Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Brasil tem média móvel de 196 mortes diárias por Covid

País contabiliza 615.606 óbitos e 22.135.976 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde.

Por g1

O Brasil registrou neste sábado (4) 152 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 615.606 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 196.Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -2% e aponta tendência de estabilidade pelo nono dia seguido.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h deste sábado. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Média móvel de mortes diárias no Brasil  — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes diárias no Brasil — Foto: Arte/g1

  • Domingo (28): 227
  • Segunda (29): 227
  • Terça (30): 231
  • Quarta (1º): 229
  • Quinta (2): 218
  • Sexta (3): 208
  • Sábado (4): 196

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Seis estados não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas: Roraima, Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Rio Grande do Norte. Já o Distrito Federal parou de divulgar atualizações em seus números durante os finais de semana.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.135.976 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 8.148 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 8.665 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +2% em relação aos casos registrados em duas semanas, voltando a indicar estabilidade nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 4 de dezembro

  • Total de mortes: 615.606
  • Registro de mortes em 24 horas: 152
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 196 (variação em 14 dias: -2%)
  • Total de casos confirmados: 22.135.976
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 8.148
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 8.665 (variação em 14 dias: +2%)

Estados

  • Em alta (6 estados): CE, MG, GO, AP, MA, RR
  • Em estabilidade (10 estados): SP, PA, RO, RS, ES, AC, AM, AL, BA, RJ
  • Em queda (10 estados ): TO, RN, PI, PE, PR, MS, MT, PB, SE, SC
  • Não divulgou (1 estado): DF

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Os dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h deste sábado (4) mostram que 136.640.850 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 64,06% da população.

159.638.745 pessoas, o que representa 74,84% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas.

A dose de reforço foi aplicada em 17.762.278 pessoas (8,33% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 314.041.873 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com média móvel de óbitos em alta — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de óbitos em alta — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de mortes em estabilidade — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de mortes em estabilidade — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de mortes em queda. — Foto: Arte/g1

Estados com média móvel de mortes em queda. — Foto: Arte/g1

Sul

  • PR: -18%
  • RS: -8%
  • SC: -23%

Sudeste

  • ES: +2%
  • MG: +63%
  • RJ: +9%
  • SP: -14%

Centro-Oeste

  • DF: Não divulgou
  • GO: +49%
  • MS: -42%
  • MT: -65%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: -11%
  • AP: +100%
  • PA: +8%
  • RO: +6%
  • RR: +50%
  • TO: -40%

Nordeste

  • AL: -14%
  • BA: +5%
  • CE: +26%
  • MA: +211%
  • PB: -22%
  • PE: -25%
  • PI: -21%
  • RN: -45%
  • SE: -20%

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Sintomas da ômicron parecem mais leves em quem foi vacinado ou já teve Covid, dizem cientistas

O diretor do Instituto de Doenças Contagiosas da África do Sul afirmou que a nova variante pode ser mais transmissível que a delta.

Por Jornal Nacional

Sintomas causados por variante ômicron parecem ser mais leves em vacinados dizem cientistas da África do Sul

Na África do Sul, cientistas afirmaram que os sintomas causados pela ômicron parecem mais leves em quem foi vacinado ou em quem já teve Covid.

O diretor do Instituto de Doenças Contagiosas da África do Sul disse que tem observado um número maior de reinfecções e que a ômicron pode ser mais transmissível que a variante delta. Segundo a Organização Mundial da Saúde, só 7,5% dos africanos estão completamente imunizados.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Teste de seis vacinas mostra que reforço após doses de Pfizer e de AstraZeneca aumenta proteção

Pesquisa do Reino Unido foi publicada nesta quinta-feira (2) na ‘The Lancet’. Ensaio envolveu mais de 2,8 mil pessoas com mais de 30 anos.

Por Carolina Dantas, g1

Um estudo publicado nesta quinta-feira (2) na “The Lancet” aponta um aumento da resposta imune após testes com reforço de seis vacinas aplicadas em pacientes que já tinham completado o esquema vacinal da Pfizer ou da AstraZeneca contra a Covid-19.

Destaques da pesquisa:

  • O ensaio randomizado e duplo cego (pacientes escolhidos em sorteio e sem o conhecimento dos autores) envolveu 2.878 adultos com mais de 30 anos;
  • Os pesquisadores avaliaram a resposta imunológica, não a eficácia, apesar de elas estarem relacionadas; ou seja: verificaram se ocorreu uma ação do sistema imunológico contra o vírus, mas não avaliaram a proporção de redução de casos de Covid entre o grupo vacinado em comparação com o grupo não vacinado;
  • São as sete vacinas que foram testadas como reforço da Pfizer ou da AstraZeneca: Novavax, Janssen, Moderna, Valneva, Curevac e, novamente, Pfizer ou AstraZeneca.

Durante os ensaios realizados em 2020, antes da aplicação em centenas de países, as duas doses da AstraZeneca e da Pfizer mostraram 79% e 90% de eficácia contra hospitalização e morte devido à Covid-19. No entanto, as evidências científicas apontam uma redução da proteção após meses do encerramento do esquema vacinal, o que justificaria uma dose de reforço. Até o momento, poucos estudos haviam divulgado resultados de uma aplicação “extra”.

“Os dados de efeitos colaterais mostraram que todas as vacinas são seguras para dose de reforço, com níveis aceitáveis de eventos inflamatórios, como dor no local da injeção, dor muscular, fadiga”, disse Saul Faust, líder da pesquisa e diretor do Centro de Pesquisa Clínica de uma fundação ligada ao NHS (serviço de Saúde do Reino Unido).

Segundo o cientista, a resposta do reforço após duas doses da AstraZeneca aumentou em todos os testes com as 7 vacinas envolvidas, variando entre 1,8 e 32,3 vezes na alta da imunogenicidade.

Já no caso da Pfizer, os resultados foram positivos para 6 imunizantes, com variação de 1,3 a 11,5 vezes. A vacina do laboratório Valneva é a única que não apresentou resultados promissores para a Pfizer, mas a vacina ainda está em processo de revisão contínua pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), primeiro passo para um pedido de autorização formal para uso.

“É importante observar que esses resultados são referentes apenas às vacinas como reforço após as duas aplicações primárias e à resposta imunológica que elas conduziram 28 dias após a ‘dose extra’. Trabalhos adicionais irão gerar dados três meses e um ano após o recebimento do reforço, o que trará novos ‘insights’ sobre a proteção a longo prazo e na memória imunológica”, explicou Saul Faust.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Brasil chega a marca de 615 mil mortos por Covid; média móvel é de 229 vítimas diárias

País contabiliza 615.020 óbitos e 22.104.631 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde.

Por g1

O Brasil registrou nesta quarta-feira (1º) 266 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 615.020 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 229.Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -13% e aponta tendência de estabilidade.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quarta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período  — Foto: Editoria de Arte/g1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quinta (25): 217
  • Sexta (26): 227
  • Sábado (27): 230
  • Domingo (28): 227
  • Segunda (29): 227
  • Terça (30): 231
  • Quarta (1º): 229

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Um estado não teve registro de mortes nas últimas 24 horas: MT. Já no Maranhão e em Rondônia não houve divulgação de novos dados até o fechamento deste boletim. Em RO, a secretaria informou que houve um problema de acesso ao banco de dados que deve ser resolvido até a quinta-feira (2). No MA, não houve justificativa para a não divulgação.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.104.631 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 11.436 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 8.745 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -3% em relação aos casos registrados em duas semanas, voltando a indicar estabilidade nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 1º de dezembro

  • Total de mortes: 615.020
  • Registro de mortes em 24 horas: 266
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 229 (variação em 14 dias: -13%)
  • Total de casos confirmados: 22.104.631
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 11.436
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 8.745(variação em 14 dias: -3%)

Estados

  • Em alta (5 estados): AP, GO, PB, BA, PE
  • Em estabilidade (13 estados): ES, CE, PA, RJ, MG, AC, RR, SE, AL, MS, RS, AM, TO
  • Em queda (6 estados e o DF): PR, PI, RN, SP, DF, MT, SC
  • Não divulgaram (2 estados): MA, RO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Dados também reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que 134.451.364 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 63,03% da população.

159.178.971 pessoas, o que representa 74,62% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas. A dose de reforço foi aplicada em 16.778.681 pessoas (7,87% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 310.409.016 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

Sul

  • PR: -21%
  • RS: -3%
  • SC: -43%

Sudeste

  • ES: 10%
  • MG: 1%
  • RJ: 3%
  • SP: -32%

Centro-Oeste

  • DF: -39%
  • GO: 52%
  • MS: 0%
  • MT: -42%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: -13%
  • AP: 400%
  • PA: 4%
  • RO: não divulgou
  • RR: 0%
  • TO: -14%

Nordeste

  • AL: 0%
  • BA: 24%
  • CE: 7%
  • MA: não divulgou
  • PB: 29%
  • PE: 19%
  • PI: -23%
  • RN: -30%
  • SE: 0%

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Brasil completa 30 dias com média móvel de mortes por Covid abaixo de 300

País contabiliza 614.754 óbitos e 22.093.195 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Análise aponta estagnação da média móvel de vítimas ao longo do último mês.

Por g1

O Brasil registrou nesta terça-feira (30) 326 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 614.754 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 231. É o 30º dia seguido com essa média abaixo da marca de 300; só uma vez no entanto ela ficou abaixo de 200 (196, em 20 de novembro), indicando certa estagnação (veja gráfico abaixo).Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -11% e aponta tendência de estabilidade. Na última quinzena, essa comparação indicou estabilidade em 13 dias, e queda em outros 2.

Além disso, a média móvel de casos ficou abaixo da marca de 8 mil pela primeira vez desde maio de 2020 (veja detalhes mais abaixo).

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta terça. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período  — Foto: Editoria de Arte/g1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quarta (24): 217
  • Quinta (25): 217
  • Sexta (26): 227
  • Sábado (27): 230
  • Domingo (28): 227
  • Segunda (29): 227
  • Terça (30): 231

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Dois estados não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas: AP e SE. Já no Acre e no Distrito Federal não houve divulgação de novos dados até o fechamento deste boletim. No AC, os portais de divulgação ficaram fora do ar, e no DF, desde 6 de novembro a secretaria parou de divulgar balanços nos finais de semana e feriados; os brasilienses celebram oficialmente nesta terça o Dia do Evangélico.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.093.195 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 10.161 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 7.781 novos diagnósticos por dia. –ficando abaixo da marca de 8 mil pela primeira vez desde 8 de maio de 2020 (quando estava em 7.752). Isso representa uma variação de -17% em relação aos casos registrados em duas semanas, voltando a indicar queda nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 30 de novembro

  • Total de mortes: 614.754
  • Registro de mortes em 24 horas: 326
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 231 (variação em 14 dias: -11%)
  • Total de casos confirmados: 22.093.195
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 10.161
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 7.781(variação em 14 dias: -17%)

Estados

  • Em alta (8 estados): RR, AP, MA, RO, BA, PB, CE, AM
  • Em estabilidade (9 estados): MG, PE, RJ, MS, AL, ES, RS, PI, PA
  • Em queda (8 estados): PR, SE, SP, GO, RN, MT, TO, SC
  • Não divulgaram (1 estado e o Distrito Federal): AC, DF

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Dados também reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que 133.784.419 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 62,72% da população.

158.968.799 pessoas, o que representa 74,52% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas. A dose de reforço foi aplicada em 16.438.726 pessoas (7,71% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 309.191.944 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/g1

Sul

  • PR: -24%
  • RS: -8%
  • SC: -45%

Sudeste

  • ES: -2%
  • MG: 14%
  • RJ: 6%
  • SP: -25%

Centro-Oeste

  • DF: não divulgou
  • GO: -26%
  • MS: 0%
  • MT: -32%

Norte

  • AC: não divulgou
  • AM: 17%
  • AP: 200%
  • PA: -14%
  • RO: 64%
  • RR: 500%
  • TO: -33%

Nordeste

  • AL: 0%
  • BA: 57%
  • CE: 32%
  • MA: 178%
  • PB: 35%
  • PE: 13%
  • PI: -13%
  • RN: -31%
  • SE: -25%

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Anvisa aprova tratamento de HIV de apenas um comprimido

Medicamento é uma combinação das substâncias lamivudina e dolutegravir sódico.

Por g1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (29) um novo tratamento para o HIV que reúne duas substâncias em único comprimido.

“A aprovação representa um avanço no tratamento das pessoas portadoras do vírus que causa a Aids, já que reúne em uma dose diária dois antirretrovirais que não estavam disponíveis em um só comprimido. A possibilidade de doses únicas simplifica o tratamento e a adesão dos pacientes”, afirmou a agência, em nota.

O novo medicamento é uma combinação das substâncias lamivudina e dolutegravir sódico. Ele poderá ser prescrito para o tratamento completo da infecção pelo vírus em adultos e adolescentes acima de 12 anos com pelo menos 40 kg.

O Brasil distribui gratuitamente todos os antirretrovirais desde de 1996 e, desde 2013, o Sistema Único de Saúde (SUS) garante o tratamento para todas as pessoas vivendo com HIV, independentemente da carga viral. Segundo o Ministério da Saúde, até o momento, existem 19 medicamentos disponíveis em 34 apresentações farmacêuticas.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

‘Orçamento secreto’: Congresso aprova novas regras; oposição ainda vê falta de transparência

Texto que será promulgado prevê detalhamento de emendas já executadas, mas abre brecha para que nomes de parlamentares sigam ocultos. Resolução fixa teto para os próximos anos.

Por Elisa Clavery, Luiz Felipe Barbiéri, Marcela Mattos, Gustavo Garcia e Sara Resende, TV Globo e g1 — Brasília

O Congresso aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de resolução que cria regras para execução das emendas de relator – conhecidas como “orçamento secreto” – e propõe a adoção de um limite de valor para essas emendas.

O placar entre os deputados foi de 268 votos favoráveis e 31 contrários. No Senado, a votação foi apertada e o texto passou por 34 votos a 32. O texto vai à promulgação.

As sessões do Congresso costumam ser conjuntas, mas em razão da pandemia do novo coronavírus, deputados e senadores têm votado em reuniões separadas, primeiro na Câmara e depois no Senado.

Pelas regras atuais, não há limite para o valor dessas emendas e não é possível identificar o parlamentar que solicitou os gastos. Esse dinheiro também não é dividido igualmente entre os deputados e senadores, o que fere o princípio da impessoalidade.

Até 2019, as emendas de relator eram usadas para correções pontuais no orçamento, com valores bem menores. Contudo, a partir do Orçamento de 2020, o Congresso aprovou alterações no padrão da sua execução e criou uma rubrica específica para esses recursos. Com isso, o montante saltou para uma previsão de R$ 30 bilhões nos últimos anos.

Segundo o projeto aprovado, o valor das emendas de relator não poderá ultrapassar a soma das chamadas emendas individuais e de bancada. Em 2021, essas emendas foram, respectivamente, de R$ 9,6 bilhões e R$ 7,3 bilhões. Se valesse para esse ano, o teto para as emendas de relator seria de R$ 16,9 bilhões – valor que, de fato, corresponde à dotação atual deste tipo de recurso.

Inicialmente, o Orçamento deste ano previa um montante de R$ 29 bilhões para as emendas de relator. Contudo, após acordo com a equipe econômica, esse valor foi reduzido.

Para o próximo ano, se os valores forem mantidos segundo a previsão enviada pelo governo, o teto será de R$ 16,2 bilhões.

Na avaliação de técnicos do Congresso, o limite é muito elevado e coloca muitos poderes nas mãos de uma única pessoa – o relator-geral do Orçamento.

Segundo esses especialistas, o parecer presume que as emendas de relator são mais importantes que as duas emendas impositivas juntas. Um valor razoável, para os técnicos, seria, por exemplo, metade das emendas individuais ou de bancada – portanto, entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4,5 bilhões.

O que diz o projeto

O relator da matéria, senador Marcelo Castro (MDB-PI), defende que o texto é uma tentativa de resolver a questão da transparência no repasse das verbas ao prever que as indicações e solicitações que fundamentaram as emendas sejam publicadas no site da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

A proposta, porém, não deixa explícito que o nome do parlamentar que pediu as emendas seja publicizado. O parecer prevê que as solicitações podem ser de “parlamentares, agentes públicos ou da sociedade civil”.

Técnicos do Congresso avaliam que essa é uma brecha para manter ocultos os nomes de senadores e deputados que demandaram os recursos. Pela redação do parecer, por exemplo, um parlamentar poderia enviar o ofício de solicitação em nome da prefeitura que receberá as emendas.

“É um leque interminável de entes que podem muito bem fazer uma requisição e o ‘super relator’ de novo definir da forma que quiser, porque todos estão representados em um desses entes”, afirmou o deputado Danilo Forte (PSDB-CE).

Além disso, o projeto estabelece que essas regras valem apenas após a publicação do projeto, ou seja, verbas já indicadas na modalidade emenda de relator em 2020 e 2021 continuarão a ter o nome dos solicitantes ocultos.

A proposta também não faz menção à distribuição igualitária dessas verbas. Essa é uma das principais preocupações de técnicos do Congresso.

Da forma como foi proposto, o relatório não traz isonomia na distribuição das emendas entre os parlamentares, nem no atendimento dos municípios. Isso poderia privilegiar aliados do governo e, assim, ajudar a formar maiorias em votações de interesse do Executivo.

Por exemplo, um município com poucos habitantes poderia receber muito mais recursos que um município maior, desde que atendesse à base aliada do governo. Do mesmo modo, um deputado ou senador próximo ao governo pode ter direito a mais indicações dessas emendas.

Orçamento Secreto: Congresso vota projeto que dá transparência às emendas de relator

Discussões

A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) afirma que o projeto não resolve o problema da transparência e mantém a possibilidade de negociações “obscuras” com dinheiro público.

“Ele [o projeto] não ataca em nada o problema, continua com o mesmo problema de não saber de quem indica, como indica e para que vai. A gente continua com o mesmo problema de ter balcão de negócios obscuro aqui dentro”, afirmou a deputada.

“Na nossa visão, o projeto de resolução não ataca esses problemas, nem de transparência, nem de mostrar para que serve, nem de estar vinculado a alguma política pública, nem de tratar todo cidadão de forma igual. E tem mais um problema constitucional, que é a questão da isonomia dos parlamentares. Não tem cabimento um indicar 100 e outro indicar nada”, acrescentou Adriana.

Para o líder da oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ), o projeto mantém a falta de transparência sobre o orçamento secreto e deixa aliados do governo sob o controle de recursos públicos.

“É razoável permitir que R$ 17 bilhões sejam liberados sem qualquer critério público? O dinheiro público não pode ser destinado aos parlamentares de acordo com sua proximidade ou distância do governo. O dinheiro público tem que ter uma finalidade que atenda o interesse público, a critérios técnicos, objetivos, impessoais, isonômicos. O que essa proposta faz é o oposto disso, é colocar nas mãos do Centrão o controle sobre quem receberá essas emendas ou não, do presidente desta Casa, a Câmara dos Deputados, e do presidente do Senado”, disse Molon.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Pernambuco confirma 106 novos casos de Covid-19 e mais seis mortes

Estado totaliza agora 639.479 confirmações e 20.232 óbitos decorrentes da infecção.

Por g1 PE

Pernambuco registrou, neste domingo (28), 106 novos casos da Covid-19 e seis mortes provocadas pela doença. Com isso, o estado totaliza agora 639.479 casos confirmados e 20.232 óbitos decorrentes da infecção.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), entre os casos confirmados neste domingo, oito (ou 7,6%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 98 (ou 92,4%) são leves.

Mortes

Das novas mortes confirmadas laboratorialmente, quatro foram de pacientes do sexo masculino e duas, do sexo feminino. Os óbitos ocorreram entre os dias 15 de dezembro de 2020 e o sábado (27).

As novas mortes são de pessoas residentes dos municípios de Camaragibe (1), Petrolina (2) e Recife (3). Os pacientes tinham idades entre 20 e 90 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (1), 40 a 49 (1), 60 a 69 (2) e 80 e mais (2).

Entre os pacientes, cinco tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (3), diabetes (3), doença respiratória (3), hipertensão (2), obesidade (2), doença neurológica (1), imunossupressão (1) e câncer (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um segue em investigação.

Vacinação

Desde o início da campanha de imunização no estado, no dia 18 de janeiro, Pernambuco aplicou 13.480.758 doses de vacinas contra a Covid19.

Foram 7.159.101 aplicações da primeira dose e 5.667.442 de segunda dose. Entre esses últimos, 5.494.369 pessoas foram vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.073 foram contemplados com vacina aplicada em dose única.

Com relação às doses de reforço (a terceira dose), já foram 654.215 aplicações.

Leitos

Neste domingo (28), a taxa global de ocupação de leitos para Covid na rede pública estadual era de 48%, de um total de 1.401 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 757 vagas disponíveis e a taxa de ocupação desses leitos era de 49%. Nas enfermarias, eram 644 unidades e 45% deles estavam com pacientes.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos para Covid era de 39%, de um total de 236 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 122 leitos e 52% deles estavam com doentes. Nas enfermarias, eram 114 unidades e a taxa de ocupação delas ficou em 26%.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Covid: o que se sabe sobre nova variante detectada na África do Sul

Variante B.1.1.529 tem 50 mutações, algo nunca visto antes. Ainda não se sabe se ela é mais perigosa ou transmissível, mas alterações genéticas preocupam por possível defasagem das vacinas.

Por BBC

Há a expectativa de que, nesta sexta-feira (26), a Organização Mundial da Saúde (OMS) batize com um codinome grego uma nova variante do coronavírus que foi registrada pela primeira vez na África do Sul e já é considerada aquela com o maior número de mutações.

Ainda é cedo para dizer o quão transmissível ou perigosa é a variante B.1.1.529. Isto porque ela ainda está restrita a uma província sul-africana.

Mas um pesquisador já a classificou como “horrível”, enquanto outro disse à reportagem que ela é a pior já vista.

Em uma entrevista coletiva, o professor Tulio de Oliveira, diretor do Centro para Resposta Epidêmica e Inovação, na África do Sul, disse que foram localizadas 50 mutações no total — e mais de 30 na proteína spike (a “chave” que o vírus usa para entrar nas células e que é alvo da maioria das vacinas contra a Covid-19).

Oliveira, que é brasileiro, disse que a variante carrega uma “constelação incomum de mutações” e é “muito diferente” de outros tipos que já circularam. “Esta variante nos surpreendeu, ela deu um grande salto na evolução [e traz] muitas mais mutações do que esperávamos”.

Até agora, foram confirmados 77 casos na Província de Gauteng, na África do Sul; quatro casos em Botsuana; e um em Hong Kong, diretamente relacionado a uma viagem à África do Sul.

A variante traz uma preocupação em particular quando o assunto é a imunização.

Isto porque as vacinas foram desenvolvidas mirando a cepa original do coronavírus, registrada inicialmente em Wuhan, na China.

O fato da variante B.1.1.529 ser tão diferente do vírus inicial pode significar que as vacinas não funcionem tão bem.

Por outro lado, é importante destacar que a África do Sul tem só 24% da população totalmente vacinada, então, pode ser que, ao chegar a países com taxas mais altas de imunização, a variante não tenha tanta força.

Quando muitas mutações preocupam

Em relação à parte do vírus que faz o primeiro contato com as células do nosso corpo, esta variante tem dez mutações, em comparação com as apenas duas da variante delta, que se espalhou pelo mundo.

Esse nível de mutação provavelmente veio de um único paciente que não conseguiu combater o vírus.

Muitas mutações não significam automaticamente algo ruim. O importante é saber o que elas provocam.

Houve na pandemia muitos exemplos de variantes que inicialmente pareciam assustadoras, mas acabaram não correspondendo a estas terríveis expectativas.

É o caso da variante beta, que inicialmente assustou por sua aparente capacidade de driblar o sistema imunológico. Entretanto, foi a variante delta que se espalhou pelo planeta.

Algumas das mutações observadas na B.1.1.529 já foram detectadas em outras variantes, o que pode dar pistas de seus efeitos.

Por exemplo, a mutação N501Y parece tornar mais fácil a propagação de um coronavírus.

Existem outras que tornam mais difícil para os anticorpos reconhecerem o vírus e podem tornar as vacinas menos eficazes, mas existem algumas que são completamente novas.

O professor Richard Lessells, da Universidade de KwaZulu-Natal na África do Sul, apontou que ainda há perguntas importantes a serem respondidas sobre essas alterações genéticas.

“Nos preocupa que esse vírus possa ter maior capacidade de se espalhar de pessoa para pessoa — mas também que seja capaz de contornar peças do sistema imunológico.”

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Agência europeia aprova vacina da Pfizer contra Covid para crianças de 5 a 11 anos

Crianças receberão 1/3 da dose aplicada em adolescentes e adultos, em 2 doses com 3 semanas de intervalo. Imunizante já foi aprovado para essa faixa etária em países como EUA, Israel e Canadá.

Por g1

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) aprovou nesta quinta-feira (25) a vacina da Pfizer contra a Covid-19 para crianças com idades entre 5 e 11 anos, uma decisão que poder ajudar a acelerar a imunização contra o vírus no momento em que a pandemia avança na Europa.

A EMA anunciou que um painel de especialistas “recomendou ampliar a indicação da vacina Comirnaty [nome comercial do imunizante da Pfizer] para incluir as crianças de entre 5 e 11 anos”.

As crianças receberão um terço da dose aplicada em adolescentes e adultos, em duas doses com três semanas de intervalo, anunciou a agência europeia. Foi esta a dosagem usada nos testes da farmacêutica (veja mais abaixo).

Os efeitos colaterais foram classificados como “leves a moderados” e podem durar alguns dias. Entre as reações estão dor na área da aplicação, fadiga, dor de cabeça e/ou musculares e resfriado.

Fora da Europa, a vacina da Pfizer já foi aprovada para crianças de 5 a 11 anos em países como Estados Unidos, Israel e Canadá.

Os EUA já vacinam crianças de 5 a 11 anos com a vacina da Pfizer desde o dia 3 e Israel, desde terça-feira (23). A farmacêutica também já pediu autorização à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisaque o imunizante seja aplicado nesta faixa etária no Brasil.

Covid-19 na Europa

O anúncio ocorre em meio a uma quarta onda na Europa, que tem forçado governos a voltarem a adotar lockdowns, e no dia em que a Alemanha se tornou o 13º país do mundo e 5º do continente a ultrapassar a marca de 100 mil mortes por Covid-19.

A região voltou a ser a mais afetada pela pandemia no mundo e registrou mais de 2,5 milhões de casos e quase 30 mil óbitos em uma semana.

Eficácia em crianças

A Pfizer anunciou em outubro que sua vacina contra a Covid-19 é segura e mais de 90% eficaz na prevenção de infecções em crianças de 5 a 11 anos.

O estudo acompanhou 2.268 crianças que receberam duas doses da vacina (ou placebo) com três semanas de intervalo. Cada dose tinha um terço da quantidade aplicada em adolescentes e adultos.

Segundo os pesquisadores, 16 crianças que receberam o placebo foram infectadas com Covid-19, contra três que receberam o imunizante.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.