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Suposto monstro marinho achado em praia russa volta a gerar debate

Apesar de ter sido descoberta há quase uma década, a carcaça de uma criatura encontrada por soldados em uma praia na ilha de Sakhalin, na Rússia, voltou a provocar debate na web. Alguns acreditam que seriam os restos de um monstro pré-histórico.

Muitos chegaram a pensar que se tratava de monstro marinho (Foto: Exclusivepix/Iberpress)
Muitos chegaram a pensar que se tratava de monstro marinho (Foto: Exclusivepix/Iberpress)

As teorias foram alimentadas ao longo dos anos pelo fato de o animal ter sido removido da praia pelas forças especiais russas. As imagens da carcaça surgiram pela primeira vez em 2006, mas, até hoje, continuam provocando discussão sobre sua identificação.

No entanto, segundo o jornal inglês “Daily Mail”, testes feitos por especialistas revelaram que o esqueleto pertencia a uma baleia-beluga.

 

Do G1, em São Paulo

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Protestos contra presidente terminam em vandalismo no México

Manifestantes queimam boneco do presidente do México, Enrique Peña Nieto, durante protesto em Tijuana nesta segunda-feira (1º)   (Foto: Jorge Duenes/Reuters)

Manifestantes queimam boneco do presidente do México, Enrique Peña Nieto, durante protesto em Tijuana nesta segunda-feira (1º) (Foto: Jorge Duenes/Reuters)

 

Um novo protesto no México contra o desaparecimento de 43 estudantes terminou com atos de vandalismo na segunda-feira (1º), dia em que o presidência de Enrique Peña Nieto completou dois anos de mandato, em meio à pior crise de seu governo.

Para marcar a data, dezenas de protestos foram convocados em todo o país para exigir que o governo encontre os jovens desaparecidos em setembro em Iguala (Guerrero, sul), um crime que o próprio Peña Nieto admitiu na segunda-feira que estabeleceu um “antes e depois” de sua presidência.

Na capital do país, ao fim de um protesto durante a noite dezenas de pessoas encapuzadas, armadas com pedaços de pau e bastões de beisebol, destruíram lojas e agências bancárias no famoso “Paseo de la Reforma”. Também usaram bombas incendiárias e criaram focos de incêndio nas ruas.

Centenas de policiais foram enviados ao local para evitar que os manifestantes avançassem até o Senado. Três homens, todos com menos de 20 anos, foram detidos.

Os estudantes desapareceram no dia 26 de setembro depois de um ataque de policiais de Iguala, que supostamente receberam ordens do prefeito. Depois, os agentes entregaram os 43 jovens para integrantes do cartel Guerreros Unidos que, segundo depoimentos de pessoas detidas, mataram e queimaram as vítimas.

Mas com a falta de provas materiais, os pais se aferram à esperança de que os estudantes estão vivos e exigem esforços do governo na busca.

Outros protestos foram registrados em todo o México, os mais intensos em Chilpancingo, capital de Guerrero, onde um grupo de manifestantes saqueou os escritórios da promotoria estadual e incendiou cinco veículos, incluindo duas viaturas policiais.

A imprensa mexicana divulgou pesquisas que mostram a queda da popularidade de Peña Nieto entre agosto e o fim de novembro: 46% a 39%, segundo o jornal Reforma, e de 46% a 41%, de acordo com o jornal El Universal.

Este é o menor índice de popularidade de um presidente mexicano desde os anos 90, durante o mandato de Ernesto Zedillo (1994-2000), quando o país enfrentava os efeitos de uma crise econômica conhecida como ‘Efeito Tequila’.

O crime de Iguala provocou uma indignação sem precedentes entre a opinião pública do país, cansada após anos de violência.

Na segunda-feira, Peña Nieto enviou ao Congresso um pacote de reformas constitucionais para a área de segurança, com o objetivo de enfrentar as ações do narcotráfico.

 

Da France Presse

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Indianas elogiadas por vídeo em que agridem molestadores em ônibus

Da AFP

Vídeo viralizou rapidamente na internet. Maioria dos comentários são de elogios à coragem das mulheres / Foto: Youtube/Reprodução

 

Vídeo viralizou rapidamente na internet. Maioria dos comentários são de elogios à coragem das mulheresFoto: Youtube/Reprodução

Duas irmãs indianas têm recebido vários elogios após a divulgação de um vídeo em que aparecem respondendo a três de seus supostos molestadores em um ônibus.As duas jovens, com 22 e 19 anos, Arti e Pooja Kumar, foram cercadas por homens em um ônibus lotado na sexta-feira quando voltavam para casa, na cidade de Rohtak, localizada no estado de Haryana, vizinho de Delhi. No vídeo, que viralizou rapidamente na internet, as duas batem em seus agressores com um cinto sob o olhar indiferente dos outros passageiros.

A polícia prendeu os supostos molestadores domingo à noite após a divulgação do vídeo, gravado por uma passageira grávida, nas redes sociais e nos canais de notícias. A maioria dos comentários são de elogios à coragem das mulheres, enquanto outros denunciam a passividade dos demais passageiros, entre os quais é possível ouvir risos.

“Tiramos o chapéu para #RohtakBravehearts. Eu desprezo estes homens que permaneceram sentados e que se contentaram em assistir o que estava acontecendo”, escreveu um internauta em inglês no Twitter. “Braveheart” (coração valente) foi o apelido dado à estudante de 23 anos que morreu depois de ter sido vítima de um estupro coletivo em um ônibus, em dezembro de 2012, em Delhi, um incidente que provocou uma onda de indignação na Índia e no exterior.

“Viva as meninas corajosas (..) Desperte o público! É vergonhoso que a única a intervir tenha sido uma mulher grávida”, escreveu por a atriz Freida Pinto, estrela do filme “Quem quer ser um milionário”.

Um porta-voz da polícia de Rohtak, Ved Singh Nain, prometeu uma investigação rápida sobre o incidente. As mulheres relataram que foram assediadas após recusarem os avanços dos homens. “Eles fizeram gestos, nos tocaram e insultaram”, declarou Pooja ao canal NDTV.

“Nós não aguentávamos mais e começamos a bater. Um dos homens tentava puxar minha irmã pela mão e um outro me segurava pelo pescoço. Foi quando minha irmã tirou o cinto e começou a bater”, acrescentou.

O chefe executivo do Estado de Haryana, M.L Khattar, prometeu uma recompensa de 31.000 rúpias (400 euros a cada uma das jovens mulheres. O vídeo do incidente pode ser visto em: https://www.youtube.com/watch?v=ZopUkgU7CSw.

 

 

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Ebola provocará recessão em Serra Leoa e Guiné, afirma Banco Mundial

Crianças observam agente pulverizando desinfetante no lado de fora de uma mesquita como parte da luta contra o Ebola, em Bamako, no Mali, no início de novembro (Foto: Joe Penney/Reuters)

Crianças observam agente pulverizando desinfetante no lado de fora de uma mesquita como parte da luta contra o Ebola, em Bamako, no Mali, no início de novembro (Foto: Joe Penney/Reuters)

A crise do ebola provocará recessão em Serra Leoa e Guiné em 2015, dois países que previam um sólido crescimento econômico antes da epidemia, afirmou o Banco Mundial (BM).

Principal vítima, Serra Leoa verá seu Produto Interno Bruto (PIB) registrar queda de 2,0%, enquanto na Guiné a contração será de 0,2%.

Em outubro, o BM ainda projetava para 2015 um crescimento robusto na Guiné (+2,0%) e sobretudo em Serra Leoa (+7,7%), que ainda tenta se recuperar de uma guerra civil.

Mas a epidemia de ebola, que se propagou na África Ocidental desde agosto e provocou quase 6.000 mortes, derrubou a atividade econômica, paralisou os investimentos e afastou as perspectivas de crescimento.

De acordo com o Banco Mundial, a Libéria, que registra o maior número de mortes por ebola (mais de 3.100), tem uma perspectiva melhor que a dos vizinhos e se beneficia de uma forma de aumento da atividade.

 

Da France Presse

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Fundadores de protesto em Hong Kong desistem de manifestações

Os ativistas pró-democracia Chan Kin-man, Benny Tai e Chu Yiu-ming (da esquerda para a direita) falam com a imprensa nesta terça-feira (2) em Hong Kong. Eles anunciaram que irão se entregar à polícia e pediram que os manifestantes recuem (Foto: Johannes Eisele/AFP)

Os ativistas pró-democracia Chan Kin-man, Benny Tai e Chu Yiu-ming (da esquerda para a direita) falam com a imprensa nesta terça-feira (2) em Hong Kong. Eles anunciaram que irão se entregar à polícia e pediram que os manifestantes recuem (Foto: Johannes Eisele/AFP)

 

Os três fundadores do Occupy Central, principal movimento pró-democracia de Hong Kong, anunciaram nesta terça-feira (2) que se entregarão à polícia e pediram aos manifestantes que abandonem os locais ocupados há mais de dois meses.

“Enquanto nos preparamos para nos entregarmos, nós três pedimos aos estudantes que recuem para transformar a natureza do movimento”, afirmou um dos líderes do Occupy Central, Benny Tai.

O anúncio aconteceu depois que centenas de manifestantes pró-democracia enfrentaram a polícia no domingo, o que deixou dezenas de feridos, em uma das piores noites de violência desde o início dos protestos.

Os três fundadores afirmaram que pretendem se entregar à polícia na quarta-feira, em cumprimento ao Estado de direito e ao “princípio de paz e amor”.

“Render-se não é fracassar, e sim uma denúncia silenciosa de um governo sem coração”, disse Tai.

O ativista destacou a coragem dos ocupantes e criticou a polícia por estar “fora de controle”. Ele disse que chegou o momento para que os manifestantes abandonem este “local perigoso”.

Tai, Chan Kin-man e Chu Yiu-ming fundaram o grupo de desobediência civil Occupy Central no início de 2013 para pressionar o governo por reformas políticas, mas nas últimas semanas optaram por um papel mais discreto, ante o protagonismo crescente dos grupos mais radicais.

 

Da France Presse

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EUA vão lançar novas diretrizes policiais contra discriminação racial

O secretário de Justiça dos Estados Unidos, Eric Holder, anunciou nesta segunda-feira (1º) que seu departamento lançará, nos próximos dias, novas diretrizes para evitar a discriminação racial por parte das forças de segurança após a morte do jovem negro Michael Brown por um policial branco em Ferguson, no Missouri.

“As novas diretrizes incorporarão novos padrões rigorosos e salvaguardas sólidas para ajudar a acabar com o perfil racial de uma vez por todas”, explicou Holder em um encontro com líderes religiosos e comunitários na igreja batista Ebenezer de Atlanta, no estado da Geórgia.

Manifestante segura botton de apoio a Michael Brown, morto por policial em Ferguson (EUA) (Foto: Atlanta Journal Constitution/AP)
Manifestante segura botton de apoio a Michael Brown, morto por policial em Ferguson (EUA). (Foto: Atlanta Journal Constitution / AP Photo)

Holder, o primeiro afro-americano à frente do Departamento de Justiça, teve um papel-chave na pacificação dos protestos de agosto após a morte de Brown e não hesitou em falar com contundência sobre as tensões raciais no país.

Agora, após a nova onda de distúrbios gerada pela decisão judicial do caso Brown há uma semana, Holder se dispõe a viajar por todo o país para participar de encontros comunitários como os de em Atlanta.

“Estamos falando de preocupações que são nacionais e que ameaçam todo o país”, disse o procurador-geral diante uma numerosa audiência no mesmo local em que costumava discursar o reverendo e líder da luta pelos direitos civis Martin Luther King.

“Sem um entendimento mútuo entre os cidadãos, cujos direitos devem ser respeitados, e as forças de segurança, que fazem enormes sacrifícios pessoais a cada dia para garantir a segurança pública, não haverá um progresso significativo”, comentou Holder.

“Nossos agentes não podem ser percebidos como uma força de ocupação desligada das comunidades às quais servem. Os laços que foram rompidos devem ser restaurados e os que nunca existiram, construídos”, acrescentou.

Holder, que condenou a violência de alguns manifestantes em Ferguson, reagiu com tranquilidade quando um grupo de pessoas interrompeu seu discurso ao dizer que ‘é uma expressão de preocupação, é através da perseverança dos que protestam pacificamente que chegará a mudança’.

“Quem teria imaginado 50 anos atrás que um homem negro poderia servir como procurador-geral dos EUA, trabalhando para um presidente negro”, destacou.

Holder recebeu uma grande ovação ao lembrar que a dupla investigação independente de seu departamento sobre o caso de Michael Brown segue em andamento.

A investigação federal tenta determinar se houve violação dos direitos civis no caso de Brown e, por outro lado, se a polícia local de Ferguson mantém práticas discriminatórias.

O presidente Barack Obama anunciou pouco antes do discurso de Holder uma série de medidas para combater a ‘crescente desconfiança’ entre os departamentos de polícia locais e as comunidades, especialmente as minorias, algo que considerou ‘um problema nacional’, e não algo exclusivo de Ferguson.

Obama anunciou que pedirá ao Congresso US$ 263 milhões ao longo de três anos para investir em várias medidas relacionadas com as policiais locais, entre eles US$ 75 milhões para que 50 mil agentes tenham câmeras incorporadas a seu uniforme ou a seu corpo, para gravar suas interações com civis.

 

 

Da EFE

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General colombiano libertado pelas Farc pede baixa do exército

General Rubén Alzate. (Foto: Guillermo Legaria / AFP Photo)

General Rubén Alzate. (Foto: Guillermo Legaria / AFP Photo)

O general colombiano Rubén Darío Alzate, libertado no domingo (30) pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) após um sequestro de 14 dias, disse nesta segunda-feira (1º) que pediu baixa do Exército. Ele afirmou que durante seu cativeiro foi algemado e ameaçado de morte pela guerrilha.

“Pelo amor e respeito a nossa instituição militar, que por este fato se viu afetada, solicitei ao governo nacional minha retirada do serviço ativo”, disse o oficial em sua primeira aparição perante a imprensa no Hospital Militar Central de Bogotá, vestido com o uniforme de gala e acompanhado de sua esposa Claudia Farfán.

Durante seu discurso no Hospital Militar Central de Bogotá, Alzate explicou que seu sequestro no dia 16 de novembro Las Mercedes, no departamento (estado) de Chocó, no oeste do país, aconteceu quando fazia, como civil e desarmado, uma ‘aproximação’ à comunidade como parte de um programa de desenvolvimento econômico.

O general explicou que após uma reunião de trabalho em Quibdó, a capital do Chocó, se dirigiu a Las Mercedes.

Na sua visita à comunidade, estava acompanhado pelo cabo Jorge Rodríguez e pela advogada Gloria Urrego, que foram sequestrados com ele e também libertados no domingo.

Seu objetivo era o desenvolvimento de um projeto piloto de energia alternativa mediante a instalação de turbinas para geração de eletricidade no rio Atrato, com o apoio do governo de Chocó e que beneficiaria mais de 230 comunidades.

O oficial acrescentou que assim que chegaram a Las Mercedes foram ‘abordados por quatro homens armados de fuzil, que os sequestraram’.

O general destacou que durante os 14 dias que ficou em cativeiro foi algemado e amarrado durante as noites, assim como o cabo Rodríguez. “Fomos forçados pelos terroristas a caminhar por mais de oito horas por dia através da floresta e ameaçados de morte se decidíssemos tentar fugir”, acrescentou.

Em referência às imagens divulgadas pelas Farc, nas quais aparece sorridente junto com o líder guerrilheiro conhecido como ‘Pastor Alape’, disse que foi ‘forçado a participar de um show midiático’ no qual foram feitas fotos e vídeos do dia de sua libertação.

 

 

Da EFE

 

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Piloto sobrevive após avião cair sobre rodovia nos EUA

Piloto de avião sobreviveu após aeronave cair em rodovia neste sábado (29) nos EUA (Foto: NBC Connecticut News, Gregg Monte/AP)

Piloto de avião sobreviveu após aeronave cair em rodovia neste sábado (29) nos EUA (Foto: NBC Connecticut News, Gregg Monte/AP)

Um piloto de um avião monomotor sobreviveu após a aeronave cair em uma rodovia em construção em Connecticut, nos Estados Unidos, neste fim de semana. Foi o segundo acidente aéreo do piloto, que agora considera parar de voar.

Danny Hall, de 48 anos, conseguiu escapar quase sem ferimentos e saiu andando do local do acidente. O avião que ele pilotava caiu em uma rodovia exclusiva para ônibus em West Hartford.

A queda ocorreu após o avião ter problemas no motor e perder potência. Danny procurou algum lugar para realizar um pouso de emergência, e acabou caindo sobre a rodovia.
Nenhum outro veículo foi atingido.

Em 2008, Danny sobreviveu após o avião que ele pilotava cair em um rio em Rhode Island. Na época, uma investigação apontou que ratos haviam feito um ninho no avião e foram sugados pelo carburador durante o voo, causando uma falha no motor.

 

Da AP

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Policial envolvido em morte de jovem brasileiro depõe na Austrália

Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, morto pela polícia de Sydney (Foto: Reprodução/TV Globo)

Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, morto pela polícia de Sydney (Foto: Reprodução/TV Globo)

Um dos policiais envolvidos na morte em 2012 na Austrália de um estudante brasileiro por descargas elétricas após uma perseguição, prestou depoimento nesta segunda-feira (1º) que sentiu medo por sua segurança e a de seus companheiros, informou a imprensa australiana.

Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, morreu após receber 14 descargas elétricas ao ser rendido por uma dezena de policiais pouco após uma denúncia de roubo de dois pacotes de biscoitos em uma loja no centro de Sydney.

Pouco antes, o estudante tinha sofrido um episódio psicótico e estava correndo pelo centro da cidade sob os efeitos de LSD.

Na audiência de hoje, Eric Lim, um dos quatro policiais acusados no caso, declarou que temeu que o jovem o ferisse, já que antes de sua detenção seu comportamento era agressivo e fazia sons guturais, segundo a emissora local “ABC”.

Lim também disse ao juiz que contribuiu na detenção de Roberto e que utilizou seu cassetete para exercer pressão em suas pernas, mas que não viu como o jovem foi derrubado pelo taser.

Lim, junto a seus companheiros Damian Ralph, Scott Edmondson e Daniel Barling se declararam inocentes das acusações de agressão.

Em dezembro de 2013, a Comissão de Integridade da Polícia da Austrália anunciou sua decisão de acusar Lim e Ralph por agressão comum, e Edmondson e Barling por agressão com agravante de haver causado lesão corporal.

A decisão foi tomada depois que a Promotoria do estado de Nova Gales do Sul recomendasse processar os agentes ao considerar que existem provas suficientes para acusá-los, após avaliar um relatório da própria comissão policial.

Um relatório legista sobre a morte de Roberto determinou em novembro de 2012 que os agentes atuaram de forma brutal, imprudente e perigosa ao deter o jovem utilizando pistolas elétricas taser e aerossóis paralisantes de pimenta.

As pistolas elétricas, que causam descargas de 400 volts, são utilizadas pelas forças de segurança em países como Austrália, Reino Unido e Estados Unidos para render o agressor em situações que não justificam o uso de armas de fogo.

No entanto, organizações como a Anistia Internacional denunciam que os taser já causaram dezenas de mortes e além disso podem ser utilizadas para torturar os detidos.

 

Da EFE

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Ativista do Femen faz protesto contra sequestro de sua irmã na Ucrânia

Ativista do Femen prega foto de sua irmã desaparecida na sede do Serviço de Segurança ucraniano em Kiev nesta segunda-feira (1º)  (Foto: Valentyn Ogirenko/Reuters)

Ativista do Femen prega foto de sua irmã desaparecida na sede do Serviço de Segurança ucraniano em Kiev nesta segunda-feira (1º) (Foto: Valentyn Ogirenko/Reuters)

Uma ativista do Femen realizou um protesto nesta segunda-feira (1º) em Kiev, na Ucrânia, contra o sequestro de sua irmã, exigindo que o Serviço de Segurança ucraniano tome medidas para encontrá-la.

A manifestante pregou uma foto de sua irmã na porta do Serviço de Segurança da Ucrânia.

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