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Brasileiro é condenado na Inglaterra a 13 anos de prisão por estupro

O brasileiro Cristian Antônio Pereira foi condenado, na Inglaterra, a 13 anos e meio de prisão pelos crimes de estupro e assédio sexual. O julgamento aconteceu na última quinta-feira (13) em Oxford, a uma hora de Londres.

Há três semanas, o Fantástico mostrou quem é Cristian Pereira, um hacker que usava o nome falso Fred Maya. Ele invadia perfis de mulheres em redes sociais e chantageava as donas: só devolveria o perfil para quem fizesse sexo real ou virtual com ele.

Por Skype, Cristian ameaçava as vítimas: “Ou vai acontecer pela internet ou vai acontecer pessoalmente, você que escolhe.”

Cristian já tem uma condenação em Londrina, no Paraná, também por estupro. E com a mesma pena: 13 anos e meio. Mas estava foragido da Justiça brasileira.

Esta jovem conseguiu escapar de um ataque de Cristian Pereira logo depois de o ter conhecido, em Oxford.
De volta ao Brasil, ela se diz aliviada com a nova condenação:

“Foi alívio porque ele sempre ameaçava voltar a me procurar. Mas eu ainda fiquei um pouco insegura porque ele dizia que não agia sozinho.”

O pedido de extradição já tinha sido iniciado.

“Todas as documentações necessárias para se possibilitar a extradição já foram encaminhadas pelo juiz da vara de execuções penais de Londrina,” diz a promotora de Justiça Marcia Rodrigues dos Santos.

Mas agora, depois do julgamento na Inglaterra, o estuprador terá que cumprir as duas penas.

“Soma-se a pena dele no Brasil e a pena na Inglaterra. Cumpre a pena lá e depois é encaminhado pra cá para pagar pelos crimes que cometeu no solo pátrio,” explica o delegado Renato Lima.

Tempo total na cadeia: 27 anos. E Cristian Pereira ainda vai responder no Brasil pelos crimes cometidos na internet.
 

Do Fantástico

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Terremoto de magnitude 6.7 atinge ilha da Nova Zelândia

Um terremoto de magnitude 6.7 atingiu a Nova Zelândia às 19h30 deste domingo (10h30 da manhã de segunda, no horário local). O epicentro foi a cerca de 178 quilômetros de Gisborne, na costa leste da ilha, a uma profundidade de 35 quilômetros, de acordo com o Instituto Geológico dos Estados Unidos.

Em menor intensidade, o tremor foi sentido também em Napier. Por volta das 11h30, um abalo de magnitude 5.1 foi registrado em Hanmer Springs, mas especialistas afirmaram se tratar de um reflexo do terremoto principal.

O Ministério da Defesa Civil diz que não há ameaça de tsunami na região.

De acordo com o GeoNet, serviço neozelandês de vigilância de sismos, o epicentro aconteceu no mar, a uma distância segura da costa, e por isso o terremoto não deve deixar feridos ou provocar grandes danos materiais.

 

 

Do G1, em São Paulo

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Europa adotará medidas urgentes contra novo surto de gripe aviária

Transmissão do vírus H7N9 pode não ser apenas pelas aves (Foto: Reuters/William Hong)

Transmissão do vírus H7N9 pode não ser apenas pelas aves (Foto: Reuters/William Hong)

A Comissão Europeia disse neste domingo (16) que vai adotar, provavelmente na segunda-feira (17), medidas urgentes de prevenção para conter um surto de uma variação altamente contagiosa de gripe aviária na Holanda.

“A Comissão deve adotar nesta segunda uma decisão com providências urgentes em relação a este surto”, disse o porta-voz do grupo, Ricardo Cardoso.

A medida vai descrever as regiões estabelecidas pelas autoridades holandesas ao redor de uma fazenda contaminada, onde ficará proibida a venda de carne de aves, ovos, e outros produtos originários destes animais nos países membros da União Europeia e em outros países.

 

Da Reuters

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Destroços do voo MH17 começam a ser recuperados na Ucrânia

Equipes coletam partes do avião da Malaysia Airlines, voo MH17, neste domingo (16), na Ucrânia (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)

Equipes coletam partes do avião da Malaysia Airlines, voo MH17, neste domingo (16), na Ucrânia (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)

 

A recuperação dos destroços do Boeing da Malaysia Airlines, abatido em julho sobre o leste da Ucrânia, começou neste domingo (16), quatro meses após a tragédia que provocou 298 mortes.

Funcionários da autoproclamada república de Donetsk começaram o trabalho cortando os grandes pedaços com a ajuda de uma serra de metal perto da aldeia de Grabove, em uma área controlada pelos separatistas pró-russos, de acordo com um jornalista da AFP. As primeiras partes foram levantadas por um guindaste e colocadas no reboque de um caminhão.

“Esperamos terminar a operação em 10 dias”, declarou uma autoridade separatista na presença de jornalistas. “Começamos com as peças maiores e vamos continuar com as menores”.

O voo MH17, que fazia o trajeto Amesterdã-Kuala Lumpur, foi atingido possivelmente por um míssil em 17 de julho quando sobrevoava uma área sob controle separatista no leste daUcrânia.

Os detritos devem ser transferidos para a Holanda – país com o maior número de vítimas, 193 – para serem examinados pelo Bureau de Investigação e Segurança (OVV), encarregado de investigar as causas da tragédia.

A Ucrânia e o Ocidente afirmam que o avião foi abatido por um míssil terra-ar fornecido pela Rússia aos separatistas pró-russos. Moscou nega e acusa as tropas ucranianas.

Depois da tragédia, americanos e europeus reforçaram suas sanções contra a Rússia.

Em um primeiro relatório de 9 de setembro, o OVV considerou que o Boeing 777 havia sido perfurado em pleno voo por “projéteis de alta energia”, sem confirmar a teoria do míssil. Um relatório final está previsto para o verão de 2015.

Restos humanos
A recuperação dos destroços foi muito adiada em parte devido a insegurança em uma região onde os combates entre as forças de segurança ucranianas e os separatistas são frequentes, apesar de uma trégua assinada por ambos os lados em 5 de setembro.

Os combates, normalmente ouvidos a cerca de quinze quilômetros do local da queda, no entanto, pararam na manhã deste domingo, informou a AFP.

Especialistas holandeses supervisionam trabalhos dos separatistas pró-russos em Donetsk, na Ucrânia, neste domingo (16) (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)

Especialistas holandeses supervisionam trabalhos dos separatistas pró-russos em Donetsk, na Ucrânia, neste domingo (16) (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)

As operações de evacuação foram realizadas em meio a um forte nevoeiro e muito frio por quinze funcionários do ministério das Situações de Emergência das autoridades separatistas sob a supervisão de especialistas holandeses, com coletes à prova de balas e jaquetas amarelas fluorescentes, e observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), em casacos azuis e capacetes brancos.

O chão estava coberto de destroços. Pedaços de fuselagem, um assento, uma peça de motor eram especialmente visíveis na zona guardada por separatistas armados.

“Nós não sabemos ainda se todos os restos da carcaça serão levados à Holanda”, declarou Wim van der Weegen, um porta-voz do OVV, à AFP, em Haia.

“Temos de levar em conta que a área de busca é muito grande. Temos uma lista que identifica as peças mais importantes para a investigação e são essas que têm a prioridade”, acrescentou ele, sem querer estender sua natureza.

Muitos restos humanos e objetos pessoais das vítimas foram recolhidos anteriormente. Até agora, os restos mortais de 289 vítimas foram identificadas e o ministro das Relações Exteriores holandês, Bert Koenders, alertou que os restos de outras nove pessoas podem nunca ser encontrados.

“Se os restos humanos forem encontrados durante as operações, serão, naturalmente, recuperados”, garantiu Weegen.

Equipes coletam partes do avião da Malaysia Airlines, voo MH17, neste domingo (16), na Ucrânia (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)
Queda do avião deixou 298 mortos (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)
Da France Presse

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Japão doa US$ 1,5 bilhão para fundo da ONU contra a mudança climática

O Japão fornecerá US$ 1,5 bilhão para o Fundo Verde para o Clima das Nações Unidas, que se unem aos US$ 3 bilhões anunciados no sábado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, dentro da cúpula do G20) em Brisbane, Austrália.

“Buscamos impulsionar as negociações sobre a mudança climática para estabelecer um acordo após 2020 que seja aplicável a todos e nas quais as nações fazem compromissos ambiciosos e transparentes para reduzir suas emissões”, disseram os governos de ambos os países em comunicado conjunto.

A nota oficial indica que EUA e Japão reiterarão estas doações na reunião sobre mudança climática que será realizada no dia 20 de novembro na Alemanha. “Nossas contribuições se somam aos anunciados anteriormente por Alemanha, França e outros doadores, entre eles países desenvolvidos e em desenvolvimento (…) Encorajamos todas as nações a se somar a nós para doar ao Fundo Verde para o Clima”, acrescentou o comunicado.

O Fundo Verde para o Clima das Nações Unidas foi criado para tramitar as transferências dos fundos para que os países que são vulneráveis à mudança climática, entre eles os do Pacífico Sul, possam enfrentar as consequências da mudança climática.

Os países-membros do G20 representam 85% do PIB mundial, 80% do comércio global, e têm dois terços da população total.

 

Da EFE

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Após pagar juros, contas públicas devem ter pior resultado em 11 anos

As contas públicas devem fechar 2014 com o pior resultado em 11 anos, segundo pesquisa do Banco Central com analistas do mercado financeiro. O resultado ruim é consequência do aumento de gastos públicos em ano eleitoral, das reduções de tributos implementadas pelo governo e do fraco desempenho da arrecadação, por conta do baixo nível de atividade econômica.

A conta considera o conceito nominal – que inclui as receitas, despesas e, também, os juros da dívida pública. O chamado déficit nominal é uma das principais formas de comparação da situação das contas públicas entre os países. O conceito também é utilizado pelas agências de classificação de risco para dar notas para as economias e, deste modo, sugerir investimentos em determinadas economias, ou, por outro lado, desaconselhar a aplicação de recursos em determinados países.

De acordo com levantamento conduzido pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, o déficit nominal do setor público brasileiro deve somar 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano – o maior valor desde 2003, quando estava em 5,24% do PIB. Segundo números oficiais, isso representa forte piora nos últimos anos. Em 2012, o déficit nominal estava em 2,5% do PIB, avançando para 3,25% em 2013 e para mais de 4% do PIB neste ano.

O Tratado de Maastrich, assinado em 1992 pelos países da União Europeia, recomenda que o resultado negativo fique abaixo de 3% do Produto Interno Bruto (PIB), ou que a dívida bruta não ultrapasse 60% do PIB. Esses percentuais, porém, não são seguidos pela maioria dos países.

Deterioração do superávit primário
O aumento do déficit nominal está relacionado com a deterioração do resultado “primário” do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais). De janeiro a setembro, houve déficit primário (receitas menos despesas, sem incluir os juros da dívida) de R$ 15,28 bilhões, o pior resultado da história. Por conta do resultado ruim, o governo enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei para abandonar a meta fiscal fixada anteriormente.

Para o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, a piora das contas públicas em 2014 está relacionada com o fraco crescimento da economia brasileira – o que teve reflexos negativos no recolhimento de impostos e contribuições federais.

“A receita passou a crescer muito pouco neste ano porque a economia passou a avançar pouco. Ninguém esperava que a economia fosse crescer tão pouco, porque não tem nenhuma crise. Mesmo nos piores momentos, o Brasil sempre cresce 3% a 4% [por ano]. Mas vamos crescer de zero a 1% em 2014. A despesa ainda cresce a 7% acima da inflação. Na época do Lula, crescia a 9%. Não tem como o [superávit] primário se sustentar”, explicou ele.

Comparação entre países
Segundo estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), o déficit nominal da ordem de 4,5% do PIB para o Brasil em 2014 colocará o país em situação parecida a Argentina, que passa por grave crise econômica. Para este ano, o FMI prevê um déficit nominal de 4,48% do PIB para o país vizinho.

Ainda segundo expectativa do FMI, o Brasil ficará em situação pior do que várias economias emergentes, como o Chile (déficit de 1,75% do PIB) em 2014, a China (-1% do PIB), a Colômbia (-1,45% do PIB), Indonésia (-2,46% do PIB), México (-4,2% do PIB), Equador (-4,27% do PIB), Peru (-0,1% do PIB), Rússia (-0,9% do PIB), Portugal (-4% do PIB), Turquia (-2% do PIB) e Uruguai (-3,5% do PIB) e França (-4,4% do PIB). Para a Itália, a expectativa é de um resultado negativo de 3% do PIB e, para a Alemanha, um superávit de 0,3% do PIB neste ano.

Por outro lado, o Brasil ainda estará melhor do que a Índia (-7,22% do PIB), Japão (-7% do PIB), África do Sul (-4,9% do PIB), Espanha (-5,7% do PIB), Reino Unido (-5,28% do PIB), Estados Unidos (-5,5% do PIB) e Venezuela (-14% do PIB).

Dívida pública
Com a queda do superávit primário nos últimos anos, os números mostram que a dívida pública brasileira também está aumentando. No fim de 2012 e de 2013, respectivamente, a dívida bruta – principal forma de comparação internacional – estava em 58,8% do PIB e 56,7% do PIB, informou o Banco Central.

Em agosto deste ano, pelas contas do BC, que não consideram os títulos públicos em sua carteira, o endividamento bruto brasileiro voltou a atingir a marca de 60% do PIB – algo que não acontecia desde o fim de 2009 e início de 2010. Naquele momento, o governo aumentou os gastos para superar a primeira etapa da crise financeira internacional, com respectivo impacto na dívida pública.

Pelos cálculos do FMI, porém, a dívida bruta brasileira está acima disso. Isso porque a instituição considera os títulos públicos na carteira do Banco Central como parte do endividamento brasileiro. Para o FMI, a dívida bruta do Brasil estava em 64% do PIB no fim de 2011, avançou para 68% do PIB em 2012 e recuou um pouco para 66% do PIB no fechamento de 2013. No fim deste ano, deverá ficar próxima deste patamar.

Segundo o FMI, a dívida bruta brasileira deve terminar 2014 acima da maioria dos países emergentes, como Chile (14% do PIB), Colômbia (34% do PIB), China (40% do PIB), Índia (59% do PIB), México (48% do PIB), Peru (19% do PIB), e Turquia (34% do PIB). Na Argentina, a dívida bruta deve fechar 2014 em 49% do PIB.

O patamar da dívida brasileira, porém, deve seguir abaixo dos países desenvolvidos, cuja previsão do Fundo Monetário, para o fim de 2014, é: 105% do PIB nos Estados Unidos, 95% do PIB para a França, 75% para a Alemanha, 91% para o Reino Unido e 245% para o Japão. Estes países, porém, têm outros indicadores positivos e não possuem dificuldades de captar recursos.

Nota brasileira das agências de rating
Com a piora dos indicadores das contas públicas, como déficit nominal e dívida bruta do setor público, os analistas não descartam a possibilidade de o Brasil ter sua nota rebaixada pelas agências de classificação de risco, mas dizem que isso ainda pode depender da nova equipe econômica e das indicações sobre os rumos da economia.

“O risco de perder o rating existe, mas acho que é possível ainda manter. Até porque as agências estão cautelosas, aguardando o anúncio não só da equipe, mas qual vai ser o plano econômico para os próximos anos. Acredito que, se o governo anunciar um plano amarrado, bem comunicado e crível, que diga como, em que intensidade e quando o ajuste fiscal vai ser estabelecido, é possível manter o grau de investimento. Ainda acho que existe possibilidade de manter o grau de investimento, mas vai depender bastante de como vão fechar as contas publicas neste ano”, analisou o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Gabriel Leal de Barros.

Na avaliação Luis Otavio Leal, economista-chefe do banco ABC Brasil, as agências de rating estão em “compasso de espera” em relação ao Brasil. “Vai depender do que a gente fizer”, disse ele. Ele explica que, no caso de uma piora da nota brasileira (rating), fica mais caro buscar empréstimo no exterior.

“Existe uma relação direta. Quanto melhor o rating [nota], menos paga de juros tanto o país quanto as empresas. Fica mais caro para todo mundo [se baixar a nota brasileira]. Quando o país é rebaixado, todas as empresas do país são rebaixadas. Um banco vai captar mais caro lá fora. Vai jogar [o custo maior] para o preço do crédito aqui dentro. Empresas para a Petrobras, por exemplo, pagariam mais [para captar no exterior]. Fica tudo mais caro. Fica mais complicado para todo mundo”, explicou o economista do ABC Brasil.

 

 

Do G1, em Brasília

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Médico transferido aos EUA com Ebola está ‘gravemente doente’

O médico de Serra Leoa infectado com o vírus Ebola e transferido no sábado (15) para os Estados Unidos está “seriamente doente”, informou o hospital onde ele está internado.

Depois de ser submetido a um exame minucioso, os médicos consideraram que o cirurgião está em “condições extremamente críticas”.

O Dr. Martin Salia, um residente dos Estados Unidos que trabalhava no hospital Connaught de Freetown, é o primeiro cidadão de Serra Leoa com Ebola a ser repatriado para osEstados Unidos, que já tratou nove pacientes.

Salia está internado no Nebraska Medical Center, um estabelecimento especialmente equipado para tratar pacientes infectados com o vírus. Salia é o terceiro afetado por Ebola a ser tratado neste local. Os outros dois pacientes sobreviveram à doença.

“Esta é uma situação que evolui a cada hora”, ressaltou Phil Smith, diretor da unidade especializada do centro. “Ele está gravemente doente”, disse, acrescentando que os médicos tentam conter os mais graves problemas de saúde.

O vírus “Ebola provoca sintomas que, obviamente, podem colocar em risco a vida do paciente”, disse Smith. “Faremos tudo o que for humanamente possível para ajudar a combater a doença”, acrescentou.

Não há tratamento conhecido para a febre hemorrágica Ebola, altamente virulenta, mas, atualmente, existem vários medicamentos que estão sendo testados.

A atual epidemia, a pior desde que o vírus foi descoberto em 1976, já deixou mais de 5.177 mortos, especialmente na Guiné, Serra Leoa e Libéria.

Martin Salia, médico que contraiu ebola em Serra Leoa, é transportado ao Nebraska Medical Center, em Omaha, após chegar aos Estados Unidos na tarde de sábado (15) (Foto: AP Photo/Nati Harnik)
Martin Salia, médico que contraiu ebola em Serra Leoa, é transportado ao Nebraska Medical Center, em Omaha, após chegar aos Estados Unidos na tarde de sábado (15) (Foto: AP Photo/Nati Harnik)
Da France Presse

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Manifestação relembra 43 jovens desaparecidos no México

Velas foram usadas para formar o número 43 durante a manifestação em Tixtla, no México, neste sábado (15) (Foto: Jorge Dan Lopez/Reuters)

Velas foram usadas para formar o número 43 durante a manifestação em Tixtla, no México, neste sábado (15) (Foto: Jorge Dan Lopez/Reuters)

 

Centenas de pessoas fizeram uma nova manifestação neste sábado (15) no estado mexicano de Guerrero pelo desaparecimento de 43 jovens em setembro passado, após um sequestro praticado supostamente por policiais.

Com as fotos dos 43 estudantes, velas e flores, a manifestação percorreu ruas de Tixtla, onde se concentraram estudantes e professores, liderados por um grupo de pais dos jovens desaparecidos.

As críticas ao governo mexicano se intensificaram na última semana após a Procuradoria Federal informar que traficantes detidos revelaram que os 43 jovens foram assassinados, e seus corpos incinerados e jogados em um rio.

Ainda de acordo com os traficantes, o grupo foi detido por policiais no dia 26 de setembro, após um protesto em Iguala, sendo entregue a membros do cartel das drogas ‘Guerreiros Unidos’.

A execução dos estudantes teria sido ordenada pelo então prefeito de Iguala, José Luis Abarca, já detido pelas autoridades.

 

Do G1, em São Paulo

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Inundações na Itália deixam 2 pessoas mortas e uma desaparecida

Chuvas fortes causaram enchentes  e deslizamentos na Itália (Foto: AFP)

Chuvas fortes causaram enchentes e deslizamentos na Itália (Foto: AFP)

Duas pessoas morreram na cidade de Varese e outra está desaparecida em Gênova devido às fortes chuvas que causaram deslizamentos de terra e inundações no norte da Itália.

Uma jovem de 16 anos e seu avô, de 70, morreram depois que sua casa caiu devido ao deslizamento de terras na cidade de Cerro di Laveno, na província de Varese, informaram neste domingo (16)  as equipes de resgate. Além disso, um homem de 66 anos está desaparecido depois que seu carro foi arrastado pela água quando um rio na cidade de Mignanego, em Gênova, transbordou.

A região de Ligura foi uma das mais afetadas pelas fortes chuvas das últimas 48 horas e na capital, Gênova, foram registradas grandes inundações devido com o transbordamento do rio Polcevera e de outros.

O trânsito nas linhas ferroviárias que ligam Gênova a outras localidades como Ventimiglia foi interrompido devido aos desmoronamentos, embora se espere que a situação melhore durante o dia.

Chuva além do habitual
Nos últimos 15 dias caiu em Gênova a chuva habitual durante todo um ano, segundo os dados dos meteorologistas.

Também ocorreram grandes danos na região da Lombardia e em sua capital, Milão, se produziram durante a noite inundações em várias áreas do centro devido ao transbordamento dos rios Lambro e Seveso.

Várias estações do metrô de Milão permanecem fechadas por causa de inundação e ainda há problemas de tráfego, mas durante o dia espera-se que volte à normalidade já que deixou de chover.

Apesar de a situação meteorológica parecer melhorar continua sob observação o rio Po em sua passagem pelas localidades de Mantova e Cremona.

 

Da Agência EFE

 

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Militares em Burkina Faso restabelecem a Constituição

O tenente-coronel Isaac Zida, atual mandatário de Burkina Faso (Foto: AFP Photo/Issouf Sanogo)

O tenente-coronel Isaac Zida, atual mandatário de Burkina Faso (Foto: AFP Photo/Issouf Sanogo)

Os militares no poder em Burkina Faso anunciaram neste sábado (15) o restabelecimento da Constituição, enquanto continuam as negociações com a oposição sobre os futuros dirigentes do país.

“Chega ao fim a suspensão da Constituição de 2 de junho de 1991, a fim de permitir o início do processo de criação de uma transição civil que estude a volta de uma constituição normal”, afirmou o líder militar interino, o tenente-coronel Isaac Zida, em comunicado.

O militar declarou a suspensão da carta magna no dia 31 de outubro, com a queda do presidente Blaise Compaoré, após 27 anos no poder.

A suspensão das garantias constitucionais foi considerada imprescindível pelos militares, que se recusaram a passar o poder ao substituto legal de Compaoré, o presidente do Congresso Nacional.

Com este início de retomada da normalidade política, o Conselho Constitucional poderá examinar a partir de domingo o plano de transição pactuado com os opositores, que com suas manifestações massivas derrubaram Compaoré.

A assinatura desse plano de transição deveria ter acontecido neste sábado, mas por alegados “motivos técnicos”, entre eles a viagem de autoridades das províncias para assistir ao evento, a cerimônia foi transferida para domingo.

O presidente da transição, um civil, será nomeado por um colégio eleitoral, segundo o documento. Seu primeiro-ministro poderá ser civil ou militar.

O presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT), uma câmara de 90 membros, também será civil, segundo as mesmas fontes.

O Exército, que pretendia ocupar esse posto, acabou cedendo frente aos civis.

As negociações continuam para determinar quem será o chefe de Estado interino, eleito a partir das propostas dos opositores ao colégio eleitoral.

 

Da France Presse

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