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A história da eternidade, de Camilo Cavalcante, ganha cinco prêmios no Festival de Paulínia

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Primeiro longa-metragem do cineasta pernambucano Camilo Cavalcante, A história da eternidade saiu consagrado do VI Paulínia Filme Festival, ao conquistar cinco prêmios: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Irandhir Santos) e Melhor Atriz (dividido entre Marcélia Cartaxo, Débora Ingrid e Zezita Matos), concedidos pelo júri, e o da crítica, concedido pela Abraccine (Associação Brasileira de  Críticos de Cinema).  A obra, que é um desdobramento de um curta homônimo do diretor e que teve carreira consagradora, marcou o festival não só pela força de suas imagens, mas também pela trama inteligente, que entrecuza três histórias de desejo no sertão.

Mais um diretor estreante saiu premiado em Paulínia. O carioca Fellipe Barbosa conquistou quatro prêmios com Casa Grande, um filme que foi comparado com O som ao redor, de Kleber Mendonça Filho, por mostrar os conflitos num condomíno na Barra, no Rio de Janeiro. O filme ficou com os troféus de Melhor Roteiro, Ator coadjuvante (Marcello Novaes), atriz Coadjuvante (Clarissa Pinheiro) e Prêmio Especial do Júri.

Outro filme pernambucano, Sangue azul, que marca a volta deo Lírio Ferreira à ficção, ganhou os prêmios de Melhor Fotografia (Mauro Pinheiro Jr.) e Melhor Figurino.

Curtas

Já na categoria de Curtas-metragens, o grande vencedor foi a produção carioca O clube, de Allan Ribeiro, que mostra uma noite de apresentações de um antigo clube de drag queens no Rio. Foram três prêmios Menina de Ouro (Melhor Filme, Melhor Direção e Prêmio do Público) e o da Crítica (Júri Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema). O Bom comportamento, de Eva Randolph, ganhou o prêmio Especial do Júri. Edifício Tatuapé Mahal, de Carolina Markowicz e Fernanda Salloun, ficou o de Melhor Roteiro.

De acordo com a organização do festival, 24 mil espectadores assistiram aos cinco de exibições gratuitas no Teatro Paulo Gracindo.

A cerimônia foi encerrada com uma homenagem ao diretor Cacá Diegues. A apresentação ficou a cargo dos atores Caio Blat e Tainá Muller.

LISTA COMPLETA DA PREMIAÇÃO

Filmes de longa-metragem

Melhor Filme: R$ 300.000: a história da eternidade, de Camilo Cavalcante

Melhor Direção: R$ 50.000: Camilo Cavalcante, por A História da eternidade

Melhor Ator: R$ 30.000: Irandhir Santos, por A História da Eternidade

Melhor Atriz: R$ 30.000: Marcélia Cartaxo, Zezita Matos E Debora Ingrid, por A história da eternidade

Melhor Ator coadjuvante: R$ 15.000: Marcello Novaes, por Casa grande

Melhor Atriz coadjuvante: R$  15.000:  Clarissa Pinheiro, por Casa grande

Melhor Roteiro: R$ 15.000: Fellipe Barbosa e Karen Sztajnberg, por Casa Grande

Melhor Fotografia: R$ 15.000: Mauro Pinheiro Júnior, por Sangue azul

Melhor Montagem: R$ 15.000: Eva Randolph, por Aprendi a jogar com você

Melhor Som: R$ 15.000: Thiago Bello por Castanha

Melhor Direção de arte: R$ 15.000: Claudio Amaral Peixoto, por Boa sorte

Melhor Trilha Sonora: R$ 15.000: Juliana Rojas, Marco Dutra E Ramiro Murilo, por Sinfonia da necrópole

Melhor Figurino : R$  15.000: Juliana Prysthon, por Sangue azul

Especial Júri: R$  100.000: Fellipe Barbosa, por Casa grande

 

Filmes de curta-metragem

Melhor filme: R$ 30.000: O clube, de Allan Ribeiro

Melhor Direção: R$ 20.000: Allan Ribeiro, por O clube

Melhor Roteiro: R$ 15.000: Carolina Markowicz E Fernanda Salloum, por Edifício Tatuapé Mahal

Especial Júri: R$ 20.000:  O bom comportamento, de Eva Randolph

 

Prêmio do Público

Melhor longa-metragem: R$ 50.000: Boa sorte, de Carolina Jabor

Melhor curta-metragem : R$ 20.000: O clube, de Allan Ribeiro

Júri Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema

 

Melhor longa-metragem: A história da eternidade, de Camilo Cavalcante.

 

 

Do JC Online

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Associação dos blogueiros inauguram sede no Recife-PE

Associação dos Blogueiros do Estado de Pernambuco – AblogPE deu nesta sexta-feira (25) um passo importante em sua história. Fundada como a primeira Associação do Brasil que defende a categoria, a AblogPE inaugurou sua Sede na capital pernambucana com a presença de produtores de mídias digitais de diversas regiões. Fundada em 2011,  na cidade de Limoeiro,  Agreste pernambucano,  a AblogPE provocou debates em diversas cidades com a realização de encontros e a participação em seminários nacionais, como por exemplo, o 4º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais, ocorrido em São Paulo no mês de Maio.

Na oportunidade, foi apresentada a minuta do projeto de lei de iniciativa da entidade, destinando percentual das verbas publicitárias dos Poderes Públicos de Pernambuco para os Produtores de Conteúdo das Mídias Digitais. “A inauguração do escritório vem sendo projetada há algum tempo, mas a localização era o que devia ser estrategicamente pensado. Representar os blogueiros na capital seria um ponto de referência para a prestação dos serviços como apoio técnico e jurídico”, disse Lissandro Nascimento, presidente.

Com mais de 400 associados, a estimativa é chegar aos mil até o próximo ano.

Uma das principais vertentes levantadas pelo AblogPE é o reconhecimento da categoria como profissão e estimular melhorias técnicas em portais na web. O cadastro como associado é simples e gratuito, podendo ser feito através do link: ablogpe.com O escritório fica situado no Edifício São Cristóvão, Rua da Aurora nº 295, Sala 917 (9º Andar), Centro do Recife.

 

EncartNoticias.com

 

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Dilma Rousseff e Eduardo Campos lado a lado no velório de Ariano em Pernambuco

16yyyyyyyyyyyyyyyyyyyywegfwbgfv uywfgbygfv wiubfgwuibv feeeeeSete meses depois do último encontro em solo pernambucano, o ex-governador do Estado Eduardo Campos (PSB) e a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), estiveram juntos nesta quinta-feira (24) durante o velório do escritor e dramaturgo Ariano Suassuna, que faleceu na última quarta-feira (23).

Aliados de longa data, os políticos romperam relações em setembro de 2013, quando Campos decidiu seguir voo solo rumo à Presidência da República. Dilma chegou ao Palácio do Campo das Princesas acompanhada do estafe petista e dos candidatos da coligação Pernambuco Vai Mais Longe – Armando Monteiro (PTB), Paulo Rubem (PDT) e João Paulo (PT). A petista chegou por volta das 14h20 e ficou pouco mais de 40 minutos. Dilma saiu sem falar com a imprensa.

A última vez que Dilma esteve em Pernambuco com Eduardo à frente do Governo do Estado foi em dezembro de 2013, durante a inauguração de segundo estaleiro pernambucano, o Vard Promar. Na ocasião, Eduardo e Dilma já estavam com relações políticas rompidas. Depois da visita em dezembro, a petista veio ao Estado outras três vezes, quando visitou Serra Talhada, Cabrobó e inaugurou a Via Mangue.

Nesta quinta, era visível o desconforto de Dilma com a presença de Eduardo Campos. Ela cumprimentou o atual adversário político apenas no momento em que deixava a cerimônia. Os dois deram um breve abraço. Quem ciceroneou a presidente e intermediou o contato dela com a família de Ariano Suassuna foi o governador de Pernambuco, João Lyra (PSB). Ele ficou ao lado da petista durante o período em que ela estava no Palácio.

Durante a passagem de Dilma, um grupo ligado ao ex-governador Eduardo e os familiares de Ariano entoaram a música “Madeira que cupim não rói”, de Capiba e Ariano Suassuna, frevo de Carnaval que tornou-se hino das campanhas de 2006 e 2010 em Pernambuco, época em que Campos era aliado do PT. A canção também foi entoada no momento do sepultamento do escritor e dramaturgo.

Entre os políticos da ala oposicionista estiveram presentes Teresa Leitão (PT), Mozart Sales (PT), Pedro Eugênio, Fernando Ferro e o governador da Bahia, Jacques Wagner (PT) e o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo (PC do B).

Do estafe de Eduardo Campos estavam o governo da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), Paulo Câmara (PSB), Sileno Guedes (PSB), Antônio Figueira (PSB) e Luciana Santos (PC do B) e Elias Gomes (PSDB).

 

Blog de Jamildo

Foto: BlogImagem

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Após 16 horas de velório e desfile em carro aberto, Ariano é enterrado

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Após 16 horas de velório, o corpo do escritor, dramaturgo e poeta Ariano Suassuna foi enterrado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife. O sepultamento foi precedido pela leitura de dois poemas, a pedido da viúva, Zélia de Andrade Lima. Um dos netos do casal, João Suassuna, recitou “Acahuan”, que Ariano escreveu em homenagem a seu pai, e “A mulher e o reino”, feito para a esposa. Todos os parentes acompanharam a leitura muito emocionados e Zélia foi amparada por eles.

O caixão chegou ao cemitério pouco antes das 17h, após ter desfilado em carro aberto, em um veículo do Corpo de Bombeiros, fazendo o percurso desde o Palácio do Campo das Princesas, local do velório. Ainda no palácio, os netos de Ariano carregaram o caixão até o carro, ao mesmo tempo em que os presentes aplaudiam e cantavam — o frevo “Madeira que cupim não rói” e o grito de guerra do Sport, time do coração do autor. Um dos filhos de Ariano, o artista plástico Dantas Suassuna, acompanhou o caixão do pai durante o trajeto. A curta cerimônia de sepultamento contou ainda com salva de tiros, a execução instrumental da Ave Maria e da Oração de São Francisco, e uma chuva de pétalas.

Dantas Suassuna, filho de Ariano, acompanha o caixão do pai no percurso entre o velório e o cemitério (Foto: Kety Marinho / TV Globo)
Dantas Suassuna (de camisa azul) acompanha o caixão do pai no percurso
entre o velório e o cemitério (Foto: Kety Marinho / TV Globo)

Desde a noite de quarta-feira (23), até a tarde desta quinta, foi grande o número de familiares, amigos e fãs que passaram pelo Palácio das Princesas, durante o velório. O caixão esteve o tempo todo coberto por bandeiras do Sport, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de Pernambuco e do Brasil.

A presidente da República, Dilma Rousseff, passou cerca de 40 minutos no local, onde conversou com familiares do escritor e com políticos, como o governador de Pernambuco, João Lyra Neto, e o candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos. Dilma deixou o local sem fazer declaração pública. Também estiveram presentes o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo; os governadores Ricardo Coutinho (Paraíba) e Jaques Wagner (Bahia); o senador Humberto Costa e o prefeito doRecife, Geraldo Julio.

Caixão com o corpo de Ariano Suassuna chega ao cemitério (Foto: Vitor Tavares / G1)
Caixão com o corpo de Ariano Suassuna chegou ao cemitério pouco
antes das 17h (Foto: Vitor Tavares / G1)

A missa de corpo presente foi celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, e acompanhada com muita emoção por parentes, amigos e admiradores de Ariano Suassuna, no final da manhã . A celebração durou cerca de uma hora e Saburido destacou que Ariano, reconhecidamente espirituoso e assumido devoto de Nossa Senhora, era conhecido por ser um homem de fé. Uma mensagem preparada pela Arquidiocese especialmente para a ocasião foi lida. Em forma de poesia, um excerto dizia: “A morte nunca é sina. É vida com outro nome”. O texto impresso foi entregue pelo arcebispo nas mãos da viúva, Zélia.

Filha de Ariano Suassuna e atual secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Recife, Ana Rita Suassuna se emocionou ao falar do pai, ressaltando o grande homem que ele foi não somente nas artes, mas também em casa. De acordo com ela, a felicidade com que o escritor passou os últimos dias amenizou, de certa forma, o sofrimento dos parentes. “Na última semana, ele fez duas aulas-espetáculo, uma no Teatro Castro Alves, em Salvador, e outra em Garanhuns. E a satifação dele, quando chegou em casa, contando com alegria a festa que foram essas duas aulas. Então, a Caetana [como Ariano chamava a morte] chegou, mas ele está aqui presente com a gente”, contou.

Para a filha mais velha de Ariano, Maria das Neves, o carinho demonstrado pelas pessoas ao pai é o maior legado que ele deixa. “O maior legado que fica é o carinho das pessoas têm por ele, não é nem tanto a obra. Esse carinho está vindo de todo o Brasil, estamos recebendo muitas mensagens”, afirmou, agradecendo especialmente ao apoio que as pessoas têm dado à mãe, Zélia.

Durante o velório, um admirador de Ariano cantou o frevo “Madeira que cupim não rói”, um dos preferidos do escritor, e chegou a arrancar aplausos dos familiares que estavam presentes. Enrolado em uma bandeira de Pernambuco e falando em voz alta, Jackson Nascimento lembrou a grande presença do Sertão nas obras do mestre, destacando que o povo da região sente muito orgulho de ser representado por um autor como ele. “O mestre não morre, ele permanece”, resumiu.

Presidente Dilma Rousseff com o governador João Lyra Neto e a viúva, Zélia de Andrade Lima; fã homenageia Ariano cantando frevo; os diretores Guel Arraes e Luiz Fernando Carvalho (Foto: Vitor Tavares, Renan Holanda e Katherine Coutinho)
Presidente Dilma Rousseff com o governador João Lyra Neto e a viúva, Zélia de Andrade Lima;
fã homenageia Ariano cantando frevo; os diretores Guel Arraes (D)
e Luiz Fernando Carvalho (Fotos: Vitor Tavares, Renan Holanda e Katherine Coutinho)

O cineasta e diretor de televisão carioca Luiz Fernando Carvalho foi se despedir do escritor, de quem adaptou três obras para a televisão. “Você perguntava sobre a diferença entre jagunço e capanga e vinha uma aula sobre geografia, sobre música sertaneja, sobre geologia, sobre canto. [Ariano] É um tesouro, é um cometa raro”, lamentou.

O também cineasta e diretor de televisão Guel Arraes definiu Ariano como um grande humanista. “Eu tive o privilégio de conhecê-lo. Em diversas ocasiões, desde pequeno, no trabalho, convivi com ele. Ele é um homem que viveu de acordo com as suas ideias, um homem simples, que conversava com o povo, viveu sempre perto de suas origens e, assim, se tornou universal”.

Suassuna morreu na quarta (23), aos 87 anos. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Português, onde foi submetido a uma cirurgia após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) do tipo hemorrágico, na segunda (21).

Em março de 2010, Ariano Suassuna deu uma aula-espetáculo durante o Festival de Teatro de Curitiba (Foto: Lenise Pinheiro / Folhapress)
Em março de 2010, Ariano Suassuna deu uma aula-espetáculo durante o
Festival de Teatro de Curitiba (Foto: Lenise Pinheiro / Folhapress)

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Megaoperação interdita sete supermercados no Grande Recife

16hhhhhhhhhcwegcwctgr6rct46rt67ct2rvcSete supermercados foram interditados na manhã desta quinta-feira (24) durante uma megaoperação realizada pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Ministério Público e Vigilância Sanitária. A Operação Mercado Limpo visitou, ao todo, 12 estabelecimentos do Grande Recife, denunciados pelos próprios consumidores. O caso considerado mais alarmante das 40 interdições realizadas este ano foi o do supermercado Casa do Consumidor, no Ipsep, na Zona Sul do Recife, que não possuía nem licença para funcionamento.

O estabelecimento, localizado na Avenida Recife, apresentava grande quantidade de alimentos e bebidas impróprios para venda, a maior parte armazenados em um depósito onde havia um rato morto e fezes de animais. Carnes e frios estavam sendo comercializados sem as datas de fabricação e validade.

Vários alimentos estavam impróprios para o comércio, alguns com o prazo de validade vencido, outros sem condições de higiene, no supermercado Real Alimentos, na Rua Tocantins, no mesmo bairro. O estabelecimento teve produtos do açougue e da padaria apreendidos. A mesma situação foi encontrada no Supermercado Deskontão, na Avenida Norte, em Casa Amarela, na Zona Norte da cidade.

Os supermercados RM Alimentos, na Avenida Mário Melo, na Boa Vista; o Mercado Olho Dágua, na Várzea; a Tavares Padaria e Mercado Ltda., no Engenho do Meio; o Supermercado Novo Dia, em Beberibe; e o Supermercado Boa Mesa, em Dois Unidos, também foram autuados e fechados totalmente.

Da Tv Jornal

Imagem: TV Jornal

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Enfermeiros do Recife encerram greve após decisão da Justiça

Os enfermeiros do Recife, que estavam em greve desde a sexta-feira (18), decidiram voltar ao trabalho após assembleia realizada nesta quinta-feira (24). Em nota oficial, o Sindicato dos Enfermeiros no Estado de Pernambuco (Seepe) afirmou que foi surpreendido com a decisão liminar do desembargador Alberto Nogueira Virgínio, divulgada na terça-feira (22), que determinava o retorno imediato dos profissionais às atividades e decretava o movimento ilegal.

No texto, o sindicato diz ainda que a categoria não descumpriu nenhum requisito legal para deflagrar a greve e que, como a principal intenção era reabrir a negociação com a prefeitura, deliberou em assembleia, pela manhã, pelo final da greve. Neste momento, a diretoria do sindicato se encontra em reunião com o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia, para retomar as negociações em torno da pauta da categoria. O secretário de Administração do município, Marconi Muzzio, também participa da reunião.

Decisão judicial
O Tribunal de Justiça de Pernambuco decretou, na terça (22), a ilegalidade da greve dos enfermeiros do Recife. A decisão foi do desembargador Alberto Nogueira Virgínio, que atendeu a um pedido feito pela Secretaria de Saúde do município. Ele ainda fixou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. Em nota, a Secretaria de Saúde convocou os grevistas a retornar ao serviço e acrescentou que os faltosos terão o ponto cortado.

Na decisão, o desembargador destaca que as atividades desenvolvidas pelos profissionais de enfermagem são essenciais, “estando sujeitas ao princípio de continuidade do serviço público, de modo que não se permite a sua paralisação total, haja vista que podem ocorrer danos irreversíveis a toda a coletividade”.

Os profissionais de enfermagem decidiram cruzar os braços no dia 18, para pedir melhores condições de trabalho e reajuste salarial em torno de 20%. De acordo com o Seepe, os últimos dois reajustes concedidos pela Prefeitura ficaram abaixo da inflação.

 

 

G1 PE

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Corpo de Ariano Suassuna é levado em cortejo ao Morada da Paz

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Aos versos de “Madeira do Rosarinho” e “Cazá, Cazá!” do Sport Clube do Recife, o caixão com o corpo do escritor e dramaturgo Ariano Suassuna foi carregado pelos netos e colocado no carro do Corpo de Bombeiros, deixando o Palácio do Campo das Princesas em direção ao Cemitério Morada da Paz, em Paulista.

O cortejo fúnebre passará pela ponte Princesa Isabel, seguirá pela Rua da Aurora e tomará a rota do Complexo de Salgadinho até a PE-15, onde está localizada o cemitério.

 

VELÓRIO – Diversos fãs do escritor e autoridades políticas estiveram presentes no velório, como a presidente Dilma Roussef, o ex-governador Eduardo Campos e o atual govenador de Pernambuco João Lyra. Todos os símbolos que representavam Ariano estavam presentes no local: o estandarte do Galo da Madrugada, que o homenageou este ano; um boneco gigante, as bandeiras do Sport Clube do Recife, seu time do coração, do Brasil, de Pernambuco e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde trabalhou como professor de Estética por muitos anos. Diversos grupos de maracatus também foram dar o último adeus ao mestre da cultura popular.

CONFIRA O ESPECIAL

LUTO – Ariano Suassuna morreu nessa quarta-feira no Recife, aos 87 anos, vítima de parada cardíaca após entrar em coma depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico na noite da última segunda-feira (21). Pelo falecimento, a Prefeitura do Recife e o Governo do Estado declararam três dias de luto oficial

 

 

 

NE10

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Procon, Ministério Público e Vigilância Sanitária realizam megaoperação em supermercados do Recife

16cccccccccccfwevyfwerfweot03v03tb0b30b3ppbp3bp3bpnbO Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o Procon e a Vigilância Sanitária do Estado realizam, na manhã desta quinta-feira (24), uma megaoperação em 12 supermercados do Recife. A intenção é fiscalizar e encontrar possíveis irregularidades que prejudiquem o consumidor. Os supermercados que serão visitados não foram divulgados pelos órgãos fiscalizadores.

Desde o mês de março a parceira entre esses órgãos realizou 34 vistorias em vários supermercados da RMR, com 28 interdições totais, três parciais e quatro notificações/autuações. Os órgãos de fiscalização recolheram mais de duas toneladas de alimentos impróprios para o consumo.

Mais informações em instantes

 

 

Do JC Online

Foto: Divulgação

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No Recife, fãs acordam cedo para se despedir de Ariano Suassuna

16ccccccccccefrtwfwfgwoeov40t30t30b0b3O corpo do dramaturgo Ariano Suassuna está sendo velado, na manhã desta quinta-feira (24), no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual na capital pernambucana. O velório, iniciado por volta das 23h30 da última quarta (23), ficou aberto durante toda a madrugada, com parentes, amigos e fãs se despedindo.

Antes das 7h, muita gente já passava pelo local, a caminho do trabalho, para homenagear o mestre. Logo cedo, o movimento é tranquilo. O caixão está coberto por bandeiras do Sport, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de Pernambuco e do Brasil.

Trabalhando no bairro de Casa Forte, o auxiliar administrativo Maycon Anacleto acordou mais cedo para ir ao velório. “Ele foi um grande homem. Sempre gostei dos livros dele e dos filmes que fizeram. Ele não nasceu em Pernambuco, mas era pernambucano”, acredita Anacleto.
Trabalhando como operador de telemarketing no Centro do Recife, Félix Gomes fez questão de ir cedo também. “Ele é uma lenda da literatura brasileira. Vai fazer muita falta, principalmente para quem gosta da boa literatura”, afirma.

Os torcedores do Sport, time do coração de Ariano, também fizeram questão de comparecer e recordar o torcedor pé quente. “Hoje a torcida fica triste. Eu lembro dele na final da Copa do Brasil, quando fomos campeões. Ele dava sorte ao Sport”, acredita o auxiliar de estoque Ricardo Ramos.

Ariano morreu às 17h15 da quarta (23), vítima de uma parada cardíaca. Ele estava internado desde a noite de segunda (21) no Hospital Português, onde foi submetido a uma cirurgia na mesma noite após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico.

O corpo começou a ser velado no Palácio do Campo das Princesas, no Centro do Recife, ainda na noite de quarta (23). Por volta das 22h55, o caixão foi recebido por familiares, amigos e políticos, que participaram de uma celebração religiosa. Na porta do Palácio, a fila de admiradores começou a se formar por volta das 23h.

A previsão é que o velório aconteça durante toda o dia e só termine às 15h desta quinta (24). O corpo será enterrado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, Grande Recife, por volta das 16h.

Internamentos
Em 2013, Ariano foi internado duas vezes. A primeira delas em 21 de agosto, quando sentiu-se mal após sofrer um infarto agudo do miocárdio de pequenas proporções, de acordo com os médicos, e ficou internado na unidade coronária, mas depois foi transferido para um apartamento no hospital. Recebeu alta após seis dias, com recomendação de repouso e nenhuma visita.

Dias depois, um aneurisma cerebral o levou de volta ao hospital. Uma arteriografia foi feita para tratamento e ele saiu da UTI para um apartamento do hospital, de onde recebeu alta seis dias depois da internação, no dia 4 de setembro.

Na noite de segunda-feira (21), Ariano Suassuna deu entrada no hospital e foi operado após o diagnóstico do AVC. A cirurgia foi para a colocação de dois drenos, na tentativa de controlar a pressão intracraniana. Na noite de terça, o quadro dele se agravou, devido a “queda da pressão arterial e pressão intracraniana muito elevada”, conforme foi informado em boletim.

Ativo até o fim
Ariano Suassuna nasceu em 16 de junho de 1927, em João Pessoa, e cresceu no Sertão paraibano. Mudou-se com a família para o Recife em 1942. Mesmo com os problemas na saúde, ele permanecia em plena atividade profissional. “No Sertão do Nordeste a morte tem nome, chama-se Caetana. Se ela está pensando em me levar, não pense que vai ser fácil, não. Ela vai suar! Se vier com essas besteirinhas de infarto e aneurisma no cérebro, isso eu tiro de letra”, disse ele, em dezembro de 2013, durante a retomada de suas aulas-espetáculo.

Em março deste ano, Ariano foi homenageado pelo maior bloco do mundo, o Galo da Madrugada. Ele pediu que a decoração fosse feita nas cores do Sport, vermelho e preto, e ficou muito contente com a homenagem. “Eu acho o futebol uma manifestação cultural que tem muitas ligações com o carnaval”, afirmou, na ocasião.

No mesmo mês, o escritor concedeu uma entrevista à TV Globo Nordeste sobre a finalização de seu novo livro, “O jumento sedutor”. Os manuscritos começaram a ser trabalhados há mais de trinta anos.

Na última sexta-feira, Suassuna apresentou uma aula espetáculo no teatro Luiz Souto Dourado, em Garanhuns, durante o Festival de Inverno. No carnaval do próximo ano, o autor paraibano deve ser homenageado pela escola de samba Unidos de Padre Miguel, do Rio de Janeiro.

Obra
A primeira peça do escritor, “Uma mulher vestida de sol”, ganhou o prêmio Nicolau Carlos Magno em 1948. Ariano escreveu um de seus maiores clássicos, “O Auto da Compadecida”, em 1955, cinco anos depois de se formar em direito. A peça foi apresentada pela primeira vez no Recife, em 1957, no Teatro de Santa Isabel, sem grande sucesso, explodindo nacionalmente apenas quando foi encenada – e ganhou o prêmio – no Festival de Estudantes do Rio de Janeiro, no Teatro Dulcina. A obra é considerada a mais famosa dele, devido às diversas adaptações. Guel Arraes levou o “Auto” à TV e ao cinema em 1999.

O escritor considera que seu melhor livro é o “Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta”. A obra começou a ser produzida em 1958 e levou 12 anos para ficar pronta. Foi adaptada por Luiz Fernando Carvalho e exibida pela Rede Globo em 2007, com o nome de “A pedra do reino”.

Na década de 70, Ariano começou a articular o Movimento Armorial, que defendeu a criação de uma arte erudita nordestina a partir de suas raízes populares. Ele também foi membro-fundador do Conselho Nacional de Cultura.

Após 32 anos nas salas de aula, Suassuna se aposentou do cargo de professor da Universidade Federal de Pernambuco, em 1989. O período também ficou marcado pelo reconhecimento nacional do escritor – Ariano tomou posse na cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro, em 1990.

 

 

 

 

Do G1 PE

Foto: Costa Neto / Secretaria de Cultura de Pernambuco

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Familiares, amigos e fãs começam a se despedir de Ariano Suassuna

O corpo do escritor Ariano Suassuna começou a ser velado no Palácio do Campo das Princesas, no Centro do Recife, ainda na noite de quarta (23). Por volta das 22h55, o caixão foi recebido por familiares, amigos e políticos, que participaram de uma celebração religiosa. As portas do palácio, que é sede do governo de Pernambuco, só foram abertas ao público por volta das 23h30, meia hora após o previsto inicialmente. Ariano morreu às 17h15 da quarta, vítima de uma parada cardíaca. Ele estava internado desde a noite de segunda (21) no Hospital Português, onde foi submetido a uma cirurgia na mesma noite após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico.

Além dos familiares, muitos vestidos com a camisa do Sport Club do Recife, time de coração de Ariano, políticos estiveram na cerimônia realizada pelo frei franciscano Aloísio Fragoso. O ex-governador de Pernambuco e candidato à presidência, Eduardo Campos; o atual governador do estado, João Lyra Neto, e o candidato ao Senado e ex-ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, além de parentes carregaram o caixão para o hall principal do Palácio. Ariano foi secretário de Cultura de Pernambuco e também assessor especial do governo de Campos.

Para a celebração familiar, o caixão foi coberto com as bandeiras da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde ele foi professor do curso de Letras, do Estado de Pernambuco e do Brasil. Durante a celebração religiosa, frei Aloísio relembrou a trajetória do dramaturgo e destacou a religiosidade de Ariano. “Lá em cima, Nossa Senhora pedirá que ele represente a peça O Auto da Compadecida”, afirmou.

Corpo de Ariano Suassuna chega ao Palácio do Campo das Princesas, Centro do Recife (Foto: Vitor Tavares/G1)
Corpo de Ariano Suassuna chega ao Palácio do Campo das Princesas,
Centro do Recife (Foto: Vitor Tavares/G1)

Na cerimônia, Germana Suassuna, neta de Ariano, leu um texto em homenagem ao avô. Ela destacou que o escritor viveu os últimos dias da forma que queria, no palco. Na última sexta-feira, ele apresentou sua última aula-espetáculo, no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), no Agreste pernambucano. Germana também destacou o apoio que todos os familiares darão a Zélia Suassuna, agora viúva de Ariano. “Meu avô foi o homem mais feliz do lado dela. E ela também foi a mulher mais feliz. […] Meu avô é simplesmente imortal”, disse.

Na porta do Palácio, a fila de admiradores, que começou a se formar por volta das 23h, tinha muitos amigos e também fãs da figura pública de Ariano. O policial George Nascimento e sua mãe, Nelma Cristina, encontraram o escritor apenas uma vez na vida, mas guardaram o momento da lembrança. “Foi numa igreja. Vou sempre lembrar da pessoa que ele foi, um exemplo de ser humano”, comentou Nelma.

Amiga da família Suassuna e vizinha de rua de Rita Suassuna, mãe de Ariano, a matemática Jeanine Japiassu relembrou os tempos de adolescência. “Conheço ele desde os 13 anos de idade, quando ele já era professor da minha irmã. Ele é e sempre será um ícone, uma pessoa que fez arte, criou movimentos como nenhuma outra aqui no Brasil. Agora, ele deixa um vazio”.

A previsão é que o velório aconteça durante toda o dia e só termine às 15h desta quinta (24). O corpo será enterrado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, Grande Recife, por volta das 16h.

Caixão foi coberto com as bandeiras da Universidade Federal de Pernambuco, onde ele foi professor do curso de Letras, do Estado de Pernambuco e do Brasil (Foto: Vitor Tavares/G1)
Caixão foi coberto com as bandeiras da Universidade Federal de Pernambuco,
onde ele foi professor do curso de Letras, do Estado de Pernambuco e do Brasil (Foto: Vitor Tavares/G1)

Internamentos
Em 2013, Ariano foi internado duas vezes. A primeira delas em 21 de agosto, quando sentiu-se mal após sofrer um infarto agudo do miocárdio de pequenas proporções, de acordo com os médicos, e ficou internado na unidade coronária, mas depois foi transferido para um apartamento no hospital. Recebeu alta após seis dias, com recomendação de repouso e nenhuma visita.

Dias depois, um aneurisma cerebral o levou de volta ao hospital. Uma arteriografia foi feita para tratamento e ele saiu da UTI para um apartamento do hospital, de onde recebeu alta seis dias depois da internação, no dia 4 de setembro.

Na noite de segunda-feira (21), Ariano Suassuna deu entrada no hospital e foi operado após o diagnóstico do AVC. A cirurgia foi para a colocação de dois drenos, na tentativa de controlar a pressão intracraniana. Na noite de terça, o quadro dele se agravou, devido a “queda da pressão arterial e pressão intracraniana muito elevada”, conforme foi informado em boletim.

Ativo até o fim
Ariano Suassuna nasceu em 16 de junho de 1927, em João Pessoa, e cresceu no Sertão paraibano. Mudou-se com a família para o Recife em 1942. Mesmo com os problemas na saúde, ele permanecia em plena atividade profissional. “No Sertão do Nordeste a morte tem nome, chama-se Caetana. Se ela está pensando em me levar, não pense que vai ser fácil, não. Ela vai suar! Se vier com essas besteirinhas de infarto e aneurisma no cérebro, isso eu tiro de letra”, disse ele, em dezembro de 2013, durante a retomada de suas aulas-espetáculo.

Salão principal do Palácio do Campo das Princesas recebe parentes, amigos e admiradores do escritor (Foto: Vitor Tavares/G1)
Salão principal do Palácio do Campo das Princesas recebe parentes, amigos e
admiradores do escritor (Foto: Vitor Tavares/G1)

Em março deste ano, Ariano foi homenageado pelo maior bloco do mundo, o Galo da Madrugada.  Ele pediu que a decoração fosse feita nas cores do Sport, vermelho e preto, e ficou muito contente com a homenagem. “Eu acho o futebol uma manifestação cultural que tem muitas ligações com o carnaval”, disse, na ocasião.

No mesmo mês, o escritor concedeu uma entrevista à TV Globo Nordeste sobre a finalização de seu novo livro, “O jumento sedutor”. Os manuscritos começaram a ser trabalhados há mais de trinta anos.

Na última sexta-feira, Suassuna apresentou uma aula espetáculo no teatro Luiz Souto Dourado, em Garanhuns, durante o Festival de Inverno. No carnaval do próximo ano, o autor paraibano deve ser homenageado pela escola de samba Unidos de Padre Miguel, do Rio de Janeiro.

Obra
A primeira peça do escritor, “Uma mulher vestida de sol”, ganhou o prêmio Nicolau Carlos Magno em 1948. Ariano escreveu um de seus maiores clássicos, “O Auto da Compadecida”, em 1955, cinco anos depois de se formar em direito. A peça foi apresentada pela primeira vez no Recife, em 1957, no Teatro de Santa Isabel, sem grande sucesso, explodindo nacionalmente apenas quando foi encenada – e ganhou o prêmio – no Festival de Estudantes do Rio de Janeiro, no Teatro Dulcina. A obra é considerada a mais famosa dele, devido às diversas adaptações. Guel Arraes levou o “Auto” à TV e ao cinema em 1999.

Na aula-espetáculo, Ariano mistura causos, informações sobre elementos da cultura popular nordestin a (Foto: Costa Neto / Secretaria de Cultura de Pernambuco)
Na aula-espetáculo, Ariano misturava causos, informações sobre elementos da
cultura popular nordestina
(Foto: Costa Neto / Secretaria de Cultura de Pernambuco)

O escritor considera que seu melhor livro é o “Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta”. A obra começou a ser produzida em 1958 e levou 12 anos para ficar pronta. Foi adaptada por Luiz Fernando Carvalho e exibida pela Rede Globo em 2007, com o nome de “A pedra do reino”.

Na década de 70, Ariano começou a articular o Movimento Armorial, que defendeu a criação de uma arte erudita nordestina a partir de suas raízes populares. Ele também foi membro-fundador do Conselho Nacional de Cultura.

Após 32 anos nas salas de aula, Suassuna se aposentou do cargo de professor da Universidade Federal de Pernambuco, em 1989. O período também ficou marcado pelo reconhecimento nacional do escritor – Ariano tomou posse na cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro, em 1990.

 

 

 

 

 

Do G1 PE

Foto: Vitor Tavares/G1

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