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Maduro mantém câmbio do dólar para evitar ‘suicídio econômico’

Maduro em seu discurso anual feito no parlamento venezuelano nesta quarta-feira (21) (Foto: Federico Parra/AFP)

Maduro em seu discurso anual feito no parlamento venezuelano nesta quarta-feira (21) (Foto: Federico Parra/AFP)

 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta quarta-feira (21) que manterá o câmbio oficial do dólar a 6,3 bolívares “para proteger a economia e a sociedade” venezuelanas, e que conservará um único Sistema Complementar de Administração de Divisas (Sicad), ao invés dos dois atuais.

Em seu discurso no parlamento para oferecer seu relatório da gestão de 2014 e anunciar as medidas econômicas para combater a crise, Maduro disse que decidiu criar “um sistema de três mercados” em nível cambial.

“O sistema priorizado a 6,30 para proteger nossa economia e nossa sociedade, um sistema de leilões, tomando o melhor da experiência do Sicad 1, e um sistema de bolsas onde poderá haver participação dos setores privados”, afirmou.

O presidente não explicou, no entanto, em que se diferenciaria este sistema do atual, onde coexistem três taxas de câmbio oficiais, e disse que sua equipe econômica “vai detalhar nos próximos dias o funcionamento” do mesmo.

Maduro indicou que no mercado paralelo, onde o dólar é atualmente cotado a mais de 170 bolívares, se realizam somente “4% ou 5 % dos movimentos cambiais do país” e opinou que os dólares que o Estado obtém pela venda do petróleo “devem ser investidos para proteger a economia”.

“Decidi trabalhar em um sistema que atenda aos três mercados de maneira mais eficiente: há um primeiro mercado de necessidades alimentícias, de saúde, fundamentais ao país. Devemos garanti-lo com um dólar a 6,30, mantê-lo de maneira eficiente para investir na proteção de nosso povo”, disse.

Nesse sentido, garantiu que, em uma economia como a venezuelana, “submetida a mecanismos de especulação e guerra, qualquer coisa que se fizesse diferente, seria utilizada para aumentar os fatores de perturbação e de guerra interna”.

Além disso, afirmou que será mantido apenas um Sicad, “que possa atender outros setores das necessidades econômicas do país” através de um “sistema de leilões com mecanismos de mercado para sua fixação e mecanismos de interesse nacional”.

Acrescentou que o atual Sicad 2 se transformará “em um sistema que funcione através de bolsas públicas e privadas, onde concorram o setor privado e o setor público”.

Um sistema que, disse, “pela via de um equilíbrio de participação legal, busque atender um mercado gerado de forma absolutamente abrupta, fora de qualquer regra econômica e onde possam ser feitas transações, a esse nível” com ofertas tanto do setor público como do privado e de “cidadãos que busquem esse mercado”.

Maduro destacou que este modelo cambial é “um sistema transitório para atender às necessidades do desenvolvimento econômico do país, durante um período de investimento, de recuperação, que nos permita ir estabilizando os fatores fundamentais da economia e conseguir uma maior eficiência e otimização do investimento das divisas conversíveis do país”.

O presidente rejeitou o modelo de criar um sistema com uma única taxa de câmbio, proposto por alguns economistas. “É inviável, seria o suicídio coletivo da economia do país”, opinou.

 

Da EFE

 

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Justiça dos EUA não encontra provas contra agente no caso Michael Brown

Michael Brown tinha acabado de concluir o ensino médio  (Foto: BBC)

Michael Brown tinha acabado de concluir o ensino médio quando foi morto (Foto: BBC)

 

A investigação federal do caso Ferguson não encontrou provas para acusar o policial que matou o jovem negro Michael Brown em agosto do ano passado, anteciparam fontes oficiais ao jornal ‘The New York Times’.

A decisão final sobre a acusação do agente Darren Wilson terá que ser tomada nas próximas semanas pelo secretário de Justiça, Eric Holder, antes que ele deixe o cargo e seja substituído por Loretta Lynch, que ainda precisa da confirmação do Senado.

No dia 24 de novembro, a decisão de um grande júri de não acusar o policial levou milhares de pessoas às ruas de todo o país e a cidade de Ferguson, no estado do Missouri, reviveu os distúrbios raciais que ocorreram após a morte de Brown, no dia 9 de agosto.

Diante da controvérsia do caso, o Departamento de Justiça iniciou uma investigação independente para determinar se houve violação dos direitos civis.

Segundo as fontes do ‘New York Times’, os investigadores federais não encontraram provas que justifiquem o indiciamento de Wilson e, portanto, recomendarão que ele não seja acusado.

As versões das testemunhas e do policial sobre o ocorrido na noite de 9 de agosto são contraditórias. Alguns depoimentos sustentam que o jovem estava com as mãos para o alto quando o policial atirou contra ele, enquanto outros garantem que o jovem travou uma luta corporal com Wilson para tentar sacar sua arma.

Desde a morte de Michael Brown, os protestos raciais, iniciados em Ferguson, se estenderam por mais de 170 cidades de todo o país, com especial intensidade em Nova York, Washington, e Los Angeles.

Os EUA vivenciaram em 2014 o ressurgimento das tensões raciais no país, com violentos confrontos entre a polícia e minorias que evocaram as históricas manifestações dos anos 1960.

A mais trágica expressão desse mal-estar foi o assassinato de dois policiais nova-iorquinos, Wenjian Liu e Rafael Ramos, no dia 20 de dezembro por um afro-americano que queria vingar a morte de cidadãos negros cometidas por policiais.

Assim como no caso de Michael Brown, o policial envolvido na morte do também negro Eric Garner, em julho, não foi indiciado. Garner morreu em uma abordagem policial após ser imobilizado com uma gravata.

Os dois casos desencadearam as maiores mobilizações e forçaram o governo a situar a discriminação racial por parte da polícia como uma das prioridades de sua agenda.

 

 

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Kerry diz que irá a Cuba para abrir embaixada ‘quando for apropriado’

O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, disse nesta quarta-feira (21) que viajará para Cuba “quando for apropriado” para abrir formalmente uma embaixada americana em Havana, mas que ainda restam alguns passos a dar na normalização de relações antes de realizar essa visita histórica.

“Estou preparado, no momento adequado, para reunir-me em algum lugar com meu colega, o ministro das Relações Exteriores (Bruno Rodríguez). Falamos várias vezes por telefone e nos reuniremos quando for apropriado”, disse Kerry aos jornalistas após um encontro com a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini.

“E quando seja o momento, quando seja apropriado, estou preparado para viajar para Cuba para abrir formalmente uma embaixada e começar a avançar. Mas temos algumas coisas a conseguir antes de chegar a isso”, acrescentou Kerry.

A secretária de Estado adjunta dos EUA para a América Latina, Roberta Jacobson, se transformou nesta quarta na funcionária americana de maior categoria a visitar a Cuba castrista, ao chegar a Havana para conversas sobre migração e sobre a normalização de relações anunciada por ambos países no último dia 17 de dezembro.

No diálogo sobre o reatamento dos laços diplomáticos, que começará nesta quinta-feira (22), Estados Unidos e Cuba abordarão a reabertura de suas respectivas embaixadas em Havana e Washington, fechadas em 1961 como consequência da ruptura de relações. “Há várias coisas que temos que negociar, como a suspensão de restrições de viagem aos diplomatas e a eliminação dos limites ao número de pessoal diplomático”, afirmou Kerry.

“Necessitamos de um acesso livre dos cubanos à missão, da mesma forma que proporcionaremos livre acesso à missão cubana aqui em Washington aos americanos ou a qualquer um que chegue”, acrescentou.

Kerry ressaltou que esses acordos requerem um “consentimento mútuo”, e assegurou que a delegação liderada por Jacobson se esforçará para conseguir esse objetivo. “Esperamos que a política de normalização nos ponha em uma posição mais forte para impulsionar nossos interesses e valores e para empoderar o povo de Cuba”, concluiu o chefe da diplomacia americana.

 

 

Da EFE

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Justiça chilena investigará se Pablo Neruda foi envenenado na ditadura

A Justiça chilena ordenou que um painel de especialistas realizem uma nova investigação para determinar se o ganhador do prêmio Nobel Pablo Neruda foi envenenado durante a ditadura de Augusto Pinochet, depois que exames anteriores não conseguiram confirmar esta hipótese.

A reabertura deste processo foi solicitada pela família e pelo Partido Comunista e também tem a participação do governo por meio de advogados de direitos humanos do Ministério do Interior.

“Há indícios iniciais de que ele teria sido envenenado e, neste sentido, as evidências apontam para o envolvimento de certos agentes… que poderão constituir um crime contra a humanidade”, disse o secretário de Direitos Humanos do Ministério do Interior, Francisco Ugaz.

A investigação anterior não pôde confirmar o envenenamento do autor de “Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada”, que morreu oficialmente numa clínica em Santiago de câncer de próstata.

O escritor morreu em 23 de setembro de 1973, duas semanas após o golpe militar que levou Pinochet ao poder. O ex-motorista do poeta Manuel Araya disse que Neruda recebeu uma injeção letal por agentes da ditadura que se infiltraram na clínica.

As novas técnicas de genética forense buscam agora testar amostras para análise de substâncias inorgânicas ou metais pesados para determinar qualquer causa direta ou indireta da morte do poeta chileno.

A investigação irá se concentrar especificamente em detectar eventuais danos celulares ou em proteínas provocados por agentes químicos que hoje estão presentes nos restos mortais do poeta, ao contrário da primeira investigação que tentou encontrar algum veneno no corpo de Neruda.

 

 

Da Reuters

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Policial faz sucesso online ao dublar canção de Taylor Swift

A polícia de Dover, Delaware, divulgou um vídeo divertido que mostra um policial cantando “Shake It Off”, da cantora Taylor Swift, enquanto dirige sua viatura durante uma patrulha. Assista ao vídeo.

Ele foi registrado pela câmera acoplada ao carro para gravar as ações policiais.

O vídeo foi publicado em 16 de janeiro e  teve mais de 20 milhões de visualizações online.

Policial faz sucesso online ao dublar canção de Taylor Swift (Foto: Reprodução)
Policial faz sucesso online ao dublar canção de Taylor Swift (Foto: Reprodução/YouTube)

A própria cantora viu o vídeo e divulgou em seu perfil na rede social Twitter. No texto, ela elogia os movimentos do policial.

Taylor Swift assistiu ao vídeo e o divulgou no Twitter (Foto: Reprodução/Twitter)
Taylor Swift assistiu ao vídeo e o divulgou no Twitter (Foto: Reprodução/Twitter)
Do G1 em São Paulo

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Advogados pedem entrevista com príncipe Andrew em caso sexual

Da AFP

Os advogados de uma mulher que denunciou o magnata americano Jeffrey Epstein por forçá-la a manter relações sexuais com o príncipe Andrew solicitaram um depoimento “sob juramento” do membro da monarquia britânica, revela um documento divulgado nesta quarta-feira (21).

Na carta, dirigida ao Duque de York no Palácio de Buckingham, os advogados da mulher – identificada por Jane Doe #3 – pedem ao príncipe uma entrevista de no máximo duas horas, “em local e momento de sua conveniência”, revela o documento apresentado nesta quarta à Corte de Palm Beach, Flórida.

“Esta carta é um pedido formal (…) para entrevistá-lo, sob juramento, em relação às interações que teve com Jane Doe #3 desde o início de 2001”, quando a mulher tinha 17 anos, assinala o documento, que é acompanhado de uma foto de Andrew, hoje com 54 anos, ao lado da suposta vítima.

Jane Doe #3 é uma das quatro mulheres que processam Jeffrey Epstein por fazer sexo com menores em sua mansão de Palm Beach. Epstein, um conhecido amigo do príncipe, foi condenado em 2008 a 18 meses de prisão por contratar os serviços de uma prostituta menor, e cumpriu sua pena em regime fechado.

Na ação, Jane Doe #3 afirma que Epstein, banqueiro de Wall Street, a forçou a manter relações sexuais com Andrew em Londres, Nova York e em uma ilha particular do Caribe, onde organizou uma orgia com menores. Andrew é o segundo filho da rainha Elizabeth II e o quinto na linha de sucessão ao trono britânico.

O Palácio de Buckingham afirmou, no início de janeiro, que “qualquer sugestão sobre atos impróprios envolvendo menores e o príncipe Andrew é categoricamente falsa”.

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Na luta contra o terrorismo, França anuncia medidas para vigiar 3 mil pessoas

Da Agência Brasil

Valls afirmou que atualmente os serviços de segurança precisam monitorar cerca de 3 mil pessoas / Foto: AFPValls afirmou que atualmente os serviços de segurança precisam monitorar cerca de 3 mil pessoasFoto: AFP

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, apresentou nesta quarta-feira (21) uma série de medidas antiterroristas, que vão custar 735 milhões de euros (cerca de R$ 2,2 bilhões) nos próximos três anos. Ele afirmou que atualmente os serviços de segurança precisam monitorar cerca de 3 mil pessoas.

“Hoje, é necessária a vigilância de quase 1,3 mil pessoas, franceses ou estrangeiros residentes na França, pelo seu envolvimento nas fileiras terroristas na Síria e no Iraque. É um aumento de 130% em um ano”, disse Valls em coletiva de imprensa, duas semanas depois dos atentados de Paris. “A essas, juntam-se 400 a 500 pessoas envolvidas com grupos mais antigos ou com outros países, assim como os ativistas do ciberjihadismo francófono. Ao todo são quase 3 mil pessoas a vigiar”, acrescentou.

As novas medidas preveem a criação de 2.680 empregos nos próximos três anos, 1,4 mil dos quais no Ministério do Interior, 950 no Ministério da Justiça e 250 no da Defesa, segundo o primeiro-ministro. A medida vai custar 425 milhões de euros em três anos em equipamento e funcionamento, valor que aumenta para 735 milhões de euros quando se incluem os salários. O gasto, segundo o primeiro-ministro, “vai ser compensado com economias no conjunto da despesa pública, ano após ano”, disse Valls.

O primeiro-ministro anunciou igualmente o recrutamento de 60 imãs muçulmanos para atuar nas prisões, que se juntarão aos 182 já existentes. O governo vai lançar, “nos próximos dias, uma página na internet para informar o grande público sobre os meios de luta contra o recrutamento jihadista, principalmente de jovens”, anunciou.

Valls disse ainda que, ao longo dos próximos três anos, “60 milhões de euros vão ser destinados à prevenção da radicalização”. Uma proposta de lei sobre os serviços de informações vai ser debatida no Parlamento “no início de março”, com vista a um “reforço sem precedentes dos meios” de atuação.

Hoje à tarde, o governo francês deverá anunciar também medidas no âmbito da educação, para  reforçar o respeito pela laicidade, a diversidade e o espírito cívico na sociedade francesa.

Desde os atentados, vários incidentes foram registrados em escolas, sobretudo em bairros de forte presença muçulmana, em que alunos perturbaram homenagens às vítimas dos atentados, em alguns casos manifestando apoio ao jihadismo.

Estas medidas juntam-se às anunciadas pelo presidente francês, François Hollande, dias depois dos atentados, dirigidas sobretudo ao reforço da capacidade dos serviços de segurança. Elas incluíram a mobilização de 122 mil policiais, gendarmes (soldados de uma corporação especial encarregada de manter a ordem pública) e militares para a proteção de locais sensíveis e a suspensão da prevista redução de 2 mil efetivos no Exército até ao final de 2017.

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Evo Morales assume terceiro mandato na Bolívia

Da Agência Brasil

Morales foi reeleito para um mandato de cinco anos, com 61% dos votos válidos / Foto: Agência BrasilMorales foi reeleito para um mandato de cinco anos, com 61% dos votos válidosFoto: Agência Brasil

As cerimônias de posse do presidente da Bolívia, Evo Morales, em seu terceiro mandato, começam hoje (21) com um ritual ancestral indígena e se estendem até a quinta-feira (22). Neste primeiro dia, o evento ocorre em Tiwanaku, sítio arqueológico classificado de precursor do Império Inca, o que é uma tradição nas posses presidenciais. Durante a cerimônia, Morales vai receber dois bastões – que simbolizam a passagem do poder do povo andino – de uma criança e de uma anciã.

Representantes de movimentos sociais e de comunidades tradicionais estão no local para as celebrações. Amanhã (22), as comemorações ocorrerão na Assembleia Legislativa, em La Paz (capital administrativa), a 72 quilômetros de Tiwanaku.

Morales foi reeleito para um mandato de cinco anos, com 61% dos votos válidos. Além dele, também concorreram à Presidência Samuel Doria Medina, empresário do ramo de cimento; Jorge Quiroga, que foi vice-presidente do país por quatro anos e, em seguida, assumiu como presidente pelo período de um ano; o prefeito de La Paz, Juan del Granado, e o líder indígena Fernando Vargas.

Eleito pela primeira vez em 2005, Evo Morales é o primeiro presidente indígena boliviano, povo que representa cerca de 60% da população do país. A presidenta Dilma Rousseff vai participar do segundo dia da cerimônia de posse, em La Paz.

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Protestos deixam 43 mortos na República Democrática do Congo, diz grupo

Da Agência Brasil

Pelo menos 43 pessoas morreram nesta quarta-feira (21) durante um protesto em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, segundo a Federação Internacional de Direitos Humanos (Fidh), que junta várias ONGs que tratam do tema.

A manifestação era contra uma reforma no código eleitoral do país. Para a oposição, a alteração facilitaria que o presidente Joseph Kabila perdurasse no poder.
O mandado de Kabila – sem as mudanças – deve acabar em 2016.
O secretário-geral para a África da Fidh disse que a maioria das vítimas foram mortas no protesto.
O governo, por sua vez, diz que houve apenas 15 mortes e alega que as pessoas foram baleadas por seguranças privados enquanto saqueavam lojas.
Na segunda (19), outros distúrbios em Kinshasa deixaram 28 mortos de acordo com uma ONG local. As autoridades falam em cinco.

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Obama pede união ao Congresso e diz que ‘sombra da crise passou’

Do G1, em São Paulo

Barack Obama faz o discurso do Estado da União, tendo ao fundo o vice-presidente, Joe Biden (esquerda) e o presidente do Congresso, John Boehner (Foto: Reuters/Mandel Ngan/Pool)
Barack Obama faz o discurso do Estado da União, tendo ao fundo o vice-presidente, Joe Biden (esquerda) e o presidente do Congresso, John Boehner (Foto: Reuters/Mandel Ngan/Pool)

O fortalecimento de uma “economia de classe média” foi o tema principal do presidente dos EUA, Barack Obama, em seu discurso sobre o Estado da União, na noite desta terça (20), no qual ele garantiu que “a sombra da crise passou”. Durante uma hora, Obama falou sobre a necessidade de oportunidades econômicas mais equilibradas e mencionou ainda assuntos como diplomacia, a luta contra o Estado Islâmico, segurança cibernética e o fim do embargo a Cuba.

Pela primeira vez em seus seis anos de mandato, o presidente falou a um Congresso predominantemente de oposição, com maioria republicana em suas duas câmaras. Por isso, por diversas vezes apelou a pontos de união entre os partidos. “Somos mais do que um conjunto de estados azuis ou vermelhos. Somos os Estados Unidos da América”, ressaltou.

Ao mencionar uma série de índices econômicos favoráveis, como a menor inflação em décadas e a criação de 11 milhões de novos empregos nos últimos cinco anos, Obama aproveitou para questionar o perfil que os Estados Unidos pretendem adotar. “Esta noite, viramos a página”, anunciou, ao falar sobre as dificuldades superadas nos últimos anos.

“Neste momento – com uma economia em crescimento, déficits em queda, indústria em movimento e produção de energia em expansão – nos erguemos da recessão mais livres para escrever nosso próprio futuro do que qualquer outra nação na Terra. Agora depende de nós escolhermos quem queremos ser nos próximos quinze anos, e nas décadas que virão. Aceitaremos uma economia onde apenas alguns de nós se dão espetacularmente bem? Ou vamos nos comprometer com uma economia que gere lucros crescentes e chances para todos que se esforçarem?”, perguntou.

Ao dizer que o governo tem que fazer mais do que simplesmente “não atrapalhar”, Obama falou em ações como a ampliação da rede de berçários e creches, a necessidade do pagamento de licença médica, licença maternidade e horas extras e do aumento do salário mínimo. Ele citou ainda os planos para ampliar o acesso à universidade pública em todo o país, a redução de burocracia para pequenos empreendedores, melhoras na estrutura comercial e em políticas de exportação e mesmo no acesso à internet.

“São ideias que fazem uma enorme diferença na vida de milhões de pessoas”, destacou. “Queremos que os americanos vençam a corrida”, disse, ao mencionar que 95% dos consumidores mundiais estão fora dos EUA e que quer “trazer de volta os empregos que foram para a China”.

Segundo o presidente, tanto republicanos quanto democratas querem melhorar a infraestrutura do país, mas, para financiar isso, é preciso repensar também uma forma de tornar a economia mais justa, eliminando privilégios que há anos são concedidos aos mais ricos, como isenções e reduções de impostos.

Diplomacia e embargo
Ao abordar o papel dos EUA fora de seu território, Obama deu destaque à atuação na luta contra o terrorismo, falando de sua atuação “de escolas no Paquistão às ruas de Paris”. Além disso, o presidente diz que os Estados Unidos deixam claro sua posição de que grandes países não podem ameaçar nações menores em casos como o que envolvem a Rússia e a Ucrânia. “Hoje a Rússia está isolada economicamente… é assim que a América lidera”.

“Eu acredito em um tipo mais inteligente de liderança americana. Nós lideramos melhor quando combinamos força militar com forte diplomacia. Isso é exatamente o que estamos fazendo neste momento – e, ao redor do mundo, isso está fazendo a diferença”, disse, ao lembrar os esforços no Iraque e na Síria, reforçando que o combate ao Estado Islâmico e à “falida ideologia do extremismo” será uma luta que levará tempo e demandará foco.

Ainda falando sobre diplomacia, ele pediu ao Congresso que comece a trabalhar este ano para encerrar o embargo à Cuba. “O que fizemos não funcionou durante 50 anos, está na hora de tentarmos algo diferente”, afirmou.

Obama citou ainda as negociações sobre desarmamento nuclear com o Irã e disse que sanções aquele país neste momento iriam apenas “garantir a falha da diplomacia”. Assim, anunciou, irá vetar qualquer tipo de sanção apresentada antes do fim das negociações.

Em seu discurso, o presidente abordou ainda a questão da segurança online, se referindo aos recentes ataques que teriam tido envolvimento da Coreia do Norte, embora não tenha citado o nome do país. “Nenhuma nação estrangeira, nenhum hacker, deve ser capaz de fechar nossas redes, roubar nossos segredos comerciais ou invadir a privacidade de famílias americanas, especialmente de nossos filhos. Estamos nos certificando de que nosso governo integre inteligência para combater ameaças cibernéticas, assim como temos feito para combater o terrorismo”, garantiu, ao pedir que o Congresso aprove uma proposta de legislação recém-apresentada.

Minorias e Guantánamo
Barack Obama falou ainda sobre liberdade e minorias, condenando o antissemitismo e o preconceito contra muçulmanos, além de ataques a qualquer cidadão motivados por religião, raça ou orientação sexual.

Por fim, ele reforçou sua determinação em fechar a prisão de Guantánamo. “Não faz sentido gastar três milhões de dólares por prisioneiro para manter aberta uma prisão que o mundo condena e terroristas usam para recrutar. Cumprimos nossa promessa de cortar a população pela metade. Agora é hora de concluir a tarefa. Não irei abrandar minha determinação em fechá-la”, disse.

Convidados
O Discurso sobre o Estado da União acontece tradicionalmente há mais de 60 anos, e é a ocasião em que o presidente se pronuncia perante o Congresso sobre a situação do país e suas propostas e prioridades para o ano que se inicia. Entre os 22 convidados da presidência, que assistiram ao discurso ao lado da primeira-dama, Michelle Obama, estiveram Alan Gross, libertado de uma prisão cubana em 17 de dezembro, e oito cidadãos que escreveram cartas ao presidente, como uma filha de imigrantes ilegais, cuja família será beneficiada pela nova política de imigração proposta por Obama, e Rebekah Erler, uma jovem que relatou as dificuldades superadas por sua família nos últimos sete anos e foi citada pelo presidente em uma analogia com o próprio país, comparado por ele a uma “família unida”.

O presidente Barack Obama durante seu discurso do Estado da União, no Congresso, em Washington (Foto: Reuters/Kevin Lamarque)
O presidente Barack Obama durante seu discurso do Estado da União, no Congresso, em Washington (Foto: Reuters/Kevin Lamarque)
Do G1, em São Paulo

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