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Refinaria vai começar a processar petróleo em Suape

refinariaabreuelima

No dia 4 de novembro a Petrobras promete começar a processar, oficialmente, os primeiros barris de petróleo na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco. Na próxima quarta-feira atraca no Porto de Suape o navio nº 1 trazendo óleo bruto para iniciar os testes de refino na unidade. Maior e mais caro empreendimento da história pernambucana (orçado em US$ 20 bilhões), a Rnest era um sonho acalentado desde a década de 50, quando o padre francês Louis Lebret esteve por aqui para elaborar um plano de desenvolvimento para o Estado. Ao longo de 8 anos de construção, a megaobra enfrentou um turbilhão de problemas. Ao entrar em operação, a unidade vai contribuir para o aumento da capacidade de refino do País.

A Abreu e Lima é a 14ª refinaria construída pela Petrobras no Brasil e a primeira depois de um longo intervalo de 34 anos sem inaugurar uma nova planta. Hoje o País tem capacidade de refinar 2,1 milhões de barris por dia e faz projeção de alcançar 3,3 milhões em 2020 para atender ao ritmo de crescimento da demanda. A expansão do refino vai permitir um melhor suprimento do mercado brasileiro de derivados. As regiões Norte e Nordeste, por exemplo, dependem da importação.

A refinaria pernambucana terá capacidade para processar 230 mil barris de petróleo por dia. Desse total, 70% será destinado à produção de diesel. O restante vai se transformar em outros derivados como gasolina, gás liquefeito de petróleo/GLP (o gás de cozinha), nafta, querosene, coque e combustível marítimo (bunker). A pedido do JC, o professor-doutor dos cursos de Engenharia Química e Engenharia do Petróleo da Faculdade Boa Viagem/DeVry, Leonardo Maciel, explicou como se dá o processo de refino do petróleo. O processo se divide em três etapas: destilação, conversão e tratamento

PROBLEMAS – A mais nova refinaria da Petrobras também é um dos empreendimentos mais controversos da história da companhia. No centro de denúncias de corrupção, a unidade teve seu orçamento multiplicado por dez entre 2005 e 2014, com o valor inicial projetado saltando de US$ 2,3 bilhões para os atuais US$ 20 bilhões. Na lista de problemas também aparece o atraso no cronograma, a ineficiência na execução, denúncias de superfaturamento pelo Tribunal de Contas da União, pedidos excessivos de aditivos pelas empreiteiras, calote de consórcios construtores a funcionários e indefinição da entrada da Petróleos de Venezuela (PDVSA) como sócia no empreendimento.

A Refinaria Abreu e Lima teve seu processo de construção iniciado em dezembro de 2005, com as presenças dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e de Hugo Chávez. Os dois lançaram a pedra fundamental do empreendimento, colocando cimento num pedaço simbólico da obra. A previsão era que o primeiro barril de petróleo fosse processado em dezembro de 2010. Os problemas de licitações, aditivos e denúncias de irregularidade fizeram com que o cronograma se estendesse e ultrapasse o tempo de construção da última unidade de refino erguida no País.

A Refinaria Henrique Lage, em São Paulo, começou a ser construída em 1974 e foi concluída em 1980. A Abreu e Lima vai demorar quase uma década para ficar pronta, levando em conta que a segunda parte só será finalizada em maio de 2015. A demora tem obrigado a Petrobras a aumentar as importações de diesel para abastecer os mercados do Norte e Nordeste.

Preso no Paraná acusado de usar a Rnest para participar de um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, chegou a bradar em Pernambuco que a refinaria não seria construída a qualquer custo. Ele fazia referência às empreiteiras, que estariam apresentando contratos para disputar as licitações com valores acima da média do mercado internacional. Chegou a dizer que abriria concorrência internacional para evitar custos excessivos. Não foi isso o que aconteceu. O TCU denunciou superfaturamento na obra de terraplenagem e apontou pedidos excessivos de aditivos pelos consórcios.

A entrada da PDVSA no projeto foi outro capítulo que se estendeu por uma década. Em 2003, Hugo Chávez assinou protocolo de intenções para implantação da refinaria em Pernambuco, sugerindo batizar o empreendimento com o nome do general Abreu e Lima (que lutou ao lado de Simon Bolívar pela independência da Venezuela) e acenou com a possibilidade de se tornar sócio. Pelo acordo, a estatal venezuelana teria que arcar com 40% do investimento no projeto. Dentro da Petrobras as opiniões eram divididas. A associação com a Venezuela faria da Rnest uma Sociedade Anônima (S.A). Sem o sócio, o empreendimento se tornaria apenas uma unidade da Petrobras (como é atualmente).

A via-crucis da construção da Abreu e Lima também descambou em protestos trabalhistas violentos. Além das greves, Suape também virou campo de guerra em função dos calotes aplicados por consórcios a funcionários, como foi o caso das empresas Jaraguá e Fidens-Milplan, que demitiram funcionários sem pagar rescisões e devendo salários. Foi necessária a intervenção do Ministério Público do Trabalho para obrigar a Petrobras a arcar com os débitos trabalhistas do consórcio. Em pleno ano eleitoral, a expectativa é pra saber se a inauguração será mesmo no dia 4 ou se vão antecipar a data.

Blog de Jamildo

Por Adriana Guarda, no Jornal do Commercio deste domingo (31)

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Emendas para shows: Procuradoria Regional Eleitoral apura o caso

Foto: JC/Imagem

Foto: JC/Imagem

A Procuradoria Regional Eleitoral em Pernambuco (PRE-PE) anunciou nessa quinta-feira (28) que vai apurar as denúncias sobre o uso de emendas para a realização deshows. Governo do Estado e ALEPE já foram oficiados.

As denúncias envolvem os nomes de alguns deputados da Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) que teriam usado emendas ao orçamento do governo do Estado na promoção de shows de artistas em cidades do interior de Pernambuco. Estas apresentações seriam irregulares porque proporcionam a autopromoção política dos deputados que as aprovaram.

Uma das primeiras medidas da PRE-PE foi oficiar o Governo do Estado e a Presidência da ALEPE, atualmente exercida pelo deputado Guilherme Uchôa (PDT), para que informações sejam passadas sobre as emendas apresentadas ao orçamento 2014 do Estado e que foram destinadas para o custeio de apresentações artísticas.

Dados como o valor da emenda, o parlamentar que a solicitou e a empresa responsável pela realização do evento foram pedidos às entidades para que a apuração tenha início.

 

 

Blog de Jamildo

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Sindicato garante que 75% dos ônibus estão nas ruas

 / Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

O início manhã desta sexta-feira foi de falta de ônibus para a população do Grande Recife. Apenas por volta das 8h20 os primeiros coletivos começaram a circular. De acordo com o Grande Recife Consórcio de Transportes, 75% da frota de coletivos está nas ruas após o término da paralisação. Das 4h às 8h, o cenário era de corredores exclusivos para coletivos vazios e terminais integrados fechados. A população teve que recorrer a mototaxis, táxis e lotações para se locomover. Não foram registrados tumultos na manifestação desta sexta-feira.

Após a paralisação desta sexta, o movimento será normal no final de semana. Pelo menos é o que garante o presidente do sindicato dos rodoviários, Benilson Custódio. “Como foi aclamado por maioria na assembleia, vamos fiscalizar para que seja cumprido o que foi acordado”. Uma nova assembleia acontecerá no dia 06 de setembro, no Parque 13 maio, para decidir quais os novos rumos da categoria.

A decisão da paralisação desta sexta-feira foi tomada durante assembleias realizadas nesta quinta-feira com motoristas, cobradores e fiscais de ônibus da Região Metropolitana do Recife. Após votação em duas reuniões os rodoviários se mostraram unânimes em relação à paralisação.

Esta foi a terceira vez em oito dias que motoristas, cobradores e fiscais cruzaram os braços para protestar contra o aumento que tiveram no valor do tíquete-alimentação. Nas vezes anteriores eles também protestaram contra o aumento salarial, que foi dado em 10% pela justiça, depois caiu para 6% e, enfim, voltou aos 10%.

Na última sexta-feira (22), aqueles que dependem de ônibus para se deslocar tiveram um dia complicado. Revoltados com a suspensão do reajuste de 10% no aumento nos salários, os rodoviários resolveram fazer um protesto e não colocaram os coletivos nas ruas.

Na segunda-feira seguinte, os rodoviários realizaram outra paralisação das 4h às 8h. A categoria fez ainda uma passeata pela Conde da Boa Vista e se concentraram na Praça Oswaldo Cruz, onde realizaram um ato púbico, acompanhado por um carro de som.

Na terça-feira, o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Barros Levenhagen reconsiderou  a suspensão do reajuste de 10% para motoristas, fiscais e cobradores. Mas, os rodoviários continuaram insatisfeitos com a suspensão relativa ao vale-alimentação, diárias, auxílio-funeral e indenização por morte ou invalidez que fora mantido, restringindo o reajuste a 6%.

Os pisos com valores de R$ 1.765,50 para motoristas, R$ 1.141,69 para fiscais despachantes e R$ 812,13 para os cobradores estão mantidos até a votação pela Seção de Dissídios Coletivos do TST, que deve acontecer no próximo dia 6 de setembro. Após isso os rodoviários fazem assembleia para decidir os rumos do movimento.

 

 

 

Do JC Online

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Pernambuco perde prazo e 2.832 famílias ficam sem moradia

“É como se não existisse inflação para o governo federal”, diz o presidente da Cehab

Hélia Scheppa/JC Imagem

Em Goiana, Vitória de Santo Antão, Santa Maria da Boa Vista e na pequena Granito, entre outras cidades, há quatro anos 3.817 famílias com renda inferior a um salário mínimo esperavam casas da Companhia Estadual de Habitação (Cehab), pelo Programa Operações Coletivas. Só 94 receberam moradias. Outras 832 podem ou não conseguir. Mas 2.832 famílias, é certo, ficaram à espera do nada. A Cehab, do governo de Pernambuco, perdeu o prazo para usar dinheiro do programa, recursos do FGTS operados pela Caixa Econômica Federal (CEF), e desde o ano passado vem cancelando os contratos com as famílias. Este mês 612 foram descadastradas. A Caixa atribui o fiasco à Cehab, que alega, entre as razões, a inviabilidade financeira do programa.

As contratações ocorreram em 2010, um esforço coletivo: prefeituras e entidades civis cuidariam dos terrenos, o Estado dos projetos e a CEF do dinheiro e fiscalização.

O presidente da Cehab, Flávio Figueiredo, alega que no aspecto financeiro o programa era “muito apertado”. No início, conta, eram moradias isoladas construídas pelo próprio beneficiado e assistência técnica. A Caixa pagaria de R$ 6 mil a R$ 8 mil pelo material de construção e o Estado, de R$ 2 a R$ 4 mil.

Mas os terrenos cadastrados, em encostas e regiões sujeitas a alagamentos, eram inapropriados, alega Flávio. O foco então mudou para grandes habitacionais. Nessa etapa, diz o presidente, as prefeituras não conseguiram os terrenos, que precisavam ser maiores, e submetidos a exigências mais rígidas da Caixa Econômica. Sem área, os projetos não andaram e o que havia começado parou.

“Nessa etapa, tentamos buscar soluções que seriam aportar mais recursos do Estado para completar as casas, uma vez que os programas do governo federal não permitem a correção dos valores conveniados. Você contrata e o que passar, o reajuste, tem que ser pelo Estado, como se não existisse inflação para o governo federal”, afirma.

Os cadastrados começaram a processar a Caixa: amarrados ao programa, eram proibidos de tomar empréstimos e de cadastro em novos programas habitacionais. Pressionada, a Cehab rescindiu os contratos com as famílias e hoje tenta concluir 832 casas inacabadas.

“Politicamente, você imagina o que é chamar os prefeitos e dizer: ‘aquelas casas, que o senhor anunciou, não vão poder ser feitas porque o senhor não arrumou terreno, porque o governo federal não atualiza, não faz a correção dos recursos’. Foi difícil politicamente para a gente. Mas são decisões que precisam ser tomadas”, afirma.

A Caixa Econômica Federal (CEF) deposita na conta da Cehab o fracasso do programa Operações Coletivas. Por coincidência, em 2014 a Cehab registra sua pior execução de obras em cinco anos, diante de um Estado com um déficit habitacional de 230 mil moradias.

O banco se posicionou sobre o programa por nota: “A Caixa ressalta que os cancelamentos ocorreram porque a entidade Cehab não cumpriu com sua obrigação de executar as obras dentro dos prazos contratados. A Caixa informa ainda que concedeu as flexibilizações em termos de prorrogação dos referidos cronogramas.”

BAIXA EXECUÇÃO

Segundo o Portal da Transparência, a Cehab registra o pior nível de execução de obras desde 2009. De janeiro a agosto, este ano ela executou R$ 33,2 milhões em obras, bem abaixo do mesmo período de 2013, R$ 68,2 milhões, e de 2012, R$ 63,8 milhões. Por incrível que pareça, o resultado é no ano do maior orçamento da história da Cehab, R$ 336 milhões.

Flávio diz que a companhia está na “entressafra” de grandes obras, à espera da Bacia Fragoso II, de R$ 76 milhões.

“Historicamente, a Cehab tem alcançado um mesmo patamar de execução de 80% a 90% dos recursos estaduais de 20% a 30% dos repasses”, afirma. “A gente está tendo reflexo também do desaquecimento. Estamos tendo dificuldades financeiras. Não posso negar que este ano a disponibilidade está menor”, diz. “Mas a nossa meta é chegar, ainda no final do ano, no mesmo patamar dos últimos três anos”, garante.

 

Jornal do Commercio

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Rodoviários decidem em assembleia se voltam a parar nesta sexta-feira

Diferentemente da paralisação de advertência da última segunda-feira (25), que ocorreu das 4h às 8h da manhã, os rodoviários irão votar se param a partir das 16h da sexta até o fim do dia / Foto: Alexandre Gondim/ JC ImagemDiferentemente da paralisação de advertência da última segunda-feira (25), que ocorreu das 4h às 8h da manhã, os rodoviários irão votar se param a partir das 16h da sexta até o fim do diaFoto: Alexandre Gondim/ JC Imagem

Os rodoviários do Grande Recife voltam a se reunir em assembleia nesta quinta-feira (28) para decidir os rumos do movimento e se irão realizar nova paralisação de advertência na sexta-feira (29).

A assembleia será realizada na Rua Araripina, em frente à sede do sindicato da categoria, no bairro de Santo Amaro, em dois horários, às 9h30 e 15h30, para garantir a participação de motoristas e cobradores que trabalham nos turnos da manhã e da tarde.

Diferentemente da paralisação de advertência da última segunda-feira (25), que ocorreu das 4h às 8h da manhã, os rodoviários irão votar se param a partir das 16h da sexta até o fim do dia. A mudança do horário da paralisação teria como objetivo, segundo o sindicato, ampliar a participação dos motoristas que trabalham à tarde e causar menos transtornos à população. Cerca de 2 milhões de pessoas utilizam diariamente os ônibus no Grande Recife.

O presidente eleito do Sindicato dos Rodoviários, Benilson Custódio, afirmou que a categoria continuará mobilizada até o julgamento do mérito do dissídio coletivo dos trabalhadores, previsto para o dia 8 de setembro no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. Na última terça-feira, o ministro do TST Barros Levenhagemreconsiderou a decisão que suspendeu o reajuste de 10% para motoristas e cobradores. “A decisão não é definitiva e os rodoviários só terão segurança quanto às conquistas após a seção do dia 8”, disse Benílson.

VALE-REFEIÇÃO – Apesar de reconsiderar o reajuste salarial de 10% em nova decisão liminar, Barros Levenhagem manteve o efeito suspensivo quanto às demais cláusulas do despacho anterior, relativo a tíquete-alimentação, diárias, auxílio-funeral e indenização por morte ou invalidez, restringindo o reajuste a 6% até pronunciamento definitivo do TST. Assim, o aumento de 75% no tíquete-refeição (de R$ 171 para R$ 300 no mês) concedido pelo Tribunal Regional da 6ª Região (TRT-PE) em 30 de julho continua sem valer.

Com a reconsideração, ficam mantidos os pisos de R$ 1.765,50 para motoristas, R$ 1.141,69 para fiscais despachantes e R$ 812,13 para os cobradores.

 

Do NE10

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Vereadores são afastados novamente em Caruaru

Cinco vereadores de Caruaru foram afastados novamente do exercício das funções na Câmara Municipal. A informação foi publicada inicialmente no blog do Wagner Gil. Os afastados são os mesmos que foram presos na chamada Operação Ponto Final 2. Neto, Val das Rendeiras, Jadiel Nascimento, Val de Cachoeira Seca e Evandro Silva, devem cumprir a decisão assim que forem notificados.
 
Segue a Decisão na íntegra:
 
À UNANIMIDADE DE VOTOS, REJEITOU-SE A PRELIMINAR DE INADEQUAÇÃO DA VIA ELEITA. NO MÉRITO, POR MAIORIA DE VOTOS, DENEGOU-SE A SEGURANÇA PARA MANTER A MEDIDA CAUTELAR PREVISTA NO ART. 319, INC. VI, DO CPP, COM O AFASTAMENTO DOS IMPETRANTES DA FUNÇÃO PÚBLICA, TUDO NOS TERMOS DO VOTO DO DES. ALEXANDRE ASSUNÇÃO, FAZENDO AS COMUNICAÇÕES JÁ REQUERIDAS.

 

 

Blog de Igor Macil

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Liminar que impedia demolição no Cais José Estelita é cassada

Galpões começaram a ser destruídos em maio, mas tiveram obra embargada / Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Galpões começaram a ser destruídos em maio, mas tiveram obra embargada

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) cassou a liminar que impedia a demolição dos armazéns do Cais José Estelita, na região central do Recife. Durante a sessão realizada na tarde desta terça (26), na 12ª Vara Federal de Pernambuco, a Quarta Turma aprovou, por unanimidade, a decisão. O relator foi o desembargador federal Ivan Lira de Carvalho. Também participaram os desembargadores federais Lázaro Guimarães e Rogério Fialho Moreira.

Segundo a assessoria do Consórcio Novo Recife, não haverá demolição dos armazéns até a Prefeitura do Recife apresentar as diretrizes urbanísticas para o redesenho do projeto, conforme foi acertado após ativistas invadirem o terreno por não concordarem com a construção de 12 torres no local. O consórcio é formado pelas empresas Moura Dubeux, Queiroz Galvão, GL e Ara.

A advogada do Movimento Direitos Urbanos, Liana Cirne afirma que, apesar da decisão, o embargo administrativo que impede a demolição está valendo. “Estamos a par da cassação da liminar e acredito que o Ministério Público Federal vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça”, diz. O movimento liderou a ocupação do terreno, que durou quase um mês.

Após a apresentação das diretrizes urbanísticas para o redesenho do projeto, o consórcio terá um mês para apresentar uma nova versão do empreendimento, que originalmente prevê a construção de 12 torres entre 21 e 40 andares. Entre os pontos que servirão de base para a elaboração das diretrizes apresentados à sociedade em audiência pública no mês de julho estão o escalonamento da altura dos prédios de modo a não prejudicar a paisagem do bairro, a integração com as áreas do entorno, a prioridade para os pedestres e a adoção de habitações de interesse social.

 

 

Do JC Online

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Rodoviários seguem mobilizados e podem parar na sexta-feira

Categoria decide nesta quinta se volta a paralisar na sexta-feira / Foto: Mariana Dantas/NE10
Categoria decide nesta quinta se volta a paralisar na sexta-feiraFoto: Mariana Dantas/NE10

 

Mesmo após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconsiderar a decisão que suspendeu o reajuste de 10% para os trabalhadores rodoviários do Grande Recife, a categoria anunciou na tarde desta terça-feira (26) que seguirá mobilizada até o julgamento do mérito do dissídio coletivo dos trabalhadores, previsto para o dia 8 de setembro no TST. Uma nova assembleia será realizada na quinta-feira (28), onde os rodoviários decidirão sobre uma nova paralisação de advertência na sexta-feira, a partir das 16h até o fim do dia

O presidente eleito do Sindicato dos Rodoviários, Benilson Custódio, acredita que o engajamento da classe trabalhadora e apoio da população colaboraram com a reconsideração do reajuste de 10% pelo ministro do TST em decisão liminar, mas ressaltou que a decisão não é definitiva e que os rodoviários só terão segurança quanto às conquistas após a reunião do dia 8 de setembro.

“Nada foi definido. Precisamos continuar mobilizados nessa luta”, exaltou o sindicalista, durante coletiva de imprensa realizada na tarde desta terça-feira (25), na sede do Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere), na área central do Recife.

A assembleia promovida pelos rodoviários nesta quinta será realizada na área da antiga feira do bairro de Santo Amaro, próximo à Cruz Cabugá, em dois horários, às 9h30 e 15h30, para garantir a participação de motoristas e cobradores que trabalham nos turnos da manhã e da tarde. Diferentemente da paralisação de advertência da última segunda-feira, que ocorreu das 4h às 8h da manhã, os rodoviários irão votar pela paralisação a partir das 16h da sexta até o fim do dia.

De acordo com diretor do Sindicato dos Rodoviários, Josival Costa, a mudança de horário tem como objetivo ampliar a participação dos motoristas que trabalham à tarde e causar menos transtornos à população. “As pessoas poderão se programar melhor. Sei que nosso movimento causa transtornos para todos. Mas estamos lutando por condições justas de trabalho e contamos com o apoio dos usuários. Vamos divulgar uma carta aberta nesta quarta para explicar melhor a nossa situação”, afirmou Josival.

VALE-REFEIÇÃO – Apesar de reconsiderar o reajuste salarial de 10% em nova decisão liminar divulgada nesta terça, o ministro do TST Barros Levenhagem manteve o efeito suspensivo quanto às demais cláusulas do despacho anterior, relativo a tíquete-alimentação, diárias, auxílio-funeral e indenização por morte ou invalidez, restringindo o reajuste a 6% até pronunciamento definitivo da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST. Assim, o aumento de 75% dado no tíquete-refeição concedido pelo Tribunal Regional da 6ª Região (TRT-PE) em 30 de julho continua sem valer.

“O percentual de 75%, se analisado isoladamente, pode parecer abusivo. Mas, na verdade, reflete o quanto o valor estava defasado. Os motoristas recebem R$ 171 por mês, o que corresponde a R$ 6 por dia. Ninguém consegue se alimentar bem com esse valor no Grande Recife. Por isso o TRT-PE aumentou o tíquete para R$ 300 por mês, o que representa R$ 12 por dia”, argumentou a advogada dos rodoviários, Maria Rita Albuquerque. Ela acredita que o TST deverá acatar o aumento definido do TRT-PE. “Até porque 6% correspondem apenas ao índice da inflação e representa um acréscimo de apenas 27 centavos no tíquete”, explica.

Sobre o reajuste de 10%, Maria Rita explicou que deverá ser pago a partir do próximo dia 5 de setembro, com retroativo a 1º de julho (data-base da categoria). “Com a reconsideração do TST, as empresas devem cumprir o reajuste, que voltou a valer até que seja anunciada a decisão definitiva”, explicou. Com a reconsideração, ficam mantidos os pisos de R$ 1.765,50 para motoristas, R$ 1.141,69 para fiscais despachantes e R$ 812,13 para os cobradores.

 

 

 

Do Ne10

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Incêndio atinge prédio do Movimento Pró-Criança nos Coelhos

A fumaça causa pelo incêndio chamou atenção de quem passava pelo Centro do Recife / Foto: @wa_s/cortesia
A fumaça causa pelo incêndio chamou atenção de quem passava pelo Centro do RecifeFoto: @wa_s/cortesia
O prédio fica em frente ao Imip, no bairro dos CoelhosO prédio fica em frente ao Imip, no bairro dos CoelhosFoto: @sempreirritado

Um incêndio atingiu um prédio localizado em frente ao Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), nos Coelhos, na tarde desta segunda-feira (25). De acordo com o Corpo de Bombeiros (CB), as chamas atingiram o prédio do Movimento Pró-Criança – Organização Não Governamental – e não deixaram vítimas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, os trabalhos de combate às chamas estão sendo realizados por 40 homens, que contam com o apoio de duas viaturas de resgate e quatro motos-resgates. A corporação informa ainda que o incêndio já é considerado de grandes proporções. O fogo foi controlado por volta das 19h30, porém os soldados passarão a noite realizando o rescaldo no local.

O Movimento Pró-Criança tem como missão promover o direito à cidadania de crianças, adolescentes e jovens, na jurisdição dos municípios que compõem a Arquidiocese de Olinda e Recife. No local são oferecidos serviços relacionados à educação e inclusão social.

 

Do NE10

 

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Seis bares de Brasília Teimosa são interditados pela Vigilância Sanitária

A operação batizada de "Risco Zero" visitou um total de 11 estabelecimentos / Foto: PCR/divulgação
A operação batizada de “Risco Zero” visitou um total de 11 estabelecimentosFoto: PCR/divulgação

Seis bares de Brasília Teimosa, na Zona Sul, foram interditados pela Vigilância Sanitária do Recife durante fiscalização realizada no último fim de semana. A operação batizada de “Risco Zero” visitou um total de 11 estabelecimentos e, além das seis interdições, também notificou outros cinco bares, sendo dois em Brasília Teimosa e três no bairro vizinho do Pina. Também foram apreendidos quatro quilos de carnes estragadas.

De acordo com a Vigilância Sanitária, os problemas encontrados foram comuns na maioria dos locais, como péssimas condições higiênico-sanitárias, ausência de bacia sanitária e descarga e mau cheiro nos banheiros, presença de pragas, tais como baratas e formigas, além de pombos, e ainda problemas no piso, parede e teto.

Foram interditados o Bar da Flávia; Bar da Nanda; Espetinho Maria Vitória; Quiosque do Jorge; Sônia Drinks e Depósito de Bebidas – todos em Brasília Teimosa. Já os estabelecimentos notificados são o Bar Maria Célia da Silva e o Bar Militão P. Neves, em Brasília Teimosa, e o Bar dos Cornos, Point do Petisco e Liga de Dominó do Geri, que ficam no Pina.

Segundo a prefeitura, os locais interditados ficarão fechados até cumprirem todas as exigências e irregularidades encontradas e também sofrerão processos administrativos, podendo resultar em multa, cujo valor pode variar de R$ 40 a R$ 400 mil reais.

 

 

Do NE10

 

 

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