Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

Após consulta à coligação de Marília Arraes, TRE nega pedido da campanha de Raquel Lyra e mantém início de horário eleitoral na sexta

Propaganda gratuita na TV e no rádio começa na sexta-feira (7). Campanha fez o pedido devido à morte do marido de Raquel, no domingo (2).

Por g1 PE

A Justiça Eleitoral negou o pedido da campanha de Raquel Lyra (PSDB) para adiar o início do horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio por causa da morte do marido da candidata. Sendo assim, a propaganda para o segundo turno será iniciada na sexta-feira (7). A decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) saiu depois de consulta à coligação de Marília Arraes (Solidariedade), que discordou ad mudança de data.

O pedido da campanha de Raquel Lyra foi julgado pela desembargadora eleitoral auxiliar Virgínia Gondim Dantas. Ela indeferiu o pedido por causa da “não anuência com o adiamento por parte da Coligação Pernambuco na Veia”, encabeçada por Marília Arraes.

A desembargadora afirmou que não existe previsão normativa para o adiamento da campanha, e, por isso, a decisão caberia à “manifestação de vontade das partes nesse sentido”. O pedido era de que o guia eleitoral fosse iniciado na segunda-feira (10).

A coligação Pernambuco quer Mudar havia pedido o adiamento alegando “questões humanitárias”, já que, segundo o requerimento, a ex-prefeita de Caruaru, no Agreste, “não se encontra em condições psicológicas e mentais de retornar ao processo eleitoral”.

No domingo (2), dia do primeiro turno das eleições, o marido de Raquel, empresário Fernando Lucena, de 44 anos, morreu vítima de um infarto fulminante.

Marília Arraes (Solidariedade) obteve 23,97% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto Raquel Lyra ficou com 20,58%. Esta é a primeira vez que uma mulher chega ao segundo turno na eleição para o governo do estado. Assim, Pernambuco terá a primeira mulher governadora da história.

A Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco havia sido intimada e afirmou não se opor ao pedido, “desde que a Coligação Pernambuco na Veia, em ato de solidariedade, concorde com o adiamento. Não havendo consenso, entende-se que as propagandas deverão ter início na data programada”, disse a PRE.

A coligação Pernambuco na Veia, no processo, disse que não se vislumbra nenhuma provocação ao luto de Raquel Lyra com a exibição do programa eleitoral. Afirmou, ainda, que vai cancelar todas as manifestações políticas de rua no período em que a campanha de Raquel Lyra pediu o adiamento do guia eleitoral.

“A coligação Pernambuco na Veia reitera as condolências à candidata Raquel Lyra pelo trágico ocorrido”, afirma a campanha de Marília Arraes.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Ipec: Lula tem 51% no 2º turno, e Bolsonaro, 43%

Pesquisa foi feita entre segunda-feira (3) e quarta-feira (5) e tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Nos votos válidos, o resultado foi 55% para Lula e 45% para Bolsonaro.

Por g1

Pesquisa do Ipec divulgada nesta quarta-feira (5), encomendada pela Globo, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 51% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 43%. Este é o primeiro levantamento do instituto feito após o primeiro turno das eleições. As entrevistas foram feitas entre segunda-feira (3) e quarta-feira (5), e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, o levantamento apontou que Lula tem 55%, e Bolsonaro, 45% (veja infográfico abaixo). Para calcular os votos válidos, são excluídos os brancos, os nulos e os de eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Na sondagem espontânea, na qual os entrevistadores não apresentam previamente o nome de nenhum dos dois candidatos, Lula aparece com 50%, e Bolsonaro, com 40%.

Foram entrevistadas 2.000 pessoas, entre segunda-feira (3) e quarta-feira (5), em 129 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-02736/2022.

Simulações anteriores de 2º turno

Em entrevista à GloboNews concedida após a divulgação do levantamento desta quarta, a diretora do Ipec, Márcia Cavallari, afirmou: “[É] como a gente também sempre diz: é uma nova eleição. A gente não pode fazer uma comparação, por exemplo, com as simulações de segundo turno que foram feitas no [período anterior à votação do] primeiro turno. Porque é uma nova situação, em que o eleitor se reposiciona”.

Na simulação de segundo turno divulgada pelo instituto na véspera da votação do 1º turno, Lula tinha 52% das intenções de voto, e Bolsonaro, 37%.

No primeiro turno, Lula recebeu 57,2 milhões de votos (48,4%), e Bolsonaro, 51,07 milhões (43,2%). O segundo turno está marcado para 30 de outubro.

Índice de rejeição dos candidatos

A pesquisa Ipec apontou ainda o índice de rejeição dos candidatos. A sondagem mostra que 50% dos eleitores brasileiros não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro, e 40% não votariam de jeito nenhum em Lula.

O levantamento anterior do instituto, divulgado na véspera do 1º turno, indicou que o atual presidente tinha 46% de rejeição, e o petista, 38%.

Índice de aprovação do governo

A pesquisa Ipec apontou também os índices de avaliação do atual governo. A sondagem mostra que o presidente Bolsonaro tem 42% de avaliações negativas (ruim ou péssimo) e 35% de avaliações positivas (ótimo ou bom). Os que consideram a gestão regular são 22%.

O levantamento mais recente do instituto que aferiu a taxa de aprovação foi divulgado em 26 de setembro. Ele apontou que o presidente tinha 47% de avaliações negativas (ruim ou péssimo) e 29% de avaliações positivas (ótimo ou bom). Os que consideravam a gestão regular eram 22%.

O Ipec também perguntou aos eleitores se eles aprovam ou não a administração de Bolsonaro. Ao contrário dos dados acima, estes permaneceram estáveis: 40% aprovam e 55% desaprovam, mesmo número do levantamento anterior. Os que não sabem são 5%. Em relação ao levantamento de 26 de setembro, no entanto, Bolsonaro aparece 5 pontos abaixo na taxa de desaprovação e 4 pontos acima na taxa de aprovação.

Índice de definição de voto

Quanto ao índice de definição de voto, a pesquisa Ipec aponta que 92% dos eleitores dizem estar totalmente decididos quanto a quem vão votar no segundo turno. Os que dizem que ainda podem mudar de opinião somam 8%.

Índice dos que creem ou não na reeleição

O levantamento divulgado nesta quarta indica que a maioria dos brasileiros (56%) acreditam que Lula será eleito no segundo turno. Os que acreditam que Bolsonaro será reeleito são 34%. E 10% não sabem ou não responderam.

Entre os que avaliam de maneira negativa a gestão Bolsonaro, 3% acreditam que ele será reeleito. Nessa faixa de entrevistados, os que creem na vitória de Lula somam 91%.

A expectativa de vitória de Bolsonaro é maior entre pessoas com renda familiar de mais de cinco salários mínimos (52%), evangélicos (49%), moradores das regiões Sul (44%) e Centro-Oeste (41%) e eleitores com ensino superior (40%).

Os que creem na vitória de Lula crescem entre moradores da região Nordeste (71%), pessoas com renda familiar de até um salário mínimo (66%), jovens de 16 a 24 anos (63%), moradores de cidades com até 50 mil habitantes (60%) e pretos e pardos (60%).

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

TCU diz que auditoria realizada em 560 boletins de urna do 1º turno não encontrou dado incorreto

Tribunal checou processo de conferência de votos para os cargos de senador, governador e presidente Corte ainda vai auditar 4.161 boletins de urna impressos.

Por Jéssica Sant’Ana, g1 — Brasília

Tribunal de Contas da União (TCU) não registrou nenhum dado incorreto no processo de conferência de votos por candidato para os cargos de senador, governador e presidente, realizado em 560 boletins de urna.

A informação é do ministro e presidente em exercício, Bruno Dantas. A auditoria foi iniciada no domingo (2), dia do primeiro turno das eleições, e concluída no início da segunda-feira (3).

“A análise foi encerrada no início do dia 3 de outubro e o processo de conferência de votos por candidato para os cargos de senador, governador e presidente não registrou nenhuma inconsistência de dado incorreto”, afirmou.

Segundo Dantas, o resultado da fiscalização “evidenciou, uma vez mais, a transparência do sistema eleitoral brasileiro”.

Os boletins de urna são um “extrato” emitido por cada urna ao fim do dia da votação. São esses boletins que, somados automaticamente pelo TSE sem interferência humana, geram o resultado. Uma versão digital desses boletins é transferida aos TREs quando as urnas são fechadas, usando uma rede privativa de internet da Justiça Eleitoral. Cópias impressas são fixadas nas seções eleitorais para conferência dos interessados.

Inicialmente, o tribunal iria checar 540 boletins de urna, mas 20 boletins foram colhidos a mais pelos auditores nos estados.

Lula e Jair Bolsonaro disputarão o segundo turno das eleições para presidente do Brasil

O TCU ainda vai checar 4.161 boletins de urna impressos. Esses boletins serão enviados pelo Correios ao tribunal. O objetivo também é atestar a veracidade dos dados divulgados pelo TSE no primeiro turno das eleições.

O resultado dessa checagem maior deve sair em novembro.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Missão de observação da OEA afirma que eleições ocorreram ‘com ordem e normalidade’

Em relatório preliminar, grupo que acompanhou primeiro turno neste domingo informou que vai atuar também no segundo turno.

Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

A missão de observação das eleições da Organização dos Estados Americanos (OEA) afirmou, em relatório preliminar divulgado nesta segunda-feira (3), que as “eleições se desenvolveram com ordem e normalidade”. O documento ressalta que o resultado do primeiro turno foi reconhecido “por todos os atores políticos”.

A missão informou que vai atuar também no segundo turno e convidou “os atores políticos a abandonar a polarização e os ataques pessoais, e aproveitar essa oportunidade prevista na Constituição brasileira para convencer o eleitorado com base em propostas e programas”.

Os observadores também ressaltaram que o funcionamento do sistema de transmissão das informações foi realizado de “maneira segura”.

Em reação à totalização, salientaram que, às 20h, o “TSE contava com 70% da informação das seções de todo o país”.

“Da sala de totalização do TSE, os técnicos da OEA constataram que o fluxo e a consolidação de resultados funcionaram de maneira adequada em todo momento. Por outro lado, a missão saúda a decisão do TSE de publicar os boletins de urna, prática que foi implementada a partir desta eleição”, diz o documento.

Veja na reportagem abaixo, do último sábado (1º), mais detalhes sobre as missões de observadores internacionais:

Mais de 80 observadores internacionais estão no Brasil para acompanhar as eleições

Filas e atrasos não comprometeram voto

A missão analisou que em algumas seções eleitorais houve demora na identificação biométrica, mas que isso não impediu que os eleitores exercessem o voto.

“A Missão constatou que em algumas seções eleitorais, no momento da identificação biométrica, se geraram dificuldades na leitura da impressão digital de alguns eleitores, especialmente aqueles da terceira idade. Nesses casos, se observou que as e os mesários cumpriram a disposição de realizar até quatro tentativas de reconhecimento das digitais. Isso, em ocasiões, gerou certa demora no fluxo de votantes, ainda que não tenha impedido que pudessem exercer seu direito ao sufrágio, uma vez que, seguindo os procedimentos pré-estabelecidos, os presidentes de mesa habilitaram a urna com sua própria impressão digital após comprovar a identidade da pessoa no caderno de votação”.

Os observadores consideraram que, apesar das filas, a votação ocorreu de forma “tranquila”.

“Os observadores da OEA reportaram desde os centros de votação uma grande afluência de eleitores, a maior parte dos quais contava com informação sobre a localização de suas seções. Durante a tarde, 91% das seções observadas tinha longas filas de eleitores, alguns dos quais reportaram ter esperado por mais de duas horas para poder exercer o sufrágio. Apesar disso, a Missão observou que a jornada transcorreu de forma tranquila e que não se registraram maiores incidentes”.

A missão considerou que o procedimento de emissão da zerésima foi correto – o documento comprova que, antes de iniciar a votação, não há votos depositados previamente nas urnas. Também elogiou a atuação dos mesários.

Os observadores, no entanto, ressaltaram a partir dos resultados o fato de que haverá pouca representação das mulheres nos espaços políticos.

“A Missão adverte, por último, que uma vez mais as mulheres continuarão marcadamente sub- representadas nos principais espaços de decisão política do país. Os dados difundidos pelo TSE indicam que, concluído o processo, apenas 2 de 27 governos estaduais ficarão em mãos de mulheres. Quanto ao senado, das 27 cadeiras em jogo nestas eleições apenas 4 serão ocupadas por mulheres”.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Em comparação com 2018, percentual do PT avança em todos os estados, e Bolsonaro cresce em 12

O maior avanço de Lula foi registrado no Ceará, estado que Ciro Gomes (PDT), candidato que ficou em 4º lugar na disputa deste ano, perdeu espaço em relação a 2018. Bolsonaro, por outro lado, teve um resultado percentual melhor em sete estados do Nordeste.

Por Victor Farias e Marinha Pinhoni, g1

O ex-presidente Lula (PT) teve um desempenho muito melhor que o candidato do PT em 2018, Fernando Haddad, e avançou em todos os estados no primeiro turno em percentual de votos. O atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), teve um percentual melhor em 12 estados, mas perdeu espaço nos 15 restantes.

O maior avanço de Lula foi registrado no Ceará, estado que Ciro Gomes (PDT), candidato que ficou em 4º lugar na disputa deste ano, perdeu espaço em relação a 2018. Naquela disputa, o ex-ministro teve 41% dos votos, ante 6,8% que conquistou neste ano. Haddad, por sua vez, teve 33%, contra 66% de Lula em 2022.

O ex-presidente também conquistou espaço no Rio de Janeiro, estado em que Bolsonaro e parte de seus filhos fizeram carreira. Lula conseguiu 40,7% dos votos, e Haddad, em 2018, 14,7%. O menor avanço de Lula foi em Roraima, onde conseguiu 5,2 pontos percentuais a mais que o candidato do PT em 2018.

Bolsonaro, por outro lado, teve um resultado percentual melhor em sete estados do Nordeste — Ceará, Sergipe, Maranhão, Alagoas, Piauí, Bahia e Rio Grande do Norte. Mesmo com o avanço, ele ainda perdeu em todos os estados da região.

O maior avanço do mandatário foi registrado em Roraima, onde venceu neste ano com 70% dos votos, a vitória mais folgada do atual presidente.

Bolsonaro perdeu espaço no Rio (-8,7 pontos percentuais), no Distrito Federal (-6,72 pontos percentuais) e em São Paulo (-5,29 pontos percentuais). Mesmo assim, ele venceu nos três estados.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Lula tem 25,6 milhões de votos a mais que Haddad em 2018; Bolsonaro ganha 1,7 milhão de votos

Com o resultado, o petista teve o melhor desempenho da história de um candidato em primeiro turno. E Bolsonaro teve o segundo melhor.

Por Victor Farias, g1

O número de votos obtidos pelo ex-presidente Lula (PT) na eleição deste domingo (2) foi insuficiente para ganhar a disputa no primeiro turno, mas o petista teve o melhor desempenho da história de um candidato em primeiro turno. E Bolsonaro teve o segundo melhor.

Em relação a 2018, quando o candidato do PT era Fernando Haddad (PT), Lula aumentou os votos do partido em mais de 25 milhões. O ex-ministro da Educação que tenta se eleger governador de São Paulo teve 31,3 milhões de votos na eleição passada, ante 57 milhões de Lula neste ano.

Já o presidente Jair Bolsonaro (PL) teve um desempenho melhor que o de 2018: aumentou sua votação em 1,7 milhão de votos — teve 49,3 milhões em 2018 e 51 milhões neste ano. Com isso, registrou a segunda maior votação em um primeiro turno da história.

A votação maior ocorre em meio a uma diminuição nos votos brancos e nulos que atingiu, neste ano, o menor percentual desde 1994: 4,41%. A abstenção, por sua vez, atingiu 20,3% do total, maior percentual desde 1998.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Eleitores postam fotos de boletim de urna no exterior

Este ano, quase 700 mil brasileiros que vivem no exterior irão às urnas para escolher o próximo presidente.

Por g1

A eleição brasileira de 2022 já terminou em alguns países da Ásia e da Oceania e fotos dos boletins de urnas desses locais começaram a ser postadas na internet.

A partir dessas fotos, o g1 acessou esses boletins por meio da leitura do QR Code de cada um deles pelo aplicativo do TSE Boletim na Mão, que confirma que o documento é autêntico, e informa o número oficial de votos registrados em cada urna.

Os documentos mostram a votação individual em cada candidato e os votos que eles receberam naquela seção específica (não em todo o país), além dos votos para cada partido político, os votos nulos e os votos em branco.

O resultado oficial da apuração no exterior, porém, assim como no Brasil, serão divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral após as 17h (horário de Brasília), quando termina a votação.

Veja, abaixo, 6 dos resultados desses boletins.

Austrália

Segundo o TSE, a Austrália tem 5 cidades onde os eleitores brasileiros podem votar nestas Eleições: Camberra, Melbourne, Perth, Sydney e Brisbane.

Na seção 1150, em Camberra, os resultados foram os seguintes:

  • Lula: 341 votos.
  • Bolsonaro: 76 votos.
  • Ciro Gomes: 26 votos.
  • Simone Tebet: 23 votos.
  • Felipe D’Avila: 10 votos.
  • Soraya Thronicke: 2 votos.
  • Vera: 2 votos.
  • Sofia Manzano: 1 voto.
  • Constituinte Eymael: 1

5 dos 491 brasileiros dessa seção votaram branco, enquanto outros 4 anularam. 301 faltaram.

Boletim eleitoral da seção 1150 de Camberra — Foto: Reprodução

Boletim eleitoral da seção 1150 de Camberra — Foto: Reprodução

Já na seção 741, também em Cambera, o boletim de urna apontou:

  • Lula: 158 votos.
  • Bolsonaro: 74 votos.
  • Ciro Gomes: 14 votos.
  • Simone Tebet: 11 votos.
  • Felipe D’Avila: 4 votos.
  • Soraya Thronicke: 1 voto.
  • Padre Kelmon: 2 votos.

8 dos 276 brasileiros dessa seção votaram branco, enquanto outros 4 anularam. 260 faltaram.

Nova Zelândia

Segundo o TSE, o país tem dois locais de votação: Wellington e Auckland. Contudo, neste ano, segundo o Ministério das Relações Exteriores, a eleição presidencial foi realizada apenas na sede da Embaixada do Brasil em Wellington.

Na seção 1690 de Wellington, o boletim indicou o seguinte resultado:

  • Bolsonaro: 22 votos.
  • Lula: 117 votos.
  • Ciro Gomes: 5 votos.
  • Simone Tebet: 4 votos.
  • Felipe D’Avila: 8 votos.
  • Padre Kelmon: 1 voto.

Já na seção 1693 da mesma cidade, o boletim apontou:

  • Bolsonaro: 13 votos.
  • Lula: 36 votos.
  • Ciro Gomes: 1 voto.
Boletins de urna de duas seções na Nova Zelândia. — Foto: TSE

Boletins de urna de duas seções na Nova Zelândia. — Foto: TSE

Japão

Segundo o TSE, o Japão tem 10 cidades onde os eleitores brasileiros podem votar.

No boletim referente à seção eleitoral 1766 em Tóquio, segundo dados do aplicativo “Boletim na Mão”, os números foram os seguintes:

  • Bolsonaro: 187 votos.
  • Lula: 79 votos.
  • Ciro Gomes: 25 votos.
  • Simone Tebet: 21 votos.
  • Felipe D’Avila: 4 votos.
  • Soraya Thronicke: 3 votos.
  • Vera: 2 votos.
  • Sofia Manzano: 2 votos.
  • Padre Kelmon: 1 votos.
Um dos boletins de urna no Japão. — Foto: Reprodução/TSE

Um dos boletins de urna no Japão. — Foto: Reprodução/TSE

14 dos 346 brasileiros dessa seção votaram branco, enquanto outros 8 anularam. 382 faltaram.

Já em Nagoia, uma das maiores cidades do país, os resultados da seção 265 foram:

  • Bolsonaro: 315 votos.
  • Lula: 30 votos.
  • Ciro Gomes: 21 votos.
  • Simone Tebet: 16 votos.
  • Felipe D’Avila: 6 votos.
  • Soraya Thronicke: 5 votos.
  • Constituinte Eymael: 2 votos.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Desemprego recua para 8,9% em agosto com recorde de trabalhadores sem carteira assinada, aponta IBGE

País inicia o segundo semestre do ano com menor índice de desemprego desde 2015, puxado pela informalidade. Pressionado pelo recuo da inflação, rendimento real cresceu novamente.

Por Daniel SIlveira, g1

O Brasil começou o segundo semestre deste ano com índices de desemprego mais baixos em sete anos, consolidando tendência de recuperação do mercado de trabalho. Em contrapartida, bateu recorde histórico o número de trabalhadores sem carteira assinada no país. É o que apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o levantamento, realizado por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), a taxa de desemprego em agosto caiu para 8,9%, a menor desde julho de 2015, quando ficou em 8,7%.

Esta foi a sexta queda seguida da taxa de desemprego no país, que já mantinha uma trajetória de declínio desde março do ano passado. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, o resultado de agosto consolida a tendência de recuperação do mercado de trabalho no Brasil.

Em números absolutos, o país encerrou agosto com um contingente de, aproximadamente, 9,7 milhões de desempregados – o menor nível desde novembro de 2015 – cerca de 4,2 milhões a menos que em agosto do ano passado, o que representa uma queda de 30,1% em um ano.

Na comparação com o trimestre terminado em julho, o recuo foi de aproximadamente 2%, o que representa cerca de 200 mil trabalhadores a menos na fila do desemprego.

Recorde na ocupação

A melhora nos índices de desemprego, no entanto, não foi puxada pela redução do número de desempregados, mas pelo aumento da população ocupada no mercado de trabalho brasileiro, que bateu novo recorde da série histórica, iniciada em 2012, somando cerca de 99 milhões de pessoas.

Em um ano, o contingente de ocupados aumentou em 7,3 milhões de trabalhadores, o que corresponde a um crescimento de 7,9% no período. Já na comparação com o trimestre terminado em julho, a alta foi de 1,2 milhão, pouco mais de 1%. Com isso, o contingente de pessoas ocupadas chegou a 99 milhões, batendo novamente o recorde na série histórica, iniciada em 2012.

O nível de ocupação, ou seja, o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 57,1%, com crescimento tanto no confronto trimestral, sobretudo no anual – em agosto do ano passado era de 53,4%.

Segundo o IBGE, três atividades influenciaram o aumento da ocupação e consequente queda no desemprego: comércio, administração pública e outros serviços, que tiveram o número de ocupados aumentado em, respectivamente, 566 mil, 488 mil pessoas e 211 mil pessoas.

O ingresso da maior parte dos 7,3 milhões de trabalhadores que se ocuparam no mercado desde agosto do ano passado se deu por meio da carteira assinada no setor privado – foram assinadas 3 milhões de carteiras em um ano, o que corresponde a 41% do contingente dos novos ocupados e a um aumento de 7,9% na comparação com igual período de 2021.

Outros 1,8 milhão de trabalhadores foram ocupados sem carteira assinada. Embora em menor número, este incremento de informais fez com que o contingente de trabalhadores nesta condição atingisse o maior patamar da série histórica iniciada em 2012, de 13,2 milhões de pessoas, 16% a mais que no mesmo período do ano passado.

Já a quantidade de trabalhadores por conta própria ficou estável em 25,9 milhões de pessoas, enquanto o número de empregados no setor público cresceu 4,1% e chegou a 12,1 milhões.

Aumento do rendimento real

Pelo segundo mês consecutivo, o rendimento real habitual cresceu e chegou a R$ 2.713 no trimestre.

Principais destaques da pesquisa:

  • Desemprego caiu para 8,9%, menor índice da série desde o trimestre encerrado em julho de 2015
  • Número de desempregados recuou para 9,7 milhões de pessoas, patamar mais baixo desde novembro de 2015
  • Contingente de pessoas ocupadas bateu novo recorde: 99 milhões
  • População subutilizada caiu para 23,9 milhões de pessoas, 23,6% a menos que em agosto do ano passado
  • Pessoas fora da força de trabalho se manteve estável em 64,6 milhões de pessoas
  • População desalentada (que desistiu de procurar trabalho) foi estimada em 4,2 milhões, estável na comparação trimestral, mas 18,5% menor no confronto anual
  • Taxa de informalidade foi de 39,7% da população ocupada
  • Número de trabalhadores informais chegou a 39,3 milhões
  • Número de empregados sem carteira assinada foi o maior da série: 13,2 milhões
  • Número de empregados com carteira de trabalho assinada subiu para 36 milhões
  • Trabalhadores por conta própria atingiram 25,9 milhões de pessoas
  • Número de trabalhadores domésticos subiu para 5,9 milhões de pessoas
  • Número de empregadores foi de 4,3 milhões de pessoas
  • Rendimento real habitual ficou em R$ 2.713 – 3,1% a mais que no trimestre anterior, mas estável na comparação anual

Com

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Governo Bolsonaro propõe 94% menos de recursos no Orçamento para combate à violência contra mulheres, diz levantamento

Instituto de Estudos Socioeconômicos comparou os 4 anos da gestão do presidente com os 4 anos anteriores. Foram levados em conta somente os recursos do Orçamento carimbados especificamente para a finalidade de proteção das mulheres contra violência.

Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

O governo do presidente Jair Bolsonaro, nos quatro anos de gestão, propôs no Orçamento da União 94% menos de recursos para políticas específicas de combate à violência contra a mulher do que nos quatro anos imediatamente anteriores.

Os números fazem parte de um levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), uma organização não governamental sem fins lucrativos. Os valores foram corrigidos pela inflação no período.

Entre 2020 e 2023, anos que englobam os projetos de Orçamento enviados ao Congresso pela atual gestão, foram indicados R$ 22,96 milhões para políticas específicas (recursos carimbados) de combate à violência contra a mulher.

Nos quatro anos anteriores, ou seja, no Orçamentos de 2016 a 2019 (que não foram enviados por Bolsonaro) esses recursos eram de R$ 366,58 milhões. A queda é de 94%.

Após serem propostos, os valores podem ser ajustados pelo Congresso nas discussões da lei orçamentária anual. Os números mostram que os parlamentares geralmente elevam as dotações propostas pelo Executivo. Ao governo, porém, cabem as últimas etapas: autorização para empenho (reserva dos valores) e gastos propriamente ditos.

No Orçamento para 2022, por exemplo, o governo propôs R$, 6,3 milhões para políticas específicas de combate à violência contra a mulher. O Congresso elevou o valor para R$ 44, 3 milhões. Até aqui, foram efetivamente gastos R$ 32,3 milhões (veja na tabela abaixo).

POLÍTICAS DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHEREm R$ milhões, corrigidos pelo IPCAValores autorizados pelo CongressoRecursos efetivamente gastosValores propostos20142015201620172018201920202021202220230100200300400Fonte: Inesc, com base em dados do Portal Siga Brasil

Rede de proteção

Carmela Zigoni, assessora política do Inesc, explica que esses recursos de enfrentamento à violência contra mulheres – agora reduzidos no Orçamento – são usados para fomentar a rede de proteção, que vai desde convênios para organizações locais, prefeituras, assim como para serviços públicos de modo geral.

“O Ligue 180 é o primeiro contato da vítima, mas depois ela tem de ser acolhida pela polícia, para saúde, para assistência social ou Judiciário. Ela precisa ter condições de trabalhar, formas para não estar mais vulnerável. Muitas acabam retornando ao agressor pois são dependentes economicamente. Os recursos vão para a alimentação da rede de proteção à violência”, afirmou.

De acordo com a especialista, mesmo tendo orçamentos próprios, a polícia e o Judiciário podem recorrer a essas rubricas orçamentárias se tiverem, em seus organogramas, um núcleo específico para mulheres.

O que diz o governo

O governo alega que está prevendo mais recursos para a área por meio dos “planos de Orçamento”.

Esses planos, no entanto, não constam no projeto do Orçamento. Consistem em intenções do governo, mas não são recursos indicados oficialmente na proposta orçamentária para um setor.

Um plano orçamentário pode prever recursos, mas eles não estão de fato destinados a esse setor no projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso Nacional.

“Os planos orçamentários não são um atributo legal, não estão na lei. Mas você tem, quando a proposta é enviada, o detalhamento gerencial nesses planos. Esses valores podem mudar, e o governo não precisa pedir autorização para o Congresso. As secretarias têm a promessa que o dinheiro vai para elas, tem o compromisso de gastar lá, mas não tem essa obrigatoriedade. Pode remanejar internamente”, explicou Júlia Rodrigues, consultora de Orçamento da Câmara dos Deputados.

Assim, o governo argumenta que, observando os “planos de Orçamento”, os valores propostos para combate à violência contra a mulher entre 2020 e 2023 são maiores que os R$ 22,96 milhões expostos nos projetos do Orçamento enviados ao Congresso nos últimos quatro anos.

Nessas contas do governo, o valor total seria de R$ 39,86 milhões. Ainda assim, 89,1% menor que o dos quatro anos anteriores.

Segundo o Inesc, entretanto, a destinação de recursos por meio de planos orçamentários dificulta ainda mais a execução — o que traz “fragilidade total” para a política pública, avaliou o Inesc.

“A partir do momento que a ação não está ‘carimbada’, fica mais difícil a alocação acontecer. Mesmo a ação orçamentária não garante a execução, mas garante a alocação. O recurso está ali para ser gasto. Se não gasta, é um problema de eficiência da gestão. Aí, a gente faz a crítica de ‘por que não está gastando?'”, explica Carmela Zigoni, assessora política do Inesc.

Na avaliação do instituto, a proposta de orçamento de 2023, enviada ao Congresso no fim de agosto, traz “expressivos cortes nas políticas sociais em detrimento da garantia de direitos e dos investimentos necessários para nos tirar da atual crise econômica e social”.

O Inesc concluiu que a proposta de orçamento contempla um “desmonte generalizado das políticas sociais”.

“O próximo governo terá um enorme desafio para conseguir combater as desigualdades sociais que se aprofundaram nos últimos anos e garantir os direitos humanos”, acrescentou.

Em nota, o Ministério da Economia afirmou que reservou R$ 52,2 milhões no Orçamento 2023 para ações de “Promoção e Defesa de Direitos Humanos” – e que, dentro dessa rubrica, há “planos orçamentários” para políticas setoriais de “direitos das mulheres”.

Dentro de um plano orçamentário genérico, para “Operacionalização e Aperfeiçoamento do Sistema Integrado Nacional de Direitos Humanos”, o Ministério da Economia informou que constam também R$ 33 milhões para o Disque 180 (canal que recebe denúncias de violência contra as mulheres).

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Campanha de Lula terá que retirar do ar trechos de vídeos de ato com artistas

Ministro do TSE atendeu a pedido da campanha de Bolsonaro. Benedito Gonçalves estabeleceu ainda que material não pode ser usado na propaganda eleitoral da campanha petista, sob pena de multa de R$ 10 mil.

Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou, nesta quarta-feira (28), a retirada, de redes sociais, de trechos de vídeos e imagens do “Grande Ato Brasil da Esperança com Lula 13”, realizado na segunda-feira (26), no Anhembi (SP), com artistas e intelectuais.

Gonçalves estabeleceu ainda que o material não pode ser usado na propaganda eleitoral da campanha petista, sob pena de multa de R$ 10 mil. Apenas a versão editada da cobertura do evento, sem as partes em que os artistas cantaram ao vivo jingles da campanha petista, poderá ser veiculada.

O evento ocorreu em formato de “superlive” com participações presenciais e virtuais de artistas, intelectuais e lideranças políticas e sociais, como Roger Waters, Mark Ruffalo, Caetano Veloso, Chico Buarque, Daniela Mercury, Emicida, Pabllo Vittar e Djamila Ribeiro.

A decisão atendeu a um pedido da campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). Para a campanha de Bolsonaro, houve “megalomaníaco showmício”, o que é proibido pela legislação eleitoral.

O ministro deixou claro que não houve irregularidade na conduta dos artistas. “[…] Ao se analisar o contexto geral do evento de 26/09/2022, constata-se a licitude da iniciativa de figuras públicas que, voluntariamente, endossaram a candidatura dos investigados. Essa conclusão alcança discurso e depoimentos ocorridos no palco, no lounge e nos vídeos veiculados”, afirmou Benedito Gonçalves.

No entanto, o magistrado afirmou que será preciso avaliar se a participação de artistas em comícios, para executar jingles de campanha é capaz de levar à proibição da legislação eleitoral.

Na decisão, o ministro escreveu que é necessário aprofundar o debate “[…] a fim de avaliar se, em caso de apresentação ao vivo, a execução de jingle adquire os mesmos contornos da execução de repertório comercial, sendo por isso vedada; ou se consiste em variável da manifestação de apoio político, abrangida pela liberdade de expressão”.

Diante do quadro, Gonçalves afirmou que seria “prudente” restringir o uso do material para evitar desequilíbrio na disputa eleitoral.

“Sem me comprometer de imediato com qualquer das duas vertentes de entendimento, parece-me que, considerando-se a iminência do pleito, mostra-se prudente restringir a exploração, na propaganda eleitoral, dos momentos do ato de 26/09/2022 no Anhembi em que artistas executaram jingles ao vivo. Isso porque, tendo em vista a magnitude da estrutura montada e o ineditismo do tema, os trechos das performances musicais, ainda que não contemplem repertório comercial, podem produzir efeitos anti-isonômicos na disputa eleitoral, que devem ser inibidos”, concluiu.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.