí e Rio de Janeiro não divulgaram atualização de casos e de mortes até o fechamento deste boletim.

  • Em alta (3 estados): PA, PE, CE
  • Em estabilidade (4 estados e o DF): DF, AP, SE, SC, PR
  • Em queda (16 estados): AL, MS, SP, RS, MT, MG, AM, GO, BA, RN, MA, PB, AC, TO, ES, RO
  • Não divulgaram (2 estados): PI, RJ

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Com cobertura contra Covid ‘abaixo do esperado’, PE recebe 43 mil doses para reforçar vacinação de crianças de 3 e 4 anos

Nesta terça, estado recebeu primeiro lote de vacinas contra a Covid exclusivamente para a imunização dessa faixa etária. Mais de 300 mil crianças estão aptas, mas só 7 mil finalizaram esquema.

Por g1 PE

Pernambuco recebeu, nesta terça (27), o primeiro lote de vacinas contra a Covid exclusivamente para a imunização de crianças de 3 e 4 anos de idade. São 43.030 doses da Coronavac/Butantan para a imunização infantil. O governo informou que índice de cobertura está ‘abaixo do esperado”.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), desde julho, quando começou a campanha para essa faixa etária, as crianças estavam tomando as doses dos estoques dos municípios.

O lote que chegou nesta terça tem quatro volumes. Os imunizantes foram entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI-PE) e já estão sendo separadas para o envio aos municípios.

No estado, 304.141 crianças de 3 e 4 anos de idade estão aptas a receber as duas doses da vacina, com intervalo de 28 dias entre elas.

Por meio de nota, o governo disse que a chegada desse lote permitirá mais acesso das crianças ao programa de vacinação contra Covid.

De acordo com o governo, até esta terça, 43.557 crianças com 3 e 4 anos tinham tomado a primeira dose da vacina contra a Covid-19. “Apenas 7.222 estão com o esquema vacinal completo”, acrescentou o governo.

A SES-PE disse que os municípios devem ficar atentos à utilização dessas vacinas para garantir as segundas doses das crianças que já iniciaram seus esquemas vacinais há 28 dias.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Vacinação de crianças de 6 meses a 4 anos com Pfizer contra Covid segue sem data; governo adia reunião

Após aprovação da Anvisa, Ministério da Saúde convocou grupo técnico para discutir vacinação deste público, mas reunião foi desmarcada. Governo tem 35 milhões de doses para receber da Pfizer e precisa de ao menos 21 milhões para esta faixa.

Por Marina Pagno, g1 — São Paulo

O governo federal ainda não tem previsão de quando vai utilizar a vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças a partir de seis meses de idade. Apesar da aprovação da Anvisa, o Ministério da Saúde prevê a realização de uma reunião com técnicos sobre o tema. O encontro ocorreria na sexta-feira (30), mas foi desmarcado.

A demora na inclusão da vacina repete o que ocorreu com a liberação das doses para a faixa de 5 a 11 anos: à época, o ministro Marcelo Queiroga convocou uma audiência e uma consulta pública para discutir a imunização infantil (relembre os trâmites abaixo).

No governo atual, há histórico de ministérios que publicaram documentos oficiais para desestimular a vacinação infantil, e o próprio presidente Jair Bolsonaro atacou a vacinação infantil contra Covid e espalhou desinformação sobre mortes de crianças.

A atual etapa de “aconselhamento” está a cargo da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI). Com o adiamento da inclusão do tema na reunião da CTAI – sem data definida – o país segue sem previsão de quando começa a usar um “saldo” de 35 milhões de doses que tem junto a PFizer graças a um contrato já assinado com a fabricante.

Em entrevista ao g1, o diretor do Departamento de Logística (DLOG) do Ministério da Saúde, Ridauto Fernandes, diz que o acordo prevê a possibilidade de ajustar qual o tipo de vacina a ser recebida e que essa etapa da burocracia não deve ser demorada.

“O contrato prevê possibilidade de ajustarmos o tipo [de vacina] a ser entregue, se houver evoluções do produto. E ajustaremos. Não deve demorar muito”, disse Fernandes.

A expectativa é de que as doses que ainda não chegaram no Brasil sejam destinadas para o novo público infantil, mas o governo e Pfizer não detalham como andam as negociações. O contrato em vigor também prevê um acréscimo de 50 milhões de doses, o que não deve acontecer.

“Todos os contratos previram a possibilidade de acréscimo de doses. O acréscimo máximo é de 50% em cada um. Mas não houve acréscimos nos dois primeiros e nem temos previsão disso no terceiro”, afirmou Ridauto.

Público-alvo da faixa etária

Atualmente o Ministério da Saúde precisa de cerca de 39 milhões de doses para vacinar as crianças brasileiras de 6 meses a 4 anos. O esquema vacinal previsto é de três doses.

Segundo dados do IBGE, o Brasil possui cerca de 13 milhões de crianças entre 6 meses e 4 anos. Tirando a faixa etária de 3 e 4 anos, que também pode ser vacinada com a Coronavac, o número de doses necessárias é menor: cerca de 21 milhões, em um cálculo aproximado.

Considerando esse recorte, o governo federal teria doses da Pfizer suficientes para vacinar apenas as crianças de 6 meses até 2 anos e 11 meses.

A aplicação das doses da Coronavac em crianças a partir dos 3 anos é feita de forma isolada pelo país e com base nos estoques em cada localidade desde a aprovação da Anvisa, em julho desde ano.

No último dia 22, crianças ficaram sem a segunda dose em Natal (RN) por falta da vacina nas unidades de saúde. Recentemente, o Ministério da Saúde negociou a compra de 1 milhão de doses com o Instituto Butantan.

Bolsonaro ataca vacinação infantil e minimiza mortes de crianças por Covid, dizendo que não conhece nenhum caso

Reunião desmarcada

Na semana passada, o Ministério da Saúde chegou a convocar os membros da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI) para uma reunião, que seria na próxima sexta-feira (30). Integrantes do grupo técnico viram o convite com a possibilidade de começar a discutir, dentro da pasta, o início da vacinação com a Pfizer a partir dos seis meses.

No entanto, em um segundo e-mail, o Ministério da Saúde desmarcou a reunião. A justificativa dada foi “mudança de pauta”, segundo apurou a reportagem. Até esta segunda-feira (26), uma nova data ainda não tinha sido marcada (entenda abaixo).

“Há uma lentidão e uma indisposição do governo em acelerar o processo. As negociações com a Pfizer já deveriam estar acontecendo. Porque o grande gargalo do processo é abrir negociação com o fabricante”, ressaltou o pediatra e infectologista Renato Kfouri.

“Esse processo deveria ser feito o mais rápido possível. O que temos visto é que as crianças são acometidas, sim, com números consideráveis de óbitos nessa faixa etária. A vacina se mostra segura, já é usada em vários países, e ela mostra eficácia protetora mesmo para a [variante] ômicron e suas formas graves, com internação e morte”, disse o médico pediatra Juarez Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Mais de 30,1 mil casos graves de Covid-19 em bebês e crianças de zero a quatro anos foram reportados desde o início da pandemia até o dia 3 de setembro de 2022. Em relação às mortes pela doença nessa faixa etária, foram 1,6 mil desde 2020. Em agosto deste ano, foram 554 casos graves e 27 óbitos.

Os dados são do SIVEP-Gripe, sistema do Ministério da Saúde, e foram levantados pelo InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), grupo que monitora casos e óbitos de doenças respiratórias no país.

Especialistas defendem que a vacinação das crianças mais novas comece o quanto antes. O público é considerado, no momento, o mais vulnerável e exposto à covid-19, justamente pela falta de vacina.

“A gente nunca viu uma doença imunoprevenível matar tanto as crianças como a covid-19. Se eu sei que tenho esse cenário, é mais do que natural que eu queira a prevenção das crianças”, afirmou a médica Rosana Richtmann, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Rosana que também alertou para o aumento dos casos de gripe nos últimos dias. “A circulação intensa de vírus influenza já lotou as UTIs de novo e os serviços de pediatria. Os estudos mostram que, quando você tem a circulação de dois vírus em uma criança, o risco de uma doença grave pode aumentar”, afirmou.

Entenda o processo

A vacina da Pfizer para crianças de 6 meses a 4 anos foi aprovada pela Anvisa no último dia 16. Com frasco na cor vinho, ela é uma vacina com composição e dosagem diferentes das outras vacinas da farmacêutica já usadas no País. São três doses para cada criança: as duas doses iniciais devem ser administradas com três semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose.

A partir da decisão da Anvisa, o imunizante, a rigor, já está liberado para uso no Brasil, mas quem define o calendário de vacinação é o Ministério da Saúde, que possui acordo com a farmacêutica e é responsável por distribuir a vacina no SUS.

Em outros momentos da campanha de vacinação, antes da decisão final, a pasta convocou a CTAI, grupo criado em 2021 e formado por representantes da sociedade científica e por especialistas. Ele tem uma função de ajudar o ministério na tomada de decisões relacionadas à covid-19, como o uso de vacinas para determinados públicos depois da aprovação da Anvisa.

A palavra final é do Ministério da Saúde, que decide se segue ou não a avaliação proposta pelo grupo. Em nota, a assessoria de imprensa diz apenas que “havendo recomendação pela área técnica da pasta, as vacinas serão disponibilizadas para todo o Brasil, como já ocorre com as demais faixas etárias”.

g1 também procurou o secretário de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde e responsável pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), Arnaldo Medeiros, mas não obteve resposta.

No passado, demorou um mês para que a vacina da Pfizer para outro público infantil – de 5 a 11 anos – chegasse nos estados. A aprovação da Anvisa aconteceu em 15 de dezembro de 2021 e as primeiras doses foram enviadas pelo Ministério da Saúde apenas no dia 14 de janeiro de 2022. Na época, o imunizante também não estava disponível no país por ter uma composição e uma estética diferentes das outras (frasco laranja).

Durante o processo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, tomou uma atitude inédita na campanha de vacinação contra a covid-19 ao convocar uma audiência e uma consulta pública para discutir a imunização infantil. Especialistas criticaram a realização dos eventos e apontaram que o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) estava tentando postergar a vacinação dos pequenos.

Queiroga chegou cogitar a exigência de uma receita médica para imunização da faixa etária de 5 a 11 anos, mas a proposta foi descartada.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Média móvel de mortes por Covid no Brasil volta a estabilidade após 18 dias em queda

São 685.725 óbitos e 34.659.526 casos conhecidos de Covid-19 registrados desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Última semana teve, em média, 65 vítimas por dia no país.

Por g1

O Brasil registrou nesta quinta-feira (22) 69 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 685.725 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 65. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -15%, indicando tendência de estabilidade após 18 dias seguidos em queda.

Brasil, 22 de setembro

  • Total de mortes: 685.725
  • Registro de mortes em 24 horas: 69
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 65 (variação em 14 dias: -15%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 34.659.526
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 7.784
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 6.592 (variação em 14 dias: -21%)
Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

No total, o país registrou 7.784 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.659.526 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 6.592 —a menor registrada desde 29 de dezembro (quando estava em 6.022). A variação foi de -21% em relação a duas semanas atrás.

Média móvel de casos nos últimos 14 dias no Brasil — Foto: Editoria de Arte/g1

Média móvel de casos nos últimos 14 dias no Brasil — Foto: Editoria de Arte/g1

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Sergipe e Tocantins não registraram qualquer morte pela doença no período de 24 horas. Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima não divulgaram atualização de casos e mortes até o fechamento deste boletim.

  • Em alta (3 estados): AP, MA, SP
  • Em estabilidade (7 estados e o DF): AC, RO, TO, DF, PB, RS, MG, PR
  • Em queda (13 estados): MT, BA, PE, GO, SC, RJ, MS, ES, AM, CE, PA, SE, AL
  • Não divulgaram (3 estados): PI, RN, RR
Média móveis nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Média móveis nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.