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Esqueceram o pedestre. DE NOVO!

Esquecidos mais uma vez. Novamente, os pedestres não foram lembrados em projetos viários do Recife. Agora, na Via Mangue, corredor expresso recentemente inaugurado, quem anda a pé no entorno do Pina está passando sufoco para se locomover. Especialmente quem utiliza a Ponte Paulo Guerra, principal acesso à Zona Sul. A ponte estaiada, que marca o início da Via Mangue, foi construída sem qualquer opção de travessia para os pedestres que precisam chegar à Avenida Herculano Bandeira ou ao bairro da Cabanga. Uma omissão alarmante para um Estado que somou três mil atropelamentos em 2013 e quase cinco mil em 2012.

A falta de cuidado com o pedestre é apenas mais um equívoco de concepção da Via Mangue, que custou, até agora, R$ 431 milhões e, devido a erros de projeto, virou uma via deformada, que teve seu propósito viário descaracterizado. Agora, é a via que vai mais não volta porque será mão única em metade dos cinco quilômetros que possui, quando deveria ter sentido duplo na ligação do Centro com Boa Viagem. A Via Mangue, de fato, não previa semáforos ou cruzamentos, exatamente pelo caráter expresso. Mas ao dividir a Ponte Paulo Guerra em duas, o novo corredor interrompeu o acesso dos pedestres à Avenida Herculano Bandeira e, consequentemente, a Boa Viagem, maior destino dos que passam por ali.

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“O trajeto já era ruim, inseguro. Mas agora ficou muito pior. A prefeitura não podia ter esquecido as pessoas que precisam passar por aqui todos os dias. Eu mesmo trabalho como vigilante na Herculano Bandeira e preciso chegar a Cabanga a pé. De ônibus não funciona. Deveriam ter pensado numa passarela para facilitar a passagem da ponte nova para a Herculano Bandeira”, reclama Luciano da Silva, um dos pedestres flagrados pela reportagem atravessando no trecho.

Sem solução por enquanto, resta à população se arriscar na travessia, extremamente perigosa. Em pouco tempo é possível presenciar diversas pessoas, tanto a pé como de bicicleta, fazendo o movimento. O perigo não é apenas para quem está a pé. Alguns motoristas reduzem e fazem pequenos alertas ao ver as pessoas se arriscando. Mas, de fato, o poder público deixou os pedestres sem opção. Para evitar a travessia na ponte estaiada, as pessoas precisam andar mais de 500 metros para acessar uma passarela de pedestres construída sobre a Avenida República Árabe Unida, nas imediações do RioMar Shopping, e retornar à Avenida Herculano Bandeira. E, mesmo assim, sem muita segurança porque não há faixas de pedestres suficientes no entorno.

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“Ninguém vai descer e andar toda essa distância para voltar à avenida. É perda de tempo acreditar nisso. E, caso não encontrem uma solução rapidamente teremos mortes em breve por aqui. Principalmente à noite, porque o perigo é muito maior. Muitas luminárias estão apagadas”, alerta José Carlos, que passa no trecho todos os dias.

A atual gestão da Prefeitura do Recife garante ter identificado o problema e já estar tentando encontrar uma solução. “A empresa responsável por gerir a obra, a JBR, já realizou estudos do volume de pedestres e o destino mais procurado por eles. Identificou que é a Avenida Herculano Bandeira para, posteriormente, chegar a Boa Viagem. Temos um projeto de uma passagem sob a ponte estaiada, por meio de uma rampa em espiral, mas também estudamos a possibilidade de uma passarela na própria ponte. Estamos estudando uma solução e em breve ela será apresentada. Sabemos do perigo que há na travessia e que precisamos inibir esse movimento no local”, garantiu a diretora de planejamento e projetos da Empresa de Urbanização do Recife (URB), Norah Neves.

PERIGO A PÉ
4.865 pessoas foram atropeladas em Pernambuco em 2012
780 estavam no Recife
404 morreram
62 óbitos aconteceram na capital
2.916 vítimas de atropelamento foram registradas em 2013, o equivalente a 8,9% dos acidentes de trânsito no Estado
30% dos óbitos por acidentes de trânsito no Brasil são de pedestres

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Do Jornal do Commercio

Fotos: Hélia Scheppa/JC Imagem

 

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Luta de 35 anos em defesa de parque no Engenho Uchoa

<[email protected],3,0,0,0,0,0,0,4,90,100>Um sonho que começou 35 anos atrás, em 1979, e que ainda não virou realidade: a implantação de um parque numa área de 192 hectares remanescentes da mata atlântica, na Zona Oeste do Recife. A luta do Movimento em Defesa da Mata do Engenho Uchoa é ver implantado o Parque Natural Rousinete Falcão, que beneficiará 270 mil moradores de 11 bairros, entre eles Tejipió, Barro, Ipsep, Ibura e Areias. Governo do Estado e Prefeitura do Recife tentam adquirir a área, que é particular.

A desapropriação deveria ter acontecido até 2007. Em 2002, o então prefeito do Recife, João Paulo, instituiu decreto declarando a área de utilidade pública para fins de desapropriação e estabelecendo prazo de cinco anos para seu cumprimento.

“Tentamos muito que a desapropriação saísse do papel, mas infelizmente ainda não conseguimos”, lamenta Luci Machado, uma das coordenadoras do movimento. Dos 192 hectares, 60 são de manguezal, que pertencem à União. Assim, só 132 hectares poderão ser desapropriados.

“Ano passado tivemos dois importantes avanços. Um foi a ampliação dos limites do Refúgio de Vida Silvestre do parque. Eram 20 hectares. Por meio de decreto estadual passaram a ser 171 hectares. Outra conquista foi a elaboração do plano de manejo”, destaca Augusto Semente, outro coordenador do movimento. A instalação do conselho gestor do refúgio, em 2013, é outro ponto positivo na luta pelo parque.

O plano de manejo, concebido pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade e pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), estabelece o que pode e o que não pode ser feito no Refúgio de Mata Silvestre Mata do Engenho Uchoa. O documento estabelece regras para garantir a proteção do lugar.

“A Mata do Engenho Uchoa serve como fonte de pesquisa para as universidades pernambucanas. O espaço pode ser aproveitado para trilhas. Há muitas escolas no entorno que também poderiam usar o parque para aulas de meio ambiente”, observa Augusto. Ele diz que a mata é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como reserva da biosfera mundial.

 

 

Do Jornal do Commercio

Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem

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Em dia de chuva, Armando desiste de evento na Jaqueira

Estava marcado para este domingo (13) evento no Parque da Jaqueira, na Zona Norte do Recife, com atividades lúdicas para as crianças da militância de Armando Monteiro Neto (PTB), candidato a governador de Pernambuco. Porém, com a chuva que cai na capital pernambucana, o petebista desistiu de ir ao ato.

A chuva também atrapalhou a participação dos eleitores, que estiveram em pequeno número na Jaqueira para o ato intitulado Pintando o 14, com jogos temáticos e pintura de painéis, rostos e camisetas.

Blog de Jamildo

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Deslizamento de barreira deixa duas casas destruídas em Jaboatão, PE

As chuvas que atingem o Grande Recife desde a noite de sexta-feira (13) trouxeram problemas para a população que mora em áreas de morro. Em Jaboatão dos Guararapes, duas casas ficaram destruídas com o deslizamento de uma barreira, no bairro de UR-11. Um idoso chegou a ficar com o braço arranhado, mas passa bem.

A ocorrência foi registrada inicialmente pela Defesa Civil do Recife, que, ao chegar ao local, encontrou as duas casas destruídas. O atendimento de emergência foi feito, com o isolamento da área, mas foi verificado que as casas estariam na área do município de Jaboatão dos Guararapes. A Defesa Civil do Recife informou que passou a ocorrência para Jaboatão, que confirmou o recebimento.

No bairro do Ibura de Baixo, moradores informaram que o deslizamento atingiu o muro de uma casa. Outra casa foi atingida e corre o risco de desmoronar. A Defesa Civil do Recife informou que está realizando um balanço das ocorrências, que será divulgado ainda neste domingo.

 

 

 

Do G1 PE

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Acidente da Noar completa três anos de impunidade

Três anos de silêncio. Longa espera por uma resposta que não veio. Neste domingo, completam 1.096 dias da queda do avião da Noar Linhas Aéreas que matou 16 pessoas após a aeronave explodir num terreno baldio na Praia de Boa Viagem, no dia 13 de julho de 2011. A tragédia segue impune. Ninguém foi preso. Não houve julgamentos nem condenação. Essa é a dor maior que hoje carregam os familiares que perderam filhos, pais, irmãos e amigos no acidente que comoveu o Recife. Passados três anos, a impunidade revolta, mas também serve de combustível para não desistir. Não esquecer nem deixar que seja esquecido. O sentimento de tristeza, mas sobretudo o de luta, une parentes que, há três anos, vivem uma saudade que não passa.

Em fevereiro deste ano, um importante passo foi dado para buscar a responsabilização pela tragédia. Apesar de, na época, a informação não ter sido divulgada, a Polícia Federal (PF) finalmente concluiu o inquérito que apura o acidente e encaminhou os autos para o Ministério Público Federal (MPF), que analisará o trabalho da PF. Como o processo corre em segredo de Justiça, nem a polícia nem o MPF deram detalhes sobre o resultado das investigações. Informações extra-oficiais, no entanto, levam esperança às famílias das vítimas.

“Pelo que soubemos, o inquérito aponta culpados e, acredito, responsabiliza a empresa. Estamos confiantes que essa notícia será confirmada. Esperamos por isso há três anos”, anima-se Geyson Soares, presidente da Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do voo 4896 da Noar (Afav-Noar). Ele é irmão do engenheiro Marcos Ely Soares, um dos 16 mortos na queda do avião. A associação vai contratar um advogado, até o final deste mês, para que seja solicitada ao MPF a quebra do segredo de Justiça do processo.

Em julho do ano passado, após dois anos de investigação, um detalhado relatório produzido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluiu que uma combinação de falhas técnicas e humanas contribuiu para a queda da aeronave. O documento apontou uma série de erros que colaboraram para a tragédia, mas não chegou a definir causas nem apontar culpados. Segundo o relatório, o desastre teve início com o rompimento na base da haleta metálica de número 27 da turbina esquerda do LET-410, o que ocasionou a quebra do motor esquerdo. A falha, no entanto, poderia ter sido contornada, de acordo com o Cenipa, pois a aeronave tinha condições de executar um voo monomotor, já que o motor direito operava normalmente. O problema é que o piloto da Noar havia feito um treinamento para pouso de emergência incompleto e o copiloto sequer teve acesso a esse treino. Apesar de apontar diversas falhas, o inquérito do Cenipa não tinha caráter punitivo, mas apenas de orientação para evitar novos acidentes.

Amanhã uma celebração religiosa marcará a data. Os familiares vão participar de uma missa, às 8h, na Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem, na tradicional pracinha do bairro, na Zona Sul da capital. A celebração será uma oportunidade para os parentes se reencontrarem, já que muitos só mantêm contato por telefone, email ou redes sociais. A dentista Taciana Guerra Farias diz que todo dia é uma tentativa de recuperar o vazio deixado pela perda. Dentista igual a mãe, Raul Farias Cintra tinha 24 anos e viajava para Natal, destino do voo da Noar, para dar aulas numa faculdade particular. Do que sente mais falta do filho? Taciana é ligeira na resposta. “Da enorme alegria de viver que ele tinha. Estava feliz com a carreira e cheio de planos. Brincalhão e comunicativo, era a minha alma gêmea.” Confiante no poder libertador das palavras, ela buscou na escrita a sua catarse. Publicou dois livros sobre o longo processo de superação. Na última quinta-feira, Taciana criou coragem e voltou ao local onde o avião caiu, na Avenida Boa Viagem. “Fui lá fazer uma oração. Ali é um lugar que simboliza o fim, mas também o recomeço. É difícil, mas a vida precisar seguir.”

 

 

Do Jornal do Commercio

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

 

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Tecnologia feita no Recife reforça eficiência de câmeras de segurança

16cccccc23rv23rv3-4tv54-bt-45b-y45by6nAs imagens de câmeras de segurança se tornaram aliadas na prevenção de crimes e no combate à violência. O equipamento pode ficar ainda mais eficiente com uma tecnologia desenvolvida no Recife: o microfone inteligente.

Com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), o projeto chegou às ruas do Recife e em cidades do Ceará e Rio Grande do Norte.

O instrumento já está instalado, por exemplo, em câmeras da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) na Avenida Caxangá, na Zona Oeste do município. Em menos de um segundo, os microfones direcionam a câmera para o local de onde vem o som.

Quando ele é ativado, um alarme sonoro e um alerta aparecem nas telas dos computadores de uma central de monitoramento, indicando o tipo de situação. Pode ser um acidente, um tiro, uma explosão de fogos de artifício.

Estrutura igual também está instalada na Rua Madre de Deus, no Bairro do Recife, área central. O equipamento tem alcance de 150 metros.

O diretor executivo do projeto, Américo Almeida, informou que o microfone também pode ser usado em ambientes internos, com grandes áreas. “A ideia é a gente ter um alarme preventivo. Se um ladrão estiver batendo em uma porta, a gente detecta o barulho e levanta o alarme, mostrando imagem para que está monitorando o sistema de segurança”, explicou.

O momento agora é de adaptação, para deixar o equipamento em condições de ser usado em espaços como lojas, hospitais e casas. Os desenvolvedores também querem deixá-lo com tamanho menor.

O desafio também é aprimorar o que os pesquisadores chamam de inteligência do equipamento. Ele precisa identificar apenas os sons que realmente importam ao controle da segurança.

O diretor ainda comentou sobre os custos da tecnologia. “O nosso sistema se conecta com as câmeras que já existem para que o custo seja um pouco reduzido. Na versão para as empresa, a gente também já se conecta com a rede que a empresa tem, então não exige nova infraestrutura. Para residências, ele vai se conectar na rede da pessoa ou no wireless para que possa ter o alarme sonoro e seja enviada uma mensagem para ele ou SMS via celular sem um grande custo”, disse.

 

 

 

G1 PE

Foto: Reprodução

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Trinta cachorros eram mantidos em terreno sem comida nem água, em PE

Técnicos da Associação de Defesa do Meio Ambiente de Pernambuco (Ademape) receberam a denúncia de que 30 cachorros estavam sendo mantidos em cativeiro em uma propriedade às margens da PE-63, rodovia que dá acesso ao município de Primavera, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Na manhã desta sexta (11), a Ademape esteve no local para retirar os animais – pelo menos cinco deles morreram. Segundo a Ademape, os cães estavam sobrevivendo de água da chuva e dos restos mortais de outros cachorros. A proprietária do terreno, no entanto, afirma que os alimentava regularmente.

De acordo com técnicos da associação, todos eles estão muito doentes e subnutridos. A área do canil é de 150 metros quadrados e alojou os cachorros por pelo menos três meses. “A informação que tivemos é de que cinco cachorros morreram e três deles foram atacados por outros cães, que estavam com fome. Eles serviram de alimento para o restante dos cachorros. Alguns são de raça, mas a maioria é vira-lata. Tem alguns casos em que o animal está tão doente que acredito que devem precisar de eutanásia”, afirma o técnico em meio ambiente da Ademape, Manoel Tabosa.

A dona do terreno, Yane Vilanova, disse que cria os animais há sete anos, desde quando morava em Paulista, Região Metropolitana do Recife. “Quando cheguei aqui eu comprei esse terreno e construí o espaço pra trazer os cachorros de Paulista. Eu não tenho licença de canil, crio porque gosto. São cachorros que achei na rua, são todos doentes, não são de raça; uns estão com fungos, com sarna. Tentamos furar o terreno para procurar por água, mas não deu certo porque não tinha água. Todos os dias eu trago ração e água, tenho provas que todos os dias passo no mercado que vende comida para cachorro”, conta a mulher, que é formada em Turismo, mas atualmente está desempregada.

A Prefeitura de Primavera enviou um caminhão de limpeza urbana para assear o local até que seja decidido a nova casa dos cachorros. “Eles precisam de tratamento veterinário com urgência, a situação aqui está muito crítica. Ainda há pouco eles tentaram atacar mais um cachorro, o que estava mais fraco. Tivemos que entrar para separar, senão eles tinham matado mais um animal”, alegou Tabosa.

A dona dos cães disse que já pediu ajuda na internet para criar os animais, mas não obteve sucesso. “Já criei mais de 50 cachorros, porque gosto. Tento ajudar, peço ajuda também, mas ninguém se oferece. Em Primavera não tem veterinário, não sei aplicar injeções, aí eles ficam sem cuidados”, disse Yane Vilanova.

Animais estão subnutridos e muito doentes; pelo menos cinco morreram dentro de terreno, segundo Ademape (Foto: Kety Marinho/TV Globo)
Animais estão subnutridos e muito doentes; pelo menos cinco
morreram dentro de terreno, segundo Ademape.
(Foto: Kety Marinho/TV Globo)

Denúncia
O técnico da Ademape pretende denunciar a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e a Prefeitura de Primavera pela negligência com o caso. “Já estou em contato com o Ministério Público de Pernambuco para denunciar a CPRH, que foi notificada semana passada e não tomou providência, pois a tutela dos animais, silvestres ou não, é de responsabilidade do estado. Também vamos denunciar a Prefeitura de Primavera, porque deveria ter um centro de controle de animais. Mas eles [a prefeitura] já estão dando uma ajuda por aqui, providenciaram água, estão limpando o local e vão manter um funcionário diariamente para acompanhar o processo até que os cães sejam levados para um novo local”, comenta.

Procurada pelo G1, a CPRH informou que não cabe ao órgão as denúncias sobre animais domésticos em cativeiros, apenas os silvestres. O Secretário de Administração da Prefeitura de Primavera, Romildo Francisco Torres Filho, disse que funcionários da prefeitura devem começar a limpar o terreno ainda hoje, e que um veterinário vai examinar e tratar dos cachorros na próxima terça-feira (15). Ainda conforme o secretário, Yane Vilanova se comprometeu a levar todos eles para um canil adequado no Recife em até 15 dias.

 

 

 

G1 PE

Foto: Kety Marinho/TV Globo

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Suposto pai de bebê de Cumaru quer guarda compartilhada com os avós

16nnnnnv4t-43b-tb-5y-64-ny65-nu-7m-i7,O suposto pai do bebê cuja mãe simularia abandono procurou nesta quinta-feira (10) o Conselho Tutelar de Cumaru, no Agreste de Pernambuco. A informação é de Almir Oliveira, presidente do Conselho. Segundo Almir, o homem é do Recife e contou que teria se relacionado com a mãe da criança no ano passado. “Ele deseja compartilhar a guarda da criança”, diz.

De acordo com a delegada Maria Betânia Tavares, que realiza o inquérito do caso, a mãe do bebê foi chamada novamente à delegacia. “Ela retirou a versão de que teria sido estuprada”, afirma.

Segundo o promotor de Justiça que acompanha o caso, George Pessoa, o Ministério Público ainda apurará aquela informação. “Por enquanto, nada modifica a guarda do bebê. Isso ainda vai ser apurado e depois poderá ser marcada uma nova reunião”, explica.

Guarda provisória
O juiz Cristiano Henrique, da Comarca Única de Cumaru, no Agreste de Pernambuco, decidiu ceder aos avós maternos a guarda provisória do bebê cuja mãe simularia abandono. A informação é do coordenador Almir Oliveira, representante do Conselho Tutelar que acompanhou a decisão, tomada na quarta-feira (9).

Ainda de acordo com o coordenador, a decisão foi baseada no pedido do promotor George Diógenes Pessoa, que se reuniu com a família do bebê para convesar sobre o assunto. “Os avós assinaram um termo de responsabilidade. Eles serão acompanhado por um período de seis meses por psicológos e por assistentes sociais. Após esse prazo, será definido de quem será a guarda permanente do bebê – que poderá voltar para a mãe, continuar com os avós, ir para a adoção ou até mesmo ficar com o pai, caso ele apareça”, explica Almir Oliveira.

Bruna Rafaela Santos, mãe do bebê, reconhece que simularia abandono. “Inventei tudo isso pra minha prima ir no banheiro, dizer que encontrou a criança e trazer pra casa, pra gente criar”. E completa: “Se eu estou passando por tudo isso, quero o bebê de volta, se tiver como”.

Comunicação falsa de crime

Bruna Rafaela Santos Amâncio e Taciana dos Santos Moura (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)
Mãe e a prima que ajudaria na simulação, Taciana
dos Santos (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)

A Polícia Civil informou ao G1 na segunda-feira (7) que mulheres que teriam encontrado um recém-nascido em Cumaru são a mãe e a prima dele. A delegada Maria Betânia Tavares contou que, quando elas foram prestar esclarecimentos, lembrou-se que há três meses Bruna Rafaela estava grávida de seis meses e queria prestar queixa de estupro, com o intuito de conseguir na Justiça a decisão de abortar o bebê. Sendo questionadas sobre isto, ela e a prima – Taciana dos Santos Moura – decidiram explicar toda a história.

“Ela confessou que teve o bebê com a ajuda avó, no dia 4 de julho. Então, combinou de levar o bebê para Cumaru e simular um abandono, para que a prima pudesse pegá-lo no hospital e conseguir a guarda”, explicou a delegada, que é responsável por esses dois municípios. Chegando na feira de Cumaru, pessoas começaram a perguntar de quem era a criança e elas não chegaram nem a simular o abandono, mas disseram que o encontraram no banheiro do mercado público, ainda de acordo com a Maria Betânia Tavares. As duas vão responder por comunicação falsa de crime.

Da feira, o bebê foi levado ao hospital municipal. A diretoria da unidade de saúde informou que a criança foi submetida a exames e passa bem. Os funcionários o chamaram de David Luiz, em homenagem ao jogador da Seleção Brasileira.

Investigações
A delegada Maria Betânia Tavares informa que as mulheres foram liberadas e não responderão por abandono – já que isto sequer foi simulado e não houve nenhum flagrante -, e as investigações prosseguem. Ela ouvirá todos os envolvidos no caso, desde familiares a policiais e profissionais de saúde, além de solicitar perícia sexológica e teste de DNA.

Segundo conta a delegada, a história foi inventada porque Bruna Rafaela teria duas crianças sob custódia do pai, que mora em Cumaru. Ela queria reaver a guarda, mas, como estava grávida após um suposto estupro, tentou primeiro se desfazer do bebê que teve. A ideia, ainda segundo a delegada, era de que a prima conseguisse a guarda do recém-nascido e, depois que a mãe obtivesse a guarda das outras, esta pegaria o bebê de volta.

 

 

 

Do G1 PE

Foto: Divulgação/ Blog Conexão Cumaru

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Professores da rede municipal do Recife devem deflagrar greve na terça

Os professores do Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere), que decretaram estado de greve em assembleia na última quarta (9), prometem deflagrar a paralisação por tempo indeterminado na próxima terça (15), depois de uma nova reunião. Entre as demandas, eles pedem implementação da revisão feita pelo sindicato no Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), além de implementação imediata da aula atividade, que destina uma parte da carga horária mensal dos professores para planejamento de aulas.

Segundo a categoria, uma reformulação do PCCR já foi feita pelo sindicato, mas a Prefeitura do Recife deseja fazer uma nova reunião para discutir essa modificação. “A revisão já foi feita e entregue à prefeitura. Ela deveria enviar para a câmara para ser aprovada. Mas a prefeitura agora quer fazer uma nova comissão para acrescentar uma avaliação de desempenho para progressão funcional, que acreditamos ser antissindical”, alega uma das integrantes da direção do Simpere, Simone Fontana.

As reivindicações incluem a lei do piso, o aumento na titulação dos professores, o descongelamento das gratificações e a aposentadoria especial para professores que não estão em regência. “A Prefeitura fez um acordo e não cumpriu [em relação à implementação da aula-atividade]. O que foi decidido é que ela seria obrigatória, teria um professor pra substituir, iria diminuir a carga horária dos docentes. Mas ao invés disso, temos o pagamento de abono salarial para alguns professores”, critica Fontana.

A Lei do Piso, de 2008, confere que 1/3 da carga horária mensal dos professores seja reservada em atividades fora de sala de aula, como planejamento e formação continuada. A Prefeitura do Recife deu aos professores a escolha de terem a aula atividade ou ganharem o abono salarial, já que trabalhariam ao invés de ter a aula atividade.

“Ocorre que vários docentes procuraram diretamente a Secretaria de Educação solicitando a manutenção do abono. Diante das inúmeras solicitações, a partir de julho [de 2014], a Secretaria resolveu dar aos professores o direito de escolher a opção que melhor lhes convêm: continuar recebendo o abono ou reduzir a carga horária com os estudantes em 1/3”, afirma a prefeitura, por nota. Ainda em relação à aula atividade, a gestão frisa que a lei pode ser implementada aos poucos.

A prefeitura rebate as críticas do PCCR afirmando que as alterações só podem ser realizadas depois de um longo debate. “A última vez que o PCCR foi alterado foi em 2008, portanto não é algo que pode ser modificado da noite para o dia, sem discussão. Por esse motivo, as secretarias de Educação e de Administração e Gestão de Pessoas entendem que o PCCR só pode ser alterado após um amplo debate, para que possa atender aos anseios da categoria e também às novas diretrizes desta gestão”, aponta a gestão municipal.

 

 

G1 PE

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Animais silvestres reabilitados ganham liberdade no Sertão de Pernambuco

16nnnnnnnnv3r223-v2-3tbv-5tb -53-by3A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) realiza na próxima segunda-feira(14) a soltura de 27 animais silvestres, em Exu, Sertão de Pernambuco. Os animais foram reabilitados após serem entregues espontaneamente ou resgatados pela autarquia vivendo em cativeiro.

Serão colocados em liberdade cinco galos de campina, três patativas; duas cascavéis; três jandaias – maracanã; quatro jandaias – vaqueira; uma craúna; dois bigodes; quatro jabutis e três pássaros trinca-ferro.

Os animais já estão em um criadouro local há 40 dias sendo avaliados e se readaptando ao ambiente.

 

 

Do NE10

Foto: Divulgação

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