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‘Recomendamos que os pais não levem os filhos até 5 anos à escola por 14 dias’, diz médico de Caruaru sobre doenças respiratórias

Unidades de saúde do município estão com superlotação e UTIs com 100% de ocupação com estes casos em crianças.

Por g1 Caruaru

As unidades de saúde estão com superlotação nos casos de doenças respiratórias em crianças no município de Caruaru, no Agreste de Pernambuco.

O Hospital da Unimed, no bairro Universitário, conta com cerca de 150 leitos, e todos estão ocupados, sendo a maior parte crianças. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) conta com nove leitos e também estão todos ocupados. Ainda conforme o presidente, essa lotação máxima exige esforços de todos. “Todos estão empenhados para atender a alta demanda, pretendemos abrir mais leitos, adiar cirurgias eletivas. E recomendamos que os pais não levem os filhos abaixo de cinco anos para a escola pelo menos por 14 dias”, reforçou. Essa é uma medida necessária para conter a circulação viral constatada atualmente.

No Hospital Santa Efigênia, no bairro Maurício de Nassau, a média tem sido de oito encaminhamentos por dia de crianças para a UTI pediátrica. E pela procura e lotação está sendo necessário fazer encaminhamentos para unidades de saúde de outros estados.

Na rede municipal, os atendimentos pediátricos, no mês de abril, nas Unidades de Pronto Atendimento (Upas) dos bairros Vassoural, Boa Vista, Rendeiras e Salgado também cresceram. No Hospital Mestre Vitalino, a UTI pediátrica conta com 20 leitos e a enfermaria com 22, e todos estão com 100% de ocupação.

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PE confirma mais 115 casos e 5 mortes por Covid; estado totaliza 931.769 infectados e 21.678 óbitos

Dados foram divulgados nesta quinta (19) pelo governo.Cobertura da primeira dose da vacina chegou a 92,76% do público elegível.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, nesta quinta (19), mais 115 casos do novo coronavírus. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, outras cinco mortes provocadas pela Covid-19.

Com os dados divulgado no boletim de acompanhamento da pandemia, nesta quinta, o estado passou a totalizar 931.769 casos confirmados da doença, sendo 58.586 graves e 873.183 leves.

Eles estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Esses números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia em Pernambuco. Nesse período, o governo totalizou 21.678 mortes provocadas pela Covid.

Entre os casos confirmados nesta quinta, seis, ou 5% do total, são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 109 (95%) são leves.

Sobre os óbitos, foram quatro de homens e um de mulher. O estado informou que eles são ”antigos” e foram recuperados pelas unidades de saúde e/ou secretarias municipais, pois ocorreram entre os dias 17 de fevereiro e 12 de março deste ano.

Essas pessoas moravam em Gravatá (1), Jupi (1), Paudalho (1), Petrolina (1) e Santa Maria do Cambucá (1).

Os pacientes tinham 56 e 83 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (1), 60 a 69 (1), 70 a 79 (2) e 80 anos e mais (1).

Do total, dois pacientes apresentavam doenças preexistentes: doença cardiovascular (2), diabetes (2), obesidade (1) e tabagismo (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 19.490.132 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.232.713 aplicações. A cobertura chegou a 92,76% do público elegível.

Do total, 7.319.585 pessoas, ou 82,48% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais. Foram, ao todo, 7.144.302 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 175.283 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação à 3ª dose, foram aplicadas 3.608.499 unidades. A cobertura ficou em 54,63% do público elegível.

O estado também aplicou 304.516 unidades da chamada 4ª dose. A cobertura chegou a 43,3% do público elegível.

Leitos

Nesta quinta, a taxa global de ocupação nos leitos para doentes com Covid na rede pública de Pernambuco ficou em 49%, de um total de 1.527 vagas disponíveis.

Nas UTIs, eram 670 vagas abertas e a taxa de ocupação delas foi de 69%. Nas enfermarias, havia 857 unidades e 33% delas estavam com pacientes.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos para Covid ficou em 35%, de um total de 218 unidades abertas.

Nas UTIs, havia 130 vagas disponíveis e 54% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 88% leitos e 8% deles tinham pacientes.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.931.139 testes para detectar Covid.

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Passa de 100 número de bebês e crianças na fila de UTI; Sociedade de Imunologia pede a pais e responsáveis que evitem tirar menores de casa

Nesta quarta (18), relação enviada pelo governo para o Ministério Público (MPPE) tinha 109 nomes. Na terça (17), eram 91 pacientes.

Por Priscilla Aguiar, g1 PE

O número de bebês e crianças que aguardam leitos de UTI em Pernambuco aumentou, segundo uma lista enviada pelo governo ao Ministério Público (MPPE). Na terça (17), a lista de espera tinha 91 nomes. Nesta quarta (18), havia 109 menores aguardando a vaga. Diante disso, a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) pediu que pais e responsáveis evitem tirar menores de casa nos próximos dias.

Ainda de acordo com a lista desta quarta, 79 menores esperavam por leito de UTI para pacientes com doenças respiratórias graves. Na terça, esse número ficou em 62.

Também nesta quarta, o governo de Pernambuco convocou uma entrevista coletiva para abordar o problema provocado pela alta do número de pacientes que precisam de terapia intensiva.

O secretário de Saúde, André Longo, afirmou que houve um aumento de casos de doenças respiratórias como nunca havia sido visto, com um maior grau de severidade e também com maior frequência de solicitação de leitos pediátricos.

“O número de solicitações de UTIs para crianças teve um aumento de três vezes com relação à sazonalidade do ano passado. Em 2022, registramos uma média de 50 solicitações de vagas semanais. Na semana passada chegamos a 150. Isso é algo que extrapola realmente qualquer planejamento”, afirmou.

A recomendação da Sociedade Brasileira de Imunizações é que os pais e responsáveis que possam, deixem as crianças em casa nas duas próximas semanas.

“Se for possível é melhor evitar, creches principalmente. E eu não digo apenas escolas e creches, digo festas infantis, shoppings, lugares de aglomeração. Isso porque estamos em um pico da circulação destes vírus. A gente espera que em junho estes números comecem a reduzir e desafogar o sistema de saúde”, afirmou o pediatra Eduardo Jorge da Fonseca Lima, representante da Regional Pernambuco da Sbim.

Eduardo Jorge também disse que é um quantitativo de pacientes com quadros respiratórios que não era visto há muitos anos. Ela afirmou que uma das explicações é que as mães que engravidaram em 2020 e 2021 foram protegidas por conta da pandemia de Covid-19, ficando em casa, usando máscara e que, portanto, a maioria não teve infecções virais e não passou anticorpos para as crianças.

“Evidentemente não é uma causa só. Era esperado que com este retorno a normalidade houvesse aumento de caso respiratório. O que não era esperado era esse comportamento de maior gravidade. Estamos em um pico da circulação desses vírus (respiratórios). A gente espera que em junho estes vírus comecem a reduzir”, afirmou.

O pediatra lembrou da importância de lavar as mãos e lavar as narinas com soro fisiológico e afirmou que só é necessário procurar as grandes emergências pediátricas em casos mais graves. “Quando houver algum sintoma mais persistente, como febre de 3 a 5 dias e desconforto respiratório. Inicialmente, as famílias devem procurar as unidades básicas de saúde”, declarou.

Lista de espera de UTI em 18 de maio de 2022

UTI Infantil SRAG75
UTI Infantil Clínica17
Total92
UTI Neonatal SRAG4
UTI Neonatal Neonatologia13
Total
UTI Geral Adulto SRAG3
UTI Geral adulto outras72
Total75

Fonte: Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde da Capital

VSR e rinovírus

O secretário André Longo disse que está predominando o vírus sincicial respiratório (VSR) em crianças de até 2 anos e o rinovírus, nos meninos e meninas a partir dessa idade. E que a situação é semelhante em outros estados.

O VSR um dos principais agentes de uma infecção aguda nas vias respiratórias, que pode afetar os brônquios e os pulmões. O rinovírus é o causador do resfriado comum, capaz de desenvolver quadros infecciosos mais graves em crianças.

“Nas crianças de até 2 anos o VSR corresponde a mais de 40% dos quadros. Nas outras faixas, o rinovírus predomina”, observou.

Mais leitos e profissionais

O estado informou que aumentou o número de leitos para crianças com problemas respiratórios. Eram 56 vagas e agora são 116. O estado disse, por nota, que “deve abrir mais 80 leitos em duas semanas”.

A rede pública estadual recebeu autorização para colocar em operação, na quinta-feira (19), 30 novos leitos de UTI pediátrica.

Eles estão distribuídos pela UPAE Goiana (10), na Zona da Mata Norte; no Hospital Regional de Palmares (10), na região da Mata Sul; e na Maternidade Brites de Albuquerque (10), em Olinda.

Nesta quarta, saiu no Diário Oficial do estado a nomeação de 369 concursados para reforçar a rede pública estadual de Saúde.

Do total de convocados, são 72 médicos, 129 analistas em saúde (profissionais de nível superior), 166 assistentes em saúde (profissionais de nível médio), além de dois fiscais de vigilância sanitária.

Dentre os médicos, 14 são pediatras e 46 são fisioterapeutas, que irão reforçar os plantões em unidades de referência em pediatria.

Maria Lucinda

Também nesta quarta, a diretoria do hospital de referência Maria Lucinda, no Recife, informou que “está com sua capacidade máxima de atendimento”

A unidade disse, ainda, que a UTI está com todos os leitos ocupados, e há 14 pacientes em estado grave na emergência (sala vermelha e amarela), sendo quatro intubados

Diante disso, o plantão “está com atendimento “restrito”, para “garantir a segurança e eficiência do tratamento de todos os pacientes”.

“As autoridades competentes já foram notificadas. esperamos que a situação se normalize o mais breve possível”, acrescentou o comunicado.

MPPE

A Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde da Capital instaurou uma notícia de fato, na segunda (16) para apurar a fila de espera e disse que fará uma audiência virtual com a SES-PE e o Cremepe na quinta para tratar do assunto.

Nesta quarta, o MPPE afirmou que o governo tem até a quinta (19) para explicar oficialmente o que provocou esse aumento de procura por leitos de UTI.

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Com mais 236 infectados e dois óbitos por Covid-19, Pernambuco totaliza 931.654 casos e 21.673 mortes

Estado registrou, entre março de 2020 e esta quarta-feira (18), 58.580 quadros graves e 873.074 formas leves da doença.

Por g1 PE

Pernambuco confirmou, nesta quarta-feira (18), 236 infectados pelo novo coronavírus e dois óbitos provocados pela Covid-19. Esse acréscimo levou o estado a totalizar 931.654 casos da infecção e 21.673 mortes devido à doença, números que começaram a ser registrados em março de 2020, na chegada da pandemia.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que as novas confirmações dividem-se entre dois (1%) diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 234 (99%) casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco contabilizou 58.580 quadros graves e 873.074 formas leves da doença.

Com relação aos dois óbitos, a SES explicou que eles aconteceram nos dias 6 e 18 de fevereiro de 2022 e foram recuperados pelas unidades de saúde ou secretarias municipais.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

No boletim desta quarta, o governo confirmou uma morte de homem e outra de mulher. Essas pessoas moravam em Lagoa dos Gatos e em Paulista.

Os pacientes tinham 57 e 87 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (1) e 80 anos e mais (1). Os dois pacientes apresentavam doenças preexistentes: câncer (1), doenças cardiovasculares (1) e doença neurológica (1). Um doente pode ter mais de uma comorbidade.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 19.469.801 doses de vacinas contra a Covid. Com relação às primeiras doses, foram 8.232.104 aplicações. A cobertura chegou a 92,76% do público elegível.

Do total, 7.317.166 pessoas, ou 82,45% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais. Foram 7.141.883 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 175.283 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços (terceira dose), foram aplicadas 3.599.039 unidades. A cobertura chegou a 54,49% do público elegível.

O estado também aplicou 296.972 unidades da conhecida 4ª dose. A cobertura ficou em 42,1% do público elegível.

Em entrevista nesta quarta, o secretário estadual de Saúde, André Longo, disse que as coberturas para a Covid-19, gripe e “praticamente todas as vacinas do público infantil” estão “abaixo das metas.

Leitos

Nesta quarta, a taxa global de ocupação de leitos para pacientes com Covid na rede estadual de saúde ficou em 48%, de um total de 1.527 unidades abertas.

Nas UTIs, havia 670 vagas e 67% delas estavam com doentes. Nas enfermarias, eram 857 leitos e a taxa de ocupação deles ficou em 33%.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 35%, de um total de 221 unidades disponíveis.

Nas UTIs, eram 133 vagas e 53% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, havia 88% leitos e 8% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.927.027 testes para detectar Covid.

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Pegar Covid duas ou mais vezes ao ano pode ser comum com a ômicron, indica estudo; especialistas analisam

Ômicron evoluiu para se tornar mais transmissível e suas subvariantes são hábeis em achar brechas na imunidade adquirida por infecções anteriores; vacinação com reforço e máscaras ainda são as melhores defesas.

Por Lara Pinheiro, g1

Ter Covid uma, duas ou até três vezes ao ano pode ser uma realidade concreta para pessoas que seguirem expostas sem barreiras à variante ômicron e suas subvariantes. O cenário é traçado por especialistas que conduziram um estudo na África do Sul e confirmado também pela experiência prática de médicos brasileiros ouvidos pelo g1.

Na África do Sul, pesquisadores da Universidade Stellenbosch analisaram quase 3 milhões de testes positivos de laboratório registrados até janeiro deste ano. Em artigo publicado na revista científica “Science“, eles apontam que reinfecções eram eventos raros, quase nulos, nas ondas provocadas pelas variantes beta e delta. Entretanto, depois de 31 de outubro de 2021, com o aparecimento da ômicron, a pesquisa localizou indivíduos que tiveram até três casos de reinfecção.

“A culpada foi a variante Ômicron que surgiu rapidamente, com múltiplas mutações na proteína spike. A principal vantagem dessa variante é sua capacidade de evitar a imunidade adquirida naturalmente (por infecção anterior)”, apontam os pesquisadores.

Nas ondas pré-ômicron da pandemia, casos de reinfecção eram raros e investigados: estudo na “The Lancet” associava as ocorrências pontuais à queda da imunidade após seis meses da imunidade adquirida. No recente estudo africano, as reinfecções foram verificadas em intervalos menores: 90 dias (três meses).

Total de infecções possíveis

Os dados da África encontram respaldo na experiência de médicos brasileiros que também se deparam com casos seguidos de reinfecção desde a chegada da variante.

“O número de vezes que uma pessoa pode ter Covid a gente ainda não sabe – provavelmente, infinitas vezes. Já tem pessoas com três, quatro infecções relatadas. Ou seja, não há imunidade duradoura na Covid – assim como para outras doenças respiratórias, como rinovírus”, explica Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Alguns motivos tornam possível ter Covid várias vezes:

  1. As vacinas que temos hoje nos protegem contra casos graves da Covid, mas não contra a infecção pelo coronavírus. Além das máscaras, uma possibilidade de defesa seriam as vacinas nasais, que ainda estão sendo testadas;
  2. variante ômicron, que é a dominante no Brasil, tem capacidade de escapar, em parte, à proteção que é concedida pelas vacinas.
  3. Algumas subvariantes da ômicron, mais contagiosas, também passaram a circular, facilitando as reinfecções.

Mas nem tudo está perdido: se, de um lado, os casos de Covid mostram sinais de aumento, a tendência é de que não tenhamos uma onda de mortes e hospitalizações como as vistas nos últimos dois anos.

Um outro ponto é que as máscaras continuam sendo as principais aliadas para quem busca proteção contra a infecção no atual momento.

1) Proteção contra caso grave x infecção

Um fator já conhecido é que as vacinas que temos hoje protegem contra casos graves da Covid, mas não contra a infecção. Um dos motivos para isso é que a infecção pelo coronavírus ocorre principalmente pela mucosa nasal. E as vacinas são dadas no braço, de forma intramuscular.

Uma forma de evitar a infecção seria, portanto, impedir que o vírus se multiplique exatamente em seu ponto de entrada no corpo: no nariz.

Assim, no mundo ideal, uma vacina nasal poderia ajudar o corpo a “produzir anticorpos que capturam o vírus antes mesmo que ele tenha a chance de se ligar às células”, explicou, em um artigo publicado nesta semana no jornal “The New York Times”, a pesquisadora Akiko Iwasaki, da universidade americana de Yale. Ela está trabalhando em uma dessas vacinas – que seriam capazes de promover a chamada “imunidade esterilizante”.

Um outro detalhe é que as vacinas de hoje provocam pouca produção de um anticorpo chamado IgA – no que as vacinas nasais poderiam ajudar, esclarece o médico Salmo Raskin, geneticista e pediatra diretor do Laboratório Genetika, em Curitiba.

“Ela [a vacina nasal] tem o potencial de, na mucosa da célula nasal, provocar a produção do anticorpo IgA. Como é pelo nariz que o coronavírus entra no nosso corpo, a gente pode estar falando pela primeira vez de uma barreira contra infecção”, afirma.

Mas Raskin não faz previsões de quando as primeiras vacinas desse tipo podem estar disponíveis – todas ainda estão em testes. Além disso, avalia o médico, diferente do que houve na primeira “corrida das vacinas” – com centenas de pesquisas ocorrendo ao redor do mundo ao mesmo tempo –, por enquanto parece haver pouco interesse em desenvolver uma versão nasal.

Para o geneticista, não devemos, tampouco, “colocar todos os ovos” na cesta das vacinas nasais. Ele defende que é preciso pensar, também, nas vacinas tradicionais de segunda geração, que devem ser melhor adaptadas para conter as novas versões do coronavírus.

“Todo mundo tem que tomar três doses, muitos têm que tomar quatro doses, isso é óbvio. Mas, além disso, e agora? E os próximos 12 meses? Não vai tomar quinta dose, sexta dose, sétima dose. Não vai acontecer. Na minha opinião, nós tivemos o desenvolvimento absolutamente espetacular da primeira geração de vacinas, salvou a vida de milhões de pessoas, mas a segunda geração está demorando”, avalia Raskin.

2) Variantes x vacinas

Um ponto importante na reinfecção, mesmo entre vacinados, é que parte da proteção vacinal “enfraquece” com o passar do tempo. Por isso, antes mesmo do surgimento da ômicron (leia mais abaixo), uma dose de reforço da vacina já começava a ser anunciada.

Mas, com o aparecimento da variante, a dose de reforço – ou duas, no caso de grupos como idosos e pessoas com problemas no sistema imune – passou a ser essencial. Isso porque a ômicron tem capacidade significativa de escapar à proteção concedida pelas vacinas de hoje.

“Toda vez que tem transmissão se mantendo, a gente está dando oportunidade para [o vírus] ter mutações, aí podemos ter novas ondas. A grande preocupação é ter novas VOCs [sigla em inglês para “variantes de preocupação”, como a ômicron] que vão diminuir a efetividade das vacinas que nós temos”, diz a epidemiologista Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

A capacidade da ômicron de escapar às vacinas surgiu da quantidade e do tipo de mutações que ela reuniu – principalmente no pedaço do vírus que serve para ele infectar as nossas células, chamado de RBD.

“Nesse pedacinho em especial a ômicron tem um monte de mutações. E agora não há mais dúvida do que essas mutações fizeram – elas camuflam a base da proteína spike [que o vírus usa para infectar a célula] ao ponto do nosso sistema imunológico reconhecer muito menos [o coronavírus], explica Salmo Raskin, do laboratório de Curitiba.

Até agora, uma terceira dose de vacina tem sido suficiente para evitar hospitalizações e mortes pela Covid, mesmo com o surgimento da ômicron.

“A spike é composta por 3,8 mil letrinhas genéticas. A ômicron tem 50 mutações: 50 dessas 3,8 mil [letras] estão alteradas. Para vir uma nova variante que escape totalmente da resposta imunológica, seja [por causa] da vacina ou da infecção, ela teria que ter um número de mutações muito maior, ou mutações em muitos outros lugares do que a ômicron tem. Não se espera isso – não se espera que possa haver uma variante com tantas mutações a ponto de escapar totalmente”, completa o médico.

3) Novas subvariantes

Se, por um lado, é positivo que as vacinas continuem funcionando apesar do escape parcial das variantes, as “novas versões” do vírus não precisam ser capazes de driblá-las completamente para causar uma nova infecção.

As subvariantes da ômicron, por exemplo, têm se mostrado ainda mais contagiosas do que a sua versão inicial – que, por sua vez, já era mais contagiosa do que o vírus original, que apareceu em Wuhan em 2020.

Em Nova York, a subvariante BA.2.12.1, que já se tornou dominante no estado, é um desses casos. Mais recentemente, no dia 12, o Centro de Controle de Doenças da Europa (ECDC) classificou as subvariantes BA.4 e BA.5, detectadas na África do Sul no início do ano, como de preocupação.

“A gente sabe que várias dessas subvariantes da ômicron têm escape imune em quem teve a infecção pela ômicron em janeiro. A BA.4 e BA.5, que estão circulando na África do Sul, e essa variante que está circulando nos Estados Unidos, BA2.12.1, são variantes que a gente sabe que têm escape imune”, lembra Alberto Chebabo, da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Para o médico, as novas ondas da doença trazidas pelas modificações no vírus verão menos casos graves, mas poderão trazer aumento de internação e óbitos em grupos mais suscetíveis, como idosos e pessoas imunodeprimidas. Isso porque quanto mais o vírus circula, maior é a chance de que chegue em uma pessoa que não criou uma boa resposta imune, mesmo com a vacina (como é o caso desses grupos).

Se a chance de internação e morte diminuiu, de forma geral, graças às vacinas, o impacto de se infectar (ou reinfectar) com o vírus nas novas ondas também não pode ser ignorado – porque mesmo um caso leve de Covid pode levar a um quadro de Covid longa, lembra Salmo Raskin, de Curitiba.

“Cada vez mais pessoas têm a Covid longa – se você tem uma, duas, três, quatro infecções, a chance de ter Covid longa é maior. Não estamos falando de um aumento exagerado do número de mortes, mas sim da qualidade de vida”, reforça.

Ethel Maciel, da Ufes, concorda. “O Brasil acabou dividindo em recuperados e mortos. Acaba ficando invisibilizado quem ficou com sequela”, lembra.

“A Covid é uma doença nova. A gente acabou criando uma correlação da Covid com a gripe – é uma doença ‘leve’, ‘a ômicron é mais leve’. E não é. É uma nova doença. A gente está vendo agora hepatite [em crianças], que [tem] uma das hipóteses [de causa] o Sars-CoV-2”, completa a pesquisadora.

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Mais de 90 bebês e crianças esperam vagas de UTI em Pernambuco; ‘situação é caótica’, diz médica

Lista enviada pelo governo ao Ministério Público aponta que, nesta terça (17), havia 11 bebês e 80 crianças aguardando leitos. Aylla, de 9 meses, esperou dois dias, piorou e teve que ser intubada.

Por Priscilla Aguiar, g1 PE

O número de menores de idade que aguardavam vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), nesta terça (17), chegou a 91, em Pernambuco. Uma lista enviada pelo governo ao Ministério Público (MPPE) apontou que havia 11 bebês e 80 crianças na fila. Desse total, 62 precisavam de leitos para pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) (veja lista completa mais abaixo).

Aylla, de nove meses, recebeu ficha vermelha na emergência de uma unidade de saúde de Peixinhos, em Olinda. Com pneumonia e quadro considerado grave, passou dois dias esperando por um leito de UTI, até ser transferida, no domingo (15), para o Hospital Barão de Lucena, no Recife. Um dia depois, a menina foi levada para a Maternidade Brites de Albuquerque, em Olinda .

A mãe dela, a dona de casa Yngrid Conceição, de 24 anos, não conseguia conter as lágrimas ao falar sobre a situação da filha nas redes sociais.

“A gente está em estado de calamidade. Como é que não tem um leito de hospital? Vocês não sabem como é angustiante ver a sua filha em tal situação e sem conseguir fazer nada”, afirmou.

Por telefone, ela contou ao g1 que a menina agora está intubada, na UTI Neonatal da maternidade. “Está um caos total. A demanda é muito grande. Minha filha estava na senha vermelha e demorou três dias para chegar onde está hoje. E isso fez com que o quadro se agravasse”, afirmou.

Dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) mostraram que a espera dobrou na última semana. Em 8 de maio, eram 40 solicitações para leitos de UTI, sendo quatro para adultos e 36 para crianças. No domingo (15), chegou a 73 o número de solicitações, sendo três para adultos e 70 para crianças.

Lista de espera de UTI em 17 de maio de 2022

UTI Infantil SRAG58
UTI Infantil Clínica22
Total80
UTI Neonatal SRAG4
UTI Neonatal Neonatologia7
Total11
UTI Geral Adulto SRAG0
UTI Geral adulto outras47
Total47

Fonte: Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde da Capital

Uma médica que trabalha em seis unidades públicas de saúde do Recife e da Região Metropolitana relatou ao g1 que a situação é gravíssima e que chegou a ver o oxigênio ser retirado de uma criança menos grave para socorrer uma que teve uma crise convulsiva.

Por medo de represália, ela preferiu não ser identificada, mas afirmou que bebês e crianças chegam a passar quatro dias esperando por uma vaga em leito de UTI. Com um quadro de saúde grave, a demora, algumas vezes, é fatal.

“A situação é caótica. As crianças estão morrendo. No meu plantão, tinha uma bebê de dois meses que esperou quatro dias. No quarto, a gente conseguiu transferir, finalmente. Ela chegou ao Barão de Lucena, foi intubada e no dia seguinte faleceu”, lembrou.

Segundo a médica, há relatos de ao menos três óbitos em 15 dias. Além da bebê de dois meses, ela soube da morte de outros bebês de sete e de nove meses.

“Se a gente tem o Barão de Lucena e Imip [Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira] funcionando, com vaga, a gente tem outras possibilidades antes de tentar intubar. E a gente não está tendo isso”, afirmou.

A médica também disse que, por causa da situação, os plantões acabam ficando “fechados”. “Só atende quem chegar grave. Febre, coceira no corpo, diarreia, não atende. E a gente está tendo uma série de problemas com famílias, que não entendem que não existem vagas, ficam revoltadas”, contou.

A Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde da Capital informou, por nota, que acompanha diariamente a listagem da ocupação de UTI e que, diante do aumento da fila de espera, instaurou uma notícia de fato, na segunda (16).

Também na segunda, foi remetido ofício ao Secretário Estadual de Saúde, André Longo, para que fossem apresentadas, no prazo de 72 horas, “as razões para o expressivo aumento da fila de espera por leito de UTI infantil com Srag na rede estadual de saúde, nas últimas semanas, bem como as providências adotadas para a solução do problema”.

O que diz a SES-PE?

No domingo (15), era 73 o número de solicitações por UTI, sendo três para adultos e 70 para crianças — Foto: Reprodução/Seplag

No domingo (15), era 73 o número de solicitações por UTI, sendo três para adultos e 70 para crianças — Foto: Reprodução/Seplag

Por nota, a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que Pernambuco vive atualmente seu período de sazonalidade das doenças respiratórias, quando, historicamente, há uma maior ocorrência.

A SES-PE reconheceu o aumento no fluxo de atendimentos pediátricos e disse que ele ocorre em toda a rede hospitalar, pública e privada.

A secretaria também explicou que predominam casos infecciosos, como vírus sincicial respiratório e rinovírus e que, nos leitos voltados para casos de Srag na rede pública, menos de 2% apresenta infecção pela Covid-19.

O governo informou que vem trabalhando para ampliar a rede e atende o público “de forma descentralizada e regionalizada”.

A SES também afirmou que mantém contato com entidades de classe e os serviços de referência e realizou uma reunião, nesta terça, para tratar da assistência pediátrica no estado, mas não informou o que foi definido no encontro.

A SES afirmou que, desde o ano passado, foram abertos mais de 30 leitos de UTI para este público e que, atualmente, a rede de saúde pública de Pernambuco conta com 233 vagas para bebês e crianças com quadros respiratórios.

São 106 de UTI e 127 de enfermaria. A ocupação geral destes leitos está em 72%, sendo 63% nas vagas de enfermaria e 87% nas de Terapia Intensiva.

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PE confirma mais 312 casos e quatro mortes por Covid; estado totaliza 931.418 infectados e 21.671 óbitos

Dados foram divulgados nesta terça (17) pelo governo. Estado recebeu mais um lote de vacina para reforço de população com mais de 18 anos.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, nesta terça (17), mais 312 casos do novo coronavírus. A Secretaria estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, outras quatro mortes provocadas pela Covid-19.

Com os dados publicados no boletim de acompanhamento da pandemia nesta terça, Pernambuco passou a totalizar 931.418 casos confirmados da doença. São 58.578 graves e 872.532 leves.

Eles estão distribuídos por todos os 184 municípios, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Os dados são notificados desde março de 2020, quando começou a pandemia em Pernambuco. Nesse período, o governo contabilizou também 21.671 mortes pela Covid-19.

Entre os casos confirmados nesta terça, quatro (1%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 308 (99%) são leves.

As mortes registradas no boletim desta terça são consideradas “antigas” pelo governo. Foram óbitos de mulheres ocorridos entre os dias 17 de fevereiro e 5 de março deste ano.

As pacientes moravam em Canhotinho (1), Jataúba (1), Riacho das Almas (1) e Salgueiro (1). Elas tinham entre 54 e 69 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (2) e 60 a 69 (2).

Duas apresentavam doenças preexistentes: diabetes (1), doenças cardiovasculares (1) e imunossupressão (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Dois casos seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 19.307.560 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.230.251 aplicações. A cobertura chegou a 92,74% do público elegível.

Do total, 7.285.264 pessoas, ou 82,09% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais. Foram 7.112.138 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Pernambuco também aplicou 3.483.326 da terceira dose. A cobertura ficou em 52,74% do público elegível.

No estado, foram aplicadas, ainda, 284.539 unidades da chamada quarta dose. A cobertura chegou 40,3% do público elegível.

Mais vacinas

Nesta terça, Pernambuco recebeu mais 53 mil doses de vacinas daAstrazeneca/Fiocruz.

Divididos em cinco volumes, os imunizante serão usados para o reforço para população acima dos 18 anos.

Desde o início da campanha, Pernambuco recebeu 22.550.523 doses de vacinascontra a Covid-19. Desse total, foram 5.924.670 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz;4.287.253 da Coronavac/Butantan; 8.763.300 da Pfizer/BioNTech; 893.500 doses da vacina pediátrica daPfizer; 947.240 doses da vacina da Coronavac/Butantan para as crianças e 1.734.560 da Janssen.

Leitos

Nesta terça, a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid na rede pública estadual era de 47%, de um total de 1.519 vagas disponíveis.

Nas UTIs, havia 670 vagas abertas e 66% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 849 leitos abertos e 33% deles tinham pacientes.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 33%, de um total de 217 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 129 unidades disponíveis e a taxa de ocupação delas foi de 50%. Nas enfermarias, eram 88% vagas e 8% delas tinham pacientes.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.992.997 testes para detectar Covid.

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PE confirma mais 107 casos e quatro mortes por Covid; estado totaliza 931.106 infectados e 21.667 óbitos

Dados foram divulgados nesta segunda (16) pelo governo. mais vacinas chegaram ao estado para reforçar imunização de pessoas a partir de 18 anos.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, nesta segunda (16), mais 107 casos do novo coronavírus. A Secretaria estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, outras quatro mortes provocadas pela Covid-19.

Segundo o boletim de acompanhamento da pandemia, o estado passou a totalizar 931.106 casos confirmados da doença.

São 58.574 ocorrências graves e 872.532 leves. Eles estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha

Os números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia em Pernambuco. Desde então, o estado contabilizou 21.667 mortes pela Covid.

Entre os casos confirmados nesta segunda, dois (2%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 105 (98%) são leves.

O boletim confirmou três mortes de homens e uma de mulher. Esses óbitos ocorreram entre os dias 16 de fevereiro e 7 de maio deste ano.

Esses pacientes moravam em Belo Jardim (1), Macaparana (1), Paulista (1) e Petrolina (1).

Os pacientes tinham entre 33 e 82 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (1), 60 a 69 (1), 70 a 79 (1) e 80 e mais (1).

Três apresentavam doenças preexistentes: diabetes (1), doenças cardiovasculares (3) e hipertensão (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um caso segue em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 19.289.863 doses de vacinas contra a Covid- 19.

Com relação às primeiras doses, foram 8.228.439 aplicações. A cobertura ficou em 92,72% do público elegível.

Do total, 7.283.173 pessoas, ou 82,07% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais. Foram 7.110.047 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação à 3ª dose, foram aplicadas 3.473.223 unidades. A cobertura chegou a 52,58% do público elegível.

O governo disse que também aplicou 280.891 unidades da chamada 4ª dose. A cobertura chegou a 39,8% do público elegível.

Mais vacina

Nesta segunda, Pernambuco recebeu uma nova remessa de vacinas da Janssen. São 52.900 doses, divididas em 11 volumes. Esses lotes serão usados para o reforço da população acima de 18 anos.

Desde o início da campanha, Pernambuco recebeu 22.444.623 doses de vacinas. Desse total, foram 5.871.670 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz; 4.287.253 da Coronavac/Butantan; 8.763.300 da Pfizer/BioNTech; 893.500 doses da vacina pediátrica da Pfizer; 947.240 doses da vacina da Coronavac/Butantan para as crianças e 1.734.560 da Janssen.

Leitos

Nesta segunda, a taxa global de ocupação de leitos para doentes de Covid na rede pública de Pernambuco era de 46%, de um total de 1.515 unidades abertas.

Nas UTIs, havia 666 vagas disponíveis e 65% delas estavam com doentes. Nas enfermarias, eram 849 vagas abertas e a taxa de ocupação delas ficou em 32%.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 35%, de um total 211 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 123 unidades disponíveis e 54% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 88 unidades abertas e 8% delas estavam com pacientes.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.918.449 testes para detectar Coivid.

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Anvisa mantém máscaras obrigatórias em aeronaves, mas libera serviço de bordo

Serviço de alimentação durante voos poderá ser retomado a partir do dia 22 de maio.

Por g1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou nesta quinta-feira (12) suas medidas de proteção sanitária contra a Covid-19 em aeroportos e aeronaves.

Com as novas regras, o uso de máscaras faciais permanece obrigatório em aviões e áreas restritas de aeroportos, mas o serviço de alimentação a bordo poderá ser retomado a partir do dia 22 de maio.

Segundo a agência, a decisão da diretoria colegiada (órgão máximo da Anvisa) considera o cenário epidemiológico atual, no qual o risco de exposição de viajantes está bastante reduzido.

A Agência recomenda que os serviços de bordo sejam os mais breves possíveis, de forma a não prejudicar significativamente o uso de máscaras de proteção facial pelos viajantes.

“Recomenda, também, que todos os resíduos sólidos gerados pelo serviço de bordo sejam recolhidos o mais breve possível, sendo que especial atenção deve ser dada aos objetos que possam ter tido contato direto ou indireto com a boca do viajante, como copos, pratos, garfos e outros”, disse a Agência, em nota.

O retorno do uso da capacidade máxima para transporte de passageiros também foi autorizado pela agência.

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PE confirma mais 669 casos e três mortes por Covid; estado totaliza 929.090 infectados e 21.648 óbitos

Dados foram divulgados nesta quarta (11) pelo governo. Números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia no estado.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, nesta quarta-feira (11), mais 669 casos do novo coronavírus. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, mais três mortes por Covid-19.

Com os dados divulgados no boletim desta terça, Pernambuco passou a totalizar 929.090 casos confirmados da doença, sendo 58.560 graves e 870.530 leves.

Os números são registrados desde março de 2020, quando começou a pandemia em Pernambuco. Neste período, o governo contabilizou 21.648 mortes provocadas pela doença.

Entre os casos confirmados nesta quarta, três deles, ou 0,4%, são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 666 (99,6%) são leves.

As três mortes confirmadas nesta quarta ocorreram, de acordo com o governo, entre os dias 23 de fevereiro e 17 de março deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

O boletim desta quarta confirmou as mortes de duas mulheres e um homem residentes dos municípios de Garanhuns (1), Itapissuma (1) e Terezinha (1).

Os pacientes tinham entre 53 e 88 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (1), 60 a 69 (1) e 80 e mais (1). Um apresentava doenças preexistentes: doenças respiratórias (1) e imunossupressão (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Dois casos seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 19.197.759 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.219.559 aplicações. A cobertura chegou a 92,62% do público elegível.

Do total, 7.273.176 pessoas, ou 81,95% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais.

Foram 7.100.050 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços, a chamada terceira dose, foram aplicadas 3.433.471 unidades. A cobertura ficou em 51,98% do público elegível.

O estado também aplicou 248.164 unidades da segunda dose de reforço, a conhecida 4ª dose. A cobertura atingiu 35,2% do público elegível.

Leitos

Nesta terça, a taxa global de ocupação de leitos para doentes de Covid na rede pública estadual era de 45%, de um total de 1.521 vagas disponíveis.

Nas UTIs, havia 669 vagas e 63% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 852 unidades e a taxa de ocupação ficou em 31%.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 30%, de um total de 206 unidades abertas.

Nas UTIs, havia 118 vagas disponíveis e 46% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, havia 88 leitos e 8% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020, quando começou a pandemia, Pernambuco realizou 3.906. 608 testes para detectar a Covid.

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1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.