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Chinês constrói submarino caseiro e atinge profundidade de 8 metros

O agricultor chinês Tan Yong construiu um submarino caseiro com ajuda de amigos. Yong, que levou nove meses para criá-lo, testou o submarino no reservatório de Danjiangkou, na província de Hubei, no centro da China. Ele conseguiu atingir a profundidade de oito metros.

Tan Yong construiu um submarino caseiro com ajuda de amigos (Foto: Greg Baker/AFP)
Tan Yong construiu um submarino caseiro com ajuda de amigos (Foto: Greg Baker/AFP)
Yong levou nove meses para criá-lo (Foto: Greg Baker/AFP)
Yong levou nove meses para criá-lo (Foto: Greg Baker/AFP)
Tan Yong conseguiu atingir a profundidade de oito metros (Foto: Greg Baker/AFP)
Tan Yong conseguiu atingir a profundidade de oito metros (Foto: Greg Baker/AFP)
Do G1, em São Paulo

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Caso de corrupção atinge família de mulher de príncipe da Tailândia

O príncipe herdeiro da Tailândia, Vajiralongkorn, com sua mulher, a princesa Srirasm, em foto de 2007; parentes da princesa foram presos em um escândalo de corrupção no país (Foto: Vincent Thian/AP)

O príncipe herdeiro da Tailândia, Vajiralongkorn, com sua mulher, a princesa Srirasm, em foto de 2007; parentes da princesa foram presos em um escândalo de corrupção no país (Foto: Vincent Thian/AP)

Parentes da esposa do príncipe herdeiro da Tailândia estão no centro de um grande escândalo de corrupção, no qual foram detidas 19 pessoas.

“Dezenove pessoas foram detidas, pelo menos três delas por crime de lesa-majestade”, declarou à AFP Prawut Thavornsiri, comandante de polícia.

Os suspeitos foram acusados de extorsão em grande escala, mencionando a qualidade de representantes da família real.

Há alguns dias, o príncipe herdeiro Maha Vajiralongkorn, 62 anos, retirou dos parentes de sua mulher, Srirasmi, o nome real que havia sido atribuído: Akkharapongpricha.

“É o nome real concedido a seus parentes e primos”, disse o policial.

A imprensa local aborda há vários dias o escândalo, mas sem mencionar a relação de parentesco entre a princesa e o principal suspeito, o ex-diretor da Agência Central de Investigações, Pongpat Chayapun.

Uma lei de lesa-majestade severa (15 anos de prisão) pune qualquer menção que prejudique a família real. A junta militar que chegou ao poder há alguns meses com um golpe de Estado a utiliza como trunfo.

Isto explica a autocensura da imprensa, incluindo os meios de comunicação internacionais que têm correspondentes na Tailândia.

Mas a relação de parentesco começa a ser mencionada em um contexto de grande incerteza vinculado à sucessão do rei Bhumibol Adulyadej, de 86 anos, que tem status de semideus.

 

Da France Presse

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Fãs se despedem de Roberto Bolaños em cerimônia no Estádio Azteca

Às 17h30, o corpo de Bolaños foi recebido sob gritos de "Chesperito" no estádio / Foto: AFPÀs 17h30, o corpo de Bolaños foi recebido sob gritos de “Chesperito” no estádioFoto: AFP

Milhares de fãs se dirigiram, durante a tarde deste domingo (30), ao Estádio Azteca, na cidade do México, para se despedirem do ator Roberto Bolaños. O cortejo fúnebre com o caixão do ator seguiu da sede da emissora Televisa em direção ao estádio por volta das 15h30 (horário de Brasília). Às 17h30, o corpo de Bolaños foi recebido sob gritos de “Chesperito”. O carro com o caixão do humorista foi decorado com flores e duas estátuas, uma de Chaves e outra de Chapolin Vermelho. O criador de Chaves e Chapolin morreu em sua casa, na sexta-feira (28), aos 85 anos.

Para o tributo, denominado “Chesperito: Obrigado para sempre”, alguns fãs se fantasiaram de Chaves, Quico, Chiquinha e Chapolin Colorado. A rede de televisão Televisa, que produziu a maior parte dos programas do comediante, pediu que o público levasse ao estádio flores brancas. Cartazes com frases imortalizadas pelos personagens de Bolaños também eram exibidos.

Uma missa de corpo presente está sendo celebrada no Azteca. Os filhos do ator e a viúva, Florinda Meza, acompanham a cerimônia em um altar, no centro do estádio.

A homenagem deste domingo é a segunda feita no Azteca a Roberto Bolaños. No sábado (29), imagens do ator e de seus personagens foram exibidas durante o jogo entre os times América e o Pumas.

Após a cerimônia, o caixão voltará aos estúdios da Televisa, onde já foi velado no sábado, em cerimônia privada.

 

Do NE10

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Papa Francisco pede a líderes muçulmanos que condenem terrorismo

Da Agência Brasil

Depois de três dias na Turquia, na viagem de volta ao Vaticano, o papa conversou com jornalistas sobre a ligação que é feita entre o Islã e o terrorismo e disse sentir-se revoltado com essa associação / Foto: AFPDepois de três dias na Turquia, na viagem de volta ao Vaticano, o papa conversou com jornalistas sobre a ligação que é feita entre o Islã e o terrorismo e disse sentir-se revoltado com essa associaçãoFoto: AFP

O papa Francisco apelou nesta segunda-feira (1º) a todos os líderes muçulmanos para que condenem claramente o terrorismo islâmico, considerando que “não se pode dizer que todos os muçulmanos são terroristas”.

Depois de três dias na Turquia, na viagem de volta ao Vaticano, ele conversou com jornalistas sobre a ligação que é feita entre o Islã e o terrorismo e disse sentir-se revoltado com essa associação.

“Muitos [muçulmanos] me dizem: não somos assim, o Alcorão é um livro de paz, é um livro profético de paz, isso não é o Islamismo”, lembrou.

“Ouço isso e sinceramente não posso dizer que todos os muçulmanos são terroristas […]. Em todas as religiões há esses pequenos grupos”, destacou, acrescentando que “todos os líderes muçulmanos, políticos e religiosos deviam claramente condenar isso porque ajudaria a maioria do povo muçulmano”.

Nas declarações aos jornalistas durante a viagem, o chefe da Igreja Católica reiterou o desejo de viajar ao Iraque.

“Quero ir ao Iraque. Falei com o patriarca Sako, enviei lá o cardeal Filoni, mas, no momento atual, não é possível. Se, neste momento, eu fosse lá, criaria um problema de segurança bastante sério às autoridades”, explicou.

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Uruguaios elegem Tabaré Vasquez sucessor de Mujica

Da Agência Brasil

Tabaré Vasquez (foto) obteve 53,6% dos votos, enquanto seu adversário Luis Lacalle Pou ficou com 41,1% / Foto: ReproduçãoTabaré Vasquez (foto) obteve 53,6% dos votos, enquanto seu adversário Luis Lacalle Pou ficou com 41,1%Foto: Reprodução

Os uruguaios elegeram nesse domingo (30) o sucessor do presidente José Pepe Mujica: no dia 1º de março, o médico socialista Tabaré Vasquez será reconduzido ao cargo, que ocupou de 2005 a 2010. Este vai ser o terceiro governo consecutivo da coligação de partidos de esquerda, Frente Ampla.

No discurso em que festejou a vitória, Tabaré convocou a oposição a um diálogo. “Convoco todos os uruguaios, não para que me sigam, mas para que me guiem e me acompanhem”, disse. Ao mesmo tempo prometeu que seu retorno ao poder não representará “mais do mesmo” porque o país que vai presidir nos próximos cinco anos “não é o mesmo de 2005 nem de 2010”.

Tabaré Vasquez disputou o segundo turno das eleições presidenciais com o candidato do tradicional Partido Nacional (ou Blanco), Luis Lacalle Pou. Ele obteve 53,6% dos votos, enquanto seu adversário ficou com 41,1%. A Frente Ampla ainda assegurou a maioria no Congresso, no primeiro turno das eleições, em outubro passado.

No Uruguai, o Congresso é totalmente renovado a cada troca de governo. E os eleitores são obrigados a escolher candidatos a presidente, à Câmara dos Deputados e ao Senado do mesmo partido. Todos têm mandatos de cinco anos e o presidente não pode ter dois mandatos consecutivos.

A legislação, no entanto, não impede que uma pessoa dispute o cargo de presidente e uma vaga no Congresso, em uma mesma eleição, ou que o presidente em exercício se candidate ao Senado. Por isso, no dia 1º de marco, Lacalle Pou (que foi derrotado na eleição presidencial, mas obteve votos suficientes na eleição legislativa) assumirá como senador do Partido Nacional. José Pepe Mujica vai liderar a bancada da Frente Ampla no Senado.

Em entrevista à Agência Brasil, Mujica disse que quer impulsionar uma reforma constitucional e criar mecanismos para evitar a corrupção politica. A primeira-dama, a senadora Lucia Topolanski, foi reeleita em outubro e vai integrar a bancada governista junto com o marido.

Segundo Victor Rossi, que foi ministro de Transporte e Obras Públicas na primeira gestão de Tabaré Vasquez, o novo governo vai manter a politica de redistribuição da riqueza dos últimos dez anos, que deu bons resultados: a redução da pobreza de 39% a 11% e a queda do desemprego. “Mas existem novos desafios porque os uruguaios hoje estão mais exigentes do que em 2005 e em 2010”, disse Rossi.

Responsável por conduzir a Frente Ampla ao poder, rompendo com a hegemonia dos partidos Nacional e Colorado (ambos com mais de 170 anos de historia), Tabaré Vasquez obteve votação histórica. Ele ganhou as eleições com a maior margem de diferença em relação ao segundo colocado desde 1996.

Apesar de Tabaré ser um político popular, foi seu sucessor – o ex-guerrilheiro José Pepe Mujica, preso durante 14 anos  – que colocou o pequeno país no mapa, graças ao seu jeito simples de ser. Ele foi manchete da imprensa local e internacional porque continua vivendo na mesma chácara e dirigindo o mesmo fusca velho (que um xeque árabe quis comprar por US$ 1 milhão e que ele se recusou a vender).

Mujica também ganhou fama de ser o “presidente mais pobre do mundo” porque doa 90% de seu salario para financiar projetos sociais. Na gestão dele, o Uruguai legalizou o aborto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a produção e venda da maconha.

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No Peru, cúpula climática da ONU tenta ‘rascunho zero’ de acordo global

Lima, capital do Peru, vai sediar conferência climática da ONU a partir desta segunda-feira (1) até o dia 12 de dezembro (Foto: Cris Bouroncle/AFP)

Lima, capital do Peru, vai sediar conferência climática da ONU a partir desta segunda-feira (1º) até o dia 12 de dezembro (Foto: Cris Bouroncle/AFP)

 

Começa nesta segunda-feira (1º) em Lima, no Peru, a COP 20, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Diplomatas e cientistas reunidos até o dia 12 de dezembro têm em mente desta vez uma regra clara: é preciso sair dali com o “rascunho zero” de um acordo multilateral que obriga as nações a cortar emissões de gases a partir de 2020.

Em meio a velhos embates, como a briga de responsabilidades das emissões entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, as negociações deste ano podem ter avanços significativos, principalmente depois que grandes potências indicaram que terão um autocontrole no lançamento de poluentes.

Em novembro, os Estados Unidos divulgaram que querem reduzir entre 26% e 28% suas emissões até 2025. Já a China não apresentou números, mas se compromeu a cortar o total de gases-estufa emitido até 2030. Em outubro, a União Europeia anunciou que vai diminuir em 40% suas emissões até 2030e 32 países ricos destinaram mais de US$ 9 bilhões para o Fundo Verde do Clima.

“O acordo entre as duas potências, EUA e China, sinalizou que esses países estão levando o processo a sério. É melhor que o business as usual [jargão utilizado que significa situação sem mudanças]”, disse Mark Lutes, especialista em mudanças climáticas do WWF-Brasil.

Mas o que está em jogo?
Os representantes de mais de 190 governos que integram Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês) articulam por um documento que vai obrigar por força de lei seus signatários a tomar medidas para frear a elevação da temperatura global. O texto tem que ser aprovado e assinado até o final de 2015, durante a COP 21, em Paris, e seu conteúdo passará a vigorar a partir de 2020.

 

Sua criação foi definida na COP 17, na África do Sul, em 2011, e terá o objetivo de substituir o Protocolo de Kyoto, criado em 1997 para obrigar nações desenvolvidas a reduzir suas emissões em 5,2%, entre 2008 e 2012, em relação aos níveis de 1990. Kyoto é considerado ineficaz para conter as mudanças climáticas por não compreender um dos maiores emissores históricos de gases, os Estados Unidos (que não confirmaram sua participação no acordo), e não abrigar potências emergentes, como China, Índia e Brasil.

O que está em jogo agora não é apenas estabelecer quanto deve ser cortado de emissões de cada país, mas definir assuntos que viabilizam o funcionamento do futuro protocolo. São pontos ligados à adaptação dos países à nova realidade climática, definição de metodologias para criar defesas e resistir aos fenômenos extremos, além da questão dos meios de implementação, tema considerado espinhoso porque envolve investimento financeiro.

É dentro deste último tema que se debate de onde virá a verba e quanto será destinado aos países pobres no enfrentamento da mudança do clima, além de mecanismos ligados à transferência de tecnologia, capacitação técnica e cooperação entre governos.

“É preciso saber como a ONU vai assegurar que esse processo terá a ambição necessária para frear o aquecimento e fechar a conta do clima”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, rede que engloba diversas organização da sociedade civil.

De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o IPCC, é necessário cortar de 40% a 70% as emissões em relação ao nível de 1990 para que, até 2050, termos chance de conter a elevação da temperatura em 2ºC. A temperatura média da Terra já subiu 0,85ºC com relação à era pré-industrial.

Extremos climáticos atuais

Vista aérea da represa de Atibainha, parte do Sistema Cantareira, com margens bastante expostas devido à seca no estado de São Paulo, em Nazaré Paulista (Foto: Nacho Doce/Reuters)
Vista aérea da represa de Atibainha, parte do Sistema Cantareira, com margens bastante expostas devido à seca no estado de São Paulo, em Nazaré Paulista (Foto: Nacho Doce/Reuters)

Os debates em Lima acontecem em meio à possível confirmação de que 2014 pode ser o ano mais quente já registrado desde 1880 e à ocorrência de fenômenos extremos do clima em diversas partes do mundo.

O Brasil, por exemplo, enfrenta a pior seca em 80 anos que impacta severamente o Sudeste, principalmente o estado de São Paulo, que articula maneiras de se evitar um “apagão” hídrico na área mais populosa do país. No entanto, prejuízos já são registrados, como na agricultura paulista, que pode ter as maiores perdas em 50 anos, de acordo com o governo.

Por causa desses efeitos já sentidos, mesmo que ainda não tenha sido comprovada cientificamente a ligação desses eventos climáticas com as alterações com a elevação da temperatura do planeta, que causaria as mudanças do clima, o negociador-chefe do Brasil na COP 20, embaixador José Antonio Marcondes de Carvalho, disse ser “absolutamente fundamental” conseguir o esboço inicial do acordo para que as negociações sejam concluídas a tempo de dezembro de 2015.

“O nosso objetivo é que se avance na definição desses elementos do acordo e nós tenhamos as condições de ter um rascunho já para o início do ano que vem”, disse ele, em entrevista concedida nesta semana, no Itamaraty.

Proposta do Brasil
O governo brasileiro chega à COP 20 defendendo a posição de que os países desenvolvidos devem permanecer com as maiores responsabilidades nos cortes de emissões em relação às nações em desenvolvimento – mantendo o princípio das Responsabilidades Comuns, porém diferenciadas.

No entanto, pede que nações vulneráveis, como os Estados-ilha, não sejam forçados a empreender ações, já que eles têm poucos recursos e sua mitigação não teria impactos significativos.

Além disso, a diplomacia brasileira conseguiu submeter à UNFCCC a proposta de precificação de ações antecipadas, conhecida como “moeda do clima”. O objetivo do mecanismo é obter créditos por tudo que foi feito antes de 2020 para reduzir as emissões de gases. Na prática, se a ação for reconhecida, o Brasil poderia adiar a implementação de medidas dentro do novo acordo que entraria em vigor por já ter agido no enfrentamento da mudança climática. “Isso é algo muito justo. Mas é uma proposta que precisa de muita maturação”, afirma Rittl.

IPCC - arte (Foto: G1)
Do G1, em Lima

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Policial que matou jovem negro em Ferguson pede demissão

O policial branco Darren Wilson, a quem um júri decidiu não acusar pela morte do jovem negro Michael Brown em Ferguson (EUA), anunciou neste sábado (29) em carta sua renúncia ao cargo, que será efetiva “de forma imediata”. Brown foi morto em agosto deste ano por Wilson. O jovem, que tinha 18 anos, foi baleado após roubar um maço de cigarros em um supermercado.

Na segunda-feira (24), o júri que analisou o caso divulgou sua decisão de não acusar Wilson, de 28 anos, pela morte de Brown no subúrbio de Saint Louis (Missouri).

Segundo a agência de notícias EFE, na carta, divulgada por um de seus advogados, Wilson diz que sua renúncia como policial de Ferguson se deve ao fato de que ele não “ponha em risco” aos residentes e aos outros policiais da cidade.

“Esperava continuar com meu trabalho como policial, mas a segurança dos outros agentes e da comunidade é de suma importância para mim”, diz a carta. “Por razões óbvias, queria esperar até que o júri tomasse sua decisão para tornar oficial minha decisão de renunciar”, explicou Wilson. Ele diz que ainda que espera que sua saída da polícia permita aos habitantes de Ferguson “curar” as feridas abertas pela morte de Brown.

No dia seguinte à decisão do júri que o livrou das acusações, Wilson deu uma entrevista à ABC News afirmando que tem “a consciência limpa” em relação ao caso. “A razão para ter a consciência limpa é que sempre agi da maneira correta”, disse ele ao canal de televisão americano, em sua primeira entrevista sobre o incidente. Perguntado se teria reagido da mesma forma caso Brown fosse um jovem branco, Wilson respondeu “sim, sem qualquer dúvida”. O policial destacou que Brown era “um homem forte” e que poderia matá-lo.

Família de Brown ‘decepcionada’

Lesley McSpadden (de azul, ao centro), mãe de Michael Brown, é confortada durante protesto nesta terça-feira (25) em Ferguson (Foto: St. Louis Post-Dispatch, Robert Cohen/AP)
Lesley McSpadden (de azul, ao centro), mãe de Michael Brown, é confortada durante protesto nesta terça-feira (25) em Ferguson (Foto: St. Louis Post-Dispatch, Robert Cohen/AP)

Em nota enviada à imprensa, a família de Brown afirmou que ficou “decepcionada” com a decisão do júri. “Estamos profundamente decepcionados de que o assassino do nosso filho não tenha que sofrer as consequências de seus atos”, informou a família de Brown, pedindo “respeitosamente que qualquer manifestação seja pacífica”. “Juntem-se a nós em nossa campanha para que todo policial nas ruas desse país use uma câmera acoplada a seu corpo. Nós respeitosamente pedimos que vocês protestem pacificamente. Responder violência com violência não é a reação mais apropriada”, diz o comunicado.

Lesley McSpadden e Michael Brown Sr., os pais do jovem, também deram uma entrevista no dia seguinte ao relato de Wilson. Nesta quarta-feira (27), à emissora CBS, a mãe de Michael Brown denunciou a “total falta de respeito” por seu filho. “Não acredito numa palavra sequer. Conheço muito bem meu filho. Jamais teria feito isso. Jamais provocou ninguém”, explicou Lesley McSpadden ao programa “This morning”.

Segundo o pai da vítima, o relato do policial é simplesmente uma loucura. “Em primeiro lugar, meu filho respeitava as forças de ordem. E, depois, que pessoa em sã consciência se atreveria a atacar um agente da polícia que tem uma arma na mão?”, questionou na NBC.

Entenda o caso
A morte de Michael Brown, em 9 de agosto, gerou uma violenta onda de manifestações em Ferguson, especialmente por que Wilson, um policial branco, atirou ao menos seis vezes no jovem negro de 18 anos que, segundo testemunhas, estaria desarmado. Quase 70% da população de Ferguson é negra, mas as autoridades políticas e policiais são majoritariamente brancas.

De acordo com a polícia, Brown teria participado de um assalto a uma loja de bebidas pouco antes de ser baleado. Um vídeo do crime, em que o jovem supostamente aparece, chegou a ser divulgado.

Após semanas de violência nas ruas, a Guarda Nacional foi enviada a Ferguson para controlar os distúrbios. No dia 17, com o julgamento de Wilson já se aproximando de seu final, o governador declarou situação de emergência e autorizou forças especiais de segurança estaduais a apoiarem a polícia em caso de violência. A ordem do governador também determinou que, em eventuais protestos, a responsabilidade seria do Departamento de Polícia do Condado de St. Louis, e não da polícia da cidade de Ferguson.

No dia 24, o júri acabou livrando Wilson da acusação, e a onda de protestos voltou a tomar forças. Manifestantes em outras partes dos Estados Unidos, como Califórnia e Nova York, além de outras partes do mundo, como em Londres, também protestaram contra a decisão.

Manifestantes reviram uma viatura policial em Ferguson, Missouri, no segundo dia seguido de protestos após um júri inocentar o policial que matou um adolescente negro que não estava armado (Foto: Jim Young/Reuters)
Manifestantes reviram uma viatura policial em Ferguson, Missouri, no segundo dia seguido de protestos após um júri inocentar o policial que matou um adolescente negro que não estava armado (Foto: Jim Young/Reuters)
Do G1, em São Paulo

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Marrocos tem áreas isoladas por causa da neve ou inundações

Duzentas e cinquenta localidades do Marrocos estão isoladas por causa das nevascas ou pelas inundações causadas por fortes chuvas, segundo informou neste domingo (30) o Ministério do Interior do país.

Guelmim, no sul do Marrocos, sofre com inundação (Foto: AP)
Guelmim, no sul do Marrocos, sofre com inundação (Foto: AP)

As 250 localidades, cuja população não é detalhada, vão ser abastecidas “em um prazo breve” com gêneros de primeira necessidade e mantimentos diversos, segundo as instruções dadas pelo rei Muhammad VI.

Várias regiões do sul do Marrocos, particularmente as regiões ao sul do Alto Atlas, em torno das cidades de Uarzazate, Guelmim e Tata, sofreram na última semana inundações, que deixaram cerca de 40 pessoas mortas por afogamento e milhares de afetados.

Casa ficou destruída por enchentes em Ait Ourir, sul do país (Foto: Fadel Senna/AFP)
Casa ficou destruída por enchentes em Ait Ourir, sul do país (Foto: Fadel Senna/AFP)

As escolas fecharam em várias províncias, muitos diques de contenção se romperam, há várias estradas fechadas devido à cheia dos rios, que levaram pela frente pontes e quilômetros de asfalto, e centenas de pessoas (incluindo alguns turistas) foram evacuadas em helicóptero ou por estradas alternativas até lugares mais seguros.

Em grande parte do Marrocos, os rios são leitos secos que só trazem água na época de chuvas, e não são capazes de absorver as cheias impetuosas causadas por estas fortes chuvas, por isso que transbordam com certa facilidade, embora nunca com a gravidade do acontecido esta vez.

O ministro do Interior Mohammed Hasad foi para as regiões atingidas para coordenar as operações de salvamento e evacuação, enquanto o Ministério da Saúde enviou 300 ambulâncias e 500 médicos de reforço para estas regiões.

 

 

Da Agência Efe

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Funeral de Roberto Bolaños será realizado no estádio Azteca

 / Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A despedida de Roberto Bolaños, criador do “Chaves”, será realizada no estádio Azteca, na Cidade do México, neste domingo (30), a partir das 10h da manhã (11h em Brasília).

O estádio tem capacidade para mais de cem mil pessoas e foi sede das Copas do Mundo de 1970 e de 1986.

A homenagem está sendo organizada pela emissora Televisa, onde Bolaños trabalhava. O SBT transmitirá a cerimônia.

Neste sábado (29), o corpo será velado na sede da Televisa, na capital mexicana, em uma cerimônia fechada ao público.

Bolaños morreu na sexta (28) em sua casa em Cancún, aos 85 anos. A casa da morte não foi divulgada.

Após a notícia, muitos fãs, tanto mexicanos como estrangeiros, se aglomeraram em frente à casa do comediante, famoso por frases como “foi sem querer querendo”.

“Era autêntico, engraçado”, disse -com o rosto coberto de lágrimas- Sonia, uma turista chilena que chegou até a casa, localizada na região hoteleira de Cancún, após saber da morte do artista.

“Sinto como se um familiar tivesse morrido e isso não aconteceu comigo com nenhum outro artista”, afirmou à agência EFE uma senhora, que preferiu não se identificar e deixou uma mensagem junto a um ramo de crisântemos brancos com os dizeres: “se cada flor significasse um sorriso que o senhor nos presenteou, todas as flores do mundo não seriam suficientes.”

 

Da Folhapress

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Presidente do Haiti cria comissão para tentar acabar com a crise

Da AFP

Milhares de manifestantes foram às ruas pedir a renúncia do presidente do Haiti / Foto: Hector Retamal / AFPMilhares de manifestantes foram às ruas pedir a renúncia do presidente do HaitiFoto: Hector Retamal / AFP

O presidente haitiano, Michel Martelly, anunciou nessa sexta-feira (28) a criação de uma comissão de “personalidades com credibilidade e honestas” para apresentar uma solução à crise do país, após um dia de protestos em que milhares de manifestantes exigiram sua renúncia. “Meus irmãos e irmãs, o país está dividido, os problemas são numerosos e complicados”, admitiu o presidente haitiano em um discurso exibido pelo canal estatal, TNH.

“Criei uma comissão de consultas com personalidades com credibilidade e honestas para fazer recomendações ao presidente, que deve tomar a melhor decisão para desbloquear a crise”, declarou Martelly. Na sexta-feira, milhares de haitianos voltaram a protestar em Porto Príncipe para exigir a renúncia do presidente, do primeiro-ministro Laurent Lamothe e a convocação de eleições livres.

Os manifestantes passaram por alguns minutos diante da sede do governo, no centro da capital. O mandato do atual Parlamento – 99 deputados e 10 senadores – termina em 12 de janeiro e a não convocação de eleições criaria um vazio político, deixando o caminho aberto para que Martelly governe sozinho.

Há mais de três anos o presidente não consegue organizar eleições para renovar o Parlamento e designar governantes locais. A comissão, que conta entre os integrantes com um bispo da Igreja Católica, um pastor e um bispo anglicano, também tem, entre outros, dois ex-senadores, um advogado, um historiador, um sindicalista e um líder camponês.

O órgão terá oito dias para apresentar propostas ao presidente sobre uma solução para a crise. Os manifestantes exigem a convocação de eleições democráticas e transparentes, assim como a libertação de militantes da oposição detidos.

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