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Processo nos EUA liga 13 mortes a sistema de partida sem chave

Sistema de partida sem chave, por meio de botão (Foto: Divulgação/Nissan)
Sistema de partida sem chave é alvo de críticas nos EUA quando não há dispositivo para cortar o funcionamento do motor se o condutor sai do veículo (Foto: Divulgação/Nissan)

O sistema de partida sem chave, normalmente feita por meio de um botão, foi chamado de “mortal” em uma ação coletiva na Justiça dos Estados Unidos contra 10 montadoras: BMW, Fiat Chrysler, Ford, General Motors, Hyundai/Kia, Honda, Mercedes-Benz, Nissan, Volkswagen e Toyota.

Consumidores criticam o fato de que os carros podem continuar ligados mesmo que o motorista deixe o veículo, o que pode levar até à morte por intoxicação com monóxido de carbono em ambientes fechados, dizem eles. Há 13 mortes ligadas a essas situações, aponta a ação.

A condição para que a partida sem chave funcione é que o controle remoto do carro esteja dentro dele, no bolso do motorista, por exemplo, ou num raio de alcance próximo. No processo, advogados citam casos em que o carro permaneceu ligado mesmo após o motorista estacionar na garagem e sair do veículo, fazendo com que o CO2 expelido pelo escapamento invadisse a casa.

 A possibilidade de incidentes desse tipo cresce quanto mais silenciosos são os motores, apontam os autores do processo, especialmente no caso dos carros híbridos, que podem funcionar só com o motor elétrico (que não emite poluentes e nem faz barulho), mas ativam o propulsor a combustão quando a carga da bateria acaba.

Muitos sistemas de partida sem chave atuais têm dispositivos que cortam o funcionamento do motor quando o controle remoto não está dentro do carro. Outros dão um alerta sonoro quando o motorista deixa o veículo com o motor ligado.

Recentemente, a General Motors convocou um recall do híbrido Volt 2011 a 2013, para solucionar justamente essa questão.

Mas o processo acusa as montadoras de não fazerem nada com modelos mais antigos. O sistema de partida sem chave foi introduzido no país em 2003.

Do G1, em São Paulo

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Elevação do nível do mar é inevitável, adverte Nasa

A elevação das águas oceânicas terá um

A elevação das águas oceânicas terá um “severo impacto” no mundo inteiro, segundo a Nasa

Foto: JC Imagem

Os últimos dados sobre a elevação do nível do mar devido ao aquecimento global sugerem que é inevitável que  aumente um metro nos próximos 100 ou 200 anos, advertiram nesta quarta-feira (26) cientistas da Nasa.

Apesar da incerteza sobre a velocidade com que ocorrerá, pois se desconhece a rapidez com a qual as geleiras polares derretem, a informação obtida por instrumentos de satélites nos últimos anos mostra que os oceanos estão crescendo a um ritmo maior que no passado.

“Levando em conta o que sabemos agora de como os oceanos se expandem à medida que aquecem e como o gelo polar e as geleiras estão injetando água nos mares, é bastante seguro que teremos garantido um aumento de pelo menos um metro no nível do mar, talvez mais”, disse Steve Nerem, líder da equipe da Nasa que estuda o fenômeno.

“O que não sabemos é se ocorrerá no próximo século ou mais adiante”, declarou Nerem, da Universidade do Colorado Boulder.

A elevação das águas oceânicas terá um “severo impacto” no mundo inteiro, afirmou Michael Freullich, diretor do departamento de ciências da Terra da Nasa.

Estados americanos como a Flórida sofrem o risco de desaparecer, assim como grandes cidades do mundo, como Tóquio e Cingapura.

“Poderá eliminar por completo nações formadas por ilhas no Pacífico”, alertou Freillich.

 

Degelo na maior velocidade

Já não restam dúvidas de que os litorais no mundo terão um aspecto muito diferente nas próximas décadas, afirmaram especialistas da agência espacial americana em uma teleconferência com jornalistas para informar os últimos dados sobre a elevação das águas do mar.

As últimas previsões foram feitas em 2013 pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, que estimou que os oceanos cresceriam entre 30 centímetros e um metro no final deste século.

Steve Nerem afirmou que a informação do satélite sugere que é mais provável que se alcance a maior cifra da previsão.

Os oceanos do mundo aumentaram em média cerca de 7,6 centímetros desde 1992, mas em algumas regiões o aumento foi de até 23 centímetros, segundo a Nasa.

Baseado em indícios de épocas anteriores, “um aumento de três metros do nível do mar em um século ou dois é possível, se as geleiras se derreterem rapidamente”, alertou Tom Wagner, do programa da criosfera da agência espacial americana.

“Vemos evidências de que os gelos estão se despertando, mas necessitamos entendê-los melhor antes de poder dizer que nos encontramos em uma nova era de rápida perda de gelo”, completou.

Eric Rignot, da Universidade da Califórnia Irvine disse que é lógico pensar que haverá uma aceleração do degelo à media em que aumenta a temperatura do planeta. E já está acontecendo.

“Não estamos falando de cenários do futuro”, advertiu Rignot.

“Em nível pessoal, os novos dados coletados nos últimos anos me fazem estar mais preocupado do que antes pela deterioração do gelo”, afirmou. “Creio que estamos um pouco mais preocupados pelo que está acontecendo”.

Jornal do Commercio

Da AFP

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Jornalistas são mortos nos EUA por atirador durante transmissão ao vivo

A repórter Alison Parker e o cinegrafista Adam Ward, jornalistas de uma TV afiliada à rede norte-americana CBS, foram mortos a tiros nesta quarta-feira (26) enquanto faziam uma entrevista ao vivo no estado da Virgínia, nos Estados Unidos. (Veja o vídeo acima)

(ATUALIZAÇÃO: por volta das 15h, a polícia da Virgínia informou que o suspeito morreu no hospital. Leia mais: 

 O atirador, que é um ex-empregado da emissora, atirou em si mesmo pouco depois dos assassinatos.Os jornalistas do canal WDBJ-TV foram atingidos na Bridgewater Plaza, na cidade de Moneta, por volta de 6h45 (no horário local). A repórter tinha 24 anos, e o câmera, 27.O suspeito Vester Lee Flanagan, que utiliza na mídia o nome de Bryce Williams, registrou os disparos e postou em sua conta no Twitter.Ele tinha 41 anos, de acordo com a Associated Press, e foi preso. A polícia começou a persegui-lo logo depois do crime.

Foto de perfil do jornalista Bryce Williams no Twitter (Foto: Reprodução/Twitter/brycewilliams7)

Foto de perfil do jornalista Bryce Williams no Twitter (Foto: Reprodução/Twitter/brycewilliams7)

Entrevistada ficou ferida
Vicki Gardner, integrante da Câmera de Comércio da região, era entrevistada no momento do crime. Ela foi atingida nas costas, passou por cirurgia e tinha quadro de saúde estável.

Nas imagens gravadas pelo cinegrafista Adam Ward pouco antes de morrer, é possível ouvir os tiros e ver o momento em que a repórter tenta se esconder dos disparos.

A câmera cai, mas ainda registra as pernas do atirador. Logo em seguida, e fora do campo de imagem, os gritos da jornalista continuam a ser ouvidos. (Veja o vídeo abaixo)

Acredita-se que o atirador tenha disparado seis ou sete vezes, disse o presidente e gerente-geral do WDBJ, Jeffrey Marks, segundo a CNN.

Relato de comentários racistas
A motivação do crime, no entanto, ainda não está clara. Bryce Williams postou comentários no Twitter afirmando que a repórter Alison Parker “fez comentários racistas” e que o cinegrafista Adam Ward fez uma reclamação contra ele no RH do canal, “depois de terem trabalhado junto apenas uma vez”.

Em entrevista à Fox News, Jeffrey Marks disse que Vester Lee Flanagan “era para muitos uma pessoa difícil de se trabalhar”.

VEJA VÍDEO NO LINK ABAIXO:
https://www.youtube.com/watch?v=iEH9RBxefHI
Dois jornalistas de TV foram mortos com tiros na Virginia quando conduziam uma entrevista ao vivo. O incidente ocorreu em Bedford County. As imagens mostram que, quando os tiros foram ouvidos, a repórter e uma entrevistada se abaixaram assustadas (Foto: Reprodução/WDBJ 7)
Dois jornalistas de TV afiliada a CBS foram mortos com tiros na Virginia quando conduziam uma entrevista ao vivo. O incidente ocorreu em Bedford County. As imagens mostram que, quando os tiros foram ouvidos, a repórter e uma entrevistada se abaixaram assustadas (Foto: Reprodução/WDBJ 7)

Repórter assassinada
Alison Parker namorava Chris Hurst, que é âncora do mesmo canal de TV em que ela trabalhava. Em seu Twitter, ele escreveu que os dois planejavam se casar.

MAPA: atirador mata jornalistas em Moneta, nos EUA (Foto: Arte/G1)

“Estávamos juntos há quase nove meses. Foram os melhores nove meses das nossas vidas. Queríamos nos casar. Acabamos de celebrar seu aniversário de 24 anos”, disse Chris Hurst. “Ela era a mulher mais radiante que eu já conheci”, completou.

Hurst afirmou que Parker trabalhava diariamente com Adam Ward, o cinegrafista que também morreu no tiroteio.

“Eles eram uma equipe. Estou com o coração partido pela noiva dele.”

Outro jornalista do canal disse que Ward tinha dito recentemente que planejava deixar o jornalismo e fazer outra coisa.

Parker, que é repórter matutina da rede, começou como estagiária. Ela é natural da Virgínia e passou a maior parte de sua vida na cidade de Martinsville.

Canal WDBJ7 postou em seu perfil no Twitter fotos de Alison Parker e Adam Ward em homenagem: 'Nós amamos vocês, Alison e Adam' (Foto: Reprodução/Twitter/WDBJ7)
Canal WDBJ7, afiliado a CBS, postou em seu perfil no Twitter fotos de Alison Parker e Adam Ward em homenagem: ‘Nós amamos vocês, Alison e Adam’ (Foto: Reprodução/Twitter/WDBJ7)

Kimberly McBroom, a âncora que estava apresentando o jornal durante o ataque ao vivo, disse à CNN que Parker era uma “estrela de rock”. “Você pedia qualquer coisa àquela garota e ela conseguia fazer.”

Os colegas de trabalho ficaram muito chocados com o ocorrido. “É com extrema tristeza que nós informamos que Alison Parker e Adam Ward foram mortos em um ataque nesta manhã”, lamentou no Twitter a rede de TV WDBJ7.

Imagens postadas em redes sociais mostram momento em que o atirador aparece no vídeo durante a entrada ao vivo (Foto: Reprodução)
Imagens postadas em redes sociais mostram momento em que o atirador aparece no vídeo durante a entrada ao vivo do WDBJ7, canal afiliado a CBS, da Virgínia (Foto: Reprodução)
Imagem dos jornalistas Alison Parker e Adam Ward foi compartilhada em homenagem nas redes sociais: 'como eles devem ser lembrados em vez daquele vídeo terrível' (Foto: Reprodução/Twitter)
Imagem dos jornalistas Alison Parker e Adam Ward foi compartilhada em homenagem nas redes sociais: ‘Como eles devem ser lembrados em vez daquele vídeo terrível’ (Foto: Reprodução/Twitter)
Do G1, em São Paulo

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Rio Tâmisa de Londres tem focas e baleias 50 anos após ‘morte’ por poluição

 Cientistas da ZSL calculam que quase 700 focas comuns vivam no estuário do Tâmisa  (Foto: Zoological Society of London (ZSL)/Divulgação)
Cientistas da ZSL calculam que quase 700 focas comuns vivam no estuário do Tâmisa (Foto: Zoological Society of London (ZSL)/Divulgação)

O rio Tâmisa, que cruza a capital britânica, Londres, já foi chamado de “O Grande Fedor” e declarado “biologicamente morto”, mas atualmente, vive uma espécie de renascimento.

A Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês) afirma que, nos últimos dez anos, foi informada sobre o avistamento de 2.732 mamíferos de grande porte.

Focas são os animais mais vistos, com registro de vários espécimes inclusive na região de Canary Wharf, conhecida por seus modernos arranha-céus.

Também foram documentados no rio 444 botos e golfinhos, além de 49 baleias.

“Muitos olham para o Tâmisa e veem um ambiente turvo e sujo. Mas, na verdade, sob a superfície, está cheio de vida. Temos uma enorme variedade de peixes, invertebrados e grandes predadores”, afirmou Joanna Barker, gerente europeia de projetos da ZSL.

Em 1957, o Tâmisa andava tão sujo que autoridades o declararam “biologicamente morto”. A situação era pouco melhor do que um século antes, quando o rio era conhecido pelo apelido carinhoso de “Grande Fedor”.

Rio acima
Hoje, a situação mudou tanto que cada vez mais animais se aventuram rio acima. Focas já foram vistas até em localidades no sudoeste, além do centro de Londres, como Teddington e o palácio de Hampton Court.

Focas já foram vistas em vários pontos do rio Tâmisa (Foto: Zoological Society of London (ZSL)/Divulgação)
Focas já foram vistas em vários pontos do rio Tâmisa (Foto: Zoological Society of London (ZSL)/Divulgação)

Grandes grupos de golfinhos e botos também já foram avistados perto de Kew Gardens e Deptford.

Em 2006, uma baleia-bico-de-garrafa causou burburinho ao nadar o rio até a altura do centro de Londres. Ela acabou morrendo.

Outras baleias mais saudáveis já foram vistas nos arredores de Gravesend, no condado de Kent.

“O fato de termos visto tantos animais na região central de Londres indica que os estoques pesqueiros são grandes o suficiente para alimentar estes grandes predadores”, afirmou Barker à BBC.

Além de compilar uma lista de avistamentos enviados pelo público, a equipe da ZSL também realiza pesquisas detalhadas sobre focas no estuário do Tâmisa.

Nos três últimos anos, os cientistas vêm usando barcos e até aviões para monitorar o número de focas no rio.

Eles estimam que até 670 focas-comuns vivam no estuário. O número de focas-cinzentas é desconhecido, mas elas também parecem estar se proliferando na região.

“Essa é uma região bastante abrigada, se comparada ao Mar do Norte, e há diversos ambientes e habitats diferentes para mamíferos marinhos”, afirmou Barker. “Por isso, consideramos Londres e o estuário do Tâmisa um ambiente importante para estas espécies.”

A ZSL pede a colaboração de todos para enviarem fotos e outros registros de avistamento de mamíferos marinhos no Tâmisa.

Da BBC

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‘Batman’ tem carro apreendido ao dirigir sem carteira na Inglaterra

Um homem fantasiado de Batman teve o carro apreendido por agentes de trânsito em Birmingham, na Inglaterra, após ser flagrado dirigindo sem carteira de motorista. A polícia não divulgou por que o motorista estava fantasiado como o super-herói.

'Batman' teve carro apreendido ao dirigir sem carteira na Inglaterra (Foto: Reprodução/Twitter/Birmingham News)
‘Batman’ teve carro apreendido ao dirigir sem carteira na Inglaterra (Foto: Reprodução/Twitter/Birmingham News)
Do G1, em São Paulo

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Bolsas da Europa iniciam pregão em baixa

As principais bolsas europeias iniciaram pregão em baixa de mais de 1% nesta quarta-feira (26), ainda contaminadas pelo desempenho de terça (25) do mercado chinês. Veja a cotação das bolsas.

O índice FTSE-100 de Londres, na Inglaterra, caía 1,30%, e o Dax, de Frankfurt, Alemanha, estava em baixa de 1,69%. Ainda abriram o dia com perdas as bolsas de Paris, na França, a 1,44%, Madrid, na Espanha, 1,41%, e Milão (Itália), 1,91%.
Ásia
A Bolsa de Valores de Xangai, na China, encerrou o pregão em queda de 1,27%. Na terça, as perdas foram de 7,63%, e na segunda (24), a queda brusca de 8,5% mexe nos mercados de ações em todo o mundo.

Mas o mercado japonês se recuperou. O índice Nikkei da Bolsa de Valores de Tóquio fechou em alta de 3,26%.

Histórico
O principal índice europeu de ações fechou em alta de mais de 4% nesta terça-feira (25), sua melhor performance desde o final de 2011, com o corte da taxa de juros na China impulsionando a recuperação após as caóticas 48 horas de vendas generalizadas.

O índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 chegou a subir 5,4%, mas encerrou com alta de 4,24%, a 1.406 pontos, enquanto o índice de blue chips (ações mais negociadas) da zona do euro Euro Stoxx 50 subiu 4,69%, para 3.217 pontos.

Os papéis de mineradoras e de tecnologia foram as maiores beneficiadas após a China agir para apoiar a sua economia debilitada e seu mercado acionário naufragado, que influenciou negativamente os mercados do mundo todo.

Os problemas na China alimentaram temores de novas pressões deflacionárias ao redor do mundo. O Banco Central Europeu (BCE) está pronto para tomar novas medidas se as perspectivas de inflação mudarem substancialmente, disse o vice-presidente do BCE, Vitor Constancio. A fabricante de chips alemã Infineon subiu 9,67%, enquanto a mineradora Antofagasta fechou com alta de 8,72%.

 

Do G1, em São Paulo

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BC chinês injeta 140 bilhões de yuans no sistema bancário

Do Estadão Conteúdo

O Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) injetou hoje 140 bilhões de yuans (US$ 21,8 bilhões) no sistema bancário, por meio de operações de liquidez de curto prazo.

Em sua página na internet, o PboC informou que o crédito é de seis dias, com taxa de juros a 2,3%. A última vez que o BC chinês conduziu uma operação semelhante foi em janeiro.

A injeção de liquidez veio após o PBoC anunciar ontem um corte de 0,50 ponto porcentual nos compulsórios, numa tentativa de manter liquidez suficiente no sistema bancário do país. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Estado Islâmico divulga imagens da destruição de templo na Síria

Do G1, em São Paulo

Foto sem data divulgada no dia 25 de Agosto em uma rede social usada por militantes do Estado Islâmico mostra a fumaça decorrente da explosão do templo de Baalshaminm de 2 mil anos de idade, em Palmira (Foto: Conta do Estado Islâmico nas redes sociais via AP)
Foto sem data divulgada no dia 25 de agosto em uma rede social usada por militantes do Estado Islâmico mostra a fumaça decorrente da explosão do templo de Baalshaminm de 2 mil anos de idade, em Palmira (Foto: Conta do Estado Islâmico nas redes sociais via AP)

Militantes do Estado Islâmico divulgaram imagens da destruição do templo Baalshamin na cidade síria de Palmira. A explosão, que aconteceu no domingo (23), deixou a parte fechada do templo e as colunas do entorno destruídas, de acordo com o diretor de Antiguidades e Museus da Síria, Maamun Abdulkarim.

Fotos mostram os jihadistas carregando os explosivos para dentro do templo, a grande explosão e os destroços. A a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, na sigla em inglês) considerou a destruição do templo um crime de guerra. O templo romano começou a ser construído no ano 17 e posteriormente foi ampliado pelo imperador romano Adriano em 130. Baalshamin é o deus do céu fenício.

Os jihadistas realizaram execuções no teatro antigo, destruíram em julho a famosa estátua do Leão de Athena – que ficava na entrada do museu de Palmira – e transformaram o museu em tribunal e prisão, segundo Maamun Abdulkarim.

Foto sem data divulgada no dia 25 de Agosto em uma rede social usada por militantes do Estado Islâmico mostra militantes colocando explosivos no templo de Baalshaminm de 2 mil anos de idade, em Palmira (Foto: Conta do Estado Islâmico nas redes sociais via AP)
Foto sem data divulgada no dia 25 de agosto em uma rede social usada por militantes do Estado Islâmico mostra militantes colocando explosivos no templo de Baalshaminm de 2 mil anos de idade, em Palmira (Foto: Conta do Estado Islâmico nas redes sociais via AP)
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Na terça-feira, o EI assassinou o ex-diretor de Antiguidades de Palmira Khaled al-Assad, cujo corpo foi pendurado em um poste. Ele cuidou das ruínas de Palmira, tombadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade, durante quatro décadas.

Palmira, um oásis no meio do deserto, abriga as monumentais ruínas de uma grande cidade que foi um dos maiores centros culturais do mundo antigo.

A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, afirmou que “a arte e a arquitetura de Palmira, na encruzilhada de várias civilizações, é um símbolo da complexidade e riqueza da identidade e da história sírias”.

O Estado Islâmico assumiu o controle total da cidade em maio deste ano. Antes da invasão de Palmira, autoridades sírias afirmaram ter levado centenas de estátuas antigas para locais seguros por medo de que os militantes as destruíssem.

Inicialmente, o Estado Islâmico deixou o patrimônio intacto. Especialistas acreditam que eles retiraram parte das obras da cidade a fim de vendê-las. Em junho o grupo explodiu dois santuários que não eram parte de suas estruturas romanas, mas que via como sacrílegos.

Foto sem data divulgada no dia 25 de agosto em uma rede social usada por militantes do Estado Islâmico mostra explosivos presos a colunas do templo de Baalshaminm, de 2 mil anos de idade, destruído pelo grupo terrorista em Palmira (Foto: Conta do Estado Islâmico nas redes sociais via AP)
Foto sem data divulgada no dia 25 de agosto em uma rede social usada por militantes do Estado Islâmico mostra explosivos presos a colunas do templo de Baalshaminm, de 2 mil anos de idade, destruído pelo grupo terrorista em Palmira (Foto: Conta do Estado Islâmico nas redes sociais via AP)
Foto sem data divulgada no dia 25 de agosto em uma rede social usada por militantes do Estado Islâmico mostra escombros do templo de Baalshaminm, de 2 mil anos de idade, destruído pelo grupo terrorista em Palmira (Foto: Conta do Estado Islâmico nas redes sociais via AP)
Foto sem data divulgada no dia 25 de agosto em uma rede social usada por militantes do Estado Islâmico mostra escombros do templo de Baalshaminm, de 2 mil anos de idade, destruído pelo grupo terrorista em Palmira (Foto: Conta do Estado Islâmico nas redes sociais via AP)
Em foto de 14 de março de 2014, sírios caminham pela antiga cidade de Palmira, a 215 quilômetros de Damasco (Foto: AFP Photo/Joseph Eid)
Em foto de 14 de março de 2014, sírios caminham pela antiga cidade de Palmira, a 215 quilômetros de Damasco (Foto: AFP Photo/Joseph Eid)

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Ato antifraude eleitoral acaba em violência na Argentina

Da Agência Estado

O confronto iniciou quando centenas de manifestantes derrubaram grades que isolavam a sede do governo  / Foto: Reprodução / TN.arO confronto iniciou quando centenas de manifestantes derrubaram grades que isolavam a sede do governoFoto: Reprodução / TN.ar

A polícia reprimiu moradores da Província de Tucumán, na Argentina, que protestaram com panelas na noite desta segunda-feira (24) contra o que julgavam ser uma fraude eleitoral na eleição para governador ocorrida no domingo, quando 42 urnas foram queimadas. O confronto iniciou quando centenas de manifestantes derrubaram grades que isolavam a sede do governo na Praça Independência, no centro de San Miguel de Tucumán, capital da província.

Ao se aproximar da escadaria do edifício, eles foram alvo de bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha – segundo o canal TN, havia 20 feridos. O movimento dispersou parte da população. Os que ficaram reagiram atirando pedras e laranjas de árvores da região contra os policiais. Gritando “o povo daqui não sai”, o movimento se remobilizou já na madrugada desta terça-feira (25) e uma marcha foi marcada para esta noite.

A oposição denunciou durante o dia fraude na votação e não reconheceu a vitória do kirchnerista Juan Manzur. A apuração parcial, de 80% dos votos, dava ao ex-ministro da Saúde de Cristina Kirchner 54% dos votos, ante 40% obtidos por José Cano, apoiado pelos dois principais candidatos presidenciais da oposição, o prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, e o ex-kirchnerista Sergio Massa. Os dois pediram que sejam abertas todas as urnas para recontagem.

Foi o segundo dia de violência na província, uma das mais pobres do país. A polícia local disse que seis integrantes da corporação foram feridos ao tentar evitar que urnas fossem incendidas no dia da votação, quando um cinegrafista que gravava a distribuição de comida em um comitê kirchnerista denunciou ter sido agredido a chutes por militantes e publicou fotos na internet.

Ao reivindicar a vitória, Manzur admitiu que parte dos casos de violência denunciados na votação envolviam militantes de seu movimento. Havia disputa interna por outros cargos entre representantes do peronismo – movimento no qual o kirchnerismo é uma corrente radical.

O governador da Província de Buenos Aires, Daniel Scioli, candidato kirchnerista à presidência, defendeu a legitimidade da votação. “Houve uma vitória clara de Manzur”, disse. Ele reduziu a importância da quantidade de votos contestados – 0,8% do total de 1,6 milhão de eleitores.

Os candidatos opositores à presidente reagiram. “Sentimos dor e raiva. Trinta anos de democracia deveriam nos ensinar que não vale brigar pelo poder a qualquer preço. É preciso terminar com a violência. Não podemos ter tiros e urnas queimadas na briga pelo poder”, disse à tarde Massa, que mencionou um plano de pedir observadores internacionais na votação de 25 de outubro.

“Foi uma votação com muitíssimas irregularidades e imagens que nunca gostaríamos de ver na Argentina.Houve até tiros em salas de votação. Como vai ser no Chaco?”, questionou Macri, referindo-se à votação de 20 de setembro para o governo de outra província, a última antes da presidencial de 25 de outubro. O sistema argentino permite às províncias antecipar a eleição para governador.

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Atentado suicida mata seis pessoas no nordeste da Nigéria

Da AFP

Uma mulher-bomba provocou nesta terça-feira (25) a morte de seis pessoas e deixou 28 feridos do lado de fora da principal estação rodoviária de Damaturu, na região nordeste da Nigéria.

“Uma jovem chegou por volta das 7H00 (3H00 de Brasília), tentou entrar na estação. Não foi autorizada porque se negou a passar pela revista dos guardas”, contou à AFP uma testemunha, Sani Dankamasho.
“Ela saiu do estacionamento. Um táxi particular também saiu e quando o veículo se aproximou, ela detonou os explosivos. Seis pessoas morreram no carro. Ela também faleceu”, completou.
Um porta-voz do governo do estado de Yobe, que tem Damaturu como capital, confirmou o ataque, mas anunciou um balanço de cinco mortos.
“Aconteceu um ataque suicida em Damaturu. A explosão matou cinco pessoas e mais de 20 pessoas ficaram feridas”, disse o porta-voz Abdulahhi Bego.
Até o momento, nenhum grupo reivindicou o ataque, mas nos últimos meses os islamitas do grupo Boko Haram utilizaram mulheres como suicidas para cometer atentados na região nordeste do país.

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