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Obama é levado ao hospital para tratar dor de garganta nos EUA

O presidente dos EUA, Barack Obama, pede calma à população de Ferguson após o anúncio da decisão de não indiciar o policial Wilson Darren, que atirou e matou o jovem negro Michael Brown, em Ferguson. (Foto: Mandel Ngan / AFP Photo)

Casa Branca negou que Obama tenha ido ao hospital devido à emergência médica (Foto: Mandel Ngan / AFP Photo)

O presidente americano, Barack Obama, foi neste sábado a um hospital fazer exames por causa de uma dor de garganta, informou a Casa Branca em um comunicado, descartando que tenha se tratado de uma emergência médica.

Obama vinha se queixando de dores de garganta, o que fez com que seu médico, o capitão Ronny Jackson, lhe pedisse exames para ter um diagnóstico no Centro Médico Militar Walter Reed National, destacou o comunicado oficial.

Citando Jackson, o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, disse que os exames foram um desejo de Obama e não uma emergência.

Mas o translado para a clínica foi rapidamente programada, pouco depois de a Casa Branca dispensar os jornalistas que cobrem a agenda do presidente.

A caravana presidencial saiu antes mesmo que todos os jornalistas voltassem ao edifício.

 

Da France Presse

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Maior trufa branca do mundo é arrematada por US$ 61 mil nos EUA

A maior trufa branca do mundo, pesando 1,89 kg, foi vendida em um leilão, em Nova York, por US$ 61.250, anunciou, neste sábado, a casa Sotheby’s, que organizou o arremate.

Esta trufa, “de longe a maior já descoberta”, foi adquirida por telefone por “um apaixonado da alimentação e do vinho originário de Taiwan”, destacou a casa de leilões em um comunicado.

O extraordinário tubérculo foi descoberto na semana passada, na região central da Itália, por Sabatino Tartufi, uma das empresas que são as maiores fornecedoras deste tipo de produto.

A família Balestra, proprietária da empresa e que pôs a trufa à venda, prevê doar os lucros obtidos com a venda a organizações de caridade.

A trufa é um fungo muito raro e cobiçado, o que torna seu preço muito elevado.

Maior trufa do mundo, colocada ao lado de maçã. Tubérculo foi vendido em Nova York por mais de US$ 61 mil (Foto: Sotheby's Auction House/AP)
Maior trufa do mundo, colocada ao lado de maçã. Tubérculo foi vendido em Nova York por mais de US$ 61 mil (Foto: Sotheby’s Auction House/AP)
Da France Presse

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Rapper Beanie Sigel é baleado após discussão nos EUA

Rapper recebe atendimento após ser baleado em Plesantville nesta sexta-feira (5) nos Estados Unidos. (Foto: Michael Ein/The Press of Atlantic City/AP Photo)

Rapper recebe atendimento após ser baleado em Plesantville nesta sexta-feira (5) nos Estados Unidos. (Foto: Michael Ein/The Press of Atlantic City/AP Photo)

O rapper americano Beanie Sigel foi baleado nesta sexta-feira (5) na região de Atlantic City e estaria gravemente ferido, segundo informações dos meios de comunicação dos Estados Unidos.

O músico, oriundo da Filadélfia e cujo verdadeiro nome é Dwight Grant, foi baleado na barriga durante uma discussão em uma casa em Pleasantville, em um incidente que teria deixado outro ferido.

Beanie Sigel, 40 anos, foi levado ao hospital para ser operado e corre risco de morte, informou o jornal Press of Atlantic City, citando a polícia.

O rapper, que atuou em 2002 no filme ‘Propriedade do Estado’ (‘State Property’) junto com Jay Z e criou em paralelo o grupo de rap State Property, foi duas vezes indicado para o prêmio Grammy, com ‘Can’t Stop, Won’t Stop’.

Conhecido por seus problemas com as autoridades, Beanie Siegel foi condenado em 2004 a um ano de prisão por porte de arma, e recentemente recebeu uma pena de dois anos de prisão por sonegação fiscal, mas saiu em agosto passado.

 

Da France Presse

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Canadá sacrifica 80 mil aves contra gripe aviária

O Canadá iniciou nesta sexta-feira (5) o sacrifício de 80 mil aves de quatro granjas da Columbia Britânica, no oeste do país, após o registro de casos de gripe aviária da cepa H5N2.

O sacrifício integral dos frangos começou em uma granja em Chilliwack, revelou um alto funcionário da ACIA, Pierre Lafortune.

No total, milhares de aves – basicamente frangos e perus – serão sacrificadas nos próximos dias mediante o emprego de gás carbônico, de acordo com as normas internacionais.

Os produtores serão indenizados em um prazo de entre seis e dez semanas, pelo valor de mercado nas aves.

As aves com o vírus foram identificadas na terça-feira, em duas granjas, uma em Plats-bords e outra em Chilliwack. Outras duas granjas em Chilliwack foram isoladas na quinta-feira.

O vírus H5N2 – um subtipo que afeta aves selvagens e domésticas – tem uma alta taxa de mortalidade entre as aves, mas é raramente transmitido para seres humanos.

Da France Presse

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EUA desmantelam maior acampamento de sem-teto no país

Homens carregam seus pertences para fora de acampamento de sem-teto no Vale do Silício. (Foto: Josh Edelson / AFP Photo)

Homens carregam seus pertences para fora de acampamento de sem-teto no Vale do Silício. (Foto: Josh Edelson / AFP Photo)

 

Efetivos policiais e representantes da cidade de San José, na Califórnia, começaram a desmantelar nesta quinta-feira (4) o maior acampamento de sem-teto dos Estados Unidos, no coração do Vale do Silício.

O acampamento, conhecido como “A selva”, abrigava cerca de 300 pessoas, em condições bastante precárias, de acordo com imagens exibidas por várias emissoras locais de televisão.

As autoridades garantem que o objetivo é realocar os sem-teto em abrigos e moradias populares.

Trabalhadores desmancham barraco em ‘A selva’. (Foto: Josh Edelson / AFP Photo)
Trabalhadores desmancham barraco em ‘A selva’. (Foto: Josh Edelson / AFP Photo)

Os desalojados tiveram que sair, o mais rápido possível, do acampamento, carregando seus pertences em carrinhos de supermercado.

A rede de televisão “NBC” reportou que mais de 130 pessoas deixaram o acampamento de forma voluntária. ‘A selva’ fica em pleno coração do Vale do Silício, uma das regiões mais ricas do país, que concentra gigantes da tecnologia como Apple e Google.

O responsável da equipe de gestão dos sem-teto de San José, Ray Bramson, afirmou à NBC que a crescente violência no acampamento, as recentes chuvas na região e a falta de salubridade tornaram o desmantelamento necessário.

Bramson disse que, no último mês, um dos sem-teto tentou estrangular outro e uma pessoa quase morreu a marteladas.

Além disso, o Conselho Estadual de Controle dos Recursos Hídricos exigiram a limpeza do rio que passa pelo acampamento, conhecido como Coyote Creek.

Pequeno trator remove detritos em acampamento sem-teto desmantelado pelos EUA. (Foto: Josh Edelson / AFP Photo)
Pequeno trator remove detritos em acampamento sem-teto desmantelado pelos EUA. (Foto: Josh Edelson / AFP Photo)

A cidade de San José se comprometeu a destinar US$ 4 milhões para transferir o maior número possível de pessoas do acampamento para imóveis subsidiados.

As autoridades locais já conseguiram apartamentos para 144 pessoas e se comprometeram a subsidiar seu aluguel por dois anos.

 

 

 

Da EFE

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‘Médicos verdes’ prescrevem maconha em praia da Califórnia

'Green Doctors' atendem em praia de Los Angeles (Foto: Flávia Mantovani/G1)

‘Green Doctors’ atendem em praia de Los Angeles (Foto: Flávia Mantovani/G1)

 

No calçadão da praia de Venice, na região de Los Angeles, na Califórnia, uma barraca chama a atenção no meio de lojas de souvenirs e de vendedores de artesanato que parecem saídos de uma comunidade hippie dos anos 70. Na porta, o cartaz em forma de folha de maconha anuncia: “Torne-se legalizado: avaliação de maconha medicinal”.

Lá dentro, por US$ 40, é possível se consultar com um médico que pode prescrever maconha para uso medicinal — finalidade permitida nesse estado americano. Essa clínica improvisada se chama Green Doctors (“médicos verdes”), mas há outras “clínicas de cannabis” concorrentes na vizinhança.

De uniforme verde, o atendente explica como funciona. A pessoa paga a taxa, passa pela consulta e, caso o médico avalie que existe algum problema de saúde para o qual a maconha é indicada, sai com uma recomendação por escrito. Ele também pode fazer uma identificação especial (cobrada à parte) que permite adquirir maconha por um ano sem ter que voltar ao médico.

Para comprar a droga, o paciente precisa ir a outro lugar, os chamados “dispensaries”, identificados com uma cruz verde na porta (e onde só entram pessoas com o documento de recomendação). Na região de Venice, uma praia com clima mais alternativo, onde surfistas, skatistas e tatuados se misturam a visitantes andando de bicicleta e patins, há vários desses estabelecimentos.

Lei

Serviço dos 'médicos verdes' é oferecido na praia de Venice (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Serviço dos ‘médicos verdes’ é oferecido na praia de Venice (Foto: Flávia Mantovani/G1)

Pela lei, apenas moradores da Califórnia podem ter acesso à maconha legal dentro do estado. Mas o atendente do Green Doctors parece não se importar com isso. “É só dar o endereço do hotel. Muitas pessoas ficam em hotéis enquanto estão em um processo de mudança para a Califórnia”, diz, piscando um olho.

Mas e se o médico não recomendar a maconha no fim da consulta? “Aí não precisa pagar”, afirma o atendente. De qualquer forma, pela lista de problemas de saúde que ele cita como passíveis de tratamento com a erva, não parece difícil sair com a receita na mão. “Você tem insônia? Dor de cabeça? Ansiedade? Pode ajudar em tudo isso”, diz.

Um paciente mostra a receita obtida com um 'médico verde' (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Um paciente mostra a receita obtida com um ‘médico verde’ (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Do G1, em Los Angeles

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Nova York enfrenta mais um dia de tensão por morte de homem negro

Manifestantes se reúnem na Foley Square, em Nova York, na noite de quinta-feira (4) (Foto: AP Photo/Jason DeCrow)

Manifestantes se reúnem na Foley Square, em Nova York, na noite de quinta-feira (4) (Foto: AP Photo/Jason DeCrow)

 

Nova York enfrentava mais um dia de tensão nesta quinta-feira (4), após uma noite de incidentes que deixou 83 detidos em protestos contra a decisão de não julgar um policial branco que matou um homem negro em um incidente polêmico ocorrido em Staten Island, em julho passado.

Na noite de quarta-feira, 83 pessoas foram detidas em manifestações realizadas em vários bairros de Nova York contra a decisão de um grande júri de não julgar o policial branco Daniel Pantaleo pela morte de Eric Garner, um pai de família negro.

Garner, de 43 anos, suspeito de vender cigarros ilegalmente, morreu após ter sido contido à força por vários policiais brancos, inclusive Pantaleo, que o agarrou pelo pescoço, uma prática proibida em Nova York.

A decisão foi anunciada dez dias depois de um veredicto parecido em Ferguson (Missouri), que provocou protestos em todo o país.

Em Nova York, quase 5 mil pessoas ocuparam a Times Square, a Columbus Circle, áreas do Harlem e até de Staten Island, o bairro onde morreu Garner, de 43 anos, durante uma violenta operação policial em 17 de julho.

Na capital Washington, também aconteceram várias pequenas manifestações, sem incidentes.

A atuação do policial Pantaleo foi filmada por um cinegrafista amador. No vídeo, Garner se queixa várias vezes de não conseguir respirar. Obeso e asmático, ele perdeu os sentidos em seguida e foi declarado morto no hospital.

A morte foi classificada como homicídio pelo Instituto Médico Legal da cidade.

Em meio à polêmica, o secretário americano da Justiça, Eric Holder, disse nesta quinta que a polícia de Cleveland – onde um menino negro de 12 anos foi morto por um policial em novembro – fez uso excessivo da força.

Holder declarou que esta conclusão é resultado de uma investigação federal realizada durante um ano e meio em Cleveland (Ohio, norte).

“A investigação determinou que há razões para crer que a polícia de Cleveland (…) pratica um uso da força irracional e desnecessário, violando a Quarta Emenda da Constituição”.

O secretário de Justiça também anunciou a abertura de uma investigação federal sobre a possível violação de direitos civis em Nova York no caso Garner.

‘Sem motivo razoável’
O júri, integrado por 23 americanos residentes em Nova York, concluiu que não existia motivo razoável para decidir por um julgamento de Daniel Pantaleo depois de deliberar sobre a evidência apresentada no caso, afirmou o procurador de Staten Island, Daniel Donovan.

O policial Pantaleo, de 29 anos, divulgou um comunicado no qual afirma que jamais teve a intenção de machucar Garner e pediu desculpas à família.

Mas a esposa de Garner, Esaw, rejeitou o pedido e afirmou que o policial “deveria sentir remorso por não ter ouvido os gritos do marido, que pedia para que o deixassem respirar”.

A Polícia de Nova York, a maior dos Estados Unidos, conta com 35 mil oficiais e é criticada frequentemente pelo uso excessivo da força, principalmente contra as minorias latina e negra.

De Blasio anunciou na quarta-feira que 60 agentes da cidade começarão a usar no fim de semana uma microcâmera no uniforme, em um período de testes. Com esta iniciativa, a Prefeitura pretende tornar mais transparentes as ações policiais.

Novo caso
Em Phoenix, no Arizona, um policial matou um homem negro desarmado com dois tiros na última terça-feira (2) após uma briga entre ambos, informou nesta quinta-feira (4) a polícia local, em um caso similar ao de Michael Brown e Eric Garner.

De acordo com a versão policial que foi detalhada em um comunicado, Rumain Brisbon estava vendendo drogas em um carro quando o policial o abordou e pediu que se rendesse.

No entanto, o suspeito não obedeceu e correu para um edifício de apartamentos, onde confrontou fisicamente o policial. Segundo o comunicado, o suspeito introduziu as mãos nos bolsos das calças, o que fez com que o agente pensasse que estivesse buscando alguma arma.

O policial – identificado apenas como um homem branco de 30 anos – disparou duas vezes contra o suspeito, que tinha 34 anos e acabou morrendo.

Os agentes descobriram depois que Brisbon carregava nos bolsos um frasco de oxicodona, um medicamento anestésico. Já em seu veículo, foi encontrada uma quantia de maconha e uma espingarda semiautomática.

O suspeito tinha uma longa ficha criminal por assalto e roubo, segundo a imprensa local.

A advogada de Brisbon, Marci Kratter, explicou à imprensa do Arizona que há testemunhas que contradizem a versão policial.

Manifestantes se reúnem na Foley Square, em Nova York, na noite de quinta-feira (4) (Foto: Reuters/Shannon Stapleton)
Manifestantes se reúnem na Foley Square, em Nova York, na noite de quinta-feira (4) (Foto: Reuters/Shannon Stapleton)
Em Washington, manifestantes tambem foram às ruas na noite de quinta (4) (Foto: AFP Photo/Paul J. Richards)
Em Washington, manifestantes tambem foram às ruas na noite de quinta (4) (Foto: AFP Photo/Paul J. Richards)
Da France Presse

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COP 20 entra no quinto dia sem prévia de rascunho do acordo climático

Movimento no local onde acontece a Conferência da ONU, chamado de Pentagonito, sede do Exército Peruano (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Movimento no local onde acontece a Conferência da ONU, chamado de Pentagonito, sede do Exército Peruano (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

A Conferência Climática das Nações Unidas, a COP 20, entra em seu quinto dia nesta sexta-feira (5) sem que a prévia do rascunho do novo acordo climático global tenha sido apresentado aos países.

Segundo o negociador-chefe do Brasil, o embaixador José Antônio Marcondes de Carvalho, as discussões dentro da Plataforma de Durban, instrumento diplomático criado dentro da convenção da ONU que permite criar um tratado para o clima, ocorrem “de forma efetiva e se encaminham para alcançarem um resultado”. “O que estamos fazendo é uma varredura total de todos os temas para vermos o que dará para fazer. Hoje [quinta] não temos um texto ainda. Mas esse é o objetivo da conferência, terminar com um texto”, disse ele ao G1.

Os debates em Lima são considerados importantes por diplomatas e cientistas por ser a última chance de costurar um plano que obrigará os países a cortar emissões de gases-estufa antes de sua aprovação, em 2015. Sua entrada em vigor está prevista para 2020.

Apresença massiva desses gases na atmosfera acelera o aumento da temperatura do planeta e causa as mudanças climáticas, como uma maior quantidade de chuvas, enchentes, seca, além do degelo das calotas polares, sobretudo no Ártico. Cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima, o IPCC, atestam que essas alterações já ocorrem e se agravam.

Proposta brasileira foi aceita
A formulação do novo acordo segue em meio a embates históricos. Um deles é que os países desenvolvidos querem modificar o princípio das “Responsabilidades Comuns, porém diferenciadas”, que norteia as discussões da Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas, a UNFCCC.

As grandes potências, boa parte obrigada a reduzir as emissões desde que o Protocolo de Kyoto – único tratado resultante desta convenção – foi criado, em 1997, alegam que importantes nações em desenvolvimento (Brasil, China, Índia e África do Sul) têm que seguir regras rígidas para diminuir o envio de gases à atmosfera.

O embate se dá porque o bloco “mais pobre”, em tese, não quer frear seu desenvolvimento e cortar bruscamente as emissões, o que é exigido pelo bloco “mais rico”.

Uma proposta do governo brasileiro que esfria os ânimos nessa discussão, tornando-a mais dinâmica e mantendo a responsabilidade histórica das emissões, foi aceita pelos diplomatas e deve ser inserida no rascunho do novo acordo.

Chamada de diferenciação concêntrica, ela divide os países em três níveis. Em cada um deles é possível escolher em um “menu” critérios para diminuir suas emissões. A proposta permite ainda que nações vulneráveis, como os Estados-ilha, não empreendam grandes ações, já que têm poucos recursos e sua mitigação não teria impactos significativos.

“Há muito interesse dos países e o fato do próprio presidente da COP [o ministro do Meio Ambiente do Peru, Manuel Pulgar Vidal] ter requisitado uma apresentação nossa é uma demonstração de que as coisas estão tomando corpo. É uma forma de melhorar o regime de implementação”, explica o embaixador. “Ela [a proposta] pode acalmar os ânimos, porque muitos países desenvolvidos se dão conta que [o mecanismo] tende a ser justamente o fio condutor dessa nova posição da negociação, com aumento de ambição e superando a questão de autodiferenciação, que milita contra o objetivo do acordo”, complementa.

Outro tema em discussão na COP 20 é sobre o que os países inseridos no Protocolo de Kyoto vão fazer para reduzir suas emissões até 2020, durante o segundo período de vigência deste tratado obrigatório. Chamado de segundo trilho das negociações, ele ainda não teve grandes avanços durante a cúpula peruana.

Nos próximos dias, as discussões vão aumentar de ritmo com a chegada dos ministros para o Segmento de Alto Nível, que terá início na próxima terça-feira (9). O acordo final precisa ser aprovado e assinado na Conferência do Clima de Paris, a COP 21, no ano que vem.

Reuniões com integrantes de ONGs e até diplomatas acontecem também em ambientes abertos dentro do espaço da conferência, em Lima (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Reuniões com integrantes de ONGs e até diplomatas acontecem também em ambientes abertos dentro do espaço da conferência, em Lima (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Do G1, em Lima

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Lufthansa cancela mais de 40 voos por greve de pilotos

Da AFP

Greve desta quinta-feira é a segunda da semana / Foto: ReproduçãoGreve desta quinta-feira é a segunda da semanaFoto: Reprodução

Dezenas de voos da Lufthansa foram cancelados nesta quinta-feira (4) por uma nova greve de pilotos da companhia aérea alemã, a 11ª desde abril, que desta vez afeta apenas os voos de longo percurso e de carga.

Mais de 40 voos intercontinentais foram cancelados, com destino ou procedentes dos Estados Unidos e da Ásia. A greve teve início às 0h (horário de Brasília) e prosseguirá até 20h59.

Há vários meses o sindicato de pilotos Cockpit protesta contra o projeto da direção de acabar com a possibilidade de aposentadoria aos 55 anos com 60% do salário.

A greve desta quinta-feira é a segunda da semana, após uma paralisação de 36 horas na segunda-feira e terça-feira, que provocou o cancelamento de mais de mil voos.

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Putin diz que política da Rússia sobre Ucrânia está correta

O presidente russo, Vladimir Putin, durante o discurso do estado da nação nesta quinta-feira (3) (Foto: Sergei Karpukhin/Reuters)

O presidente russo, Vladimir Putin, durante o discurso do estado da nação nesta quinta-feira (3) (Foto: Sergei Karpukhin/Reuters)

O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta quinta-feira (4) que os acontecimentos na Ucrânia mostraram que a política russa está correta, e acusou o Ocidente de agir cinicamente a respeito da crise na antiga república soviética.

Putin afirmou que o Ocidente adotou sanções contra a Rússia para enfraquecer o país, usando como pretexto a crise na Ucrânia.

“Cada vez que alguém acredita que a Rússia se tornou muito forte e independente, aplicam imediatamente este tipo de medidas”, disse Putin no discurso do estado da nação, em referência às sanções ocidentais.

 

Do G1, em São Paulo

 

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