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Tocantinense é assassinada a tiros na frente dos filhos em Amsterdã

A morte de Luana Xavier foi comentada por diversos amigos nas redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)

A morte de Luana Xavier foi comentada por diversos amigos nas redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma brasileira foi assassinada com pelo menos cinco tiros em Amstelveen que faz parte da área metropolitana de Amsterdã. Segundo informações de amigos da família, o corpo da vítima, Luana Luz Xavier, de 34 anos, está sendo encaminhado para oTocantins nesta terça-feira (9). A família é de Paraíso do Tocantins e a cidade fica a 66 km de Palmas, onde os pais dela vivem atualmente.

Segundo informações do jornal holandês NL Times, Luana era namorada do suposto criminoso Najib “Ziggy” H. e foi morta a tiros na frente dos filhos dela por volta das 20h30 de segunda-feira (8). De acordo com amigos da família, ela deixa três filhos, sendo dois deles ainda bebês, fruto do relacionamento com Najib.

O NL Times divulgou que Luana estava com uma filha adolescente e com um outro filho no momento em que foi morta, mas não deu detalhes sobre as crianças, que teriam ficado com uma vizinha da vítima. Ainda conforme as informações do jornal, o namorado de Luana foi acusado de envolvimento em assassinatos, o que nunca foi provado pela polícia.

Um amigo da família conta que descobriu sobre a morte de Luana também com ajuda de informações de sites holandeses. O G1 tentou contato com vários familiares, porém nossas ligações não foram atendidas.

Assassinato de tocantinense foi noticiado por jornal holandês NL Times (Foto: Reprodução)
Assassinato de tocantinense foi noticiado por jornal holandês NL Times (Foto: Reprodução)
Do G1 TO

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Terceiro homem é inocentado 39 anos após condenação à morte

Kwame Ajamu (direita) abraça o irmão Wylie Bridgeman após a sessão de 9 de dezembro, na qual foi declarado inocente. Também acusado injustamente, Wylie foi inocentado no dia 21 de novembro (Foto: AP Photo/Tony Dejak)

Kwame Ajamu (direita) abraça o irmão Wylie Bridgeman após a sessão de 9 de dezembro, na qual foi declarado inocente. Também acusado injustamente, Wylie foi inocentado no dia 21 de novembro (Foto: AP Photo/Tony Dejak)

Logo depois de inocentar Kwame Ajamu, a juíza Pamela Barker desceu de seu assento na terça (9), debruçou-se sobre a mesa da defesa e deu um abraço nele.

Foram necessários quase 40 anos, mas Ajamu não era mais um assassino condenado.

Momentos antes, Barker tinha cancelado suas acusações e o promotor do condado, Tim McGinty, tinha transmitido uma mensagem através de um assistente, dizendo que Ajamu, seu irmão, Wiley Bridgeman, e o amigo deles, Ricky Jackson, “foram vítimas de uma terrível injustiça”.

Os três tinham sido condenados e sentenciados à morte pelo assassinato de um executivo na saída de uma loja em um quente dia da primavera de 1975. O caso contra eles teve uma reviravolta no ano passado quando a principal testemunha de acusação retratou seu depoimento.

A testemunha, Eddie Vernon, tinha 12 anos quando Harry Franks foi morto e 13 quando testemunhou contra os três homens em seus julgamentos em 1975. Vernon disse na corte mês passado, e em uma declaração juramentada, que havia sido coagido pela polícia de Cleveland.

Kwame Ajamu recebe um abraço da juíza Pamela Barker após o final da sessão onde foi inocentado (Foto: AP Photo/Tony Dejak)

Kwame Ajamu recebe um abraço da juíza Pamela Barker após o final da sessão onde foi inocentado (Foto: AP Photo/Tony Dejak)

Ajamu, na época conhecido como Ronnie Bridgeman, tinha 17 anos quando foi mandado para o corredor da morte. Jackson tinha 19 e Wiley Bridgeman tinha 20 anos. Suas sentenças foram mais tarde trocadas por penas de prisão perpétua.

Ajamu foi libertado da prisão em 2003. Jackson e Wiley Bridgeman ficaram presos até recentemente e foram liberados no dia 21 de novembro deste ano.

O gabinete de McGinty tinha feito poucos comentários sobre as exonerações. Mas, na terça, ele absolveu os três pelos crimes e disse que não iria se opor a qualquer declaração de inocência, o que irá acelerar o processo civil pelo qual os homens serão recompensados por terem sido presos injustamente.

A concessão do promotor pareceu impressionar o advogado de defesa Terry Gilbert, um antigo defensor dos direitos civis em Cleveland e que representa Ajamu e seu irmão, Wiley Bridgeman.

“Reconhecer uma injustiça… isso me dá fé e esperança no sistema judiciário criminal de que coisas boas podem sair de lá de vez em quando”, Gilbert disse a Barker.

Ajamu, de 57 anos, reconstruiu sua vida. Ele se casou com uma mulher que conheceu no subúrbio de Cleveland em 2003, quando ela não conseguia encontrar o ônibus certo e ele a acompanhou até seu destino. Eles se casaram no ano seguinte. Ajamu chamou Lashaw Ajamu de sua melhor amiga e maior apoiadora.

Depois que Barker cancelou as acusações, Kwame Ajamu disse ao grupo de pessoas que ocupava a sala da corte que estava muito feliz e que “esta sala está iluminada pela verdade”.

“Minha esperança é que avancemos e não tenhamos que esperar outros 40 anos pelos próximos Kwame Ajamu, Wiley Bridgeman, Ricky Jackson”, ele disse. “Minha esperança é que a partir deste dia possamos parar de ignorar o que é óbvio no sistema judiciário criminal e seguir em frente com paz e amor”.

Após a audiência, Ajamu deu crédito a Kyle Swenson, colunista da revista Scene, que em 2011 se debruçou sobre as histórias dos homens e expôs como a justiça tinha sido subvertida.

Ajamu disse que espera um dia se encontrar com Edddie Vernon, que hoje tem 52 anos, para poder dizer a ele que entende o que aconteceu e que não guarda rancores contra ele. Ajamu disse que sua total exoneração finalmente o torna livre para ir a qualquer lugar que queira, a qualquer momento que desejar.

“Posso até voltar a ser Ronnie Bridgeman, mas não irei”, ele disse. “Eles mataram Ronnie Bridgeman. Mataram seu espírito. Eles mataram tudo em que ele acreditava, tudo que ele sempre quis. Eu queria ser algo também. Eu poderia possivelmente ter sido um advogado. Eu poderia ter sido Barack Obama. Quem sabe?”

Ronnie Bridgeman (dir.), conhecido como Kwame Ajamu, se emociona após ser finalmente inocentado em uma corte de Cleveland, EUA, por um homicídio ocorrido em 1975. Ele e outros dois homens chegaram a receber a pena de morte pelo crime não cometido (Foto: Tony Dejak)
Ronnie Bridgeman (dir.), conhecido como Kwame Ajamu, se emociona após ser finalmente inocentado em uma corte de Cleveland, EUA, por um homicídio ocorrido em 1975. Ele e outros dois homens chegaram a receber a pena de morte pelo crime não cometido (Foto: Tony Dejak)
Da AP

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Após matar 27 pessoas, tufão Hagupit perde força nas Filipinas

Mãe e filho sentados sob os escombros da casa da família que foi destruída na ilha de Samar, uma das mais atingidas pelo tufão nas Filipinas (Foto: Ted Aljibe/AFP)

Mãe e filho sentados sob os escombros da casa da família que foi destruída na ilha de Samar, uma das mais atingidas pelo tufão nas Filipinas (Foto: Ted Aljibe/AFP)

O temido tufão Hagupit, que varreu asFilipinas de leste a oeste nos últimos três dias, deixou 27 mortos no arquipélago, mas poupou a capital Manila, onde a população respirava aliviada nesta terça-feira (8) com a perda de força do fenômeno, transformado em depressão tropical.

A maioria das mortes – segundo a Cruz Vermelha – ocorreu na extremidade sul do arquipélago, na ilha de Samar, primeira zona atingida pelo tufão, no sábado, com ventos de 210 km/h.

Soldados e voluntários seguiam para os vilarejos da costa da ilha de Samar, onde o número de vítimas deve crescer com o desenvolvimento dos trabalhos de resgate.

Com o passar das horas, o Hagupit perdeu força e na segunda-feira foi rebaixado a tempestade tropical.

O Hagupit passou por Manila na madrugada desta terça, onde dezenas de milhares de pessoas, em particular nas áreas pobres próximas do litoral, se refugiaram em escolas e abrigos de emergência criados pelas autoridades.

O aeroporto de Manila suspendeu dezenas de voos.

Até o momento, o tufão Hagupit provocou menos estragos que o temido, sobretudo em comparação com o Haiyan, que passou pela região leste do país em 8 de novembro de 2013 e provocou mais de 7.350 mortes.

Mas o Hagupit, o tufão mais forte do ano, destruiu milhares de casas em localidades isoladas, inundou várias cidades, derrubou postes de energia elétrica e provocou deslizamentos de terra que bloquearam estradas.

Das vítimas fatais, 18 morreram na ilha oriental de Samar, informou a Cruz Vermelha filipina.

Dezesseis pessoas morreram afogadas em Borongan, que tem 60.000 habitantes, uma das principais cidades da costa leste de Samar, afirmou à AFP Gwendfolyn Pang, secretária da Cruz Vermelha.

“O balanço não é definitivo”, explicou Pang.

O número de vítimas fatais pode aumentar à medida que os soldados avancem aos locais mais isolados. As autoridades aguardam informações das 7.100 ilhas que integram o arquipélago.

O governo anunciou que o gigantesco plano preventivo de retirada de moradores, organizado desde sexta-feira, salvou muitas vidas.

Em Tacloban, uma localidade de 220.000 habitantes que foi uma das mais afetadas pelo tufão de 2013, não foram registradas vítimas. “Tivemos um suspiro coletivo de alívio. Estávamos mais bem preparados depois de Yolanda”, nome filipino do Haiyan, disse Jerry Yaokasin, vice-prefeito.

“Este é um bom exemplo de preparação, planejamento e solidariedade”, disse o secretário do Interior, Manuel Araneta Roxas, durante uma visita a Borongan.

Filipinas, país em desenvolvimento e que tem 100 milhões de habitantes, registra anualmente a média de 20 tufões.

Por sua situação geográfica, o arquipélago é a primeira massa terrestre importante encontrada pelos tufões que se formam no Oceano Pacífico.

Os cientistas acreditam que a violência das tempestades e tufões é provocada pela mudança climática dos últimos anos.

O diretor executivo do Greenpeace, Kumi Naidoo, fez um apelo aos delegados que participam na conferência do clima de Lima (Peru) a adotar medidas. “A natureza não negocia. Temos que acordar. O tempo é curto”, disse Naidoo.

 

Da France Presse

 

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Outro avião da Qantas faz pouso de emergência por problemas técnicos

Um avião da companhia aérea Qantas, o terceiro em um período de 24 horas, fez uma aterrissagem forçada na Austrália por causa de uma série de problemas técnicos, mas que não representaram perigo para a segurança dos passageiros, informou nesta terça-feira (9) a imprensa local.

O voo QF7, que fazia a rota entre Sydney a Dallas (EUA), retornou quatro horas depois da decolagem por problemas nos assentos, no sistema de entretenimento a bordo e em algum dos serviços higiênicos, segundo a emissora local ‘ABC’.

A companhia afirmou em comunicado que a decisão foi tomada em favor da comodidade dos passageiros, acrescentou a fonte.

Na segunda-feira (8), dois aviões da mesma companhia aérea tiveram que fazer pousos de emergência na cidade de Perth, no oeste da Austrália, por causa de problemas mecânicos.

A primeira aeronave, que fazia o voo QF2 entre Dubai (Emirados Árabes) e Sydney, teve um queda abrupta de altitude, de 11.895 para 2.745 metros, o que provocou que o sistema computadorizado do avião interpretasse essa operação como uma manobra de aterrissagem e desligasse o ar condicionado dentro da cabine, de acordo com informações do ‘Canal 9’ da televisão local.

Algumas horas depois, um segundo avião da Qantas, voo QF904, fez um pouso forçado no aeroporto de Perth após serem detectados fumaça e vapor em seu interior.

Nos três incidentes, todos os passageiros resultaram ilesos.

 

Da EFE

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Mãe de menino morto pela polícia em Cleveland quer agentes condenados

 Tamir Rice levou dois tiros no abdômen quando sacou arma de brinquedo do cinto  (Foto: BBC)

Tamir Rice levou dois tiros no abdômen quando sacou arma de brinquedo do cinto (Foto: BBC)

 

A mãe de Tamir Rice, o menino negro morto a tiros pela polícia na cidade americana de Cleveland quando carregava uma pistola de brinquedo em um parque, exigiu nesta segunda-feira (8) punição para os agentes envolvidos no incidente.

“Quero que os dois policiais sejam condenados”, disse Samaria Rice, que espera a instalação de um grande júri em Cleveland (Ohio) para determinar o julgamento dos policiais.

O episódio, que ocorreu no dia 22 de novembro e foi gravado por uma câmera de vigilância, reavivou a indignação dos americanos contra a impunidade de policiais brancos envolvidos na morte de cidadãos negros nos Estados Unidos.

Samaria disse que apresentou uma queixa a nível federal por homicídio culposo contra os policiais e que exige que ‘a polícia assuma a responsabilidade pelo que fez’ a seu filho.

Tamir Rice recebeu dois tiros de um policial, que atendia a uma chamada sobre um jovem negro armado em uma praça.

A decisão de dois grandes juris de absolver um policial que matou um jovem negro de 18 anos desarmado em Ferguson (Missouri) e outro policial que agarrou um homem negro pelo pescoço que faleceu em Nova York provocou uma onda de indignação nos Estados Unidos.

“Se a polícia de Cleveland não é capaz de lidar com os casos de crianças brincando com armas falsas, então devemos proibir estas armas na cidade para evitar que mais crianças sejam assassinadas”, disse o advogado de Rice, Benjamin Crump.

Uma investigação federal em Cleveland revelou que a polícia local faz uso excessivo da força, segundo o secretário americano de Justiça, Eric Holder.

Vídeo mostra Tamir E. Rice, de 12 anos, apontando uma arma de brinquedo em uma área pública de Cleveland. Ele foi morto por um policial que viu a ação e atirou (Foto: /Cleveland Police Department/Reuters )
Vídeo mostra Tamir E. Rice, de 12 anos, apontando uma arma de brinquedo em uma área pública de Cleveland. Ele foi morto por um policial que viu a ação e atirou (Foto: /Cleveland Police Department/Reuters)
Da France Presse

 

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Apresentador vira piada na web após desistir de ser engolido por anaconda

Os espectadores do programa de TV norte-americano “Eaten alive” ficarm desapontados e fizeram piadas após o apresentador Paul Rosolie desistir de ser engolido vivo por uma anaconda. A proposta do programa da emissora Discovery Channel era mostrar a experiência de entrar dentro do organismo do animal, protegido por uma roupa especial. O episódio final foi exibido no domingo (7) nos EUA.

Paul Rosolie chegou a ser envolvido e mordido na área da cabeça pela anaconda, mas abortou o projeto após sentir que seu braço estava sendo pressionado, mesmo com a proteção especial. Ele estava coberto por uma proteção que provia oxigênio e que deveria ser resistente à força do animal. Ele acionou a equipe de produção ao sentir a roupa “se quebrando”, e sua cabeça foi retirada da boca da anaconda (veja vídeo).

As pessoas que assistiam ao programa reclamaram do final do episódio: “Espero que Paul esteja feliz mesmo decepcionando o país todo. Não acredito que ele esteja mostrando sua cara na TV ainda”, disse o espectador Connor McCarthy no Twitter. Outros internautas postaram fotos de pequenas mordidas, ironizando o programa (veja abaixo).

Apresentador do programa norte-americano 'Eaten alive' é envolvido por anaconda em episódio final do programa (Foto: Reprodução / Discovery Channel)
Apresentador do programa norte-americano ‘Eaten alive’ é envolvido por anaconda em episódio final do programa (Foto: Reprodução / Discovery Channel)
Espectadores do programa 'Eaten alive' fazem piada após apresentador desistir de ser engolido por anaconda e tomar apenas uma 'mordida' (Foto: Reprodução / Twitter)
Espectadores do programa ‘Eaten alive’ fazem piada após apresentador desistir de ser engolido por anaconda e tomar apenas uma ‘mordida’ (Foto: Reprodução / Twitter)
Espectadores do programa 'Eaten alive' fazem piada no Twitter e mostram 'pequenas mordidas', ironizando apresentador que desistiu de ser 'engolido' (Foto: Reprodução / Discovery Channel)
Espectadores do programa ‘Eaten alive’ fazem piada no Twitter e mostram ‘pequenas mordidas’, ironizando apresentador que desistiu de ser ‘engolido’ (Foto: Reprodução / Discovery Channel)
Espectadores do programa 'Eaten alive' fazem piada no Twitter após ficarem decepcionados com final do programa, que não mostrou apresentador 'engolido' (Foto: Reprodução / Discovery Channel)
Espectadores do programa ‘Eaten alive’ fazem piada no Twitter após ficarem decepcionados com final do programa, que não mostrou apresentador ‘engolido’ (Foto: Reprodução / Discovery Channel)
Espectadores do programa 'Eaten alive' fazem piada após apresentador desistir de ser engolido por anaconda e tomar apenas uma 'mordida' (Foto: Reprodução / Discovery Channel)
Espectadores do programa ‘Eaten alive’ fazem piada após apresentador desistir de ser engolido por anaconda e tomar apenas uma ‘mordida’ (Foto: Reprodução / Discovery Channel)
Do G1, em São Paulo

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Hong Kong está pronta para acabar com acampamento de manifestantes

Tendas de manifestantes pró-democracia são vistas em área ocupada no centro de Hong Kong nesta terça-feira (9) (Foto: Kin Cheung/AP)

Tendas de manifestantes pró-democracia são vistas em área ocupada no centro de Hong Kong nesta terça-feira (9) (Foto: Kin Cheung/AP)

Com base em uma decisão judicial, as autoridades de Hong Kong se preparam para retirar os manifestantes pró-democracia do principal ponto ocupado pelos ativistas, perto da sede do governo da ex-colônia britânica.

A imprensa local publicou uma ordem de evacuação da Alta Corte, solicitada por uma empresa de ônibus, o que autoriza a ação das autoridades.

Há mais de dois meses, os manifestantes exigem a instauração do sufrágio universal para a eleição de 2017 do próximo chefe do Executivo do território, que foi devolvido aChina em 1997.

O mandato diz respeito a três áreas do acampamento de Admiralty, um setor comercial ocupado desde 28 de setembro. O texto autoriza os oficiais de justiça a pedir o apoio da polícia, caso os manifestantes não aceitem a retirada das barricadas.

Segundo a imprensa, as autoridades querem aproveitar a oportunidade para esvaziar completamente a região, assim como um acampamento menor em Causeway Bay, área de lojas que são procuradas pelos moradores da China continental.

Um terceiro acampamento, em Mongkok, na parte continental de Hong Kong, foi esvaziado no fim de novembro.

Segundo a imprensa, as operações podem acontecer na quarta-feira ou quinta-feira. O jornal “The Standard” calcula a mobilização de 7.000 policiais.

O governo da China aceitou o princípio de sufrágio universal, mas exige que os candidatos recebam o aval de um comitê ligado ao Partido Comunista, o que, para os manifestantes, garantirá a eleição de um fantoche de Pequim.

 

Da France Presse

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Sonda da Nasa que hibernava acorda para começar missão rumo a Plutão

Concepção artísitca da espaçonave New Horizons, atualmente em rota rumo a Plutão, é mostrada nesta imagem divulgada pela Nasa (Foto: Reuters/Science@NASA)

Concepção artísitca da espaçonave New Horizons, atualmente em rota rumo a Plutão, é mostrada nesta imagem divulgada pela Nasa (Foto: Reuters/Science@NASA)

Depois de nove anos e uma jornada de 4,8 bilhões de km, a sonda robótica New Horizons, da Nasa, foi acordada da hibernação para dar início à sua missão sem precedentes: o estudo do planeta anão Plutão e seu lar, o Cinturão de Kuiper.

O “despertador” estava preparado para tocar neste sábado (6) e, 90 minutos depois, o veículo já começou a transmitir informações para a Terra sobre suas condições, incluindo o dado de que estava de volta ao modo “ativo”.

A observação científica de Plutão, suas muitas luas e outros corpos no quintal congelado do Sistema Solar começam em 15 de janeiro, segundo o gerente do programa.

Plutão fica no Cinturão de Kuiper, uma região de miniplanetas congelados orbitando o Sol além de Netuno. É a última região inexplorada do Sistema Solar.

Concepção artística da espaçonave New Horizons (Foto: Reuters/Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute)

Concepção artística da espaçonave New Horizons (Foto:Reuters/Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute)

“É difícil subestimar a evolução que está acontecendo em nossa visão da arquitetura e do conteúdo de nosso Sistema Solar como resultado da descoberta do Cinturão de Kuiper”, disse o cientista Alan Stern, líder da pesquisa. A sonda deve fazer sua maior aproximação de Plutão em 14 de julho.

Desde sua descoberta, em 1930, Pluão em sido um mistério, parcialmente por causa de seu tamanho relativamente pequeno. Cientistas lutaram para explicar por que um planeta com um raio de 1.190 km poderia existir além dos planetas gigantes de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Em 1992, astrônomos descobriram que Plutão, que fica 40 vezes mais longe do Sol do que a Terra, não estava sozinho em seu tamanho diminuto, o que levou a União Astronômica Internacional a reconsiderar sua definição de “planeta”.

Em 2006, com a sonda New Horizons já a caminho, o título de “nono planeta do Sistema Solar” foi tirado de Plutão, que se tornou um planeta anão, categoria que tem mais de mil exemplares no Cinturão de Kuiper.

Com a aproximação do New Horizons, cientistas estão ansiosos pela primeira espiada no domínio inexplorado.

 

Do G1, em São Paulo

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Tufão Hagupit deixa mais de 20 mortos nas Filipinas

Crianças correm para abrigo na região costeira para se abrigar do tufão Hagupit, em Manila  (Foto: Reuters)

Crianças correm para abrigo na região costeira para se abrigar do tufão Hagupit, em Manila (Foto: Reuters)

Um tufão que atingiu as Filipinas no fim de semana deixou pelo menos 21 mortos, segundo informou nesta segunda-feira (8) a Cruz Vermelha filipina à agência France Press. De acordo com Gwendolyn Pang, secretária-geral da organização, 18 pessoas morreram na ilha oriental de Samar, onde o tufão Hagupit tocou a terra no sábado (6) com ventos de 210 km/h.

Segundo a agência Reuters, mais de 1 milhão de pessoas precisaram ser deslocadas por causa da tormenta. A tempestade se aproxima lentamente – a 10 km/h – da capital do país, Manila.

Apesar de os ventos do Hagupit terem diminuíram dos 160 para os 105 km/h no último dia, o Conselho de Gestão e Redução de Risco de Desastres do país reitera que a tempestade ainda representa uma grande ameaça.

No domingo (7), o tufão atingiu a região central das Filipinas, destruindo casas e derrubando árvores e redes de energia em áreas que ainda se recuperam de uma super-tempestade ocorrida há pouco mais de um ano.

Nas aldeias costeiras de Dolores, na ilha de Samar, onde o tufão atingiu primeiramente a terra firme na noite de sábado, o prefeito Emiliana Villacarillo disse que cerca de 80% das casas foram destruídas. “Somente as grandes casas ficaram de pé”, disse ele, acrescentando que inundações também destruíram lavouras de arroz numa região-chave de crescimento.

Hagupit, que dias antes tinha atingido a categoria 5 de força de “supertufão” enquanto passava pelo Oceano Pacífico, enfraqueceu-se no domingo para a categoria 2 (que tem ventos entre 150 e 170 km/h), ao atingir a terra firme por uma segunda vez na cidade de Cataingan no sul da ilha de Masbate.

“A devastação é enorme em casas por causa dos ventos fortes”, disse o secretário do Interior, Manuel Roxas, à rádio local DzBB desde Samar. “Muitas pessoas voluntariamente retornaram para abrigos, um número maior do que aqueles que fugiram para os centros um dia antes”, acrescentou.

No entanto, o tufão Hagupit não pareceu ter causado devastação na mesma escala do mortal tufão do ano passado, o “Haiyan”, em parte porque houve uma massiva operação de retirada de moradores de áreas costeiras e propensas a deslizamentos antes que a tempestade chegasse.

Mais de 1,2 milhão de pessoas fugiram para 1.500 escolas, centros civis, prefeituras, academias e igrejas usadas como centros de abrigo por toda a área central das Filipinas, disse Gwendolyn Pang, secretária-geral da Cruz Vermelha filipina.

Passagem de tufão mata pelo menos 21 pessoas nas Filipinas - GNews (Foto: Reprodução/GloboNews)
Passagem de tufão mata pelo menos 21 pessoas nas Filipinas – GNews (Foto: Reprodução/GloboNews)

Roxas disse equipes de resgate limparam a rodovia que dá acesso a Dolores de cerca de 25 a 30 enormes árvores caídas. Alguns moradores estavam nas ruas pedindo comida, água e outros suprimentos.

Não houve relatos iniciais de características de tempestade que foram tão destrutivas durante o tufão Haiyan, que matou mais de 7 mil pessoas em todo o centro das Filipinas.

“Os danos estruturais foram provocados principalmente pelo vento, e não por impulso da tempestade”, disse a porta-voz presidencial Abigail Valte.

 

Do G1, em São Paulo

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Polícia na Califórnia dispara gás lacrimogêneo contra manifestantes

Um manifestante tira uma foto enquanto segura uma bandeira dos Estados Unidos de cabeça para baixo em Berkeley, na Califórnia, durante protesto contra a decisão do juri de não indiciar um policial pela morte de Eric Garner (Foto: Stephen Lam/Reuters)

Manifestante tira foto enquanto segura bandeira dos Estados Unidos de cabeça para baixo durante protesto em Berkeley, na Califórnia (Foto: Stephen Lam/Reuters)

Manifestantes no norte da Califórnia jogaram objetos contra a polícia, que respondeu disparando gás lacrimogêneo pela segunda noite seguida, à medida que as manifestações continuavam devido à morte de um homem negro por sufocamento após levar uma gravata de um policial em Nova York.

Cerca de 750 manifestantes lotaram viadutos de rodovias em duas localidades de Berkeley na noite de domingo (7), perto de San Francisco, levando a polícia a tomar ação para liberar as vias, prendendo várias pessoas.

A divisão de Golden Gate da polícia rodoviária da Califórnia disse em seu Twitter que havia disparado gás lacrimogêneo após alguns manifestantes terem jogado objetos descritos como “explosivos”, e que havia feito prisões. A polícia não deu mais detalhes.

Alguns manifestantes disseram no Twitter que a polícia havia disparado balas de borracha, mas a informação não pôde ser imediatamente confirmada.

Cidades da costa oeste dos Estados Unidos se prepararam para enfrentar distúrbios populares após confrontos em Berkeley e em Seattle no sábado.

Manifestantes em Nova York e em outras cidades também realizaram protestos todo os dias desde uma decisão de um júri na última quarta-feira de não apresentar acusações criminais contra o policial branco que deu a gravata que contribuiu para a morte do homem negro, em julho.

Os distúrbios da costa oeste do país contrastaram com manifestações mais pacíficas que aconteceram em outros lugares. Nova York esteve calma durante o fim de semana.

As mortes de Eric Garner, em Nova York, e de Michael Brown, um jovem negro desarmado em Ferguson, no Estado do Missouri, trouxeram à tona as tensas relações entre a polícia e os afro-americanos e renovaram o debate nacional sobre as relações raciais nos EUA.

A decisão de um júri de não indiciar o policial responsável pela morte de Brown também ocasionou distúrbios nos subúrbios de St. Louis.

Manifestante grita durante o protesto da noite de domingo em Berkeley, Califórnia (Foto: Stephen Lam/Reuters)
Manifestante grita durante o protesto da noite de domingo em Berkeley, Califórnia (Foto: Stephen Lam/Reuters)
Da Reuters

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