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Avião do exército cai em mercado e deixa mortos na Síria

Pelo menos 12 pessoas morreram depois que um avião caça do exército sírio caiu em um mercado cheio na localidade rebelde de Ariha, no noroeste da Síria, nesta segunda-feira (3), informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Segundo a ONG baseada no Reino Unido, a maior parte das vítimas é composta de civis que estavam no solo quando o avião caiu. A cidade fica na província de Idlib, que foi dominada por uma coalizão de insurgentes islamitas em maio.

O exército sírio ainda não se pronunciou após o ocorrido.

Da Reuters

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Achados novos destroços que poderiam ser de avião da Malaysia

O Ministro dos Transportes da Malásia afirmou na madrugada deste domingo (2) que foram encontrados mais “restos metálicos” que pertenceriam a um Boeing 777 na ilha francesa de Reunião, informou a agência Reuters.

A nova descoberta levou o país a afirmar o desejo de ampliar as buscas na região pelo voo MH370 da Malaysia Airlines, feito por um Boeing 777, que desapareceu em março de 2014

Segundo a agência EFE, os objetos teriam sido avistados por transeuntes que passeavam na orla. Não foram dados detalhes sobre o tamanho ou quantidade das peças encontradas.

Na última quarta-feira (29), um fragmento de asa pertencente a um Boeing 777, similar ao que desapareceu, foi achado nesta ilha do Oceano Índico. Ele chegou neste sábado (1º) à França, onde vai ser analisado para verificar se pertence à Malaysia Airlines. O voo MH370 desapareceu sem rastro há mais de um ano com 239 pessoas a bordo.
A parte encontrada foi encaminhada a Balma, nos arredores de Toulouse (sul da França), onde fica o DGA TA, laboratório subordinado ao Ministério da Defesa e especializado em investigações técnicas sobre acidentes de aviões.

No entanto, a perícia não começará até a quarta-feira, prazo concedido para garantir a chegada de todos os especialistas que farão o estudo.

Essa análise será realizada na presença de um juiz da seção de investigação da Gendarmaria de Transporte Aéreo (SRGTA), de um membro do Escritório de Investigação e Análise (BEA), de um especialista aeronáutico malaio e de um representante das autoridades judiciais do país.

A fabricante americana Boeing também anunciou na sexta-feira o envio de uma equipe técnica à França para colaborar nessas atividades.

A análise buscará principalmente descobrir o número de série da peça, de modo a determinar sua procedência e posteriormente a busca de qualquer elemento que permita elucidar se a aeronave explodiu durante o voo ou caiu diretamente na água.

Desaparecimento do voo MH370 mapa 290 (Foto: Editoria de Arte/G1)

O ministro australiano de Transportes, Warren Truss, afirmou na quinta-feira que o fragmento foi localizado em uma rota de acordo com as análises do possível trajeto do avião desaparecido, mas alertou que é improvável localizar o resto da aeronave.

A Austrália insistiu um dia depois que “é cada vez mais certo” que o fragmento pertença ao avião malaio, tese também compartilhada pelas autoridades malaias, que garantem que esse pedaço é de um Boeing 777.

A familiaridade, segundo a imprensa francesa, pode ser divulgada na quarta-feira, mas as conclusões da análise são aguardadas apenas para daqui a algumas semanas.

Relembre o caso
O voo MH370 da Malaysia Airlines, um Boeing 777-200, decolou de Kuala Lumpur na madrugada do dia 8 de março com 239 pessoas a bordo e deveria chegar a Pequim seis horas mais tarde. Quarenta minutos após a decolagem, o avião desapareceu subitamente das telas do radar.

As autoridades malaias asseguram que o aparelho mudou de rumo em uma “ação deliberada” para atravessar a Península de Malaca em direção contrária a seu trajeto inicial sem motivo aparente.

Segundo o grupo de especialistas que estuda o caso, o avião voou em direção ao sul do Índico com todas as pessoas a bordo inconscientes pela falta de oxigênio até ficar sem combustível e cair ao mar. Desde então não se encontrou nem sequer um pequeno pedaço da fuselagem da aeronave que confirme o acidente.

Segundo as investigações, o avião caiu em algum lugar das águas do sul do Oceano Índico.

Do G1, em São Paulo

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Em primeira mensagem de áudio, novo líder do Talebã promete continuar luta

O novo líder do grupo radical Talebã, mulá Akhtar Mansour, divulgou sua primeira mensagem de áudio prometendo continuar a luta e pedindo união no grupo.

Mansour era o vice de mulá Omar, que comandou o movimento por duas décadas e cuja morte foi oficialmente confirmada na quinta-feira.

A mensagem de Mansour afirmou que os combatentes do Talebã devem se unir pois “divisões em nossas fileiras apenas vão agradar nossos inimigos”.

O novo líder do Talebã também afirmou que o grupo “vai continuar a jihad até instaurarmos um governo islâmico no país”.

A gravação de 30 minutos, na qual é possível ouvir um bebê chorando em alguns momentos, foi divulgada para jornalistas pelo porta-voz do Talebã Zabiullah Mujahid, neste sábado.

Para o repórter do Serviço Mundial da BBC Dawood Azami, a primeira mensagem pública de Mansour indica que ele vai ser um líder diferente do mulá Omar, um homem “mais recluso” que preferia mensagens por escrito.

“A gravação é de um discurso que ele fez para uma reunião de, aparentemente, dezenas de seus partidários, depois de sua indicação (como líder do grupo) na quinta-feira”, afirmou o jornalista.

Um porta-voz do Talebã disse à BBC que Mansour não foi indicado por todo o grupo.

“Tendo que enfrentar a oposição à sua indicação de vários nomes da alta hierarquia do Talebã, o novo líder agora está concentrado em consolidar seu poder e estabelecer sua autoridade”, acescentou Azami.

Trata-se apenas da segunda pessoa a liderar o grupo: o mulá Omar fundou o Talebã durante a guerra civil afegã, no início dos anos 1990, e o comandava desde então.

O jornalista nota que Mansour pediu união várias vezes durante este discurso e seu objetivo primário é acalmar as discordâncias dentro do Talebã.

“Ele também está tentando se apresentar como uma pessoa tolerante, clemente e conciliadora, cujas decisões serão baseadas na Sharia islâmica. E parece que não há uma grande mudança de política em relação ao passado”, afirmou.

Azami também destaca que, no discurso, ele parece relaxado e não parece estar lendo anotações.

Divisão?
A morte do mulá Omar se tornou um entrave nos diálogos de paz entre o Afeganistão e os insurgentes. Uma segunda rodada de negociações prevista para a sexta-feira foi adiada.

O Paquistão, que seria o mediador do processo, disse que o adiamento foi solicitado pela liderança do Talebã em meio às incertezas devido à morte de Omar.

O mulá Mansour já é considerado, há tempos, o líder interino do Talebã.

Alguns membros do Talebã afirmaram que mulá Mansour foi imposto ao grupo por alguns círculos partidários do Paquistão. Mansour é conhecido por apoiar as negociações de paz.

Mas, nesta mensagem de audio, Mansour rejeitou estas negociações, afirmando que elas são apenas “campanhas de propaganda do inimigo”.

O grupo parece estar dividido pois pelo menos uma facção do Talebã preferia que o mulá Omar fosse substituído pelo filho dele.

Outro porta-voz do grupo, mulá Abdul Manan Niazi, afirmou que aqueles que elegeram Mansour não seguiram as regras.

“Segundo a lei e os princípios islâmicos, quando um líder morre, uma Shura (conselho) é convocada, então o líder é apontado”, afirmou.

Da BBC

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Funeral de Bobbi Kristina é encerrado; enterro será na segunda

O funeral de Bobbi Kristina Brown, filha da cantora Whitney Houston (1963-2012) e do cantor de R&B Bobby Brown que morreu no domingo (26) aos 22 anos, foi encerrado neste sábado, 1º.

Após a despedida, o caixão com o corpo de Bobbi passou pelas ruas da cidade de Alpharetta, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos.

Durante a cerimônia realizada na Igreja Metodista St. James United, na cidade de Alpharetta houve confusão. Ela só será enterrada na segunda-feira (3) ao lado da mãe, no cemitério Fairview, em Nova Jersey. Os locais do funeral e do enterro ficam longe um do outro 1,2 mil quilômetros.

A tia de Bobbi e irmão de Bobby, Leolah Brown, começou a gritar quando Pat Houston, irmã de Whitney, se preparava para falar sobre a jovem. “Pat, você sabe que você é a pessoa errada para isso”, disse Leolah, segundo o site “TMZ”.

Depois do desentendimento, a mulher foi levada para fora da igreja por seguranças. O ator e produtor de cinema e TV, Tyler Perry, agiu para acalmar os ânimos. De acordo com o jornal “New York Daily News”, as famílias Brown, do pai de Bobbi, e Houston, de Whitney, não se entendem desde janeiro, quando a jovem foi encontrada inconsciente em uma banheira.

Segundo o “TMZ”, a confusão dentro da igreja envolvendo Leolah foi motivada por uma decisão de Pat Whitney, que organizou a cerimônia de despedida. Tudo porque o convite para o funeral pedia dinheiro em vez de flores para caridade a quem comparecesse à cerimônia. O destinatário das doações seria a fundação de Pat Houston.

Além de Perry, outras celebridades comparecem ao serviço funerário, como Monica, cantora norte-americana ganhadora do Grammy, Kasim Reed, o prefeito de Atlanta, capital da Geórgia, e o ator Michael Jai White (“Spawn”, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”).

Bobbi Kristina morreu seis meses depois de sofrer um dano irreversível no cérebro em decorrência de um incidente ainda mal explicado em sua casa, localizada na cidade de Roswell.

Ela foi encontrada em janeiro deste ano de bruços e inconsciente em uma banheira pelo namorado e um amigo, em circunstâncias muito parecidas com a morte da mãe, que se afogou na banheira de um hotel em Beverly Hills em 2012.

 

Do G1, em São Paulo

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Entidade diz que irmão do leão Cecil foi morto; pesquisador contesta

Após a morte do leão Cecil, no Zimbábue, seu irmão também teria sido morto em uma nova caçada no país, disse a Força de Proteção do Zimbábue (ZCTF, na sigla em inglês), neste sábado (1). De acordo com a entidade, Jericho, como é chamado o animal, teria sido vítima de um novo ataque de tiros ilegal. Apesar das informações, a agência de notícias Reuters contesta a versão e diz que o sinal de GPS mostraria que o leão está vivo.

A ZCTF divulgou, por meio de sua conta no Facebook, que Jericho teria morrido. “É com grande desgosto e tristeza. Acabamos de ser informados que Jericho, o irmão de Cecil, foi morto às 16h (horário local) hoje”, disse a entidade, em comunicado.

No entanto, um pesquisador que monitora o animal contradiz a história.

“Ele parece vivo e bem para mim, até onde posso dizer”, disse Brent Stapelkamp, pesquisador do Hwange Lion Research Project, que observa o animal via GPS.

De acordo com pesquisador o sinal de GPS indica que ele está se movendo como de costume e que estaria com uma fêmea. “Quando eu soube da notícia, eu olhei no computador e seus movimentos parecem regulares. Ele mandou sinais do GPS em seu colar às 20h06 (horário local)”, disse Stapelkamp à Reuters.

Leão Cecil tinha 13 anos (Foto: Reprodução/Facebook/Zimparks)

Leão Cecil tinha 13 anos (Foto: Reprodução/Facebook/Zimparks)

Morte de Cecil
A organização conservacionista Força de Preservação do Zimbábue denunciou Walter Palmer, dentista americano, que é suspeito de ter pago US$ 50 mil para caçar Cecil. Ele teria, com ajuda de dois cidadãos locais, atraído o felino para fora do Parque Nacional Hwange com uma isca, para então acertá-lo com uma flecha. O bicho não morreu naquele momento. Quarenta horas depois, teria sido morto com um tiro.

Os dois homens receberam acusações de caça ilegal, segundo a Reuters. Palmer, que não está mais no país africano, também foi acusado de matar o leão sem licença.

O dentista do estado de Minnesota, nos Estados Unidos, que passou a ser alvo de críticas e ofensas nas mídias sociais, disse que atirou no animal no dia 1º de julho, acreditando que se tratava de uma caça legal, já que havia contratado guias profissionais.

“Não tinha ideia que o leão era conhecido localmente, que tinha um colar e era parte de um estudo até o final da caçada”, afirma o dentista em comunicado divulgado pela CNN. “Confiei na experiência dos meus guias profissionais locais para garantir uma caça local”, diz na nota.

Cecil, macho dominante do parque, era conhecido pela incomum juba preta e era objeto de pesquisa científica da universidade britânica de Oxford sobre a longevidade dos leões. Os acadêmicos haviam instalado uma coleira no bicho.

Do G1, em São Paulo

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Meia-irmã de Bin Laden morreu em acidente de avião, diz TV saudita

Uma meia-irmã do ex-líder da Al-Qaeda Osama Bin Laden morreu junto ao marido e à mãe após um avião particular cair na sexta-feira (31) no sul da Inglaterra, informou neste sábado (1º) a emissora de televisão saudita Al-Arabiya. No total, quatro pessoas morreram.

O jato Phenom 300, fabricado pela brasileira Embraer, levava quatro pessoas. O piloto, um jordaniano, voava do Aeroporto de Malpensa, em Milão, para o Aeroporto de Blackbushe, no sul da Inglaterra, quando caiu em um local que realiza leilão de carros, informou o canal de televisão em sua página na Internet.

O site identificou os três passageiros como Sana Mohamed bin Laden, seu marido, Zuhair Hashem, e sua mãe, Raja Hashem. A família Bin Laden é um proeminente clã da Arábia Saudita com vastos interesses comerciais.

Uma porta-voz da polícia britânica afirmou à Reuters na sexta-feira que havia quatro pessoas na aeronave, mas não as identificou.

Também sem confirmar quem eram as vítimas, o embaixador saudita na Grã-Bretanha ofereceu suas condolências na conta oficial da embaixada no Twitter à família Bin Laden e disse que a missão estava trabalhando com autoridades britânicas para investigar o incidente e organizar o rápido traslado dos corpos para os funerais no reino.

O avião havia decolado da cidade italiana de Milão, informou Olga Venner, da polícia local.

“Lamentavelmente, não há sobreviventes. Ninguém ficou ferido em terra”, disse Venner.

De acordo com a imprensa britânica, o avião decolou do aeroporto milanês de Malpensa.

A aeronave caiu em uma área de leilão de veículos, onde provocou o incêndio de vários carros.

A Autoridade Geral da Aviação Civil saudita confirmou, em um comunicado, que o avião estava registrado nesta monarquia do Golfo e ofereceu sua colaboração aos investigadores britânicos para determinar a causa do acidente.

O pai de Osama Bin Laden, Mohamed, era um magnata da construção civil, com muitos descendentes e grandes interesses econômicos. Ele também faleceu em um acidente de aviação, na Arábia Saudita, em 1967.

Osama Bin Laden, acusado de ser o mentor dos atentados de 2001 contra os Estados Unidos, foi morto a tiros por forças norte-americanas no Paquistão em 2011.

Da Reuters

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Zimbábue pede extradição de americano que matou o leão Cecil

Leão Cecil tinha 13 anos (Foto: Reprodução/Facebook/Zimparks)
Leão Cecil tinha 13 anos (Foto: Reprodução/Facebook/Zimparks)

A ministra do Meio Ambiente do Zimbábue, Oppah Muchinguri, pediu nesta sexta-feira (31) a extradição do dentista americano que matou o leão Cecil, um exemplar protegido e astro do parque natural de Hwange.

“Pedimos às autoridades competentes sua extradição ao Zimbábue para que possa ser julgado pelas infrações que cometeu”, declarou Muchinguri em uma coletiva de imprensa, na qual lamentou que não tenha sido possível detê-lo no território do país, “já que havia desaparecido rumo ao seu país de origem” quando o escândalo explodiu.

O premiado caçador Walter Palmer matou o leão Cecil no começo desse mês, depois de atraí-lo para fora dos limites do Parque Nacional Hwange.

Walter Palmer permanece foragido enquanto multidões deixam bichinhos de pelúcia em forma de leões, tigres e macacos em frente a seu consultório, em Minnesota. Um cartaz escrito “apodreça no inferno” foi grudado na porta do local.

Cecil era uma atração popular entre os vários turistas estrangeiros que visitavam o Parque Nacional Hwange, e também fazia parte de um projeto de pesquisa da Universidade de Oxford.

A suspeita é que o leão tenha sido atraído para fora do parque e, primeiramente, atingido por uma flecha. Após isso, Palmer e seu guia teriam-no rastreado e matado com uma arma, cerca de 40 horas depois.

Na última terça-feira, o dentista fez uma declaração expressando arrependimento por matar Cecil e dizendo que não fazia ideia de que ele era protegido e que fazia parte de um estudo, alegando que acreditava que a caça era legal.

 

Da France Presse

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Tubarão ataca surfista na costa leste da Austrália

Um surfista foi ferido gravemente nesta sexta-feira (31) em um ataque de tubarão na costa leste da Austrália, informou a polícia de Nova Gales do Sul. Ele escapou da morte ao socar o animal.

Craig Ison, de 52 anos, sofreu ferimentos na perna e na mão. Ele conseguiu espantar o tubarão e retornou à margem, onde lhe aplicaram um torniquete antes de ser levado a um hospital na cidade de Lismore, onde está em estado grave, mas estável, segundo a polícia. “O homem sofreu ferimentos profundos nas pernas e nas mãos e seu estado é grave, mas estável”, informou a polícia.

Outros dois surfistas ajudaram a socorrer a vítima usando toalhas para fazer um torniquete e deter a hemorragia até a chegada dos serviços de emergência à praia de Evans Head, em Nova Gales do Sul.

Geoff Hill, um amigo da vítima que também estava na água a cerca de 20 metros no momento do ataque, afirmou que começou a remar para ajudar Ison quando este conseguiu subir na pranchar e começou a se movimentar rumo à margem.

Hill disse que foi uma situação parecida à de Mick Fanning, o campeão de surfe australiano que também repeliu o ataque de um tubarão na África do Sul, do qual saiu ileso, há duas semanas.

O ataque ocorreu ao sul de Ballina, uma popular localidade turística 740 km ao norte de Sidney e onde um praticante de bodyboard ficou gravemente ferido no princípio do mêsem outro incidente com tubarão.

Em fevereiro passado, um surfista japonês de 41 anos morreu ao ser atacado por um tubarão nesta mesma região da Austrália.

Segundo os especialistas, o número de ataques de tubarões nas águas australianas cresce em consequência da prática cada vez maior de esportes náuticos.

Um biólogo do Departamento do Setor Primário disse que as marcas na prancha de Ison indicam que se tratava de um grande tubarão branco.

Nos últimos dias, pelo menos três tubarões de até quatro ou cinco metros foram avistados em Evans Head, praia onde ocorreu o ataque, e em outros lugares próximos.

Após o incidente, as autoridades ordenaram o fechamento de Evans Head e de outras praias vizinhas até o sábado (1º).

 

Da France Presse

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Talibãs nomeiam Akhtar Mohammad Mansoor como novo líder

Os talibãs anunciaram nesta sexta-feira (31) oficialmente que Akhtar Mohammad Mansoor, até agora chefe militar e número dois do grupo insurgente, será seu novo líder após o anúncio da morte do mulá Omar.

“Membros do alto conselho do Emirado Islâmico (como os talibãs denominavam o Afeganistão) decidiram em reunião nomear Akhtar Mohammad Mansoor, amigo íntimo e de confiança do mulá Omar, como novo líder do Emirado Islâmico”, informaram os talibãs em comunicado.

Os líderes talibãs prometeram “lealdade” a Mansoor como novo Amir-ul Momineen (Príncipe dos Crentes), e asseguraram que o escutarão e obedecerão de acordo com seu cargo, depois que na quarta-feira (29) passada o governo afegão anunciou a morte de Omar e quinta (30) os insurgentes ratificaram.

Na nota se descreve o mulá Mansur como uma pessoa “responsável e apta, ao haver assumido grandes responsabilidades, inclusive quando o mulá Omar estava com vida”, e esclareceu que o novo líder talibã esteve “administrando o Emirado Islâmico” há muito tempo.

Além disso, o conselho dispôs como segundo no comando o teólogo Haibatulah Ajunzada, ao qual identifica como chefe de Justiça do Emirado, e a Sirajuddin Haqqani, chefe da rede Haqqani, supostamente vinculada à al-Qaeda e à qual se atribuem alguns dos ataques mais mortíferos contra os aliados no Afeganistão.

Mansur, número dois do mulá Omar desde 2010 e ministro de Aviação no governo talibã no Afeganistão entre 1996 e 2001, é considerado um talibã moderado e aberto a negociações de paz, informaram os meios paquistanesas, que anteciparam sua nomeação.

O mulá Omar criou o grupo talibã em 1994, em plena guerra civil entre as diferentes facções de mujahedins que tinham combatido os ocupantes soviéticos, e governou o Afeganistão com mão de ferro entre 1996 e 2001.

O governo afegão anunciou na quarta a morte do mulá Omar em um hospital de Karachi (sul do Paquistão) em abril de 2013. Os talibãs confirmaram a morte, mas negaram que Omar, que não era visto publicamente desde a invasão americana em 2001, deixou o Afeganistão, em cujo território, disseram, morreu.

O escritório político dos talibãs no Catar confirmou a data dada pelo governo de Cabul como a da morte do até agora homem mais procurado do país.

Da EFE

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Obama faz apelo a apoiadores para que defendem acordo com Irã

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse na quinta-feira (30) a grupos que apoiam o acordo com o Irã sobre o programa nuclear iraniano para que façam suas vozes serem ouvidas no Congresso para enfrentar os milhões de dólares em lobby por parte daqueles que querem atrapalhar o acordo.

“Neste momento os oponentes deste acordo estão enchendo os escritórios do Congresso”, disse Obama durante conversa com alguns grupos, incluindo o Centro para o Progresso Americano, sediado em Washington.

Grupos que se opuseram ao acordo, tal como o Comitê de Assuntos Públicos Israel-Americano, conhecido como AIPAC, gastaram US$ 20 milhões em propagandas televisivas para pressionar membros do Congresso, de acordo com Obama.

“Eles começam a amolecer porque estão sentindo o calor político”, disse Obama sobre membros do Congresso com quem encontrou nas semanas recentes.

Da Reuters

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