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NUVEM DE TAGS

Carro capota após colisão e acidente deixa três feridos no Recife

Segundo a CTTU, batida aconteceu no cruzamento da Avenida Conselheiro Aguiar com a Rua Ribeiro de Brito, em Boa Viagem, no domingo (28).

Por G1 PE

Carro capota após colisão em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife

Um acidente envolvendo dois carros deixou um dos veículos capotados e ao menos três pessoas feridas, de acordo com a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) do Recife . A colisão aconteceu no domingo (28), no cruzamento da Avenida Conselheiro Aguiar com a Rua Ribeiro de Brito, em Boa Viagem, na Zona Sul.

O Corpo de Bombeiros socorreu uma pessoa com trauma na cabeça e sangramento nasal, mas consciente, enquanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fez a remoção de um outro ferido. Os nomes e idades não foram divulgados.

Nas imagens enviadas ao Whatsapp da TV Globo é possível ver que um dos carro capotou e o outro ficou com a parte dianteira comprometida. Ainda nas imagens, ao menos duas pessoas pareciam estar feridas.

A reportagem não teve acesso ao nome dos feridos, nem ao nome da unidade de saúde para a qual foram encaminhados.

Outro acidente

Na manhã desta segunda-feira (29), uma colisão entre dois ônibus, sendo um deles um BRT, deixou 11 pessoas feridas na PE-15, na altura do bairro de Cidade Tabajara, em Olinda, no Grande Recife. Segundo o Corpo de Bombeiros, o motorista do BRT ficou preso às ferragens .

Acidente entre ônibus e BRT deixa pelo menos quatro pessoas feridas em Paulista

Ainda segundo a corporação, o BRT seguia no sentido Paulista e o ônibus no sentido Recife, quando acabaram batendo. Cinco feridos foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e outros seis foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros.

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PM fecha casa de jogos de azar, detém nove pessoas e apreende 21 máquinas caça-níquel em Paulista

O estabelecimento funcionava no bairro do Janga. Além de praticar atividade ilegal, casa de jogos de azar descumpria decretos estaduais que proíbem aglomerações na quarentena.

Por G1 PE

Máquinas caça-níquel foram apreendidas no bairro do Janga, em Paulista, no Grande Recife — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Máquinas caça-níquel foram apreendidas no bairro do Janga, em Paulista, no Grande Recife — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Nove pessoas foram detidas e 21 máquinas do tipo caça-níquel foram apreendidas pela Polícia Militar (PM), no sábado (27), durante uma fiscalização em uma casa de jogos de azar. O estabelecimento funcionava no bairro do Janga, em Paulista, no Grande Recife.

Segundo a PM, além de praticar atividade ilegal, a casa de jogos de azar que foi fechada na ação policial descumpria os decretos estaduais que proíbem aglomerações durante a quarentena imposta por causa da piora da pandemia da Covid-19.

No momento em que a polícia chegou à casa de jogos de azar, havia nove pessoas, sendo uma funcionária do local e oito jogadores. Todos foram levados à Delegacia de Paulista por equipes do serviço de inteligência e da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães).

Além das 21 máquinas caça-níquel, também foram apreendidas uma maquineta de cartão de crédito e cinco placas-mãe. Dentro das máquinas, havia R$ 1.079, valor que foi apreendido e apresentado na Delegacia de Paulista, junto com os detidos.

Polícia Civil informou que os envolvidos foram autuados por descumprimento de medida sanitária e prática de jogos de azar. Um inquérito foi instaurado para apurar o caso.

De acordo com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), quem promover ou participar de festas ou eventos clandestinos, durante a pandemia, pode ser enquadrado no crime de organização criminosa.

Além disso, o Código Penal estabelece que promover ou explorar jogos de azar é passível de punição. A pena é de prisão de três meses a um ano, além de multa.

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PE ultrapassa 12 mil mortes por Covid e tem a maior média móvel de óbitos desde julho de 2020

Estado registrou, neste domingo (28), 771 casos da doença e 31 mortes, totalizando 344.177 infectados pelo novo coronavírus e 12.006 vidas perdidas por causa da pandemia.

Por G1 PE

Pernambuco contabilizou, neste domingo (28), 771 casos da Covid-19 e 31 mortes provocadas pela doença. Com isso, o estado totalizou 344.177 infectados pelo novo coronavírus e 12.006 óbitos devido à pandemia, números que começaram a ser registrados em março de 2020 .

Os registros deste domingo (28) elevaram a média móvel de mortes por Covid-19 em Pernambuco para 49 óbitos confirmados por dia. Esse número é o mais alto desde o dia 27 de julho de 2020, quando a média de falecimentos causados pela doença também estava em 49.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), foram confirmados em Pernambuco, neste domingo (28), 146 diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 625 casos leves da Covid-19. Com isso, o estado passou a totalizar 35.585 quadros graves e 308.592 formas leves da doença.

Média móvel de confirmação de mortes está com tendência de alta há 20 dias em Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Globo

Média móvel de confirmação de mortes está com tendência de alta há 20 dias em Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Globo

Os infectados pelo novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Desde março de 2020 até este domingo (28), Pernambuco chegou ao total de 291.403 pessoas recuperadas da Covid-19. Desse número, 20.802 eram pacientes graves, que precisaram de internamento hospitalar, e 270.601 apresentaram casos leves.

Mortes

Os 31 óbitos por Covid-19 registrados no boletim deste domingo (28) ocorreram entre o dia 18 de janeiro de 2021 e o sábado (27). As vítimas foram 16 mulheres e 15 homens, com idade entre 30 e 100 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (3), 40 a 49 (3), 50 a 59 (5), 60 a 69 (5), 70 a 79 (7) e 80 ou mais (8).

Essas pessoas que morreram devido à doença moravam nas cidades de Belo Jardim (1), Buíque (1), Camaragibe (3), Canhotinho (1), Caruaru (1), Chã de Alegria (1), Igarassu (1), Jaboatão dos Guararapes (6), Moreno (1), Nazaré da Mata (2), Olinda (2), Paudalho (2), Recife (2), Santa Filomena (1), Serra Talhada (2), Timbaúba (1), Triunfo (1), Tuparetama (1) e Vitória de Santo Antão (1).

Entre esses pacientes que faleceram, 24 tinham doenças pré-existentes: doença cardiovascular (11), diabetes (10), hipertensão (3), obesidade (3), tabagismo (3), doença renal (2), doença neurológica (1), doença respiratória (1), etilismo (1) – uma pessoa pode ter mais de uma comorbidade. Os demais casos seguem em investigação.

Vacinados

Até este domingo (28), Pernambuco aplicou 932.984 doses da vacina contra a Covid-19, das quais 717.391 foram primeiras doses.

Ao todo, receberam a primeira dose: 201.907 trabalhadores de saúde; 24.916 povos indígenas aldeados; 4.850 em comunidades quilombolas; 6.115 idosos em instituições de longa permanência; 30.162 idosos de 64 a 69 anos; 271.320 idosos de 70 a 79 anos; 92.739 idosos de 80 a 84 anos; 84.502 idosos a partir de 85 anos; além de 880 pessoas com deficiência institucionalizadas.

Em relação à segunda dose, foram imunizados: 157.947 trabalhadores de saúde; 24.086 povos indígenas aldeados; 4.406 idosos institucionalizados; 38 idosos de 64 a 69 anos; 4.291 idosos de 70 a 79 anos; 20.246 idosos de 80 a 84 anos; 3.956 idosos a partir de 85 anos, além de 623 pessoas com deficiência institucionalizadas; totalizando 215.593 pessoas que finalizaram a vacinação.

Testes

Desde março de 2020 até este domingo (28), Pernambuco realizou 1.409.749 testes para detectar a Covid-19. Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, até esse dia, 27.630 casos foram confirmados e 46.964 foram descartados.

As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada.

Leitos

A rede pública estadual de saúde tem 2.673 leitos dedicados a pacientes com Srag. Neste domingo (28), a taxa global de ocupação de leitos na rede pública era de 92%. Havia doentes em 97% dos 1.506 mil leitos de UTI e em 87% dos 1.167 leitos de enfermaria.

Na rede privada, a taxa global de ocupação dos 751 leitos era de 82%. Havia doentes em 91% dos 445 leitos de UTI e em 70% dos 306 leitos de enfermaria.

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Recife e outras 82 cidades têm recomendação para suspender vacinação contra Covid-19 de profissionais de saúde que não atuam na linha de frente

Documentos assinados pelos ministérios públicos Federal, de PE, do Trabalho e defensorias públicas da União e do estado recomendam que seja suspensa a imunização de quem não atua no atendimento direto a pacientes, na vigilância, na regulação ou na gestão em saúde.

Por G1 PE

Documentos recomendando a suspensão da vacinação contra a Covid-19 de profissionais de saúde que não atuem no atendimento direto a pacientes, na vigilância, na regulação ou na gestão em saúde foram enviados às secretarias de Saúde do Recife e de outras 82 cidades pernambucanas (confira lista dos municípios no final desta reportagem).

A recomendação é válida para essas 83 localidades e foi expedida pelas seguintes instituições: ministérios públicos Federal (MPF), de Pernambuco (MPPE), do Trabalho (MPT) e defensorias públicas da União (DPU) e do estado (DPPE).

O objetivo da recomendação é “suspender imediatamente a vacinação dos profissionais de saúde que atuem em estabelecimentos de serviços de interesse à saúde, como academias de ginásticas, clubes, salões de beleza, clínicas de estética, óticas, estúdios de tatuagem e estabelecimentos de saúde animal”, informou o MPF, em nota.

Os documentos determinam como única exceção os profissionais que já tenham recebido a primeira dose da vacina contra a Covid-19: para evitar desperdício do imunizante, eles devem receber a segunda dose.

Recife começa a vacinar contra Covid trabalhadores da saúde a partir de 50 anos

A recomendação foi expedida após a prefeitura do Recife ampliar a vacinação para todos os profissionais de saúde maiores de 50 anos em atividade, exigindo dos que são autônomos, como comprovação, o registro no respectivo conselho de classe e uma autodeclaração (veja vídeo acima).

Ainda de acordo com o MPF, isso “contraria as orientações internacionais e nacionais sobre a vacinação para combate à pandemia”, devido ao “contexto de escassez de insumos e transmissão comunitária da doença, como no caso do Brasil”.

Nesse cenário, devem ser grupos prioritários do primeiro estágio da vacinação, com base no roteiro da Organização da Mundial da Saúde (OMS) para Priorização na Aplicação de Vacinas Covid-19, “os trabalhadores da saúde ‘com alto ou muito alto risco de adquirir e transmitir infecções’, assim definidos aqueles que trabalham diretamente no atendimento de pacientes confirmados ou casos suspeitos da doença”, segundo o MPF.

Por isso, as instituições que assinaram os documentos recomendaram também que não devem ser incluídos na fase atual da vacinação contra a Covid-19:

  • os profissionais de saúde inativos, aposentados ou que estejam trabalhando em sistema de teletrabalho;
  • os profissionais que, mesmo habilitados em áreas de saúde, desempenhem atividades exclusivamente acadêmicas, como professores ou pesquisadores de instituições de ensino;
  • os profissionais que atuam sem contato físico direto com o paciente.

Na recomendação, também foi requerida a ampliação da vacinação dos idosos para que seja possível avançar nas faixas etárias até atingir todos com mais de 60 anos. Na sequência, a imunização deve respeitar os grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19.

As secretarias têm o prazo de 48 horas, a partir da notificação, para informar sobre o acatamento das recomendações e as ações a serem implementadas. “Em caso de descumprimento, poderão ser adotadas as medidas administrativas e judiciais cabíveis”, afirmou o MPF, em nota.

G1 entrou em contato com o MPF para saber que medidas são essas que podem ser aplicadas às cidades que não cumprirem o que foi recomendado, e também com as secretarias de Saúde de Pernambuco e do Recife, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

Assinaram a recomendação as procuradoras da República Mona Lisa Aziz, Ticiana Nogueira, Natália Soares e Polireda Madaly Medeiros; o procurador do Trabalho Ulisses de Carvalho; o defensor público Federal André Carneiro Leão; a defensora pública estadual Ana Carolina Khouri; e a promotora de justiça Helena Capela.

Cidades afetadas pela recomendação

  1. Abreu e Lima
  2. Afrânio
  3. Água Preta
  4. Águas Belas
  5. Alagoinha
  6. Angelim
  7. Araçoiaba
  8. Arcoverde
  9. Barreiros
  10. Belém de Maria
  11. Bom Conselho
  12. Bom Jardim
  13. Brejão
  14. Buenos Aires
  15. Buíque
  16. Caetés
  17. Calçado
  18. Camaragibe
  19. Canhotinho
  20. Capoeiras
  21. Carpina
  22. Catende
  23. Chã de Alegria
  24. Correntes
  25. Dormentes
  26. Feira Nova
  27. Gameleira
  28. Garanhuns
  29. Glória do Goitá
  30. Iati
  31. Ibimirim
  32. Ibirajuba
  33. Igarassu
  34. Ilha de Itamaracá
  35. Inajá
  36. Itaíba
  37. Itapissuma
  38. Jaboatão dos Guararapes
  39. Jaqueira
  40. João Alfredo
  41. Joaquim Nabuco
  42. Jucati
  43. Jupi
  44. Lagoa do Carro
  45. Lagoa do Itaenga
  46. Lagoa do Ouro
  47. Lagoa Grande
  48. Lajedo
  49. Limoeiro
  50. Machados
  51. Manari
  52. Maraial
  53. Moreno
  54. Nazaré da Mata
  55. Olinda
  56. Palmares
  57. Palmeirina
  58. Paranatama
  59. Paudalho
  60. Paulista
  61. Pedra
  62. Pesqueira
  63. Petrolina
  64. Poção
  65. Pombos
  66. Quipapá
  67. Recife
  68. Ribeirão
  69. Saloá
  70. Santa Maria da Boa Vista
  71. São Benedito do Sul
  72. São Bento do Una
  73. São João
  74. São José da Coroa Grande
  75. São Lourenço da Mata
  76. Sertânia
  77. Tamandaré
  78. Terezinha
  79. Tracunhaém
  80. Tupanatinga
  81. Venturosa
  82. Vitória de Santo Antão
  83. Xexéu

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Dezesseis voos de Viracopos, em Campinas, distribuem ‘kit intubação’ para estados brasileiros

Onze aeronaves decolaram do aeroporto na noite de quinta-feira sexta, enquanto outras cinco viajam na manhã desta sexta.

Por Bom Dia Cidade

Carga com medicamentos para intubação sai de Campinas para abastecer 25 estados

Ao menos 16 voos com origem no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), transportam medicamentos para intubação de pacientes a outros estados brasileiros. Onze deles já partiram na noite de quinta-feira (25) e os cinco restantes ocorrem durante a manhã desta sexta (26). A previsão é distribuir os ‘kits intubação’ para 25 entes da federação.

A companhia responsável pelo transporte foi contratada pela empresa que faz a logística do Ministério da Saúde. Ao todo, serão distribuídos quatro toneladas de sedativos e bloqueadores neuromusculares. O ministério não informou, até esta publicação, por quantos dias essa quantidade é suficiente para abastecer os hospitais.

Os onze voos que ocorreram durante a noite tiveram como destinos 17 estados, além do Distrito Federal:

  • Paraná
  • Santa Catarina
  • Rio Grande do Sul
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Goiás
  • Rondônia
  • Rio de Janeiro
  • Espírito Santo
  • Bahia
  • Sergipe
  • Pernambuco
  • Alagoas
  • Paraíba
  • Rio Grande do Norte
  • Tocantins
  • Maranhão

Já nesta manhã, os cinco voos restantes levam os kits para Ceará, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Piauí e Acre. A previsão é que a última aeronave decole às 9h20.

Para os dois estados restantes, São Paulo e Minas Gerais, o transporte será rodoviária, informou o Ministério da Saúde.

Origem

O Ministério da Saúde afirmou que mais de 2,8 milhões de unidades de medicamentos para intubação foram negociados com laboratórios farmacêuticos nesta semana, mas não detalhou se todo o montante está sendo distribuído por Viracopos.

Uma das empresas é a Cristália, que recebeu uma requisição administrativa do ministério para entregar medicamentos. O termo do acordo foi firmado na segunda-feira (22) e o laboratório se comprometeu a fornecer quantidade suficiente para uma semana.

Já a Eurofarma entregará, segundo o Ministério da Saúde, 212 mil ampolas em todo o território nacional. A União Química também enviará, até 30 de março, 1,4 milhão de unidades de medicamentos.

Da União Química, 165 mil doses já foram enviadas ontem para o transporte. Segundo a pasta, o objetivo é garantir o abastecimento desses medicamentos, tanto para hospitais públicos quanto para hospitais privados, no enfrentamento da pandemia.

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Protestos interditam vias em ao menos sete pontos do Recife

Atos tiveram início na manhã desta quinta-feira (25) em diferentes regiões da cidade. Pelo menos três das manifestações estavam ligadas a pedidos de renda básica.

Por G1 PE

Protesto feito na Avenida Caxangá, na Zona Oeste do Recife, nesta quinta-feira (25) — Foto: Reprodução/WhatsApp

Protesto feito na Avenida Caxangá, na Zona Oeste do Recife, nesta quinta-feira (25) — Foto: Reprodução/WhatsApp

Protestos em diversos pontos do Recife ocorreram na manhã desta quinta-feira (25). Segundo a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os atos ocorreram em frente à Câmara de Vereadores, no Centro, na Avenida Caxangá e na Rua São Miguel, na Zona Oeste; na BR-101, no Barro, na mesma região; e na Rua Ernesto de Paula Santos e nas avenidas Domingos Ferreira e Mascarenhas de Morais, na Zona Sul.

Imagens enviadas ao G1 mostraram pessoas com faixas interditando a Avenida Caxangá, por volta das 7h30. Selma Morais, vendedora que trabalha no Cais de Santa Rita, na área central do Recife, contou que os coletivos não estavam passando pelo local. “Os ônibus estão desviando, porque não está passando nada”, disse.

No local, manifestantes usaram faixas e cartazes para pedir aumento da renda básica. De acordo com a CTTU, o ato foi encerrado às 7h58 no local.

Também na Zona Oeste, houve uma manifestação na Rua São Miguel, em Afogados. O Corpo de Bombeiros também foi acionado para apagar as chamas provocadas pela queima de entulhos.

Protesto na BR-101, no Barro, na Zona Oeste do Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

Protesto na BR-101, no Barro, na Zona Oeste do Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

No Barro, também na Zona Oeste, a PRF informou que um protesto foi feito no quilômetro 72 da BR-101, no sentido Paulista, nas proximidades do Terminal do Barro. Iniciado por volta das 6h45, o ato foi para reivindicar aumento do valor do auxílio emergencial municipal, cestas básicas para a população carente e vacinação para toda a população, de acordo com a Polícia.

Às 8h07, as cerca de 50 pessoas que participavam do ato saíram da rodovia, segundo a PRF. Os Bombeiros foram até o local.

No Centro da cidade, outro protesto ocorreu nas proximidades da Câmara de Vereadores, com entulhos sendo queimados para interditar a pista. De acordo com a CTTU, os motoristas que precisaram passar pela área tiveram que desviar pela Rua do Hospício. A manifestação foi encerrada às 7h55, segundo a Autarquia.

Na Zona Sul, três atos também foram registrados pela CTTU, sendo um deles na Avenida Mascarenhas de Morais, nas proximidades do Aeroporto do Recife. Devido a bloqueios na via, os agentes de trânsito precisaram desviar o fluxo de veículos. O trânsito foi liberado no trecho às 7h50.

Outro ato ocorreu na Avenida Domingos Ferreira, nas proximidades do Clinical Center. De acordo com a CTTU, o protesto foi finalizado por volta das 7h10. No local, integrantes do ato também usaram faixas e cartazes para pedir renda básica.

Outra manifestação ocorreu na Rua Ernesto de Paula Santos. Devido à queima de entulhos na via, o Corpo de Bombeiros foi acionado e as equipes atuaram no combate às chamas.

Protesto na Avenida Domingos Ferreira, na Zona Sul do Recife, foi finalizado por volta das 7h10 desta quinta (25), segundo a CTTU — Foto: Reprodução/WhatsApp

Protesto na Avenida Domingos Ferreira, na Zona Sul do Recife, foi finalizado por volta das 7h10 desta quinta (25), segundo a CTTU — Foto: Reprodução/WhatsApp

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Um ano de mortes por Covid: coveiros enfrentam sobrecarga e impacto emocional: ‘temos medo de levar vírus para casa’

Primeiro óbito provocado pela doença registrado no estado completa um ano nesta quinta (24). No Cemitério de Santo Amaro, profissionais sentem angústia de trabalhar onde ninguém quer ir e esperam a vacina.

Por Pedro Alves, G1 PE

Há um ano enterrando vítimas da Covid, coveiros sofrem com incertezas e impacto emocional

Com 170 anos completados em março, o Cemitério Senhor Bom Jesus da Redenção, conhecido como Cemitério de Santo Amaro, é o maior do Recife. Ele abriga os restos mortais de personalidades famosas de Pernambuco e recebeu os corpos das primeiras vítimas da Covid-19 no estado.

Nesta quinta-feira (25), dia em que a primeira morte por Covid-19 completa um ano, o G1 mostra a situação de coveiros que trabalham no Cemitério de Santo Amaro.

Os profissionais enfrentam a sobrecarga de trabalho e o impacto emocional de trabalhar no lugar em que ninguém deseja ir. Muitos deles também convivem com a falta de informação sobre a vacinação para a categoria.

“Temos medo de levar o vírus para casa”, afirmou José Carlos Ferreira, que participou do primeiro funeral de vítima da Covid, em Santo Amaro.

No plano municipal de vacinação, até esta quinta-feira, estavam inclusos os trabalhadores do sistema funerário que tivessem contato com corpos potencialmente contaminados.

No entanto, não está expressa a possibilidade de imunização dos coveiros, diferente de cidades como Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, e Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, que anunciaram ações específicas para essa categoria.

O processo, na capital, também contempla idosos a partir de 64 anos, trabalhadores de saúde, indígenas aldeados, pessoas com deficiência e idosos que moram em asilos.

O Cemitério de Santo Amaro e o Parques das Flores, na Zona Oeste, são os únicos dos cinco cemitérios municipais a enterrarem os mortos da pandemia.

Em todos eles, foram feitos, em 2019, 12.335 sepultamentos, número 21,1% menor que em 2020, quando a pandemia chegou ao estado.

No ano passado, foram 14.948 sepultamentos, sendo 2.449 de pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 1.595 confirmados para a Covid-19.

Em 2021, até a quarta-feira (24), 3.073 pessoas tinham sido enterradas, sendo 217 de Srag e 558 de Covid-19.

Atualmente, ainda há 1.347 covas e gavetas disponíveis exclusivamente para este tipo de sepultamento, no Parque das Flores e em Santo Amaro.

Depoimentos

Foi José Carlos Ferreira, atualmente fiscal dos coveiros de Santo Amaro, que iniciou os preparativos para o sepultamento da primeira vítima de Covid, um idoso de 85 anos que morreu a menos de 500 metros do cemitério, no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc).

Essa unidade hospitalar, referência no atendimento de doenças infectocontagiosas, recebeu as primeiras suspeitas, casos e mortes pela doença.

Massa Bruta, como José Carlos é conhecido pelos colegas de trabalho, foi um dos primeiros a sentirem a sobrecarga de trabalho e o impacto emocional da pandemia.

Na época da primeira morte, usar máscara sequer era obrigatório. Aos 54 anos, ele teme pela própria saúde e a da família e lamenta não estar elencado entre as prioridades para a imunização.

“Eu sabia que nós não seríamos vacinados de primeira, com os trabalhadores de saúde, mas esperávamos ser inseridos junto aos colegas do sistema funerário. Até porque temos contato com eles todo dia”, disse.

Nas estimativas do fiscal, somente no Cemitério de Santo Amaro, há quatro quarteirões repletos de pessoas sepultadas após morrer de Covid.

Esse espaço, para os funcionários do local, é chamado de “perdido”, já que não se sabe quando as vítimas serão exumadas e as covas poderão receber novos corpos.

“O trabalho mudou muito. Eu estou aqui há mais de 22 anos e já vi muita coisa, mas nunca o que tem acontecido desde o início da pandemia. A carga de trabalho ficou mais pesada”, afirma.

Por protocolo, o procedimento de exumação, que acontece diariamente no Cemitério de Santo Amaro, é realizado dois anos e um dia após o sepultamento. Isso demanda organização e estratégia para garantir que haverá novas vagas para novos mortos, sem desrespeitar aqueles que já se foram.

Com a Covid, no entanto, ainda não há recomendação oficial de tempo mínimo, por causa do risco de contaminação pelos corpos. José Carlos estima que somente ele tenha participado de mais de 1,5 mil sepultamentos de vítimas da Covid.

“Aqui, o sepultamento custa R$ 25 e, por ser direcionado a pessoas de baixa renda, o governo paga a taxa. Por isso que, no começo, a demanda foi tão grande que foi preciso limitar. Hoje, são quatro ou cinco sepultamentos por dia desses doentes, porque não cabe mais. Corremos o risco até de ter que fechar o cemitério, porque não sabemos quando esses corpos vão sair daqui”, declarou.

Roberto Rocha, de 44 anos, ganha a vida como coveiro e pedreiro em Santo Amaro, há 12 anos. Ele não é funcionário direto do cemitério, mas é credenciado para trabalhar no local, prestando serviço a funerárias e famílias.

Para ele, além do medo de precisar se expor todo dia para trabalhar, há o receio de ser excluído da imunização por não ter contrato formal de serviço.

“Já perdemos colegas aqui no cemitério, ficamos com medo, porque estamos expostos a tudo. Já vi filas de carros de funerária por aqui. Já tive que abrir mais de 20 covas por dia para enterrar gente que morreu de Covid. Quando a coisa começa a apertar, a gente sente primeiro, porque começam a chegar mais corpos”, declarou.

Silvio Pessoa completou 20 anos de trabalho no Cemitério de Santo Amaro, neste ano. Ele mora no mesmo bairro e estava com José Carlos quando chegou ao local a primeira vítima de Covid-19. Para ele, a rotina de abrir covas mudou drasticamente.

O trabalho braçal, feito sob o sol quente da capital pernambucana, hoje precisa ser feito de máscara e equipamentos de proteção individual.

A insalubridade do trabalho, segundo ele, se dá não somente nos aspectos físicos, mas, também, pela tristeza de ver tanta gente perder entes queridos ao mesmo tempo.

“É Deus do nosso lado e a esperança de ter a vacina. Existem regras para o sepultamento dos mortos pela Covid. É preciso lacrar o caixão com fita adesiva, porque as tampas, geralmente, são rosqueadas e não fecham bem. Tem tanta gente morrendo que as funerárias fazem como se fosse na produção. A tampa vem solta, o caixão quebra. Choca a família e deixa a gente ainda mais exposto”, afirmou Silvio.

Ainda nos primeiros enterros feitos no Cemitério de Santo Amaro, de pacientes que morreram de Covid, uma história marcou José Carlos e Silvio. Para eles, foi quando a gravidade da pandemia se tornou ainda mais pesada na rotina de quem trabalha no cemitério.

“Do Covid, a gente tem muitas coisas para contar. O pessoal não aceita, diz que a mãe ou o pai tinha problema de coração, diz qualquer coisa para afastar o ente querido dessa doença. Uma das primeiras mortes foi de uma idosa. Quando estávamos baixando o caixão, o filho foi para cima de nós, nos xingou, disse ‘minha mãe não morreu disso, não’. A gente entende, porque é nosso trabalho. Depois, ele veio e nos pediu desculpas”, disse José Carlos.

Para Antônio Luiz da Silva, que trabalha fazendo serviços particulares como zelador e pedreiro no cemitério, existe um sentimento de frustração, já que não recebeu informação direta do município sobre o plano de vacinação para esse tipo de profissional.

“Gostaríamos que o prefeito e os governantes priorizassem a vacinação e o combate à pandemia. Sabemos que obras são importantes, inaugurações são importantes, mas a vida do trabalhador também é. Do portão para dentro do cemitério, todo mundo está exposto. Queremos que o prefeito seja mais sensível a essa questão. Que priorize a saúde”, afirmou Antônio.

Prefeitura

Por meio de nota, a prefeitura do Recife informou que o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contempla os coveiros como profissionais do sistema funerário e, portanto, servidores da saúde.

“Tais profissionais já têm as suas vacinas asseguradas e os 80 coveiros que prestam serviços à sociedade nas cinco necrópoles públicas já podem agendar suas vacinas através do Conecta Recife, na categoria de profissionais de saúde e anexar, entre outros documentos, declaração acerca do local de trabalho”, disse a prefeitura, na nota.

A Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), por sua vez, afirmou que preparou os cemitérios e funcionários para receberem os sepultamentos de pacientes com suspeita ou confirmação para a Covid-19 e que, nesses casos, as cerimônias só podem reunir até dez pessoas, sem a presença de idosos e crianças.

“Os coveiros, por sua vez, são equipados com máscara cirúrgica, protetor facial, luvas de procedimento, bota impermeável de cano longo e avental descartável. Entre um sepultamento e o seguinte, os EPIs são imediatamente descartados e os profissionais esperam pelo próximo enterro para se paramentarem novamente”, afirmou a Emlurb.

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PE confirma 2.738 casos da Covid-19 em um dia, maior registro diário de infectados desde início da pandemia

Total de diagnósticos da doença no estado chegou a 336.236. Nesta quarta (24), também foram contabilizados 45 óbitos, levando PE a totalizar 11.807 vidas perdidas devido ao novo coronavírus.

Por G1 PE

Pernambuco registra 2.738 novos casos, maior número de confirmações da pandemia

Pernambuco confirmou, nesta quarta-feira (24), 2.738 casos e 45 óbitos por Covid-19. O número de confirmações de infectados é o maior desde o início da pandemia, em março de 2020 . Até então, o mais alto registro diário de diagnósticos da doença tinha ocorrido em 30 de dezembro de 2020, com 2.512 pacientes.

Com os novos registros de casos e óbitos, o estado passou a totalizar 336.236 diagnósticos confirmados da Covid-19 e 11.807 mortes de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

Veja a evolução de casos graves de Covid-19 em 2021 em Pernambuco

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), 133 dos 2.738 casos confirmados nesta quarta-feira (24) são de pessoas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) (veja vídeo acima). Outras 2.605 pessoas receberam o diagnóstico do quadro leve da Covid-19.

Considerando essa divisão, o estado passou a ter 34.969 casos graves e 301.267 quadros leves da doença causada pelo novo coronavírus. O início dos registros ocorreu em 12 de março de 2020.

Os 45 óbitos confirmados nesta quarta-feira (24) ocorreram entre o dia 16 de fevereiro e a terça-feira (23).

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Além disso, o boletim registrou, nesta quarta, um total de 286.781 pacientes recuperados da doença. Destes, 20.595 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 266.186 eram casos leves.

Mortes

O boletim confirmou, nesta quarta, 29 mortes de homens e 16 de mulheres.

Essas pessoas moravam em Araçoiaba (1), Betânia (1), Brejo da Madre de Deus (2), Cabo de Santo Agostinho (1), Camaragibe (1), Garanhuns (1), Gravatá (1), Ipubi (1), Jaboatão dos Guararapes (2), Jataúba (1), Lagora do Carro (1), Macaparana (1), Moreno (1), Olinda (5), Paudalho (3), Paulista (3), Petrolina (2), Recife (7), Salgueiro (1), São José da Coroa Grande (1), São Lourenço da Mata (1), Serra Talhada (4), Tracunhaém (1), Vertentes (1) e Vicência (1).

Os pacientes tinham idades entre 34 e 92 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (5), 40 a 49 (1), 50 a 59 (7), 60 a 69 (13), 70 a 79 (12) e 80 ou mais (7).

Do total, 34 tinham doenças pré-existentes: diabetes (17), doença cardiovascular (14), hipertensão (11), tabagismo/histórico de tabagismo (8), obesidade (4), doença renal (3), histórico de AVC (2), câncer (2), imunossupressão (3), doença de Alzheimer (1), doença hematológica (1), doença hepática (1), doença respiratória (1), doença urológica (1) e histórico de etilismo (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Testes

Desde o início da pandemia, há um ano, Pernambuco realizou 1.382.457 testes para detectar a Covid. Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, até agora, 27.453 casos foram confirmados e 46.799 descartados.

As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada.

Vacina

Desde 18 de janeiro, Pernambuco aplicou 789.266 doses da vacina contra a Covid-19, das quais 593.985 foram primeiras doses.

Ao todo, receberam a primeira dose 195.210 trabalhadores de saúde; 24.466 povos indígenas aldeados; 704 em comunidades quilombolas; 6.097 idosos em Instituições de Longa Permanência; 6.996 idosos de 64 a 69 anos; 186.543 idosos de 70 a 79 anos; 89.276 idosos de 80 a 84 anos; 83.813 idosos a partir de 85 anos; além de 880 pessoas com deficiência institucionalizadas.

Em relação à segunda dose, foram beneficiados 144.872 trabalhadores de saúde; 23.230 povos indígenas aldeados; 4.337 idosos institucionalizados; 957 idosos de 70 a 79 anos; 19.267 idosos de 80 a 84 anos; 1.995 idosos a partir de 85 anos e 623 pessoas com deficiência institucionalizadas; totalizando 195.281 pessoas que já finalizaram o esquema.

Insumos

Nesta quarta, o governo anunciou o início da distribuição de mais de 1,5 milhão de agulhas e seringas aos municípios pernambucanos. Com esse novo lote, já são três milhões de insumos desse tipo enviados às prefeituras.

Leitos

Nesta quarta, entraram em operação 20 novos leitos de UTI nos hospitais da Mulher do Recife (5), Barão de Lucena (5), ambos no Recife, e também no Regional de Palmares (10). Com isso, Pernambuco ultrapassa a marca dos 2,6 mil leitos para Covid-19. Ao todo, já 2.611 vagas, sendo 1.437 de UTI.

A taxa global de ocupação de leitos da rede pública era, nesta quarta, de 92% Havia doentes em 97% das UTI e em 86% das enfermarias.

Na rede privada, a taxa global de ocupação chegou a 83%, nesta quarta. Havia doentes em 91% das UTIs e em 83% das enfermarias.

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Professor que viralizou ao pedalar para levar material a alunos sem acesso à internet consegue doações de celulares e substitui entrega de lições por cestas básicas

Depois de garantir acesso ao ensino a estudantes através de uma rede de solidariedade, educador percebeu que alunos tinham outra necessidade: comida na mesa. Desde julho de 2020, 180 cestas foram entregues por meio de doações recebidas pelo professor.

Por Marina Meireles, G1 PE

Gente que inspira: professor pedala até a casa de alunos sem acesso a ensino remoto

Ao ficar conhecido por pedalar até a casa de alunos que não conseguiam assistir às aulas pela internet em Camaragibe, no Grande Recife, o professor Arthur Cabral, 29 anos, formou uma rede de apoio em prol dos estudantes e de suas famílias. Após a doação de 20 celulares para que as crianças pudessem ter acesso ao ensino, o educador substituiu a entrega de lições e apostilas pela de cestas básicas.

(Esta história faz parte da série Gente que inspira, que mostra iniciativas que estão levando esperança a comunidades no momento mais crítico da pandemia.)

“Recebi muitas mensagens de pessoas desconhecidas que se colocaram à disposição para ajudar. De julho [de 2020] para cá, recebi a doação de 20 aparelhos de celular, que foram distribuídos para os estudantes”, afirmou.

Depois de garantir acesso a aulas online para os alunos por meio de doações de celulares, professor Arthur Cabral passou a distribuir alimentos às famílias dos estudantes  — Foto: Arthur Cabral/Arquivo pessoal

Depois de garantir acesso a aulas online para os alunos por meio de doações de celulares, professor Arthur Cabral passou a distribuir alimentos às famílias dos estudantes — Foto: Arthur Cabral/Arquivo pessoal

Com o acesso ao conhecimento nas mãos dos alunos, Arthur sentiu que o vínculo com os estudantes foi fortalecido a cada mensagem de cumprimento ou despedida nas aulas. “Como eles passaram a estar conectados, termina tendo a facilidade de poder vê-los nas aulas remotas. Isso me dá uma alegria muito grande de saber que eles estão participando”, disse.

A experiência das aulas remotas levou o professor a conhecer mais de perto a realidade de alguns dos alunos. Por isso, ele percebeu que, para muitos estudantes, a dificuldade não era somente para ter acesso ao conteúdo online.

“A gente sempre pede para eles [estudantes] abrirem a câmera. Muitas vezes, quando eles abriam, estavam lá cuidando do irmão menor, de 1 ano, de 6 meses. E estamos falando de crianças de 12 anos. Não é fácil ter a responsabilidade de cuidar de outra criança”, afirmou.

Para Arthur, a tela de um smartphone não conseguiu distanciá-lo dos estudantes e fez com que a ajuda viesse não em forma de conteúdo, mas de alimento. “Todo mês, eu pude reunir cestas básicas e levar para esses estudantes. São famílias de baixa renda, que estavam dependendo muitas vezes do auxílio emergencial”, contou, enumerando 180 cestas entregues desde julho de 2020.

“Sempre idealizei um modelo de educação que fosse acessível a todos. Foi isso que me moveu durante a pandemia a ajudar 20 estudantes que não tinham acesso ao ensino remoto. Mais do que isto, eles precisavam ser vistos. Durante quatro meses, todas as sextas-feiras, pedalei até a casa de cada uma dessas famílias levando um pouco de esperança e conhecimento”, disse o professor.

O material impresso em gráficas para os alunos deu lugar aos itens da cesta básica na bicicleta, o meio de transporte oficial do professor.

“Alguns amigos me ajudaram com carro, mas nesse último mês, quando a vida ‘voltou ao normal’, terminei levando de bicicleta com um amigo. Colocava uma cesta na bolsa, outra na cadeirinha da criança, e ia fazendo várias viagens”, contou.

Professor Arthur Cabral passou a fazer entregas de cestas básicas às famílias de alunos durante a pandemia — Foto: Arthur Cabral/Divulgação

Professor Arthur Cabral passou a fazer entregas de cestas básicas às famílias de alunos durante a pandemia — Foto: Arthur Cabral/Divulgação

O contrato do professor com uma escola do governo do estado terminou no dia 2 de março, mas para Arthur, a experiência vai além do vínculo empregatício. “Acho que o maior ganho profissional e pessoal que eu tive foi poder olhar os estudantes com outros olhos”, contou.

As ações de Arthur, para ele, refletem o acolhimento que ele recebeu de professores quando também era estudante. A ideia é que, agora, as sementes de solidariedade sejam plantadas para que os estudantes possam replicar as ações no futuro.

“No ensino médio, eu também vivi uma situação parecida com a de hoje, porque na época existia a ameaça da pandemia de H1N1. Fui estudante de escola pública e fiquei muito desesperado porque não tinha acesso à internet, mas meus professores me ajudaram dando livros e apostilas. Esse acolhimento que eu fiz foi para que isso se responda em outro momento de dificuldade dos alunos”, afirmou.

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MPF quer que avião apreendido em operação na PB seja usado em ações de combate à Covid-19

Pedido foi feito pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), após a 8ª Vara Federal da Paraíba decidir que a aeronave deve permanecer apreendida, pelo menos, até a conclusão das investigações.

Por G1 PB, G1 PB

A aeronave foi apreendida em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa (PB), nesta quarta-feira (24). — Foto: Polícia Civil/Divulgação

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou um parecer favorável para que a aeronave apreendida nesta quarta-feira (24), em Santa Rita, durante a Operação Traslado, seja utilizada em ações de combate à disseminação da Covid-19 na Paraíba.

O Juízo da 8ª Vara Federal da Paraíba decidiu que a aeronave não deve ser restituída à empresa NHR Táxi Aéreo Ltda, que detém os direitos de operação, e deve permanecer apreendida pelo menos até a conclusão das investigações.

O parecer do procurador regional da República, Joaquim José de Barros Dias, vai neste mesmo sentido, condicionando a permanência da aeronave nesta situação, até que não se tenha dúvidas de que o veículo não é “instrumento ou produto de crime”.

Outro órgão que demonstrou interesse pela aeronave foi a Polícia Civil da Paraíba, para utilizá-la em ações de combate e repreensão ao tráfico de drogas, mas o pedido não foi aceito pela Justiça.

A empresa NHR Táxi Aéreo Ltda, proprietária da aeronave, entrou com um recurso junto ao processo e afirmou não haver indícios de envolvimento da empresa no transporte de entorpecentes. Ela ainda disse ter 20 anos de experiência no mercado de aviação e que foi envolvida, sem ciência, em um esquema criminoso.

Enquanto o processo não for concluído, o MPF defende que a aeronave seja utilizada exclusivamente no apoio às operações desenvolvida pela Secretaria de Estado da Saúde do Governo da Paraíba, no combate à propagação da Covid-19. Durante este período, segundo o MPF, a empresa não poderá realizar qualquer ato de alienação que inviabilize a perda da aeronave para a União, caso seja condenada.

Operação Translado

Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, nesta quarta-feira (24), a Operação Traslado, para identificar e desarticular uma quadrilha suspeita de praticar os crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas. Foram apreendidos veículos, uma embarcação e uma aeronave.

As apreensões foram feitas em cumprimento a nove mandados, todos expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Os mandados foram cumpridos em Pernambuco, na Bahia e na Paraíba.

A aeronave foi apreendida em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa. De acordo com a polícia, participaram da operação 50 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.

As investigações tiveram início em janeiro deste ano e foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco, com apoio da Diretoria Integrada do Interior, do Instituto de Criminalística, do Grupo Tático Aéreo e do 2º Batalhão Integrado Especializado.

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