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Chuva eleva oferta e reduz preço do milho em Pernambuco

17kkkkkkkk43v34789fgv9874gvfO milho verde, tradicional alimento do São João do Nordeste, deve ficar 23% mais barato este ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A estimativa do Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa-PE) é que a mão de milho (equivalente a 50 espigas) seja vendida por uma média de R$ 20, R$ 6 a menos do que em 2013. Quem deixar para comprar em cima da hora poderá encontrar o produto sendo vendido a cerca de R$ 30.

A baixa no preço foi favorecida pelas chuvas. Diferentemente do ano passado, a seca não afetou a produção do milho de sequeiro, que é irrigado pela água pluvial e responsável por 90% da produção que abastece o Ceasa-PE. “As chuvas que caíram este ano abasteceram nossos diques e mananciais. Essa reserva garantiu que a irrigação não fosse prejudicada”, comemorou o diretor técnico operacional do Ceasa-PE, Paulo de Tarso, que prevê uma oferta do produto 37% maior ante 2013.

Pernambuco é o maior fornecedor de milho ao Ceasa-PE, responsável por 48% da entrega. O produto é oriundo dos municípios de Chã Grande, Vitória de Santo Antão (Zona da Mata), Barra de Guabiraba, Gravatá, Passira (Agreste) e Ibimirim (Sertão). Outros Estados fornecedores são Rio Grande do Norte (25%), Ceará (13%), Sergipe (3%) e Paraíba (1%).

JC esteve nesta quarta-feira (18) no centro de abastecimento e verificou a mão do milho sendo vendida entre R$ 15 ou R$ 18. Também é possível encontrar três espigas sendo vendidas a R$ 2. “O valor depende do tamanho e da qualidade”, explicou o vendedor Zildo Cantalupo, 54 anos. O chefe de cozinha Daniel Bastos, 32, comprou a mão por R$ 18. “É para abastecer um restaurante e para consumo próprio”, disse. Ele aprovou a qualidade do milho. “Em comparação ao ano passado, está muito bom.”

Em outro ponto, Flávio José da Silva, 41, comprou 20 mãos de milho já descascado por R$ 15 cada. “É para fazer bolo, canjica e pamonha para uma rede de lojas”, comentou Flávio, que levou uma kombi para transportar todo o produto. A compra foi feita ao vendedor Pedro Gomes, 42. Embora satisfeito com o bom momento deste ano, ele amargou a perda de uma carga. “Estou com quatro mil mãos só para entrega, mas perdi outras 700, que comprei por R$ 3.500, porque o milho secou e agora só presta para o gado”, lamentou.

A média diária de frequentadores do Ceasa-PE é de aproximadamente 55 mil pessoas. “A expectativa é que esse número aumente para cerca de 70 mil”, disse Paulo de Tarso. Ele estima que até o final deste mês o centro de abastecimento comercialize 14 milhões de espigas de milho, 30% a mais em relação a 2013.

 

 

 

Jornal do Commercio

Foto: Diego Nigro/JC Imagem

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Escrivão da Polícia Federal morre afogado em Maracaípe

17vvvvv3842387ry347ry30f3fO Escrivão da Polícia Federal, Fausto Da Cunha Teixeira, 49 anos, que atuava na Delegacia de Defesa Institucional da Polícia Federal em Goiânia(GO), estava na visitando a praia de Maracaípe, no Litoral Sul do Estado e foi vitima de um afogamento em decorrência das fortes ondas que o arrastaram para a praia, no fim da manhã desta quarta-feira(18).

Outros policiais federais que o acompanhavam e guarda-vidas da praia tentaram reanimá-lo, mas não obtiveram sucesso e Fausto da Cunha morreu no local. O corpo foi levado para o posto médico de Porto de Galinhas e  encaminhado ao IML na região central do Recife. Em seguida, o corpo foi levado à base aérea do Recife onde um jato da Polícia Federal que chegou por volta das 23h, já o aguardava, para levá-lo para o estado de Goiás para ser entregue a seus familiares.

Antes da partida, policiais federais sob forte comoção, de mãos dadas prestaram suas últimas homenagens ao colega de trabalho, ovacionando-o com fortes salvas de palmas. O horário e local do seu sepultamento ainda será definido pelos seus familiares.

 

 

 

Do JC Online

Foto: Divulgação/ Polícia Federal

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Justiça Federal notifica Consórcio Novo Recife sobre proibição de obras

O Consórcio Novo Recife foi notificado pela Justiça Federal em Pernambuco a não promover qualquer tipo de demolição ou construção nos galpões do Cais José Estelita. O ofício, expedido, na última terça-feira (17), pelo juiz substituto da 9ª Vara Federal, Bernardo Ferraz, em exercício na 12ª Vara.Ainda na terça, o ofício foi entregue ao funcionário responsável pelo canteiro de obras do Consórcio.

A decisão do magistrado levou em consideração a nova solicitação feita pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão alega o descumprimento de ordem judicial anterior, na qual o juiz federal Francisco Barros já havia suspendido a demolição/construção no local até que o Novo Recife comprovasse a aprovação do projeto por três órgãos federais (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte – DNIT eAgência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT).

“Enquanto não revista a decisão, por este juízo ou pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), permanece válida a ordem judicial de suspensão de demolição/construção no local. Assim, em havendo notícia da presença de equipamentos de grande porte, além de grande contingente de operários da construção civil, bem como de tratores e escavadeiras, conforme peticionado pelo MPF, há de se determinar a intimação do Novo Recife, a fim de reiterar a vigência da ordem judicial”, explicou o jUiz Bernardo Ferrazna decisão.

Na terça-feira, enquanto trabalhadores do consórcio isolavam a área com tapumes a Polícia Federal (PF) foi acionada. Um engenheiro  da Queiroz Galvão foi convidado a prestar esclarecimentos sobre o trabalho que estava fazendo lá.

O Consórcio Novo Recife afirmou que sabe e respeita a determinação de não demolir ou construir algo relacionado ao projeto. Segundo a empreteira, o que está sendo feito é a colocação de tapumes na parte do muro que foi derrubada pelos ocupantes. O consórcio ainda informou que esta é uma medida para prevenir contra novas invasões. A assessoria colocou que um muro está sendo erguido para demilitar a área da Rede Ferroviária Federal S.A (RFSA) e o terreno da empreiteira, mas essa intervenção é permitida por lei.

 

 

 

Do JC Online

Foto: Bobby Fabisak/ JC Imagem

 

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Manifestantes do #OcupeEstelita denunciam excesso da PM

18uuuuu4vr3t37rtf937ftg39f3Manifestantes do Movimento #OcupeEstelita acusam a Polícia Militar de cometer excessos não só durante a ação de reintegração de posse no Cais José Estelita, no início da manhã desta terça-feira (17), mas também durante os protestos realizados pelo movimento ao longo do dia.

De acordo com o jornalista Rodrigo Coutinho, após atirar balas de borracha e bombas de gás em um grupo que protestava nas proximidades do Cabanga, a PM encurralou as pessoas e obrigou a passarem por um corredor polonês, sendo agredidos com golpes de cassetete. “Uma das nossas colegas estava passando muito mal. Para fugir das balas e do gás, decidimos tentar entrar no restaurante Bargaço (no Pina). Entramos por uma área lateral, exclusiva para funcionários. O Batalhão de Choque foi avisado e nos encurralou. Os policiais nos obrigaram a passar pelo corredor polonês”, disse o jornalista.

De acordo com Rodrigo, um dos manifestantes, Marcelo Lyra, teria sido o primeiro a passar pelo corredor de policiais e teve a cabeça cortada devido aos golpes. Ele teria sido socorrido no Hospital Português, onde levou cinco pontos e continua internado em observação. Marcelo não quer falar com a imprensa.

A reportagem do NE10 entrou em contato com o capitão da Polícia Militar, Júlio Aragão, que afirmou desconhecer a denúncia. “Em relação à ação de reintegração realizada pela manhã, foi legítima e respeitou a lei. Sobre a ação dos policiais no protesto, as pessoas que denunciam agressões por parte da PM devem procurar a Corregedoria para fazer a denúncia formal. Tudo será apurado”, explicou o capitão.

De acordo com um dos representantes do Direitos Urbanos, que preferiu não se identificar, além de Marcelo Lyra, oito pessoas ficaram feridas nessa terça nos confrontos com a polícia. Essas pessoas teriam sido atendidas pelos próprios manifestantes e não chegaram a dar entrada em qualquer unidade de saúde. Sobre prisões, eles ainda não possuem um número exato.

Outra integrante do DU, a advogada Liana Cirne Lins, orientou, através da rede social Facebook, que as vítimas de violência policial procurassem o Ministério Público para denunciar a agressão, além de realizar exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML).

 

 

Do NE10

Foto: Guga Matos/JC Imagem

Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Justiça suspende vencimento de concurso da Chesf

A Justiça do Trabalho em Pernambuco suspendeu temporariamente o vencimento do prazo de validade de um concurso realizado pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), que só valeria até o dia 11 deste mês. A decisão é da juíza do Trabalho Andrea Keust, após ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

Segundo o MPT, a Chesf teria vagas em quadro de pessoal, inclusive por causa do desligamento de 1.326 empregados durante o plano de demissão voluntária. Além disso, há informações de que os profissionais estariam sendo substituídos por trabalhadores terceirizados. A contratação de pessoas nessa modalidade também foram suspensas.

O concurso, homologado no dia 11 de junho de 2012 visava a formação de cadastro reserva para os cargos de de nível médio de Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Mecânica, Técnico em Edificação, Técnico em Eletrônica/Telecomunicações e Piloto de Helicóptero; de Nível Superior de Engenharia Elétrica/Eletrotécnica, Mecânica, Eletrônica/Telecomunicações, Civil, Cartográfica ou de Agrimensura, Economia, Administração, Ciências Contábeis e Analista de Sistemas.

Do Blog de Jamildo

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PM cumpre mandado de reintegração de posse no Cais José Estelita

18tttttttt432r324rt2gvrgvO Batalhão de Choque, o Regimento da Polícia Montada e a Companhia Independente de Policiamento com Cães da Polícia Militar fizeram um bloqueio no Cais José Estelita, área central do Recife, no início da manhã desta terça-feira (17) para cumprir o mandado de reintegração de posse do terreno. Quem passou pelo local pela manhã pode ouvir os barulhos de bombas de efeito moral e fumaça perto das barracas da ocupação. Pelo menos uma pessoa saiu ferida e outras duas foram retiradas do local desmaiadas. Os integrantes do movimento Ocupe Estelita afirmam, em nota nas redes sociais, que a PM teria “descumprido todos os acordos firmados com a Secretaria estadual de Defesa Social e com a Secretaria de Direitos Humanos, bem como o Ministério Público”. Um bloqueio policial foi montado na altura do Cabanga e nenhum carro pode entrar na avenida do Cais.

“Descumprindo todos os acordos firmados com a Secretaria estadual de Defesa Social e com a Secretaria estadual de Direitos Humanos, bem como o Ministério Público, a Polícia de Choque está na ocupação, com homens armados e cavalaria. Peço reforço imediato dos advogados com atuação na defesa de direitos humanos. Se houver qualquer incidente de violência no cumprimento ilegítimo desse mandado vamos responsabilizar o governador pelos abusos. Até ontem à noite tínhamos a certeza de que o mandado não seria cumprido passando por cima dos protocolos estabelecidos em acordo firmado com o movimento e com os demais participantes”, informou a advogada Liana Cirne Lins, integrante do movimento.

O documento da Polícia Militar afirma que a intenção é apoiar a oficial de justiça designada para cumprir a decisão do juiz, conforme trecho reproduzido abaixo:

“Na manhã de hoje (17), policiais militares do 16º Batalhão, que tem sede no bairro de São José, Centro do Recife […], iniciaram a operação para garantir o cumprimento da decisão judicial que determina a reintegração de posse de imóvel no Cais José Estelita. A operação policial […] visa apoiar preventivamente, com o uso de força policial, a oficial de justiça designada para cumprir a decisão expedida pelo juiz de Direito Márcio Aguiar, relator substituto do processo. A expectativa da Polícia Militar é que os ocupantes do imóvel atendam de forma pacífica a decisão do poder Judiciário”.

Advogado Alexandre da Maia contesta reintegração de posse no Cais (Foto: Reprodução/Facebook)
Advogado Alexandre da Maia contesta reintegração de posse no Cais (Foto: Reprodução/Facebook)

Apesar do mandado de reintegração de posse do terreno ter sido emitido no dia 29 de maio, havia um acordo entre o grupo Direitos Urbanos (DU) e a PM de que seria feito um levantamento sobre o tipo de ocupação no Cais antes da retirada dos manifestantes.

Conforme o advogado Alexandre da Maia, integrante do DU, a PM informou que seria montado um esquema de desocupação junto com os atores envolvidos na situação. A data da reintegração de posse não ficou definida durante a reunião realizada no dia 2 de junho, que envolveu as secretarias de Defesa Social (SDS), de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH) e representantes do Direitos Urbanos (DU) – contrário ao projeto imobiliário no Cais José Estelita.

Manifestantes socorrem integrante de ocupação  (Foto: Mônica Silveira/TV Globo)
Manifestantes socorrem integrante de ocupação (Foto: Mônica Silveira/TV Globo)

O Consórcio Novo Recife, responsável pela obra, informou, em nota, que “No dia 29 de maio, o juiz Márcio Aguiar, do Tribunal de Justiça de Pernambuco, determinou a reintegração de posse do terreno aos proprietários: o Consórcio Novo Recife. Hoje, a Polícia Militar está executando a ordem judicial.”

Acordos recentes
Na segunda-feira (16), em uma reunião na Prefeitura do Recife, foi fixado um prazo de 30 dias para serem estabelecidas as novas diretrizes urbanísticas para a área do Cais José Estelita. Participaram entidades como o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Uma proposta de procedimentos foi assinada e será encaminhada ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Ministério Pública Federal (MPF), Consórcio Novo Recife e movimento Ocupe Estelita, que devem participar do processo de elaboração do novo projeto imobiliário para a área.

Na ocasião, foi combinada a convocação de uma audiência pública pela Prefeitura do Recife após o estabelecimento dessas diretrizes. O Consórcio Novo Recife terá, então, mais trinta dias para realizar o redesenho do projeto. Depois disso, o acordo é realizar uma nova audiência pública para que novas contribuições sejam feitas pelos envolvidos, mediante aprovação da Prefeitura. “Quando a gente tem esse documento, é um degrau a mais para discutir esse projeto. A gente tem que discutir com todos os envolvidos para saber o que o Recife precisa naquela área. O projeto da forma como está não tem um plano urbanístico, trata apenas da arquitetura dos edifícios, sem se preocupar com o entorno”, disse Roberto Montezuma, presidente do CAU-PE.

“O dia de hoje é um passo mais. As instituições assinaram  a proposta de uma agenda para o redesenho negociado do projeto, para, ao final, chegarmos a um acordo para o melhor da cidade”, destacou o prefeito do Recife, Geraldo Julio. Em relação à reintegração de posse do terreno, o prefeito disse que o assunto não foi tratado na reunião, mas que deve ser realizado em um acordo entre o movimento e as construturas.

Assinaram o documento representantes do CAU, IAB, Crea, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), UFPE, Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Centro Dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social (Cendhec), Observatório do Recife e Fórum Estadual de Reforma Urbana (Feru). Por telefone, a assessoria de imprensa do Consórcio Novo Recife informou ao G1 que ainda não foi comunicada oficialmente sobre os novos prazos.

Entenda o caso
A área do cais foi ocupada em 21 de maio por manifestantes contrários ao projeto Novo Recife, plano imobiliário de um grupo de construtoras que prevê a construção de torres residenciais e comerciais num terreno de 10 hectares, no Centro Histórico do Recife. Eles pedem a nulidade do processo administrativo que aprovou o projeto, que hoje é objeto de ações judiciais questionando sua legalidade.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) concedeu a reintegração de posse da área, atendendo a um pedido feito por advogados do Consórcio Novo Recife. O DU e o Ministério Público recorreram da decisão, que ainda não foi analisada pela Justiça estadual. No dia 3, a Prefeitura do Recife anunciou a suspensão da licença que permitia a demolição de galpões da área do cais.

No dia 5, o engenheiro Eduardo Moura, representante da Moura Dubeux Engenharia, afirmou que o Consórcio Novo Recife concorda em produzir um novo projeto para o terreno.

A polêmica
Em 2013, a Prefeitura do Recife aprovou novas medidas referentes ao polêmico projeto imobiliário, exigindo novas ações mitigadoras – tomadas para compensar os possíveis danos causados pela construção. O valor da compensação subiu de R$ 32 milhões para R$ 62,7 milhões, com a inclusão de biblioteca, túnel e um parque linear, entre outros itens. Um termo de compromisso entre a gestão municipal e consórcio de construtoras responsável pelo Projeto Novo Recife foi assinado na ocasião.

Mas desde que foi criado, em 2012, o projeto é alvo de polêmicas. Cinco ações questionam o Novo Recife: uma civil pública do Ministério Público estadual, uma do Ministério Público federal e três ações populares. As ações populares pedem a nulidade do ato administrativo do Conselho de Desenvolvimento Urbano (CDU) que aprovou a proposta imobiliária no fim de 2012.

 

 

 

Do G1 PE

Foto: Kety Marinho/TV Globo

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Trio acusado de canibalismo vai a júri popular em Pernambuco

19pppppewury475t37498tfg934tgfA juíza Maria Segunda Gomes de Lima, da Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Olinda, Grande Recife, decidiu que Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Píres e Bruna Cristina Oliveira da Silva, acusados de cometer canibalismo em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, vão a júri popular no dia 20 de outubro. O trio foi indiciado por homicídio quadruplamente qualificado, vilipêndio (violação) e ocultação do cadáver de Jéssica Camila da Silva Pereira. A sentença, proferida na última sexta (13), foi divulgada nesta segunda (16) pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça. Os réus vão permanecer presos até a data do júri. A defesa pode recorrer da decisão. No entanto, o advogado Paulo Sales, que defende Isabel Cristina, afirmou que não vai interpor recurso porque acredita na absolvição da sua cliente. Até o momento, o G1 não conseguiu contato com os demais advogados.

As qualificações do homicídio são motivo fútil, emprego de meio cruel, sem dar chance de defesa à vítima e para assegurar impunidade, ocultação e outros crimes. A denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) afirma que a vítima de 17 anos foi assassinada pelos três em maio de 2008, em Rio Doce, Olinda. O corpo foi dividido em pedaços e o trio conservou a carne para consumo, ocultando as outras partes. Silveira, Píres e Silva também passaram a criar a filha da vítima. Bruna Cristina ainda assumiu a identidade de Jéssica. Os acusados também responder por duas mortes em Garanhuns. Todos os homicídios têm traços de violência, canibalismo e rituais macabros, conforme a denúncia do MPPE.

Um laudo técnico emitido em novembro passado atestou que os três não têm problemas mentais e, com isso, poderiam responder aos atos que cometeram. O homem e as duas mulheres foram avaliados pelo Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), em Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife.

Entenda o caso
O inquérito relata que Jéssica Pereira era moradora de rua, tinha 17 anos, uma filha de um ano e aceitou viver com os acusados. Eles planejaram ficar com a criança depois de matar a mãe. Em Garanhuns, as vítimas foram Giselly Helena da Silva, 31 anos, e Alexandra Falcão da Silva, 20 anos, mortas, respectivamente, em fevereiro e março de 2012.

De acordo com a polícia, a carne dos corpos das vítimas era fatiada, guardada na geladeira e consumida pelo trio. A criança, inclusive, também teria comido da carne da mãe. Eles teriam até utilizado parte da carne das vítimas para rechear coxinhas e salgadinhos que vendiam em Garanhuns.

Os acusados afirmam fazer parte da seita Cartel, que visa a purificação do mundo e o controle populacional. A ingestão da carne faria parte do processo de purificação. O caso veio a público depois que parentes de Giselly Helena da Silva denunciaram o seu desaparecimento. Os acusado usaram o cartão de crédito da vítima em lojas de Garanhuns e foram rastreados pela polícia. Uma publicação contendo os detalhes dos crimes – registrada em cartório – foi encontrada na casa dos réus. Para a Polícia Civil de Pernambuco, não há possibilidade de outras mortes terem sido praticadas pelo trio no estado.

 

 

 

 

Do G1 PE

Foto: Reprodução/TV Asa Branca

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Cai liminar que proibia demolição do Edifício Caiçara, Zona Sul do Recife

19pppwuvryt7537485394tgO Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) derrubou a liminar que proibia a demolição do Edifício Caiçara, na orla do Pina, Zona Sul do Recife. A decisão é do juiz-substituto Marcone José Fraga do Nascimento, da 5ª Vara da Fazenda Pública, que atendeu a recurso dos advogados da Rio Ave, construtora que tem plano imobiliário para o terreno. Procurada pela reportagem, a empresa comunicou que já foi notificada pelo Poder Judiciário, mas que ainda não iria se pronunciar sobre o caso. Os autores da ação popular, que haviam conseguido a liminar, informaram que vão recorrer da decisão.

O magistrado justificou a decisão se baseando em pareceres técnicos, apontando que o Caiçara não tem qualquer relevância para a cultura ou história do Recife. “Reitero que o tombamento do prédio foi negado pelo Estado de Pernambuco, e a sua classificação como Imóvel Especial de Preservação, por sua vez, foi negada pelo Município do Recife, O CDU [Conselho de Desenvolvimento Urbano]. Só isso derruba a aspiração dos autores [da ação popular], fazendo desaparecer para eles qualquer resquício de um bom direito, de modo que se deve fulminar a liminar concedida”, escreveu. O despacho foi publicado no Diário Oficial de Justiça da última sexta (13).

Em outro trecho, o juiz Marcone José Fraga do Nascimento ressalta que o Caiçara trata-se apenas de um prédio velho. “Preservar o patrimônio cultural da cidade é manter as marcas de sua história ao longo do tempo e, assim, assegurar a possibilidade da construção dinâmica da identidade e da diversidade cultural daquela comunidade. Pergunta-se: Em que o Edf. Caiçara marcou a vida da cidade do Recife ou mesmo o Bairro do Pina? Em nada. Até esse estardalhaço midiático sobre este caso do Edf. Caiçara, eu mesmo, morador do bairro, não conhecia esse prédio e, garanto que, como eu, a maioria da população do Recife também conhecia. Trata-se apenas de um prédio velho, e não de um prédio histórico. Não há que se confundir velharia com historicidade”, argumentou.

Depois do Conselho Estadual de Cultural negar o tombamento do prédio, no fim do ano passado, alegando que “faltam pressupostos consagradores à medida”, o Conselho de Desenvolvimento Urbano (CDU) da Prefeitura do Recife também decidiu, em abril último, não incluir o edifício na lista de Imóveis Especiais de Preservação (IEPs).

Construído no estilo neocolonial no início dos anos 1940, o Caiçara está situado na beira-mar do bairro do Pina. A estrutura, de dois andares e seis apartamentos, é uma das mais antigas da região, uma das mais valorizadas da capital pernambucana.

Em outubro de 2013, a construtora começou a demolir o imóvel, mas foi impedida de continuar após a obra ser embargada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).  Na época, grupos se uniram e fizeram protestos para pedir a proteção do prédio. Procurada nesta segunda pelo G1, a Fundarpe informou que está tomando conhecimento da decisão da Justiça para se posicionar oficialmente.

 

 

 

 

 

Do G1 PE

Foto: Alan Garcia / TV Globo

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Receita apreende 1.050 copos que imitam taça da Copa do Mundo

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A Receita Federal divulgou nesta segunda-feira (16) que apreendeu uma carga de 1.050 ‘taças’ para cerveja no formato do troféu da Copa do Mundo, vinda da China. Segundo o órgão alfandegário, há fortes indícios de falsificação do produto.

A Fifa detém os direitos sobre o desenho da taça e foi contatada para verificar a autorização. Caso seja comprovada a falsificação, o importador perde as mercadorias e pode responder criminalmente por uso indevido de direito autoral, segundo a Receita. A estimativa é de que o carregamento poderia render mais de R$ 20 mil.

A mercadoria chegou a Suape junto a produtos elétricos e artigos para banheiro e cozinha. A Alfândega conta atualmente com scanner de conteiners, que permite verificar as cargas sem causar atrasos.

 

 

Do G1 PE

Foto: Divulgação / Receita Federal

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Polícia desarticula grupo envolvido com drogas e homicídios no Recife

18uyrwtyrwegt4tgv9374tv3vA Polícia Civil prendeu seis pessoas suspeitas de tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídios em operação concluída na manhã desta segunda-feira (16), no Recife. A ação vem ocorrendo há nove meses e já havia realizado a prisão de 21 pessoas que participavam da quadrilha; nesta segunda, a polícia trabalha com nove mandados de prisão e seis de busca e apreensão. Três pessoas ainda estão foragidas.

Dos detidos, cinco foram presos no bairro do Ibura, na Zona Sul do Recife, e uma pessoa foi presa no Jordão, também na Zona Sul. Todos os mandados de busca foram cumpridos e um revolver foi apreendido. O balanço parcial foi divulgado na sede do Grupo de Operações Especiais (GOE), pois a operação ainda não foi concluída.

A operação contou com o delegado  Erivaldo Falcão, do Ibura; o delegado Manoel Martins, de Boa Viagem; e o diretor de polícia do GOE, Luiz Andrey no comando.

 

 

 

Do G1 PE

Foto: Cacyone Gomes /TV Globo

 

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