Relatório aponta que PCR reduziu a quase zero gastos com recapeamento asfáltico

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) apresentou nesta terça-feira (28) levantamento apurado no Portal da Transparência da Prefeitura do Recife apontando que as despesas com recapeamento asfáltico no primeiro semestre do ano somaram o menor volume de recursos para o mesmo período desde 2002, primeiro ano em que os dados das despesas estão disponíveis no site.

De janeiro a junho, a Prefeitura gastou R$ 1,195 milhão com os serviços de manutenção viária, 98% a menos do que o destinado para o serviço no mesmo período de 2014 (R$ 53,87 milhões).

Segundo Priscila Krause, a quantidade de buracos nas ruas do Recife não pode ser justificada apenas pelas chuvas, mas principalmente pela ausência de serviços de manutenção bem realizados nos primeiros meses do ano quando o verão permite a realização de serviços estruturais.

“Os dados da própria Prefeitura em relação aos gastos com manutenção viária deixam evidente que esse serviço praticamente inexistiu desde o início do ano. A falta de manutenção é clara”, afirmou.

Em relação ao planejamento orçamentário para o exercício, a Prefeitura do Recife só executou 7,5% do previsto: dos R$ 15,945 milhões planejados para a ação de acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2015, R$ 1,195 milhão foi executado no primeiro semestre. Em 2002, primeiro ano em que os dados estão disponíveis, a PCR gastou R$ 5,069 milhões (valor corrigido pela inflação) nas ações de recapeamento asfáltico.

Priscila Krause lembrou que em março de 2014 o governo estadual repassou R$ 50 milhões, por meio do convênio 023/2013, firmado junto à Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão, com o objetivo de recuperar o pavimento dos principais corredores viários do Recife. Ela solicitará cópia dos relatórios de trabalho para ter acesso à lista de vias beneficiadas pelo convênio, bem como o custo unitário de cada intervenção.

 

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Justiça Federal aceita denúncia contra executivos ligados à Odebrecht

A Justiça Federal aceitou, nesta terça-feira (28), a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o presidente da Odebrecht S.A., Marcelo Odebrecht, e outras 12 pessoas investigadas na Operação Lava Jato.

O grupo foi denunciado pelo MPF na sexta-feira (24). Com o recebimento da denúncia pela Justiça, a partir de agora eles são réus na ação penal que vai apurar os supostos crimes cometidos por eles, como organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro nacional e internacional.

Segundo a denúncia, os envolvidos participariam de um esquema de corrupção na Petrobras. Entre os denunciados, também aparecem o doleiro Alberto Youssef e ex-diretores da estatal.

Provas
No despacho em que aceita a denúncia, o juiz federal Sérgio Moro considerou que as provas apresentadas pelo MPF até o momento justificam a abertura do procedimento contra os acusados.

“Portanto, há, em cognição sumária, provas documentais significativas da materilidade dos crimes, não sendo possível afirmar que a denúncia sustenta-se apenas na declaração de criminosos colaboradores”, pontuou o magistrado.

Lista dos denunciados:
– Alberto Youssef, doleiro: corrupção passiva qualificada, lavagem de capitais
– Alexandrino de Salles Ramos de Alencar, ex-diretor da Odebrecht: organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de capitais
– Bernardo Schiller Freiburghaus, suspeito de lavar dinheiro de propina da Odebrecht: organização criminosa, lavagem de capitais
– Celso Araripe d’Oliveira, funcionário da Petrobras: corrupção passiva qualificada, lavagem de capitais
– Cesar Ramos Rocha, ex-diretor da Odebrecht: organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de capitais
– Eduardo de Oliveira Freitas Filho, sócio-gerente da empreiteira Freitas Filho Construções Limitada: lavagem de capitais
– Marcelo Bahia Odebrecht, presidente da Odebrecht S.A: organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de capitais
– Márcio Faria da Silva, ex-diretor da Odebrecht: organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de capitais
– Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras: corrupção passiva qualificada, lavagem de capitais
– Paulo Sérgio Boghossian, ex-diretor da Odebrecht: organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de capitais
– Pedro José Barusco Filho, ex-gerente de Serviços da Petrobras: corrupção passiva qualificada, lavagem de capitais
– Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras: corrupção passiva qualificada, lavagem de capitais
– Rogério Santos de Araújo, ex-diretor da Odebrecht: organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de capitais
 Lavagem de dinheiro
Para o MPF, a Odebrecht montou uma sofisticada rede de lavagem de dinheiro. Com isso, a companhia pôde pagar propinas a executivos da Petrobras para fechar contratos com a estatal.

As denúncias partiram de depoimentos de ex-funcionários da Petrobras, como o ex-diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, que firmou um acordo de delação premiada com a Justiça e detalhou o funcionamento do esquema.

A Odebrecht é uma entre as várias empresas investigadas no âmbito da Operação Lava Jato, deflagrada em março de 2014 e que tem apurado desvios de dinheiro da Petrobras.

A 14ª fase da operação, deflagrada em junho deste ano, culminou na prisão de Marcelo Odebrecht e de outros executivos ligados à empresa. Atualmente, apenas Marcelo, filho do fundador da companhia, tem vínculo direto com a empreiteira. Os demais réus já foram desligados da empresa.

Procurada pelo G1, a Odebrecht informou que deve se posicionar sobre o recebimento da denúncia posteriormente.

Esquemas
Em entrevista coletiva na sexta-feira (24), em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol disse que são 13 denunciados de cada empresa.

Um dos esquemas envolvendo a Odebrecht ocorreu na construção do Centro Administrativo da Petrobras em Vitória, no Espírito Santo.

Outro envolveu a Braskem, empresa do grupo Odebrecht, em um contrato com a Petrobras para compra de nafta, que teria dado um prejuízo de R$ 6 bilhões à estatal petroleira.

Nesta transação, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa teria recebido propinas de R$ 5 milhões por ano e passado parte do dinheiro para o ex-deputado José Janene (PP), já falecido, e depois ao próprio Partido Progressista, afirmou o procurador.

De acordo com o MPF e a Polícia Federal, a Odebrecht e a Andrade Gutierrez formavam um cartel para fraudar licitações da Petrobras, obtendo preços favoráveis e, com isso, lucros extraordinários. Parte desse lucro excedente era usada para pagar propina a agentes públicos e partidos políticos, conforme os procuradores.

Contas no exterior
Segundo Dallagnol, documentação obtida nas investigações mostra que a Odebrecht e denunciados no esquema tinham contas e valores em empresas offshore, fora do país.

Uma investigação das autoridades suíças apontou que empresas do Grupo Odebrecht utilizaram contas bancárias naquele país para pagar propina a ex-diretores da Petrobras.

Samuel Nunes

Do G1 PR

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Oposição vai fiscalizar obras em municípios governistas prioritários para o PSB em 2016

Depois vistoriar obras e serviços públicos do Estado nas Zonas da Mata Sul e Norte, a oposição estadual realiza, nesta quarta-feira (29), a agenda mais política de seu programa de fiscalização do governo, o Pernambuco de Verdade, no interior. A bancada, na Assembleia Legislativa, parte para tentar flagrar obras paralisadas e serviços ineficientes em Gravatá, Bezerros e Caruaru, no Agreste, municípios governistas e de interesse eleitoral prioritário do PSB em 2016.

O líder oposicionista Sílvio Costa Filho (PTB) nega que o roteiro, agora, tenha também um componente eleitoral, para subsidiar a bancada nas eleições municipais. “É mera coincidência. A bancada tem tratado com responsabilidade seu papel de oposição. Observa (problemas) com o olhar técnico e cobra do governo (soluções), independentemente de postulações para 2016”, afirmou o petebista.

A agenda de inspeção deve incluir, ainda, Vitória de Santo Antão, município industrial na Mata Norte, também governista, e que está no eixo da BR-232 até Caruaru. É a quinta rodada do Pernambuco de Verdade, a estratégia criada pelo oposição para fiscalizar obras e ações do programa do governo Todos por Pernambuco. O roteiro vai passar por cidades com amplo domínio do PSB e da Frente Popular.

Em Gravatá, o nome para a disputa é o atual líder do governo na Alepe, Waldemar Borges (PSB), e em Bezerros, o socialista Severino Otávio (Branquinho) vai apontar o sucessor. Em Caruaru, maior peso econômico da região, quatro lideranças governistas estão na disputa: o prefeito, José Queiroz (PDT), que quer indicar o sucessor, os deputados Raquel Lyra (PSB) e Tony Gel (PMDB) e a ex-deputada Laura Gomes (PSB).

O líder do governo, Waldemar Borges, acusa o projeto da oposição de eleitoreiro e a bancada de “não reconhecer” os avanços do Estado nos governos socialistas. “É um movimento eleitoreiro, exclusivamente. É de quem não desceu ainda do palanque de 2014, nem se conformou com a derrota. Há um conjunto de obras que melhorou a vida dos pernambucanos”, rebateu Borges. “Para cada dificuldade que identificam, há obras melhorando o dia a dia da população. A oposição não está falando para a maioria dos pernambucanos”, minimizou o líder do governo a estratégia da minoria.

A quinta etapa de inspeções da oposição estava agendada para esta terça (28), tendo sido adiada em um dia, para que a bancada de 13 oposicionistas compareça à posse do novo superintendente da Sudene, o ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT).

 

Jornal do Commercio

Ayrton Maciel

Caderno Política

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Ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT) assume superintendência da Sudene

O ex-prefeito do Recife, João Paulo Lima (PT), toma posse na manhã desta terça-feira (28) como superintendente da Sudene, na capital. A cerimônia acontece na sede da Sudene, no bairro do Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife. João Paulo foi nomeado para o comando da autarquia pela presidente Dilma Rousseff (PT), na terça (21).

O ex-prefeito já foi membro do Conselho Deliberativo da Sudene em 2008, quando era presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e prefeito do Recife (2001-2008). João Paulo assume a superintendência em substituição a José Márcio de Medeiros Maia.

João Paulo Lima, que é formado em economia, foi vereador, deputado estadual, prefeito do Recife e deputado federal, além de candidato ao Senado nas últimas eleições.

A Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) é uma autarquia administrativa e financeriamente autônoma, que busca articular e fomentar o desenvolvimento includente e sustentável do Nordeste. Para isso, conta com instrumentos como o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) — que tem um orçamento de R$ 2 bilhões para 2015 — e incentivos fiscais.

 

G1 PE

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Após romper com Dilma, Cunha diz que vai analisar pedidos de impeachment com fundamentos legais

Da Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a discussão sobre as propostas de abertura de processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff tem tido impacto na confiança dos setores econômicos. Para ele, trata-se de um processo grave, “com consequências danosas para o país”.

“Certamente não será bom para o ambiente econômico a própria discussão, como ela está sendo feita. Não tenho dúvida de que essa própria discussão tem levado à diminuição da confiança”, ressaltou Cunha, ao participar de um almoço com empresários na capital paulista.

O deputado destacou que, embora tenha anunciado o rompimento com o governo federal, analisará eventuais pedidos de abertura de processo de impeachment com base em fundamentos legais. “Eu vou separar muito bem isso. Vou ter até uma cautela, para não antecipar meu julgamento, ou parecer que qualquer tipo de posicionamento tem a ver com a mudança do meu posicionamento político, que eu anunciei publicamente.”

Na semana passada, Cunha despachou os 11 pedidos de impeachment da presidenta de volta aos autores, para que sejam reformulados segundo os requisitos do regimento da Câmara, antes de ser apreciados pela Mesa Diretora.

No encontro com os empresários, a política econômica do governo foi criticada diversas vezes por Cunha, que classificou o ajuste fiscal de “pífio”. Para ele, não está claro quais são os objetivos das medidas anunciadas ao longo deste ano. “Não adianta só você impor à sociedade sacrifícios. Você tem que dizer à sociedade o que vai acontecer depois dos sacrifícios, qual é o norte”, ressaltou.

Do lado de fora do hotel onde foi realizado o evento, um grupo levou uma faixa para protestar contra Cunha, especialmente em relação ao posicionamento favorável à redução da maioridade penal. “Hoje, o Cunha é o inimigo número 1 da juventude brasileira”, afirmou a militante do movimento Juntos, Camila Souza. A estudante de ciências sociais também lembrou as denúncias envolvendo o deputado na Operação Lava Jato, que investiga irregularidades em contratos da Petrobras. “Queremos que ele deixe a presidência da Câmara”, disse Camila.

Cunha não respondeu às perguntas dos jornalistas sobre as acusações que envolvem seu nome na operação. Segundo ele, por orientação do seu advogado. “Ele acha que eu falo demais”, disse o deputado. Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, o empresário Júlio Camargo disse que Cunha pediu US$ 5 milhões de propina para viabilizar um contrato de navios-sonda da Petrobras.

Denúncias

O presidente da Câmara atribuiu as acusações a uma manobra “covarde” do governo federal. “Eu vejo claramente nisso, interferência do Poder Executivo”, afirmou. De acordo com Cunha, há uma insatisfação do governo em relação à sua atuação na Câmara. “De uma certa forma, teme-se a continuidade do nosso trabalho”, disse ele, descartando a possibilidade de deixar o comando da Casa.

Para ele, é o governo que está com articulação enfraquecida entre os deputados. “Eu não diria que o governo perdeu a base. Eu diria que a base do governo não tem sido sólida nos últimos meses”, disse.

Sobre a redução da maioridade penal, Cunha disse que a medida evitaria que adolescentes sejam levados por adultos para participar de crimes. “Os menores são usados como assaltantes por quadrilhas organizadas”, afirmou, ao defender o projeto de emenda à Constituição aprovado em primeiro turno pelos deputados.

Após o almoço, Cunha seguiu para um encontro com o governador Geraldo Alckmin, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo.

 

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Janot recorre ao Supremo contra prioridade para investigação de CPIs

Da Agência Brasil

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular uma lei que obriga o Ministério Público (MP) a priorizar investigações iniciadas por comissões parlamentares de inquérito (CPIs). Na ação, Janot alega que a Lei 10.001/2000 é uma forma de controlar as atividades do MP. A norma definiu os procedimentos a serem adotados pelo órgão para dar andamento às conclusões das CPIs.

A ação direta de inconstitucionalidade (Adin) foi encaminhada para a ministra Cármen Lúcia, que deve analisar o caso a partir da semana que vem, quando o Supremo retorna do período de recesso. Caso a ministra concorde com os argumentos apresentados pelo procurador, a decisão favorável terá aplicação imediata e poderá afetar a CPI da Petrobras, aberta na Câmara dos Deputados para investigar desvios na estatal.

De acordo com Janot, as atividades do Ministério Público não podem ficar subordinadas às CPIs. “As conclusões de CPIs devem ser encaminhadas ao Ministério Público, para que promova responsabilidade civil ou criminal dos infratores. Os poderes de CPIs não se sobrepõem às competências do Ministério Público e do Judiciário, cujas funções são delimitadas constitucionalmente, e não se admite que possam sofrer ingerências de outros Poderes”, argumenta o procurador-geral.

A lei determina que relatórios encaminhados pelas CPIs tenham preferência na tramitação em relação a outros processos e que os membros do MP informem as medidas adotadas em 30 dias, além de prever a aplicação de sanções penais e administrativas em casos de descumprimento.

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Pré-candidato a prefeito, Lucas Ramos critica FBC por impor projeto familiar no PSB de Petrolina

A disputa eleitoral em Petrolina começa pouco a pouco a se evidenciar. Na última sexta-feira (24), a escolha da nova presidência da Comissão Provisória do PSB local expôs uma insatisfação de membros do partido com a nomeação do deputado estadual Miguel Coelho (PSB) – filho do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) – para presidir a sigla na cidade sertaneja. Contrariado com a decisão, que partiu da presidência estadual do PSB, o deputado Lucas Ramos divulgou uma nota criticando a indicação.

Segundo Ramos, que busca fortalecer o nome para ingressar na disputa pela prefeitura de Petrolina em 2016, a substituição do deputado Gonzaga Patriota na Comissão – uma espécie de diretório municipal – representa uma imposição de um projeto político familiar do senador Fernando Bezerra Coelho na cidade. Para ele, a decisão atropela os companheiros sem nenhuma discussão interna e democrática.

Externando a insatisfação, o deputado decidiu deixar a comissão, que ele classificou como “autoritária”. “Esclareço a todos os filiados do partido em Petrolina que continuarei atento e vigilante às movimentações autoritárias dentro do nosso partido, e que continuaremos a disposição dos companheiros para qualquer tarefa que nos for confiada.

A disputa dentro do PSB descortina a rixa entre o grupo dos Coelho e outras lideranças do partido. Ramos demarca território para tentar viabilizar sua pré-candidatura para prefeitura.

VEJA ÍNTEGRA DA NOTA:

Nota de Esclarecimento

A respeito da nova composição da comissão provisória do Partido Socialista Brasileiro em Petrolina, reiteramos a nossa posição contrária à mudança da presidência da comissão, sentimento compartilhado por muitas lideranças que formam o PSB no município, pois entendemos que a substituição do deputado Gonzaga Patriota representa uma imposição de um projeto político familiar, que mais uma vez atropela os companheiros sem nenhuma discussão interna e democrática.

Dessa forma, decidimos não fazer parte dessa composição autoritária.

Pelo caráter provisório da comissão, nós nos reservaremos a discutir, organicamente e democraticamente, a formação definitiva do Diretório municipal do nosso vitorioso PSB de Petrolina.

Esclareço a todos os filiados do partido em Petrolina que continuarei atento e vigilante às movimentações autoritárias dentro do nosso partido, e que continuaremos a disposição dos companheiros para qualquer tarefa que nos for confiada.

Por fim, renovo a nossa condição de liderado do governador Paulo Câmara, escolhido pelo nosso eterno líder Eduardo Campos para ser seu sucessor, ungido com expressiva e histórica votação pelo povo pernambucano.

Ao governador, reitero o compromisso de, como liderado e vice-líder do seu governo na Assembleia Legislativa, continuar a defender o seu governo de forma ampla, irrestrita e incondicional.

Lucas Ramos
Deputado Estadual-PSB

 

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Dilma reunirá governadores para discutir ajuste de contas e mudanças no ICMS

Da Agência Brasil

Presidente Dilma vai se reunir com governadores de estados de todas as regiões do país para discutir a governabilidade, o ajuste nas contas públicas e a reforma do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A presidente Dilma Rousseff vai se reunir com governadores de estados de todas as regiões do país para discutir a governabilidade, o ajuste nas contas públicas diante das perdas de arrecadação e temas como a reforma do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

De acordo com o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, um dos principais articuladores políticos do governo, o encontro deve ocorrer nesta semana, mas ainda não está definido se os governadores serão recebidos em grupos, de acordo com a região, ou em uma reunião ampliada.

“Os governadores fizeram reuniões regionais com posições para trazer ao governo central a preocupação com a governabilidade. Por óbvio, esta é uma preocupação do poder central, do Executivo federal. Então, há uma conjugação de interesses, uma coincidência de interesses, e a primeira reunião deve ocorrer nesta semana”, Padilha, em entrevista após a reunião de coordenação política de hoje (27), comandada pela presidente Dilma Rousseff.

Segundo o ministro, a iniciativa para uma reunião entre Dilma e os governadores partiu de representantes de estados do Nordeste e foi bem recebida pelo governo. O encontro deverá reunir governadores de todas as regiões do país, independentemente dos partidos políticos aos quais sejam filiados.

“É do maior interesse do governo e é do interesses de todos os governadores, e isso se sobrepõe à questão partidária. Estamos diante de um tema que é o do interesse da nação – a nação tem interesse em ver o Brasil andar novamente no sentido do crescimento, da geração de emprego, de aumentar a renda. Isso é de interesse da nação, está acima de possíveis divergências partidárias que poderiam ser alegadas em outras circunstâncias”, avaliou o ministro.

Padilha disse que a discussão da reforma do ICMS será trazida pelos governadores para a conversa com Dilma e que outros temas também poderão ser incluídos na pauta da reunião, que ainda não está fechada.

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Odebrecht presenteou alto escalão a Petrobras com quadros, diz MPF

Um documento apreendido na sede da construtora Odebrecht e intitulado como “Relação de Brindes Especiais – 2010” aponta uma lista de funcionários de alto escalão da Petrobras, entre eles, os ex-presidentes da estatal José Sérgio Gabrielli de Azevedo e Maria das Graças Foster, que recebiam presentes da empresa. De acordo com o documento, os “brindes” são pinturas de alto valor de artistas renomados, como Alfredo Volpi, Gildo Meirelles, Romanelli e Oscar Niemeyer.

Também aparecem na lista: Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento; Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços; Jorge Luiz Zelada e Nestor Cerveró, ambos ex-diretores da área Internacional; e o ex-gerente de Engenharia Pedro Barusco.

A informação consta na denúncia que o Ministério Público Federal (MPF) apresentou contra ex-executivos da empreiteira e o presidente da Odebrecht S.A, Marcelo Bahia Odebrecht, na sexta-feira (24), à Justiça Federal.

A Odebrecht informou que, por se tratar de uma denúncia a uma pessoa específica, e não à empresa, não vai se pronunciar sobre os possíveis “presentes”.

 A denúncia é referente à 14ª fase da Lava Jato, que foi deflagrada em junho e teve as construtoras Odebrecht e Andrade Gutierrez como alvo. A operação investiga um esquema bilionário de desvio de dinheiro e de corrupção na Petrobras.

“Observe-se que anotações manuais também apreendidas, trazem o alto valor dos quadros encomendados, demonstrando que não se tratavam de meros ‘brindes'”, diz um trecho da denúncia apresentada pelo MPF.

À época do ocorrido, Gabrielli era o presidente da estatal e Foster era diretora.

O ex-diretor da Odebrecht Rogério Araújo era o remetente dos “brindes”, ainda segundo o documento do MPF. Ele está preso desde junho. No sábado (25), ele foi transferido para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, junto com o presidente da Odebrecht S.A e outros envolvidos na 14ª fase da operação. Até então, eles estavam detidos na carceragem da Polícia Federal, na capital paranaense.

Gabrielli afirmou, por e-mail que a informação de que recebeu pinturas de alto valor é “absolutamente falsa”. Ele admite que recebeu brindes, mas que foram livros editados pela empresa.

Os advogados de Costa e Cerveró disseram que desconhecem o recebimento de obras de arte pelos clientes. Já a defesa de Duque afirmou que só vai se manifestar quando o cliente for formalmente citado.

A defesa de Zelada informou que prefere não se manifestar neste nomento. Já a defesa de Araújo disse que a relação de brindes apresentada na denúncia não se refere a pinturas milionárias, mas reproduções das obras de arte dos artistas mencionados.

A reportagem não conseguiu contato com os advogados de Barusco nem com a de Graça Foster.

Do G1 PR

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PSDB convocará para manifestações contra o governo

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta segunda-feira (27) que o PSDB fará inserções de rádio e televisão para convocar as pessoas a participarem das manifestações contra o governo marcadas para 16 de agosto. Apesar de afirmar que o partido não deve ser protagonista dos protestos, o tucano diz que a legenda também não pode se omitir neste momento.

Segundo o senador, as propagandas do partido apelarão para a indignação dos cidadãos em relação às ações do governo. “Aqueles que estiverem indignados ou até mesmo arrependidos mas, principalmente, cansados, devem sim se movimentar, ir às ruas”, disse.

As inserções começarão a ser veiculadas nesta semana. Na primeira fase, o PSDB mostrará suas principais lideranças, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e o senador José Serra (SP). Mesmo com a movimentação interna de integrantes da legenda em torno de possíveis candidaturas à Presidência, Aécio afirmou que a estratégia inicial será mostrar um partido unido.

“Nosso esforço nessa relargada será mostrar uma grande sintonia entre as principais lideranças do PSDB. Temos que estar sintonizados com as ruas e com a população cada vez mais indignada com o que está acontecendo”, disse.

“Somos hoje porta-vozes do sentimento de indignação, do sentimento de frustração da sociedade brasileira e até de decepção de eleitores do próprio PT. Nossa aliança tem que ser com a sociedade”, completou.

A partir da próxima semana o partido começará a fazer as convocações nas propagandas. Apesar do envolvimento direto nos atos, Aécio diz que a sigla não quer ser protagonista.

No entanto, diferentemente das primeiras manifestações contra o governo, diz que agora há uma convergência entre a sociedade e os políticos.

“O PSDB deve participar como uma parcela da sociedade, jamais como protagonista dessas manifestações. Até porque, quanto mais da sociedade elas forem, mais legítimas e representativas elas serão. Mas o PSDB não se furtará, as lideranças individualmente, a estar presente na manifestação que ganha corpo”, disse.

“As coisas avançaram e acho que hoje já começa a ter um encontro entre as representações políticas, institucionalizadas, com os movimentos das ruas e isso é bom, é positivo. Vamos estar na dosagem certa”, completou. Segundo Aécio, outros partidos de oposição também deverão fazer convocações.

Criticado por não ter participado de outras manifestações antigoverno, Aécio afirmou que ainda não decidiu se irá na próxima. “Meu cuidado maior é que, a partir do momento em que eu disser que eu vou, isso dá uma impressão de que é um movimento de partido e não é. Se eu decidir ir, vou como cidadão”, afirmou.

“Se simplesmente desconsiderarmos que elas existem, acho que estamos fugindo da realidade. A cobrança dos nossos eleitores é enorme. O que estou tendo é cuidado para manter o equilíbrio”, completou.

Na Folha Press

 

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